Como Transformar Uma Empresa em Um Negócio Bilionário (MAURO SANTOS) JOTA JOTA PODCAST #286
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Como uma empresa familiar do interior do Rio Grande do Sul se transformou em uma referência nacional, ultrapassando R$ 1 bilhão em faturamento acumulado?
Neste episódio, Joel Jota recebe Mauro Santos Filho, fundador e CEO da Medical San, para uma conversa sobre empreendedorismo, crescimento, liderança e construção de negócios que duram gerações.
Ao longo do episódio, Mauro compartilha os principais momentos que mudaram a trajetória da empresa, os erros, os aprendizados e as decisões que fizeram a Medical San se tornar líder em seu segmento.
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Você vai aprender sobre:
◼️ Como transformar crises em oportunidades de crescimento.
◼️ Os três pontos de inflexão que mudaram a empresa.
◼️ A importância das pessoas certas para escalar um negócio.
◼️ Como construir uma cultura forte e uma governança eficiente.
◼️ O papel da persistência, da disciplina e da visão de longo prazo.
◼️ Como tomar decisões difíceis para manter o foco no que realmente importa.
Uma conversa prática para empresários, líderes e todos que desejam construir negócios sólidos e gerar impacto através do empreendedorismo.
Se este episódio agregou valor para você, deixe nos comentários qual foi o maior aprendizado dessa conversa.
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🎙️ Host: @joeljota
🗣️ Convidado: Mauro Santos (@maurosantos.oficial)
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#joeljota #empreendedorismo #negocios #liderança #empresasfamiliares #dinheiro #jotajotapodcast
- Medicalização e Mudanças no Tratamento de SaúdeMudança de modelo de negócio (varejo para indústria) · Implementação de governança corporativa · Definição de foco e território
- Bilionarios e CapitalismoTransformação de empresa familiar · Crescimento e Liderança · Construção de negócios duradouros · Medical San
- A Importância de Entender de PessoasContratação e desenvolvimento de talentos · Cultura organizacional · Liderança de equipes
- Repensar objetivos e visão de futuroFoco em profundidade e intensidade · Tomada de decisão assertiva (dizer não) · Otimização de tempo e recursos
- Mentalidade EmpreendedoraPersistência e resiliência · Visão de longo prazo · Foco e disciplina · Diferença entre lunático e visionário
- A importância de cultivar o coraçãoDiferença entre bons e maus hábitos · A importância do movimento constante · Superação do impossível
- Acesso a Conhecimento e MentoriaPrograma de mentoria e formação empresarial · Compartilhamento de experiências e modelos de negócio · Potência Club
- Estratégias de Negócios e InovaçãoCriação de braço financeiro para acesso a crédito · Investimento em tecnologia e P&D · Expansão do ecossistema de saúde e estética
O sinônimo de pessoa certa não é aquelas que concordam contigo, aquelas que vão para o embate contigo, aquelas que vão te incomodar. É liberar lobo.
E ele transformou uma pequena empresa familiar em um dos maiores ecossistemas de tecnologia para saúde e estética no Brasil. Fundador e CEO do Grupo Medical Sun, ultrapassou R$1 bilhão. Eu sou embaixador também, eu e a Larissa, desse negócio. Ele faz parte do nosso ecossistema de mentoria. Seja muito bem-vindo ao JJ Podcast, Mauro. Santos Filho. 3 coisas que você fez que te colocou nesse lugar e que você ainda faz.
Eu acredito no negócio que todo dia é colocado um tijolinho na construção.
Uma semente num solo que não é fértil vai ser apenas uma semente. Uma semente num solo fértil vai se transformar num pomar. Persistência, obsessividade, foco, criar, empreender, desbravar, vai dar E deu.
Qual que é a diferença do lunático e do visionário? O visionário é movido por propósito, o lunático é movido por vaidade. Você tem que ser a pessoa mais apaixonada, mais doida, mais fanática pelo negócio. Quando as coisas estão claras na minha vida, não é uma questão se vai dar, é uma questão de quando vai acontecer, porque ela tá clara. Como que eu enxergo o futuro de alguém que vai dar certo? Menos é mais. Dizer mais não do que sim. Aí não vai ter para ninguém.
Ô gente, esse JJ Podcast é patrocinado por uma empresa que eu adoro, de 3 empresários que eu gosto muito deles, que é a The Best Açaí. A The Best Açaí é a maior franquia de açaí do Brasil. Os caras têm mais de 1000 lojas de açaí e não param de crescer. O açaí é delicioso, tá? Do ponto de vista do produto Vocês vão adorar. Eu tomo açaí quase que todos os dias aqui na Jota. Além deles terem um modelo de negócio que é incrível para você, que traz retorno no investimento em alguns meses, que traz uma belíssima margem no negócio, no mercado que não para de crescer no Brasil e no mundo.
O Brasil é uma das maiores potências de açaí no mundo e também uma das maiores potências de franquia. Então, se você quiser ser um franqueado da The Best Açaí, que é patrocinadora aqui do JJ Podcast, quer conhecer mais essa proposta, quer aprender numa marca que não para de crescer, é a primeira marca do Brasil. Eu adoro andar com empresas que são as primeiras no que fazem. Aqui tem um QR code e tem um link para você conhecer.
Clica aqui, fala que veio do JJ Podcast e conheça, porque isso vai ser incrível se você estiver numa fase de empreender com franquia. E eu recomendo, beleza? Agora a gente vai para o JJ Podcast. Você é um amigo, você é uma pessoa que tem muito resultado no que você faz. Eu conheço a tua história, tô muito próximo a você, tem 2 anos. Mas a gente já tá junto há uns 3 anos praticamente. Aqui tem na sua audiência, tem teus parceiros, tem teus clientes, tem teus amigos aqui, as pessoas da sua família, sua equipe.
Mas a turma do JJ Podcast que tá assistindo aqui agora, talvez algumas delas não te conheçam ainda. Então eu tenho bastante coisa para te perguntar, mas eu gosto de começar já forte. Hoje a gente vai falar de negócios, a gente vai falar de crescimento, a gente vai falar como ser referência. Você é o 01 no que você faz. Você tem uma empresa que fatura, já faturou acumulada mais de R$1 bilhão. Você tem uma empresa que veio de uma herança do teu pai, da tua mãe.
As empresas que vêm em herança de pai e mãe no Brasil, infelizmente, elas sucumbem. Não é o teu caso. Fazer R$1 bilhão não é o caso da maior parte das empresas disparado. Você tá no interior do Rio Grande do Sul e você tem impacto nacional. Você já recebeu proposta de fundos, já tem essa conversa de comprar, de vender, de fazer, de fazer M&A e assim por diante. Você é líder no teu segmento. Então começar forte é— depois a gente vai conversar um pouco da tua da tua trajetória, 3 coisas que você fez que te colocou nesse lugar e que dá para os empresários aplicarem também, e que vão colocar ele numa posição de destaque?
Olha o cuidado da minha pergunta. Não é assim que vai garantir que esses empresários sejam maiores do que eles fazem no Brasil, não, mas que garante que vai colocar eles num lugar de destaque. E que você fez e que você ainda faz?
Eu acredito muito, Joel, que quando a gente olha para nossa história e a nossa construção, ela tem muita coisa boa que a gente vem com o tempo edificando, com o tempo construindo, mas tem coisas que realmente elas não podem sair da nossa mente, elas não podem sair da nossa visão, né? Primeira coisa que a gente fez e que eu aprendi, eu levo para minha vida toda, é: não existe nada fácil. O primeiro sentimento que eu sempre tive no dia a dia é ouvir as pessoas dizendo: ó, ali é só vender, ali é só abrir que dá certo, aquela cidade ela é muito boa, é só você ir lá que vai prosperar.
Eu sempre tinha algo dentro de mim dizendo o seguinte, cara, Não tem almoço grátis, não tem facilidade. E a maneira como eu sempre encarei as coisas, de que elas não eram impossíveis, mas elas eram difíceis, elas me fizeram sempre me preparar mais para algo que eu iria fazer. Então, quando eu praticava esporte, era para dar 10 voltas, eu dava 12. Quando o cliente marcava comigo a 1 da tarde, eu chegava meio-dia e 15, chegava antes.
Então a primeira coisa importante que o empreendedor, ele precisa ter a consciência que não existe nada fácil. As coisas, elas são muito difíceis. Eles perguntaram, fizeram a mesma pergunta que tu fez para mim para o Silvio Santos, e ele respondeu: desconfie de tudo que é fácil. Poxa, eu quero ter um casamento maravilhoso, incrível, de lealdade, de cumplicidade. Vai ser difícil. Eu quero criar filhos com princípio de honra, que não se envolvem com drogas, que são bons cidadãos.
Eu quero criar esses filhos para perpetuar o meu legado. Gente, vai ser difícil, não vai ser fácil. O primeiro sentimento que esse empreendedor precisa ter é assim: cara, as coisas elas vão ser difíceis. O cara vê você acordando cedo, indo na academia, Joel, e trabalhando até às 10 horas da noite. Se ele tiver na mente dele de que o negócio e a vida é um romance, ele não vai conseguir fazer aquilo, porque ele vai ter— é muito mais difícil as coisas darem certo do que dar errado.
Ser o último, pessoal, com todo respeito, é fácil. Ser o último é fácil. Ser pobre é fácil. Ficar devendo é fácil. Agora, honrar compromisso, crescer, tá no pódio, uma vida em alta performance, e você se manter naquela conquista é difícil. Então, a primeira coisa que a gente sempre conversou é: pessoal, olha só, qual é o conceito de entender que as coisas é difícil? Se esperar o melhor, mas se preparar para o pior. Tudo que a gente faz, desde a época mais simples, nossa, quando o negócio era mais simples, é O que aqui pode dar errado?
Então vou te dar um exemplo simples. A minha escola era: eu vou viajar para visitar um cliente que não tinha como tem hoje WhatsApp, agendamento, Instagram. Eu batia de porta em porta sem avisar, sem avisar. Então eu ia com o tanque cheio e levava mais um troquinho junto, porque que precisava, vai que precisava andar mais 200 km, 300 km. Eu não tenho cartão, ninguém me conhece no lugar para me dar crédito. Entrava naquela, naquela venda, naquela oportunidade, esquecendo o que que ia acontecer depois.
Aquela era a minha oportunidade. Eu não sabia o que ia acontecer depois, mas eu sabia que foi difícil chegar naquele momento. Então eu queria aproveitar aquela oportunidade. Então o meu nível de aproveitamento era muito grande, Joel. Eu precisava visitar 10 clientes para um me dar a oportunidade de me ouvir, mas quando ele dá a oportunidade era uma enxadada, uma minhoca, não tinha erro. Quando ele me deu ouvido, eu conseguia executar o que eu fui ali para fazer e não importava se eu ficava uma, duas horas lá.
Então a primeira coisa é: as coisas não são fáceis, elas são difíceis. Segunda coisa que é muito importante, mais importante para onde ou como é com quem.
Muito bom.
O que diferencia um negócio grande igual o teu, Joel, ou um negócio que tá prosperando muito, um negócio admirável que a gente olha e diz, meu Deus, que negócio incrível! O que diferencia esse negócio do botequinho, com todo respeito, o negócio pequeno que tá prestes a quebrar, nada mais é do que as pessoas. Se eu perguntar para vocês aqui qual é a melhor seleção do mundo, a seleção que agora é época de Copa, eu gosto de dar exemplo que as pessoas entendam, né?
