Episódios de Real.Mente Mulher

A tal “melhor versão” (tem algo estranho nisso)

26 de abril de 202618min
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Uma promessa simples: sair com uma versão melhor de si.O resultado: duas versões tentando viver a mesma vida.

Neste episódio, eu puxo essa história para a vida real, o impulso de “corrigir” quem você é e o ponto em que isso começa a travar tudo.Se você vive entre quem é e quem acha que deveria ser, esse episódio vai ser revelador.

Participantes neste episódio1
E

Estela

HostPodcaster
Assuntos3
  • A busca pela melhor versãoCrise existencial · Vulnerabilidades humanas · Integração pessoal
  • Narrativa do cloneClonagem da melhor versão · Dualidade do eu
  • O papel do caos
Transcrição48 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Imagina você acordar e dar de cara com um clone seu, que vive a sua vida melhor que você. Acorda cedo, treina, come saudável, dá conta de tudo, tem sucesso profissional, pessoal, tem paciência com quem ama. Parece maravilhoso, não é?

mas não é, e é sobre isso que eu quero falar no episódio de hoje. Seja bem-vinda a mais um episódio do podcast Realmente Mulher, e caso você tenha caído aqui de paraquedas, eu vou me apresentar, eu sou a Estela, e uma das coisas que eu mais acredito é que uma mulher que se ama não para de evoluir, e esse é o meu compromisso em cada episódio desse podcast.

falar sobre mente, emoções, corpo, neurociência, que é minha área de especialização, e principalmente de vida real. Para a gente começar, eu preciso contextualizar para vocês o que me trouxe até esse episódio, o tema desse episódio. Estou fazendo pós-graduação e em cada módulo eu preciso entregar um trabalho. E esse trabalho o professor pedia para a gente vincular uma obra, um livro, um filme, uma série, enfim, com o tema do módulo.

E eu assisti essa obra e eu falei, nossa, isso me deu tanta informação sobre o ser humano, sobre a Estela, né, que eu também me via nisso, que é essa ideia da gente desejar essa versão perfeitona. Como eu expliquei pra vocês, esse clone que vive uma vida incrível, perfeita, que é a nossa melhor versão. Por que isso é um problema na nossa vida? Então, eu vou contar pra vocês o que essa obra retrata, tá? Vamos lá. Seguinte, é um personagem que chama Miles. Vamos lá.

E ele é um homem da meia-idade que está vivendo uma crise existencial. Então, ele está super apático, para baixo, não se sente bem no trabalho. A sua relação com a esposa está ruim, a esposa quer ter filho. E ele tem um certo medo de fazer um tratamento de fertilidade. E aí, eles começam a se distanciar.

Então, a obra vai retratando aquele homem que acorda, despertador, postura caída, toda essa sensação de apatia com a vida. Você percebe que ele está literalmente vivendo uma crise existencial. E quando ele chega no trabalho...

numa reunião, ele tá ali conversando e tal, e de repente chega um amigo dele que tava na mesma situação que ele, assim, com uma crise existencial, pra baixo, sem energia, enfim, e de repente esse amigo, esse colega dele entra na sala de reunião com postura, sorrindo, bem, saudável, falando bem na reunião, e ele olha assim, ele é até estranho, ele fala, meu Deus, o que aconteceu com esse homem, né? Alguma coisa deve ter acontecido na vida dele, porque ele tá totalmente diferente. Vi ele ontem e hoje é outra pessoa.

E, enfim, termina a reunião, ele vai lá, claro, indignado, tentando entender, né, deixa eu ver o que esse homem fez. E vai, senta com o amigo e fala, e aí, o que aconteceu? Você tá diferente? O que você passou? E aí, esse amigo vira pra ele e fala assim, o seguinte, eu fui num lugar que chamam Espada Melhor Versão. E nesse Espada Melhor Versão, eu saí assim.

