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COMO Ser uma Mulher de Sucesso (Lalas Cieslak e Camila Vieira) | TEMPO DE MESA

31 de março de 20262h8min
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Lalas Cieslak e Camila Vieira, duas das vozes mais influentes do empreendedorismo feminino no Brasil, são as convidadas de honra do episódio de estreia do quadro “Tempo de Mesa”.
Neste especial de Dia da Mulher, apresentado por Joel Jota, elas expõem os pilares que sustentam suas trajetórias de sucesso e mostram, com precisão, como equilibram maternidade, liderança e as exigências da vida pessoal, sem abrir mão de performance.


Neste episódio exclusivo, elas revelam:


◼️ O que a maternidade ensina sobre liderança de alta performance e a construção de um legado que transcende o lar
◼️ Como disciplina e propósito se tornam pilares para gerenciar a culpa e a autossabotagem
◼️ Por que a presença plena é a chave para a excelência em todas as áreas da vida, inspirada no conceito de “100% Presente”
◼️ O poder transformador do perdão na jornada pessoal e profissional da mulher
◼️ Como discernir as oportunidades certas e construir uma carreira de impacto com autenticidade


🎙️ Host: Joel Jota
🗣️ Convidadas: Lalas Cieslak e Camila Vieira
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Participantes neste episódio2
D

Dani Martins

HostEspecialista em vendas
L

Lalas Cieslak

ConvidadoEmpreendedora
Assuntos5
  • Desafios da MaternidadeMaternidade e liderança · Culpa materna · Empreendedorismo feminino
  • Equilíbrio entre trabalho e famíliaDisciplina e propósito · Gerenciamento de culpa · Presença plena
  • Perdão e aprendizadoTransformação pessoal · Relações interpessoais
  • Construção de Carreira com AutenticidadeOportunidades de carreira · Impacto e autenticidade
  • Mulheres e EmpreendedorismoCrescimento de mulheres empreendedoras · Desafios únicos das mulheres
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De fato, quais são os desafios que uma mulher tem? Sendo mulher, é sim um desafio, é algo que só a mulher faça. Joel, é muito comum nós encontrarmos pessoas que dizem assim, ó, a mamãe vai trabalhar pra te dar uma vida melhor. Ó, a mamãe só fica 12 horas na empresa por dia pra que você possa ir pra Disney no final do ano. Cara, que crueldade. Primeiro que não é verdade. Quando eu me tornei mãe...

Foi como se eu tivesse uma energia extra pra fazer as coisas que eu acredito, que eu concordo, que eu vou atrás, que eu busco.

Antes da gente começar o episódio de hoje, eu quero falar sobre algo que anda cada vez mais raro, gente. O feriado em família. Esses dias, eu tava com a Lalas e a gente começou a lembrar na época que a gente era pequenininho, sabe? Criança. Bem naquela época, o feriado prolongado, por exemplo, ele significava a mesma cena em muitas casas.

primos, primas correndo pela sala, a avó preparando uma receita, o avô contando uma história, tua mãe, teu pai, tentando organizar aquela bagunça, né? A casa ficava cheia de gente, cheia de barulho, mas era um barulho muito bom, sabe? De risada, de vida. Você concorda com isso? E eu e a Lalas, a gente adora viajar. A Lalas gosta mais, tá? E toda vez que tem um feriado prolongado, a gente junta a família.

família, os filhos, a minha mãe, a minha avó, vai uma turma toda e a gente reserva uma casa usando sempre o Airbnb pra gente resgatar momentos como esse que a gente tinha lá na infância. E a gente vai pra lugares assim, perto de São Paulo mesmo, sabe, que não tem muita logística complicada não, pra ninguém ficar com...

desculpa de não ir. Não importa se é praia, se é um sítio, ou se é uma chácara, a nossa intenção é juntar os amigos e a família. E sempre que a gente faz esse tipo de viagem, a gente faz pelo Airbnb. Como que a gente faz? A gente filtra por uma sessão chamada Preferidos dos Hóspedes, que são as estadias de maior sucesso na plataforma e que, de acordo com a turma que frequenta. Então a gente escolhe uma casa bem avaliada, com os melhores comentários, com os melhores espaços que cabem em todo o mundo que eu levo da minha família.

E de preferência com uma área externa, obviamente, porque as crianças gostam de espaço, a sala também é grande pra reunir todo mundo e a gente ficar naquele momento de bate-papo, que é incrível, sempre muito gostoso. E todas as vezes a gente pensa, pô, a gente tem que fazer mais vezes isso, né? Então deixa eu te falar uma coisa. Se eu fosse você, eu aproveitaria o feriado da Páscoa e Tiradentes pra você curtir memórias inesquecíveis.

Inclusive, esse ano tem bastante feriado, né? Sabia disso, né? Então aproveita os feriados.

e curte com o Airbnb esses momentos em família. E para facilitar no Airbnb, você ainda pode pagar no Pix ou parcelar em até seis vezes sem juros no cartão. Então assim, vocês dividem os custos, caso vocês queiram, e fica bom para todo mundo, tá? Feriado é no Airbnb, ok? Agora sim, bora para o episódio de hoje no JJ Podcast.

Gente, eu criei um novo quadro. Ele se chama Tempo de Mesa. É uma conversa, é um bate-papo, e sempre vem dois convidados ou mais convidados. Esse é o primeiro episódio. Vocês vão notar hoje que eu não estou com o meu caderno de anotação. Eu quero estar mais aberto. Eu quero estar mais...

observante, observador. Eu quero estar numa função de, de fato, aprender e conversar. Muitas coisas no mundo aconteceram nas mesas. Nas mesas de conversa, nas mesas familiares, nas mesas de negócio, nas mesas do jantares, café da manhã.

no almoço, muitos negócios foram fechados, relacionamentos reconciliados, direções foram dadas, e eu acredito de verdade, gente, que hoje isso também vai acontecer aqui no Tempo de Mesmo. Então, estou muito feliz, é um quadro que eu já estava junto aqui com a equipe, pensando, programando há um certo tempo, e hoje eu trouxe duas pessoas, duas mulheres especiais. Uma porque...

É a minha 01, é da minha família, é a minha sócia, sócia nos negócios, na vida, na criação dos meus filhos. E a outra, uma grande mulher, uma grande empresária, uma mãe, uma amiga e uma pessoa que transforma também o mundo através do seu trabalho e através da sua missão. Então hoje a gente recebe aqui a Lalas e a Camila Vieira.

Aê! Que honra, né amiga? Que honra, que honra. Eu tô muito feliz de estar sentada nessa mesa. Espero poder contribuir e também aprender muito, porque vocês dois são incríveis. E eu estou na posição aqui de honrar vocês dois. No sentido de que vocês mudam vidas e isso é maravilhoso.

Vamos aumentar pra três, né? Nós três, né? Vai, vai. São três lá. Nós três. Você é maravilhosa. Muito obrigada. Você enxerga o que eu não enxergo. E você sente o que eu não sinto. E aí, quando você enxerga o que eu não enxergo, você melhora o que eu enxergo. E quando você sente o que eu não sinto, você melhora o que eu sinto. E aí, vira nossa. Nossa. Ai, que lindo. Muito bem. Bom.

O papo aqui é um papo entre amigos, que as pessoas que vão escutar e vão assistir também vão sentir que é um papo entre amigos. E eu quero tocar em alguns temas. Negócios, família, casamento, mulher, empreendedorismo. Eu já quero logo começar com empreendedorismo.

Só que eu vou falar com duas mulheres empreendedoras que têm negócios grandes há bastante tempo, que lideram um império, que trabalham com milhões de pessoas, que os resultados são inquestionáveis, que as pessoas que são transformadas e continuam sendo transformadas são inquestionáveis, porém, sobretudo, entretanto, todavia, são mulheres.

com filhos, com demanda de mulher, que tem demanda que é diferente de homem. E hoje, por exemplo, antes de começar esse bate-papo, eu vi que o dado, por exemplo, do Sebrae, nos últimos anos, mais mulheres, aproximadamente 10 milhões de mulheres, já foram para o front abrir os seus negócios. Então tem mais mulher empreendendo, sem deixar de ter todas as atribuições da mulher.

Eu gostaria que vocês falassem, assim, na cabeça de vocês, de fato, quais são os desafios que uma mulher tem. Você sabe de verdade? Sendo mulher é sim um desafio, é algo que só a mulher passa, que a mulher sente, que o homem não sente.

Não vai sentir. Não é da natureza masculina. Eu quero que vocês falem desses desafios. E quais são eles? E como vocês superam? Como que vocês lidam com esses desafios? Porque a audiência aqui também tem muita mulher, muita mulher empreendedora, casada. Eu quero começar com essa pergunta para vocês. Muito bom. Quer começar?

Tô dando a honra pra primeira dama. Olha, temos desafios, sim. Somos diferentes. E que bom que somos diferentes. A gente tem a possibilidade de ver de ângulos diferentes. E pra mim, quando me tornei mãe...

Foi como se eu tivesse uma energia extra para fazer as coisas que eu acredito, que eu concordo, que eu vou atrás, que eu busco. E a maternidade, no meu olhar, não sei se a Camila passou por isso, ela foi um despertar no sentido de que coisa maravilhosa que é viver isso.

Mas eu não quero viver só com isso. Eu ainda tenho uma parte que eu quero produzir, que eu quero trabalhar, que eu quero estar com pessoas, que eu quero deixar o mundo melhor também para os meus filhos. Então, não foi, né? Desde o início, não foi um movimento de vou virar mãe e vou ficar mais em casa com as crianças. Eu sempre tive o olhar de, ok, sou mãe, mas também...

Sou mulher e vou empreender. Vou tocar meu negócio. Vou trabalhar. Vou continuar. Exato. E ali, eu cheguei a ter um olhar de o que eu preciso fazer agora, porque não é mais a Lala sozinha de antes, para eu dar conta. E ali foi o momento onde é bem desafiador. É bem desafiador conseguir, né? Assim, acho que internamente, porque muitas pessoas hoje na internet dizem Ah, é a culpa materna. Eu...

Acho que a culpa é muito importante dentro do cenário, porque te coloca no lugar onde você tem que estar. Se eu sinto um final do dia, por exemplo, se eu sinto culpa de não ter ficado com os meus filhos, ok, que isso sirva, gere uma emoção e um sentimento para que eu olhe para o lado certo. O que eu preciso fazer? Qual é a minha prioridade naquele momento?

Então, a maternidade, junto com o empreendedorismo e junto com a mulher em si, a versão da mulher, ela faz com que a gente coloque prioridade aonde a gente quer. Então, coloque, né, acho que o foco aonde você quer. E uma coisa que a gente tem muito, muito claro na nossa casa é daqui a um mês.

uma semana, hoje mesmo, no final do dia, eu não quero olhar pra trás e me arrepender de não ter feito algo. Então, que eu tenha a capacidade e a consciência de escolher o que eu preciso fazer e que eu ame essas escolhas. Porque não adianta eu estar na empresa pensando que eu quero estar em casa. Não adianta eu estar em casa pensando que eu quero estar na empresa. Então, tá, essa é a minha realidade. Então, eu vou fazer muito bem feito, no melhor momento que eu estiver ali, o que eu tenho que fazer.

Boa. Perfeito. Perfeito. Temos muita coisa em comum, amiga. Primeiro, eu vou cumprimentar, né? Eu não cumprimentei vocês. Deus te abençoe. Que honra estar nessa mesa. Nessa mesa e espero que o que saia daqui gere algum fruto de transformação e crescimento na sua vida. Eu tenho exatamente essa mesma narrativa. Joel, é muito comum eu não sei se vocês viram isso, mas é muito comum nós encontrarmos pessoas que dizem assim, ó, a mamãe vai trabalhar pra te dar uma vida melhor.

Ó, a mamãe só fica 12 horas na empresa por dia pra que você possa ir pra Disney no final do ano. Ó, a mamãe vai fazer isso pra você. Cara, que crueldade. Primeiro que não é verdade. Não é verdade.

Ela faz porque ou porque ela precisa ou porque ela ama, porque ela é feliz trabalhando, porque ela se sente importante. E ter consciência das nossas motivações, viver nessa verdade, é uma chave muito poderosa para que até os nossos filhos, primeiro, não tem que passar para ele essa culpa. Ele não pediu para eu nascer e ele não é responsável da minha labuta. Então, essa narrativa é muito importante a mulher ter clareza sobre qual é a sua motivação.

E assim, não Camila, eu trabalho porque eu preciso, eu não gosto. Então seja honesta, diz assim, eu preciso, não é sua culpa. Eu preciso trabalhar. E aí, então encontre alguma coisa que você ama pra fazer e faça com amor, entenda propósito nisso, pra que valha a pena o seu trabalho, mas nunca responsabilize os filhos. Porque muitas pessoas colocam as mochilinhas nas costas dos filhos que eles não têm nada a ver com isso.

Eu sempre saí pra trabalhar e a Júlia, né, vai ter a fase da criança chorar. Todas elas têm essa fase, a maioria, não sei se vocês passaram por isso. Tem a fase que você vai de boa, mas tem a fase, não, não vai. E depois passa. E nós criamos uma brincadeira com eles, né, a gente jogava a bola. Mamãe vai, mas a mamãe volta. Mamãe vai, mas a mamãe volta.

E eles ficavam em paz e os nossos filhos sempre nos acompanharam no nosso trabalho. Eles são apaixonados pela missão. Eles entendem o que a gente faz no mundo e nunca foi por eles. Eu sempre olhei e disse, filha, a mamãe ama trabalhar. Eu amo trabalhar. E quando você crescer, você vai amar trabalhar. Você vai encontrar onde você contribui com o mundo, contribui com a sua vida, contribui com o seu propósito. Quando você faz alguma coisa pela vida de alguém, com o seu serviço, com o seu trabalho, com o dom, talento, e ame isso. E aí eu vou puxar o gancho da culpa.

Qual é a pergunta das top fives no meu universo feminino, né? Da comunidade. Que sempre aparece pra você, né? Tem umas top fives. Posso arriscar uma? Pode. Como você dá conta de tudo? Essa é a principal. Você é bom. Sabe por quê? Porque você... É o que mais aparece. Que mais aparece a Larissa. Essa é a top five. Eu disse assim, primeiro... Eu tenho algumas... Você quer a resposta leve ou a resposta real, né? A resposta leve é...

Dá o significado certo. Não, o que é tudo? Primeiro, o que é tudo? Segundo, eu não sou perfeita. Algum pratinho cai ao longo do dia. Exatamente. Mas de forma prática, para contribuir com quem está ouvindo, amiga, eu não entro num dia sem estar esse dia todo planejado. Então, eu vivo de checklist.

Domingo, eu faço o checklist da minha semana. Então, assim, ela tá sempre impressa e eu atualizo ela o dia inteiro. Pra quê? Pra que eu não perca a visão. A palavra diz que um povo sem profecia ele se corrompe. O que é profecia? É uma palavra lançada à frente. Quando você tem uma agenda programada, aquilo não é uma profecia sobre a sua vida. No sentido de eu tenho qual é a visão que eu vou cumprir, então eu não vou me desviar dela.

Eu tenho clareza. Você não vai me ver me distraindo com o que não tá planejado pra fazer.

Eu vou dizer não, essa semana não cabe, vamos para a próxima. Ou então, ok, se é algo urgente, está tudo bem, escala de prioridades, o que é que é prioridade, o que é que entra, o que é que sai. Então, eu trabalho com uma agenda muito clara. Todo domingo? Todo domingo eu faço a minha agenda. Ótimo. Minhas seguidoras até conhecem, todo lado do domingo, lá, no meu momento com Deus, eu sempre preparo a minha agenda. Amiga, eu tenho agenda de domingo.

Eu faço o checklist de sábado, checklist de domingo. Acordar, devocionar o treino, almoço com os filhos, levar o pequeno para o cinema. Por quê? Porque da mesma forma que eu tenho que ser intencional, profissionalmente, eu tenho que ser intencional com a minha família.

Então, se eu não fizer, eu não vou esperar acontecer. Se eu sei que eu tenho que dar atenção a um filho específico, eu boto na agenda. Hoje eu vou levar esse aqui pro cinema comigo. Só esse. Vou deitar na cama com os três. Vamos fazer uma sessão de pipoca. Então, eu pôo na agenda. Sim. Pra que eu seja intencional. Legal. Então, isso me ajuda a dar conta de muitas coisas, não é de tudo. Segunda coisa, administrar essa culpa, né? Existe um mundo.

E eu tenho muito cuidado com esse mundo, com as verdades confortáveis do mundo, que diz assim, abra mão do medo, jogue fora seus medos, jogue fora suas culpas. E, gente, o ser humano só está vivo porque ele teme alguma coisa ou porque em algum momento ele se sentiu responsável por uma consequência que ele causou na vida dele ou na de alguém e isso levou a ele um mudante de crescimento. Então é muito perigoso esse negócio de não ter medo e não ter culpa.

Eu acho que a culpa e o medo são lícitos, necessários. Ele só não pode te levar para a auto-sabotagem, ele tem que te levar para o aprendizado.

Então é isso, assim, de vida de verdade, durma pouco. Sabe, durma pouco, eu durmo muito pouco. Eu durmo o mínimo necessário que o meu hora me acusa todo dia. Quantas horas? Minha meta, sete horas e meia. Essa semana eu nunca passei, não passei nenhum dia de seis e vinte. Seis horas e vinte minutos. Mas com seis horas você vai, fica bem. Tô inteira. É, eu também. A copo, o da cama pra viver.