Ah, Mauro, tem várias seleções, mas vamos pegar a seleção da França, que tem o melhor jogador do mundo, que tem vários jogadores em alto nível, né? E vamos pegar o peso dessa camisa que tem várias conquistas mundiais, vamos pegar o peso dessa seleção e vamos trocar, e vamos botar a seleção da— putz, a vida— seleção, com todo respeito, do Panamá. Os jogadores do Panamá com a camisa da França, o peso da camisa da França, com o peso de uma seleção que várias vezes foi campeã do mundo.
Qual que é a chance desses cara ganhar? Não vai ganhar nem vai passar nem na primeira fase. Agora vamos fazer o contrário, Joel. Vamos pegar o Dembélé, vamos pegar esses cara tudo, esses jogadores, vamos botar eles disputar a Copa do Mundo pela seleção do Panamá, que ninguém sabe o que que é, que ninguém nem sabe que existe. A maioria das pessoas nem sabe que existe esse lugar. Qual que é a chance desse time ganhar? É muito grande.
Então as pessoas, as pessoas, nós tava no negócio que em 10 anos a gente não tirou lucro, mas quando encontrava uma pessoa boa, trazia ela para o projeto sem medo. E em 2017 eu me engatei num contador que atendia a gente, cara, e o cara era muito bom. Eu tirei do escritório dele, que ele devia ter uns 20 funcionários para trabalhar comigo, e quando eu apresentei aquela proposta para minha esposa, para meus sócios, disseram, cara, tu é doido!
Eu falei para eles, não, porque nós estamos olhando para o quanto que o cara vai receber, só que o quanto que esse cara vai nos ajudar, a gente tem que pensar no retorno que esse cara vai dar. Gente, tem que andar com gente boa, tem que se reunir com gente boa. Pessoa que vai na tua casa tem que ser de altíssimo nível, pessoa que tu quer trabalhar tem que ser de outro patamar. Nós somos a média das pessoas que a gente anda, cara.
Eu sei do Rio Grande do Sul, Eu paguei na época um valor altíssimo para mim na época para fazer o first day contigo, irmão, o Flávio, o Caio.
Sim, eu lembro.
Então a segunda coisa muito importante é: ande com as melhores pessoas possível que você pode, porque elas vão fazer com a tua média ou ela aumente ou ela diminua. E não se engana, as pessoas boas, as pessoas certas, é a chave do negócio. Então eu sempre procurei trazer essas pessoas, encontrava uma pessoa boa, conversava, fazer a proposta, trazer ela para o negócio dentro das minhas possibilidades. E a terceira coisa, que ela é muito importante, você tem que ter alguém fanático pelo negócio, você tem que ter alguém o mais apaixonado pelo negócio, que mais entende do negócio, o disposto a colocar o skin in the game, a pele em jogo, O disposto a acordar amanhã e entregar tudo pelo negócio, gente, não pode ser teu melhor colaborador, não pode ser teu investidor, tem que ser você.
Você tem que ser a pessoa mais apaixonada, mais doida, mais fanática pelo negócio. Eu converso com empresários hoje e ri. Eles falam para mim o seguinte: olha, fulano, é uma pena que fulano saiu do meu projeto, não acreditou no meu sonho. É uma pena que aquele cliente não acreditou no meu produto. É uma pena que aquele investidor não acreditou. Eu pergunto Eu falo, cara, vamos falar a verdade, tu acredita de verdade no teu sonho?
Se o mundo todo tiver contra ti, tu acredita? E o cara dá uma titubeada, Joel. Ele não acredita no sonho, no projeto dele. Você tem que acreditar mais que todo mundo. Eu chegava na empresa, nós tinha 120 metros quadrados, e eu tinha convidados que vinham na empresa. Eu mostrava para eles, ó, tá vendo aqui? Aqui é o setor de embalagem, aqui é o setor de montagem. E as pessoas me olhavam e dizia, cara, tem 120 metros quadrados e é uma casa?
Era uma casa, Joel. Que depois, para dar uma tapeada, eu botei um toldo, que é uma espécie de letreiro na frente, para o pessoal não olhar e não perceber. Mas era uma casa de 120 metros quadrados que a gente transformou num negócio. A Débora, minha esposa, eu falava no telefone com os clientes e dizia, cara, vocês vão visitar a nossa empresa, vão visitar, vão conhecer a nossa indústria, vão conhecer a nossa estrutura industrial.
E a Débora, eu terminava a ligação, ela dizia assim, amor, por favor, tu não pode falar desse jeito, que as pessoas vão achar que é uma baita fábrica. Quando chegar aqui é uma casa. E eu falava para as pessoas assim que trabalhavam comigo: bota tua melhor roupa para vir trabalhar. E as pessoas vinham trabalhar de pantufa, Joel. Bota tua melhor roupa para vir trabalhar, um dia nós vamos receber gente do governo aqui, nós vamos receber empresário incrível aqui, nós vamos receber diretor de banco aqui.
Você tem que agir como se já fosse. Mas a expressão da paixão, o ponto da entrega da paixão tem que ser tua, tem que ser do founder, tem que ser daquele que tá na frente. Cara, com todo respeito, eu converso com as pessoas e com muitos empresários, e o cara disse para mim: pô, Mauro, meu dinheiro eu tô aplicando no CDI de tal lugar, né? E no teu negócio? Não, não, não, não, tem que dar uma segurada, não é ano de— eu disse: só um pouquinho, tu tá aplicando na empresa dos outros, não tá aplicando na tua.
Na tua tu tá aí matando cachorro a grito, com dificuldade. Pega tudo aplicação que tu tem nesses outros lugares, porque o cara não entende que quando ele bota um dinheiro no banco ele tá aplicando em outra empresa. Ele acha que tá emprestando dinheiro para o Banco do Brasil, mas não é. Aquele CDI é de uma outra empresa. Se tu não for o cara que bota no teu negócio, que acredita no teu negócio, que tá disposto agora a vender teu carro, vender tua casa para botar no teu negócio, tu não é digno desse negócio nem do sonho.
Então essas as 3 coisas, elas sempre me acompanharam. Primeiro, as coisas vão ser difíceis. Segundo, são são quem tá andando contigo, as pessoas certas. E terceiro, você tem que ser aquele que mais é apaixonado, que mais é fanático pelo teu negócio. Você tem que ser o número 1 do teu negócio. Boa!
Dessas 3 que a gente anotou, qual delas tem a mais importância?
As 3 são muito importantes, mas tivesse que escolher uma Eu escolher as pessoas, as pessoas certas.
Eu concordo, eu concordo, porque uma semente num solo que não é fértil vai ser apenas uma semente. Uma semente num solo fértil vai se transformar num pomar. Pessoas, solo, Pessoas. Baseado nisso, pessoas. Você investe em pessoas? Você investe em treinar pessoas? Se sim, como? Você investe em ser treinado pelas pessoas? Se sim, como?
Só para continuar o porquê das pessoas, né? Às vezes a gente não tá certo, nem sempre o líder tá certo, ele nem tem que ser o dono da razão. Mas se você não tiver com as pessoas certas, as pessoas vão concordar contigo no pro abismo. E o sinônimo de pessoa certa não é aquelas que concordam contigo, é aquelas que vão para o embate contigo, é aquelas que vão te incomodar. É liderar lobo. Só que eles no final do dia não vão deixar tu ir para o abismo, Joel.
Eles vão ver tu fazendo uma coisa errada, eles vão te agarrar, vão dizer: fulano não faz, não vai dar certo. Então essas pessoas certas não é só que elas vão te ajudar com as dificuldades que a vida, os negócios vão te apresentar, não é só que elas vão te contribuir com grandes ideias, elas vão pegar na tua mão e vão dizer: olha, se algum momento tiver errado, eu vou ser o primeiro, independente do que acontecer, de dizer para você que não tá certo.
E eu treino muito as pessoas no dia a dia. Eu não acredito naquele negócio que o cara tem uma reunião por mês para treinar as pessoas. Eu acredito no negócio que todo dia é colocado um tijolinho na construção. Eu acredito naquele negócio, Joel, que o feedback não pode esperar um mês para dar, cara. Você chama o homem, vem cá só um minutinho. Ontem, por exemplo, eu tô conversando aqui com a minha equipe financeira e com a equipe comercial e traçando o plano dos próximos 50 dias que tem do trimestre, o restante de maio e de junho.
E aí, o cara que é meu CFO, ele fala o seguinte, ó, até porque em junho nós vamos estar apertado. Eu falei, segura, segura só um pouquinho, só um pouquinho, segura, segura, segura. Tu pode falar isso para mim, o Joãozinho aqui que é da contabilidade, são caras racionais, nós temos estômago para tu me contar tudo que vai acontecer. Tu não pode falar isso aqui na reunião com comercial, cara, que é um cara que tem que estar com a energia lá em cima e que na vida dele tem tudo fluir.
Ele nem tem que falar notícia ruim para o comercial nunca, cara. O comercial tá tudo bom, não existe apertado. Teu negócio é vender, vai vender. Pô, Moura, é verdade, eu peço desculpa, eu vou me explicar. Pô, os cara vão entender apertado o quê? Que eles vão receber mês que vem, pô? Não, o apertado é de trabalho, apertado é que tem um imposto para pagar. Então, né, se tu fala comigo Esse é o treinamento do dia a dia. Eu não tenho problema que você tem uma aula marcada no mês com o pessoal, também faço isso.
Mas o treinamento é diário, pô. O treinamento, ele é aqui, ó, é no tempo. Treinamento é quando você pega uma pessoa, leva ela para um canto e diz: ó, seguinte, eu preciso dizer para ti, tu nunca se alterou, pô, nas reuniões? O que que aconteceu? É em casa o problema? O que que é, pô? Tu vai ver que o cara vai começar a chorar, falar contigo e dizer: olha, eu preciso te contar uma história, tô com problema com meu filho, tô com sei quem.
O treinamento é quando tu vê alguém jogando uma coisa no chão, tu volta, pega, eu falo: vem cá, só um pouquinho, tem que pegar isso aqui, esse lixo, botar lá. Porque na nossa cultura é nada quebrado, nada fora do lugar, nada faltando. Tô fazendo um evento para 25 instituições financeiras que eu faço todo ano na nossa empresa. O meu faço para os fornecedores, tem uns 60 fornecedores. Outro eu faço para as instituições financeiras.
Tá o dinheiro do Brasil todo naquela reunião, Joel. Banco do Brasil, Santander, Caixa, Bradesco, XP, BTG, todos os bancos. Eu tô sentado aqui, tá o meu colega falando das demonstrações financeiras, e depois vai vir minha fala. E eu olho, tá a nossa parede toda riscada de o cara empurrava o quadro, empurrava a lousa, empurrar, tá entendendo? Daí eu vou dizer, gente, olha só, eu vou começar aqui, mas eu preciso que vocês entendam, é O que que os cara do banco vão pensar vindo da nossa empresa?