E essa é a minha nova versão. E aí ele fala, não, me dá esse cartão aí então, porque eu preciso saber onde é esse lugar, me dá o endereço que eu vou até esse lugar, porque eu preciso disso. Não, minha vida tá um caos, não dá, eu preciso disso. E aí ele vai, pega o cartão, vai pra casa, fica refletindo, refletindo se vai, se não vai, se marca, se não marca, enfim. Vê a esposa dele mal-humorada com ele, as coisas não indo bem, aquilo começa a tomar uma dimensão na mente dele. Ele fala, chega, eu vou nesse spa da melhor versão.

E quando ele chega lá, só pra vocês entenderem, tem todo um tom aqui de comédia, tá? Uma coisa meio sarcástica, enfim. E aí ele chega nesse lugar, a fachada é toda estranha, assim, tipo, parece um lugar meio, sei lá, esquisito, abandonado. E aí ele aperta lá a campainha, abrem a porta.

E ele entra e dentro é um lugar totalmente elegante, tecnológico, sofisticado. E quem atende ele são dois rapazes japoneses, chineses, não sei. E ele senta e fala, olha, meu amigo veio aqui, ele saiu daqui completamente diferente, ele me indicou vocês e eu quero a mesma coisa que vocês fizeram nele. Não sei o que é, mas eu quero. E aí eles apresentam os valores, ele paga, enfim, e aí ele entra numa sala.

Ele assina um contrato, né? Nem lê direito, porque ele tá tão assim com a vida que ele não tá nem aí. Ele só assina no piloto automático. E aí ele entra nessa sala e apaga. E quando ele volta, ele já volta lá na sala, na sua melhor versão.

E ele vê ali, ele até se estranha, a hora que ele acorda, ele se estranha e tal, vai pra casa, e ele vê que ele tá super bem, ele tá disposto, super feliz, paralelo a esse momento de ele chegar em casa na sua melhor versão. Então, a versão antiga dele, dentro dessa clínica de spa de melhor versão, o que eles fazem?

Qual que é o papel deles ali dentro dessa proposta de melhor versão? Eles destroem a sua versão real e antiga, desfuncional, e clonam você para a melhor versão. Então, eles fazem um clone da sua versão perfeita, da sua versão ideal, e destroem a outra. Só que nesse processo de clonagem, dá uma falha no sistema e a versão antiga não morre.

Ela volta. E quando ele volta, ele se vê voltando, né? A versão nova já tá em casa, tratando a esposa de forma diferente, a esposa tomando um baita susto. Quem é esse homem que ela já chega e ele já tá cozinhando, ouvindo música, trata ela super bem, pergunta como é que foi o dia dela. E ela olha assim, ela fala, que isso, gente? O que aconteceu com esse homem? Ele não é assim. O que aconteceu com ele?

ela até tem um pouco de receio e paralelo a isso, essa versão que era pra ser destruída vem à tona e começa a ir atrás, entender o que aconteceu sai correndo desesperado enfim, consegue achar o caminho de volta pra casa e quando ele chega em casa, ele se depara com essa versão clone dele com a esposa, tratando ela super bem e ele de fora assustado, não entende nada do que tá acontecendo e ele olha praquilo, indignado tipo, vou destruir quem que é deً de de de de de de de de de de de de de

é esse cara, né, o que ele tá fazendo na minha casa, de onde ele veio, porque até então ele não sabia o que tinha sido feito nesse spa, e, enfim, a esposa vai dormir, os dois se encontram ali, eu tô tentando trazer uma narrativa bem rápida, os dois se encontram aqui, começam a brigar, porque nenhum entende o que o outro tá fazendo ali, porque eles automaticamente não sabiam.

E aí eles percebem que existiu esse processo de clonagem. E a narrativa vai dentro dessa história, onde os dois começam a dividir a mesma vida. Os dois personagens, a versão disfuncional e real, a original e a versão clonada perfeita, começam a dividir esse espaço.

