Episódios de Jota Jota Podcast

Como CONSTRUIR SUCESSO sem PERDER sua IDENTIDADE (MUMUZINHO) | JOTA JOTA PODCAST #280

02 de junho de 20261h38min
0:00 / 1:38:00

📚 Ouça meu novo audiolivro FOCO NO ESSENCIAL na Audible: https://bit.ly/audiblejj

Neste episódio do Jota Jota Podcast, Joel Jota recebe pela primeira vez Mumuzinho, cantor, ator e um dos maiores nomes do pagode brasileiro, para uma conversa sobre carreira, negócios e o que acontece quando um artista decide pensar além do palco.

O que você vai descobrir neste episódio:

◼️ Por que o sucesso pode ser o maior inimigo de um artista ◼️ Como Mumuzinho enxerga negócios, oportunidades e novos mercados

◼️ As 3 condições que Joel exige de quem quer ser mentorado

◼️ Como transformar talento em negócio sem perder a essência

◼️ Por que o reconhecimento vale mais do que o dinheiroUm episódio sobre carreira, mentalidade, visão de negócio e sobre o que realmente sustenta uma trajetória de longo prazo.

🔔 Inscreva-se no canal e ative as notificações para não perder os próximos episódios!

🎙️ Host: Joel Jota

🗣️ Convidado: Mumuzinho

🕐 Áudios novos no Spotify, todos os dias às 01:02

📢 Anuncie no Jota Jota Podcast: comercial@joeljota.com

📲 Siga o Jota Jota Podcast:

◼️ Canal YouTube: /@joeljota

◼️ Instagram: /jotajotapodcast

◼️ TikTok:

/jotajotapodcast#mumuzinho #sucesso #joeljota #jotajotapodcast #empreendedorismo #musica

Participantes neste episódio3
J

Joel Jota

HostJornalista
F

Flávio Augusto

ConvidadoEmpreendedor
M

Mumuzinho

ConvidadoCantor
Assuntos8
  • Mentalidade EmpreendedoraServidor de GTA RP (Off RP) · Monetização de jogos online · Oportunidades de negócio no mercado musical · Automatização do business da música · Plataforma para artistas e contratantes · Mentoria para novos cantores · Visão 360 do artista como empresário
  • Desafios do EmpreendedorismoCriar novas referências em vez de apenas ler livros · O desafio de empreender no mercado musical · A importância de não escolher o assento do foguete · O projeto de potencializar talentos da comunidade
  • Sucesso e RealizaçãoO sucesso como inimigo do artista · Transformar talento em negócio · A importância do reconhecimento sobre o dinheiro · A relação entre coisas e pessoas · A mentalidade de longo prazo
  • O Papel do ArtistaO papel dos mentores na carreira · Superar o medo e as desculpas · A importância de não ser limitador · Acreditar em si mesmo e buscar oportunidades · A relação entre atletas e música · A importância de escrever a própria história
  • Criação de Músicas e ProgramaçãoA música 'Fulminante' · A música 'Eu Mereço Ser Feliz' · A música 'Fechadão com Amor' · O processo de composição musical · A importância do tempo da música · A construção de uma carreira sólida na música · A relação entre atletas e música
  • Importância dos relacionamentos humanosAcreditar em si mesmo e nas próprias ideias · Estar com pessoas prósperas e que compram suas ideias · A relação entre mentores e mentorados · A importância de não ser limitador
  • Reflexões sobre dinheiroDinheiro como ferramenta de segurança e realização · Ajudar pessoas com recursos · A diferença entre sucesso e reconhecimento · A importância de não ter tabu com dinheiro
  • O podcast Roda e a VezA metodologia de mentoria de Joel Jota · A importância da agenda aberta e do coração ensinável · A obediência como chave para o sucesso · A liderança sob demanda
Transcrição290 segmentosassemblyai/universal-3-pro-async
?Voz A

Mas eu quero mais, cara. Quero mais. Quero mais. Eu quero fazer diferença na vida das pessoas. Eu quero dar palestra em Nova York. Eu quero dar palestra em tudo quanto é lugar. Eu quero ter um documentário da minha vida, sabe? Eu quero, quero, quero.

?Voz B

Meu convidado de hoje é uma pessoa incrível. Ele virou ator antes mesmo de ser cantor, gente. Passou por produções como Cidade de Deus, Tropa de Elite, antes de se tornar um dos maiores nomes do pagode do Brasil, da música do Brasil. São 9 álbuns lançados, indicação ao Grammy Latino, ele é bicampeão como mentor no The Voice, mais de 2 bilhões de streams nas plataformas, já fez várias músicas, vários hits, trilha sonora. Ele vai falar hoje sobre vida, vai falar hoje sobre negócios, a gente vai falar sobre uma coisa que a gente fez junto, que eu tô muito feliz também, muito orgulhoso.

Então receba pela primeira vez no JJ Podcast Mumuzinho. Quando desce do palco e vem para os bastidores, quem é esse cara?

?Voz A

Todo mundo tem que ser a extensão do Mumu. Se eu chego, trato bem a menina que tá limpando meu camarim. Eu não admito um segurança ou alguém da minha produção, da minha equipe, tratar, destratar ou não ser o mínimo do que eu sou.

?Voz B

Aos 18 anos você Você nem sabe o que as pessoas falam de você. Aos 40, você decide não ligar mais. E aos 60, você descobre que ninguém nunca falou de você.

?Voz A

Cara, o sucesso pra mim, ele é traiçoeiro. Eu tenho medo dele. Fui encontrar com o Beitmol, e aí eu cheguei pra tomar um café com ele lá na XP. Ele olhou meu celular e falou: "Você tem um celular de ouro?" Aí eu fiquei todo sem graça: "Não, que isso?" Ele falou: "Cara, a credibilidade não tá aí." 'As coisas você usa, as pessoas você ama.

?Voz B

Tem gente que ama as coisas e usa as pessoas.' Como é que é essa frase? Eu vou anotar. Ali eu falei: 'Cara, vou parar de narrar, vou pôr a música.' Que isso?

?Voz A

Amor, foi você quem falou que entre a gente não faltava amor, mas quem disse que os amores vivem somente de amor?

?Voz B

vou te falar uma coisa que ninguém gosta de admitir, tá? As desculpas não atrasam só o seu dia, elas atrasam a sua vida. Eu ouço isso o ano inteiro: "Joel, vou começar segunda." "Ah, depois eu vejo." "Ah, quando der eu faço." E todas parecem frases comuns, mas elas não deveriam ser. Porque quando você diz "eu vou começar amanhã", quase sempre é medo. E medo de não dar conta, medo de errar, medo de sair do confortável. E o famoso "depois eu vejo", na maioria das vezes não é falta de vontade, não, é excesso.

É quando a mente está cheia do que você nem sabe por onde começar e adia aquilo que poderia resolver agora, gente. E quando alguém fala "eu vou pensar", muitas vezes é só dificuldade em dizer a verdade e dizer um belo de um não. E toda vez que a gente diz sim para os outros, a gente começa a dizer não para nós mesmos. Então, ó, Faz isso por você. Olha para as desculpas que você dá, mas não para se culpar, só para você entender o que está te afastando da vida que você quer e começar a caminhar na direção certa.

Eu quero te propor uma coisa, eu quero te convidar a escutar meu novo audiolivro. Eu escrevi um novo audiolivro, gravei, e ele tem o nome Foco no Essencial. Você escuta ele, tá na Audible, e lá eu te ajudo a organizar sua mente, o seu tempo. E o melhor, você escuta de onde você tiver quando você quiser, e até offline, vai te ajudar, eu garanto. Beleza? Vamos embora!

?Voz A

Que honra, meu amigo! Pô, que prazer vir aqui bater esse papo contigo, cara. Eu que agradeço, e poder falar um pouco da minha vida, fazer as pessoas conhecerem a minha história, da onde eu vim, né, qual foi o primeiro passo, conhecer o Mumuzinho de uma maneira, né, que às vezes coisas que eu nunca contei, é que a TV não mostrou. Acho que é legal poder bater esse papo contigo. Acho que, como eu te falei, né, tava batendo, tava conversando com o Dudu, às vezes a gente precisa de tomar um choque de realidade para entender quem somos, né?

E quando eu cheguei aqui, eu me identifiquei muito assim com tudo isso aqui, com essa estrutura, com você, porque eu vi um pouco do seu começo e E eu acho que todo moleque sonha, todo moleque sonha em almejar fazer diferença na vida das pessoas. Eu acho que o que você faz aqui, você faz diferença na vida das pessoas, sabe? E esse primeiro passo, como que a gente faz? Qual é o caminho que a gente tem que seguir? Então eu, nos meus primeiros passos, né, Que depois que minha mãe, Dona Madalena, professora, me ensinou, eu acho que Deus foi muito generoso comigo porque colocou pessoas no meu caminho para que eu pudesse dar esses primeiros passos sendo observado.

Opa, não vá para esse caminho. Então eu acho que é um pouco do que você faz hoje, é você, essa, essa mentoria, esse cuidado com as pessoas. Tem amor, tem tem olhar, tem emoção, sabe, tem sentimento, olho no olho, né, que eu acho que é o que a gente tá sentindo falta mesmo, essa coisa de olho no olho, pele na pele ali, a gente tocando as pessoas e tendo essa coisa de verdade. Então acho que esse papo aqui para mim vai ser um papo muito bacana de poder mostrar esse Mumuzinho.

Acho que ninguém, acho que eu não consegui mostrar ainda esse Mumu 40 anos, né, 42 anos que eu tenho, e contar um pouco da minha história, de tudo que eu fiz até chegar aqui.

?Voz B

Boa, cara. Minha função aqui é a gente bater um papo, e nesse papo, ah, pô, a gente aprofundar mais em coisas que talvez a audiência não saiba sobre você, né, e que você gostaria de contar para ela. Então eu tenho várias perguntas para te fazer, mas eu quero começar, eu geralmente começo forte, Eu começo forte. Você conseguiu chegar num resultado expressivo na música, mas acima de tudo você é empresário, cara. Você é um empresário.

Você tem fonte de renda publicidade, você tem fonte de renda que você tem uma label própria, você é um cara que tem royalties de música, você vai no The Voice, você é um cara que faz filme.

?Voz A

Eu tenho um servidor de GTA. Que que é isso? É, eu sempre gostei de game, né? Sempre gostei.

?Voz B

Existe uma coisa, para quem não gosta de game, eu não entendo, por isso que eu falei, que que é isso?

?Voz A

Existe uma comunidade muito grande que é o GTA RP, aonde, que é um jogo famosíssimo da Rockstar, aonde você cria sua própria história ali, e é um metaverso, né? E ali eu descobri na pandemia em 2019 que eu poderia monetizar ali. Não tinha mais shows, não tinha, não podia fazer mais nada, enfim. Então eu criei ali através do meu filho que jogava esses joguinhos de que você tem que comprar uma roupa, você tem que um campo de monetização que eu falei, opa, isso aí, ah não, pai, isso aqui é um joguinho, tem que comprar uma armadura, entendeu?

E aí eu comecei a estudar o cenário, e aí eu criei um servidor de GTA RP que aonde ali eu monetizo É, você pode comprar um carro, você pode comprar uma casa, você pode comprar o que você quiser dentro do jogo. E aí o nome do meu servidor é Off RP, Off RP, aonde as pessoas vão lá. Só que é, eu trabalho lá com a escassez, então é por isso que vale muito. 100 pessoas só no máximo, geralmente os servidores é 200 pessoas, então lá é para 100 pessoas.

E eu costumo dizer que é a minha comunidade, comunidade do Mumu. Então aí tem as premium também, se você quer entrar muito, então você tem que pagar um valor sobre isso. E é isso. Então assim, eu vou aonde eu vejo oportunidade de negócio.

