Como Transformar VISIBILIDADE em NEGÓCIOS MILIONÁRIOS (FELIPE TITTO) | JOTA JOTA PODCAST #287
Neste episódio do Jota Jota Podcast, Joel Jota recebe Felipe Titto para uma conversa sobre fama, dinheiro, negócios, imagem, influência, paternidade, espiritualidade, reputação e a construção de uma vida que não depende apenas de cachê, personagem ou visibilidade.
Felipe ficou conhecido na televisão, passou por novelas como Malhação e Avenida Brasil, participou do Shark Tank Brasil, conquistou seu primeiro milhão aos 28 anos e construiu uma marca pessoal muito forte.
Mas este episódio mostra um lado menos óbvio da trajetória dele.
Titto fala sobre quase quebrar, entrar em negócios demais, aprender a dizer não, cortar excesso, escolher melhor as apostas e transformar a própria imagem em um ativo empresarial.
Na conversa, ele também fala sobre a Titanium, Original Ginger, Meu Assessor, A Cúpula, influência, publicidade, mídia, entretenimento, autenticidade, cancelamento, fé, família e a dificuldade de se manter genuíno em um mundo onde todo mundo tem uma câmera.
Neste episódio, você vai entender:
◼️ Por que fama não é patrimônio
◼️ Como Felipe Titto transformou imagem em negócio
◼️ O custo invisível de ser conhecido
◼️ Por que ele quase quebrou mesmo com visibilidade
◼️ Como aprender a dizer não mudou seus negócios
◼️ Por que fazer menos pode gerar mais resultado
◼️ Como ele pensa empresas já com possível saída no futuro
◼️ O que mudou na publicidade e no marketing de influência
◼️ Por que autenticidade virou uma vantagem competitiva
◼️ Como lidar com crítica, elogio e cancelamento
◼️ O papel da espiritualidade no novo momento de vida dele
◼️ Por que reputação precisa ser coerente fora das câmeras
◼️ Como ele criou produtos, mídia, agência e tecnologia ao redor da própria marca
Este não é um episódio sobre celebridade.
É sobre o que acontece quando uma pessoa conhecida entende que atenção pode virar empresa, mas só vira patrimônio quando existe estratégia, foco e coragem para cortar o excesso.
Assista até o final.
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🎙️ Host: Joel Jota @joeljota
🗣️ Convidado: Felipe Titto @felipetitto
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- Ecossistema de Negócios de Felipe TittoOriginal Ginger · Meu Assessor · Titanium Court · Bali (parceria)
- Ambiente de Negócios e OportunidadesFama não é patrimônio · Construção de marca pessoal · Imagem como ativo empresarial
- Mídia e EntretenimentoPrograma de entrevistas com plateia · Influência da MTV e David Letterman · Mistura de formatos (TV, streaming, internet)
- O Valor da Verdade e AutenticidadeA era da verdade fácil · Lidar com a exposição e a hipocrisia · Ser menos 'cuzão'
- Educação empresarial como modelo de negócioAprender a dizer não · Fazer menos e melhor · Curadoria de negócios · Negócios com plano de saída
- Construção e Manutenção de Reputação e CredibilidadeSer genuíno online e offline · Lidar com crítica e cancelamento · A queda da máscara
- Marketing e VendasMudança na entrega de publicidade · Métricas de atenção e retenção · Genuinidade na comunicação
- Oportunidades e fidelidadeO egoísmo do sucesso · A rasteira vem de perto · Ver pessoas crescendo com oportunidades dadas
- Mercado e ColecionismoEvolução do interesse por relógios · Relógios como ativo e funcionário · Presente de relógio como símbolo de coragem
- O Papel da Fé e EspiritualidadeBusca por entendimento · Gratidão e bênçãos · Diferentes caminhos espirituais
Você deu uma espiritualizada forte, né? Isso foi intencional, foi natural, foi um evento, foi um acontecimento?
Eu comecei a buscar entendimento de coisas que eu também por conta não entendia. E eu me frustrei muito por muito tempo cobrando que as pessoas vibrassem na mesma sintonia que eu, que eu operasse no mesmo ritmo que eu. Depois de muita frustração, eu entendi que não ia acontecer. Aí eu comecei a cobrar menos das pessoas.
Meu convidado de hoje é a prova que dá para transformar visibilidade em negócio, gente.
Eu bebo Original Dille, beba você também.
Ele começou na televisão, passou por novelas como Malhação, Avenida Brasil, além de participar do programa Shark Tank Brasil. Só que ele decidiu não depender apenas dos cachês da carreira artística, e aí ele construiu um ecossistema de negócio.
Aqui a gente tem topo da pirâmide, aqui, gente, Titã, desdobramento original Ginger, meu assessor. Desce para mim, desce o meio aqui, o fio da aranha, tá? Felipe, @felipetito.
Recebam aqui mais uma vez Felipe Tito. Quando você fala assim, ó, eu dei all in várias vezes e eu falei, tá, eu vou dar conta, eu vou conseguir, vamos embora, eu sou corajoso, você se apegava em qual habilidade ou quais habilidades?
Obrigatoriamente, assim, com muito esforço, mas eu aprendi a falar não para um monte de coisa. E eu entendi que não daria pra eu abraçar tudo. Eu tava fazendo muita coisa mal feita.
Como que você lida com cancelamento e haters? Essa cabeça de criar uma empresa pra vender tinha em 2021?
As pessoas têm que entender que você é muito bem-sucedido fazendo o que você faz, mas você não precisa ser brega, não precisa— não, não, não é ostentação. É simplesmente um compartilhamento de resultado. Você encanta as pessoas pelo seu intelecto. Só que você tá sem cartão de visita. Todo mundo tem um celular, todo mundo tem uma câmera. Uma hora essa máscara vai cair, uma hora você vai escorregar, uma hora tá pro Joelzão legalzão da internet.
Olha lá como tratou fulano, olha ali como ele faz. Isso não dá. Então assim, ou você é ou você não é.
É isso aí.
E você, o que que te brilha o olho?
E aí, meu irmão?
Depois dessa apresentação eu fico até meia-noite aqui. Caralho, que isso? Vocês são bons, né, velho? É que pega um cara que tem 195 livros, entendeu? Aí com ajuda de uma equipe desse tamanho, robusta, equipe tá robusta, o cara não tá brincando de fazer podcast, tá robusto, tá televisão isso aqui, tá diferente. Aí para fazer uns copies você deve ter aí, pô, que até eu fiquei me sentindo melhor depois disso. Falei, cara, eu sou bom, cara, eu fiz diferente.
Os caras estão— parabéns, obrigado, obrigado, obrigado por receber, obrigado pelo convite.
Primeiro, obrigado por tudo que você já fez por mim. Você já fez muito por mim, cara. Eu falo isso publicamente várias vezes. Você me ajudou muito quando eu tava precisando da tua ajuda, tava sem visão do que eu queria. E naquele dia que eu liguei para você e falei, cara, se você fosse eu, o que que você faria no meu lugar? Aí você falou, o que que você quer, cara? Eu quero ser visto como uma marca. Eu lembro que você falou assim, começa tudo de novo, não tá legal o que você tá fazendo.
Você pode mais, você pode se posicionar desse jeito como marca, você pode se posicionar como você mostra mostrar as coisas. Pô, Tito, mas eu não quero mostrar tanta coisa assim. Não, mas mostra do ponto de vista que você quer, meu. Mostra do olhar que você quer, você controla. Eu lembro que você falou assim, ó, pô, tua casa tem elevador, cara? Por que tu não mostra um negócio desse? Você lembra disso? Eu falei, pô, mas como é que eu coloco isso no contexto?
Eu me coloquei ali como aluno e eu te ouvi. Não foi confortável, mas eu te ouvi. Eu te ouvi porque eu perguntei.
Sim, claro.
E aí você falou, então eu segui, obedeci e deu certo, cara. Então eu quero começar mais uma vez te agradecendo.
