METAMORFOSES: Dríope | Bíblis e Caunus
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Neste episódio especial, trazemos dois trechos do curso Mitologia na Arte, conteúdo exclusivo dos apoiadores do Noites Gregas, para entrar em um lado menos conhecido e mais perturbador das Metamorfoses, de Ovídio.
Primeiro, a história trágica de Dríope, uma jovem mãe que, depois de arrancar frutos de uma árvore sem saber que ali estava uma ninfa transformada, começa ela própria a se tornar árvore diante da família. Depois, seguimos para a história de Bíblis e Caunus, irmãos gêmeos, e para a paixão proibida que leva Bíblis a enfrentar suas próprias hesitações, declarar-se ao irmão e, rejeitada, terminar transformada em uma fonte.
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Felipe Speck
Professor Moreno
- A trágica história de Dríope, a mãe que se transforma em árvoreviolentada por Apolo em Delfos·arranca frutos de jujubeira·ninfa transformada em árvore·castigo de Ovídio·pedido para cuidar do filho
- A paixão proibida de Bíblis por seu irmão gêmeo Caunosirmãos gêmeos e carinhosos·ultrapassa o limite em sonhos·hesitação e mitologia·Caunos não percebe a perturbação·decide escrever uma carta
- Apresentação do curso Mitologia na Arte e o módulo Metamorfoses de Ovídioconteúdo exclusivo para apoiadores·mais de 70 aulas e 40 horas·módulos sobre Zeus e heróis·saga de Troia e Odisseia·250 mitos contados na obra
- A rejeição de Caunos e a transformação de Bíblis em fonteCaunos chocado com a carta·fuga do irmão para outra cidade·Bíblis vaga pelos campos·desespero e choro·ninfas a transformam em fonte
Salve, amigos do podcast Noites Gregas! O meu nome é Felipe Speck e hoje a gente tem um episódio especial para você. Como você sabe, os nossos apoiadores têm acesso a uma série de conteúdos exclusivos, dentre eles um curso, um curso chamado Mitologia na Arte, em que o Professor Moreno narra os mitos em vídeo e mostra obras que retratam esses mitos que ele conta. A gente tem lá já mais de 70 aulas, 40 horas de curso, e divididos em 5 módulos.
Tem um módulo com aulas sobre os amores de Zeus, outro sobre os heróis, outro contando toda a Saga de Troia, inclusive a Ilíada, um módulo completo sobre a Odisseia. A Odisseia tá toda contada lá e com imagens. E agora a gente tá publicando aulas no módulo Metamorfoses, que é um módulo sobre a obra Metamorfoses de Ovídio, uma obra maravilhosa, uma obra que tem 250 mitos contados lá, e muitos dos mitos que você conhece estão presentes nessa obra.
E a gente acabou de publicar uma aula nova, uma aula em que a gente conta 3 mitos. É a história de Dríope, a história de Bíblis e de Caunos, e a história de Ífis e Ante. E a gente vai publicar aqui as duas primeiras histórias com algumas imagens, mas acabou ficando um episódio bem longo e muito interessante. Eu espero que vocês gostem. Não é a aula completa, não tem todas as imagens, mas vocês vão conseguir entender o mito completo. Um bom episódio.
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Como nós vimos em várias aulas anteriores, o vídeo foi a inspiração para dezenas de pintores. As suas cenas representadas em todo o Ocidente aparecem nos museus. Em grande parte. Mas como Ovidio também é um escritor extremamente realista e com uma precisão na descrição impressionante, ele evidentemente entrou do lado dark da existência, como já apareceram algumas histórias aqui. Nós vamos ver hoje primeiro uma história muito triste, curta, mas muito triste e dramática, e depois duas histórias já explorando os lados das pulsões mais íntimas e diferentes do ser humano.