?Voz B

É isso aí que eu quero pôr, esse ponto. Você olha, né? Eu olho., uma vez, já tem um tempo, porque esse lado que eu quero conversar com você hoje, o seu lado empreendedor, você gravou um conteúdo com o Thiago Negro. Alguns anos atrás, Primo Rico. Você foi no escritório dele. Eu vejo você sempre com furla, eu vejo você com benchmark. Toda vez que a gente conversa, a gente fala de oportunidades de negócio. Quais são os negócios que você olha?

Aliás, antes, antes, você criou um negócio por meio da música, mas por trás você é empresário, você é empreendedor, você é um visionário, você observa. Quais são as coisas que você hoje olha se existem, que você não tá no palco. Porque quando você tá no palco, a persona, você canta, você canta, cara, você mobiliza a galera, pô, tua presença de palco é uma coisa doida, a galera canta a música, é hit. Eu vi um corte desse que você sobe com os cara, aí tava com o Naldo, aí falou assim, você é o artista.

Mas quando desce do palco e vem para os bastidores, quem é esse cara? Para onde que ele olha?

?Voz A

Tá, esse cara é um cara que se preocupa Desde a entrada do evento, desde a entrada, quando eu falo evento, aonde se predomina a arte, aonde tem arte, eu preciso entender como 360, tá? Então vamos falar da música, do show business, do evento. Quando eu chego, a primeira coisa que eu faço, eu cumprimento a menina que tá com uma vassoura varrendo ali o evento. Então ela para mim é o meu primeiro olhar de cuidado. Cuidado, tudo bem?

Obrigado, viu? Se eu chego e faço isso com a menina que tá na porta do meu evento e ela está lá varrendo o camarim, porque quando eu chego no camarim tem alguém ali varrendo e tem alguém ali que já passou e já deixou tudo organizado para mim. Se eu tenho esse cuidado desde esse momento do início ali. Então imagina o cuidado que eu vou ter com todo 360 que gira ao mundozinho. Por quê? Porque eu pego todos os caminhos, os— como é que é a palavra?

Eu pego todas as lacunas que envolve, que tá por trás do mundozinho, eu tenho na mão, eu cuido. Então o olhar que eu tenho é Será que essa, será que as pessoas que compraram ingresso estão sendo, tão passando, tão vivendo uma experiência bacana? Será que o show, a qualidade do som tá bacana para essas pessoas? Será que a minha entrega, quando eu olho, quando eu observo, quando eu tô no palco, eu tô conseguindo ser o que as pessoas querem que eu seja naquele momento ali?

Então eu me preocupo com 360, e quando eu chego e me preocupo com 360 No final eu tenho um resultado. Então quando eu tenho esse resultado positivo, opa, esse negócio deu certo, que eu tô falando da resenha do Mumu. Então tudo que eu faço, eu me preocupo em participar, em ter, é delegar para as pessoas, porque eu também não consigo cantar e organizar tudo. Eu tenho pessoas qualificadas que é uma extensão do Mumuzinho, certo? Todo mundo tem que ser a extensão do Mumu.

Todo mundo tem que ser um Mumu ambulante. O Mumu que tá no palco, todo mundo tem que ser um Mumu. Se eu chego, trato bem a menina que tá limpando meu camarim. Eu não admito um segurança ou alguém da minha produção, da minha equipe, tratar, destratar ou não ser o mínimo do que eu sou. Então eu acho que quando você se preocupa com esses detalhes E eu começo a me colocar à disposição de grande negócio, e eu observo muito, eu vejo muitas coisas, eu vejo muito podcast, podcast de grandes empreendedores.

E eu sempre, uma coisa que eu sempre tive vontade, e é um sonho, um desejo meu hoje em negócio, Se você me perguntar, eu vou te falar. Eu gostaria muito de automatizar o business da música. Se você pegar hoje uma carreira bem-sucedida no pagode, é um faturamento de 30 milhões, mais ou menos, certo, por ano, né? Se você pegar aí, claro, a gente tem na linha de cima, mas na linha de até chegar ali na de baixo, a gente tem muitos investimentos. Mas a gente precisa trazer mais a tecnologia.

?Voz B

Não tem?

?Voz A

Não tem. Não tem muita tecnologia, não tem muita coisa que viabiliza. Que é tão visível. Visível, exato. Dashboard, o que você trouxe. Dashboard, exato, exato, exato.

?Voz B

Localização.

?Voz A

Exato. E se tem, não tem, não tem, não vou dizer que tem espaço, mas acho que não é comum. Acho que são poucos, poucos artistas que hoje que usa essa ferramenta.

?Voz B

Se você criasse um negócio desse, você acredita que você—

?Voz A

Não, se eu criasse, não, já estou criando.

?Voz B

Já tá criando?

?Voz A

Já estou criando, tá legal, com meus meios de contato. Eu já estou fazendo um sistema, é para você e para o mercado, vai servir para o contratante também, né? Só que a visão não é só porque assim existem Tem dois lados. Primeiro lado é o do artista. Eu tenho que me preocupar com cantar, mas se eu pego no meu celular e olho uma agenda que eu tenho, um mapa geográfico, que eu olho lá nesse mapa, o artista tal vai estar em tal lugar, eu clico.

Olha só, cliquei, aí ele abre. Ufa, abriu! Qual é a negociação? Quanto é o— qual é a negociação? Qual o custo do show? Qual o valor do show? Qual o custo? Quanto eu tenho que dar de comissão? Quanto eu tenho que pagar de carga tributária? Se esse show deu— quantas pessoas deu esse show? Então, acho que assim, quando você tem isso para os dois lados, tá, você tem isso para o lado do artista ali ne, e isso não é só artista estourado, artista consagrado, não.

Eu tô falando do cara que toca no barzinho, pô. É o cara que toca no barzinho, é o cara que toca no barzinho lá, que quer ter a vida dele automatizada pelo showzinho que ele faz, os shows que ele faz. Sexta no bar tal, sábado eu tô no restaurante tal, e ele acompanha isso tudo no sistema, entendeu?

?Voz B

Tá, entendi. Bom, então esse é um lugar que você tá olhando, obviamente, sistema.

?Voz A

Isso é um novo business que eu tô olhando muito É um dos business, né? Eu tenho vários business que eu quero poder ter mais capacidade, entendimento, né, de organizar. Porque eu acho que ele é o seu papel, que eu acho que o papel da organização, de colocar tudo isso. Vamos lá, existe um cara que tem contato. E outra, contato, network, vale muito mais do que muita coisa, né? Às vezes você tem grana e você não tem acesso. Você pode ter grana, ah, mas você não tem acesso.

Tem coisa que o dinheiro não te dá acesso. Então, como que a gente consegue? Como que a gente chega nesse local? Como que a gente faz isso virar uma oportunidade de business? E sem ser chato, sem ser...

?Voz B

O acesso que você tem, ele vem junto credibilidade, respeito. Eu já vi, por exemplo, a... Eu já vi a... Eu já vi o Dudu falando de você. Eu já vi a do Esquenta, a Regina Casé falando de você. Eu já vi o Zeca falando de você. Eu já vi o Bruno Sorriso falando de você. E sempre com muito carinho, sabe? Sempre com muito respeito. Então não só ter acesso, né? Acesso tem credibilidade, reputação. As pessoas têm que gostar de você.

?Voz A

Exato.

?Voz B

Isso você tem.

?Voz A

E aí, legal, porque todas as idades. Então eu, assim, eu tenho um papel aqui que é o dom que Deus me deu de cantar, de interpretar, mas eu acho que eu posso mais, entendeu? E eu quero trazer com a sua ajuda, óbvio, que essas oportunidades de eu colocar, de organizar minhas ideias e colocar isso colocar isso em prática e de fato fazer a diferença na música. Eu quero fazer diferença na música, boa, entendeu? E quando eu falo de automatizar, é para criar mais transparência, sabe?

Porque o trabalho do gestor, cara, é muito importante para o artista. Isso não é que a gente não precisa do gestor, não, muito pelo contrário. A gente precisa só trazer mais transparência tanto para o artista, tanto para o empresário. Entendeu? Eu, graças a Deus, tenho uma relação muito boa com meu sócio, né? A gente tem, e ele me deixa muito à vontade para isso, para que eu possa colocar minhas ideias para fora. Mas isso, de fato, isso cria um campo de visibilidade de mão dupla para qualquer tipo de negócio, tá?

?Voz B

Olha só, tem alguma coisa que as pessoas na sua opinião, hoje pedem para você ensiná-las, e que você faz isso de maneira gratuita e, sabe, genuína, verdadeira. Mas se você estruturasse como se fosse um negócio, as pessoas pagariam? Pagariam. E o que que é?

?Voz A

Acho que é acompanhamento e a direção dos novos cantores. Acho que tem muita gente que se espelha em mim, como se espelha em outros artistas também. Qual o primeiro passo?

?Voz B

O primeiro passo, como é que eu lido com o dinheiro?

?Voz A

Como que eu entendo o processo? Como é? O que que eu tenho que fazer no palco? Como que eu lido com— como é que eu lido no palco? Como é que eu converso com as pessoas? A fama, a fama, como que eu lido com fama, como que eu lido com as minhas redes sociais, o que que eu quero mostrar, o que que eu posso mostrar, o que que eu não devo falar, o que que eu posso falar, aonde que eu tenho que transitar. Eu não posso tá bebendo, cantando com um copo de cerveja ou cantando com uma bebida, porque eu não posso estar cantando sem camisa porque tem crianças.

É ter a visão 360 do que me envolve. Quando eu falei para você que eu me preocupo desde a menina que tá lá limpando, que tá limpando o chão lá do meu evento, que tá fazendo, preparando meu camarim, eu tô preocupado com tudo. Então eu acho que eu fiz, eu contribuí com muita carreiras genuínas, sabe, sem criar um modelo de negócio, entendeu? E de repente eu acho que eu até, foi até bom Foi até bom porque eu não tava preparado, entendeu?

Eu acho que hoje eu tô preparado. Eu tenho, montei minha empresa, eu tenho, eu comprei, ah, comprei 3 salas no Rio de Janeiro, fiz uma estrutura para atender, entendeu? É para atender esses novos artistas, né? Contratei pessoas qualificadas, né? Trouxe o Dudu Félix, que trabalhou 12 anos na Universal Music, que é um cara que fez gestão diretamente, sim, com os artistas. E que é isso, eu trago as pessoas para me ajudar a potencializar cada coisa que eu quero fazer, entendeu?

?Voz B

Entendi, tá certo. Tem que montar teu time, teu time montar no meu time.

?Voz A

Exato.

?Voz B

Eu vejo com facilidade você num braço de educação, de ensino. Ou por exemplo, você tem um ensino numa camada pro próprio profissional, pro próprio cantor, mas um olhar 360, família, saúde, o trabalho dele, a marca, os relacionamentos, a fala, a comunicação, como que ele cuida da reputação, disciplina pra ele não errar no básico, desde assim, pô, cuidar da voz, tá bem fisicamente, não atrasar, ele tem que ser visto como um um empresário da área da música.

Eu vejo, eu vejo esse braço você mentorando. Também vejo um outro braço você mentorando empresas que querem aumentar influência. Pô, você tem um evento, uma label própria, você atrai pessoas, você aumenta tua influência, você transita em vários ecossistemas. Como é que faz para atrair tantas marcas? Como é que faz para atrair as marcas e rodar o Brasil inteiro? Como que você tá na TV? Como que você tá no streaming? Como é que você tá no cinema?

Como é que você tá no palco. Como que você faz isso? Os empresários, eles vão querer aprender sobre isso lá, influência, negócio, media marketing, com você também. Vejo você também tendo um back para isso aí. Você já deve fazer, ou você não faz, vai fazer em breve, que é formar esses artistas e ser o empresário dele, tipo estratégia, que é um pouco do Jay-Z faz com a galera.