Não tem nada o que agradecer, porque é mega genuíno, até porque a gente troca, a nossa troca é muito honesta. E sim, eu lembro disso, fico feliz de você ter, porque assim, esse mesmo papo que eu tive com você, eu tive com algumas outras pessoas. Certo. Várias não aplicaram e tá tudo bem, e várias aplicaram e nunca me foram gratas. E tá tudo bem também, porque eu nunca fiz isso esperando algum tipo de... É sempre genuíno, 100% genuíno.
Tito, é um negócio que você entende, o que você... O que que você consegue me dar? Assim como você já me deu diversos insights de coisas que eu tenho movimentado agora, e você é craque disso, a gente pode falar disso ao longo do programa, tá bom? Então eu fico muito feliz que tenha funcionado, cara. E você realmente era assim, já era um diamante lapidado, mas faltava. Falei, mano, se ele mexer, velho, aí virou aquele jeito, não tem o que falar, tá? O resultado fala por si só.
Só para galera, só para galera, fala do teu ponto de vista. Você é um cara hoje que gosta de relógio, coleciona relógio, mas a Poxa, a gente tá gravando 2026, 2023, quando eu ia na tua casa, como é que eu era para relógio?
Você quer que eu fale mesmo? Eu quero. Tá, então vou contar a minha. Ó, essa é a minha, vou falar para câmera. Joel, uma vez a gente foi lá em casa fazer uma groselhada, churrasco, se não me engano, ele, Caio, as esposas e a molecada. Vamos passar o dia em casa, vamos para o lago. E aí beleza, para dentro do lago e tal, tá aí todo mundo nada e nada. E eu vi um bração passando assim, eu comecei a ver, eu falei, Joel, dessa lapa o relógio dele assim, parecia um relógio de parede no pulso, dourado, desbotado, que você não sabia se era ouro amarelo ou rosê porque tinha desbotado.
Era um relógio, não sei nem como chama esses dispositivos, tipo um Apple Watch, um smartwatch, era um smartwatch desligado, tava sem bateria. Verdade ou mentira? Sem bateria. Eu falei, João, o que que é isso aí, mano? Aí ele falou assim, não, é o meu relógio. Aí eu falei assim, mano, mas isso não é um relógio, entendeu? Isso não é relógio. Eu falei assim, né, pô? Eu falei, não, isso é um dispositivo que metrifica batimento, coisa assim, não relógio.
Exato. Aí ele falou, não, mas aí sei lá, qual a diferença? Falei, mano, você quer realmente? Aí já não foi aleatório assim gratuitamente, a gente já tava falando de posicionamento. De marketing. Eu falei, cara, você encanta as pessoas pelo seu intelecto, só que você tá sem cartão de visita. As pessoas não têm um convite a abrir a porta para conhecer o Joel. Você não encanta, você não tem encantamento. Me perdoe. Lembra disso? E aí você me veio culpar.
Mas o que que eu tenho que fazer? Eu falei, torne-se atrativo o suficiente para que as pessoas abram a porta. Eu quero que abrirem a porta e descobrirem que é o Joel. E foi isso que você fez. Aí a gente falou, mano, posiciona, começa a posicionar melhor. As pessoas têm que entender que você é muito bem-sucedido fazendo o que você faz. Mas você não precisa, não precisa ser brega, não precisa, não, não é ostentação, é simplesmente um compartilhamento de resultado.
Estou compartilhando meus resultados da forma que eu acho confortável compartilhar. Aí foi que eu falei, cara, sua casa tem um elevador. Quantas pessoas no Brasil tem um elevador dentro de casa, cara? Eu, você viu o tamanho da minha casa, eu acho chocante ter um elevador, acho demais. Não é para você abrir o celular e falar, olha, eu tenho elevador, né? Não é isso, mas simplesmente, bom dia, galera, então tô indo tomar café da manhã.
Tu abriu, desceu e falou assim, eita! Normal, é parte do meu dia a dia. Só que você tá compartilhando. O que você tá compartilhando ali? Mostrando para o mundo que você tem um elevador ou você tá compartilhando seu dia a dia baseado numa série de resultados positivos que você teve porque você é um cara que opera muito bem? Aí interpretem quem quiser, como quiser, do jeito que quiser. E foi o que você fez.
Eu entendi.
Esse era o Joel. Você entendeu? Não. Você pegou a fórmula e acrescentou mais um monte de coisa e virou uma bomba atômica. Então, além de eu ser feliz por ter feito isso por você, Sou feliz de você ter reinventado a parada. Você pegou e aperfeiçoou e aplicou. Sabe quanto o aluno fica maior que o mestre? Cara, é muito bom, muito bom ver. Eu entendi e eu fiz e deu certo.
E deu.
E tá dando.
E tá dando. E eu conto, foi o Tito.
Que bom.
Foi o Tito, foi o Tito, foi o Tito, foi o Tito. Mó prazer, mó prazer.
Mas o mais honroso, né, talvez uma coisa de muita humildade da sua parte é fazer isso, é ter reconhecimento. Que tem muita gente que eu vejo fazendo tudo igual, mano, literalmente me copiando de ponta a ponta.
Outra coisa que você puxou na internet, dump. Você, eu fui um deles que falei, cara, esse negócio funciona. Hoje a turma toda faz aos domingos.
Você que puxou do dump, que era o resumão da semana. Exatamente, de infinito, todo mundo infinito, não sei o quê, para sempre. Eu tô trabalhando para sempre, eu não sei o quê. Eu vejo a galera falando e não tem problema. Tito, tô te ligando pra dar crédito. Não é isso que eu quero, mano. Mas é legal você falar assim, pô, maneiro, cara, me inspirei em você. Não, tem gente que pega, se apossa do bagulho e vai, tá tudo bem também, internet, já era. Mas é legal que a galera faça, eu vejo que enfim.
Não é, o dump foi você que postou até lá. O dump foi você que postou.
O dump aleatório com frase no meio, com um negocinho ali. Exato.
Tendência.
Eu gosto.
Tito, tem 4 anos que você veio aqui no Jota, foi num outro escritório. Não, nem foi no antigo, foi no antes.
Não era escritório lá onde eu fui, era só estúdio. Era só estúdio. Era aquela que você sublocava ali, alguma coisa que você alugava e tal.
Isso.
2020, foi 21, né? 21. 5 anos.
2021.
Faz isso tudo.
Faz. Doideira, né?
Tamo velho, mano.
2021.
Tamo velho.
Cara, de lá pra cá, como que estão teus negócios? Deixa eu melhorar. Como que tá a cabeça do Tito para negócio? O negócio é consequência da sua cabeça.
Justo.
Então volta até 2021. Aí, tá, aí lembra, aí vem para 2026 e fala, como é que é o título no mundo dos negócios? Que o que que você melhorou? Que você deixou de fazer? Que que você aprimorou? Que que você achava que era certo, não é mais?
Cara, eu acho que assim, tudo, tudo que eu fiz baseado em negócio foi baseado em porrada que eu tomei. Assim, eu nunca fui um cara, um bom aprendiz no conforto, no carinho. Eu não sei, nunca soube aprender dessa forma assim. Então, baseado em todas as porradas que eu tomei, em todas as possibilidades, é que isso é o tipo de coisa que eu não compartilho. Mas nesse meio tempo de muita gente achar que o Tito explodiu e tá zilhadário, eu quase quebrei milhares de vezes.
E de novo, flertando com a arte de empreender. E é isso, no Brasil eu entendi que é tomar risco. Eu vejo um monte de gente estabilizada, mas eu também vejo o tamanho dos passos que eu tô dando. E eu sempre fui esse cara sem medo. Falei, mano, vai, eu vou dar um jeito, e vou dar um jeito, e vou dar um jeito. E então eu, de lá para cá, eu fui tirando um época do all-in, sabe? Tá bom. Não, não dá mais. Eu tô velho, tô com 39, faço 40 agora em setembro.
