Como Construir AUTORIDADE e Vender Mais (FERNANDA TOCHETTO) | JOTA JOTA PODCAST #298
SAIBA MAIS SOBRE A MENTORIA DA FERNANDA TOCHETTO: https://bit.ly/fernandatochetto-jj
~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Por que alguns empresários trabalham, estudam, têm resultado, mas continuam sem conseguir chegar ao próximo nível?
Fernanda Tochetto retorna ao Jota Jota Podcast para uma conversa sobre os fatores que podem limitar o crescimento de um empresário, da mentalidade e das crenças até a construção de autoridade e a capacidade de vender.
Psicóloga, empresária e mentora, Fernanda explica por que o medo do julgamento pode impedir um empresário de se posicionar, como identificar crenças que continuam influenciando suas decisões e o papel da ambiência no crescimento profissional.Joel Jota e Fernanda também aprofundam os três pilares do trabalho dela: mentalidade, autoridade e vendas.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~
Você vai entender:
◼️Como construir autoridade
◼️Por que tentar vender para todo mundo pode prejudicar uma empresa
◼️A importância de definir com clareza quem é o seu cliente
◼️Por que crescer exige decisões diferentes das que trouxeram você até aqui
◼️Uma conversa para empresários que querem crescer sem depender apenas de trabalhar mais.
~~~~~~~~~~~~~~~~~~
📢 Anuncie no Jota Jota Podcast: comercial@joeljota.com
🎙️ Host: Joel Jota
🗣️ Convidada: Fernanda Tochetto
🕐 O TRABALHO DEVOLVE
Áudios novos no Spotify, todos os dias às 01:02.
#joeljota #jotajotapodcast #empreendedorismo #vendas #negócios #crença
- Crenças poderosas sobre vendas para impulsionar negócios e propósitomentalidade para vender·obedecer processo·vender para a pessoa certa·não vender é egoísmo·vender salva vidas·quem vende compra o que quer
- Crenças que bloqueiam o crescimento de empresários e como superá-lasmedo do julgamento·receio de ser criticado·não ser aceito·sair da zona de conforto
- A importância da agenda aberta, coração ensinável e obediência na mentoriainvestimento no serviço mais caro·quebrar o próximo nível·honrar o mentor·ajustar o timing da obediência
- A importância da psicologia e mentoria para o avanço profissionalidentificar patologias·encaminhamento para psiquiatra·cuidado com burnout e ansiedade·terapia e tratamento
- A crença limitante sobre eventos de vendas e a superação pessoalvergonha de pessoas fracas no palco·foco em vender sem entregar·ressignificar a crença·leveza na venda
- Os três pilares da autoridade: construída, percebida e por transferênciaautor e idade·conhecimento e experiências·resultado dos clientes·endosso de mentores
Então eu já quero começar forte. Vamos começar forte, ligeiro. Quais são as crenças que quando você conversa com empresário, quando você mentora os empresários, você percebe que mais bloqueia o crescimento deles?
Se alguém teve resultado fazendo, é preciso descobrir por que que você não tá tendo.
Qual foi a última crença que você tinha e que tava limitando o teu crescimento? Psicóloga, empresária, autora best-seller com mais de 24 anos de experiência em educação empresarial.
Ou a gente repete uma história, ou a gente repele uma história, ou a gente é protagonista.
Ela também é cofundadora da Mentor League Society, fundadora do Titanium Club e do Titanium Doc. Tem lugares que para você avançar você precisa se curar, Seja muito bem-vindo pela segunda vez, Fernanda Tochetto. Então, quando você tem uma pessoa que dedica tempo, ela tá dizendo que ela te ama. O amor é dedicação de tempo. O amor ao trabalho é dedicação de tempo.
Eu acredito que o que impede, além do julgamento e da crítica, são as nossas crenças.
Ah, mas no outro episódio esse assunto de crença rendeu.
Ser protagonista requer dedicação ao autoconhecimento, ao reconhecimento das nossas emoções, mas principalmente enfrentar o nosso ego.
Quando a visão é maior do que o recurso, esse é um indício que você tá enxergando certo.
Tenho pena de ti, eu tenho pena de quem usa o tempo para me falar sobre o que o outro tá fazendo.
Pena. A ambiência muda o jogo. Essa é a frase da minha convidada no dia de hoje no JJ Podcast. E ela já veio aqui no JJ Podcast, então é a segunda vez que ela vem aqui. Isso quer dizer que eu vou perguntar o que que ela melhorou, o que que ela aprendeu, novas descobertas. Eu estou abertíssimo para aprender, como sempre. Hoje aqui no JJ Podcast tem plateia, dá uma olhada na plateia, uma salva de palmas a essa plateia que veio. Incrível, muito bom!
Obrigado por vocês terem vindo, gente, muito importante essa energia de vocês. É muito bacana ter vocês aqui. Vou falar aqui um breve currículo dela, pessoal. Olha só: psicóloga, empresária, autora best-seller com mais de 24 anos de experiência em educação empresarial. É um assunto que a gente vai tocar também. Fundadora do Titanium Club e do Titanium Doc, que é um movimento na área da educação empresarial, tá dentro da Mentor League Society, e utiliza uma metodologia exclusiva para promover o crescimento pessoal e profissional Inclusive, ela tem 3 alavancas que ela fala bastante, que ela defende.
A gente vai aprofundar nessas alavancas, tá? Ela também é cofundadora da Mentor League Society, começou com a gente lá no começo, gente. Hoje a MLS tem mais de 200 mentores, mas a Fê, a minha convidada de hoje, tá com a gente desde o comecinho, quando tinha 8. Ela fez parte bem, bem no início, apostou, entrou, cresceu e tem muito resultado. Mentora de empresários, de médicos e profissionais da saúde. E também de outros mentores, tá?
Ela ajuda profissionais que buscam estruturar os seus negócios, tornar mais escaláveis utilizando uma mentalidade adequada, utilizando autoridade e utilizando vendas. Seja muito bem-vindo pela segunda vez, Fernanda Tochetto.
Meu Deus do céu, Joel Jota! Que emoção, que alegria! Quero te agradecer por essa oportunidade novamente. Quero agradecer mais de meio milhão de pessoas que assistiram o primeiro episódio, todos os feedbacks que eu recebo todos os dias.
Foi muito bom mesmo, ficou especial.
E tô aqui aberta para servir, para contribuir e para mais uma vez impactarmos muitas vidas juntos.
Tá bom, você me conhece e a turma aqui do JJ Podcast é uma audiência incrível. São milhões de pessoas que aprende, que estuda, que dedica. Você sentiu o carinho daquela primeira vez que você veio, das mensagens, foi muito bom mesmo. A turma aqui também veio te prestigiar, veio te ouvir, veio conhecer um pouquinho melhor você. Então já quero começar forte, vamos começar forte. Mexe dinheiro no detalhinho, tá? Você é psicóloga, isso é importante.
Eu gosto quando eu falo que você é psicóloga, ou seja, você estuda a mente humana, a psique humana. E você é empresária, ou seja, você tem negócio com Isaac, que é seu marido, na área médica, você tem clínica, você tem um negócio na área da educação muito bem-sucedido, na Metrolite Society, você é escritora, Você é palestrante, você é mentora, você dá advisor. Todo esse público-alvo são empresários. Você fala com empresários, convive com empresários direto e reto.
Quais são as crenças que quando você conversa com empresário, quando você mentora os empresários, você percebe que mais bloqueia o crescimento deles?
O medo do julgamento, o medo do que o colega vai pensar, do que, da repercussão que vai ter, de ser cancelado em defender a sua ideia. Eu percebo que as pessoas travam por se concentrar no que o outro vai achar sobre aquilo que elas estão fazendo. Então, julgamento, o receio de ser criticado de ser, ou melhor, de não ser aceito por todos na sua convicção. Eu acho que isso são duas coisas que caminham juntas, a crítica e o julgamento, né?
Isso aí caminha muito junto. Eu percebo que ao desbloquear isso junto, a coisa começa a andar de uma forma diferente.
Dá um exemplo prático, por exemplo, que é comum quando o empresário caminha com você, tá na tua palestra, tá no teu programa de mentoria, empresário que tem resultado, sabe, já fatura, já, poxa, deu certo, mas ele é ambicioso, quer crescer e assim por diante. Dá um exemplo de uma fala que é comum nessa questão aqui do receio das suas ideias não serem aceitas.
Eu acho que o exemplo tá na hora que a pessoa precisa se posicionar, que ela precisa ocupar um lugar, que ela precisa defender a sua visão, além de um círculo que ela já está acostumada, quando ela precisa fazer a voz dela ecoar, quando ela vai para movimentos aonde ela é vista por outras pessoas. Eu acho que o exemplo é esse, quando ela precisa sair da zona confortável dela e se fazer escutar por mais pessoas, entende? É nesse sentido, quando ela entende que, bom, não basta eu fazer o que eu tô fazendo aqui dentro do meu negócio, eu preciso fazer daqui para fora.
Quando ela acorda e entende que ela é a mola propulsora do negócio dela, é ela mesma Mas para isso ela precisa se comunicar, ela precisa liderar, ela precisa falar, ela precisa ir para o palco, ela precisa se posicionar e ela vai ser vista. E quem é visto, né, recebe críticas, recebe comentários, recebe elogios. E acho que é nessa hora, quando ela sai, quando ela geralmente, quando ela bate no teto daquilo que ela conseguiu, meu próximo nível envolve o quê?
Eu me posicionar para mais pessoas. E ao me posicionar para mais pessoas, eu abro o leque, né, de possibilidades em relação a isso. Então eu vejo isso, o próximo nível associado aonde a pessoa tem que estar e nos lugares que ela tá. Ela precisa se posicionar, ela precisa ser vista para ir construindo esse próximo nível. Então é nesse lugar. Não sei se eu fui aonde tu queria.
Foi, foi muito. E não só foi que a gente vai descer. Eu fui nadador, mas hoje eu vou ser um mergulhador. Eu vou mergulhar, tá? Tem uma característica no teu trabalho que ela é importante e ela tem um diferencial. Você é psicóloga, isso é um fator, é um poder que você tem. Você é empresária, você tem teus negócios, você lidera empresário lindo, maravilhoso, incrível, e tem o fator psicóloga que o teu trabalho no mundo dos negócios, você pega o empresário E você encontra coisas que a psicologia te ajuda, te dá, te dá o teu repertório psicológico, te ajuda.