Tá tudo riscado a parede, pô. A mãozinha de tinta que tu passa, pô. Uma hora a gente não viu, mas tem que ver que aquilo é de verdade. Esse é o treinamento. A gente quer cobrar uma coisa das pessoas, a pergunta é: onde é que tá escrito? Ah não, mas o cara deveria se tocar. Gente, óbvio, tem que ser dito. Onde é que tá escrito aquilo? Pô, vou trazer um direcionamento, eu mando um email para todo mundo, eu faço uma reunião, eu pergunto: quem tá com dúvida sobre esse direcionamento?
Ah, eu tenho. Qual é a tua dúvida? Vamos explicar. Mas o dia que você for cobrar algo de alguém que você tá liderando, tem que estar escrito em algum lugar, pessoal. Tem que estar no teu POP, no procedimento de operações padrão, tem que estar na tua cultura. Eu tô numa reunião, Joel, e tem um camarada, um colega nosso que levanta e fala: pode vender esse produto, não tem problema que não vai dar lucro. Segura só um minutinho, não tem problema, segura só um pouquinho, vem aqui comigo, nós vamos sair da sala, vou te mostrar um quadro aqui que nós temos.
Consegue ler comigo esse quadro aqui? Sim, essa é a premissa da nossa empresa. 1, atender bem os clientes. 2, geração de caixa. 3, retorno sobre o investimento. 4, seguir crescendo. Que que é retorno sobre investimento, querido? Tem que dar o quê, gente? Tem que dar lucro. Então, para trabalhar cansado não é essa empresa. E eu nem vendo nada assim, né, para dar lucro. Mas não é eu que tô falando, tá escrito. Ah, beleza, mano, não vou falar mais assim, tá tudo certo.
Esse é meu modelo, esse é o modelo. E aí a gente pega, eu volto dos eventos, que daí vai chegar a parte onde eu aprendo, eu faço uma reunião com todo mundo. Então o pessoal lá atrás, lá, Bruno, o Ju, a Mel, pessoal da casa, eu volto do evento, já eu faço, apresento para eles tudo que nós aprendemos. Porque depois eles têm que passar para aqueles que eles estão liderando. É uma modalidade de hierarquia. Eu vou treinar, temos diretor, nos diretores temos gerente, o gerente tem os coordenadores, coordenador tem os especialistas, especialista tem supervisor, o supervisor vão treinar os operadores, vão treinar todo mundo.
O que o modelo que funciona de liderança, eu tenho que aprender Para ensinar, senão o objetivo de aprendizado não faz sentido nenhum. Eu tenho que aprender para mim, termina em mim. Se tudo que eu soubesse ficasse com você, ia ser uma fonte de desperdício. Então nosso modelo é esse. Então eu aprendo rapidamente. Eu comecei a trabalhar em 2004. Em 2004 eu já fazia curso com os mesmos treinadores do Grupo RBS de vendas. Ele acontecia nas sextas-feiras à noite na minha cidade e as pessoas davam risada porque eu tava com, tava com 19 para 20 anos, meus colegas ia jogar bola, fazer outra coisa, ia no curso.
Eu paguei na época, era, puxa, era muito dinheiro porque o salário mínimo era R$400 e tantos. Eu paguei R$498 para participar de uma palestra com o Dr. Leir Ribeiro em Porto Alegre. Então tive que reservar o hotel, Tive que me alimentar, paguei pedágio, botei combustível no meu carro e fui. Naquela brincadeira eu gastei uns R$750, eu investi, né? Mas eu já ia nos eventos do Dr. Lair Ribeiro. Eu tô falando para ti, Joel, o meu menino mais velho de 2009 era mais ou menos isso.
Aí ele falando sobre neurolinguística, falando sobre o corpo fala, falando sobre aí tem uma coisa legal lá só para para pegar aqui para tu entender o efeito de se associar às pessoas. Aí ele falou, cara, eu vou mostrar uma foto minha. Ele mostrou uma foto dele, um cara charmoso, né? O que que vocês acham dessa foto aí? Pô, 3 mil pessoas. Pô, o cara bonito, tal, tal, tal. Esse cara bonito é dele. Mostra uma segunda foto, ele com Luciano Zaffiri.
E agora? Aí todo mundo, é, esse cara não é tão bonito. Ele falou, cara, então referência. Aí ele começou a trabalhar. Então eu já ia trabalhando do meu jeito, né, daquele jeito que eu podia. Então eu fazia curso online, o nosso pessoal lá fez por 3 anos seguidos, a gente fez toda a formação executiva do Dale Carnegie, né, toda a parte dele que é base, né, que é base. Eu já reunia uma vez por ano os executivos, levava ele com as famílias inteiras para um lugar na Serra Gaúcha para trabalhar com eles, né?
Então eu vivo o dia a dia, busco aprendizado, mas transferi isso no modelo de multiplicação com aqueles que estão comigo, né?
Então você valoriza educação, valoriza ser educado, valoriza orientar. Já vi realmente você também, você tem um caderno, né? Você anota e você, pô, aquele caderno você toma decisão e você explica E assim por diante. Beleza, ótimo. Baseado nisso, você tem empresa que é número 1 do segmento. Faltou algum big number para eu te falar aqui para audiência? Algum número que você gostaria que a turma soubesse? Resultado específico do teu negócio?
A gente poderia falar muitas coisas aqui porque o ecossistema é grande, né? Mas eu quero falar uma dor que a gente começou a trabalhar em 2019. O segmento que nós estamos hoje, Joel, ele é um segmento que os investimentos em tecnologia são investimentos considerados de high ticket, ele é de alto valor agregado. E tudo que é de alto valor agregado, ele precisa de crédito para você comprar um carro, você comprar uma casa, um apartamento, sempre é necessário que o negócio se paga.
Para o negócio se pagar, ele precisa de parcelas. Então sempre o nosso mercado teve muita dificuldade porque o sistema brasileiro financeiro ele não entende esse profissional mais anônimo, um esteticista, um dentista, um médico. Um fisioterapeuta, e assim sucessivamente. Então, em 2019, eu entendi isso e a gente começou a trabalhar a construção de um braço financeiro. Então fui batendo em várias portas, não sabia como é que era, fui indo, fui indo, até que encontrei um pessoal que disse, cara, a gente entende da parte de estruturação, tu tem o balcão, vamos trazer e nós vamos buscar funding no mercado. Pô, nem sabia o que significava essa palavra, que é o recurso, né?
Eu quero fazer um para ele também.
E poxa, a gente começou, e a gente começou fazendo o primeiro aporte de R$1 milhão na época. E a gente foi aos pouquinhos conhecendo o mercado de capitais, trabalhando, estruturando. Imagina, uma empresa do interior do Rio Grande do Sul começar a entender de mercado de capitais, que é algo extremamente complexo, mas que tinha um objetivo: gerar acesso, gerar acesso. Quanto mais oportunidade de crédito nós tínhamos, mais acesso nós íamos gerar.
E o que que aconteceu? O negócio veio crescendo. Hoje o fundo passou de R$400 milhões. É um fundo que a gente tem, são 8 sócios institucionais, são 8 fundos que aplicam lá junto com a gente. Mas a gente já fez 6 mil contratos. Por que que eu tô falando isso? Porque esses 6 mil contratos São clínicas, são microempreendedores que não estariam bancarizados no sistema normal. E a gente fala pouco disso. O que que é isso? Se ele fosse no banco dele tradicional e ele pedisse os R$100 mil para investir no equipamento, ou R$200 mil, o banco ia dar R$20 mil para ele.
Ele não ia conseguir por uma série de trâmites que existe. E a gente fez isso. Então nós viemos desbravando e fazendo tantas coisas incríveis Que dentro desses big numbers eu poderia estar te contando muitas outras coisas, como por exemplo uma grande dificuldade que tem no Brasil é sempre o pós-vendas, assistência, porque é um país continental. Qualquer lugar para o outro, diferente de um lugar que você leva 2 dias, que você leva 20.
Então a gente foi montando um modelo de entreposto que hoje tem 58 autorizadas, que já começam a melhorar esse atendimento. Só que a parte mais marcante que tem do nosso negócio, Joel, ele é o ROI que ele dá para a clínica. Que que é o ROI? É o investimento direto, é o retorno sobre esse investimento obtido. Em média, ele é vezes 12 o que ele investe.
Quanto tempo isso?
Em menos de um ano, a média. É muito. Então imagina assim que se ele cobrar uma sessão, a clínica se cobrar uma sessão em média de R$1.500, de R$1.000 que seja, e ele fizer uma por dia, que é pouco, fizer uma por dia pode fechar, é pouco, dá R$22.000 em média. Esse cara tá pagando entre R$2.000 e R$3.000 por mês numa parcela. É muito retorno, você coloca as pessoas no outro patamar. Coloca um acrílico, microempresário no outro patamar.
Ele consegue comprar carro, consegue comprar casa, ele consegue pagar a faculdade do filho. Existe um ROI muito grande.
Esses são os relatos que você escuta.
Isso. E eu consigo medir porque a gente controla a hora trabalhada e o faturamento presumido da clínica de acordo com a inteligência artificial que tá falando quanto que é cobrado naquela região. Então aquela clínica produziu 100, 150 horas no mês, 200 horas no mês, ele já te dá o presumido daquela clínica, quanto ela tá faturando, o equipamento dentro do sistema do equipamento.
Me mostra isso.
Então não é só o que me fala, é o que a gente consegue observar de fato.
Qual foi a grande virada? Qual foi o grande motivo da virada da Medical Sun para número 1 no que ela faz? Assim, pensa no seguinte: chá gostoso. É, esse aí tem gengibre, esse é bonzão para garganta, preciso e gosto. Ó, você veio crescendo e vem num ponto de inflexão. Onde foi o ponto? Que ano que teve um ponto de inflexão Medical Sun?
Nós tivemos 3 pontos de inflexão.
3 na história?
Na história. Eu vou te contar os 3 e motivo de inflexão dos 3. Primeiro, 2012 para 2013, nós somos uma empresa com 7 colaboradores. Nós íamos faturar naquele ano, 2012, R$850 mil no ano. A gente só me pagava 8 salários na época por mês. E observei que a gente a vida toda trabalhou com compra e venda, então era uma empresa de comércio e varejo. Eu sentei em casa, fui visitar os clientes, os clientes, eu não vou mais comprar com você porque eu entrei na internet e na internet eu vi um produto igual que tu tá me mostrando com preço melhor, porque eu vendi uma marca do terceiro.
E assim, aquele mês todo foi difícil, Joel, porque eu devo ter tomado uns 30 tocos, mais ou menos assim. Passava o dia todo com o cliente, demonstrava o produto, explicava para ele, visitava, tava com ele. No dia seguinte, volta aqui amanhã que eu vou falar com meu sócio, amanhã nós vamos assinar contrato. Voltavam, olha, a gente viu no site não sei aonde. Eu disse, caramba, o que que vai acontecer? Aí voltei para casa, Deus falou comigo, eu transformo conflitos em glória.
Olha que coisa forte, cara! Eu tô voltando para casa, sentei com a minha família e falei, ó, nós temos dois caminhos. Caminho 1, nós vamos para aquilo, a gente não entende nada para esse negócio de internet. Até aquele momento eu não sabia o que era entrar num site, porque a minha escola é escola de bater na porta, escola de vendedor, é uma escola de entrar no lugar, é uma escola de conversar olhando no olho do cara. Trazer ele para a mesma frequência que eu tô, vender a ideia para ele, fazer um negócio.
