Episódios de IPP - Igreja Presbiteriana do Pechincha

Estudo bíblico - 05/05/2026 - Efésios 2:11 - Policarpo Junior

08 de maio de 202658min
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Estudo bíblico realizado em 05/05/2026 com a ministração da palavra pelo Policarpo Junior na Igreja Presbiteriana do Pechincha.  

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Policarpo Junior

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  • Estudo Bíblico EfésiosO estado dos gentios sem Cristo · A exclusão e alienação dos gentios · A circuncisão como marca de separação · A promessa de Deus a Abraão · A inimizade entre judeus e gentios · A abolição da lei cerimonial por Cristo · A criação de uma nova humanidade em Cristo · A paz de Cristo entre os povos e com Deus · O muro no templo de Jerusalém · A comparação com a deusa Diana em Éfeso
  • Misericórdia de DeusO homem morto em pecados e transgressões · A salvação pela graça de Deus · A nova vida em Cristo · O conceito de 'poema' de Deus
  • A importância da esperança e do amor cristãoEsperança como âncora e certeza · Fé, amor e esperança em Paulo · A transformação de povos inimigos em amor
  • A relação com Deus e o acesso ao PaiA experiência de ter deuses vs. o Deus verdadeiro · A alienação e desconexão com Deus · O acesso ao Pai pelo Espírito Santo · A oração como meio de conexão
  • A reconciliação e o perdãoReconciliação entre homens e Deus · Reconciliação entre os povos · A necessidade de perdoar e ser perdoado
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Boa noite, igreja. É bom estarmos aqui mais uma vez, nessa terça-feira de estudo bíblico. Que a graça e a paz de Deus, nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo estejam com vocês, meus irmãos. Mais uma vez, vamos refletir no texto bíblico de Efésios, no capítulo 2, meus irmãos. Vamos iniciar aqui, então, a leitura.

De Efésios, capítulo 2, versículos de 11 a 18. Portanto, lembrem-se de que no passado vocês eram gentios na carne, chamados incircuncisão, por aqueles que se intitulam...

circuncisão, que é feita na carne por mãos humanas. Naquele tempo, vocês estavam sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranham as alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo. Mas agora, em Cristo Jesus,

Vocês que antes estavam longe foram aproximados pelo sangue de Cristo, porque Ele é a nossa paz. De dois povos Ele fez um só, e na sua carne derrubou a parede de separação que estava no meio, a inimizade. Cristo aboliu a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, para que dos dois criassem em si mesmo uma nova humanidade, fazendo a paz.

e reconciliasse ambos em um só corpo com Deus, por meio da cruz, destruindo a inimizade por meio dela. E quando veio, Cristo evangelizou paz a vocês que estavam longe, e paz também aos que estavam perto, porque por meio dele, ambos temos acesso ao Pai, em um só Espírito.

Deus abençoe a sua palavra e aplique em nossos corações, no nome de Jesus. Amém. Amém, meus irmãos. Amém. Bem, meus irmãos, a gente tem refletido nas últimas semanas em Efésios capítulo 2. E nos três primeiros versículos de Efésios 2.

nós, de uma maneira muito objetiva, refletimos ao longo das semanas, foi detalhado, mas agora de uma maneira muito objetiva, nos três primeiros versículos, nós identificamos que o homem, sem Cristo, estava morto em suas transgressões e pecados, estava escravizado, segundo o curso do mundo.

segundo o príncipe da potestade do ar, segundo as inclinações da carne. Estava numa situação onde ele era classificado como filhos da desobediência, filhos da ira, onde Deus, John Stott destaca isso, onde Deus...

se posiciona, a ira de Deus é se posicionar firmemente contra o mal. Mas Deus, no versículo 4, sendo rico em misericórdia, com o grande amor que nos amou, estando nós mortos, nos deu vida juntamente com Cristo, e pela graça nós somos salvos, meus irmãos. Então, acaba que o texto...

ele muda então se a gente vivia segundo o curso do mundo agora a gente vive sob o governo das regiões celestiais se nós que em outro tempo andávamos segundo o curso desse mundo agora a gente anda num caminho novo um caminho que Cristo preparou para nós, um caminho de boas obras então toda Oh

Todo o pecado, a transgressão, a escravidão, em Cristo temos liberdade, temos salvação, temos um novo caminho, temos reconciliação.

É uma completa mudança. O texto usa até uma palavra muito bonita. Somos feitura. Feitura de Deus. Que a raiz dessa palavra tem a palavra poema. Então, poema. Somos poema de Deus. Então, muito bonito ali Efésios 2, de 1 a 10. Onde a gente pode entender toda essa mudança que acontece na vida.

da pessoa, quando conhece a Cristo. Tudo que Cristo faz para conosco. Maravilha, meus irmãos. Bem, Paulo agora, ele vai continuar aprofundando nosso relacionamento com Deus.

E também vai falar sobre o nosso relacionamento entre os homens. O versículo 11 já sinaliza claramente aqui alguns desafios. Portanto, lembre-se de que no passado vocês eram gentios na carne, chamados em circuncisão por aqueles que se intitulam circuncisão, que é feita na carne por mãos humanas.

