Miami: boa corrida ou disputa de baterias? Até onde vai Kimi Antonelli ? CAFÉ COM VELOCIDADE
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0:00 Abertura: veja temas que serão discutidos na edição
4:30 Os destaques de Aleixo e Campos sobre o Miami GP
14:06 Começando a análise pelos coadjuvantes de Miami
23:56 Análise: reflexões sobre o momento da Ferrari em '26
35:00 Hamilton e Leclerc também precisam ser questionados
51:18 O que está por trás da melhora da Red Bull em Miami
1:02:20 As dificuldades de ser o companheiro de Verstappen
1:11:27 Análise: Café debate o NÍVEL do GP de Miami da F1
1:32:47 O que decidiu a disputa McLaren x Mercedes em Miami
1:42:02 Desvendando as características deste CARRO da F1
1:59:09 Análise: como explicar o fenômeno KIMI ANTONELLI
2:10:53 Sobre Russell e cuidados da Mercedes com Antonelli
2:23:33 A força da McLaren em Miami: o que isso significa ?
2:30:13 Questão chat: a transmissão da F1 na TV brasileira
- Vitória de Andrea Kimi AntonelliDesempenho e evolução · Pressão e erros · Comparação com George Russell · Potencial e futuro na F1
- Expectativas para o GP de MiamiAnálise da corrida · Desempenho dos coadjuvantes · Impacto das atualizações · Estratégias de corrida · Regulamento e efeito na corrida
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- Fórmula 1 e motorsportNarração e comentários
está começando café com velocidade a dose certa na análise do esporte a motor
Fórmula 1 no canal do Café com Velocidade. Sim, sejam todos muito bem-vindos para mais uma live neste que é o mais tradicional podcast sobre automobilismo e Fórmula 1 da internet. Programa que já está aí há 18 anos no ar.
Sempre trazendo informação do mundo real com muita apuração e interação com você conosco. Então já vai chegando aí, já vai deixando o seu like. Compartilhe a live nos grupos, com os amigos. Vamos espalhar a palavra do café com velocidade.
Hoje temos muito o que falar desse final de semana, mas antes vamos falar um pouquinho aqui do nosso programa de apoio. Hoje eu vou trazer aqui como destaque o nosso programa de apoio Premium, que traz para você que é apoiado Premium, a possibilidade de estar conosco aqui na bancada discutindo os assuntos.
dos GPs. Então amanhã tem Café Sprint aqui no canal do Café com Velocidade. Eu, Fábio Campos e você que pode estar conosco aqui participando, deixando a sua opinião, discutindo, puxando a orelha do Fábio Campos.
O mais importante. O mais importante. E tem mais, tem mais ainda. Ó, nós temos aqui agora promoção de miniatura ao longo desta semana. O senhor Fábio Campos vai colocar na tela pra você agora qual será a miniatura dessa semana. Deu ruim aí, senhor Fábio Campos? Não, mas daqui a pouco vem.
E no mês de maio, mais uma assinatura da F1 TV. Será sorteada para os apoiadores da faixa Extra Forte e Prêmio. Então, se você não tem F1 TV ainda, ou se você já tem, fica pagando esse absurdo da F1 TV anual, você pode ganhar aqui no Café.
Até o final de 2027. Uma assinatura da F1 TV. Bom, vamos lá. Metinha de Pix e Superchat para hoje. Metinha hoje está fácil de bater. Tenho certeza que vocês vão bater. Meta de 12 Pix e 6 Superchat. Então.
Para você que quer participar, mande o seu superchat, mande o Pix, o QR Code está aí na tela. Ah, Carlos, estou vendo pelo celular, não consigo mandar pelo QR Code. Cafécomvelocidade.com.br Você manda a sua pergunta e coloca a palavrinha Pix.
no começo da pergunta, entre parênteses, entre colchetes, para a gente poder identificar aqui a sua pergunta, para a gente poder responder você, que vai estar participando aqui conosco. Os temas de hoje. Vou trazer aqui os destaques dessa edição do Café com Velocidade, que só termina, lembrando, amanhã no nosso Café Sprint, para quem é apoiador das faixas Caputino Extraforte e Premium. Certo?
O estouro do fenômeno Antonelli na Fórmula 1. O menino está chegando aí e está fazendo barulho. A força da McLaren com as novas atualizações do carro. Será que é real ou foi só consequência da pista? Detalhes do fim de semana, tanto da Ferrari quanto da Red Bull. Red Bull parece que deu uma recuperada e tem até uma questãozinha que eu estou guardando para o Sr. Fábio Campos aqui, daqui a pouquinho.
Vamos debater se as mudanças na regra fizeram do GP de Miami uma boa corrida ou não. Além de todos os assuntos que você quiser, participando aqui conosco, vocês já sabem, através do Pix e do Superchat, vocês têm todo o direito, participem, nos ajudem a fazer a pauta deste programa.
Bom, vamos receber eles. Fábio Campos, Bruno Aleixo, sejam muito bem-vindos. Senhor Bruno Aleixo 80, vou começar com o senhor. Tem aqui uma perguntinha que deixaram para a gente, que antes da live começar, deixa eu achar aqui que eu já a perdi, mas eu já achei.
O nosso Old Mark Salles, em nome da torcida da McLaren, queria agradecer ao Bruno Aleixo pela zica reserva ao Lando Norris. Reverso. Ao Lando Norris, é, da semana passada. Por favor, continue para o Norris conseguir mais ótimas performances na temporada. Senhor Bruno Aleixo, o Lando Norris fez uma tão boa performance assim durante o final de semana.
Eu não acredito que ele trava o lado de responder. Fala pelos cotovelos na hora de falar. Ele some. Impressionante. Fica aí falando pelos cotovelos, né? Acho que ele travou. Voltei, voltei. Alô? Voltou, voltou, voltou. Você vê que a pergunta me deixou assim... Um pouco... Estático. A pergunta me deixou um pouco desconcertado. Um pouco desconcertado com a pergunta, mas olha...
Olha, isso é uma maldade, né? Atenção, senhoras e senhores, isso é uma maldade do senhor Ancora aqui, porque ele já tinha uma pergunta pra mim, uma pergunta muito elaborada, estava pronto pra responder. Mas aí o old Marco Salles mandou essa, lembrando meu comentário da semana passada, comentário este que ele concordou, o senhor Ancora concordou aqui comigo. Então, essa é uma responsabilidade compartilhada entre mim e o Carlos Ferreira, que aqui se encontra.
De modo que, viu, senhor, agora falando sério, viu, senhor Old Marco Salles, não é essa uma performance de um campeão do mundo que a gente espera? Eu achei que foi realmente uma performance de campeão do mundo. Ele ganhou a corrida sprint com muita autoridade e fez uma ótima corrida, né, a corrida principal, né, a corrida do domingo, né. Algumas pessoas podem achar que ele poderia ter e... ... ... ... ... ... ...
Tentado pressionar mais o Antonelli, mas eu acho que é muito análise de sofá, né? Acho que fez o que dava para fazer e foi muito bem. E principalmente a McLaren, né? Foi muito bem nesse final de semana. É uma das pautas aí que a gente vai tratar aqui nesta edição do Café com Velocidade, senhor Carlos Ferreira. É isso aí, senhor Bruno Aleixo. Senhor Fábio Campos, que também já está aqui conosco. Seja muito bem-vindo, senhor Fábio Campos.
Vamos seguir aqui e tratar. Eu quero destacar que o senhor, no sábado, cravou o Leclerc no domingo, na frente, na primeira curva, na live precorrida. Então, eu agora te peço para deixar aqui para os nossos apoiadores os números da Mega Sena dessa semana. Tô vindo para ver, tá, gente? O homem é um fenômeno. O homem é um fenômeno.
Ô, só Fábio Campos, a minha pergunta é referente pra você, é referente a Red Bull, cara. Max e Radjá foram muito discrepantes nessa corrida e isso me deixou uma pulguinha atrás da orelha. É reflexo daquilo que aconteceu com os outros companheiros do Max, que quando o carro melhora, a distância entre ele e o companheiro de equipe começa a ficar maior ou consequência do GP do Miami?
Em primeiro lugar, olá para você, Carlão. Olá para os nossos apoiadores. Olá para o Bruno Aleixo. Olá para quem está aí ouvindo, para quem já está deixando o like. Já temos mais de 100 pessoas acompanhando aqui nesse comecinho de live. Então, antes de eu falar rapidinho, já deixou já dar aqui. Agora eu consegui, porque tem muita coisa que a gente tem que fazer processando aqui no começo da live. Mas já está valendo a promoção da miniatura.
para ser sorteada na semana que vem, quem fizer o Pix valor mínimo de R$5,00 já está automaticamente concorrendo. Não precisa fazer diferente da revista. Tem gente que faz o Pix da revista e esquece de mandar o e-mail. Nesse caso da miniatura, é só fazer o Pix valor mínimo de R$5,00. Precisa nem comunicar que a gente vai fazer o controle aqui para sortear na semana que vem. E para comemorar, digamos, ou celebrar a performance desse final de semana, eu escolhi que nós vamos sortear a miniatura e aí e aí
Cult, uma miniatura da Alpine do Franco Colapinto. Olha só, olha só, para que você tenha na sua casa. Aqui na tela, vou até colocar maior um pouquinho aqui, bonitinha para você ver, essa miniatura de 2025, miniatura moderna, digamos assim. A gente sorteia algumas do passado e algumas modernas, mas é cult, né? É aquela que daqui a alguns anos, independente do que acontecer na carreira do argentino, daqui a alguns anos vai ser uma boa lembrança. Então...
uma miniatura daquelas para quem gosta de ter miniaturas variadas na sua coleção, vale a semana inteirinha. Atenção, nossa, mas eu só recebo no dia 5, no dia 10, vale, dá para você ouvir essa live e fazer o Pix quando você puder, até a semana que vem, às 9 da noite, a próxima segunda-feira, às 9 da noite, próxima segunda-feira, também conhecida como dia 11, acabei de conferir aqui.
Então, até a próxima segunda, você pode fazer o Pix na terça, na quarta, na quinta, na sexta, no sábado, no domingo, na segunda, até às nove. Aí a gente tem, porque é segunda-feira, ou em alguma... Na verdade, não. Já na próxima segunda, a gente faz o sorteio dessa miniatura. E como o Carlão disse na abertura, ainda neste mês, vai ter mais uma assinatura da F1 TV sorteada. A gente sorteou no mês de abril. Vamos sortear mais uma em maio, para premiar os ouvintes da Extraforte.
ou da faixa premium. Então, está valendo a miniatura. Repito, está liberada a promoção durante a semana. Você está conferindo no áudio, está conferindo a live depois. Não precisa se desesperar. É como a gente faz sempre aqui no canal. A miniatura vai rolar durante toda a semana para quem fizer o Pix. Uma miniatura legal, bonita. Eu acho esse carro, já falei, eu acho esse carro muito bonito. Esse aqui é o de 2025. Também era bonito.
E para você ter aí, você que tem ligações com a Argentina, você que for argentino e estiver ouvindo o programa, está aí uma miniatura simplesmente de Franco Colapinto.
Aí é um momento mais... Não existe o melhor momento para ter uma miniatura do Colapinto, porque foi um grande fim de semana também do argentino. Não foi coincidência, eu pensei. Não foi coincidência. Então, Carlos, para resolver... Só para trazer um... Só porque você falou do Franco Colapinto, para eu não perder o time, nossa querida repórter, esse final de semana, Mariana Becker, me encontra com o Soares.
Soares, jogador uruguaio. Uruguaio. E ele conversa com ele e no final fala com ele assim, torcendo muito pelo Colapinto? Todo mundo sabe da rivalidade uruguaio-argentino no esporte, né? Era mais fácil perguntar pra ele. Você estava torcendo pro Gabriel.
É engraçado, inclusive os próprios comentaristas deram uma zoada nela, sabe? Ah, ele é uruguaio, pro Argentina ele não vai torcer mesmo.
Para eu responder a sua pergunta, Carlão, o Pix é o nosso e-mail, cafécomvelocidade.gmail.com, está na descrição do vídeo, e vai alternando aqui, com as imagens da miniatura, vai alternando aqui o QR Code também para quem quiser fazer no Pix. Você me perguntou da questão da Red Bull, da questão do... Do Max e do Rajar. Pois é, do Max e do Rajar. Por mais que seja muito cedo para saber, é uma coisa que a gente falou aqui no café.
O Hadjar começou bem? Começou bem, é inegável. O Hadjar tem uma... A gente pode até entrar mais no próprio Hadjar aqui ao longo dessa edição. Tem um bom mérito nesse começo. Mas, como eu falei aqui algumas lives atrás, aquela comparação com o Verstappen, com uma Red Bull ruim, é o que aconteceu com o Pérez, que aconteceu com o Albon.
Quando a Red Bull não está no limite, o grande desafio da Red Bull é o carro no limite. Esse sempre foi o desafio da Red Bull, de pilotar igual o Verstappen.
Agora que o carro subiu, e aí a gente vai, evidentemente, analisar isso, não dá para responder a sua pergunta, Carlos, porque é uma prova. A gente não sabe aonde vai estar a Red Bull. Mas temos informações do que aconteceu, do que a Red Bull fez. E tem uma informação importante do que pode ter sido essa mudança da Red Bull de Suzuka para cá. Então tudo isso vai juntar a pecinha do quebra-cabeça na análise do Radjar. Agora, é muito cedo. É uma coincidência? Não sabemos. No momento em que o carro melhora, ele...
não anda no mesmo ritmo do Verstappen e tem uma batida que a gente também pode discutir o teor da batida dele. Então, pode ser o começo de uma sequência ou pode ser uma prova isolada. Você sabe muito bem, Carlão, que com uma prova só, bater o martelo eu não bato. Vamos ver se é o começo de uma tendência ou se é apenas uma questão de coincidência. Vamos ver para onde vai a Red Bull e para onde vai o Hadjar dentro dessa evolução da Red Bull. Para que lado vai?
Exatamente, justamente por isso que eu trouxe aqui, para provocar mesmo a discussão, a gente pode tratar disso mais no decorrer do programa. Bom, vamos lá, vamos começar falando um pouquinho, eu queria começar hoje sobre o Nalejo.
falando um pouco dos coadjuvantes de Miami. A gente sempre discute aqui quem está lá na frente, mas vamos falar dos destaques ali do meio de pilotão, vamos falar de quem também fez boa corrida em Miami. Traz para a gente um destaque seu desse meio do pelotão em Miami.
Bom, como eu falei, eu acho que o Franco Colapinto fez uma excelente corrida num momento de muita pressão, porque já tinham ali muitas notícias de bastidores que ele podia ser trocado, porque as breaturas têm esse modo desoperante aí.
Inclusive o próprio Franco Colapinto entra na Alpine dessa forma, né? Depois de um desempenho ruim lá do Jack Doha, né? Ele é substituído pelo próprio Franco Colapinto. E o Colapinto deu uma boa resposta nesse final de semana. Fez uma corrida muito sólida.
Não dá para dizer, eu acho difícil fazer uma comparação direta com o Gasly, porque o Gasly sofreu aquele acidente, né, lá com o Lawson na volta 17, acabou capotando tudo.
Um acidente de corrida ali, mas que teve consequências, o Gás D acabou ficando fora da prova, então é difícil fazer uma comparação. Mas, de qualquer maneira, com esse carro da Alpine, não dá para esperar muita coisa, e o Colapinto conseguiu uma oitava posição, que é bastante honrosa. E ele tinha ido bem na sprint também. Na sprint também foi muito bem. Então eu acho que foi um dos grandes destaques do fim de semana, o argentino, o Franco Colapinto. É isso aí. Sou Fábio Campos.
Bom, só para emendar nesse assunto, Carlos, já que a gente está falando da Alpine aqui rapidinho, a Alpine parece que...
deu um passo em direção a deixar o meio do pelotão pra trás, né? Porque nesse final de semana foi bem destacado à frente de qualquer outro da meiuca, né? Como se diz na Fórmula 1. Os dois, se eu não tô enganado, os dois qualifais, tanto da Sprint como o qualifais principal, o Q3 e o SQ3 foram fechados por cinco equipes.
as quatro principais, e Alpine fechou os dois, se eu não estou enganado, na sprint também foi, certamente na corrida principal. Então, as cinco melhores equipes nos dois qualifais, no final de semana, foram as quatro grandes, e Alpine ali, não no nível dessas equipes, das quatro, mas já com um passo em relação ao pelotão. É uma coisa de um final de semana, mas é uma continuidade de um bom...
de um bom começo. E é a primeira vez, né, essa questão de fechar o Q3, fechar o Q3 com equipes, sem nenhum companheiro ter ficado para trás, quando eu digo cinco equipes, são todos os dois pilotos, ou seja, os dez da fase final do qualifying.
Vale lembrar que o Cola Pinto, também, para a gente ficar de olho, tinha um chassi novo esse final de semana. Aquela questão de trocar o chassi, que muitas vezes resolve, às vezes não resolve, mas o fato, a informação é de que o Cola Pinto correu com um chassi novo. Vai receber agora em Montreal uma asa traseira atualizada, que já está com o Gasly, mas que não estava no carro dele nesse final de semana.
E uma coisa que eu tenho visto muito, eu tenho acompanhado muito do paddock ali, dos jornalistas que estão lá no paddock, é de que o Colapinto tem trabalhado muito. Ele tem lutado muito para tentar melhorar a performance dele, discutido muito tecnicamente com os engenheiros, tentando trabalhar tecnicamente essa evolução. Não dá, repito, não dá para cravar nada com uma prova. Até porque eu já disse aqui e repito, eu acho que o Colapinto...
Ele acabou um pouco superestimado pelo que ele... Não estou falando que ele é um mau piloto, mas aquele período na Williams, eu acho que... O começo na Williams, né? O começo na Williams foi muito bom. Eu lembro que já tinha gente falando, nossa, olha o álbum, não é tudo isso. E foram poucas provas. Ele foi muito bem, ele tem qualidade. Mas eu não sei se ele vai conseguir manter. A questão agora é manter. Uma boa prova ou outra, um piloto da Alpine pode fazer.
Aliás, o Bruno falou oitavo, ele realmente chegou em oitavo, mas ele chegou em sete. Eu já ia corrigir, é por causa da punição do Leclerc. Por causa da punição do Leclerc. Punição mais do que justa, aliás. Mas é um ótimo resultado para ele. E também os relatos dos jornalistas é que Miami estava infestado de argentinos. Já é um lugar mais latino dos Estados Unidos, e estava infestado de argentinos. A gente viu muita imagem na televisão e parece que a pista tinha...
Não era coincidência, não. Não era só um câmera buscando ali o foco de torcedores, não. Parece que tinha muito argentino na pista mesmo. Agora, o outro destaque também que a gente tem que falar dessas coadjuvantes é o Williams, que também fez uma prova muito boa. É, prova muito boa, tanto do Sainz quanto do Albon, os dois pontuaram. Melhor prova da Williams até agora. E também parece ser uma equipe que trabalhou bastante nessas férias forçadas da Fórmula 1.
E destaque, né, Fábio, o Bruno trazendo a Williams, acho que também é válido a gente falar com os pilotos podendo brigar e brigando na pista, né? A Williams tirou um pouco do... Ela tirou um pouco do peso do carro, né? O problema da Williams é aquele problema que...
já está bem oficial. É o problema de peso. O carro é muito pesado. O carro foi fazer o crash test na pré-temporada, na intertemporada. O crash test, o teste de impacto. Não passou. Dizem até que foi na parte do bico, do nariz dianteiro. Claro, o nariz é dianteiro. E não passou e teve que reforçar.