Ou nós vamos entrar para esse negócio que eu não entendo nada de internet, ou nós vamos fabricar o próprio produto que a gente entende menos ainda.
Aí todo mundo, fabricar, né?
Eu me lembro que o meu pai, minha mãe, a Débora falaram, tu tem noção que a gente não sabe parafusar uma coisa? A gente não sabe parafusar. Nossa família é de vendedor. Isso aí para nós, falar mandarim, isso aí para nós é a mesma coisa, a gente não sabe nada. Eu falei, mas não tem problema, nós temos que escolher um dos dois. Ele falou, já que os dois são problemas, escolhe tudo. Eu falei, então vou escolher o mais difícil, nós fazer o próprio produto.
E eu saí com aquilo na minha cabeça, cara, mas eu saio liberto. É muito importante, gente, a gente entender na nossa vida Quando as coisas estão claras para ti, e não importa o tamanho do desafio, não importa o tamanho da luta, não importa onde você tá, o que é importante para você é as coisas estarem claras. Porque daí é uma questão de tempo. Quando as coisas estão claras na minha vida, não é uma questão se vai dar, é uma questão de quando vai acontecer, porque ela tá clara.
E tava muito claro para mim que nós tínhamos que abrir a fábrica, nós tínhamos que ter a marca própria, nós tínhamos que ter o produto próprio. E aquilo me libertou, porque quando a luz chega na nossa vida ela junto, ela liberta. Por isso que na palavra de Deus fala, Jesus diz: eu sou a luz do mundo, porque onde tem luz não tem trevas, e onde não tem trevas tem libertação. E eu digo, cara, agora eu tô liberto. Tamo com dificuldade, não tamo vendendo, as contas tão batendo na porta, tá todo mundo pressionando, mas para mim tá muito claro o que tem que fazer.
Porém eu sei o que tem que fazer. E é o seguinte, eu ia num totem de estacionamento pagar o estacionamento, o que que eu via no totem? Um equipamento. Para pensar no totem de estacionamento, pessoal, é parecido com equipamento, né? Eu vi um equipamento, eu disse, caramba, o cara que fez isso aqui pode fazer um equipamento. Eu ia no caixa do banco tirar dinheiro, o que que eu via?
Equipamento.
Um equipamento. Eu disse, cara, isso tá ficando bom. Uma semana passa, me liga um pastor amigo meu aqui de Valinhos. Cara, olha só, tá indo um casal muito jovem para o Rio Grande do Sul. Esse menino, ele foi contratado por uma empresa e ele é projetista de geladeira e todo o sistema que vai dentro das lojas de conveniência, de posto de refrigeração. Tu recebe eles aí na tua cidade? Porque é um casal jovem, não tem ninguém. Claro que eu recebo, pô.
Projetista de geladeira. Vou olhar. Marquei de ir na casa do cara. O cara chegou no domingo, os móveis dele tava tudo jogado. Marquei na casa do cara na segunda. Fulano, eu sou o cara que vou receber vocês na cidade. Vocês são um casal jovem, eu e minha esposa aqui, e o Jeremias pequenininho. Tamo, vamos receber vocês aqui na cidade, eu vou acolher vocês, vou apresentar a cidade, vocês vão ficar na minha casa, vou ser padrinho de vocês aqui, é mesmo, tal, total.
Com 5 minutos de conversa, o cara perguntou o que que eu faço. Pô, trabalho com produto assim, tal, total. Eu tô com um projeto agora da gente fazer o nosso produto, né? Mas, Joel, nem sabia o tamanho do buraco. E o cara querido, comendo e tomando café, falou: é mesmo, eu sou projetista e tal. Eu falei: cara, por que tu não projeta o meu produto? Ele falou: mas, Mauro, estamos conhecendo agora, e cara, eu projeto geladeira. Eu falei: mas deve ser parecido, pô.
Aí, coitado do cara, o cara era engenheiro, ele viu que eu era um ignorante, né? E ele super educado, Daí ele falou, é, são parecidas. Eu falei, cara, mas eu tô te trazendo um protótipo para ti, tu dá uma olhada. E o cara pensou, cara, nem vai vir, vou lá nele, Joel, vou lá no trabalho dele, leva um protótipo para ele, abre aqui, olha como é que é. Ele falou, cara, tudo bem, eu vou ver como é que é. E o cara volta uma semana depois e falou, ó, parte mecânica de desenho, projeto, peça, destrinchar um produto.
Colocar para tu poder entender, fazer uma, uma ficha do produto, que é o que que vai, Joel. Ele falou: isso eu faço. Agora, a parte eletrônica eu não entendo, mas eu tenho uns cara que entende. Eu falei: vai, então tu resolveu meu problema e vou te levar nesses cara. Eu pensei: pô, vai me levar nos cara de eletrônica, não vou chegar numa baita de uma empresa, tecnologia, telão para tudo quanto é lado. Robô trabalhando, né? Chegamos no lugar, tava uma placa escrita assim, ó: conserta-se DVD e videocassete.
Puts, eu disse, mas era só— beleza. Tinha dois alemãozinho no chão mexendo. Eu achei que ele tava— primeiro eu pensei que eles estavam brincando, que eles estavam no chão trabalhando umas placas. Daí eu falei: o meu amigo Renan, o nome do cara, o Renan, cadê os cara das placas? Ele falou: os cara das placas estão ali, lá no chão. No chão, mas não é, pessoal. O cara te explicou o tamanho do meu projeto, do meu sonho, e eles me olhando assim, ó: sim, ele falou, já tá pronto.
Eu: como já tá pronto? E os cara no chão da placa, no chão, me olhando assim: sim, já tá. Os dentinho para fora, eles tinham: sim, já tá pronto, vai ficar tranquilo. O cara me mostrou: isso aqui é um piezoelétrico. Ele foi me explicando, eu falei: cara, não me explica nada, eu só quero saber se funciona. Funciona, cara, eu tô com Frankenstein em 30 dias. O Frankenstein é quando um protótipo tá pronto. Em 30 dias eles montaram o protótipo para mim, irmão.
Meu, nossa, terminou, pô! Agora o mundo vai ficar pequeno. Chamei a família, agora vamos alugar um pavilhão, agora vamos ter fábrica, cara. Aquela energia, tudo mais. Chegamos na fábrica, alugamos um pavilhão. E aí, e minha esposa querida fazendo engenharia, conhecendo todos os processos, ela só me chamou e falou, viu, tem um detalhezinho, né? Se tu não sabe, nós temos que buscar anvisa em metro para esse negócio. Eu, caramba, visse, deve ser simples.
Daí ela é, vamos ver como é que é. 10 visitas os cara me fizeram e 10 vezes indeferido o pedido. Daí um senhor me chamou para um canto e falou assim, persistência é uma coisa muito forte, porque algum momento alguém vai se compadecer de ti e vai te ajudar.
Isso é outro ponto bom, gente.
A porta pode fechar para o cara mais inteligente do mundo, tem porta que se fecha. A porta pode se fechar para quem tem muito recurso, a porta pode se fechar para quem é muito carismático. Não existe porta que se fecha para um obstinado, não tem porta que se fecha para um obstinado. Um senhor chamado Saúl me chamou para um canto e falou assim: cara, eu trabalho com isso aqui há 30 anos, vou me aposentar daqui uns dias. Nós vamos vir mais 200 vezes te visitar aqui, as 200 vezes vai dar indeferido.
Tu tem que contratar uma equipe que faz todo o fluxo, que desenha o teu manual, que é especialista em regulatório. Eu olho no teu olho, eu vejo que, cara, isso aqui tu já podia estar trabalhando aqui indo para frente. Eu quero te ajudar. Aí me deu o contato dos cara que são especialistas, fui visitar os cara. Conversa tava muito boa, Joel, porque o cara falou assim: não, isso é nosso fazer, pode ficar tranquilo. Isso eu já fiz 20, 30 vezes.
Eu disse: cara, tá tudo fechando, tá tudo fechando. E no final o cara falou: mas é R$45 mil. Pô, eu sem nenhum real. Aí, meu amigo, entrou aquela nossa da picadinha.
A picadinha, a gente chega aonde com a picadinha?
Podemos comprar o Coliseu desde que parcele para nós. Compramos a Torre Eiffel. Eu falei: amigo, olha só, Eu não tenho dinheiro, mas eu vou te pagar. Eu vou te dar uma entrada de tanto, bem pequenininha, e tanto eu vou espechar para pagar. E o cara falou: não, tu é doido, só que eu faço uma entrada e mais 30 dias. Imagina, isso aqui é trabalho técnico. Ele disse: ó, se tu puder ajudar alguém na tua vida, ajuda nós, tu nunca mais vai te arrepender, que o nosso negócio vai ficar grande, cara.
E o cara chamou a sócia, chamou não sei quem, falou: ó, é até um trabalho pró-bono, na verdade, aqui é uma conversa de pró-bono, gente, tá? Uns coitados aí, mas vamos ajudar, vamos fazer em 15 vezes que ele quer fazer? Em 15 vezes. Eu falei para o cara, quer pagar de R$3.000 em 90 dias. No dia 3 de agosto de 2015 saiu o nosso primeiro registro. Eu comecei a vibrar, vibrei. Vamos para um restaurante, vibrei, vibrei com todo mundo, mandei um email para galera.
Agora vai mudar, nós vamos conquistar o Brasil. Isso era meio-dia. 2 horas da tarde eu tava em êxtase com a publicação. 2:15, reunião com o pessoal do financeiro, né? E Mauro, nós estamos tão feliz que deu certo, mas só para te avisar, nós não temos mais dinheiro. Não temos dinheiro, foi tudo. Como é que compra matéria-prima? Como é que compra as coisas? Mas é só dinheiro que precisa? Como assim só dinheiro? Eu quero saber se é só dinheiro que precisa, porque se é só dinheiro que precisa, o dinheiro corre atrás de bons projetos, de boa governança.
Nós não chegamos até aqui para passar vergonha, gente. A gente não sangrou para chegar aqui. O dinheiro vai vir. Comprei uma passagemzinha para São Paulo, comecei a visitar todos os distribuidores possíveis, porque antes eu não podia visitar, Joel. Eu tava sem a licença. Bati em várias portas. Eu já tenho marca. Não, não conheço tua marca. E o mais legal é que quando o cara dizer para mim assim, Joel, não conheço tua marca, sabe como é que era minha cara?
Ué, mas como? Como não come? Como não conhece? Imagina que é que conheci ninguém, conhecer a marca não era conhecida. Até que um cara aqui de Americana olhou para mim e falou assim: cara, teu produto nós temos vários iguais, marca eu tenho várias iguais, eu gostei de ti. Tu acredita? Para mim tá tudo certo que tu gostou de mim, eu quero saber para fazer negócio. Não, vou chamar aqui Eu tenho sócio, tem um comprador, eu chamar eles a não comprar aqui contigo.
Eu já tava já com a corda aqui, né, gente? Eu tava já na finaleira. Eu disse para ele: fulano, se não for eu me abusar muito, porque, pô, nós vamos fazer negócio, tô tão feliz, né? Eu quero te propor um negócio, eu quero que tu faça um pedido para mim, um pedido por 6 meses. Eu quero falar: nós, cara, tá com problema. Eu não ia comprar, eu tô comprando porque eu gosto dele. Tu quer que eu compro por 6 meses seguidos? Eu disse: calma que eu vou explicar.