Então, Paulo aqui, ele começa falando da questão da circuncisão. É interessante, meus irmãos, que Hendrix, a gente vai falar de Hendrix e de John Stott, Hendrix já sinaliza aqui a situação, a maneira que o gentil é visto.

diante do judeu. Por isso, esse termo incircuncisão. Hendrix, então, aqui pontua questões como a exclusão que o gentil sofria diante do judeu, uma humilhação social e religiosa. Então, Hendrix trabalha muito esse desafio do judeu.

do gentil para com o judeu. A palavra que Hendrix e John Stott acabam usando ali, que é uma palavra que tem os seus desafios linguísticos, é a palavra alienação. A gente acaba usando hoje muitos contextos políticos, socioeconômicos. Essa palavra vem ganhando muitos contornos. Mas Hendrix e John Stott usam aqui nesse sentido Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh Oh

de que é como se a pessoa tivesse alheia, desconectada, excluída. Esse termo incircuncisão, ele sinaliza isso. Vocês não são da circuncisão, vocês são um outro grupo. Então acaba que John Stott, tanto o Hendrix quanto o John Stott, trabalha essa questão de alienação. Você já inicia pontuando.

essa percepção que o judeu tem do gentil, que já fica claro aqui no versículo 11, e que vai ser aprofundado no versículo 12. Daqui a pouco a gente vai ler o versículo 12 e fica claro que o foco do texto no momento é no gentil. Mas John Stott, ele pontua aqui um primeiro desafio dos dois grupos, tanto do gentil quanto do judeu. Porque ao lermos o versículo, portanto,

Lembre-se de que no passado vocês eram gentios da carne. Está falando dos gentios, né? Chamados em circuncisão. Ou seja, porque não fez o ato da circuncisão o ato que sinalizava que você era um judeu. Por aqueles que se intitulam circuncisão. Ou seja, pelos judeus. Então, os judeus chamavam os gentios de incircuncisão.

Só que John Stott demonstra que Paulo está aqui provocando a reflexão também aos judeus. Porque, como ele coloca, aqueles que se intitulam em circuncisão, que é feita na carne por mãos humanas. Então, a circuncisão que apontava para você fazer parte do povo de Deus, era um apontamento.

um apontamento físico para algo espiritual, mas a maneira que o judeu vivenciava essa experiência, Paulo está sinalizando aqui, era feito na carne e por mãos humanas.

Paulo está pontuando que havia um grupo que estava circuncidado, mas essa circuncisão estava sem significado. Ela só era um ato físico. Por isso que ele destaca carne, mãos humanas. É isso que Paulo está querendo sinalizar aqui. Está sem a conexão espiritual. Então, os gentios desconectados, mas os judeus...

que tinham um elemento da circuncisão, estavam desconectados espiritualmente pelos judeus. Pelos judeus. A gente vai até perceber mais ao longo do texto. Pelos judeus. Porque a promessa a Abraão, em Gênesis 12, 3, em vocês serão benditas todas as famílias da terra. E os judeus, digamos, não estavam vivendo a altura dessa promessa.

de ser instrumento de bênção. Em Cristo, essa promessa se cumpriu. Em Cristo, essa promessa. Em Cristo, todas as famílias da terra foram abençoadas. Bem, após a gente perceber que o versículo 11 pontua que vamos conversar sobre os gentios, como Hendrix destaca bem, mas John Stott já sinaliza aqui também um ponto de atenção em relação ao...

aos judeus, que eram da circuncisão, mas na carne por mãos humanas. Vamos para o versículo 12 e vamos perceber que o foco aqui, de fato, no momento, é refletirmos um pouco sobre os judeus.

Porque se no 11 lemos, portanto, lembre-se de que no passado vocês eram gentios na carne, e aqui vai fazer essa comparação com os judeus, no 12 já há continuação. Naquele tempo vocês estavam sem Cristo, separados da comunidade de Israel e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo. Então...

O versículo 12 é que pontua cinco elementos aqui para analisarmos. Tanto o Hendrix quanto o John Stott, ao comentar esse texto, o primeiro elemento aqui, naquele tempo vocês estavam sem Cristo. Eles deixam claro, é um momento antes da conversão, então estavam sem Cristo. E John Stott reforça, mas por serem gentios...

Não tinham nem a promessa. Não tinham dentro da esfera da percepção deles. Porque a promessa, como a gente acabou de comentar, para Abraão, em ti, para Abraão, Deus fala, será bendita a todas as famílias da Terra. Todas as famílias da Terra serão abençoadas. Então, a promessa já era também para os gentios. Mas os gentios desconheciam essas promessas. Então, os gentios estavam...

sem Cristo e sem a promessa, aprofundando ainda mais o cenário complexo que vive o gentil. Seguindo aqui, separados da...

comunidade de Israel. Então, Hendricks diz, não faziam parte do povo, não faziam parte da proteção de Deus, das promessas de Deus, não participavam da lei de Deus, das profecias de Deus.