?Voz A

Eu acho que, eu acho que isso faz, e acho Concordo plenamente com você. E eu acho que isso tem um— eu não quero ser empresário desses artistas. Eu quero— eu queria ser um mentor, eu queria ser um amigo ali, eu queria ser suporte, um suporte. Porque acho que empresário não, porque eu acho que é porque eu vivenciei Eu quero passar o que eu vivenciei na rua, na estrada. Então eu quero poder falar assim: cara, cara, ficar no ônibus 15 horas para ir para o Nordeste, hein, cara.

Porra, mas é muito cansativo. Você quer, mas é o processo. Você escolheu isso aí, cara. E lá atrás você pediu, você pediu, pô. Eu vou te mostrar aqui uns artistas que tem um avião 'Ó, esse artista aqui tem avião, esse aqui também tem avião, mas ele já pegou muitas 15 horas dentro do avião, dentro do ônibus.' E aí, vai desistir? E outra, são 15 horas, você sabe quantas pessoas estão esperando você lá? Você sabe o que que essas pessoas fizeram para juntar um dinheiro que esse dinheiro poderia ser para alimentação, para outras coisas, compromissos, e gastaram dinheiro para te assistir.

Então tem muitas coisas que o artista, ele, quando ele começa, por isso que eu falo, tem uma frase: sucesso. O que que é o sucesso para você? O que que é o sucesso para você?

?Voz B

Para mim é conquistar o que eu quero, cara.

?Voz A

O sucesso para mim, ele é traiçoeiro.

?Voz B

Entende?

?Voz A

Do ponto de vista, ele é traiçoeiro, ele pode te enganar. Exato.

?Voz B

Ele pode vir transvestido de tapinha nas costas, mas por debaixo. Entendi, entendi. Exato.

?Voz A

Eu tenho medo dele. Agora, reconhecimento sólido, permanente. Quando eu chego no aeroporto E eu vejo uma criança de 10 anos, "tio Mumuzinho", quando eu vejo uma senhora de 50 anos, de 70 anos, de 80 anos, a mãe do Altair Veloso, que é um dos maiores compositores que a gente tem, é um mestre, é um gênio, E ele falou assim: a minha mãe te ama. Isso é sucesso. Isso é reconhecimento.

?Voz B

Isso é reconhecimento.

?Voz A

Eu sou muito feliz com o meu reconhecimento. O sucesso, às vezes você tá no campo de visão, você tá no campo de batalha. O sucesso, quer o sucesso mesmo? Você quer? Eu prefiro o reconhecimento. Então esse entendimento, eu queria aprender como externar isso para as pessoas, como eu passo para as pessoas. Por isso que eu acho que eu posso ser, eu já te falei, eu queria ser uma extensão sua na mentoria, né? Porque vontade eu tenho. Reputação eu tenho, coragem eu tenho, honestidade eu tenho.

?Voz B

O que ensinar, o que ensinar, você tem, você tem substrato, você não é oco não, irmão. Quantos anos de carreira?

?Voz A

15, 20 anos.

?Voz B

15, 20 anos de carreira, passou TV, TV, show, cinema, streaming, publicidade, publicidade. Aí vamos lá, beleza, na música hit, ou seja, emplacou, porque Emplacou um, emplacou outro, emplacou outro, emplacou outro, emplacou outro, emplacou. Não emplacou só um, emplacar já é difícil. Você emplacou vários. Aí foi lá para The Voice, participou de uma mentoria, fez outro The Voice.

?Voz A

Ah, outra coisa também, eu já apresentei programa, né? Eu já sou apresentador também e Eu acho que eu sou um cara que eu me comunico, eu sou popular, eu sou artista periférico. Sim, sim, eu falo assim, a gente tá falando do business, que é o business, que é algo que acho que eu quero poder passar para as pessoas, mas eu sou artista popular, eu falo com o povo, eu falo com o povo, eu falo com o cara que tá lá e que montou uma vendinha, que é o novo empreendedor, que ele nem sabe que ele é empreendedor, mas ele já tem o filho Vim já, eu falo com esse cara, eu falo com a menina da feira, eu sou do povo, eu sou o cara que tô na rua, entendeu?

?Voz B

Você, você vem de esperança, cara, bate no peito, grita bem alto, abre o sorriso, canta e diz: eu mereço ser feliz. Pô, entendeu? Imagina o cara na labuta trabalhando, de repente escuta teu samba, escuta isso, ele fala: vamos!

?Voz A

Tem um mantra que eu queria muito que você escutasse. Você tá procurando a luz, o caminho, você vai achar. O emprego, a casa, a cura, o amor, você vai achar. Somos donos de nada, mas filhos do dono. Acredita em Deus, nada apaga o destino que ele escreveu. O exemplo sou eu, eu trago esse mantra comigo, meu lema é a minha oração. Eu quero dividir contigo, repete comigo o refrão. Eu trago esse mantra comigo, meu lema e a minha oração.

Eu quero dividir contigo, repete comigo o refrão: eu quero, eu posso, eu luto, eu vou na fé sem desistir. E eu vou conseguir, e eu vou conseguir, sou brasileiro nato e não me canso de insistir. E eu vou conseguir, e eu vou conseguir, eu quero, eu posso, eu luto, eu vou na fé sem Sem desistir, eu vou conseguir, eu vou conseguir. É isso, cara, é um grito de luta assim, sabe? De eu vou conseguir, cara. Eu quero, eu posso, eu quero, eu posso, eu luto, eu vou na fé sem desistir, eu vou conseguir.

Eu quero, eu posso, eu luto, eu vou na fé sem desistir, eu vou conseguir, porque eu vou conseguir. Cara, eu queria muito, sabe o que eu queria? Eu queria te fazer um desafio, cara.

?Voz B

Desafio eu gosto.

?Voz A

Ao vivo assim?

?Voz B

Tá.

?Voz A

Você topa?

?Voz B

Topa. Não sei nem o que é, tô dentro.

?Voz A

Eu queria escolher, eu queria pegar um empreendedor de uma comunidade, eu queria pegar uma pessoa que tem, que já tem talento na economia, e a gente potencializar essa pessoa. Pode ser na economia, pode ser em qualquer área, uma professora, uma educadora, pode ser qualquer área. A gente, eu queria fazer esse desafio contigo e eu queria gravar isso contigo, a gente indo lá, eu escolher essa pessoa e você colocar essa pessoa no mercado e essa pessoa fazer, você dá uma, a gente prepara ela, exato, a gente prepara essa pessoa, coloca recurso nela, mentalidade certa.

Sabe por quê? Porque eu tenho uma prima minha Eu tenho uma prima minha que ela é, ela é de vendas, ela vende, uma prima minha que ela vende sacolé, que é um dos melhores, mais gostoso do planeta, que o sacolé dela, que é o sacolé da Pretinha. E a minha prima que tá lá no bairro dela, né, vivenciando ainda o preconceito, vivenciando ainda por ser preta, né, o que é uma dificuldade, que é isso, é todos os dias vivendo isso, e tá lá trabalhando com sorriso no rosto.

E sabe o que eu faço? É potencializar ela, é tipo falar dela, é pegar o sacolé dela e mandar lá para tua casa e falar: Joel, prova esse sacolé aí, sabe? Tipo É o jeito que eu ajudo ela assim, que eu posso, que eu boto para fora, é de poder fazer a diferença na vida dela. Então por isso que eu te falei, a minha prima é uma das milhares de mulheres pretas que estão lá, e eu quero muito poder pegar um talento igual Regina Casé fez comigo.

Regina Casé foi lá no meu bairro e falou assim: Mônica Almeida, eu quero esse cara no Esquenta, vamos fazer ele. Foi, eu fiz Cidade de Deus, tá, fiz Cidade dos Homens, filme, né. Conheci o DG, o Douglas Silva, que é um dos maiores atores, um cara incrível, negão, meu parceirão. E ele falou: Regina, muzinho, canta pagode, ele toca no lugar tal, vai lá assistir ele. Paula Amília, Paula Amília, que é uma das maiores redatoras, minha amiga.

Fernanda Abreu, gênia, minha parceira também. E Paula e Moniquinha Almeida, hoje diretora da TV Globo, diretora de plateia. Ela pegou um cargo top, merecido. Foi lá me assistir na Lona Cultural Gilberto Giovo. Sentadinha lá, meu primeiro show, falou: quero esse cara, quero esse cara no esquenta. E eu fui para o esquenta. Então assim, eu quero fazer com a sua ajuda, a gente— eu queria encontrar um talento, cara, queria encontrar um talento, que na música eu já encontrei e eu já ajudei encontrar, mas eu queria a sua ajuda para a gente encontrar um talento Pô, eu queria muito pegar um cara de comunidade e apresentar para o Benchmall e falar: "Aposta nele, aposta nele, ele tá estudando economia, focado, vamos apostar." Cara, eu acho que é isso, isso para mim, a minha maior arte é isso. Foi o que você falou, agora você precisa organizar melhor isso, cara.

?Voz B

Conta comigo, a gente consegue fazer isso. A turma aí vai mandar mensagem, pode mandar, gente, e a gente vai escolher, a gente vai potencializar. E tem uma pessoa também que gostaria de fazer uns troços assim, o Flávio Augusto, cara.

?Voz A

Você sabe que eu queria conhecer o Flávio? Queria conhecer o Flávio Augusto, cara. Eu queria muito conhecer ele, cara.

?Voz B

Bate no peito, grita bem alto. Flavião! É fácil, Flavião.

?Voz A

E aí, Alex?

?Voz B

Alô? E aí, tudo bem, cara? Eu estou ao vivo no JJ Podcast. Que loucura! Com o Mumuzinho.

?Voz A

Flávio, que disse que queria te conhecer. Toma aí, caraca!

?Voz B

Tem que pegar o cavaco agora. Eu pego a viola. Toca muito, tá?

?Voz A

É mesmo? Toca muito, muito. Muito, você toca, Flávio?

?Voz B

É absurdo!

?Voz A

Que legal, cara! Absurdo, cara! Vai ser os empreendedores da música. Vamos fazer uma banda, cara, vamos fazer uma turnê.

?Voz B

Eu sempre falei para o Joel que eu não sou empresário que toca violão, eu sou um violonista que virou empresário.

?Voz A

Que maneiro, velho! Pô, Flavião, que honra te conhecer, cara, quando a gente tá no bate-papo aqui. Legal! E que bacana ter você e poder viabilizar e, cara, e dar oportunidade para esses novos empreendedores e você ser essa âncora do empreendedorismo no Brasil. Eu sou músico, mas eu tenho um pezinho no empreendedorismo. Eu tô agora só me organizando melhor e aprendendo mais com Joel. Joel é o cara que vai me colocar nesse lugar mais aí.

?Voz B

Flavião, 3 coisas. Primeira coisa: Mumuzinho quer pegar alguém da comunidade e fazer um projeto para mudar a vida das pessoas. Sabe aquela ideia lá? Mas ele me falou isso ao vivo aqui, me chamou para xinxa. Aí eu vi, eu falei, tem um cara que vai querer isso aqui, ó, Flávio, viu? Para pegar um empreendedor da comunidade e a gente mudar ele lá, a gente ir lá e mudar. Essa é a primeira coisa.

?Voz A

Obrigado, Flavão, sabia que você ia correr.

?Voz B

A segunda coisa, a segunda coisa Quer ser mentor? Tem autoridade, né, Joel? Quem realizou coisas, saiu de onde saiu e realizou coisas, tá habilitado para ajudar. Tá naquela fase que a gente—

?Voz A

Ah, eu quero receber o passaporte de mentoria. Gente, quem que vai me dar? Aí, aí, vocês tinham que— Ai, juro, existe um passo, tinha que ter uma documentação de É, vocês têm que dar, é vocês, pô. Bora!

?Voz B

Não, vamos embora, vamos embora. O principal passaporte é a credencial do cara, mas a gente pode ajudar, não tem problema. Terceira coisa, tem um projeto que ele quer fazer e eu acredito que você, a gente pode ajudar ele com o Teclatê. Ah, o Teclatê tá certo, moleque bom, jovem, muito empreendedor, tá crescendo muito. É isso aí, e o Flávio é o mentor dele direto. Pô, lindo! É isso, Flavião, é isso.

