Por Trás de uma EMPRESA Rumo ao Primeiro BILHÃO (YURI E FABI ABREU) | JOTA JOTA PODCAST #293
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Uma empresa nunca cresce além da capacidade de quem está à frente dela.Neste episódio do Jota Jota Podcast, Joel Jota recebe Yuri e Fabi Abreu, empresários à frente da Soldiers Nutrition e de um ecossistema de negócios que saiu praticamente do zero para alcançar o primeiro bilhão acumulado em faturamento.
A conversa passa pelas diferentes fases dessa construção: o período em que faziam praticamente tudo dentro da empresa, a formação do primeiro time, a decisão de investir em educação empresarial, o salto de R$ 12 milhões para R$ 150 milhões em faturamento e a transformação da Soldiers em um grupo com novas marcas, aquisições e diferentes verticais de negócio.
Yuri e Fabi também compartilham os princípios que sustentaram esse crescimento, como velocidade de execução, capacidade de aprender, construção de marca, fé, família e a importância de contratar pessoas melhores para que o negócio continue avançando.
Se você é empresário, líder ou quer preparar sua empresa para um novo nível de crescimento, este episódio traz aprendizados práticos de quem viveu cada etapa dessa construção.
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Neste episódio, você vai aprender:
◼️ Como a Soldiers saiu de cerca de R$ 12 milhões para R$ 150 milhões em apenas um ano
◼️ Por que o empresário pode se tornar o principal gargalo da própria empresa
◼️ O momento em que Yuri e Fabi perceberam que precisavam parar de fazer tudo sozinhos
◼️ Como educação empresarial e novos ambientes mudaram a trajetória do negócio
◼️ A importância da velocidade de execução para transformar conhecimento em resultado
◼️ Como produto, canal e marca formam o método PCM usado por Yuri
◼️ Como a Soldiers começou a construir um ecossistema com novas marcas e aquisições
◼️ O papel da fé, da família e da autorresponsabilidade durante o crescimento
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🎙️ Host: Joel Jota @joeljota
🗣️ Convidados: Yuri Abreu e Fabi Abreu
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- Crescimento da Soldiers NutritionFaturamento de R$ 12 milhões para R$ 150 milhões·Faturamento de R$ 150 milhões para R$ 250 milhões·Faturamento projetado para R$ 300 milhões em 2025·Primeiro bilhão acumulado em faturamento
- Empreendedorismo e MentalidadeNão se vitimizar e trabalhar duro·Correr atrás dos sonhos·Autorresponsabilidade·O que te impede de mudar agora?·Humildade e gratidão
- Superação de Dificuldades IniciaisVendas de 5 por dia em 2020·Situação financeira precária (nome sujo, contas atrasadas)·Trabalho manual (faxina, motoboy)·Encontro com Deus e fé como base
- Educação e Compartilhamento de ConhecimentoCriação de um braço educacional·Ensinar o que já foi feito e validado·Foco em resultados tangíveis e intangíveis (família, fé, mentalidade)·Seleção criteriosa de alunos
- Construção de Ecossistema e AquisiçõesCriação de novas marcas (Sold, Nut, Next 10)·Aquisição de empresas (barrinhas, Everlast, Speedo, Disney)·Expansão para diferentes verticais de negócio
- Formação de Equipe e DelegaçãoDeixar de fazer tudo sozinho·Contratar pessoas melhores·Desapego e confiança na equipe·Liderança de equipes maiores
- Desenvolvimento de Marca e ProdutoCriação de produtos campeões·Formatação de produtos para canais ideais (ex: creatina 1kg)·Importância de construir uma marca forte (diferenciação)·Lançamento de novas linhas (barrinhas, Beef Protein)
- Oportunidades de Mercado e ValidaçãoFalta de creatina no mercado e bom relacionamento com fornecedores·Teste cego de pureza da creatina (Soldiers em 3º lugar)·Ganho de fatia de mercado devido à qualidade e custo-benefício
- Fé e Família como PilaresImportância da fé no processo de crescimento·Equilíbrio entre negócios, família e vida pessoal·O papel da esposa como parceira e apoiadora
A empresa cresce até o limite do empresário que a lidera. A empresa nunca cresce mais que o empresário. Não existe isso.
A gente nunca se vitimizou, nunca ficou reclamando, contando historinha triste pra ninguém. A gente falou, meu, a gente precisa colocar a mão na massa, a gente precisa de Deus e trabalhar.
Eu entendi que o empresário tem que aprender com outro empresário e que eu precisava estar perto de pessoas que já tinham o resultado que eu queria.
Eu já sabia do que a gente precisava, eu já tava até procurando o lugar. Só que eu precisava convencer ele.
Ninguém vai botar na minha mão um negócio de bilhão do nada, você concorda? Eu preciso ser uma pessoa preparada para tocar um negócio de bilhão. Como que eu vou ser uma pessoa preparada para tocar um negócio de bilhão? Convivendo com pessoas que tocam negócios de bilhões, entendendo o que que elas fazem.
Vocês quadruplicaram, 3 milhões para 12. O que que vocês fizeram de diferente?
Para mim, uma das principais habilidades que o empresário precisa ter é a velocidade de execução. Aprendeu, entendeu, teve clareza de que é aquilo, coloca em prática o mais rápido possível.
Coloque Deus no negócio, porque sucesso sem Deus é só um vazio bem pago, senhoras e senhores. Essa é a frase do meu convidado no dia de hoje. Deixa eu ler O currículo dele, currículo resumido. Aliás, amigo pessoal, já veio aqui no JJ tem uns 2 anos e cresceu para caramba. A gente vai falar sobre isso, tá? Fundador e CEO da Soldiers Nutrition, que é uma das maiores empresas brasileiras de suplementos alimentares pessoal. É incrível o negócio que ele tem.
Reconhecido como uma das principais autoridades no e-commerce e marketplace no Brasil. Tem resultado maravilhoso, a gente vai falar disso também. Entrou na Forbes 30 Under 30 em 2023 e na categoria varejo e-commerce liderou a Soldiers num faturamento de R$250 milhões em 2024 e próximo de R$300 milhões em 2025. Conquistou a liderança nacional da creatina, alcançou o título de Rei da Creatina, top 10 na Black Friday da Amazon e foi a primeira empresa na Amazon na Black Friday no ranking.
Ele também, gente, é fundador e idealizador da Next 10, uma empresa de suplemento também que tem o Neymar Júnior como embaixador. E também junto com a esposa, que é a Fabi, que daqui a pouco falo dela, eles criaram uma marca de roupa fitness que eu uso todos os dias. Eu adoro, né? Eu adoro, que é a Soldiers Nutrition. E também a NUT, que é uma empresa detentora das licenças Disney, Speedo e Everest. Criador do Dia Oficial da Creatina no Brasil, que é 31 de agosto.
Então receba no JJ Podcast Yuri Abreu. Bate palma, gente! Uou, que currículo, hein?
Uau, uau, uau!
E ao lado de um grande homem sempre tem uma grande mulher, e essa mulher também é esposa. Ela tá aqui, ó, apoiada com esse joelhinho assim, ó. Porque ela tá num processo de recuperação, que ela fez uma cirurgia no joelho. Depois ela explica. E ela tem uma frase, senhores, que é o seguinte: quem lidera pelo medo herda silêncio, quem lidera pelo exemplo herda lealdade. A Fabi é empresária também, ela é sócia de todo esse ecossistema junto com Yuri, da Soldiers Nutrition.
Só que ela fundou e é CEO da Sold, que é essa marca de roupa que eu falei para vocês. Formada em administração de empresas, também tá na área do suplemento, conhecida e reconhecida como a rainha da creatina. Senhores, aqui estão os reis da creatina, o rei e a rainha, né? Ela desempenha um papel muito importante, super estratégico no crescimento da Soldier, lidera equipes, projetos que consolidaram a empresa como uma das maiores do setor.
É amiga pessoal também, conheço a Fabi, conheço Yuri, frequenta a casa deles, frequenta a empresa deles, são amigos pessoais. Então receba também com uma salva de palmas a Fabi no JJ Podcast. Coisa boa, hein?
Coisa linda!
Que currículo, hein?
Depois dessa apresentação aí já pode finalizar já. Já valeu, né?
Já, gente, só para saber aqui, ó, só para botar a câmera aqui, tem hoje podcast com plateia, aqui tem convidados do Yuri, aqui tem mentores Mentorandos do Yuri. Aqui tem empresários e empreendedores que aprendem com Yuri, amigos, pessoas próximas. Algumas delas eu já conheço também, já conheço lá na academia, né? Já fui em evento, já fui na casa de vocês em Maresias, assim por diante. Então obrigado por vocês terem vindo, obrigado pelo tempo de vocês, tá?
Obrigado pela presença e também por fazer o JJ Podcast completar e ficar bonito, ficar recheado, ficar colorido e trazer ainda mais honra para o Yuri, para Fabi. Você veio aqui 2 anos, o currículo não era tão grande. Há 2 anos, quando você veio no JJ, não tinha Sold, não tinha Nut, não tinha Next 10, tinha Soldiers. A Soldiers já tinha um baita de um resultado de 9 dígitos por ano. A Soldiers já tinha conseguido lá credencial como uma das queratinas mais puras do Brasil.
Então, de pouco resultado vocês estavam longe, mas vocês cresceram muito o resultado de vocês em 2 anos para cá. Isso é óbvio ou precisa ser lembrado? Já caiu no aspas, no senso comum, ou precisa ser lembrado? E se vocês reconhecem isso sempre, vocês atribuem esse crescimento, esse ecossistema que não para de crescer, de negócios, de empresas, ao quê? Quais são os dois pontos principais?
Esse é um exercício que eu faço sempre, é de pensar no dia 1 para que as coisas deixem de ser óbvias, a gente deixe de normalizar tudo que tá acontecendo, porque você acaba entrando numa espiral de que daqui a pouco é normal você andar de helicóptero, daqui a pouco é normal você fazer isso, daqui a pouco é normal você faturar, daqui a pouco é normal várias coisas que antes eram coisas que eram completamente inimagináveis. E esse é um exercício que eu sempre volto para trás para pensar e lembrar do Yuri de 10, 15 anos atrás, quem eu era, o que eu pensava, onde eu estava.
Porque isso me traz uma consciência de presente muito grande e eu consigo visualizar, cara, foi muito mais difícil da onde eu saí até onde eu cheguei do que da onde eu cheguei até onde eu quero ir. Se eu conseguir cumprir esse trajeto de chegar até aqui saindo do zero, cara, daqui para onde eu quero chegar isso vai ser fácil. Então esse exercício, ele primeiro é para sempre me puxar de volta para calçar sandálias da humildade, falar: pera aí, você não é nenhum Alecrim Dourado.
Há 10 anos atrás, pelo contrário, até vou, sei lá, menos, né, 5 anos atrás, era um zé ninguém. Não que agora seja muita coisa, mas assim, era absolutamente, não tinha resultado nos negócios. Então eu gosto de olhar para trás para lembrar, e lembrar também de que Tudo isso que aconteceu, todas essas coisas maravilhosas que aconteceram, esses resultados, eles não foram só porque eu fui muito habilidoso em algum momento, que a gente acertou.
Não, eu não acho que seja só por isso. Esses resultados, eles também aconteceram por um único fator: porque eu me sinto escolhido. E quando nós somos escolhidos, nós somos escolhidos por alguém. E quando a gente para para pensar quem nos escolheu, cara, quem nos escolheu, ele vai nos capacitar para que a gente cumpra aquele chamado na nossa vida. Então a gente tira um pouco a responsabilidade, aquele peso, cara. Se eu fui escolhido, ele vai me capacitar para fazer, para me tocar esse negócio, tocar essa empresa, tocar essas pessoas.
Isso. E também tira um pouquinho do eu achar que foi tudo meu mérito, sabe? Porque eu não acho que foi, cara. Eu tava no lugar certo, na hora certa, fiz as escolhas certas. Tudo isso foi muito bom, mas isso só aconteceu pelo simples fato de eu ter sido escolhido e eu soube utilizar esses dons, esses talentos que o Senhor colocou na minha vida, cara. Para mim, quando eu olho assim no overview, honra, honra pura. Sim, 100%.
