Como Construir uma CARREIRA Além da Sua Agenda (VANESSA GOLTZMAN) | JOTA JOTA PODCAST #295
SAIBA MAIS SOBRE A MENTORIA HEALTH ONE: https://bit.ly/vanessagoltzman-jj
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Uma agenda cheia pode parecer sinal de sucesso. Mas, para muitos profissionais da saúde, ela também pode virar o limite da carreira.
Neste episódio do Jota Jota Podcast, Joel Jota recebe Vanessa Goltzman, empresária, mentora e fundadora de um ecossistema de negócios voltado ao mercado da saúde.
Com quase duas décadas de trajetória, Vanessa construiu sua atuação entre carreira, posicionamento, modelo de negócio, vendas e educação.
A conversa parte de uma pergunta simples: como um médico, dentista ou profissional da saúde pode construir algo maior do que a própria agenda?
Vanessa explica por que depender apenas de consultas e horas trabalhadas limita o crescimento e apresenta uma visão baseada em três ativos: carreira, empresa e legado.
Ao longo do episódio, Joel e Vanessa falam sobre posicionamento, autoridade, reputação, construção de marca, modelo de negócio, programas de acompanhamento e vendas na saúde.
Também entram em um dos maiores bloqueios desse mercado: a dificuldade de falar sobre dinheiro e oferecer uma solução de maior valor ao paciente.
A conversa também mostra como transformar experiência e conhecimento em novas avenidas de crescimento, como formação, fellow e mentoria, e por que um profissional da saúde se torna empresário de verdade quando constrói uma empresa que não depende exclusivamente dele.
Se você é médico, dentista ou profissional da saúde e sente que trabalha muito, mas ainda depende completamente da própria agenda para crescer, este episódio vai te ajudar a enxergar os próximos passos.
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Neste episódio, você vai aprender:
◼️ Como construir uma carreira maior do que a sua agenda
◼️ Por que agenda cheia não significa necessariamente crescimento
◼️ Como posicionamento, autoridade e reputação fortalecem sua marca
◼️ Como criar uma clínica que não dependa apenas de você
◼️ Por que método e modelo de negócio aumentam escala e previsibilidade
◼️ Como aumentar a permanência e a jornada dos pacientes
◼️ Por que tantos profissionais da saúde têm dificuldade para vender
◼️ Como falar sobre dinheiro e valor com mais segurança
◼️ Como transformar experiência em uma nova fonte de receita
◼️ Como formação, fellow e mentoria podem ampliar seu impacto
◼️ O que diferencia um profissional da saúde de um empresário da saúde
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🎙️ Host: Joel Jota @joeljota
🗣️ Convidada: Vanessa Goltzman
📢 Anuncie sua marca no Jota Jota Podcast:comercial@joeljota.com
#jotajotapodcast #joeljota #empreendedorismo #negocios #medico #medicina
- Construindo uma carreira na saúde maior que a agendadependência da agenda·limitação de crescimento·profissionais da saúde
- Superando o tabu da venda e mentalidade para o sucessovendas na saúde·transformação do paciente·mentalidade·confiança
- Os três ativos para uma carreira de sucesso na saúdecarreira·empresa·legado
- Desenvolvimento da carreira através de posicionamento e autoridadeposicionamento·autoridade·reputação·influência·construção de marca
- Construindo uma empresa de saúde que não dependa do profissionalmodelo de negócio·ecossistema·método·linhas de tratamento·programas de acompanhamento
- O legado através da educação e mentoria na área da saúdebraço educacional·formação·fellow·mentoria·empresário da saúde
O que que a faculdade nos ensina? Que ter sucesso é ter uma agenda cheia.
Aí quando ela enche a agenda, ela percebe que aquele ativo de tempo ela não tem mais o que fazer. E aí é nessa hora que você entra, né?
Eu sempre falo, Joel, construa algo maior do que sua agenda.
Senhores, vamos começar a anotar. Fundadora e CEO do Grupo Vanessa Gotzman Holding, que é um ecossistema formado por 5 empresas voltadas ao desenvolvimento do mercado de saúde. Tem 42 anos e soma quase 2 décadas no mundo dos negócios de impacto. Por mais de 35 mil pacientes ao longo da sua trajetória. E ela tem uma metodologia que ela leva por diversos lugares no Brasil e também fora do Brasil, lidera um ecossistema que movimenta milhões de reais por ano, é mentora da Mentor League Society. Seja muito bem-vinda ao JJ Podcast, Vanessa Goldsman!
Quando você pensa em uma clínica ou em um consultório, Joel, você tem que pensar em um modelo que não dependa de você. Se você tem uma clínica linda, maravilhosa, mas tudo depende de você, só tem a sua agenda, se você sair de férias, o que que acontece com o faturamento? Crescimento cai. Então você nunca pode tirar férias. Eu comecei a estudar sobre negócios todo santo dia, ler como é que eu vou fazer diferente. Toda vez que você vende não é sobre o dinheiro, é sobre a transformação que você está fazendo na vida do seu paciente.
Fala aí umas 3 técnicas de vendas que você ensina mesmo assim específica.
Eu tiro aquela técnica de venda que tem nos livros E coloco conexão com resolução.
Essa sua segurança que eu sempre vi em você, quanto dessa segurança veio dali, dos teus pais?
Aí pegou! A base veio de lá. Ter eles aqui comigo hoje é motivo de muita felicidade. É muito forte, Joel.
É muito bom, tá doido! Tava falando de medicina, fui para choro. Que que é isso aí? Vocês parem com isso! O próximo nível da sua carreira começa com uma decisão. Frase da minha convidada hoje no JJ Podcast. Além de convidada, pessoal, é minha mentoranda, é minha sócia na Mentor League Society. Tô bastante tempo com ela. Você vai conhecer um pouco da história, do que ela faz, dos resultados e como que pode te ajudar. Então já prepara que no JJ Podcast de hoje o papel e caneta vai ser a sua ferramenta.
Uma vez eu li um livro do Brian Tracy que falava assim: aprenda a pensar com papel e caneta, porque a mente é ótima para ter ideias, mas péssima para guardar. Joel, mas eu tô na academia, não tem papel e caneta. Não tem problema, tem bloco de notas. Anota e aplica. Deixa eu falar um breve currículo dela aqui, ó. Fundadora e CEO do Grupo Vanessa Goldsman Holding, que é um ecossistema formado por 5 empresas voltadas ao desenvolvimento do mercado de saúde.
Ela tem 42 anos e que soma quase duas décadas no mundo dos negócios, no mundo do empreendedorismo, tá? De impacto foram mais de 35 mil pacientes ao longo da sua trajetória, gente. E ela tem uma metodologia que ela leva por diversos lugares no Brasil e também fora do Brasil, porque ano passado eu vi ela palestrando na Europa. Lidera um ecossistema que movimenta milhões de reais por ano, educação, posicionamento, modelo de negócio, é mentora da Mentor League Society, faz parte do meu grupo de empresários seleto desde 2018 para 2019.
É a primeira vez no JJ Podcast com essa plateia. Dá uma olhada na plateia, uma salva de palmas para plateia que veio prestigiar a Vanessa. Seja muito bem-vinda ao JJ Podcast, Vanessa Goldsman. Chegou o dia, chegou o dia.
Chegou o dia.
Deus não demora, Deus capricha. Não sei, me deu vontade de começar desse jeito.
Geralmente, para estar aqui hoje, treinou, né? Jogar para vencer.
Vamos, tem um, quero falar com você vários assuntos, quero até saber da tua vida mais profundamente, mas não agora. Eu quero dar largada que essa turma aqui, ó, que tá aqui assistindo, a turma que tá na tela assistindo, saiba que a gente vai falar sobre negócios na área da saúde. Isso, profissionais de saúde. Especificamente qual profissional?
Médicos e dentistas.
Então o papo hoje é para médico e dentista. Exato, médico e dentista. E o papo para médico e dentista especificamente sobre o quê?
Como você construir uma carreira de sucesso para você não ficar dependente da sua agenda. Eu sempre falo, Joel, construa algo maior do que sua agenda. Sabe por quê? O que que a faculdade nos ensina? Que ter sucesso é ter uma agenda cheia. Então a gente sai da faculdade e o que nós queremos? Agenda cheia.
Agenda cheia, é isso. Mas é uma fase, né, Vã? No começo a pessoa tem uma agenda vazia, aí ela enche a agenda. Aí quando ela enche a agenda, ela percebe que aquele ativo de tempo ela não tem mais o que fazer. E aí é nessa hora que você entra, né? Quando você pega um médico, um dentista, vamos lá, o cara saiu da faculdade, legal, entrou no mercado de trabalho, trabalhei, coloquei paciente na agenda, lotei minha agenda, lotei, lotei, lotei, entrou dinheiro, legal.
Comecei meu trabalho, lotou, entrou dinheiro, ótimo. Quando lota agenda, aquele, aquela questão já não é mais a mesma. Qual que era a questão? Primeiro eu preciso lotar a minha agenda. Sim, lotei. Então resolvi o problema de agenda vazia, vamos dizer desse jeito. Quando ela chega nesse momento que a agenda fica cheia, ela descobre barra quer outra coisa, que aí onde você entra.