Eu quero ir aí nesse lugar, tá? Ok, você me falou sobre o medo do julgamento e o receio das suas ideias não serem aceitas. Ótimo. Quando você pega um empresário que ele quer crescer que ele topa caminhar com você, que ele contrata teu serviço e encontra você com um novo modelo mental, com novo conjunto de crenças, e aquilo afeta a percepção dele de identidade, qual é O obstáculo que você enfrenta, que você sente. Mas aí eu tô falando já para aquele que já te contratou, aquele que já quer.
E quando ele te enfrenta, quando ele te encontra, quando ele te conhece, e aí ele diz um monte de coisa, mas você como uma psicóloga, aquilo que ele diz não reflete aquilo que ele acredita. Que coisa é essa e como que você resolve isso?
Primeiro, tem coisas que o empresário que me procura não vai resolver na minha mão, mas ele vai ter uma direção muito mais certeira estando sentado na minha frente do que ele precisa.
Tá bom.
Se o empresário ele tá com algum comprometimento psicológico ou se ele tem alguma patologia que eu evidenciar na minha frente, eu já encaminhei para o psiquiatra no primeiro momento antes de eu vender. Te vendo só se você—
Essa é uma vantagem, tá, Fê? Gente, isso é uma vantagem, tá?
É, tem algum—
nem todo mundo consegue fazer isso.
Essa é uma bela vantagem, porque existem ferramentas que elas não são superadas pela patologia. Deixa eu me explicar melhor. Existem estratégias que a gente ensina, existem direcionamentos que a gente dá. Se a pessoa está num nível de burnout, e burnout é silencioso, Certo, nós só vamos estimular que a pessoa acorde na UTI, certo? Tem psiquiatras aqui na plateia. Existem movimentos que a pessoa precisa fazer quando ela acessa uma ambiência que vão exigir dela energia, foco, disciplina, velocidade.
Se ela estiver num nível de ansiedade que passa da medida, se ela não for tratar isso o problema vira pior para ela e vira meu, porque ela não vai dar conta de fazer o que tem que ser feito. Então eu já tive inúmeras situações de perceber o funcionamento da pessoa que estava na minha frente, dizer, cara, é possível a gente trabalhar, mas eu quero uma avaliação psiquiátrica. Eu sempre digo que tem que ter um psicólogo, um psiquiatra e um mentor, porque tem lugares que para você avançar Você precisa se curar.
Tem lugares que você precisa compreender o que tem por trás daquilo que te segura de fazer. Cara, por que tu sabe se eu te ensinei? Eu digo, te ensino obediência, não fez. Cara, se alguém teve resultado fazendo, é preciso descobrir por que que você não tá tendo. Ah, tem que ressignificar uma crença. Eu tenho as minhas ferramentas para ressignificar. Não avançou, vai precisar descer. Não é na mentoria que a pessoa desce, é na terapia, é na orientação com o profissional, é com o tratamento.
Então eu acho que isso é um cuidado que todos os profissionais que estão atuando nessa área deveriam ter, porque o problema é muito maior, pode ser muito maior. Se você pega pessoas nessas duas patologias, principalmente burnout e ansiedade, e quem vem para um movimento para buscar próximo nível, me desculpa quem diz que não tem milagre, tem trabalho, Tem que fazer diferente, tem que ser, exige da pessoa estudo, dedicação, escolhas, renúncias.
Imagina um emocional fragilizado, sim, só vai aqui afundar. Aí o que que acontece? Pula de galho em galho, não resolve o problema em lugar nenhum, tá sempre buscando o próximo mentor, o próximo psicólogo, alguém para culpar dentro de casa, na rua, onde for. Acho que é um nível de consciência, né? Que que eu tô buscando? Né? E aonde eu vou buscar isso? E o que que eu tô tentando resolver em mais um lugar? Porque as pessoas ficam, né, vou resolver isso, vou resolver isso.
Cara, escolhe alguém para te ajudar a resolver esse trem. E ali eu acho que tem que olhar esse entorno, porque não tem ferramenta que resista a um emocional que não está alinhada.
Boa.
Quantas vezes tu falou: faz isso aqui que dá certo? Pessoa, pessoa foi para casa e fez o quê, senhor? Eu só mandei fazer isso aqui, só fazer assim, faz assim, liga assim, entrega assim, faz desse jeito assim, tá aqui passo a passo. Não fez por quê? Duvido que a pessoa pensou: ah, não vou fazer porque eu quero me prejudicar, não vou fazer porque eu quero que dê errado, não vou fazer porque eu quero falar porque as coisas daqui a Fernanda ensina não dão certo.
Não fez por um motivo. Qual é? Precisa entender o que que, por que que trava, por que que segura, o que que tem por trás disso, o que que ela consegue resolver com a tua orientação e o que que ela precisa de direção. Então eu coloco as coisas bem no lugar. Eu tenho uma vantagem de ser psicóloga para te colocar nos lugares certos, mas eu não vou te tratar nessa cadeira, mas eu vou te ajudar a curar o que precisa e fazer o que precisa para conseguir fazer.
Numa primeira sessão, obviamente você já percebe, você já direciona, e aí cuida, e aí volta.
E quer saber a verdade? Nas vendas eu direciono já, na hora que eu tô vendendo já percebe. Eu tive uma venda que eu fiz que eu falei para o cliente: ok, tu tá entrando agora, são 10:30 da manhã, era sábado, tenho 3 psiquiatras, posso escolher, vou ligar, reunião às 16 horas. Porque se a pessoa entra para um ecossistema para se desenvolver, crescer e transformar, e eu já consigo perceber que ela tem outras coisas que ela precisa resolver antes, eu vou criar um problema ainda maior para ela se ela não resolver o que precisa. E eu tenho uma filosofia: o teu resultado é o meu.
Vou falar aqui uma coisa sobre a Fernanda e esse assunto, tá? Sobretudo para turma que veio como convidado, isso é uma vantagem. A Fê, ano passado, o Titânio Clube— quem tá no Titânio aí? Tá, muito provavelmente vocês sabem que o Titânio foi a maior nota NPS da MLS. Vocês sabiam disso? Cara, isso é um marco, é um marco, pô. A melhor entrega, o melhor produto, o maior nível de satisfação da MLS inteira tá nessa sala. Tem uma coisa que eu tenho, eu tenho alguma certeza sobre você.
E uma delas é: quando a pessoa olha para você, te encara, te conhece, ela gosta de você. E ela gosta de você porque você enfrenta. Ela enfrenta, não enfrenta? A Fernanda enfrenta. Então, para as pessoas aqui que estão na sala, vocês vão ter a opção, a possibilidade de ter uma mentora que enfrenta. E talvez agora seja o momento de você enfrentar mesmo. Mas ela não enfrenta, ela não combate um lado. Deixa eu Deixar bem claro, a Fernanda, ela não combate a sua identidade, essência pura.
Ela combate as fragilidades, ela combate a crença que não te leva para lugar nenhum. E eu já passei várias situações com a Fê que também ela levantou a mão e falou assim, cara, me ajuda aqui. Porque ela não só enfrenta o problema, como ela também faz isso com ela. E foram várias, né, Fê? Várias, pô. Isso eu gosto em você, eu gosto em você. Tem uma outra coisa que eu gosto muito em você: você é comprometida na entrega. Isso eu gosto em você, você entrega com força, com dedicação, e você é autorresponsável.
Eu gosto disso, é uma característica que você tem. Você enfrenta, você é dedicada, tá, gente? Dedicada. Isso também, estudiosa, dedicada, comprometida, estuda, lê busca. É muito legal quando a gente tá nas mentorias, a Fernanda sempre senta assim na frente e ela escreve e ela pensa. E ela: Joel, preciso falar com você. E ela tem um jeitinho, né? Deixa eu ensinar, tá, os mentorandos. Ela faz assim: Joel, preciso falar com você 5 minutinhos.
Dura 1 hora de conversa. Eu só preciso falar com você 5 minutinhos. Aí quando ela vem falar comigo, 5 minutinhos: Ei, Isaac, tem uma lista de coisa para fazer. Ela: 1, 2, 3. Eu já sei, pô, eu já sei. Prepara, é muito legal. E isso você também oferece para tua turma. Muito provavelmente você promete uma coisa, entrega 3, 4 vezes mais. Ela é dedicação. Isso é dedicação, isso é compromisso. Então quando você tem uma pessoa que dedica tempo, pelo menos eu acredito, ela tá dizendo que ela te ama.
O amor é dedicação de tempo. O amor ao trabalho é dedicação de tempo. O amor à sua vida é dedicação de tempo. Dedicar tempo para as pessoas E você faz isso com os empresários logo na largada. Uma das coisas que você trabalha é mentalidade. Outra coisa que você trabalha é autoridade. Vamos nesse lugar?
Eu preciso só colocar uma coisinha antes disso, daí de ir para esse lugar, para selar essa questão da mentalidade, que eu acho importante que as pessoas que estão nos ouvindo talvez ouviram outro episódio Que eu acredito que o que impede, além do julgamento e da crítica, são as nossas crenças.
Ah, mas no outro episódio esse assunto de crença rendeu, rendeu, rendeu.
Eu acho que a gente pode ser breve porque a gente precisa ser breve, a gente põe de fundo, que ali é uma, uma, algo muito profundo que eu ajudo as pessoas a destravarem. E tem várias pessoas aqui nessa sala, vários exemplos de acessar resultados que nunca imaginaram na vida por terem destravado as crenças. E a crença muitas vezes ela não é percebida na ansiedade ou no burnout. A crença ela vem na comunicação, nas atitudes, nos pensamentos.
A crença é o que eu penso, sinto, falo e que influencia aquilo que eu realizo. Então muitas pessoas que buscam ambiência para se desenvolver e crescer precisam explodir e desenvolver a sua crença. A crença acorda, que nós falamos, mas se a crença acorda muitas vezes, a crença está precisando de cuidado, de cura. Se acorda demais, não curou. Eu queria botar essa bola para quicar aqui hoje, tá? Porque cada vez nós falamos, a crença acorda.
Se ela tá acordando, se tu botou ela para dormir, ela tá acordando demais, ela tá pedindo outro tipo de tratamento. Ela vai te atrapalhar violentamente ali na frente, nas coisas maiores que tu tá enxergando, né? Então, de dizer para as pessoas que estão nos ouvindo: olha para isso, olha para aquilo que tu acredita, olha o significado que tem as coisas que você quer acessar, entende? Você tá em ambientes, em movimentos, em circunstâncias, acessando ferramentas, pessoas para buscar algo para o teu ser, para o fazer, para o ter.
