Como Transformar CONHECIMENTO em DINHEIRO (FLÁVIO AUGUSTO) | JOTA JOTA PODCAST #282
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Neste episódio especial do Jota Jota Podcast com plateia, Joel Jota recebe Flávio Augusto para uma conversa profunda sobre educação empresarial, mentoria, modelos de negócio, escala, margem, recorrência, equity e o futuro da Mentoring Society / MLS.
Diante de uma plateia formada por empresários, mentores e empreendedores, Flávio explica a tese que deu origem à Mentoring Society: unir experiência em construção de rede, educação empresarial, geração de valor e modelo de liga para criar uma plataforma capaz de fortalecer empresários no Brasil e no mundo.
Neste episódio, você vai entender:
◼️ Como nasceu a tese da Mentoring Society
◼️ Por que educação empresarial é urgente no Brasil
◼️ O que empresários precisam aprender para crescer
◼️ Por que a universidade tradicional não resolve todas as dores do empreendedor
◼️ Como o modelo de liga cria valor para mentores e clientes
◼️ O que significa trazer equity para o mercado de mentoria
◼️ As premissas de Flávio Augusto para construir negócios valiosos
◼️ Por que dor, causa, escala, margem e recorrência importam
◼️ Como a Mentoring Society chegou ao primeiro bilhão em dois anos
◼️ Por que a visão da MLS é global
◼️ O papel dos mentores na expansão da liga
◼️ Por que empresário não deve caminhar sozinho
Flávio também fala sobre a importância de estar cercado por boas pessoas, de buscar ajuda, de se conectar com outros empresários e de entender que o sucesso de um empreendedor impacta muitas outras vidas.
Uma conversa direta, estratégica e necessária para quem empreende, lidera, vende, educa, escala negócios ou quer entender o futuro da educação empresarial.
Assista até o final.
Esse episódio não fala apenas sobre mentoria.
Fala sobre construir uma liga de empresários para transformar negócios, pessoas e mercados.
🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!🎙️ Host: Joel Jota 🗣️ Convidado: Flávio Augusto 🕐 Áudios novos no Spotify, todos os dias às 01:02 📢 Anuncie no Jota Jota Podcast: comercial@joeljota.com📲 Siga o Jota Jota Podcast: ◼️ Canal YouTube: /@joeljota ◼️ Instagram: /jotajotapodcast ◼️ TikTok: /jotajotapodcast
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- Private EquityMentoria como negócio milenar · Falta de equity em mentorias tradicionais · Plataforma de negócios personalíssimos tem equity · Consolidar mentorias em uma plataforma com equity · Modelo de liga para conectar mentores e clientes · Participação na holding para mentores · Valor na liga, não apenas no clube
- Escola de Negócios e CapacitaçãoTese da Mentoring Society · Educação empresarial urgente no Brasil · Diferenças entre universidade tradicional e educação empresarial · Modelo de liga para fortalecer empresários · Importância do equity no mercado de mentoria · Premissas para construir negócios valiosos · Dor, causa, escala, margem e recorrência · Mentoring Society / MLS
- Influência de empresários· NegociosEmpresário como herói do Brasil · Impacto social do crescimento do empresário · Urgência da educação empresarial · Vida útil curta das empresas · Formação de empreendedores vs. mercado de trabalho
- Mentor League Society (MLS)Experiência de rede na Wise Up · Experiência como acionista da Major League Soccer (MLS) · Cultura da single entity · Experiência de 16 anos com geração de valor · Geração de Valor (conteúdo) · Combinação de rede, conteúdo e cultura de liga · Criação do CLEX Club como embrião
- Números e Projeções da MLSCLEX Club (embrião da MLS) · Ticket do CLEX Club (R$ 200 mil a R$ 1,5 milhão) · Ticket médio da Liga (R$ 130-135 mil/ano) · Previsão de faturamento de R$ 1,4 bilhão em 2026 · Previsão de faturamento de R$ 8 bilhões anuais em 3 anos · Margem de 70% de lucro · Distribuição de 49% das ações para mentores
- Expansao InternacionalExpansão internacional da MLS · Potencial de abertura de capital nos EUA (Nasdaq) · Base logística em Bahamas · Clubes incubados nos Estados Unidos · Produto global que fatura em dólar · Levantar investidores globais
- Reconhecendo e Superando a SolidãoConsequências da desistência e frutos da vitória · Pedir ajuda e não ficar sozinho · Pessoas precisam de pessoas · Importância de grupos de empresários e comunidade · Liderança e conexão com pessoas inspiradoras · Superar debilidades, fraquezas e inconsistências
- Benefícios relatados pelas empresasAprendizagem com mentores experientes · Socialização com outros empresários · Retorno sobre investimento (ROI) · Oportunidade de fazer negócios (clientes, sócios, investidores) · Estratégia de marketing
- Ecossistema de NegóciosIdentificar uma dor clara · Associar o negócio a uma causa · Enxergar escala no negócio · Negócios com margem · Recorrência (assinatura, esteira de produto, ecossistema) · M&A (Mergers and Acquisitions)
- A importância de um mentorMentores como protagonistas do projeto · Importância da credibilidade e visão dos mentores · A força da comunidade ('loucos') · Ver o mentorado crescendo e destravando a vida · Remuneração impagável além do dinheiro
- Influência e credibilidade em indicaçõesCultura de aculturamento para novos modelos · Existência de mentores ruins no mercado · Venda de livros 'Como ganhar o seu primeiro milhão' · Importância da autoridade e legitimidade do mentor · Resultado pregressa como indicador de bom mentor · Número de seguidores não é indicador de bom mentor · Ceticismo e avaliação do cliente
Joel Jota:A MLS, a Mentor League Society, ela vem para resolver uma dor.
Flávio Augusto:Uma dor.
Joel Jota:Que dor que é essa?
Flávio Augusto:O empresário hoje, ele não tem um lugar para que ele aprenda. A gente acredita em ambiente, a gente acredita em pessoas, precisamos de pessoas.
Joel Jota:Por que é importante você fazer parte deste movimento? Movimento que defende uma causa.
Flávio Augusto:E a nossa causa é o empresário. Nós trabalhamos na causa do empresário, para que o empresário se desenvolva, cresça e prospere.
Joel Jota:Que o nosso dia seja maravilhoso. É um prazer ter vocês aqui. Meu dia não poderia ter começado melhor se não fosse com vocês. Bora para o chão! É um prazer começar minha manhã com os senhores. Prepara, vai!
Flávio Augusto:Aham!
Joel Jota:Movimento que começou com um simples objetivo: disciplina, utilizar o exercício exercício físico como a ferramenta de transformação. É importante a gente ressaltar que são todos empresários, empreendedores que estão aqui.
Flávio Augusto:A MLS, ela reúne empresários para crescer, se desenvolver, avançar e se superar. A gente tá entre empreendedoras, empresários, todo mundo junto aqui às 5 da matina, quebrando nossos recordes, vencendo barreiras mentais, limite. É algo inédito. Transformador. Eu vim lá de Macapá para viver essa sensação aqui, essa energia, estar junto com pessoas que têm o mesmo objetivo que você, te fortalece, joga a tua energia lá em cima. O que eu aprendi aqui nesse treinamento é que a gente consegue muito mais do que a gente imagina.
Joel Jota:Versão Mentor League Society Record. Recebam com uma salva de palmas Flávio Augusto.
Flávio Augusto:Quanto mais sucesso tiverem os empresários, mais impacto social e renda a gente gera no país. Então essa é a dor que a MLS vem resolver: ajudar o empresário a crescer. Porque o nosso mentor, ele é um empresário bem-sucedido numa determinada área e resolveu compartilhar o seu conhecimento com outros empresários. Então a Mentor League Society é um projeto de enorme impacto social.