Primeiro é uma história de uma mãe muito triste, a Dríope. A Dríope, ela jovem, ela é violentada por Apolo em Delfos e engravida de Apolo. Então ela passa a ser, vai ser mãe de um filho de Apolo. Só que além disso que aconteceu a ela, Ela tem um destino não muito feliz. Ela dá à luz ao filho, casa aliás com um homem muito bom que aceita o filho não sendo dele, e o pai dela dá todo apoio também. E ela vive amparada e feliz como uma mãe que tem um filho nascido há pouco, um filho 4, 5 meses, bebê de colo ainda.
E ela passeia Um dia tá bonito, e como toda mãe quando vê um dia bonito tem bebê, leva para tomar um ar, tomar um sol embaixo das árvores, e se aproxima de um lago onde há ninfas. Temos as ninfas da água, vocês lembram, as ninfas da floresta, sempre seres benfazejos. E ela se aproxima até para fazer uma espécie de saudação às ninfas. Ela acha isso quase uma obrigação que ela tem até por um dia tão bonito como aquele, que a faz se sentir inspirada.
Só que ela passa por uma jujubeira. Jujubeira, quem acompanha o Noites Gregas, a jujubeira produz a jujuba, evidente, que é uma frutinha que parece uma espécie como uma pequena tâmara, parece uma azeitona na forma, mas tem uma cor assim mais como a da tâmara, e que é comestível e que produz aquele estado de entorpecimento do lótus. É o lótus. Os lotófagos comiam o lótus, que não é a flor de lótus. Foi uma confusão que tem atrapalhado muito as histórias mitológicas.
A flor de lótus é uma flor aquática e é usada, vocês lembram, como símbolo até de uma filosofia da serenidade nas pelas religiões orientais, muito bonita e muito poética. Não, o lótus aqui é uma árvore que, repito, cujo nome simples e vulgar é jujuba, e a árvore é jujubeira. Ela passa por baixo de uma jujubeira que tá carregada de frutos, e ela, diz Ovídio, resolve arrancar umas duas ou três, não para dar para criança comer, porque criança, acho que não é comestível para criança, mas para brincar com elas.
Porque elas são coloridas, então ela vai fazer uma brincadeira com aquelas frutas. Mal ela arranca essas frutas e tá apresentando ao neném, que é um menino, ela percebe que tem sangue na mão e ela olha, a árvore está sangrando. É uma ninfa que foi perseguida por Priapo, que é aquele deus selvagem que é adotado de um membro monstruoso. Todas as figuras mostram ele assim. Daí vem o priapismo, que é uma doença masculina apenas, que a pessoa tem uma ereção que não consegue mais controlar, a não ser no hospital.
É difícil superar. Então ela, fugindo do priapo, ela se transforma naquela árvore, achando que assim ela vai ficar a salvo, que ele nunca mais vai vê-la, que ela não quer vê-lo mais. E sem saber, a Dríope, ao arrancar aqueles frutos, está arrancando na verdade uma parte da ninfa, e ela começa a sangrar. Mas os poderes que protegem as ninfas da floresta funcionam, e a Dríope começa a se transformar em árvore. É uma espécie de castigo típico em Ovídio, porque grande parte das transformações São transformações em vegetais ou em animais, no caso, numa árvore que se sente imobilizada no solo.
Ela olha, ela vê que os seus pés estão virando raízes e começa a gritar por socorro. E a irmã dela que vem, abraça e tenta fazer alguma coisa. É impossível, porque é uma transformação pouco a pouco, inexorável, não tem como parar. Então ela, com o nenê no colo, é uma cena terrível, ela com o nenê no colo, ela entrega para irmã suplicando que ela cuide dele, porque ela tá sentindo que ela vai desaparecer. E com os gritos vem o marido e vem o pai tentar salvá-la, pois é impossível.