Mas o que você foi ensinado sobre isso? Se você não ressignificar o que você foi ensinado sobre aquilo que você mais deseja, a chance de você ficar num looping de buscas é muito grande. Eu lá no outro podcast, no outro episódio, falei muito, né, que no presente a gente faz 3 coisas: Ou a gente repete uma história, ou a gente repele uma história, ou a gente é protagonista. Ser protagonista requer dedicação ao autoconhecimento, ao reconhecimento das nossas emoções, mas principalmente enfrentar o nosso ego, porque o ego, ele Ele é tinhoso, ele é arrogante às vezes, ele quer ter razão e você ainda não evoluiu nisso, entendeu?
Ainda não evoluiu. E muitas vezes, ah não, agora foi. Será que foi? Não sei. O ego às vezes ele te distrai e você ainda não ressignificou essa crença, não enfrentou ela. Porque, ah não, eu já não tô mais escasso. Sim, Dá, resbala. Ah, eu tenho uma mentalidade de crescimento, resbala. Então é observar isso, porque aquilo que a gente acredita molda sim aquilo que acontece na nossa vida. E eu posso provar, comprovar, desde 2007, desde 2007 eu tenho 10 cadernos, eu vou trazer eles para ti ver, eu nunca abri eles para ninguém.
E tudo que eu escrevi sobre as crenças que eu tinha e como eu queria ressignificá-las e o futuro que eu queria enxergar em 2018, a primeira vez que eu te encontrei, eu escrevi que isso aqui ia acontecer. Tudo tá no detalhe escrito, entendeu? Tudo tá ressignificado nas minhas crenças e eu preciso todo dia fortalecer esse desenvolvimento dentro de mim. Então eu não posso passar por nenhum lugar aonde a minha voz passar Eu não posso falar sobre isso.
O que você acredita sobre você, sobre a tua família, sobre a tua carreira, o teu trabalho, sobre dinheiro, sobre crescimento e próximo nível? Porque me dizendo o que você acredita, eu já sei aonde a gente pode chegar. Vai um pouco mais. A tua família acredita? Teus pais acreditam? Teus amigos acreditam? O que pensam as pessoas que você convive? Que elas falam, que elas valorizam. Nós somos, não adianta os clichês, a média das pessoas que a gente convive.
Tu vai ter que te proteger na tua ambiência, porque senão tu não vai avançar. Porque talvez tu não vai sair do ambiente que tu tá, e alguns ambientes não mudam. A família é um, os parentes é outro, a empresa talvez que você trabalha era o que você mais queria para você. Tem pessoas lá que talvez tenha uma mentalidade que se distorce em relação ao que você tá pensando. Então a gente precisa ter essa consciência o tempo todo: o que eu acredito, o que eu quero, o que eu busco, como eu desenvolvo isso dentro de mim.
E se tiver ardendo demais e se acordar demais, é porque não foi curado. E se não foi curado, tu vai tropeçar.
Vamos descer, então vamos, vamos descer, gente. Tá bom.
É porque ali eu fiz esse palco, eu fiz nesse tema.
É ótimo, vou descer. Você disse aqui, ó, dizendo que você acredita, eu sei onde você vai chegar. Você acabou de falar isso, adorei. Qual foi a última crença que você tinha e que tava limitando o teu crescimento?
Olha, a última crença, você fica me provocando, pô, não é?
Eu quero conhecer. Dizendo o que você acredita, eu sei onde você vai chegar. Qual foi a última crença que você tinha e que tava limitando o teu caminho.
Eu vou falar, então vamos, eu vou falar. Eu sou uma mulher que me desenvolvo muito desde o dia que eu saí da psicologia, estudei na Universidade de Caxias do Sul. Eu sou aluna do primeiro curso da FGV Online São Paulo, primeira turma da FGV. Eu sempre procurei me desenvolver, estar em grandes ambiências, estar em lugares como esse. Eu fui, estive nas primeiras formações do Anthony Robbins, 2012, em Orlando. Treinei com o Timothée Chalamet, o cara do tênis.
Fui para o Vale do Silício, fiz movimentos com a Startse, me desenvolvi, cresci em várias circunstâncias. Tu quer que eu fale a crença lá que tu sabe qual é?
Pois é, não me enrola não, tá? Vai direto.
Mas eu vi muita pessoa fraca, eu vou falar, gente, direto ao ponto, muita gente fraca no palco fazendo evento e direcionando pessoas para estarem em negócios, em movimentos, em circunstâncias que eu tinha vergonha pela própria pessoa no palco. Cara, eu não acredito que essa pessoa tá fazendo isso no palco e vai levar pessoas para caminharem com ela e terem resultado com ela Tem incoerência, incongruência. Aí tá só focado em vender.
Eu não sou essa pessoa. Eu sou uma pessoa focada em vender, entregar, influenciar. Aprendi contigo. Então, em vários momentos de eventos, talvez como esse, eu perdi a oportunidade por não fazer alguns movimentos por causa das coisas que eu vi acontecendo. Entendeu? Então eu travei vendo acontecendo, entendeu? Muitos, cara, eu participei de coisas, talvez que nós estávamos na mesma plateia, eu e tu, e eu olhava e eu via as pessoas indo, pensava, cara, essa pessoa nunca vai se salvar fazendo isso.
O cara sentado do meu lado com vários problemas indo fazer movimentos, sabe? E ali eu pensava, meu Deus, eu nunca vou fazer isso. E eu desenvolvi uma crença, eu acho que às vezes eu poderia estar com um crescimento muito maior Se essa crença tivesse curado, ela acorda ainda demais, entendeu? De que as pessoas levam as pessoas em evento. Eu não sei te explicar um pouco, eu acho que tu destrinchou, ouviu, entendeu?
Você acredita que a crença era as pessoas só fazem eventos para vender?
Isso, talvez era isso.
Ah, não sei se as pessoas são preocupadas, competentes assim.
É, eu acho que eu vi muito isso. Tá bom. Vocês viram isso? É uma crença, vocês já viram isso acontecer? Então eu tenho muito receio às vezes de alguns movimentos porque eu não quero ser vista como essa pessoa, cara. Eu quero escolher quem anda comigo, eu quero que a pessoa me diga, cara, eu vou ir para o próximo nível contigo, nós vamos crescer, o teu resultado é o meu, para cima, ligeiro, vamos fazer. Não quero ficar aí.
Mas é legal esse jeito. Eu gosto desse jeito, desse que eu te falei.
Eu gosto, entendeu? Mas tu pediu uma crença que eu já ressignifiquei e eu ainda boto ela para dormir. Ela talvez tenha que curar.
É porque a crença tá talvez, e eu tô falando talvez porque de fato é uma dúvida, ela tá talvez na forma como a venda é feita.
É, pode ser. Mas tu me pediu de tudo, porque eu sou muito vendedora, eu nasci com a barriga no balcão, eu amo vender. E se tu me der um cheiro que tu precisa de mim, eu sou muito incompetente se eu não conseguir te mostrar o que tu pode fazer se tu tiver do meu lado. Eu me acho incompetente daí, entendeu? Mas em algumas circunstâncias eu tive essa sensação. E aí era uma crença que talvez eu ressignifiquei agora aqui no palco do JJ.
Passou?
Passou. E talvez eu curei a crença de muitas muitas pessoas que não é por causa do que os outros fazem, né? Eu acho que a gente tem que estar muito alinhado com os nossos valores.
Deixa eu te falar uma dessa aqui, ó. Eu era uma crença, ó, tem uma boa aqui, uma boa. De certa forma eu também tinha essa crença, de certa forma.
Eu acho que é uma crença do crescimento.
Eu era um cara, sempre fui um professor universitário, então você vai lá e você ensina, você ensina, você ensina. O formato que eu ganhava dinheiro era hora-aula, então a faculdade me pagava, eu ensinava, pagava, ensina. E não pagava ensino. Comecei a ir para os eventos de empreendedorismo, a pessoa pagava, aí o cliente pagava, ela ensinava e depois vendia. Então aquilo me soava um pouco esquisito, sabe? E aí vira e mexe, em alguns eventos tem um momento da venda, o famoso momento do pitch.
Não tem momento do pitch? Ó lá, vai vir um pitch. E aí sempre tinha umas pessoas do meu lado e falava assim: e lá vai vender. Crença, é ou não é? E lá vai vender. Agora eu vou, porque como disse Jeffrey Gitomer, as pessoas adoram comprar, mas odeiam que as coisas sejam vendidas para elas. Ah, tô sentindo que o cara vai me vender. E o meu que ficava um pouquinho assim, até um dia que uma pessoa do meu lado fez algo que eu vi e eu gostei.
E era um evento de umas 2.000 pessoas. Chegou a hora do pitch, chegou a hora do pitch, e ele falou assim: chegou a hora do show, vou anotar. E eu não tava esperando por essa, entendeu, Fê? Ele começou a anotar: olha que legal, olha o jeito que ele fez, olha a prova social que ele é. Ele anotava o pitch, ele gostou de ver aquilo. Eu falei: olha, ele me deu um outro sentido. E quando acabou o pitch, sabe o que ele fez? Ele comprou, ele comprou e falou: e vou comprar.
Por quê? Porque merece. Ele me deu um outro sentido. Gostou da hora do pitch, entendeu o que ele fez, comprou, aprendeu, e me deu um outro sentido do tipo: pô, Joel, o que que você faz quando você acredita em algo? Me perguntou.
Promovo.
Essa foi minha resposta. Então, se você acredita no seu trabalho, o que que você tem que fazer? Promover. Uma frase, né, gente? Você não acredita? Então você promove. Que que você faz quando você acredita no trabalho de outras pessoas?
Indico.
Você acredita no seu? Acredito. Promova. Pronto, mudou, mudou minha percepção, porque foi no momento. Eu, e é uma pessoa que eu gosto muito, você sabe quem é. E aquilo para mim foi bonito. Ele me ensinou sem querer me ensinar. Eu aprendi vendo, eu aprendi vendo. Então, se isso acontecer com você, quando isso acontecer, legal, façam isso também vocês, pessoal, porque duas pessoas não vendem: quem não acredita no produto e que não confia em si.
Mas você confia. Agora, agora também concordo contigo, às vezes a forma incomoda, né? Sabe, tem forma que às vezes a pessoa tá lá e ela tá sofrendo um ataque de gatilhos mentais, empilhamento de endorfina. O jeito que eu, que eu vendo é assim: gente, quem quer caminhar? Vamos, esse problema é um problema para você? Vocês acreditam que eu sou capaz de resolver junto com você? Vocês acreditam, vocês acreditam que se vocês caminharem comigo vocês aceleram?
