Episódios de Camarón Cabrón

Ouvidoria 64 - colante

04 de maio de 20261h2min
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Vídeos e Áudios em t.me/camaroncabron

Assuntos4
  • Situação de pegar um correExperiência de pegar um corre e a qualidade do produto · Dilema de fumar ou não o beck oferecido · Possibilidade de K9 e suas consequências
  • Casa da Colina e eventosDivulgação da tabacaria Casa da Colina · Eventos e encontros do camarão · Marcha da Maconha
  • Ouvidoria e formato novoRetorno da ouvidoria após período de recesso · Mudanças no formato do podcast com espaço visual · Memes e a evolução do podcast
  • Mudança de Hábitos e PassadoConsciência sobre higiene e saúde após a pandemia · Uso de transporte público e a percepção de risco · Avanço da tecnologia em carros elétricos
Transcrição161 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Salve aí cabrões. Feliz ano novo. Diretamente do banheiro. Temporada nova do cabrão. Paralho, feliz ano novo. Cara, que massa, formato novo. Muito massa, muito massa. Puta que pariu. Agora sim, agora sim. Dá pra ver a cara dos caras tudinho. Muito massa. Olhar do passado e ver como chegou o cabrão hoje.

Muito massa ver a galera no começo descascava a Booyoo, que o meme do Booyoo era um negócio visual num podcast de áudio e não sei o que. Olha hoje em dia, Booyoo com espaço pra mostrar o meme do podcast. Mas a gente descascava porque o objetivo era que fosse um áudio. Se fosse esperar Booyoo postar, o objetivo era ser um áudio. Mas é bom demais, bom demais, muito feliz.

Se não te fosse isso, os caras acharam outro motivo para o amiguinho. É, lógico, lógico. Sempre conto. Sempre conto. Mas, porra, o... Mano, a ouvidoria demorou. Já explicar para a audiência aí que a ouvidoria demorou para voltar aí, porque a gente estava esperando encher a caixa aqui de áudio, porque, mano, a agenda está foda. Os episódios estão atrasados, estão na bagunça. Mas a gente está botando a ordem na casa.

inclusive a gente comentou nos episódios aí, mas já fazia a divulgação aqui que o Maicão tá aí com a Casa da Colina então, porra Maicão quando quiser um bong novo, onde? pode crer, cola aí Casa da Colina, pra quem não ouviu aí, ou sei lá qual é que foi é... abriu uma tabacaria aí na Bela Vista, São Paulo no Bixiga pra quem quiser colar aí, só jogar no Google Casa da Colina, tabacaria mas também mas também mas também mas também mas também mas também mas também mas também

Cola aí, trocar uma ideia com o Maicão. E de vez em quando, quem sabe, você pode tombar um dos caras aí, mas os caras é bicho do mato, então eu não garanto nada. Mas vem aí, eu tô aí. Vem aí que... Não vai organizar, não vai organizar de fazer um bagulho. É, agora eu sou o NPC do bairro aqui, tá ligado? Então, tipo, eu tenho as palavras salvas. É.

É foda, né? Mas é isso. A posição de NPC, ela pode, na visão do protagonista, tá ligado? O NPC é qualquer um. Mas na visão do NPC, todo mundo é qualquer um, tá ligado? A gente é bom. Ele é o protagonista da própria loja, pô. É, pô, mas vá lá na Casa da Colina ser qualquer um, porque lá você vai encontrar os bagulho maneiro.

Lá você não vai ser qualquer um, qualquer um. Você vai ver, você vai se sentir especial. Mas aí, nós pode marcar um rolê aí, o tão esperado rolê da galera. Porra, também tá perto da Paulista, então Marcha da Maconha a gente pode se encontrar aqui também. A gente vai trocando essa ideia, mas fiquem ligados. Logo mais vamos fazer aí um encontro do camarão. Perto da Paulista, perto de vários espaços culturais. É bem legal mesmo, né?

E o espaço em si é muito legal. A gente vai... Toma uma breja. Tem um monte de breja com terpeno. Com os negócios muito maneiros. Que eu tenho certeza que a galera... São produtos realmente canábicos. Que a galera tem dificuldade de encontrar. Então é um momento de explorar, inclusive. Agora eu vou trazer aqui o que você não encontra.

Na casa da colina. Ah, é? E aí? Manda, manda aí. Não sei se o pessoal vai sair no primeiro ouvidoria do ano, se já tá tarde demais, né? Vamos lá em cima da hora. Nunca é tarde, meu querido. Estamos aqui, ó. Nunca é tarde. Mas eu trouxe uma situação, cabrões, aí. Deixa eu nem falar, né? Sou eu, a Paula, aqui do Natal e tal.

Aí eu trouxe uma situação aqui que aconteceu esses dias aí, né, de recesso do cabrão, que aí eu guardei pra trazer aqui pra botar na roda. Entendeu? Que foi uma situação, fui pegar um corre, né? Coitado desse cara, mas tá esperando, hein? Um corre que tinha falado. Cheguei lá, lá no morro aí, deixei a moto, desci a escadaria assim, era pra pegar com o banho no meio da escadaria, né?

Primeira vez que pegava com o boy. Cheguei lá, procurei o boy, estava assim, a cocada no chão. Na hora que eu cheguei, o boy estava tentando acender o beck. Aí ele acendeu, deu uma crise de estrago, teve uma crise de tosse. Aí deu mais dois estragos. Muito trabalho. Pedi para segurar, né? O vermelho, aí fez... Não tira a semente, né? Pode dar um pega aí, pô. Pode fumar aí. Beleza, né? Aí foi pesar lá a parada.

Aí eu peguei o beck, olhei assim rapidinho pro beck, né? Pra ver se dá pra ver alguma coisa. Era um dedo de buiu, mas era do dedo de buiu. O original. Aquele capiteirinha. É só pra dar formato, tá ligado? Que é só aquela pontinha pra segurar no jeito B. Aí eu olhei assim, vi que tinha tipo uma seda por dentro. Umas bolinhas tipo rachis, né? Aí eu falei, vamos fumar essa porra, né? Não vou fazer desfeita com o parceiro. Era semente.

Aí dei uns dois pega, esperei um pouquinho, o boy pesando lá, dei mais dois pega. Aí passei pro boy, vai me dar parada e saí, né? Subi a escadaria, subi na moto, peguei o beco. Antes de sair do morro, já tava flutuando, tava igual o Ita, a coisa. Aquele jeito, sério, vai. Esse tal, indo pra casa.

Cheguei em casa, aí falei pra minha boy, né, a situação. Falei, meu bem, a tal. Boy lá, ainda me deu uns pega do back dele lá, o back gigante. Aí ela, o quê? Back gigante. Você fumou do back dele, você tá louco? Tá louco. Porque se tiver K9, você não sabe o que. K9. Ah, K9.

o boi me vendendo flor, o boi vai estar fumando canoge gente que brisa foi essa? o cara vendendo flor, quase a chance o cara tem o ponto, o cara vendendo flor e ta fumando canoge e você já falaram pra vocês, se foi Mike ou se foi, sei lá, o que foi pegar um corre aí o boi passou o beck, fumou e ainda deu beck, né? deixou levar, o boi não deixou levar

E chegou no carro, tá, a peça já perguntou, caralho, já veio bolado, né? Aí eu lembrei disso, eu vou trazer uma questão aí pra vocês, né? E pros outros ouvintes aí, se o correria lá quando eu passo o beck, se vocês fumam ou dando desbarato em nada, não fumam, porque pode ficar citado, tem que fumar, pô. Tem que fumar, tem que fumar. O que vocês fazem nessas situações. É, não.