?Voz A

Quem vai puxar isso aí vai ser o Joel. Joel vai puxar esse bonde aí.

?Voz B

Chama o cavalo, chama o cavalo, Joel!

?Voz A

Vambora, pô!

?Voz B

Valeu, Flavião! Valeu, meu querido, beijo! Beijo, Joel!

?Voz A

Valeu, tchau! Caraca, velho, você é rápido, hein, mano! Mas então, sabe o quê? É isso que eu queria, cara.

?Voz B

O quê?

?Voz A

Eu queria que eu queria pegar um cara talentoso da comunidade e ligasse para um... é, pô! Exato, pô.

?Voz B

O que que foi para você os teus maiores mentores na música e na vida?

?Voz A

Cara, então, Joel, eu fui aprendendo com um pouquinho de cada, um pouquinho de assim, eu fui indo, cada pessoa foi me ensinando uma coisinha, sabe? Eu acho que eu não tive acesso muito novo, foi como eu falei, essa carência que eu tenho de você ir lá na comunidade, a gente descobrir. Eu não tive, eu tive uma sorte encontrar Regina. Então eu, pessoas que fizeram de referência na minha vida assim, que viraram uma referência para mim, eu não tinha muito esse acesso, certo?

Eu fui aprendendo um pouquinho de quais pessoas, sabe, estudando, lendo observando. Eu tenho uma história muito bacana com o Bentimol, porque eu mandei uma mensagem, eu comprei o livro dele e mandei a mensagem no Instagram para ele. Foi aí que eu conheci o Fula, foi que eu conheci o Thiago, Thiago Negro. Eu mandei uma mensagem, falei: cara, eu tô precisando de uma pessoa que me ensine a gerir a minha parte financeira e eu queria te conhecer.

E ele foi lá, me recebeu, me deu um abraço e falou: cara, conta comigo. E virou meu amigo. Legal. Então assim, eu acho que foram pessoas, é você, você virou minha grande referência para mim. Eu acho que são cases bem-sucedidos que eu tô de olho, entendeu? Eu fico de olho na importância, né?

?Voz B

Você é uma esponja.

?Voz A

Eu fico de olho ali na carreira. Por exemplo, Sorriso Maroto é um grupo que tem uma carreira sólida, que o Bruno tá ali de frente, administra, sabe? Tem a carreira também do Thiago também, que tá de frente da carreira ali, tá sempre olhando, observando. E é isso, acho que eu vou, eu vou um pouco olhando o que que a pessoa tá fazendo, o que que a pessoa fez para chegar naquele lugar ali, entendeu?

?Voz B

E hoje você olha para, você olha para onde, por exemplo, o que que mais chama atenção num Benchmall, num Flávio, num Joel, Num Thiago, num Bruno, mas assim, que é além do óbvio, sabe?

?Voz A

Sim.

?Voz B

Não tá óbvio, que você fala: caramba, é o jogo por trás do jogo. Que que você olha? O que que você vê assim? Ah, entendi. O jeito de pensar, o jeito de fazer as coisas, o jeito de organizar as coisas. Que que você percebeu assim?

?Voz A

Cara, eu acho que o que mais me O que fica na minha cabeça assim, e que eu observo nesses grandes, essas grandes referências do empreendedorismo, é o poder de fazer você acreditar naquilo. Vocês têm, eu acho que a credibilidade, tá? Vocês dão credibilidade. Eu acho que o que mais me, é o que mais eu me identifico. Credibilidade é que vocês, eu leio um livro seu Eu pego um podcast, eu acho que hoje em dia você dá essa credibilidade, eu acho que tem que ter, existe muito estudo por trás, existe, são vários passos para chegar nesse lugar de credibilidade, sabe?

Você fazer a pessoa acreditar em você. Sim. E eu acho que vocês têm isso, o Bente Mole tem essa serenidade, sabe? É um cara sereno, é um cara que quando abre a boca e fala, tipo, ó, eu tenho uma história muito engraçada contar. Eu tava com, eu fui encontrar com o Beiti Mau, e aí eu tinha aquela época de celular de ouro, tipo, eu tinha umas coisas, celular de ouro, celular de ouro. Você banhava o celular de ouro. É, tipo, e eu tinha essas coisas, aí eu tinha um celular de ouro, tá?

Eu já fui esse cara também. Então, e aí esse cara tipo que é empolgado e tipo, caraca, eu tenho um celular de ouro, enfim. E aí eu cheguei para tomar um café com ele lá na XP, ele olhou meu celular, ele falou Você tem um celular de ouro. Eu fiquei todo sem graça. Não tem isso. Ele falou: cara, a credibilidade não tá aí.

?Voz B

Bom, boa.

?Voz A

A credibilidade, o que que você quer? Eu quero credibilidade, eu quero fazer a diferença na vida das pessoas. Ele falou: não é no celular de ouro, não é no celular de ouro que vai te trazer essa credibilidade. São as pequenas coisas, são as coisas mais simples. Aí ele falou: olha o meu celular. Não era nem o celular, o iPhone do momento. Aí eu comecei a entender ali, isso tem 5 anos atrás, ali eu comecei a entender que as coisas mais simples e mais sinceras, e o que tá dentro de você, é o que vai fazer você chegar nesse lugar que você quer, sabe?

E acho que chegar perto do Bente Moll, porque é um cara importantíssimo para o Brasil, quantas pessoas mudaram o seu pensamento em relação a dinheiro. E dinheiro era uma coisa que as pessoas não falaram de dinheiro, não. Tipo assim, Dudu mesmo fala, pô, ó, quando você falar dinheiro, você quer, calma, você quer, Dudu. Eu falo, eu não tenho, eu não posso ter tabu, tabu para falar de dinheiro, porque foi aí, se alguém falasse de dinheiro há 30 anos atrás, eu com certeza a minha vida seria Melhor, diferente.

Mas eu entendo o que ele fala, ele fala no sentido do eu conseguir, eu ter, né, Dudu? É tomar cuidado, é nesse lugar, entendeu?

?Voz B

Sim, sim. Acho que também tem um grupo de pessoas que tem curiosidade. Mumu tá bem? Deu certo? Mumu vingou? No meio da música, "I've been good." Aí quando você mostra uma casa que você adquiriu, quando você mostra um carro legal, quando você mostra uma viagem, quando você mostra que você tira férias, de repente você empreende, que você tem negócio, isso é uma forma de mostrar que deu, né?

?Voz A

Mas como que a gente mostra isso sem ser pedante, sem ser...

?Voz B

Eu tenho um jeito, eu tenho um jeito. Eu tive isso já, já passou, mas eu já tive isso. Bom, também vim de baixo, também vim de um lugar que se eu continuasse naquele lugar, o meu destino seria outro. Resolvi mudar, resolvi empreender, paguei o preço do empreendedorismo e dei certo. E aí conquistei coisas. Aí quando eu comecei a conquistar algumas coisas, até alguns anos atrás, eu não queria mostrar, porque eu achava que se eu mostrasse poderia aparecer coisas que eu não queria que aparecesse.

Não quer parecer que eu sou, sei lá, pedante, arrogante, tô me achando. Daí eu falei: mas será que isso não é uma opinião só minha, não? Então como que eu vou fazer isso? Então não, eu, o jeito é a narrativa. O que que eu fiz? É a narrativa. Eu não coloquei essa coisa na frente, não coloquei a casa, o carro, a lancha, o helicóptero, nada na frente. Eu coloquei eles atrás. Então "Gente, conquistei isso, deixa eu explicar pra vocês.

Isso aqui é fruto do trabalho, o trabalho devolve." Entendi. "O caminho foi difícil." Justifica. Eu explico. Você explica. E já falei algumas vezes, hoje eu não preciso mais falar, mas já falei algumas vezes, se vocês acharem que isso aqui, nos stories, por exemplo, se vocês acharem que isso aqui é uma coisa que nada a ver, eu não mostro. Mas se vocês acharem que é legal, que inspira, me deixa saber. Aí o cara: "Não, continua, continua." Então é o jeito que você fala, é o jeito, é o jeito, as suas conquistas, né?

E fui me desprendendo do, da opinião das pessoas. Aí tem uma coisa muito engraçada, que é, mas eu aprendi assim, a relação 18, 40, 60. Aos 18 anos você nem sabe o que as pessoas falam de você, aos 40 você decide não ligar mais, e aos 60 você descobre que ninguém nunca falou da sua vida.

?Voz A

Isso é muito bom.

?Voz B

Ou seja, às vezes você sofre muito, né? Você sofre muito. Poxa, será? O que que as pessoas vão achar e tal? É só forma, só forma. Porque você entende que as coisas a gente tem que usar e as pessoas a gente tem que amar. Tem gente que ama as coisas e usa as pessoas. Aí, essa frase é forte.

?Voz A

Como é que é essa frase? Eu vou anotar.

?Voz B

As coisas você usa, as pessoas você ama. Tem gente que ama as coisas e usa as pessoas.

?Voz A

As coisas você usa, usa.

?Voz B

As pessoas você ama. Tem gente que ama as coisas e usa as pessoas. Que amar as coisas é assim, ó, eu não sei qual é teu carro, cara, mas deve ser um carrão, um carrão que você olha para ele e fala Mas se você não deixa, cara, teu motorista dirigir, se tu não deixa o cara do estacionamento estacionar, se tu não dá para tua esposa dirigir, não dá para o teu irmão pegar o negócio, você tá amando o carro.

?Voz A

Você tem que, não tem que amar o carro, você tem que usar o carro.

?Voz B

Fala assim: Marcelo, pega o carro aí, dirige, sente essa Mercedes aí, entendeu? Ela pode ser tua, eu quero que ela seja tua. Só que se você vai aprendendo, eu lembro que, ó, nossa, casa que eu comprei, mais uma outra que a gente comprou, e a Larissa, um dia eu entrei assim, meu irmão entrou na casa, olhou, falou: uau! Eu falei: então vamos fazer um plano para daqui a 5 anos você comprar essa casa. Olha para ela, faz, visualiza ela, vai ser tua, que a gente, cara, Usa as coisas.

Se tem uma roupa que você não usa mais, dá. Tem um relógio que tem um símbolo legal para você, mas você já passou, você não é mais aquele cara, dá. Mas não dá dado assim, dá assim, ó: eu comprei esse relógio aqui, ó, ó, esse foi um relógio que tem muito significado para mim, cara, muito, muito mesmo. E quando eu tomei uma decisão corajosa, eu coloquei esse relógio no pulso agora, ele é seu. Que agora, toda vez que você colocar ele no pulso, ele tem isso.

?Voz A

Eu tenho isso, eu tenho isso.

?Voz B

Aí você coloca significado na coisa. Quando você bota significado na coisa, não importa.

?Voz A

Eu tenho isso. Uau! Eu dou, eu dou com significado, significado mesmo.

?Voz B

Eu fiz uma turnê em 2024, não, 2023. Eu rodei o Brasil inteiro. E aí eu rodei com colete, eu usei o coletinho palestrando, palestrando, palestrando. Peguei o colete, dei pro Bruno, que trabalha aqui. Esse foi o colete que eu mais usei, cara. O Bruno Sei lá, cara, ele deve usar P, meu colete é GG. Ele botou, sabe, parece aquela história tua com o Dudu Nobre. Dudu Nobre faz a calça.

?Voz A

É o seguinte, rapaziada, é o seguinte, é 35, 37, 38, 39, tu quer usar quanto, meu cumpadi? É isso aí, 39, 40, 41. Eu não tenho, não tem tamanho, filho. Bota meia, bota. Eu vou usar, eu vou usar. É isso.