Olha, eu não sou a última bolacha do pacote não, tá, gente? Eu também, só que na última oportunidade. Vocês acreditam que agora é o momento de vocês caminharem? Faz sentido? A pessoa vai falar: é, então vamos, vamos. Você me explica um pouco mais? Explico. Quanto custa? X. Ah, posso parcelar? Você quer parcelar? Eu aprendi a fazer desse jeito, Fê.
Leve. Eu acho que não é só, eu acho que isso é um aprendizado para quem tá nos ouvindo em casa, para quem tá nessa sala. Faz as coisas com leveza, né? Eu, e não é que eu não faça, tá? Todos aqui passaram por venda comigo e leveza, e né, muitos aqui nessa sala. E mas tu me pediu aonde precisava ter mais leveza esse assunto. No palco precisava talvez ter mais leveza.
Eu gosto da ideia da leveza, leveza, naturalidade, naturalidade, vai no flow.
Tá, então vou fazer outra agora, pergunta.
Qual foi a última coisa que você aprendeu? Essa é boa.
Agenda aberta, coração ensinável, tempo todo para andar comigo. Se não tiver, não tem preço. Boa!
Explica mais, vai fundo, desce aí.
Para quem tá nos ouvindo aqui, eu convivo com o Joel full 7 anos. E nesse percurso eu fiz várias evoluções, vários movimentos de crescimento. É pouco provável que alguém nessa sala não conheça a história da X6, né? Mandou a X6 para Alphaville em cima de uma cegonha, né, para pagar uma entrada no podcast, num dos movimentos. Né? E a última que eu fiz com o Joel foi em fevereiro. Posso falar qual foi? Era 13 de fevereiro. Eu liguei aqui na Jota e eu falei, eu quero comprar o serviço mais caro que o Joel vende.
Qual é? E quero fazer o Pix mais alto que ele já recebeu, porque eu tô precisando quebrar o meu próximo nível.
Receba, receba!
E aí ele falou, eu falei com ele, daí eu falei, quando ela me falou, cara, fui eu que liguei, ninguém me ligou. Sexta-feira às 15 horas, quem ligou? Liguei para o Isaac, eu falei, liguei no Joel, falei quero comprar o projeto, era 15 horas Ele falou, tu que sabe, resolve. Eu falei, nós precisamos fazer o que precisa ser feito. Ele falou, faça. Aí liguei para Grazi, eu falei, vai no financeiro que tem que ser o maior Pix, que ele já recebeu.
Porque tem um monte de turma que tem muita grana, mas no Pix assim, tu é, vai na parcelinha.
Você foi na confiança, você foi, pum, pau.
Mas é que, cara, se a gente não faz uma coisa—
Como é que foi? Como é que foi para você isso? O que que você descobriu sobre você?
Que eu tava pronta.
Ó, que legal! Foi bem assim, tá, gente? Porque com a Fernanda é assim as coisas, é pá pá pá.
Como é que eu vou ensinar alguém a fazer um troço que eu não fiz primeiro? Se eu fico ali me recando para fazer um movimento, como é que eu vou te ensinar a ter coragem de ir lá, ser audacioso, fazer, levantar, quebrar, papá? Como? Tu fez o quê? Tem o quê para contar? Eu não tenho o que contar.
Tem o quê para contar? Posso contar de novo a história da X6?
Tá, mas vou acabar do Pix para falar o aprendizado, depois nós vamos.
Ah, tá, então acabou.
E aí, pá, daí, Alex, baixa o dinheiro! Ele falou para fazer o quê? Vamos fazer uma compra com Joel de novo. Daí ele foi lá, mas daí ele veio Cadê o Alex? Rápido! Ele falou, é, mas hoje é tu que vai botar o dedo ali no computador. Falei, não, pode fazer. Ele falou, não, vem aqui e bota o dedo. Eu rezei um Pai Nosso para Deus. 15 horas, vai na frente, porque o próximo nível está para aquilo que eu ainda não vi.
Muito legal.
Fui para casa. Isaac, tá feito. Tu fez? Isso eu falei. E mais, temos que ir para— era carnaval, era carnaval, sim, carnaval era. A gente vai para São Paulo segunda às 6 da manhã. Joel falou que a gente tem que estar lá. E aí foi, ficou muito claro para mim isso. Talvez eu já fazia, mas assim, eu sou muito da honra, honra, sabe? Que eu te honro, honro a tua família e os aprendizados e os ensinamentos. A não ser que tu dê uma bitolada na tua cabeça.
Se tu me disser vai para lá, se tu me disser vamos investir aqui, tomo decisões. Eu Te ligo, cara, onde é que é. Mesmo que eu sei, a vantagem vai ser tua, mas eu vou andar contigo. Tu quer que eu ando aqui, lá ou lá? É desse jeito, porque eu honro o troço, honro mesmo. E aí eu cheguei aqui, nós chegamos aqui na segunda, 7 da manhã, e ele falou assim: agenda aberta, coração ensinável e obediência. Falei: fácil. Mas era um aprendizado que eu falava fácil sem a respirar sobre ele, porque teve algumas coisas que elas estão acontecendo, mas aquela obediência ainda não foi 100%.
E quando for, eu sei que vai acontecer o que precisa acontecer. Tá no caminho, tá acontecendo, construída a obediência. Mas foi o último aprendizado. Então foi forte isso, porque se a gente escolhe alguém para nos liderar, não é que a gente escolhe alguém para culpar se as coisas dão erradas. Isso é muito importante. É alguém que a gente escolhe para ajudar, escolhe uma pessoa para ajudar a entender o que é certo, o que não é, o tempo das coisas, e também para mediar os movimentos, que eu acho que o Joel tem feito isso muito bem na nossa família, na nossa construção.
Eu tenho uma velocidade de entrada em ação, e eu e o Isaac, nós temos uma velocidade diferente. E aí o Isaac, querido, veio na segunda na reunião, saiu daqui passando mal, né, Isaac? Eu vou vomitar. O que que tu foi fazer? Eu falei, a gente fez o que precisava ser feito. A gente precisa alguém que lidere a gente, que a gente respeite, que a gente tenha, que a gente respeite, a gente obedece, a gente vai. Talvez o timing das obediências possam ser ajustados, mas a gente vai seguir nisso.
Então eu quero deixar, quero— pegou, obedece, só obedece e ajusta no teu tempo e na tua filosofia. Então esse foi o meu grande aprendizado. Agenda aberta, eu nunca em 7 anos faltei nada que Joel Jota promoveu se eu não pudesse vir. Uma única vez eu faltei, março, que Antônia tava no hospital. E aí eu pensava, os cara tão aqui na esquina e não vi. É, não, visto, lembrado, ocupa território, vai, mas vai coerência, consistência, consistência, coerência, paciência, paciência, paciência.
O tempo das coisas é do tamanho daquilo que elas vão te devolver. Já vim no podcast duas vezes, muito bom, né? Então tem que ter ali, a pessoa tem que ver. E a confiança a gente só enxerga convivendo. E não convivendo confiança, né? Então isso foi o que eu, um aprendizado forte assim de ajustar o timing da obediência, de agenda aberta. Sim, agenda tá aberta, mas algumas agendas tem que ajustar alguns prazos. E o coração é ensinável.
Eu quero, se é, aprende isso aqui, essa é a tua visão 10x, né? Essa coisa forte foi muito forte para mim. Eu levei para as pessoas que estão comigo. Então isso foi o grande aprendizado.
Boa!
Tipo que eu, para ir para o próximo nível, eu preciso me desafiar. E é isso que eu quero deixar para vocês: se não der vertigem, se não der medo, se não der Jesus, sim, daí tu tá na zona de conforto, aí tu tá onde qualquer um faz, aí tu tá na massa, entendeu? Tá fácil.
É verdade, foi desse jeito e um pouquinho mais. Vocês imaginam que toca meu telefone, ela fala, cara, eu all in você. Eu falei, tá bom, vamos embora, vamos semana que vem aqui, segunda, segunda, bora, bora, chego, chego, 6 da manhã, né?
É sempre assim, precisava ver se tinha voo.
Mas tinha, tinha voo, né?
Para que ter tipo ir para Miami, Martinha?
Se eu não me engano, eu vim até com roupa de academia, não foi, gente? Veio, eu vim direto. Eu ia para o treino, foi depois do treino, já não lembro mais.
Depois do treino eu fui treinar e vim de roupa de academia.
Era feriado, pô.
Sim, era Carnaval, gente.
Agora tô me lembrando, era feriado, não ia ter trabalho, não tinha ninguém no escritório. Eu vim com roupa de academia e ficamos aqui umas 2 horas. Vai ser assim, assim, assim, assim, assim, assim, assim. Eles, não é isso? Vamos, vamos, vamos, vamos, vamos, vamos, vamos! Agenda aberta, coração ensinável, obediência. Vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai, vai! Por quê? Porque todas as vezes que você investe o seu tempo, o seu dinheiro, a sua energia, o seu propósito em algo, pessoal, só tem uma coisa que vai te atrapalhar.
Tem duas: o seu ego O ego te atrapalha e a sua ausência de compromisso. Sem compromisso nada acontece, gente. O compromisso, portanto, não é uma palavra, sabe? Compromisso é uma atitude. E o ego: vamos nessa, vamos nessa pegada, vamos nesse projeto, vamos nesse objetivo, objetivo grandioso. Isaac e Fernanda não me ligaram para realizar um objetivo pequeno. Eles me ligaram para realizar um objetivo grandioso, um objetivo 10 vezes o que eles já faziam.
E não dá para agir em um objetivo 10 vezes com a mentalidade antiga. Portanto, tem uma porta única, a porta de entrada, que é ambição, a vontade de vencer, a vontade de ganhar. A decisão não popular. Grandes líderes não tomam decisões populares. Isso é muito comum, né? A gente estuda no mundo dos negócios, decisão são impopulares. E você toma decisões impopulares e você dá saltos. Você, o Isaac, vocês dão saltos sempre juntos.
Eu tenho o prazer de receber a tua ligação há 7 anos, cara. É um prazer para mim. Tem tanta gente boa, né, Fê? No mercado. Tanta gente boa, tá, gente? Mas ela pega o telefone, ela liga para mim, pô. E toda vez que ela liga para mim, eu falo: all in, você tem tudo meu, 100%. Eu não olho para o lado. Eu também não olho para você, eu não olho para o lado. E eu não peço para você fazer uma coisa que eu não faço. Eu faço. E você é assim como mentora.