Joel Jota:Da educação para os empreendedores e tudo aquilo que vai fazer o seu negócio prosperar, mas acima de tudo, tudo aquilo que vai fazer você prosperar, porque você é do tamanho do seu negócio. Turma, primeira coisa, se inscreve no canal. Todas as semanas a gente coloca conteúdo aqui de extremo valor para você. Então quando você se inscreve no canal, você recebe em primeira mão, você é notificado e você não perde nada, fica por dentro de tudo. E também todos os vídeos no podcast, todos os conteúdos que a gente coloca aqui, tem um link para você falar com a Layla. A Layla é a minha assistente virtual, e aí você fala com ela diretamente no WhatsApp. Então qualquer dúvida que você tiver, palestra, programa, mentoria, consultoria, eventos, se você quiser tirar alguma dúvida, você fala diretamente com a Layla, e caso precise, a gente manda você para alguém do meu time também. Então a partir de agora você tem acesso a ela diretamente, 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Flávio Augusto:Beleza?
Joel Jota:Senhoras e senhores, esse é o JJ com plateia. Veja essa plateia que está aqui na sua frente. Para você que tá em casa, esse é o JJ com plateia, uma modalidade que a gente construiu aqui no JJ Podcast. E dessa vez a gente tá com uma plateia muito especial. É a primeira vez que a gente recebe os mentores da MLS, os seus mentorados, os seus convidados, para a gente falar sobre educação empresarial, para a gente falar sobre o futuro do que a gente acredita da educação para os empreendedores. Negócio, modelo, crescimento, pontos cegos, vendas, marketing, gestão, e tudo aquilo que vai fazer o seu negócio prosperar. Mas acima de tudo, tudo aquilo que vai fazer você prosperar porque você é do tamanho do seu negócio. Meu convidado de hoje aqui no JJ Podcast já veio algumas outras vezes aqui no JJ e sempre é um aprendizado. Eu tenho a honra também, assim, grandiosa, de ser o sócio dele, porque ele me inspira, ele me ajudou, ele transformou minha vida. Mas além disso, ele fez isso com muitos outros empresários. É definitivamente a maior influência no mundo dos negócios no Brasil. E para algumas outras pessoas também fora do Brasil, seu resultado é inquestionável, a sua legitimidade é inquestionável, e o seu legado na vida dos outros empreendedores e de tantas pessoas que já tiveram acesso à sua informação, seu conteúdo, também é inquestionável. Então, senhoras e senhores, podcast com plateia versão Mentor League Society Record, recebam com uma salva de palmas Flávio Augusto.
Flávio Augusto:Uau, sempre bom estar aqui, Joel.
Joel Jota:Eu acho que, bom, quem acha tem dúvida, né? Eu acredito que você tá aqui, é a quinta vez que você vem no JJ Podcast.
Flávio Augusto:Eu sozinho é a terceira, eu vim também com o Caio.
Joel Jota:Aí você veio com Caio duas vezes, a quinta vez é a quinta vez sozinho, três com Caio, dois, quinta vez. Será que eu ainda tenho pergunta para perguntar, para fazer para você? Sim, eu tenho.
Flávio Augusto:Você é o melhor perguntador do Brasil, então certamente você tem.
Joel Jota:Muito bem, Flávio, direto ao ponto, do jeito que a gente gosta, do jeito que você também gosta. A mental leak society saiu da tua cabeça, ela saiu da tua cabeça. Você apresentou para o Caio, depois você apresentou para mim, nos convidou a criar isso junto com você, mas ela saiu da tua cabeça, não desenhada como ela tá hoje, mas você tinha uma tese. Que tese era essa? Quanto tempo essa tese ficou na sua cabeça? E o que que você observou para chegar nessa tese?
Flávio Augusto:Bom, a Metrolink Society, ela é o resultado de 31 anos de jornada, em termos conceituais eu me refiro. Ou seja, ela começa com uma experiência de rede, de construção de rede, que eu tive dentro da Wise Up, tenho até hoje. Nós construímos uma rede com mais de 420 escolas no Brasil, e essa construção de rede levava em conta vários atores nessa rede, dentre elas uma espécie de dono de clube, que era o franqueado da Wise Up, que tinham seus próprios clientes, que se reuniam em torno de uma única marca. Era nossa single entity para a realização de um projeto educacional voltado para idiomas. E esse negócio, ele já completou em 2026 31 anos, tá de pé, tá crescendo. Então, a minha primeira experiência que inspirou a criação da Mentor in League Society, começa com esse desenvolvimento de rede. O segundo pilar foi minha experiência de 8 anos como proprietário de um clube de futebol profissional nos Estados Unidos, o Orlando City, e ao mesmo tempo acionista da Major League Soccer, que é a liga de futebol profissional americana. Eu fui por 8 anos acionista da Major League Soccer, ou seja, É um formato de liga, uma liga de clubes. Quando eu entrei, tinham 18 clubes. Quando eu saí, tinham já 28 clubes que trabalhavam nesse formato de single entity. Ou seja, essa minha segunda experiência, que foi base para criação da mentoring league society, foi essa minha experiência de liga. Por exemplo, eu participei em 2021 de discussões sobre contratação do Messi. Jogaria no clube de Miami, que era nosso rival. Mas o que que eu tenho, o que que eu tinha a ver com isso se eu era um rival? Porque grande parte do salário do Messi era pago pela Liga. E a Liga, quem era a Liga? Era resultante de todos os clubes. Todos os clubes eram acionistas da Liga. Logo, grande parte da contratação do Messi era uma espécie de vaquinha dos outros clubes para pagar um jogador que jogaria contra os próprios clubes. Qual era a lógica disso? A lógica disso era o fato de que uma vez que o Messi entrasse na Liga, seria bom para todo mundo, seria bom para todos os clubes. Esse é o sentimento de single entity. Eu lembro que na época eu pensava, poxa, será que o Corinthians pagaria parte do salário de um jogador do Palmeiras? Não, isso jamais aconteceria, porque não tem a mentalidade e a cultura da single entity. Então eu convivi com essa, com esse modelo por 8 anos. E o terceiro pilar que deu origem à Mentoring League Society são 16 anos de experiência com geração de valor. Nesses 16 anos eu trabalhei educação empresarial de forma gratuita para todo o Brasil, até para outros países também, E é muito interessante que já faz 16 anos. Então tem empresários hoje que tem 28 anos de idade, tá bombando no seu negócio, que começou a consumir meu conteúdo quando tinha 12 anos de idade. Ou seja, nós temos a participação na formação de uma geração de empreendedores no Brasil produzindo conteúdo para empresários. Então essa combinação de construção de rede, conteúdo para empresários E também uma cultura de liga foi o que deu origem ao modelo de negócio da Mentor in League Society, que é o que hoje nós temos acesso, que hoje já se tornou realidade. Mas você, o Caio, nós três participamos da criação, da conceituação, do conceito dessa ideia que nascia muito pouco tempo atrás. Tá bom.
Joel Jota:E aí você construiu aquilo que você chama de Nexo. Você pegou 1, 2, 3, juntou e deu uma quarta coisa para ir para MLS. Porque assim, tua experiência de rede com a experiência de single entity, com a experiência de construção de conteúdo, com a turma respondendo para você, dizendo para você as dúvidas, os gargalos. É isso que eu quero entrar agora. Dor, dores. Porque a MLS, a Mentor League Society, ela vem para resolver uma dor, uma dor. Que dor que é essa?