E você, Fabi?
Primeiro, até completando um pouco que ele falou, eu, todo novo colaborador que chega na Soldiers, na verdade no grupo Soldier, ele, esse colaborador, ele passa por mim. Então eu faço a integração, que é o onboarding ali, e apresento toda a nossa história, todo como a Soldiers começou. Porque eu lembro quando nós estávamos ainda na Casa Vermelha, a gente era pequenininho, tinha 10 pessoas que trabalhavam junto com a gente. E a gente embalava creatina, embalava whey e fazia os pedidos.
E era muito gostoso. Só que naquela época a gente era mão na massa. Então não tinha um tempo de mesa de falar, olha, eu sou a Fabi, eu tenho esses valores, eu acredito nisso, eu vim daqui, eu vim de baixo. E aí contar a história do Iri também, de onde nós viemos. E eu sentia muita falta disso. Então eu queria que em algum momento de empresa a gente pudesse ter esse tempo. Então toda vez que eu faço, uma vez por mês hoje, antes eu fazia semanal, hoje eu já não tenho mais agenda, mas eu faço uma vez por mês.
E toda vez que eu faço, que eu visito a nossa história, eu lembro da onde que a gente veio e onde nós estamos. E isso me faz refletir, porque o que o Yuri falou, por isso que eu falei que a minha resposta seria um pouco complementar, que nós normalmente nós temos a normalizar as coisas que a gente tem, as pessoas que a gente convive. Você sabe da nossa história, né? Quando a gente veio começar ali a ter o seu contato, a gente foi totalmente intencional e acabou que virou uma amizade muito bonita.
Então, e a gente não pode normalizar isso, os acessos que a gente tem, as mesas que a gente senta. A gente não pode, a gente tem que ser grato, sabe? Porque Se nós estamos onde estamos é porque Deus também abriu a porta e a gente também foi atrás. Então revisitar isso todo mês faz eu me sentir muito mais grata, né? E outro ponto também é que antes a gente não tinha e que depois de um tempo a gente começou a ter dessa mudança, né, foi contratar pessoas melhores também, foi entender que para a gente crescer, a gente teria que aprender a delegar, e que não seria fácil, porque quando a empresa ela é sua, principalmente para nós que somos eu e Yuri, uma empresa totalmente familiar assim, vamos dizer, quando você tem isso é muito difícil você largar a rédea, né, de você, nossa, isso daqui eu faço muito bem, o Yuri faz isso daqui muito bem, Só que a gente sempre teve uma visão muito, muito para frente, muito de futuro assim.
Digo isso de 2 anos atrás, né? Há 5 anos atrás a gente não imaginaria onde nós estamos hoje. Então quando a gente começou a delegar, a contratar pessoas melhores e começar a expandir mesmo o time, aí a gente foi crescendo. Então eu acho que Acredito que isso é uma característica que o empreendedor, ele vai chegar esse momento que ele vai ter que parar um pouco de só colocar a mão na massa. Não que não possa, porque quando precisa eu coloco a mão na massa, tá tudo bem, eu gosto.
Mas de contratar, tirar um pouco do ego e contratar pessoas melhores e capacitadas para estar ali fazendo a operação ali no dia a dia e expandir a empresa.
Maravilha, peguei. Os dois falaram de honra, você falou de revisitar a história, você também falou sempre de lembrar de não normalizar, colocar melhores pessoas no time. E algo que os empresários que vêm aqui falam com bastante convicção e frequência: chega o momento que o gargalo da própria empresa é o próprio dono. A empresa do tamanho do dono, o dono que cria o seu próprio time. E se o dono cria o seu time baseado numa cabeça do passado, uma cabeça mais centralizadora, a empresa vai ser o tamanho do dono.
Legal. Vamos nos números que vocês podem abrir, que eu quero fazer aqui uma revisitação. Vamos lá, do que vocês estão tranquilos para falar. 2024, qual foi a receita?
R$250. 250.
2023, 150. Tá bom.
2022, 12.300.
Uai, 12, 12.
2021, cara, eu nem—
não, não tinha nessa época, não tinha.
Acho que não, mas vamos chutar assim, 2021 a gente não tinha esse controle, tá?
Vai ser bem sincero, um chute seguro.
Um chute seguro, uns 3 milhões no ano.
3 milhões.
2020, 5 vendas por dia.
É menos, menos.
2020, cara, tem que colocar 2020 inteiro. É que 2020 teve a parte que deu certo depois, né? Mas 2020 inteiro, vou colocar ali, não vendeu 500 mil. Não, é uns 500 mil, vai.
2025, 300 a 800, talvez.
Aí 2025, é 2025, a gente bateu 270.
270. 2026 projetado?
Ah, vai passar de 300.
Tá bom. Acabei de achar uma coisa aqui. Bom, primeiro, vocês, depois que vocês romperam mais de 100 milhões de reais, vocês continuaram crescendo acima de 100 milhões todos os meses, perdão, todos os anos. 150, 250, 250, 270, 270, 300. Mas tem um ponto aqui que eu vou chegar. Tem um jump muito, muito, tem um jump aqui, gente. De 2022 para 2023, vocês saem de R$12 milhões para R$150 milhões. Mas antes teve um outro jump, porque de 2021 para 2022 vocês cresceram 4 vezes.
De 2022 para 2023 vocês cresceram 12 vezes. Só que eu já quero chegar aqui, só que tem uma hora que vocês saem de um olhar de Soldiers e entram Grupo Soldier, e aí vocês começam a construir ecossistema, comprar empresa, fábrica, criar produto. Vocês já não estão mais apenas no jogo só do caixa e de construção de marca, como Construções de novas marcas, aquisições de novas marcas, criação de marcas paralelas dentro do universo do fitness, roupa, barra, collab, influência.
Vão para o front. E tem uma outra coisa aqui, vocês colocaram no projetado aqui o Brasil Educação? Não tá, não é esse número. É só economia real, não tá o braço de educação ainda. Então se a gente olhar o braço de educação, vocês conseguem entender? Mas antes vamos falar do primeiro, do jump 4 vezes. Qual foi a principal coisa que fez vocês crescerem? Ó, de 2020 para 2021 vocês cresceram 6 vezes. R$500 para R$3 milhões. Então, comigo, gente, principal fator, vai.
Para ser bem sincero, a gente voltou a fazer o que a gente era bom em fazer e que a gente tava negligenciando. Então, nesse momento, foi um pouco o contrário do que a Fabi tá falando. Nesse momento não era a gente delegar, nesse momento era centralizar, era a gente ser generalista, pegar de volta as coisas que a gente era bom em fazer e botar em prática. Até porque delegar, quem tinha uma funcionária, ia delegar para quem, né?
Então foi um momento que a gente teve que realmente ressignificar. Porque um ponto interessante, que nós seres humanos, quando algo começa a dar errado, a tendência é que dê mais errado ainda, cara. E a gente tava em 2020 nesse ciclo, as coisas dando errado. E o que que vai começando a acontecer, cara? Dando errado, minha mãe doente, As contas tudo atrasada, boleto vencido, nome sujo, o carro tudo zoado, não conseguia vender, casado sem casa, casado sem ter onde morar, morando no fundo da casa dos meus pais.
E lembra, você chega, você fala que você assistia a live, sei lá, do banheiro?
Cara, essa história da live, até eu vou interromper só para contar essa história da live, porque eu tava aqui olhando, né? A gente tá com a casa cheia hoje e muito legal. A gente bater esse papo com todas essas pessoas aqui. E passou um filme na minha cabeça que foi exatamente desses momentos, porque foi aí em 2020 aonde eu e a Fabi, a gente entendeu que a gente precisava tirar força da onde não tinha mais para conseguir flipar o negócio, porque não tava dando certo, mas era a nossa última única alternativa.
E a gente entendeu que uma das ferramentas era o conhecimento. A gente precisava buscar o conhecimento que a gente não tinha. A gente entendeu isso, beleza. Mas como que alguém vai, que tá com o nome sujo, devendo o cartão de crédito, vai buscar conhecimento? Efeito especial, né, tudo. Como que alguém vai buscar conhecimento em 2020, onde teve a pandemia? Pessoal, todo mundo começou a fazer live. E aí me apresentaram um tal de Joel. Vocês conhecem, gente? Me apresentaram essa criança.
E aí, sabe como é que foi, cara?
Você sabe? Eu acho que eu nunca contei isso. Sabe aonde que me apresentaram, inclusive? Nossa, é verdade! Engraçado, a gente naquele desespero coletivo, eu comprei um curso de trading, sabe? Tipo aqueles comprar e vender ações, essas paradas ali. E uma das coisas que os caras falavam, que você precisa ter controle emocional, que o trading é 99% emocional, não é técnica. E aí eu, tá, beleza. E o cara falou assim, ah, então para você treinar o seu controle emocional, segue esse cara aqui, ó.
E eu comecei a seguir, a gente começou a assistir. E eu lembro da cena da gente no quarto onde a gente morava, que era o meu quarto, que acabou virando nossa casa ali, entre aspas, juntos, né? E era o seguinte no quarto, cara: era uma cama que não era nem de casal, era aquela cama tipo de viúva, sabe, porque não cabia, um guarda-roupa, espaço para um corredor, uma prateleira daquelas de mão francesa branca assim na frente, que a gente tinha que sair de lado porque senão batia o pé, e a gente colocava ali o computador o celular, colocava na live, pegava um caderninho que nem você tá ali, cara, na sua live, e você falando ali.
Eu já te falei isso com o Jacob, e você fez uma série de lives, e a gente pegava ali e tal, e isso e aquilo, vamos pensar nisso. E a gente começou, cara, ser uma esponja de absorver conhecimento. E eu tava olhando para essa galera toda e olhando, né, para relação que a gente tem hoje. Eu sou muito feliz, muito honrado de tê-lo como amigo. E eu olho para trás e eu lembro desse dia, cara, onde a gente só queria um conhecimento de graça.
E olha onde a gente está hoje. Não tem como eu não ser grato por isso, cara. Não tem como eu não olhar para trás, não lembrar desse dia e ver tudo que Deus fez ao longo desses— isso a gente tá falando 2020, são 6 anos, não é tanto tempo assim. Tanto para o nosso crescimento quanto para hoje a gente ter um acesso que a gente jamais imaginou. Hoje, se eu tenho alguma dúvida de alguma coisa, eu posso te ligar, eu te ligo, você me liga a hora que precisa.
Mano, tô aqui, não sei o quê, e não sei o quê. Hoje, se a gente deixar, isso fica normal. Isso fica, Joel é meu amigo, se precisar eu ligo. Não, não, cara, mas lembra lá 2020 da gente assistindo a live? E olha onde a gente tá hoje, cara. Não tem como, não tem como normalizar isso, cara. A gente tá sentado aqui com, sei lá, 100 pessoas assistindo a nossa história aqui, e mais milhões aqui, ó. E mais milhões, não, sem presencial, né?
E fora milhões de pessoas assistindo. Então assim, não é normal, não é, não tem como ser normal.
Boa essa história, muito boa.
É, e 2020, 21, isso é 20 para 21, foram 6 vezes.
Aqui eu posso colocar que vocês colocaram mais energia na empresa?
Ah, muito mais, tá.
Mas assim, quais lugares?
Quer saber mesmo?
Quero todos, né?
Faxina, motoboy, operação.
Pega a empresa e falou, vem cá.
Pensa que assim, tudo que a gente identificou que a gente precisava fazer e que dava para reduzir de custo, por exemplo, a gente tinha uma faxineira que uma vez por semana cobrava R$250. E a gente na nossa cabeça, cara, tá com pouca venda, a gente quer vender mais, mas não tem dinheiro, as contas estão apertadas. Se a gente economizar R$250, é como se a gente vendesse. Qual que é a nossa margem? A nossa margem, vamos arredondar aqui para 10% para ficar fácil a conta.