Inclusive, tem gente que chama ela de Joel de Saia, né? Não é o jeitinho? Mas isso é muito bom, porque a liderança ela precisa gerar novos líderes. E segundo o John Maxwell, só é líder quem tem seguidor. Seguidor são pessoas que convivem com você, que vão, que segue, que gostam. E eu percebo que a galera que caminha com você vê você como líder, é nítido. Quando encontra no Family Circle, é nítido, é o jeito um jeito. Portanto, as pessoas que estão aqui e ainda não fazem parte do Programa da Fé, é assim, ó: quando o aluno tá pronto, o mestre aparece.
E o aluno pronto é maduro, afim, comprometido, autorresponsável, humilde. Humilde, pô, não sei, pode me explicar? Posso. Não entendi, pode me explicar? Posso também. Vou lá. Você viu todas as vezes, porque você sempre veio atrás, sabe, de uma visão, de um clique, de uma palavra, de um, pegava, pegava. E sempre atenta, você, Isaac, sempre atento. Isso é muito importante no processo de mentoria, gente, muito importante. Porque a gente, quando erra, a gente erra basicamente por 3 motivos.
Ponto cego é um. Ou seja, tem algo ao seu redor que acontece, mas você não vê. Mas uma pessoa que tem olho treinado vê, e o óbvio só é óbvio para o olho treinado. Segunda coisa: interferência. Interferência das pessoas, dos pensamentos, dos lugares. Quem é que sente que tem que combater interferência aí sempre? Pois é, pensamento. Essa é a pior, né? O que você pensa sobre você E a terceira é ego, ego, ego, gente. Ryan Holiday diz, né, o ego é o seu inimigo.
O ego, o ego, o ego. Não é, eu não vejo isso em você. Eu vejo vontade de aprender, decisões impopulares, coragem, honra, entra pela porta da frente, elogio, ela elogiar com a carteira. Porque elogio de adulto é com a carteira. Já ouviu essa? Elogiar com a carteira. Legal, entende, vende firme. E você passa isso para as pessoas, você passa isso para os teus mentorados, você passa isso para os empresários, e portanto você cresce bastante.
Primeira vez que ela veio aqui no JJ é porque a gente fez uma aposta: 100 podcasts. Que que eu tenho que fazer para o seu podcast, Joel Jota? Me chama Joel Jota. Eu falei, quando você gravar 100 podcasts, você vai no Joel Jota. Quantos você tinha gravado na época? Não, antes, quando eu te falei isso, nenhum.
Tinha começado o podcast, era Eco 100, nós tava numa mesa. Aí eu falei, tu vai me levar para o teu podcast, né? Tu falou assim, quando bater 100. Virou e foi.
E ela pegou 100, obedeceu, foi. Só que ela veio gravar, já tinha, sei lá, 130 e poucos podcasts. E é por isso que no vídeo eu falei, você mereceu estar aqui. É importante falar isso. Quando a gente fez um movimento em 2022, que a gente tinha um programa de mentoria, e eu encerro esse programa de mentoria, eu acordei no segundo dia, fiz o convite no primeiro dia, o encontro tinha 2 dias, que eu saio do Eco 100 e vou para o Clex Club, que eu monto mentoria com Caio, com Flávio, e eu cobro o dobro, o dobro do preço.
Mas você tinha pago metade, você tinha renovado, lembra disso? Então para ela era quase o triplo. Então ela pagou um ticket, renovou no outro ano pela metade, e eu cobrei quase o triplo. E ela olhou para mim. Eu acordei cedo, fui no hotel, sentei. Ela falou: bom dia, Joel Jota, tá tudo bem? Eu falei, não tá nada bem, por que que você não vai? Eu acho que eu não vou conseguir, eu acho que eu não vou dar conta, acho que não vai.
Ai, mas eu acho que eu já tenho bastante coisas para fazer. Quando eu vencer— aquela historinha quando o cara não quer admitir— ah, eu tenho muita coisa para colocar em prática já, eu acho que eu peguei bastante coisa, quem sabe eu volto e aplico, e aí eu faço uma grana e depois eu venho.
Qual foi minha resposta?
Pega tua mochilinha e vai para lajada. Isso aí, tu falou. E se eu tivesse pego a mochilinha?
Pega tua mochilinha e volta para lajada. Tu já tá 3 anos comigo, é sério que tu vai fazer isso? É lá. Isso foi umas 7 horas da manhã, pessoal. Umas 6:30 da tarde, essa mulher aparece na minha frente parecendo um foguete. Eu vou entrar, então tu vai comprar minha X6. Eu falei, pode mandar, é para isso, para entrar. Me dá aí o preço, o Pix, manda lá para família. Só que tinha algumas pessoas ao redor, e aquela atitude foi uma atitude corajosa dela.
E eu lembro que eu falei assim, fica tranquilo, minha mulher tava do lado, fica tranquila, vou dar para Larissa. A Larissa, eu não quero uma X6. Eu falei, calma. E ali as pessoas viram que— o que que elas viram? Elas viram uma mulher que de manhã tava decidida a não avançar e que de tarde estava decidida a avançar. E falou, eu entro, você compra minha X6. Eu comprei e devolvi o dinheiro.
70 mil no Pix.
Ainda mandei um Pixão. Aí chegou A X6 de Segovia na minha casa tem um Pix de Joel Jota, um Pix de Joel Jota. E aí eu peguei e falei, dá mais uma última volta nela, porque depois ela é minha.
Não, na terça vim para outro evento, ele foi para o evento com ela, entra, cheira, sai.
Você deu uma volta comigo no quarteirão, entra nela, dirige, dá uma volta comigo no quarteirão, porque a última vez você anda nessa X6. Vocês conseguem entender filosoficamente o que eu tava fazendo? Filosoficamente se despede daquilo. Passado, passado, deu, você conseguiu, não deu. Cara, eu não lembro quantas semanas deu que você já foi para uma Land Rover.
Um 15, não, mas não era nem a questão do carro. Em 15 dias eu lancei o Titanium Club, cara, e arrebentou. Vendi sem nome, tudo são 001.
Pô, gente, isso é muito bonito, cara, essa história. Essa história é bonita, né? Essa história da MLS é famosíssima, a história da X6, famosíssima, porque é uma história de uma pessoa que tava com medo, com receio, mas botou uma fé, confiou, e eu também confiei. Isso já tem 4 anos, né? Acho que quando a visão é maior do que o recurso, esse é um indício que você tá enxergando certo. A visão maior que o recurso. Quem aqui já comprou alguma coisa que a visão era maior que o recurso?
Pois é, eu tenho essa, uma crença minha, tá? É uma crença, uma crença positiva. Enxerguei a primeira vez que eu fiz o meu primeiro milhão de reais. Poxa, eu vim da educação física, eu fui treinador de natação, professor de faculdade. Impensável, um milhão. Mas eu fiz, já tem alguns anos, alguns belos anos. Eu fiz o meu primeiro milhão de reais na física, na conta, sabe aquele marco? Falei para um amigo meu, pô, fiz R$1 milhão, cara.
Ele falou, cara, parabéns, meu, parabéns, muito bom, cara. Eu falei, pô, tô mó feliz. Ele, pô, muito bom. E aí, ano que vem quer fazer quanto? Eu falei, 3. Aí ele falou, nossa, como tu pensa pequeno, hein. Aí eu falei, por quê? Muito pouco. Quanto tu enxerga? Dele: 6. Eu falo: mas eu só enxergo 3. Dele: mas eu enxergo 6. Eu preciso dessa visão aí, desses outros 3 aí. Onde você tá enxergando? Sabe o que ele falou para mim? Se você caminhar comigo, eu vou te mostrar. Eu caminhei com ele, paguei o preço. 6,3 eu fiz no segundo ano.
6,3.
E ele foi falando, e era só coisa desconfortável, tá, Fê? E você sabe quem é também. Desconforto, coisa que mexia na minha crença, que precisava que eu tivesse coragem, que precisasse que eu me despedisse de coisas antigas, que precisasse que eu colocasse um volume de energia, que precisava que eu saísse de Santos e ficasse mais aqui. Ele nunca pediu para eu mudar, ele pediu para eu estar mais aqui. Convive, fala, argumenta, vem, vai dar.
E eu Cara, que que esse cara tá vendo? Mas eu fiz 6,3 naquele ano. Só que quando eu fiz 6,3 lá no final do ano, eu não fiz assim, ó: nossa, meu, foi 6,3! Eu já tinha certeza que eu podia fazer 7,2, porque você já muda de opinião daqui 2 meses. O nome disso é distorcer o tempo. Você distorce o tempo, distorce o tempo. E eu não tinha visão, Fê. Eu não tinha, mas ele viu. Eu falei, esse olho viu, tem 3 a mais aí que eu não tô vendo, pô.
Mas assim, blind, completamente cego, eu não enxergava o que ele enxergava. Ele falou, tá, mas eu vou te mostrar, mas você tem que estar comigo. E eu paguei o preço e fiquei com ele. E que isso sirva para vocês também, pessoal. Se vocês ainda não têm a visão tão clara, fica com alguém que tem um olho treinado. Fernanda tem um olho treinado. Fernanda convive comigo há 7 anos, pô. Obrigada, Fernanda. Você tem um olho treinado, você convive, poxa, comigo, com Caio, com Flávio, há 4, tô certo?
E comigo 7. Olha o tanto que você cresceu, olha o tanto que você superou. Olha isso, cara, você abriu o Titânio, você abriu o Titânio Doc. Tem médico aqui? Melhor nota de NPS, fez evento nos Estados Unidos, lançou o livro, virou best-seller. 4 livros de consultoria. Tem gente aí que tá contigo com autoria dedicada, esforçada. Alguém tem dúvida que a Fernanda vai continuar nessa toada, nesse crescimento? Alguém, vocês têm dúvida?
Façam parte, poxa, façam parte, caminha, vai junto. 7 anos, pô. Fala, vou, tô dentro, quero entrar, que que eu tenho que fazer? Ela te fala, faz assim, faz assim, tem essa agenda, tem esse dia, tem aqui, senta comigo, e assim por diante. Agora, a porta de entrada é ambição, é querer. E aí eu quero ir para a terceira parte: não basta querer, precisa ter autoridade e vendas. Primeira coisa que tem na tua metodologia: mentalidade, autoridade e vendas.
Vai nesse lugar, essa skill, essa habilidade que você ensina, essa, esse passo a passo que muda a vida dos empresários. Como que funciona esse processo dentro do teu programa?
Eu vou trazer uma definição para a palavra autoridade, que é autor e idade. Você é autor do quê com a sua idade?
Adorei!