Eu durmo 5 horas e meia, 6 horas, né? Sim, sim. Não, acho que 6 horas eu durmo. Não, até pouco mais na vida. É o quadro 5 horas. 10 e meia, eu já estou dormindo. Dá 6 horas e meia. Perfeito, bom. Perfeito. Meu problema é a hora de dormir. A gente vai dormir. Eu acordo 6 e 20 todo dia, mas minha hora de deitar é um pouco mais tarde.

Então é isso. Tenha clareza do que você tem que fazer, do que é prioridade. Conheça as suas prioridades. Cuidado pra você não estar gastando tempo com o que não te faz feliz. É isso aí. Com o que você não vai produzir nada, né?

não tem propósito. E a gente se bota um monte de coisa na sua vida que elas não te fazem feliz, que elas não estão alinhadas à sua missão, à sua proposta. Então, defina quais são as suas propriedades, tenha uma agenda clara, seja intencional, não espere ter vontade, faça o que tem que ser feito. Terceiro ponto, administre a culpa e o medo, é necessário, mas não para te levar para um lugar de, não sou merecedora, mas no lugar de deixar eu dar atento àquilo que gera resultado.

E para mim, o quarto passo que faz muita diferença na minha vida, nesse sentido de dar conta de tudo, é no dia que eu errar, se perdoe.

Pronto, bom. Não tinha que ir errado, me perdoe. E eu podia falar muito sobre isso, tá? Porque durante muito tempo eu coloquei uma cruz muito grande em cima de mim. Fala um pouco de perdão. Vamos falar de perdão? Como que as pessoas que estão vindo, e você é especialista, né? Em desenvolver as pessoas, né? Encontrar o propósito, o real sentido, tirar lá aquilo que não funciona. Eu gravei com o Paulo, né? Antes da gente começar aqui.

A gente já gravou umas duas ou três vezes. Acho que foram duas vezes e vou gravar com ele de novo. E...

Tem um papo que ele vai que... Eu acho que é só ele que consegue falar daquele jeito. Quando ele fala de orgulho, ele fala de um jeito, ele constrói um caminho, ele vai fazendo a linhagem assim. Amigo, eu acho que essa é a nossa missão no mundo. É demais. A principal bandeira é alertar sobre orgulho. Sobre orgulho, né? Fala um pouco de orgulho, perdão, rancor. Tá. Mas assim, do ponto de vista da mulher, eu vou só fazer mais um adendo. A vontade. Porque é o seguinte.

Quando a gente casou, a gente teve uma vida. Quando a gente teve nosso primeiro filho, uma nova vida. Aí a gente virou pessoa pública, uma nova vida. Mas o terceiro filho, ele foi pesado pra gente. Porque eles eram muito próximos.

Então, meu filho que tinha acabado de nascer, um recém-nascido, mas o segundo era um aninho. E o outro, dois aninhos. Resumindo, três gêmeos. Era três, um e nasceu. A margem teve três gêmeos. Três gêmeos. E ali, foi duro. Foi duro pra ela. Foi duro pra mim. E pra eles também. E pra eles. Foi duro pra gente. Porque, pra nós...

Pra mim, eu nunca tinha vivido que ela não sabia reager, Camila. Eu não sabia reager. Pra ela, ela também não sabia reager. E eu sabia que eu tinha que estar ao lado dela. E naquele instante, eu vi a Larissa com culpa. Mas uma culpa...

Não era do crescimento, não. Não, eu sei. É a culpa da acusação. Da acusação. Era a culpa de não ter colo pros três, entendeu? Tipo, eu estava dando mamar pra um, o outro queria deitar, e o outro na minha cabeça, e eu falava... E agora? Por que que eu fiz isso, entendeu? Por que que aconteceu desse jeito? Por que que eu tenho que aprender com isso, assim? Porque você não consegue dar o carinho. Aí um no pé chorando, o outro... Mas eu queria colo, falo, meu...

Qual que é o próximo passo, entendeu? A gente não aprende, né? Nesse ponto da culpa, e aí que eu gostaria que você falasse aqui, do perdão ou não, porque tem uma linha aqui, né? Tem a culpa que a pessoa, acho que vai mais fundo e ela já começa a não se perdoar, não sei, e eu percebi isso. Fala um pouco, desenvolva um pouco essa ideia. Vamos lá. Primeiro, você disse assim, do perdão ou não? Perdão sim, sempre. Tá. Sim, sempre.

A gente perdoa a gente, né? A gente perdoa o próximo. E a mesma dificuldade que eu tenho de perdoar o próximo, eu tendo a ter dificuldade de perdoar a minha mesma. Tá. Primeiro vamos entender onde é que chega a dificuldade de perdoar, né? Que é onde a gente fala do orgulho. E a primeira coisa que a gente tem que desmistificar é porque existe uma máxima que diz assim, eu não sou orgulhoso, eu trato todo mundo bem. Eu não sou orgulhoso, eu não brigo por nada. Eu não sou orgulhoso, eu não falo, calma, você é só educado.

Tratar todo mundo bem é a educação, é o básico. É o básico. Isso não quer dizer que você é humilde. E a segunda coisa, o orgulho não está ligado a dinheiro, tá? Ah, o rico é orgulhoso. Não, está cheio de pobre, profundamente orgulhoso. Não estuda, não aprende, não aceita ajuda. Se vitimiza o tempo inteiro, orgulho.

Então, assim, a primeira coisa que a gente tem que entender é que o orgulho, ele faz parte da natureza humana. Camila, por quê? Não depende de classe social, do nível cultural, do nível de escolaridade, não tem nada a ver. O que é que é o orgulho? Espiritualmente é o próprio Satanás, tá? Espiritualmente é o próprio Satanás. Ele, que ser igual a Deus...

E disse, agora eu vou querer ser Deus. Foi expulso do céu com um terço dos anjos caídos, que chamam de anjos caídos, anjos que eram para glorificar Deus, e agora eles queriam ser igual. Caíram. Espiritualmente é o reino das trevas. Na alma, o que acontece? Vou usar esse copo aqui, né? Para mim é a metáfora mais forte. Quando Deus criou a vida do Joel, da Lalas, né? De quem está nos assistindo, a minha vida, ele nos mandou nessa terra, e aí sabe aquelas coisas que eu creio por todo mundo.

Camila, eu não creio nisso, mas amigo, eu digo assim, eu creio por mim e por você e só a teoria vai funcionar pelo tamanho da minha convicção. Imagina um Deus todo poderoso, criador de todas as coisas. O mais alto monte, ele criou. A infinidade do oceano, ele criou. Ele criou todas as coisas. Você acha que ele ia perder tempo mandando Joel para essa terra? Se ele não tivesse algo muito especial para fazer através da vida do Joel? Então, para mim, todas as pessoas que são criadas, ou seja, todo mundo,

Carrega um propósito de Deus. Ponto. E ele nos fez, que eu chamo de plano original de Deus, ele nos fez íntegro, inteiro. Esse copo, ele não tem um arranhão, uma amassadura. Ele é inteiro, ele é íntegro. Só que a gente entra na vida. Na vida. Na vida. É isso, amigo. Aí começa um arranhão, uma fratura. Camila, onde vem essas arranhões, essas fraturas, essas amassaduras, essas quebraduras? Algumas são fissuras muito profundas. Grito, indiferença, abuso.

Tratar falta de amor, falta de toque, falta de carinho, falta de elogio, falta de validação, excesso de compreensão. O pacotizão da rejeição. Que a criança vai entrando ali na adolescência, juventude, recebendo um monte de post-it. Mentiroso, vagabundo, desorganizado, desatento.

preguiçoso, não faz nada direito, onde você toca, quebra. E isso vai deixando de nós sermos íntegros. Nós não somos mais íntegros. Agora nós somos cheios de fraturas. E o orgulho entra nessas brechas. O orgulho entra dizendo assim, ninguém nunca mais vai falar assim comigo. Eu vou provar pro meu pai que eu vou dar certo. Eu vou provar pra minha mãe. Homem nenhum fala mais assim comigo, mulher nenhuma me trata desse jeito. E nós vamos revestidos de armadura, de películas de orgulho.

Então não existe um ser humano na vida que não tenha passado por nenhum episódio de rejeição onde o orgulho entrou como estratégia de proteção, que é o band-aid. Certo. A melhor metáfora para o orgulho é o amante. Por quê, Camila? Porque o amante, para a amante, você nunca está feio. Tudo que você faz é bom. O marido exorta, o amante não. É uma boa metáfora, né? É uma boa metáfora. A esposa vê você de qualquer jeito. Para a amante...

É até uma péssima metáfora, né? Porque eu não tô induzindo ninguém até a morte. Espero até que você não saiba o que eu tô dizendo. É melhor que você não tenha ideia do que eu tô dizendo. Não aqueles filmes que você assistiu de Hollywood, né? Onde você vê que dentro de casa existe uma versão, mas pros da rua existe uma... E o orgulho é esse, é aquele que só fala o que você quer ouvir. Pra ele o problema é sempre o outro, pra ele você tá sempre certo, o problema é o outro é que te trair, o outro é que te engana, o outro é que não te entende, o outro é que não te respeita, o outro é que te desonra. E o orgulho entra nesse lugar, e ele tem muitas manifestações.

As pessoas pensam que é só gritar, brigar e bater na mesa, você é orgulhoso, não te perdoa. Não. Existe muita gente que está chorando no quarto com depressão nesse momento que está nesse lugar por orgulho.

Porque decidiu não perdoar, porque decidiu não levantar a mão e pedir ajuda, porque decidiu não buscar conhecimento, porque decidiu ficar na narrativa de que ninguém me ama, ninguém me quer, ninguém me ajuda, ninguém me entende, eu não empreendo porque meu marido não me apoia, meus filhos estão assim porque só eu faço tudo, as narrativas de orgulho. Então, só queria trazer a identidade do orgulho, né? Aí vamos pro perdão?

A metáfora que a gente usa, e usa até no método cis, esse é o conteúdo que eu ministro no método cis de Mago e Rancor. Não é por acaso que você está me perguntando isso. E a gente usa como se fosse uma artéria. Tá. Cheia de placas de gordura. No nosso coração. No nosso não, de ninguém, né? Porque não é uma amortizosa. O nosso está tudo fluido, saudáveis. Mas, no corpo físico, nós precisamos do sangue circulando. Certo? E quando ele está obstruído...

Em algum momento, ou aquilo ali se rompe, vai faltar oxigenação em algum lugar, existe um acidente vascular cerebral, um infarto. Na alma, esse sangue que flui é o amor. E todo ressentimento, toda mágoa, todo rancor, toda raiva, todo ódio, toda falta de perdão, ela vai obstruindo e o amor para de fluir. E se nós somos feitos para amar...

Amigo, vai faltar vida. Não tem como você ou não se perdoar, ou não perdoar o cônjuge, não perdoar o sócio, não perdoar o pai, não perdoar a mãe. Você não vai mais viver, não tem jeito. Você vai para um lugar de adoecer. A ciência provou Alzheimer, mágoa e ressentimento. Câncer de mama, câncer de útero. Os órgãos femininos, já que estamos falando para a mulher, está ligado a ressentimento e mágoa e falta de perdão, principalmente com os homens da sua vida. Por isso se manifestam os órgãos da sexualidade.

E, Camila, o que é que impede de alguém perdoar? Duas coisas. A narrativa, que eu fico o tempo todo na bena ferida, repetindo, repetindo, olha o que fizeram comigo. Se colocando nesse lugar, né? Se colocando nesse lugar. Nós vivemos as nossas narrativas, né? As narrativas de vítima, a narrativa de vítima, a narrativa de vítima, a decisão por não perdoar. Tem gente que abre a boca. Eu sou cercada de pessoas assim. Eu não quero perdoar. Ok, filho. Você é livre.

E aí, quem não conhece a palavra de Deus, está tudo certo, mais fácil. Porque quem conhece, teria que ter temor. Porque ele diz, você não vai ser perdoado se você não perdoar. A única oração que Jesus ensinou foi, perdoa os meus pecados à medida que eu tenho perdoado quem tem me ofendido. Então, o perdão é uma ordem, a única ordem que Deus deu. Para eu, eu tenho que perdoar a Lala 70 vezes 7 pela mesma coisa. Animado, né? É. Animado.

Esse perdão, ele tem que ser um perdão verbal? Focal? É, vocal. Ou tem que ser um perdão interno. Não, tá tudo bem. Tá tudo jóia. Posso contar um testemunho meu? Pode. Ele vai te responder. Há uns 18 anos atrás, presta atenção que eu vou falar com muita gente agora. Há 18 anos atrás, em 20, 19, 20 anos, eu não lembro exatamente. Uma pessoa que eu amo muito. Eu ainda amo essa pessoa. Muito. Ela fez algo que me machucou muito. Que eu não esparava.

Eu nunca contei isso pra ninguém até hoje. Ok? Por quê? Porque eu fiz análise de perdas e ganhos. Se eu contar, vai ter mais gente magoada do que eu. Eu vou ter que conviver com essa pessoa o resto da minha vida. Então, eu sou muito prática. E eu levei essa praticidade pra essa situação. Então, eu disse assim, quer saber de uma coisa? A vida que segue. Perdoa, amo, vou conviver o resto da vida. Ninguém nunca soube.

Camila, você perdoou? Jurava que sim. Aham. Tudo bem, eu tô aqui do lado. Nunca passei na cara da pessoa. Nunca confrontei. Nunca calei as minhas narrativas. Sofri sozinha, sei lá, um, dois, três meses. E depois eu coloquei pra debaixo do tapete. Ok? Ok. Passou um tempo. Eu tava no palco do Método CIS. Sete horas da manhã daquele último dia. Aquele momento forte, vocês conhecem.

E apareceu o meu rosto no LED. Eu não estava ministrando, eu estava só assistindo o final do curso. Apareceu o meu rosto no LED. A minha coach, que é a minha comida há nove anos, deu um print. Diz assim, você estava pensando em quem? Eu disse, eita! Como assim? Eu estava pensando em quem? Você estava pensando em quem? Aí eu disse, por quê? Parece que você não faz esse rosto para ninguém. Eu convido com você, você não trata seu marido assim, você não fala ninguém assim. Você estava pensando em quem nesse momento? Eu vi desprezo.

E vi dor no seu coração. Mas a gente conversa na próxima sessão. Resumo. Por eu nunca ter tratado. Primeiro, eu nunca dei nome ao sentimento. Eu nunca permiti nem dizer que eu tive raiva. Tá.

E ela tem uma frase que é incrível, que todo sentimento encoberto é um perigo por perto, porque eu não trato ele. E ele vai mutuando dentro do coração. Quando você se decepciona com um sócio e você não expõe isso na mesa, vocês não alinham de novo expectativa, você vai mutuando no seu coração uma insatisfação velada e em algum momento você não vai ter a reação que você gostaria com esse sócio. E ele nem entende porquê. Quando ela acumula alguma mágoa em relação ao esposo,

Se ela não bota pra fora, se ela não conversa, se não alinha expectativas, você concorda comigo? Daqui a pouco ela, do nada, você tá me tratando assim por quê? Do nada. Aquele do nada. Então, foi isso que eu descobri. E eu percebi que ao longo dos anos, essa era a única pessoa que tirava de mim a minha versão monstro. Eu não era impaciente com ninguém como eu era com essa pessoa.

Eu não era intolerante com ninguém como eu era com essa pessoa. Eu não era crítica e julgadora com ninguém como eu era com essa pessoa. Resumindo, toda vida que faltar perdão no seu coração, toda vida que você não tiver, a humildade. Porque reconhecer que tá ferido também é humildade. Porque quantas vezes alguém diz assim, Lala, me desculpa, ah, que isso, não foi nada, mas o coração dela é ferido. Aí quando eu tenho a humildade de reconhecer que eu fui ferida, e trabalhar esse sentimento, dizer, olha, fui ferida, me senti assim, mas eu decido perdoar.

E curar a mim. O perdão é sobre mim, não é sobre o outro. Eu trouxe de volta o controle dos meus comportamentos. Na hora que eu não perdoo, amigo, sempre vai sair um monstro. Tem uma frase, quando eu ministro isso, que eu digo assim, por que é que pessoas incríveis fazem coisas terríveis? Por que é que um homem incrível é adultério?

Tratamento, sentimento encoberto, não tratou. Não reconheceu, não perdoou, foi acumulando coisa, mesmo espero ele se ver com as narrativas erradas, com a falta de perdão, justificando a falta de sexo para estar traindo. Justificando por que as pessoas roubam.

Eu espero que você não tenha sido assaltado, mas nós já fomos assaltados. Com arma na cabeça. E o cara me chamava de vagabunda. Vagabunda passa a arma. Cara, todo mundo precisa de uma narrativa, né? Pra fazer o que ele tá fazendo. Se arma, filho. Vagabunda, eu trabalho tanto. Então é isso, amigo. A falta de perdão, ela sempre tá ligada a uma narrativa.

Nesse caso, Camila, você percebeu isso, né? Sua coach te mostrou isso, você reconheceu. Qual foi a tua decisão, ação prática? Ótima pergunta. Vou dizer. Primeiro eu fui...

Eu fui reconhecer o meu sentimento de raiva, porque eu tinha uma talidade pra tapete. Ou seja, o que eu senti realmente, de fato, é isso aqui que eu senti. Pelo meu orgulho, eu não permiti nem compartilhar com ninguém. E fiz de conta que tava tudo bem. Isso foi um orgulho meu. Então eu voltei pra fora, menino. Chorei. Chorei. Chorei, chorei como se a pessoa estivesse na minha frente. Ah, Camila, você foi buscar a pessoa? Não. Não faz sentido. Essa cor é minha, na dela.