Não é nem que eu tô velho, gente, pelo amor de Deus, não é uma questão de idade, mas é o tempo que eu tô na batida. Eu tô há muito tempo nessa batida, muito tempo sem tirar férias, muito tempo trabalhando 24 por 7, muito tempo. E eu queria ter um prazo de validade para isso, entendeu? E aí, cara, de lá para cá eu acho que eu entrei em muito, muitos, muito menos negócios, muito menos, tá bom? E eu aprendi obrigatoriamente assim, com muito esforço, mas eu aprendi a falar não para um monte de coisa.
Eu entendi que não daria para eu abraçar tudo. Eu tava fazendo muita coisa mal feita, muita coisa mal feita. Então tava fazendo tudo mal feito, certo? Aí eu falei, cara, eu tenho que fazer menos e melhor. Então eu comecei a sair de um monte de operação, um monte de coisa. Eu fui falando sim para um monte de coisa. Quando eu olhei, tinha um mundaréu de coisa. Falei, cara, humanamente impossível eu fazer isso aqui tudo bem perfeito, mesmo sendo só na minha zona de expertise, de coisa que eu entendo.
Influência, growth, não tem como.
Era muita coisa para criar estratégia, era muita coisa para desdobrar imagem, era muita coisa, não tem como, certo? E aí eu comecei a metrificar médio e longo prazo, o que que vai funcionar daqui para frente se eu botar força dentro da minha zona de assertividade, que que vai acelerar. Aí eu selecionei, fiz uma curadoria de fato de negócios que fariam sentido eu manter na grade e são os que estão lá hoje. Entendi.
Quando você fala assim, ó, eu dei all-in várias vezes e eu falei, tá, eu vou dar conta, eu vou conseguir, vamos embora, eu sou corajoso, você se apegava em qual habilidade ou quais habilidades?
Cara, o all-in, meu all-in por diversas vezes foi all-in de tipo não só financeiro, eu tive all-in de energia em coisas. Vamos lá, na minha cabeça eu tinha a ideia de que tipo se eu puser força nesse negócio ele vai acelerar. E aí eu fazia minha parte excepcionalmente bem, de força, energia. Só que aí a entrega no paralelo, porque eu tinha sócio, né, tinha assim, existem vários setores que são responsáveis pelo sucesso. Então eu, dentro da minha zona de operacional, minha zona de operacionalidade ali, eu jogava, acelerava.
Só que tinha uma outra zona deficitária que já não era minha zona, e o cara que teoricamente estaria lá para fazer o trabalho dele não tava fazendo e não acompanhava o ritmo. Então eu tive muitas decepções nisso. Então o meu all-in, às vezes financeiro, de falar, mano, vou botar, por exemplo, a Ginger, o original Ginger, o nosso refrigerante, foi um negócio que eu já tinha feito alguns M&As, já tinha feito venda de empresa, comprado empresa pequena, deixado grande e vendido, já tinha feito algumas coisas, alguns deals.
Eu falei, mais um, eu sou o Tito, tô, pá, Shark Tank gigante, bora, mais uma, tô grandão, conheço todo mundo, departamento gôndola, conheço todos os donos de mercado, vamos embora, refrigerante. Página 2, foi, mano, mas tu criou do zero, né? Literalmente do zero, literalmente. O sabor, a identidade visual, o nome, tudo, eu fiz tudo do zero, tá? Envasei o primeiro ponto tudo do bolso também, sem investidor, não teve fundo, não tava, é meu, um caminhão de dinheiro, mano.
Dinheiro, dinheiro, dinheiro. Aí eu olhei e falei, virou a página 2, falei, bom, beleza, não sei absolutamente nada de como faz isso aqui. Eu achei que eu soubesse até virar a página 2, que é gôndola, que é promotor, que é prazo para grandes marcas.
Ah, tem que dar, né? Tem que dar sim. Esquece, esquece.
180 dias, 120, 120, 30, 60, 90, 120 para começar, para começar o relacionamento. Eu vou te falar um número besta assim, ó. Eu tava negociando com um grande grupo, tá, para distribuição da Diller também, para venda da Diller.
Não tem Diller aí não para gente?
Eu trouxe um Pink Lemonade, que é o nosso lançamento, e trouxe o Diller.
Aqui a gente fortalece os amigos.
Por favor, né?
Já bota aqui geladinha, Malu.
Duvido.
Tá geladinha, Maria Luísa?
Que isso, vai ser copinho com gelo verdadeiro. Aí beleza, vamos lá. Tô com uma grande, um grande grupo, um grande grande, os maiores do Brasil, tá bom? E aí, pô, Tito, beleza? Falei com o cara, pau, que era o maior acionista do grupo, amigo. Falou assim, ó, vou te indicar o head comercial de bebidas, ó, pode falar lá meu nome, esquece, de cima para baixo, canetou, tá lindo. Bom, Nossa, eu tô gigante! Agora vou fechar com esse grupo, pau, explodi.
E o que que é o meu projeto da Dinha? É capilarizar, deixar grande o suficiente e vender. Desde o começo sempre foi isso, tá? Começou já sabendo o fim, já começou arquitetado para isso. Ele foi desde sempre, tá? Falei, pô, acabou, acabei de achar minha aposentadoria aqui, fechei, vai ser isso. Esse é o Original Pink, né, que é o Pink Lemonade. Experimenta e vê o que você acha.
Que te serve assim na taça desse jeito, é diferente.
Aqui é diferente, né? O cara que toma refrigerante na taça, ele já foi para o outro level também.
Isso aqui é JJ.
Saúde antes de mais nada, tá? Amém.
Pink Lemonade, é esse?
Mix berries com um toque de limão siciliano. Bom, good, good.
É, por que que não tem uns desse aqui na Jota?
Vamos pegar a geladeirinha para cá para você receber seus convidados aqui. Geladeirinha já.
Dá para fazer aqui, já é originalzinho, já tá, já pode ficar.
Se você quer, eu vou trazer. Aí beleza, tô negociando com o grupo. Ah, então beleza, Tito, tal, não sei o quê, o refrigerante do Tito, comercial, ó, falei, vamos embora, vamos embora. O cara falou, fechado. Você tem 100 paletes? Falei, tenho. Tem mil? Falei, não tenho, mas eu produzo. Então pode, mil paletes. Só que quer 120, tá, Tito? Eu falei, 120 o quê? 120 dias. Aí na hora não me liguei, entendeu? Eu falei, tá bom, mano, fechado, vamos embora.
Aí ele, tá bom, ele estranhou, ele falou, tá bom. Aí eu falei, mano, tem algum bagulho que eu não entendi. Sabe quando você dá um ok e sai? Aí eu falei, eu não entendi, mano. Aí depois que, aí eu fui olhar, falei, pera aí, 120 dias, mas tem a venda recorrente. Eu vou te dar um número, tá? 5 milhões primeira compra na largada. Só que eu tenho que pôr no bolso na frente, 5 milhões. Segundo mês eu não recebi o primeiro ainda. Mais R$5 milhões.
Terceiro mês eu não recebi o primeiro ainda, mais R$5 milhões. Quarto mês mais R$5 milhões, não recebi o primeiro. Se eles pagarem no prazo, e acontece muito de atrasar, no final do quarto mês eu recebo o primeiro, o primeiro palete. Ou seja, para eu entrar nesse grupo, então R$20 mil na frente. Aí eu falei, será que é isso mesmo? Tô viajando, né? Fiz as contas, liguei para os amigos que tinha me indústria falando, é, Tito, é por isso que toda vez que você vê, mano, refrigerante, um produto tipo assim, ó, eu pego um case que eu tenho assim, o que eu tenho uma admiração assim, de Guaraná Jesus, tá, mano?
Guaraná Jesus, toda vez que você olhar esses produtos independentes em grandes gôndolas do Brasil, você tem que olhar para esses caras e falar assim, tem meu respeito, independente.
Tem um vencedor ali, ali tem um perdedor insistente, mas com força ali.