Autor e idade. Autor do quê com a sua idade? Esse é o primeiro passo na autoridade para mim, que é o que a gente constrói, o conhecimento que a gente tem, as experiências, o nosso resultado, o resultado dos nossos clientes. Se eu pegar esse microfone e passar por cada um dos clientes que estão aqui nessa sala, vai ser impossível não ter declaração de resultado. Então não é sobre o resultado só que você fez, é sobre o resultado de quem tá na tua frente e a pessoa fez, porque eu sou espelho.
Exato, entendeu? Então para mim a autoridade tem 3 frentes. A primeira é a construída, os diplomas, As experiências, o meu próprio resultado e o resultado de quem convive comigo. Primeira coisa. Segunda coisa: percebido. O que que as pessoas percebem? Eu não preciso falar para elas que isso que eu faço, que eu entrego, que dá certo. Elas percebem, elas veem, elas acompanham, elas conseguem Olhar para 7 anos atrás, 3 anos atrás, olhar para hoje, olhar para o outro podcast, olhar para hoje.
É isso, a pessoa consegue perceber. As pessoas que estão assistindo, quem tá aqui nessa plateia com a gente hoje, vocês estão aqui porque vocês têm autoridade para estar aqui. Então é percebida. E a outra é a transferência que a gente recebe, né? Porque inevitável o impacto na minha jornada, na convivência contigo. Eu tava aqui pensando, meu Deus, escuta, Fernanda, escuta o que ele tá falando sobre quem tu é, o que tu faz e o que tu entrega.
Ele ficou reforçando o tempo inteiro quem eu sou, o que eu faço, o que eu entrego, entendeu? Da convivência, do dia a dia, da honra, do resultado. E isso é o endosso. E quando a gente consegue unir esses 3 pilares aquilo que eu construí, aquilo que as pessoas estão vendo sendo construído, e aquilo que pessoas da minha convivência que já chegaram num lugar que eu almejo, que eu venero, me endossam, cara, é o suprassumo do que você fez com a idade que você tem.
Então autoridade, para mim, a diferença da influência é que autoridade ela tem um percurso. A influência, ela constrói, ela se constrói com a capacidade de comunicar e impactar pessoas, né? Mas a autoridade não, não é todo mundo que tem autoridade. Influência, a minha menina tem, mas ela não tem autoridade para influenciar alguém. Então eu acho que quando a pessoa entende o que sustenta e quando mexe nesses 3 pilares sustenta diferenciação, sustenta palco, sustenta discurso, sustenta valores, sustenta inúmeras coisas.
E tem um percurso para fazer isso, né, para monetizar tudo isso na nossa jornada. Eu acho que a turma tá indo muito bem e tá pegando toda essa visão e esse passo a passo, como unir tudo isso, sabe?
Beleza. Mentalidade, autoridade, vendas. Você é forte no ensino de vendas. Quem que reconhece que tem que melhorar vendas? Melhorar vendas. Mas fica um pouquinho assim só para eu procurar fazer um percentual. Eu acho que tem uns 60%, 65% que reconhece que precisa melhorar vendas. Eu também, né? Eu vendo, mas eu também preciso melhorar vendas, né? E você toca bem nesse lugar, ensina vendas, trabalha vendas, O teu programa, ele tem esse core da performance, né? E aí?
O tempo todo.
É muito comum encontrar a Fê, muito, muito comum, e ela fala, nossa, uma mentorada X entrou, mentorado Y entrou e deu ROI, não sei em quanto tempo, não sei quantas semanas, deu esse ROI. Ela vai muito nesse lugar do ROI. Como que é o teu trabalho de ensino de vendas? Se você pudesse classificar, segmentar em pilares, colunas, grandes macro áreas, e que você fica ali no ritmo, ritmo, ritmo, Como é que, como é que é?
Eu acho que tem duas coisas: a mentalidade para vender, o que tem que estar alinhado na mentalidade, e depois obediência de processo. Alinhou a mentalidade e obedeceu o processo, é tempo para as coisas ou lugares que você tem que estar, coisas que você tem que fazer, ou alguma coisa tá errada. Porque quando eu menos vendi Isso pode ajudar muita gente que eu vou falar. Foi porque eu estava querendo vender para pessoa errada. Então eu acho que tem um passo antes de mentalidade e de processo, que é para quem e o quê?
Para quem e o quê? E eu cresci muito ajustando o pra quem e o o quê, dentro do próprio Titanium Club, tendo o 001 aqui na linha, na linha de frente, o nosso próprio ecossistema de educação empresarial começou a traçar outros níveis de voo depois que a gente entendeu que ali as pessoas poderiam, as pessoas que mais poderiam crescer seriam aquelas que fariam a mesma jornada que eu e o Isaac, 24 anos juntos de casado, né? Nós temos 24 anos juntos, começamos a carreira juntos, os dois somos da área da saúde.
Eu comecei com educação, desenvolvimento de pessoas, desenvolvimento profissional dentro de empresas, dentro de multinacionais, grandes negócios, né, aqui no país, na área do petróleo. Enfim, comecei ali tudo com treinamento, com pessoas, com desenvolvimento, 5, 10, 15, 20 pessoas, conhecimento, crescimento. Fui buscar minha construção de equity, escrevi livro, fiz, me lancei palestrante, lancei, tenho 3, 4 métodos na educação.
Eu tenho chão, 24 anos. Mas nós também crescemos na área da saúde, crescemos o nosso negócio, crescemos a nossa clínica, construímos liberdade com o nosso negócio antes de pensar do jeito que a gente pensa. Imagina se não tivesse feito isso? Consegui falar? Imagina, a gente conseguiu construir a nossa liberdade antes do Isaac entrar full nessa, nessa visão toda de negócio. Então quando a gente conseguiu entender, cara, quem anda com nós, se conseguir absorver o que a gente fez em 24 anos de educação e na área da saúde, e a gente direcionar cada vez mais isso, que daí nasceu Titanium Club e Titanium Dog, a gente só vai transferir o que a gente fez.
E fez! E mata a cobra e mostra ela morta. E mostra de novo, entendeu? E só tá lapidando a forma de ensinar tudo isso pras pessoas. Então, quando eu falo de vendas, é: às vezes a gente quer resolver o problema de todo mundo, mas tem alguém que a gente consegue resolver esse problema. E essas pessoas que querem a mesma jornada, o mesmo caminho que a gente fez na educação e na saúde, Bola nas costas, só me obedecer. O método tá ali, é ou não é?
Levanta o braço quem cresceu aqui dentro e é do Titanium Club agora e cresceu assim, ó, valendo!
Isso é muito legal, esses depoimentos são muito legais, cara.
Eu não tô falando, ah, cresceu de R$20 mil para R$40 mil, tô falando cresceu de R$150 para R$450 pau, tô falando isso. Tô falando que fez o que não fez em um mês, o que tinha feito em 6. Quer que eu olho para todo mundo que cresceu? Nem consegue mais calcular o que cresceu em 4 anos, não consegue mais calcular. É isso? Então eu consigo olhar no cara, porque é uma coisa que a gente vem lapidando, fazendo na nossa vida e conseguindo transferir isso para as pessoas.
E quem vem e quem aplica e tá indo, entende? Então eu volto, Vero, no vender, aonde o primeiro lugar? Para quem? Se você quer agradar todo mundo e vender para todo mundo e resolver o problema de todo mundo, você vai causar um problema na tua vida e da tua empresa. Primeira coisa. Então, para quem? Depois, um, cara, clareza, não vai querer resolver tudo na vida daquela pessoa. Que eu acho que as pessoas erram nisso, cara. Não vou resolver tudo, vou resolver esses pilares que tu acabou de falar, sim, mas vou direcionar e ajudar ela a fazer grana para contratar especialistas em todas as áreas.
Porque se eu quiser me meter aonde eu não domino, eu não vou entregar nem aquilo que eu sei. E aí depois sim, a mentalidade, né? Agora eu tenho algumas crenças sobre venda. Se eu puder transferir, quer que eu vou tentar transferir isso aqui?
Anota aí, gente, por favor.
Aqui, isso é muito, muito importante para mim, essas crenças. Todos os dias, antes de começar meu dia, antes de iniciar as minhas atividades, eu converso comigo mesma e me lembro por que que eu tô fazendo aquilo que eu faço, o que que vai acontecer na vida da pessoa, da família e do negócio dela se ela tiver oportunidade de me conhecer, que eu preciso sentar na frente dessa pessoa e ter uma capacidade de liderança gigante. As pessoas não querem na sua frente gente fraca e frágil, certo?
As pessoas querem força, energia, direção, confiança. Então eu preciso falar essas coisas para mim. A primeira coisa é: que coisas eu preciso falar para mim mesma antes de querer trazer alguém para perto de mim? Lembrar daquilo que eu faço. Segundo ponto: eu sou muito egoísta se eu entender que essa pessoa precisa de mim e eu não vendi para ela por causa daquilo que eu acredito sobre vendas. Cara, eu acho que é muito egoísmo de uma pessoa deixar alguém cair na mão, talvez uma pessoa que tenha menos conhecimento, não esteja preparada ou não possa, ou talvez nem resolver o problema, porque se tu não conseguiu conseguiu mostrar, ela não vai.
Talvez vai parar ali, vai achar que não tem solução, que é isso mesmo, porque tu foi egoísta, tu não conseguiu mostrar para ela e dar segurança para ela de faz isso por aqui, vamos por aí, vou te puxar, vai dar, faz tua parte, eu te mando embora. Eu faço assim com as pessoas: faz só a tua parte, senão te mando embora. Ou tu acha que eu quero andar contigo se tu fracassar perto de mim? Olha para mim. No teu tempo, quem vai botar o tempo é tu, mas nós vamos andar junto.
Então eu acho que é muito egoísmo, é muito egoísmo não vender. Essa é minha crença, é ser egoísta. A terceira, eu acredito que vender salva vidas, famílias e negócios. Forte. Então às vezes as pessoas querem te comprar por uma coisa, mas elas resolvem a outra. Então eu preciso, cara, eu tenho um negócio bom na mão, eu não posso passar um dia, eu posso não vender, mas eu não posso passar um dia sem fazer uma iniciativa para vender, porque eu estaria negligenciando o meu propósito.
Bonito isso, não vender é negligenciar o propósito, deu? Senão é só papinho para iludir. Aí tem um propósito, vendeu, não vendeu, tá negligenciando o propósito. Pronto, bota mais essa aí: negligência de propósito. Não vende, negligenciou o propósito. Essa nasceu aqui.
Deveria escrever um livro sobre isso, alguma frase, algum, fazer uma live, fazer uma aula, alguma coisa. Você deveria botar para fora só esse tema.
Vou. Anotaram?