Então, fingi que a pessoa estava na minha frente, falei do meu sentimento, falei da minha dor, falei do quanto eu me senti enganada, desonrada, desrespeitada. Coloquei pra fora, depois escrevi uma carta.

Foram muitas páginas. Onde eu falei primeiro do meu sentimento. Segundo do prejuízo que caminhar 18 anos com esse sentimento causou na minha vida. O quanto eu acessava uma versão que não agradava a Deus. Uma versão que me trazia arrependimento depois. E depois eu fiz uma carta de perdão. E eu li essa carta pra Deus, amigo. Parece que tirou com a mão, sabe? Os meus comportamentos disfuncionais nunca mais apareceram com essa pessoa. Nunca. Então você não disse pra pessoa.

Você fez com você. Quem está na jornada sou eu, não é ela? Quem está vivendo o processo de cura sou eu, não é ela? Perdão é para me liberar, para limpar o meu coração. E nessa jornada, já quem está falando de prática, eu vou fazer essa dica para você. Primeiro, dê nome aos seus sentimentos. Para de dizer que você é abozona ou bonzão e não se permitir se magoar. Certo.

segundo, entenda que o perdão não tem opção. É só porque você é inteligente que você vai ter que perdoar. Só porque você não quer tirar o monstro de você de vez em quando. Só porque você não quer andar capenga nessa vida, assim, né? Por você. É por você, só porque você é inteligente. Se você não teme a Deus ainda, é só porque você é inteligente. E aí, no terceiro nível...

Pra que você não faça as coisas terríveis que depois te arrepentem? Porque toda falta de rancor leva a um problema. Paulo tem uma frase, meu esposo, ele tem uma frase que diz que todo problema da humanidade vem de estado de não perdão. Porque é orgulho, né? E aí, nesse tempo, eu mapeei algo que eu usei, e usei com... Que aí foi um perdão que eu e o Paulo temos que liberar num ambiente profissional.

Há muitos anos atrás nós tivemos uma pessoa próxima a nós que foi muito desonesta. Absurdamente desonesta. Mal. Sabe uma pessoa mal? Sim, sim. Mal. Não estou falando de pequenos desonestos que constantemente a gente tem que ajustar, não. Mas uma pessoa mal, cruel.

E era um casal. E isso fez muito mal ao meu marido. Mas eu digo que ele foi uma bênção. Por quê? Porque nos ensinaram hoje o nível de complice, de contrato, de tudo que eu tenho, nos tornou muito mais brindados. Foi por causa daquilo. Foi por causa daquilo. Sou grata. Mas existe um coração ferido.

No meio da pandemia, nós soubemos que ele estava... Eles são um casal e eles tinham um filhinho de gêmeos. Nós soubemos que ele estava entubado. Ele estava gravíssimo. E naquele momento, nosso coração teve muita misericórdia. Nós entramos numa campanha, eu e o Paulo, de orar e declarar audivelmente a vida sobre a vida dele. Sobrenatural o que aconteceu em relação ao nosso sentimento. Só ficou o amor pelo ser humano agora. Amigo, foi embora todo qualquer mal, todo qualquer ressentimento.

Sabe assim, fala com você como se eu estivesse falando de alguém que eu amo muito. Legal. E é isso eu te ensinado pras pessoas que caminham comigo. Legal. Tá ferido? Abre a tua boca audivelmente 21 dias profetizando saúde, riqueza, prosperidade, intimidade com Deus, filhos abençoados, um casamento feliz. Abençoa, porque não tem como você abençoar vida e manter o coração doente. Perfeito. Então quem se cura somos nós e a outra pessoa ainda recebe a abençoa. Perfeito. Uma das maiores... É...

O que eu trouxe de melhor do Congresso da Joyce Meyer que eu fui, né? Esse ano que ela é muito maravilhosa. Ela falou um momento lá que ela fala assim, se você não gosta de alguém por algum motivo, se você precisa perdoar, reze por essa pessoa. É impossível você rezar todos os dias e não gostar dessa pessoa. Porque você vai rezar, você vai rezar, você vai orar, você vai olhar as coisas boas, que é impossível você sair do mesmo lugar. E tá sempre falando sobre nós, né? É sempre sobre nós. Sim.

sempre, não tem nada a ver com o outro Lala, se tem algum momento que você percebeu essa questão de perdão, barra culpa barra trabalho nessa mesma linha e se sim o que você fez?

Bom, acredito que sim, né? Que a culpa, ela vem pra nos colocar no eixo. Em alguns momentos, eu duvidei se aquele caminho que eu tava seguindo era o que eu queria mesmo. Porque eu não tava nem em condições de saber o que eu queria, né? Então, nas nossas conversas, eu falava, mas eu não sei o que eu quero. Tá, então, se eu não sei o que eu quero...

pra onde que eu vou, né? Então, tô perdida aqui neste momento. E eu acho que até trazer pra esse âmbito de mulher que neste momento fui no médico, vi que os meus hormônios estavam muito ruins. Então, assim, imagina, três gravidez, três momentos... Trigêmea, trigêmea. Três momentos de amamentar. Então, assim, eu tava muito desbalanceada. E não era a questão de...

entendimento pra onde eu tava indo, mas tava sendo muito influenciada por hormônio, tava sendo muito influenciada pelo que eu via, né, no espelho. Então, não conseguia voltar pra uma prática de exercício, não conseguia cuidar de mim, porque eu estava me doando o tempo inteiro.

E naquele momento eu entendi que, naquele momento, eu queria me doar pros filhos. E tava tudo bem. Então, foi até um momento, né, que a gente conversou, na empresa, eu falei, gente, eu vou dar uma parada, eu vou precisar de ajuda aqui. A gente conversou, o Joel é muito prático, assim, também. E aí ele falou, você vai ter que colocar isso pra fora, você vai ter que levantar e falar...

pro time que você tá saindo. E eu lembro que foi muito difícil pra mim, porque foi um momento de falar, eu sou vulnerável, eu não tô dando conta. E foi tão maravilhoso, porque logo em, sei lá, dois, três dias, eu falei, pera, calma, eu dou conta, entendeu? Tipo, calma, tá tudo bem, vamos organizar algumas coisas, mas, tipo, é o que eu quero, é onde que eu quero tá. Mas acho que me perdoar, né? Eu acho que o fato, Lala, de você ter dito...

dito, eu não dou conta, fez você entrar num lugar de auto-perdão, pô, de na boa, de... Exato, exato. De verdade. E aí depois ela parou, sabe, e ela falou cara, calma, tem coisas que ainda eu consigo ficar um pouquinho, outras tudo bem, eu passo pro time, e tá na boa, eu não preciso...

Poxa, eu não preciso parar de fazer tudo. Eu sou empresário. Eu consigo flexibilizar. Eu acredito que o fato de você ter feito isso por você te deu uma... Sim, sim. Sabe, você baixou um pouco a guarda. E antes não precisou ser do jeito...

que você acreditava que ia ser. Sim, e a nossa mente, ela é capaz de criar cenários, né, de, meu Deus, como que vai ser agora? E daí eu ficava, mas... E aí, nesse momento, o Pedro tinha um ano e um mês, o pequenininho, eu ainda amamentava. E eu falei, tá, mas daqui a pouco ele vai pra escola.

eu vou fazer quando ele for pra escola, só que assim, ainda faltava um tempo, entendeu? E aí, a mente, ela traz isso muito pra gente criar cenários, né? Então, foi um momento que foi muito especial, né? Acho que pra gente, até mesmo em casal, falando em casal, também falando na empresa, em sociedade, que a gente precisa olhar pra gente, não tem como. Se a gente, e a gente só vai conseguir dar um passo se a gente parar e olhar.

entender aonde, porque assim, eu tava num momento, né, pessoal, e Camila e Joel, que eu queria tudo do meu jeito. Então, assim, a casa tinha que tá perfeita do meu jeito, a empresa perfeita do meu jeito, as crianças perfeitas do meu jeito, e não dá pra gente ser assim. E aí eu falava, mas antes eu conseguia. Tá, mas agora eu não sou a pessoa de antes. Cernia as estações, né.

Exato, eu não sou mais aquela pessoa, então, tá bom, vai ter que ser um dia que vai ter que abrir mão de alguma coisa, e aí eu queria que o prato tivesse quatro cores todos os dias, e aí eu não conseguia fazer, e eu ficava chateada, porque, meu Deus, daqui a pouco ele não conseguir comer fruta, e então, a gente vai entrando num lugar que só...

quando a gente para, respira e fala, tá, pra onde eu quero ir, sabe? Qual é a Larissa que eu quero colocar pra continuar seguindo? Qual é a mulher, a esposa, a sócia, a líder que eu quero dar um passo à frente, assim? Então, acho que a questão de culpa, de perdão, veio muito nesse momento, assim. Foi, tipo, acho que o momento que eu mais consigo olhar pra trás e lembrar que eu precisei tomar uma decisão.

De pra onde eu iria continuar seguindo a minha vida, assim, sabe? A visão que eu tenho sobre isso, não sei se o Paulo teve essa visão, não sei se os homens que estão aqui também têm essa visão, eu gostaria que vocês até comentassem se vocês têm essa visão. Era uma...

Uma cascata de culpa sobrenatural cavalar com uma dose de toneladas. Então, por exemplo, na prática, eu estava, sei lá, fazendo alguma coisa, eu recebi uma mensagem da Larissa. Uma mensagem de alguma mulher ou de alguma situação onde havia culpa.

Mas parecia que eu sentia aquela culpa. Amor, eu não estou sentindo isso. Eu não penso nisso. Não precisa se culpar desse jeito.

Eu não conseguia entender. E aí eu ficava meio confuso. Então na minha cabeça, tudo bem, vou dar espaço pra ela, vou conversar. E aí quando eu procurava conversar, os sentimentos não estavam tão organizados, o que eu tenho que fazer, e assim por diante. E o trabalho, a criança... Tem um casamento aqui. Exato. Não é simples pra olhar. É aí que eu quero chegar. Não é simples. A pergunta que eu quero fazer é essa aqui. Não é uma pergunta simples, mas ela é verdadeira.

Onde de fato é realmente difícil, que é desafiador. Essa é a palavra. Onde de fato é difícil? Isso aqui é um desafio. E onde vocês hoje param pra pensar e falam, aqui eu supervalorizei. Existiu um lugar que houve supervalorização? Essa é uma pergunta boa. Que demanda verdade. Que demanda verdade. Aqui é assim, cara, olhando pra trás, aqui eu supervalorizo. Aqui não, aqui é gargalo, aqui é difícil, aqui é desafio.

Porque, cara, a turma que vai ouvir aqui, isso vai melhorar. Total. Eu tô pensando, eu tô pensando aonde foi o momento. Bom, eu vou começar aqui, me respondo, e aí eu tenho que você organizar as suas ideias. Porque agora é teu marido, tu tem que voltar feliz pra casa com ele, amiga. É, é, é, é. Eu tô mais à vontade, porque o meu marido só vai ver isso depois.

Já vai ter uma comunicação antes, né? É, já vai ter uma comunicação. É, o Moroso tava lá falando com ele assim. Deixa eu só te explicar. Fala o contexto. Foi cortado o contexto. Não, mas é uma boa pergunta. Muito boa pergunta, Joel. Primeira coisa que eu quero, né? Dizer que a verdade liberta. Boa. E nunca vai existir transformação sem verdade. Nunca. Boa. Nunca. E essa pergunta, o ser humano...

E a mulher com uma dose ainda mais especial tem uma necessidade de valorização. Vamos lá. Ok. Todo ser humano, para ter saúde emocional, ele precisa se sentir importante, reconhecido, conectado em amor. Fazer parte de alguma coisa. Eu nunca... Eu estou elaborando enquanto eu falo, tá? A sua pergunta.

Todo mundo, todo mundo está vendo esse vídeo, eu, você, Lala, todos nós precisamos o tempo inteiro. Deixa eu ver que a minha mulher me ama. Deixa eu me sentir importante por ela. Eu preciso, em algum momento, você precisa sentir que você é a prioridade dela. Verdade? Sim. Ok. Sim. Da mesma forma, os filhos, para crescerem fortes, saudáveis, eles precisam saber que eles são prioridade para vocês dois.

que existe conexão e amor, olha nos olhos, joga bola, brinca. Eu vejo vocês tocando bateria, brincando. Isso reforça, nós somos importantes para o papai e mamãe, eles crescem forte com vida e identidade. Então, sentando na cadeira de mulher, nesse momento, aonde a gente supervaloriza e aonde é real,

A nossa alma sempre vai querer se sentir importante, valorizada, importância. Aí vem um outro negócio, que a gente diz assim, a cobrança do mundo. Existem algumas referências, e eu acho que estão certas, tá? Ah, o problema é a comparação. Gente, o ser humano só evoluiu porque se compara. Eu fico doida com esse negócio. Não se compare, filha, tu só anda porque tu viu um dia alguém andando.

Você aprendeu a comer com garfo e faca e não com a mão? Porque você comparou que papai e mamãe comiam bonito e você ainda comia com a colher toda torta. Então, a comparação é um processo de evolução humana. Ela é necessária e ela nunca vai deixar de existir. O problema é que quanto mais convicção eu tenho do meu valor, eu não me comparo para me delegrir, eu me comparo para crescer. Para crescer.

Quando eu não tenho clareza do meu valor, quando ao longo da minha infância, né, eu cresci com aqueles post-its que eu falei, tá tudo quebrado, então eu tenho uma tendência de me comparar pra me denegrir. Aí vem todo o diálogo interno, eu não sirvo pra nada, eu não faço nada direito, eu não posso estar nessa mesa, como é que eu vou falar, e tal, e tem estágios, tá? A gente vai vencendo, e a crença e a identidade vai melhorando, mas sempre tem o próximo nível, e quando nós somos esticados.

com certeza você já viveu isso de vez em quando eu tô no lugar assim, ô, que lugar é isso que o senhor tá me permitindo, tá? pai, deixa eu botar, peraí, calma, deixa eu botar no meu potinho aqui da identidade, o que eu sou meu o senhor me trouxe até esse lugar, pai, eu nunca nem pedi porque eu sou aí, você já sabe por isso ela não vai embora, ela só fica mais alta é, a gente vai esticando a gente vai esticando, então nesse momento, quando eu olho pra minha vida sem dúvida, primeiro é difícil mesmo, amigo porque biblicamente a mulher tem muitos papéis

O homem, ele é o sacerdote da casa. A cobertura espiritual é sua. Então, você precisa conhecer a Deus. Porque você protege a sua casa espiritualmente. Não é a mulher. A mulher, ela sabe a hora que orifica, ora. Mas a cobertura espiritual é a do homem. O homem tem outro papel. Ele é o provedor. Por mais que a mulher seja sócia e tal, o homem carrega essa missão. Se ela cansar, você estava junto. Se ela não quer mais trabalhar, você tem certeza disso. Eu não conto.

Simples, né? Então, mas a mulher tem muitos papéis. E nós somos...

cobradas por isso, por nós mesmos, pela referência de uma mulher virtuosa, bíblicamente falando, e pelo mundo. E tá tudo bem. Sem mimimi. Então existe essa cobrança mesmo, meu amigo, é surreal. Porque quando nascem os meus filhos, eu lembro. Meu marido olhava e dizia, que horas você vai ter pra mim? Que horas você vai ficar de zero comigo? Ele disse assim, eu não tô nem pedindo sexo, não quero ser do meu lado aqui sem falar nada.

Só me escuta. Preciso te ouvir. O influente quer falar, né? Então, existe a cobrança do marido. Ela é real.

Ela é real. E se você tá vivendo tudo isso, seu marido de copo tem alguma coisa errada. Porque ele tá matando a necessidade de ele ir em algum outro lugar que não é pra você. Boa. Porque ela é real. Segundo, a mulher foi criada pra estar bonita.

E na hora que ela é no espelho, ela se vê com a barriga que não é dela, com o peito que não é dela, com a gordura que não é dela. Então aí já existe o desprazer com a gente mesmo. Depois você olha os filhos, cada um com demanda, porque são três segredos mônicozinhos únicos. Um quer carinho, outro quer brincadeira, outro quer jogar bola, outro quer toque, outro quer falar, outro quer chorar. E aí vem todas as vozes. Eles só serão felizes se eu acertar mais do que errar.

E a missão, porque assim como ela, eu, né, eu amo trabalhar. Então, amigo, é real, tá? Agora, falar de mim, óbvio que em alguns momentos eu queria que meu marido me botasse no colo e tirasse toda a culpa do meu coração. Então, em alguns momentos eu me vitimizei.

eu chorei, né? Em alguns momentos eu disse, ah, amor, tô cansada, ninguém me entende, né? Não tô me entendendo. Mas era um pedido também de ajuda, né? Tinha um pedido de ajuda. Então você perguntou o quanto é real e o quanto... Só que por que eu expliquei tudo sobre a alma? Porque a mulher, ela vai reclamar, o ser humano, ele vai reclamar pra esse lugar e nesse momento ela tá sendo vulnerável, ela tá sendo verdadeira e ela pode te dar uma potencializadazinha, né?

Porque a mulher é manipuladora. Ela pode dar uma potencializadazinha pra ver se alguém socorre. Ou até mesmo se o marido sentiu a dor dela, né? A gente fez filho junto.

