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#022 - JB Cast - Política, Filosofia e Espiritualidade com Tassos Lycurgo | JB Carvalho

08 de maio de 202659min
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#022 - JB Cast - Política, Filosofia e Espiritualidade com Tassos Lycurgo | JB Carvalho by JB Carvalho
Assuntos6
  • Guerra Cultural e MarxismoDoutrinação comunista nas universidades · Marxismo cultural e desconstrução da civilização · Antônio Gramsci e a ação na ideologia · Escola de Frankfurt e a contracultura · Revolução sexual e Alfred Kinsey · O poder da linguagem e a reengenharia verbal · LGBTismo e a desconstrução de conceitos
  • Cristianismo vs. AteísmoAteísmo intelectual vs. ateísmo moral · Nietzsche e a permissão de tudo · Dostoiévski e as consequências do ateísmo · Cristianismo como cosmovisão explicativa · Primeira de Pedro 3:15 e a razão da fé · Primeira aos Coríntios 15:14 e a ressurreição de Cristo
  • Ciência e CristianismoO mundo como criação de uma mente inteligente · Origem da ciência moderna em países cristãos · Universidades de renome e matriz cristã · Design inteligente vs. Criacionismo · DNA e a complexidade da vida · Nancy Pearcey e a Verdade Absoluta
  • Mensagem de vida e féA busca por um propósito maior · O papel de Deus na descoberta do propósito · Testemunhos de conversão · C.S. Lewis sobre anseios humanos · Agostinho de Hipona sobre o coração inquieto
  • A Verdade como PessoaJesus Cristo como o caminho, a verdade e a vida · Aleteia e a investigação filosófica grega · Relativizar a verdade é relativizar Cristo · Ciência e a busca pela verdade · Cálculos relativísticos e newtonianos
  • Gênesis: Transformado para ReinarCriação do universo a partir do nada (bara) · Formação e moldagem (yatsá, assá) · Criação dos céus, terra e matéria · Criação dos animais almáticos · Criação do espírito humano e imagem de Deus · O sopro de Deus (Ruach) · Jesus na criação e o Messias
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Olá, pessoal! Estamos em mais um JBCast, dessa vez comigo o professor Tarso Licurgo, que é da Universidade Federal, lá do Rio Grande do Norte, mas tem uma história um pouquinho diferente agora. Está morando nos Estados Unidos e eu tenho a alegria de recebê-lo aqui do nosso podcast. Seja bem-vindo, Tarso! Muito obrigado! Fico muito honrado pelo convite. É uma satisfação enorme estar aqui no JB Podcast. JBCast!

É isso aí, pessoal. Voltamos daqui a pouco.

Então, pessoal, estamos de volta. Tasso Licurgo, ele é professor titular do Departamento de Artes da Universidade Federal do Rio Grande do Norte, pesquisador visitante da Universidade Belive, na Califórnia, nos Estados Unidos. Ele também atuou nas faculdades de várias universidades, incluindo a Oral Roberts University, em Tulsa, Oklahoma.

E ele tem algumas formações aqui. Obteve doutorado em Educação Matemática Lógica pela UFRN em 2002, mestrado em Filosofia Analítica da Universidade de Sussex, no Reino Unido, e também fez pós-doutorado em Apologética Cristana, e Sociologia do Direito na Universidade Federal da Paraíba, no Brasil. Você passou muito tempo estudando, Tasson.

Pois é, é fato. Eu não tinha uma certeza do que eu gostaria de fazer, e eu ia fazendo esses cursos assim, mas faltava-me um propósito maior, um direcionamento que só Deus foi capaz de me dar mais à frente, sabe? E você encontrou? Graças a Deus. Inclusive, bispo, quando as pessoas se convertem...

Elas têm testemunhos impactantes. Quando eu me converti, eu queria ter um testemunho. E assim eu não tinha, sabe? Sabe aquele pessoal que dizia... Eu era...

assassino, deixei de ser, eu fazia aquilo. Mas depois eu vi que o meu testemunho é tão impactante quanto, porque Deus me deu o propósito que faltava para a minha existência. É incrível. O Mark Thelma, quem disse, os dois dias mais importantes da sua vida é o dia que você nasceu e o dia que você descobriu o porquê. Tem gente morrendo sem descobrir o propósito, Tassi? Isso.

E não há nada nesse mundo, como disse S. Lewis, que pode dar esse propósito. Nós, quando vivemos aqui, ele diz, eu tenho questões, desejos, que não há nada que possa satisfazer. Então, esse é um indício muito forte de que nós fomos feitos para outro mundo.

É interessante isso. As pessoas falam muito do problema do sofrimento, mas tem também o problema do prazer, que é nada neste mundo, por mais dinheiro que uma pessoa possa ter, é insuficiente para dar esse senso de plenitude, propósito e sentido que só Deus pode dar.

É o que diz o nosso Agostinho de Pona, Tu, ó Deus, nos criaste para Ti, e estaremos inquietos enquanto nossos corações não repousarem em Ti. Fomos feitos para a eternidade, fomos feitos para Deus, para o louvor da sua glória, segundo a linguagem do profeta Isaías. Isso, e é a mais pura verdade.

E em Cristo converge todas as coisas, se centralizam, se orbitam. A vida fora da órbita de Cristo é uma vida sem sentido. É uma vida absolutamente sem sentido. É como um zigue-zaguear pelo mundo, sem saber para onde vai. E quando se alcança aquilo que se acha que daria sentido, se descobre que naquele momento você está mais vazio do que sempre esteve.

É o conceito de angustia, da angústia existencial, é exatamente isso. É você viver uma realidade que não pode satisfazer os anseios e angústias existenciais. E só Deus pode fazer isso. Então, quando nós descobrimos a saída, é transformador mesmo.

Mas, Tasso, que incrível essa perspectiva de que a gente foi criado para algo mais do que simplesmente essa vida. Fomos criados para a eternidade. Deus colocou a eternidade dentro do homem, diz a Bíblia. E hoje as pessoas parecem que vivem dentro dessa falta de transcendência. Elas negam, na verdade, e querem viver dentro de uma imanência.

Elas negam a Deus e parece que você se tornou esse apologeta contra o ateísmo raivoso, que não é um ateísmo científico, é um ateísmo que tem um viés, uma emoção, uma frustração, uma amargura. Eu estou certo em dizer que muitos ateus não creem que Deus não exista, eles simplesmente odeiam Deus?

Eu diria que há dois tipos de ateísmo. Há um ateísmo de índole intelectual, este sim decorrente de uma aceitação de uma visão de mundo diferente do cristianismo, como se aquela outra visão de mundo fosse a verdadeira, esse é o ateísmo intelectual. Com esse você pode dialogar, você pode apresentar as evidências, as razões para a fé. Mas há um outro tipo de ateísmo com o qual o senhor...

faz contato nas suas colocações, que é o ateísmo de índole moral. Muita gente encontra no ateísmo uma visão de mundo que dá respaldo aos desmandos que ela quer levar na vida. Então, não é esta pessoa adepta do ateísmo porque acha que o ateísmo é a visão de mundo que mais bem explica a realidade. Mas é adepta do ateísmo porque ela quer uma visão de mundo que diga que ela pode fazer o que quiser. Como já dizia Nietzsche, se Deus está morto...

tudo é permitido. Se você tem Dostoiévski, irmãos Karamazov, se você tem Nietzsche que matou Deus, Deus se tornou irrelevante diante do mundo, e Dostoiévski, irmãos Karamazov, dá consequência desse movimento dizer que se você vive numa visão de mundo em que Deus está morto, tudo é permitido.