Ela descobre um grande problema, é isso aí que eu quero saber. O que ensinaram para ela que sucesso era ter agenda cheia é um grande problema, tá bom? Porque ela vende tempo, ela vende hora. Então onde eu entro? Trazendo a visão de 3 ativos.
Opa, pera, senhores, vamos começar a anotar. Visão de 3 ativos.
3 ativos, ok.
Quais são?
Primeiro ativo que não nos é ensinado na faculdade carreira. Joel, nós aprendemos o quê? Fisiologia, bioquímica, farmacologia, aprendemos tudo isso, certo? Mas quem nos ensina a desenhar a carreira para os próximos 5 anos depois que você sai da faculdade? Ninguém. Então, como é que você vai chegar a novos níveis se você não sabe para onde você vai. Ser melhor tecnicamente é nossa obrigação, é nossa obrigação. Eu fiz meu dever de casa, eu criei um método, meu método tem validação científica.
Mas se eu só ficasse melhorando a minha parte técnica, eu não estaria sentada com você aqui hoje.
Com certeza não.
Então, primeiro ponto: carreira. Quais são os passos que eu tenho que dar? E dentro de carreira tem o quê?
É isso que eu ia te perguntar.
Posicionamento.
Posicionamento, ou seja, a pessoa escolhe o nicho que ela quer.
Qual é a dor que você resolve?
Qual a dor que você resolve?
Como você resolve? Ok, então qual é a dor que você resolve? Como você resolve? E por que você? Porque tem vários. Lógico, porque você, eu vou ser. Então esse é o primeiro ponto. Segundo ponto: autoridade. Depois que você se posiciona, você vai trabalhar a sua autoridade para que você seja buscado pelos pacientes que você quer que te procurem.
Quando você fala trabalhar autoridade, você tá falando de uma maneira ativa, estratégica. Ou seja, eu vou conquistar isso aqui, eu vou buscar este marco que vai gerar uma percepção de valor que vai me ajudar na hora do meu cliente, do meu cliente ideal me achar. É desse jeito.
Por que eu?
É a resposta do por que eu.
Por que eu? Por que a Vanessa? Por que o Joel?
Boa. E a autoridade, quando você desenha estrategicamente, é para quando ela, a pessoa chegar nessa pergunta a resposta óbvia, você é a primeira pessoa que vem na cabeça dela, é a primeira pessoa que vem na cabeça dela. Aliás, tem um autor que ele fala isso, né? Melhor maneira de se fixar na mente de um cliente é chegar nessa mente primeiro. Posicionamento, tá bom?
E como eu construí a minha autoridade? Eu desenvolvi um método com validação científica, com passo a passo. Então eu escolhi o público, eu fiz todo o passo a passo Mas na hora da autoridade, como eu iria crescer a minha autoridade? Primeiro, base: ciência. Tem vários, mas por que a Vanessa? Então esse é o segundo ponto: autoridade. Terceiro ponto: reputação. Ok, porque uma coisa é você falar que você é bom, outra coisa são muitas pessoas falarem que você resolve o problema. Esse é o terceiro ponto. Influência.
Influência é o quarto.
Influência é o quarto. Você já ficou conhecido, você já ficou relevante, então você se tornou um profissional da saúde influente, um médico influente.
Essa influência em quais áreas? Entenda, deixa eu melhorar, não é em quais áreas, em quais lugares. Por exemplo, ecossistema de médicos, para paciente, rede social, em congresso, em grupos de empresários, em tudo isso, é na roda de amigos.
Você deve começar pelo seu nicho. Cientificamente. Você deve ser respeitado depois dentro do seu núcleo de pacientes, de clientes, de pessoas que te procuram. Depois você extrapola isso indo para os palcos e palestrando em grandes congressos.
Você pega médico e dentista que tinha restrição de subir nos palcos e palestrar, e depois que começou a entrar no teu programa de mentoria eles fizeram isso, isso deu resultado? Você tem case óbvio assim na sua cabeça?
Alguém que entrou, que subiu no palco.
Eu tenho, falou, né, ou foi para o front, produziu conteúdo, aumentou influência.
Sim.
Como é que ele era e como é que ele tá? E o que que ele fez?
Bom, ele sempre teve a vontade, mas ele achava que ele não era bom o suficiente para expressar todo aquele conhecimento, tá bom? Então ele não tinha a visão do que, do que ele tinha que fazer, de quais eram os passos para ele subir no palco e expressar aquele conhecimento, porque não tinha um desenho. Já as pessoas têm dúvida, as pessoas têm medo porque elas não sabem o próximo passo. Então quando você não tem um próximo passo, você tem medo de errar.
Tem alguém aqui parecido com isso? Levanta mais a mãozinha. É aqui, ninguém critica ninguém, tá? Aqui a verdade impera. Mais alto. A gente tá falando mais ou menos de uns 30%. Que tem algo que quer falar, né, mas ainda não sabe o como estruturar este algo que quer falar. Legal. Aí você pegou a pessoa, estruturou, ajudou, ela foi para o palco e emitiu a mensagem dela. O que que aconteceu com ela?
Autoridade aumentou, posicionamento ganhou outro nível, e ele começou a se enxergar como uma marca, que é o resultado final do pilar 1.
Ah, então vamos lá. Posicionamento, autoridade, reputação, influência, barra, e depois finaliza: você se transforma em uma marca.
O Joel Jota é uma marca.
Ó, marca. Meu nome é Joel Moraes Santos Júnior. Por que Joel Jota? Meu apelido desde que eu era menino era Jota. Muitas pessoas acham que meu sobrenome é Jota, mas é meu apelido que é Jota. Então Joel Moraes Santos Júnior, que é o meu nome, ele cuida da marca Joel Jota. E essa cabeça, ela tem em mim já tem um tempo, mas não é muito tempo não, tá, gente? Não é muito tempo não. Então existe uma pessoa que cuida da marca, que é você mesmo.
Entenda isso. Isso que a Vânia tá falando é que você é uma marca. Age como uma marca, atrai novas marcas. João, mas quais são as outras marcas? Outras pessoas também que são vistas, percebidas como marca. Então isso é um trabalho que você faz, só que já é um trabalho que já muda bastante o resultado.
Na hora que meu mentorado entra, eu sento para desenhar isso na largada.
Na largada, me conta isso. O cara entrou no programa de mentoria, você já agiu com ele?
Falei, aonde você quer chegar? Qual o seu próximo nível?
Tá bom.
Então a gente desenha para que o posicionamento dele, baseado em tudo que eu vou montar, esteja alinhado com onde ele quer chegar, com a imagem que ele quer ter.
Deixa eu contar uma coisa aqui para vocês que eu lembrei agora dessa mulher. A primeira pessoa que me deu uma caneta Montblanc, quem foi? Vanessa. Na vida, a primeira pessoa que reparou quando eu tinha colocado um belo relógio no pulso foi ela. Eu lembrei aqui agora, só que ela nunca me disse, ela nunca me disse, ela nunca chegou para mim e falou assim: Joel, usa uma Montblanc. Mas ela pegou e me deu uma Montblanc. Eu falei: nossa, que legal!
Inclusive tem um, não tá aqui, tá lá no meu escritório, tem um, eu tenho um moleskine da Montblanc, ela que me deu. E quando eu apareci no Shark Tank em 2022, sentei assim, né, bem vestido, aí tava com Rolex no pulso, ela falou, que legal! Ela falou, agora sim, isso até a ver com você. Ela é ligada nisso, é muito ligada nisso. Mas não é especificamente isso que eu quero falar, eu quero falar de uma outra situação. Teve dia que a gente tava na academia, a gente tá treinando, gente, na academia.
Eu falei, Ótimo. E ela já foi para academia, ela foi, né, sabe, super apresentável na academia. Vamos rapidinho, rapidinho, chega de qualquer jeito rapidinho lá para a gente falar lá na Jota. Não, pô, de qualquer jeito não, Joel. Não, poxa, não, pô, pera aí. Não, não me dá meia horinha para mim trocar. Ou seja, isso de fato é seu.
Claro, sabe por quê, Joel? Quando você se olha como uma marca Em todos os momentos, em todos os lugares, você é observado. Isso faz diferença, faz mesmo, faz, pessoal. Sabe o que eu aprendi contigo?
Faz.
Tem sempre alguém olhando.
É verdade, isso é verdade, tá? Você falou dos 3 ativos profissionais, você já deu uma aula aqui de carreira, são 5 coisas. Qual é o segundo? Ativo profissional, que quando a pessoa sai ela não foi preparada para isso, e teu programa prepara.
Primeiro ativo, check. Carreira, check. Segundo, empresa.
Empresa.
Bom, segundo sonho depois que a gente sai da universidade, tá? Ter a nossa clínica. Primeiro sucesso é ter agenda cheia. Segundo é você ter a sua clínica. Só que tem essa matéria na faculdade?
Não tem, tem, pessoal?
Tem não?
É mesmo? É, não tem mesmo.
Só que é nos ensinado a ter a clínica.