Por 6 meses seguidos eu vou te dar exclusividade nesse lugar aqui, não vou vender para ninguém, mas vou vender só para ti. Eu preciso de 6 meses de contrato. Conversa daqui, conversa dali, chamou o pessoal, beleza. Voltei para casa com o contrato, Joel. Peguei aquele contrato, fui no banco e vendi o contrato para o banco. É uma operação chamada a performar. O Banco do Brasil tinha E eles me deram o dinheiro descontando o prêmio.
Com aquele dinheiro eu comprei matéria-prima, produzi, entreguei para o cara e nosso negócio estourou. Então o primeiro ponto de inflexão foi: não existe modelo de negócio que perdure para sempre. Então eu tive que sair de varejista para ser o industrial. Só que a gente às vezes espera conhecer o terreno para a gente trilhar o terreno. E eu preciso contar uma coisa para vocês: no mundo dos negócios, na nossa vida, o único terreno que existe é da onde nós estamos hoje para trás.
É a única estrada que existe de verdade, é a única estrada pavimentada, é a única estrada que existe. Daqui para frente tem que desbravar, daqui para frente tem uma selva gigante, daqui para frente, Joel, nós vamos ter que tirar mato, daqui para frente a gente vai ter que construir as estradas. Então às vezes a gente pensa que precisa conhecer o terreno que nós vamos pisar para ir para frente, mas a gente quer conhecer o desconhecido, porque o conhecido é de hoje para trás.
De hoje para trás tem índice, de hoje para trás tem histórico, de hoje para trás nos mostram isso tudo lindo, Joel. De hoje para frente é novo terreno, é novo caminho. De hoje para frente tem que desbravar. Então eu sempre acreditei que tinha que desbravar, porque Para trás era o conhecido, para frente não tem caminho conhecido nenhum. Aí, meu irmão, eu dou essa primeira, primeira inflexão, mudamos para indústria.
Tem um ponto aqui, vai: persistência. Nítido. Obstinação, persistência, capacidade de criar solução. Não dá para pagar parcela, vai ser parcelado, aposta em mim, mas não tem Como pagar? É só dinheiro, é só dinheiro. Então dinheiro, ele sente o cheiro de bons projetos. Consegue perceber, gente? A obsessividade. Esse negócio vai dar certo, eu vou fazer ele dar certo. E quando a gente coloca uma única opção, não tem o que escolher, porque escolha é quando você tem que escolher uma coisa ou outra.
Por isso que as pessoas ficam com dúvida. Como você não tinha o que escolher, você não tinha dúvida. Vou fazer esse negócio dar certo. Isso, isso reflete muito seu modelo mental: persistência, obsessividade, foco, criar, empreender, desbravar, estrada nova, o foice abrindo, vai dar.
E deu, e deu. E uma coisa importante, tá, gente, qual que é a diferença do lunático e do visionário? O lunático tem essas características muito parecidas, mas só ele acredita e mais ninguém. É muito perigoso. As pessoas próximas, ele não acredita, o cônjuge não acredita, o pai não acredita, o melhor amigo não, ninguém acredita. É só ele. E tem que tomar cuidado porque naquele momento pode entrar um pouco de vaidade. Quando a vaidade entrar, o cara, até pensando que pode dar errado, João, por vaidade, ele diz: agora eu vou fazer para todo mundo morder a língua.
Isso é muito perigoso. Eu sempre fui esse cara aqui porque minha esposa dava o sim para mim, que se ela não me desse o sim, eu não ia. Concordância. A Bíblia fala sobre concordância. Eu sempre fui esse cara aqui porque quando eu falar com meu sócio, meus pais, ele me dava o sim. Quando essas pessoas me davam sim, meu irmão, eu já tinha o sim de Deus. Porque o que ligardes na terra será ligado nos céus, e o que desligardes na terra será desligado no céu.
Que a multidão de conselho tem sabedoria. Quando eu tinha o sim dessa mulher que tá do meu lado e dos meus pais, eu já sabia que era o sim de Deus. Agora não tem para ninguém, agora vamos embora, agora vai acontecer. E eu já vi pessoas que eles acreditavam muito parecido comigo, mas eles eram os únicos a acreditar. Era muito perigoso porque eles estavam sendo movidos por vaidade, não por propósito. Visionário é movido por propósito.
O lunático fica movido por vaidade. É eu que acredito, vai dar, e quero que dê certo para todo mundo morder a língua quando falar de mim. Aí, naquele momento, perdeu seu propósito. Você precisa de pessoas perto de ti para ter concordância. Não tiver concordância, talvez tua ideia precisa de uma mudança, talvez tua ideia precisa modelar, talvez você vai ter que refazer. Mas você precisa de concordância das pessoas certas. E graças a Deus eu sempre tive essas pessoas do meu lado, e que muitas vezes me disseram não.
Eu acabei acatando também, mas quando me disseram sim, era o que eu precisava, né? Era abrir a jaula para o leão saltar fora.
Bom esse ponto de onde você busca a tua clareza. Isso, ó, lembrando, tá? Lembrando, olha o tanto de coisa importante, tanto de pérola que tem aqui. Eu enxerguei em você persistência, disciplina, obstinação. Só que você me disse uma coisa, mas eu fui na multidão de conselheiros, eu fui na minha esposa e fui nos meus pais. Se eu fui nos meus pais e na minha esposa, é de lá, tem bênção. Só que aqui tem a clareza que você falou. Quando é claro, não importa o tamanho da dificuldade, é clareza.
Então vocês conseguem perceber? Não é uma coisa— e aí ele falou de lunático e de visionário. Então o lunático não pede a opinião, não tem a humildade de falar, o que que você acha?
Eu tô certo. O lunático, eu tô certo e tá todo mundo errado, e lá na frente vocês vão ver ainda e vão se arrepender.
Ótimo. Primeiro ponto, inflexão. Você classifica isso como mudança de modelo de negócio?
Tá, mudança de modelo de negócio.
Já tem metodologia aqui, tá? Então é olhar o modelo de negócio, criticar o modelo de negócio, reestruturar o modelo de negócio. Um ponto de inflexão. Ponto de inflexão 2.
Ponto de inflexão 2, Joel, ele, ele para mim, ele de todos, antes de perguntar o que é mais importante, ele me trouxe, foi o que eu acredito que trouxe o maior resultado para nós, tá? Porque dos 3, porque a gente tem um lema de primeiro progride, depois ordena. Então no mundo dos negócios é o contrário, é ordem e progresso. No mundo dos negócios é progresso, depois ordem. Segundo ponto de inflexão foi ter a humildade, o entendimento, a prudência de entender: agora é o momento de ordem.
Era só alegria, meu time era só para frente, né? Só tinha jogador para frente, só atacante. Não, não contratava zagueiro e nem goleiro. Até que chegou um tempo que eu amava contar essa história para as pessoas: não, aqui primeiro a gente progride, depois a gente é ordem. Até que um dia um colaborador levantou a mão, minha contadora Martina, e falou assim: Mauro, desculpa interromper, eu amo a tua visão, eu tô contigo há tantos anos, eu só queria entender quando que vai ser a ordem, porque eu te ouço há tantos anos, só tem progresso, né?
Segundo ponto de inflexão foi o tempo da ordem. O tempo da ordem, ele tem que começar dando o exemplo daqueles que lideram. Então, o que que a gente fez? Não é por mal, Joel. O negócio de sócio às vezes não é por mal. É assim, o cara chega e diz: gente, eu não gostei das câmeras assim, deixa duas aqui, uma lá. Aí nosso colega, ele aqui, imagina, Lala veio aqui e falou, né? Pelo amor de Deus, vai lá e troca. Daí passa 20 minutos, veio Joel: quem é que mexeu nas câmeras?
Não, as câmeras para ser três, uma centralizada e duas assim. Daquele cara, pô, mas eu não, que que eu faço, que que eu não faço? Joel, outro dia o sofá não tem que ser marrom, é verde. Infelizmente é natural isso no dia a dia do sócio. Em algum momento eles trocam isso, só que a gente confunde o time, confunde as pessoas. Primeira parte nossa foi dizer, gente, qual é o papel de cada um? Porque não dá mais para chegar para o colaborador e dizer bota uma câmera lá, uma aqui, o outro voltar e dizer bota ela centralizada.
Poxa, a gente não tava fazendo isso por mal, não tava, mas vamos criar confusão na cabeça das pessoas. E aí a gente montou uma governança. E é importante você também entender, porque às vezes o pessoal tá perguntando, pô, a governança é uma coisa muito complexa? É um board? É um negócio, uma reunião numa mesa grande, 20 lugares? Não. Governança é como, é assim como diz no Rio Grande do Sul, é quando a gente dá nome aos bois. Governança é quando a gente estabelece os papéis.
Governança, você pode ter um sócio, dois, você pode ter 5 pessoas da família, não tem problema nenhum. Governança é quando a gente estabelece o seguinte: a partir de hoje, Joãozinho vai fazer o quê?
Isso.
Qual que é a alçada dele? É essa. Tá bom. Maria, Maria vai fazer isso. E a partir de agora tá tudo combinado. E a gente começou entrar no tempo da ordem no nosso negócio, montando essa governança que era esclarecer os papéis. E aquilo mudou, Joel, porque é o seguinte: quando alguém ia falar com fulano sobre algo, ele dizia assim, ó: sobre o que que é, querido? Ah, é sobre evento. Desculpa, evento não é mais comigo. Tu tava naquela reunião que agora evento é com a fulana.
Senão fica aquela história da criança que pede para o pai Você pode dormir na casa do coleguinha? O pai disse que não. Aí o que que ela faz? Vai lá na mãe. Daí ele fala: ó, pai, a mãe disse que sim. Bagunçou, bagunçou. Então o pai e a mãe tem que ir para um canto. A partir de hoje é o seguinte: não diz mais nada para criança enquanto nós não conversar junto e chegar num consenso. Porque pode ser que eu já falei sim ou não, e se tu me contradizer, nós perdemos um filho.
Então nós começamos, esse ponto de inflexão ele tem a ver com a parte da ordem da minha vida, que até então era: joga só no ataque, vamos fazer, vai dar certo, Deus é bom e vai dar certo. E aí deu para bola, e o cara começa a botar boleto no nome de Jesus, conta não vai, essa conta é o senhor que vai pagar, fica tranquilo. Esse momento que não dá, o negócio vai crescendo, tem que organizar. Então a gente foi organizando, e aí eu comecei a trazer pessoas de novo, pessoas certas para montar governança.
Aprendi a delegar, Joel. Sabia delegar. Abelha fulana é responsável pelo financeiro, era 9 horas da manhã, eu tava lá, e que que vamos pagar hoje? Que eu não pagar? E o cara ficava do lado assim, né? Pô, deixa para o Mauro, porque era para mim fazer esse trabalho. Então fui aprendendo que ordem tem a ver com cumprir os combinados. Tanto de delegar quanto de alçadas. E aí nós fomos seguindo. E terceiro momento é importante, foi o momento de— essa é uma coisa legal que o pessoal tem que puder escrever e pegar bem essa parte.
Ela é tomar decisão do que eu não quero mais fazer e do que eu quero fazer, e definir o foco da tua vida. Foi um momento, Joel, que eu parei de ser o bom em tudo, querer ser bom em tudo, querer ter tudo, querer abraçar tudo, estabelecer teu território. E aí a gente começa a aprender uma coisa que é muito difícil, que as pessoas têm dificuldade: dizer não. Então, por exemplo, a pessoa mandar uma mensagem: cara, tem uma oportunidade para ti.