Que incrível, gente. E qual é a cosmovisão que se encaixa dentro desse aspecto tão importante de explicar o mundo da melhor forma? O cristianismo é, de longe, a visão de mundo que mais bem explica o mundo pelos dois critérios essenciais que uma visão de mundo deve atender.

O primeiro critério é da correspondência com a realidade e o segundo critério é da coesão. Então o cristianismo, em qualquer um desses critérios, é melhor do que qualquer outra visão para dar explicações para as quatro grandes questões da vida, que são questões de origem, questões de destino, questões de moralidade e questão de propósito.

Então o cristianismo faz isso. Então há várias passagens nas escrituras, caso queira falar sobre isso, que logo nos diz que o livro sagrado cristão, ele automaticamente se coloca susceptível à investigação, o que outros livros não fazem.

Você veja, por exemplo, a primeira de Pedro 3,15, que as escrituras dão uma ordem, que nós estejamos preparados para apresentar as razões da esperança que há em nós. Então isso é muito relevante. Não há nada parecido com isso e nenhuma outra cosmovisão, muito menos religiosa, em que você tem um mandamento escritural determinando que devemos saber o porquê da nossa fé em uma carta ainda mais aberta, católica, cuja interpretação é mais direta. Então isso é muito impressionante.

Há outras situações muito impressionantes também. Se nós formos para a primeira aos Coríntios 15 e 14, nós vemos o apóstolo Paulo colocando como base do cristianismo a ressurreição de Cristo. Se Cristo não ressuscitou, a nossa fé é vã, a nossa pregação. Ele está dizendo que a base intelectual do cristianismo é um fato histórico, investigável. Não é um fato meramente espiritual, não é um fato insusceptível da investigação. O cristianismo dá o pano de fundo.

filosófico no qual a ciência é possível. Porque o cristianismo vai dizer, a visão judaico-cristã do Antigo e do Novo Testamento vão dizer que o mundo é organizado por uma mente inteligente e, portanto, faz sentido a empreitada de busca da inteligibilidade do mundo. Só faz sentido se buscar a inteligibilidade do mundo pelo esforço da nossa inteligência se nós pressupusermos que o mundo foi organizado inteligentemente e, portanto, a partir de uma mente inteligente.

Não é por outra razão que a ciência moderna só aparece em países de matriz cristã. Só aparece. Não é por outra razão que as maiores e melhores universidades do mundo nasceram em países de matriz cristã. Harvard, Princeton, Cambridge, Oxford, Yale. Todos em países de matriz cristã. Por quê? Porque é o esforço intelectual de se buscar padrões de inteligência diante da pressuposição de que o mundo é...

inteligível, porque foi organizado inteligentemente e, portanto, por uma mente inteligente por trás, que é Deus. É a Nancy Pierce, naquele incrível livro dela, Verdade Absoluta, que fala que dentro de uma célula...

existe uma cidade industrial em miniatura, e que se nós pudéssemos investigar isso e estivéssemos ali, nos idos de 1859, naquele terremoto que causou o livro do Darwin, somente a análise de uma célula desmontaria completa essa teoria.

Porque não há vida simples. Essa é a grande constatação. Se nós pegarmos uma só célula, ou então um organismo unicelular de uma só célula, como uma ameba, por exemplo, e nós formos analisar unicamente um elemento desta célula, que é o DNA, que é um alfabeto de quatro letras, A, T, C, G, nós veremos que na ameba existe informação no seu DNA equivalente a mil volumes da enciclopédia britânica.

Não há vida simples. O homem é uma vida muito mais complexa do que a ameba, mas nós não podemos jamais dizer que a ameba é uma vida simples. E, portanto, é uma insanidade achar que, da não vida, por acaso, haveria uma organização para gerar algo que tem que ser, já na sua base, extremamente complexo, como é a vida de um organismo no celular. Agora, o homem é muito mais complexo. Nós chamaríamos isso de design inteligente?

Eu chamo isso de criacionismo.

criacionismo. Qual a diferença entre as duas coisas? Veja bem, o design inteligente é uma visão de criar um desenho inteligente no mundo. Isso é verdade, mas é incompleto. Porque, por exemplo, se um ET tivesse feito isso, a conclusão seria a mesma. Se um outro Deus qualquer tivesse feito isso, a conclusão seria a mesma. Eu acho que nós temos informações suficientes na realidadeuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

para dizer que a causa de tudo isso é o Deus de Abraão, Isaac e Jacó, revelado plenamente na pessoa de Jesus Cristo. Eu acho que nós não devemos ter medo, inclusive intelectual, de demonstrar a viabilidade intelectual de se defender em qualquer ambiente, seja acadêmico, político, religioso, qualquer um que seja, que a causa do universo é o Deus de Abraão, Isaac e Jacó, revelado plenamente na pessoa de Jesus Cristo.

E daí nós inventamos a racionalidade, porque nós não temos medo da verdade, e então surgiram as universidades. Isso. A verdade para nós tem um valor muito maior do que em qualquer outra visão de mundo, porque para nós a verdade transcende o conceito, transcende a ideia. Para nós a verdade é uma pessoa. João, no capítulo 14, no verso 6, Jesus de Nazaré diz, Eu sou o caminho, a verdade e a vida. Ninguém vem ao Pai senão por mim. E ele usa a verdade aqui em grego.

Aletea, que é exatamente o termo utilizado por séculos de investigação na filosofia grega. Então, para nós, a verdade sempre esteve no epicentro da nossa vida. É indissociável da nossa fé, porque é a verdade Jesus Cristo encarnado.

relativizar a verdade é relativizar o nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Então a importância para nós da verdade na cosmovisão cristã é também muito maior do que qualquer uma outra. Por exemplo, a ciência não está tão interessada na verdade. Você pega um físico, por exemplo, se ele vai fazer um cálculo, ele usa cálculos relativísticos.

E a partir daí, automaticamente, para ver se ele não encontrou resultados muito dispares, ele faz para a mesma situação cálculos newtonianos, quando a relatividade e a mecânica clássica de partículas newtonianas são incompatíveis entre si. Mas ele não se incomoda com essa incompatibilidade teórica. Uma diz que a gravidade é uma força, outra diz que a deformação do espaço, uma diz que o tempo e o espaço são dissociáveis, outra diz que são indissociáveis, são visão de...