É só isso mesmo, valeu, cheiro aí pra todo mundo. Tamo, né? Cheiro. Mano, só recusa se visivelmente o back tiver babado, tiver um bagulho assim, tá lastimável. Mas se for no back normal, mano... E também tem aquela, né, Maicão? Você olha na cara do cidadão. Você olha na cara do cidadão e pensa, mano, o pior que pode acontecer comigo é ficar com o cidadão aí na frente. E aí se ele não tiver muito mal, eu acho que dá. Tá bom, é.

É muito foda. Eu tenho muito problema, sei lá, com isso. Se forem pessoas muito... Se forem muitas pessoas ficarem passando assim e pessoas aleatórias, por exemplo. Mas essa sua opinião, ela mudou pós-Covid?

Não, acho que sempre foi assim. Ou sempre foi essa a opinião? Sempre foi essa. Mas é porque eu acho muito esquisito uma coisa que acontece próximo ao meu trabalho, não vou dizer onde é. Tem uma praça onde ficam vários motoboys de iFood. Pode crer. E aí a gente voltando o dia do trampa, do almoço, aí o cara tava gritando.

Chegou atrasado, perdeu o back. E aí eu entendi, pô, os caras sentam ali e fazem a roda, tipo, no momento. E aí se o cara demora na entrega ali, ele chega o baseado e já foi embora. Já foi embora. Mas assim, é muito, é muito motoboy, gente. É muito, gente. Imagina, eu trago pra cada um. Se o cara não jogar a ter o dele já foi. Não, aí é foda.

Aí é foda. Não, aí, tipo assim, se eu não conhecer todos os caras que tá ali, eu nem vou fumar ali, entendeu? É, então, não encosta. Eu dou um salve, se alguém me passar até fundo, aí eu dou, pô, vou fazer uma ligação, sei lá. Pô, mas... Maicão, né? Você comentou aí, Maicão, do Covid, teve alguma coisa que você considera que mudou depois do Covid ou já voltou tudo, tudo? Tipo, porque eu tenho a impressão... Já voltou tudo, tudo. Voltou tudo, voltou tudo. Eu lavo a mão como em 2016.

Tipo, eu acho que eu lavo a mão com a mesma frequência que eu lavava em 2016, tá ligado? Não com a frequência que eu lavava em 2020. Em 2020, mano, eu lavava a mão melhor que meus dentes, mano. A mão não tava ali. Você sempre foi enjoado. Tá pensando que a pessoa não deixa a pessoa entrar de sapato no quarto. Sempre foi assim. Mas eu lavava muito mais a mão na pandemia. Tipo, até as pequenas coisas, sabe, Priscilinha? Até as pequenas coisas eu acho que já era. Eu quero que se foda e a pandemia a próxima que venha. Eu sou mais relaxada.

É, eu sempre fui, mas tipo assim, um bagulho que eu comecei a fazer no final aí do ano passado, fui pegar metrô, mano, voltei a pegar metrô. E aí eu pegava metrô, mano, eu nem lembrava que o Corrimão tinha passado 300 mil mãos aí, é, então? Entregado, tipo, você... Lembra na pandemia, você apoiava com o cotovelo no metrô, você apoiava? Eu apoiava não, surf, Samo e Surf, eu nem gostava de nada. Samo e Surf.

Isso é uma merda Eu andei esses dias na linha Lilás, mano Nunca tinha andado na linha Lilás Ela é desses trem moderno Que é tipo uma parada só E dá pra você passar de um vagão pro outro Na sanfona, tá ligado? Mano, a linha Lilás eu peguei Tipo na primeira estação ali na Chakra Klabin

Aí assim que entra, as crianças, mano, crianças assim, 16, 17 anos, as crianças elas vão direto pra esse espaço da sanfona e sentam todas no chão, mano. É, no jeito. E aí eu olhei aquilo e pensei, mano, como que a pessoa entra em casa? 20 minutos depois alguém for fôlei. Nossa, cara. E veio uma pessoa pra limpar e aí já tem uma pessoa se jogando. Gente, na plataforma tinha um aviso, aqui passa um milhão e meio de pessoas por dia. É uma parada de sei lá. É verdade.

E o tanto de gente doente dentro do metrô, com gripe mesmo. Gente, por mais que não seja Covid, é muito chato pegar gripe. É, então. Tenho consciência, né? Realmente a parada... Eu sempre tô de máscara. Porque sempre que... Gente, pode ser psicológico. Mas sempre que eu entro no metrô e a linha de luz é muito lotada, eu fico resfriada.

É mesmo, mas essa aqui é a fita. Tipo assim, eu acho que isso que mudou, pelo menos durante o Covid, era tipo assim, você tava sempre consciente do ar que você tava respirando que saía de outra pessoa. Se você via que a pessoa tava respirando perto, você já sentia que você tava sugando o ar que não era seu e que não é legal. Você prestava atenção num bagulho invisível, né, mano? Que era o ar. Tipo, se a pessoa respirasse muito perto de você, você se incomodava, tá ligado? É.

Que doideira. Que doideira que a gente não ficou naquele mood, né? Porque assustou o suficiente pra mudar o hábito, né? Mas mudou, porque eu tenho a máscara de entrar na estação e assim que eu saio da estação, eu tiro pra atravessar a rua. É. Eu faço isso. Esse é o certo, mano. Acho que esse é o certo. É, então. Mas isso é o que todo mundo vai fazer. Só que eu não sei lá. Mas é determinação, né, mano? Você também tem óculos, às vezes embaça o bagulho. Então, tipo assim, você tem que ter determinação pra seguir nessa rotina.

É o tanto que eu quero ficar distante de hospital, entendeu? É isso. Mas eu vou chamar o ouvinte aqui pra trazer informação. Chama.

Salve, camarão. Vocês estão bons demais? Bom. Estou mandando esse áudio aqui no dia 1º. Não sei se vai dar tempo de entrar no camarão agora. No ouvidoria. Ouvidoria agora de terça-feira. Primeiro do que, irmão? Quer contribuir aí com a informação. Passou vários primeiros já. Mas bom, ele quer contribuir, ele vem então.

Informação sobre a CNH. Em dezembro mudaram as leis da CNH, como tudo funciona. Essa é para o Priscilinho. A intenção era deixar mais fácil e mais barato. Você está sem, pai? Tempo também. Isso impedia muita gente de conseguir, de se interessar por fazer. E é também o meu caso.

Pra quentinha não, né? E uma das coisas que passou, que o Lula tentou reprovar, mas o Congresso voltou atrás e acabou passando, foi a questão do toxicológico, né? O toxicológico.

Mas aí o bagulho passou, vamos ver. Então, porque mudou, agora tem toxicológico. Ah, dá pra ver isso. Ah, puta, tem? Vai se fuder. Inteiro. É a tutorial do CNH. Você vai se cadastrar no Detran do seu estado, pelo site do Detran do seu estado mesmo. Você pode fazer isso sozinho. Bora.

entra lá, você vai fazer seu cadastro, eles vão gerar uma taxa aqui no meu estado, no caso é Minas Gerais a taxa foi R$151,80 Minas Gerais logo depois disso você cadastrou, pagou no Pix na hora eles já vão liberar um documento lá pra você que é o recibo e uma espécie de ata que você vai usar pra ir na clínica onde você vai fazer a coleta de digitais, foto exame médico e o exame psicotécnico psicotécnico

O que que tá acontecendo? Ainda não está sendo cobrado o toxicológico. Apesar de ter sido aprovado, cada estado tem que regulamentar como vai ser feito esse toxicológico. E isso ainda não foi feito. Entendeu? E é o estré. E esse cara tá real porque detrém é bagulho de estado. Não é bagulho nacional. Mas assim, a tutorial continua.