Coisa interessante, né? Então, desenho na faculdade, que o sucesso é ter agenda cheia, mas não explica exatamente como fazer isso como carreira. Depois é, ó, quando você tiver sua própria clínica, né, tá, mas é isso mesmo, eu quero ter essa clínica. E aí, como é que faz? Como é que monta? Como é que faz a gestão?
E aí vem o que eu chamo de gaiola de ouro. Por quê? Porque você vai, investe em ter a clínica, só que você não sabe como gerir a clínica, a gente não sabe nada. E aí você começa a ter um custo muito mais caro, porque quando você trabalhava para os outros você recebia, não tinha custo, certo? Mas quando você monta a sua clínica, se você não tem a carreira desenhada, você não vai ter agenda cheia. Só que você tem uma clínica que aumentou o custo em 10 vezes e agenda tá vazia.
Aí começa o desespero. Como é que eu faço para colocar o paciente na minha agenda? Aí é aonde a maioria dos médicos, dentistas, nutricionistas e profissionais da saúde, Joel, entra em colapso, porque ele falou: eu fiz tudo que me ensinaram, só que não tá dando certo, tá difícil, tô trabalhando 10 horas por dia, 8 horas por dia, e não vejo o meu dinheiro multiplicar. Eu salvo vidas, mas eu tô acabando com a minha.
E aí você entende que quais são os itens na empresa que a pessoa precisa dominar.
Primeiro ponto: quando você pensa em uma clínica ou em um consultório, Joel, você tem que pensar em um modelo que não dependa de você. Ok, se você tem uma clínica linda, maravilhosa, mas tudo depende de você, só tem a sua agenda, se você sair de férias, o que que acontece com o faturamento? Cai. Então você nunca pode tirar férias. Então você tem uma empresa centrada em você, não tem escala, não tem saúde financeira. Primeiro ponto: modelo de negócio em ecossistema.
Essa foi minha primeira virada, Joel. É sim, na tua clínica, na minha, porque eu só aprendi depois que eu errei muito, tá?
Ok.
Para eu chegar nesse nível, eu primeiro errei, porque lembra, a gente não tem essa disciplina. Então eu montei a clínica porque era o meu sonho, só que eu atendia 15 pacientes por dia. Eu falei, cadê o dinheiro? Eu só atendo, só tem consulta, não tem jornada. O paciente entra Vai embora, não sei quando volta. Muita força para trazer novos pacientes todos os meses. Cadê, cadê a escala? Cadê o próximo nível? Tá, eu tenho 25 anos, aos 40 eu quero estar diferente.
Eu coloquei isso como meta, jovem. Aos 40 eu tenho que ter mudado tudo isso aqui. Eu comecei a estudar sobre negócios todo santo dia. Lê como é que eu vou fazer diferente. Então eu comecei a estudar sobre modelos de negócio e eu entendi o seguinte: se o meu paciente que vai lá uma vez, eu consigo colocar ele em uma jornada que ele não tenha motivo para sair, eu vou ter um ecossistema com os pacientes certos.
Perfeito.
Eu vou ter longevidade de pacientes aqui dentro. Então não é mais sobre volume, é sobre atender de forma inteligente. Volume dentro da área da saúde é o caminho para o inferno. Você não tem qualidade de vida, você não trata bem o paciente.
Sempre próximo.
Então o modelo de negócio em ecossistema, o paciente entende que ele consegue emagrecer, que ele consegue ter performance, que ele consegue melhorar a longevidade. Ele passa por processos, ele vai sair por quê se lá tem tudo que ele precisa? Médico, nutricionista, fisioterapeuta.
Não tem motivo.
Então esse é o primeiro ponto, modelo de negócio. Só que depois que a gente implementa o modelo de negócio, você tem que pensar o seguinte: eu quero que o negócio funcione sem mim. Método baseado na tua especialidade. Porque se você tira o seu conhecimento da cabeça, entende que outros profissionais podem trabalhar na tua metodologia.
Concordo. E aí você não conseguiu o método, é só assim, o método.
Só que quando se sai da faculdade, não é ensinado a desenvolver um método. O conhecimento está dentro da tua cabeça. Você consegue atender bem, mas você não consegue trazer amigos para atender tão bem quanto você, porque ele tem a metodologia dele. Então, quando você cria um modelo de negócio em ecossistema na saúde com o método, você consegue trazer outros profissionais para trabalhar com a tua metodologia. Então você pode tirar férias, a empresa não depende mais de você.
A metodologia, o ecossistema garante que o processo rode. O cliente/paciente não dependa de você porque o método suporta ele.
O método é maior do que você.
O método é maior do que você. Boa! Quem é que reconhece que não tem método? Deixa eu melhorar, deixa eu melhorar. Método escrito não tem, porque método é o jeito que você faz as coisas, né? Você tem um jeito de fazer uma coisa, mas ele descrito, que a pessoa pega e lê, tá bom. É sobre isso que você tá falando, né? Descrito, validado, aplicado, duplicado. Que que é duplicar, né? Quando alguém pega, faz a mesma coisa, outro pega e faz a mesma coisa.
Então tá, nós temos aqui o modelo de negócio baseado no ecossistema. E o método nichado na sua especialidade. Tem mais alguma coisa?
Claro.
Segundo ponto depois disso, tá? Linhas de tratamento.
Linhas de tratamento, tá?
Vou te dar um exemplo, posso?
Pode.
Vou pegar um exemplo de um médico que trabalha com emagrecimento, com performance, com longevidade, só que ele só tá fazendo o modelo de consulta, prescrição e retorno. Quando a gente fala de linha, de linhas de tratamento, imagina que eu criei 3 braços dentro do ecossistema. Então pensa em um globo, o método é o guarda-chuva, e eu trago 3 pilares baseado na especialidade dele. Então ele consegue tratar do paciente que quer emagrecer, o paciente consegue melhorar a performance, o paciente continua na clínica dele Porque agora ele quer focar em longevidade. Então são linhas de tratamento.
O cara pode a jornada toda, dá para entrar também aquele que já tá na performance.
Sim, porque são pilares.
Exatamente. E aquele que já tá na longevidade. Entendi.
Então ele passa por todos esses pilares. Eu estou dando um exemplo de uma especialidade, tá? Nós fazemos isso em todas, dá para criar esses pilares. Depois que eu criei a linha de tratamento desse ecossistema, nós vamos criar os programas de acompanhamento de 3 meses, 6 meses, 12 meses, que é o tempo que o paciente vai ficar tratando para ele chegar naquele objetivo. Depois de tudo isso, dá alta para o paciente? Não, ele vai para um clube de manutenção.
Onde ele já está com resultado, onde ele já está satisfeito, e ele continua porque ele é exemplo para os pacientes que estão chegando. E ele vai sair, ele vai para onde, Joel? Ele já tá bem, você tá bem, você já tem seu médico, seu time, você vai continuar na manutenção. Você não quer sair, ficar sozinho para piorar, certo? Fica. E aí o que que acontece? A parte que quem é empresário ama, LTV. O paciente começa a ficar contigo por muitos anos.
Nós temos paciente de 13 anos, casou, engravidou, teve câncer, se curou e continua com a gente. A gente tem um caso assim. E ela fala, se eu não tivesse passado por isso, talvez eu não tivesse sobrevivido. Eu tenho base de saúde, vocês me deram base de saúde, eu consegui sobreviver de um câncer de mama. Olha que incrível! Então não é sobre vender consulta.
Muito bom. Linhas de tratamento depois.
Linhas de tratamento, programas de acompanhamento.
Ah tá, já tá aqui. Programas de acompanhamento. Ok, tem mais?
Tem. Toda empresa precisa de quê? De venda.
Aí é a parte boa e a parte que dói, né?
Porque também é nos ensinado que é feio vender, que é proibido vender.
Assim é? Esse é o clima? É mesmo, gente? Por quê? Por quê? Por quê? Porque, vamos lá, você tem que cuidar da saúde das pessoas, tem que servir, tá honesto, genuíno, verdadeiro. Mas o médico e dentista não pode fazer a venda, ligar, fazer venda? Não pode, né? Não deveria.
É, mas a secretária que tem que fazer. Então essa é boa, é a secretária que tem que fazer, é o que é nos ensinado, tá?
Entendi.
Só que eu mudo tudo isso. Sabe por quê, Joel? Você descobriu uma alteração, você diagnosticou aquele paciente, você olhou, você mostrou segurança e autoridade. Por que que é tão difícil falar de valor se você já disse que vai resolver aquela dor? Tem que ser leve.
Tem mesmo, gente. Eu quero até falar uma coisa para vocês aqui. Depois que eu aprendi e decidi a falar de dinheiro e sobre dinheiro sem tabu, minha vida mudou, tá? Sem tabu. Alguém fala de dinheiro comigo, é sem tabu. Eu falo de dinheiro com as pessoas, é sem tabu. Tira o tabu. Um milhão, 5 milhões, R$1.000, 10 vezes, não tem tabu. Sem tabu, porque o tabu com dinheiro foi uma coisa na minha vida que me atrapalhou muito. Eu tive 3 coisas na minha vida que quando eu decidi me atrapalhavam, me atrapalhavam.