?Voz B

É isso. Então, as coisas a gente usa, as pessoas a gente ama, e o dinheiro que a gente ganha é para usufruir com as pessoas que a gente ama. Na minha opinião, dinheiro tem que servir para 3 coisas. Primeiro, dá segurança para gente.

?Voz A

Segurança, sim.

?Voz B

Que segurança? Morar num lugar legal, ajudar tua mãe, pô, desde um, sei lá, meu, um plano de saúde, a tua avó. Coisa de segurança, uma escola legal. Segunda coisa, Realizar sonhos. O sonho que você tem, cara, pô, tem vontade de, sei lá, ir para Disney, comprar um carro, morar numa casa legal. Então realiza esse sonho. E terceiro, ajudar as pessoas, servir, honrar. Quanto mais você tem, mais você ajuda. Pô, Bruno, vou ter segurança, vou realizar meus sonhos e vou ajudar as pessoas.

Por que que eu vou falar de dinheiro com tabu? Para que vou falar com dinheiro com tabu?

?Voz A

Não tem tabu, não tem tabu.

?Voz B

Aí você deu um outro significado, tá? E ele "Ele é originado de onde? Como é que eu faço pra ter mais?" "Pô, resolve um problema, trabalha, empreende." Aí você fala: "Então tem jeito, pô, é esse o destino que eu vou dar pra ele, ajudar a gente." Por que a gente vai ajudar essas pessoas da comunidade ou essa pessoa? Porque a gente consegue. Porque se a gente não conseguisse, a gente não ia ajudar. E a gente consegue com o quê? Não só com dinheiro, a gente tem contato, com acesso, com pessoas, com ambiente.

?Voz A

A gente tem muita coisa pra ajudar. Pô, uma coisa que eu acho que faz total diferença são pessoas. E eu acho que a gente tem que ter um olhar, um olhar bem apurado para entender quem são essas pessoas no seu processo.

?Voz B

Exato. Você tá na fase de novo, quem sabia?

?Voz A

Volta aí, né?

?Voz B

Porque assim, você tá numa fase nova, você masterizou uma coisa, você dominou uma coisa, eu sei o que que eu quero, e você quer uma nova Eu quero uma nova coisa. Aí você tem que falar assim: o que fazer, como fazer, onde fazer são as respostas que você quer ter. Mas se você achar um quem, o quem vai te dar essas respostas?

?Voz A

Porque às vezes as pessoas criam um limitador para o seu sonho, é, sabe? E isso me incomoda, e eu me afasto, eu me afasto de quem é limitador. Eu não consigo, sabe? Quem me limita? Quem que existe limitadores? Não, isso não. Não, foco. Não, vamos fazer isso aqui. Não, a gente organizou isso aqui. Não, vamos fazer isso aqui. Vamos planejar isso aqui. Não, não muda não.

?Voz B

Não é o momento.

?Voz A

Não é o momento. Isso me incomoda muito porque Olha quantas coisas já fiz. Imagina se lá atrás, não, porque você só pode fazer isso, você só pode fazer isso. Não, eu acho que eu sou um dos artistas que mais fiz, me realizei como, como arte, né? Porque já fiz tudo, já apresentei, já me realizei. Então se eu tivesse uma voz ali, não, não faz isso, não, é só Eu acho que hoje eu ia estar muito triste porque eu nunca criei essa coisa de ser limitador.

Isso para minha esposa, para os meus, sabe? Eu sempre deixei as pessoas voarem, entendeu? Isso, pessoas trabalham comigo, cara, pô, Mumuzinho, eu tô, cara, eu acho que eu posso montar já minha empresa, trabalho contigo, mas acho que eu tô pronto para trabalhar, eu tô pronto para 'Para ter a minha empresa, meu negócio.' 'Vai, vai, vai, ó, vai. Eu sou esse cara.' 'Não, não vai não, porque não sei o quê.' Fica triste ali pela pessoa, vai embora, mas você vive um luto, mas você tá feliz pela pessoa.

Então eu sou esse cara que tipo, eu não gosto de pessoas que criam essa coisa de se limitar, eu não gosto. Então eu te conheci lá atrás, conheci você sendo gestor do Instituto do Neymar, coisa mais linda do mundo, que o Brasil precisa conhecer mais, entender mais o que tem por trás daquilo tudo ali, da magia de educar, de realização de crianças. Eu entrei numa sala, vinha uma criança aprendendo espanhol, entrei numa outra sala, inglês, E é uma loucura.

Então, e hoje, Joel, hoje eu de fato, aquelas crianças hoje tem você como super-herói delas, entendeu? Então você hoje é o super-herói dessas crianças. Então eu já fui e sou super-herói para algumas crianças, para algumas pessoas. Então assim, cara, é Como que a gente faz para a gente potencializar isso tudo? Eu acho que só cantar, eu já me realizei isso, tipo, e eu não preciso mais provar nada para ninguém sobre o que eu canto, o que que eu interpreto.

É só dar um Google e pesquisar as coisas minhas de música e você vai ver que tem lá, tem comprometimento, tem um trabalho sério, tem pessoas serias envolvidas, mas eu quero mais, cara. Quero mais, quero mais. Eu quero fazer diferença na vida das pessoas e eu quero, eu quero dar palestra em Nova York, eu quero dar palestra em tudo quanto é lugar, sabe? Escrever livro, eu quero ter um documentário da minha vida, sabe? Eu quero, é isso que eu quero, entendeu? É, e eu não, e assim, cara, Não seja limitador. Isso, cara, limitador é—

?Voz B

deixa eu te contar uma do Neymarzão. Neymar, pai, eu lá no instituto, 2015, acho que 15, entrei em 2014, mas foi lá em 2015. E aí, Neymar, preciso conversar com você. O que que foi? Eu tenho uma notícia boa, uma notícia ruim. Ah, qual que é a boa? A boa que a gente A gente não— a ruim é que a gente não tem referência, a gente não tem referência, não tem livro, não consegui entender livro nenhum para a gente cuidar desse negócio desse tamanho aqui.

A boa é que a gente é referência. Aí ele respondeu sobre mim, mas eu não falei com esse ar abundante que eu tô te falando aqui agora, eu falei com ar preocupado. Cara, a gente não tem referência, cara, a gente não tem referência, a gente nunca achei nenhum livro, Jó. O Neymar, não achei livro para eu ler para a gente gerenciar isso aqui. A boa notícia é que a gente vai ser referência, mas foi uma boa notícia meu sim. Aí ele olhou para mim e falou assim: Joel, tá na hora da gente parar de ler os livros e começar a escrevê-los.

Nossa, ouvi isso tem 11 anos. Putz, vamos começar a ler ou vamos começar a escrever? Vamos começar a criar? 11 anos atrás, de limitador, cara, não tinha nada. Bora escrever? Você só tá buscando a referência. Vamos ser a referência. Então pego essa, Mumu, e jogo para você nesse momento da tua vida. Guarda essa para você. Isso é, tá na hora de escrever.

?Voz A

Quero escrever.

?Voz B

Isso, escrever história. Que vai buscar referência? Quem é referência? Não tenho. Então você, sem pedir permissão para ninguém. Você não vai pedir permissão, você vai liderar. Alguém tem que liderar algum momento, alguém tem que abrir uma tagal, alguém tem que pegar a força, vou abrir. E as pessoas lembraram daqui a 20, 30, 40 anos que abrir isso aí, mumu.

?Voz A

Não, e equipe também, né, equipe. E assim, é legal também, o Neymar pai tem um dedo bom, né, tem um olhar bom para escolhas, né. Escolheu você, putz, e o Neymar deve ser, deve ter maior orgulho de você quando você chegou. E como eu falei, você virou o super-herói No final, nós somos, né, super-heróis dessas pessoas. Quando a gente tá aqui no microfone, numa câmera, falando, a gente tem responsabilidade, tem que ter responsabilidade no que a gente fala, tem um papel social, um papel social muito forte.

Então, como que a gente consegue externar mais isso, sabe? Tem muita gente que não consegue, sabe, Joel? Tem muita gente que não que tá ainda, ainda está lendo os livros, que não tá escrevendo. Como que a gente faz para fazer essa galera escrever a sua própria história? O Muzinho escreveu sua própria história, mas tem muita gente que— só que assim, a gente quer ajudar, a gente quer, mas como que a gente faz, sabe? Como que a gente— e como que a gente abre a mente dessas pessoas, sabe?

?Voz B

Eu peço 3 coisas para todos os mentorados. Você imagina, eu tenho, poxa, eu tenho junto com Flávio, junto com Caio, o maior ecossistema de educação empresarial do Brasil, talvez um dos maiores do mundo. Empresários bem-sucedidos pagam high ticket, só gente assim do máximo calibre. Aí o cara tá lá com cheque, com Pix, fala: "Joel, dá conta, vou depositar na sua conta." Falo: "Antes." Pronto para depositar. Antes eu preciso de 3 coisas.

Ele volta: quais são as 3 coisas? Sem essas 3 coisas vai ser difícil. Eu preciso que você me libere essas 3 coisas. Primeira coisa: agenda aberta.

?Voz A

Agenda.

?Voz B

Caraca, tu precisa da tua agenda? Quando eu ligar, tu atende? Viu quantas pessoas liguei hoje e atendem?

?Voz A

Cara, isso é foda!

?Voz B

Isso é quando eu te ligar, você atende.

?Voz A

Peraí, peraí, não faz o pix agora. Preciso de 3 coisas. 3 coisas, você falou uma, agenda aberta. Mas o quê?

?Voz B

Eu não vou te levar para um lugar ruim. Toda vez que eu te ligar, eu vou te convocar. É uma convocação, beleza? Beleza. Então a ordem é assim, ó: você atende primeiro a sua esposa, a sua mãe, e depois eu. Não inverte a ordem. Nesse nível de comando, eu não vou te ligar toda hora, eu não fico te ligando toda hora, mas quando eu ligar para você Eu preciso de você, atende, que eu lembrei de você, porque o Mumu me falou uma coisa, eu lembrei de um mentorado que pode ter uma oportunidade, atende, cara.

Aí o cara: tá bom, te dou, check. Segunda coisa que eu preciso de você é coração ensinável, porque o sucesso é treinável, mas nem todas as pessoas são treináveis. Se você não permitir que eu te treine, que eu te oriente, aquela crença que você tem a gente vai mudar. Aquilo que você achava que era verdade, a gente vai mudar. Aquilo que talvez, sei lá, você ouviu do teu tio, da tua mãe, do teu pai, a gente vai ter que dar uma atualizada.

Você topa? Topo. Então, cara, menos teimosia, abre, tá bom? Tá bom. Check. Terceira coisa, essa palavra é forte que eu vou falar agora: obediência. Obedece antes de julgar, antes de criticar, antes de perguntar. Faz.

?Voz A

Executa.

?Voz B

Só depois você fala. Só depois você critica. Só segue.

?Voz A

Isso é muito bom.

?Voz B

Aí os caras, tenho. Se eu ligar agora para um mentorado, ah, eles falaram já na ligação lá, quais são as 3 coisas que eu peço?

?Voz A

É, xalá, repete.

?Voz B

Eles vão falar isso, isso, isso. Aí eu peço, eu não ordeno.

?Voz A

Quando vai ter a próxima?

?Voz B

Agora. 'Agora quando?' 'Sempre, o dia inteiro tem.' 'O dia inteiro tem?' 'É, pô, o dia inteiro. É mentirinha. Eu ligo, ligo, ligo, ligo. Eu sou muito próximo da galera.' Aí ele fala: 'Você tem isso? Então esquece, irmão. A gente vai para a lua, para a cabeça. A gente vai para as cabeças. Tamo junto, junto, junto, junto, junto, junto. Homens e mulheres.' Ao fazer isso A pessoa falou uau. Aí eu faço um contrato com elas, ó: eu não vou pedir nada para você fazer que eu não faço.