Já John Stott, ele já deixa o cenário de governo em destaque. Eles não participavam da teocracia de um povo governado por Deus. Bem, seguindo, separados da comunidade de Israel, estranham as alianças da promessa. Hendrix faz um destaque que...

alianças aqui está no plural então ele sinaliza que a aliança da graça de Deus é uma única aliança mas ela foi repetida diversas vezes e a gente fica muito claro nessa mensagem em Jeremias 32 quando Deus diz eles serão o meu povo e eu serei o seu Deus então toda a

toda vez que Deus reforçava a sua aliança e que ela fica especialmente clara e acessível em Cristo, antes eram sombras, os judeus que foram participando dessas promessas.

tiveram acesso à revelação em primeira mão, diferente dos gentios. E John Stott reforça a promessa que foi feita lá em Abraão. Em que serão benditas todas as famílias da terra. Mas os gentios, os judeus, perdão, foram tendo...

vivendo a história da revelação e diferente dos gentios. Então foram privilegiados, talvez com dificuldade de compreender.

que eram privilegiados e a gente vai aprofundar essa questão, há uma inimizade entre judeus e gentios ali no histórico a gente vai aprofundar isso talvez destacando aqui então que os judeus eles eram instrumento de bênção para todas as nações da terra, mas como instrumento de Deus e acabavam se percebendo muitas vezes como fim dessas bênçãos Oh Oh Oh

E isso nos provoca a reflexão, irmãos, de sermos instrumento de bênção na vida de outras pessoas. Algo que os judeus tinham um privilégio a gente perceber que é um privilégio ser um instrumento de Deus. Para abençoar pessoas. Algo que era um privilégio e os judeus tinham dificuldade de perceber.

Então, os gentios eram estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança. Hendrix pontua aqui, a esperança é a âncora, é a certeza, e ela é conectada à fé.

se a gente vê aqui em Efésios 1.15 por isso também eu tendo ouvido a respeito da fé que vocês têm no Senhor Jesus e do amor para com todos os santos se a gente vê aqui em Efésios 1.18 peço que ele ilumine os olhos do coração de vocês para que saibam qual é a esperança da vocação de vocês qual é a riqueza da glória

da sua herança nos santos. Então a gente vê aqui em Efésios, Paulo falando de fé, de amor e de esperança. São três elementos muito importantes nos textos de Paulo. Se a gente ir lá para 1 Coríntios 13, Paulo diz, agora pois permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três.

pois, porém, o maior deles é o amor. Então, o Hendrix, ele destaca que viver em esperança é viver em certeza, é viver em fé.

mas é viver de forma amorosa, de forma grata. São características que deixam marcado, que deixam a marca da esperança na pessoa. Bem, na perspectiva, o que Hendrix destaca é que os gentios não tinham isso.

Então, já Stott, ele diz que apesar das promessas serem feitas a Abrão a todas as famílias da terra, então assim, os gentios de uma certa maneira poderiam ter esperança porque tinham a promessa, mas eles não sabiam, então não tinham esperança, não percebiam a esperança.

Havia esperança para eles, mas eles não percebiam. John Stott trabalha esse elemento. E Paulo conclui, é muito interessante a gente falar dessa questão de esperança, que Paulo percebe na igreja a transformação de Jesus. A gente vai falar sobre, daqui a pouco vamos falar sobre inimizade dos povos.

Porque em Efésios 1,15, a gente acabou de ler, mas eu vou repetir aqui. Por isso também eu, tendo ouvido a respeito da fé que vocês têm no Senhor Jesus e do amor para com todos os santos. Então, perceba, né? Povos que não viviam em paz, como a gente leu lá no versículo 11, um é da circuncisão, outro da incircuncisão, povos opostos.

Mas em Cristo eles vivem em fé e em amor para com todos os santos. A ponto de Paulo agradecer a Deus a percepção da forma amorosa com que esses irmãos vivem no poder de Cristo Jesus, povos que antes não poderiam conviver juntos. Percebe, irmãos? Então assim, a gente vê a transformação que Jesus pode fazer e isso pode acontecer.

na nossa vida, na nossa família, na nossa igreja, nos nossos amigos, pessoas que às vezes estão num cenário de conflito, mas a ação de Cristo faz com que elas passam a viver de forma amorosa, a ponto de agradecermos a Deus, porque é reconhecido que só Deus para transformar algumas relações. Bem,

Continuando aqui o versículo 12, estranhos as alianças da promessa, não tendo esperança, e sem Deus no mundo. Sem Deus no mundo, Hendrix pontua, eles tinham deuses, mas não um verdadeiro Deus.

que é gracioso para conosco, que trouxe tão grande salvação, com grande amor que nos amou, como Paulo vem trabalhando aqui no texto. John Stott já pontua que tinham deuses no passado, mas não tinham um relacionamento com o Deus verdadeiro.

E aí John Stott vem de novo, vem muito conectado, como pontuei no início, eles trabalham muito o termo alienado, para dar essa sensação mesmo de desconexão, essa sensação de alheio, que a gente...

comentou ali no versículo 11, na questão da circuncisão desse grupo afestado, John Stott pontua, porque eles tinham deuses, mas o nosso Deus é um Deus que conecta, que se relaciona.