O marido, aliás, Ovídio, que é um grande escritor, Ovídio diz que o marido abraça que ela já tá virando árvore, já abraça, e a casca da árvore ainda está morna. Sente que por ali passou já a vida dela. E assim ela vai sendo pouco a pouco coberta até chegar na boca, em que vai tapá-la, que ela vai calar, vai ter que calar. E ela pede a todos que cuidem dela como árvore, que não deixem abatê-la com machado, e pede à irmã que sempre que puder leve o filho lá e diga que ali tá a mãe dele protegendo, e que assim ele sempre vai se sentir acompanhado.
Até que finalmente a boca é coberta e ela desaparece num silêncio vegetal. É uma história terrível, muito sensível, aliás, com o vídeo descrevendo os sentimentos da Driup à medida que ela ia sendo quase como engolida por uma areia movediça, assim, digamos assim. Ela está sendo engolida, ela vai desaparecer e vai emudecer. Óbvio que essa história não foi muito famosa, ela faz parte das metamorfoses e as metamorfoses seguem uma lista que Ovídio ia cumprindo uma por uma.
Então as ilustrações que nós temos aqui, veja o desafio que o desenhista encontrou. Como é que ele vai desenhar uma cena dessas aqui? Primeiro eu chamo atenção que acontece aquele fenômeno que vimos em vários outros casos. A história, como é uma história, tem sequência, e há uma ilustração só. Eles colocam na mesma ilustração partes da história. Você vê à direita ali, bem no fundo, ela está com o nenê no regaço colhendo as frutas.
Veja, é uma árvore, não é uma flor de lótus, é a árvore do lótus, é o mesmo dos lotófagos. Mas na frente existe então essa confusão final horrível. Ela já está até mais da metade, já está transformada em árvore, os seus braços já têm folhas. O neném ainda continua abraçado à mãe. No caso do Ovidio, ele tava mamando quando subitamente ele sente também que não parou o leite, paralisou o corpo. O pai está segurando o bebê, o avô ali.
O marido tá lá do outro lado tentando ampará-la e a irmã abraçada nela, dando o seu último abraço que ela recebeu. É uma cena que contém toda essa história trágica e dramática. Agora vamos para o lado profundo do ser humano, a história de Biblis e Kaunos. Vejam que são nomes que vocês não ouvem falar muito, são nomes que ficaram meio assim naquela prateleira mais alta da biblioteca A prateleira proibida. Bíblis e Caunos são irmãos gêmeos, irmãos gêmeos.
E Caunos é de uma beleza assim espantosa, e a Bíblis simplesmente se apaixona por ele. Primeiro como irmã, naturalmente ela era carinhosa com ele, ele era muito carinhoso com ela também, mas ela ultrapassa o limite pouco a pouco sem se dar conta. Ela beija o irmão demais, ela abraça demais, ela o acaricia demais. E isso começa, evidentemente, à medida que eles crescem, isso começa a se manifestar em sonhos. Nos sonhos, como diz o vídeo, sonho não tem testemunha.
Nos sonhos, subitamente, ela se vê tendo, fazendo amor com o irmão. Ela acorda assustada com aquilo que sonhou, mas ao mesmo tempo assustada, mas maravilhada com a sensação que ela teve. E ela começa a achar que a vida dela está dependendo disso. Ela já tem tanto carinho pelo irmão, eles fazem, trocam tantas carícias de irmãos, por que não ir adiante, pensa ela. Ela se assusta com a ideia, mas aí vem a mitologia, como era vista muitas vezes como sendo algo nocivo para a sociedade por vários filósofos.
Mas diz ela, Zeus e Hera são irmãos. Há vários irmãos na mitologia, na história de— ela deve ter ouvido noites gregas a história do Elo. Na ilha de Elo, os 6 filhos casam com as 6 filhas. Então, por que não? Mas ela não ousa pensar nisso, porque ela acha que pensar já é uma coisa meio criminosa. Embora na Grécia nenhum, não existam os deuses que possam saber o que a pessoa tá pensando, não é como certas religiões em que a divindade controla, enxerga ou ouviu o que a pessoa pensa, que aí é, não seria um país, que eu não sei, um povo como a Grécia, aquele luminosamente livre.