Nós estamos falando de dois mundos com regras diferentes, ok? E um valoriza a verdade, o outro apenas a possibilidade de você prever e controlar o fenômeno. Quando houve essa ruptura entre a ciência e os cientistas? Essa ruptura é irreal, de fato não existe. O que existe é uma doutrinação.

de índole do comunismo ideológico nas universidades, tentando afastar do discurso científico qualquer teor do cristianismo, porque outras visões de mundo são aceitas lá. Então, a ruptura, de fato, não existe, porque ciência só pode ser feita, conforme nós vimos, diante da percepção de que o mundo foi organizado inteligentemente. E as escrituras dizem isso.

Na carta aos Romanos, no capítulo 1, no verso 20, o apóstolo Paulo diz que pelas coisas criadas nós temos acesso a quem Deus é, a várias características de Deus. E o estudo das coisas criadas é chamado ciência. O estudo das escrituras é chamado teologia. Então a própria Bíblia, na carta aos Romanos 1, 20, já deixa claro que a ciência é um exercício de estudar quem Deus é.

Mas quando eu digo que houve uma ruptura entre ciência e cientistas, é porque em algum momento, aqueles que defendem o conhecimento científico...

romperam com essa égide da busca pela verdade. Eles estão, na verdade, contaminados por uma doutrina, você chamou aí de comunismo, é o marxismo, o marxismo cultural. É a desconstrução do modelo civilizatório.

Nesse sentido, vale tudo. As regras não existem. O que nós precisamos é derrubar o inimigo. Nesse caso, o inimigo que foi eleito é o cristianismo, o homem, como ele existe, o casamento, papai, mamãe e filhos, o conceito do que é um homem, do que é uma mulher, daí nascem todas essas perspectivas de...

feminismo e todos esses movimentos de desconstrução do que seria a nossa civilização. É isso que é o marxismo?

A simples análise da posição religiosa dos cientistas mais bem posicionados no mundo demonstra que a maioria é teísta e entre os teístas é cristã. Isso é um dado, é um fato. Se você pegar a lista dos prêmios Nobel do mundo... Cristãos ou judeus, né? Sim, o que há no judaísmo é algo diferente, que é a ideia de que nós temos menos de 2% da população ganhando mais de 20% dos Nobel.

Isso é impressionante. Mas existem muitos cientistas, o próprio Einstein, o Freud, que tem as suas complicações, mas existem muitos judeus que ocuparam esse espaço, essa cátedra. Isso. Newton, Copérnico, Galileu, Pasteur, todos eles eram cristãos declarados. Newton estudava mais escatologia do que estudava ciência. Ele era um devoto dessa perspectiva do tempo do fim. Enfim, nós temos aí...

Ele escreveu mais sobre as escrituras do que sobre ciência.

Isso está disponível, tem até um projeto de Oxford, da Universidade de Oxford, em razão do qual nós temos acesso a toda a obra literária de Newton. Mas por que razão, então, se cunhou, se projetou na sociedade que ser cristão é ser estúpido? No caso do Brasil, pelo ingresso do comunismo ideológico, marxismo ideológico, que fez com que...

o cristianismo fosse fortemente atacado nos ambientes do entretenimento, da cultura e da educação. Isso se dá na sua origem porque Marx e Engels, quando ele criam a sua teoria, eles tentam dar uma leitura de sociedade a partir de uma visão da economia. Então eles dizem que as sociedades passam do feudalismo a tensões internas, então a revolução, chamada Revolução Burguesa, passa-se para o capitalismo, então você tem tensões internas e tem uma revolução chamada Revolução Operária e passa-se para o comunismo.

Era uma leitura intelectual de como as sociedades deveriam funcionar com base na economia. Tanto que a oposição era trabalhador, empregado, burguesia, proletariado, etc. O problema com essa visão de mundo, que era uma visão intelectual, até assim respeitável, o problema é que isso não funcionou. As sociedades não...

responderam dessa forma e não funcionavam da forma que eles previram. O primeiro contra-exemplo foi a própria Revolução Russa de 1917, em que você tem uma passagem do feudalismo para o comunismo como uma burguesia irrelevante. Então, o que foi que fizeram os pensadores pós-marxistas? Abandonaram gradativamente o discurso econômico que geraria na ideia de Marx e Engels a superestrutura ideológica e passaram gradativamente a agir diretamente na ideologia.

O próprio Lênin já fez muito mais ação de índole ideológica com a roupagem política do que previa a teoria marxista. Até que essa estratégia chega ao máximo na obra de Antônio Gramsci, que estava preso sob o regime de Mussolini, quando escreveu Cadernos do Cárcere, e lá ele diz que a ação é fortemente na ideologia. Então, essa técnica de oposição antes de índole econômica, de proletariado contra a burguesia, patrão contra...

foi implementada agora no âmbito ideológico. Então, hoje em dia, a oposição é feita entre homem contra mulher, homossexual contra heterossexual, nordestino contra sudestino, branco contra negro. E daí se criam todas essas ideologias coletivistas que são fruto desse comunismo ideológico para exercer domínio sobre essas pessoas. É que nós temos o negrismo, o indigenismo, o feminismo, o antinatalismo, o antipatriarcalismo, até o veganismo.

se presta esse papel e muitas outras ideologias mais. Que são religiões políticas. São religiões. Quando nós pensamos que tem todo esse sistema doutrinário por detrás, o veganismo, por exemplo, é uma ideia dessa divinização da criação nesse extremo, onde o animal não pode ser...

fruto do consumo do ser humano, já que o animal tem essa divindade em si. Então, isso é monismo e panteísmo ao mesmo tempo. Então, nós não estamos falando de nada novo, estamos falando de velhas mentiras. O veganismo é a antessala da ecologia profunda que, por sua vez, é um passo para o panteísmo. É verdade, todo vegano tende a tirar Jesus Cristo e colocar o papagaio da cara roxa no lugar.

abandonar o Criador e enaltecer a criação. Esse é o grande problema espiritual do veganismo, é o caminho para o panteísmo. É o que o Romanos, capítulo 1, vai denunciar sobre adorando a criatura ao invés do Criador.

E por causa disso, Deus os entregou a disposições mentais, reprováveis, desonrando os seus corpos, homens com homens, mulheres com mulheres. Tasso, eu comecei falando com você aqui nos bastidores sobre como você tem sido odiado, até perseguido. Conta um pouquinho para nós dessa história.

Desde sempre, desde a conversão, isso tem acontecido, isso me enaltece pessoalmente, eu fico muito feliz com isso. Eu tenho a concepção plena de que se nós somos cristãos e não sofremos algum tipo de perseguição em razão da nossa fé, é bom que nós reavaliemos a nossa saúde espiritual.

É essencial que nós nos coloquemos contra o mundo, nos coloquemos contra os ditames do inimigo de nossas almas. Isso tem acontecido sempre. No caso das universidades, o que tem acontecido no Brasil é uma hegemonia de pensamento. O que eu digo sempre é eu estando na universidade, é pelo menos um argumento para dizer que há algum tipo de diversidade. Porque o que o comunismo ideológico quer é diversidade desde que ela seja da mesma coisa.