Eu não tinha consciência, depois eu tive a consciência e depois eu decidi. Então, primeira fase Se eu não tenho consciência, eu não sofro, tô na boa. Depois que eu tive consciência, eu tava sofrendo. E esse, esse momento de sofrimento— e tem uma frase que é do Carlos Drummond de Andrade, que é assim, ó: a dor é inevitável, o sofrimento é opcional. Depois que eu tive consciência, eu tava escolhendo sofrer. E o cara decide E eu tomei 3 decisões e a minha vida mudou.
A primeira foi não correr mais perigo, que é diferente de correr risco. Não fazer, não tomar decisão tola. A decisão tola, sabe qual era a minha decisão? Dívida. Um menino, dívida errada, sabe? Dívida de, sabe, cartão de crédito, atrasar conta, pagar juros. Eu tava de ombrinho lá, atrasei 2 dias, é 2 dias aqui, ali, ali. Quando você vê Sabe essa atitude? Cara, não faz mais isso. Mas essa não foi a mais porrada. A segunda foi não falar sobre dinheiro e de dinheiro com tabu.
Tem mais tabu. E aí eu comecei dentro de casa, na minha casa, com os meus pais. Não posso ter tabu para falar de dinheiro. E a terceira foi entender os sistemas das pessoas que fazem dinheiro. Tem gente que faz dinheiro, né? Na época, gente, eu era da educação física, tá? Tem gente na minha área que faz dinheiro mais do que eu. Qual é o sistema? Qual é o arranjo? Qual a engrenagem? Isso eu tô te falando 2012, 11 para 12. Qual engrenagem?
Então, quando essa pessoa vier falar de dinheiro comigo, não vai ter tabu. Se ela vier me vender algo, e eu sei que ela vai me vender, Tem gente que se afasta, né? Ó lá, lá vem a Vanessa vender, eu não quero mais fazer desse jeito. A empresa dela, eu posso dizer sim ou não. Porque se eu me sinto assim quando alguém vai me fazer uma oferta de algum produto, de um serviço, como é que eu vou ofertar o meu produto, meu serviço para os outros?
Eu vou ter vergonha, pô, é ou não é, gente? Ó lá, lá vem me vender. É verdade, eu vou ter vergonha na hora de falar, poxa, Faz comigo, trabalha comigo.
Vou ter vergonha?
Não quero ter vergonha. Então, Joel, sem tabu, ok? E qual é o sistema? Como que eles pensam? Como que eles acham? O que que eles fazem? Isso aqui, ó, é vendas, pô. Você tá falando de vendas. Então eu dei uma ênfase um pouco maior aqui, pessoal, porque é uma atualização de identidade que eu tive que ter. Você teve? E todos vocês ou tiveram ou estão na fase de ter, que vendas não é— como é que é a palavra?
É feio, errado, não é feio.
Aliás, é lindo, é maravilhoso, é maravilhoso, é maravilhoso. Ó, você tá chateado durante o dia, acordou um pouco cansado, aí foi para o trabalho meio assim, não sei o quê, as coisas não encaixaram tão bem, fez uma venda. Que acontece com o Moro? Hein, gente, o humor, como é que acontece? Ó, entendi. Uau, paciente fechou, renovou, pagou. Como é que você chama aqui o programa? O programa vendas. E elas não caem do céu, nenhum produto se vende sozinho. Fala um pouco mais de vendas.
Ia te pedir a sua permissão. Sabe como eu ensino vendas? Como? Primeiro, que ele merece vender, porque ele pode vender. Primeiro ponto, ele acha que ele não pode. Então, primeira coisa que eu ensino é que ele pode e merece, porque é o caminho. Primeiro caminho não é sobre o dinheiro, é sobre a transformação que ele vai causar na vida do paciente. Então já começo trazendo leveza. Primeiro, você pode. Segundo, você merece. E terceiro, toda vez que você vende não é sobre o dinheiro.
É sobre a transformação que você está fazendo na vida do seu paciente. Toda vez que você não vende, você não está contribuindo para esse paciente ter uma saúde melhor. Eu olho no olho dele, explico isso.
Que legal, muito bom.
Aí sabe o que acontece? Ó, ele fica leve, ele entende que ele não vai oferecer o que o paciente precisa. Então não é vender por vender. É vender para transformar.
Boa!
Que é uma causa, que é um movimento, claro, que é o nosso objetivo, né?
Salvar vidas. O objetivo é salvar vidas, que é o juramento que foi feito. Poxa, a pessoa precisa, ela quer, vai transformar, vai mudar, oferece para ela, pô.
Você acha que você vai transformar ela em uma consulta ou em um programa? Programa, claro.
Então você está vendendo uma consulta o que ela precisa, ela precisa, que é o programa.
Então é leve, tá?
É simples. Aí ele: entendi. Eu falei: vamos fazer? Vamos. Ele entra na mentoria, 48 horas depois, venda. Nossa, eu tô feliz, consegui! Claro, porque você mudou. 48 horas, 48 horas, nosso recorde de vendas. Sim, mentorada entrou, aprendeu, entendeu, confiou, Executou e vendeu. Aí saiu de vender uma consulta para vender um programa, programa de tratamento de 6 meses.
E quantas vezes mais era do que era uma consulta?
10.
Quantas vezes essa pessoa bateu o ROI do teu investimento na tua mentoria? Em quanto tempo retorno sobre investimento?
A maioria dos mentorados bate em 60 dias.
A maioria dos— você tem um programa high ticket, tá, gente? Programa high ticket. A maior parte dos mentorados, ou seja, na média, as pessoas que investem em você no programa de 1 ano dão retorno do investimento em 60 dias.
No Brasil e fora do Brasil?
No Brasil e fora do Brasil. Qual que é a alavanca que você mais muda, ou as 2 ou 3 alavancas que você faz isso acontecer?
Modelo de negócio, venda e mentalidade.
Eu ia perguntar essa da mentalidade. Qual das 3 é mais importante?
Mentalidade.
Qual das três tem, das três, qual que é a divisão do percentual? É 33, 33, 33?
Mentalidade 50 e 25, 25. Sabe por que, Joel? Eu olho no olho dele quando ele entra, eu falo assim, ó, só vai dar errado se você não fizer o que eu te falar. Não tem chance de dar errado, não tem chance.
Ela acredita, confia, executa, executa, obedece. Você tá orgulhoso? Mata o orgulho. Você é pouco humilde? Sobe a humildade. Eu sei que eu tô falando isso, eu fui atleta, tá, gente? Atleta é desse jeitinho aqui também. E executa.
E aí o resultado vem rápido, e aí a cabeça aí muda, aí ele entende que ele vai dar certo. Em 60 dias mudou, porque no dia 1 ele já começa, no dia 2 ele implementa.
Tem algum case aqui que fez isso? Vários aqui na sala, vários. Mostra um, eu quero que fale para turma.
Ali, ó, 48 horas fez a primeira venda. Quem foi?
Eu.
48 horas.
Fica em pé, por favor. Uma salva de palmas, gente! Pode olhar para ela. Conta como que você tava, como que, o que que aconteceu, como é que foi.
Na verdade, eu só destravei porque eu acho que quando você contrata uma mentoria, primeira coisa é você liberar o seu senso crítico do que não vai dar certo. Ou você segue o mentor e vai, ou simplesmente nem contrata. E aí eu só fiz exatamente o que a Vanessa falou: faz dessa forma, nesse passo. Em 48 horas eu vendi o plano. Ela falou assim: acho que você é o novo recorde. Eu falei: eu tenho 3 semanas de mentoria. Nessas 3 semanas de mentoria eu já bati a meta que ela botou para o meu primeiro mês, que seria daqui a mais ou menos 15 dias.
Então tava falando aqui com eles dois que acho difícil eu não chegar na meta que ela botou para 6 meses, pela, por volta do terceiro mês.
Acho difícil, tá? Deixa eu ficar aí nesse lugar que você falou. Eu acho difícil. Gostei, gostei desse jeito. Ela não falou é impossível.
Eu acho difícil.
Gostei desse jeito, né? Você não bater a meta em 3 meses que ela te pediu em 6, certo? Certo. O que que tu mudou aqui, ó, na tua cachola para ter essa fala convicta? Porque assim, tem muita gente aqui que talvez esteja numa fase que queira pegar um pouco dessa tua mentalidade, um pouco dessa fonte. O que que teve que mudar aqui?
Eu tirei a trava mental do senso crítico. Se você é exatamente isso, eu acreditei na pessoa que eu contratei para ser minha mentora.
O que fez você acreditar nela?
Eu acho que a empatia do primeiro encontro. Eu nunca tinha visto a Vanessa pessoalmente, fechei uma uma mentoria de mais de R$100 mil numa conversa de um primeiro momento. E já fiz outras mentorias, é, eu acho que é realmente disparado, é a maior entrega dentro de mentorias que eu já tive. Então assim, se ela me entregou em uma semana muito mais do que eu imaginava, eu acho que nada mais nada menos que como mentorada eu tenho que fazer a entrega na mesma altura.