Então, perdedor insistente, que ali, meu irmão, para chegar ali nesse volume, ou o cara recebeu giga de um aporte num fundo, um anjo, ou o cara é muito raçudo, ou ele foi na unha, foi fazendo, que é muita treta. Não desmerecendo ninguém, mas eu tenho um puta respaldo financeiro que a publicidade me dá. Tem um contratinho, né? Os contratinhos, muitos contratinhos de publicidade para lá e para cá. Então aquilo me dá um respaldo financeiro que 99,9% dos empreendedores não tem.
A não ser que os cara seja herdeiro ou qualquer coisa do tipo, não é uma realidade. E tá difícil para mim, velho, que tenho toda essa blindagem de gente, tem o staff, tem o nome, tem a visibilidade, tem o capital, e ainda assim ficou difícil. Eu falei, caralho, velho, vim tola na frente para essa, fora as outras redes. E aí encarou. Aí eu fiz um negócio que mudou a realidade do produto, que a gente fez um deal com uma marca que é a maior marca de energéticos do Brasil hoje, que é a Bali. E eles pegaram um share da Original Ginger.
Ah, que legal.
E eu cedi minha imagem para virar embaixador da Bali Zero, do energético zero deles. Então, eu cedi a imagem, campanha, presença, post, blá blá blá. Seria uma campanha minimamente encorpada, então ficaria caro também isso aí.
Tá bom.
Cedi a imagem, eles pegaram um percentual da marca e hoje eles... Pegaram toda a minha zona deficitária e supriram.
Produção?
Em vaso, armazenamento, distribuição, ponto de venda. Eles já estão, eles têm mais de 200 mil pontos de vendas no Brasil.
Boa!
E aí, enfim, a gente fez um contrato de metas, de venda casada, de pontos. Então, num cenário pessimista para OK, em 2 anos, se eu pegar 20% dos pontos de venda, eu tenho 40 mil pontos de venda. Se meu refrigerante tiver em 40 mil pontos de venda, talvez ele já valha o que eu quero que ele valha para eu vender.
Você já tá ali refletindo se vale uma saída?
Não vale uma saída.
Já refletiu?
Já refleti, tá refletidíssimo.
Já tá refletidíssimo.
Inclusive já vi quais os possíveis compradores para fazer esse plug-in. Legal.
Esse business, essa cabeça de criar uma empresa para vender Tinha em 2021?
Tinha, mas ela menor, em menor proporção. Já tinha feito algumas coisas, só que menores. Então, de tipo, eu entrei, operei no conselho, mas não foi, participei do MNEI, não fui eu que vi número, só peguei o cashout ali, pronto, você foi embora. Mas essa nossa foi literalmente inteira arquitetada por mim, inclusive a parceria com a Bali agora para pegar essa nossa zona deficitária foi literalmente uma ideia minha que eu tive num momento de tipo, vou comprar esse barulho de botar 20 pau na frente para entrar no grupo X, para ver, e vai ter que sair da física, porque a empresa não tinha esse capital.
E eu falei, não, aí sabe aquele pum, aquele soprinho? Meu, foi Deus! E aí Aconteceu, graças a Deus.
Eu lembro que quando eu falei com você, não só no podcast, mas até no podcast com Caio que a gente faz todos os anos, você falou que você tinha um prazo e um número, um prazo para dar uma diminuída, uma desacelerada, uma desacelerada, porque parar e Tito não tem nada a ver, é um antônimo, né?
Parar, parar, quando eu falo parar, as pessoas acham que quando eu falo assim, mano, eu vou parar, é uma desaceleradinha. É, as pessoas acham que eu vou ficar com o pé para cima fumando charuto em casa. Não, não é isso.
E você tinha uma idade e um número, ainda mantém?
O número não.
E a idade também não?
A idade eu tive que prorrogar um pouquinho.
Porque, cara, sei lá, era 40 anos que eu queria. 40 anos é depois de amanhã, pô, entendeu?
Eu faço em setembro, faço 40 anos.
Pô, não existe.
É, prorroguei. Assim, ó, nos planos do que eu queria fazer, E tipo assim, eu já posso parar de trabalhar, já posso, já tem dinheiro para parar de trabalhar, só que eu tenho que morrer depois de amanhã, entendeu? Então, mentira, tô brincando, é brincadeira, é brincadeira. Eu durmo umas 2 semanas já, na terceira eu já tô respirando por aparelho já, mas tudo bem. Não, não, para manter, para ter o ritmo que eu tô hoje. A gente comprou avião agora, as coisas vai ficando salgada, né? Parcela, hangar, piloto, parcelinha, gasolina.
Mas na parcelinha você chega onde?
Você chega na Lua? No pedalzinho? No pedal Júpiter. No pedal eu vou para Júpiter. Comprou no Coliseu? No pedal eu compro lote em Marte. Eu compro um lotezinho lá, eu compro um lotezinho para fazer um ranchinho. No pedalzinho eu vou longe. Vai longe. Por isso que eu não posso parar de trabalhar, porque é pedal até dormir em fumaça, né, velho? Vai ter pedal para ir até o O tudo é France, tanto pedal que tem aqui, entendeu?
Entendi.
E aí, cara, mas não, aí 45 eu acho que é um prazo bom, porque tem duas operações hoje que, tirando a Titânia, obviamente, que é o macro de tudo isso, duas operações que são minhas meninas dos olhos.
Era minha pergunta.
Original Ginger e o meu assessor são as duas meninas dos olhos.
Cara, meu assessor tá indo bem, né?
Não, eu tô indo bem, meu assessor tá indo muito bem. Eu tô indo bem, meu assessor tá melhor que eu.
Conta aí. O que que é o meu assessor?
O meu assessor, cara, você já viu? Já foi impactado em algum momento pelo meu assessor?
Já.
É, pois é. Então o nosso departamento de tráfego, de enfim, fazer toda essa parte, é absurdamente robusto. Tudo coordenado por ele que tá ali inclusive sentado. Ele é o Marcos.
E aí, Marcão?
O Marcos inclusive foi quem desenvolveu o meu assessor e quem bateu na porta da minha sala de escritório e falou assim, mano, eu tenho uma ideia. Eu falei, Marcos, puta, tamo num momento de não, né, velho? E ele já era meu sócio no operacional da agência lá e tal. Ele falou assim, É uma ideia, mano. Aí eu falei assim, ele não costuma insistir, inclusive é tímido para aquilo. Daí tá roxo, ele não tá nem aparecendo, ele tá roxo ali.
Aí ele insistiu, ele falou, mano, é uma ideia. Aí eu falei assim, ah, é mesmo? E eu sei o quão tímido ele é. Aí eu falei assim, tá bom. Abri a porta do meu escritório, era um mezanino, escritório antigo, era um mezanino, e ficava toda agência aqui embaixo, eu tava aqui em cima. Eu abri a porta, turma, o Marcos tem uma ideia para apresentar, vem todo mundo na minha sala. Com ninguém na televisão, lembra disso? Aí veio o escritório inteiro, mano, sentado, mesa, cadeira, chão, todo mundo.
E vai, botei ele de pé, falei: apresenta a ideia. Aí, bicho se gaguejando, estremendo inteiro. Aí que ele terminou, olhei para, tava todo mundo assim, ó, todo mundo assim. Eu falei: acho que tem um negócio aí, Marcos. Ele falou: esse aí, ele me trouxe um MVPzão ali, tá? Faz em quanto tempo? Ele falou assim: uma semana. Eu falei: não dá. Ele falou: uma semana, programo isso. Pois ele trouxe o um mockupzão, galera testou, todo mundo do escritório testando, testando, testando, vingou, foi para rua.
E hoje a gente tá com mais de 200 mil usuários, quase 300 mil usuários. Tem o quê, 8 meses de operação? 9 meses? É bom, né? 300 mil usuários. E aí a gente lançou agora a versão 2.0, tá? O meu assessor é um sistema organizacional, financeiro e de agenda, bem linkado do WhatsApp. Só que agora a gente tem o app, né? Agora a gente desenvolveu o app linkado com banco. Então eu consigo fazer Pix pelo meu assessor, consultar quantos Pix eu fiz para determinadas pessoas.