Esses outros deuses, não. Esses outros deuses, não. Só há um Deus, só há o nosso Deus. Mas essa experiência, a experiência dos Efésios, antes da conversão, era uma experiência politeísta. Onde não...

Essa mensagem de um Deus que nos ama com grande amor, que é um Deus que se relaciona conosco, é completamente nova. Bem, então, sem Deus no mundo...

continuando aqui, Paulo vai para o versículo 13 então Paulo pontuou o cenário complexo que os gentios viviam, bem irmãos, caso haja alguma pergunta, algum comentário podem estar sinalizando no chat, que a gente vai estar interagindo, então esse cenário complexo que os gentios viviam, que pode ser resumido, pode ser resumido

John Stott diz, estavam alienados de Deus e do seu povo. Se utiliza muito do termo alienados para comentar esse texto. Hendricks já pontua, diz, os gentios estavam sem Cristo, sem Estado, sem amigos, sem esperança e sem Deus. Hendricks pontua esses cinco pontos, porque são cinco pontos que Paulo sinaliza aqui.

para os gentios. Então, esse era o estado que os gentios se encontravam, os destinatários aqui da carta de Efésios. Bem, mas agora houve uma mudança. Reciclo 13. Em Cristo Jesus...

Vocês que antes estavam longe foram aproximados pelo sangue de Cristo. Bem, meus irmãos, é muito perceptível. Paulo, aqui, ele está fazendo uma conexão e a gente vai perceber.

Eu vou ter que adiantar aqui alguns versículos de Efésios, só para reforçar, que é perceptível. Mas agora em Cristo Jesus, vocês que antes estavam longe, foram aproximados pelo sangue de Cristo.

E o versículo 17 diz, por exemplo, no 15 vai falar de fazer paz, e o 17, quando veio Cristo, ele evangelizou paz a vocês que estavam longe, e paz também aos que estavam perto. Então a gente percebe, Hendrix logo pontua isso, John Stott fala da promessa, mas Hendrix trabalha esse jogo de palavras.

Jogo de palavras no sentido de Paulo recuperar essas palavras, reutilizar essas palavras, que é uma promessa de Deus lá em Isaías.

fica muito claro a maneira que Paulo utiliza as palavras aqui, resgata a promessa que Deus fez em Isaías, onde Isaías 57, 18, 19 diz, tenho visto os caminhos do meu povo, mas vou curá-lo, também o guiarei e tornarei a dar consolação a ele e aos seus planteadores, como fruto dos seus lábios criei a paz.

Paz para os que estão longe e para os que estão perto. Diz o Senhor, eu sararei. Então, Deus fala de fruto, fala de cura, fala de sarar, fala dos que estão perto, dos que estão longe. Fala aqui o fruto dos lábios que criam paz. Então, logo depois a gente vai ler que Cristo evangeliza a paz.

Então é muito claro a conexão do que Paulo escreveu com o que Isaías escreveu. John Stott já se pontua aqui o cumprimento.

de uma promessa, e Hendricks pontua aqui como Paulo resgatou as palavras de Isaías e as organizou aqui, como a gente percebeu, tanto no versículo 13 quanto em outros versículos também, como Isaías joga luz na reflexão.

de Paulo aqui então, mas agora em Cristo Jesus, vocês que antes estavam longe, foram aproximados pelo sangue de Cristo fala, de novo, como eu comentei ele fala dessa conexão com Isaías mas ele começa a refletir as palavras e por que Paulo fala longe e perto

Então ele raciocina a partir do templo. Os que estão perto do templo e os que estão longe do templo. E o templo está em Jerusalém. Então os que estão perto do templo são os judeus e os que estão longe do templo são os gentios.

ele se utiliza dessa análise física, geográfica, mas com conexões espirituais, ele pontua. O físico ali está apontando para uma realidade espiritual, ainda mais o tempo. John Stott, ele já reforça mais mesmo a questão do espiritual.

de Sará, a questão da promessa, dos que estão mais perto da promessa. John Stott trabalha mais a questão de... Os judeus são perto, os dois reforçam isso, mas perto, no sentido de estar perto da revelação, perto da promessa. Ele não trabalha a questão física, como Hendrix trabalhou.

Mas fica muito claro para os comentaristas que perto são os judeus e longe são os gentios. E foram aproximados pelo sangue de Cristo. Então, o sangue de Cristo é que nos aproxima.

O sacrifício de Cristo é que nos aproxima. É importante nós percebermos, só um minuto, meus irmãos, é importante nós percebermos que o sacrifício de Jesus, Jesus diz em João 10, 17 e 18, por isso o Pai me ama, porque eu dou a minha vida para recebê-la outra vez.

Ninguém tira a minha vida. Pelo contrário, eu espontaneamente a dou. Tenho autoridade para entregá-la e também para reavê-la. Este mandato recebi de meu pai. Então, esse sacrifício espontâneo de Jesus, os comentários usam esse termo, que percebemos que ele fica evidenciado pelo sangue.