E aí, muitas pessoas estavam ficando já há meses, né? Já estavam nos planos de que em abril ia começar a tirar carteira, né? Porque precisava ficar pelo menos 90 dias sem... Tá vendo? Ele fala carteira. Eu também. Pra não pegar. Eu falo carteira também. Eu falo carteira também. E aí você teria que ficar 90 dias sem consumir.

E precisa coletar uma amostra de cabelo, se for da cabeça, são 90 dias. Mas a amostra tem que ter pelo menos 3 centímetros, né? Se você não tiver com 3 centímetros de cabelo, pelo menos, eles vão coletar do seu corpo, né? E aí são 180 dias que você tem que ficar sem pra não dar sininho. É, pelo do Kô guarda mais tempo a maconha. Porra!

E eu era um desses que tava, que não sabia disso, da questão de não ter sido regulamentado ainda. E eu tava ficando sem e a cabelo... Olha, ele tava à toa. Se fumar, deixando o cabelo crescer. Dois meses aí, sem fumar. E tranquilo, pra mim é de boa, porque...

Bom, eu controlo suave, minha mina fuma, ela fuma do meu lado, eu bolo o beck pra ela. Nem fudendo. Bular e não fumar? Nem fudendo. Pra mim é tranquilo, eu seguro a onda de boa. Mas aí pra quem tá nessa aí de ficar mais um mês de março sem fumar por essa questão, não tem necessidade. Ia meter mais um mês? Eu.

Em três dias fiz o meu cadastro no Detran, terminei as aulas que você faz pelo app lá CNH do Brasil, peguei o certificado, fiz o exame médico, letra digitais, exame psicotécnico e não tenho toque psicológico. Em três dias eu fiz tudo isso aí.

Me liguei. Então aproveitem enquanto não tá regulamentado ainda. O cara deve estar dirigindo já. O regulamentar vai ser isso. 90 dias sem, pra você poder passar. Desde que você tenha, forneça uma amostra de cabelo de 3cm. Se você tiver, for lá fazer essa história psicológica e sua amostra de cabelo, se tiver com corte muito baixo ou você for careca, calma. É, for careca. Aí eles vão pegar do corpo e aí são 180 dias sem. Pode crer. Mais conhecido como metade do ano.

Mais conhecido como metade do ano. Pegou, Priscila? Peguei. Você achou completo esse tutorial? Não.

Não, porque tem mais. Informações aqui sobre isso. Só para eu terminar de falar as informações. Depois do tal psicológico, você vai marcar a sua prova teórica no DETRAN. É. Que aí você já fez as aulas lá pelo EPCI. Você apresenta ele não tirar a carta lá na prova teórica. Na minha época, eu passei com 100% o exame escrito. Pode ir em uma autoescola e pagar por essas duas aulas. Ainda fiquei me achando. Ou pode encontrar um condutor regulamentado.

Ó, dá pra pegar o freelance. Duas horas só? Pergunta mais. Nessa época foram quantas horas? Aí você tem que... Muitas horas. Um monte de vídeo de carro batendo pessoas acidentadas. Não, não tem mais nada disso. Eu sei que agora é até 10, não lembro quanto que era. Porra de CFC, não tem mais CFC. Não, era um inferno. Você achou agora o tutorial completo?

Porque um tutorial completo, ele traz tudo o que você tem que fazer. Como esse. O cara falou tudo o que você tem que fazer no processo. Mas um tutorial que é realmente completo, ele também diz o que você não tem que fazer. E a minha dica é evitem ir na autoescola logo de início. Procura as informações na internet. Isso aqui que eu te falei já é o resumo de tudo.

se algum resumo em dúvida resolu ele podia ter aprofundado um pouco mais no Detran de Minas Gerais está muito bem explicado você vai entrar lá no site Detran pode ser detran de Minas você quiser só ver o processo como eu sei que daqui tá bem explicado entra lá meu detran de Minas Gerais aí você não se cadastra no de Minas para esse dinheiro primeiro não sei o que você vai entrar e vai ter o passo a passo tudo certinho dizendo tudo certinho o que que você vai fazer

Faça isso tudo sozinho, porque as autoescolas, se você for lá de início, eles vão tentar te cobrar pra eles fazerem essas coisas que realmente, assim, você faz sem dificuldade nenhuma na internet. E é isso. E eu acho que esses caras de autoescolas tem mais a que se foder mesmo. Opa! Calma! Caralho! Mano, esses caras são muito caras de pau. Mandou a brava. Eles fizeram um parque hoje.

pra tirar CNH, que eles chamaram o pacote de CNH do Brasil. E usaram a mesma identidade visual do aplicativo. Então, tipo assim, a pessoa chega lá com informação de que, ah, eu quero fazer CNH do Brasil. E os filhos da puta vai e vende um pacote específico deles, dizendo que é isso. Ah, malandro é malandro, né?

Vou falar uma coisa pra você. No meu estado, ninguém reprova. Ninguém reprova? Ninguém reprova. Desde o... Só pagada. Não, imagina. Tem que fazer todas as etapas assim. Aí você viu que tá mais fácil agora. Por exemplo, psicotécnico. Psicotécnico. Eu fiz a prova lá do livrinho, né? Das respostas. Do livrinho. Figura geométrica, nananã. Aí depois tem a do tracinho, né? Aí eu fiz mal... Puta fechada pra garar.

É, sei chato, eu fiz mal feito, o psicólogo me chamou e falou assim, olha, eu tô com o seu exame, o primeiro exame aqui. Pode fazer tremendo não. Você fez de qualquer jeito, não é possível, tá muito divergente. Você é psicopata? Faz de novo, me obrigou a fazer de novo. Psicopata faz certinho. Aí você fez com a outra mão. Aí eu fiz com a outra mão. Não, não, você não fez, que isso, que isso. É, mas porra, trazer um inusitado aqui, hein, Priscilinha. Esse é...

E aí, rapaziada do camarão cabrão? Rapaziada, pega essa lombra. No meu trampo, onde eu trampo é um lugar de atendimento ao público. E lá vai... Pode, pode. Vai direto um senhorzinho.

E ele... Trampa de... Tipo, faxina. Faxina, assim. Um prédio. Que mora... Que é perto do meu trampo lá. E aí ele sempre vai lá. Fazer algum serviço. Aí o bichão...

Ele vai direto lá, direto, direto pra patroa dele. E eu já ganhei nas ideias faz meses já. Desde quando ele começou lá. Que ele curte fumar um. Que será o seu bagulho que o cara vai fumar? Ele curte fumar um mesmo. É quando foi ontem. Eu tava assim, tava só ele assim, tava fazendo o bagulho pra ele. E aí eu falei, cara, que vontade de estar em casa. E boa, fumar um, relaxar. Aí o pessoal regalou o olho e falou, como é que é?

Pô, tá ligado, pô. Eu fumo, é muito bom. Começou a falar. Começou a falar lá que... Que fumava pra caralho. Curtia. Ó, aquela amizade. Aí... Cabeça gorda. Aí eu falei, mano, eu também, tá ligado. Aí ele soltou assim. Pô, eu pego um. Eu pego lá em Jundiaí. Falei, puta, pô, velho. Como aí, velho? Ixi. Ele falou...

depois passar lá vou te dar um pedacinho aí eu pensei mano tá louco tá ligado o chão tá me dando uma canha de graça não vou perder né podia ser qualquer coisa aí podia ser de qualquer coisa não se fosse de comigo ninguém pode você não pegava na portaria de um pacotinho aí eu falei meu irmão é nóis só agradece

Aí tô indo embora. Quando eu olho com a minha mão assim, o bichão me soltou logo o flow. Mano, não acreditei. Tá vendo aí? O arco-íris. Não dava nada, nada por ele. Não dava nada por ele. É, é ruim. Muito boa.