Mas ele tá bonito, feliz, sarado, forte, indo pra empresa, vendo gente, saindo pra jantar. E eu tô na caverna. Então eu acho que eu tenho uma manipuladazinha também, de vez em quando. Grito de socorro e alguém me enxerga, pelo amor de Deus, alguém me enxerga. Sim, eu quero ter uma conversa...

Faz sentido pra você? Faz, total, total. E assim, em alguns momentos, né, tipo, pensando ali na parte técnica, a mulher tem necessidade de falar 25 mil palavras por dia, o homem 10 mil. Aí o homem chega em casa, ele já gastou as 10 mil na empresa. E ele não tá nem aí pra...

E aí você gastou algumas mil palavras com as crianças, só que assim, num dialeto infantil, você fala, eu só queria conversar um pouco sobre outros assuntos, né? Sobre outras coisas. Então eu concordo E sem alguém, um sim, não Exato, exato Então não, então sim, pô Então vai lá, não gosta? Então não faz Não, mas eu queria, mas então faz Não, mas eu queria conversar, então vamos conversar Não, mas eu queria E aí

Então o que? É assim, fica truncado, né? E é engraçado você falar, porque eu vi uma cena real, o Joel vai concordar, uma cena real do que já aconteceu na nossa casa, e eu me peguei assim, tá, o que eu tô fazendo de errado? E aí, fui tomar um banho, no banho eu falei, calma, eu preciso olhar pra mim, porque foi assim, o Joel viajou e aí ficou assim, uns 4 ou 5 dias fora, e eu com as crianças ali, tipo, fazendo rotina, né, de levar pra escola, mãe turista, volta, trabalha, também faz as coisas, faz as coisas de casa.

E aí quando o Joel chegou em casa, ele chegou em casa, assim, Camila, ele entrou em casa. Você lembra disso, Joel? Não sei de que vez que é essa que você falou. E aí as crianças foram pra ele, assim, na hora que eu vi a cena. O Joel, é, não, eu saí, eu saí. Aí ele me mandou uma mensagem ali. Poxa, eu cheguei, cadê você? Eu falo, eu só preciso de um minuto. Tipo assim...

sozinha, entendeu? Agora é a sua hora de brilhar com as crianças. Fica com as crianças. Ele, mas eu queria a sua companhia. Eu falo, mas eu quero a minha companhia. Tipo, eu preciso, né? E aí, eu lembro que eu falei, eu falei, amor, eu preciso assim, ficar no meu mundinho assim, um pouquinho assim. E aí vem essa questão de será que eu me vitimizei? Qual que é o meu papel? E a gente também se pega ali num lugar de, tá.

espera, eu acho que só tô cansada, deixa eu descansar um pouco, né, porque eu acho que algumas mulheres, né, conversando e convivendo, elas têm uma dificuldade de o que que é cansaço e o que que é vou jogar pra cima e, ai, meu Deus, não é mais isso que eu quero, né.

Exato, e aí ter a consciência de ter um parceiro que conversa, que vai ter o entendimento também, porque a gente sabe, questão hormonal, volto a falar, acho que eu tô passando por esse momento, por isso que eu tô batendo assim na tecla de que até os dois anos do bebê, a mãe também tá passando por muitos desafios, que a gente também não consegue se entender em alguns momentos, e a gente se cobra no sentido de, eu tenho que voltar rápido, e esse voltar rápido não é o tempo natural.

Não é, e às vezes a gente perde a possibilidade de ser melhores, porque a gente tá se comparando lá errado, né, se comparando num lugar de, tá, mas comigo mesmo, eu já não me reconheço e tudo isso, então, às vezes é muito mais o descanso do que uma super, super vitimização, sabe uma super valorização, e um pedido de ajuda, de falar, olha, me olha, sabe, olha pra mim um pouquinho porque é desafiador, né, é desafiador é desafiador né

Outro ponto de desafio... Aquelas coisas que eu amo, eu não tô muito ali. Exato. Eu tô aqui ouvindo, tô lembrando. Eu não lembro dessa viagem. Eu acho que eu lembro. Eu cheguei de carro, não foi? Os molequinhos correram na grama, né? Tá. Foi essa mesmo. Tá, lembrei. Outro ponto. Eu ia falar desafio, mas é melhor falar. Outro ponto, outra categoria, outro lugar, que é empreender em casal.

Prós e contras, ônus e bônus, desafios, gargalos, verdades, amadurecimento, momentos que são muito legais, momentos que são mais desafiadores. Por conta que é casamento. Começa você, Lálas.

Bom, pra mim é maravilhoso, é um... É incrível poder estar nesse lugar, poder estar construindo o que a gente constrói juntos, assim. Eu já tive chefe, né, eu já trabalhei CLT, e não consigo imaginar minha vida hoje naquele lugar. Então, ter a possibilidade de olhar, né, esse copo cheio de que bom que eu tenho, né, uma possibilidade de ter uma empresa, de poder construir isso junto com você, que é a pessoa que...

Eu tenho mais intimidade e a pessoa que me conhece muitas vezes pelo olhar de saber, né, aonde eu tenho as minhas vulnerabilidades ou não. Mas é desafiador. Por quê? Porque, ao mesmo tempo que é uma possibilidade de estar junto muito tempo, isso também se torna uma criptonita de a gente estar junto o tempo inteiro.

Então, eu lembro que hoje a gente tem os papéis muito bem assumidos, eu acho que é uma construção. Então, para quem está nos ouvindo aqui, que está passando por isso, tenha os papéis muito bem assumidos. Porque faz com que cada um seja responsável. E eu costumo dizer que quem tem sócio tem chefe. Então, da mesma forma que se eu não estivesse sendo sua sócia, eu tivesse um outro sócio, um outro gerente, um outro pie, um outro par, eu teria que prestar contas para ele.

Para você, eu também tenho que fazer isso. E no início ali, a gente não tinha isso muito claro. Então, às vezes, eu achava que era uma cobrança, ou eu achava que era um... Pô, mas você não confia em mim. Pô, mas realmente você não confiava naquele momento. E eu tive que mostrar, eu tive que colocar ali a prova, né? O meu conhecimento, o meu entendimento. E eu acho que a evolução do negócio, assim como da nossa posição, faz com que as coisas vão entrando no eixo.

Mas sim, é desafiador, porque em vários momentos, né, eu vou te passar. Isso foi uma coisa real e provavelmente, Camila, você já passou por isso e quem tá assistindo também, aconteceu uma situação. E aí eu fui passar pra ele no final do dia, falar, amor, aconteceu isso, e eu fiz isso, e aconteceu isso. E aí ele veio e falou, mas você fez errado, você deveria ter feito de uma forma diferente.

E aí eu me coloquei no lugar que eu falo, calma, eu não tô querendo, neste momento, eu não tô precisando da sua opinião, porque já aconteceu, eu só quero compartilhar com você. E aí eu acho que, tipo, é sempre um degrau de maturidade, assim, de onde a gente precisa agora. Então, amor, eu só quero falar com você, eu só quero desabafar agora.

Eu não sei se você passa por isso também, mas assim, só quero, só tô querendo aqui desabafar agora, eu não tô querendo, né, que você coloque o seu olhar, por quê? Porque são outros pontos de vista, aconteceu muito mais coisa do que eu só te resumir aqui neste momento.

Mas é grandioso, assim, poder ver, né, admirar. Eu acho que eu te admiro muito mais podendo trabalhar com você, vendo o seu papel e o meu papel e ter as funções claras, eu acho que é o segredo, assim. Tipo, o que é que cada um assume, né? Muitas vezes eu te peço ajuda no meu departamento e aí...

Amor, toca. É uma ajuda, mas você vai tocar. Então, vai ser do seu jeito. Eu tenho que entender que o seu jeito é diferente que o meu. Eu tenho que entender que eu vou agir de uma forma diferente, que não é porque eu não concordo naquele momento que eu não te respeito, ou que a gente não vai discutir, chegar a um determinado resultado. Por quê? Porque temos claro o nosso propósito.

E é grandioso, assim. Acho que não teria um outro lugar melhor do que... Ou seja, o saldo é positivo. Com certeza, com certeza. Positivíssimo, positivíssimo. É, o Alessandro falou das virtudes, tá? Sobrou pra mim os desafios. Sobrou, né? Sobrou pra mim os desafios. Mas é muito interessante porque eu vi exatamente as mesmas cenas. Primeira coisa que eu acho que é importante dizer, vocês começaram juntos?

A gente era... Casou e eu comecei antes. No meu caso, o Paulo começou antes.

né, e eu era executiva de um grande grupo, e passei 11 anos nesse grande grupo, alcei, cresci muito, principalmente pra minha idade, na época eu entrei nesse grupo, passei executiva de gestão de TI com 23 anos, me fantasiava de velha pra ser respeitada, só trabalhava com homem, e fui, né, aí, de novo, a minha identidade não era íntegra, não era inteira, cheia de ferida, e aquele lugar pra mim era um lugar muito confortável pro meu ego, porque eu era elogiada, validada, ganhava muito bem, muito mais do que qualquer mulher.

da minha época que se formou comigo, naquele lugar eu brilhava. Olha isso. Pra você entender por que o desafio no começo da sociedade. Naquele lugar eu era muito aplaudida, muito valorizada, um lugar muito perigoso.

muito perigoso. E aí o Paulo começou a dizer, olha, eu vou morrer, eu trabalho feito um louco e eu não tenho o conhecimento que você tem, você não tem o conhecimento que eu tenho, eu preciso de você, para de ganhar dinheiro pros outros sem cuidar do que é seu, para de ganhar dinheiro pros outros sem cuidar do que é seu. E por que eu tô contando esse exemplo, Joel? Porque costuma ser um testemunho que conecta com muitas pessoas.

Eu fiz a mesma coisa, exatamente igual. E tá vendo? Por isso que eu tô dizendo. Exatamente igual. Ele disse, para de trabalhar pros outros, cara, vem cuidar do que é teu. E aí qual era a minha vozinha?

Talvez você já tenha ouvido. Eu dizia, eu não, senhor. Não. Isso é o teu trabalho, o teu lugar, a tua influência, o teu conhecimento. Isso não é o meu lugar. Aqui eu sou a pláudio de velocidade. Lá quem eu sou? Estou falando do meu ego. O diálogo interno que eu estava. E aí foi a primeira vez na vida. Nós trabalhamos juntos há 19 anos, 18 anos. 18 anos. Que eu fiz um jejum espiritual.

E sabe quando Deus responde? De um jeito que assim, ou eu obedecia literalmente naquele minuto, ou eu achava que eu ia ser fulminada. Dava clareza da resposta dele. Eu virei o carro na rua que eu tava dirigindo, eu tava indo pra uma reunião com a prefeitura.

direi o caminhão, liguei, pedi perdão, dizendo que eu não ia, fui pra sala do presidente da empresa. Tinha um relacionamento maravilhoso com eles, eles tinham um carinho muito grande por mim. E eu disse assim, me pedi demissão. Aí ele disse, filha, você tá cansado, ele dá férias. Aí eu disse, não, não, não, é sério. Aí quando eu disse, eu vou trabalhar com meu marido, você é louca, não, não vou deixar você fazer isso, vai acabar o seu casamento.

E o 30 dias depois, preparei uma sucessão e fui trabalhar com o Paulo. Amigo, sem dúvida, até a última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última última

A maior escola que eu vivi na vida, depois do pedido de divórcio em 2017, foi trabalhar com meu marido. Porque nós tínhamos visões muito diferentes.

cada um com o seu pacote de orgulho, mas principalmente, só posso falar do meu, né? O meu pacote de orgulho, porque é muito fácil você ser muito bom numa empresa onde tem ISO 9000, ISO 14000, ISO 15000, todos os sistemas ligados, 5S funcionando, o meu time, quem tinha menos tinha três pós-graduações. É fácil ser bom assim, né? Então eu achava que eu era a última Coca-Cola do Gisele. Fui trabalhar numa empresa de 35 metros quadrados com sete funcionários, três ladrões.

Onde não tinha sistema, não tinha dinheiro, não tinha caixa, não tinha nada. Então, eu descobri que eu precisava ser boa. E a famosa escola foi porque eu tive que morrer o meu primeiro orgulho, que era o orgulho do conhecimento, e eu tive que aprender de vendas, de compras, de financeiro, de negociar prazo, de o dono da banca de revista, né?

Porque ela era especialista. E eu tive que conhecer tudo. Então, qual foi a vantagem, Camila? A vantagem é que nós dois, criando, desenvolvemos a habilidade de sempre estarmos alinhados na visão. Eu acho que isso é uma virtude de quando um casal empreende juntos. Não tem como cada um estar olhando a direção.

Então, um exército dividido não subsiste, né? Então, o exército agora é junto. Eu tenho certeza que vocês vivem isso. Nós sabemos, constantemente nós alinhamos a visão o tempo inteiro. Então, isso pra mim é uma fortaleza gigante. O maior desafio, o meu orgulho, e ele pode falar do dele, né? O meu orgulho. E o que é o desafio que ainda existe hoje? Porque nós temos visões muito diferentes sobre muitas coisas.

né? Então, assim, a minha forma de fazer, eu sou direta, eu sou prática, eu sou racional, eu sou cognitivo, pra mim é sim, sim, não, não. E ele é o influente, ele faz perguntas, ele toma decisão com 30 pessoas, eu quero chegar dando ordem. Eu quero chegar, vamos executar ele, calma, eu tô treinando, não é hora de treinar, é hora de mandar fazer, não tem tempo pra treinar. Então, mas os dois são necessários ao ponto de...

Há alguns anos atrás, na minha outra jornada de transformação, que foi depois de um pedido de divórcio e tal, é outro testemunho, Deus foi me dando outras ordens. E acabou que o meu coração se dividiu.

Eu passo o dia na empresa, mas eu não olho só mais pro business. Eu olho pra missão também. Então, eu tô focada no podcast, eu tô focada no YouTube, eu tô focada nos livros que Deus mandou escrever, nas conferências. Isso demanda tempo, vocês sabem disso. Isso demanda tempo. E, final do ano passado, o Paulo teve uma conversa, eu tô numa mesa e disse assim, olha pra mim. Ou você volta pro negócio e eu fecho esse negócio. Eu não consigo sem você.

Se eu tô aqui, não, você não tá aqui. Seu coração não tá mais aqui. E eu tô nessa fase. Eu disse assim, ok, Senhor. Se o Senhor me quer nos dois lugares, se o Senhor me capacita, eu preciso de uma estratégia sobrenatural. Porque Deus não tirou nenhuma das coisas da minha mão. E as pessoas tinham um sonho comigo. Dizendo assim, o Senhor mostra a mesa. E eu sei que você começou aqui no bastidor.

Pedindo pra ela abrir a boca. Só saiba que a sua sócia, na hora que ela fizer isso, o coração divide. Porque ela entende o novo propósito. Certo. E vai dividir, tá tudo bem. Você só tem que entender isso. Aí uns amigos chegavam e falavam, Paulo, você botou ela nesse lugar. Não tem como o coração ser dividido. Aí pessoas tinham sonho dizendo, Camila, eu vejo a mesa do teu escritório. A tua mão em cima dela parada. Olha isso. Eu sou ok, senhor, já entendi.

Te peço perdão. Então agora me capacita. Porque o senhor mandou abrir a minha boca.

E o senhor mandou eu tocar o meu negócio, dizendo que eu sou a coluna do negócio. Meu marido disse que se eu não estiver dentro, é que fecha. Só que eu vou viver tudo que eu tenho, vou cumprir minha missão de outra forma. Eu não dou conta desse negócio sem você. Então, estou sendo esticada de novo. É uma nova fase. Essa é a tua fase agora. Essa é a minha fase. E eu estou dentro da empresa.

O senhor tá multiplicando as horas. Lá no futuro, no próximo podcast, eu te conto como é que eu vou sair dessa. Porque ele não tirou nada. Ele só aumentou os sextos. Entendeu? Eu, cara, eu me...

Eu me... Não é compadeço, é... Eu me identifico com o Paulo. Porque foi muito parecido tudo. Larissa trabalhava numa plataforma de petróleo. Engenheira. Larissa passou em primeiro lugar na escola. Larissa passou em primeiro lugar. Eu tô rindo porque eu tava... Isso tá muito engraçado.

Posso ir em primeiro lugar na faculdade. Larissa gabaritou. Foi a primeira a gabaritar na escola, porque a gente era do mesmo clube de natação. Um dia eu cheguei para a Larissa e perguntei assim, amor, você nunca colou? Ela, nunca. Só uma vez eu ia colar. E quando eu fui colar, eu li e vi que estava errado. Pois é, amor. E você está entendendo o porquê os três filhos, a dor deles, a sua dor, o dor do negócio, para uma mulher que foi de alta performance a vida inteira? A vida inteira.

Então, para ela é cinco vezes pior que qualquer pessoa que está com isso. E aí eu comecei a jornada, estou lá no desenvolvimento pessoal, no empreendedorismo, mentoria para pequenos empreendedores da Baixada Santista, educadores físicos lá no comecinho.

A gente casou e ela uma baita de uma gestora, caminho para ser gerente, plataforma de petróleo, uma carreira internacional, morou um ano em Singapura, uma profissão prioritariamente masculina. Então ela tinha uma energia masculina e ela me ligava, ela me ligava, eu estou crescendo, eu estou crescendo, eu estou crescendo. E teve um dia...

Muito confortável, né? Neste lugar. E eu, pô, minha engenheira inteligente, esperta, matemática, numérica, pragmática, eu preciso dela. E minha carreira crescendo. E um dia ela me liga e falou, pô, eu fiz uma... Eu ajustei hoje um processo aqui na empresa, eu economizei um milhão e meio de dólares e ninguém me deu um parabéns. Ela tava frustrada. E eu, vem pra cá que eu te dou parabéns todo dia.