Pô, que que é mais fácil, vender R$2.500 ou economizar R$250? Economizar R$250. Aí ela virou e falou, amor, então eu vou fazer faxina. Se ela faz faxina uma vez por semana, que a gente pagava, era R$1.000 no mês. R$1.000 no mês representava R$10.000 de faturamento. Só com essa atitude Nós aumentamos em R$10.000 a nossa receita. Aí eu falei, beleza, que que eu posso fazer? A gente fazia muitos pedidos em São Paulo para entregar no mesmo dia, e eram pedidos que eram entregados via motoboy.
E eu tinha uma moto, e eu falei, ué, se eu tenho uma moto, eu pago para o motoboy R$15, R$20 para entregar, por que eu mesmo não entrego? E aí num dia tinha muitas vezes 10, 20 entregas às vezes no dia, a hora que começou a dar uma rampadinha, Pô, se a gente colocar 20 entregas a R$15, é R$300 o dia. Eu colocava 50 centavos de gasolina na moto e ela andava a cidade inteira.
E bora!
Na época, gasolina era R$3 e pouco. Eu falei, cara, você imagina, R$300 por dia numa semana aqui, só de segunda a sexta, é R$1.500.
Aproveitando esse gancho, só tem um parênteses. Eu sempre conto essa história na integração para os colaboradores, que eu falo que nessa época O Yuri fazia entrega, né, de motoboy, e ele não falava que ele era o dono da empresa, né, obviamente, porque qual a credibilidade? E teve uma história que ele me contou, que uma vez ele foi fazer entrega num prédio, né, e aí chegou lá e falou, vamos pensar que o cara era o João, oi João, tudo bem?
Boa tarde, ó, o motoboy tá aí para entregar o suplemento para você, você pode descer lá para recebê-lo e tal. Desceu, pegou, Aí quando foi falar com Yuri, se ele te conhece agora, ele deve rir. E aí pegou o suplemento na mão do Yuri e falou, cara, eu gosto muito do suplemento de vocês, para o Yuri, quero comprar mais, o que que você me indica? Ele, não, manda lá que o nosso SAC vai te responder prontamente. Aí o cara subiu, aí o Yuri respondeu, boa tarde, tudo bem? O motoboy me falou.
Quem começou do zero e nunca fez isso, não começou errado, não é possível. Ó, eu já perguntei aqui hoje, Mas só para você ver, quem aqui começou do zero, do nada? Levanta a mão aí para eu ver. Olha isso aqui, mano. Vocês também não fazia tudo? Batia o escanteio, cabeceava, defendia, apitava, vendia o ingresso, cobrava, torcia. É assim, mano. Essa é a vida de vendedor.
A gente não nem tem tempo para pensar outra coisa. Às vezes a gente nem sabe que existe outra coisa. Quem nunca começou, por exemplo, construir conteúdo na internet e criar pergunta na caixinha para responder. Quem nunca, né, gente?
Responder a própria pergunta, né?
A própria pergunta.
Não dá para ver.
Eu lembro que quando eu comecei na internet, eu abri minha conta no Facebook em 2011, né? E aí eu tinha uns atletas lá, né? E aí tinha uma atleta chamada Laís Santos. Ela: Joel, nunca vi um negócio desse, você posta, você mesmo curte. Aí eu: mas não é para curtir? Lógico que não. Eu falei, tem 3 curtidas, uma é minha, 33% do algoritmo é meu, da minha mãe. Eu postava e eu mesmo curtia, né? Lógico. Então tá, botou aqui energia, diminuiu custos, otimizou custos.
E eu quero só acrescentar uma coisa, 2020, 2021, que tanto eu quanto Yuri, nós temos uma filosofia aí de vida que nós acreditamos que nosso somos corpo, mente e espírito. Então a gente já treinava nessa época, a gente já cuidava muito do corpo, a gente tava tendo ali acesso aos conteúdos gratuitos, né, YouTube, live e afins. Só que uma parte, que era a nossa parte espiritual, a gente tava negligenciando, né. Eu era católica, eu me batizei na igreja evangélica em 2018. 2019, fiquei meio em cima do muro.
E aí 2020 foi o ano da Sabe o fundo do poço quando ele chega e você não tem para onde você pedir socorro? E aí foi o ano que a gente realmente assim se prostrou, tivemos nosso primeiro encontro com Deus, e foi no ano de 2020. E diante de tudo que a gente tava vivendo, a gente tava na caverna. Eu apelidei o espaço de caverna porque era um lugar bem ruim, tinha uma luz, o banheiro não tinha porta, era terrível. Tenho fotos e não era muito legal trabalhar naquele lugar.
Então pensa nós dois como os cabeças ali daquela empresa, com uma pessoa só trabalhando com a gente. Como que ter ânimo, né, para conduzir? Para, nossa, eu vou acordar hoje, eu vou para empresa, nossa, e minha empresa é maravilhosa. E não era essa nossa realidade. A gente tava num cenário totalmente ao contrário do que a gente queria. Só que a gente tava vivendo um dia de cada vez para justamente a gente conseguir sair daquilo.
Só que se você me perguntar, Fabi, você acha que quando você tava na caverna você conseguiria imaginar que você estaria onde você tá hoje? Não. Quando a gente tava lá, a gente só queria entregar as vendas do dia, ter dinheiro para pagar e livrar nossa conta, tirar o nome sujo e sei lá, comprar o apartamento. E era essa nossa meta. A gente não tinha essa, essa visão assim. E eu acredito fielmente que se não fosse a nossa fé, não fosse essa, esse encontro mesmo, talvez não estaríamos aqui, porque era muito dificultoso assim.
Hoje a gente floreia, a gente conta de uma forma rindo, mas a gente passou muito perrengue. E graças a Deus por isso, né, porque isso nos trouxe até aqui. Só que a gente nunca se vitimizou, nunca ficou reclamando, contando historinha triste para ninguém. Os nossos amigos muito próximos, a gente, eles não souberam de nada Tipo, Fabi, a gente ia num churrasco. E aí, gente, como tem— não, a Soldiers tá voando, Soldiers tá assim, ó, só cresce.
A gente não falava porque primeiro que ninguém ia ajudar, e a gente também não tinha que ficar, ai meu Deus, ó céus, ó vida, que isso não leva a gente a lugar nenhum. Então a gente falou, meu, a gente precisa colocar a mão na massa, a gente precisa de Deus e trabalhar, e não ficar se vitimizando, contando história triste, sabe? Fazer o negócio acontecer, que era o que a gente tinha para fazer, né? Adulto não fica de mimimi, vai lá e faz, vai lá e resolve.
Boa, massa, muito bom, inspirador. No outro ano vocês quadruplicaram, 3 milhões para 12. O que que vocês fizeram de diferente? Eu acredito que vocês mantiveram as coisas que deram certo e adicionaram outras coisas, certo? Sim, que que foi feito aqui?
Pela primeira vez a gente começou a estruturar um time, que foi em 2022. Então deixou de ser Yuri e Fabi fazendo tudo e nós começamos a fazer uma coisa que é extremamente difícil para quem começou do zero, que é delegar. Porque a gente costuma achar que controle é igual a segurança. Controle não é igual segurança. Esse controle, na verdade, ele é um medo disfarçado, e você quer fazer tudo porque você acha que só se você fizer do seu jeito que vai sair tudo certo.
Então quem começou do zero, o cara fala assim: ah, mas eu fiz até hoje aqui do meu jeito. Não vai ser do meu jeito, né? Não tem como. E você quer manter aquilo. Só que nesse momento onde a gente começou a montar o time A gente começou a entender de que a gente precisava começar a abrir mão, a desapegar de algumas coisas para que o negócio crescesse. Porque se a gente tivesse que se envolver em cada processo, em cada decisão, em cada ação, a empresa não ia ter crescido da forma como ela cresceu.
Então a gente começou a contratar, colocar nas posições, e começou ali pela primeira vez formar um time de verdade que não era mais só nós dois, né? A gente terminou 2022 ali com umas 10, 15 pessoas. Então é uma coisa você liderar uma pessoa, outra coisa é você liderar 15 pessoas. Então a gente precisou expandir muito a nossa cabeça, a nossa visão, para que a gente pudesse ter capacidade de liderar essas pessoas e também de dar a chave na mão delas de determinados processos e falar, cara, vai lá, você vai tocar, porque eu preciso olhar outras coisas.
É, e nesse momento, além de todas as outras coisas que eu fazia ali na Soldiers, eu também fazia recrutamento e seleção com meu vasto conhecimento de zero, de zero, porque não tem isso, né? Então fazia recrutamento e seleção, TI e D, treinava os colaboradores. Nesse momento a gente ainda não tinha um processo totalmente desenhado da empresa, então não tinha um processo mesmo elaborado, uma rotina. A gente tinha rotina aqui das vendas, dos horários das coletas, tal, tudo certinho, mas a gente não tinha um processo bem estruturado, né?
Não tinha nada disso. Então a gente ainda tava na operação, eu ainda acompanhava todos eles no Eu era tipo Severino, sabe? Uma hora eu tava fazendo recrutamento e seleção, outra hora eu tava procurando as pessoas pra trabalhar, outra hora eu tava dando feedback, outra hora eu tava treinando, outra fazendo pedido. Então a gente ainda participava muito, mas ali a gente já começou a aprender a delegar. E tanto eu quanto o Yuri também a aprender o que nós dois tínhamos de melhor.
Ali foi o início, assim, né? Porque tem muitas pessoas que perguntam como que é empreender em casal. E a minha resposta é entender o que cada um faz bem e não ficar os dois tipo, ai, por que você fez isso? Por que você fez aquilo outro? Porque não era para fazer desse jeito. Não, se eu peguei esse filho para mim, se eu peguei isso daqui, então confia no que eu tô falando e compra a ideia junto. Ah, mas por quê? Então aí você tem que convencer o outro do porquê que você tá fazendo aquilo.
E esses dias o Alfredo Soares do G4, ele foi lá na Soldiers para gravar um quadro dele lá, e ele perguntou exatamente isso: como que é empreender em casal? E eu falei para ele: eu acredito que para o casal ele ser bom, um bom casal de sócios, ele tem que ser um bom casal no individual. Porque se o casal ele não é bom no individual, ele só vai transferir a frustração para o negócio. E aí a chance de separação é 100%. Então se o casal ele não tiver bem alinhado na sua, ali na sua casa, com a sua família, com tudo, se for sócio não vai dar certo.
Então nesse momento a gente começou a delegar, continuava participando da operação, e também começamos a identificar o que tanto eu quanto Yuri fazia de melhor. Mas ainda isso ainda não tava bem definido nessa época. Mas já começou a encontrar o início.
Muito bom. Montagem de time, alinhamento, clareza de papéis. Legal. Primeiro lá foi energia, pegou a empresa pela mão e falou: vem, vou fazer tudo. Aí você foi empilhando, empilhando, empilhando. Gente, mas vocês saem de 12 milhões, vão para 150. E aí, qual foi a grande mudança aqui?
A grande mudança foi uma coisa que eu acredito muito e eu falo para todos os empresários, chamada educação empresarial. Foi o que aconteceu nesse ano. Sabe por quê? Deu trabalho, deu trabalho, né? Vou contar essa história. Pela primeira vez eu entendi que o empresário tem que aprender com outro empresário. E que eu precisava estar perto de pessoas que já tinham o resultado que eu queria. Eu entendi isso e eu comecei a frequentar ambientes de forma totalmente intencional.
Pela primeira vez, de 2, no final de 2022, pela primeira vez a gente desenhou um planejamento estratégico. Antes desse período eu nem sabia o que que era planejamento estratégico. Quem que me ensinou? Foram os caras que estavam ao redor. Chegou no final do ano: e aí, vai desenhar planejamento estratégico? A gente falou: o quê? Como que faz? Aí o cara: não, não, fica tranquilo, eu vou te ajudar. Então pegou na nossa mão, foi lá, ajudou a fazer, ajudou a estruturar.
E é uma tese que eu defendo e você defende muito até hoje, que é essa da educação empresarial. E é engraçado essa história porque quando eu passei por isso a primeira vez, eu confesso para você que eu era uma pessoa descrente. Desse modelo de educação. Eu era muito descrente. A gente tava em 2022 vendendo bem, só que num momento de caos, porque tava crescendo ali, mas era aquele caos de construção, aquele caos positivo. E a Fabi, como uma mulher sábia que edifica o lar, ela olhou para mim e falou, Marcelo, você precisa de ajuda.