Flávio Augusto:O empresário hoje, ele não tem um lugar para que ele aprenda. Infelizmente, a universidade, ela é excelente na área científica, na área da pesquisa, na área de desenvolvimento de tecnologias, mas é real que a vida do empresário, ela é muito dinâmica. E essa vida dinâmica do empresário, ela não é atendida pelas formações formais, infelizmente. Então, por exemplo, se o empresário tem uma empresa com 50 funcionários e de repente ele começa a crescer e sobe para 500 funcionários, vai virar um caos a empresa dele. Aí o que que o empresário que tá ali crescendo, tá ali também se desenvolvendo como gestor, ele vai buscar aprendizado aonde? Ele vai fazer o quê? Ele vai fazer uma pós-graduação em RH de 2 anos? Negativo, ele precisa de respostas mais rápidas. Então, o empresário tem a necessidade de desenvolver muitas habilidades em liderança, em vendas, em marketing, em gestão, em estratégia, em modelos de negócios. Ou seja, a universidade não consegue atender esse empresário. Então, a educação empresarial, ela se faz necessária para que o empresário se desenvolva e ele cresça. Você quer ver um dado, Joel? O empresário, a vida útil do empresário é muito curta. Hoje, segundo IBGE, 80% das empresas fecham suas portas antes de completarem 10 anos de existência. Em 2 anos, metade já fechou. Por que que isso acontece? Porque o modelo educacional, ele não forma empreendedores, ele prepara as pessoas para o mercado de trabalho, o que é muito importante. Mas quem prepara um empreendedor? Então, educação empresarial, ela é urgente no país, principalmente pelo fato de que micro e pequenas empresas empregam 70% dos empregos formais. Ou seja, quanto mais sucesso tiver os empresários mais impacto social e renda a gente gera no país. Porque a gente sabe quem gera emprego não é o político, quem gera emprego é empresário. Ou seja, quanto mais o empresário se fortalece, quanto mais o empresário tem sucesso, mais emprego é gerado, mais impostos são pagos, o que sustenta a máquina pública, e mais renda e qualidade de vida para população. Isso significa que o crescimento do empresário tem impacto social, e educação empresarial é algo que tem impacto social. Então essa é a dor que a MLS vem resolver: ajudar o empresário a crescer, ajudar o empresário dando estratégias técnicas ensinadas por professores que também são empresários. Porque o nosso mentor, ele é um empresário bem-sucedido numa determinada área resolveu compartilhar o seu conhecimento com outros empresários. Então a Mentoring League Society é um projeto de enorme impacto social, é um enorme impacto social, o que por exemplo me motiva muito, porque eu gosto muito, Joel, de trabalhar com alguma coisa que esteja associada a uma causa. E a nossa causa é o empresário, nós trabalhamos na causa do empresário para que o empresário se desenvolva, cresça e prospere.
Joel Jota:Eu lembrei que quando você montou, e você já disse isso algumas vezes, quando você montou a WiseUp, você também veio resolver um problema do inglês que não era atendido na escola.
Flávio Augusto:Exatamente.
Joel Jota:Aí você foi lá e resolveu este problema, porque se a escola tivesse resolvido esse problema, não precisaria nem existir. Não precisaria nem existir. E a Mentor League Society também veio para resolver um problema latente, que é o problema de educação, crescimento, Ensino boas práticas de maneira rápida, prática de quem já viveu, e assim por diante. Essa leitura, esse faro, esse cheiro, foi a união do quê especificamente? Foi ouvir o público do Geração de Valor? Foi observação do Orlando Siri? Foi a pesquisa? Foi por onde?
Flávio Augusto:Foi através do Geração de Valor.
Joel Jota:Foi Geração de Valor.
Flávio Augusto:É, porque antes, construindo a WiseUp, eu tava muito focado na construção da minha empresa. No Orlando City também. Agora, o lugar onde eu vi muito, onde eu aprendi muito, foi o Geração de Valor. São milhões de pessoas que a gente fala todos os meses, há 16 anos, lidando com empresário. E esse contato com empresário, esse contato com esse público É que a gente identificou essa lacuna, as pessoas muito despreparadas em conceitos básicos para negócio. E a gente sabe, pequenos detalhes mexe o ponteiro. Se o cara melhora em vendas, ele vai faturar mais. Se o cara melhora em canais de vendas, ele multiplica a receita dele. Se ele melhora em gestão, se ele melhora em tecnologia, em visão de negócio, em equity, que era um tema que praticamente não era falado no Brasil, e a gente começou a falar sobre esse assunto. Ou seja, esse conjunto todo é que trouxe essa sensibilidade da importância de educar e melhorar a vida do empresário.
Joel Jota:Agora, Flávio, o seguinte: você não teve essa educação, né? Você não foi formado, você não foi para uma escola de negócio, e você criou um negócio bilionário. E você foi de ponta a ponta, você criou ele do zero saindo do zero, levantou um negócio, fez um negócio, vendeu o negócio avaliado em bilhão, recomprou, comprou outro, vendeu outro. E você, você replica várias vezes. O que a internet, por exemplo, sabe são duas coisas, basicamente duas coisas, mas são muito mais que você já fez. A venda da WiseUp, a recompra, a construção da Wiser, depois agora o outro unicórnio que você encontra, promove, faz dentro da Wiser Educação, depois tem a mentoria, sem ter essa formação. Mas você é bom de premissa. Quais são aqui, ó, turma que tá assistindo aqui? Todas são empresários, empreendedores. A turma que tá assistindo também online também. De 2 a 5 premissas que você considera que as pessoas não podem falhar, Flávio, que constrói negócios valiosos, duradouros, que tem valor, que tem equity, que tem chance de ter sucesso. Porque você pega uma coisa, dá certo, vende, aí monta uma outra coisa, dá certo, e você já replicou isso pelo número de M&As que você já fez. Então conta o número de M&As O volume do M&A e de 2 a 5 premissas.
Flávio Augusto:Olha, a gente realizou até agora, eu já participei seja na ponta da compra ou da venda, hoje 12 M&A. Já transacionamos, isso sem atualização monetária, mais de R$5,5 bilhões em M&A. Se a gente for atualizar inflação, talvez isso já tenha batido R$8, 9 bilhões. São 13 anos, os últimos 13 anos, né? É quase um M&A por ano na média, não é? E obviamente o nosso grande sonho hoje é o nosso evento de liquidez na Mentoring League Society. Certamente a gente vai falar daqui a pouco nessa, nesse nosso papo, certo? Mas as premissas que eu sempre uso Começa com a dor. Que problema nós vamos resolver? Qual é o problema específico que a gente vai resolver? Segundo ponto, eu gosto de associar uma causa a esse problema, porque tudo bem, a gente tem ambição, a gente quer ganhar dinheiro, a gente quer realizar negócios que sejam negócios bilionários, tudo isso é legítimo, mas A gente ganha muito quando a gente associa uma causa a isso, porque a causa nos sustenta, a causa nos mantém firmes, independentemente do momento que o negócio pode oscilar. Todo negócio pode ter um momento que ele tá melhor, um momento que ele tá pior, mas o que nos sustenta é uma causa. Eu acabei de falar aqui, a minha Tron League Society cresce bastante, etc. e tal, mas nós temos uma causa. A causa é um empresário. Tem impacto social? Melhora a vida das pessoas? Do cara que vai ficar bilionário ao a uma pessoa que hoje é CLT e depende de um salário vai ter uma renda melhor. Então quando a gente traz uma causa para o nosso negócio, a gente ganha uma força extra que não é apenas nosso desejo de crescer e ter sucesso no nosso negócio. Então o primeiro ponto é identificar uma dor clara. Segundo ponto, associar isso a uma causa, porque nós ganhamos mais força para lutar por essa causa. Terceiro ponto é a gente enxergar escala nesse negócio. É óbvio que quando a gente olhou para a Mentor in League Society, por exemplo, nós vimos escala. São milhões de empresários no Brasil que quase nunca têm apoio. Ao contrário, às vezes é um cara chamado de malvadão, chamado de vilão, é combatido politicamente, é combatido ideologicamente. É o cara que gera emprego, é o cara que é o herói do Brasil. O verdadeiro herói do Brasil não é o político. Verdadeiro herói do Brasil é o empresário. E esse cara, ele precisa ter voz, precisa ter apoio. Então você ter uma causa te ajuda bastante. Só que são milhões de empresários no Brasil. Então nós temos o quê? Escala. Só que tem um ponto, Joel. A dor do empresário para a sua qualificação não é uma dor apenas brasileira. O que a escola, o modelo educacional usado no mundo inteiro, ele é datado da Revolução Industrial. Ou seja, ele prepara a força de trabalho para a indústria. Ele não prepara o empresário, ele não inspira o empresário, ele não mostra que o empresário É um caminho bacana. Raramente você vai ver alguém quando é criança dizendo: "Olha, quando eu crescer eu quero