Então fui Fiz e fica fácil, não é difícil. Você tira essa trava de não saber vender porque você não tá mais vendendo, você só tá executando o que você acredita, executando seu propósito. Então você não tá vendendo, você não tá vendendo, você tá no flow ali, você vai, faz o que você realmente acredita. Se você não acredita que aquilo ali é para aquele paciente, nem começa, nem faz. E ela te fala isso. E a segunda coisa mais importante é: não tenha medo de perder uma venda.
Se você tiver medo, nem começa. Nem começa. É isso. Eu acho que é só isso que eu aprendi nessas 3 semanas.
Mentalidade pura e forte.
Aqui foi o recorde em 2 dias. Tem alguém aqui que deu um super resultado no primeiro mês?
Meio milhão.
Microfone, gente. Aqui, ó, podemos falar de dinheiro, sobre dinheiro sem tabu? Doutor, por favor, vira para turma, deixa a turma te ver, sentir você, dado depoimento e conta teu case.
Boa tarde, eu sou Rodrigo, sou médico, trabalho com saúde digestiva. Conheci a Vanessa em setembro do ano passado, 2025. Trabalhava com modelo de consulta retorno, com um ticket muito baixo, com uma baixa recorrência dos pacientes, e isso me frustrava muito porque eu sempre fui em busca de resultado. Nós somos forjados a isso. Nós buscamos o resultado, nunca é sobre dinheiro. Mas a partir do momento em que eu comecei a trilhar esse processo com a Vanessa, em que ela tirou essa visão de que você vendendo consultas de baixo ticket a 15 minutos você não está resolvendo o problema do paciente, e aí é que vem essa visão de que eu realmente estava em busca do dinheiro, eu não estava em busca do resultado.
E isso foi realmente uma virada de chave total. Então, a partir do momento em que eu passei a trabalhar com os programas de acompanhamento, em que eu comecei a ofertar— aliás, não é sobre vender, é sobre trazer a clareza para o paciente de que uma consulta não transforma, o programa de acompanhamento transforma, porque você não tem tempo suficiente para poder transformar um terreno biológico em 15 minutos. E eu comecei a ter feedbacks de pacientes, falou: olha, eu sempre esperei isso de você, ou eu sempre quis isso de você, eu quero estar do seu lado.
Então é sair de um modelo onde o paciente sai da clínica e vai se tratar sozinho para um modelo onde você genuinamente dá as mãos para ele entrega o resultado que você busca. Então isso fez o meu faturamento sair da casa de R$80.000, R$90.000, R$100.000 para meio milhão no primeiro mês.
Uau, foi incrível, foi incrível! Muito legal esse approach. Percebi que os dois mentorandos que você tem entenderam que é: eu apenas vendo aquilo que eu acredito, eu apenas falo daquilo que eu acredito, da forma com que eu acredito, eu promovo aquilo que eu acredito, e a venda acontece de forma natural, leve.
Você não precisa dizer compra de mim, você mostra que você tem a solução que ele precisa.
É isso que é melhor para você.
É isso, não é leve.
E essa é uma mudança de mentalidade. Agora também tem bastante técnica de vendas, né? Fala aí umas 3 técnicas de vendas que você ensina mesmo assim específica.
Primeira delas, eu falo que a gente desenha uma consulta de alto nível para o médico, para o dentista, para o nutricionista. Eu tiro ele de uma consulta técnica e levo ele para uma condução emocional com técnica. Venda emoção, Joel. Venda conexão. Então eu tiro aquela técnica de venda que tem nos livros e coloco conexão com resolução. Eu sou a pessoa que você sempre procurou. Então, eu sou a pessoa, a primeira técnica, você mostra que você é a pessoa que ele sempre procurou.
Essa sua segurança que eu sempre vi em você, independente que tem milhões de pessoas vendo aqui na tela e mais de 100 aqui, essa segurança, quanto dessa segurança veio dali dos teus pais?
Aí pegou.
Pois é, os teus pais vieram Eles estão emocionados ali, eu também tô. Quanto veio dali?
100%.
A minha mãe e meu pai me olhava todo dia e falava assim: você vai ser uma grande mulher, você veio para fazer a diferença, se prepare para isso. A base veio de lá. Todos os dias eles olhavam nos meus olhos, Joel, falava assim: você vai ser uma grande mulher. E ter eles aqui comigo hoje é um motivo de muita felicidade.
Parabéns!
Eu também ouvi isso.
Quem tem filho aí, gente? As decisões que a gente toma muda a vida de pessoas que ainda nem nasceram. As decisões que vocês tomarem hoje aqui vai mudar a vida das pessoas que ainda nem nasceram e as pessoas que da sua vida vai mudar. Sabe disso. É a primeira vez que eu trago no JJ Podcast com o Bateta uma mãe e um pai. Incrível, inesquecível, tá? Do jeitinho que tinha que ser. Uau! Muito bem, vai nesse lugar. Esse lugar não tem blindagem, né, gente?
É que, poxa, eu lembrei do que eu ouvi isso também. Eu lembrei do que eu falei para os meus filhos hoje. E não sei nem porque eu vou chorar, mas meus filhos são pequenos, entendeu? E eu sei que a gente realmente deu certo na vida quem a gente deixa ali. Já deu certo, ó, quem deixou. Eu sei que meu pai deu certo, ó, quem deixou. Eu ainda não deixei. Eu tenho algumas décadas ainda, então que no futuro isso aconteça comigo também. Meus filhos falem isso, eu vou fazer todo dia, todo dia, todo dia, todo dia.
É muito forte, Joel.
É muito, pô, tá doido. Tava falando de medicina, fui para choro. Que que é isso aí? Vocês parem com isso. É porque, pô, é a tua vida, meu. Nossa vida, nossa vida é isso, gente. A gente faz isso todo dia, pô. A gente faz isso todo dia. A gente só faz isso, aliás. Confia, confia em vocês, cara. Confia em você, dá o passo. Vamos embora, vamos junto. Confia, confia, gente. Executa, faz, tira o senso crítico, bota disciplina, acontece, vai para cima.
Confia em você, confia. Perguntei para ela de onde vem essa confiança, ela falou: confia, confia, confia.
Confia.
Eu posso falar mais um pouco sobre isso?
Pode.
Agora que você me colocou nesse, nesse lugar, né, que eu voltei no tempo, Joel, eu lembro do João, né? Tô contigo. João tem quantos anos?
João tem 7.
Eu tava contigo antes do João.
Você viu a Larissa ficar grávida?
Acompanhei tudo, já tava contigo, né?
Já.
E E foi nessa idade do João ali, do Pedro menorzinho do João, que eles me olhavam nos olhos e me falavam isso. E aí eu lembro como eu faço com os meus mentorados. Eu olho nos olhos dele quase com a mesma convicção que eles olhavam para mim, os meus pais falavam comigo. Olha como é forte. E agora que eu conectei, porque sabe o que a maioria dos meus mentorados me fala? 99%. Fala assim: o teu olhar me deu 100% de certeza que vai dar certo.
E agora você me fez uma pergunta que juntou tudo. Por isso que eu me emocionei. Eu falei: caramba, começou quando eu tinha 5 anos. Começou quando eles me colocavam assim pequenininho, do jeito que você faz com os meninos, e falava assim: você vai ser uma grande mulher, acredita em você, confia em você. E olha o que eu estou fazendo hoje com os meus mentorados, velho.
Antes de eu começar, eu falei parabéns pela filha, porque a fruta não cai longe do pé, né? E eu não sabia disso. Pois é, senhores, esse foi o JJ Podcast. Dá leitura para turma. Uau, uau!
Ai, Joel, é muito demais isso, incrível!
Vamos para cima, vamos, cara! Faz a tua mentoria ser uma das maiores mentorias da MLS, cara.
Bora!
Faz, bora!
Você vai fazer, eu vou fazer, eu sei, eu vejo na tua cara, no teu olho, no teu jeito.
Lembra da mensagem? 24 de dezembro de 2025.
Conta para eles, posso falar? Pode.
Dia 24 de dezembro de 2025. Eu sempre fui muito próxima do Joel, né? O Joel é meu mentor, eu acredito. Se é para fazer, eu vou lá e faço. E dia 20 E 5, falei, o Joel, Feliz Natal! Eu desejei para ele. Ele falou, Vanessa, só uma coisa, é por que que você não está aqui com a gente na MLZ? Por que que você não tá aqui do meu lado?
24, não foi 24?
Foi dia 25 de 2024.
Sim, isso.
Falei, putz, eu tinha acabado de correr, Joel. Me manda essa. É, né? Por que que eu não estou com vocês na MLS? Joel, em 6 meses eu vou estar com vocês. Tu me dá 6 meses? Falou: eu dou. Falei: deixa comigo. O ano começou, a decisão tomada. 6 meses depois, o contrato tava assinado.
Forte!
O que é uma pergunta, né? O que é uma decisão, né? O que é uma sensibilidade, né?
Confiança, disciplina, coragem, comprometimento, obediência. Ele me falou, eu devo estar lá, por que que eu não devo estar lá?
É assim, gente, mandou Feliz Natal para mim, toma. Feliz Natal!
Por que que você—
eu nem sei se eu respondi. Feliz Natal, mestre, tudo de bom para você, família, um beijo no coração.
Vanessa, por que que você não tá?