Vai ser todo dia. Foi te encontrar, vai falar parabéns, tu nem fez nada. Eu falei, cara, pega esse cérebro e coloca... Que é teu. Não coloca no que é teu. E é assim, né? E aí ela veio, foi difícil. Ela já veio, já querendo fazer as coisas do jeito dela. Essa energia masculina quase acabou o meu casamento. Eu falei, calma, calma, calma. Ela, tu tem que fazer desse jeito e desse jeito. Eu falei, ô, ô, ô, calma. Aí, calma.

Foi bem difícil no começo. Calma, calma, calma. Ela já queria sair mandando. Eu falei, não, não, eu já estava aqui. Eu já estava aqui. Tem um presidente aqui, né? Tem um presidente aqui. Não, porque eu não concordo com isso. Não, mas você não concorda? Então... Vamos conversar. Mas você não vai falar na frente dos outros. Você vai falar na frente dos outros.

E falar uma frase de cliente. E uma vez a gente estava num evento, num retreat, numa imersão em Itanhaém. E aí um cara levantou a mão assim. Como é que é trabalhar com o Joel? Como é que é ser esposa do Joel? Um cliente. Ela falou assim, olha só, eu não entendo vocês. Eu não sei porque vocês fazem as coisas erradas. Eu não sei como é que vocês pagam para o Joel para tomar bronca dele. Eu falei, ufa! Falei, opa! Falei, lasanha, rapidinho. Deixa eu te falar uma coisa.

O nosso trabalho... É exatamente isso. Por acaso, só paga pra isso. O pessoal paga pra orientar e... Se exortado. Então foi difícil no começo? Beleza. Depois encaixou. Entendeu? Entendeu o papel dela? Ela foi nadadora. Ela nadou num esporte. Ela praticou um esporte que era sozinho, individual. Ela ia pra competição. O treinador falava pra uma atleta. Ela era muito jovem. Ela ouvia...

E ela conta que no PAN de 2007, que foi no Rio de Janeiro, ela tinha 17 anos, ela era novinha. A gente era do mesmo time de natação. A gente se conhece há 22 anos. Uau! 22 anos. Então a gente foi da mesma equipe. Mesmo treinador. Mesmo treinador, mesmo time de natação, tudo. E eu lembro que no PAN de 2007, que foi no Rio de Janeiro, tinham duas nadadoras, ou três, que tinham muitas chances de ir para o PAN do time. Ela era a quarta.

a chance dela era baixa. Então o técnico, o nosso treinador na época, falava pra uma menina e pra outra. Faz assim, faz desse jeito, faz desse jeito, faz desse jeito. E ela, não falava pra ela, mas ela ouvia. E ela fazia. E cara, adivinha? Ela foi poupar. Ela entrou na vaga. Então ela foi criada assim, Camila.

E tem um momento na empresa, ela fala, presta atenção, João, as pessoas já tem que saber fazer isso. Eu falei, então, tu veio do esporte individual. Hoje tu não é a mais atleta, hoje tu é a treinadora. Tu tem que ter a cabeça aqui do time. Isso foi uma mudança difícil para ela, para mim e para nós. E chegou um momento que ela também deu basta. Ela falou assim, eu vou sair. Quando ela falou que ela ia sair...

Eu pirei, eu falei, cara, se você sair, esse negócio arruina. O negócio desmorona. Porque você é a pessoa do financeiro, você é a pessoa do contábil, você é a pessoa do jurídico. Eu mal olho os contratos, porque você olha os contratos. Eu não leio as negociações no detalhe, porque você lê as negociações no detalhe. E também porque o teu perfil, como o do meu marido, se dá muito desprazer.

É, tipo essa energia. É isso, é isso, é isso. É desse jeito, dá muito prazer. Anteontas a gente estava numa reunião que começou um assunto muito burocrático, porém importante. Aí entrou e... Peguei o celular e comecei a olhar o relógio.

Mas aí depois eu fiz um comentário. Que inclusive... Que começou a dar relógio. Depois eu fiz um comentário. Eu falei, olha só. Que inclusive o Paulo tá num grupo de relógio que eu coloquei. Não sei se ele te falou. Ele ama relógio. A gente ama relógio. Ela, um papo lá. Eu... Deixa eu dar um reloginho. Mas aí depois eu tive que fazer uma... Eu tive que fazer... Depois... Foi antes de ontem. Eu tive que fazer uma autoanálise. Eu falei, calma.

Que bom que ele é assim. Porque ele me dá espaço. Porque eu posso colocar tudo que eu tenho. Só que assim, na hora que eu tava olhando eu falava... Eu tive que fazer uma autoanálise.

Por que você não está prestando atenção? Na minha cabeça é... É que você era eu. Preciso da sua atenção. E aí ele fala isso. Ele fala, mas você estava me representando. Ela consegue ter isso, isso, aquilo, tal, tal. E num detalhe, Camila. Você pá, pá, pá, pá, pá. E eu só vendo aqui ele no celular, eu falei... Ah, não. Deixa eu dar um reloginho aqui. Deixa eu dar uma olhada.

Nossa, cara, legal esse cartier. Vou comprar um relógio pra ela. Nossa, esse cartier. Que lindo. Vou dar um cartier novo pra ela. Que bonito esse cartier. Entendeu? Aí já falava com o amigo meu. Pô, esse aqui, esse pateque, esse Rolex. Você também passa por isso, né? Você também, né? É exatamente esse tempo. Mas eu dei também um intimato, assim. Quando ela... Foi assim, ela falou. Ela falou pra empresa. Eu vou sair. Porque eu não achei que ela ia falar. E ela falou. Publicamente. As pessoas choraram.

No outro dia eu falei, Lálas, rapidinho assim, olha só, você pode sair, mas só fica na área financeira, por favor, só fica no financeiro, porque eu vou ficar com um receio, se alguém enganar a gente, e se der errado, e se passar alguma... Foi na época dos filhos? Foi. E ela voltou. Tá, tá bom, eu volto aqui.

Mas é aquele pedido de socorro, né? Porém agora está tendo um chamado. Está tendo um... Por isso que eu estou lhe dizendo aqui. Só para você saber. Porque meu marido me botou e depois o que é que eu fiz comigo? Mas esse chamado não é só assim, não. Do jeito que o Paulo diz assim, fui eu que botei. Mas eu sei que ele ouviu e obedeceu também. E eu vejo isso. Pois é. A gente está nessa fase. Como a gente está aqui num papo...

de mesa, tudo bem que tem milhões pra gente assistir, mas a gente tá na boa, e esse é o clima que a gente quer realmente provocar aqui, eu sei que, sei lá, falar, eu já sei, e eu tô super comprometido em fazer parte disso, eu me colocaria tranquilamente numa situação e eu vou fazer parte disso,

Pra ajudá-la mais do que a mim. Sabe? Ser intencional. Eu quero te ajudar muito. Eu quero que você tenha muitas pessoas. E eu vi que o Paulo fez isso contigo. Só que aconteceu contigo uma coisa que eu cheguei a pensar e talvez isso tenha acontecido. Você é hoje a mulher mais influente no mundo das mulheres no Brasil, na minha opinião. Eu acredito.

E você encheu lugares mais do que o Paulo encheu. Só que por que mais que o Paulo encheu? Porque você só colocou mulher. O Paulo entre homem e mulher, mas você só colocou mulher. E eu vi uma força bruta da natureza, chamada Camila Vieira. Ela falou assim, olha isso.

E a tua presença no palco. E a tua filha. E pisando firme no palco. Ela pisa firme, né? Ela pisa firme, pô. E galera, pra ser assim, desse jeito. E aquela loucura. Aquilo eu falei. Sabe o meu pensamento? Olhei e eu falei. Eu acho que eu tenho uma leoa dessa também, cara. Eu tenho de casa aqui. Eu acho que eu tenho também.

Acho que tem uma... Se abrir a boca... Leoa. E acho que dá. E a gente tá dizendo... É, é. Mas eu tenho uma coisa que provavelmente você passou por isso também. E que eu acho que é o meu... Minha zona de conforto, assim, sabe? Porque eu vejo ele fazendo e eu sei da entrega dele. E eu falo, mas...

agora, será que eu tô disposta a fazer essa entrega igual a dele, entendeu? Porque eu sei que ele abre mão de muitas coisas. Eu sei que, tipo, é desafiador pros dois. Eu sei que é um...

Um lugar que, poxa, sabemos das batalhas, né? Que é Itali. E aí eu falo, tá, mas eu acho que agora ainda não, sabe? E aí eu tô nessa, assim, tipo, e as crianças? Eles ainda são muito pequenos. E aí eu tô me... Pede então um conselho pra Camila. Deixando. Pede um conselho pra Camila. Aqui? Agora.

Aquelas, me ajuda. O conselho. Camila, me ajuda. E o que vocês não viram foi que antes de ligar as câmaras, ele perguntou, Camila, você acha que a minha mulher tem que abrir a boca? E eu não disse sim, eu disse óbvio, né? Até porque eu entendo que o chamado que Deus me deu, amigo, não é sobre mim. É sobre outras mulheres que serão muito malas do que. Pronto. Acabou. É uma ativação para que ela levante um exército de mulheres que se colocam para serem curadas.

transformadas e posicionadas. Não o posicionamento doentio que o mundo prega, mas os posicionamentos... Vou repetir. Não o posicionamento desfuncional, competitivo com o homem, destruidor que o mundo prega. Certo. Mas que mulheres se levantem, né? Para serem, de novo, íntegras. Saradas.

e que cumpra os seus papéis, cada uma tem um específico. Eu não consigo chegar onde a Laura chega. Eu não consigo chegar onde a Bianca, que está me filmando, ali chega. Para cada um, o senhor tem uma plataforma, uma unção, uma estratégia, uma capacidade, uma unção. Só que tem muita gente estilando doença. Tem muita mulher ferida abrindo a sua boca para virar uma referência disfuncional. Exato.

Né? Então, e aí ela pediu um conselho. Enquanto ela falava, eu tava aqui perguntando, o que que eu posso dizer? Eu vou te dar o meu testemunho. Porque eu acho que testemunho carrega ativação. Todo testemunho promove um ambiente de... É lindo, né? A palavra testemunho em si, né? É isso, é isso. É muito maravilhoso. Existe uma história na Bíblia, gente, Salmo 78, que conta que o povo de Deus tinha um comando de Deus.

E ele disse assim, Deus deu uma ordem, vá naquele lugar porque eu já te dei aquela vitória. Uau. Só que o povo esqueceu os testemunhos e teve medo. Pra você.

O povo teve medo. Ele esqueceu quantas vezes Deus já tinha trazido provisão, alimento no deserto, nuvem na sombra, coluna de fogo no frio, quantas vitórias ele já deu que chegava lá os inimigos sozinhos se matavam. Então, o povo esqueceu o que o Senhor já tinha feito. E por isso não avançou e perdeu a graça.

E esse é a mágica do testemunho. Ele liga na mente humana uma referência daquilo que Deus já fez, que vai fazer de novo, ou vai fazer muito maior. Mas isso não é o desejo do meu coração. Tem que ser a vontade de Deus. Exato, exato. Aí vamos lá, vou te contar qual é o meu testemunho. Joel, a última coisa, o diálogo dela aqui é, eu não sei se você percebeu, mas com muito amor e respeito ela se comparou a você.

Esse é o discurso. Eu percebi com muita sutileza. Ela foi muito sutil. Mas ela se comparou a você. E eu também vivi isso. Subir no palco do posto Paulo Vieira não é pra qualquer um não, amigo. Ele é bom. Ele é muito bom.

Né? Então, e eu nunca tive essa intenção. Ter esse zero. Nunca pedi palco, pelo contrário, eu fugi. Minha narrativa é eu sou a mulher dos bastidores. Eu tô aqui pra fazer e cumprir a missão dele. Não tenho nada a ver com isso, não gosto. Porque eu não tenho problema em falar em público, não. Eu sou fazedora, eu faço o que quiser que eu faça. Ela também. Nós somos performáticas, então a gente treina até se tornar e a gente faz qualquer coisa.

Mas eu não tinha interesse, eu não tinha motivação, eu não queria aqueles olhos pra mim, eu não queria nada daquilo.

E aí, à medida que eu entrei, né, ele teve o pedido de divórcio em 2017, ele me deu tempo, ele disse que íamos organizar tudo até os 15 anos da julho, ou seja, eram os oito meses. E nesses oito meses eu entrei numa busca desesperada para não perder o meu casamento. Camila, era só porque você amava o Paulo? Não. A verdade é porque eu me achava boa demais para fracassar no casamento. Essa é a verdade.

O orgulho de não fracassar no casamento me fez entrar numa jornada de transformação do meu caráter. Depois, ao longo dessa jornada, eu entrei em um novo nível de relacionamento com Deus. Agora não era só mais pelo homem que eu amava, pela minha família, é porque eu queria agradar o coração de Deus. E aí, ao longo dessa jornada, eu comecei a ser cutucada. Você está dizendo que ela está sendo provocada, né? Ela está sendo cutucada.

Eu comecei a ser cutucada. Deus começou a usar pessoas, né? Se o Senhor manda, te dizer, abre a tua boca.

Eu vou falar o quê? Eu tenho espada de divórcio na minha cabeça. Qual é a moral que eu tenho que falar? Eu não tenho o que dizer. Eu vou falar o quê? Amiga, eu não tenho ideia do que eu vou falar. Você ainda está dizendo, vai falar de negócio. Você é uma referência para o meu negócio. É mesmo. Mas no meu caso, era dizer assim, não é para falar de negócio, não. Falar do que eu estou fazendo na sua vida. Vai lá, abre a tua boca. Eu sou imunda. Eu não sou digna.

Eu tô descobrindo que eu era a mulher maravilha que eu pintei pro mundo inteiro que eu era. Na verdade, eu não sou essa mulher. Eu tô agora tentando me curar. Como é que eu vou abrir a boca enquanto me cura? Então, Deus tem esse método pedagógico. É igual o leproso, cai nos pedaços do corpo todinho. Eu disse, vai lá, mostrar pro sacerdote, eu tô todo leproso, vai lá. Que enquanto você obedece, eu te curo.

E foi exatamente isso. Enquanto eu me obedeci, curei. Então, Laras, olha pra mim. Se o Senhor tá te colocando, você não vai se comparar com o seu marido, porque a unção que ele vai dar pra você é totalmente diferente da vida. A graça que ele vai dar pra você é totalmente diferente pra ele. A autoridade que vai sair da sua boca é totalmente diferente da vida. E você vai chegar em corações que não se conectam com ele. E aí vocês dois juntos.

A família cumpre uma missão linda. Né? Camila, e como é que a gente não se compara? Não sei, é problema da situação. Tu vai subir umas 20 vezes no palco se comparando. Na 21ª você diz, ok, sim, eu já entendi. Somos diferentes. Né? Só se move, amiga. Eu tive que me mover com... Literalmente. Com muitas frases ruins ao meu respeito. Ditas por você mesma.

Por mim, pelo meu marido, que estava muito machucado. O olhar dele para mim era de um homem ferido. Então, eu não tinha nem a admiração. Eu tinha a admiração por muitas coisas. Foi o checklist dele, ele diz, como sócia, não vai ter outra igual. Como mãe, você é brilhante. Como filha, como nora, você é muito melhor do que eu como filho.

Mas como esposa, eu cansei de ser desonrado, desrespeitado, humilhado na frente dos meus funcionários quando você chegava lá. Porque você não faz perguntas, você chega desautorizando, né? A sua forma de ser independente, de ser autossuficiente. Eu não aguento mais conviver com isso. E esse posicionamento dele, por não tolerar mais isso, foi a ferramenta que Deus usou pra mudar o meu caráter e me conectar com uma missão que eu nem sabia que era pra mim. E durante muito tempo eu tive que obedecer sem me sentir digna.

Ele fez desse jeitinho que você está vendo? Desse, literal. Numa mesa não foi briga. Mas ele tinha dito... Antes? Ele nunca falou do divórcio. Mas ele muitas vezes tentou me exortar. E... O orgulho e a cegueira. Amigo com 12 anos, eu fiz uma promessa.

né, eu disse, não era uma promessa pra santo, tá, gente? Foi uma promessa pra mim mesmo, ia ser a mais perigosa de todas. Eu disse, a partir de hoje, ninguém nunca mais me critica pelo meu desempenho. Você tinha 12? 12 anos. Uma cena com a minha mãe, né, onde nós mudamos de cidade, cheguei na minha mãe, na frente da minha mãe é uma pessoa que sempre viveu pros filhos, mas é uma mulher muito amarga.

Hoje eu vou transformar. Graças à nossa jornada. Transformar. Mas era uma mulher muito amarga, muito ferida, muito dura, muito julgadora, muito não amorosa, muito rígida. E eu lembro que eu pedi para ela na frente de toda a família que eu queria estudar na escola das minhas primas. E ela abriu a boca para dizer, eu atravessar a cidade para uma vagabunda estudar? Na frente de todo mundo. E naquele dia, sabe, um silêncio.

E aí meu tio, o irmão dela, o único irmão dela, me tirou do canto, olhou pra mim e disse assim, filha, se você voltasse à aluna que você sempre foi a vida inteira. Porque ali dos 11 para os 12 anos eu dei muito trabalho pra estudar. O contexto que eu vivia dentro de casa, pai vivendo todos os dias, muita briga, rumores de adultério, uma confusão, né? De novo, a gente nasce íntegro e a vida vai nos dando fraturas, né? Eu olhei pra ele, no fundo os olhos dele sentiu, a partir de hoje ninguém nunca mais me critica pelo meu desempenho.