Aí eu ajuda. Ué, contratar mais gente? O que que você tá falando? Não, não, você precisa de ajuda, você precisa de sentar com pessoas, você precisa de conversar, você precisa de aprender.
É porque, só um parênteses, porque eu já vim do mercado de, eu fiz, já trabalhei com desenvolvimento pessoal, já trabalhei com, me formei em coaching também. Então eu já tinha sido picada pelo mosquitinho do curso, das mentorias, de estar nesse Só que eu me afastei, obviamente, porque a gente não tinha condição. E tá tudo bem, era o momento de vida que a gente tava. Só que a gente tava no caos, né? Nesse momento que eu falei da mentoria, a gente já tava com cerca de 15 pessoas.
E eu falei, amor, a gente precisa de ajuda. Só que assim, eu já tava convencida, eu já sabia do que a gente precisava, já tava até procurando lugar para a gente fazer. Só que eu precisava convencer ele, né?
Aí ela falou, não, porque eu tô vendo aqui um curso, uma imersão Aí eu, para, esses cara de internet, que que esses cara sabe de vender, de vender produto físico, de operação, de logística? Para, esses cara não sabe de nada, esses cara é empreendedor de palco. Não, esquece. E ela, não, mas precisa ir, precisa ir. E aí deu um jeito, arrumou uma forma de me enfiar lá. Primeiro dia era uma experiência que teve A gente foi na XP conversar com nada mais nada menos do que Guilherme Benchimol.
Primeiro dia, largada, pá! Chegamos lá numa sala com 15 pessoas. Ela não foi, ela foi muito ligeira porque ela falou, não, amor, eu fechei o curso aqui, eu tá ok. Chegou no dia, ela acordou, falou, vai lá, é você que vai. Eu falei, não, é você. Ela falou, não, não, é você. Eu falei, não, mas foi você que fechou.
Eu falei, eu fico aqui cuidando dos pedidos dos produtos, vai, vai de boa, fica tranquilo que eu seguro e vai fazer o curso.
E aí eu fui, cara. Primeiro dia, Guilherme Benchimol, sentamos numa sala com 15 pessoas. Primeira coisa que ele chegou lá e falou, para de querer pegar a fruta do alto, pega a fruta baixa. Para de querer inventar moda, faz o simples, cara. Mas foi assim. E eu assim, ó, só assistindo Guilherme Benchimol falar, eu falei, meu Deus do céu! Ok, isso primeiro dia. Voltei para— era um, era tipo sexta, sábado e domingo. Eu voltei para casa já com a cabeça daquele tamanho, né?
Aí no dia seguinte, no sábado, de novo conteúdo o dia inteiro. E os cara, ó, descendo a chinela e me falando lá um monte de coisa que eu nem sabia o que que era. Eu falei, cara, que que é isso? Beleza. Domingo de novo, chinela, conteúdo, conteúdo, conteúdo. No final, os cara, ó, quem quiser continuar com a gente, a gente tem um programa de 1 ano, tal. Cara, eu fui lá, R$150 mil. E a gente nessa época, pelo faturamento aí, você deve imaginar, 2022, que pô, era um faturamento de 1 milhão por mês, não era um faturamento alto.
R$150 mil entrou numa mentoria, nem avisei para ela, cheguei em casa, falei, comprei. Amor, comprei!
Não, você me ligou.
É, eu liguei, né? Eu liguei, eu liguei, mas já tava comprado, né? Liguei só para falar que eu tinha comprado.
É porque o ticket do fim de semana, abençoa, era, não era tão alto. Aí ele me ligou e falou, fechei. Mas qual o valor?
Ele falou R$150.
Eu falei, como assim? Como que a gente vai pagar, cara? Tipo, a gente não tem dinheiro. Como você vai ficar desesperado em casa? Eu falei, meu Deus, era só para ele ir. Ele aprender, eu coloquei, trazer o conhecimento e tal. Aí ele não fechei. Falei, misericórdia, como que a gente vai pagar isso?
Aí eu falei para ela, falei, amor, você não tá entendendo, os caras estão falando de umas siglas lá que eu nem sei o que que é. CAC, LTV e não sei o quê, e cash flow, e EBITDA.
Eu preciso aprender isso, né?
Eu sentei com um cara do meu lado que alguns aqui até conhecem, inclusive, E aí eu comecei, ah, que que você faz? Ah, eu tenho uma empresa de gás. Eu achei que o cara tinha uma franquia daquelas que vende bujão de gás. Eles estão rindo porque eles sabem, cara, é assim, é muito grande. E aí o cara, não, e pai, pô, o cara começou a falar, eu falei, meu Deus do céu! Eu falei para ela, liguei nesse dia que eu liguei no domingo, eu falei, amor, a gente tá brincando de ser empresário, a gente tá brincando.
Existe um empresário de verdade, que é essa galera aqui que eu tô conversando aqui, e existe nós. Se a gente quiser acessar esse novo nível, a gente precisa tomar uma atitude radical. E é por isso que eu fechei. Como a gente vai pagar, eu não sei. Deus proverá, Deus proverá. Mas eu sei que a gente precisa estar ali parceladinho.
A gente compra até um foguete na parcelinha, gente. A gente compra até o Coliseu, como diz o Mauro. Vou até a Lua. R$150. Olha só que coisa interessante. Foi incentivado pela Fabi. Fabi tomou uma decisão, comprou. Na hora de ir, vai você? Não vou.
Vai.
Yuri reticente, foi, sentou. Mentimol na canela, fruta baixa, não inventa moda, fica melhor. Ele deve ter falado: aumentar receita, diminuir custo, melhorar qualidade, padrão. E aí você vê os números, vê o jogo, viu a sigla e falou: eles estão falando outro idioma e eu quero aprender esse idioma. A pessoa que não queria ir no curso, algumas horas depois faz um investimento de R$150 mil. E segundo esta pessoa, que é o Yuri, é por esse motivo que ele cresce de de R$12 milhões para R$150 milhões. Ó, mostro para vocês, cara. Uau!
Irmão, sabe por quê? Tem uma frase, ó, pode falar.
Vocês tinham todo o dinheiro para pagar?
Não, nem a primeira parcela direito.
Eles não tinham todo o dinheiro para pagar, mas eles viram, né? Eles enxergaram. Quantas vezes a gente enxerga coisa, né? E a gente fala, cara, eu não consigo ter o dinheiro para pagar. Mas espera aí, cara, eu já vi que é isso aqui, tá Vai dar. E aí a gente consegue, que enxergou o caminho. Você ficou corajoso, vocês ficaram corajosos, vocês viram o caminho. Vocês não ficaram corajosos, vocês estavam na nebulosa. Não era nebuloso, né? Tava claro. Aí vocês foram. Mas olha só, tem mais coisa aí.
Tem. Eu descobri nesse momento aí, só complementando, que a empresa cresce até o limite do empresário que a lidera. A empresa nunca cresce mais que o empresário, não existe isso. E eu entendi isso, e quando eu entendi isso eu falei, tá, se isso é um fato, o que que eu preciso fazer? Eu preciso expandir a minha cabeça, expandir a minha visão para que o meu negócio consequentemente cresça. Ninguém vai botar na minha mão um negócio de bilhão do nada, você concorda?
Eu preciso ser uma pessoa preparada para tocar um negócio de bilhão. Como que eu vou ser uma pessoa preparada para tocar um negócio de bilhão? Convivendo com pessoas que tocam negócios de bilhões, entendendo o que que elas fazem, quais são as estratégias, quais são os gargalos, como elas chegaram lá. E aí eu vou criar o meu próprio caminho baseado nisso. Então quando eu entendi isso, eu falei, cara, então assim, não é um pensamento egoísta, mas é primeiro precisa ser eu para depois eu levar isso para empresa.
Nunca vai ser o contrário. A empresa não vai acordar e vendeu muito aqui do nada, não vai acontecer isso. E eu tive a clareza nesse momento de que precisava tomar atitude radical.
E um outro ponto, só acrescentando, é do aprendizado rápido. Então assim, eu e o Yuri nesse momento, nós éramos muito, e somos até hoje, né, muito ensináveis. Então na medida que eles passavam tudo que a gente tinha para fazer, porque tava bem bagunçado o nosso negócio, muita coisa a gente não tava fazendo, então tudo que eles passavam para nós, a gente já colocava em prática. A gente não esperava, tipo, ah, segunda-feira vamos ver.
Ou então ficava questionando eles, ah, mas por que isso? Mas por que aquilo? As pessoas já trilharam o caminho, elas já passaram por aquilo na empresa delas, né? Os mentores de lá, eles eram empresários, tinha uma operação também acontecendo. Então, claro que você não vai ouvir uma pessoa que não construiu nada, obviamente, né? A gente sabe. Mas ali nós estávamos focados para isso. Eu entrei na mentoria junto, nós entramos juntos.
Entramos juntos e tudo que eles falavam a gente fazia, aplicava, aplicava. É porque às vezes eu vejo que há muita dificuldade, né, dos empresários, é às vezes ficar batendo de frente ou ficar, ai, mas eu não vou fazer isso daqui, não faz sentido isso daqui. Não, você, a pessoa já passou por isso, tá te falando, ouve, né, veja se faz sentido e coloca em prática. Então a gente colocava muito rápido.
É porque vocês eram uma folha em branco, né, cara?
Para mim, uma das principais habilidades que o empresário precisa ter é a velocidade de execução entre aprender algo novo e colocar esse algo novo em prática. Aprendeu, entendeu, teve clareza de que é aquilo, coloca em prática o mais rápido possível. E o senhor é uma das pessoas que são mais incríveis nesse fundamento. Você é extremamente rápido, eu aprendi isso com você. Você toma uma decisão, e eu já vi você tomando muitas decisões, você toma uma decisão, você pega esse queridinho aqui, ó, e é na hora, você já liga na hora, você já resolve na hora, você já coloca em prática na hora, porque você entendeu o que precisava ser feito.
Se você já entendeu, vamos fazer o mais rápido possível. Exatamente. E para mim essa é uma das principais habilidades que o empresário precisa desenvolver, porque vai mudar o tempo todo. Toda hora você vai descobrir algo novo, toda hora você vai aprender, você vai expandir sua visão, você vai ter acesso a uma coisa nova. Quando você entender aquilo, coloca em prática rápido, rápido.
Foi o que vocês fizeram, foi o que a gente fez. De 12 para 150, educação empresarial legal, e aqui o resultado exponencial, maravilhoso. A vida mudou. A vida mudou aqui, né? A vida mudou. Aí todas aquelas coisas novas que vocês aprenderam, vocês aplicaram rápido. Quem tá nessa fase aqui agora que reconhece que precisa aprender coisas sobre negócios para crescer mais ainda o seu negócio? Quem acredita nessa fase? Ó, tá. Joel, eu preciso acessar um conhecimento novo, né?
Eu preciso acessar uma mentalidade, uma nova ferramenta, uma nova visão, um novo canal de aquisição. Que idioma que é esse? Que sigla que é essa? Estão falando, meu, que termo que é esse? O que é isso? E aí, quanto mais você acessa, conhece, descobre, percebe, entra em contato, mais seus olhos abrem e mais gana você tem. E olha só que coisa interessante: por R$150 mil, os cara saem de 12 para R$150 milhões de reais, 1%. Tô certo? Não, 0,1, porque 10, 15, 0,1 de investimento.
Eles investiram 0,1, o ROI foi bom, né?
Uau, 0,1! Aí depois a Fabi entrou, foi o quê, segunda cadeira talvez, metadinha, cara, 0, sei lá, 15. Legal. E no outro ano, pô, de novo vocês saem para R$250. O que que foi aqui?
Só uma lembrança que eu tive agora de 2000, e a gente tá em 2022, R$150.
2022, R$12. 2023, R$150.