Fica claro que Cristo que traz essa aproximação. Vem, irmãos, para detalharmos mais essa aproximação, vamos continuar a leitura aqui. Porque Ele é a nossa paz. Porque Ele é a nossa paz. Então, Cristo faz a paz de nós. Uma paz...

que ela tem duas características, e a gente vai perceber. Ela é uma paz, e a cruz acaba simbolizando, aqui é só uma ilustração, ela tem um elemento vertical e horizontal.

acaba dando aqui para a gente um símbolo dessa reconciliação dos homens com Deus, na vertical, e dos homens com os homens na horizontal. Então é importante perceber...

Que a paz de Cristo, ela traz uma reconciliação ampla. Seguindo aqui em Paulo, porque ele é a nossa paz, de dois povos ele fez um só. E na sua carne derrubou a parede de separação que estava no meio, a inimizade. E aqui fica claro, irmãos.

que, como a gente pontuamos aqui em versículos anteriores, eram povos inimigos. Fica claro aqui, inimizade. Eram povos separados. Eram gentios e judeus, não se conectavam. Não havia paz entre eles. Não havia paz entre...

homens e Deus, e não via paz entre homens e homens. Cristo, pelo seu sacrifício, traz a paz. Bem, mas para a gente entender com mais profundidade esse versículo, é importante a gente ter algumas informações. Porque quando Paulo fala em parede...

É possível fazer conexões muito claras. Um minuto, meus irmãos. É possível fazer conexões muito claras. Eu vou pegar aqui um comentário. Os dois comentaristas reforçam... Tem um historiador antigo, que é Joséfo, que fez muitos registros da época, do primeiro século, e ele sinaliza...

que havia um muro que dividia no templo uma possível experiência dos gentios para com os judeus. E além dos registros deles deixarem muito claro como esse muro tinha um significado profundo de divisão,

Foi encontrado ao longo do tempo, por trabalhos arqueológicos, foi encontrado, vamos dizer assim, inscrições em grego. E elas estão em museus do mundo. E olha o que essas inscrições dizem. Nenhum estrangeiro poderá passar além da barreira e do recinto ao redor do templo. Quem for achado assim fazendo,

terá que culpar-se a si mesmo pela sua morte que se seguirá. Então está dizendo o seguinte, que quem passasse desse muro, que dividia a experiência dos gentios com a experiência dos judeus no templo, a experiência dos gentios era uma experiência bem afastada, bem lá no cantinho, tinha esse muro com essa placa, essa placa que foi encontrada, os registros.

inscrições e que Flávio José em dois de seus livros deixou muito claro que havia esse muro que havia uma mensagem que deixava muito claro como a gente leu aqui que se os gentios atravessassem esse muro eles seriam mortos eles seriam mortos ah

Não podia atravessar. Então, quando Paulo fala aqui que de dois povos ele fez um na sua carne e derrubou a parede de separação que estava no meio, a inimizade, ele fala de uma parede, então os comentaristas logo recuperam essa questão desse muro no templo.

que acaba sendo, de novo, algo físico, mas que aponta para algo social, espiritual, que era essa profunda inimizade entre os povos, essa profunda divisão de que se passasse o muro ia morrer. John Stott trabalha muito, muito bem, ele aprofunda muito, ele reflete bastante sobre essa experiência do tempo.

Hendrix, ele já cita o

Ele recupera essa questão desse muro no tempo, de fato. Mas ele trabalha muito mais outras experiências entre judeus e gentios. Por exemplo, ele destaca que os judeus chamavam os gentios de cães. E cães, hoje, quando falamos de cachorro, a gente tem uma experiência mais pet.

Isso é algo mais moderno, mas na época claramente cães eram um insulto gravíssimo. O cão era visto como um animal sujo, não tinha abordagem em relação ao cachorro que tem hoje. Era totalmente diferente, era para mostrar de fato.

Como o judeu enxergava o gentil. E era recíproco, irmãos. Dá para perceber um tom de desprezo quando Pilatos fala assim, por acaso sou judeu? A gente percebe também um registro em Atos, estes homens, sendo judeus, estão perturbando excessivamente nossa cidade.

Então, havia uma inimizade entre o judeu para com o gentil e do gentil para com o judeu. Essa inimizade era clara e ela era refletida no templo com esse muro. Então, John Stott trabalhou muito mais a questão do muro no templo, com seus desdobramentos.

Hendrik cita o muro, mas ele trabalha muito mais a vida, o cotidiano dos gentios e dos judeus, que eles não se aturavam. Por isso, irmãos, só um milagre, só a conversão, só a graça, para ver esses dois povos reunidos numa igreja.

Numa igreja que de fato ama as outras igrejas, como Paulo registra aqui em Efésios 1.15. Por isso também eu, tendo ouvido a respeito da fé que vocês têm no Senhor Jesus, e dou amor para com todos os santos. Essa igreja amava todos os santos. Só a ação do Espírito Santo. Eram povos profundamente inimigos. Profundamente inimigos. Mas em Cristo foram reconciliados. E isso, irmãos, é para trazermos reflexão para as nossas vidas.