E eu virei a melhor aluna da sala a vida inteira, passei em oitavo lugar no vestibular, a...

Uma mulher de alta performance, assim como você narrou a sua esposa. Eu sempre fui uma mulher de alta performance. Mas não era pelo valor que eu tinha. É porque eu precisava provar que eu tinha valor. Entendeu o que a gente fez? Entendi. E quando a gente se move fazendo coisas certas pelo motivo errado...

O guia não é a integridade. É exatamente aquilo que eu não acho mais que eu sou capaz. Então, foi nesse estágio, amiga. E ele via me dando feedback. Só que ele me dava feedback e eu calava ele. Eu calava o feedback dele com as minhas virtudes. Ele dizia, olha como você foi desonrasa naquela reunião. E eu dizia, se não fosse eu, a empresa estava quebrada. Se não fosse eu, ninguém olhava isso. Aí eu calava. Eu tinha um pacote de historinhas que justificava todo o meu mau comportamento.

Então eu não ouvi o feedback. E quem não erra, não aprende, né? E ele disse, eu perdi as esperanças. Você nunca tá errado, então não vai mudar nunca. Era esse o cenário. Então quando o meu id, o meu cutucar, foi exatamente onde eu disse assim, meu Deus, eu vou abrir o povo e falar o quê? Eu sou uma miséria de mulher. E foi assim que Deus falou comigo. Bem forte mesmo. Então, filha, você é muito melhor do que eu. Você sabia dessa história dela? Não.

Eu sabia da questão. Eu sabia. Exato. Flash, flash, flash. Eu sabia. Isso é, é, é. Mas é... Você é muito melhor do que eu. E aí o Paulo veio, e veio na boa, e sem briga, e só deu... E falou, é isso, tá decidido. Se posicionou no valor que ele tinha, ele se chama. Te amo, não sei como vai ser minha vida sem você. Eu não tenho pra onde ir. Eu não vejo a minha vida sem você. Mas não dá mais. Eu não consigo, eu tô aduacendo, eu tô morrendo.

Eu tô sofrendo, eu tô adoecendo-se do corpo, dor no corpo todo, de tristeza. Eu não consigo conviver com a salvação. Essa mulher eu não quero pra mim. Forte também, né? É forte. É forte.

É forte. Não deve ter sido fácil pra nenhum dos dois. Mas eu digo que a misericórdia de Deus com a minha vida, com a nossa vida, com a nossa descendência, porque você concorda comigo que eu tinha escolhas? Ah, em 2017 vocês estavam bombando. E teve o Agir, né? O Paulo era gigante. O Paulo te botava de 12 mil pessoas nessa pandemia. A gente foi no curso deles em 2017. A gente subia no palco. A gente foi no curso de educação financeira.

Criação de riqueza. É isso. A gente fez isso. Em 2017. É isso. Vocês nunca fizeram o CIS, né? A gente fez isso. Fez o CIS também. Mas era a época que eu não falava, né? E aí, falava não. Quando você começou a falar? Eu subi no palco a primeira vez no método CIS, final de 2018. 2000 para 19. 2018 para o Brasil. A gente fez em 22.

Aí era uma horinha, eu não fazia conteúdo desse menino, eu fazia pequenininho, aí depois ele me deu uma manhã inteira, e agora eu tenho as três manhãs do método CIS fica comigo. Mas enfim, é coisa que só Deus pode fazer na nossa vida. E teve o seu agir, né? Sim, é isso que eu tô dizendo, eu tive escolha. Porque você concorda comigo que muitas pessoas, muitos homens e mulheres diante dessa situação, você assim, ah, quer saber da coisa?

Se você é tão bom, e eu não presto, vai ser feliz, arrumar uma mulher melhor do que eu.

A gente sempre tem escolha, né? Nós sempre temos escolha. A vida, nós passamos... Existe um estudo, né? De business que faz... Eu estou vendo que eu vejo esse número. Eu ministro sobre esse número numa palestra do IPC. Eu disse, não, gente, eu vou falar pra vocês, mas eu acho que isso é mentira.

Labusa, o nome da consultoria mundial, Museta Labusa, esqueci o nome da empresa, diz que a gente faz 23 mil decisões com uma pessoa ativa, um homem de negócio, mulher de negócio, com família, toma uma média de 23 a 32 mil decisões diárias. Sim, gente, isso não pode ser verdade.

Muita decisão. Muita decisão. Mas, amigo, a hora que o seu outro despertou pra acordar, é uma decisão. O que você come a decisão? Se você treina a decisão. Como você treina a decisão? É, escova a dente. Como você... Qual perfume que você passa? Qual é a roupa que você vai? Se você beija seu esposo, se você pula da cama sem olhar pra ela. Se você leva os filhos pra escola, se você não leva os filhos pra escola. Se você ora com seus filhos de mãe, se você não ora. A gente, realmente, acho que é isso. Exato.

É verdade, você leva pra escola, qual o caminho que você pega, se você vai mudar de faixa, depois devolve a faixa, se você vai colocar uma música. O que você vai fazendo com eles. Bota a música, não bota a música, conta a história, onde você vai estacionar na vaga. Porque tu lembra que eu fiz isso hoje. Que vaga que eu vou estacionar hoje, eu levei as mochilas dele. É isso. É o dia inteiro. O dia inteiro eu te conheço. Sim, sim, sim.

Então eu tive escolhas, mas pela misericórdia de Deus, eu acho que eu escolhi a boa parte. Escolhi virar vaso e querendo Jesus. E como é que foi, Camila? E você tomou um choque, foi chocante. E tua reação inicial foi, calma, vamos conversar? Não, ele estava decidido. Acho que foi a primeira vez que não adiantava, porque mulher tem muitas estratégias, né? Ela primeiro pede perdão da boca para fora para mudar o assunto. Putz, cara, é verdade.

Ô, Camila, tu tá aí nesse podcast só pra denunciar a gente. Mas é a verdade. Mas tem uma senha época, né? Deixa eu pedir perdão. Mas vamos, vamos acabar o assunto. Sim. Sim. Né? É um perdão da boca pra fora sem arrependimento. Sem mudança de comportamento. Depois, a mulher não fala de mim, né? Primeiro eu passei por esse estágio. Quantas vezes que ele me exortou antes. Algumas vezes que eu tava um pouquinho mais humilde, eu pedia perdão da boca pra fora.

Outras vezes eu chorava, me fazia de vítima pra acabar o assunto. Porque o homem não gosta de mulher chorar.

né? Então, outras vezes eu brigava, eu dizia assim, não é possível, você é insatisfeito, você é viciada em crítica, por mais que eu atia a narrativa da vítima. Olha tudo que eu sou, você é insaciável. Então, eu passei por todos os estágios, naquele momento, eu tive um pingo de lucidez pra dizer que se cala, porque não tem o que você faça aqui, porque a decisão tá tomada. Eu acho que foi a primeira vez na vida que eu virei uma noite, eu sou do dia.

Mas eu passei a noite chorando. Acordei de cara inchada. Não queria que meus filhos me vissem daquele jeito. Peguei o carro e fui sair. Camila, você foi pra onde? E aí, legal essa história, eu conto muito isso. Porque foi o primeiro confronto com a minha invulnerabilidade. Eu não tinha pra onde ir.

Camila, você já, né? Vivia uma mulher que andava na casa de Deus, tinha um pastor, um pastor. Por que você não foi pra lá? Pedir oração, conversar, se abrir, se aconselhar. Porque eu passei a vida inteira vendendo pra eles que eu era uma mulher perfeita.

Camila, porque você não foi pra cá, seu pai, pra sua mãe? Não. Eu sou a filha do coração, assim. Aquela mulher que eles abrem a boca. Meus irmãos, sei nem como é que eles me amam. Porque eles passaram a vida inteira me comparando. A mais velha, a estudiosa, a que ganhou dinheiro cedo, a que fez uma carreira brilhante, a que casou bem. Vocês me entendem? Sim. E aí, eu não podia ir pros meus pais. E a sua irmã? Nunca. Eu sempre fui o modelo que a bichinha era cobrada por mim.

Amiga, não tinha pra onde ir. Minhas amigas me achavam a mulher mais bem sucedida do mundo. Eu só dirigi.

Eu dirigi por umas, nem sei quanto tempo. Eu não tinha pra onde ir, eu andava, andava, chorava, e eu comecei a gritar com Deus dentro do carro. Eu disse assim, Deus, como assim meu casamento vai calar? Eu não estou entendendo nada. Pista para os orgulhosos, tá? Naquele momento eu dizia, Deus, fala com meu marido.

Espírito Santo vai lá, provoca ele, mostra que ele está errado. Que loucura é essa na cabeça dele? Da onde ele tirou essa ideia? Como assim meus filhos não vão ter uma família formada? Pai, eu não estou entendendo nada. Eu gritava com Deus. E aí...

Entrou um WhatsApp. Já era umas quatro horas da tarde, eu parei no posto de gasolina, porque eu tava com fome, eu não tinha pra onde ir. Parei no posto de gasolina. Aí entra um WhatsApp, um grande amigo, André Vitor. Você acha que vocês conhecem? Sim, sim. Amigaço nosso. Amado. Amado, queridíssimo. Amado. Ele esteve no meu dia zero. E ele me mandou um WhatsApp. Camiliano, onde você tá? E eu não respondi.

Quero te fazer um convite. Hoje à noite eu vou fazer uma oração. A gente era do Ceará. Ele morava no Ceará. Nós somos do Ceará, né? Nós moramos aqui, mas somos do Ceará. E disse hoje à noite a gente vai subir um monte pra fazer uma oração, uma vigília. E monte no Ceará é duna, né? Vamos subir uma duna. Meia-noite. Chama o Paulo. Aí eu disse, amigo, eu vou. Eu só não vou chamar o Paulo, mas eu vou.

E aí eu chamei a Júlia, minha filha. E esse é o lugar perfeito, né? Escuro. Ninguém vai ver minha cara inchada. Deixa eu chorar à vontade. Pode chorar pra cara. Posso chorar. Ninguém vai me ver. Ninguém vai me ver. E tal. Nós já éramos conhecidos. Eu menos, mas meu marido muito. Em Fortaleza, os dois já eram conhecidos, né? Eu não falava nada, mas eu era empresário. E naquele momento, amigo, tinha umas 40 pessoas nessa oração. O André Vito me tirou. Ele é profeta.

Ele me tirou da roda, me levou assim para um canto, para preservar mesmo. Ele disse assim, o Senhor manda te dizer que hoje, enquanto você gritava com ele naquele carro, mesmo nesse dia. Nossa. Enquanto você gritava com ele naquele carro, ele te ouviu. E ele manda te dizer. Foi a primeira vez, eu tinha 20 anos de convertida na casa de Deus, tá? Eu nunca tinha recebido uma palavra. Aliás, tinha. Seu Deus sempre disse que os meus filhos eram dele, não eram meus.

Era a palavra que eu recebi. O Senhor manda te dizer que os teus três filhos são dele, não são dele. Não são assim.

E enquanto você gritava com ele naquele carro, ele te viu. E ele manda te dizer que você vai viver uma jornada que vai doer muito. Mas permaneça, porque ele vai estar com você e tem propósito. Pronto. Marco zero da minha jornada. Só que Deus não disse quando eu doei. E aí foi isso. Tudo começou a dizer. Você perguntou qual foi a minha reação? Foi essa.

solidão, descobriu quanto eu era vaidosa, porque o vaidoso não é o que se arruma, não. O vaidoso é aquele que não expõe fraqueza. Então, eu não tinha pra quem mostrar a minha fraqueza, a minha dor. 24 horas depois, eu recebo uma palavra de Deus, que diz, ó, eu tô te enxergando, e se prepara que eu vou te quebrar. E tem propósito nisso. Terceiro, 24 horas depois, eu atravessei o Brasil, a atitude, o que é que você faz gerando as suas dores?

Atravessou o Brasil, porque, amigo, eu nunca tinha sentado no curso do meu marido como aluno.

Nunca. Lala, sabe o que eu dizia? Se eu sentar, o curso não acontece. Porque é quem cuida do cliente, quem cuida da experiência do cliente, quem vê o coffee break, quem vê a apostila, quem vê tudo, quem faz reunião com o time, quem prepara o pitch, quem tá, tá, tá, tá. Orgulho.

Sou boa demais pra isso. Nunca tinha sentado no curso dele como aluno. Nunca tinha aprendido com a fonte que jorra a vida que é a boca do meu marido. E 24 horas depois, eu atravessei o país e fui levantar a mão pra uma mulher, que é a minha coach, que eu olhei pro meu time e disse que pra mim quem é que me passa mais paz. E aí fui pra lá, a Margot, cheguei na frente dela e fiz uma pergunta. E essa pergunta foi um novilho que foi desenrolado, que eu acho que é o que eu vivo hoje. Eu disse, fala que mulher é essa que eu me tornei.

Me ajuda a enxergar que mulher é essa que meu marido vê em mim porque eu não reconheço essa mulher. Eu não sei que mulher é essa. E em busca dessa resposta, eu tô nove anos. Muito bom. É isso. Muito bom. Contando em três minutos a próxima. É. Que forte. Um dia eu trouxe o Paulo e ele falou uma história e eu fiquei calado. Aí hoje eu trouxe a Camila, ela conta uma história e eu fico calado.

É forte, é inspirador, é entender que, sim, existem muitas dores que a gente não consegue ver, né? Então, assim, eu enxergo hoje você e falo, nossa, olha tudo que ela já passou, assim, né? É isso. É inspirador, assim. Obrigada por ter compartilhado esse conselho.

Obrigada por... É, foi um conselhão. Ele é super, né? Foi um conselho, um relato, um testemunho. Teu testemunho primeiro me ajudou, tá? Já vou tomar uma decisão de uma coisa aí que eu tenho que fazer. Amém.

Já tomei. Só vou agir, né? É a atitude agora de agir. E aí, amigos, pra terminar o testemunho, fui buscar ajuda emocional, fui beber da fonte, que jorrava do meu lado, mas o meu orgulho não permitia, né? Que era o meu marido. Fui beber da fonte, não dava pra beber da boca dele, do lado dele, porque ele tava machucado, então eu fui pegar alguém formado por ele. E fui fazer coaching, entrei numa jornada, não li tanto na minha vida.

Eu nunca fiz tanta ferramenta. Eu acordava correndo e as vozes vinham dizendo. E tem mais. Primeiro eu cheguei cega.

Depois eu comecei a tirar as escamas dos olhos. Aí você não tá entendendo pra que lugar eu fui. De culpa. Eu disse, caraca, eu sou muito pior do que ele queria. Ele vê uma versão, ele não vê a motivação do meu coração. A motivação do meu coração é corrompida. Eu só queria reconhecimento, eu só queria aplauso, eu só queria validação. Eu continuo sendo a criança que foi criticada, eu só queria elogio. Então eu fiz um monte de coisa errada na minha vida, um monte de coisa certa. Muita coisa certa, eu não fiz pelo motivo certo.

Eu fiz pela fratura da minha alma. E nesse lugar de buscar reconhecimento, validação, teve muitos bons frutos, mas muita coisa errada. E aí eu fui para um lugar de culpa, de não merecimento, aí eu corri, amigo, eu corri os oito quilômetros, os dez quilômetros, chorava, as lágrimas dizia assim, eu sou santa, eu sou sábia, eu sou humilde, eu sou uma mulher que edifica a casa, eu só faço o bem, eu não faço o mal ao meu marido. E eu saia declarando um monte de desvetivo e as lágrimas correndo, porque não era isso que eu via em mim.

E depois, eu ia pro meu mural da vida extraordinária, as ferramentas que ele ensina. Aí eu fazia o meu mural, eu botava lá um par novo de alianças, eu botava o vestido de noivo, eu dizia que ia ter relação. E no dia de manhã, ele falava de divórcio. À noite, a casa ia dormir, eu ia pro mural, e eu dizia, eu fechava os olhos, eu me via ele pedindo casamento de novo, eu via ele dizendo que eu era a mulher que fazia ele feliz, que ele era a mulher sábia, que edificava a minha casa, que eu só fazia o bem, que eu nunca fazia o mal. Eu visualizava cada palavra, amiga, eu tenho vivido tudo.

Que eu declarei, profetizei, mas não foi o dia da noite. Eu passei pelo tempo do processo. Eu passo, tá? Eu tô nesse lugar. Eu digo que pra casa... Sabe qual é a metáfora da minha vida que eu aprendi? Acho que é de todo mundo. Sabe, Atari. Tu lembra do Atari? Lembro. Vocês são muito mais novos que eu, né? Não, mas a gente jogava Atari. Enduro.

É, e aí vem, né? Pac-Man. Pac-Man. Aí, mas o Pac-Man é uma boa metáfora, porque no começo vai tudo devagarzinho, né? É. Aí vem um inimigozinho, outro inimigozinho. Aí, à medida que você vai passando de nível, opa, o negócio fica mais rápido. Aí o next level da vida tá animado. Então, assim, quando eu penso que já, opa, tá tudo dominado. Aí vem, vem de lado, vem de esquerda, vem ataque de cima, de todo lado, que o senhor já tem de calma, mais perícia, mais foco, menos distração. Agora não posso perder o tempo do jogo.