Quando você não passa, você tem que reforçar a estrutura e você adiciona peso. E o carro teria ficado 30 quilos mais pesado. Acho até que a gente já falou esse número aqui no canal. Eles não tiraram todo esse peso. É muito difícil você tirar esse peso todo de uma vez. Mas já tiraram uma parte. E tirar peso do carro é aquilo. Você tira peso do carro, o tempo vem na hora. É diferente de aerodinâmica, que é uma atualização que você pode colocar no carro.
Olha os exemplos desse final de semana. Muita gente trazendo atualização, teve equipe que deu...
uma efetividade muito grande com tempo de volta e outras nem tanto. Já já nós vamos discutir, no pelotão da frente, inclusive. Então não é automático. Agora, tirar peso do carro é automático. Então leva a crer que se ela continuar esse caminho ela pode...
melhorar bastante, mas ainda não é, repito, ainda não é um problema totalmente solucionado. Eu não sei quanto dos 30, dos supostos 30, alguns falam em 28, eu não sei quantos quilos eles tiraram, mas alguns quilos eles conseguiram tirar, que aí você vai desenvolvendo peça, tem que fazer a peça mais leve, não é fácil, não é simples, você tem que o trabalho de pesquisa e desenvolvimento ele ainda tem um limite de orçamento.
Então, é um trabalho árduo, né? Mas a Williams, que ainda é uma enorme decepção, como vocês disseram aí, pontuou com os dois carros nesse final de semana. É isso aí. Só, Bruno Aleixo, eu não sei se a gente pode chamar de destaque positivo, mas uma equipe que... Positivo, não, negativo, mas uma equipe que parece que nessa briga do desenvolvimento começou a ficar um pouquinho para trás, é a Haas, né?
É verdade. A Haas pintou muito bem no começo da temporada, principalmente depois da pré-temporada.
Algumas corridas muito boas do Oliver Berman, mas nessa corrida, em casa, né, correndo lá em Miami, Estados Unidos, né, aliás, engraçado, a Haas não parece uma equipe americana, embora seja, né, não sei, é uma sensação. É, não tem essa identificação, né, com a... Não parece mobilizar ali a torcida, né, mas agora falando da parte de desempenho dentro da pista, atrás mesmo.
É, é isso aí. Sou Fábio Campos, mais alguém que o senhor queira destacar? Bom, acho que a gente... As outras que eu quero destacar estão na pauta aí, né? A gente vai falar delas aí. Ah, então vamos começar por um aqui agora? Posso guardar. Só rapidinho, só uma frase então. Sim, sim. É impressionante a série de tropeços da Audi, a série de percalços da Audi, como a equipe está sofrendo e...
Já passei de uma frase, já estourei meu tempo, mas por mais que seja uma questão de, poxa, é um começo na Fórmula 1, é um período difícil, é um período de adaptação, se você for rebater lá na Cadillac...
que não faz os tempos da Audi, mas não está vivendo esse calvário da Audi. Um carro não consegue largar, aí tem um problema de desclassificação, fora das medidas de capacidade de ar no combustível, na entrada de ar do motor, no caso do Bortoleto.
aí o carro pega fogo do Huckenberg depois o do Bortoleto pega fogo também, são os dois carros então é um começo é um calvário da Audi mesmo, embora os tempos não estejam ruins do carro mas a série de problemas que eles estão enfrentando é gigantesca e aí você repita rebate, seria muito simples relevar por ser o começo, mas se você rebater na Cadillac, não tem nem perto desse calvário da Audi
Nem perto. Não tem a mesma velocidade. Claro que não, não tem como ter, porque está começando do zero. Mas você não vê os carros da Cadillac pegando fogo. Só larga um. Raramente largam os dois. É impressionante como a Audi está sofrendo nesse começo. Exatamente. Bom, vamos dar sequência na pauta aqui. Vamos falar agora um pouquinho, senhor Bruno Aleixo, da Ferrari. Ferrari que...
Criou-se uma expectativa aí, dizendo que ia trazer um carro quase que 50% novo, e parece que trouxe mesmo. Mas qual que é o saldo da Ferrari desse final de semana, Sr. Brunalejo? A sensação, assim, vendo a Ferrari, né? Mas é uma sensação, né? Depois a gente pode discutir um pouco sobre as performances dos pilotos. A Ferrari parece que ou ficou na mesma, ou andou para trás, né?
O Leclerc ainda fez uma corrida muito boa no domingo, e que acabou o resultado não sendo, não refletindo essa boa corrida, porque ele acabou rodando ali na última volta, e depois com essa punição que ele teve, como o Fábio falou, foi bem justo, ele caiu para o oitavo lugar. Então, tipo assim, ficou uma Ferrari.
da Ferrari em sexto com Lewis Hamilton. Ou seja, parece que andou pra trás. Na performance da pista, parece estar no mesmo lugar, né? É interessante, daqui a pouco a gente vai falar sobre a dinâmica da corrida, né, Carlão? Mas o que a gente tem a impressão é de que há uma proximidade
entre Ferrari, McLaren e Mercedes, né? Com a Red Bull chegando ainda. Mas tem uma proximidade ali, né? Que elas vão se revezando, né? Assim, tipo, a McLaren, daqui a pouco a gente vai falar sobre ela mais próxima da Mercedes, esse fim de semana. Mercedes ainda parece ter um melhor carro, mas já não é mais também aquele domínio avassalador. Então, parece ter uma proximidade ali, né? Entre as três principais equipes do campeonato e a Ferrari está entre eles. Mas esse foi um fim de semana ruim da Ferrari, eu achei.
fim de semana fraco desse ano, talvez foi o fim de semana mais fraco da Ferrari Fábio, o Hamilton teve um segundo o que eu li, teve um toque que danificou o carro no sábado teve um toque que danificou o carro no domingo, o Leclerc teve aquele erro no final é é
não só o saldo da Ferrari, mas também o saldo dos pilotos. Como é que você viu esse final de semana em Miami para os pilotos Ferrari? Pois é, Carlos. Eu acho assim, nesse... A impressão que eu tenho também, vou começar com o Bruno, é uma sensação. É de que está faltando alguma coisa na Ferrari. Não sei se vocês têm essa sensação. Tem alguma coisa que parece que não vai. Porque nesse final de semana, assim como vocês falaram, a Ferrari veio com muita atualização no carro.
como veio a McLaren. Mas a efetividade do salto da McLaren é muito maior do que do salto da Ferrari. A Ferrari, eu até estou olhando aqui, eu até estou abrindo aqui, cara. A Ferrari nesse final de semana, ela em termos de tempos de volta, ela foi a quarta.
Se você pegar só os tempos de volta, não estou falando que ela era a quarta mais rápida no geral, no final de semana, que ela estava mais lenta do que a Red Bull, não estou chegando a tanto. Mas uma análise que é importante, é você terminar do final de semana, você pegar os tempos de volta.
qual o melhor tempo no final de semana. Como esse final de semana teve dois qualifais, então essa análise se torna até mais importante. Então, se você pegar os tempos de volta das equipes, a Ferrari ficou em quarto. A Ferrari tem um quarto tempo. É quase como se ela tivesse caído para a quarta. Repito, não vou chegar a cravar isso. Mas é quase. Porque, olha só, vou pegar aqui.
O melhor tempo da Mercedes, 1,27.7. Melhor tempo da McLaren no final de semana, 1,27.8. Bem próximo ali. Terceiro melhor tempo da Red Bull, 1,27.9. E só o quarto da Ferrari, 1,28.1.
Então, olha só, a quarta equipe em termos de tempo de volta. Então, alguma coisa não encaixou. Evidentemente, não é dizer que as atualizações não deram certo, porque é a primeira corrida com as atualizações. A gente não sabe se esse regulamento vai ser igual ao efeito solo, que você pode precisar refinar as suas atualizações. Tem uma coisa que você precisa refinar, que foi a grande análise que eu acho que vale bem a pena.
da live pré-corrida, para quem não assistiu. Aliás, teve muita gente que assistiu depois da corrida e eu fico muito lisonjeado quando isso acontece. Aumentou lá em 400 pessoas, eu acho, o número de views depois da corrida. Então, a gente que assiste a corrida e depois vai lá... Eu fui um desse. É verdade, é verdade.
e eu acho que aquela análise lá que daqui a pouco nós vamos chegar lá, aquela análise comparativa Mercedes versus McLaren, o porquê, as razões tem até frase do Toto Wolff depois da corrida, que confirma aquela análise, quem não sabe do que eu estou falando, ou espera um pouquinho, mas se quiser saber em todos os detalhes, vai lá conferir a live pré-corrida que está aqui no canal especificamente a parte que tem vários prints de tela comparando as duas voltas de Norris e de Antonelli, que foram as duas voltas mais rápidas Deixar
no que era ali a classificação para a Sprint. Então, Carlos...
Com todas essas atualizações, com todo esse final de semana de atualização, com toda essa questão que eu estava dizendo, a gente não sabe como vai ser o nível de refinamento. Se tem uma coisa que tem um nível de refinamento, foi por isso que eu fui lembrar da live anterior, é o uso da bateria, a otimização da parte elétrica. Ela precisa de um refinamento. Ela foi o segredo da variação Mercedes versus McLaren.
nesse final de semana, mas daqui a pouquinho nós vamos chegar lá com mais calma. O que eu estou querendo dizer é que a Ferrari não deu esse salto, então vai haver um refinamento, o que precisa para a Ferrari evoluir de fato? Porque ela está vendo a Red Bull evoluir, está vendo a McLaren evoluir, viu a Mercedes fazer um novo carro.
E não estou falando que a Ferrari fez um mau trabalho, não. Estou falando que a Ferrari está um horror, não. Mas está faltando alguma coisinha para a Ferrari. Para a Ferrari estar ali. Se misturando, ela está. Por exemplo, a melhor volta do Leclerc no Qualify, 128.1, até citei aqui agora.
ela foi mais lenta do que os tempos da McLaren no qualifying e na sprint. Ela não conseguiu superar o tempo da McLaren na sprint, mesmo com a evolução do final de semana. Então eu fico pensando, Carlão, já que a gente está aqui para analisar, refletir, não estamos aqui para cravar nada, mas às vezes a gente crava, mas estamos aqui para refletir acima de tudo, trazer reflexões, trazer uma discussão aprofundada.
Eu fico pensando se, por exemplo, o fato da Ferrari estar largando muito bem, você brincou aí na abertura do programa, se isso não muda a percepção um pouco, se isso não está aliviando um pouco da percepção. Porque ela está participando. Na hora que ela larga bem, ela está participando da disputa. É o momento de brilho dela.
merecido com o mérito da opção que ela fez, que eu já falei aqui no café. Falei em alguma live da semana passada, eu já não me lembro qual, porque já estamos naquela maratoninha de live. Teve live quinta, teve live domingo, tem live hoje, amanhã tem mais Café Sprint, exclusivo para os apoiadores. Então a gente já está naquela de misturar qual live a gente falou. Mas eu mantenho aqui a reflexão. O quanto essa escolha da Ferrari...
de fazer o turbo menor, que foi uma escolha, que dá um benefício em algumas situações, não é só em largada, mas dá o benefício em algumas situações, o quanto o outro lado dessa escolha, porque é o cobertor curto, como a gente tem falado da Audi, a Audi larga muito mal, nós trouxemos números aqui semana passada, aqueles gráficos.
A Audi larga muito mal, tem um turbo maior. Ao mesmo tempo, ela vai ter o seu benefício. Ela já até pontuou na Austrália que era uma pista em que velocidade máxima ou perto disso fazia valer. Mas o quanto no saldo do campeonato, isso não pode ser um problema para a Ferrari. A Ferrari não pode pagar mais essa conta do que ganhar. É uma dúvida que eu tenho. Repito, é apenas um pensamento. Pode até acontecer das outras irem mais para o lado da Ferrari. Isso vai depender muito do...
de como as corridas vão se desenrolar. Porque se a posição de pista, como foi em vários outros regulamentos, passar a ser tão vital, no sentido de você pulou na frente, alguém tomar a sua posição é muito difícil, aí essa escolha da Ferrari pode valer. Porque ela pode ganhar posições largadas em corridas e talvez não...
não ser superada, mas depende muito de como esse regulamento vai se desenrolar. Então, Carlos, eu fico pensando se essa questão das largadas não é uma... Não é uma...
Algo que, digamos assim, alivia a percepção da Ferrari. Alivia, porque é um momento de brilho, mas que depois ela não converte, ela não conseguiu converter. Olha quantas corridas ela liderou a primeira volta. São várias, Miami mais uma delas. São várias corridas em que eles lideram a primeira volta, mas não conseguem converter. E tudo bem, a questão é que outros adversários agora estão conseguindo bater na trave mais do que ela. Os chutes estão batendo na trave mais do que os da Ferrari.
então, Carlos, não sei, talvez a Ferrari dependa mesmo do adulto, que é a atualização dos motores talvez seja uma questão dessa dela ter que fazer um upgrade, talvez o que está a diferenciando é o motor porque vamos lá todas as equipes Mercedes foram bem no final do final
todas as equipes que correm com o motor Mercedes foram bem. Olha só, a Mercedes ganhou, a McLaren está ali, a Alpine já falamos e a Williams também já mencionamos. Então, todas as equipes que correm com o motor Mercedes foram bem. Será que é uma coincidência? A perda da Ferrari pode não ser exatamente o que falta, que eu estou falando que falta alguma coisa, pode até ser alguma coisa de motor. Pode ser, não sei. Mas você me perguntou dos pilotos, eu também acho que falta alguma coisa nos pilotos da Ferrari.
É isso que eu queria falar. Os dois pilotos da Ferrari. Está faltando, né? Porque não é só a equipe. Não é só... Eu ainda acho, por exemplo, acho que o Leclerc é muito mais positivo o saldo dele do que negativo. Mas o Leclerc, ele tem um ar de tudo ou nada, assim. Parece que quando ele está perdendo ele meio que chuta o balde. Ele até falou depois da corrida. Ele até falou, cara, eu tentei um tudo ou nada ali de deixar o piastre para frente, para tentar embalar sem ter o problema de ar sujo, para tentar embalar ali na bateria.
e pegar ele, mas errou, mas bateu, isso aí não tem como, e o Hamilton também antes de passar para o Bruno Aleixo, o Hamilton também, parece que enfim, daqui a pouco eu falo mais do Hamilton, deixa eu jogar para o Bruno falar um pouquinho também isso que você falou do Leclerc me leva me leva a pensar justamente no Hamilton, porque eu vejo os pilotos da Ferrari em polos completamente é
opostos, né? O Leclerc é esse tudo ou nada aí que você falou, né? Vai pra cima de toda forma, quer andar mais que o carro, aquela coisa toda. E o Hamilton, ele tá entrando numa fase da carreira de passividade, assim, né?
Se você assistir de novo as cinco primeiras voltas dessa corrida, você vai encontrar uma corrida meio selvagem, uma corrida que lembra aqueles campeonatos de kart, que a gente vê galera se batendo, tocando, rodando, jogando para cá, jogando para lá e tal. E o Hamilton nessa história, ele toma umas ultrapassagens, que você olha e fala assim, cara, não é o Hamilton que eu conheci.
Ele toma uma ultrapassagem do Max logo depois que o Max roda, que ele volta meio lado a lado com o Hamilton, ele dá um chega pra lá no Hamilton, né? Meio que dá um totó de um lado, assim, no Hamilton. Depois ele toma uma ultrapassagem do Cola Pinto também, que ele vai parar fora da Pinto. O Hamilton tá muito passivo, né?
E eu acho que... E uma coisa que eu fiquei pensando, que o Fábio falou na última live, e que agora a gente começa a enxergar, que é o seguinte, olha como as temporadas de 2025 do Hamilton, já começa... A temporada de 2026 já começa a parecer com as de 2025. Sim. Começou aquela coisa ali, aí foi bem na China, aí a gente falou, pô, o Hamilton tá de volta, não sei o que e tal. E aí de Miami em diante já começou a cair.
De novo. Nós estamos vendo de novo. Você lembra tanto de gente cravando, veículos de empresa cravando. Olha o velho Hamilton de volta. E nós falamos aqui, né? É muito cedo. De novo. De novo. De novo. E o Hamilton... Mas o que me chama a atenção é a passividade. O Hamilton como sete vezes campeão mundial.
Tomar as ultrapassagens que ele toma é uma coisa muito... Está tomando, tomou nessa corrida de Miami. É um negócio muito esquisito. É uma coisa que chama atenção negativamente. Então, cara, a sensação é de um final de carreira mesmo. Acho que o Hamilton já está naquela fase. Os pilotos, quando vão chegando nesse finalzinho, eles começam mesmo a tomar umas ultrapassagens meio humilhantes. E, sei lá, eu acho que o Hamilton talvez esteja nessa fase mesmo.
Isso porque ele falou um dia desse aí no Twitter que tomou uma ultrapassagem humilhante numa corrida. Mas eu estou no final de carreira. Eu queria essa frase estampada no canal. Eu, ao contrário do Hamilton, eu estou no final de carreira. Talvez não, talvez o Hamilton também esteja. Eu ainda hesito um pouco em dizer final de carreira, mas...
Até porque, do mesmo jeito que eu falei, né? Mas não é uma sensação? Tipo, você não olha e fala assim... Eu acho que esse final de semana dele foi muito 2025. Já que você usou esse exemplo, eu acabei tendo esse clique, assim, ouvindo você falar. Esse final de semana dele foi muito 2025.
E aquela questão de adaptar o carro, eu sempre tive um pezinho atrás. Eu cheguei a falá-la, não vou tirar o meu corpo fora também, não. Mas eu sempre tive um pezinho atrás com aquela questão de adaptar o carro, principalmente quando eu lembro daquela corrida em Silverstone, que ele ganhou muito bem em 2024. Então, assim, claro, para o ouvinte que está se revirando aí. Claro, na corrida ele tinha lá o damage, como o Carlos citou. Ele tinha lá a avaria.
acho até que foi legal a disputa dele com o Verstappen na sprint na sprint foi boa foi tão dos velhos tempos que o Verstappen cruza a linha e é obrigado a devolver a posição embora as regras de 2021 inclusive quando o Verstappen vai devolver, ficou meio parecido com o Jedi, só no bateiro o Hamilton vai diminuindo também, o Verstappen diminuiu a velocidade e o Hamilton vai tirando o pé também Deixar?
Eu queria falar sobre isso. Isso é a nota triste. Porque aquilo, ele vai diminuindo na curva 17. Curva 17, para quem não sabe. A curva depois do retão. O retão final, digamos assim. Porque tem dois retões em Miami. Onde o Gasly capotou. Onde o Gasly capotou.
E ali, por que aquilo acontece, Carlos, igual a 2021? Porque tem a linha do overtake. Então, de novo, a gente viveu uma situação que aconteceu várias vezes com o DRS, do piloto não querer passar, que foi a raiz daquela batida em 2021. Aquela batida em 2021 da Arábia Saudita. Foi a raiz daquela batida na Arábia Saudita.