Opa, coisa boa! Uma oportunidade, eu Marcava o horário, chegava lá, o cara tinha uma fábrica de colchão, uma fábrica de borracha, pô, nem sabia o que que era. E assim foi indo, até que chegou um ponto que a minha vida ela ficou mais focada, eu ganhei mais tempo, eu comecei a ser mais assertivo nas minhas decisões e eu comecei a dizer mais não. Só que esses não, eles começaram a me libertar. Porque eu tinha dificuldade de dizer não.
Sim, ó, vamos ver, quem sabe. Eu vou te dar um exemplo: 2022 para 23, eu encerrei uma linha que tinha 15 produtos. É uma linha que a gente faturava R$12 milhões por ano com ela, uma linha de entrada de produtos, ticket de R$300, R$500 até R$3.000, uma linha de fisioterapia de entrada. E eu não sou, pelo amor de Deus, não tem nada contra isso. Eu amo o profissional que tá começando, eu amo essa história que tá iniciando. Só que eu fiz o seguinte cálculo: o meu engenheiro é o mesmo custo para mim para fazer um produto de R$100 mil e de R$1 mil.
O custo desse prédio, a hora trabalhada, é a mesma para fazer um produto de R$100 mil e de R$1 mil. Os registros, as auditorias, é o mesmo custo para fazer um produto de R$100 mil e de R$1 mil. No final do dia eu quero ir para o high ticket e eu preciso dizer não para esses produtos, que eu amo eles, conviveram comigo a história toda, mas agora eu preciso ir para lá.
Muito bom.
Então esse ponto do foco, ele é muito importante, que a gente quer fazer tudo. E quem é bom em tudo não é bom em nada, a gente vira um pato. Isso até nos negócios, até no dia a dia, até nas conversas que a gente tem. Olha que coisa chata aquelas reuniões de família, que tu toca o assunto, o mesmo cara sempre sabe tudo. Política, nada, vocês não entenderam, é desse jeito, tá bom. Futebol, quem vai ganhar? Quem vai ganhar? Quem vai ganhar?
O fulano de tal. Economia, economia, tudo ele sabe. Não é verdade. E aí, Joel, você começa a entender que você não tem problema em chegar para alguém. Hoje eu vinha para cá no carro do aeroporto para cá E aí eu tava falando com o meu executivo financeiro, que entende muito de contabilidade. Pô, eu tô dentro dando vários palpites para ele. Quem sabe tu joga nessa conta, faz aquilo. Ah, pode ser, amor, pode ser. Ele é muito educado, né?
Desliguei o telefone, eu disse, cara, mas eu sou analfabeto de contabilidade. O que que eu tô falando para esse cara que tem uns 15 anos de curso? Eu contratei o cara por causa disso. Liguei de novo para ele, fulano, Eu preciso te pedir desculpa. O que que é? Na verdade, aqui tu é tão educado que tu nem sabe como falar, mas esquece tudo que eu falei, que eu não entendo nada disso aqui. Vai ser do teu jeito, pronto, acabou. Mas é claro, o que que eu quero estar me metendo naquilo, Joel?
Passivo, ativo, grupo de conta, circulante, não circulante? Eu me metendo naquilo? Vamos dizer não. Contratou esse cara, ele é bom, deixa ele fazer.
Maturidade.
Isso. Então, exatamente, Joel, a parte do foco me trouxe mais maturidade. Hoje eu sei dizer não para alguém. Querido, obrigado pelo projeto, eu achei incrível, eu não vou.
Essa visão madura de definir o território é fundamental mesmo. Esse é meu quadrado, é aqui onde eu jogo, é aqui onde eu faço a diferença, aqui onde eu entendo. E os outros eu escolho não tá mais lá porque não tenho tanta chance, não tenho tanta expertise. Eu não sou tão bom ali, eu escolho este quadradinho. Isso é maturidade, uma escolha madura. E não tem a ver com idade, tem a ver com maturidade. Muito bom, cara, muito bom. Então a gente pegou mudança de modelo de negócio, governança, e decidiu onde você queria ser o 01. E hoje você é o 01.
Quando a gente fala do 01, eu gosto sempre de explicar para o pessoal assim: Das empresas fabricantes nacionais, nós somos a empresa que tenha a maior estrutura de ecossistema e o maior número de faturamento, maior volume de faturamento. Tem algumas empresas ainda que trabalham com importação de produtos fantásticos de Israel, Coreia do Sul, China, Alemanha. E a gente deve estar aí atrás pouca coisa de uma ou duas delas, não em ecossistema, mas em faturamento, com a questão de tempo.
Porque eles acabam juntando tudo, Joel, de todo ecossistema, o faturamento deles. Então o cara bota faturamento das clínicas que ele colocou ali dentro, os serviços que eles prestam, mas É um pouquinho, mas de fabricante nacional sim. Por que que eu falo 01? E às vezes o pessoal pode até pensar, poxa, que arrogância falar de ser primeiro. Mas quando eu falo de ser primeiro, gente, tá muito mais ligado a propor o jogo, a ser protagonista.
Que a gente propôs muito jogo. E olha o que que eu acabei de falar, nós estamos concorrendo com tecnologias de países que estão 100 anos na nossa frente, pessoal. Sabe o que que é uma empresa brasileira do interior do Rio Grande do Sul concorrer com uma Coreia do Sul? Às vezes a pessoa não tem noção. O cara que tá usando equipamento, ele não tem noção. Ele pode até criticar, ele pode até comparar o que é bom, que não é que é um direito dele, mas ele não tem noção o que que é a diferença da água para o vinho.
E a gente criou algo que consegue bater de frente com esses caras, um fenômeno. Eu falei, não precisa concorrer com tecnologia israelense, tá? E eles são muito fortes demais, porque fazem isso há muitos anos, fazem isso há muitos anos já. Então assim, quando a gente fala de liderança, tá muito mais focado na tua proposta do jogo, inovar e arriscar, do que propriamente ter uma competição que alguém te deu uma medalha de primeiro lugar.
Muito bom, peguei. Vamos tomar um açaí? Topa? Tô açaí. Vocês querem um açaí? Vocês querem um açaizinho? Chegou o momento do açaí.
Que maravilha!
Ó, serve açaí para turma aí. Olha, do nada aparece.
Eita, olha isso! Que delícia, delícia!
É meio mágico, né?
Depois nós vamos tirar foto com a boca roxa. Açaí, que delícia!
Olha aí, ó. Esse açaí maravilhoso, The Best Açaí. Quando vocês estão experimentando açaí, bom, né? Gostoso, gente? Gente, The Best Açaí, patrocinadora do JJ Podcast. Vocês gostaram? Ó, tem o Instagram deles aqui, ó. Vocês quiserem conhecer, marcar eles no Instagram, fala assim: valeu, The Best Açaí, pelo açaizinho no meio da tarde. Gente, The Best Açaí, primeiro obrigado por vocês acreditarem no JJ Podcast. É uma empresa nacional de 3 empreendedores queridos: o Sérgio, o Mateus e também o Mateus.
Jovens, cara, os moleque máquina, moleque são de franquia, franquia de açaí, mais de 1.100 franquias no Brasil todo, em alguns lugares do mundo. Então se você quiser como abrir a sua franquia de açaí, The Best Açaí, a descrição, a explicação Tá no link aqui que tá no vídeo para você conhecer. Maravilhoso, gostoso.
Tem na minha cidade, viu?
Tem na tua cidade? Lajeado tem. Lajeado, tem debaixo. Então beijo para a galera de Lajeado, que é a cidade do Mauro, que é o franqueado, ou a loja própria deles fabricam também. Bom, não, eu queria que vocês tivessem, vocês que estão aí no na tela experimentando esse açaí, vendo o quão gostoso ele é. E no momento que a gente grava aqui, meio da tarde, encaixou. Delícia, maravilha! Obrigado, um beijo para vocês. Você quiser ser franqueado da The Best Açaí, saber mais, até mesmo quiser comprar o produto, na descrição aqui tem um link.
E fala com a turma, fala assim, ó, vim do JJ Podcast, quero saber mais. Tá bom, valeu, turma. Ô Mauro, você foi para educação, você ensina, você deu resultado na indústria, você deu resultado no segmento e hoje você ensina. Fala um pouco do teu braço educacional, como que você abriu, qual foi o insight, qual é o tamanho. Convida as pessoas para participarem, explica o teu programa de mentoria, explica tudo aqui.
Mentoria.
Tem alguém que faz sua mentoria aqui? Tem, faz mentoria aqui.
Levanta a mão aí, ó, que tá na mentoria com a gente, tá?
Então, para vocês que não estão ainda, vocês vão conhecer também. Você que tá na tela também gostou do jeitão do Mauro, que ele fala, da experiência dele. Aí você começou a ensinar, começou a transferir o seu conhecimento. Como é que é isso?
Eu já vinha já alguns anos, Joel, sempre acreditei que aquilo que a gente vive, você tem autoridade para passar para alguém. Então eu cheguei a fazer na minha região, outros lugares lá, palestra nas câmaras de dirigente e lojista, associação de industriais, eventos que tinha lá. Eu devo ter feito umas 50, 60 palestras assim, gratuito. Fazia, fazia com alegria. E visitava empresa de amigo meu, era aniversário da empresa, o cara me convidava para falar.
O cara fazia um evento para os vendedores dele ou para os representantes do Brasil, me convidava, ia lá e falava. Desde que eu tinha agenda, eu fazia isso sem problema nenhum. E aí, o que que a gente entendeu? Nós entendemos que a gente precisava abrir um braço de educação dentro do grupo, que é o motor 2, mas que fortalecesse o motor 1. Eu não queria fazer nada do que algumas coisas que eu tinha visto que eu que eu não achava que gerava tanta relevância e ajudava e colaborava com a vida das pessoas algumas maneiras.
Eu queria me focar naquilo que eu tinha feito. Então eu queria pegar minha história, certo? E aí poder falar com um pouquinho mais de autoridade, legitimidade, e trazer para o modelo. E a gente foi fazendo alguns testes. Então primeiro nós aqui juntos montamos uma plataforma, a gente chegou a ter 2.000 alunos lá na plataforma online, né, online. Daí tinha aula, era vídeos, aulas gravadas, e tinha algumas aulas comigo e com o Joel que a gente entrava ao vivo.
Exato. Fizemos o primeiro teste, pô, 2.000 pessoas lá na plataforma online, né, online. Daí tinha aula, era vídeos, aulas gravadas, e tinha algumas aulas comigo e com o Joel que a gente entrava ao vivo. Exato. Fizemos o primeiro teste, pô, 2.000 pessoas e tal, tá fazendo sentido. Mas eu sempre olhando para o meu ecossistema, mas entendendo como que as outras pessoas, qual era o valor da história do Mauro para elas, né? Tinha que ter valor.
Eu não queria ficar contando a história de terceiros. Eu não tenho nada contra isso, mas eu não queria estar baseando o meu braço de educação com história de terceiros. A gente deu mais um passo, cara. Vamos fazer um evento? Vamos fazer um evento, vamos chamar esse evento de Revolution. Então, para quem não sabe, quem deu o nome do evento Revolution foi o Joel. Esse ano tá na segunda edição. E aí, vamos chamar de Revolution. Lá nós vamos trazer as pessoas para o presencial. Pô, botamos mil pessoas.