abrir uma padaria. Quando eu crescer eu quero abrir uma escola." Raramente você vai ver esse tipo de abordagem. Não é aspiracional. Então isso não é dor só do brasileiro, é uma dor mundial. E se é uma dor mundial, nós temos escala mundial para Mentor in League Society. Caio tá lá nos Estados Unidos fazendo uma entrega num clube americano. Nós já temos clubes americanos com clientes americanos. Ou seja, a dor do empresário, ela acontece nos Estados Unidos, no Canadá, na Alemanha, no Japão, na Itália, na Índia, em Bangladesh, nos países da África, dos países nórdicos, na Ásia, em todos os lugares do mundo. Portanto, nós temos um negócio que, além de uma dor, além de uma causa, ele tem escala. O quarto, a quarta premissa que eu vejo para investir num determinado negócio é que seja um negócio que tenha margem. Porque a margem, ela é a recompensa do empresário. Eu posso trabalhar para ter 5% de margem ou para ter 50% de margem, o trabalho vai ser o mesmo. Mas o que vai diferenciar é se esse negócio tem um modelo que te permite ter margem. E nem todo negócio permite ter margem. Se eu abrir um posto de gasolina, a margem vai ser de 5%, e não tem nada que eu faça que mude isso. Então é óbvio que eu não vou abrir um posto de gasolina. Ainda bem que tem alguém que abre, né, porque a gente precisa abastecer o carro. Mas eu não vou ser, eu não vou investir num negócio que dá 5% de margem. A Luciana não me deixa nem entrar em casa. Agora, se eu consigo construir características específicas de um modelo de negócio, e aí É uma área que eu gosto muito, desenvolver o modelo de negócio. Eu quero investir o meu tempo, meu dinheiro, meu recurso, minha energia em negócios que tenham margens mais altas. Então isso é um outro ponto que eu vejo, porque já que eu vou aplicar minha energia, vou assumir riscos, vou trabalhar para caramba, então que seja para eu ter uma recompensa à altura. Então a margem, ela é uma premissa que para mim ela é fundamental. E por fim, o último ponto é a recorrência. E recorrência, a gente tem aprendido muito juntos, inclusive, Joel, nos últimos anos sobre recorrência, porque recorrência não é apenas quando eu recebo mensalmente um valor pago por um mesmo cliente, tipo uma assinatura. Ele não é recorrência também, Mas a gente tem percebido a recorrência gerada pela esteira de produto, ou seja, a arquitetura do desenvolvimento de esteiras de produtos gera recorrência. E mais ainda, ultimamente, a recorrência gerada pelo ecossistema. Quando nós temos cross-selling, vendas cruzadas de um ecossistema, quando, por exemplo, O dono de um clube eventualmente perde um cliente, mas às vezes esse cliente vai para um outro clube da liga. Você tem recorrência numa liga, num negócio, quando o dono do clube será acionista dessa liga. O que, portanto, isso é um outro tipo de recorrência dentro de um modelo de negócio muito mais sofisticado, que é o modelo de negócio de ecossistema, onde você tem vendas cruzadas, onde você verticaliza o seu modelo de negócio, trazendo para dentro eventos, trazendo para dentro produtos financeiros, você pode trazer para dentro também adquirência, e daqui a pouco você é um banco, daqui a pouco você é um cartão de crédito, e toda essa recorrência é gerada também por um modelo de negócio um pouco mais sofisticado. Então essas são as premissas que eu observo para que eu tenha segurança para entrar num negócio e ter certeza que ele vai ser um negócio bem-sucedido.
Joel Jota:Ok, beleza. Do propósito, margem, escala, recorrência.
Flávio Augusto:Beleza.
Joel Jota:Quando você senta em 2022 na minha mesa lá no escritório com Caio e desenha a MLS, você viu todas essas premissas?
Flávio Augusto:Sim.
Joel Jota:Qual foi a grande ideia? Porque o negócio, você deu aqui, você gabaritou, né? Check, check, check, check, check, e plim, big idea. Aí Meles nasce dessa big idea, você foi gabaritando, mas antes de gabaritar, é importante, eu gostaria que vocês soubessem que até aí eu não tô, nem o Caio, acho que o Caio tá um pouquinho, mas eu não tô aí. E quando ele vai gabaritando e tem a big idea, Aí vamos fazer isso na prática, material, concreto. Qual foi a big idea?
Flávio Augusto:A big idea foi trazer equity para mentoria. Boa. O que que acontece? Mentoria é um negócio que existe há muito tempo. Teve um cara que fez isso lá na, mais ou menos, 30 anos antes de Cristo. Que reuniu 12 apóstolos, que ele fez uma mentoria com esses 12.
Joel Jota:Sim.
Flávio Augusto:E esses 12 se tornou um negócio que já dura mais de 2000 anos, tá em todos os continentes, com mais de 2 bilhões de clientes.
Joel Jota:Sim.
Flávio Augusto:Ou seja, mentoria não é uma coisa nova, nova. Aristóteles, Platão eram mentores de muita gente. No Brasil começou a pegar mais fogo mentoria em 2014, ali no início do marketing digital no Brasil. E aí nessa época eu comecei a ser muito convidado para fazer mentoria, para participar de grupos de mentoria, e eu nunca aceitei.
Joel Jota:Como dono, como cliente?
Flávio Augusto:Não, como como mentor, como mentor, mas não era nem dono, era convidado. As pessoas me pagariam, me faziam várias ofertas, inclusive muito altas, inclusive na ocasião, mas eu nunca quis aceitar. Eu nunca participei, nunca fui mentor, nunca fiz mentoria. E o motivo era claro: mentoria não tem equity. E fazer alguma coisa só para ganhar uma grana, nada de errado nisso, Mas eu não queria fazer. Eu tava, eu já tinha colocado para mim, olha, eu vou dedicar meu tempo para construir equity, para construir negócios que tenha valor. Então isso aqui não tem valor, eu não vou fazer. Então eu neguei fazer e participar de mentorias. Eu passei ali entre 2014 e 2019, 2020 agradecendo convites para participar de mentoria. Mas em 2021 eu tive um insight. Foi quando um amigo que fundou, e era amigo de um cara que fundou, é uma empresa de, do setor imobiliário nos Estados Unidos. Eu não me lembro o nome da empresa, eu já conto essa história, nunca me lembro, não sei o que lá, brokers. E essa empresa ela reunia corretores de seguros nessa plataforma. E foi um negócio que deu muito certo nos Estados Unidos, eles abriram capital na bolsa americana. Eu me lembro quando, no meio dessa conversa, eu pensando: cara, não tem nada mais personalíssimo do que o trabalho de um corretor. Trabalho de corretor não tem equity. Você não vai ver nunca uma imobiliária abrindo capital, fazendo um M&A, porque não tem equity, não é um negócio personalíssimo. Mas me chamou muito a atenção que ele criou uma plataforma de corretores, e essa plataforma abriu capital. Logo, essa plataforma tinha equity, tanto que os investidores compraram parte daquela plataforma. E aí veio o conceito, porque um negócio personalíssimo não tem equity, mas uma plataforma de negócios personalíssimos tem equity. Eu achei muito interessante isso. Falei, cara, olha que interessante, muito interessante. Aí eu me senti assim, cara, deixa eu pensar. Me senti um pouco desafiado a pensar que outros negócios que não tem equity poderiam ser consolidados numa única plataforma que teria equity. E passei um bom tempo pensando sobre isso, refletindo. Acho que ali em 2022 Foi quando eu olhei para o mercado de mentoria, porque o mercado tem margens muito altas, é um mercado que tinha ali um certo propósito, porque você ajuda uma pessoa a se desenvolver, e que eu nunca tive interesse porque não tinha equity. Mas se eu criasse uma plataforma que esta plataforma conectasse essas mentorias, essa plataforma assim teria equity. Essa foi a big idea: criar uma plataforma onde nessa plataforma a gente cria toda uma estratégia para o investidor no futuro e a gente consolide essas pessoas no modelo de liga. Aí os pontos começam a se conectarem. Cria o modelo de liga, porque essa pessoa entra nessa plataforma, é treinada por nós, é ajudada por nós, associa a imagem a nós. Nós trocamos as boas práticas com essa pessoa, a gente ajuda a formar esse novo empresário, ele conectado na nossa plataforma e já com uma regra clara de participação na holding. Ou seja, no momento de um evento de liquidez, no momento de um IPO, no momento de uma, de um M&A, esse cara se torna nosso sócio na holding. Dessa forma, esse mentor de uma mentoria que era personalíssimo, que não teria equity, passa a ter equity sobre a mentoria dele, porque agora ele é sócio da plataforma. Igualzinho aconteceu comigo nos Estados Unidos. Porque eu vendi o Orlando City por mais de R$2 bilhões, justamente porque ele era parte de uma liga e eu era acionista dessa liga. É por isso que os clubes da MLS, o Orlando City, por exemplo, eu vendi com 8 anos de existência, ele já valia muito mais do que os clubes do Brasil que existem há mais de 100 anos. Mas por quê? Que o valor não tá no clube. O valor tá na liga. Então, dentro desse modelo, essa foi a big idea: trazer equity para esse mercado de mentoria.