Tudo que eu te pedir, eu faço. Segunda coisa, eu não vou te pedir uma coisa que eu não faço. Se eu não tô fazendo essa coisa, então não te peço. O nome disso é coerência. Se eu te pedir 700 flexões, eu vou fazer 700 flexões. Se eu te pedir 100 ligações, eu vou fazer 100 ligações. Se eu te pedir para você servir 10 para 1, você vê 30 para 1. Eu vou tudo Aí tá bom, tá bom, tá bom. Aí alinha, cara. Aí a gente vai, voa, voa. O alinhamento de expectativa é uma coisa muito importante.

Alinhou as expectativas. Quer ver? Você já foi na Disney, né? bvio. Aí você vai lá no parquinho, você vai lá no, sei lá, no bate-bate, você vai lá na montanha-russa. Na entrada da montanha-russa tá lá 1 hora e 30 de fila.

?Voz A

Aí você, 1 hora e 30, fora o Quando você entra no parque, você já vive a experiência da Disney na entrada, no estacionamento, porque tem caixas de som espalhado pelo estacionamento. Já se envolve. Aí você já tá naquele mundo, você para o carro, já tá tocando música da Disney, tu fala: opa, já tô na Disney!

?Voz B

Mas sabe qual que é o lance da 1 hora e 30? É assim, ó, é 1 hora e 30 de fila. Você quer entrar? Quero. Então vai ser 1 hora e 30. O cara entra, é 1 hora e 30. Ele não entra e fala: ou Ele já falou, cara, eu moro 30. Então tá, então ali a expectativa na largada é isso, isso, isso, temos tempo, animou, vambora. Aí dá, aí funciona. Então nesse momento agora que eu enxergo da sua carreira, você tem duas coisas, cara, que são as coisas mais importantes. Você tem algo a ensinar e vontade. Tá com fome, irmão?

?Voz A

Tô com fome.

?Voz B

Tu tá faminto, porra, tu já chegou aqui É, mordendo, mas não é hoje não, já tem um tempo. Já manda os áudios para mim: pô, Jota, já queria trocar uma ideia contigo.

?Voz A

Já tem um tempo que eles se encontraram, já bateu esse papo.

?Voz B

Já tem. Pô, cara, você tem algo? Você tem substrato? Você tem, você tem, você tem recheio? Tem., tu não viu o Flávio falando? Pô, tu já fez algo relevante e você quer, você quer Quer, quer, quer. Você só precisa de um quem aqui para—

?Voz A

Eu acho que eu posso ser um pouco do que foi você há 10, 15 anos atrás.

?Voz B

Não, que isso.

?Voz A

Quando o pai do Neymar chegou e virou o canhão de luz, ele só virou o canhão de luz, né? Ele só pegou o canhão de luz e que toda pessoa tem sua luz, mas ele só fez aqui, ó.

?Voz B

Cara, esse cara me ajudou, cara. Esse cara mudou minha vida.

?Voz A

Então, esse cara mudou minha vida. Tem muita gente que mudou a minha vida e agora eu preciso mudar a vida das pessoas, entendeu? E é o que você tá fazendo.

?Voz B

Mas você já faz isso de maneira genuína, intuitiva. Você vai fazer de uma maneira, além disso, intencional.

?Voz A

Intencional, exato.

?Voz B

Humor, se aparecer um artista na tua frente, cara, tu sabe ajudar ele.

?Voz A

É, hoje, pelo tempo que eu tenho de estrada, de carreira, eu sei desde o iniciozinho ali, desde o primeiro até a parte, tu sabe, fonograma, disco ali.

?Voz B

Mas se aparecer um pai de artista, tu também sabe ajudar. Se aparecer um empresário de artista, também sabe ajudar. Se aparecer marcas que querem investir no mercado da música, você também fala: não, aqui não, não faz desse jeito, faz daquele outro. O público eu gosto desse jeito aqui, é orientação, né, 360 no caso. E aqui tu tem um irmão, tá afim?

?Voz A

As ligações, as mensagens: Joel, preciso falar contigo, Joel.

?Voz B

É porque a liderança, eu acredito que a liderança, pelo menos a minha, né, funciona sob demanda. Quanto mais a pessoa demanda, melhor, entendeu? Se tu manda mensagem para mim, eu devolvo. Aí tu manda 10, eu devolvo 10. Tu manda 50, eu devolvo 50. Mas se tu manda nenhuma, é por demanda, é por demanda. E tem algumas pessoas no mundo da música que eu conheço, algumas, né, que estão nessa fase também. Por exemplo, o Thiago, pô, tá nessa fase.

O Zulu tá muito forte nessa fase. O Jaysson do Menos é Mais, tá muito nessa fase.

?Voz A

A galera do Menos é Mais também, o Pezinho, Pezinho, compositor maravilhoso, tá muito legal. O Prata, Prateado também, é, pô, Prata é 360, ali é o nosso, nosso Prince Jones do pagode, ele é demais, né? É um dos maiores produtores da música, né? Um cara muito completo, muito assertivo pela história por tudo, pelo case, né, de sucesso, por todas as coisas que já fez.

?Voz B

É, o Prater Demais já foi em palestra. Pessoas que já foram em palestra minha, mentoria minha, pô, Salgadinho já foi, Pinha já foi, Tiagão do Turma do Pagode, estudioso para caramba. O menino que compôs lá, "Volver atrás não é demais." Wether Miguel, cantor maravilhoso. Então assim, tem uma galera que assim, meu, despertou, entendeu?

?Voz A

Que quer mais desperto.

?Voz B

Eu acho que tu tem uma turma aí da música, não só do pagode, o Bruno também, que a turma percebeu que, pô, pode mais, que pode mais longe, pode mais longe, pode, deve ir mais longe, pode ir mais. Eu gosto desses caras tudo. E faltou, faltou Pericles, faltou Ferrugem.

?Voz A

É muita gente, é muita gente. Eu gosto É muita gente, e muita gente fazendo com maestria, né, seus afazeres, né. Essa galera, todo mundo tem o Facebook.

?Voz B

Fala aqui no finalzinho do JJ aqui algo público que você falou: eu vou fazer. Vai, fala publicamente aqui. Fala assim: cara, eu quero falar, eu vou fazer, gente. Eu quero, eu quero ter esse business, eu quero ter esse projeto, eu quero ter essa iniciativa. Ativa. Eu ainda não sei como, mas eu quero e vou.

?Voz A

Vai, cara, eu gostaria— um business que eu gostaria muito é automatizar, viabilizar, trazer mais transparência. Assim como a gente tem hoje nas grandes empresas, a gente tem diversos sistemas operacionais Mas eu queria algo voltado para o artista diretamente, para o cara que faz a arte, o cara que está ali e que ele precisa se sentir protegido, né? A gente vê aí a IA tomando conta, a gente vê aí esse mundo de tecnologia. Uma coisa que eu gostaria muito é dessa tecnologia que vem chegando na nossa era, na era da IA, enfim, do cloud e tudo, que a gente possa ter isso voltado para música.

Assim, eu acho que é ter mais transparência para englobar tudo. Acho que o streaming, o digital, o show, o show business Acho que todos esses campos de monetizações que existem, eu queria que tivesse um olhar para a música, sabe? É algo que eu venho estudando, que para ter essa coisa transparente entre o gestor e o artista, sabe? Eu acho que para que uma relação seja uma relação saudável sabe, porque a gente, os artistas ficam fora de casa, longe da família, viajando, putz, nessas estradas da vida.

E eu acho que isso vai ser uma forma de também desses artistas, as pessoas se interessarem mais, sabe. Eu acho que a gente tem que se interessar mais pelo nosso negócio, não é mais ir ali cantar. É um business, boa, sabe? Acho que a galera vira a chave, que é business, entendeu? O tempo de só ir lá, aquela bandinha que começou na garagem ensaiando, isso já acabou. Ali era ensaio, agora é o jogo, é a Champions League. A gente tá numa Champions League não automatizada.

Então acho que a gente precisa criar, a gente precisa trazer automação, de clareza, de transparência, é o empresário e o artista. Muito bem.

?Voz B

Ô, Malu, me manda esse cavaco aí, vai, eu vou fazer um negócio aqui.

?Voz A

Coisa linda!

?Voz B

Essa história aqui é o seguinte: esse cavaco eu ganhei do Alan Lima e do Flávio, que é um mentorado. Bom, Alan Lima, um grande compositor, fez minha mentoria chamada Prósperos. Aí no meio da minha mentoria a gente interrompeu, ia fazer um intervalo, foi aqui no espaço de evento, eu chego para a pessoa que tá na house e falo assim: coloca aí um belo, deixa um pagode aí. Aí ele gritou: coloca Fulminante!

?Voz A

É o dono da obra, né?

?Voz B

Aí eu: mas por quê? Lá longe assim, Eu que escrevi!

?Voz A

Nossa Senhora... Pra quê? Você que escreveu isso? Eu te conheço, você deve ter parado a mentoria.

?Voz B

Calma aí, calma aí. Falei: peraí, peraí, como é que foi? Não, eu escrevo pô. O que está fazendo aqui não cara? Eu quero aprender como ter um negócio melhor na área da música, tem algumas artistas e tal.

?Voz A

E ele é um grande gestor tá?

?Voz B

É um grande gestor. Meu resumo da ópera, eu sentei com o Alan Lima mentorado E falei que eu tinha uma vontade de escrever um pagode. E ele falou: sobre o quê? Eu falei: amor. Mas o quê mais? Ah, mais do que isso, amor, cara, amor em suas diversas facetas. O amor, cara, não apenas o amor entre homem e mulher, mas o amor entre as pessoas. E comecei a falar, falar, falar, falar, falar, e guardou. Ele guardou, cara. 3 semanas depois ele me manda a música com ele no violão.

Ele falou: termina. Eu falei: terminar o quê, cara? Não tenho a menor ideia como é que faz isso. Daí ele: então vamos fazer o seguinte, cara, pô, tu escreve, com palavra tu é bom, me fala. Eu comecei, cara, indo para academia, áudio. Pô, acredito que é isso, amor, é mais que isso. Papapá, papapá, e falava outro áudio, outro áudio, outro áudio, outro áudio, outro áudio, outro áudio. Deu mais 4 semanas, 3 semanas, ele tá aqui. Quando eu ouvi, cara, eu falei: não acredito, cara. É sério, ele é nossa, tem a cara do Mumu.

?Voz A

Ele já vai lá, né? Já deixou o endereço certo.

?Voz B

Ah, claro, porque é, porra, talvez uma das músicas mais ouvidas tuas foi dele, que é Fulminante. E ele falou assim, tem a cara do Mumu, vou mandar para o Mumu.

?Voz A

E ele mandou para você, você falou, putz, cara, ele mandou gravar e ele mandou essa música sem falar da história toda e sem falar os donos, os compositores. Claro, óbvio, achei que era dele, mas escuta essa música aqui. Eu falei: amor, foi você, amor, os amores só vivem de amor, o carinho. Aí eu comecei, falei: bicho, que letra é essa, cara? Falando de amor de um jeito plural assim, sabe? Amor é amor, amor para tudo. Ele, cara, aí ele explicou essa história, falou: cara, Fui na mentoria do Joel e a gente fez essa música.

Eu falei, pera aí, o Joel, o Joel J, né? Ué, o Joel, outro Joel? Ele falou, não, Joel J. Falei, cara, o Joel fez essa música contigo. Falei, cara, eu imagino como tá o Joel, porque o Joel sempre gostou de pagode. Ele falou, cara, falei, e aí? Eu falei, cara, vou mostrar prateado, a gente gravou uma música.

?Voz B

E aí, quando ele mostrou prateado, ele tinha me ligado junto com você, eu não vi. E aí depois o Prateado atendeu, tava eu, o Alan, o Prateado. Aí o Prateado foi muito engraçado, ele tava com, ele tava com computador aqui, ele tava com contrabaixo e o celular tava aqui, ó. Ele não olhava para a tela, ele falava assim: então, e aí, Jota, tudo bem? Aí olha para tela assim, e eu aqui, né? A gente vai gravar. Deu assim: prata, presta atenção, calma aí, pô, não vai aí, pô, ele tá louco, meu sonho dele.