Mano, o cara vai longe pra pegar e ele não tá pegando qualquer coisa, pai. Então, quem que vai buscar um prensado em Jundiaí, Maicão? O cara foi em Jundiaí, meu brother. Você iria. Não, você não vai buscar prensado em Jundiaí, mano. É, não, mas... Porra, mas estourou, mano. É difícil, né, você dar uma sorte dessa, né, de você soltar o verde e o cara colher um maduraço desse, né? Total ainda e com regalo.

Mas porra, ele teve os finalzinhos. Tem né, os maconheiros que eles só te dão maconha. O bagulho tá mudado. As aparências enganam. O bagulho tá mudado. Não vamos cair no conto do vigário não.

Nossa, parece assim. Deixa eu falar. Tô numa brisa logo de colante. Tá ligado? É o que? Colante? Que isso? Aquela roupa de balé? Colante. Colante de balé. Colante. Nós futei é mudo, né? Colante é cola. Se nós tá vendendo... Oxi, tá doido? Um forte abraço.

Ah, mano, ele deve estar falando de adesivo. Colante, adesivo. Cara, não assusta a gente, porque sei lá, sei lá o que tem nesse negócio. Mas imagina colando o camarão cabrão com o camarão... Imagina se pisar um... Eu já estou aqui, gente, o que é que o tapete está metido, porra?

Que porra é essa? Você já tinha ouvido alguém falar adesivo colante? Lago dos Cisnes aqui, os caras achavam... Não! Os caras metendo o Cisne D. Os caras metendo o Lago dos Cisnes. Eu já tava aqui, ó, piscando, tipo... Explica, tá, peço? Porra, mas... Eu nunca tinha ouvido dessa, não. Colante, adesivo... Eu também não. Deve ser adesivo. Não, também não. Pô, mas nós temos que fazer uma leva-não de adesivo. Quando eles estão...

colando, né? Tem várias artes maneiras, mas a gente não fez os adesivos. É, então, colante pra nós é uma gíria. Quando os caras tão indo, chegando na quebrada, eles falam, ô, colante. Ou seja, tô colante aí. É, o ato de colar, entendeu? O ato de colar, colante. Exato. Mas tem que fazer, mandar fazer mais adesivo aí, né? Tamo nessa aí também.

Vai meter essa e aí quem colar lá na tabacaria lá e compras acima de 100 reais vai ganhar um adesivo. Você inventou isso agora? É, lógico. Todo episódio eu lanço uma promoção nova pra esse livro. E a estratégia de marketing? Eu sou o marketing da Casa da Colina lá.

Eu só não recebo por isso, mas... O cara tá vendo? A gente... O Camarô Cabrão... Tipo assim, ele faz os bagulhos que vem na cabeça dele aí, entendeu? Então, tipo assim, não recebe, mas também a duvidade criativa é grande. É, então, é mais do improviso mesmo. Mas, porra, o... Apesar do Camarô Cabrão tá antigo aí, a gente já tá todo mundo caducando um pouco, ainda cola o 20 novo. Opa, o 20 novo.

Salve, camarônicos!

Esse aí é da hora, hein? Meu nome é Henrique Ribeiro. Esse que eu tinha escutado. Eu escuto vocês há mais ou menos um ano aí. Morei mais de 10 anos em Osasco também, certo? Ó, Osasco caindo. Representatividade osasquense. Morei ali no Bonança durante muito tempo. Cu de Osasco, aquele lugar. Só tem morro. Só tem morro. A gente não conheceu. Não é que só tem morro. Aonde você morar? Isso aí pega uma pomba no voo aqui, ó.

Um palitinho de... O hachi, ele pega a pomba com o hachi no pescoço. É, então, ele pega a pomba com o hachi. 10 anos que eu zasco, velho. Caralho. E ainda lá em cima, tá ligado? A gente nunca foi no Bonança. Que grandeira. Será que eu ia... Não, nunca foi pra lá. A gente não foi. Mas ele trouxe aqui, ó. Então, enfim, muito bom. Também sou filho de Paraíba. Minha mãe nasceu lá em Saté, minha velhinha. Saté.

E aí eu conheço um pouco dessa rede. Mas não muito também, porque eu não sou muito disso aí de casa. E aí eu quis mandar esse áudio, por quê? Eu quero dar um conselho pros amigos camarônicos. Principalmente os homens. Porque o homem tem mania de não querer ir pro médico. Ficar enrolando, procrastinando. Tem mesmo, né? Não, mas eu conheço uma mina aqui na minha frente. Cara. Gosto pras cartas marciais aí. E em novembro...

eu machuquei meu ombro fazendo rola de jiu-jitsu bêbado né essa história eu não vou contar não, não é vergonha da porra enfim resumiu bem com a voz do Bilu depois eu tava sentindo dor no ombro, dor no ombro e continuei sendo teimoso, não ia no médico né e pegando o mesmo peso na academia e doendo pra caramba aí eu dava intervalo, tomei ali uma semaninha de riso

De anti-inflamató... Não é anti-inflamatório? Acho que foi anti-inflamatório. Meti uma amoxilina. Amoxilina? Enfim, não adiantou de nada. Antes de ontem que eu fui no ortopedista.

E aí, beleza, ele falou lá Que ele acha que pode ser Problema Ou na cápsula da articulação Ou algum tipo de lesão no manguito Cápsula da articulação Falou difícil Enquanto isso, ele me passou três remédios Pra tomar Não lembro o nome dos três Eu lembro que um se chama Arflex Aí tem um outro lá, que é sublingual Só que o problema é a terceira medicação Eu Então

Tenho... Eu tenho uma fobia, eu tenho um medo desgraçado de agulha. Olha aí. De injeção. Injeção, tirar sangue, essas coisas assim. Eu tenho medo da pula. Desmaio. Não tenho fobia. Eu serei obrigado a tomar três injeções em uma semana. Local, provavelmente. Que maneiro. Nossa, tomei no meu cu, mano.

Meu Deus do céu. Tomou mesmo? Eu tô nervoso, já tô ansioso já. Virar o mês, né, pra comprar o remédio. Porque deu 150 conto de remédio, fora a ressonância. E eu já tô com medo. Porque, porra, mano...

Tomar uma injeção por ano pra mim já é assustador. É foda. Tomar três injeções uma semana só, mano. No ombro. Puta que pariu. Tem mais que se foder mesmo. A dor começou em setembro. Em novembro, mano. A dor começou em novembro e agora que o filho da puta vai no ortopedista pagando 30 reais lá naquele amor saúde lá. Aquela porra. Aí, ó. Pagando todo mês e não... Mas é foda, mano. Por que que ainda era um novembro ia ser difícil achar ortopedista?

Todo mundo pegaram atestado. Todo mundo pegaram atestado. Não vai melhorar, porra. Tá doendo. Tá cada vez mais doendo. Vai no médico, desgraça. Médico, fim de ano. Porra, amor, saúde é 40 reais. Não, não sei se pode falar isso aí, porque é... É, por isso daí. É. É propaganda, não sei. Vai no médico.

E meu, não faça essa merda mesmo Eu sou essa pessoa Que aguenta Aguenta firme E é um inferno Ela vai uma vez por ano no médico Pra sofrer Ela deixa pra ir sofrer Se ela fosse três vezes Ela ia três vezes suavinha Mas ela deixa pra ir uma vez pra sofrer

A última vez eu deixei uma gripe evoluir, evoluir, aí fui no médico, aí pra não ter que tomar injeção eu falei que tava com tontura e tal, que achava que era virose, mas não falei o sintoma de bronquite, né?