Foi forte.
E a maioria que tava lá, levanta a mão quem participou do Revolution. Ó, maioria.
Você não tem de novo, hein?
Beleza, você não tem de novo. E no final nós vamos dar um presente para vocês que vieram aqui, viu? Tá bom, então tá.
Então gostaram? Será que eles querem?
Eu não sei. Vocês querem presente? É, então tá bom, fechou. Aí, aí, Joel, a gente pegou e E demos mais um passo. Vamos fazer agora um evento de imersão, que é uma formação empresarial de 2 dias. A gente trabalha com o pessoal um pouquinho mais dos nossos modelos, dos nossos métodos, né? E aí eu dividi em vendas, a gente falou de formação de equipe, a gente falou de método de vendas, né, metodologia, criação de metas e como que a gente consegue conduzir a equipe, e cultura de vendas.
Depois nós falamos de modelo de negócio, e o Flávio teve com a gente, foi muito legal. E também falamos de liderança, né, o Joel teve com a gente, vários outros amigos nossos. Poxa, agora eu já fiz evento online, fiz evento para muitas pessoas, fiz evento de formação, agora vou fazer um evento de mentoria. E hoje nós estamos em 35 mentorados, né, e a gente trabalha com eles. Isso é o dia a dia do empresário, é a parte mais é a parte mais prática do dia a dia.
Então a gente tem no nosso programa, são 10 encontros online de grupo, uma vez começa em fevereiro e termina em novembro. São 2 encontros presencial de grupo, um já foi em Gramado, outro vai ser em São Paulo, 11 e 12 de setembro. Tem o Café com Vendas, que é um programa que nós desenvolvemos equipes comerciais, então a gente trabalha com 250 vendedores lá dentro do Café com Vendas. Acontece uma vez por mês a reunião. Quem é do Potência Club pode mandar toda a sua equipe para o Café com Vendas.
Então a gente treina as equipes dos nossos mentorados e eu treino toda a rede de vendas, toda a rede comercial do Grupo Medical Sun junto online. E tem os eventos plus, né? Então, por exemplo, essa semana nós vamos ter um evento no Vente-se que não tava no Entregável. Já trouxe o pessoal para São Paulo para um outro evento. Tem vários eventos que vai acontecendo E a turma vai participando. É, eu tenho Revolution que eles vão participar, tem um dia depois do Revolution que é um dia que nós vamos fazer aqui uma imersão também.
Então a ideia do Bracha Educação é ajudar outros empresários a eles identificar onde que eles estão na jornada e o que a gente fez naquele momento, né? Então, por exemplo, eu pego gente lá que disse, pô, Mauro, eu tava com um negócio, dobrei de tamanho. Tô faturando R$10 milhões por ano. Pô, já vivi isso. E agora a pessoa de confiança que eu tinha que fazer meu financeiro, cadeira tá grande para ela. Eu já vivi isso. Como fazer essa transição?
Como a gente entender a importância que uma pessoa de confiança tem, mas até onde começa o risco de a confiança já tá perdendo para competência, né? Porque é outro soft skills, né? É uma outra sofisticação alguém que vai fazer contabilidade, parte fiscal, contas a pagar, fluxo de caixa de uma empresa de 20 ou de 30 milhões, né? Então algumas coisas que a gente vai trabalhando. Então outras, por exemplo, os caras começaram amizade e o negócio foi crescendo, são 4 sócios.
E agora o negócio tá faturando bastante, mas 4 sócios, que tem aquela história, manda, desmanda. Então, pô, peguei toda a minha equipe jurídica que fez para nós o modelo societário, que fez para a gente a parte de governança, e tá sentando com eles para colocar o pingo no i, para cada um entender qual que é a parte deles. Então a gente contribui dessa forma, né? E sem contar que a nossa ideia, ela é não ter aquela mentoria, Joel, que o cara pode me chamar todo dia para falar comigo, por causa que o meu principal tempo é no Motor 1, sendo executivo e presidente do grupo dedicado ao SAM.
Agora, quando as pessoas entendem que nós estamos vendendo a nossa influência, o meu conhecimento e o networking, aí a pessoa, pô, entendi. Então é nesse momento que eu consigo contribuir para a vida dela, né? Eu sei que tem grupo de mentoria que o cara acorda de manhã, dá um bom dia, liga para o mentor, tá tudo certo, A minha proposta é um pouco diferente. A minha proposta é: vamos fazer um diagnóstico teu, vamos te direcionar para lá, e para cada etapa que tu vai precisar passar, eu já vivi.
E a receita do bolo, o mapa, tá aqui. E aquilo que eu não puder fazer, nós vamos indicar alguém que faça, né? Então isso em todas as áreas. Nós temos um caso lá do mentorado, eles têm uma empresa grande, Empresa que vai faturar esse ano uns R$100 milhões. E ele trabalha no setor metal mecânico. É um dos 10% que não é do nosso setor saúde estética que tá comigo, né? Então 90% é da nossa área e 10% é área de vinho, varejo, moda.
Conheci uma empresa do teu do vinho. Isso, isso, conheci.
Sim, tornei pai e filho, né? Isso, pai e filho.
Um abraço.
É isso aí. Não, mas eles vão vir para lá para o Caio, né?
Na sexta-feira.
E aí ele falou para mim, Moura, olha só, eu tenho uma dificuldade. Por quê? Porque eu sofro venda. Ele falou, todos esses anos de empresa, as pessoas que vem aqui manda email, faz o cálculo do ferro. Eu vendo ferro, então é por quilo, por chapa, por não sei o quê, eu mando para o cara. E o cara, o baita do negócio. Eu fiz a pergunta para ele, ó, se amanhã depois vier alguém aqui na nossa região se instalar que faz a mesma coisa que tu faz, o cara te incomodaria?
Não sei. Então vou mudar a pergunta. Viesse alguém para se instalar na região, faz a mesma coisa que tu faça, o cara tivesse uma equipe de vendas incrível que batesse na porta dos teus clientes todo dia, te incomodaria? Ele falou: sim, me incomodaria. Então tu precisa montar uma squad de vendas. E aí a gente orientou ele a montar. Ele tá com 3 vendedores, ele aumentou 10% o faturamento dele com uma equipe fazendo o ativo, Joel, não só no receptivo.
Uma equipe que prospecta a venda, que pega o carro, vai viajar. Agora ele tá fazendo venda programada. Antes o cara vinha, ele comprava. Agora ele: não, mas só um pouquinho. Ano passado tu me fez 5 compras, vamos fazer uma compra programada esse ano de 5 meses. Então a gente tá fazendo isso, ele tá aprendendo no café com vendas, no dia a dia. Então o braço de educação, ele é um motor que fortalece muito o motor 1. É o motor 2 que você faz, mas ancorado na tua história.
E quanto custa esse programa de mentoria?
Hoje ele é R$120 mil o ano. Se tiver uma segunda pessoa, daí ela tem o desconto, né? Um cônjuge, um sócio, às vezes até um executivo, daí o segundo sai por R$80.
Então, para quem é aqui que a gente tá falando? Tanto para audiência aqui quanto a gente tá falando aqui na internet. Para quem é o teu programa de mentoria? Qual que é o público-alvo?
O público-alvo é todo empresário que ele quer crescer, mas não quer, não quer pagar o preço do erro. Ponto 1: é todo empresário que quer aumentar receita e lucro. Mas você não aumenta receita e lucro se você tiver muito erro. Então veja bem, para chegar no ponto que vocês chegaram, que nós chegamos, e teve que ter muitos acertos, sim ou não, pessoal? Sim, você tiver que acertar o ponto, tiver que acertar o modelo de negócio, tiver que acertar a precificação.
Tiver que acertar na contratação da pessoa, assim sucessivamente. E você subiu um degrau, dois, mas basta um erro. Olha a desproporção, olha a desproporcionalidade de acerto e erro no mundo dos negócios. Basta um erro para você descer todos os degraus que você subiu. Então, Mauro, para quem é a tua mentoria? Para quem quer errar o mínimo possível, e de preferência erros que não sejam cruciais, ou seja, que coloca o negócio dele a risco de fechar.
E alguém que queira aumentar lucro e receita. Peguei. Esse é para esse cara. Setor que a gente tá, obviamente vem mais, vem mais pessoas e mais empresários, né, Joel? Porque conhece mais a gente, tá mais próximo, né? Mas ele é aberto para o que eu ensino ali. O cara pode vir do setor de varejo, de importação, daquilo que ele quiser, para qualquer empresário, tá? Então aqui, para a turma que tá online, se quiser conhecer mais, tem um link, tem teu linkzinho que ele vai clicar aqui, qualquer lugar da tela que vai aparecer.
Mas aí tem que saber que veio do JJ, beleza?
Beleza, beleza, time.
Tem que saber que veio do JJ.
Então, gente, tem mais um detalhe: se for pelo JJ, a gente vai conseguir até um cupom de desconto.
Bater a meta vale um relógio para o Joel Jota? Claro que vale, porque eu sou colecionador de relógio e peço relógio. Mas eu não peço, eu mereço relógio. Você merece, tem que merecer na performance. Tem que botar uma meta aqui dentro.
Já tem meta para cá e depois eu vou anunciar já. Aqueles que tiver interessado, para não bater um papo ali, já vai já vai entrar, entender o projeto e vai sair dali com a mentalidade já totalmente diferente e assinado. Fala aí no reloginho, por que não? Oi, meu irmão!
Oi! Brincadeiras à parte, pessoal, o link tá na descrição. Entra aqui se você quer fazer mentoria com Mauro, conhecer o programa dele de mentoria. O link tá aqui, clica e fala: vim do JJ, hein, vim do JJ. A turma já vai saber e vai dar para você uma condição super especial, carinhosa. Eu recomendo, tô com Mauro há 3 anos, conheço a Débora Conheço os pais do Mauro, conheço os filhos do Mauro. Repito, já fui na fábrica, embaixador, cara, da empresa.
Vou nos eventos, vejo a tecnologia, lançamento a gente participa, né? Só fela, lançamento de produto, lançamento de tecnologia nova. Já treinei o time ano passado do teu G10, né? Elite, o teu grupo Elite. A Tati, o Zé tá aqui, estão aqui também que participaram.
São queridíssimos amigos, eles estão na mentoria.
Tão na mentoria, tão voando, voando, voando, né?
A Tati não queria entrar na mentoria. Não, Mauro, eu tô não sei aonde. Eu disse, Tati, com todo respeito, onde tu tá? Esse cara tem que comer muito feijão ainda para se comparar com a gente. Ah, mas tu indo agora para tal lugar, tu vai entrar. Pera aí que eu vou falar com o Zé. Voltou. Ó, falei com o Zé, tamo junto, mandou um texto bonito, tô fechado contigo.
Beleza.
Fizemos o evento em Gramado, acaba o evento, ela me chama para um canto. Muito obrigado! Daí, Tati, não foi? Muito obrigado, tá maravilhoso! Olha, obrigado por insistir, por estar comigo e tal.
A persistência é o teu nome, cara.
Comigo, pô.