Joel Jota:Ótimo. Uma vez com essa big idea, tomou a decisão. Como é que foi teu processo de escolher teus sócios?
Flávio Augusto:Bom, começou com Caio. O Caio a gente já tava namorando há algum tempo, já tínhamos fundado o Vende-se, que é um outro negócio que hoje já se tornou a maior escola de vendas do Brasil. Mas nós criamos ali em 2022 o Vende-se, e a gente já tava começando a dar os primeiros passos nessa relação. O Caio, ele era um executivo, um top executivo de uma empresa de venda direta internacional Ele entregou as contas lá, ficamos focados 100%, fizemos nosso casamento ali, né, ficamos focados 100% no Ventes. Eu já vinha trocando essa ideia com ele já alguns meses, e a conclusão que a gente chegou, que primeiro a gente tinha que criar uma mentoria, porque quem nasce primeiro, né, o ovo ou a galinha, né? É a mentoria ou é a Liga? A Liga é uma liga de mentoria, então Vamos então fundar uma mentoria. Nasce o CLEX Club nesse momento. Quando a gente começa a desenhar os primeiros passos para o CLEX Club, eu me recordei primeiro de alguns contatos que eu e você tínhamos tido anteriormente, que eu já te acompanhava na internet, eu já te seguia na internet, que eu achava você um cara excepcional, a forma como você ensinava, maneira como você mobilizava as pessoas. Depois eu vi você treinando para o Ironman com o Caio. Eu vi a tua interação com Caio, interação do Caio contigo, sempre muito divertida, muita resenha para variar, né? Muita groselha, muita, ou seja, aquela relação gostosa, bacana. Eu observei isso por um tempo e com Caio eu falei: Caio, sabe quem eu acho que é a cara desse projeto com a gente? Acho que é o Joel Jota. O que tu acha? Ele: pô, eu acho ótimo, vamos falar com ele? Vamos. E aí a gente foi lá e foi aquele dia que levamos um papelzinho, uma caneta BIC, e a gente apresentou a big idea ali. E você disse: olha, cara, depois que eu vi isso aqui não vou conseguir mais desver. Enfim, e ali nascia essa união da Trinca, que não era Trinca ainda nessa época, mas nascia ali esse projeto com o Kleks Club. Então Kleks Club foi o embrião desse processo todo, né? E aí, a partir do Clex Club, a gente formou os primeiros clubes da MLS. E aí a gente nasceu em março de 2024, né? A gente completou 2 anos de Mentor League Society agora em março de 2026.
Joel Jota:Parece que foram 20 anos. 20 anos, incrível! Tá bom, para turma saber aqui a história dentro da cronologia, vamos falar de big numbers?
Flávio Augusto:Bora!
Joel Jota:Vamos falar assim, ó, desde— podemos falar de dinheiro sem tabu, senhores? Então tá bom, vamos falar desde quanto que a gente começou o nosso programa do Kleks, quanto que era o ticket, quanto que ele chegou, o número de, é, as previsões no primeiro ano de clube que a gente errou, aí depois no segundo, no segundo semestre que a gente errou as previsões. O quanto que a gente hoje tem de range de ticket? O quanto que já fez nos primeiros 2 anos? O quanto que tem projeto? Vamos falar de big numbers.
Flávio Augusto:Boa! Posso dar um preâmbulo de produto? Vamos lá. No preâmbulo de produto, para a gente falar na sequência dos números, fazia parte da big idea os clientes poderem acessar a rede inteira. Certo, isso é uma coisa interessante, porque às vezes o cara compra uma mentoria e tem a entrega dessa mentoria, tá tudo certo. Mas e se o cara compra uma mentoria e pode visitar os eventos de outras 200 mentorias? Muito valor, efeito rede, efeito rede. E para o mentor, por outro lado, quando ele não faz parte da liga, ele não tem equity nunca na vida dele. Quando ele faz parte da liga, ele tem equity. Ou seja, quando ele não faz parte da liga, ele é quase que um lobo solitário. Quando ele é parte da liga, ele tem o todo dando credibilidade para ele. Ou seja, tanto para o mentor quanto para o cliente, ele tem um enorme benefício de fazer parte de uma coisa grande. Vou dar um exemplo agora, dia 16 de agosto. Estaremos com mais de 40 mil empresários na maior sala de aula do mundo, que vai ser lá no estádio do Palmeiras, o novo Nubank Park, com mais de 40 mil pessoas ali presentes. Ou seja, quem vai estar ali no meio dessa galera?
Joel Jota:Vocês vão, pessoal?
Flávio Augusto:Olha aí, a galera vai olhar e vai ter a exata noção. Olha do que eu faço parte. Isso tem um impacto mercadológico muito interessante. E aí, conectando isso com os big numbers, Joel, qual o primeiro número que você queria que eu falasse?
Joel Jota:Plex, que foi o nosso embrião, né, nosso embrião, que é o clube mais antigo, é o nosso clube que a gente liderou do começo. Fizemos uma entrega no momento que a gente gravou esse podcast há 3 dias atrás. E a gente começa já no mercado, já dando, a gente dando tom, a gente já se posiciona firme.