É, não, dessa mudança dos R$12 para R$150. Teve um acontecimento no mercado que eu sempre, sempre falo dele também, porque eu apelidei ele de— muitas pessoas falam coincidência, né? Eu chamo de Jesuscidência, porque nesse momento, não sei se você vai, se você lembra, teve o finalzinho, quase que o finalzinho ali da pandemia. É que não foi, não vou me apegar por data, mas eu lembro que foi bem nesse marco assim Ainda tava acontecendo a pandemia, teve um resquício e teve muita falta de muitas coisas, mantimentos mesmo, mercado, arroz, é mercado mesmo.
E teve uma falta muito grande de creatina no mercado. E uma coisa que é um dos nossos valores, que a gente preza até hoje, que o Yuri desde quando ele fundou ele sempre prezou muito, foi com de ter um bom relacionamento nosso fornecedor, com os nossos fornecedores. E nessa época onde teve a falta da creatina no mercado, os fornecedores eles escolhiam para quem eles iam vender. E quem tava na lista? A Soldiers, por conta desse valor, da gente tá lá, de manter o relacionamento.
Nós fomos, voltamos da China agora, a gente foi para China convite dos nossos fornecedores, tudo all inclusive.
E quando eu tava falando aqui, eu fiz uma conta. Que conta? Eu vou perguntar uma coisa aqui, pera aí. Vai falando aí qualquer coisa.
Não, e só complementando essa parte que o Yuri vai querer falar também. E aí nós somos a convite dos nossos fornecedores. Então você imagina, para a gente conseguir esse convite, o quanto que eles não vendem, né, para nós. E pode, pode.
Não, então nesse momento Foi engraçado porque teve muita empresa grande, empresa, muita marca grande que ficou sem creatina, que é o principal produto de muitas empresas. E a Soldiers, por ser fiel aos fornecedores, que a gente tem fornecedores hoje que são os mesmos de 12 anos atrás, a gente nunca chegou a ficar sem um dia, sem sabe, de falar assim, pô, zerou. Não chegou a acontecer nenhum dia, cara.
Só que daí nesse momento a gente ganhou uma fatia muito grande do mercado que a gente não tinha, né?
Porque eram as pessoas que tinham a marca ali que elas gostavam, elas iam procurar creatina dessa marca, quando ia ver não tinha, e aí acabavam buscando outras opções. E foi aí inclusive também que fizeram um teste cego, que muitas empresas estavam adulterando a creatina para fazer render, enfim. E fizeram um teste cego com 90 marcas, e quando saiu o resultado, a Soldiers era a terceira mais pura do Brasil, e ela era, o custo-benefício, ela era muito melhor do que a primeira e a segunda, porque elas eram 0,0 alguma coisa de diferença de pureza, só que o valor custava um terço.
Então automaticamente a gente vê um selo do mercado ali de de custo-benefício, né? A gente já sabia a qualidade que o nosso produto tinha, só que uma coisa é nós falarmos da qualidade, outra coisa é uma entidade de fora acabar validando o nosso produto, que por ser um consumível ele precisa que tenha uma confiança muito grande. A gente vai ingerir esse produto, a gente vai comer, a gente vai dar para os nossos filhos, então a gente precisa confiar naquilo que a gente está ingerindo.
E nesse momento foi um momento que também a gente ganhou bastante mercado, não só pela falta, mas pela, pela essa validação que a gente teve ali naquele momento.
E também um fator de que a gente tava posicionado, nós estávamos dentro da mentoria, então a gente tinha todo o acesso a eles para a gente não quebrar, porque a gente começou a vender demais. Então por nós estarmos bem posicionados, ter essa vantagem competitiva que a gente ficou ali Ganhamos uma fatia muito grande do mercado e a gente tá com a estrutura melhor do que a gente tava antes, porque se isso tivesse acontecido lá no passado não teria dado certo. Então a gente tava no lugar certo na hora certa.
Já fez a conta aí? Eu ia pedir o pessoal pegar umas barrinhas aqui para a gente comer enquanto você fala.
Eu vou mostrar uma conta e a gente vai comer uma barrinha.
Vai pegando as barrinhas aí.
Vocês deram conta que esse ano vocês vão fazer o primeiro bilhão de reais de vocês?
Não é acumulado, é esse ano.
Sabia disso? Não, eu fiz a conta.
Obrigada por conta de 1 bilhão.
O primeiro 1 bilhão de reais acumulado da Soldier vai acontecer em 2026. Palmas, cara! Fiz a conta aqui, foi somando, fui. 1 bilhão, seu primeiro bilhão agora.
Glória a Deus!
Sabe em quanto tempo vocês fizeram isso? Vamos fazer isso em 6 anos. Sabe, eu fiz aqui, chat, me diz em média as maiores empresas do Brasil em quanto tempo elas fazem seu primeiro bilhão acumulado. Olha isso: Nubank, 4 anos. Stone, 3 anos. XP, 5 a 6 anos. BTG, 6 anos. WEG, 8. Localiza, 9. Magazine Luiza, 10. Grupo Boticário, 10. Petrobras, 5. Vale, 8. Embraer, 8. JBS, 15. Suzano, 15. Cozã, 15. Bradesco, 10. Itaú, 10. Vocês fizeram em 6.
Eu sei que a Wise Up fez em 13, que o Flávio já me falou. Esse foi o tempo que algumas das empresas que eu peguei aqui, até a empresa que o Flávio Né, fez, levou 13 anos. Vocês vão fazer o primeiro bilhão de reais de vocês em 2026, em 6 anos, cara.
Uau, uau, cara, que eu não tinha noção.
Não tinha feito essa conta, nunca tinha feito essa conta, cara. 300, que não vai ser 300, vai ser um pouquinho mais por causa da educação, mas 270 mais 250 mais 150 mais 12 mais 3 mais 500. Vocês estão falando, eu tô aqui, ó. Porque eu tô fazendo a continha assim, eu falei, mas peraí, 150, porque eu falei, gente, de 2023 e 2024 vocês fizeram R$400 milhões. De 2023, 2024 e 2025 vocês fizeram quase R$700 milhões. De 2023 até 2026 O negócio tá aqui.
Vocês fizeram R$150 mais R$250, R$400, mais R$300 desse ano, R$700. Vocês fizeram R$970 milhões, sem contar o braço da educação que vai passar desses R$30 milhões. Vocês fizeram R$1 bilhão em 4 anos. Merece um reloginho. Obrigado, obrigado.
A licença poética.
Merece um.
Já tá encomendado.
Já tá ou não tá?
Já tá.
Já tem aquele lá que eu te que eu mostrei já tá encomendado, já, já tá encomendado.
Quero o primeiro bilhão aí, ó.
Agora tem motivo, gente.
Bonito isso, né? Saibam disso, senhores. Quem são os mentorados do Yuri aqui? Saibam disso, é com essa pessoa que você tá caminhando, com o cara que fez R$1 bilhão em 4 anos. Um bi, pô, cara. Saiu do zero, saiu de baixo, tava lá, ó, motoboy, motoqueiro, faxineiro, no bom sentido, obviamente, né? Zero depreciação, muito orgulho, sabe? Limpando, limpando.
Não reclamava não, tava feliz.
Exato.
Sabe uma história engraçada de Motoboy?
Pagou R$150 mil quando não podia. Ó, sabe quando que foi? Tem 4 anos, cara. 4 anos não foi ontem, mas foi anteontem, hein, gente? 2022, cara. E sem sair da pandemia. Fica essa lição barra inspiração para vocês, pessoal. Fique com isso na cabeça de vocês. Se você tava precisando de um sinal, caramba, meu, de coragem, de acreditar, de ir para cima do que você, pô, do teu sonho, não desista do teu sonho, cara. Não desista do teu sonho.
Não desista do teu sonho. Só que agora você tem Você tá estendendo a mão, né, para ajudar as pessoas. Aí você veio 2024, 23 para 24, eu conheço vocês. E aqui eu vi uma cabeça diferente, eu vi uma cabeça de ecossistema, uma cabeça de, como eu falei no começo, criar empresas, adquirir empresas. Já vieram gente, já começou gente a sondar, né, já tem um tempinho. Você tem vontade de vender empresa? Você tá com querer comprar, né?
A gente tá do outro lado da mesa, vocês são os consolidadores, né? Vocês querem comprar. No passado fizemos uma aquisição pela primeira vez, processo diferente para gente, mas foi bem legal, aprendizado muito grande. Além de abrir novos braços, a gente fez esse movimento que foi com a empresa de barrinhas. E a gente fez esse movimento por alguns motivos. Inclusive, a barrinha não chegou aqui, mas daqui a pouco a barrinha vai chegar.
Traz uma barrinha, gente.
Ó, inclusive, aproveitando, deixa chegar a barrinha aí, eu já, eu já falo. Aí, ó, aí sim, hein, barrinha! Essa aqui é boa, hein, barrinha! Aqui é chocolate com morango e tem a outra que é—
mas o pessoal tá comendo?
Ó, essa aqui é nova, tá?
Vamos comer junto.
Essa aqui é nova, você nunca experimentou. É nova, ela vai ser lançada amanhã, na verdade. Tem 12 gramas de proteína, zero açúcar, zero glúten. É muito boa. Come aí para você ver, depois você dá o seu review.
Zero glúten, porque não podemos, não podemos. Zero açúcar adicionado, whey protein, 12 gramas de proteína. Protein Bar Soldiers, bonito.
Come aí, come aí, come aí.
Come aí.
O pessoal tá comendo, temos aqui comendo também que guardaram. A gente adquiriu essa empresa que era uma fornecedora nossa. Além da barrinha ser muito gostosa, esse é um dos motivos, obviamente. Eu vou esperar você dar o feedback. Tem uns crisps agora que a gente tá aprendendo a fazer coisa nova. Nossa, gostoso, crisp diferente, né, da outra. Delícia, só vai querer essa agora, né? E essa empresa, além dela produzir barrinhas, a gente comprou ela porque ela tem 3 licenciamentos muito interessantes.
O primeiro deles é o da Everlast, então é aquela marca amarela de boxe que é famosa mundialmente, uma marca americana que é muito forte no universo da luta. Então o que que a gente pensou, cara? Nós como Soldiers, a gente não vai conseguir chegar nessa comunidade da luta tão forte quanto a Everlast. Porque o cara que tá lá, ele já usa a luva da Everlast, ele já usa sapatilha, ele já treina na academia já de Everlast. Se você colocar um suplemento de Everlast, ele vai comprar qual?
O que é especialista na comunidade dele, na luta, ou ele vai comprar o que vende para todo mundo? Provavelmente ele vai comprar o que é especialista. Então Everlast hoje Nós somos responsáveis por toda a fabricação e distribuição da Everlast aqui no Brasil, não só de barrinha como de todos os outros suplementos também. Segunda, que ainda não foi lançada, Speedo. Para você que veio do universo da natação, adoro, conhece muito bem a barrinha.
Barrinha também, nossa, barrinha e suplementos em geral. É uma marca muito forte no público de endurance. E que vem crescendo nos últimos anos, né, que é os esportes de corrida, Ironman, enfim. Então novamente, pensando em ecossistema, a gente falou, cara, a galera do triatlão, por exemplo, vai comprar da Speedo, que é a marca de quem eles já usam óculos, o macacão, a sapatilha, ou vai comprar de uma marca que vende para todo mundo?
Ela vai comprar da Speedo. Como que a gente chega nesse público? Tendo uma marca que atende esse público, que só fala com esse público. Essa marca não foi lançada ainda, né? Essa linha de suplementação da Speedo tá em desenvolvimento. E a cereja do bolo, por último, é a Disney. Então amanhã, inclusive, nós iremos fazer um lançamento de uma linha de barrinhas frutadas da Disney. São 6 barrinhas diferentes, são barrinhas para você dar para o seu filho.
Porque são barrinhas que são, tem a base como banana, e elas são nada mais nada menos do que banana com morango adoçado com tâmara, banana com maçã adoçado com tâmara, legal, banana com mel adoçada com tâmara. Só que a banana com mel é do Ursinho Pooh, a banana com maçã é do Mickey e da Minnie, a banana, sei lá, com uva é da Frozen, o outro é do Toy Story, enfim. E a gente vai lançar isso amanhã para atender um público infantil que nós como Soldiers não conseguiríamos atender também.