Aí, só que a filha da mãe lá da enfermeira ganhou. Quando eu já tava minha gente... Só que ela estudou. Nossa, velho. É, a pessoa que estudou.

Quando eu sentei assim na cadeira, já me ajeitando pra receber o soro, ela, não senhora, vem aqui. Vem aqui, me chamou. Exatamente, vira aí. Aí eu tive que baixar a calça aí, gente. A injeção dessa porra, dessa... Nossa. Bezatácia é a pior de todas. Fala como se a enfermeira fosse uma abusadora, né? Vira aí. Vira aí. Tive que baixar as calças. Caralho, porra.

Sério, não tava esperando Não tava esperando O soro resolveria, gente Pra que essa ignorância da biseta Silva O soro resolveria Eu não sei se pra você é assim, Marcão Mas eu acho que quando a gente era moleque A gente, tipo, adolescente e tal Nós era forte demais E aí

Você vai no médico, você pensa, puta, puta besteira, já ia ficar bom, tá ligado? Você acha que é... Só que depois dos 30, vai chegando perto dos 40, mano, quando você vai no médico é porque você se fodeu muito. É tipo, sei lá, eu tive uma dor nas costas aí, mano, que mano...

Eu tava pronto pra abandonar esse plano aqui. Eu queria que se foda toda a realidade. A última vez que eu fui no médico, mano, foi pedra não rir aí. É, então, esse tipo de dor aí, mano, nossa, ô, Maicão, fala aí, não é um bagulho de você querer que se foda tudo? Nossa, velho. É, é. É verdade, mano, você fica sem respeito, sem limite, sem nada, tá ligado?

Tem moral também, você fica tudo fudido, mas não é legal, cara. Evita aí. Prevenção é o nome do jogo. Prevenção é o nome, respeita o próprio corpo aí. E assim, ouvinte novo, mas já mandou a boa. E como vocês já sabem, vai lá dar uma ajuda pros caras.

É... No arroba... Não vai ter futebol Arroba gmail.com Vai lá dar uma força pros caras Esse mesmo Qualquer momento Não sei se hoje ainda Outro dia Qualquer momento eu volto Pra contar a história de quando Eu fumei, fui tomar banho Eu achei que meu saco tinha explodido

Oxe, volte agora. Caralho. Agora. Mas aí é foda. Porra. O que tem que cacar? Fudeu com o fofoqueiro. Eu não sei nem se eu quero ouvir essa história. Eu não sei nem se eu quero ouvir. Ah, eu quero ouvir, pô. Tô curioso agora.

A criança veio conversar comigo Que ele é lião? Que ele é lião? Ainda é que eu vou dar criança Caralho, a criança Vem logo agora

E, mano, ele mandou um outro áudio aí que eu queria muito ouvir esse áudio com a Angelique Buron. Porque, mano, vai ser maldade sem eles. Mas como aqui não se há respeito com nada, eu vou trazer a polêmica aí e eu quero ouvir a opinião do Maicão. Ô, eu tava pensando aqui, mano.

Pô, tô chapado. Tá assistindo o Bleach, esse último arco aí que lançaram, que eu li na época que lançava. E eu tava enrolando até agora pra assistir. E tá muito foda. E tá muito foda. Só que assim, eu... Perdi aquele amor que eu tinha... Primeiro, eu não sei se vocês gostam de anime. Acho que vocês gostam de anime, né? Alguém aí deve gostar.

A Angelica e o Boyou são os fãs de carteirinha aqui, mas a gente assiste um outro. Só que eu, foi passando a adolescência, eu fui deixando de assistir anime. Eu lia bastante mangá, mas os mangá que eu acompanhava foram acabando também, que eram os mangá que eu acompanhava desde o começo, sei lá, dos dez primeiros capítulos, Shingeki no Kyojin, Boku no Hiro, esses bagulho assim. E eu fui meio deixando de sotaku, sabe? Não assisto quase nada.

Deixando de sotaku. Deixando de sotaku. Deixando de sotaku. Deixando de sotaku. Deixando de sotaku.

Inspira os otakus.

Os cara meio dá briga e fica falando o nome completo um do outro. Os cara viram que golpe vai dar, mano. Porra, agora eu vou atacar com o golpe do dragão pela diagonal superior direita. O anúncio faz toda a diferença. Como assim? Sensacional. Você acha que o impacto vem daí, Priscilia?

Desse exagero. É o encanto que todo mundo tem com as novelas mexicanas, o exagero. Entendeu? Isso é o teatral mesmo. Tem gente que vai ao teatro porque gosta desse exagero. Esses tempos aí eu tava assistindo de novo Dragon Ball, mano. Tem tantos golpes que poderia ser decisivo, mas o cara antes de dar o golpe grita.

Nas costas do mano, né? Tipo assim, o Cureirinho vai cortar o mano com aquele disco lá e ele grita, tá ligado? Porra, o nome do bagulho. E aí quando ele grita o nome do bagulho, já dá tempo de desviar. Então, tipo assim, é isso. Acho que eu concordo com o cara. Acho que, porra, é foda.

Mas é isso, entendeu? A parada é um entretenimento também. Se fosse acontecer tudo que logicamente deveria acontecer, nem ia ser tão legal, tá ligado? Tipo, acho que nem ia ser tão icônico os bagunhos quanto foi, tipo, Dragon Ball assim, mano. Porra, daria pra acontecer várias coisas aí, mas... Tinha uma parada do Dragon Ball que era foda pra mim, ô Michael, que os caras...

Tinha várias cenas que os caras iam dar um puta socão no vilão assim. Aí na hora que eles davam o socão, o vilão segurava a mão dele, tá ligado? Pau! E aí, mano, virava pra cara do protagonista e do protagonista e começava... Não pode ser. Ele segurou o meu golpe.

E aí ficava, sei lá, uns 40 segundos ali naquela segurada de mão, tá ligado? Pensando, pensando. E aí na sequência já virava um socão na cara dele, né? Mas assim, numa realidade ali que passou em 2 milímetros de segundo. Exato, tipo, você vê que... Mas é uma fita, tipo assim, assistindo de novo Dragon Ball, eu entendi qual que é a brisa, tá ligado? A brisa de verdade do Dragon Ball é que ninguém luta mesmo. Todo mundo dá uma lutadinha ali e toma um pau de propósito.

Pelo que, né, você vê ali, mano, a galera se deixa apanhar pra falar, ah, não, beleza, eu consigo bater no cara mesmo. Só que aí demora tanto pra fazer isso que dá várias outras merdas. Aí tem história pra contar aí, entendeu? Porque se o cara fosse simplesmente lutar com a força que ele tem mesmo, ia acabar tudo rapidão. O cara segura a onda pela jornada pra curtir a... Essa que é a fita, essa que é a fita, é a jornada.

Mas ele trouxe um pouco mais dessa explanação aí. E assim, pô, eu gosto muito de praticar artes marciais, né? Pô, eu já treinei um pouco de jiu-jitsu, já eu treino... O que eu tenho mais tempo de treino é o Muay Thai, né? Treinei um pouco de boxe, treinei um pouco de kickboxing.

Pô, é muito da hora. O cara é tranquilo. E o principal que você quer fazer é surpreender o seu oponente. Mas não, os caras avisam o que eles vão fazer. Imagina se eu, filha da puta aqui, tô em cima de um ringue, entendeu? Numa luta de boxe que seja. Ai, caramba. E eu anuncio. Ó, agora eu vou dar um cruzado de direito. É direito, mano. Você perde completamente. Nossa, bagulho é muito nada a ver. Ou então, o oponente olha pra mim assim e fala.