Joel, quantos Pix eu fiz para o Tito esse mês? Quanto eu gastei de relógio esse mês? Bom, você vai prateleirando tudo e ele vai organizando para você. Quanto eu paguei as parcelas do— eu que sou o Mr. Pedal, Eu paguei as parcelas do relógio tal, eu paguei a parcela do carro tal, vai jogando, ele te responde tudo.
Porque ele tem acesso ao banco, coisas que você fica perdido.
Por exemplo, se eu te perguntar, pega uma fatura do cartão de crédito, aí normalmente ele aponta um CNPJ ali, nem sempre ele te dá a pessoa, é o nome fantasia e tal. Se você prateleirou no momento que você lançou, ele vai saber. E aí você fala, cara, onde que eu gastei esse R$1.200 aqui? Aí o meu assessor te fala exatamente onde você gastou.
Legal, hein, cara?
Muito mão na roda. Muito. E tá tipo assim, uma porradaria. Esse negócio é porrada.
Quanto custa por mês?
R$29,90.
É R$300 e pouquinho por ano. Você vende por ano?
Exato. Vezes 300 mil. Isso.
Vezes o múltiplo. Risadinha, né?
Ah, tem hora que nós tem que acertar alguma coisa também, né, velho? É só, eu sou o cara, só toma soco nessa vida.
Esse também foi desenhado para vender?
Esse foi desenhado para plugar. Eu tenho uma agenda legal com ele, eu sempre tive uma agenda boa até a gente fazer a versão 2.0 e agora a gente está selecionando melhor essa agenda. Eu tomei alguns cafés com um dos maiores fundos do Brasil, bem conhecido inclusive de todos, e ele queria plugar porque dentro desse fundo ele cuida de mais 500 escritórios que cuidam disso, que literalmente é uma pirâmide no bom sentido, no formato, um macro com vários outros escritórios.
Ele queria que o meu assessor gerenciasse todos eles e entregasse essa coisa para ele.
Entendi, então vai ser uma fusão.
Uma pseudo fusão, exato. E aí se pegar esse número aí, aí eu consigo antecipar os 45, 41,5 esse dado.
Vai dar.
Então são as nossas minas dos olhos hoje, assim, o meu assessor e eu, e a Original Dinge. Fora a Titanium, que é meu ganho macro, assim, que é onde eu vendo as palestras, que eu vendo—
Mas a Titanium também faz, ela faz trabalho para— porque assim, terceiros, quando eu conheci a Titânio, quando eu fui lá, era relação do Tito e ela cuidava de influenciadores. Você pivotou, né?
A gente teve, a gente foi obrigado a fazer isso.
Hoje você cuida de contas.
Exato, a gente ainda cuida de CPFs de pessoas. Por exemplo, hoje a gente veio para cá, tava o Lucas Lucas de Keylar, a gente tava fazendo uma fusão com outras duas marcas onde eu boto o Rosner. Então a gente faz esse de gerenciamento artístico, mas ele é mais pontual. A partir do momento que eu sentia que eu fazendo gestão de pessoas eu ficava vulnerável, eu tinha uma vulnerabilidade financeira muito grande, porque, por exemplo, eu fui lá esse mês, eu vendi duas palestras do Joel, mês que vem eu vendi 15, aí o mês eu vendi mais uma.
Eu não sei quanto eu ganho por mês, velho. Eu tenho que ter um senso organizacional financeiro muito bem definido aqui. E eu não sou esse cara, mano, eu não sou. Você viu que eu não sou esse cara, né? Eu saio fazendo as coisas, eu gosto, não passo vontade não. Eu não passo muita vontade não, eu não faço, você tá ligado, né? Não passo. Às vezes é correr assim uma carrocinha um pouquinho na frente do boi, é um pecinho maior que a perna, é aquela crise de ansiedade, aquela coisinha gostosa, palpitação, do jeito que a gente vê.
Você foi no seu closet, é, gente, tem uns 500 pares de tênis. Sim, sim, eu já sei que são muitos. É isso, eu vou chegar uns 200.
Podem julgar, eu vou ficar minimalista.
Eu vou ficar minimalista, uns 200, vai ficar tudo bem.
Ele veio, ele foi lá. Quantos pares de tênis você tem? Eu falei, cara, uns 500, não precisa falar, eu sei que todo excesso esconde uma falta. Era coisa de moleque pobre que descontou, ganhou dinheiro. As marcas me mandam muito também, eu não posso falar para parar de me mandar. Ô Nike, não me manda tênis. Não vou falar isso nunca, não vou, entendeu? Então tem 500 pares de tênis lá, tá tudo bem, mas eu vou virar minimalista, vou ficar com 200, 250. Eu vou, e é verdade, eu vou fazer isso. Vou doar quase metade.
Legal.
E aí onde a gente tava? A gente tava falando de?
Da agência, da Titã. Da agência.
Aí eu ficava vulnerável disso. Aí eu falei, cara, eu acho que eu preciso ter uma coisa mais recorrente, porque eu não sou esse cara organizado, meu financeiro tá entrando em colapso comigo, a gente tava brigando, porque eu queria X e ele me dava Y. Eu falei, não, peraí, calma aí. Não, mas é mês que vem. Foi mês que vem, outro mês. Não, você é louco. E aí, cara, a gente entendeu, obviamente, né, eu tô falando isso brincando, eu entendia, o financeiro segurava a rédea, mas eu não gostava daquele formato.
Eu falei, e se a gente pivotar para, em vez de cuidar... Porque assim, nesse meio tempo eu fui verticalizando um monte de serviço, eu fui trazendo um monte de coisa para dentro de casa. Então, a produtora in-house, a parte de tráfego in-house, a parte de design, então todos os meus designers in-house. Eu falei, cara, eu tenho basicamente um 360... De serviços que todos os empresários precisam, e eu sinto que é deficitário para todos eles, certo?
Para você como empresa, Joel, se você quiser fazer uma campanha, você tem que ligar para 15 pessoas, e se der uma merda, vai jogar um no colo do outro, parará, papapá. A partir do momento que eu concentro tudo, você resolve tudo numa ligação, primeiro que resolve um puta de um problema. E quem tá qualificado financeiramente atrás de um serviço, ele vai lá e a vida dele é ter problema, certo? Foco dele é não ter problema. Então concentro tudo numa ligação e te trago o melhor dos mundos, porque se der merda, a culpa é minha.
Eu não tenho outra pessoa rodando, eu peguei tudo para fazer. Se der merda, a culpa é minha, mas se der bom, a culpa é minha também. E aí você vai falar para os outros: fui com o Tito, Titânio, lá, porra, do catering que a gente comeu no camarim até assistir o filme pronto no cinema lá da Titânio, foi irretocável. Você não vai falar para os outros?
Sim.
E esse é o melhor marketing que eu postei. Eu posso fazer o filme que for patrocinado, eu, galera, venham para Titan. O cara ouviu do boca a boca do Flamengo, mano, minha experiência lá foi diferente, e com certeza você me rende mais contratos do que meu filme patrocinado no Instagram, entendeu? E essa foi nossa estratégia. E aí eu pivotei, aí eu falei, cara, esses mesmos serviços que a gente presta para gente, para as nossas marcas, essas BUs que a gente criou para as nossas marcas, a gente pode começar a abrir para terceiros. E aí foi o que a gente fez, começou a trazer cliente de fora.
Aí foi buscar as grandes contas. E você é um ativo da própria Titanium, né? Porque, sei lá, o Philips, vou dar um exemplo aqui, eu não sei se foi isso. Pô, sou capaz de fazer isso aqui para você, inclusive a influência eu posso ser o...
Foi o reverso, foi isso nesse caso específico, esse cliente especificamente, pode falar abertamente. O Bruno é super amigo, a área, a turma da Philips é fechamentação, tô indo para o 4º ano com eles.
Legal.