Não, não, uma música boa, música. Aí voltava "Ó, a gente só tem que arrumar um comecinho lá do amor." Ele normalizou no nível.

?Voz A

Lógico, né? Exato.

?Voz B

"Pô, não, a música é boa. Vamos ver se o povo gosta." Você é louco, a música é... "Vamos ver se o povo gosta." E eu assim: "Cara, não é possível." Deu uma semana, veio o contrato da Universal Music. Eu falei: "Não é possível." A ficha foi caindo, é. Foi caindo. Aí peguei todo o dinheiro, dei tudo pro Alan. Caraca, ele, o Jota, isso aqui, ó, um pouco para mim, um pouco para você. Falei, não, é tudo teu, ele serve a você, pô. E aí veio, aí eu printei, né?

Aí eu mandava pros amigos meus, ó, sem acreditar, Mumu vai gravar a música, não vai, aqui, Universal.

?Voz A

Não, e aí quando você, quando você, e eu vi que você também comprou muito a briga, você comprou a música, comprei, você comprou a música. Você falou, cara, putz, eu quero, vou postar, não sei o quê, eu vou divulgar. Eu falei, cara, eu falei, Dudu, o cara amou, o cara, não, a gente tem que ir, a música é, porra, tem uma mensagem, vambora, cara. E a gente gravou, quando a gente gravou a música, eu te mandei a música e ele ficou, me manda a música, me manda a música, e a música não tava pronta ainda.

Falei, não, vou te mandar, quando tiver pronta me manda. E aí saiu no que deu, vou mostrar a música.

?Voz B

Vamos, cara. Nossa Senhora! E eu fui na gravação, né?

?Voz A

E foi na gravação, hein? Me ajuda a letra aí. Amor, foi você quem falou que entre a gente não faltava amor, mas quem disse que os amores vivem somente de amor? espaço pra dor. Esse é um grande recado que o amor acabou, mas pra mim esse não é o nosso fim. Eu tô sentindo falta de olho no olho, de cumplicidade e calor. Eu tô sentindo falta Eu tô sentindo falta de pele na pele, de corpo suave e calor. Isso que é amor, isso que é amor.

Eu tô sentindo falta de olho no olho, de cumplicidade e valor. Eu tô sentindo falta de pele na pele, de corpo suave e calor. Isso que é Isso que é amor. Quem achou que uma palavra docinha é preciso, que gesto de amor é desperdício, que a paciência não é exercício, que o amor é mais que isso para mim. Esquece, é lindo demais. Que não se acabe. Você é louco, mano!

?Voz B

Esse sol menor aqui ficou bonito.

?Voz A

E posso falar Aí o cara compõe e toca cavaquinho, é muito completo, né, mano? Toca direitinho, cara. Você toca, mas você em casa você pratica?

?Voz B

Tem um cavaquinho, tem um banjo, tem um violão de aço, violão de nylon. Eu tocava num lequinho, né? E eu fui atleta e eu gostava de tocar. E aí a gente ia para as competições, eu ficava tocando, tocando, tocando. Amigão meu, Everton, um beijo, Everton. A gente entrou na roda pagode aos 17 anos. Mas aconteceu uma coisa comigo muito chocante, porque com 17 anos já era campeão paulista de natação, eu já era medalhista de campeonato brasileiro.

Aí com 18 anos já era campeão, já vivia de natação, fazer educação física. Mas com 19 eu tava mandando um banjo bom, eu tinha, eu tinha, eu tinha, levava.

?Voz A

E é exercício, né? Se você perder um pouco a praticidade, você perde o ritmo, porque o banjo é mais...

?Voz B

Foi o primeiro instrumento que eu comprei, um banjo. Rossini. E eu tava bem, eu tava... E aí eu ali falei: "Cara, vou parar de nadar, vou pra música." Que isso, cara? Vou parar de nadar. Aí eu entrei num conflito. E na época, como nadador, eu já era bom pra caramba, e na música eu não era nada, mas eu sabia, eu via que eu tinha. Eu falei: "Cara, vou treinar isso aqui, eu acho que vou pra música, minha parada é música." E aí foi bem no ano que Delson Luiz ia: "As estrelas lá no céu..." Estourou essa música.

?Voz A

Aí você foi lá, aprendeu a tocar.

?Voz B

Toquei, e aí eu tava numa roda de samba lá em Santos e chegou o Kleber São Luiz. Nossa! E aí eu tava no banjo e tinha um outro amigo meu no banjo. E ele falou assim: "Cara, quero cantar uma música aqui que tá bombando em São Paulo." O Cavaquinho mesmo, por favor?

?Voz A

O Cavaquinho.

?Voz B

E aí eu consegui acompanhar ele no campo harmônico, eu entendi e eu falei: 'Putz, vem me beijar, meu bem, quero ser o amor, neném, sou teu demais, ninguém, meu amor.' E eu falei: 'Putz, eu entendi, eu acho que eu levo o jeito, eu criei a lógica do campo harmônico.' E ali eu tomei a decisão de parar de nadar. Porém, aconteceu uma coisa que eu mudei de opinião. Quer que eu te fale o que foi?

?Voz A

O quê?

?Voz B

O cara que mais era referência para mim no banjo, eu vi É, putz, eu nunca falei desse assunto aqui, mas vou falar. Eu vi eles usando droga na minha frente assim, putz.

?Voz A

E aí eu— Nossa, e tu— E era um ídolo para você, né?

?Voz B

Um ídolo, e eu frustrei.

?Voz A

Era uma referência.

?Voz B

Aí eu saí. Eu sei que isso não é a verdade.

?Voz A

Sim, sim.

?Voz B

No mundo da música, para todo mundo, mas aquilo para mim foi chocante.

?Voz A

Mas você viu uma—

?Voz B

Cara, eu sou atleta, isso não tem nada a ver. E um cara que para mim era o ídolo, eu falei: nossa, cara. Não é que eu voltei para natação, eu saí do pagode. Aí eu só fiquei tocando, só ficou tocando, para tirar onda.

?Voz A

Mas essa é minha história com a música. Agora, e sabe qual é uma coisa legal também? Que eu acho que todo, você vê, o atleta ele tem uma relação com a música absurda, né, cara?

?Voz B

Absurda. Jogador de futebol e pagode é sinônimo.

?Voz A

E eu tenho muito isso, né?

?Voz B

Eu queria te mostrar uma música.

?Voz A

Quer saber, eu tô feliz demais. Peraí, peraí, deixa eu ver o mundinho aqui. Aqui, desculpa. Quer saber, eu tô feliz demais, você recuperou o brilho que apagaram.

?Voz B

Quer saber, a vida tá E essa pegou, hein?

?Voz A

Pegou, né? Esse é meu último álbum que a galera tá curtindo muito, já tá disponível. Nas plataformas digitais tá disponível, se pisar assim, para a galera curtir. É um disco de samba e tem música de Joel J, né, e Allan Lima, mas também tem músicas de André Renato, de Deus Luiz, tem música do Henrique, da Lari, tem, tem, tem Ayla, tem Gabrielzinho, tem vários compositores aí, são talentosos, são talentosos. Famosíssimos assim. Eu fiz um camp, eu queria uma experiência.

Uma coisa legal também que é o que eu também quero trazer nessa parte da mentoria, que eu crio uma experiência na parte da composição, que é uma coisa legal que eu vou te convidar um dia para você fazer parte do camp, né? O camp, a gente leva os compositores para uma casa e eles ficam tipo 3 dias nessa casa compondo. Pro artista. Então eu pego um artista que tá começando. Artista? Exato.

?Voz B

Vamos escrever pra essa pessoa.

?Voz A

Vamos escrever só pra essa pessoa. E aí o artista vai lá, participa, vai, melhora., eu gosto disso aqui. E eles ficam 3 dias lá compondo. Então a gente pega esse material todo e aí a gente faz uma seleção de escolha dessas músicas. Até nisso acho que é uma forma nova de você achar um hit. Então dentro da mentoria, essa coisa do artista, do compositor, a gente aproxima o compositor do artista, entendeu?

?Voz B

Quando a música é boa, ela bate rápido.

?Voz A

Bate rápido. E outra coisa, a música ela tem, ela não tem tempo, é o tempo dela.

?Voz B

Ah, como é que é?

?Voz A

É o tempo da música. Como assim? Você lança uma música hoje, mas você quer que essa música aconteça, e ela não acontece. Às vezes ela não acontece, mas calma.

?Voz B

Dá um exemplo de uma que foi assim tua.

?Voz A

Eu Mereço Ser Feliz, pode crer. Essa música, ela não teve um investimento absurdo, era no momento que o digital não tava tão forte. "Mas deixa ela, deixa." Eu fui deixando, fui cantando igual cantei aqui. Tá. Deixa, deixa. Chegou um momento que a música, as pessoas precisavam daquela mensagem. Bate no peito, grita bem alto, eu mereço ser feliz. Então assim, virou um grito de guerra, entendeu? Então a música, ela deixa o tempo dela.

E essa máquina, essa coisa de já lança uma música, tem que já lançar outra. Ai, não performou bem. Ai, não tá bem nos números. Ai, não, vamos trocar. E essa coisa de trocar, trocar, trocar, trocar, que a música fala: puxa, nem me deram tempo. Calma, vamos, deixa, calma, calma.

?Voz B

Mas você como artista, você pensa em ter Por exemplo, eu penso como um escritor, tem um livro bestseller sempre um por ano, mas eu não lanço um por ano, às vezes eu lanço dois, às vezes lanço três, porque eu sei que um eu quero ter mais chances de emplacar. Você pensa assim também? Tem um hit por, sei lá, por ano, por semana?

?Voz A

Acho que todo artista pensa, tem um, dois hits por ano. Dois hits por ano. Acho que é o mínimo.

?Voz B

Fechadão com Amor é—

?Voz A

Fechadão com Amor já é um hit.

?Voz B

Já deu, cara. Já é um hit.

?Voz A

Mas é Só que antes de Fechadão com Amor veio Qualquer Cama, veio A3, vieram outras músicas que eu venho trabalhando para achar um hit. Como eu falei, às vezes é no tempo dela, entendeu? O Fechadão com Amor, ela caiu nas graças. As pessoas têm aquela melodia que é fácil, aquela melodia que pega rápido, mas tem música que não espera, você tem que esperar um tempo. Eu tenho uma música que fala: eu posso jejuar por ti, difícil é me cansar de ouvir na roquidão da sua voz jogando charme pelo ar.

Meus amigos me seduzem, já vem você me estonteando. Difícil, guardei no meu olhar. Muito difícil. Aceita aí, aceita, aceita o meu amor. Canta aí na roda de samba para tu ver. Já virou clássico, mas quanto tempo demorou? Então tudo a longo prazo, e para tudo, né, cara, para qualquer coisa a longo prazo, calma. Então acho que a música também, a música tem essa coisa de plantação, de construção a longo prazo, né? Então você começa ali e tal, calma, vai plantando.

Então daqui a 5 anos Eu tenho certeza que tudo que eu plantei há 5 anos atrás já vai virar realidade, entendeu?

?Voz B

O sonho de um artista como você é ter uma música eterna?

?Voz A

Então, música que, por exemplo, gosta, sei lá, um Lucidez assim do fundo, que, cara, se for um cara, todas as gerações, se for um cara comprometido, o sonho dele é ter um hit. Se não, é comprar uma moto, é comprar um carro, é comprar uma— se for um cara comprometido com a música O sonho dele não é só música. O sonho dele é ter uma estrutura, um escritório, uma empresa, pessoas ali cuidando, entendendo. O sonho do cara que quer viver da música, o cara que ele quer ter, ele quer ter o 360.