Fica um acelerando, freando, um acelerando, freando, e na hora que dá uma coincidência, um acelera e freando, e bateram os dois. Mas tinha tudo a ver ali de não querer pegar a linha do DRS. Então eu fiquei muito decepcionado em ver isso. Não estou falando com os dois pilotos. É uma questão da Fórmula 1. De novo, a gente tem que ter uma linha, infelizmente. E nesse caso, a linha do overtake, que eu já falei aqui no canal, ela vai estar sempre ali.
sempre ela vai estar, não é igual a linha do DRS, que cada ano ela mudava, tinha reta que tinha, tinha reta que não tinha. A linha do overtake, ela vai estar sempre no final da volta. Por quê? Porque quem ganha lá o overtake...
passando um segundo atrás, vai ter a volta inteira. Então a linha vai estar sempre ali. Então, por exemplo, Montreal é um risco de novo, da gente ter a mesma coisa. O cara não querer passar para pegar o benefício do botão de overtake. Para quem não está sabendo o que nós estamos falando e puder rever a sprint, reveja o momento em que o Verstappen vai devolver a posição para o Hamilton, que ele é obrigado, por causa da ultrapassagem, lá na curva 11, no final da reta sinuosa, da outra reta, do primeiro retão, digamos assim.
ele vai ultrapassar ali, ali que foi vintage, hoje em dia fala-se isso, né, vintage. Ali foi vintage, eles foram para fora os dois, e o próprio rádio do Verstappen já vem dizendo para devolver. Aí ele vai devolver, o Hamilton não quer passar. Então eles perdem ali, o Verstappen fala depois da corrida que eles perdem ali uns 4 segundos. Então é muito triste ter que viver essa situação. Daqui a pouquinho nós vamos falar de regulamentos, se o GP de Miami foi bom, se não foi.
mas já que você fez esse registro eu também faço questão de dizer o final da minha análise estava indo para o seguinte lado ok que o Hamilton tinha avaria no carro
no caso agora voltando para o GP de domingo por causa do toque com cola pinto é um toque que você vê voando um pedaço todo do eu não sei a tradução desse, bar de board vou pegar o Rubim aqui é isso aqui é isso aí, bar de board o que é em português? não faço a menor ideia vocês dois deviam saber isso mas tudo bem é
quebra ali, ele faz um gesto obsceno para o Collabinto. Eu acho até que o gesto obsceno que ele faz para o Collabinto, Bruno, eu estava lembrando disso quando você estava falando, eu acho até que é um sinal positivo no sentido... Eu não posso fazer aqui, eu vou fazer com esse dedo. É isso. Com outro dedo.
É um sinal de vontade, é exatamente isso. É um sinal de vontade. Eu não estou falando que tem que mostrar o dedo para os outros. Eu não vou aqui prejudicar o politicamente correto. Mas eu acho que é um sinal positivo de... Pô, cara, tem que ficar pé da vida. Tem situações em que o piloto tem que ficar pé da vida. Eu critiquei muito o Valtteri Bottas. É saudável, né? Eu critiquei muito o Valtteri Bottas em 2018.
por ter ouvido, ele ouviu na Rússia, e ele ouviu em Hockenheim, a ordem para deixar o Hamilton passar. E em Hockenheim, ele desce do carro sorrindo. Ele desce do carro sorrindo em Hockenheim. Aliás, inclusive até um parênteses aqui. Eu não sei se vocês viram. O Bottas escreveu uma coluna recentemente.
Não me lembro o site, foi republicado em vários. Para quem quiser eu posso até ir atrás. O Bottas publicou uma coluna agora, semana passada, retrasada. É muito recente, em que ele conta como os jogos de equipe da Mercedes destruíram ele psicologicamente.
como ele sentiu aquilo, como ele sofreu, como ele repensou a carreira de 2018 para 2019. Pensou muito em aposentar, ele conta. A gente lembra que 2019 é aquele primeiro GP de 2019, é aquele GP que ele ganha e manda um fuck you para todo mundo, quer dizer, para quem o criticou. Ele até fala sobre isso, aquilo ali tinha, porque estava uma coisa muito entalada.
Olha, eu li um trecho da coluna, eu não li a coluna inteira, mas só o trecho da coluna em que ele fala, como o jogo de equipe o destruiu mentalmente, como aquilo fez ele repensar a vida dele de piloto, a motivação dele, é um ótimo exemplo para quem gosta de discutir jogo de equipe, que é algo que infelizmente a maioria, ou grande parte dos jornalistas, parece tratar como algo trivial. Não é. E quem puder ver essa coluna do Bottas, eu recomendo. Ok?
que ganhou muita repercussão. Então, feito esse parênteses, não podia deixar passar, o Hamilton chegou na sprint, cara, na corrida pequenininha, seis segundos atrás do Verstappen e 15 atrás do Leclerc. É um número muito grande. Não sei se ele tinha avaria no carro na sprint, não estou tentando lembrar aqui, não estou conseguindo. Talvez fosse o caso. Mas mesmo, vamos supor, vamos supor que mesmo com a questão do damage lá no carro, ele não desafiou o Leclerc em nenhum momento do final de semana.
Isso é um fato. Se na corrida a gente pode dar esse asterisco, o fato é que ele não desafiou o Leclerc nesse final de semana. Eu ainda acho que é algo que eu estou guardando para falar do Russell daqui a pouco, e já vou antecipar. Assim como no Russell, Montreal para o Hamilton é uma prova dos nove, porque é uma pista em que, assim como no seu ex-companheiro de equipe, ele se dá muito bem. Então, Montreal vai ser um belo do raio-x do Hamilton, uma oportunidade para ele se recuperar.
Porque é uma pista em que o Hamilton se dá muito bem. O Montreal é muito casa do Hamilton. Onde ele ganhou a primeira corrida da vida dele, de Fórmula 1. E não só por isso. Ganhou várias lá de Mercedes. É uma pista que ele gosta. Então vamos ver como é que vai ser em Montreal.
É isso aí. Bom, eu vou trazer aqui agora alguns super pics que a gente tem aqui dos nossos participantes aqui, nossos inscritos, mas antes, vou trazer aqui o Danilo Nopes que tá falando aqui, ó, 240 pessoas na live com 107 likes. Desce o dedo no like, galera. O pessoal tá mais devagar do que a Aston Martin.
É isso aí. Então vamos ajudar, vamos deixar o like, vamos espalhar a palavra do café. Vamos lá, vamos trazer perguntas aqui do Bosco, o Bruno Aleixo. Bruno Aleixo, seria Leclerc a lesir contemporâneo? Na sprint atrás do Piaço, parecia um boi bravo ir para fora da pista. Na corrida após a passagem do Russell, o homem alucinou. Zezinho overdrive.
Que maldade. Olha, eu quero deixar claro, eu nunca comparei o Leclerc com o Alessi. Tirando os lindos olhos azuis que os dois têm, eu nunca comparei o Leclerc com o Alessi. Isso aí são fake news aí que vocês fazem. Isso aí é montagem de inteligência artificial. Agora, falando sério, o Bosco, o Leclerc ele é um piloto que anda muito no limite.
né, isso a gente já viu acontecer e às vezes passa do limite e quando a gente passa do limite acontece isso aí que você está descrevendo aí no final da sua frase, que é o overdrive eu confesso que a rodada do Leclerc no final da corrida e vendo depois a forma como ele fez a última volta, eu até fiquei com a sensação de que ele tinha um problema no carro porque é muito estranho, assim ele roda e depois não faz nenhuma curva ele vai meio que reto, assim, o resto da pista inteira, né
e toma punição por causa disso, e depois ele mesmo falou que não tinha problema nenhum no carro, que ele que cometeu o erro mesmo. Então é isso, você é um piloto que está sempre muito próximo ou acima do limite, e quem está muito próximo ou acima do limite comete muitos erros, como o... Não, eu jamais faria essa comparação.
Bruno, mas peraí, eu não entendi porque eu não vi ele falando isso ele disse que não tinha problema nenhum no carro quando ele rodou isso, é porque depois não fazia sentido que ele continua lento ele vai lento o resto da volta, passando reto e perde mais duas posições ainda no final exatamente
Não, beleza. Tem outra aqui, tem outra da Ferrari aqui. Essa aqui eu vou levar para o Fábio Campos. Fábio Campos, podemos dizer que fazer a pole para a Ferrari ficou irrelevante? Afinal, um terceiro lugar no Qualy já garante que na primeira curva o piloto vai estar na liderança.
Pois é Acabou que eu já comentei um pouco sem querer Porque a Ferrari Ela brilha na largada, mas ela Falta sustentação, falta alguma coisa Ela é mais rápida em curva Do que a Mercedes na maioria das análises
Mas isso, eu já falei, pode até ser prejudicial nesse regulamento maluco, irreverso e contraintuitivo, porque continua sendo necessário recarregar a bateria nas curvas. Então, às vezes, você ir mais rápido nas curvas, de alta principalmente, não é uma vantagem.
Não é necessariamente uma vantagem. Deveria ser, né? Num automobilismo normal, deveria ser. Nesse regulamento de cabeça para baixo, a vantagem da Ferrari em curva sobre a Mercedes pode ser algo que está prejudicando por causa de um uso de bateria ou de uma capacidade de bateria que talvez não esteja sendo tão aproveitada. Estou falando sempre aqui no condicional, no talvez, porque tentando fazer uma análise pé no chão.
aliás por isso que eu nem respondi a pergunta anterior que cá entre nós né enfim vamos então essa comparação para mim é uma eu vou fazer para não perder a amizade como eu nunca fiz eu nunca fiz essa comparação é com alesia ou é falta de memória ou é desconhecimento ou é zoeira né só pode ser então enfim vamos vamos vamos seguir em frente
O piloto, a questão da largada, ela pode até não durar muito também, Gabriel. Porque a gente já está vendo algumas equipes melhorarem. A gente já está vendo. A própria largada do Antonelli na sprint já foi... Na sprint não, perdão, na sprint foi muito ruim. Mas na corrida de domingo já foi muito mais respeitável. Então as equipes não vão ficar paradas. Então talvez a Ferrari tenha uma vantagem por causa do tamanho do turbo.
Talvez essa vantagem vá sempre existir, mas o quanto ela vai... Será que ela vai conseguir ganhar posições duas, três, todas as corridas? Vamos repetir a situação de Miami. Será que até o final do ano ela vai largar em terceiro? Se ela largar em terceiro, ela vai conseguir pular na frente?
Acho bem, bem, bem, é um bom questionamento. Nesse momento está sendo uma vantagem, mas está tudo mudando. A evolução, a grande tônica desse começo de regulamento, isso é uma coisa que a gente já esbarrou aqui no café, os saltos podem ser muito grandes em todas as áreas. Otimização da bateria, upgrades normais de aerodinâmica, largadas.
é tudo muito júnior. Vou falar assim para as pessoas entenderem. É tudo muito juvenil. É tudo muito começo. Então, a gente não sabe. Pode haver uma reviravolta também nesse aspecto. Vamos ver, vamos acompanhar.
E outra coisa, né, Fábio? O Leclerc largou muito bem esse final de semana. A largada do Hamilton não foi um pulo tão extraordinário assim. Os dois na sprint foram largados mais normais. É porque isso vai variar muito da aderência da pista. Como você tem que segurar? Por que tem aquelas luzinhas antes de começarem as luzes vermelhas? Porque você tem que girar o turbo.
No máximo. Só que não é só simplesmente você botar o turbo lá no máximo e ficar de braço cruzado. E na hora que apagar, você só... Não, você tem que descer um pouquinho e achar um ponto ideal. Ele no máximo não funciona. Então é aí que está pegando muita gente. Aí que já pegou a Mercedes várias vezes. Porque se fosse só deixar o giro lá em cima... Ah, acenderam aquelas luzinhas antes das luzes de largada? Para agora todo mundo deixa o turbo rodando lá em cima, giro no alto, acabou. Vambora todo mundo.
Não, você tem que descer um pouquinho. E aí que pega muita gente. Não é fácil. Não é simplesmente deixar o turbo rodar. É isso aí. Bom, vamos dar sequência na nossa pauta aqui, trazendo a Red Bull. A Red Bull que trouxe atualização. Foi um final de semana mais forte. Mas, Fábio Campos, o que explica essa melhora da Red Bull em Miami?
Pois é, Carlão, tem muita coisa que eu acho que dá pra gente... Primeiro, tem uma coisa que eu não estou dizendo que isso explica, mas é impressionante a asa traseira da Red Bull. Vocês não ficaram impressionados, não? Aquilo ali... Eu ia te perguntar, estava anotado aqui pra mim, pra mim te perguntar se aquela asa... Claro, correu está no regulamento, mas parecia que ela era muito mais aberta que as outras. Não, ela era. É um buraco enorme.
Eu também fiquei pensando nisso nesse final de semana, porque quando era o DRS, você tinha limites. Eu acho que agora esses limites foram alterados ou foram alargados de alguma maneira. Porque não era. Aquela asa ali no DRS não poderia, não entraria. Então, na verdade, é assim, né?
o sentido no DRS era o contrário. Muitas vezes deixar pouca abertura, a pressão do ar, às vezes até poderia ser melhor. Mas é uma coisa impressionante a asa da Red Bull. O tanto que abre, o tanto que... É uma asa giratória, como a da Ferrari, mas é um... O conceito é igual, mas a operação é completamente diferente. Então, é uma coisa que chamou muito atenção nesse final de semana.
O avanço, a pergunta do Carlão foi sobre o avanço da Red Bull. Vou dizer algo de novo que tenho dito aqui várias vezes. O avanço da Red Bull em 2025 significa alguma coisa. Aquilo ali não é algo trivial. A gente discutiu aqui Red Bull várias vezes já esse ano, a questão das saídas. E eu dizendo, cara, mesmo com os que saíram, o avanço no ano passado foi muito grande. O avanço técnico.
Não tem a ver com o Lambiase só. O Lambiase é mais o cara da operação, de corrida, de execução. Então existe alguma coisa ali. A equipe não acabou. A equipe não morreu. Está num momento que a gente pode até chamar talvez de crise, entre aspas, pelo menos nessa questão de entradas e saídas, mas não é uma equipe morta. Não é o último que saia a pagar a luz. Não é. Tem muita gente lá na equipe. Saíram muitas pessoas. Saíram muitas pessoas anônimas e saíram principalmente muitas pessoas conhecidas. Mas...
É o que eu tenho falado. Aquela virada em 2025 não é uma coisa fácil. Não dá para tratar aquilo ali como... Não, aquela virada foi muito forte. Eles terminaram um ano melhor do que a McLaren. O Verstappen ganhou as últimas três corridas. Virar o jogo daquele jeito não é para qualquer um. É isso que eu estou querendo dizer.
Agora, o que explica muito, Carlos, talvez essa melhora da Red Bull, foi uma entrevista que o Verstappen deu para a imprensa holandesa. Eu estou começando a achar que eu vou ter que aprender holandês, porque o Verstappen para a imprensa holandesa é muito mais aberto. É, foi a língua de casa, é a língua mãe. E eu estou brincando. Isso é natural. Os pilotos brasileiros também normalmente eram muito mais abertos com a imprensa brasileira.
Isso é normal. Mas brincadeiras à parte, uma coisa que o Verstappen falou, e depois muita gente foi apurar, é de que a Red Bull identificou que existia um problema na direção, na caixa de direção ou na coluna de direção. Meu holandês ainda não está refinado a esse nível. Mas que isso mudou completamente o carro. Então, aquela Red Bull do Japão, aquela Red Bull da China, provavelmente era uma Red Bull que tinha este problema. E a gente falou muito aqui, né, Carlos?
Usar cinco semanas para estudar, para mergulhar, para aprender. Acho que esse tipo de aprendizado, Carlos, é até melhor do que o aprendizado de pista, que a gente discutiu aqui. Mas não é melhor também? Não é bom também aprender na pista? Sim, tem coisas que são.
você aprender na pista. Agora, esse tipo de problema, um problema na direção, talvez, ou não, talvez não, foi nos estudos dessas cinco semanas que a Red Bull e o Verstappen falou que mudou da água para o vinho. Então, é um problema que o carro tinha. Então, talvez o carro, essa performance de Miami, talvez seja a performance mais real. Essa seja mais a Red Bull. Aquela Red Bull do Japão e da Red Bull da China...
Era uma Red Bull absolutamente... A gente estava aqui dizendo, né? Eu, todo mundo estava dizendo. Onde está a Red Bull agora? Em que pilotão pertence a Red Bull? Parece que não chegou tão lá embaixo. Era uma coisa que cabia resolver, que cabia ajustar, que cabia aprender, corrigir. Parece que era um problema mesmo na questão do carro. Então...
Essa é uma das causas, claro, também teve atualização, a Red Bull veio fortemente atualizada nesse final de semana. Uma coisa muito boa da equipe foi que ela, antes de eu chegar no Verstappen, foi que ela...
fez algo que é uma das características pela qual ela se notabiliza, que é avançar durante o final de semana. Essa sempre foi a característica da Red Bull. Começa mal na sexta, chega no qualifying, chega na corrida, já é outro cenário. Então a Red Bull voltou com aquela, pelo menos nesse final de semana, com aquela...
característica de evoluir no final de semana. Já começou, não começou ruim, mas a classificação pra sprint foi uma coisa na classificação principal. Eu disse aqui na live pré-corrida, né, Carlão? Se alguém falasse antes do final de semana.
O Verstappen vai largar em segundo a 0.1 da Mercedes. Se alguém falasse isso antes do final de semana, é aquele caso de você falar maluco, tá louco, que chute mais estapafúrdico. E foi o que aconteceu. O Verstappen largou em segundo na corrida a um décimo da Mercedes. Então foi... Esse é um saldo legal do final de semana. Daqui a pouco nós vamos falar de novas regras, né? Ou das atualizações de Miami. Enfim, vamos discutir tudo de uma vez só.
Esse equilíbrio na frente me parece uma das boas notícias de 2026. Eu acho que sim. Parece um equilíbrio na frente, embora a Mercedes esteja fora de sincronia com atualizações. Ela não trouxe atualização nessa prova e vai trazer atualização. Trouxe uma ou duas pequenininhas, mas vai trazer atualizações de verdade agora em Montreal.
Então, será que Miami foi só um momento? Daqui a pouquinho a gente vai discutir isso. E última coisa sobre esse assunto, depois, se vocês quiserem, a gente até pode falar um pouco do Radjá, mas sobre o Verstappen.
o Verstappen errou. É uma frase que não é comum, mas tem que se dizer. Errou. O Verstappen errou ali. Errou e acionou o Verstappen do Velho Testamento, porque as três primeiras voltas dele foram uma coisa completamente maluca, ele jogando o carro por dentro. Tem uma hora que ele joga por dentro. O Sainz ultrapassa.
A imagem na câmera do Sainz é maravilhosa, porque o Sainz ultrapassa, ele olha no retrovisor, ele dá uma outra olhada, tipo assim, não, não é possível que ele venha, aí ele vai fechando. Aí a gente vê ele surgindo, né? Deixa um espacinho assim, ó, pro Verstappen passar, ele passa nesse espaço, faz a ultrapassagem, e não, e consegue ainda se manter à frente. E depois, ele tem duas ultrapassagens que ele faz, que agora eu não vou lembrar os perigos, eu sei que uma foi no...
no Hamilton, sei lá, eu sei que ele faz aquelas ultrapassagens maravilhosas, estilo do Ricardo, de forçar a freada. Inclusive tem uma que ele reverte a bateria, né? O cara passa ele na bateria e ele repassa na freada. Repassa na freada. Então...