Patrocinadores do meu programa, da cúpula, de todas as coisas. Foi o contrário, eu entrei como influenciador, como embaixador, era o rosto, né, sou o rosto da marca. Aí eu comecei a fazer algumas propostas para eles lá dentro, falei assim, posso fazer um teste? Eu tô vendo que isso aqui, posso fazer um teste? Hoje a gente é agência deles, entendeu?
Ai, que legal, cara!
O squad inteiro que tá lá foi a gente que montou.
Você é agência da Philips?
É, a gente montou o squad inteiro. Eles estão no Ticaracatecast, foi a gente que botou. Eles estão no Podpah, fui eu que botei. Cocielo, O Menzinho, Fausto, foi todo mundo aí. Eu e Bruno, a gente foi trazendo a troca dentro.
Que legal, cara.
Então a gente faz esse trabalho. Inclusive, cadê a Philips aqui, Brunão? Esse vai para recado para você, Brunão. Tô aqui no Joel. Cadê as telas da Philips? Cadê o loginho aceso aqui? Vamos. Ele é bom de patrocínio, ele é bom de contratinho, bom de marca.
Eu aprendi com ele.
Gosta de relógio.
Ele gosta de relógio também.
Pô, quem não gosta? Quem não gosta, né? Quem não gosta?
Se você não gosta, é só questão de tempo.
É igual samba, bom sujeito não é, ou é ruim da cabeça.
Tu gosta de samba, né?
Eu sou samba, é diferente, é diferente.
Calma, eu sou.
Quem olha não fala, mas eu sou samba e gosto muito. Gosta, né? Muito, muito, muito, muito, muito, cara.
O teu ecossistema hoje então, ele é Meu Assessor mais Original Ginger mais Titânio.
Isso, acho que Titânio como guarda-chuva. Titânio, Original Ginger e Meu Assessor. Titânio, tá bom. Meu Assessor.
E o Felipe Tito?
Como é que vem no meio da Titânio aqui?
Titânio, mas assim, não Felipe Tito o CEO, o Felipe Tito marca. Isso, persona. O @felipetito, igual eu vi você falando.
Tá nesse. Então vamos lá, aqui a gente tem topo da pirâmide aqui, Titânio, desdobramento original, Ginger, meu assessor. Dessa pirâmide desce o meio aqui, o fio da aranha, tá? Felipe, @felipetito, que circula, que permeia.
E você tem outros arrobas lá contigo?
Por exemplo, Lucas Lucco tá lá com a gente, Jéssica tá lá com a gente, tá lá também. Tem várias pessoas que estão lá, várias interveniências de gente que não é fixa. Por exemplo, quantas vezes já te liguei para o Joel? Palestra aqui, vamos falar com seu escritório, com o meu, a gente A gente faz uns, entendeu? A gente faz isso com muita gente o tempo inteiro.
Mas não é um foco, é uma coisa meio que uma fruta baixa.
Exato, é uma fruta baixa, tá fácil de pegar, pinga lá, é uma renda passiva. Eu não preciso ligar para fazer, ela acontece, vira e mexe aparece essa demanda e eu, por uma questão de conflito de interesse, também não consigo entregar. Tito, palestra não sei o quê. Puta, tô fechado com uma lá em Manaus, nem que eu vá de foguete eu chego tempo, posso botar um amigo que é basicamente o mesmo perfil, fala das mesmas coisas. Joel, tem uma palestra, você quer ir?
O cachê é tanto. Tito, não dá para mim. Tito, é isso. Eu faço isso com marcas, a mesma coisa. Marca de carro X, Tito, vamos fazer, cara? Fechei com a RAM mais um ano, acabei de renovar mais. Tem um amigo, tá ali, tá indo fazer uma expedição, precisa de carro também, faz sentido. Joel, quero lá, entendeu?
Entendi.
Eu faço isso, tá?
Beleza, peguei, capturei. Capturei. Sei que você cresceu, sei que você cresceu bastante nos últimos anos, os resultados mostram. Legal. Nova aposta, tá apostando no quê agora? Olha, tem alguma coisa que você tá olhando? Você acha que é mais um lugar que você pode, poxa, extrair valor, que você tem capacidade, tá a fim de apostar em algum lugar?
Cara, eu tinha ficado preguiçoso pra rede social, confesso. Muito de gerar conteúdo, de mostrar meu dia a dia. Tipo, depois que eu me tranquei no escritório, eu fiquei assim, eu virei esse cara chato, que é chato, é boring pra caralho. Nosso trabalho, as pessoas pensam que, ah, era, é, tem a hora do glamour e do oba-oba lá, mas entendeu, não é. E aí eu falei, cara, eu fiquei preguiçoso de compartilhar esse conteúdo com as pessoas.
E aí, velho, Eu tô voltando mais, eu tô botando mais força na rede social, tô botando mais força. Eu vi que tem, eu tava deixando muito dinheiro na mesa, muito dinheiro na mesa, até por uma questão de volume.
Tem um lugar que eu sei que você tá deixando dinheiro na mesa.
Qual é ele? Educação. A gente já falou disso, educação. Mas é que não é que eu tô deixando dinheiro na mesa, que eu deixei, você já pegou todo, João. Pouco dinheiro que eu deixei na mesa, o João fez assim, ó. Eu falei, calma aí, cara. Cara, calma aí, não tem como, não tem como acompanhar. Quem que faz flexão com 8 mil pessoas no estacionamento da academia, irmão? Não dá, não tem como. Você é outro, você joga no outro ritmo.
Eu mandei mensagem para o Baza. O Baza, deixa eu te falar aqui, cara. Baza, para quem não sabe, é o dono da Ironberg, né? Querido amigo nosso, né? Pô, você sabe que, cara, eu sempre levo lá uma turma, a gente vai de madrugada, eu sempre te ajudo.
Não atrapalha, não atrapalha.
É 5 da manhã, eu levo lá sempre 100, 150 empresários direto.
Imagina o dono da academia escutar assim, eu tô indo com 150 pessoas. Aí você já, na minha cabeça, é ou é um problema muito bom de tipo de resolver, de falar assim, mano, 150 leads, são 150 pessoas que se 10% fizer matrícula, já peguei, entendeu?
Aí eu levo direto isso, 150.
Mas aí você ligou para ele e falou, com quantas agora?
Eu falei, eu queria fazer um evento aí, pô, bem no feriado, às 5 horas da manhã, vai pouca gente dele. A casa é sua, Jota. É, mas até umas 1.500 pessoas.
Aí ele falou, tá bom.
Eu não sei se ele acreditou.
Eu acho que ele falou assim, o Joel viajou, como é que ele vai conseguir 1.500 pessoas que acordem 4 da manhã? Primeiro começa isso. Galera foi, juro por Deus, eles foram, foram e fizeram, mano. Eu vi o vídeo, velho, eu vi o vídeo, cara. Ô, velho, você não tá entendendo, juro. É tipo assim, é um negócio que você fala assim, não, como é que que ele falou para essas pessoas? Juro por Deus, ele prometeu, eu não sei se foi relógio, que que ele prometeu para essa galera, porque tipo assim, mano, tipo, juro por Deus, é inacreditável.
E aí sai, como é que começa, como é que acaba? Vamos inverter os papéis, a pergunta é minha agora, tá? Como começa esse dia? O dia começa, você marca o horário, chega, ó, galera, chega todo mundo na academia 5 horas da manhã, beleza?
5:30 a gente começa, 5:30 você tá atrasado. Primeiro código de conduta, não se chega no horário. Você chega antes do horário, isso é básico, beleza?
Básico.
E aí a gente vai lá, tá bom? Beleza, beleza, pessoal. A gente vai treinar aqui, me segue. Quando eu parar, você para. Quando eu continuar, você continua. Enquanto eu não terminar, você não termina.
Treinar o quê?
Flexão, só isso. Aí em cada flexão eu uso a flexão para ser o exemplo do que eu quero falar para eles. Gente, olha só, pô, você consegue mais longe, cara. Olha essa repetição, tá vendo? É o teu corpo, é peso do corpo. Não tô pedindo para você colocar nada em cima. E eu vou trabalhando. São todos empresários, são todos empresários. Você é tão forte quanto seu elo mais fraco. Aí eu uso também. Então, se você não puder tirar esse elo porque ele tá te atrapalhando, então treina, desenvolve ele.