Mas pera aí, meu, é, né? É verdade, me dá 6 meses.
Do, foi menos 6 meses, foi menos, foi menos.
Ai meu Deus, vamos voltar para entrevista. Falamos de carreira, falamos de empresa. Terceiro pilar: legado. Legado. Anota aí, gente. Legado. Ok, legado. Não casou, né? Com o assunto que a gente tá aqui falando, legado.
Me conta aí, resolver a empresa, saúde financeira, escala, a empresa não depende mais só de você, você pode tirar férias, o caixa não vai ficar vermelho. E aí depois, o que você vai deixar quando você não estiver mais aqui? Quem você vai ensinar tudo que você aprendeu? Porque eu poderia, Joel, quando eu recebi a tua mensagem em 2024, falar assim: ô Joel, tô com a vida ganha, Eu moro de frente para o mar, tem uma empresa de 300 metros incrível que roda sem mim.
Eu não preciso.
Eu tinha o mais caro da cidade, o mais caro da cidade, mais caro de vários lugares no Brasil, inclusive.
Eu poderia ter te falado, Joel, estou com a vida resolvida, tô com a vida resolvida, 40 anos, vida resolvida, tá tudo certo, acertei, não quero mais. O que que eu fiz? Tá, se tudo que eu faço, que eu fiz na minha empresa, e tudo que eu fiz para os meus pacientes eu guardar para mim, eu não tô deixando um legado para os outros profissionais que eu sei que precisam.
Sim.
E foi aí que a chave virou. Por isso que esse pilar é importante, porque depois que você tem uma clínica de sucesso de verdade, sem depender de você, Você pode escalar o teu braço educacional, cria o teu braço educacional. Não necessariamente isso, braço educacional, você pode ter formação, você pode ter fellow, você pode ter a sua mentoria. Sim, então nós desenhamos isso para o médico e profissional da saúde depois que ele já deu o check na carreira.
E depois que ele já deu o cheque na empresa, aí você estimula a pessoa aí para educação. Eu mostro que tem um caminho que vai transformar ainda mais tudo que ela fez, porque ela vai ensinar, a clínica vai rodar. A clínica não é mais o principal negócio dele. É um dos negócios dele, ok? Então ele implementa o braço educacional, porque no braço educacional a margem é maior, tem liberdade geográfica, ok? E tem escala, ok?
E o braço educacional ajuda a clínica a ficar mais conhecida, trazer mais pacientes, porque você aumenta a tua influência. Aí a tua clínica cresce, ela melhora, você ensina no teu braço educacional. Então a tua clínica também ajuda a educação, a educação também ajuda a tua clínica. Isso fica um círculo virtuoso. Como é que essa parte de legado, que que tem aí na tua, no que você foi colocando os itens, como você é metodológica, que que tá aqui, que que eu posso escrever? Educação, que que tem aqui?
Alô, formação. Você pode ensinar o seu método, Joel. Exatamente, você pode formar médicos, dentistas e outros profissionais do seu método. Ok, você pode levar esses profissionais para passarem um final de semana com você aprendendo como você faz, como você roda sua operação, e fazer isso na clínica dele. Mas o que eu mais gosto é mentoria, é o que a gente vive hoje.
Por que que você gosta mais de mentoria?
Porque mentoria você consegue levar ele para um outro nível. A formação você ensina a técnica, o fellow você mostra como você faz. Agora mentoria você transforma, porque você tem tempo. A mentoria é uma jornada de 12 meses, você tem tempo para cuidar daquele processo, mudar aquele profissional de nível.
E tem na mentoria também, tem, pode ter fellow e pode ter formação. Você forma a pessoa, mostra como você faz, cuida dele no todo.
Por isso que eu gosto mais da mentoria, porque a gente consegue fazer a formação, consegue fazer o fellow e ter uma jornada. Eu sou pessoa da jornada, eu sempre penso a longo prazo. Então na mentoria, o desenho da mentoria que eu faço para eles tem tudo isso. Olha, ele entra, 3 meses depois ele vai na tua clínica, ele entendeu como você faz e ele tá contigo durante 12 meses.
Quem tá na mentoria da Vânia, levanta a mão. Quem tá na mentoria da Vânia e tá satisfeito e pode dar um depoimento de jornada disso aqui que ela falou lá, pode ser? Fica em pé, por gentileza. Fala teu nome, deixa a turma te ver.
Boa tarde, eu sou Viviane Brasil, venho de Belém do Pará e sou nutricionista. Especialista em mulheres no climatério e na menopausa. Imagina, né, uma mentalidade dessa para uma nortista nutricionista. Então, quando eu comecei com a Havan, ela respeitou muito a minha individualidade. Tô nervosa porque é uma emoção estar aqui.
Obrigado.
E eu falei para ela o seguinte: nesse momento, a minha prioridade são os meus filhos. Eu tenho duas crianças, então a minha carreira não pode sacrificar o meu tempo de qualidade com eles. E eu disse: Vân, eu trabalho hoje 16 horas por semana, 4 horas por dia, porque o outro contraturno eu estou com os meus filhos de 5 e 10 anos. Só que eu preciso aumentar o meu faturamento sem aumentar a minha carga de atendimento. E eu saí de uma consulta de R$400 com retorno para programa de acompanhamento nutricional com ticket mais alto de R$6.000.
Mas a minha mentalidade não destravou em 48 horas. Eu disse, Ivan, eu travo para falar, eu preciso entender de onde isso vem. E sempre vem do nosso lado infantil. Eu identifiquei isso em mim, a dificuldade de falar sobre dinheiro, de entender o meu valor. Ela dizia, você entrega tudo numa consulta avulsa, a paciente não tem nem a necessidade de retornar porque você entrega tudo. E aí eu fui entender da onde isso vinha, qual a dificuldade.
Eu cresci numa família de pessoas humildes, onde eu ouvia: quem tem muito, quem tem dinheiro, não é feliz. Olha de onde vem. Meu pai falava: seus tios são ricos advogados da cidade, mas nós somos os pobres felizes. Então eu tinha dificuldade em lidar com dinheiro e falar sobre isso. Quando eu fiz a minha primeira venda seguindo exatamente tudo que a Vanessa passou, do que ela criou para mim, para o que eu precisava naquele momento, eu passei a vender todo santo dia.
Com 45 dias, eu disse assim: eu tô indo viajar com meu marido dia 19, tô indo para Paris, primeira vez que eu estou indo para Paris, e eu tenho que bater essa meta até o dia 19. E ela falou para mim o seguinte: a gente Só tem resultado para onde a gente olha, para onde a gente coloca força.
Muito bom.
E a venda acontece hoje diariamente, a ponto de que agora no segundo semestre eu terei a minha clínica, eu terei o meu espaço para chamar de meu, Clínica da Nutricionista Especialista em Climatério Viviane Brasil. Obrigada, Vam.
Vamos fazer o seguinte, enquanto você tava falando, Viviane, né? Viviane, não é isso? Viviane, posso abrir uma dinâmica aqui?
Claro.
Quem ainda não tá com a Vân e quer fazer uma pergunta para ela, levanta a mão. Ou qualquer pessoa que queira fazer uma pergunta para ela, pode ser que esteja com ela ou não. Quem quer fazer pergunta para Vân aí? Lá atrás já foi. Fica em pé, por favor. Faz uma pergunta, por favor.
Bora, vamos lá. Meu nome é Mariana Mafei, sou pediatra, trabalho com a linha integrativa funcional e eu virei uma médica de família que eu atendo as crianças. E aí gosto do atendimento, vou atender na mãe e eu vejo que a demanda emocional é algo muito difícil. Eu tô vendo na questão, né, de que a Viviane deu exemplo, que o dela teve que trabalhar essa ressignificação de crença, né? Eu que trabalho com a família, eu vejo que isso é muito forte.
Eu consigo Na hora que eu me conecto com a criança, eu vou entender a dor daquela família, eu consigo ver isso. Mas para a gente que é profissional, às vezes é difícil da gente enxergar essa dor na gente, essa crença também da gente desbloquear, principalmente financeiro, né, que a gente acha que vem do curandorismo, que a gente é sacerdote de cura, né. Como você, mentora, consegue trabalhar isso com seus mentorados? Encaminha para terapia?
Você tem noção de neuropsicanálise? Você ajuda? É instintivo? É intuitivo? Como é que você trabalha isso, Vân?
Mari, primeiro ponto: eu faço você confiar em você. O primeiro passo da venda, você só vai destravar para venda quando você confiar que você é capaz de mudar o que aquela criança ou que aquela família precisa. Eu sou muito sincera e próxima dos meus mentorados. Eu faço, eu respeito o tempo. A Viviane falou que demorou, eu respeitei o tempo dela. A Luciana fez em 48 horas, porque eu entendo muito a essência. Não entra qualquer mentorado, eu preciso entender a sua essência para saber se você está pronta para isso.
Então vai muito do que nós conversamos antes, confiança. Esse é o ponto-chave, confiança, te ensinar o processo e respeitar o seu tempo.
Boa! Mais uma, só mais uma. Pode ficar em pé, por favor. Pode fazer a pergunta para baixo.