O que eu queria falar do Verstappen é que, assim, ainda que tenhamos toda essa discussão do regulamento, o Verstappen ainda sobressalece na pilotagem, né? Porque ele cai pro meio do pilotão depois daquela rodada que foi um erro dele, e ele admitiu, né? Ele falou lá na hora que foi um erro dele, e ele volta recuperando, quer nem saber, passa por dentro, passa por fora, e o pessoal chorando, né? Porque os pilotos de hoje em dia, eles não tem mais esse costume, o Sainz, olha aqui, ele acha que pode fazer o que quiser,
fez nada demais, só resistiu a outra passagem que ele tomou por fora. Então, eu acho muito bonito ver o Verstappen correr assim, eu vou ficar muito chateado se ele sair da Fórmula 1, porque ele faz muita diferença. Ele é uma atração, né, cara? Até quando ele está meio pé da vida, ele é uma atração. Eu até acho a devolução de posição é justa do Hamilton lá na sprint agora.
Ah, sim, porque ali saíram os dois. Porque ele saiu da pista e chegou a essa conclusão, que eu concordo, se você joga o carro no Apex e você sai da pista, você perde essa vantagem, porque senão o Verstappen explora mesmo, como ele fez em Austin. Essa é a regra pós-Austin com o Norris dois anos atrás. Ele solta o carro para o Apex, é por isso que eu falei aqui esses dias, o Verstappen, quando a gente estava discutindo o futuro do Verstappen, o Verstappen redefiniu as regras.
para o bem e para o mal. Quem viu a nossa análise aqui, eu não vi praticamente nenhum veículo fazer análise daquele GP do México dois anos atrás, em que ele joga o carro também só para ganhar, ele corta caminho só para ficar à frente do norte, que é uma coisa que a regra não pode deixar acontecer, não pode deixar de jeito nenhum, mas ele foi lá e explorou. É um buraco na regra, e nesse buraco a regra não se corrigiu.
Porque a regra tem que criar maneiras de tirar o cara dali. É aquela questão do Magnussen fez com o Tsunuda. Passa só para segurar. Isso não foi na Arábia Saudita. Foi na Arábia Saudita. O do Magnussen foi na Arábia Saudita. Porque o Magnussen tem uma bandeira preta em Miami. Acho que nesse mesmo ano em que ele...
Briga com tanta gente, divide tanta curva, espalha para lá e para cá e toma uma bandeira. Toma uma desclassificação. É a corrida, se não me engano, que ele ganha pontos, depois ele é... Ganha pontos e fica por aí. É suspenso. É suspenso. Essa é a regra Grosjean. Então, é muito importante a gente citar isso. Eu concordo com o Bruno. E só uma última coisa que está aqui nas minhas anotações.
O momento em que ele toma uma vantagem de mais de meio segundo para o pelotão da frente, e isso analisado no GPS, a Red Bull perdendo essa vantagem para as principais nas curvas. Tomando 0,6 nas curvas.
Então é mais uma prova, mais um reforço estatístico de como realmente o motor da Red Bull é bom. Está lá, está no meio. Pode não ser o melhor, pode estar até um pouco atrás dos dois, da Mercedes e da Ferrari, mas não é um motor de decepção de jeito nenhum, de maneira nenhuma.
A sensação que eu tenho é que não está atrás da Ferrari. Ele pode estar atrás da Mercedes, mas eu acho que não está atrás da Ferrari. É que o carro da Ferrari, na parte aerodinâmica, parece ser um pouco melhor do que a Red Bull hoje ainda, por enquanto. Ô Bruno, vamos falar um pouquinho do Radjá, antes da gente sair da Red Bull? Porque eu queria saber a sua impressão, a impressão que você teve da quantidade de soco que o rapaz deu no volante.
Vai ter que pagar lá, né? Se tiver quebrado o volante. É porque, assim, o Radjá...
A gente lembra da estreia dele lá na Austrália, que ele roda na volta de apresentação e sai chorando. Ele é um piloto mais emotivo, né? Mas será que essa emoção dele não pode acabar interferindo no desempenho?
Carlão, não é fácil ser segundo piloto da Red Bull, né? Não é à toa que a gente brinca aqui, que é meio um castigo, né? Porque você cai lá e você, além de ter um carro difícil na mão, você ainda tem um companheiro como o Max, né? Que é, no mínimo, meio segundo. Quando ele está muito mal, é meio segundo mais rápido, por volta. Então, isso quando ele está muito mal, quando o carro está mal, quando está tudo ruim.
E o Hadjar, assim, eu acho que nas três primeiras provas, o Hadjar parecia estar fazendo um trabalho melhor do que os antecessores que tiveram lá. Esse final de semana foi um pouco, foi pouco não, foi bem pior, né?
E a batida dele na corrida é uma batida clássica de circuito de rua. Você vem ali, belisca o muro por dentro, uma beliscadinha, quebra a suspensão, bate. Eu acho que a reação dele é uma reação natural de quem sabe que está... É difícil falar que é uma roubada, mas é quase uma roubada, porque é uma posição muito difícil. O segundo carro da Red Bull...
é talvez a posição mais difícil da Fórmula 1. Você cai lá e cai num turbilhão de pressão que você não consegue sair por tudo isso, por ser um carro difícil e por estar ao lado do Max.
E o Radiar sabe disso, porque ele estava lá na época do Helmut Marco. Talvez isso melhore, essa pressão interna com a saída do Helmut Marco, essas reformulações que a Red Bull está fazendo. Mas talvez não, também. Pode ser que continue, entendeu? E ele sabe disso. Então, eu acho que o piloto... Eu não gosto de condenar o piloto que tem uma reação extrema. O cara errou, bateu, ficou bravo. É normal, né? É bem normal isso daí.
E agora ele vai ter que trabalhar para reverter, porque a tendência, e a gente já viu isso acontecer na Red Bull em outros anos, é piorar. Infelizmente, a tendência é piorar. Porque o carro vai melhorando, o Max vai melhorando, vai brigando lá na frente, daqui a pouco ganha uma corrida, e o cara está chegando em 15º, 12º, 13º, aí começa a imprensa em cima. Na hora que vai ver, meu amigo, já está...
cometendo erros em profusão. Então, é uma posição muito ingrata a do Hadjar.
O Fabio, me ajuda, que eu acho que... Você já falou isso, mas eu não lembro se é o Albon que disse que quanto mais as coisas vão... O Max vai se afastando, a tendência é que o piloto tente forçar mais e aí acaba errando mais e isso vai tirando, minando a confiança do companheiro, né?
Exatamente isso, cara. O grande desafio de estar ao lado do Verstappen é o desafio psicológico. Não tem mais o Real Multimarco lá, mas o cara é piloto. O cara se acostumar a perder sempre, não é fácil. Não é fácil. É porque na Red Bull isso aconteceu.
Então, como foi com o Pérez, eu acho que foi muito no caso do Pérez, e o álbum, ele... Cara, as entrevistas do álbum sobre o período dele na Red Bull, ou sobre como funciona a Red Bull, são muito valiosas, muito esclarecedoras, são muito boas. Tem uma que é um podcast, tá aí no YouTube, eu acho que quem procurar acha, é um podcast, aquele podcast em que ele fala do mouse, que é a melhor definição que eu já vi alguém falar, que ele fala, é como você se...
configurar o mouse do seu computador no modo mais sensível possível. Isso é guiar o lado do Verstappen. O Verstappen consegue guiar o carro.
Então, na alusão do computador, se você coloca o seu mouse no modo mais sensível possível, você dá um encostãozinho no mouse e a sua setinha já vai... É dificílimo você operar dessa maneira. Agora, tem gente que consegue, tem gente que pode conseguir. Então, apesar de, claro, guardadas as devidas proporções, mas a alusão é muito boa. É muito boa. Da sensibilidade do carro, do quão preso na frente o carro tem que ser. O álbum fala, né? Eu gosto do carro preso.
Eu gosto do carro com a frente presa. Só que o Verstappen é outro nível. E o melhor dessas entrevistas do álbum, desse mesmo podcast, que já tem uns anos, é quando ele fala, o carro é o que é. Não tem essa de carro feito pro Verstappen. Isso é um outro folclore que eu acho assim...
É totalmente errado que as pessoas abraçam, que a Fórmula 1 da internet, das redes sociais abraça, e que não é verdade. O carro não é feito para piloto, o carro é feito para ser rápido. O carro é feito para explorar as características físicas que a pista e o regulamento dão para que o carro seja o mais rápido.
É diferente de desenvolvimento, é o que nós estamos falando aqui. Desenvolvimento do carro. Aí, claro, a equipe vai pegando o feedback do piloto e vai e levanta. Só que é o desenvolvimento do carro. Não é fazer carro para piloto. Isso é completamente diferente.
Talvez pudesse ser verdade, mesmo assim, não sei. Talvez lá nos anos do Schumacher, talvez até pudesse ser, não sei. Mas era outro mundo, outra tecnologia, completamente diferente. Nem sei se é também, não. Estou falando aqui porque muita gente também pregou no Schumacher isso, de que o carro era feito para ele. O carro é feito para ser rápido. Um engenheiro não vai fazer um carro pior em alguma característica, de propósito, só porque o piloto gosta. Ele não vai tirar uma qualidade do carro.
Então, é muito bom desmistificar essas coisas.
Mas o que eu estou querendo dizer é que as declarações do álbum sobre o Verstappen são muito boas. E uma delas, aí eu acho que já é outra entrevista, é justamente nisso que você está falando, Carlão. É na questão do psicológico. Porque você vai ficando... E ele descreve muito bem o álbum. Ele vai falar assim, cara, você vai ficando... Você tenta forçar um pouquinho, aí você consegue, você tenta mais, aí você vai pro qualifying e o Verstappen está lá com cinco décimos na frente, você não sabe como... E agora? Se você já está forçando... Aí você começa a rodar.
Aí você começa a bater. O álbum, ele descreve muito, muito bem, assim, as agruras, digamos assim. Ele relata as agruras de uma maneira muito interessante, muito transparente, muito esclarecedora. Ele descreve muito bem. Então é justamente isso. Então a questão do Radjar agora, eu não sei se o Radjar, só pra matar então, eu não sei se o Radjar vai ter cabeça.
Não sei se o Hadjar vai ter cabeça. Porque o Hadjar, ele se irrita demais. Você vê que ele perde. Tudo bem, pode ser. O Leclerc também se irrita demais, mas o Leclerc consegue compartimentar isso e voltar forte no final de semana seguinte.
Eu não saí do Hadjar. O Hadjar, eu já disse aqui no ano passado, vou manter por coerência. É quase uma coisa fadada a dar errado. É praticamente fadada a dar errado. Você põe um cara com um ano de AlphaTauri, ou Toro Rosso, ou seja lá, chamem como quiser, Racing Bulls, o cara tem um ano só, o cara é muito novo, o cara já está do lado do Verstappen.
Pode dar certo? Pode dar certo. Começou bem, concordo com o Bruno. Aquilo ali não era mentira, aquilo era verdade, mas agora o cenário vai mudando. O carro vai mudando, ele vai conseguir acompanhar? O modo como ele se irrita me chama muito a atenção.
De novo. Tem pilotos que têm essa credibilidade. Até precisam disso. Precisa se irritar e externar. Não sei se é o caso do Hadjar. Mas não foi bem nesse final de semana. Nos dois qualifais, ele classificou atrás de um Alpine. Nos dois qualifais. Ele classificou atrás da Alpine. Nos dois qualifais. Então, é uma coisa... Será que é uma tendência? Tomara que não. Tomara que não, porque o Hadjar... De nada.
brigando junto lá, é mais um. A gente vai poder chamar de quatro equipes, oito carros. Tem cinco anos que a gente fala, são quatro equipes, mas sete carros. Tomara que sejam oito. Mas tenho muita dúvida, muita dúvida. Fica sempre aquela pulguinha atrás da orelha de que, ah, eu já vi esse filme antes, né? Vai começar assim e daí pra lá e morra abaixo. Porque se tem uma coisa que...
que eu apostava muito no Pérez, era justamente o psicológico. Não que o Pérez fosse andar mais do que o Verstappen, não que ele fosse chegar no nível do Verstappen, mas se tem uma coisa... Eu lembro quando o Pérez foi anunciado, eu lembro que a gente estava fazendo a live, eu e o Bruno Aleixo, eu me lembro que eu falei, cara, esse cara tem tudo para assimilar a pancada e não deixar a pancada o afetar. Talvez tenha sido o que mais se afetou, porque foi o que talvez tenha mergulhado nas piores espirais negativas.
Vamos ver se o Hadjar vai... Eu acho que é provável, mas ainda é cedo para cravar.
É isso aí. Vamos lá. Nós vamos entrar agora nos assuntos da corrida em si. Nós temos muito o que tratar, mas eu queria só dar um recadinho aqui antes, que é falar do nosso programa de apoio. Então, você que está conosco aqui, que está nos assistindo agora, ainda não é apoiador do café, considere se tornar um apoiador. Nós temos três formas de você nos apoiar, através aqui do YouTube, no Seja Membro, lá no Apoia-se, no www.apoia.se.
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Qualquer valor que você puder nos ajudar vai nos ajudar muito a manter esse trabalho, a manter o que a gente faz aqui todas as semanas. São muitas lives. Ó, nós estamos com live aqui de contante semana passada. Segunda, quinta, sábado, agora segunda, terça, domingo. E agora tem segunda, terça, quinta e domingo de novo.
Não, não tem porquê não, Carlos. Domingo agora? Não, agora a Fórmula 1 vai esperar três semanas para bater com o Indianápolis. Ah, é verdade. Agora é isso que ela vai fazer. A Fórmula 1 tirou Mônaco da coincidência com o Indianápolis. Para quê? Para colocar coincidência de dia com o Indianápolis.
para colocar o Canadá na hora das 500 milhas de Indianapos. Então, esse momento sublime vai acontecer no dia 24. Então, agora a Fórmula 1 tem três semanas até ela voltar. Eu não devia estar falando isso, porque um monte de gente vai ouvir o café só quando tiver a corrida. Eu não devia estar falando isso. Mas a obrigação jornalística supera a obrigação promocional.
Com certeza. Então, considere-se tornar um apoiador do café. As descrições das nossas faixas estão todas aqui embaixo. E tendo dúvida, manda um e-mail pra gente. A gente vai te responder com toda atenção e te agradecer muito por você ser um dos nossos apoiadores aqui do canal. Mais um lembretezinho rapidinho. Estamos com 246 pessoas ao vivo. 166 likes. Dá pra chegar em 200, hein?
Então, senta o dedo no like aí, vamos chegar a 200, vamos espalhar a live, que eu tenho certeza que até o final da live a gente vai chegar em 300 ao vivo aqui. Então, nos ajudem. Fábio Campos, Bruno Aleixo, vamos falar da corrida, vamos falar da pista no geral. Então, eu quero começar com o nosso grande Bruno Aleixo. Bruno Aleixo, para você, o que decidiu o vencedor em Miami?
Achei que você ia me perguntar se eu gostei da corrida. Eu estava tão preparadinho aqui. É ótimo, agora eu posso falar isso também. Fica à vontade. Fala assim, eu gostei da corrida e o que decidiu foi. Não, é porque assim, eu estou doido para chegar nessa parte do programa, para ver as impressões de vocês também, porque eu estou muito na dúvida sobre o que achar. Porque eu gostei da corrida? Gostei. Eu achei que a corrida foi muito boa.
Mas eu ainda estou na dúvida sobre os efeitos desse regulamento, entendeu? Porque eu ainda vi os problemas do regulamento. Se eu vi carro perdendo velocidade na reta, eu vi carro abusando de bateria para ultrapassar o adversário e na reta seguinte tomando ultrapassagem, né? Eu vi tudo isso acontecer, né?
não é legal, se continua sendo um anti-automobilismo, mas parece que amenizou um pouco, ou foi só a pista, eu não sei o que dizer sobre isso, o fato é que a corrida foi boa, foi uma corrida divertida, foi uma corrida que teve várias ultrapassagens, foi uma corrida que teve manobras muito bonitas, porque isso é uma coisa que andava em falta, a gente via ultrapassagem e bateria.
tem mais bateria aqui, mais bateria dali e tal. Teve muitas dessas também, de bateria, mas teve muita manobra, teve muita defesa de posição, né? Então, eu fico muito na dúvida. O que decidiu a corrida pra mim, muito simples, foi o braço do Antonelli, que o menino tá andando muito, né? Daqui a pouco a gente vai falar sobre ele aí também. Andou muito de novo, né? Se aproveitou de uma estratégia muito boa da Mercedes pra ele, e muito ruim, na minha opinião, pro... De novo?
George Russell e também para o Leclerc, né? Fizeram estratégias que eu acho que não foram tão boas, estavam talvez apostando na chuva, sei lá. Ele se aproveitou muito bem disso, ganhou, controlou muito bem a vantagem que ele tinha para o Lando Norris, né? Que não atacou ali no final, mas também não sei se daria, né? Tem a impressão de que também foi até onde dava o Lando Norris, né? E também conseguiu um ótimo resultado.
então eu acho que o que decidiu mesmo a corrida foi o Antonelli que a despeito de mais uma vez ter largado mal correu muito bem, foi muito bem na corrida é isso aí, senhor Fábio Campos a McLaren, senhor Fábio Campos poderia ter vencido o GP de Miami?
Só porque, gente, nós misturamos dois assuntos da pauta aqui, então vamos separar, porque senão a barrinha do YouTube aqui vai ficar uma loucura. Então vamos separar os dois assuntos. Então vamos falar primeiro da qualidade da corrida, depois a gente entra na questão da competitiva estratégica. Eu peço desculpas aí pela minha bagunça, mas é porque eu estava muito ansioso. Só para organizar certinho para a galera da barrinha. Sempre lembrando, se você está assistindo essa live ou esse vídeo.
uma hora depois que acabou a live, pouco depois disso, a live vai estar sempre segmentada por temas, as de segunda e as de quinta. Às vezes, é até bom falar isso, porque às vezes o YouTube masca
E a barrinha fica toda... A barrinha não fica segmentada. Aí a gente tem que ir lá e fazer... A gente tem que ir lá e dar um refresh aqui dentro da operação do YouTube. Mas mesmo se isso acontecer, na descrição do vídeo, não masca nunca. Então você vai ter sempre lá o tempo dos blocos, o tempo de cada discussão. Então isso vai estar sempre feito, vai estar prontinho. Se não estiver aparecendo na barrinha, é um problema do YouTube, pode comunicar o café, inclusive. Vocês podem comunicar o café.
Tem muita gente que fica, libera o programa para a gente fazer download. Isso não é o café, isso é o YouTube quem libera ou não. Às vezes o YouTube fica processando a live por 12 horas, às vezes acontece até 24. Então a gente não tem o que fazer, é uma questão do YouTube mesmo. Mas podem comunicar a gente quando estiver acontecendo qualquer tipo de problema. Principalmente com a nossa barrinha de assuntos, que a gente faz questão de segmentar os temas direitinho. Então feito esse disclaimer, como diria o outro,
sobre a corrida, sobre a qualidade da corrida, sobre a questão das novas regras. Eu disse na live pré-corrida que, e mantenho, no qualifying fez diferença. O qualifying foi muito menos absurdo do que tinha sido, por exemplo, em Suzuka.
as mudanças na questão da energia dos carros não resolveram o problema, como se previa que não resolveriam, mas amenizaram. Então, todas as câmeras on-board que a gente via, de novo, os caras batem na velocidade máxima no meio da reta. Só que em Miami você tinha uma sensação de que a velocidade estava se mantendo. Na verdade, ela estava caindo. Mas ela estava caindo tão pouco... Ela estava caindo mais devagar. Estava caindo tão pouco que no som do motor você parecia que estava se mantendo.