Então novamente mais uma marca ali para o nosso ecossistema. A empresa que a gente adquiriu ficou 2 anos passando pelo processo de validação da Disney, de treinamentos, de capacitação, de homologação para poder criar esses produtos. Então é um produto muito interessante. Muito legal mesmo, e o custo vai ser baixíssimo também.
Então tá, a partir de amanhã, senhores, temos barrinha de cereal da Disney, barrinha de cereal da Speedo, barrinha de cereal— Evelash já tem suplementos da Evelash, mais Soldiers, mais barrinha nova da Soldier, que é fenômeno, né? Absoluto, creatina puríssima, e o resultado é maravilhoso. Agora quero ir para outro assunto, um assunto importante que eu gostaria que vocês soubessem da minha boca. O Yuri e a Fabi hoje eles têm uma nova vertical, eles ensinam, certo?
Eles não queriam não, tá? Ele não queria, ele não queria. Yuri, cara, pô, você é um cara de 250 milhões por ano, pô, você sabe muito. Já tava lá nos ecossistemas de mentoria, já fazia parte dos grupos. Eu dava exemplo dele toda hora, dava exemplo da Fabi toda hora. Eu tava no palco, falava uma coisa: Yuri, olha isso aqui, gente! E ligava, e ele servia de case. Ele tinha case maravilhoso, case de e-commerce. Ele explicava para os mentores, para os mentores não, para os mentorandos.
Aí ele sentava, a turma ficava ao redor dele, ele explicava o que ele tinha feito, ele explicava, a galera gostava, ele tinha resultado, a galera gostava. Até um dia que eu falei, Yuri, cara, abre um braço de educação, cara, ensina. Não quero, vou não, vou focar na minha empresa. Não porque ele não acreditava, não era isso não, é porque ele queria focar na empresa. Não, deixa eu focar aqui na Soldier, deixa eu focar aqui na Next 10.
A gente tava lançando uma marca de roupa agora com a Fabi. Legal. Aí dava um tempinho, Yuri, Fabi, vamos?
Não.
Aí de tanto falar, teve um dia que ele falou assim para mim, pô, meu, Tem uns caras que ensinam e não tem meu resultado. Pô, ele se irritou. Eu falei, viu, ensina, pô. É verdade, você é um cara de quase 300 milhões por ano, agora você é um cara que, pô, já vai fazer o seu primeiro bilhão este ano, e concentrado nos últimos 4 anos você tem muita coisa para ensinar. E além de você ter muita coisa para ensinar, ou seja, track record, tem muita gente querendo aprender com você.
Ou seja, as pessoas estão sedentas por conhecimento. A única coisa que você precisa é querer, porque se você tem resultado mas não quer, né, aí fica um pouco difícil, fica mais complicado. Ele: vou repensar. Depois ele repensou. Mas, ô Jota, eu vou, eu não posso perder o foco do meu primeiro negócio. Não vai perder. Não vai perder. Só que aí tanto a Fabi quanto Yuri ficaram muito relevantes, começaram a dar palestra, as redes sociais cresceram, podcast bombou, e começou a participar de vlog, participar de programas que tinham documentários, mini documentários.
Esse cara me decide ir para competição de fisiculturismo, ele chega para mim, falei: Joel, vou competir no fisiculturismo. Eu falei: irado! Incrível, tudo a ver com você, uma autoridade máxima no suplemento, a galera vai toda gostar dele. Falou, mas eu vou ganhar. Eu falei por dentro, né, falei, nossa, você vai o quê? Dele, vou ganhar. Eu por dentro, só desse cara participar, ele já tem meu coração, pô.
Já tá bom, pô.
Parar grande parte da tua vida para treinar. E eu acompanhei um pouco do treinamento dele, eu não treinei com ele, mas eu via ele treinando alguns dias, eu vi o horário, preparador físico dele, ele ficando forte, forte, forte e disciplinado. Aí teve um dia que eu falei, cara, eu acho que o Yuri, se ele mandar um pódio, já é o cara. Ele olhou para mim e falou, vou ganhar. Eu falei, Yuri, pô, mas vamos lá, cara, tem um monte de atleta, fica tranquilo.
Os cara já fazem isso há anos, tá tudo certo dele. Se for para ir para não ganhar, para que que eu vou? Ele falou assim para mim: não, cara, mas você é empresário, pô, já tá maravilhoso. Aí esse cara vai para o campeonato. Um dia antes ele passa aqui, a gente bate um papo, ele foi para o campeonato, sumiu. E eu já sabia, e eu não podia ir. Eu ia, eu acho que eu tava em Orlando. Eu tava enrolando. E, gente, ele some, foi competir, sei lá, ele ficou umas 10, 12 horas sem botar nos stories.
E eu me ligado. Daqui a pouco eu vejo o feed, o cara ganhou o campeonato primeiro e botou assim um troféu. Eu fiquei tão impactado que eu peguei o, eu peguei o link da publicação e fui soltando em todos os grupos de WhatsApp, todos. Gente, o Yuri O Yuri ganhou, vai lá comentar com o Yuri. Aí eu botava no outro, botava no outro, botava no outro, botava no outro, botava no outro, botava tudo quanto é grupo para a galera comentar a vitória do Yuri.
Pô, fui atleta, sabe, gente? Eu sei o quão difícil é. Na minha cabeça era muito pouco provável, chegou um momento que era absolutamente improvável, e aí você venceu. Então isso aumentou a influência, Babi do teu lado te apoiando, porque o Yuri é o seguinte: quando ele tá bravo, ele fica calado, tá, gente? Não é, Fabi? Ele, eu já passei umas com ele, que ele, esse é o Yuri bravo aqui por dentro, tá, é vulcânico o negócio aqui, ó.
Dá até medo de perguntar alguma coisa, não é?
E o Yuri, ele fica na dele, ele fica em silêncio, ele fala pouco. Olha, tu vê no olho dele que ele já tá aqui, ó, ele tá segurando. Então eu perguntei, e aí, Fabi, e o humor, como é que ficou, né? Porque tudo isso mexe. E ele foi lá e venceu. Então tem mais essa skin, vamos dizer assim, tem mais esse novo atributo, gente. Então vamos lá, o cara que saiu de baixo, que é casado com a esposa, que foi, tem um filho que é um anjo. Eu vejo moleque, não sei, acontece uma coisa dentro de mim, eu gosto dele.
E deu resultado, criou a empresa, comprou a empresa Forbes Under 30, tá quantos anos? Ele não faz 33 nunca. Ele tem 32 anos, faz 5 anos ele fala vou fazer 33, não faz. Ele não consegue fazer 33 anos, esse cara. Aí tem 32 anos há 5 anos, e aí ele, ou seja, ele é jovem. O Yuri é jovem, Fabílio são jovens, cara. Não é, não é comum isso. Aí resolve ir para internet, cria conteúdo, aumenta influência. Fabílio aumenta influência, Yuri aumenta influência.
Vai para o campeonato, faz vlog, faz documentário, faz um monte de coisa. E aí percebeu, cara, dá para ensinar. Olhando bem aqui, né, dá para ensinar. Me conta esse momento de ensino, o teu negócio de educação, negócio hoje de vocês de educação, que várias pessoas aqui fazem parte, outras vão fazer parte porque confia em você, gosta de você. Ele tem qual objetivo? Ele ensina o quê e para quem?
Antes de eu responder, eu queria que alguém da minha galera respondesse.
Tá bom, vou escolher o microfone na galera.
Caião, Caião, cadê o Caião? Caião tá aqui na frente.
Caião, obrigado pela preparação, tá?
É assim, é, irmão, aqui é assim.
Mas o que é mais importante para a gente na mentoria, pelo menos para mim, que me fez estar aqui, veio de um podcast seu com seu Zé, é que Seu Elias, né? Ele não te ensina o que ele não fez. Ele fez para te ensinar. Então, o primeiro ponto. E o segundo, que para a gente também que é casal, é a parte espiritual e mental. Então, a parte dos negócios a gente já sabe, tá na literatura, tem mais acesso. Mas a parte espiritual, familiar e mental, isso é o que mais chamou atenção para a gente.
E, Caio, Quais são os resultados que você pode compartilhar aqui com a turma que você já obteve? Concretos, sabe, tangíveis. E tem uns intangíveis que não dá para calcular. Quais foram?
Foi concreto, foi: eu sou viciado no como. Então beleza, como você fez? Então, primeiro dia que eu tive lá, eu sou da loja física e tô entrando no marketplace no digital. Falei: cara, como que você fez marketplace? Tá aqui o Rafa, ele vai te falar. Falei, Rafa, como que você fez? Ele abre o computador aí assim, falei, cara, tá o próximo plano meu próximo ano montado. Então o que já foi pago já valeu, tô com plano prontinho por canal, por setor, quantas pessoas, tudo dado entre aspas, né?
E o intangível é você estar realmente próximo e convivendo com isso daqui. Isso te faz olhar de uma forma diferente. Sou do interior de Volta Redonda, interior do interior. Então a gente tá aqui em São Paulo convivendo com vocês e com pessoas tão gigantescas aqui. Isso mostra que a gente é muito mais capaz, que a gente já tá preparado. Então isso é o intangível, é o dia a dia, mas o como é o que fez total diferença para a gente.
Boa, muito bem, show de bola, Caião! Palmas para o Caio, parabéns pelo resultado, parabéns pela decisão de caminhar com Yuri e com a Fabi. Qual, como que você ensina?
Então vamos lá, para voltar um pouquinho a história só de como eu decidi fazer, foi através de muita provocação que você fez e vários momentos aonde eu vi pessoas que nem eram tão capacitadas fazendo, e do outro lado você me dando um apoio, um suporte, falando, cara, Vai lá, você consegue, vai dar. Eu falando, pô, se eu não me posiciono, outra pessoa se posiciona. E não só por— não tô falando de ego nem de vaidade, eu tô falando de eu tenho certeza que eu consigo entregar resultado para as pessoas.
Por quê? Porque eu já fiz isso. Tem casos aqui, por exemplo, de amigos, né, Tem o Rafa aqui na frente, que é meu amigo há uns 15 anos, que, cara, era uma pessoa que trabalhava no CLT, trabalhava tradicional ali no Parque do Ibirapuera. E de uma forma informal eu fui ajudando ele, dando vários toques, e ele saiu do trabalho e hoje tá com um negócio dele próprio. Tá faturando quanto por mês lá? 500K, 500K por mês. Isso faz quanto tempo? Um ano e dois meses.
6 milhões por ano.
6 milhões por ano.
Um ano e meio, um ano e dois meses depois de sair do CLT, 6 milhões por ano.
E ele tava com medo de sair.
E tava com medo e não queria.
Sim.
E nem foi uma mentoria de forma estruturada, era só ele me ligava, mano, como que eu faço isso? E é um cara extremamente ensinável, vai por aqui, vai por ali. Ele pau no gato, ele voltava. Mano, já fiz isso, tá faltando mais alguma coisa, tô com dificuldade aqui, eu liga para o fulano e liga para o ciclano. E fui assim, sabe, dando direção, dando caminho, dando acesso, dando net. Exatamente. Eu olhei e falei, cara, quer dizer que então o que, o que eu sei, tudo que a gente percorreu nessa trajetória é extremamente aplicável para outros negócios.
E não só o do Rafa, mas teve outros também que foi exatamente a mesma coisa. Aí eu falei, tá, Então beleza. E aí eu comecei a fazer um debriefing de olhar para trás e ver tudo que a gente tinha feito de bom e quais foram os principais pontos que eu fiz que deu certo e que eram replicáveis em outras empresas. Então para começar, eu comecei esse programa empresarial pensando em dois tipos de pessoa. Eu comecei pensando nas pessoas que vendem online já, assim como eu, em qualquer canal que seja, tanto marketplace quanto e-commerce, e querem crescer, querem passar para o próximo nível.