Isso é o que está acontecendo. Então, o comunismo ideológico conta da educação, do entretenimento e da cultura no Brasil e ataca ferozmente tudo o que pareça cristianismo, em especial as suas duas principais instituições, que são a igreja e a família. Então, é algo natural que eu sofro e é esperado que faça isso, porque o que eu digo é o óbvio que eles não querem aceitar. Eu digo que homem é homem, que mulher é mulher, que casamento é entre homem.

E mulher, o que eu digo são coisas bastante óbvias. Não precisa nem de muita elaboração filosófica para defender o que eu estou dizendo.

Essa conversa do Tars está bem fundamentada na Bíblia, já que Paulo disse a Timóteo, aquele que quiser viver piedosamente seguindo a Jesus vai padecer de perseguições. E nas palavras do bom mestre, se chamaram o dono da casa de Beuzebul, que chamarão os seus domésticos. Se perseguiram a mim, perseguirão a vós. Mas se guardaram a minha palavra, também guardarão a vossa. Eu realmente acredito que nós temos esse nível de tensão, porque estamos colidindo com o velho mundo para trazer uma nova realidade, que é o reino de Deus.

Isso, nós estamos como um exército em um território ocupado, como já dizia C.S. Luas. Somos um exército em um território ocupado. Então, o que nós proclamamos aqui, o mundo detesta. O que nós proclamamos aqui, o mundo odeia. Então, é natural que sejamos atacados e é natural também que nós nos preocupemos se não houver ataques provenientes desse mundo.

E nessa guerra cultural, poderia chamar assim de guerra cultural, nós estamos perdendo ou estamos ganhando, Tassi? Aí depende da perspectiva, porque a nossa grande motivação na realidade é fazer com que cada vez menos pessoas sejam cooptadas por essas garras perversas.

Essa é a grande luta. Nós sabemos o fim que este mundo vai ter, está nas Escrituras. Mas cabe a nós nos envolvermos no projeto de Deus aqui na Terra para que possamos, de fato, saquear o inferno e povoar o céu. Então, cabe a nós, enquanto estamos aqui na Terra, entre a nossa conversão...

e irmos morrermos ou então Jesus vier, cabe a nós neste hiato que nós nos dediquemos ao máximo no envolvimento desse projeto proveniente de Deus para a nossa vida, para que mais e mais pessoas não sejam cooptadas, destruídas. E isso é um fato real. E muito importante essa sua pergunta, Bispo, porque me deixa falar algo. O meu interesse não é meramente acadêmico, não é meramente intelectual.

Meu interesse é real. Eu viajo por muitos lugares e vejo famílias, muitas das quais lideradas por homens piedosos, com seus filhos destruídos por essas ideologias. Então, nós temos que nos movimentar para que isso não aconteça. Eu vi o Francis Schaeffer, não sei se foi exatamente ele, falando sobre um avivamento nas faculdades de filosofia com um sujeito chamado Platinga.

Você conhece essa história? Alvin Plantinga. Plantinga. Ele é um intelectual cristão muito relevante, ele atualiza o argumento ontológico, que a origem desse argumento é com o Santo Anselmo. E ele tem uma atualização muito relevante desse argumento ontológico para a existência de Deus. Santo Anselmo ali do...

da Escolástica. Sim, ele dizia assim, o argumento é muito poderoso, embora seja muito filosófico, talvez não seja tão popular por conta disso, mas o argumento é assim, Deus é o ser do qual não se pode pensar nada maior. Então, esse ser do qual nós não podemos pensar nada maior necessariamente tem que existir, porque a sua versão não existindo é menor do que sua versão existindo.

O ser do qual não se pode pensar nada maior, se essa é a definição de Deus, ele tem necessariamente de existir. Porque se você imaginar um ser do qual não se pode pensar nada maior inexistente, você não chegou no ser do qual não se pode pensar nada maior. Porque esse mesmo ser existindo é ainda maior do que o ser que você acabou de pensar.

Que incrível, gente, nós estamos tendo aqui um super bate-papo com Tarso Licurgo, mostrando que a maneira de crer num Deus único que foi manifesto na pessoa do seu filho Jesus Cristo, que é o caminho, a verdade e a vida.

que abaixo dos céus não existe outro nome dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos, que não existe outro mediador entre Deus e os homens, que sustenta todo o universo pela palavra do seu poder, que é o resplendor da glória de Deus, o alfa, o ômega, o princípio, o fim, a testemunha fiel, aquele que é, que era, que há de vir, é uma perspectiva, se não a perspectiva mais correta para você enxergar um mundo longe de qualquer...

misticismo, o cristianismo é racional. É racional, existe um mandamento, conforme nós vimos na primeira de Pedro 3,15, o próprio Jesus de Nazaré, quando questionado sobre quais os maiores mandamentos. Isso está em Mateus, no capítulo 22, no verso 37, diz, amar a Deus com toda a sua alma, seu coração, o seu entendimento.

Então, o entendimento, a compreensão de Deus é, inclusive, uma condição sine qua non para que nós o amemos cada vez mais. O movimento que diz que o cristianismo é racional porque trata-se de coisas do mistério de Deus esquece da segunda parte do próprio verso ao qual essas pessoas estão se dirigindo, que é Deuteronômio 29, 29.

A primeira parte de Deuteronômio 29 diz, as coisas misteriosas pertencem ao Senhor nosso Deus. Mas a segunda parte diz, mas as reveladas nos pertencem e aos nossos filhos, para que cumpramos todas as palavras dessa lei. Então o cristianismo é a revelação do Criador do Universo e, portanto, que pode ser compreendido pela inteligência.

E a glória dos reis é esquadrinhá-las. Isso. Agora, é importante dizer que a fé é diferente da razão. A fé leva lugares muito mais longe do que a razão. Mas não é contoar a razão. Você falou para mim que foi comissionado pelo Krennic Reagan, pelo Ministério Rema.

Então, nós estamos falando, quando você fala que a fé é diferente da razão, que a fé é uma projeção maior, é uma transcendência, uma capacidade de enxergar além da realidade. Como é que isso comunga essa perspectiva racional e essa perspectiva transcendente?

Com o tipo de fé que você exerce, existe a fé proposicional. É a fé em uma proposição. Essa é racional. Por exemplo, eu tenho fé que Jesus ressuscitou. Jesus ressuscitou é uma proposição. Pode ser verdadeira ou falsa.

Então você pode investigar isso. Existem argumentos racionais, intelectuais, para você investigar essa proposição que está na base do cristianismo, de acordo com os primeiros corintios 15 e 14. Muitos argumentos nós podemos falar pelos argumentos a favor da ressurreição de Cristo. Inclusive, existem acadêmicos que dedicam sua vida para isso. E eu aconselho aqui o Gary Habermas. Não confundir com o filósofo Jürgen Habermas. Gary Habermas é um historiador americano, deve com metade da sua vida isso.