Inclusive tem um post da Fórmula 1 nas redes sociais que chama a velocidade máxima do... Acho que o Russell que atingiu. Super speed, super velocidade. Aí você vai assistir e vê claramente. É 350 que ele atinge, mas ele atinge no meio do retão final, digamos assim. E depois ele vai meio que se mantendo.
Então, não teve aquela questão do motor ir murchando, morrendo na parte final da reta. Mas isso também falamos várias vezes aqui no café, isso se deve muito à pista. Não quer dizer que é tudo questão das novas regras. A pista é rica em recuperação de energia.
Lembre-se, os circuitos não são assim divididos agora. Agora não tem mais circuito de alto e circuito de baixa. Eu falo na tabelinha da Pirelli, inclusive. Agora é circuito de recuperação de energia alta e circuito de recuperação de energia baixa. Gostemos ou não é outra história, mas tecnicamente é isso. E Miami, assim como Montreal, são circuitos em que se recupera muita energia. Então não sofre. Se a Fórmula 1 tivesse repetido a corrida em Suzuka, De Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium Stadium
nesse final de semana, aí eu acho que seria bem diferente. Aí nós poderíamos ter uma comparação. O quanto morre, o quanto não morre. O que teria melhorado? Teria melhorado, porque está recuperando menos energia, está despejando energia de uma maneira diferente, tem um limitador agora. Essas mudanças têm um efeito, mas não dá para dizer que resolveu. Principalmente na questão da corrida. Porque se no qualifying ficou mais leve,
ficou mais, embora o Norris tenha descido do carro, e a primeira coisa que ele disse é... Não foi a primeira, porque a primeira é sempre ali ou pro Kultner, ou pro Martin Brando, aquela galera da Fórmula 1 ali, né? Ali é uma entrevista mais suave. Mas depois disso, a primeira coisa que ele disse é, nós ainda somos punidos se a gente atacar as curvas no limite, o que a gente não pode perder de vista, porque a questão do GP de Miami, pra mim, Carlos, é começar um processo de convencimento silencioso das pessoas.
essa é a minha briga, eu fiquei com uma sensação um pouquinho diferente da do Bruno, eu acho assim, a corrida entreteu, ela entreteu, é legal você ver os caras ali, você vê ali o Norris tem um momento que ele é líder, depois tem um momento que o Leclerc é líder, depois o Antonelli perde posição para os dois, é uma dinâmica diferente da dinâmica, aquilo que eu falava das corridas, eu me lembro de falar até em Miami mesmo.
as corridas do efeito solo do DRS, que tinham uma falsa movimentação, um falso conteúdo. Agora é um pouco diferente. Mas o número de ultrapassagens na bateria, para mim, foi muito grande. Muito, muito grande. Teve algumas? Teve, teve algumas. Teve do Verstappen, teve algumas no final do retão final, teve algumas que os pilotos jogaram o carro? Teve.
Mas assim, na minha visão, a grande maioria é muito na bateria. A reação do Piastre, pra mim, é muito autêntica. Você vê essa reação dos pilotos na salinha antes do pódio. Aquela reação na salinha, pra mim, cara, aquela salinha, primeiro tinha que ter uma câmera escondida. Ela tinha que ter uma câmera, não escondida no sentido de enganar os pilotos, mas tinha que ter uma câmera que não aparece. Uma câmera na parede. Tipo esses Big Brother da vida aí que vocês gostam.
Uma câmera que ninguém veja. Para os pilotos, primeiro ficaram só eles. Tem que ter um microfone de lapela nos pilotos. O áudio até não é ruim. O áudio até... Acho que o áudio até não... Dá para ouvir a maioria das vezes. Mas...
Eu estou brincando nessa questão do câmera, até para ficarem só eles. Porque um câmera parado ali filmando, é o que eu falo das pessoas não caírem no drive to survive. Tem um câmera ali filmando. Então os caras estão vendo, eles sabem que é. No caso da salinha também, só que na salinha dos pilotos há uma sensação assim, é aquilo, o Bruno que corre de kart, talvez explique até melhor do que eu. Quando você desce na adrenalina, é diferente, você enxerga, você conversa de um jeito diferente, você sai ainda... Obrigado.
com a pulsação lá no alto. Então ali você pega muita coisa interessante. Então você vê, eu fiquei impressionado com o Piastre. Porque eu fui ouvindo ali e tem um momento, aquele momento em que o Leclerc está sendo perseguido pelo Piastre. Aí ele, eu não lembro se ele roda ou se ele, não, ele perde a traseira do carro na entrada do retão sinuoso.
E o Piast vai e passa ele. Só que ele passa o Piast de volta na mesma reta. Por causa do uso da bateria. E o Piast, na salinha, reparem na salinha antes do pódio, na corrida do domingo. Na hora que aparece esse lance, ele fala para os outros dois. Ele fala, gente, olhem isso.
Ele ia apontar essa questão, aí a edição do vídeo cortou. Corta, né? Você vê até o Piastri fazer assim, tipo assim, não vai mostrar. Mas ele fala, ele fala com os dois, ele fala, ele rodou, eu passei ele, e ele me passou de um jeito que não tinha o que fazer. Então, assim, no estilo de revolta do Piastri, que é simplesmente um 0,1 do timbre da voz diferente, é o máximo de revolta que ele faz, mas você vê claramente a frustração dele ali.
Depois ele vai dar entrevista, aí ele vai para as entrevistas e ele fala, cara, é muito randômico, ele usa essa palavra. É muito randômico, as trocas de posição foram muito randômicas. Então, isso reforça a análise. O Gary Anderson escreveu, eu gosto sempre de ler o...
o que o Gary Anderson escreve, o que ele posta, o que ele coloca lá no... Eu chamo de Reddit, mas não é assim que fala. Fala Reddit. Tem que falar o nome. Eu sempre falo Reddit, mas Reddit. Ele fala até, não, a corrida foi movimentada, a corrida teve muita movimentação, mas é tudo sobre...
Electrical deployment, ele coloca. E ele coloca de um jeito que eu concordo. É um entretenimento? É um entretenimento. Mas se a gente perder de vista quem está gerando entretenimento, eu acho que é muito perigoso. É tudo ali carro. Programação, bateria e engenheiro.
Isso, o Grande Prêmio de Miami me decepcionou. Porque com menos energia liberada, eu esperava um pouco mais. Tudo bem, não teve lá o Ioiô, né? O Ioiô não foi tão assintoso como as outras. Teve alguns, né? Teve alguns, é verdade. Teve alguns, teve alguns. Ali naquelas manobras. O próprio Norris recebeu naquelas manobras. Não, vai, Carlão, vai, vai. Não, eu ia falar aqui naquelas...
Primeiro, parece filme de comédia. Por favor, primeiro o Carlos Eduardo Ferreira, você primeiro, depois o Bruno Arredonda, vai. O Bruno até fechou a câmera aí. Mas o próprio Noro recebe um rádio na hora que o Leclerc passa o Antonelli, falando, segura, que eles vão ficar no ioiô aí. Então espera eles se resolverem. É verdade. Você ia dizer, Bruno?
Não, eu ia dizer que na curva 17 isso aconteceu algumas vezes, né? O cara vinha na retona, passava, fazia a curva 17, aí na reta seguinte tomava de volta, né? A gente viu isso acontecer algumas vezes. É assim, de novo, eu concordo com isso que você disse aí, que o Gary Anderson falou, eu acho muito perigoso que a gente ache legal esse tipo de corrida, porque
É mais ou menos o que vai acontecer até o final do ano, né? Não acredito que eles vão conseguir melhorar muito mais do que isso, por causa de tudo que a gente já explicou aqui no café, nessas últimas tantas edições que a gente fez, falando sobre essa coisa dessa bateria, tecnologia e tudo mais.
E eu espero que a Fórmula 1 entenda que precisa resgatar de novo o valor dos pilotos, né? Porque a gente viu um pouquinho disso aí em Miami, e essa que é a fagulha de esperança, né? A gente viu algumas manobras, como a gente citou aqui do Max, como a gente citou, teve uma outra passagem do Leclerc, agora que eu não lembro qual delas também, que foi muito no braço.
uma ultrapassagem do cola pinto também muito no braço, então teve algumas boas brigas que a gente não viu nas corridas anteriores, mas eu concordo que a gente ainda vê uma Fórmula 1 com eixo diferente, um eixo apontado só para a parte de recuperação de energia.
E a gente viu carros perdendo velocidade na reta. Inclusive, é muito interessante porque você vê que agora, né? Agora que a Fórmula 1 acha que resolveu o problema, eles liberaram as informações. Então a gente consegue ver o gráfico o tempo inteiro na volta, né? E aí você vê o cara chega ali naquela reta antes da curva 17 a 325.
E você vê que a velocidade estabiliza no 325, no meio da reta, como o Fábio falou, mas o piloto da frente, talvez por não ter mais bateria, vai ficando para trás, então ele vai chegando. Não é uma diferença assim, não é que a velocidade de quem está atrás vai aumentando até chegar a passar, é que o da frente vai diminuindo. Então é uma coisa muito...
Uma coisa muito anti-automobilismo. Continua sendo uma coisa muito anti-automobilismo. Eu acho que é perigoso. O grande perigo, cara, é porque eu acho o seguinte. Como a gente tem agora uma guerra de narrativas, há a narrativa da Fórmula 1, de que está tudo bem e maravilhoso. Essa narrativa é comprada por alguns. Essa narrativa é vendida pelo Toto Wolff.
que só abre a boca, em 2026, o cara só abre a boca para defender nas entrelinhas a vantagem competitiva que ele tem. É um absurdo. Depois da corrida, ele disse que os críticos deveriam se esconder. Eu até pensei em fazer a live assim, bem daqui, só um pedacinho da minha cara aqui.
Já que ele falou que quem critica o regulamento tinha que se esconder. Porque ele só abre a boca, ele, o Russell, grandes decepções, embora nada surpreendente. Não, não surpreende. Mas eles só abrem a boca para defender a vantagem competitiva deles. O Toto Wolff chegou absurdo de dizer que não. Podemos fazer papel de palhaço em 2031. Cuidado, podemos fazer papel de palhaço. Por que ele está dizendo isso? Porque ontem eu até abri a live com a bomba do Sulayem. É uma bomba.
de efeito esperado, mas quando o Sulayen disse esse final de semana, em Miami...
Os V8 estão chegando, os V8 vão chegar, está definido, será 2031 se ninguém apoiar, se eles apoiarem 2030. Com pouquíssima bateria, com pouquíssima parte elétrica, mais os V8 de volta. Então assim, aquele movimento do ano passado, vocês dois lembram, até coloquei um trecho de uma live anterior aqui esses dias, falando justamente daquele movimento do ano passado, do Sulayen, de trazer os V8, de talvez até pular esse regulamento, eles sabiam que ia dar.
M3 pontinhos, né? E tá dando. Só que aí as coisas que o Totó, a linha que o Totó off cruza de normalizar o acidente do Berman, porque tem acidente, não é que ora bolas. Então não vamos mexer muito pra evitar aquilo. E agora não, porque 2031, temos que ter cuidado. Não tem o que fazer. Mesmo se a Mercedes não quiser, vai ser. O 2030 ainda depende, talvez, da Mercedes. Ainda tem aquela super maioria que 5 da 6 que 5 da 6.
fabricantes de motores, eu estou falando seis porque já conta a Cadillac, se aprovarem o regulamento pode ser antecipado. Se ninguém aprovar, em 2031 a FIA pode fazer o que ela quiser. Se ela quiser fazer um motor movido a água, ela pode fazer. Só para as pessoas saberem, ela pode fazer o que ela quiser.
mas a bomba do V8 Scamming. Foi a frase exatamente o dito do Sulayem nesse final de semana. Já mostrando que esse regulamento não vai ficar. Mas agora eu volto pro começo do meu raciocínio. O perigo nessa guerra de narrativas, de uns acham que tá bom e outros criticam,
é esse regulamento passar, porque ele vai passar. Não tem jeito. Este regulamento vai passar. Quando é a questão? Como vai ser? Tem coisa para fazer ainda para melhorar, porque a Fórmula 1 poderia ter, foi o tema do Além da Velocidade na quinta, a Fórmula 1 poderia ter ido um pouquinho mais longe, sim, nas mudanças que ela fez. Sabemos que não dá para mudar a essência, o básico, mas ainda assim as medidas foram...
comedidas, mas os V8 vão vir. Mas o que eu estou querendo dizer de tudo isso é os V8 podem chegar só que a naturalização da artificialidade se ela ficar, ela vai vir com os V8 também.
porque a Fórmula 1 vai ficar certamente com medo de perder a movimentação nas corridas, e aí por isso que a gente tem que discutir a qualidade da movimentação. Que a corrida entreteu, ela entreteu, mas em nenhum momento ela me convenceu. Porque para mim foi muito, eu tenho um pensamento bem definido. China para mim foi a que mais foi braço do piloto, para mim claramente foi China. Os caras entravam naquele curvão ali, muito por causa do layout, mas entravam naquele curvão ali e tinham que decidir no braço.
As outras, todas para mim, principalmente Suzuka, mas Miami muito também, você vê o cara assim, ele vem na bateria, ele vem muito na bateria. Então o perigo é, a gente vai normalizar isso? Ah, vamos, porque daqui a pouco a bateria vai embora. Ok, mas...
a gana por ultrapassar, por movimentação, seja ela artificial ou não, pode fazer com que o V8 volte com os seus artifícios também. Pode ser que o DRS volte. Não duvido nada. Acabou a bateria? Vai voltar o V8, mas vai voltar o DRS. Por quê? Porque nós queremos a movimentação. Então nós temos algum tempinho para discutir a qualidade da movimentação.
E para mim, como escreveu muito bem o Gary Anderson, ele fala, as pessoas olham, tem ali o seu herói guiando um carro de Fallon, mas elas têm que saber que não é o herói que está fazendo a ultrapassagem. Muitas vezes é o carro que está fazendo a ultrapassagem sozinho. Então, começamos em Miami uma nova etapa. Uma etapa que talvez seja, digamos assim, mais interessante, mas que seja perigosa. A gente abraçar um tipo de corrida que é perigoso a gente não perder mais, mesmo com mudança de regulamento.
É isso aí. Bom, dando sequência aqui agora sim, seu Bruno Aleixo, vamos falar do vencedor, não, vamos falar do resultado da corrida. O que que decidiu o vencedor? Deixa eu começar, começa por mim, que o Bruno Aleixo já deu. É, eu já falei. Ele já entrou, então começa por mim e depois ele arredonda se ele quiser. O lado...
O lado legal de tudo isso, Carlão, é que a gente tem quatro equipes bem próximas. O lado legal é que, ao que tudo indica, Montreal, de novo, gente, Montreal vem as atualizações da Mercedes, nós não sabemos o que vai ser. Se as atualizações da Mercedes forem muito efetivas, vai mudar o cenário de novo. Porque o que a gente viu nesse final de semana foi...
sempre falando das quatro grandes. Foram três com atualizações e a Mercedes sem nenhuma, praticamente. Repito, foram pequenas mudancinhas. Então, mesmo com isso tudo, quem ganhou? A Mercedes. Então, Carlos, a sua pergunta era assim, o que decidiu o vencedor? Não é isso que você tinha perguntado? Exatamente. O que decidiu o vencedor? Análise da...
feita aqui na live pré-corrida, que mostrou, eu procurei enfatizar o quanto a sensibilidade no mapeamento elétrico do motor está sendo decisiva. Por quê? É uma tecnologia incipiente e porque é o que comanda o carro. É o que nós estamos discutindo agora, minutos atrás. O que comanda tudo, não é a bateria?
Então, o que a gente viu esse final de semana? Assim como em Suzuka, principalmente no começo do final de semana. A McLaren ir para um lado diferente da Mercedes, no sentido de como otimizar a energia da bateria, como otimizar o deployment. Então, é isso que, com vários prints, a live de domingo mostrou. Porque o que eu fiz? Como eu não podia botar o vídeo aqui, eu queria botar o vídeo da volta dos dois.
A Sky Sports botou as duas voltas lado a lado. E é muito bom. Eu prefiro as duas voltas lado a lado, em duas câmeras, assim, do que o carrinho fantasma. Porque o carrinho fantasma é um algoritmo que está fazendo. O carrinho fantasma, ele não mostra trajetória, por exemplo. O carrinho fantasma, ele pode ser preciso no frente e trás. Quando o carro está na frente, quando ele se aproxima, quando ele passa.
mas o carrinho fantasma não faz o traçado não faz o carro então eu prefiro muito mais é uma questão de gosto eu prefiro muito mais as duas câmeras lado a lado porque as câmeras lado a lado que eu gosto de ir fazendo eu mesmo vou pausando aqui eu tô assistindo o vídeo e eu mesmo vou parando aonde eu quero pra ver quem tá na frente
Porque, para quem não sabe o que eu estou falando, o que é o mecanismo? É colocar as duas voltas, o começo das duas voltas rápidas, lado a lado, dos dois melhores pilotos. E aí, quando você solta, você tem a medida exata de quem foi bem num trecho e quem foi mal no outro. E nesta, depois de...
apurar as informações que vieram da pista, que vieram da própria McLaren, de nós escolhemos um caminho diferente, eu fui rever essa comparação. E, cara, bateu tão certinho que eu falei, vou printar, não posso colocar o vídeo no ar, porque vão derrubar a live. Então, o que eu vou fazer? Vou printar os momentos em que eu pausei, que dá para você ver quem está na frente. Esclarecendo para quem não acompanhou, qual era a informação de que a McLaren...
priorizou no mapeamento do motor as curvas de alta, aquele trechinho ali das curvas 4, 5 e 6, despejar a potência ali e não no final das retas. A Mercedes, sim, a Mercedes foi por esse caminho. A Mercedes optou por fazer o seu deployment máximo, o seu despejo máximo de energia, focado no final das retas, jogar maior velocidade no final das retas.
E por fatores que têm até a ver com o vento, o modo da McLaren foi muito mais efetivo na sprint. No parque fechado que envolve o qualifying e a corrida sprint. Então ali, esses foram os prints que eu trouxe aqui na live. Na curva 1, o Antonelli na frente do Norris.
Coloquei lá o print. Aí eles entram nesse trecho sinuoso, o Norris disparado na frente do Antonelli. Disparado. Por que o Norris e o Antonelli? Porque foram as duas melhores voltas ali do qualifying da sprint. Aí eles entram no retão, a primeira marcação que eu fiz, o Norris está na frente, na hora que eu faço outras marcações ao longo da reta, o Antonelli já passou. Então foi comprovando certinho a informação. E depois no retão final, aquele retão oposto, é...
Não sei se vocês têm a sensação, dá uma sensação de meio que um terreiro ali, um cantão ali, aquela curva que eles entram para reto, tem uma câmera de trânsito que viralizou, porque a câmera de trânsito ficou pegando ali os casta-fobras. Mas dá uma impressão ali de fundo de quintal, uma área mais... Saem do glamour do estádio e fazem... O pântano, é o pântano. É o pântano, né? Um monte de estrada passando. Dá uma imagem de marginal que é ter ali, que é meio esquisita.