Beleza, eu falei, esse cara eu consigo ajudar ele easy, fácil. E um outro grupo de que eu não vendo online, eu venho do mercado tradicional do varejo, Mas eu já identifiquei que eu preciso vender online e eu tenho condição de executar, como o Caio falou aqui agora há pouco. Eu comecei pensando nesses dois, nessas duas pessoas que para mim eram extremamente fáceis. Só que ao longo da jornada, cara, você ouviu o depoimento do Caio aqui, começou a entrar pessoas que não eram do segmento de nenhum desses dois.
Não se encaixavam, mas que estavam lá porque, cara, queriam entender como que a gente equilibrava todas as coisas, como que a gente mantinha o nosso casamento, como que mantinha o relacionamento com meu filho, como que a gente viajava e continuava com o negócio crescendo, sabe? Então eu comecei por aí, só que depois começaram a vir empresários de outros segmentos falando, cara, beleza, isso aí é legal, mas eu quero aprender como que você consegue tocar todas as coisas, né?
Então eu fiz um debriefing e falei, tá, pensando nessa galera de vendas online ou que quer vender online, quais foram as principais coisas que eu fiz que deram certo, que dão certo para todos eles se eles fizerem, né? E aí eu criei o que eu chamo de Método PCM, que é o produto campeão. Todos eles que vendem online precisam ter um produto campeão. Você precisa ser conhecido por algo, tá bom? Então, por exemplo, a Soulja. Eu tô usando a camiseta da Soulja aqui, inclusive, que eu amo essa camiseta, que é de treino, mas não é de treino, eu uso aqui para tudo, para todos os ambientes.
Para mim, essa camiseta aqui, aquela regata que você gosta, campeã, beleza. A marca, ela fica conhecida por conta de um produto. Então, ok. Produto campeão, muitas vezes, e aí tem pessoas que trabalham com produtos de terceiros, elas vão falar assim, tá, mas então só quando você cria uma marca própria que é possível? Não, porque o produto campeão, muitas vezes a gente não tá falando do produto, a gente tá falando da oferta, da forma como a gente vai oferecer aquele produto, do jeito que a gente vai oferecer, se vai ser um kit.
Então às vezes é o mesmo produto que já é vendido em outros lugares Só que de um jeito diferente. Então, P de produto campeão. O C é de canal ideal. Então, produto campeão no canal ideal, ele vai dar certo. Porque pensa assim, ó, o produto campeão, ele precisa ser desenhado para o canal, não é o contrário. O canal não se adequa ao produto. É o produto que se adequa ao canal. Então você pega o seu produto campeão, você formata ele de um jeito que ele fique atraente dentro de um canal certo.
Vou te dar um exemplo: creatina de 1 kg. Nós fomos a primeira empresa do Brasil a criar creatina de 1 kg. E o porquê que nós criamos a creatina de 1 kg? Primeiro, porque é o suplemento com maior número de estudos científicos. Todo mundo deve consumir, validado. A família toda deve consumir. E aí eu pensei, se a família toda deve consumir, como que a galera tá vendendo pote de 200 gramas? Tem alguma coisa errada, a conta não fecha.
E se eu oferecer um pacote de 1 kg? Tá, se eu oferecer um pacote de 1 kg, meu ticket médio sobe, a pessoa consome creatina por mais tempo e paga menos por grama, porque vai ficar mais barato. E se eu colocar num sachê, numa embalagem refil, vai pagar mais barato ainda. Então eu consigo vender um produto de 1 kg que muitas vezes tem um preço igual ou melhor do que o de 300 gramas, formatado para aquele canal. Porque tem canais que se você colocar o produto acima de R$79, abaixo de um valor específico, já muda a regra de tarifação.
Então eu falei, esse produto encaixa aqui. Exatamente. E nós criamos a creatina de 1 kg e foi um sucesso. E o terceiro, que é o M, é a marca forte. É onde eu acho que a maioria das pessoas erram. Sabe por quê? Muitas vezes você acha um produto campeão. Vou dar um exemplo: essa cadeira aqui.
Muito bom, cara.
O cara encontrou essa cadeira aqui para vender na China a R$100 e ele consegue vender essa cadeira a R$300.
R$300.
Maravilha, ele encontrou um fornecedor, ele tá comprando, ele tá importando, ele tá vendendo e tá tudo maravilhoso. Só que ele tá, ele achou um produto campeão, você concorda? Ele achou o canal certo porque ele achou o jeito de vender essa cadeira. Só que ele falou assim, que negócio de marca, cara? Botar dinheiro no bolso, investir em influenciador, em branding, não precisa disso daí. Eu compro a cadeira por R$100, vendo por R$300.
Money in the pocket, simples. E esse cara, ele vai deixando, e eu vejo isso acontecer o tempo todo, tá? Ele vai deixando, ele vai deixando, e ele não investe na marca. O que acontece em algum momento? O concorrente dele descobre essa creatina lá, essa creatina, essa cadeira lá na China por R$100, e ele também começa a comprar. E ele vê que você vende a R$300, ele fala, eu vou vender a R$250, ainda vou ganhar dinheiro. E ele vai lá e rouba, entre aspas, o seu cliente, o seu mercado.
Por que que ele faz isso? Porque você não investiu na marca. Se quando as pessoas conhecessem essa cadeira pela primeira vez, elas soubessem de quem ela é, de que marca ela é, o que que ela entrega, quais são os valores dessa empresa, qual que é o diferencial, mesmo que aparecesse outra, ela fala assim: não, mas eu confio mais nessa daqui porque o cara falou que essa daqui tem a garantia vitalícia, que ela suporta A outra que é parecida, mas parece genérica, eu não sei.
E eu identifiquei que ao longo do tempo basicamente foi isso que a gente fez na Soldiers, em todos os outros negócios. Então encontramos produtos campeões. Isso não é uma coisa que você faz e para. A gente encontra um produto campeão, coloca no canal perfeito, cria a marca forte, legal. Daqui a pouco é, cara, vamos criar um outro produto. Vamos começar do zero. Ou em algum momento, produto tá bom, canal tá bom, mas tá faltando aqui gás na marca, vamos investir mais na marca.
Ou não, isso aqui tá bom, mas precisamos desenvolver um canal novo. E a gente fica navegando por esses três o tempo todo, cara. E eu identifiquei que isso era aplicável para qualquer negócio, para qualquer negócio.
É verdade. Eu tô aqui, eu anotei Para qualquer negócio. Muito bom. Capturar no PCM, você tinha falado hoje de PCM? Já hoje?
Hoje não.
Produto campeão tem toda uma arquitetura, tem toda uma anatomia, tem todo um, tem toda uma elaboração, tem todo um tempo, gente. Entenda, produto campeão, que que é campeão? Que vence. Canal, canal ideal. Nem todos os canais são certos para o produto. Isso é verdade. Quer ver um exemplo? Se eu for escrever um artigo de LinkedIn, é um canal, não é o mesmo jeito, é a mesma forma que eu colocaria no Instagram. Então LinkedIn aceita de um jeito, Instagram aceita de outro, YouTube aceita de outro, podcast de outro.
A gente tá aqui quase uma hora e meia e assim por diante. E marca forte, que é o que garante diferencial. Tem um autor que fala assim, ó, Só existem duas formas de vencer: ou pelo preço ou pela diferenciação. Esse é muito legal. Então a marca forte é a diferenciação. Entendi. Com esse modelo vocês pegam os mentorados e trabalham no PCM, desce a fundo, vai no detalhe, ajusta uma marca que vai faturar seu primeiro bilhão esse ano 2026.
Porque agora só vou falar assim, tá? Eu só vou falar assim: E desenvolve a marca, o produto, o canal. Isso é o tangível. E fora os elementos que o cara falou, que são os intangíveis. Você tá animadaço com esse negócio de educação, né, cara?
Eu tô muito, porque eu tô vendo o resultado.
Exato, galera.
Posso chamar mais uma aqui para falar?
Mais um microfone.
Pegar aqui, deixa eu ver. O Vitão. Vitão é meu case. Quando ele entrou, eu falei: Vitão, você vai ser o case. E traz um microfone ali para o Vitão e ele vai contar o depoimento dele aqui.
E aí, Vitão, conta primeiro.
Fala quantos anos você tem.
25 anos. Pois é, cara, eu vou ter que dar uma olhada aí nessa certidão de nascimento.
Você entrou com a gente final do ano passado, né? Finalzinho do ano, novembro. Tava faturando quanto lá aquela época?
R$200 e pouco, R$250.
E agora?
R$800.
R$800, cara.
Ó o sorriso!
Mas esse mês eu acho que bate primeiro milhão.
Ei, meu garoto!
Ele gosta de relógio, já tô, dica quente.
Vende suplementos online? Conta aí, mano.
Comecei que nem o Yuri, de baixo, comprava de sacolinha suplemento e fui indo até conseguir comprar das grandes marcas e revender. E o Yuri realizou o meu maior sonho, poder criar minha própria marca. Boa, cara!
Ele tinha o sonho de não só revender, mas criar a marca própria, porque ele já tinha identificado essas duas primeiras coisas: produtos campeões, canais certos, vende muito bem nos canais onde ele tá. Só que ele falou, cara, eu quero ter minha marca, eu não quero só trabalhar com a marca dos outros. E a gente ajudou ele nisso, criamos a marca dele, o primeiro produto já nasceu, já tá vendendo já. E tá super feliz, cara. E a gente tá feliz.
O que eu fico feliz é com isso, cara, é com o Vitor. Eu ver o resultado na vida dele. Você acha que a vida dele mudou quanto de um cara que faturava R$250 para que vai faturar R$1 milhão? Cara, ele já tirou a mãe dele do trabalho, que eles me falaram esses dias, para ela ajudar. Aí hoje ele me falou que tirou a namorada também do trabalho para trabalhar com ele porque não tá dando conta. E eu falei, cara, é por isso que eu fico empolgado.
É por isso, porque eu vejo o resultado na vida dos caras. E aí eu fico pensando, se eu não tivesse levantado a bunda do sofá e ido para educacional, talvez o Vitor não teria tido esse resultado tão rápido. Ele talvez ia ter, mas ia demorar um pouco mais, cara. Boa! Ia demorar mais e a culpa ia ser minha.
Boa! Porque você já sabia, né?
Mas quando a gente veio em novembro, você falou isso. Eu lembro, a gente sentou aqui nessa sala, aí a gente falou, como funciona esse negócio aí da mentoria? E aí você começou a falar e desenhou e ligou aqui o telão e começou a dar uma aula. E você falou, cara, quantas pessoas vocês não estão deixando de ajudar a faturarem mais, a evoluírem mais, por conta que vocês não se posicionaram ainda nesse mercado? Eu lembro exatamente, você falou.
Eu lembro também. Muito bom. Então, cara, olha para câmera aqui, Yuri, para sua câmera. Convida a turma para participar aqui do JJ Podcast. Vamos deixar o teu WhatsApp Cadê o Éder? Ô, Éder, WhatsApp.
Qual que é o WhatsApp que a gente vai?
Vamos deixar o link aqui na descrição do episódio, tudo bem? Vai deixar para falar com o Éder. Convida aqui do teu jeitinho, que você sempre convida de jeito especial, de um jeito, poxa, intencional, verdadeiro. Convida a turma participar da tua mentoria.
Você que tá assistindo, eu acredito que para qualquer programa de mentoria dá certo. E uma coisa que eu aprendi com o meu mestre Você precisa ter 3 ingredientes fundamentais. O primeiro é coração ensinável. Se você acha que você sabe tudo, já tá errado, já, e não é para você. Segundo, agenda livre. Tem que ter tempo. Se você não conseguir tirar a barriga do balcão, pelo menos um pouquinho, pelo menos um pouquinho, não vai dar certo.
E o terceiro, seja obediente. Se você tá com mentor confia nele e vai, porque se ele tá falando algo, ele já passou por aquela fase. Então você que tá assistindo, que se identificou com isso, tanto com esses valores quanto com a nossa história, eu quero te dar os parabéns, porque esse produto é para você. E você que não é, cara, tá tudo bem, tá tudo certo. De repente pode vir a ser em algum momento. Se você falar, pô, mas eu Não tem muita gente, inclusive, Joel, que eles se identificam com esses ingredientes, mas o cara fala assim, ah, mas eu não vendo online e tal.