Deus capacitou a igreja a ser reconciliada. Em Cristo foi reconciliado. Dois povos se fez um. E quanto de reconciliação temos que viver, irmãos?

com as pessoas que nos cercam, ou quanto de reconciliação temos que promover. Eu vou parar um minutinho que eu estou vendo alguns comentários aqui. Só um segundo, meus irmãos. Ele está dizendo sim. Muito bem, Alex. A pregação de Paulo foi muito importante para a Convenção dos Gentios.

Por causa da deusa Diana em Efésios. Muito bem colocado. Muito bem colocado mesmo. Então, meus irmãos, só a paz de Cristo. Ele é a nossa paz. De dois povos fez um. E na sua carne derrubou a parede de separação que estava no meio. A inimizade, como a gente falou. Fica muito clara essa conexão.

Com a parede que havia no templo, que separava. Com essa placa ameaçando de morte se passasse por essa parede. Mas Cristo aboliu. Cristo aboliu. Como a gente leu em Efésios 1,15, agora em Cristo uma igreja que ama. Uma igreja que se ama. Uma igreja que ama a Deus. A gente, em reflexões anteriores, destacou lá em Romanos 1.

Paulo sinalizando como o povo, as pessoas diante da revelação natural de Deus, não estavam. Romanos 1, 23. Dizendo que eram sábios e se tornaram tolos e trocaram a glória de Deus incorruptível por imagens semelhantes ao ser humano corruptível, aos quadrúpedes e aos répteis. Aqui está dizendo que os homens trocaram, mas aqui em Romanos 1. Um segundo. Meus irmãos.

Paulo sinaliza que os homens são indesculpáveis. São indesculpáveis. Romanos 1. Romanos 1. Romanos 1, 21. Eu li o 22, era o 21, irmãos. Porque tendo conhecimento de Deus, não glorificaram como Deus. Nem lhe deram graças. Então não glorificavam a Deus e nem davam graças. Em Efésios 1.

A gente viu na doxologia, no texto trinitário de Efésios capítulo 1, dos versículos 3 a 13, três vezes para o louvor da glória de Deus sendo sinalizado. E Paulo, na sua oração, ele vendo a fé e o amor da igreja, ele sinaliza no versículo 16, não cesso de dar graças. Então aquele homem indesculpável, ingrato,

diante de tudo que Deus fez, em Cristo, ele agora é um homem grato, ele dá graças, ele glorifica Deus, ele tem paz com Deus, e o homem passa a enxergar em Cristo,

Passa a glorificar a Deus e ter ação de graças para com Deus. Mas por quê? Porque Deus nos amou primeiro. Como Paulo sinaliza ali em Efésios 2.4, o grande amor de Deus, o grande amor de Deus, que John Stott destaca, esse amor que tem um destaque em relação à ira de Deus.

Jesus nos traz essa paz também. Então, os filhos da ira, mas pelo grande amor de Deus, somos salvos. A ira de Deus que é importante, de onde Stott sinaliza, que é o firme posicionamento de Deus diante do mal. O firme posicionamento de Deus diante do mal. Então, em Cristo temos essa paz para com Deus e também para com os homens. Porque, como a gente viu, havia uma clara inimizade entre gentios e judeus.

Mas Cristo aboliu. Cristo superou essa inimizade. A gente vê um outro comentário. Sim, houve muitas conversões em Efésios. E houve retaliação. Houve retaliação. Houve perseguição ali para com Paulo. Bem, meus irmãos.

seguindo aqui a gente acabou de ler a gente falou do muro que é importante na questão do templo Cristo, versículo 16, meus irmãos não, 15, perdão meio a inimizade Cristo aboliu a lei dos mandamentos na forma de ordenanças

para que dos dois criassem em si mesmo uma nova humanidade, fazendo a paz, fazendo a paz. Tá bom? Bem, os dois comentaristas, tanto Hendrix quanto John Stott, eles pontuam que quando Paulo fala aqui...

Cristo aboliu a lei dos mandamentos na forma de ordenanças, fica claro aqui que há uma especificidade, tanto que ele detalha mais. Não é toda a lei. John Stott até comenta, no Sermão da Montanha, Cristo fala sobre cumprir a lei.

Então, Cristo não está abolindo toda a lei. Hendricks pontua isso, que na revelação natural, sinalizada em Romanos, fica no coração do homem. O homem deveria glorificar a Deus. E Hendricks tem uma definição muito bonita na relação ao pecado. O pecado, no grego, é errar o alvo. Ele fala que o alvo é glorificar a Deus. Então, eu peco quando as minhas ações não glorificam a Deus.

então eles concordam que não está se falando aqui em abolir toda a lei a lei como princípio, a lei como valor a lei como amar a Deus e ao próximo como a ti mesmo não é isso que está sendo abolido então o que está sendo abolido? então está sendo abolido exatamente a lei dos mandamentos na forma de ordenanças segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo segundo

para que dos dois criassem em si mesmo uma nova humanidade. É o que a gente falou, de um só povo. Então, aquelas ordenanças, além no sentido de ordenanças, que deixavam claro a separação dos povos, no sentido cerimonial. Então, o que estamos falando aqui, irmãos? A circuncisão. A circuncisão deixava claro quem era judeu e quem não era judeu.