Flávio Augusto:É, o Kleks, ele nasceu em 2022 com uma proposta clara. Eu, você e o Caio trabalhando ali aquele tripé, não é, que era vendas, gestão de pessoas e modelo de negócio, ou seja, o tripé para ajudar uma empresa a se desenvolver, uma empresa crescer. E ele nasceu ali naquele momento com um ticket anual de R$200 mil, que era um ticket muito maior do que o mercado praticava, mas a gente trazia uma tese diferente e a gente trazia muita autoridade na nossa entrega. Foi um mega sucesso, um crescimento muito rápido, crescimento muito grande. E recentemente nós lançamos agora na semana passada, em comparação a esse dia que a gente tá gravando, o CLEX, a nova versão 4.5 do CLEX, que entrega por um ticket de R$1,5 milhão ano. Ou seja, o CLEX completa 4 anos agora entregando um ticket de 1,5 milhão. E esse ticket de 1,5 milhão sempre é referência para Liga, porque a gente dá o tom. Porque de onde é que vem esses valores? Eles são absurdos, eles são altos, são baixos. Porque caro e barato depende do ROI, na verdade. O que que a gente vem aprendendo? A gente vem aprendendo e tendo mais segurança do ROI que a gente entrega. Exato. A gente vem aprendendo e tendo mais segurança do valor que a gente gera. Porque tu pagar 1 milhão e meio e ter 2, 3 vezes ROI É barato. Tu pagar R$100 e não ter ROI é caro. Então, o caro e barato não tá relacionado ao valor de face, tá relacionado ao retorno que aquilo gera. Então, aprender a entender o ROI que a gente gera ajuda a gente numa precificação, ainda que seja inédita no mercado. Então, falando de Kleks, esses são os números, né? Agora, falando da Liga, né? Liga hoje bateu mais de 11 mil clientes. Com ticket médio de 130 e poucos mil reais ano. Quando eu digo ticket médio, eu falei aqui que o CLEX é 1 milhão e meio, mas a gente tem programa de 60 mil reais ano, de 80 mil reais ano. Hoje, na Liga como um todo, nosso ticket médio, que está em acréscimo, ele tá na faixa dos 130 e alguma coisa, 135. R$136 mil reais por ano. Quando você multiplica isso pela quantidade de clientes que nós temos, a nossa previsão é esse ano é a gente transacionar na nossa rede 1,4 bilhão de reais. Ou seja, nós levamos 2 anos para bater o primeiro bilhão, nós cumprimos agora em março o primeiro bilhão de reais de receita, e vamos levar agora mais um ano, que é o ano de 2026, para faturarmos mais 1,4 bi. Ou seja, levamos 2 anos para faturar o primeiro bi. O segundo bi deve vir aí mais ou menos com 10 meses, mais 10 meses, o segundo bilhão de reais. Ou seja, falando em números, nossa previsão nos próximos 3 anos é chegarmos no faturamento de 8 bilhões anuais. Essa é a nossa, essa é a nossa previsão, falando de big numbers, né? Agora, quando a gente fala de números, mais legal ainda quando a gente fala de margem, porque nós praticamos uma margem na ordem de 70% de margem. Ou seja, se a gente está falando aí de uma previsão de podermos chegar a 8 bi de receita nos próximos anos, quando a gente fala de margem, a gente fala de 70% disso, de 5,6 bi de margem ebítida nesse período. Isso significa que a Mentor in League Society tem um modelo de negócio que gera bastante, bastante caixa. É um negócio de geração de caixa, o que portanto é um negócio muito interessante para o mentor, porque ele tem caixa, ele gera caixa. Muito interessante para a Liga, porque ela gera caixa. E muito interessante para o investidor, que lá na frente terá uma oferta de ações e poderá investir em algo que não só terá apreciação de equity, como também terá uma distribuição de dividendos muito alta, porque ele tem uma margem alta. E tendo uma margem alta, é um negócio muito atrativo para o investidor. E é do investidor que a gente pensa lá no futuro, né? Nós fizemos esse negócio todo, né? Você é sócio, é o fundador. Nós juntos fizemos esse negócio juntos. E esse negócio todo é com muito pouco aporte de capital, mas com uma forte geração de caixa, uma forte geração de dividendos. Estruturamos esse negócio justamente para que ele seja atrativo e não vendemos nenhuma ação até hoje. Nós temos o controle de 100% dessas ações que serão distribuídas para os mentores. 49% dessas ações serão distribuídas para os nossos mentores na proporcionalidade dos resultados que eles gerarem antes do evento de liquidez. Em outras palavras, nós temos aqui, mantemos o controle da companhia com 51% dela e vamos distribuir 49%. Olha que partnership, meu amigo! Que empresa que atinge patamares bilionários distribui 49% das suas ações para seus parceiros? É o que a Mentor League Society já tem no contrato com todos os mentores da nossa rede. Ou seja, com esse modelo nós temos todos muito incentivados, todos muito motivados, ganhando bem com margens altas antes do evento de liquidez, tendo já contratado que vão receber 49% das ações, mais o que nós vamos gerar no IPO, e mais o que poderão vender dessas ações no futuro. Porque eles terão equity. Então é um modelo que a gente consegue deixar feliz os nossos parceiros mentores, os nós fundadores também ficamos muito felizes, e também já estamos trabalhando pela felicidade daqueles que vão ser investidores quando a gente fizer o nosso IPO.
Joel Jota:Muito bem, muito bem. Ficou claro esse preâmbulo entre os fundadores, os mentores e os investidores. É um belo produto dentro das premissas, mas também é, e também é um excelente produto para o cliente, porque ele trata como verba de marketing. Ele pega uma verba de marketing dele, coloca em um clube de mentoria, lá ele aprende, ele coloca lá o dinheiro, se relaciona com as pessoas daquele clube, se relaciona com as pessoas da rede. Faz negócio, conhece novas pessoas. Agora quero que você fale do olhar do produto para o cliente. Por que que é inteligente ser um cliente da Mentor League Society? Eu pedi aqui para turma que é cliente levantar a mão quem queria ser mentor. Uma turma levantou a mão, talvez umas 80 pessoas, é, ficaram em pé, que são clientes e querem ser mentores. E já tá muito claro os benefícios de ser mentor. Mas por que também é inteligente, Flávio? Porque também é uma atitude inteligente ser cliente da Mentor League Society.
Flávio Augusto:Olha, primeiro você vai aprender. Eu adoro nas minhas aulas ensinar sobre modelos de negócio, adoro ensinar sobre vendas, adoro ensinar sobre visão de negócios, sobre mentalidade empreendedora. Esse tipo de informação ela não é óbvia. Principalmente quando ele é vindo de pessoas que tiveram uma experiência prática. Eu tenho 31 anos empreendendo, então ensinar sobre negócios para mim é algo que eu tenho propriedade, que eu tenho legitimidade. Então quando o aluno senta para conversar comigo, eu sei qual é a dor dele, eu passei pelo que ele tá passando, eu passei pelo que ele tá vivendo, venci muitas delas, errei também, e ele também pode aprender com os erros que eu cometi. Para que evite os erros dele. Ou seja, é um processo educacional. O primeiro ponto, o grande benefício para começar, é um processo de educação empresarial, é um processo educacional. Você aprende. Só que o segundo ponto, você não aprende só com mentor, você aprende também com as pessoas que estão do seu lado, com outros empresários. Porque o que começa a acontecer com empresário, Joel, ele começa a ficar solitário. Geralmente um empresário bem-sucedido Ele não é o herdeiro. A maioria não é herdeiro. A maioria começou do zero. Então, se a maioria começou do zero, pensa comigo: o cara começou do zero, ele tinha ali uns amigos da escola dele, que é o meio de relacionamento dele, os vizinhos, os parentes. Um belo dia ele diz: olha, eu não vou fazer um concurso público, tá? Tá, eu não vou, eu não vou trabalhar no banco ali, tá bom? Eu vou abrir meu próprio negócio. Quando ele disse isso, ele cria uma dissonância cognitiva coletiva, porque ele vai ser criticado. Tu tá louco, cara? E aí o que acontece? Esse cara começa a virar um patinho feio, ele começa a virar o sonhador. Cara, um sonhador, fulano é o sonhador. Então ele já cria um impacto, uma primeira ruptura com o meio social dele. E aí ele vai investir às vezes o que tem e o que não tem. E daqui a pouco, quando ele disse que vai empreender, daqui a pouco tem gente falando: aí, fulano vai abrir uma empresa, vamos fazer uma aposta, quanto tempo quebra? E o que que acontece nesse cenário? Alguns até quebram mesmo, mas aqueles que começam a avançar, começam a evoluir, começa a melhorar, daqui a pouco começa a melhorar de vida. E aí, se ele chega na casa, no bairro dele, para visitar a mãe dele com um carro bonito, vão dizer que o cara virou traficante. Se a mulher vai dizer que é do job, e aí ele vira comentário de novo. Só que ele começa a dar certo, e na medida que ele começa a dar certo, as pessoas começam a perceber: o cara tá dando certo. Caramba, não é que ele tá dando certo? E quando esse meio social que primeiro fez chacota, que depois criou uma ruptura, que fez aposta para ver quanto tempo ele ia quebrar, percebe que ele deu certo, você tem alguns que admiram e outros que invejam. E daqui a pouco, esse empresário que saiu desse meio, que começa a dar certo, Ele começa a não ter mais nesse grupo social em que ele vivia um lugar de apoio, um lugar de aprendizagem. Ele não consegue mais trocar ideia com os amigos dele porque os amigos dele não podem dar conselho de negócios para ele, porque nenhum deles viveu isso. E às vezes é o contrário, todas as vezes que ele se aproxima alguém pede dinheiro emprestado ou pede um emprego. E aí ele começa a se afastar. É aquele momento em que empresário começa a ficar solitário. Estar na Mentor Elite Society é também um caminho de socialização. Você aprende, mas você vai começar a se relacionar com pessoas iguais a você, pessoas que passaram pelo que você passou. Você começa a ter pessoas que entendem a tua loucura, entende o que tu tá passando, e que você pode aprender com elas também. Ou seja, O cliente não aprende só com o mentor, ele aprende também com os outros empresários. E detalhe, cria um novo ciclo de relacionamento. E se ele começa a ficar louco, sabe o que que ele faz? Flexão. Flexão em grupo. Aí é o ápice da loucura.
Joel Jota:Ô Flávio, você não vai fazer uma flexão com a gente não?
Flávio Augusto:Eu vou, eu vou, eu vou.