Então, vocês imaginam o caos que se torna a existência desse ser humano, né? Vivendo essa dualidade. Então, resumindo aqui, o que acontece durante essa narrativa? A versão clonada e perfeita, ela agrada muita gente no começo, mas depois de um tempo, ela não se torna algo real. Porque não tem falhas, não tem vulnerabilidades. Ele tá sempre acertando, sempre falando bem com a... Se comunicando bem com a esposa. No trabalho, ele é o melhor. Então, assim...

É gostoso pelos resultados, mas não tem a vulnerabilidade humana. Já a versão real e disfuncional, vendo essa versão perfeita, começa a entender que não é porque ele tem essas vulnerabilidades que ele está quebrado. Pelo contrário, são as vulnerabilidades que mostram que ele pode melhorar. E ele começa a entender um pouquinho dentro da narrativa.

também esse espelho de que ele não precisa ser o ideal, mas sim ser real e trabalhar as suas vulnerabilidades e não aceitar viver uma vida sem evolução. E qual que é a ideia central dessa nossa conversa e dessa história que eu acabei de contar para vocês? Não é sobre evolução, é sobre substituição.

Eu já fui a pessoa que tinha na minha cabeça a ideia de que se eu tirasse a parte ruim, que eu considerava ruim de mim, vulnerabilidades como preguiça, falta de paciência, procrastinação, se eu tirasse isso de mim, aí a minha vida ia andar. Aí sim, se eu tiro essas coisas de mim, tudo vai andar. Porque a ideia na minha cabeça era que...

eu tinha que separar. Então, eu separo o que é ruim, igual a obra que eu contei agora pra vocês, a história que eu contei pra vocês. Eu divido, eu crio uma substituição da Estela, então uma versão minha que não tem essas vulnerabilidades, e aí sim a minha vida vai andar. E esse é o maior erro que a gente pode cometer.

Porque quando a gente divide, a gente perde a unidade. E a divisão, ela gera confusão. Nesse desenrolar dessa história, mostra os dois brigando, uma briga de partes do eu ideal com o eu desfuncional. E eles tentando ali numa batalha de, ah, minha esposa, você não vai ficar. Ah, o meu trabalho, você não vai... E aquela briga entre as duas partes, isso acontece dentro da gente também. E isso também acontecia comigo, porque eu tinha essa ideia.

desfuncional de que se a Estela tivesse, separasse a parte ruim, a minha vida ia caminhar, talvez você também tenha esse pensamento, olhando agora, ouvindo agora esse episódio você pode estar pensando aí, poxa Estela faz sentido porque eu também tenho aqui coisas que eu não gosto em mim, eu imaginava que se eu tirasse isso de mim, se eu criasse uma divisão aí sim, a minha vida ia funcionar ia andar, eu ia conseguir evoluir E aí

Essa é uma ideia que a gente precisa desconstruir, porque quando a gente fala de dividir, a gente perde essa unidade. E qual que é o segredo aqui, quando a gente fala da essência do ser humano, né? Quando eu falo segredo, claro, não é uma coisa mística nem nada, mas a gente voltar para a base para poder entender o que de fato trava a nossa vida. Não é o separar, é a gente começar a integrar.

Integrar o que? As minhas vulnerabilidades, o dia que eu não estou bem, as minhas emoções desfuncionais, saber usar elas como uma força para me impulsionar ou até para mostrar o caminho para onde eu tenho que ir. Esse medo que a gente tem de enfrentar.

Por quê? Porque é mais fácil num spa que promete a nossa melhor versão, do que passar por um processo de se entender, se conhecer, porque leva tempo, é desconfortável, mas necessário, caso você queira, sim, viver de forma inteira. E essa foi uma das maiores descobertas, tanto para fazer esse módulo da pós-graduação e encontrar essa obra para correlacionar com o tema,

Como para a minha vida? Quantos anos eu passei batalhando com uma versão que eu achava que eu precisava ter, que é a versão perfeita da Estela. E que para chegar nessa versão perfeita eu precisava afastar de mim tudo aquilo que eu não gostava.