E é isso. E é nessa jornada que eu tô há nove anos. Então, quando você viu aquelas milhares de mulheres reunidas naquele ginásio, é fruto de uma jornada de se fazer de novo. Amém. Que continue, né? Que ser quebrada. Que continue. Olha o resultado, né? Continue. Olha o resultado. Caramba, amor. Amor, faz uma pergunta pra ela. E aí, ela faz uma pergunta pra você.

Eu acabei de fazer uma pergunta pra ela. Só quero dizer que sua esposa é linda. Ah, muito obrigada. Seu olhar é lindo. Sabe que um dia desse ela me emocionou na academia, né? Ah, é? Porque a gente conversa muito pouco, a gente se viu muitas poucas. Nós nos vimos muito poucas vezes, né? Nos vimos pouquíssimas vezes. E nunca assim, em paz. De mesa, né? E a última vez, acho que foi a única que eu levei na Ironberg, ela foi até onde eu tava e ela me deu um abraço.

E ela falou alguma coisa, ah, você edifica a minha vida. Ela falou alguma coisa assim que eu não esperava. Eu tava. É que eu sou muito seguidora, eu sou muito seguidora. Mas eu não sabia, né? E eu olhei, eu vi tanto amor e verdade no olhar dela, que ela saiu, eu covei a minha cabeça fazer uma oração, Espírito Santo, você entrou aqui no meu coração de uma forma tão linda. Que mulher linda. Então, obrigada. Muito obrigada.

E, assim, eu realmente acompanho, assim, o que você posta. É muito edificante, assim, e... É o meu perfil, né, gente, assim, de não comentar, de não tá ali tão presente, que a gente sabe que existe. Mas vem aquela frase, né, de que continua, porque você inspira muitas pessoas, né? E é muito isso, assim, é muito bonito. A jornada é muito bonita, tipo, ver as pessoas falando de você, eu adoro, assim. Alguma pessoa fala assim, você que é Camila? Eu falo, sigo. Ela é aquilo mesmo? Eu falo, é. Tipo assim...

Eu não sou tão próxima, mas ela é aquilo mesmo. Porque, assim, ela também faz isso em mim, assim. Então, é uma jornada maravilhosa, assim. E eu sei que deve ter muitos desafios. Tem muitos desafios. Mas continua. Amém. Amém. Amém. Ele deu a ordem, ele sustenta, né? É, com certeza. Com certeza. Pergunta, amiga. Bom, uma pergunta. Acredito agora que é um momento que eu venho muito. A gente já falou de business. A gente já falou de casamento. De filhos. Assim, é.

E hoje eu tô numa posição diferente, porque os meus filhos têm seis, quatro e três. Você já tá agora no momento... Eu vou ser vó! Que vai ser vó! Que coisa linda! Nossa, como eu já amo essa criança só com a notícia, né? Ai, que coisa linda, que coisa linda. Realmente deve ser muito especial, né? E os meninos, os dois mais velhos, né? Tem o loirinho. É, o sucessor. Que ainda tá...

É, ali numa fase, né, que precisa de muita atenção ainda. Lógico, acho que a minha mãe, há três anos atrás, quando o Pedro nasceu, eu pedi ajuda, porque eles eram a diferença de um aninho. E eu liguei pra minha mãe e pro meu pai e falei, mãe, eu preciso de ajuda. E aí eles vieram morar com a gente, ficar dando todo apoio. E aí um dia, conversando, eu falei, mãe, né, os meninos dando aquele trabalho, mãe, quando passa? Daí ela olhou pra mim e falou, você tem 36.

passou, né? E aí eu falei... Eu tô aqui te ajudando. Exato. E ali, aquilo foi tão assim, sabe? Um bálsamo que eu falei, tá, isso é ser mãe, sabe? Assim, obrigada por estar aqui. Obrigada por se doar o tempo, porque eles pararam tudo pra ficar com a gente, né? Que lindo. E, assim, acho que o que eu posso te perguntar, assim, é...

os desafios de colocar eles no caminho, sabe? Eu acredito muito, a gente acredita muito que cada um já nasce, né? Já é uma árvore plantada. Nosso objetivo é podar. E existem N formas. Então, existe aquela árvore com uma copa gigante. Existe aquela que é só um fininho. Existe aquela que vai para o lado. Existe aquela que é trepadeira. E como identificar isso, assim, e fazer intencionalmente... Excelente pergunta.

O que cada um precisa, sabe? Eu costumo dizer pra mim. Muito bom. Eu costumo dizer pra mim que a maior missão de um pai e de uma mãe não é... não é colocar os teus filhos no molde. É só não atrapalhar o molde que Deus deu. É isso. Com o que Deus já mandou perfeito. Muito bom. Amigo, e a gente ficar indo botar numa caixinha porque a gente entendeu que o bem-sucedido vai ser aquele que sabe isso, que fala esses idiomas, que estuda nessa escola. E Deus disse, cara, só não atrapalha aquilo que eu já coloquei no teu filho.

Porque quando eu olho para os meus filhos, eu vou responder essa pergunta com a prática, né? A Júlia tem 22 anos. Qual é o perfil da Júlia? A Júlia é uma influente 90, tá? Dominante. Extremamente focada e foi a vida inteira. É fácil educar a Júlia.

Porque a Júlia é avião. Né? Então, o avião a gente não precisa empurrar. A gente só precisa de vez em quando ajustar a rota. Ei, ei, ei, ó. Uma pessoa de caráter caminha assim. Uma pessoa que tem os seus valores não pisa nesses lugares. Então, o nosso papel é pegar o avião e dizer, ó, essa rota é certa, essa rota é essência, é o papel. A gente só não precisa destruir. Camila, como é que uma mãe destrói um filho? Destrói um filho quando ele não se sente amado. Quando não tem palavras de validação.

Quando tem adjetivo, lembra os post-its? Mentiroso, vagabundo, briguessoso, desorganizado, desatento. Esse é desatento, esse tem dislexia, esse tem TDAH, esse não tem nada, ele é perfeito. Tem algum diagnóstico, não fica repetindo pro teu filho. Se tem que dar medicação, medica, mas não reforça senão a identidade dele não é o que ele é. E aceitar os outros falarem, que pra mim é o que mais, eu tenho mais atenção. Alguém chega e fala, qual é o mais levado? Nenhum. Nenhum. Eu falo, nenhum.

São perfeitos. É isso. É isso, assim, da gente se posicionar também nisso, assim, né? De protegê-los. É, tem dois vídeos. Tem um vídeo meu que viralizou que eu... De que não tem nada comigo. Eu não tenho um amigo, eu não tenho um real de tráfego nas minhas redes sociais.

Zero. Não tem. E nunca teve. Quando Deus quer, ele sopra. Quando Ele não quer, ele para. Em época que tá ótimo, tá tudo bom. Eu não tô comunicando o que o senhor quer. Se o senhor quiser falar comigo, também tá tudo bem. Deixa eu descansar, né? E teve um vídeo meu. Muito bom. Teve um vídeo meu que chegou a... Bianchi, hoje tá o quê? 72 milhões de visualizações? Uou. 72 milhões com stories. Um use, um corte. E o que é que eu falo nisso?

Eu exorto sobre a teoria da praticidade de criação de filho hoje, onde deixa o filho chorar até dormir no berço, apaga a luz e ele vai se acostumar. Eu vejo, eu vejo. Só esse vídeo trouxe 600 mil novos seguidores. Você entende que não tem nada a ver comigo?

O Senhor, Deus Todo-Poderoso, aquele que eu sirvo, soprou isso porque ele queria comunicar isso ao povo. Porque se o ser humano foi feito para o amor e para amar, e se você não quer ter trabalho e não ter filho... Exatamente, concordo. Então, para de deixar o teu filho berrando, porque se você está com medo, você quer o quê? Proteção, o filho tem que chorar sozinho com medo. Então, voltando para a sua pergunta, Camila, como é que a gente cria filho?

A gente só não destrói a identidade que Deus já deu. Entenda que eu tenho um avião.

Mas eu tenho outro que anda no slow motion. Vocês têm um motion também diferente? Os três são diferentes. O Matheus é o estável. O mais inteligente, rastro, que é ir da casa, é o Matheus. Ele nunca se esforçou pra estudar. Também nunca deixou o meu na escola. Ele pega tudo muito rápido. O Matheus tem borogodó. Se o Matheus sentar aqui, Joel, você vai olhar pra ele e dizer, cara, me apaixonei por esse menino. Calado.

Ele tem uma luz. Ele tem uma luz. Ele é generoso, ele é servidor, ele vai abrir a porta pra ela e vai puxar a cadeira pra ela sentar. Nunca foi ensinado isso, não, tá? Ele é, ele tem um coração nobre. Existe uma palavra de prosperidade sobre a vida dele. Mas ele é a lei do menor esforço. Fortão, bonito, musculoso. Come, precisa esforço pra comer porque é seco. O cento de gordura viciar a 1%. Tem graça. O outro é um dominantão. O lourinho.

Dani, vá dormir agora. É isso, mãe. Eu vou dormir agora. Porque ele tem que dar a última palavra. Entendeu? Um dominatão. Que teve que ser... Nasceu orgulhoso. Teve que ser domado. Não pedia perdão. Não reconhecia que errava. Não pedia ajuda. E... E desde que se entende por dentro disso. Eu sou o sucessor do Paulo Vieira. Matheus vai trabalhar pra mim. A Júlia não quer nada a ver com a nossa empresa. Eu sou o sucessor.

E desde dois anos ele sabe, dentro do método CIS, a hora de botar cada música, ele sabe o papel de cada funcionário dentro, ele diz assim, isso aqui está errado, isso aqui está errado. Então, eu só preciso não atrapalhar o que Deus já fez com meus filhos. E não atrapalhar dando o básico, o seu irmão precisa. Eu preciso amar? Eu preciso proteger? Eu preciso dizer não? Na mesma profissão que eu digo sim, eu não posso ter medo, você não pode ter medo de choro, porque mãe, a palavra de Deus é muito linda, ela é completa, né?

Ela diz assim, a mãe que entrega o filho a si mesma, passará o resto da vida chorando.

Toda criança se entrega a si mesmo. O que é isso? É aquela que não escuta não, que faz birra e a mãe cede, que a mãe promete e não cumpre, que não existe nenhum tipo de prejuízo da sua má conduta. É quando a gente não educa. Exato. Agora, só concordando com a sua mãe.

A minha filha tem 22 anos, tem dois anos de casada. Tá sete semanas de grávida, né? Agora, enquanto esse vídeo tá sendo gravado. E ela me liga todo dia, o tempo todo. Ela diz, mãe, você é a minha melhor companhia e nós somos a melhor companhia mesmo, eu sendo mãe, né? Exortando, fazendo o meu papel de mãe. E eu acho que é exatamente isso. É eu discernir cada estação. Teve o tempo em que eu precisava dizer não pra ela e botar limite.

Hoje ela tem um marido. O marido põe limite nela, não sou mais eu. E esse é o papel dele.

Mas eu estarei sempre ponta pra servir. Então, ela me ligou agora, tô de garganta, não pode tomar nada. Mãe, o que é que eu faço? Aí eu ligo pra funcionária, liga pro meu gênio e ensina ele a fazer o chá. Então, entendendo qual é, discernindo cada estação, amiga. Realmente, pra cada outra estação. Meu filho do meu faz faculdade nos Estados Unidos. Entregar ele foi um parto pra mim, literalmente. Foi muito difícil. E eu acho que é isso. Lembrar que não tem receita de bolo, que não pode faltar amor e limite.

E que não cabe nenhum adjetivo sobre a vida deles. Eles são livres para carregar a plenitude do que Deus disse a respeito dele. Lindo. Muito bom. Lindíssimo. E você, Camila, fazer uma pergunta para o Alas? Eu vou fazer uma pergunta para o Alas. Se você não quiser responder, você não responde. Esse é o clima.

Papo de mesa. Se você não quiser responder, você não responde. Esse é o clima. Mas o que veio no meu coração, assim, você ainda não está nesse novo nível que está sendo apontado e você, eu estou usando a sua frase. Você disse, Camila, quando Deus está repetindo, quando as pessoas estão sendo usadas por Deus, é porque eu já estou atrasada. Ela falou isso para mim. Ok? Você só não se moveu ainda porque você tenta controlar algumas coisas.

Eu estou falando para você como eu falo para mim, porque toda dominante conforme é controladora. Mulher é controladora.

Ele podia falar duas horas só sobre controle. E só existe controle onde tem medo. Só existe busca por controle onde existe medo. O que é que você mais teme? É. Deus. Essa pergunta daí, Deus. Porque quando a gente tem clareza do que a gente mais tem, nós encontramos uma estratégia para vencer esse nível. Sim, sim. E obedecer. O que é que você mais tem? Tem algumas coisas. Tem. Não é só uma não. É. E talvez a resposta não seja aqui. Uhum.

Eu já me fiz essa pergunta. A comprovação... Não, é a comprovação do que eu falei, porque foi exatamente a pergunta que eu me fiz. Assim, não tem muito tempo, mas assim, o que que eu tenho medo? Foi ontem. Você mandou pra mim no WhatsApp. É, então. Uau. Ontem. Uau. Ontem. É.

Ajuda ela, marido. Faz um checklist de quem tá vendo de fora. Vamos fazer o checklist dos meus. Amiga, você sabe o que dá conta. Tua crença de capacidade é nota mil. É. Pronto. Então tira essa aqui. Não, da capacidade é mil. Tira essa da caixinha. Isso é verdade. E aí você trafega com outras duas crenças. Da identidade.

E do merecimento. É. É assim, tentando trazer um pouco pro racional, eu tenho o meu receio, é que eu já sei a resposta, entendeu? Ah, ótimo! Que delícia! É que eu já sei a resposta. Já saiu a sua resposta. Pode esperar a duvidades em breve. É assim, ó. Por exemplo, me colocar no lugar... Dino, esse aí tu bota... Esse tu bota no...

de, por exemplo, assim, ó, de me de me colocar numa posição e aí naquele lugar eu falar tá, mas eu não sei o que fazer naquele lugar. Aí eu, aí na minha, né, a minha, aí vem o meu racional, eu falo, tá, mas aí eu vou aprender. Só que daí eu fico com esse receio, sabe, mas e se eu não aprender? E se eu não conseguir? Entende? Entendo.

E aí eu fico assim, não, melhor eu ficar aqui. Já tá tudo certo, já tá tudo bem. Isso aqui eu domino, né? Nessa aqui eu não sou criticada, não sou comparada com Joel. Nessa praia aqui eu sou aplaudida. Exato. É exatamente aí. É, amiga. É o lugar da exposição. É. A vulnerabilidade. Opa. Mas a árvore que dá fruto joga um pedra, tá? É. É isso aí. É isso aí. É isso mesmo. É isso mesmo. E faz parte.

Então, qual que é o teu receio? Meu receio... Assim, é porque é um receio, mas não existe receio, entendeu? Não, amiga, existe receio. Mas do receio de ser confrontada, de ser exposta, de... dos outros... Deu sair do lugar de que... Ó, eu vou usar o que você mesma falou no começo do bate-papo. Quem são esses outros? Exato. É, pois é. Você falou isso, né? Sim.

É, eu sei. Eu sei. Antes da gente finalizar, vamos tomar um cafezinho? Um chazinho? Umas três ou quatro vezes esse ano, a gente tá gravando, não foi esse ano, foi esse ano ano passado, umas três ou quatro vezes ela num momento assim de reflexão, lendo, via um livro, lia a Bíblia, ela parava.

Soltava o livro. Ela falou assim para mim. Tem alguma coisa que eu estou sentindo. Que vai acontecer. Grande. E poxa. E era assim. Ela sentia. Ela reconhecia. E ao mesmo tempo. A razão dela.

brecava, entendeu? Sim. Aí depois disso, ah, um mês, tem alguma coisa que tá que eu tô vindo, dá pra ver, sabe, parece que a onda tá armando a marola assim.

E daqui a pouco a onda vai fazer ela ter que subir na prancha aí. Não, eu escutei uma coisa, uma palavra que fez tanto sentido falando sobre o provérbio 31, né? Falando, tipo, em nenhum momento eu tô pedindo pra diminuir o peso. Eu acho que eu tô passando pelo momento de ajustar os... Aonde vai colocar cada peso, sabe? E é desafiador este lugar, porque... Amiga, eu tenho autoridade pra dizer. Primeiro, porque eu já botei esse pé no fórum. Segundo...

Porque eu já calei todas essas vozes. Eu tô agora calo outras, né? É. Lembra do Atari? Eu agora tenho que calar outras. Cada estação é... Sim. Só se move. Marga o controle. Uhum.

Nós não temos controle de nada. O controle é supertivo. Nós não controlamos nada. A gente está aqui conversando. A gente não tem controle do que está acontecendo com nossos filhos. Nós não temos controle do que está acontecendo no financeiro da nossa empresa. Nós não temos controle do que o comercial está ligando. Nós não temos. Nós criamos um ambiente, damos a direção, criamos a cultura, passamos os valores, mas controle não acontece. Então, se move. No finalzinho aqui do nosso...

E eu confio. No nosso podcast é um quadro da turma do Cheirinho Bom, que é patrocinadora. Eu sou embaixador do Cheirinho Bom. Gente, obrigado aí pelo apoio sempre de vocês. Cheirinho Bom, maior franquia de café do Brasil. Mais de mil lojas. Ecosistema Brasil inteiro. Alguns lugares fora do Brasil. Três anos comigo já.