Joel Jota:É muita doideira.
Flávio Augusto:Na próxima eu faço, na próxima eu faço. Nossa Senhora, é o ápice da loucura.
Joel Jota:É o ápice da loucura. 5 horas da manhã, ande de louco e felizes.
Flávio Augusto:Tem alguém feliz aí? Olha só, tá vendo só? De bar de chuva. Então, Joel, o cliente, ele, porque, porque está na Mentor Eletric Society? Primeiro, ele vai ter esse processo de aprendizagem. Agora tem um segundo pilar, Joel, tá? E não é só aprendizagem e não é só socialização, é dinheiro de volta. Por quê? Rói na veia, rói na veia. Primeiro, ele vai botar em prática o que aprendeu, vai ter rói, vai ganhar dinheiro. Ele vai botar em prática o que ele, as estratégias que ele aprendeu com os colegas, vai botar em prática, vai ganhar dinheiro. Só que tem um outro dinheiro, porque lá na Mentor Elite Society, no meio do clube dele, ele vai conhecer alguém que vai ser sócio dele no novo negócio, que vai ser investidor dele no novo negócio. Ele vai conhecer alguém que vai se tornar cliente dele, que vai comprar o produto dele. Ou seja, ele vai vender, ele vai encontrar novos clientes e clientes qualificados, novos sócios e novos investidores. Ou seja, é sem dúvida alguma é uma estratégia educacional, mas também, como você disse, uma estratégia de marketing. Isso, ou seja, é muito barato. Isso, você investir R$200 mil numa mentoria Você não faz uma campanha publicitária com R$200 mil, mas você capta clientes, capta investidor, capta sócio. Também é uma estratégia de marketing.
Joel Jota:É, eu acredito que as pessoas têm que olhar como verba de marketing mesmo, como verba de marketing. Quer ver? Vou fazer um teste aqui. Quem já fez negócio lá dentro da MLS? Levanta a mão aí. Quem fez negócio lá dentro? Que beleza, hein? Olha aí, muito bom. Quem já encontrou um sócio dentro da MLS?
Flávio Augusto:Olha aí.
Joel Jota:A quem tá procurando um sócio, um investidor? Quem tá procurando investidor?
Flávio Augusto:Deu, ele já arrumou um casamento também. Olha aí, temos ali, ó, tá vendo, gente? A gente faz milagre também, tá vendo?
Joel Jota:Então é, tá, agora vamos lá, pergunta Papo reto, direto e reto para você, que não tem milíndre, não tem delongas. Por que ainda tem gente que não confia nesse modelo, desse produto, na sua opinião?
Flávio Augusto:Produto de mentoria? É natural, é uma cultura, é um processo de aculturamento, né? É normal. E até porque a gente sabe que no mercado tem mentor ruim também, né?
Joel Jota:É isso que eu ia te perguntar, se todo mundo pode ser mentor.
Flávio Augusto:Olha, eu acho que todo mundo pode aprender a ser mentor, mas é importante alguém mentorar com autoridade, com legitimidade. E a gente, infelizmente, tem uma gurizada no mercado, tem gente querendo ficar milionário vendendo livro 'Como ganhar o seu primeiro milhão'. Então essa lógica de pessoas sem autoridade, pessoas sem legitimidade falando na internet também não é novidade, né? Não é novidade, a gente já vê isso há muitos anos. Então é natural você criar uma má impressão com determinado modelo, né? Mas também, por outro lado, você tem muitos bons resultados com outras pessoas, com pessoas boas, pessoas sérias. Também. Então penso que o mercado, ele tem aprendido, ele tem se aculturado, ele tem percebido. E as pessoas estão ficando mais espertas também, Joel, de perceber quem é quem nesse jogo, né? Quem tem legitimidade, quem não tem, quem tem só seguidor. Por exemplo, número de seguidores na internet não é indicador de um bom mentor. Eu conheço bons mentores que não tem quase seguidor nenhum.
Joel Jota:Exato.
Flávio Augusto:E agora, resultado pregresso é indicador de um bom mentor. Um cara que tem autoridade, o cara ensina vendas, tá, mas o que que você fez de vendas na vida? Nada. É ruim. Aí você é um mentor de vendas, cara, mas eu tenho 20 anos de experiência em vendas, eu realizei isso, isso, isso, isso, cara, esse cara é bala, percebe? Então quando a gente escolhe os nossos mentores na MLS, a gente também leva em conta a história pregressa do mentor, com certeza. Porque isso, mais as ferramentas que a gente ensina, as técnicas de entregas, as metodologias pedagógicas que você é o cara que treina a galera nisso, Joel, e as de vendas também. Mas ele precisa pegar e encontrar um mentor com autoridade, legitimidade. Então eu penso que o mercado é normal, e eu acho que tem que, as pessoas têm que ser céticas com qualquer coisa mesmo e avaliar bem um mentor, ver os seus diferenciais, ver o que que ele tem, ver o que que ele realizou na vida dele. E é importante o cliente, ele questionar bastante para poder ter certeza que vai investir o tempo dele, o dinheiro dele, num programa que vai ajudar ele a ter ROI de fato, né?
Joel Jota:Perfeito. É bom a gente fazer esse aviso, esse disclaimer. É muito importante, é muito importante, porque a gente acredita, o que a gente promove e fortalece, aquilo que a gente também a gente não promove, é aquilo que a gente não fortalece.
Flávio Augusto:Até porque, Joel, com o sucesso da Mentoring League Society, muita gente tá querendo se animar, ficar fazendo mentoria, e por aí vai. E cada vez mais, cada dia que passa, uma chancela como da Mentoring League Society, ela é mais valiosa, né?
Joel Jota:Ela é mais valiosa. Flavião, o que que a gente pode falar aqui, que a gente pode revelar de visão, de futuro, de conquista, para onde a gente vai? Antes de eu falar isso, hoje, especialmente hoje, eu vim com um relógio que você me deu. Esse relógio que era seu, você tirou do seu pulso e me deu. E eu perguntei qual que seria a representatividade deste relógio. Esse relógio você me deu representava expansão, ir para fora, crescer. Então toda vez que eu colocasse no pulso ele representaria isso. Então gostaria que todos soubessem isso.
Flávio Augusto:É expansão internacional.
Joel Jota:Expansão internacional. Todas as vezes que vocês me verem com esse relógio aqui, esse relógio eu ganhei do Flávio, que representa expansão internacional. Ele me deu carinhosamente lá no escritório. Eu guardei e guardarei para sempre com muito carinho. Então eu gostaria— eu— é, quer fazer um woo?
Flávio Augusto:Faz um woo. Legal.
Joel Jota:E deixei isso público agora para vocês, porque eu acredito que é importante vocês saberem disso. A gente simboliza muito. Aliás, a gente gosta muito de relógio, viu, senhores? Muito. E fala um pouco sobre visão, expansão, futuro, o que dá para compartilhar com essa turma, porque essa turma vai com a gente, cara.
Flávio Augusto:A Mentor Link Society existe apenas 2 anos, é um bebê, um bebezaço, e gigante, né? Porque Nesse pouco tempo, tudo que a gente vem realizando é realmente muito notório. E nenhum outro negócio que eu fiz antes chegou perto de crescer como está crescendo.
Joel Jota:Nem pertinho?
Flávio Augusto:Nem perto.
Joel Jota:Nada, nada.
Flávio Augusto:Olha, a WiseUp foi um grande negócio que foi vendido em 2013 por 500 milhões de dólares, moeda câmbio da época, e ele levou 15 anos, né, para faturar o primeiro bilhão de reais. Acumulado. Então, nós levamos 2 na Mentor League Society. Então, realmente é um negócio que tem resultados muito grandes. Agora, nossa visão para o futuro é que nós entendemos que estamos num business com expansão internacional. Nós já temos mentorias em outros países, talvez tenhamos já Nós temos já clubes operando em talvez 4 ou 5 países por enquanto, mas esse é um negócio para estar no mundo todo. E se é um negócio para estar no mundo todo, é um negócio que tem potencial de abrir capital não apenas no Brasil, mas também nos Estados Unidos. Por isso nós fomos fazer a visita à Nasdaq no mês passado, acho que foi abril, não foi?