Cara, a gente tá, tem gente aqui que se identifica, que tá junto e não vende online, por exemplo. Por quê? Porque quer estar perto, porque quer aprender como ter harmonia entre esses ingredientes todos de família, de fé, espiritualidade e filhos. Então se você também tá nesse momento pode ser para você. Para quem não é, cara, é importante a gente falar para quem não é também, né, cara? Se você acha que você sabe tudo, não é para você.
Se você acha que você é autossuficiente, cara, não é para você, não vai dar certo. Se você não é uma pessoa que quer crescer, que quer evoluir, se você não é uma pessoa ambiciosa, se você não é uma pessoa que tem visão de futuro, se você é uma pessoa que se preocupa demais com que os outros vão dizer. Porque deixa eu te falar, se você toma essa decisão, um monte de gente vai te chamar de louco, assim como me chamaram também. Só que que gênio que nunca foi chamado de louco, né?
Em algum momento todos já foram chamados de loucos. Então queria deixar esse, esse recado para vocês. Então vamos deixar o WhatsApp aí. E detalhe, tá, não é só mandar mensagem que tá dentro. Não é, tá? Não é. Você me conhece, você sabe.
É verdade.
Manda mensagem, eu avalio um por um. Todos que estão aqui estão de prova, todos que estão aqui, ó. Rafa e a Lari, quando eles queriam entrar, me passaram toda a ficha deles, tudo certo, maravilha. Eu falei, eu quero falar com eles, eu quero saber quem são essas pessoas. Eu não quero que entre todo mundo, cara. Eu quero criar um grupo que eu gostaria de fazer parte também. Eu quero criar um grupo que seja um grupo forte, porque o poder do grupo é isso, é a comunidade.
Se eu coloco pessoas dentro que não fazem sentido, acaba estragando o grupo. Então, se você acha que é para você, manda mensagem e eu vou escolher as pessoas que vão entrar, cara. Eu vou escolher, porque quem tá dentro, meu irmão, eu faço de tudo por esses caras aqui. O Vitor falou que a gente criou a marca dele. A gente só não criou, a gente produziu o produto dele.
Boa!
A gente nunca tinha produzido nenhuma grama de produto de outra marca dentro da nossa empresa em 12 anos. Mas eu falei, Vitão, eu conheço a tua história, eu conheço a tua mãe, eu sei de onde você veio, eu me identifico com você. Não só vamos criar a marca como a gente vai produzir. Eu vou te entregar o produto pronto. Ele foi lá receber o produto, eu entreguei na mão dele, falei, isso aqui é teu.
Uau, que mentor, hein? Sentiram o compromisso? Caramba, o cara até, o compromisso do Yuri. Então fica esse convite para você do JJ Podcast, o link tá aqui, clica e fala com o Yuri.
Vai dar confusão, né?
Vai, é isso que a gente quer, né? E fica esse convite para vocês aqui da plateia também, vocês podem fazer isso agora, vocês estão super próximos e vai ser maravilhoso. Tô muito feliz e orgulhoso por vocês. As pessoas vão se beneficiar muito com conhecimento de vocês, com a verdade de vocês, com a história de vocês. Vocês vão ficar ainda melhores, porque ensinar é uma das melhores maneiras de você melhorar o que você faz, porque você aprende.
Tem uma máxima, né, numa sala de aula, quem mais aprende, professor ou aluno? É o professor, né? É muito bonito isso e é muito legal. Eu sempre gosto de falar com vocês, o filme passa na minha cabeça desde que a gente se conheceu. A intencionalidade, o carinho, a gente sempre teve uma relação carinhosa, a gente é amigo e sempre teve muito carinho entre nós. Eu vou levar isso sempre e vou guardar isso sempre porque isso é muito importante para mim.
Gente, vocês gostaram do papo? Antes de fazer a última pergunta para o Yuri e para Fabi, redes sociais para a galera achar vocês, encontrar vocês, mandar mensagem, seguir, mandar direct. Manda aí.
Instagram: Fabi Soldiers. TikTok: Fabi Soldiers. LinkedIn: Fabíola Freire. Fabíola com U de uva.
É yuri.soldiers. Se você digitar Yuri ali, provavelmente vai aparecer, que não tem tantos Yuri assim, né? Y-U-R-I.
A primeira vez você fez aqui, a gente deu um presente para audiência, lembra?
Demos um baita presente. A gente deu, foi um presentão, um ano de suplemento. A gente deu um ano de suplemento, um ano de creatina, whey protein para 10 pessoas.
Eu acho que 10 pessoas merece, né?
Você já tava chorando ali já, né?
Afinal de contas, você vai faturar R$1 bilhão, né? É o mínimo, você entendeu, gente? 1 bilhão ele vai faturar.
Tá, então o que que a gente pode fazer para galera que seja legal?
Vai, legal.
Creatina, creatina, as barrinhas novas, barrinha pré-treino.
Nossa, o Evolution pré-treino, eu amo, adoro Evolution pré-treino.
Beef Protein que a gente vai lançar.
Você não conhece?
Esse é novo, lançado.
Um ano, um ano, quantas pessoas?
Se a gente fez 10, a gente precisa aumentar, né?
É disso que eu gosto. Para quantas pessoas?
Oi, botar o look? É uma roupa da Soul?
Então, ó, vamos lá. Whey protein, pré-treino.
Caramba, obrigada, Kaique!
Whey protein, pré-treino, creatina, roupa da Soul, bife protein e proteína para durante 1 ano.
Ainda manda a barrinha da Disney para os filhos.
Barrinha da gente, inscritos durante 1 ano para quantas pessoas?
Ah, vamos dobrar a meta, né?
20 pessoas, tá bom.
Ó, que que tem que fazer então?
Nesse feed aqui, ó, vai ter post do Joel, do Joel, do JJ Podcast, do Yuri, da Fabi. Quantas dá para você colar bem? 5? Então escolhe. Não, calma.
Não, vamos lá, nós 3, nós 3. O podcast tem que estar, né? Podcast tem que estar, mas aí tem que ter da Soul e das Soldiers.
Então tira o JJ, bota Joel, Fabi e Yuri, e as duas marcas Soul e Soldiers. Tá bom, beleza.
E a Disney vai de brinde, tá?
Aí a regra é a seguinte: número de comentários, e tem que seguir Yuri, Fabi Soldiers. E não me segue, me segue também.
Não, se o cara não te segue, tu tem internet, pelo amor de Deus.
Não me segue, segue também. Seguiu e marcou uma pessoa no comentário. Da última vez foram quantos comentários, cara?
Da última vez acho que ainda tem gente comentando até hoje. Tem gente comentando até hoje. Olha, eu recebi um monte de mensagem, uns 30 mil comentários da última vez. Eu tive que responder para galera, até falei para o time Falei, gente, começa a responder, fala que o sorteio já foi, porque o pessoal continuava falando, né?
Então lembrando, tá, gente, 20 pessoas, 1 ano de tudo isso que a gente falou. E a regra é simples: segue os 5 perfis e marca uma pessoa. Quanto mais você marcar, mais chance você tem de adquirir.
O cara for aqui de São Paulo, a gente ainda pode mandar um treino com ele, né?
Aí é o VIP do VIP.
Aí, o que que você acha?
Pô, aí calma aí, pô.
Aí, pera aí, aí pensando bem aqui, o cara vai falar assim, entrega em mãos.
Não, o cara vai falar assim, cara, mas eu não sou de São Paulo, mas eu vou.
É, mas aí ele pode vir, aí pode vir, né?
A gente vai fazer o seguinte, então, ó, comenta, comenta, comenta, comenta, comenta, comenta, comenta, comenta demais, comenta demais. Isso vai, ó, só que essa promoção vai durar uma semana.
Uma semana hoje, que foi para o ar.
Isso foi para o ar na terça, dura mais 7 dias até outra terça. Toma promoção, toma promoção, promoção! Você tem chance, ok? Você tem chance. Então tá feito, muito bom! Palmas, pessoal! Palmas, palmas, palmas! Última pergunta para fechar o JJ Podcast, que eu sempre fecho. Se vocês pudessem mandar uma mensagem para 8 bilhões de pessoas direta e reta Papum, uma mensagem vai chegar, todo mundo vai ler, vai ver, vai escutar, vai passar um avião, vai estar na TV, vai estar no banner, o algoritmo da vida vai entregar para 100%. Que mensagem seria sua, Fabi? Que mensagem seria sua, Yuri?
Não se vitimize, trabalhe duro e corra atrás do seu sonho. Porque a nossa história, como eu falei, a gente não ficou de mimimi contando história triste, culpando pai, mãe, marido. Ai, porque a culpa é da minha mãe que eu não evoluí, a culpa é do meu. Não, gente, esquece isso. Corre atrás, faz o seu. Não fica reclamando, falando: ai, eu sou coitadinho. Não, gente, adulto, a gente precisa fazer o que tem que fazer, e é isso. Então não se vitimize, não fica reclamando, trabalhe duro e corre atrás do seu sonho.
Essa é a minha mensagem. Não é uma frase, mas é um bom conselho, excelente conselho.
Um excelente conselho, muito bom. Você, Yuri?
A minha vai ser a mesma que eu falei da última vez, mas é uma frase que surgiu de forma orgânica em 2023. Eu carrego ela comigo até hoje, que é: o que te impede de mudar agora? Se a tua vida não tá do jeito que você gostaria, o que te impede de mudar agora? Se a tua empresa não tá do jeito que você gostaria, o que te impede de mudar agora? Se a tua família não tá do jeito que você gostaria, o que te impede de mudar agora? E a gente pode aplicar isso para qualquer cenário.
E normalmente, quando a gente pensa nisso, a primeira coisa: ah, é por conta do fulano, é por conta do ciclano, é por conta do Beltrano. Não, gente, quando a gente para para pensar, não é o que impede, é quem impede. E quando a gente pensa em quem impede, 99,9% das vezes somos nós mesmos. Que nos impedimos de mudar. Só que se você não mudar, você não vai atingir o resultado que você gostaria. Por exemplo, você tá com problema familiar, o que te impede de gastar mais tempo?
Não vou nem falar gastar, investir mais tempo com a sua esposa, com seu marido, com seus filhos? Você é responsável por isso. Então, o que te impede de mudar. Se o teu negócio não tá dando certo, se você abre o seu aplicativo e a conta no banco tá com saldo vazio, deixa eu te dar uma péssima notícia: a culpa é sua. Autorresponsabilidade. O que te impede de, a partir de agora, tomar a decisão de mudar essa história e fazer o que precisa ser feito para atingir esse objetivo?
Então acredito que todos nós precisamos mudar constantemente, várias vezes ao longo da nossa vida. E a reflexão é: o que que você precisa mudar e o que te impede de mudar agora?
Muito bom, senhoras e senhores! Esse foi o JJ Podcast, edição especial com plateia. Obrigado pelo tempo de vocês, obrigado você que participou aqui online. Siga a gente nas redes sociais. Obrigado pela sua audiência, JJ Podcast. É o podcast de negócio mais ouvido do Brasil. Isso a gente deve a você há 4 anos consecutivos. Obrigado pela sua audiência. Aqui eu faço perguntas que eu acredito que você também pensa por aí. Joel, faz essa pergunta por mim.
Faço os insights, eu aprendo as decisões que eu tomo. Obrigado, Fabi. Obrigado, Yuri. Eu amo vocês, amo a família de vocês, amo a vida de vocês. Um beijo naquele moleque que é demais, que moleque demais. E a todos vocês que vieram, Obrigado pelo tempo de vocês. Parabéns pelas decisões que vocês tomaram hoje. Parabéns pelas decisões que vocês acabaram de tomar, para aqueles que vão caminhar junto com Yuri. E eu reconheço que é um excelente mentor, tá comprometido, tem resultado, tá afim, quer e consegue ensinar todos vocês, tá bom? Um forte abraço. A gente se vê no próximo JJ Podcast.
Valeu, tchau, tchau, obrigada!