Boa tarde a todos, eu sou Letícia, não sou médica, eu sou administradora de empresas E hoje eu vim com o meu marido Márcio, que ele que é médico. Quero só dar um depoimento. Ele me passou que ele tinha uma trava para vender e eu nem sabia. Tô casada há 15 anos com ele, não sabia dessa trava dele. E depois que ele me contou, passei a Vanessa. Falei, Vanessa, travou, tá travado. Que que ela falou para mim? Ele tem que pensar em salvar o paciente.
É isso que ele tem que fazer. Se ele não tiver isso como foco, como pensamento dele, ele pode destravar o que quiser. Pense em salvar o paciente. Aí passou uma semana mais ou menos, a gente conseguiu destravar. Estamos só há um mês com a Vanessa. Só não, que eu já consegui trazer muita coisa para minha vida, para vida dele. E acabei falando para ela, eu quero ser uma baita vendedora. Aí eu tô fazendo a mentoria de vendas com ela também.
Uau, muito obrigada! Tá acontecendo uma coisa aqui hoje bonita. Essa palavra, bonita, pelo jeito que vocês falam, o significado que as pessoas têm dado para carreira, para profissão, para atividade profissional, isso tem feito os resultados acontecerem. Por exemplo, esse relato: tem uma trava para falar, você tem que falar, ele vai resolver, vai salvar a vida das pessoas. Aí, pum, um novo significado. A importância do significado, a importância da crença, de uma nova crença, porque Quem lidera você lidera suas crenças.
Crença é aquilo que você acredita, e aquilo que você acredita conduz a sua vida, conduz a nossa atitude, né? Fala 3 coisas, porque tá demais isso aqui, tá muito bom, tá profundo. 3 coisas que você acredita e que você transmite para as pessoas que caminham com você. Crença mesmo, de Uma crença que você quer liderar as pessoas através dessa crença?
Confia em você.
Confiança, autoconfiança.
Não tem plano B.
Não tem plano B, muito bom.
Se você, se é isso que você quer, não tem plano B. Confiança, não tem plano B, e faça como se fosse o seu último dia.
Pegaram, gente? Você vive assim todo dia. Você se mudou para São Paulo. Por que você se mudou para São Paulo dentro dessa crença?
Porque se eu ficasse na minha zona de conforto, seria bom para mim, não para o legado. Eu decidi que eu vou deixar. A palavra dona é legado.
Adorei, adorei. Compromisso. Eu ficasse na minha zona de conforto, seria bom para mim, mas não seria bom para o legado que eu decidi deixar. Muito bom. Quem tá mexido aí com podcast hoje, levanta a mão. Eu também. Foi bom, muito bom. Vã, faz o convite para essa turma participar da tua mentoria. Faz o convite para essa turma daqui participar da sua mentoria. Turma que tá assistindo o JJ Podcast, fala com eles, mas assim, na alma, na alma, galera. O negócio foi na alma aqui hoje, hein? Faz na alma.
Posso falar na 2?
Pode.
Você é médico? Dentista, profissional da saúde, e quer construir uma carreira maior do que a sua agenda para que você tenha liberdade, tempo para você, tempo para sua família, e verdadeiramente transformar a vida dos seus pacientes, eu tenho certeza que eu consigo te ajudar na nova carreira da saúde.
O que que é essa nova carreira da saúde?
Quando você tem a sua, você tem a sua carreira desenhada, você se transforma numa marca, você tem a sua empresa estruturada em modelo de ecossistema, e você tem o braço educacional que gera o legado, que gera o legado. Aí no final de tudo isso você se transforma em verdadeiramente um empresário da saúde.
Vai aí, porque desce.
Porque o empresário da saúde não é quando você abre um CNPJ. Empresário é quando você se transforma em uma marca onde você tem uma empresa com saúde financeira que não depende de você e que você entende o que você aprendeu ao longo dessa jornada pode impactar a vida de outras pessoas.
Por isso que ensinar é importante, transbordar, servir. Tem alguém aqui que já tá sentindo no coração que tem que começar a ensinar? Levanta a mão. Mas tá ali mais ou menos, né? Quem tá no mais ou menos? Quem já assim, ó, tem algo me dizendo que eu tenho que ensinar, tá? Quem já ensina? Ótimo. Larissa tá passando por isso, sabia?
Sério?
Minha esposa, Laila, já tá no momento. Ela pega o livro, ela lê, ela fala: ai, meu bem, sei, cara, será que eu tenho que escrever um livro? Eu tenho certeza que sim, tá? Vou esperar a vontade passar. Aí dá uma semana: pô, eu encontrei uma pessoa que falou que eu tenho que pôr algo que eu escrevi, transformou. Ela é boa de texto. Ela vai, ela escreve, e o texto é a manifestação do que tá dentro do coração dela, sabe, gente? E aí a reação é grande, reação é grande.
Ela tá nessa fase, ela tá nessa fase, e eu já assim, bora, bora, bora, bora, bora, bora, eu te ajudo, te ajudo, eu te ajudo, bora, bora, bora. Que é uma fase que a gente sabe que não precisa, pessoal, ser faixa preta para ensinar faixa branca. Não precisa. Hoje o que você sabe, eu tenho certeza que pode ser a solução, pode ser o milagre de alguém. Forte as palavras, né? O que você sabe hoje pode ser a salvação de alguém. Eu vou ser mais, eu vou ser mais arisco: é a salvação de alguém.
Eu tenho certeza.
Eu também tenho. Você sabe, hoje é a salvação de alguém. Sério, Joel, mas pelo amor de Deus, o que que eu tenho que fazer? Eu não sei como fazer, eu não sei quanto isso vai me custar de preço, de dinheiro, de energia, de tempo, eu não sei o caminho. Todas essas perguntas são importantes, mas tem uma mais importante, que é: quem pode me ajudar nesse momento? Quem É a van, que a van tem duas coisas: ela tem vontade e resultado. Às vezes, pessoal, tem gente que tem vontade, né, mas não tem resultado.
Outras vezes a pessoa tem resultado, mas não tá a fim. Você tá a fim, Vã? Eu muito, muito, né?
Muito.
É o que você faz, né?
Eu só faço isso todos os dias.
Você só faz isso todos os dias. Você que tá aí no JJ Podcast chegou até aqui, tem aqui embaixo um link para você aplicar para mentoria da Van. Fala assim: eu vim do JJ, eu sou dentista e eu sou médico, eu quero fazer parte, eu quero que você me explique, eu quero me aprofundar. Que que a gente coloca aqui? É um formulário?
É um forms?
É um forms? Nesse forms tem aí as informações. Vá até o forms, preencha, que a turma, a Van, a turma, equipe vai te chamar. E diga assim, ó: vim do JJ Podcast. Que quando fala eu vim de JJ Podcast, já passou de uma hora de papo, já foi com a tua cara, entendeu? Já gostou de você, já entendeu que vai dar certo, já entendeu que vai dar certo, já viu os depoimentos, já sentiu na alma, já sentiu no coração, fala quero, eu vim, eu tô a fim, eu quero.
Até uma boa aqui: quem você não quer perto de você nesse programa? Quem você não quer? Porque não vai dar certo.
Primeiro, quem não confiar no processo, quem não confiar em si, quem não estiver disposto a crescer, tá bom? Quem não estiver disposto a sair da zona de conforto. Esse eu não quero, não, eu não, vai atrapalhar. Eu quero quem tá pronto, eu quero quem, quem diga assim: eu sempre esperei por algo assim, eu só não sabia quem. Essa pessoa.
E quem você quer, Vã?
Quem?
Olhando para essa turma aqui, ó, quem? Quem você fala, cara, se você tiver isso, se você tiver sentindo isso, pode vir que a gente vai fazer o match.
Se você sente que você já chegou no nível que você não aguenta mais trabalhar a quantidade de horas que você está trabalhando, que você quer ter um outro nível de qualidade de vida para você para os seus filhos. E se você, e para você que quer realmente transformar a vida dos seus pacientes, é para você. A gente vai fazer acontecer, não tem como dar errado. Você vai conseguir ter uma carreira e vá além de você. Não é sobre uma agenda cheia, é sobre uma carreira que vai te levar para o próximo nível.
Tá, vamos explicar um pouco mais no detalhe. Tô a fim. Quanto tempo dura esse programa?
12 meses.
Como é que são os encontros? Como é que é o online, o presencial? Como é que é a entrega?
Tá bom. Encontro individual comigo para eu montar um plano de ação.
Ah, tem?
Tem, claro. Eu tenho que entender a especialidade dele, quais são os planos, aonde ele quer chegar, como ele quer ser visto. Na largada, na largada, sentou, me fala o que você quer, o que que tá no seu coração que você não consegue transformar em algo palpável, tá bom? Então a gente desenha, tem um plano de ação, ok? Dentro desse plano de ação nós vamos colocar em prática todos os próximos passos durante os 12 meses. 12 meses, encontro com você presencial na largada já para Estabelecer o objetivo, a estratégia, plano de ação, próximos passos, metas, entender que vender salva, transforma, e depois cuidar da clínica.
E que mais assim? Tem mais entregas? Quais são as outras entregas?