Aí eu vou usando metáforas e analogias. Aí eu paro, dou risada. Quando você tiver cansado, abraça a dor. Quando tiver muito dolorido, dá risada. Aí você tá fazendo flexão, os cara começa isso, aqueles Assim, ó, tremendo, tremendo o braço. E estão rindo. E eu vou colocando códigos de conduta neles, e são todos mentorados, todos da MLS. E aí no final, gente, vou tirar foto com todos. Aí tirei foto com todos, depois a gente saiu.
Todos tem que fazer, tem que fazer, porque tem que ouvir, tem que fazer, tem que ouvir a turma, que que eles estão dizendo, que estão falando diante deles. Você faz isso também?
Eu faço.
Gente, se troca que aí vai ter podcast com plateia. Aí levei 2 mil pessoas, fiz um podcast com plateia. Aqui no Coliseu. Liguei para o cara do Coliseu, cara, de todo mundo da Heidelberg.
Tomou banho onde as pessoas?
Eles tomaram banho, sei lá, nos hotéis, tomaram banho na própria Heidelberg. Aí eles se trocaram, acabou com a água de Alphaville, né?
Todo mundo tomou banho na Heidelberg e acabou.
E aí eu falei, cara, podcast com plateia. Lotou, 2 mil pessoas.
Quem era o convidado? Flávio.
Aí a gente fizemos, fizemos, fizemos, fizemos. E depois que acabou, valeu, gente, obrigado, obrigado pelo dia. Saiam para jantar, fazer negócio. Negócio, conversar com os mentores de vocês, aí eu tô com gosto. Mas é lógico, tem muita coisa envolvida, né?
Tem, tem, poxa, tem presença, presença ali, tem que ter tempo, tem dedicação.
Eu sei que esse é um lugar para você que você vai dar muito certo. Só que eu te falei isso já tem uns 3, 4 anos. Você falava de relógio, eu falava de educação.
É, a gente já falou. Não, você sabe, tá rolando a movimentação, eu tô te falando, eu tô indo devagarzinho para entender Mas o teu devagarzinho é rápido. É que quem menos corre voa, né? Já dizia Chorão, né? Que não tem marcha lenta, só tem cientista. Quando existe, nós inventa, entendeu? Lembra disso? Mas eu realmente tô fuçando, tô tentando entender isso, que eu sempre tive uma ressalva assim de tipo, será, será que eu vou? Será que eu consigo?
Será que eu dou conta? Eu sou chato, bom ponto, bom ponto. É, eu sou chato, mas eu sou um cara chato, entendeu?
Sou chato, você é sistemático, você gosta das coisas assim, sistemático.
E sabe, minha bateria social ela também não é das mais longevas, então eu sou um cara que eu vou, vamos entender, vamos ver se vai, tá indo, tá curtindo, tô gostando, tô me doando, tá fazendo sentido. E enfim, e muito, muito por sua causa, você sabe disso, muito por sua causa. Muito bom, muito por sua causa. É, o mundo roda, né? O mundo roda, né, João?
É trabalho de bola. Tá, então eu posso dizer que essa, eu posso considerar que essa é uma nova aposta ou é ainda tá numa fase de você tá em love ou você tá, você tá olhando?
Eu tô em fase de teste, você tá em teste, tô aprovando o mockup, vamos entender. Educação, o que eu tô em love, que eu quero saber se você tá em love, que eu tô que eu tenho tesão de fazer, que eu voltei, que eu fiz a vida inteira, me tranquei no escritório e agora tô flertando com de novo, é o meu programa, isso aí, A Cúpula. E cara, eu gosto muito de fazer o que eu faço, eu gosto muito de arte, de entretenimento, eu gosto. E aí a gente lançou A Cúpula, que tá super legal, tô tipo amarradaço de fazer, tô recebendo só gente maneiraça.
Primeira temporada, inclusive, você que você tá no radar para ir. Só gente legal. Então fiz, o Lennon foi meu primeiro convidado, depois veio o Charlinho, Charles do Bronx. Aí a Jéssica foi a de Key, aí Lucas Lucco, aí a gente fez Thiago Ventura, agora tem quarta-feira eu gravo Débora Seco. Aí tem, cara, uns nomes muito legais, pessoas muito legais. E o que você falou de podcast com plateia, o David Letterman tem o My Next Guest Needs No Introduction, já viu esse programa?
A minha ideia era fazer uma parada dessa. Tipo, por enquanto eu fiz um programa com quadros, que é uma coisa bem analógica, formato analógico televisão, só que eu digitalizei. Então eu trouxe para o digital, tá no YouTube. A gente tá flertando com algumas plataformas de streaming para fazer um formato na linha do Dave Letterman, que seria isso. É basicamente um programa de entrevistas com plateia. Então, que nem você falou, ah, fiz um podcast com plateia.
Eu não teria essa denominação, mas era basicamente esse formato David Letterman. Eu já tenho, eu fiz, cara, um piloto disso há 4 anos, 4 ou 5 anos, tem mais até, né, com Albani, com Renato Albani, tem mais que isso, uns 6 anos, uns 6, 7 anos. Eu fiz um piloto disso no Teatro Sabesp Frey Caneca, eu e o Albani, e era uma troca exatamente isso. A ideia era encher um teatro, fazer uma temporada do A Cúpula, sim, no teatro, e ter um bate-papo pessoas interessantes.
Não é foco só empresários, só não sei o quê, não. O negócio é fazer um bate-papo, é um entretenimento com plateia. E eu queria fazer isso, cara, na linha, na mesma linha. Eu gosto muito do formato do David Letterman, sou fã da forma como ele conduz as conversas, como ele extrai informação dos convidados, o enredo que ele cria para que a pessoa se sinta à vontade a falar de determinados temas que elas não falariam jamais. Então eu gosto muito dessa coisa, dessa, dessa sagacidade dele, E essa coisa com a plateia me pega muito.
Então agora você também tá apostando num conteúdo que, ó só, se eu assistir a cúpula, alguma coisa, já gostou, gostei. Mas você faz um mix, você junta internet com streaming, com TV, com influenciador, com vários quadros, entretenimento. Tô certo, né, na minha análise? Com entretenimento, junta tudo isso e cria um, o teu jeito, um Megazord ali. Você tá pegando referência de onde e qual a referência que você criou?
Tá, vamos lá. Eu trabalhei na MTV muito tempo, né?
Puts, muito ligeiro, muito cool, né?
Muito rápido, muito moderno. E aí MTV que eu peguei, eu flertei com MTV old school, que é na Alfonso Bovero ali, que era antiga MTV.
Mas você fazia o quê na MTV? Qual programa? Aqueles programas de praia?
Eu apresentei o Are You The One, que era um reality show de namoro. Tá bom. E eu apresentei o—
Esse foi para o streaming, não foi esse?
Foi esse? Não, não, para o streaming foi o Solto em Floripa no Amazon. Era Amazon Prime? Era Solto em Floripa. E na MTV eu apresentei o Are You The One e apresentei— Que mais que eu apresentei na MTV? Eu tive Tem bastante coisa lá, mano, tá? Bastante coisa lá.
E aí eu quero hackear isso aí, eu quero que cada um que você fale te trouxe o quê para você juntar nesse Megazord.
A MTV, quando eu peguei, ela já era Viacom. Eu fiz teste para apresentar o Box MTV em 2005. Box MTV era um programa de clipes, formato MTV, 3 tabelas, tá? Fala, galera, era isso. Só que a Globo tinha me aprovado para para fazer Malhação, 2005, meu primeiro personagem lá, tá? E aí eu falei, puta, uma coisa mais longo prazo, carreira, Globo. Então não fui para MTV, fiquei na Globo, tanto é que eu fiquei 20 anos lá na Globo, né? E aí fui para Malhação, meu primeiro contrato, minha primeira novela.