Eu sugiro que você assista um filme em defesa de Cristo, que é um filme sobre um jornalista que tentou provar que Jesus não tinha ressuscitado nada e acabou se tornando um de nós. É, Lee Strobel, né? Lee Strobel. É, agora existe a fé que não é proposicional. Qual é a fé que não é proposicional? É dizer, eu tenho fé em Cristo.

É diferente. Quando você, a partir do exercício da fé proposicional, você garante a veracidade daquela cosmovisão, você passa para o segundo momento, que é a fé da entrega. Você tem fé em Cristo?

É a ideia de que você se nega para que Cristo vive em você. É o segundo passo. Kierkegaard, que é o existencialista cristão, ele dizia assim, os três estágios da evolução. O primeiro é o estético. Você passa a dar valor àquilo que lhe parece belo. Depois é o moral. Você passa a dar valor para aquilo que lhe parece bom. Mas esse terceiro estágio de jogar-se verdadeiramenteuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu

é um estágio que ele não podia descrever, se não mostrar. Ele dizia, é como você chegar na beira de um despenhadeiro, de um precipício, e jogar-se com a certeza que uma mão o segurará. Então, esse lançar-se...

é respaldado pelo intelecto que limpou os obstáculos entre o homem e o espírito, mas não é, em si, racional. É um elemento volitivo, um elemento da vontade, o que C.S. Lewis chamaria de rendição.

curiosamente, quase que paradoxalmente, a racionalidade limpa os obstáculos entre o homem e o evangelho. Mas quando está limpo, você abre o seu coração, você se rende e aí há um lançar-se. E a partir daí você vive como de fato você é, a sobrenaturalidade de Deus. É por isso que os movimentos mais radicais do pentecostalismo no mundo e aí

são absolutamente compatíveis com a racionalidade, porque eles tratam de um momento em que a racionalidade já limpou o obstáculo entre o homem e o evangelho, e agora lançasse. Não é por acaso que o homem mais inteligente de todas as escrituras, criado aos pés do neto de Iléo.

Gamaliel era neto de Ilé, o fundador da maior escola judaica de todos os tempos, teve a sua conversão, o apóstolo Paulo, o Saulo, que nunca mudou de nome, sempre teve o mesmo nome, o apóstolo Paulo teve a sua conversão, não por um algoritmo, por um argumento lógico, mas teve pela exposição à verdade que ele tanto buscava, ele sempre buscava a verdade, era zeloso, e ali teve a sua conversão naquele momento.

Foi um verdadeiro encontro, o sol se tornou pálido diante da luz que apareceu no caminho de Damasco. Mas então, nossa fé não é um salto no escuro, não é uma fé cega, é um lançar-se sobre os braços de quem não nos deixará cair. E isso já respaldado pelo convencimento de que você está diante da expressão genuína da verdade.

Você não precisa. Eu tenho fé, por exemplo, e algo muito menor nesse momento aqui, é que essa cadeira não irá quebrar.

Eu não analisei. Espero que não, gente. Mas a gente está aqui sentado sem essa preocupação. Por quê? Porque a gente tem argumentos intelectuais suficientes para fazer essa aposta. Imagine quando você tem uma experiência genuína, intelectual, com a viabilidade do cristianismo, e você passa gradativamente a ter uma experiência pessoal com Cristo. Então, não é irracional. Pelo contrário, é racional. Agora vai além da razão.

Muito importante esse ponto, sem interromper você, porque precisamos colocar as coisas em perspectiva. É racional, mas a razão não consegue, não cabe dentro da sua mente, da minha mente, a experiência com Deus. Deus é maior do que a vossa filosofia. Existem mais coisas entre os céus e a terra. Então, nós precisamos entender que essa transcendência, essa meta física...

essa sobrenaturalidade, ela faz parte do evangelho de forma que coisas acontecem sem que nós consigamos entender nem explicar. Os milagres, por exemplo, nos evangelhos, a ressurreição de Jesus, tudo aquilo que acontece tem uma explicação dentro daquele que é o detentor da ciência, ele tem todo o conhecimento.

Ele conhece todas as coisas reais e possíveis. E eu acredito realmente que ele tenha a forma como ele faz para que, por exemplo, uma pessoa volte da morte, para que o cego Bartimeu enxergue, para que a mulher do fluxo de sangue tenha estancado a sua hemorragia. Existe ali uma ciência por detrás disso que não nos era...

conhecido então naquela época, mas Deus fez isso acontecer porque ele é capaz, ele é poderoso, a sua atribuição é que ele é o todo poderoso, então ele pode fazer o que ele desejar fazer. E quando nós pensamos que a nossa racionalidade...

a nossa mente não consegue compreender ainda, e foi isso que o Tomás de Aquino tentou fazer com a Escolástica, tentou dar uma explicação para essas coisas que a razão ainda não tinha alcançado. Nós estamos ainda longe disso, Tassos. Em todas as áreas, inclusive na própria ciência. A ciência desenvolve-se fora da racionalidade. Por exemplo, a pressuposição de que as leis de hoje funcionarão amanhã, isso sem Deus é um salto no escuro.

Não há nada na ciência que garanta que as leis da física que regem este copo sobre a mesa serão as mesmas de amanhã. Não há nada que garante que as leis da física que aqui em Brasília estão atuando são as mesmas que estão atuando em Oklahoma, em Tóquio. Isso é uma pressuposição. A ciência não explica isso. O método científico, por exemplo, não é provado por nenhuma ciência.

Existem vários elementos irracionais no fazer científico também, e muito piores, porque a ciência coloca no lugar de Deus algo que não entrega o que se promete, que é o acaso. O acaso não entrega o que a ele é prometido, o que acha que ele deve entregar, não entrega. Então, a irracionalidade do fazer científico é ainda maior.

do que a crítica que alguns ateus fazem ao fazer do cristianismo. Porque o cristianismo tem, como você bem colocou, o criador do universo atrás de tudo isso. Então, os milagres na perspectiva de que Deus que cria o universo a partir do nada, pelo uso do verbo baral...

que é um verbo que só pode ter como sujeito o próprio Deus, porque designa uma ação tão poderosa ou tão poderosa que ninguém mais pode executar, que é criar tudo a partir do nada. Já aparece três vezes em Gênesis 1. É, Gênesis 1, 1, 21 e 1, 27. O...

Deus que cria o universo a partir do nada pode interferir no universo. Então no resto ali não estava chamando do nada, estava formando ou dando forma, estava criando algo a partir de algo. O Gênesis capítulo 1 não é a criação de tudo, então já existia algo anterior que estava dando forma a algo novo? Existem três criações inaugurais em Gênesis 1.

Gênesis 1, no princípio Deus criou os céus e a terra, princípio tempo, céus espaço, terra matéria. Veja que o tempo pode existir sem o espaço sem a matéria, mas o espaço não pode existir a não ser no curso temporal. Então o espaço pressupõe a criação anterior do tempo ou concomitante do tempo.