Agora toma essa melhorada. Sua canelada melhorou muito. Paulo Henrique Ribeiro Lima. No meio da luta, porra. Pô, é da hora. Oi, ia ser da hora. Ia ter que ter microfone assim, capitão. Nossa, é muito bom. Nossa, é muito da hora. Puta que pariu.

pra se pensar no UFC aí, meter microfone nos cabos, cara exato pior que, mano, pior se fosse igual o Naruto, tá ligado? que tipo assim tem isso, mas é os caras explicando então, mano, acontece a mesma coisa os caras param no meio da luta, mas começam a explicar o poder, o que o Jutsu dele faz, tá ligado? o cara começa a explicar aí ia ser foda caralho

Eu sinto que o que mais me trazia essa impressão era o Yo-Gyo, tá ligado? O Yo-Gyo não tinha uma jogada que era botar uma carta no tabuleiro. Toda carta ela precisava ter uma ensinação muito foda, tá ligado? Um bagulho muito espetacular. Até porque, mano, é colocar carta na mesa, tá ligado? Se o cara não vai bater na mesa e gritar truco, seis, nove, aí tem que ter outra emoção.

O que me faz pensar é que faltou um anime de xadrez aí. Se o ouvinte tiver uma indicação pra eu assistir um anime de xadrez... Deve ter, mano. Se não tiver anime, com certeza o Vangá vai ter. Porque, mano, o xadrez sim permite que você dialogue muito entre uma jogada e outra. Porque tem tempo ali, deu, sei lá. Pô. Mas eu vou trazer um ouvinte aqui já mais da casa. Sabe, camarão? Meu!

Bom dia pra vocês, boa tarde. Eu vi falando baixinho. Bom dia. É, que é o... O vulgo mecânico de prefeitura. Mecânico de prefeitura. No início tem vocês... Criticando o Kwid. Tem só uma coisa que eu tô falando pra vocês. Ó. Vocês criticam essa merda, foi pouco, velho. Não é por nada, não. Criticou foi pouco. Vocês vissem... A estrutura desse carro... Ninguém entrava dentro de um carro desse.

para começar a roda dele é só três parafusos igual o Scorsion antigo que não dava 80 por hora e a suspensão dianteira dele inteira é três parafusos de cada lado quebrou um ou dois? Um não é que não

Mas quebrou dois, pensa o risquinho que tá correndo. Essa porra foi feito pra dar errado. Você compra, não dá? Feito pra dar errado. Porra, a maioria dos produtos aí hoje em dia, velho, é feito pra dar errado. É feito pra dar errado, você compra outro depois.

o cara tá pensando bem aqui explicando que como cinética aí se você tá contratando quer vir para cá não ó se eu quiser um emprego Priscilinha tá vendo aí eu vou ter que retirar o

Quebrou pelo que você explicou. Foi o ponteiro de direção. Não foi uma cinética, não. Estou sabendo. Vou explicar ainda. Vai precisar dar umas aulinhas. Mas se quiser, eu vou você falar. Caralho. Perdi o emprego antes de ganhar. Tá bom.

A maioria deles é assim, né, mano? A maioria deles é assim. Você perde antes de ganhar. Aí mesmo quando você ganha, você perdeu. Você perde. Quando você ganha, você perde. Discípulos de sua madruga, realmente. Bom, bom. Mas, porra, falando aí em emprego, eu vou trazer um cidadão trabalhador aí que pensou em trabalhar no ferião. Sala, canarão. Você está bom? Eu estou bom pra canaria.

Gabriel Ciclista de Curitiba E aí? O carnavalzão estralando Ah, pode crer Eu trabalho em fábrica, né? Ele falou assim, antes do carnaval Ah, quem quiser vir no carnaval trabalhar É...

100% hora extra, não sei o que não sei que lado, eu botei meu nome lá, falei não, você, você. Cara, eu já caí nessa não vale a pena não vale a pena, gente a gente aprende que não vale a pena. De várias eu fui obrigado mas quando eu pude escolher, foi uma vez a gente sempre precisa, esse é o problema a gente já trabalha o ano inteiro, quando a gente pode relaxar

Tem que trabalhar fazer hora extra. Quero que se foda. E nem dê justificativa. Tá certíssimo. Tá certíssimo. Falou, galera. Foda-se. Espero que vocês tenham curtido aí. Não é foda-se. A gente tem que tirar esse desconto mesmo. O cara nem avisou. Mas era voluntário. Não era... Ele não era obrigado a fazer hora extra. Mas até mesário, se você não vai, você tem que falar que não vai. Não, mas... Não entendi dessa forma.

Quem quer fazer hora extra, levanta a mão. Quem não quer, não levanta. Então você não precisa avisar. E aí se ninguém quiser, o número de pessoas suficiente não quiser, eles vão mandar. Entendeu? É. É. É. É. É. Ó.

Eu já fui, mas não aconselho, viu? Porque, porra, é... Eu entendo quem faz, mas nada com uma folguinha. Porra, uma folguinha. É, mano. Mas, bom. Ele trouxe um conselho pra vida aí, hein? Fala, camarão, cabrão. Ih, vocês estão bons? Bom. Eu tô bom. Bom. Aqui quem tá falando é o Gabriel.

Ciclista de Curitiba que não atropela mais idosos e as milagres. Obrigada, Gabriel. E aí, galera, como é que vocês estão? Vocês estão bons? Bom. Então, respondendo ao que vocês estavam no último episódio falando sobre fazer exercícios e fumar e tal, como é que é? Eu sou ciclista, corredor.

Corro meia maratona, faço todas essas coisas e fumo pra um caralho. Mas eu só fumo maconha. Viu? Fique bem claro. Maconha e maratonha. Mas é complicado porque, sei lá, quando eu tô nos meus ciclos de corrida pra maratona, meia maratona, eu tento dar uma reduzida. E geralmente eu fumo pós treino, pós corrida. Enfim. Tô mandando esse áudio, eu acabei de correr.

15 quilômetros. Nem fodendo. 15? Porque sabe como é que é, né? É o dormes. Então anda aqui no dormes. É quase uma meia maratona 15. Meu negócio é pegar subida, é ir em ladeira, meus treinos é tudo assim, porque aí quando você pega... Pra correr um mar em 100 metros, você dá conta. Ou numa emergência que você tem que, né? Igual a gente fala aqui, dar um galeto. Você consegue. Dar um galeto. Importante.

O cara tem que dar um galeto Exercitar e tudo mais, né? Vou dar um galeto na vida Vou largar a maconha Porra, deu um galeto ali A transmissão que você não viu Meus exames estão tudo bem Tá tudo bom, tá tudo certo Saúde tá boa, a família tá bem Nossa, que vontade de comer um galeto desossado Nossa Então eu vou continuar fumando meu beck E vou Olá

continuar correndo quatro vezes por semana. E é isso. Não quero entregar performance, não sou atleta, só quero poder chegar, sei lá, até uns 60 anos de boa. É isso, galera. Falou. Vai chegar. Caraca. Vai chegar. Continuar correndo aí, você vai longe.

Minha avó tá com dois Já tá no segundo marcar passo com 99 anos Você chega Não, não chega Ela já não dá o galeto Mas como antigamente não Nunca deu Nunca deu um galeto não Eu vou No máximo come o galeto hoje em dia

E é isso. É. No máximo é logo. Também não pode. Também não pode. Também não pode. Também não pode. Também não pode. Deixa pro jogo. Que acaso. Mas aí, a gente trouxe o ouvinte novo, ouvinte frequente. Esse aqui é o ouvinte antigo. E como é ouvinte antigo, o áudio tem aquela qualidade. Ah, legal. Salve, galera do camarão. Caralho, esse sistema...