O cara que hoje, o cara que quer ter só o hit, ele não, ele não vai, ele vai, ele vai, ele tem um limite, um limitador ali. Porque o Bruno falou uma coisa que é verdade, do Bruno Soares Maroto: todo mundo quer ter um hit, mas ninguém se prepara, ninguém se prepara para quando chegar o hit. E aí, quando chega o hit, faz o quê? O que que eu faço com a minha rede social, a minha, a minha estrutura de marketing ali? Como que eu lido com a parte de marketing?

Como que eu lido com a parte financeira de investimento? Como que eu lido com as, com ingredientes, com engrenagens que esse hit vai perpetuar por muito tempo? Então assim, como eu falei, aí vem as coisas na frente, vem a realização pessoal. O cara quer ter uma moto, quer ter uma casa, o cara tem que melhorar a casa dele, o cara tem que, entendeu? Se não tiver uma mente, uma mente ali que que te coloque dentro dessa, desse lugar a longo prazo.

Você tem um hit. Quantos artistas de pagode você vê aí que tem hit, estourou uma música e daqui a pouco só canta? As pessoas, você não vê um, você não vê um trabalho sólido, entendeu? O que faz a diferença é o trabalho sólido, é a gestão. É um cara falando: putz, isso que você fez não é legal, cara. A gestão, cara, gestão. Por exemplo, o artista, quando ele começa a ter um hit, cara, ninguém fala não para ele, ninguém fala não, ninguém critica ele.

Ele quer, ele quer estar distante desse cara aí, do gestor? Não, do cara, não do gestor. Ele quer estar distante do cara que não concorda com ele, pô.

?Voz B

Ah, entendi, entendi. Entendeu?

?Voz A

O cara que não concorda com ele, ele quer estar distante. Pô, tô bombando, tô falando uma coisa que tudo que a pessoa faz é certo. Mas o bacana é aquele cara, o primordial na carreira de qualquer artista é o cara que tá do lado da pessoa que fala aquela coisa que você não quer ouvir, que fala o que você não quer ouvir. Esse é o cara. Esse é fazer a diferença na sua vida, entendeu? Então, por isso que eu falo, é sobre pessoas, é sobre pessoas do lado, faz total diferença.

Então, hit, se você perguntar, pô, você gostaria de ter um hit? Gostaria, mas eu gostaria de ter mais coisas, é só hit não. Eu queria ter uma equipe como eu tenho hoje, eu queria ter um escritório físico que eu tenho hoje, sabe? Eu queria ter É, cada pessoa numa área da minha. Eu tenho marketing, eu tenho um bom financeiro, eu tenho um bom head, eu tenho o Alex, cuida de mim, que eu tudo meio ele organiza, entendeu? Eu tenho uma pessoa que faz a minha logística de show, de viagens, para onde que eu quero do mundo, qualquer lugar do mundo. eu quero assim, chegar assim, tal hora.

Isso é foda, isso é enriquecedor. Equipe, hit, hit, pessoal, hit. Eu vou escutar no rádio, vou escutar em casa, mas só hit, só hit não conta comigo. Não é só o hit, não é pouco, é pouco.

?Voz B

Irmão, você tá exalando, você tá aqui, ó, você tá bombando. Você desce aqui, paga 100, paga 300 aqui, ó.

?Voz A

Entrar naquela sala ali e falar, e todo mundo me ouvindo. E imagina, imagina aquela sala lotada.

?Voz B

Quer fazer alguma coisa assim?

?Voz A

O quê?

?Voz B

Para falar para um empreendedor, empresário? Quer? Eu arrumo para você.

?Voz A

Quero. Quando?

?Voz B

Quando? Em até um mês. Mas vai ser a primeira, eu vou estar, eu vou, eu vou, não, mas eu só vou trazer a rapaziada legal, a galera legal, os mentorados, por favor. Assim, um clique assim, ó, um clique. Aí você fala, cara, o Joel me chamou aqui, me deu esse espaço para eu falar sobre o negócio. Os caras vão adorar te ouvir, galera é muito, muito gente boa, coração ensinável, a galera pergunta interessada, tu vai sentir uma energia, tu vai falar, caramba, que legal, que turma é essa, turma aprender, quer se desenvolver.

?Voz A

Cara, eu quero. É, tá feito, pode marcar. Dudu é o, para mim é o Dudu.

?Voz B

Tá feito, já vamos pegar agenda, saindo daqui já vou ligar para os caras. Só que não adianta ir para academia comigo.

?Voz A

Claro, pô, mas fazer 700 flexões é coisa absurda. 700, 700.

?Voz B

Eu prometo que você cantaria uma música do Pedros comigo fazendo., só não chega, só não tô no tom, não consigo chegar no tom. Mas é que assim, sabe como é que se come um elefante? Sabe um elefante? Sim. Sabe como é que se come? Pedacinho por pedacinho. Pegou as 700? Umas 700. 10, 15, conforme o pouco.

?Voz A

Joel, tô querendo vir morar em São Paulo.

?Voz B

Venha. São Paulo ou Alfa?

?Voz A

Tem isso?

?Voz B

É aqui? Tem.

?Voz A

Não, acho que Alphaville é um desejo, é um sonho, né? Mas eu acho que eu agora quero estar perto de você, cara. Então eu tenho que estar em Alphaville, né?

?Voz B

É que São Paulo é perto de Alphaville, você vai estar em 35, 40 minutos, dependendo do horário. Alphaville vai te trazer, você vai estar mais com uma vida mais, mais, as casas são mais espaçosas, você tem uma certa segurança. Você tá muito—

?Voz A

os maiores empreendedores estão aqui, Joel?

?Voz B

É, nossa, se for olhar pelo tamanho da cidade comparado, São Paulo exala negócio e os maiores empreendedores estão em São Paulo. Porém, eu acredito que os maiores empreendedores que você quer estar perto tá aqui, que quer estar perto aqui, e você tá do lado de São Paulo e você vai gostar. E você vai estar do meu lado, do lado da Lajinha, vai estar todo dia junto. Quer vir para casa amanhã? Ou quem tá pensando em vir para cá é o Zulu?

Pensando, ele não atendeu, né? São Paulo é algo que tá ligando também, né? Tá aprendendo, aprendeu, né? Aprendeu, chama CDN, CDN, call do nada. CDN, o nome disso é CDN. Call do nada, do nada, não pode avisar. CDN vídeo. Que isso, meu irmão? Eu preciso que— estamos aqui falando de você no JJ Podcast ao vivo.

?Voz A

Que isso?

?Voz B

Olha aqui com quem eu tô. Olha aqui, ó. Olha, Leporace, Abílio, ó, viu?

?Voz A

Só tem Fera aí! Que isso, tá trabalhando, hein, Márcio? É, quem tá aí? Vamos embora, Márcio!

?Voz B

tamo ao vivo no podcast, já cantamos, já falamos, já falamos de você. Eu tenho certeza aí de vocês que não falarem de mim. Deixa eu falar um negócio aí, aproveitar que Mumu tá aí. Mumu, não sei se você sabe, Joel, esse ano, eu conheço Mumu pra mais de 20 e poucos anos, o tempo que eu conheço ele, ele deve estar aí pelo menos com 30 números diferentes de telefone. Aguarde, ele vai mudar o número daqui a pouco. Ah, depois você me passa?

Isso é um ponto. E a outra coisa é, Mumu, eu não entendi por que a música do Joel não é a música de trabalho.

?Voz A

É verdade, é verdade. Eu amo você, cara. Obrigado, obrigado por você existir na minha vida e nas nossas vidas, porque já te falei, né, você é um cara que você é— eu falei para o Joel do quanto a gente se enxerga em você, em força, coragem, luta, e você sempre foi beleza. Pô, tá maluco, esquece. Aí acabou o assunto. Aí esquece, 01.

?Voz B

Aí não tem coisa nenhuma. ele sentiu aqui, ele viu aqui, ô Zulu, já fez um susto de ligação, já fiz aquelas coisas que você conhece. Ele falou: o que que é isso? Você sabe aquele clima? CDN, CDN, aprendiz, CDN, qual do nada. Vai ter que falar assim quando eu ligar, atende, né? CDN.

?Voz A

Não, mas agora eu vou implantar esse negócio que você falou, as metodologias. Antes de fazer o Pix, agenda aberta, agenda aberta, quando esteja coração, coração. Ensinável. Ensinável. E não, mas e a gente, você falou do quando eu ligar.

?Voz B

Eu não vou ligar toda hora.

?Voz A

Eu não vou ligar toda hora, exato.

?Voz B

Mas quando eu te ligar, sempre que eu lembrei de você.

?Voz A

Lembrei de você.

?Voz B

Eu tô na minha memória pra ajudar você.

?Voz A

Ele vai ajudar você.

?Voz B

Não vou te levar pra um lugar ruim, vou te levar pra um lugar melhor do que você tá. Vou te convocar. Aí tem uma outra assim, ó. Quando alguém te chamar pra ir pra Lua, não escolhe o assento do foguete. Tem gente que, tu entendeu?

?Voz A

Quando eu te levar pra convidar pra ir pra Lua, não, não, não senta no, no, no assento do foguete. Não escolhe o assento.

?Voz B

Tô te chamando para ir para a Lua. Tem gente que fala: tá, mas em que assento que eu vou?

?Voz A

Que assento? E perguntar que assento? Não tem assento.

?Voz B

Vamos embora, número 39, 40, 41, 42, 43. É isso aí, não é?

?Voz A

Tá louco, qual é o assento?

?Voz B

Pô, vamos para a Lua.

?Voz A

Não, vamos para a Lua, filho.

?Voz B

Para a Lua, tô dentro. E tem 10 vagas? Não, então não tem 9, uma é minha. Não tem 10 vagas, só tem 9, uma é minha. Esse esconde-esconde é muito legal.

?Voz A

Que papo maneiro, mano.

?Voz B

Foi massa, eu adorei.

?Voz A

Obrigado, cara.

?Voz B

Só que você ligou para 2 vezes aí, ninguém te atendeu.

?Voz A

Ninguém atendeu, é.

?Voz B

Pois é, temos que melhorar esse processo. Não sei quem foi, mas não atendeu vocês.

?Voz A

Não atenderam.

?Voz B

A pessoa que me ligou não atendeu.

?Voz A

Duas pessoas.

?Voz B

Duas pessoas não atenderam.

?Voz A

Uma tava em reunião e a outra sem resposta. Vamos melhorar isso.

?Voz B

Vamos melhorar.

?Voz A

Obrigado.

?Voz B

Obrigado, cara.

?Voz A

Eu que agradeço.

?Voz B

Obrigado por ter vindo.

?Voz A

Deus abençoe.

?Voz B

Última pergunta antes de ir embora, faço pra todo mundo. Se você pudesse mandar uma mensagem pra 8 bilhões de pessoas, essa mensagem vai chegar direta e reta, curta e grossa, que mensagem seria essa?

?Voz A

Acredite em você, não seja limitador, seja próspero e esteja com pessoas prósperas e pessoas que compram as suas ideias. Eu acho que é isso, é ter pessoas boas do lado e pessoas que vão te colocar em lugares que muitas das vezes você não se enxerga e que você merece estar ali. Então acho que é isso.

?Voz B

Boa! Obrigado, tá?

?Voz A

Eu que agradeço, aprendo muito, aprendo muito.

?Voz B

Obrigado, obrigado, meu irmão.

?Voz A

Eu que agradeço, mano. Tamo junto, tá? Tamo junto.

?Voz B

Obrigado por tudo. Gente, esse foi o JJ Podcast. Deixa a gente saber se você gostou, marca, compartilha, segue a gente, manda mensagem pro Mumu, segue nas redes sociais. E quando a música sair, a nossa música, compartilha também que vai ser incrível, tá bom? Beijo, a gente se vê no próximo JJ Podcast. Valeu, tchau!

Anunciantes1

Audible

Audiolivro FOCO NO ESSENCIAL
external