O espaço, por sua vez, pode existir sem a matéria, mas a matéria não pode existir senão, num espaço e no curso temporal. Então, a criação da matéria pressupõe ou a criação anterior do espaço e do tempo ou concomitante ao espaço e o tempo. Até a lógica está ali nas Escrituras. Então, no princípio, Deus criou os céus e a terra. É bara. Em Gênesis 1, 21, é a criação do que eu chamo de animais almáticos, porque nós temos no hebraico a palavra almático.

animais que reagem emocionalmente. Nós estamos falando de seres do mar, né? Sim, e você tem outros também que reagem emocionalmente. E Gênesis 1, 27, a criação... Do espírito humano. Espiritual. Isso é o que caracteriza o homem.

Ele é um ser espiritual. Não é tecido feito da terra, porque os animais também foram feitos da terra. Isso está lá em Gênesis 2, 18. Então, nós temos em Gênesis 2 a criação do boneco de barro.

No Gênesis 1, a criação do Espírito Humano. O Espírito Humano é criado ali, a perspectiva de que um ser espiritual, e portanto capaz de ser imagem de Deus, de refletir a glória de Deus, a imagem é isso, é a capacidade de você refletir a glória de Deus. Nós somos os únicos capazes de fazer isso, criar a imagem e semelhança de Deus. E a partir daí, essa concepção espiritual é formada.

E posteriormente, na formação, o verbo não é mais bará. O verbo é yatsá ou assá. O verbo em hebraico é de formar, moldar. E ali ele molda o homem e sopra.

faz o boneco, como o senhor falou, e sopra o Espírito criado. Sopro em hebraico. Aliás, nas línguas antigas, sopro, vento e espírito tem o mesmo nome. Ruar. Ruar em hebraico. Soprar, né? Ruar. Inclusive, em Atos 2... A língua hebraica é soprada. É incrível isso.

Em Atos 2, quando se tem o vento impetuoso, na minha opinião, certo? Isso não está explicitamente na Bíblia, e eu lhe peço licença para colocar essa opinião. Na minha opinião, o que os apóstolos ouviram, os céus gritando, foi o quê? Ruar, Espírito. Na verdade, nada de bom pode ter sido criado.

Nada de bom existe sem o Ruach, sem o Espírito. Toda boa dádiva, todo dom perfeito procede do Pai das luzes, onde não há sombra nem variação de mudança. O homem não pode ter um bom pensamento, uma boa ideia, um bom sentimento, que não seja proveniente de Deus. É incrível porque o Ruach é o fôlego da vida. Sem ele, todos estariam mortos. Animais, seres micro...

microvidas, micróbios, seres marítimos. A criação se deve ao Espírito, é o Espírito que sustenta tudo isso. E o autor hebreu vai dizer que é Jesus que tem o seu DNA impregnado na criação. Na cultura, você vai ver facetas da mitologia que apresentam o Messias, o verbo, o Cordeiro de Deus. Aquela ideia de que você tem um...

um salvador, um cavaleiro de armadura brilhante chegando para salvar, o desejado das nações, como diria Agel. Tudo isso remonta à ideia do Messias, à ideia de Jesus. Ele é presente em toda a criação.

Inclusive é isso que eu ensino lá para os alunos de Curca Academy que eu lhe falei, que todas as passagens do Antigo Testamento só podem ser interpretadas de maneira clara, profunda e bela se elas forem vistas pela lenta interpretativa que dá sentido a elas que é Jesus de Nazaré. Se nós formos para Gênesis capítulo 3, verso 21, por exemplo, Gênesis 3 é o dia da queda. Gênesis 3, 21, as escrituras dizem que Deus veio e vestiu de pele.

Adão e sua mulher. O que é isso? Essa pele não é artificial. É uma pele natural. Houve um sacrifício ali. Se você olha para aquilo pelas lentes de Cristo, entendendo que tudo aponta para Cristo... Apocalipse 13, verso 8, o cordeiro morto antes da fundação do mundo? Então, já é esse elemento pedagógico exposto à humanidade a partir do dia da queda.

que está presente no inconsciente coletivo. Quando a gente vai pensar nas mitologias, tem toda essa ideia de sacrifício, da redenção. Se você for visitar as culturas mais antigas, todas elas têm essa ideia. Isso. O núcleo de falsidade.

E até mesmo dentro daquilo que o Campbell chamava do mito do herói, o herói das mil faces, a jornada do herói, toda essa trajetória de alguém que sofre, sofre, sofre, cresce, desenvolve seus dons, tem um mentor e, por fim...

vence. Isso está presente no Rei Leão, está presente no Matrix, Lacan O'Neill, está presente no Luke Skywalker. Esse roteiro de cinema que ativa dentro de nós esses instintos mais primitivos, que realmente emociona a gente. O que não emociona a gente é essa lacração, que não dá mais para assistir muito do que se produz hoje, porque está cheio de marxismo.

Tomou conta. E no caso do Brasil, de maneira bastante interessante, isso aconteceu durante o regime militar. Os militares não entenderam o poder do domínio da cultura, da educação e meio que abriram espaço para o gramitismo nessas áreas. E, de fato, o Brasil está absolutamente tomado por isso.

Você citou o Antônio Gramsci aqui, as cartas da prisão, do cárcere, mas a gente tem um outro movimento que acontece na escola de Frankfurt, ali em 1924, a partir de 1924, que teve uma influência muito decisiva, principalmente nos Estados Unidos. E como afetou os Estados Unidos, afetou o mundo inteiro. Dentro da escola de Frankfurt, com o Theodoro...

Adorno, com o Mark Hockheimer, com o Herbert Marcuse, que foi um dos mais radicais desses progressistas, que quis reinventar o mundo. E são os pais desse movimento que depois veio se tornar a contracultura. A revolução sexual tem como origem o Alfred Kinsey, que é aquele maníaco sexual, com o Herbert Marcuse, que conseguiram inserir dentro de Hollywood...

dentro das artes, dentro do sistema educacional, todos esses conceitos que, na verdade, eram, como se chamava o Jack Derrida, o parasita que você introduz dentro da vítima, do hospedeiro, e você introjeta o seu veneno.

Então você conquista por dentro. É isso que eles têm feito no sistema educacional, é isso que eles têm feito no universo acadêmico, é isso que eles têm feito na indústria do entretenimento. Eles têm colocado os seus ovos de serpente e eles têm prosperado. A pergunta é, nós dormimos, nós estamos cochilando, estamos num estado profundo de sono.

Isso se deve também à nossa visão escatológica, que separou o mundo espiritual do mundo material, numa espécie de gnosticismo que demonizou esse mundo e que criou uma separação entre a igreja e a sociedade. Um muro de verdade onde nós não conversamos, não existe uma conversa, um diálogo com as universidades que foram abandonadas, foram sequestradas por uma ideologia.

de discurso único, pelo universo midíaco. Onde estava a igreja, quando todos esses movimentos estavam ocupando apostolicamente, como o Gramsci fazia, como a escola de Frankfurt, onde estávamos nós? Estávamos pedindo para Jesus voltar?