Sendo que isso também faz parte de quem eu sou. E só a partir do momento que eu comecei a olhar e integrar essa parte que eu vejo que não é tão funcional para a estela que eu quero ser, mas usar como resposta de aprendizagem, de evolução, de crescimento, de melhoria, para me tornar alguém melhor.

integrando vulnerabilidade, fragilidade com evolução, com melhoria, integrando, não separando e conectando pontos aqui, o clone, ele é o quê? Uma encenação de um desejo moderno. Nós queremos ser nós, mas o quê? Mas sem o cansaço, sem a preguiça, sem o medo, sem o fracasso, sem a frustração. O que isso quer dizer? Nós queremos a vitalidade?

sem a vulnerabilidade. Mas isso não existe. Quando a gente olha para a essência humana, não sei você desse lado, mas comigo é igual. Hoje mesmo eu tive uma crise de choro hoje de manhã. Eu não estava bem hoje de manhã, talvez porque a semana do meu aniversário eu estou um pouco mais sensível, nostálgica, reflexiva. Tive uma crise de choro.

E eu poderia olhar pra Clif e falar assim, ah, porque eu tô chorando hoje, eu não vou gravar, eu não vou estar aqui fazendo podcast pra vocês. Mas como hoje eu tenho essas habilidades, eu sei treinar o meu cérebro, eu me conheço, eu consigo integrar a fragilidade do cansaço, do medo, da tristeza, da frustração, da vulnerabilidade do ser, eu consigo integrar pra me trazer o quê? Vitalidade, porque se eu separo, se eu nego, eu não sou isso.

Ah, eu não quero isso assim. Ah, se eu estou assim, então eu não faço nada. Se eu estou assim, então eu não entrego nada. Eu perco o sentido da minha vida. Tanto que esse é um dos temas que eu tenho estudado na pós-graduação. O sentido da vida, o que dá sentido da vida. Será que é separar ou é integrar?

É você aprender a lidar, sim, com esse seu lado, que é um lado frágil, e entendendo ele, conseguir trazer força para você. E é isso que eu acredito, é isso que, quando eu assisti essa obra, eu falei, uau, que interessante, quanto a gente está vivendo num mundo hoje que separa as coisas, o quanto a gente está vivendo hoje numa sociedade que tem medo de olhar para a fragilidade, que tem medo de encarar.

esse lado que parece um caos, mas eu acredito que grandes mudanças, elas vêm a partir, não é da ordem, é do caos. Grandes mudanças vêm a partir do caos. Pode pegar em qualquer pessoa que conquistou algo grande, evoluiu, cresceu, teve resultado, provavelmente não foi através da ordem, foi através do caos. E a gente tem medo do caos. A gente quer afastar o caos da nossa vida, sendo que é aqui que a gente aprende.

A gente aprende o quê? A ver que a gente tem várias camadas que precisam ser trabalhadas, que tem várias fragilidades e vulnerabilidades que precisam ser olhadas com atenção, mas que são necessárias para que essa mudança seja sustentável e seja real. Senão é melhor ter um clone, que é impossível isso acontecer. Não é verdade? Está fazendo sentido para vocês aí do outro lado? Parece uma conversa um pouco filosófica, mas ela fala tanto do que a gente está vivendo hoje, né? Ela fala tanto dessa...

desse medo de encarar, e encarar o que é necessário encarar, e querer, e desejar um botãozinho, vou apertar aqui que nem ele, qual que é o espada, a melhor versão da minha vida, eu vou lá nesse espada, a melhor versão, isso não existe, isso não existe, não quando a gente fala de ser humano, quando a gente fala de um ser complexo,

Como ser humano. Eu acredito que nessa conversa a gente chega num ponto aqui. A pergunta não é como seria a minha melhor versão ou como virar a minha melhor versão, mas como assumir a minha versão inteira com o que eu tenho de bom e o que eu tenho de mais frágil e ainda assim seguir adiante, seguir a minha jornada. Eu acho que essa é a pergunta.