Não fala assim da nossa marginal aqui. Nada contra. Aliás, eu tenho saudade de ter ido ver a Indy duas vezes na marginal Tietê e era uma delícia. Pena que não tem mais. Mas, enfim, voltando aqui para o raciocínio para terminar. Então, na Sprint aconteceu isso. De onde vem a vantagem da McLaren na Sprint?
principalmente disso. Aí o que acontece? Termina a sprint, o parque reabre. Então as equipes podem refazer. Aí o que a Mercedes fez? Foi para o caminho do mapeamento semelhante ao da McLaren. Vou até trazer aqui uma frase do Toto Ovo daqui a pouquinho.
Mas, enfim, resumindo a história, na hora em que abre o parque, as equipes se uniformizam mais, elas aprendem, que é o que eu estou falando, é tudo muito novo, é tudo muito aprendizado. E aí, quando vai todo mundo para um lado parecido, a vantagem da Mercedes volta. Então, Carlos, em termos, digamos assim, competitivos, em termos de força das equipes, melhor dizendo, a b b
o caminho do final de semana do mapeamento do motor é o que fez a diferença. Agora, no domingo, entrando especificamente na corrida do domingo, a corrida foi decidida naquela questão da estratégia, naquele momento das paradas. Quando na volta 26 vai o Antonelli e na volta 27 vai o Norris. Até ali estava aquela briga, o Norris estava dois segundos na frente do Antonelli, dois segundos na frente do Antonelli, e aí
1.9 na hora que o Antonelli vai parar. E aí, o que acontece? A volta de saída do boxe do Antonelli é algo antológico, para pegar um trocadilho.
A volta de saída do boxe do Antonelli é onde ele arrebenta com a corrida. É a grande qualidade demonstrada pelo Antonelli nesse final de semana. Ele tira um segundo do Norris só no segundo setor. Ele está com o pneu mais novo. Ele está com o pneu mais novo. Mas ainda assim é uma diferença muito assintosa. Então ele tira um segundo do Norris no setor dois e tira mais meio segundo no setor três.
Então, quando você combina isso com os dois pitstops, o pitstop do Antonelli foi 2.2, o pitstop do Norris foi 2.8, então você já bota aí mais seis décimos. Olha só a escadinha que fez com que a corrida virasse, a liderança virasse.
E aí, depois da corrida, o André Estela vem falar de alguns pequenos erros que aconteceram na tal da Inlep, ou seja, a volta de entrada para o boxe. Aí eu fui lá para a F1 TV e fui rever a volta de entrada no boxe do Nando Norris. E ele comete dois errinhos também nessa volta. Dá para ver. Um na curva 7, que é o curvão que eles fazem para virar para aquela reta sinuosa. O Norris perde o carro ali de uma maneira bem...
pode até não ter sido totalmente erro dele, pode ter sido também por causa do pneu, mas enfim, o carro dá aquela escorregada clássica antes de entrar na reta.
E na curva 18, que já é a curva entrando para o boxe. É o S, o final que é a esquerda e a direita, já é o S da esquerda. A Maquilhar empatina para valer ali também. Então, todos esses fatores, Carlão, decidiram. A questão competitiva do final de semana e a vitória no domingo. O momento que sacramentou a vitória no domingo. Daqui a pouco nós vamos falar do Antonelli, é o tema que falta aqui do programa.
foi o que sacramentou a grande diferença dos dois mas a pilotagem principalmente do Antonelli que foi tão preciso na volta de saída do box que ele, repito, ele entra 1.9 atrás e eles voltam, ah, faltou falar, né? e eles voltam praticamente lado a lado o Norris dá uma, aí as câmeras já estão pegando a filma a transmissão já corta ali nesse momento
O Norris chega a sair do boxe e ficar na frente. Mas o Antonelli, até porque tinha um pneu mais aquecido, coloca de lado e já passa ali no comecinho. E ali acaba a corrida no sentido de não perdeu mais a liderança. Como diria o narrador, até o José, se não me engano. Não perde mais. Não perde mais. Ali não perdeu mais.
O Fábio, ainda dentro da... Para a gente continuar falando da corrida de Miami, eu queria só trazer um ponto aqui que eu reparei, eu não sei se vocês também tiveram essa impressão. Por enquanto, ainda se consegue seguir com esse carro, né? Os carros não têm muito problema de seguir por enquanto, né?
Pois é, cara. Parece que sim. Esse é o lado bom desse carro, desse regulamento. O Karun Shandok estava explicando na transmissão da Sky. E esse carro tem uma característica, Carlão, que está somando a isso que você está lembrando. Que é, a gente falou sobre isso aqui depois da China, se eu não me engano. Não me lembro, mas enfim. Capaz que vocês dois se lembrarem dessa discussão que nós tivemos aqui.
Quando você está em batalha, Carlos, você tem que usar a bateria de uma maneira diferente, porque você está em batalha. Então, mesmo que você estiver buscando atacar o cara, não tenha começado a atacar ainda, o piloto tem que usar a energia de uma maneira não otimizada. Porque é o que eu estou dizendo. É o que eu estava falando da diferença da McLaren para a Mercedes.
É tudo uma questão assim, eu tenho que despejar exatamente isso aqui, isso ali, tenho que jogar para cá um pouquinho mais, um pouquinho menos, é isso que está decidindo as corridas. Então, quando você está disputando, você não está fazendo isso da maneira...
otimizada, para usar a expressão mais mais Fórmula 1 dos últimos tempos. Você não está otimizando esse uso. O Shandok estava explicando isso, cara. Até quando você faz uma curva mais fechada, o fato de você ter que tangenciar, fazer um caminho ou maior ou menor, isso consome mais bateria. Ou menos. Então tudo isso influencia, Carla.
Mas tem uma coisa também disso aí Que é o seguinte, esse carro Tem uma coisa que A gente é obrigado a elogiar esse carro Porque é uma coisa fantástica que a Fórmula 1 acertou Que não é nenhuma surpresa, a gente já sabia Que é o seguinte, o carro é muito mais ágil
uma agilidade muito maior do que aqueles carros que a gente viu no ano passado. Então, isso que você está descrevendo aí, que é essa manobra que o cara abre um pouco a curva, e depois ele fecha de uma vez para poder sair mais lançado na reta, esse carro dá muito mais possibilidade de fazer. A gente viu isso ser feito em vários momentos em Miami, naquela curva longa, antes daquela reta meio tortinha que tem ali, que eu não sei o número dessa curva. Onde tem aquela piscininha fake ali.
que é uma curva de um raio bem longo para a esquerda. Mas é só uma 6h17. Isso, o cara vai lá fora e aí ele fecha de uma vez. O cara que está perseguindo, ele normalmente faz isso. Esse carro permite isso muito mais do que o carro do regulamento do efeito sólido, que era um carro grande, um carro que a massa do carro é muito mais pesada.
quando você vira o volante, o carro não tem a mesma agilidade. Esse carro de Fórmula 1 atual, ele tem uma agilidade muito parecida com um carro de corrida clássico, de monoposto, kart, carro de Fórmula 1, de base, enfim. É muito mais, ele favorece muito mais as perseguições independente da questão da pressão aerodinâmica. Isso foi um acerto da Fórmula 1.
Bruno, e você acha que é errado a gente dizer que os próprios... A gente comentou que já daquelas ultrapassadas do Verstappen, meio no estilo Ricardo, a gente pode acreditar isso a esse carro também, não pode? Pode, claro que pode, porque o carro tem uma... Como ele é mais leve, a capacidade de frenagem dele também é maior, né? Você conseguir frear sem arrastar os pneus, sem fritar, sem deixar o pneu quadrado. É, sem perder o controle.
É, é isso aí. Então, vamos seguir, vamos seguir. Tem, como falta Antonelli e McLaren pra gente fechar, tem muito Pix e Superchat que a gente pode dar uma atualizada, então, pra gente partir. Podemos, tem, tem aqui pra gente colocar. Eu vou começar com o nosso amigo Sebastião Machado, passando pra ajudar na meta e agradecer pelo conteúdo de extrema qualidade que vocês fazem. Vida longa ao café com velocidade. Sebastião, muito obrigado.
Obrigadíssimo. Seu apoio é muito importante sempre aqui com a gente. Vamos lá. Daqui a pouco nós vamos falar disso, disso também. Peraí. Gente, eu peguei ele desprevenido. Dessa vez a culpa é minha. Só rapidinho aqui. Só rapidinho enquanto ele se organiza. Miniatura durante a semana inteira. Está valendo. Miniatura.
Franco Colapinto fez o Pix, já está concorrendo automaticamente, valor mínimo de R$ 5,00 por causa das nossas metas, que o Carlão estava dizendo aqui. Então está valendo aqui. E eu queria dar um recado também, aproveitando que a audiência está num bom momento aqui, um bom número de audiência. Nessa quarta-feira, o Café Expresso, atenção, o Café Expresso está imperdível nessa quarta-feira.
A gente vai falar, e eu falo a gente dessa vez, eu não estou falando como jogador de futebol, porque é o Café Expresso com o Bruno Aleixo e Fábio Campos. Nós vamos falar do adeus a Alessandro Zanardi, que morreu nesse final de semana. O Café Expresso vai ser dedicado a ele, com depoimento do Bruno, meu.
imperdível, não dá pra perder pelo tamanho da figura que é, que foi o que representa, o Bruno Aleixo certamente vai falar um pouquinho da história como conhecedor que é, o adeus Alessandro Zanardi como ele era chamado, conhecido também, no Café Expresso nessa quarta-feira com o Bruno Aleixo e dessa vez até o Fábio Campos vai também dar o seu pitaco porque não dava pra não falar sobre a figura desse tamanho, então tá não perca o Café Expresso essa semana aliás não perca o Café Expresso nunca principalmente essa semana e aí
E por falar no tema do Café Expresso, lugares e fatos. A bela homenagem a Zanardi merecia uns zerinhos na pista. Com a memoração que criou na Indy. Assisti em 98 a maior manobra de Jacarepaguá, quando ele cortou a reta lado a lado com... Bruno, me ajuda. Arnid Meyer e o Greg Moore. Greg Moore. E o Greg Moore.
Muito bom, Aníbal. Grande Aníbal. E nosso grande apoiador aí, o Aníbal. É isso aí. Está muito bem lembrado. Eu acho que... Eu não sabia. Ele criou o zerinho, Bruno Aleixo? Essa eu não sabia. Eu não sei se ele criou, mas é uma comemoração que ele fazia constantemente, né? O zerinho. Foi muito legal ver a curva do saca-rolho e as homenagens que fez nesse final de semana, né? Colocou uma foto dele. A Insa, né? Estava correndo lá.
Isso, pintou naquela curva grandão ali. Obrigado, Alex. Algo assim. Então, essas homenagens na famosíssima curva de saca-rolho. Mas eu acho que o Bruno deve falar sobre isso. Na parte dele no Café Expresso. Então, não vou entrar em tantos detalhes. Mas, imperdível nessa quarta-feira. Repito, porque o tamanho dessa figura, até para você que não conhece. Até para você ter um pouco da dimensão, você que é mais novo. Às vezes, não viu ele correr. Não conhece tanta história. Imperdível.
O Zanardi, assim, a gente vai falar, claro, da carreira dele, mas é muito maior do que a carreira, né? Os números ali... A carreira dele é um detalhe, né? É, um detalhe, né? Nada supera o ser humano, né? Que foi o Alessandro Zanardi, que ensinou muito pra gente, né? E eu acho que o fato dele ter sofrido um segundo acidente em 2020 e ter ficado longe da gente, né? Dos holofotes por seis anos...
Tirou ele um pouco desse lugar de ser uma pessoa que ensinou tanto. Então eu acho muito importante que agora nessa despedida aí as pessoas tenham essa... As pessoas lembrem quem não conhece, que passe a conhecer e estudar sobre esse cara porque é um dos maiores seres humanos que já pisou nesse planeta. Só isso. Eu acho que dá pra traduzir muito bem o Alex Zanardi com vontade de viver, né?
Ele tinha muita vontade de viver. Uma das grandes... Eu vou guardar aqui para não falar o conteúdo que eu vou falar no Expresso, mas uma das grandes... É muito importante saber quem foi o Zanardi. Porque ele se descolou a ponto do Quimio Antonelli só mencioná-lo porque foi perguntado por um jornalista. O Quimio Antonelli não desceu do carro e fez homenagem, não fez nenhum gesto.
E eu não estou aqui criticando exatamente o Antonelli. É o problema que a geração não sabe. A geração. A grande geração não sabe. Na Itália, até acredito que sejam mais conhecedores por serem italianos. Mas eu estou vendo manchetes. Kimi Antonelli dedica a vitória a Zanardi. Claro, o repórter chegou na entrevista coletiva e falou e o Zanardi, você dedica? Aí, evidentemente, o cara vai falar não. O cara vai falar não, não dedico não.
não, próxima pergunta. Evidentemente que o cara vai no piloto automático dizer, claro, é dedicado a ele, a família, mas eu senti falta pelo tamanho do Zanardi, do Antonelli, descer do carro e apontar um adesivinho, fazer um gesto, mostrar uma bandeira, alguma coisa. Eu senti falta. É porque não tem a ligação com o passado. E é isso que o Café Expresso vai buscar fazer nessa quarta-feira, pra você saber quem foi o Zanardi, que como o Bruno falou, foi muito maior do que o que ele fez nas pistas.
É isso aí. Vamos lá. Nosso grande amigo Anderson Mota. Dizem que o clima na Audi não é dos melhores e que internamente há um certo descompasso. Você tem informação também? Sou Fábio Campos.
Na verdade, ele pergunta no plural. Você não tire o corpo fora. Vocês têm essa formação. Vocês dois também se tiverem fora. Eu não tenho formação. Eu não tenho. Aliás, eu gostaria de registrar aqui a minha... Eu gostaria de chamar a sua atenção no ar. Registrar aqui a minha revolta. Não posso deixar passar. Viu, Sr. Carlão? Porque você disse na abertura do programa...
você chama o Bruno Aleixo dizendo Bruno Aleixo 80. Então, se você fala a idade de um integrante no ar, você devia falar do outro também, porque senão é etarismo e eu não posso deixar o etarismo reinar no café. Então, se você falou Olá, Bruno Aleixo 80, você tem que falar Olá, Fábio Campos 39. Então, você tem que falar a idade dos participantes.
Porque você foi injusto com ele. Eu senti muito que você foi injusto. Na hora eu não interrompi, porque nos primeiros minutos de live eu estou com 16 janelas abertas aqui, mas agora fica o registro. Se você falou Bruno Aleixo 80, vire e fale Fábio Campos 39, porque se fala a idade de um, tem que falar a idade do outro também. Ora, como não?
É isso aí. Mas eu não me senti mal, viu, Carlão? Você está assim. Não precisa ficar acanhado. Desculpa, mas eu tive que chamar essa atenção no ar aqui. Eu não posso deixar o etarismo reinar no café. Daqui a pouquinho nós vamos atender todos os Picos Superchat. Já já análise sobre Kimi Antonelli. Não percam.
Mas rapidinho aqui para responder os piques super chatos, primeiro aqui o do Anderson. Se você está falando, Anderson, de uma maneira geral, de uma maneira assim, do tempo todo da Audi na Fórmula 1, já teve tanto problema que já trocou de diretor, de CEO já trocou duas, três vezes. Aqueles que idealizaram o projeto já saíram, já foram demitidos.
tem a saída do Jonathan Wheatley que ainda ninguém entendeu exatamente então assim, eu não tenho nenhuma informação de que há um clima assim, hoje está pesado o clima lá dentro, uma coisa estilo Red Bull, a gente teve dois anos atrás essa informação eu não tenho, mas que no geral, há um rodízio de figuras que leva a crer que algo não está funcionando sem dúvida nenhuma o Andréa Seidel, você lembra do Andréa Seidel que foi diretor da McLaren, ele saiu antes de estrear E aí
antes da Audi estrear. Ele ficou lá um tempo e já foi demitido. Agora o Jonathan Wheatley sai depois de tantos elogios ao próprio cargo. Ele falava cara, eu tô muito animado, ver essa equipe começando, é muito bom. Agora que eu saí da Red Bull tá sendo muito legal. Aí menos de um ano, um ano depois, o cara sai. Então, informação eu não tenho, Anderson, mas parece que as peças do quebra-cabeça meio que se encaixam nessa daí.
É isso aí. Vocês estão me ouvindo então, né? Achei que estava mudado. Estamos ouvindo muito bem. Não, não, muito bem. Só porque a gente acabou de falar, mas o Hocken Hint acabou de mandar aqui nosso grande amigo Hocken Hint, falando do Zanardi, o maior exemplo de superação e resiliência que eu já vi. A batalha dele com o Greg Moore em Jagarepaguá em 98 foi uma das maiores disputas que eu já vi. Gostava muito do canadense.
É isso aí. Registrado o nosso amigo Joaquim Hint. Está sempre aqui conosco. Valeu, Joaquim Hint. Ótimo depoimento e Joaquim Hint, não perca o Café Expresso na quarta.
É isso aí. Peraí que tem mais aqui pra gente não... Depois a gente vai deixar só os da pauta. Aqui, ó. O Maicon Allison manda aí membro por sete meses. Muito obrigado, Maicon. Voltando no tempo, as guidelines mudaram devido ao GP de Interlagos, mas o direito da curva continua, não o eixo à frente do espelho no Apex.
Na verdade, não é mais à frente do espelho, é eixo com eixo agora que eles fazem. Na verdade, é uma para o lado para quem está passando por fora, uma por dentro. Então é exatamente isso. Continua. Só que na questão do Max Verstappen com o Hamilton em Miami, foi que ele perdeu o controle do carro no sentido literal da regra, que ela fala que o piloto tem que manter na pista. Essa é a regra anti-Austin, como a gente esbarrou aqui. Mas nesse ponto, não atualizou, não.
Quer dizer, não mudou, atualizou, teve algumas coisas, mas o ponto do Apex continua. Só que agora entraram considerações mais de bom senso. O piloto não pode desaparecer, está escrito isso na guideline, eu acho essa sensacional. Fritar pneu não significa perder controle. Essas são as atualizações pós-interlago, são atualizações do bom senso. Mas essa essência do retrovisor, do Apex, não mudou não. Você está certo.
É isso aí. O travamento de roda me levou a um conceito da física chamado círculo de tração. Em maior ou menor grau, o chamado lock-up não gera perda de controle? Eu acabei respondendo sem querer. Eu nem tinha visto a mensagem dele. Há travamentos e travamentos, né, Maicon? Há o travamento que o cara perde completamente o controle do carro e há, justamente no movimento que inspirou a atualização, o travamento do Piastri contra o Antonelli em Interlagos. Ele trava o pneu, mas ele não perde o controle do carro.
ele trava o pneu como uma reação. E muitas vezes trava-se o pneu ali numa condição do asfalto, numa condição de aderência, que não quer dizer que o cara perdeu o controle. Então, não é sempre que gera perda. Então, por isso que as guidelines foram atualizadas com, digamos assim, com o tempero do bom senso. Se eles vão misturar o tempero do bom senso com outro tempero e vai ficar bom ou não, não sabemos. Mas as atualizações são todas de bom senso, que dizem que o cara não pode desaparecer. Ou seja, não é porque ele bateu que ele é o culpado.
E o travamento não implica em perda de controle, como essa manobra que eu citei indica. É isso aí. A última do Maicon aqui, ó.