Anota, porque é forte essa convicção e não é uma convicção comum, concordam, gente? Mas ela é forte.
Mas eu elaborei a temática aqui no palco, veio muito forte.
Entendi.
Quem não vende negligencia o propósito.
É muito forte isso, é uma convicção forte. Quem te lidera lidera tuas crenças. Ele tá liderando uma nova crença na turma aqui. Vocês estão recebendo uma liderança de uma nova crença.
E a última, adorei, a última: quem vende compra o que quer.
Que coisa! Quer bater palma? Bate então.
E eu duvido Que perto de mim tem pessoas de mau gosto nessa sala. Quem coleciona canetas, relógios, carros e tal, quem vende compra o que quer. Então, que na hora de escolher você não se preocupe mais. Essa é a minha crença que eu quero abastecer todos os dias.
Cara, muito bom! Vamos falar de novo?
Vai.
Eu não anotei, mas são 5, né?
Ah, foram várias, mas eu repito fácil.
Eu não anotei, presta atenção. Quem vende compra o que quer, quem não vende negligencia seu propósito. Vender salva vidas, pessoas e famílias. Se você vender é uma questão de egoísmo, não vender é egoísmo.
Se você não vende, você é egoísta.
E a primeira foi?
A primeira eu fiz um discursinho de quem e o quê, né? É, o quem e o quê. Mas eu acho que ali eu trouxe muito do se preparar antes de vender. Tipo, ah, eu acordei, eu vou sair de casa, eu tenho um propósito bem legal, tu tem uma meta, tu tem uma entrega, tem um compromisso, tá? Então as 5 coisas que eu falo para mim, elas, eu tenho um processo para isso, tá no meu computador aberto. Antes de começar o dia eu abro e eu leio as 5 coisas que eu tenho que falar para mim de manhã antes de começar.
E essas coisas estão tudo ali, cara, vai para cima! Tu tem uma convicção, tu tem um propósito, tem que ajudar as pessoas. O teu dia se divide em 3 coisas. Além de cuidar da minha vida, da minha família e do meu time, para da porta para fora eu tenho que fazer 3 coisas: vender, entregar e influenciar.
Boa!
Da porta para fora. Então eu chego, só que eu tenho que preparar minha mente antes. Vai, tem que liderar, né? Tu tem que Eu tenho muito forte isso, que tudo isso só acontece com liderança, convicção, liderança e convicção.
Liderança e convicção.
Se as pessoas só enxergam o que tu tá enxergando, acabou. E aí liderar é dizer: daqui tu vem que nós vamos chegar lá, e eu vou te mostrar como se faz. E a gente define um tempo para fazer, o teu tempo, porque tem essas pessoas: não, mas eu não vou ter tempo, vai ficar cada vez pior. Ah, mas eu vou fazer em 60 dias, Ah, fulano, não, é lá na tua vida, na tua casa, com a tua conta bancária, com a tua estrutura. É qual o tempo? É 90, é 60, é 120?
É isso. Então nós vamos sair daqui, a gente vai para lá. Tu só faz o que eu tô te pedindo, levanta a mão se tu precisar, e nós vamos ir construindo. E não queira avançar os sinais, que tu vai tropeçar, nós vamos ter que voltar. E vai dar certo. Só que a pessoa quer sentir isso, o ser humano. Precisa quem lhe mostre a direção. Então, naquilo que vocês fazem, vocês precisam dar segurança, vocês vão mostrar a direção. Quando por algum motivo a minha segurança— porque tem momento, tem dias que a gente tá um pouco mais, pode estar um pouco mais frágil.
Eu aprendi várias coisas que eu tenho que fazer para mim manter minha energia em alta, mas, ô, sou ser humano que nem você. Tem coisas que te tiram do prumo. Tem uma coisa que me tira do prumo: a saúde. É a única, uma das únicas coisas que me tira do prumo é saúde física e emocional da minha família. A única coisa. O resto eu resolvo tudo. E então, se a energia tá baixa, cara, tem coisa que eu não tenho que fazer. Se ela continuar baixa por muitos dias, eu preciso resolver rápido, porque energia baixa todos os dias é uma recorrência de algo que tá destruindo o teu objetivo.
Então eu acho que é isso, prepara a tua mente e entra com essas 5 crenças: não vender é egoísmo, quem não vende é egoísta, vender salva vidas, famílias e negócios, quem não vende negligencia o propósito, E quem vende compra o que quer. E que a partir de hoje isso esteja na tua frente, em qualquer lugar que você estiver.
Adorei, me concordo. E quem não vende é porque não confia em si. E nem no seu produto, e nem naquilo que vende. Porque se você aprender a confiar em você, gente, você vai vender. E se você não conhece sobre o que você vende, se você aprender— uma é conhecimento, a outra é autoconhecimento.
E aí quando eu escuto as pessoas, fulano é fraco, ai, não sei o quê, outro é picareta, cara, é tu que é fraco! Abre essa boca, fala, deixa as pessoas te conhecerem. Vencerem. Mostra o que tu sabe fazer enquanto tá concentrado olhando o outro, porque tu tá querendo aprender como ele faz e tá me falando dele. Eu tenho pena de ti, eu tenho pena de quem usa o tempo para me falar sobre o que o outro tá fazendo. Pena, porque tá me revelando que gostaria de ter coragem de fazer o que o outro faz e fica atacando.
Não, porque Cara, se eu tô conseguindo olhar para o que o cara tá fazendo, porque eu não tenho o que fazer também, né? Ele tem tempo de ficar. Então acho que isso é muito forte, as pessoas se escondem nisso, sabe?
Ó, vou fazer uma pergunta aqui para as tuas, para os teus mentorandos, para vocês, tá? Para os mentorandos e para os que vão se tornar mentorandos. Me deu aqui na cabeça: qual é a melhor forma de extrair o melhor de Fernanda Toqueto? Eu sou seu mentorando, eu sou sua mentoranda, eu quero fazer parte do teu ecossistema. Como que eu tiro o melhor de ti? Pressão, desafio, certeza. Mas aí, ó, deixa eu só então dar uma melhorada, talvez não ficou claro como que eu como que eu tiro o melhor da Fê para mim, tá?
Não é tirar o melhor da Fê para Fê, é como que eu extraio o melhor da minha mentora para mim. Proximidade, levantar a mão, pedir ajuda. Olha lá, gente, vai ouvindo aí.
Frequência e repetição, obedecer, comunidade, observar, ficar perto, ficar perto, ficar perto e pergunta, fica perto e pergunta. Se eu não souber responder, eu conheço eu conheço, posso falar de boca cheia. Eu conheço, eu tenho telefone e tenho quase todo, e eu vou perguntar e eu vou te responder.
Então eu acho que isso é um benefício muito forte, muito forte, muito forte, gente. Não perder a roda, porque ela tá sempre mudando, né? Tá sempre— existe um benefício de você ter o acesso e poder ligar para alguém, sabe, gente? É um belíssimo benefício. É um benefício poderoso, é um poder inclusive. Esse poder, olha, eu arrisco dizer que o poder do acesso vale mais do que o poder do dinheiro, porque quando você tem um acesso, a pessoa te evita frustração, decisão errada, abre uma visão, mostra uma coisa, um ponto de vista diferente.
E aí, um coração ensinável, sabe, gente? Uma humildade. Poxa vida, a humildade é ferramenta dos sábios. Sou humilde, me explica, me ajuda. Me dá tua opinião? Dou. Mas, Fê, além de fazer a pergunta, que é muito importante, tem que saber fazer pergunta para pessoa certa, que é muito importante. O que que você gostaria que essas pessoas soubessem sobre você na hora delas decidirem caminhar com você? Porque daqui a pouco elas vão tomar essa decisão.
História, histórico, resultado.
Vai, desce.
História, eu acho que a gente precisa, quando a gente escolhe alguém para nos liderar, para nos conduzir, a gente precisa estar alinhado em perceber que a pessoa reflete os nossos valores. Pessoais, que reflete aquilo que importa para gente, porque você vai conviver. E isso é muito importante. Isso foi um critério que eu não quero que as pessoas tenham só comigo. Eu elevei esse critério na minha jornada também, na escolha das pessoas que eu quero que convivam comigo, né?
Então, entender a história, o que trouxe a pessoa até o lugar que ela tá, os pontos de inflexão, a verdade, a verdade da pessoa, sabe? Eu acho que isso é muito importante, a verdade. Eu acho que a gente precisa ser profundo, né? Eu acho que principalmente ao escolher um mentor, cara, é sobre os livros que a pessoa leu, é sobre o resultado que ela fez, é sobre as mesas que ela sentou, é sobre os acessos que ela tem, é sobre as coisas que ela já ajudou a resolver, é sobre o resultado das pessoas que estão junto com ela.
Eu acho que esse double, essa, esse olhar é importante, né? Eu acho que a sinergia com o jeito da pessoa também faz toda a diferença. E aquilo que se percebe no resultado da pessoa, eu acho que é isso, sabe? Olhar esse conjunto. Mas eu acho que muito mais do que sobre mim é sobre quem tá comigo. Sabe? Porque eu tenho muito orgulho da jornada de quem tá comigo e eu tenho muitos cases de sucesso perto de mim. Então eu acho que a gente tem que se aprofundar cada vez mais para contar as histórias.
E talvez isso pode ser um quadro no meu podcast, uma boa, um quadro de histórias de pessoas. E a gente já gravou com Guilherme e a Natália, que estão aqui hoje, um quadro contando a história deles no Titânio, o quanto eles evoluíram, cresceram, a família, os resultados, enfim. Então eu que é sobre isso, sabe? Não é sobre o que eles estão vendo só, sobre o que eu tô falando, mas sobre o que estão dizendo as pessoas que estão no processo.
E um processo consistente, porque se eu tenho orgulho de falar uma coisa na educação, tô há 24 anos nesse mercado, não comecei ontem.
Boa! Ô Fê, imagina o seguinte: tem milhões de pessoas te assistindo no JJ Podcast pela segunda vez. E algumas dessas pessoas gostariam de saber como é que faz para caminhar com você, que são empreendedores que gostaram, que querem, querem aumentar autoridade, querem desenvolver uma mentalidade forte, querem vender mais, querem conhecer essa turma aqui. Eu gostaria que você olhasse para essa câmera aqui, ó, essa aqui, e fizesse um convite formal via JJ Podcast para as pessoas participarem do Titânio.
E a gente deixa um link aqui que é teu WhatsApp, o WhatsApp do teu time, alguma coisa rápida. Sabe, objetiva.
E a pessoa não precisa passar por uma página, não, vai direto no WhatsApp, chama direto.