São várias questões que são abordadas aí. Primeiro, eu gostaria de dizer que eu concordo plenamente com o ataque à sexualidade. Ele é brutal. Inclusive, ele afeta ferozmente as crianças porque ataca os impulsos primitivos a respeito dos quais não é preciso muita elaboração intelectual para ser atingido. Então, a sexualidade é brutal. Agora, há um outro elemento aí que eu gostaria de acrescentar, que é essencial, tanto na Frankfurter Schule, que é a escola de Frankfurt, que é um outro elemento.

quanto em pensadores que não estão na escola de Frankfurt, mas que colaboram também para esse entendimento, a exemplo de Ludwig Wittgenstein, que talvez, paralelamente a Nietzsche, tenha sido um dos maiores pensadores do século XX, quando, em seu livro, Tractatus Logico-Filosóficos, é essencial na sua...

Em uma de suas proposições, ele diz sobre o que não se pode falar, deve-se calar. O que é que ele diz aí e estabelece, juntamente com a Escola de Frankfurt, que é o poder da linguagem? Se nós temos algo hoje contemporâneo que muitos não se dão conta, é no poder...

incrível do domínio da linguagem. Porque o que se viu no século XX foi o seguinte, que nós não falamos como alguém que tem um pensamento e coloca o pensamento na forma linguística. Não. O que nós fazemos é já pensar linguisticamente. A linguagem vem antes do pensamento, já que o pensamento só é estruturado linguisticamente.

Então, se nós dominamos a linguagem, nós dominaremos o pensamento e dominaremos, portanto, a ação. Da forma que você fala, você pensa. Da forma que você pensa, você age. E o que acontece hoje em dia, mesmo dentro das igrejas e de algumas famílias, é...

A incapacidade total de entender o poder perverso de perder a autonomia linguística. Então, hoje em dia, o que se acontece na contemporaneidade, as pessoas não têm mais domínio sobre as suas próprias palavras. Você não sabe se chama uma pessoa que é negra de negro, de preto, você fica com medo de usar as palavras. É uma reengenharia verbal. Verbal da linguagem índio, tem que ser indígena, tem que ser índio, por quê?

Então você não sabe, há palavras que não têm mais significado. A sigla do maior movimento político existente no Brasil, o LGBTismo, que tem a letra Q, LGBTQ e depois vem outras mais, esse Q quer dizer queer, e queer é uma palavra sem significado, você fala e eu defino. Então o comunismo hoje propõe que você não pode definir nem o que uma mulher.

Quanto mais você definir o que é democracia, quanto mais você definir o que é tolerância, quanto mais você definir temas nobres, metafísica, epistemologia, ontologia, se você não define o que é mulher. Algo não existe se tiver um nome para definir. Sim, coisas diferentes devem ter nomes diferentes, não é isso? Por isso que casamento é uma coisa entre homem e mulher, e qualquer arranjo que não seja esse não é casamento, pelo simples fato que é o estabelecimento de uma unidade que é inservível para a perpetuação da humanidade.

Não é que não possa existir, não é que não possa ter direitos previdenciários, não é que não possa ter direitos sucessórios, não é que não possa ter... É que são coisas diferentes, mas o movimento político quer chamar do mesmo nome. São coisas diferentes que programam a civilização para ser uma civilização diferente, já que esse núcleo ou essa célula, ela é...

quem faz o tecido, a tapeçaria de uma civilização. Se a família é a célula da sociedade, quando você modifica a família, você modifica toda a sociedade. É uma guerra contra a redefinição do que é a civilização ocidental. Isso. E eles querem, quando eu falo eles, os representantes desse movimento político que querem...

desestabilizar a tradição, quer porque quer que se chame casamento, quando coisas distintas devem ter nomes distintos. A linguagem está absolutamente atacada, absolutamente vulnerável, não abra mão da sua autonomia linguística. É porque hoje, gente, aborto já não é mais aborto, porque não é mais uma vida, é um feto. Então é fácil você destruir um feto, você não chama aquilo de vida.

para chamar de assassinato intraterino. Já chamam de aborto e já estão mudando. Como é que estão chamando hoje? Direito reprodutivo. Quando nem direito é e muito menos reprodutivo. A linguagem. Então, nós não estamos discutindo semântica. Nós estamos falando sobre uma reengenharia onde as coisas...

tem um novo significado, as palavras já não definem aquilo como antigamente era definido. Isso faz parte da estratégia de reeditar a história, inclusive, de recontar a história, de destruir os heróis. Isso tudo é uma tentativa de fazer tábula rasa da sociedade? Isso é a alma do progressismo? É destruir tudo o que existe para começar de novo?

É a construção de uma narrativa que não precisa ser vinculada à realidade. Não tem essa necessidade. Quando um homem diz que pode ser uma mulher, ele está propondo algo.

Para o que existe um impeditivo, que não sou eu o impeditivo. Não é o que eu acho, o que eu creio, o que eu penso, não. O impeditivo para o homem não ser a mulher se chama realidade. O homem não pode ser uma mulher porque existe um impeditivo chamado realidade. Então você propor a alguém que vai ser entregue a essa pessoa algo que a realidade não permite é uma perversidade.

Mas, no momento em que você usa o aparelhamento, o aparato estatal, inclusive para forçar algo que a realidade não permite, você se descolou absolutamente da realidade. Então, um dos elementos centrais, que é a correspondência da linguagem com a realidade, fica abandonado.

Então nós temos aqui também uma questão do relativismo ético-moral e do relativismo da própria estrutura da criação, onde isso aqui tudo é muito uma matrix. Para o Nietzsche não existiam verdades, não existiam fatos, existiam narrativas.

Não é aquilo que de fato aconteceu, é aquilo que se contou sobre isso. Parece que essa agenda foi comprada pela mainstream media, através dos jornalistas, onde não interessa a verdade, interessa o que se diz sobre aquilo que aconteceu, não o que de fato aconteceu. Sim, propõe-se que não há mais verdade, quando a realidade é verdade, é muito fácil de se definir, é a correspondência perfeita entre o elemento linguístico e a realidade.

Quando eu digo, há um copo sobre a mesa, essa é uma frase, um elemento linguístico, é verdadeiro ou falso? Basta que você veja se encontra correspondência com a realidade. De fato, há aqui um copo sobre a mesa. Então, o que eu falei é verdadeiro. Aí se complica para se afastar o elemento da realidade e, a partir daí, se propõe o que quiser. Aí vem a questão do progressismo. O que o progressismo diz? Abandone tudo o que vem sendo aprovado no teste do tempo.

O que é para ser feito é esta proposta agora que não precisa corresponder à realidade. A proposta que está sendo descrita agora é exatamente a proposta que foi feita pela serpente no jardim.

Houve três tentativas, a terceira foi bem sucedida, as duas primeiras muito inteligentes, mas não foram. A primeira tentativa foi colocar dúvidas sobre o comando de Deus, a segunda tentativa foi colocar dúvidas sobre as consequências decorrentes do descumprimento do comando de Deus, e a terceira tentativa é essa, não basta você ser criado em imagem e semelhança de Deus, você pode ser como Deus, conhecedor do bem e do mal. O que é ser conhecedor do bem e do mal? É que Deus não precisa ser a fonte da moralidade, pode ser você.