Temos encontro semanal ao vivo, onde nesse encontro eu sempre trago uma aula, um ensinamento para ele implementar na semana. Individual, em grupo uma vez na semana e encontros presenciais.
Quantos?
2 no ano.
Quantos dias?
2 dias.
2 encontros presenciais de 2 dias. Pô, você fica toda semana, toda semana ele me vê um presencial. E todos esses encontros presenciais é celebração, né? Comunidade, encontro, envolvimento. As pessoas adoram estar contigo porque já de encontro de técnica toda semana, né?
E tem umas ligações do nada, tá, que acontece.
É muito bom.
Do nada tem umas ligações assim, ela liga, hein, de vídeo, de vídeo. Para o que tá fazendo rapidão. Cadê teu resultado? Cobra. Vendeu quanto?
Como vocês se sentem quando ela liga para vocês do nada, faz uma CDN, que é uma call do nada? Como é que é o sentimento?
Eu fico com raiva dela.
Aí passa um dia, Vanessa, aí ela vai e fala comigo por causa disso, disso, disso, disso, disso. Ela sempre tem um olhar específico. Você vê que cada um falou uma coisa dela, que isso para mim é o maior diferencial da Vanessa, porque quando ela olha para você, ela olha sua alma, ela faz aquela leitura da sua alma e ela fala exatamente aquilo que você precisa ouvir Dura, não é mole não. Não sei se é só comigo, né, vó? Ela não é mole não, mas eu aguento.
Muito bom.
Mas ela, ela confia antes da gente. Então eu gosto assim quando ela dá bronca, porque eu falo: eu não confiei, mas eu tô envergonhando quem confiou em mim primeiro. Então bora arregaçar as mangas e fazer direito.
Qual o teu nome, doutora?
Eu sou Isabela. Isabela Gurgel, sou dentista.
Dentista. Você acha que essa turma que tá aqui tem que fazer parte desse grupo junto com você e com as outras pessoas?
Eu tenho certeza, porque eu já fiz muitas mentorias e eu sou essa pessoa que a Vanessa falou. Eu esperei uma vida inteira para ter uma pessoa, uma mentora como a Vanessa, mas eu achava que não existia. Porque eu já estava frustrada de tantas mentorias que eu já tinha feito. Eu falei, não tem ninguém que olha no seu olho, te vê e aceita o desafio de caminhar com você dentro das suas crenças. Porque não é um método, que a maioria das mentorias joga um método e você cumpre se você quiser ou não.
Ela não.
Ela olhou no meu olho, entendeu as minhas limitações, e ela fez isso mesmo. Eu confio em você. E o mais doído é quando ela fala assim uma frase só: ruim. Ou: confio em você, faz.
Viu, gente? Qualquer que vai entrar, já aguarda. Não leva para o coração.
Não leva, não leva.
E não é de coração, não é. Porque ela fala igual mãe, né? Que ela olha no seu olho e você fala: é, não vou decepcionar. Nossa, não vou.
Eu vou, eu vou.
Então eu vejo assim, e talvez ela não fale assim com todo mundo. Para mim, ela fala do jeito que eu preciso ouvir. Isso que eu vejo dela, ela é diferente com cada pessoa. Ela tem esse jeito firme, mas ela é diferente. E ela fala assim, eu não vou. Ela não me deu parabéns. Olha, vou fazer um desabafo, ela não me deu parabéns. Sabe por quê, Joel? Porque eu não atendi o telefone.
É, entendeu?
Entendi.
Ela é essa pessoa. Ela fala assim, eu quero olhar no seu olho, que coisa feia, não quero sentir energia. E aí eu tava mal. Você acha que eu queria que ela visse? Claro que não, entendeu? Então ela é essa pessoa que quando ela fala com você, ela te transforma. Não tem como não fazer mentoria dela, é uma mudança de chave.
Uau!
Em 3 meses eu faturei um valor que eu achava que era um sonho, né, Vanessa?
Que nunca tinha faturado em quantos anos de carreira? 26 anos ela nunca tinha faturado o que ela faturou em 3 meses de mentoria.
Tem alguns elementos de todos vocês que deram feedback que são de vocês, outros elementos são da van, e esse faz o match. A confiança, a disciplina, o compromisso. Então, se você tá comprometido fazer acontecer, vamos embora. Eu não sei o que fazer. Tá bom, vai aprender como fazer. Tudo bem, tá bom. Eu ainda não tenho todas as táticas, todas as técnicas, todas as ferramentas, todos os processos.
A gente ensina, confia.
Mas acima de tudo, nesse modelo mental da Vân que eu gostei: confiar em você, não tem plano B, não fala o terceiro, e sai da zona de conforto. Ai, é verdade! Viva todos os dias, confia em você, confia, acredita, não tem plano B, e viva como hoje se fosse teu último dia. Essa é muito forte. Uma vez veio um pastor aqui, ele me falou isso, ele falou isso, ele falou que ele decidiu viver assim depois que um amigo dele, um dos melhores amigos deles, morreu num acidente de moto, e ele não tinha sido intenso o suficiente com esse cara.
E foi muita dor, assim, chorou. Aí eu choro. Algo deve ter acontecido na tua vida também para você falar: viva como se fosse o último dia, né?
Não precisou acontecer, não precisou, não precisou. Eu entendi o que eu vim fazer aqui e ponto final. E vamos embora, vamos fazer acontecer, cara.
Hoje foi um podcast muito bom, quero saber o que aprendeu muito contigo hoje. Vocês aprenderam muito com a Vã? Palmas para a Vã, gente! Aprendi muito. Nossa, tu ocupou outro espaço no meu coração.
Feliz, Joel.
Bom, antes de eu te fazer a última pergunta, fala tuas redes sociais, quem quiser conhecer teu trabalho, onde que te encontra, como é que te segue, pode falar tudo.
Vanessa Goldsman é a minha rede social, eu produzo conteúdo todos os dias, nós temos canal no YouTube também, Van Goldsman, então acompanha, me chama no direct, sou eu que respondo. E vamos fazer acontecer que 2026 pode ser o teu ano.
Uau! Bom, todo mundo que vem no JJ responde essa pergunta. Então é a pergunta que finaliza, ela é assim: Vanessa, você tem a oportunidade de mandar uma mensagem para 8 bilhões de pessoas, e essa mensagem vai chegar, o algoritmo da vida vai entregar. 100% vai ver. Ela vai vir traduzida nos idiomas, nos países. Ela vai chegar em todos os lugares que as pessoas têm acesso, mas ela é direta e reta, curta e grossa. Papum! É uma frase assim, ó, um texto curto, a mensagem hoje. Que mensagem seria essa?
Você não veio aqui a passeio. Qual é a transformação que você vai deixar na vida das pessoas?
Então é uma frase e uma provocação: você não veio a passeio. Bom, qual é a transformação que você vai deixar na vida das pessoas? Muito bom.
Viva como se fosse o último dia.
Viva como se fosse o último dia. Eu tenho muito orgulho de você. Obrigado por você ter me escolhido como mentor lá em 2018 e não ter olhado para os lados. Você não escolheu nenhuma outra linha filosófica, você segue desde lá. Obrigado por ser uma amiga, uma leal escudeira. Parabéns por ser uma grande empresária, parabéns pelos teus resultados, parabéns pela decisão de ter vindo até aqui, parabéns por ter se mudado para São Paulo, porque ia ser bom para você, mas não ia ser bom para o seu legado.
Parabéns por toda a transformação que você tá fazendo para essa turma. Parabéns por convocar mais pessoas para estar nesse movimento junto com você. É um prazer, uma honra caminhar contigo. Obrigado por ter trazido teu pai e tua mãe para conhecer. Eu adorei muito. E aqui você tem um escudeiro um irmão, um leal guerreiro a favor do que você defende. Parabéns pela família linda que você construiu e obrigado por você ter confiado em mim também, porque eu tenho que te agradecer porque você confia.
Eu trabalho todos os dias para essa confiança em você ficar cada vez maior. Eu tô muito feliz e orgulhoso que você veio aqui, tá?
Obrigado, Joel.
Senhores, esse foi o JJ Podcast. Obrigado pela plateia, obrigado por terem vindo numa sexta-feira, no último dia do mês. Foi muito carinhoso, senti carinho, senti emoção, foi profundo, foi diferente. Você que chegou até aqui, obrigado. Segue a Vanna nas redes sociais, entra na mentoria dela, manda mensagem, conversa. Ela tem mais coisas para te oferecer, talvez um programa de acompanhamento mais perto e assim por diante. Ela vai te falar.
Obrigado pela tua audiência, obrigado por estar aqui há tanto tempo. São 6 anos toda semana colocando conteúdo para você. Se você não tá inscrito no canal, se inscreva. Se você ainda não segue a gente nas redes sociais, siga a gente nas redes sociais. Todas as semanas aqui conteúdo de qualidade, profundo, coração ensinável, e aquelas perguntas que eu acredito que você desse outro lado fala assim: pergunta isso aqui, pergunta isso aqui, pergunta isso aqui.
É isso que eu faço, tá bom? Um beijo grande, a gente se vê no próximo JJ Podcast. Valeu, beijo, tchau!