PIX. Você vê, olha, ele fez um superchat de membro, um superchat próprio e o PIX. Tem algum apoiador exemplar esse, Michael? Exemplar. Verstappen teria uma técnica de frenagem que faz a diferença? A Aston Martin correu seu primeiro GP em 1959, Bruno Aleixo? Boa pergunta. Essa segunda pergunta eu espero que ele responda como terceiro. Depois é eu que sou etarista, né?
Não, correu, correu. Inclusive o piloto era o Fernando Alonso. Já campeão. Olha que absurdo. Olha como ele ataca, ele defende atacando. Que absurdo. É isso aí, então. Obrigado, Michael. Só rapidinho. Não é que o Verstappen tem uma técnica de frenagem. De tudo que eu entendo e leio e vejo os pilotos falarem, Michael, ele tem uma técnica de controle, de contorno da curva. Entrada da curva. É a entrada.
Eu falo contorno também, porque o próprio Albon fala, ele dá o pé antes, ele consegue dar o pé antes do acelerador com a técnica dele. Por isso que ele está criticando tanto esses novos carros, porque dar o pé antes agora é consumir bateria. E é base, principalmente, como o Bruno disse, principalmente na entrada.
preso na frente e ele consegue controlar. E aí ele consegue conviver, como escrevem alguns jornalistas especializados, o... Me fugiu o primeiro nome dele, o Tremaine, sobrenome, esqueci o primeiro nome dele. Ele descreve, ele consegue conviver com a escorregada sem matar o carro, sem matar o pneu. Essa é a técnica do Verstappen.
É que tem uma lei no automobilismo, se você freia mais tarde, você acelera mais tarde, se você freia mais cedo, você acelera mais cedo. O Verstapp consegue frear mais tarde e acelerar mais cedo. Não é uma coisa realmente que só ele consegue fazer nesse grid atual.
É isso aí. Bom, vamos falar do grande vencedor do GP de Miami, vamos falar de Kimi Antonelli, terceira vitória seguida, está liderando o campeonato, abriu ali 20 pontos para o segundo colocado, seu companheiro de equipe, George Russell. Senhor Bruno Aleixo, como explicar Kimi Antonelli? Boa pergunta.
Como explicar a Kimi Antonelli, né? Que coisa impressionante, não sei a resposta, né? O Kimi Antonelli, eu acho que uma coisa que tem que se falar sobre o Kimi Antonelli é que ele é um dos que melhor entendeu o tal do regulamento, que a gente fica aqui discutindo e tal. O Antonelli é o que melhor entendeu isso daí.
e ele está uma coisa que impressiona muito no Kimi Antonelli por exemplo a gente estava falando aqui do radiário da pressão o Kimi Antonelli não sente a pressão nesse momento, no ano passado ele teve os problemas nós estamos analisando agora em 2026 ele não sente a pressão você vê que ele larga mal de novo
mais uma vez, tem o problema da largada, ele consegue ainda permanecer na segunda posição, depois ele tem esse retorno à pista que o Fábio descreveu mais cedo, quando ele volta mais rápido do box, assume a liderança, tem o Lando Norris colado na traseira dele e ele não erra um milímetro.
não erra nada, ele faz, ele continua andando ali como se tivesse num trilho, muito rápido, então, é um piloto que nesse momento desponta realmente como um grande adversário para ir buscar o título mundial.
E a gente pode falar do George Russell também, né? Tem um problema enorme na mão, né? Um verdadeiro abacaxi para descascar o George Russell, porque ele está lidando com um piloto que erra muito pouco nesse momento, mesmo sob pressão, mesmo sendo novo, né? Mesmo sendo um piloto com pouca experiência ainda, né? Então...
É realmente incrível o trabalho do Kibbe Antonelli nesse ano. Para mim, são esses dois destaques. A forma como ele entendeu esse regulamento e esse carro e a forma como ele anda rápido sem cometer erro, mesmo estando sob pressão. O Marcelo David Fabio Campos manda aqui sobre o Antonelli. Já dá para analisar o impacto das vitórias do Antonelli no desempenho do Russell?
Vamos lá, uma coisa de cada vez. Vamos falar das duas separadamente. Eu acho que primeiro essa vitória do Antonelli, que a gente tem falado muito dele aqui, o que diferencia essa vitória do Antonelli, cada uma teve um jeito. Na China foi uma vitória, no Japão foi outra, com aquela questão do safety car. Nessa corrida em Miami, ele ganhou batalhando.
Nessa não é que caiu na frente ali, safety car, ou pela própria força da Mercedes, administrou muito bem e foi-se embora. Não, nessa ele teve que batalhar para ganhar. Ele teve que lutar, teve um adversário direto, foi pressionado até o final. O Norris estava perto, relativamente perto. Então, essa ele foi pressionado. Essa foi uma corrida em que ele foi pressionado. A principal coisa que ele fez, eu já falei, foi a volta dele de saída dos boxes. É algo de que ele fez.
Arrasar quarteirão. Lembram dessa expressão? Vocês que são velhos aqui. Essa expressão antigamente era muito usada. Arrasar quarteirão. Arrebentar a boca do balão. Arrebentar a boca do balão também é do tempo de vocês dois. Então, a volta dele no Q3 foi tão boa que ele errou a segunda volta e nem precisou do tempo dele.
até porque muita gente não melhorou na segunda volta. Não, quase ninguém. Só o Max. Quase ninguém. Poucos melhoraram. Você vê como essa questão da sensibilidade ainda existe na Fórmula 1. Muda uma condição e todo mundo sofre. Eu acho que esse final de semana tem sido muito um retrato do Antonelli, porque mostra os dois lados dele, do cara que erra do Antonelli.
que vacila, e esse final de semana mostrou, de novo, e o cara que é rapidíssimo, que tem uma velocidade que é absolutamente chocante e impressionante. Por que eu estou falando do lado que ele erra? Porque ele começa a sprint com o problema da largada, característico, a Mercedes não conseguiu liderar nenhuma primeira volta, cara, esse ano. Atenção, a Mercedes com dois carros, ou seja...
10 largadas, né? 11, duas sprints. Como é que é? São quatro etapas, oito. Mais duas sprints, dez. Dez. Nenhuma das dez a Mercedes conseguiu liderar na primeira volta. É impressionante.
Mas o salto de evolução desse cara do ano passado para esse é algo que é uma coisa que está começando a não ter explicação. Porque eu lembro do ano passado elogiar o salto do Piastre de 24 para 25.
Olha o salto do Antonelli de 25 para mim. É maior do que o salto do Piazza. É mais impressionante ainda. Então, assim, é uma coisa absolutamente incrível. Agora, a gente precisa analisar os dois lados. Ao lado da velocidade, dessa evolução, do quanto esse cara está aprendendo. Imagina esse cara daqui a uns 4, 5 anos sabendo muito mais sobre Fórmula 1 do que ele sabe hoje. Porque ele tem um ano, claro. Ele aprendeu nesse um ano.
Mas imagina, bota mais 4, 5 anos de feedback nas costas desse cara. De entender o carro, de passar por situação difícil, de passar por condição de pista. Olha só, imagina esse cara daqui uns 3, 4 anos. Tudo bem, pode não dar em nada. Ninguém aqui crava o futuro. Não que eu saiba. Mas a perspectiva é assustadora.
Só que esse final de semana, repito, foi os dois lados. Eu disse na live pré-corrida algo que está me voltando aqui a cabeça agora. É o piloto mais rápido, não pronto que eu já vi na minha vida. Não pronto. Porque ele não está pronto. Claramente ele não está pronto. Você vê pelos erros que ele comete. Não estar pronto não é um demérito. É simplesmente um estágio atual. O que aconteceu na sprint? Largou mal lá. Por motivo que seja. A Mercedes diz que dessa vez foi mais o sistema.
ele perde a cabeça na sprint. Então ele se afoba, ele se irrita. Ele mesmo falou na entrevista, eu me irritei demais e não guiei bem. Aí, pensando nessa frase dele, eu fui buscar para o Café Sprint, o print, sem querer, não, Café Sprint não, Café Sprint é amanhã, a live pré-corrida. Eu fui buscar na live pré-corrida, o print de um dos track limits que o resultou numa punição de 5 segundos, que o fez perder pontos por Russell naquele momento.
E um, não sei se vocês viram, um dos track limits que ele tomou foi por entrar muito cedo na curva, na curva 12, saindo da curva 11, aquela freada ali. Ele joga o carro tão para dentro na curva 12, aquela mais fechadinha, maiorzinha para a direita,
que ele estoura o track limits ali. Então, assim, foi diferente daquele track limits normal, né? Que o cara sai da curva, abre e vai lá fora, na tangência. Nesse caso, não. Foi na entrada. Ele cortou o caminho, praticamente. E aí eu vim aqui na live pré-corrida e disse cara, esse tipo de erro não pode acontecer. Porque aí ele perdeu a cabeça.
Aí, de novo, vai na questão do Q3, que eu falei. Ele acerta a primeira volta, ótimo. E na última volta, na segunda e última volta, não é que ele não conseguiu melhorar pura e simplesmente.
Ele errou. Então ele está cometendo vários erros. Esse ano dele está repleto de erros. Olha o tanto de erro que ele tem. Mas ainda assim o cara está entregando. O cara vai lá e ganha três. O cara vai lá e anda mais que o Russell. O final de semana inteirinho. Esse final de semana o Russell não viu o cheiro dele. Exato. Então a gente está vendo. É como se a gente estivesse vendo...
a casca do ovo quebrar, a gente está vendo o amadurecimento a olhos vistos, nu e cru, na nossa frente, sem filtro, sem drive to survive da vida, a gente está vendo o cara virar um piloto de Fórmula 1 nos nossos olhos, na nossa frente, porque ao mesmo tempo que nós estamos vendo os erros, ele ainda perdendo a cabeça, ele mesmo admitiu que perdeu a cabeça na sprint, e o tipo de track limits é uma peça que junta nesse quebra-cabeça.
Mas a gente está vendo um cara que ganhou três corridas seguidas. Do mesmo jeito que eu falei, né? Se alguém dissesse que o Verstappen largaria um décimo da Mercedes em segundo. Se alguém dissesse, depois da vitória do Russell na Austrália, que olha, o Russell não vai ganhar nenhuma das próximas três, o Antonelli vai ganhar as três próximas. Eu ia falar, você está torcedor, você é time líder.
Você está maluco. E acontece. Então, o que esse menino pode virar? O que esse menino está fazendo que é impressionante? Eu repito, a volta de saída do boxe dele não é comum, não é normal, vai além do normal e que foi o momento que decidiu a corrida. Então, tem do braço dele, tem a questão de que ele guiou com pressão dessa vez, tem aquela questão de que eu já falei aqui, esse menino tem dois, três anos de carreira, de vida, de automobilismo que eu estou falando.
Não é que ele é um cara que está nas categorias de base há muitos anos e fez um monte de Fórmula 2. Não, ele tem quatro anos de carreira competitiva, se não me engano, ou três ou quatro. Não tem como não usar a palavra fenômeno. Agora, para terminar. Nada é tão ruim que não possa piorar e o Adapta. Nada é tão bom que não possa descarrilhar.
Esse menino vai ter que reaprender a lidar com o revés, como na sprint ele não soube lidar bem, porque uma hora essa fase vai passar. Tudo bem que ele pode até rumar para o título mundial, mas não é possível que o cara não vai ter instabilidade, que o Russell não vai reagir. São coisas que não dá para não apostar. E como que ele vai reagir a isso? Como vai ser a relação dele com a Itália?
A Itália vai exigir muito dele. Como que vai ser? A questão da vida dele. Ele é o que sobrou para a Itália agora. O pessoal está até falando. Ele ainda tem um alívio porque ele e o Sinner, o tenista, estão ganhando exatamente nos mesmos domingos. O Sinner ganha um Master de Tênis, ele ganha o GP no mesmo domingo. Então são os dois ídolos, os dois superídolos da Itália atualmente.
Mas a relação dele com a Itália, ele é muito novo. É uma coisa a ser cuidada, a ser administrada. Nada é garantido. Nada é garantido. Mas que o começo do cara é algo absolutamente avassalador, é, olha, eu já chego a usar aquela palavra que eu uso às vezes. É assustador. Está assustando o que esse cara está fazendo. É isso aí. Nosso Frederic coloca aqui ontem o que me venceu com o segundo melhor carro, o Golt.
Não acho que seja o segundo melhor carro, não. Acho, Frederic, que Mercedes e McLaren estavam bem pau a pau ali. É isso aí. Mas tá rindo cara aí, a metade dele. Traz tudo aí, Carlão. Agora joga tudo pra acabar. Joga tudo. Qualquer tema que for, qualquer assunto que tiver. Vamos falar da... Vamos voltar aqui com a do Marcelo David, ó. Já dá pra analisar o impacto das vitórias do Antonelli no desempenho do Russell?
Pode começar, Bruno Aleixo. Dá, porque como você muito bem lembrou aí, o Russell não viu o cheiro do Antonelli nesse final de semana. E isso já pode ser um sintominha de alguém que não está sabendo como resolver esse problema chamado Kimi Antonelli na vida dele. Eu já falei que o Russell vai viver o que o Norris viveu no ano passado.
com o Piastre, né? E o Norris se deu muito bem, porque no final das contas ele conseguiu ser campeão, conseguiu virar o jogo. Então o Russell ainda vai ter essa pressão, né? De falar, pô, no ano passado, o cara lá conseguiu, você vai conseguir? Tem que conseguir, tem que tentar, tem que encontrar um caminho, né?
tem que tentar ir no ponto fraco, né, e o Russell é bom disso, lembra que a gente falou sobre aquela meio rivalidade dele ali com Verstappen, como ele ia alfinetando ali, ele vai ter que encontrar os pontos fracos do Antonelli ganhando e pra poder ganhar, porque ele precisa ganhar, ele é, o Russell era, é muito curioso quando isso acontece, né, o Russell era o cara da Mercedes, né.
Eu vou ser obrigado a citar Drive Survive aqui, vocês me desculpem, mas eu vou ser obrigado a citar, já que eu assisti, já que eu fiz esse favor aqui para vocês. O Russell, num determinado momento da série, ele fala que a divisão na Mercedes é ele primeiro piloto e o Antonelli segundo. E aí no ano seguinte...
O Antonelli está ganhando dele e, pelo que a gente viu nesse final de semana, até com uma certa facilidade. Então, não é fácil, não. É uma situação difícil que ele vai ter que aprender a explorar os pontos fracos para poder virar esse jogo, como o Norris fez no ano passado. Fábio Campos, mais uma vez o Russell bota a cabeça no travesseiro e pensa justo na minha vez? Justo na minha vez, é isso aí.
Eu queria perguntar para o Bruno Aleixo, estava ouvindo ele falar, me veio aqui a pergunta na cabeça. Você acha, Bruno Aleixo, que a gente pode ter uma guerra interna ou talvez penda para o lado do bom mocismo dos dois maquilarianos do ano passado? Qual lado você acha que pode pender mais? Porque o Russell não vai perder calado. Ou será que ele vai ficar calado? Não deveria perder calado. Será que ele vai fazer um jogo psicológico ou a gente vai ter o bom mocismo reinando?
Então, a Mercedes não tem a seita, né? Não tem a seita do... A seita do Papai Rullis, do ano passado. Eu tô falando assim, da postura dos dois. Mas é porque isso é um ponto central, né? Porque se a Mercedes deixar eles disputarem, a gente vai ter uma briga legal. Agora, eu não sei se vão deixar. E eu acho que só na prática a gente vai saber. Por que o Russell não vai aceitar calado? Não vai. Agora, vamos ver como é que a equipe vai lidar com isso, né?
Eu tenho uma dúvida, Fábio, sobre isso. Diga, Carlão. Suas dúvidas são sempre excelentes.
o quanto o Toto Wolff vai interferir nessa briga, porque me parece, eu, Carlos, me parece que o Toto Wolff tem uma predileção ao Antonelli e que se chegar numa situação extrema, ele talvez penda para o lado do Antonelli. Não sei o que vocês acham.
Não, essas coisas eu não consigo identificar assim, cara. Baseado em que você acha que ele prefere? Os dois pilotos são crias da Mercedes. Olha o tanto que ele apostou no Russell em todos esses anos. Eu não acho que ele prefira algum piloto.
É, eu tenho a sensação que ele tem um carinho maior pelo Antonelli. Mas, ah, tá, aí você tocou num ponto aí. Termina, termina, desculpa. É, o jeito que ele trata todos os...
Até mesmo os erros, o cuidado que ele teve ano passado com o Antonelli, com questão de imprensa, com tentar blindar o cara. Então, assim, é claro, o Antonelli é muito novo, o Antonelli... Isso talvez...
ajude o Antonelli a se tornar um dos maiores pilotos da Fórmula 1? Pode ser que sim, entendeu? Pode ser que isso seja um diferencial no futuro da carreira do Antonelli. Mas me fica a impressão de que o Toto tende a... Se chegar num ponto que o embate dos dois seja...
não tem jeito, vai acontecer o embate talvez o Tottenham tenha um segura um bocadinho, Russell segura mais um pouquinho eu não enxergo isso não, eu vejo diferente eu acho, Carlão, você tocou num ponto que é verdade ele tem uma coisa de cuidado muito maior com o Antonelli, mas é porque o Antonelli precisa, o Russell não precisa
O Russell é mais forte naturalmente, mentalmente. Ou passa uma... O Russell ficou três anos na Williams, cara. Olha lá, amadurecendo. O Antonelli, meu amigão, vem cá pro lugar do Hamilton. Só. Senta aqui. Aqui Mercedes pra você, logo de cara. Então a minha análise é de que o Toto Wolff percebeu isso. Ele precisa tratar de uma maneira diferente. E isso é uma qualidade de um bom gestor. Estou elogiando o Toto Wolff agora. Coisa que nesse ano está sendo difícil de fazer.
Porque, repito, ele só abre a boca para defender a sua veia competitiva. Zero surpresa. Surpresa, zero. Mas, analisando cada fala dele, algumas são absolutamente chocantes.
ele percebeu, e está dando certo, Carlão, outra coisa que a gente está dando certo, porque olha a evolução do tal do Antonelli, olha o tamanho dos passos, ainda acho que vai ter momentos de estremecer. Agora, a única coisa que faltou eu falar do Antonelli é isso, aquilo que eu sempre falo, o cenário de campeonato mundial ainda vai aparecer, ele ainda não apareceu. É, não apareceu.
Agora, isso que você está falando do Toto Wolff, só para dar um exemplo aí. Se o Antonelli vivesse, se o Antonelli no ano passado fosse piloto da Red Bull e vivesse a fase que ele viveu ali, mais ou menos na metade do campeonato, hoje ele não estaria na Fórmula 1. Sim, sim.
Mas o Toto Wolff, ao contrário do que os caras fazem na Red Bull... Fala de novo. Se o Antônio ele estivesse lá na Red Bull, vivesse aquela fase que ele viveu no meio do ano passado ali, mal consegui classificar para as corridas, ele hoje não estaria na Fórmula 1. Os caras da Red Bull já tinham limado ele. Na Mercedes os caras pegaram, falaram, não, vem aqui, vamos cuidar, montaram ali todo um esquema para o cara, porque sabe que precisa.
é um piloto de 19 anos gente, o que é 19 anos? é isso eu falei aqui numa das lives, eu não sei se você estava nessa live é a proporção idade a proporção idade, experiência resultado mais efetiva da história da Fórmula ninguém com 19 anos tinha esse nível de resultados
Pensa você aí, que está assistindo na sua casa, o que você sabe com 19 anos? Não sabe nada, entendeu? Eu não sabia nem o que que ia ser da vida. O cara senta no carro de Fórmula 1 para substituir o cara que foi sete vezes campeão do mundo. É isso.