Gostoso Tem que se esforçar pouco Gente, mas eu não to ouvindo quase nada Parou de ouvir o podcast

2021 ele ouvia O que é? Tinha a gente que era bom Eu achei Nossa Tá horrível

99, direção mecânica. O carro dele também é 99. O celular tá fora do carro. Caramba. O celular tá lá fora. Mano. Não, não, mas peraí, peraí, peraí. O que aconteceu, meu? Eu vou defender o cara.

Eu tenho um vídeo no meu celular que tá salvo na nuvem, esses dias ele apareceu daquele jeito, sabe quando o Google diz, porra, um vídeo de, sei lá, um século atrás, e é, sei lá, de 2017 eu acho o vídeo. E aí você entra, o vídeo é o celular apoiado aqui no painel do carro, tá ligado? E eu tô dirigindo o Corsinha na Avenida Paraguai, lá no Uruguai, tá ligado?

E, mano, é uma buraqueira da porra e o Corsinha era uma batedeira do inferno. Parece que, mano, o mundo vai acabar no vídeo. É uma barulheira. Realmente, o carro 99, ele já tá tudo solto.

Não, total. E aí eu tenho... Eu pego bastante Uber, carro elétrico, né? Que tudo tá presinho, não faz barulho. É muito silencioso, muito. E aí esses dias a gente veio pela avenida no asfalto e mó silencião, aí do nada ele entra no paralelopípedo. Óbvio que vai dar uma diferençazinha. E você sente muito tipo a diferença, sabe?

Por causa do silêncio que tava antes Mano, é absurdo esses carros elétricos Sério Deu a diferença pra uma belina, né Nossa Mas bom, ele é Vamos apreciar um pouquinho mais Como é estar dentro do carro desse mano Mas sim, voltando à ideia Tava ouvindo também aquele episódio Tem um bagulhinho solto, ó

ó não é possível a galera parou de exercitar o cara não sabe mais fazer porra nenhuma porque o carro pode todo salto o carro tem sensor, podem encostar do lado na frente e atrás e mesmo assim eles batem mesmo assim eles e isso me indigna porque a galera carrega um pau no trânsito no Uber principalmente no Rio, vejo o cara da L.A.

É, Carlos. Os caras não sabem dirigir esse seu carro. Olha aí. Já tô ligado, ando duas vezes mais, e o cara vai fazer merda. Mas é isso aí, falei pra lá pra caralho. É nóis. Saudades. É nóis, Bruno. A gente vai ter voltado ao Viu Camarão.

E vou falar pra você... E o celular tava longe pra caralho, o áudio tá baixão. Se vocês for usar, vai ter que... Não, o Michael falou que tava fora do carro. Ele avisou você. Ajeitar o áudio. Ele realmente... O editor. Ele acha que só porque passou cinco anos, o podcast agora toma cuidado com essas porra. Ele tem um canal direto aí com o editor. Já pediu pro editor melhorar o áudio aí, entendeu? O editor tem a mesma vontade de 2021.

Mas é foda, Priscilinha, porque eu acho que São Paulo, particularmente, tem adotado legal esse carro elétrico aí. Eu fui lá pro México e não vi muito carro elétrico, não. E além de não ver, quando eu fui falar pro meu brother que não tinha muito carro elétrico, ele me chamou pra dar um rolê e o carro dele, mano, era um Charger. Era o carro que bebia uma gasolina do inferno. Os caras, sei lá, aqui os caras têm mudado pra uns carros elétricos.

Não, mas deixa eu te falar. O que que tá acontecendo? Uma campanha das concessionárias pra baratear o carro elétrico pra motorista de aplicativo. Como antigamente acontecia, a prefeitura, ela dava um incentivo pros taxistas comprarem carros mais confortáveis. Sei lá, você via taxista com Corolla, que sempre foi um carro caro. Enfim, então esse incentivo que antes...

Esse incentivo que antes era pra quem tinha placa de carro, de táxi, perdão, hoje eles estão colocando pra motoristas de aplicativo. Não apenas quem aluga pro carro elétrico. Entendeu? E por que eu tô falando isso? Eu tenho conversado bastante com motoristas de aplicativo. Você não vai comprar essa porra, não. Já não paga IPVA também, né, mano? Não paga IPVA. Não.

Não paga IPVA, sai do rodízio, então eles podem dirigir todos os dias, trabalhar de domingo a domingo. Ah, não tem rodízio com o carro elétrico? Exatamente, então pra eles é interessante. Só que o que eles estão se queixando é que, por exemplo, essa semana mesmo, o motogista falou, meu, eu comprei o carro tem 60 dias e os caras estão me oferecendo já trocar.

uma peça, porque modernizou o sistema. É isso, é uma tecnologia que avança rápido demais. E aí eles ficam chamando e ele tava falando eu troquei o outro, já o segundo carro híbrido dele, e aí ele falou que trocou porque a cada seis meses tava sendo chamado pra trocar coisa e era um saco.

E é muito mais rápido, né, Priscilinha? Porque se você pensar, sei lá, o cara tinha uma Brasília, lançou um Chevette, não era uma parada de outro mundo, tá ligado? Hoje em dia o cara tem a porra desse BYD Dolphin aí. Provavelmente daqui cinco anos o BYD é outro bagulho, tá ligado? É outro carro. Tem outros bagulhos, porque, sei lá. Os caras deviam fazer igual a Apple, já meter atualização, entendeu? O bando atualização lá, atualiza o carro. Deu jeito atualizando lá, e aí é isso.

Mas sei lá Bom, vou trazer mais um áudio De mais um ouvinte aí Salve rapaziada, beleza? É o seguinte Eu tava terminando de ouvir O episódio de vocês Agora que vocês estavam falando sobre o pulmão O pá A galera toda fitness aí Gente, mas a gente tá muito atrasado, né? Vários temas nesse ouvido Eu trabalho nessa área aí Eu gostei, hein? Gostei Gostei

E eu acho muito interessante os assuntos que vocês botaram todos em pauta. Mas, vou ser sincero, eu acho que dá pra se aprofundar mais. E com todo o apelo que vocês têm. Vocês falaram, mas vocês são raro. A baseada que é ouvinte fanático. Eu acho que dá pra gente mudar. Pelo menos plantar a sementinha aí da atividade.

De uma velhice mais funcional, de uma galera pensando mais na qualidade de saúde, independente da parte estética em si, né? Falando do corpo como máquina, falando do corpo como saúde. E, cara, se vocês quiserem se aprofundar em algum assunto desses, eu me coloco super à disposição pra ajudar vocês em algumas pautas. Com certeza.

E também adoraria gravar com vocês, falando um pouco sobre essas coisas, tanto experiências pessoais, mas também cientificamente. Não precisa colocar no ouvidoria essa parte, mas outro dia eu gravo o áudio só para o dia. Tarde demais. Valeu, rapaziada. Se cuida, tamo junto.

E esse papo todo era só pra ouvir no meu coração. Não, ele quer contribuir, pô. E é interessante, porque realmente a gente não pode se aprofundar no que a gente não tem especialidade. Falar lorota ou então... É, por isso que geralmente a gente chama alguém que manja. Pra falar umas paradas mais sérias, a gente chama alguém. É, mas bom, ele trouxe mais um papo aqui. Salve, galera do camarão. Eww!

Tava ouvindo o podcast de vocês e tava tendo uma brisa foda aqui. Me diz uma coisa. Se as coisas dos anos 2000 estão voltando. Harry Potter e tudo. Música. A galera ressurgindo das cinzas. Ana Montana foi a mais sério. Ana Montana? Não esperava mais. O Ano Sérgio fez isso? Fez isso. Nova época.