Realmente. Significa que é uma faceria. Entendeu? Sim. Três anos e tem tanta gente que comprou franquia ou que consome os produtos da Cheirinho Bom por conta até mesmo do JJ Podcast. Eles são incríveis, são dois amigos queridos, que é o Eduardo e que é o Wilton. Um beijo pra vocês e pra todos os franqueados. Se você quiser saber mais como fazer parte do ecossistema da Cheirinho Bom, o link tá na descrição. Joel, eu passei aí numa loja, vi um Cheirinho Bom, tomei um cafezinho, tomei um chazinho.

Que legal, que bom. Depois deixa aí pra gente o que você achou. E eu criei um quadro pra eles. E é um quadro que tem tudo a ver com a narrativa. Chama Café com Conselho. E a gente tá chegando já no finalzinho e o Café com Conselho é o seguinte. Vocês saíram à tarde ou de dia ou à noite pra tomar um cafezinho com uma pessoa. Pra pedir um conselho. Eu quero saber que pessoa que é essa. Que conselho é esse?

E o que você acredita que essa pessoa ia te responder? Ai, Lá, eles me ajudam, começa contigo. Enquanto isso, eu tô no meio aqui, ó, no meu cafezinho, no meu chazinho aqui, ó. Muito bom. Então, vamos lá, amor, ó. Quem é a pessoa? Quem é a pessoa? A pergunta. Pode estar viva, pode estar morta. Opa, melhorou. Melhorou, né? Não precisa estar viva, pode estar morta. Pode ser que você conheceu por livro, entendeu? Entendi. Pode ir, tá livre. Que conselho é esse?

E o que você acredita que essa pessoa te responderia? O que eu acredito? Eu estou aí que eu estou pensando. O que ela iria responder, né? Vai com Patsy. Então, primeiro me diz a pessoa. Tá.

Acho que no momento que eu estou hoje, a minha pergunta é... Porque eu sei que eu posso fazer essa pergunta, mas ao mesmo tempo, é o que eu vou usar aqui hoje, que eu acho que eu consigo, né? Que veio no meu coração assim. É uma pergunta pra Jesus. É uma pergunta pra Jesus no sentido de me dê clareza pra onde ir. Tá bom. E a resposta é, eu já te disse.

Meu Deus, muito bom. Eu já, eu tô te dizendo em todos os momentos, sabe? Assim, tipo... Caramba, meu, que longe, que bom isso. Que bom. Eu já te disse.

Porque se ele tivesse sentado aqui, não é esse o objetivo? É um conselho. Tá aqui, tô te perguntando. Eu já te disse. Eu já te disse. Muito bom. Eu devia ter dito pra eu perguntar primeiro. Eu só pensei em Jesus também. Eu só pensei em Jesus. E eu vou dizer por que eu pensei. Eu pensei em algumas referências de pessoas espirituais pra mim. Mas eu costumo admirar ela numa área e não tanto na outra.

E a única pessoa que eu vejo inquestionável é Jesus. E pra mim também a única resposta que viria completamente pura seria dele. Então, sem dúvida, seria Jesus. Se ele estivesse na minha frente, eu acho que hoje, pra cada estação tem uma pergunta, né? Eu tenho um caderno de perguntas pra Deus, tá, gente? Hoje eu tô com 20 perguntas esperando a resposta.

É um super exercício, né? Total. Meu caderno, eu compro um caderno caro, só pra mim eu converso com Jesus. Que legal. E eu começo minhas perguntas pra Deus. Amiga, eu pergunto tudo. Senhor, o que é que hoje na minha vida tá desagradando teu coração?

E essa é a minha pergunta 01. Então eu faria exatamente essa pergunta. Porque eu sei quanto na minha vida eu tive de prejuízo por eu andar cega durante muito tempo. Porque o que me faltava e quase acabou o meu casamento era a inconsciência que eu tinha sobre os meus comportamentos, sobre as minhas motivações. Então, sem dúvida, eu tomarei um café com Jesus. Espero que ele goste de café.

Um chazinho, qualquer coisa. E eu perguntaria a ele o que é que em mim ainda desagrada o coração dele, entristece o coração dele. E a resposta, eu vou dizer, é porque ele responde todo dia, tá amigo? Eu digo que quem caminha com o Espírito Santo, o radar é ligado. Ele puxa minha orelha no palco. Eu dou um exemplo, ele disse assim, não foi assim, você exagerou. Desse livro.

eu estava no carro agora lendo a minha bíblia de lá pra cá aproveitei os 25 minutos de trânsito e vim lendo a minha bíblia que eu não tinha conseguido ler antes de treinar e, meu Deus o único capítulo cada versículo era o puxão de orelha eu estou olhando aqui para o espelho me confrontando, então sem dúvida, eu disse, só o fã não me deixa de novo

caminhar sem clareza de quem eu tenho sido. Então, era isso. E ele vai dizer assim, ok, então só continua comigo. Porque quanto mais você tiver fome de mim, mas eu tô conectadinho com você e eu vou responder. Ah, muito bom. Essa é a resposta dele. Essa é a resposta dele. Só fica comigo. Porque eu tô aqui, né? Se você não tá ouvindo é porque você tá longe. Porque eu tô sempre aqui. Quem se afasta é o homem. Exatamente. Quem se afasta é o homem.

Quem se afasta é o homem. E você? Qual que é? Você, você também tá participando aqui. Ele não deu, mas ele tá com café, né? Aqui, ó, toma aqui nesse tempo de mesa. Mulher tem autoridade pra perguntar mais esposa. Nesse tempo de mesa, qual que é? Quem é a pessoa e qual a pergunta? Olha, eu não estava esperando por essa. Nem a gente. Vamos lá. Tô sentado com alguém e vou pedir um conselho. Nesse momento da minha vida. Eu já sei a pergunta.

Eu já sei a pergunta. Para quem que eu perguntaria? Eu já sei a pessoa. Já sei. Aí, peraí. Vamos em partes. Deixa eu ver se é essa pessoa. Tá, eu já sei a pessoa. Eu já sei a pergunta. E... Já sei a resposta.

Eu conversaria com Jesus Cristo. Quase eu falei tua mãe. Ah, que lindo. Ia ser sua mãe. E a pergunta pra sua mãe ia ser assim, ó. Tereza, você fez a Larissa, você conhece ela inteira. Aí depois eu fui pro teu pai. Tá. Ela ia ser pra tomar pro teu pai. Mas aí eu fui pra quem te criou. Uau.

mas tua mãe e teu pai estão sentados também no café você gosta de abundância é abundância ela disse, tem uma multidão de conselheiros você trouxe os melhores pai, mãe e Jesus eu perguntaria pra ele assim, como eu posso ainda mais contribuir pra você pra te ajudar a contribuir pra te ajudar neste momento é uma pergunta

Contribuir com ela. Com a Lalas. Neste momento, como que eu ainda posso contribuir ainda mais com você, mas num nível enorme, grandioso, que você sinta. Entende? Entendo. E a resposta foi sirva ela agora. Sirva. Sirva. Num nível que você não serviu ainda.

Entendeu? Não é servir mais. É servir no nível que eu ainda não servi. Essa é a resposta. Uau. Obrigada. Que lindo. Forte, né? Ela me mandou um vídeo hoje que... Pra ter quatro filhos.

aqui agora como profeta. Hoje é um bom dia, hoje é uma quinta-feira à noite. Cancela tudo amanhã. Leva tua esposa pra um lugar. Não, já tem jantar hoje combinado. Já tá combinado. Vocês também têm acordos, Camila, disso, de sair só vocês dois? Sim, eu senti não provocar isso. É, exato. A gente também, a gente também tem. Eu vi um vídeo ontem seu, muito, muito, muito legal. Você sentada no colo do pau. Trelele, trelele, trelele. E o Paulo assim, ó.

eu tava dando feedback, eu passei o dia em reunião que acontece ontem hoje ele fez um exame e ele passou outro dia em casa, ele não podia sair de casa ele tá fazendo o preparo do exame e aí ele montou a agenda dele toda, ele passou o dia atendendo o Black Belt e tal, e eu passei o dia na empresa aí eu ia, tinha um compromisso a noite, eu disse, vou em casa só dar um beijo no meu marido aí sentei, já que eu só tinha 10 minutos com ele, eu sentei no colo dele, então eu faço um carinho de esposa aqui, enquanto fecha os olhos que eu vou te falar tudo que eu fiz na empresa hoje eu vou te falar tudo que eu fiz

Ele assim, ó. Ele te ouvindo assim, ó. E você... É, eu fui dar o feedback todo dia. Era dia de reunião de conselho financeiro. Eu falei assim, olha, tem que reunir sobre isso. Resumindo, esquece tudo. Está tudo resolvido. Mas três coisas da universidade de pendência no time. Eu lá... Camila, no final aqui, qual o tamanho hoje do negócio de vocês?

Amigo, nós temos 36 franquias, né? 36. África, Estados Unidos e Europa. E acho que todas as capitais do Brasil. Uhum. E são 1.400 funcionários, com franqueados e franquias. A holding tem 400, que são ligados diretamente a gente.

Uma parte aqui, uma parte de Fortaleza, é isso? Ah, eu ainda tenho em Fortaleza. Teve gente que eu nunca consegui trazer. E que eles têm a cultura, a missão, são brilhantes. Então a gente mantém dois escritórios. Ainda tem 500 metros de Fortaleza de Área Quadrada de escritório. E... E é isso. O senhor tem permitido... O teu negócio... O negócio de vocês... É um negócio de educação? É um negócio de consultoria? É um negócio de treinamento?

A gente não faz consultoria. Não faz consultoria? Não faz consultoria. É um negócio de franquia?

Também não. Não. O nosso negócio, nós somos uma escola de negócios. Uma escola de negócios. Que entende que nenhum negócio prospera se as pessoas não estiverem transformadas. Ok. Então, a gente trabalha no negócio e na pessoa. Mas a gente não trabalha no individual do negócio. É no coletivo. A gente traz os heads e eles são desenvolvidos e treinados dentro da empresa. Entendi. Com as ferramentas. A gente não tem trabalho em company. Entendemos que não é essa a nossa missão, não é o nosso braço.

O mais in company que nós temos são o nosso Mastermind, que é o Black Belt, que aí existe um acompanhamento muito forte. O Black Belt, tem o PCE, que são uma parte de negócio, né? O PCE, que é o Programa de Crescimento Empresarial, tem o Black Belt, que é o Mastermind, que era só do Paulo e agora o Paulo me trouxe pra junto.

Já disse eu, vai me dar um super poder. Ô, Paulo. Vai ajustando meus horários aí, né? Vai ajustando meus horários, né? Paulo, olha aqui na bolota do meu olho. Qual foi a frase que se disse pra ela entrar? Porque eu vou repetir. Y-Litri. Pra ela também. Amigo, isso acontece. E você já ouviu isso também. Então, eu vou falar sentindo que você tem essa mesma resposta. Ele tava, sempre que ele tava lá, as mulheres mentoradas diziam que a galera também.

É, é isso. Quero ter Camila. Aí eles disseram, não, quando você quer a Camila, você vai com Mulheres Experience. Aí você fala, não, mas eu quero a versão da Camila empresária. Não quero só a que cura a alma. Eu quero a que dá autoridade que ela tem como mulher de negócio. Então acabou que agora... Amigo, eu tenho cinco redes sociais. Fala, tem uma, eu tenho cinco. Tá animado. Por que tem cinco? Pra cada projeto. É uma comunidade.

Lindo nas semeadoras, eu tenho 42 mil mulheres multiplicando o Devotional Camitude. No mundo. Como é que ela gosta, hein?

Tem um devocional aí que eu vou mostrar pra ele? Amanda trouxe. Se não tiver aqui, eu tenho. Não, porque eu tenho o devocional da Camila. Eu tinha trazido pra dar pra vocês. E como vocês têm, pra gente presentear o time. Ah, vamos, vamos. Eu trouxe pro time também. Pra vocês escolherem. Faz uma brincadeira no comercial hoje. E o feedback ao vivo. É muito legal a playlist que você coloca. É muito legal, né? Clima atmosfera.

Além de criar uma atmosfera, eu acho que se a gente juntar, né? Já tomou muita decisão no dia. Ali já tá pronto. Eu falo, ai, ela já indicou, entendeu? Olha que fácil. É um feedback muito bom. Eu nunca tinha pensado nisso. Eu nunca tinha pensado. E aí, amigo, por exemplo, Deus deu uma visão. Primeiro que meu marido, depois confirmou com alguns homens de Deus. Pessoas tinham visão de mulheres.

e homens também, mas a visão é com mulheres, sentadas em praças na Ásia, com o devocional, em comunidades muito carentes do Brasil com esse devocional. Eu disse, meu Deus, como eu vou fazer isso? Como eu vou fazer isso? É um movimento totalmente gratuito. Então, eu criei um e-book de 192 páginas, onde eu ensino a mulher a abrir a boca dela.

Lembra que eu disse que esse é o meu chamado? Não é sobre mim. É em funcionar que outras cumpram os seus chamados. Então, eu ensino ela a criar uma sala de Zoom, ela a criar um Instagram, ela a criar um YouTube. Eu ensino ela a abrir a casa dela. Se a Camila, lá da Vons Guaralara, não quer falar para 500, ela quer falar para 10. Então, eu ensino ela a abrir a casa dela, a mesa dela, a empresa dela, o auditório dela. E eu, e os 40 dias, qual é a diferença desse devocional? São só 40 dias?

E ele tem ferramenta emocional. Existe uma ferramenta de transformação de mentalidade em cada capítulo. E existe hoje 42 mil na semana passada. Essa semana passada, essa semana entrada, 2.500. Então, eu já tenho aproximadamente 45 mil pessoas ao redor do mundo sendo treinadas digitalmente por mim e multiplicando isso. Foi uma visão que Deus deu. Aí tem o teu Instagram, só dá semeadoras. Aí, as conferências que você vê 10, 12 mulheres que esse ano a gente tá indo pra África.

direção de Deus, estou voltando para a Europa, que é um espaço muito maior. A do Brasil, o senhor deu a visão, mas ela é tão grande que eu preciso que o meu sócio, parceiro, presidente, me dê a verba. Ele disse, chega de você, essa é a maior oferta para o reino de Deus, você aprenda a fazer isso pelo menos pagando a conta. Então, eu estou bem caladinha, sabe, se o projeto é de Deus, ele vai tocar no coração de quem tiver que tocar, né?

Então, aí, comunidade, aí, conferência, aí é o Instagram. Aí, Mulheres Experience, que eu já estou indo para a 15ª edição, é sobrenatural o que acontece.

15, 14, eu acabei de entregar semana passada. Eu vi que você foi num parque aquático. É, porque foi em Fortaleza. É a entrega pra mim mais intensa, porque eu não como, não durmo, eu fico com 200 mulheres três dias das sete da manhã à meia-noite, de um ano da manhã. E um processo muito grande de cura emocional e espiritual. E aí tem a comunidade das mulheres espíritas, são milhares.

Então, nessa história, são cinco Instagrams em cima de mim. E aí, o meu marido achou pouco. Ele disse assim, não, agora você também é Black Belt. Só bem. Tá bom. Cara, e pior, pior não, né? Melhor é que vocês conseguem. Incrível. Mulheres. Mulheres conseguem. Cara, conseguem.

as mulheres conseguem. A gente só precisa ser sistêmica e alinhar as emoções pra não se perder no meio do caminho. Porque eu aprendi na vida, e eu sei que nosso tempo já secapou, eu tenho aprendido e eu tenho orado por isso cada vez mais, assim, eu aumento o meu radar, me dá discernimento. Porque nem tudo que é bom e que é de Deus é pra mim, tá, amigo? E nem é pra vocês. Eu tenho certeza que assim como nós, vocês são...

Vocês têm acesso. Vou usar um nome bonito. Eu ia falar assediados, né? Mas vocês têm acesso a propostas incríveis. De negócios incríveis o tempo inteiro. Mas nem tudo que é bom, que é lucrativo, que é lícito, que é honesto, e que tem valor e propósito, é pra gente. E nós que podemos discernir o que é pra mim, naquele tempo, naquela situação, eu acho que é a maior chave de sabedoria da vida. Não vamos nos desviar.

Porque somos hábeis a fazer muitas coisas, né? Sim. Muito bom. Muito bom. Lázio, eu amei o papo, tá? Camila, eu amei o papo. Ah, eu me amei. Uma honra. Vocês são muito especiais. Obrigado. Vamos sortear esse aqui pra turma? Vamos, vamos sortear. Gente, a gente vai sortear este livro também. Já vou dedicar. Vai dedicar, né? Esse, então, foi o primeiro episódio da série Papo de Mesa. Sem...

Minhas anotações, eu amei. Foi bom, né? Foi bom. Foi a primeira vez também que o convidado ou os convidados pedem pra eu fazer a pergunta do Café Conselho. Acho que vai virar moda, tu se prepara. É. Gente, então obrigado pela audiência de todos vocês. Se vocês gostaram, deixa a gente saber. Se você não tá inscrito no canal, se inscreve no canal. Arroba do teu Instagram? Camila Vieira. Camila Vieira. E o arroba da Lalas? Lalas e Slack. Lalas e Slack.

Um dos cinco Instagrams. É, que você vai ter em breve. Gente, esse é um dos cinco Instagrams, tá? Que a Lalas vai ter em breve. E a gente aqui no JJ Podcast, também Joel Jota, em todas as redes sociais. Obrigado pela sua audiência. Deixa a gente saber. Segue a Camila, segue a Lalas, manda mensagem, compartilha, se inscreve no canal. E semana que vem a gente tem mais. Beijo pra vocês, valeu, tchau. Tchau, tchau.

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