Leis alimentares, comportamentos quanto à alimentação.

para marcar de novo, de forma étnica, de forma de povo, quem é judeu, quem não é judeu. Então, essas leis, ordenanças cerimoniais, essas marcações que sinalizavam quem era judeu, quem não era judeu, que os sacrifícios que fazem parte das cerimônias, essa...

e que era uma ação do povo judeu para com Deus, esses atos, esses sim, Cristo aboliu. Porque, de novo, não tem mais essa marcação de dois povos, quem é judeu e quem não é judeu. Como a gente viu aqui, Cristo aboliu a lei dos mandamentos na forma de ordenança, para que dos dois criassem em si mesmo uma nova humanidade fazendo a paz. Como a gente falou, paz para com Deus e paz para com os homens.

E esse texto é muito lindo, porque é a promessa que está lá em Isaías e nos remete ao Novo Testamento. Quando Jesus em Lucas 24, versículo 36 diz, falavam eles ainda estas coisas, quando Jesus apareceu no meio deles, eles dizem que a paz esteja...

com vocês. Eu vou ler mais alguns versículos, só para aprofundar esse momento de Jesus. Versículos 44 a 47. A seguir, a seguir, Jesus lhes disse, são estas as palavras que eu lhes falei, estando ainda com vocês. Era necessário que se cumprisse tudo o que está escrito a respeito de mim, na lei de Moisés, nos profetas e nos salmos.

Então, lhes abriu o entendimento para compreender as Escrituras. E disse-lhes, assim está escrito, que o Cristo tinha que sofrer, tinha de sofrer, ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia. E que, em seu nome, se pregasse o arrependimento para a remissão de pecados a todas as nações, começando em Jerusalém.

Então a gente retoma aqui a promessa feita a Abraão, que em ti serão benditas todas as famílias da terra. Jesus fala da pregação de remissão de pecados a todas as nações. E em Isaías, Deus prometia paz para os que estão longe e para os que estão perto. E aqui Paulo conecta tanto a paz prometida,

em Isaías, como a paz que Jesus sinaliza ali na ressurreição. A paz. Paz entre Deus e os homens. Paz entre homens e homens. A reconciliação. E havendo paz, havendo reconciliação, está abolido.

está abolido a lei no sentido de ordenanças no sentido cerimonial que inclusive marcava a divisão então tanto John Stott e Hedges que tem essa preocupação de delimitar aqui a questão da lei abolida porque como Cristo pontuou ele veio cumprir a lei então

o valor da lei de amar a Deus sobre todas as coisas e o próximo como a ti mesmo o Espírito Santo agora nos capacita para vivenciar isso

O que Paulo até sinaliza aqui, que é uma igreja que vive em amor. Ele sinalizou na oração em Efésios. Mas não mais a regra da lei, não mais as cerimônias da lei, não mais o sacrifício, não mais Israel se entendendo como o fim da bênção. Não mais o povo de Deus se entendendo como o fim da bênção, mas o povo de Deus se entendendo como instrumento para abençoar todas as famílias da terra.

Amém, meus irmãos. Estamos tranquilos até aqui. Tivemos esse desafio para refletir sobre tantos pontos dos versículos, mas alguns pontos aqui mais desafiadores, como esse muro, que essas informações externas acabam ajudando mais. E essa questão da lei.

que em outros textos fica claro a confirmação, como Jesus sinaliza no sermão do monte, de cumprir a lei, e é que fala em abolir a lei, mas a gente percebe que existe uma lei cerimonial, uma lei de práticas, uma lei de ritos, uma lei que marcava a divisão dos povos, mas existe essa lei, esse valor.

essa de amar a Deus sobre todas as coisas, é o próximo como a ti mesmo, que isso permanece em Cristo Jesus. Onde fazemos isso capacitados pelo Espírito, mas somos salvos pela graça, pela graça e não por obras, como Paulo já trabalhou aqui em Efésios, a gente já refletiu isso em encontros.

anteriores, meus irmãos. Bem, a gente acabou de refletir o versículo 15, né? Falamos sobre abolir a lei e dos dois povos, né? Judeus e gentios, uma nova humanidade, um único povo agora, né? Com paz, que não tem mais esse muro de divisão, não tem mais esses ritos que dividem, né?

E eles não só foram reconciliados, os dois povos, mas reconciliados ambos em um só corpo com Deus, por meio da cruz, destruindo a inimizade por meio dela. Então, como a gente tinha pontuado a imagem da cruz,

Na horizontal, reconciliando os homens. Na vertical, se reconciliando com Deus. É uma ilustração aqui. Paulo reforça aqui. Foi reconciliado os dois povos em um. E agora é reconciliado com Deus. Como a gente leu em João, Jesus fala que ele deu a sua vida. Em Lucas...