E ela começa a exagerar, talvez mais nos abraços e mais, e o beijo já não é um beijo de irmã. E o Kaunos tá completamente inocente dessa história, tá? O Kaunos não percebe essa perturbação da irmã com ela. Alguns autores aproveitaram porque também seria um pretexto para fazer um nu artístico. Bom, aqui temos o um ilustrador que colocou assim de uma maneira até um pouco grotesca. Ela está correndo com as mãos para frente, com o Cupido praticamente montado na cabeça dela.
Quer dizer, para dar uma ideia assim, na cabeça dela tá tomada pelo amor, pela paixão. Ele tá com a sua flechinha armada para flechar, tentar flechar o Caunos. E o Kaunos corre porque ele não se deu conta. Agora que ele estaria se dando conta do que aconteceu, ele não, na verdade, não se dá conta ele próprio, porque ele é como a maioria dos homens, de pouca percepção dessa área, né? Os homens em geral, eu falo como um representante, não enxergam muito o que a mulher enxerga a quilômetros, né?
Isso aí, ele tá pensando o que que tá acontecendo e A Hora já está acontecendo. Ela se dá conta que dar sinais não tá adiantando muito, ele não enxerga. Talvez tenha acontecido já com vocês, as damas certamente já viram cavalheiros que simplesmente parecem cegos. E ela resolve escrever. Veja, não tinha WhatsApp ainda, mas ela vai escrever. Então ela pega o vídeo e fala muito nas tabuinhas. As tabuinhas, o que vocês hoje têm na mão, podem ter na mão, são os tablets.
O tablet é a tabuinha, a tabuinha, só que não era eletrônica, era uma tabuinha de madeira, como já falamos alguma vez aqui, com uma bordazinha, uma espécie de um contorno, e nesse meio da tabuinha de madeira passava a cera. Cera, cera de abelha, aquela existia em toda parte, e ficava uma superfície lisa. E com uma ponteirinha de ferro, uma ponteirinha tipo uma canetinha, uma canetinha de ferro chamada, olhem só, em latim, stylus, que é o nome que tá hoje para certos celulares e tablets que tem a tela desenhável.
Então com esse stylus se escrevia. Dava para escrever com letra bem pequena, realmente. Escritores tinham às vezes até 4 ou 5 presas com cordinhas para andar com 4, 5 páginas para escrever. E o que não quisesse manter escrito, como é cera, passava a mão e com calor da mão ficava liso. Formava-se aquela famosa tabula rasa que os filósofos diziam. A tabuinha tá Lisa, se apagava com o calor da mão e se reusava, era reciclável. Moderníssimo, moderníssimo.
Então ela começa a escrever, vamos mostrar ela escrevendo aqui, ó. Está numa situação em que se troca, o vídeo é muito claro, troca a palavra, apaga, vai lá e busca de volta, e não é bem assim, põe uma vírgula. Ela tá exatamente naquela necessidade de se expressar com certeza. E ela joga tudo fora, apaga tudo, que ela não tem coragem. Mas até que ela vai e termina realmente dizendo para ele que por que que nós não vamos um pouco além?
Falta tão pouco, diz ela. Ah, nós já nos aproximamos, já um toca o corpo do outro, só falta pouco para o que realmente seria a suprema felicidade. Mas seja, abre o jogo como pouca gente teria coragem de abrir hoje, ah, no WhatsApp, no Insta. Abre mesmo e não sabe se manda, mas vai mandar. Chama uma serva e diz: leva para o meu irmão. Antes até, quando ela vai entregar, cai no chão, a tabuinha cai no chão, ela pega. Seria um mau presságio.
Dentro da concepção dos antigos, nós já vimos isso nos episódios, nada acontece por acaso. Naquele tempo, a ideia disso é um sinal. Hoje muitas pessoas ainda diriam: puxa, isso foi um sinal. Mas ela não, ela está completamente alucinada e ela manda a carta, manda a carta. Então por isso essa cena foi representada até por um pintor, tá aqui, ó, LeWitt. Ela está hesitante e claramente na posição de quem pensa, quem troca, quem tá procurando a palavra certa.