Entendeu? Então, assim, você achar que não precisa ter cuidado. Esse é o grande erro que a Red Bull teve ao longo da história dela com pilotos jovens. Você achar que não precisa dar um tratamento diferenciado com um cara desse, você está sendo um gestor. A Red Bull, né, Bruno, assumidamente, sempre foi na filosofia ou dá certo ou não serve para a Fórmula 1.
É, porque vem muito esse papo. Você deu certo com o Vettel e o Verstappen, né? Jogou esses dois e esses dois deram certo, mas não é todo mundo igual, né? Vem muito papo de, não, porque antigamente os pilotos não precisavam disso. Antigamente o cara mais novo que entrava na Fórmula 1 entrava com 25, 26 anos. O Verstappen entrou com 17. O Antonelli entrou com 18.
Então isso é um outro cenário. Não dá pra fazer essa comparação com o passado. É um outro cenário. E nesse ponto, Toto Wolff merece todos os elogios. Porque ele geriu, manteve e hoje ele tem uma dupla de pilotos, porque não dá pra descartar o George Russell também, né? Ah, não, não dá. De jeito nenhum.
Então ele tem uma dupla de pilotos espetacular que vai gerar frutos pra ele por muitos anos. Então vai colher esses frutos do trabalho que eles fizeram lá na Mercedes. Não dá pra criticar por isso. Pode criticar por outros motivos, mas por isso não dá pra criticar. É verdade, concordo. Então só pra matar a questão... Não, só ia matar a questão... Tem um superchat do assunto que o Bruno acabou de tocar, mas pode completar.
Então, só para matar a questão do Russell, para a gente partir para o final,
O Russell, como eu falei lá no começo, Montreal para o Hamilton é Montreal para o Russell. Montreal é uma pista que o Russell gosta. Ele foi muito bem nas duas últimas corridas. Em 2024 ele quase ganha. Lembra que teve aquela questão da estratégia? Red Bull para no momento decisivo e consegue ganhar. E no ano passado ele simplesmente ganhou. Então é uma pista nos dois últimos anos. Se o Russell...
leva, pra não falar uma palavra feia, se ele leva do Antonelli em Montreal, aí eu acho que o alerta, no mínimo laranja, vai acender. Porque eu ainda olho pra diferença, eu não sei se vocês têm a mesma sensação, eu tô olhando pra diferença de 20 pontos e pensando assim, cara, isso é nada. Não é exatamente nada, né? Mas a sensação que eu tô é de que ainda vai acontecer tanta coisa que os 20 pontos são plenamente reversíveis. Não é que eles estão nada ali matematicamente. Claro que eles simbolizam uma coisa, são quase uma vitória.
Mas assim, é tão virável, e vai acontecer tanta coisa nesse campeonato, eu ainda acho que se o Russell chegar para disputar, se estabilizar, eu ainda mantenho o que eu tenho falado aqui desde o começo do ano. Ele tem mais casca, mais arsenal para essa batalha de título mundial. Isso me parece evidente.
Mas velocidade agora eu já não sei. Mais velocidade, essa tecla eu já não bato. Ele pode ter mais casca e cabeça. Aí eu repito, já é quase chovendo molhado. Tem uma coisa muito interessante que ele falou nesse final de semana, que vai um pouco na linha do piastre o ano passado, e é uma coisa para a gente discutir em outro programa, hoje não vai dar tempo. Ele diz, essas pistas de baixa aderência eu não me dou bem.
E ele cita Zandvoort, Interlagos. E é parecido com o Piastri, porque toda a queda do Piastri no final do ano passado foi nas pistas de baixa aderência. Então você vê, Miami, olha como o Piastri ficou atrás do Norris. De novo, apesar de que o Piastri ganhou o ano passado. Mas Interlagos.
O Russell cita Interlagos, tá? Ele que fala, não sou eu que estou falando, não. Ele cita Interlagos, é uma pista que... O que o Russell diz? Essas pistas que o carro escorrega demais, eu não fico à vontade. As pistas que o carro está pregado no chão, eu consigo... E tem piloto que é assim, o Button na transmissão da Sky até se identificou. Ele falou, eu também era assim. Eu também era assim. Eu me dava bem nas pistas em que o carro estava pregado no chão.
E o Russell fala, é como se você... Nessas pistas, é como se você andasse com um pneu de 200 voltas de uso. Ele já andou 200 voltas. Então, você perde o carro na traseira,
disse o Russell, não sou eu que estou falando e olha que ganhou em 2022 a única vitória da Mercedes em Interlagos
É verdade? Enfim, eu acho que esse tipo de defeito, esses caras têm que cuidar. O Damon Hill até rebate, ele fala, cara, você quer ser campeão no mundo, não pode ter pista que essa pista eu não sou bom. Eu até lembrei do Leclerc, o Leclerc também foi a mesma coisa na China, essa pista eu não me dou bem. Cara, se você pega um, vou dar uma viajada aqui, mas se você pega um 2021 pela frente...
uma briga estilo 2021, você não tem muito esse luxo, não. Ah, essa pista aqui eu vou perder mesmo. Então, uma coisa para esses caras trabalharem. Eu sei que todo mundo tem as suas pistas boas, todo mundo, até o Bruno no kart. Tem as pistas que ele é bom e tem as pistas que ele é ruim. Claro que é normal, não estou falando que o cara tem que ser bom em todas as pistas, mas me incomoda um pouco esse negócio de largar o final de semana e falar assim, esse final de semana realmente não vai dar certo.
Não estou falando que o Russell largou, mas essa declaração me incomoda um pouco.
Então, só para deixar isso claro na situação do Russell. Até, eu acho que Montreal vai ser uma prova bem decisiva para a gente ver que caminho vai. Bruno, você falou que não se pode descartar o George Russell. O Fábio manda uma pergunta aqui para a gente. Olha o nome dele. Bonito o nome dele, muito bonito.
com a melhora da McLaren e Red Bull, temos a chance de uma disputa histórica. E se permitir, vocês acham que a Mercedes, e se existir, eu acho que ele quis dizer, vocês acham que a Mercedes teria que trabalhar? É, se me permite, vocês acham que a Mercedes deveria trabalhar mais para o Antonelli? Ele está perguntando se teria que trabalhar mais para o Antonelli. Não, acho que não. Acho que tem que liberar os dois para disputar.
Esse negócio de equipe trabalhar mais com o piloto, gente, isso é uma conversa fiada, entendeu? Esse papo de equipe que quer saber de clima, não tem nada disso. É conversa fiada, sabe? A gente já viu aí na história várias rivalidades, então... É isso aí. Xará, só rápido responder você. A disputa McLaren... Você está falando que é a melhora da McLaren Red Bull? Se mantiver isso e a Ferrari não está longe?
a gente pode ter um campeonato nesse aspecto muito bom. O que seria também, a Fórmula 1 venderia isso, olha o campeonato que a gente teve, que regras maravilhosas. Cairíamos naquela dicotomia de vários campeonatos. Eu gosto de citar 2009. Maravilhoso nos resultados, na novidade. Mas perto, dentro da pista, 2009 é o pior campeonato que eu já assisti, não tenho a menor dúvida, em termos de qualidade de corridas. Tomara que não caiamos nessa dicotomia. E só uma coisa, Fábio, rapidinho.
McLaren brigando com o Mercedes até o final do campeonato, eu espero não estar errado, mas vai ser a primeira vez que nós vamos ver um cliente brigar pelo título com um fornecedor. Espero que não dê M3 pontinhos, mas voltaremos ao longo do ano nisso. E a segunda pergunta assina o que o Bruno Aleixo falou. Cara, trabalhar para um piloto só é algo pequeno, é pouco efetivo, corre o risco de injustiça. O Russell não merece ser segundo piloto simplesmente porque não está provado que ele é um Bottas do Rêmio. Não é isso?
nós estamos falando de poucas corridas, esse cara pode muito bem ser campeão mundial ainda, muito, muito, muito então é liberar a disputa e saber administrar é claro é claro que eu pelo menos penso assim, chegar no final do ano o Russell não tem chance de título, só o Antônio aí é outra coisa é outra história, mas agora até lá são dois pilotos disputando o título
Não se esqueça, Fábio, a McLaren, por linhas muito tortas, mas liberou seus dois pilotos até o final e foi campeã mesmo com a Red Bull privilegiando um piloto. Só para deixar isso claro. Só para registrar, o Fábio mandou outro Pix aqui falando, vocês não leram a minha pergunta do Pix ou vocês acabaram de ler? O Pix que ele mandou, a gente leu. Ele botou os parênteses aqui para chamar a nossa atenção, mas é assim, viu, Fábio? Às vezes a gente guarda uns para o final e outros a gente vai distribuindo ao longo da edição. Depende da pausa.
O Frederic, Mercedes não atualizou. Será que vai guardar recursos? Não é guardar recursos, Frederic. É jogar tudo em Montreal. É usar, ao invés das cinco semanas de férias, usar sete. Então, podem vir. A McLaren fez isso no efeito solo muito melhor do que as outras. As outras iam atualizando, atualizando. A McLaren, o que ela fazia? Ela espaçava as atualizações. Mas as atualizações dela eram efetivas. A Mercedes vai fazer igual? Vamos ver.
Tem mais um do Frederick aqui. Stella falou que o circuito ajudou a McLaren. Ótimo. Com esse superchat, inclusive, eu arredondo a McLaren aqui, que a gente não tinha falado. Stella disse que muitos fatores... Ele disse isso em Silva. Toda hora eu estou chamando o Suzuka de Silva, então não sei porquê. Mas ele disse isso de Suzuka também. Ali ele falou claramente muita coisa jogou ao nosso favor.
Aqui, ele disse, aqui em Miami, ele disse, muita coisa conspirou ao nosso favor na sprint. E eu até citei isso aqui na live pré-corrida. O Leclerc cometeu um erro, tinha tudo para fazer a pole, a Mercedes não tinha otimizado a questão da bateria.
não deu tempo de eu trazer o print aqui, mas eu trago na quinta-feira, a McLaren mostrou, mais uma vez, que merece respeito. Quando fala em upgrade da McLaren, ela já deu a entender que ela sabe atualizar, ela sabe o caminho que ela vai. Então, mais uma vez, não sei quem vai ser mais forte, quem vai ganhar, mas a McLaren mostrou em Miami o seguinte, estamos aqui, evoluímos, estamos na briga.
simplesmente a Mercedes cruzar para a vitória, não é mais simples. Se a Mercedes erra um mapeamento de motor, ela fica para trás. Esse é o saldo positivo desse final de semana. De todas que atualizaram, mais uma vez, parece, Frederic, é muito cedo, parece que a McLaren foi quem deu o maior saldo.
Então é mais uma vez de se respeitar essa equipe. Agora, o que vai acontecer daqui para frente, não sabemos. Pode ser que em Montreal tudo degringole ou que a tal atualização da Mercedes volte a desequilibrar o jogo. Mas que a McLaren mais uma vez fez um bom trabalho na sua fábrica, eu acho que agora está comprovado. Lembrando que o Montreal não tem sido uma grande pista para a McLaren.
É verdade. O Frederic manda mais um. O que acontece com a Mercedes voa no final da corrida? O que acontece que a Mercedes voa no final da corrida? Isso é muito interessante, Frederic. O que a gente tem visto até agora, essa pergunta é ótima, é o seguinte. É aquela questão do carro e o que a gente tem visto até agora?
ser tão dependente da bateria, do uso da bateria, do deployment, que se você está em briga por posição, você não usa da maneira correta e você... Todas as vezes que a Mercedes cai na frente, ela é praticamente imbuscável. Pode até ser no meio da corrida, como aconteceu na Austrália, em Suzuka.
então, Frederico, a explicação que eu tenho é justamente essa, quando você põe esses carros, quando que a Mercedes perde a força dela? Quando ela está no meio da briga, porque aí ela não pode usar a bateria do jeito otimizado quando ela cai nessa situação ela abre de um carro e pode usar tudo sem precisar ficar alterando para ultrapassar alguém
Esse é o X da questão desse ano, que a sua pergunta acerta, Frederico. Esse é o X da questão. Botou no meio do pelotão, acontece com qualquer carro e a Mercedes também. Por quê? Porque tudo depende de você usar a bateria no exato, na exata quantidade certinho no ponto mais otimizado da pista. Otimizar é a palavra de 2026 até agora. Gostemos ou não. Eu não gosto, mas o fato é esse. Se fosse otimizar braço do piloto, eu gostaria. Mas é otimizar a bateria.
É isso aí. Para encerrar aqui os Pix e Superchat, Fabiano Almeida, a narração do Grupo Globo está de doer. Bom, Fabiano, nós vamos entrar mais nisso aí na semana que vem. Na semana que vem, não, senhor. Na semana que vem, não, senhor. Eu disse ontem para alguém que me perguntou, o Café Sprint, a partir de agora, vai falar sempre de transmissões, sempre. Então esse assunto volta amanhã na live.
Eu ia falar, mas eu não sei se o Fabiano é apoiador, por isso que eu estou falando. Se não for, que se torne. Se você quer ter acesso ao Café Sprint amanhã, é só você apoiar na faixa ou o Premium, ou o Extraforte, ou o Caputino. Qualquer uma dessas três. Você já tem acesso a conteúdo exclusivo.
Mas uma coisa que eu anotei rapidinho, só para não deixar o Fabiano sem resposta, que é a questão de... Eu não sei se o Bruno percebeu, se o Bruno acompanhou a transmissão nacional, mas no meio da corrida, a Mariana Becker abre o microfone para dizer que ela estava muito satisfeita com o que estava vendo na pista, que as novas regras se mostraram muito eficientes, que ela não estava vendo o ioiô entre os carros, eu acho que ela não estava vendo nem a corrida.
Mas tem muitos jornalistas ingleses nessa pegada também, viu, Carlão? Pode anotar isso na pauta amanhã. Tem muitos jornalistas ingleses que adoram o corrido. Eu não estou dizendo aqui que eles não têm que gostar, mas é aquilo que eu falei. É o risco do que a gente quer topar aceitar. Eu acho que essa tendência de tentar vender, que a Fórmula 1 é sensacional, está desde a Austrália.
E como ficou difícil de defender, eles agora, que a corrida no Miami foi boa, vão aproveitar. Agora, ele falou do narrador. O narrador que está narrando na Sport TV é ruim mesmo. Ele tem razão. É bem fraco. As corridas são transmitidas pelos dois até agora? São transmitidas. Esse fim de semana não teve Globo. Esse fim de semana foi só a Sport TV.
E uma coisa interessante, pessoal, é o seguinte, vocês ficam reclamando aí, mas pelo que eu vi, a transmissão do Esporte TV começou com uma hora e meia de... Sim, foi sim. De pré-corrida, né? Então, o pessoal reclamava aí que a Band fazia e a Globo não vai fazer, tá fazendo.
Você vê, ele anuncia a pré-corrida, justamente, e ele não sabe que vai perder, tira a audiência do canal falando isso, né? Não devia mencionar. Você acha que alguém que está aqui hoje vai deixar de assistir a sua pré-corrida para assistir a pré-corrida da Varianna Peck? Não, ele sai por classe, ele é muito inteligente nas respostas. Só deixar registrado. Isso é bico doce. Só deixar registrado. Decisão correta, parabéns para a Fórmula 1 pela decisão correta de ter antecipado a corrida.
Tudo bem, não choveu, parece que não choveu nem na hora que estava previsto, mas é assim que se tem que fazer mesmo. Tem uma ameaça de parar, tem uma ameaça de interromper. Eu falei na live pré-corrida de todo o medo que existe em torno desse carro na chuva, e isso é um assunto que a gente tem que continuar falando, mas a decisão, apesar de ter transformado o meu despertador, que estava marcado para as oito da manhã, transformado em um despertar às cinco da manhã, que me doeu bastante, mas...
o bem da Fórmula 1 está acima do meu sono. Então, a decisão da Fórmula 1 está correta. Que pena que a Fórmula 1 deixou, só teve muito tarde essa sensibilidade, porque a Fórmula 1 sempre teve muito medo dessa mudança de grade, de atrapalhar televisões pelo mundo afora. Não fez isso em SPA em 2021.
E não fez isso em Suzuka em 2014. Não é caçar as bruxas, claro que não. A morte do Bianchi tem vários fatores e vários culpados, mas se fizessem isso em Suzuka, talvez tivesse vivo o Bianchi. Então, antes tarde do que nunca. Se acha que vai chover, antecipa-se o horário da corrida, doa a quem doer. E já me doeu outra vez, quando anteciparam Interlagos, ano retrasado, fazer o quê? É pra quem tá indo pra pista, é uma dor de cabeça, mas foi a decisão acertada também.
É isso aí. Bom, gente, pra gente encerrar, eu só queria trazer uma mensagem aqui do Sombra, que é uma mensagem que a gente fica muito satisfeito, é pra isso que a gente tá aqui. Eu amo vocês, só tô aturando essa Fórmula 1 por causa do café, que ainda me prende. Eu já desisti da temporada, achei que Miami ia trazer esperança com as mudanças, mas mais do mesmo. Muito obrigado, Sombra. Obrigado, Sombra. Ótima mensagem, como o Carlão disse, nos dá muita força.
Só digo o seguinte, não desista da temporada, não. Vai assistir. Assista de forma crítica, como você está fazendo. E vem aqui. Às vezes você pode gostar da Correia do Bruno Aleixo. Até gostou mais dessa Correia. Isso a gente vai variando, mas a gente vai debatendo aqui. Diga, Bruno Aleixo. Vai se desenhando uma disputa de título aí, querendo ou não. É sempre legal.
É isso aí. Carlão, estamos amanhã no Sprint. Quarta-feira tem Café Expresso Especialíssimo com Bruno Aleixo e Fábio Campos sobre o Alessandro Zanardi. A programação está intensa, Carlão. Quinta-feira temos, além da velocidade...
Sim, temos além da velocidade nessa quinta, bem lembrado. Quase que eu esqueci, olha só. É, nove e um pouquinho. Nove e um pouquinho. Deve ser nove e meia. Essa quinta deve ser nove e meia. Vou precisar começar um pouquinho mais tarde nessa quinta. Aí, ó. Então é bom. Bom, gente, muito obrigado a todos vocês. Se não deixar o like ainda dá tempo. Comentem aqui depois que a live acabar. Entra lá nos comentários. Põe lá que você gostou. Se você não gostou, dá uma nota para o GP.
vamos engajar, vamos fazer o Café com Velocidade ser distribuído por esse YouTube, agradecendo a todos vocês, aos nossos inscritos, aos nossos apoiadores, e nos encontramos de novo aqui no Café na Segunda, mas tem programação no canal quarta e quinta também pra vocês. E, Bers, amanhã tem live, Carlão, amanhã tem live. Sim, sim. Sim. Amanhã tem live, amanhã tem live pros apoiadores.
Está valendo a promoção da miniatura. Chegou tarde, dá tempo, pode fazer durante toda a semana. Fez o Pix, mínimo de 5 reais, está concorrendo automaticamente. Sorteio na próxima segunda. É isso aí. Café com velocidade. Por que nunca é tarde para refletir? Agora já é tarde um pouco. O Bruno Alenso está quase dormindo.