A gente acabou de ler que ele tinha que sofrer, ressuscitar dentre os mortos no terceiro dia e que em seu nome fosse pregado agora o arrependimento para a remissão de pecados a todas as nações. Deus perdoando o amor, irmãos. O amor, o grande amor diante...

diante dos filhos da ira sinalizado em Efésios 1.3 vem o grande amor de Deus em Efésios 1.4 com a graça que nos salvou meus irmãos em Cristo Jesus em Cristo Jesus tudo isso feito por Cristo então paz entre os homens

Paz com Deus. Lemos o versículo 16, né? Versículo 17. E quando veio Cristo, evangelizou paz a vocês que estavam longe e paz também aos que estavam perto. Então, de novo, os comentaristas destacaram que viram claramente aqui a promessa em Isaías. A promessa em Isaías. Por que eles viram claramente a promessa em Isaías?

Porque Isaías diz o Senhor, Tenho visto os caminhos do meu povo, mas vou curá-lo. Também guiarei e tornarei a dar consolação a ele e aos seus planteadores. Como fruto dos seus lábios, criei a paz. Paz para os que estão longe.

Paz aos que estão perto, diz o Senhor, eu sararei. Então, Cristo evangelizou paz a vocês que estavam longe e paz também aos que estavam perto. Jesus que vive, morre e ressuscita. Os comentaristas destacam isso. A vida de Jesus nos sinaliza esse novo caminhar.

essa nova humanidade criada em Cristo, esse poema de Deus, seguir os passos de Jesus, ser discípulo de Jesus, capacitados pelo Espírito Santo, é o que nos permite a ter paz com Deus e paz com os homens.

Paulo destaca isso nos textos. Os homens estavam indesculpáveis diante de Deus. A experiência do mundo antigo, irmãos, com deuses, era uma experiência muito de medo, muito de alguma maneira administrar...

tensão com os deuses, fazendo sacrifícios. Era uma experiência de inimizade. E como a gente viu com os povos também. Havia uma placa, irmãos, através do muro e você era morto. Era em Cristo. Só em Cristo, irmãos, isso pôde ser transformado. Só em Cristo conseguimos.

conseguimos chamar Deus de paz só em Cristo Deus olha para nós e vê a igreja vê o corpo de Cristo só em Cristo irmãos nós que percebemos como estávamos mortos em nossos pecados e transgressões e fomos perdoados e capacitados pelo Espírito Santo irmãos, somos habilitados a perdoar, só em Cristo que e

Que o Espírito Santo complete essa palavra no seu coração. E em Cristo, irmão, você viva em paz com Deus. Viva em paz com seu irmão. Que ele te capacite para viver essa paz. E que no poder do Espírito também, Deus possa estar agindo. Para que também, talvez nós, precisamos nos perdoar. E talvez nós, precisamos...

Que alguém nos perdoe no sentido de reconciliarmos uma relação. Que Deus possa estar agindo para que essa pessoa possa te perdoar. Que haja reconciliação, meu irmão. Você com a sua família, com seus amigos. Ou que você seja instrumento de Deus para promover essa reconciliação. Há pessoas, meus irmãos, precisando de reconciliação. Bem, irmãos, nós refletimos até aqui esse trecho.

Está falando de um povo que era dividido, mas em Cristo foi unido. Que um povo que vivia em inimizade.

com marcas humanas, como a circuncisão ou a incircuncisão, mas que em Cristo há paz entre esses povos, há paz com Deus. O povo que tinha um muro que dividia e que ameaçava de morte quem atravessava esse muro, mas que em Cristo esse muro foi derrubado. O final do capítulo 2, vamos falar do edifício.

Vamos falar de templo, como o Alex pontuou aqui. E templo é um conceito importante para os Efésios. Havia um grande templo em Éfeso. Como também é para os judeus o conceito de templo. Mas Paulo vai falar agora de um novo templo. Paulo vai falar agora...

pedra angular que é Cristo. Mas esses versículos finais ficam para o próximo encontro. Já são 9h20. Se algum irmão quiser pontuar mais algum comentário ou pedido de oração. A gente vai estar orando agora.

Encerrando, concluindo com esse versículo 17. E quando veio, Cristo evangelizou paz a vocês que estavam longe e paz também aos que estavam perto. Como a gente viu aqui, irmãos, ecos da promessa em Isaías, de Jesus em Lucas.

sinalizando a paz e concluímos aqui no versículo 18, porque por meio dele, ambos temos acesso ao Pai em um só Espírito, no poder do Espírito reconciliado com Deus acessamos ao nosso Deus, ao nosso Pai, com uma relação agora extremamente amorosa, uma relação com o Pai

Tendo Deus, um Deus relacional, diferente da experiência dos gentios, que sem Deus, sem relação, nós temos um Deus, um Deus relacional, um Deus que é pessoal, um Deus que se relaciona comigo, contigo, com nós, conosco. E uma maneira dessa conexão ser vivenciada, porque aqui, por quê? Por meio dele...

Ambos temos acesso ao Pai em um só Espírito. Uma maneira de viver intensamente essa experiência é através da oração, onde acessamos o Pai com o Espírito, com o Espírito nos capacitando no nome de Jesus. Que possamos vivenciar mais intensamente esse acesso ao Pai. Bem, estamos concluindo aqui o nosso encontro.

o irmão tenha uma boa noite uma boa semana teremos o nosso culto domingo para estarmos juntos cultuando a Deus em comunhão e estudo na próxima terça boa noite meus irmãos, fiquem com Deus graça e paz até mais