Ô, gente, ele fabricou o negócio, não sabia nem apertar o parafuso. Não vai conseguir convencer a Tati que tá com ele. Quanto tempo, Tati, você tá com o Jota?
São 10 anos já. 10 anos. Ele tem uma história muito legal. Eles têm uma história muito bonita também, né? Muito bonita.
E o Zé é um cara incrível, é maravilhoso, é demais, uma empresa muito organizada. O Mauro, indo para a parte final aqui, ó, visão de futuro, visão de 12 meses. Olha para 12 meses assim, ó, pum, que você vai realizar, onde você vai chegar, que você vai conquistar, quem você vai carregar com você. Essas pessoas que você vai carregar com você vão conquistar o quê? Qual que é a tua visão?
Sempre quando a gente fala de visão, gente, é importante nós ter a clareza da onde que você tá, que a visão ela remete onde eu vou chegar, mas chega as pessoas que sabem onde estão hoje, com quem estão, o que precisa ajustar, que precisa mudar. Eu faço muito esse tema de casa, João, E esse ano, por incrível que pareça, foi a primeira vez que a gente fez um plano para 5 anos. A gente sempre fazia para 12, que eu sempre achava muito difícil fazer um plano para 5 anos.
Só que a visão, que quando você recebe a visão, ela é sobrenatural. Nunca esquece isso, cara. Tive uma visão, ela vem de Deus para tua vida, porque ela vem do futuro onde tu enxerga e tu traz ela para o presente. Tu te move nela como se ela já existisse. Mas só que essa visão de futuro, com os dias, com o tempo, ela também vai se moldando. Porque você não tem a visão 100% clara do que vai acontecer, porque lá você precisa deixar um espaço para que ela possa se moldar.
Mas eu posso ter um entendimento claro de onde eu tô. Quem eu sou, quem tá comigo, o que eu tenho. E quando eu me movo para essa visão, se tratando objetivamente nossa, o que que eu enxergo? Eu enxergo hoje no nosso mercado, eu enxergo hoje nas pessoas que estão comigo, eu chego na minha casa, eu enxergo na minha família, nós botando foco em algo e com o futuro fazendo mais de menos. Eu não consigo enxergar um futuro das pessoas fazendo mais.
Eu não consigo enxergar um futuro da pessoa dizendo assim: olha, fulano, tá vendo isso aqui que eu tenho? Sim. Agora eu vou ter 5, 6 negócios que eu vou tocar. Não, eu nem consigo conversar com essa pessoa, mas eu consigo que ela me diga assim, ó: na verdade eu tenho 3 negócios, eu tô reduzindo para 1, só que esse 1 vai ser muito grande. Porque a gente precisa acertar bem, gente, uma vez, uma vez que tu acertou na veia, uma vez que tu acertou, é o que tu precisa.
Do que 20 acertos sem impacto, eu troco por um grande acerto com alto nível de impacto. Então o futuro vai ser o seguinte: cara, eu era o cara que tinha 20 amigos, não precisa ficar brabo com todo mundo, mas agora eu enxergo 2 grandes amigos que eu possa me abrir, que eu possa chorar, que eu possa, lugar seguro, falar para ele das minhas fragilidades. Tá entendendo? Se eu enxergava antes muitas programações, agora eu enxergo menos programações.
Então eu enxergo um futuro muito mais amplo, fazendo mais de menos. Então eu enxergo esse futuro da gente até mesmo algumas coisas não falando mais, mas falando de algumas muito daquilo, com profundidade. Exatamente, é dessa forma. Por quê? Porque mais vale a profundidade, Joel, única, do que algo múltiplo supérfluo. Então eu prefiro que a gente seja profundo, fazendo menos, mas atingindo maiores resultados. Para dar essa volta que eu dei aqui e para os nossos amigos aqui entenderem, quem está nos acompanhando, é: Eu tô dizendo que você tem que buscar ter mais lucro fazendo menos com mais intensidade.
Eu tô dizendo para você buscar ter mais tempo, mas não é porque você vai multiplicar o tempo, é porque você vai abrir mão de coisas que estavam tirando o teu tempo. Então, como é que eu enxergo o futuro de alguém que vai dar certo, de alguém que vai prosperar? Como que eu enxergo o meu futuro? Menos é mais, foco, dizer mais não do que sim. Aí não vai ter para ninguém, porque entre o sim e o não tem um abismo muito grande que chama-se dúvida.
E a maioria das pessoas vive nela, só que a dúvida é improdutiva. Muitas vezes o não resolve e muitas vezes o sim resolve, dependendo da situação. Nem sempre não é ruim e nem sempre o sim é ruim. Agora, a gente vivendo uma dúvida do morde-assopra, faço ou não faço, arranca e freio, é o momento mais improdutivo da vida de uma pessoa. Então, o futuro é para quem tem foco, João.
Eu concordo. Você tá maduro, hein, meu irmão? Você tá maduro.
Tamo junto, tamo junto.
E é muito bom estar contigo, muito bom caminhar contigo, legal, revigorante. Eu aprendo, aprendi muito hoje, anotei muitas. Notaram bastante coisa, gente? Aprenderam bastante coisa? Que privilégio, né, poder ter um trabalho que nem parece que é um trabalho. Que privilégio poder ter um tempo que eu entrevisto pessoas que eu aprendo com elas. Isso é um privilégio para mim.
Sabe que em 2022 Tava rolando no meu Instagram, eu vi um cara falar um negócio, eu voltei. Ele dizia assim: a diferença de maus hábitos e de bons hábitos. Os maus hábitos, eles te recompensam agora, mas eles te cobram e mandam uma conta muito grande no futuro. Os bons hábitos, ao contrário, você paga a conta agora Mas ele te traz a recompensa no futuro. Joel Jota, putz, mas quem é que esse cara? Caramba, o cara resumiu um dos maiores princípios que eu carrego comigo, que é a lei da semeadura e da colheita, né?
Ele resumiu isso em poucas palavras. Quando eu fui clicar, eu disse, caramba, que tanto seguidor! Como é que eu não conheço esse cara? Eu fiquei doido, como é que eu não conheço esse cara? A partir daquele momento, Joel, eu comecei a correr na rua, pedal, esteira, viagem, ouvindo os teus podcasts. Cara, o Espírito Santo falava para mim assim: um dia tu vai estar num podcast com esse cara. 4 anos. Olha como que as coisas— por que que eu tô compartilhando isso com vocês?
Porque tem coisa na nossa vida que ela é tão grande, ela parece tão distante, pessoal, Mas na verdade não é. Tem coisa, Joel, que ela parece assim, cara, aquilo para mim era muita distância, Joel, tá entendendo? Cara, eu, eu veja bem, na minha cabeça natural, ouvir o Joel, eu tenho acesso, e no evento dele, cara, dá para ir, mas terminou ali, tu entende? Tá próximo, tirar uma foto, algo muito distante. Conviver aí, impossível naquele momento, né, e estar no podcast também.
Mas o impossível na nossa vida, e é legal porque o pessoal botou antes aqui no vídeo da IA, né, meu vídeo, o impossível se rende quando a gente não acredita nele. Não existe impossível, gente. Porque quando Deus dá um sonho para ti, a tendência dele como pai é que você realiza aquele sonho. Ele não vai te mostrar nada que tu não possa realizar. Agora, os pontos, Joel, eles vão se conectar não no momento do sonho, mas no decorrer da caminhada os pontos vão se conectar.
E qual é a diferença de quem busca esse sonho e quem não busca? É que como os pontos só se conectam durante a caminhada, você precisa estar em constante movimento. Aí ele vai se conectar. Então eu sempre fui um fuçador, tá entendendo, cara? Isso vai acontecer na minha vida, isso vai acontecer em nome de Jesus, vai acontecer. E eu me movia para aquilo, eu me movia para aquilo, movia para aquilo. Então hoje, por mais que a gente tem uma proximidade muito grande e um nível de amizade, de respeito, Esse dia hoje para mim ele é incrível, um dia muito lindo, é um dia de muita alegria, de muita realização, mais uma realização que Deus ele me dá a alegria de poder viver. Muito obrigado por esse tempo, tamo junto! Deus é bom, tempo todo ele é bom.
Irmão, antes, nossa, coisa boa! Antes de fazer a última pergunta, deixa tuas redes sociais aí para galera para a galera te seguir, te acompanhar, te mandar mensagem?
Agora é mauro.santos.oficial, né? Agora é porque antes eu revelava a idade, né? Era Mauro Santos 1984. E agora tá tendo a minha cidade a vida toda, os cara dizia, vou chamar aqui um jovem empresário Mauro. Agora ninguém mais fala jovem empresário, ninguém mais fala agora, só Mauro. É @maurosantos.oficial, @medicalsan é @medicalsanbr, né? E o do Potência, que é @potenciaclub, que onde a gente tem o Bracho Educação e a gente tem muito conteúdo lá para vocês poder ver, conhecer, chamar nossa equipe para bater um papo com vocês e explicar o que a gente tem de fato para entregar. São as três.
Maravilha, pessoal! Então segue o Mauro, manda mensagem para ele, compartilha nas redes sociais, faz ele sentir Cara, faz ele sentir o que você ouviu, faz ele sentir o que você sentiu, faz ele sentir, perceber o que você aprendeu com ele. Manda mensagem, cria relacionamento com ele, ele responde, vai ser bom. É um jeito também da gente mostrar para as pessoas o quanto que a gente agradece pelas terem parado o tempo delas. Você também parou o seu tempo e a gente trocou esse conhecimento.
Ora, é o seguinte, todo convidado que vem aqui eu faço essa pergunta no final. E a pergunta é a seguinte: você tem uma mensagem para mandar para 8 bilhões de pessoas. Essa mensagem vai chegar, ela é direta e reta, ela é curta e grossa, ela vai ser lida, ouvida, falada, percebida, traduzida. Todo mundo vai ver a sua mensagem em todos os idiomas. Mas ele assim, ele é rápido, cara, que no outro minuto tem que ser outra pessoa que tem que mandar uma mensagem.
Então vocês têm aquele, aquela janela assim onde te mandar uma mensagem ali para as pessoas voltar. Fala, quem é o próximo? Mauro. Uau, uau, que mensagem, que mensagem seria essa?
Maravilha! No dia da chuva continua, no dia do sol continua, no dia do calor continua, no dia do frio continua. É só não parar. Só continuar, que em algum momento você vai chegar.
Eu concordo, eu concordo. Senhoras e senhores, esse foi o Mauro. Uma salva de palmas! Obrigado pela audiência de vocês, obrigado por terem vindo, obrigado por ter colocado aqui o seu tempo à disposição para a gente aprender. Espero que vocês tenham aprendido bastante como eu. E você, pela sua audiência, obrigado mais uma uma vez pela sua audiência. São 4 anos consecutivos como podcast mais ouvido de negócio. Um Brasil gigante com tantos programas de podcast, sabe, gente?
E a gente tá lá há 6 anos, a gente faz podcast, e há 4 como primeiro podcast do Brasil. É uma honra. E desse lado de cá, comigo, com a equipe, você pode ter certeza que eu sempre vou trazer os melhores convidados, vou estar com o coração aberto para aprender, fazer perguntas que talvez você fizesse e que traga para você algo que engrandeça sua vida, tá, gente? Um beijo para vocês, obrigado. A gente se vê até o próximo JJ Podcast. Valeu!
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