E aí eu pergunto para vocês se daqui 20 30 anos 2026 vai ser a nova era da nostalgia vai vocês vão ter saudades o que que vai ter não mano não é o que que vai ser a época de ouro não é o que vai ser a época de ouro

Eu acho que a parada é... Ninguém vai ter saudade de Beth. É quem tem dinheiro, tá ligado? Pra gastar. Então, tipo assim, hoje em dia, quem tem dinheiro pra gastar, quem tá nos rolê, né? A faixa de idade ali da galera que, porra, vai, quer ir num show, quer fazer um bagulho assim, quer ver um músico que, porra, provavelmente vai parar daqui a pouco, ou morrer, ou desistir.

Porra, é a galera que viveu ali os anos 2000, mano. Então, porra, eu fui em vários shows aí. Fui System of a Down, vi Offspring, vi Green Day, tá ligado? Várias bandas que eu achei que eu não ia ver. E é isso, tá ligado? Os caras viram que dá uma grana essa nostalgia aí. Mas, Michael.

Nessa brisa aí, a sua sobrinha, que é de outra geração já, ela curte os barulhos de hoje em dia, que nem o ouvinte falou aí, daqui 15 anos, o que você acha que ela vai sentir falta? Eu acho que os boletes de hoje, mano, sei lá qual é que é, os samba que tem, os fãs, os bagulhos das brasilidades, sei lá, mano, os bagulhos que rolam hoje...

Que vai virar nostalgia, flashback e a galera que vai... Sabe por que eu tô perguntando, Maikão? Porque eu não vejo as paradas tão identificadas com o tempo agora, tá ligado? E claro, porque não tem distância temporal aí pra ver. É, tudo muito mais rápido, né? A fita é que quando eu vejo um Green Day tocando, o Green Day pra mim é datado. Tipo, ele tem uma época no tempo, tá ligado? 99. Não, não, 2005 ali até, sei lá, até mais moderno você consegue ver o Green Day ali. 2003 eles lançaram o American Idiot, porra.

É, então 2005 era um bagulho... Mas 99 foi melhor. E datado pra caramba, sabe? Tipo Matrix, o filme. Matrix. Datado pra caramba, você consegue ver a época ali, sabe? Agora, eu não sei se as coisas de hoje é tão datada, porque, mano, muda rápido demais, tá ligado? Eu sei lá, ou... Ah, mano...

Acho que músico é um bagulho que talvez faça mais sentido, porque geralmente a galera fica por um tempo, tem uma época que fez sucesso, tá ligado? Mas é que hoje em dia também tem muita música que fica famosa só por causa do TikTok, né? Aí não conta. Mas tipo, músico que a galera ouve mesmo, vai no show e tudo mais, acho que é essas paradas que... Então mais vira nostalgia, tá ligado?

Mas mesmo essa parada do TikTok, eu acho que pode trazer uma nostalgia no futuro. Porque, mano, eu acho que a nossa geração já tem nostalgia de tipo do Gangnam Style, sabe? Opa, Gangnam Style. E era só um meme, mas sei lá. Já dá uma saudade de outro tempo. Já dá? A parada do... Como que era aquele negócio, Maicão? Que a galera tava de boa no escritório e aí piscava a luz assim e a galera tava dançando de capacete.

Tinha umas brisas. Tô ligado, tô ligado. Era aquele wiggle wiggle, não era essa parada? É, então. Acho que era isso aí, mano. Era o Turn Down For Watch lá, não era? Eu não sei, era uma música. Os avoclinhos também. Isso, é isso aí. A galera fazia os vídeos. Puta, isso aí era da hora. A última...

A última febre que eu acho que ficou datada foi Pokémon GO. De verdade. A última coisa, assim, estouradaço. Mas você acha que daqui 15 anos alguém vai sentir falta do Pokémon GO? Como eu sinto de Tamagotchi. Gente, eu vejo Tamagotchi, eu sinto muita saudade. Você acha que alguém vai sentir falta do Pokémon GO como a gente sente falta do Tamagotchi? Isso, por exemplo... Que porra de esse nome, Priscilinha? Tamagotchi. É bichinho virtual o nome. Tamagotchi. Você chama como, Mike?

É, mano, às vezes tamagoshi, às vezes bichinho virtual. Sim, brincava, sim. Eu sempre chamava de bichinho virtual, né? Mas depois de velho, eu aprendi esse nome aí. É mais legal de falar, né? Tamagoshi. Tamagoshi. Bom, eu vou trazer o último áudio aí. Eu já contei que o meu pai comprou o tom agosto de pirata e ele vinha com chifrinho. É mesmo? O que eu contei isso? Não, mano. Vinha com chifrinho.

mano, eu lembro desse bagulho aí do bichinho virtual aí, mano, eu lembro que quando lançou aí era febre, febre, então mano todas as crianças da escola tinham bichinho virtual e aí as crianças começaram a levar o bichinho virtual pra escola e aí a escola falou pros pais não pode trazer essa porra porque todo mundo ficou no bichinho virtual

Aí o que acontecia? O bichinho virtual. Você pegava o bichinho virtual lá, tá ligado? Comprava e começava a fazer o bagulho viver. Aí você tinha que ir pra escola. E aí sua mãe tinha que cuidar. Mas, mano, aí sua mãe ia cuidar do bichinho virtual. Aí eu sempre morria. E aí você sempre comprava com a minha mãe. E fazia vários bagulhos em casa. Tem que cuidar de bichinho virtual. Cuidado do bichinho virtual. O bicho cagava, sei lá, mano.

Tinha o tempo do snooze, né? Tipo, era super limitado. Nossa, gente. Que saudade. Aí, tá vendo? Eu acho que é um... Porque é isso, né? Ou você colocava ele pra dormir enquanto você tava dormindo. Se for cuidar dele agora, mano. Dois cachorros, emprego, podcast, não sei o que e tal. Aí você vai, mano. Cuidado do abogô, gente, Priscilinha. Tipo assim, mano. Na real mesmo, acho que você pegar, você vai ter um choque de realidade. Você vai falar assim, caralho.

Essa porra aqui vai morrer. Ô, Maicão, eu liguei, fazia muito tempo que o Xbox tava desligado aqui, tá ligado? E aí, tipo, é que nem carro velho, eu ligo de vez em quando pra ele dar uma assustada, tá ligado? E aí eu liguei no sábado de manhã, tá ligado? Criei o personagem ali no Baldur's Gate, mano, e entrei no mundo. Vivi do sábado de manhã até domingo à noite ali dentro do jogo, tá ligado?

Aí no domingo à noite eu peguei e olhei pro personagem assim e falei, bom, esse é o seu fim, viu? Acabou a diversão. Porque a pinta é limitada em dia. Se fosse um vídeo virtual, ele ia durar o fim de semana assim só. Mas aí, vou trazer um ouvinte que trouxe um áudio clássico. Um áudio clássico. Pô, passei aqui só pra deixar meu...

Vai tomar naquele lugar pro editor que botou essa merda desse carro freando de novo e quase me matou do coração, caralho. É nóis. Caralho, mano, a gente voltou pra 2016, sei lá. Não, mas é que o último episódio... Aconteceu de novo? Teve a freada porque na hora de falar da Casa da Colina tava no final já. E aí botou a freada pra poder falar do bagulho. Mas porra, valeu a pena aí. Ainda bem que não ouviu até essa parte aí.

Bom, o ouvinte aí tome cuidado, mande o áudio no t.me barra camarão cabrão é... quiser mandar um vídeo também, a gente o próximo ouvidor eu acho que vai meter o vídeo se alguém quiser mandar o vídeo aí no t.me barra camarão cabrão tamo junto, é nóis e até a próxima tamo junto

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