Ele a fez escrever a carta exatamente nua para não parecer que ela tá escrevendo uma cartinha. Não, tá escrevendo uma carta como ela gostaria de estar, tá ali a Bíblis escrevendo para Caunos. Bom, evidentemente, quando a serva entrega para o Kaunos a carta, ele exatamente, por não suspeitar de nada, ele leva um choque absurdo. Ele não consegue ler toda, na metade ele já diz para a serva que só não mata ela porque ela não tem culpa, mas que diga para a irmã que aquilo foi um absurdo, é uma coisa abjeta, impensável.
E que ele não gostaria de ter lido aquilo que ele acabou de ler. Então, quando chega, portanto, a contrarresposta, a Bíblia entra em desespero, entra em desespero e se torna uma daquelas pobres vítimas da paixão que anda sozinha, porque o irmão, ah, o irmão na mesma hora troca de cidade, troca de reino, troca de país, troca de continente, aí vai para longe, até para talvez poupar a irmã de vê-lo todo dia. E ela então vaga pelas planícies, pelos campos, naquele tempo desertos, né?
E na beira de um riacho ela se acomoda cansada e com as mãos ela mexe na areia, mexe na água, mexe na folhagem e chora, chora, totalmente desfigurada, e desperta a piedade das ninfas, das ninfas da água. E elas então vão deixá-la pouco a pouco ali se transformando, já que ela chora tanto, numa fontezinha também. Ela se transforma numa fonte e é o triste fim da Bíblis. Agora, quem, por exemplo, trabalha com da área psi, é um texto para ser lido, para ver como o Ovídio consegue descrever o problema da Bíblia sem ser uma coisa vulgar nem horrorosa.
As dúvidas, as hesitações, as motivações estão claras aqui. Então essa transformação, essa metamorfose, já que é uma metamorfose dela em fonte, produziu pintura. Aí parece, aí vem a turma dos pintores, oba, temos uma mulher bela nua na beira d'água. O que é que se pode querer mais, né? Essa era a mentalidade. A maneira de poder apresentar o nu era estar dentro de uma história clássica, não era uma coisa abusada nem obscena. Ele estava apenas ilustrando uma obra de Ovídio, e aí a coisa ficava permitida.
Então aqui temos o Renner, não é a Loja Renner, Bíblia se transforma numa fonte. Não vemos muito se transformar numa fonte, vocês percebem? Parece que tá dormindo ali sem roupa e mostrando as suas belas formas ao pintor e ao público. Mas é, é o nome do quadro. E logo depois, de um pintor que quer ser bem mais conhecido, o Bouguereau, se vê lá no Céu pinturas dele, a Bíblia e a Fonte. Aqui parece que ela está sobre um, já uma espécie de espelho líquido, né?
Tá, pouco a pouco ela vai se misturar aqui. Mas também, vamos ser honestos, é um belo pretexto para mostrar uma bela mulher.
Bom, eu espero que vocês tenham gostado. Essa aula tem também um outro mito, que é o mito de Ífis e Ante, a história do amor entre duas mulheres, uma história interessantíssima. E se vocês gostarem, quiserem que a gente publique outros trechos de aula aqui, é só deixar um comentário aqui que depois eu vejo com o Professor Moreno como é que a gente pode fazer para publicar esses trechos. Se você quiser assistir a essa aula completa, e não só essa aula, mas as mais de 70 aulas que a gente tem disponíveis, além de todo o conteúdo exclusivo dos episódios, é só se tornar um nosso apoiador em noitesgregas.com.br/apoiar.
Apoiar. O seu apoio é super importante para gente e é com ele que a gente consegue manter esse projeto no ar. Do nosso lado aqui, a gente segue trabalhando no próximo episódio da Odisseia e logo logo ele vai para o ar. Um grande abraço e até logo!