Joel Jota:Abril.
Flávio Augusto:Em abril do mês passado. Então ele é um negócio que tem potencial de expansão global. Nesse momento eu moro em Bahamas, essa é minha base onde eu tô passando grande parte do meu tempo. Bahamas é um lugar que fica ali no Caribe, entre Estados Unidos e Brasil. Está estrategicamente localizado para que eu tenha uma mobilidade mais fácil para trabalhar a expansão internacional nos Estados Unidos. Não é momento de eu ter residência fiscal nos Estados Unidos agora, estrategicamente não é o momento. Portanto, Bahamas, ele é um lugar que é uma base logística para mim para fazer esse tipo de movimento. Nós temos nesse momento dois clubes incubados nos Estados Unidos, um deles já com vários clientes americanos, o que portanto é parte dessa nossa estratégia para expansão internacional. Então, para nós estarmos nessa mobilidade, né, voando entre Brasil, Estados Unidos, Bahamas, e futuramente em outros países também, é parte dessa estratégia de futuro. Porque isso vai nos dar o quê? A possibilidade de botarmos de pé um produto global, um produto que fatura em dólar, um produto que vai ter uma valuation de Nasdaq. Então esse é o nosso big dream, né? Nosso sonho grande agora é esse, é um sonho de estabelecer esse modelo como um negócio global e a gente poder levantar investidores globais para expandir isso no mundo todo.
Joel Jota:Muito bom! Essa é a nossa visão. Flávio, o que que os mentores representam para você de maneira direta e reta, prática? E eu gostaria que nessa resposta todos os mentores ficassem em pé. Por favor, para vocês olharem para o Flávio enquanto ele fala, olhando para cada um de vocês. Olha o tanto de mentor da MLS que está aqui. Que que essa turma representa para você?
Flávio Augusto:Uau, tem gente espalhada aí por toda, por toda a sala. Joel, o mentor, ele é um protagonista deste projeto, ele não é um coadjuvante desse projeto. Nós não faríamos isso sozinho, senão a gente teria feito sozinho. Jamais faríamos isso sozinho, não dá para fazer isso sozinho. Esse é um negócio muito grande para se fazer sozinho. Então o mentor, ele não é um coadjuvante nessa história. O mentor, ele é um protagonista dessa história. Sem o mentor não existe liga, sem o mentor não existe expansão. Sem o sonho de vocês, mentores, sem a credibilidade de vocês, sem a crença de vocês, sem a visão de vocês, sem a loucura de vocês. Porque assim, começa com um louco, vai para outro louco, vai para outro louco. Agora já estamos em quase 200 loucos. Então eu quero agradecer a sua loucura, pela sua loucura, agradecer por você ter embarcado nesse sonho junto com a gente e dizer que nós estamos só no começo. E que eu desejo viver muitas emoções com vocês. Desejo estar batendo um martelo, tocando a campainha lá em Nova York do lado de vocês. Desejo estar indo para uma convenção lá na Ásia com vocês para conhecer os nossos novos mentores asiáticos. Eu desejo colocar um fone de tradução simultânea para ouvir um indiano mentor lá na Índia falando das suas experiências. E a gente vivendo essa experiência juntos nos próximos anos que virão, tá? Muito obrigado pela confiança de todos.
Joel Jota:Muito bem, Flávio, última pergunta. Vocês estão gostando?
Flávio Augusto:Cara, eu não posso deixar de fazer uma observação antes da sua última pergunta, cara. Quanta gente aqui! E a gente sabe que é uma parcela do grupo aqui, né? É uma parcela, é uma parcela. E é muito legal ver que tem mais gente sonhando com a gente, né? Então, quando você falou que várias pessoas levantaram, que sonham em ser mentores, eu achei maravilhoso. Porque a pessoa pode aprender, se a pessoa tem a ensinar, tem autoridade, aprendeu alguma coisa e o que ela conhece vale para ajudar as outras pessoas, isso é maravilhoso.
Joel Jota:Quer ver? Fica em pé. Quem quer ser mentor aí para o Fala Meu Vê?
Flávio Augusto:Olha isso, espetáculo! Olha que maravilha!
Joel Jota:Uma salva de palmas para vocês também.
Flávio Augusto:Obrigado! Vamos que vamos! Você tem muito para ensinar, muito para ajudar. Ó, e tem uma coisa, Joel, que é impagável. Galera que já é mentor sabe, cara, é bom ganhar dinheiro, é bom ter uma margem de 70%. Tudo isso a mentoria dá. Você imagina, uma mentoria cobra 200 mil, que tem 100 clientes, é 20 milhões de receita. 70% de margem, 14 milhões de lucro. Quem não quer? Eu sou bobo, que eu quero, não é verdade? Tudo bem, tudo isso é legal, é bacana. Agora tem uma coisa que é impagável, e eu vou falar, o mentor sabe disso: ver o mentorado botando em prática e crescendo, multiplicando, destravando a vida dele, crescendo. Cara, isso é uma coisa que não tem preço, isso é impagável, isso é parte da remuneração. E nós, você é um cara que que tem isso muito forte dentro de você, é parte da nossa remuneração. É uma remuneração que o dinheiro não é capaz de contar.
Joel Jota:É verdade, é verdade. O conhecimento liberta, senhores, o conhecimento liberta. Flávio sempre fecha o podcast com a pergunta: que mensagem você gostaria de deixar para o mundo? Eu vou fazer um um pouquinho diferente. Aqui tem, caramba, tem mais de 2 mil pessoas aqui, talvez, ou próximo a 2 mil pessoas aqui. Mas todos os milhões de seguidores do JJ Podcast, empresários, empreendedores brasileiros que moram no Brasil ou fora do Brasil, tem gente que não é brasileira mas fala língua portuguesa, tem gente de países africanos, tem a turma toda de Portugal que é muito forte. A gente é muito forte lá, turma estuda para caramba. E essa turma tem muita vontade, Flávio. Essa turma toda aqui quer crescer. Aliás, isso aqui é o exemplo maior de que todos aqui querem crescer. Eles vieram aqui, eles pegaram seus tempos, deixaram pessoas importantes em casa, né, gente, para vir aqui. Então esse é o sinônimo, sabe, do empenho, do acordo, do envolvimento. Então, ao invés de mandar para 8 bilhões de pessoas, manda para quem tá ouvindo assim, ó. Quando eles tiverem dúvida, quando eles titubearem, quando eles duvidarem, quando eles tiverem um lapso assim, que mensagem você falaria para eles, para eles lembrarem? E que essa frase, que esse conceito daria para eles mais energia, mais foco, um passo a mais para eles não desistirem do sonho deles.
Flávio Augusto:Quando a gente desiste, muita gente que tá perto de nós vai colher as consequências da nossa desistência. Quando a gente vence, muita gente colhe os frutos da nossa vitória. Então, se tá difícil, pede ajuda, não fica só. Não fique só. Essa é a mensagem: não fique sozinho. Ninguém vem sozinho, Joel. Tem um filósofo muito famoso que tem uma frase assim: pessoas precisam de pessoas. Você conhece esse filósofo? Pessoas precisam de pessoas. Não fique sozinho. Se junte, esteja num grupo de empresários. Se você é empresário, esteja num grupo de empresários, reúna pessoas, crie comunidade. Você faria todas essas flexões não fosse o incentivo do Joel?
Joel Jota:Não.
Flávio Augusto:Então você vê, um líder faz diferença. Se conecte com pessoas que te ajudem, que te inspirem, que te tirem da zona de conforto, que faz você ter uma melhor versão. Então não fique sozinho, porque se a gente ficar sozinho, a nossa chance de sucumbirmos às nossas debilidades, às nossas fraquezas, às nossas inconsistências é muito grande. Todos nós somos seres humanos, temos fraquezas, todos nós temos dúvidas. Então estarmos juntos nos fortalece para que a gente chegue até onde a gente deseja chegar. Então não fique só Se conecte com boas pessoas e vamos para cima! Palmas!
Joel Jota:Senhoras e senhores, essa foi a edição do JJ Podcast, edição especial com plateia! Uma salva de palmas!
Laila