Se a pessoa chegou até aqui, ela já ouviu muito sobre você, ela já, ela já tem a decisão dela. Então oficializa o convite aqui olhando para essa câmera.
Então nós temos o Titanium, é um ecossistema de educação empresarial. Nós temos duas mentorias, o Titanium Club e o Titanium O Titanium Club é um espaço para empresários que querem monetizar o seu conhecimento, aonde a gente trabalha toda a questão de mentalidade, construção de equity, alavancagem de segundo motor na carreira. Trabalhamos com pessoas que também querem construir as suas mentorias, alavancar seus negócios de educação, expandir seu ecossistema.
Em todo o processo, sempre a mentalidade, a autoridade e a venda como base na entrega. E no Titanium Doc, então, somos eu e o Isaac na liderança. Ecossistema crescendo, próximo nível da carreira médica. Nós temos profissionais ali que querem sim olhar para o seu modelo de negócio, olhar para suas estratégias de venda, olhar para o seu próximo nível de crescimento. Então, em ambos os ecossistemas, a gente ajuda o empresário a buscar esse próximo nível.
Convite feito, senhoras e senhores do JJ Podcast. O link tá aqui, o WhatsApp vai falar direto com você ou com Isaac ou com o time.
Isso aí.
E falar, ó, vim do JJ, quero fazer parte do Titânio. E eu deixo aqui o reforço para você conviver com pessoas que têm objetivos parecidos com teus, desafios parecidos com os teus, coração igual ao seu, vontade igual a sua. O novo ar, um novo oxigênio, gente, porque a vida do empresário, do empreendedor, é solitária, né? Eu tenho um amigo queridíssimo que ele fala assim para mim, ele é muito famoso, mas eu não vou falar o nome dele, muito famoso, vocês gostam dele inclusive, adoram ele.
Ele fala assim, ó, poxa, a vida do empreendedor já é dura para caramba, a gente trabalha e cuida da família, basicamente é isso, então que a gente conviva com pessoas legais também. Você tem que conviver com pessoa legal, sérias e divertidas, sérias e legais, sérias, comprometidas, disciplinadas e que contribui com a energia do lugar. Porque a gente já chegou numa idade, né, gente, que conviver com gente chata não é legal, né, meu?
Então tem esse fator aí também no convite, sabe, do Titânio. Você é legal, o Isaac é legal, a tua turma é legal. O sorriso no rosto que a gente foi recebido aqui hoje. E os novos também que vieram, os convidados também são muito legais. Vocês gostam de gente legal, gente? Sabe qual é a festa mais legal que tem? Que vai as pessoas legais. Não é aquela que tem mais gente, é que vai as pessoas mais legais, que se divertem, que são sérias.
Mas que curtem, que gostam. E esse lugar é muito bacana. Então você que tá na tela, você também é legal e talvez queira procurar um ambiente, pessoas legais. As pessoas mais inteligentes que eu conheço, elas trabalham e se divertem ao mesmo tempo. Eu tô sempre rindo, galera, gargalhando copiosamente assim. Quando alguém fala uma coisa assim muito diferente, eu falo: você é completamente maluca, Fernanda. E ela dá risada: Isaac, você é completamente doido, cara!
Que negócio é esse? Eu gosto dos doidos. E aí aquele negócio fica mais leve, que a nossa vida já é porrada, já é puxada. E aí às vezes 5 minutos, gente, de leveza dá uns 30 dias, né? 5 minutinhos. Então saibam disso também na hora que vocês entrarem. Não é só dureza. É também leveza. A leveza faz parte. O choro, sorriso, o compartilhamento, o aprendizado, o erro, acerto. E aqui vocês têm uma mulher e um homem, um casal que são dedicados, pessoal.
Eles fazem, é o que eles fazem da vida deles. A vida deles é se dedicar a desenvolver pessoas, e também a vida deles é dedicada a sentar para ser desenvolvidos, que eles são excelentes alunos. Eu também me considero um aluno, tá, gente? Embora eu seja mentor, um educador, eu sou um bom aluno. Eu presto atenção, eu peço opinião, eu pago, eu entro pela porta da frente. Quanto custa? Eu pago. Às vezes é com dinheiro, às vezes é com tempo, às vezes é com acesso, às vezes é com um ecossistema e com estrutura que eu tenho.
Procuro deixar boas memórias e bons amigos no caminho. Tem um filho pequeno. Quem tem filho? Depois que a gente vira pai ou mãe, a gente se preocupa muito com as coisas que a gente faz para os nossos filhos não sofrerem, né? Na escola ou no clube, com os amiguinhos. Tudo isso é muito legal. Então, quando você tá com uma pessoa que é casada, que tem filho, você tá no ambiente que tem princípios e valores que a gente não quebra.
Só uma coisa que tem que ser feita para quebrar. Quer que eu fale o que é? Recorde. Recordes estão aí para serem quebrados. Batam todos os recordes de vocês esse ano, gente. Recorde de vendas, recorde de crescimento, recorde de palestra, de podcast, de livro, recorde de pessoas que vocês conhecem, recorde de produtos, recordes de receita no mês, recorde de ticket médio. Reco de satisfação, recorde de felicidade, bata recorde, cara, quebra recorde, pega um recorde, quebra.
Princípios e valores quebra não. Aí a gente consegue ir longe. Eu aprendi muito com você de novo hoje, tá, mulher? Foi bom, forte, você é boa. Vou falar aqui publicamente, eu acredito que você tá entre as top 3 palestrantes do Brasil, mulher, tá? Para mim você tá. E eu já te falei isso tem uns 3 anos já, tá? Você Você fala com convicção e a sua convicção importa. Não importa, gente? Não importa muito? É convicta, pô. Vamos, vamos, vem comigo que vai dar. Você fala, então vai dar. Ligeiro, ligeiro. Que que é isso, ligeiro?
Eu falo ligeiro, ligeiro pegou e virou. Ligeiro, ligeiro, bora, vai rápido.
E Isso é muito legal, caminhar com você é muito legal. Isaac, caminhar com você é muito legal, tá? A gente vai ficar bastante tempo junto ainda. Caminhar com vocês é muito legal também, com todos vocês. Eu gostaria de ver vocês mais vezes, eu gostaria que vocês estivessem no ecossistema, gostaria mesmo. Por quê? Porque eu tô lá. E que, qual é outro lugar que eu tô? Não tô, é o lugar que a gente tá. E tô doido para fazer novos amigos, mesmo sabendo que a minha amizade não tá à venda.
Mas eu adoro ter amigos. Às vezes tem gente que fala, pô, mas você não é meu amigo. Não, mas é que isso aí não é um produto. Amizade não é um produto. O trabalho é um produto. É melhor, pessoal, a gente fazer negócios e depois nos tornarmos amigos do que pegar amigo para fazer negócio. E você pode ter certeza que eu comecei minha relação com o Isaac e com a Fernanda uma relação de negócio, mas hoje ultrapassou, extrapolou. E essa proteção eu valorizo muito, tá?
Obrigada, tá bom? Deixa tua rede social aqui para quem quiser te seguir, te acompanhar. Faz aí o seu jabá.
Então, @fernanda.tochetto, T-O-C-H-E-T-T-O. Tô também lá no YouTube, Titanium Club, Titanium Doc. Vai ser uma satisfação receber vocês lá. Passa lá e diz, eu assisti mais uma vez.
Tem que deixar aqui uma, eu tenho que deixar aqui um desafio para a gente fazer a terceira. Uau, gostei! Gostou? Funciona ou não desse jeito, pessoal?
Essa vez tu podia pedir ajuda para os sócios do Titanium Club.
Tá bom, tá bom. Quantos membros tem no Titanium Club?
100. É 100 preciso?
100.
100, 102? 100.
Eu já sei qual a tua meta de membros até o final do ano.
Quantos é?
180 até o fim do ano.
É isso que tá, vocês são vigilantes, hein?
É isso que tá no plano. Tá bom, vai ser assim: se bater 200 até o final do ano, o que que a gente vai fazer? Você vem aqui de novo e eu vou te dar o direito de escolher 3 mentorados para fazer o podcast junto comigo. Beleza? Então vamos lá para regra. Qual que é a regra?
200.
Então vai precisar da ajuda de vocês, vezes 2, até o final do ano. E aí ela vai escolher, você vai usar seu critério, resultado, engajamento, quem mais indicou, quem mais vendeu, quem mais deu resultado, não sei, você vai usar teu critério. A gente faz o podcast e a gente coloca essas 3 pessoas aqui porque eu quero contar o case de vocês. Vai ser um prazer para mim, pô.
E como nós vamos escolher as 3?
Você. Aí eu joguei a bomba ninja, sumi, e aí você escolhe. Já começa hoje, já vai começar hoje, ligeiro, ligeiro. Já falou aqui, então, JJ Podcast? Já falou aqui o contato?
Falei.
Deixa eu só finalizar então. Senhoras e senhores, esse foi— ah não, tem que fazer a pergunta, calma, a última.
Mas ainda tá gravando? Tô. Então a audiência pode ajudar, a audiência pode ajudar nessa campanha, né?
Nossa, mas aí eu acho que, poxa, pera aí, é minha palavra é uma só, minha palavra é uma só, minha palavra é uma só. Eu acredito que vai dar, teu time vai ajudar, a galera vai gostar. Tá bom, então temos 3 pessoas no JJ aqui comigo. Ave Maria! Fê, se você pudesse mandar uma mensagem para 8 bilhões de pessoas direto e reto, uma frase, pá, que vai chegar sem muita explicação, aquela assim, ó, que frase seria essa?
A mesma: honre as suas origens, desenvolva a sua confiança. E acho que aqui eu vou rapidar um pouco da primeira vez. Então, honre as suas origens, desenvolva a sua confiança. E escolher alguém para te liderar, te ajudar a liderar as tuas decisões, o teu caminho e o teu processo. É impossível desver, então deixa alguém te mostrar o que você ainda não sabe.
Senhoras e senhores, esse foi o JJ podcast. A plateia bate palma, plateia maravilhosa, enérgica! Foi demais hoje, hein? Se você nos segue, obrigado pela sua audiência. Se você ainda não segue, se inscreve no canal, segue a gente todas as redes sociais, manda mensagem para Fê, compartilha, deixa ela sentir o carinho, deixa ela sentir o quão importante foi para você. E Fê, mais uma vez, obrigado. Temos um desafio novo, hein? 200 até o final do ano.
Vai dar, eu confio, vai dar. E esse time vai ajudar também. Obrigado, gente, a gente se vê no próximo JJ Podcast. Um abraço, tchau!