É integrar e não separar. E não buscar a substituição do que eu sou. E era aqui que eu travava e que muita gente trava. Por viver dividida. Porque a gente não precisa de uma nova versão. A gente precisa parar de fugir de nós mesmas. Então, se você tá vivendo aí do outro lado, mulher, assim como eu, hoje de manhã, tive um problema.

e chorei, e fui vulnerável, e tive um momento de causa, e estou aqui agora gravando esse episódio para vocês, aproveitando essa fragilidade, transformando essa vulnerabilidade numa força, saiba que se você está vivendo algum caos na sua vida, essa é uma oportunidade. O caos é necessário, muitas vezes, para a gente conseguir, claro que com uma mente treinada, e se você não tem isso, você pode se desenvolver, treinar sua mente, melhorar seus pensamentos, sua forma de responder às suas vulnerabilidades, não para se separar, o problema não está em dividir você, mas integrar.

peraí, o que isso está querendo me ensinar? Por que eu estou assim sensível? Por que eu estou assim com medo? Por que eu estou assim insegura? Por que eu estou falando assim com meu marido? Por que eu estou sem paciência com meu filho? Se você não faz esses questionamentos, você simplesmente vai se colocar como um erro, dividindo você, essa é a minha parte errada, essa é a minha parte ruim. Não, ela faz parte de você, só que você precisa aprender a olhar para ela, integrando, transformando ela em força.

E tem uma frase que eu gosto muito, que eu quero finalizar esse episódio aqui com vocês, que é o seguinte. A primeira etapa de uma grande mudança não é a ordem, é o caos. A primeira etapa de uma grande mudança não é a ordem.

É o caos. Então, se você está sentindo que em algumas áreas da sua vida, no seu relacionamento, relação com seus filhos, impaciência, irritabilidade, ou com você mesma, preguiça, cansaço, falta de energia, esse caos está tomando conta de você, saiba que essa é uma oportunidade para você construir uma grande mudança na sua vida. E não...

Negar e não dividir e não separar, porque quando você entende que essas vulnerabilidades são como um sinal de alerta, dizendo, ei, você pode trabalhar tudo isso, você pode melhorar tudo isso, você não nega isso, você integra isso, você tem a oportunidade de viver uma vida inteira, não a melhor versão, mas a sua versão inteira.

É isso, finalizamos então aqui o nosso episódio e você vai seguir três passos agora. Primeiro, se você ainda não segue aqui o podcast, é importante que você siga, por quê? Porque toda semana a gente vai ter um episódio de evolução e uma mulher que se ama não para de evoluir. Então se você quer receber em primeira mão esse conteúdo, você vai agora seguir a página aqui das nossas plataformas, não sei onde você está.

segundo, envia para uma amiga, para a mãe, para alguém que você lembre, fala essa minha mãe, minha tia, minha amiga precisa ouvir esse episódio, porque ela está assim como eu, querendo um clone, ela não precisa de um clone, ela precisa se integrar, então já manda para ela, tá bom? E terceiro, comenta aqui o que você achou do episódio, e de onde você está, de onde você está ouvindo esse episódio, porque eu vejo aqui nos gráficos que a gente tem mulheres espalhadas por esse mundão,

Eu tenho muito orgulho disso, saber que vocês estão aqui comigo, que eu não tô falando aqui sozinha, mas eu quero saber de onde você tá falando. Então escreve aqui de qual país, de qual cidade você tá, que vai ser um prazer conhecer vocês e responder vocês também, porque aqui é uma troca, combinado? É isso, nos vemos agora no próximo episódio do podcast Realmente Mulher e Obrigada pelo seu tempo dedicado aqui.