O que é certo ou errado, justo ou injusto, bom ou mal, pode ser decorrente de você mesmo. Se você quer, deseja e acha bom, como é que pode ser errado? Se você deseja tanto, como é que algo pode ser errado se você quer tanto? Como se as fontes da moralidade fossem os seus quereres, os seus desejos e as suas vontades.

Então você se torna juiz final de seus atos. E é uma idolatria de si mesmo. O contrário de acreditar no único e verdadeiro Deus nas escrituras não é o ateísmo, é a idolatria.

É a idolatria. O oposto do teísmo no Deus verdadeiro de Abraão e Isaac Jacó, revelado em Jesus Cristo, não é ser ateu, é ser idólatra. Porque essas pessoas se tornam idólatras de si mesmos. Mas parece que o fim da idolatria, nesse caso, não são mais as imagens, as esculturas antigos deuses. É a imagem de si mesmo.

Ou seja, talvez teríamos que fazer um novo mandamento. Não farás para ti imagem de você. Não as adorarás no Instagram ou nas redes sociais. Não lhes dará culto. Nós temos um culto à personalidade hoje.

Nós temos uma autocentralização, uma forma de adoração dentro das redes hoje da mídia. O Adin Stein Saltz era um rabino de cujas obras eu gosto muito. Eu digo que era porque ele faleceu não há muito tempo.

E ele dizia uma coisa impressionante, ele dizia assim, olha, os deuses neopagãos estão mais vivos do que nunca, mais vivos do que nunca, e de fato é isso. Astarte, Calíope, Temes, Afrodite, o deus da prostituição, da pornografia, da auto...

promoção, a fama pela fama. Isso é idolatria de si mesmo. Isso são deuses neopagãos que estão mais vivos do que nunca. São idolatrias muito mais perversas do que outras. Eu me lembro do que disse o Nietzsche. No politeísmo, o homem tem o poder de criar a si mesmo.

Ou seja, você não precisa adorar um Deus que lhe fez a sua imagem. Você pode criar o seu próprio Deus. Escolha na prateleira. Você não gosta do Deus da Bíblia? Então você pode inventar o seu Deus, é o seu bel prazer. Eu não gosto dele nisso, daquele jeito, desse outro. Então eu estou fazendo um Deus para mim, a minha própria imagem. O problema não é que a Bíblia se contradiz, é que contradiz você.

Esse é o grande problema. A Bíblia nos contradiz. Naquilo que nos contradiz, nós temos que nos render. Mas os que não querem, dizem, não, a Bíblia está errada nisso. E, de fato, os deuses, falsos deuses, estão colocados na prateleira e são escolhidos como se escolhem produtos no supermercado. É isso aí, pessoal. Eu tive uma super conversa aqui com o Tarso Licurgo. Um tempo muito incrível nós tivemos juntos aqui conversando. Poderíamos fazer isso aqui é uma...

Vigília, poderíamos passar aqui horas conversando sobre esses temas tão importantes e atuais que estão em voga na sociedade, estamos vivendo, pisando nesse universo e graças a Deus temos os fundamentos, o chão, o piso, o pavimento para poder seguir para o nosso destino. De fato, a Bíblia é a verdade, é a palavra de Deus sem erros.

sem erros, e ela é a lâmpada para os nossos pés e a luz para o nosso caminho. Tarso, suas últimas palavras no podcast? Minhas últimas palavras eu gostaria de utilizá-las para conclamar a igreja do Senhor, os crentes verdadeiramente Jesus Cristo a se posicionarem diante dessas falsidades, desses ataques que tem destruído as pessoas.

Nós temos que ter coragem. Coragem é, conforme eu já disse na situação da igreja, coragem é qualquer virtude no ponto de decisão. A coragem é a porta por meio da qual todas as demais virtudes hão de passar. Sem coragem nenhuma virtude subsiste. E cabe a nós, cristãos, que defendamos a família e a igreja como os principais obstáculos contra essas garras perversas do inimigo de nossas almas. O comunismo, para deixar bastante claro, bispo.

é uma ideologia do Satanás. Não brinque com isso. Richard Bernham, que era o presidente da Voz dos Mártires, eu acho que esse é o nome, ele escreveu um livro falando... Era Marx satanista? Você tem conhecimento desse livro? Eu tenho conhecimento desse livro e eu tenho conhecimento principalmente das poesias de Marx.

Eu publiquei agora o livro A Batalha pela Verdade, que eu falo das duas estratégias. A estratégia do rei da Babilônia, que era uma estratégia sutil, não como do farol do Egito, que é da brutalidade, mas do rei da Babilônia, essa estratégia de Satanás que é utilizada até hoje, dessa sutileza. E o segundo livro que eu estou escrevendo, que vai sair ainda esse ano, se Deus quiser, se chama As Bases Satânicas do Comunismo.

A construção intelectual de Marx é uma construção satânica. Veja as poesias dele. A construção satânica. Ele não era alguém que simplesmente dizia que Deus não existia. Não, ele era alguém que tinha raiva de Deus.

Isso tem influenciado as pessoas, tem afastado as pessoas. E se me permite só uma coisa, na minha opinião, essa questão de que pastor não pode falar disso, na minha opinião, pastor tem a obrigação de fazê-lo. Faz parte da nossa teologia pública, faz parte da nossa apologética cultural. Se nós não fizermos isso para resguardar o povo de Deus e tirá-lo do engano, nós teremos nossas mãos sujas da...

do sangue decorrente dessas garras perversas satânicas que têm destruído as pessoas. Não é meramente intelectual acadêmica a questão, é real. As pessoas estão se perdendo e nós temos que nos posicionar. Gente, quando você faz uma análise séria da história...

Você vai ver que essas pessoas nunca estiveram sozinhas. Existe um poder espiritual por detrás de cada um daqueles que promulgaram essas ideias a fim de destruir o mundo ou a civilização como ela existe. Por detrás de Hitler, existia um poder espiritual muito forte, existiam pactos satânicos.

Um dos ministros de Hitler, um dos principais agentes da destruição, da solução final, era um satanista que estudou todos os deuses antigos dos antigos germânicos, que foi sim atrás da Shangri-La, da arca perdida e todos os mistérios.

Então, do universo a fim de construir o terceiro Reich. Quando você pensa em Marx, quando você pensa na torre de Babel, é onde surge todo esse movimento. Eles não estavam simplesmente ali cultuando os astros. Eles estavam invocando forças espirituais. Eles estavam comungando com esses poderes.

E essas coisas são reais. Essa batalha não é simplesmente uma batalha cultural. É uma batalha espiritual. Nós não estamos lidando apenas com ideias. Nós estamos lidando com agentes espirituais, anjos caídos que querem corromper a humanidade. Então nada disso é uma brincadeira. Tudo isso é muito sério. Tarso, muito obrigado pela conversa.

Eu que agradeço. Muito obrigado por participar aqui do JB Cash. E nós voltamos no próximo. Espero que você possa estar conosco em breve. Deus abençoe a todos.