Depois, então eu voltei depois a trabalhar na MTV, eu apresentei, agora lembrei, apresentei o Ridículos MTV também na MTV, que é uma versão brasileira do programa do Bier Deck, que é aquele Ridiculousness.
Essa eu não vi.
Era eu, Hugo Gloss, que era tipo meu sidekick assim, meu Loro José, e a Ellen Milgrau, que é uma modelo e tal, menina também mega talentosa. E o Bruno Rocha, o Hugo Gloss também, cara, animal trabalhar com ele, cara, super inteligente, sagaz, muito bom de— muito bom, muito bom. A gente recebeu todos os convidados que você imaginar: Marcelo D2, Supla, Anderson Silva, Narcisa Tamborilhague, Foi um programa com uma galera muito aleatória, mas muito boa de entrevistar.
E aí teve isso, aí teve o Air the One, que era um programa onde eu era literalmente o apresentador, tá ligado? Tipo, eu só apresentava e dava as coordenadas e o programa acontecia. No Ridículos, eu era o guia do programa e o programa a gente gravava em Miami. Eu fiquei em Miami 6 meses lá quase indo e vindo, idas e vindas. Então era equipe americana, direção em espanhol e plateia brasileira, tá? Então, mano, ali para mim foi tipo a prova de que eu sou multifuncional mesmo.
Assim, era o cara falando em espanhol aqui, eu comunicando com a equipe em inglês e falando com a plateia em português e apresentando o programa em português. Sim, loucura! Essa cabeça batia pino no final do dia assim, mas foi muito legal. Aí depois eu apresentei o video show Tá, eu fiquei, eu tive um quadro de culinária no video show, aí depois eu tive, eu fui repórter do video show, depois eu apresentei o video show do palco.
Então eu fiz muitas coisas, teleprompter e tudo ao vivo, era outra parada, tá. Aí eu falei, cara, mistura tudo que eu tinha fora aí os personagens em todas as novelas, blá blá blá blá blá. Quando eu olhei e falei assim, mano, dá para eu juntar tudo isso e fazer, tipo, é basicamente um mix de tudo que eu flertei na televisão, eu trouxe para lá. Então, tipo assim, no Caldeirão eu fiz o Salt Bum, né, ganhei lá o Salt Bum com Luciano Huck e fiz muita matéria com Luciano para rua e tal, não sei o quê.
Então, tipo assim, as piadinhas, as gracinhas, os quadros de entretenimento do tira-põe, quando não sei o quê, garrafa tal, não sei o quê lá, todas essas provas, coisas que eu tô vendo que tá na internet, eu falei, vamos levar e eu vou saber conduzir isso muito bem porque eu já fiz, certo, para os outros, tá. E agora é meu, o estúdio é meu, o staff é meu, é tudo nosso, é Camaleão na nossa, eu sou o maestro dessa parada, tá muito mais fácil de fazer, muito mais fácil, muito mais gostoso, muito mais à vontade.
E é isso, cara, eu falei, vou fazer um programa. E eu sentia muita gente que me segue é ver da televisão comigo, sacou? Tem 6 milhões de pessoas e 6 milhões de pessoas que muitos deles é fanbase da televisão, é muitos também por conta de negócio assim, acho que mesclou muito assim. Meu público era 90% mulher, mano, por conta dos da novela. Hoje é 50/50, literalmente assim, é homem e mulher, e muito por causa de negócio, carro, moto, moda, as coisas que eu comunico.
E eu senti que a galera tinha uma carência disso, tipo assim, eu recebia muita, recebo, né, muita mensagem, pô, por que que você não volta? Por que que não dá? Aí ano passado me chamaram para 3 novelas, esse ano já me chamaram para uma e não consigo por agenda, por eu não conseguir me ausentar das operações, porque financeiramente a conta não fecha nunca. Não fecha, entendeu? É uma palestra minha de uma hora, é um mês de trabalho lá, literalmente.
Então não fecha, a segunda vai fechar. E aí eu falei, cara, eu não vou até a montanha, mas a montanha vai vir até aqui. E aí eu montei estúdio dentro do escritório, mega estúdio, ficou legal para caralho assim, ficou muito legal, LED, câmera, tudo bem, tá bem estruturado. A gente tá fazendo de casa, ó, fulano tem agenda, desmarca meu dia, vamos rodar, e roda. E tá fazendo, e tá muito legal, muito legal.
Fala, pessoal, tudo bem? Olha só, eu virei embaixador do PraValer. É isso aí. O que que é o PraValer? PraValer é uma instituição de financiamento estudantil. Bom, todos sabem aqui que eu sou um defensor e promotor dos estudos, né? Eu me formei na faculdade, eu fiz mestrado, tenho doutorado, pós-graduação, fui professor de faculdade 11 anos, professor de pós-graduação 8 anos rodei esse Brasilzão aí ensinando, formando, desenvolvendo profissionais.
E o Pra Valer, ele ajuda o estudante a fazer faculdade. Então é um investimento estudantil. Da mesma maneira que você investe na educação, o Pra Valer, ele é um investimento para o investimento na educação. Em outras palavras, é o seguinte: você quer estudar e você não tem a capacidade, por exemplo, de pagar os seus estudos. Você vai lá, se cadastra no PraValer, e você consegue, com parcelas que cabem no seu bolso, com uma parcela mais longa, fazer a sua faculdade.
E os juros controlados dentro do mercado, você tem uma aprovação, você tem um sistema, é uma fintech, né, uma empresa que é a maior do segmento, tá, a maior do Brasil que faz isso. Quase que 80% de todo financiamento estudantil particular no Brasil é feito pelo PraValer. Então você que é pai quer saber como que você pode investir na faculdade do seu filho, você que é estudante e quer saber como que você pode investir na sua capacitação, na sua faculdade, clica aqui em alguma parte desse vídeo e conheça o PraValer.
De tanto eu falar de educação, a turma do PraValer veio e falou: Joel, você nos representa, você defende algo que a gente acredita. E sim, eu acredito na educação, eu defendo E eu promovo Pra Valer. Parabéns por tudo que vocês fazem e ainda vão fazer pela educação. E você quer estudar? Conheça aí a solução do Pra Valer, que agora também é patrocinado do JJ Podcast, e eu também sou embaixador. Educação transforma e o conhecimento liberta.
Beleza? O que que você vê como tendência, Tito? Você que, cara, você rodou, cara, MTV, Globo, novela, video show, programa, vai na rua, vai no estúdio, vai com entrevista, vai com o TP, vai sem TP, vai no ao vivo. Vai, vai para, vai falar com o Tom Cruise, vai falar com o negão lá que eu esqueci o nome dele, negão lá que é o Jamie Foxx. Aí vai no celular, aí vai que vai, vai, vai. Aí você faz conta, você junta, você é cara bom de padrão.
Me diz uma coisa, o que independente do que aconteça não vai mudar na comunicação e o que mudou? Então, por exemplo assim, Joel, isso aqui independente se é Rádio, TV, sei lá, revista, internet, não vai mudar. Isso é importante eu saber, tipo, eu quero entender um fundamento. Mas uma coisa assim, cara, mudou, não volta mais, não tem mais como.
Responder o inverso, vou começar com o que mudou e não vai voltar mais. A forma de entregar a publicidade, ela mudou e não volta mais, tá? Falando da forma que você, como você vendia um produto, se você ativava um produto na televisão, ela já não é mais a forma mais eficaz de vender. A mesma coisa acontece com os canais de venda que hoje teoricamente representam mais do que esse mercado analógico que é o da televisão no digital.
Eu não tenho mais isso aqui, galera, esse é um produto muito bom, comprem esse produto, eu estou aqui indicando. Não, isso não performa absolutamente mais nada. E isso era o que funcionava, antes eu pegava um rosto macro e validava esse produto em 80% pelo fato dele estar do lado de um rosto macro e ele falava, eu... Beba o original Dille, beba você também. Se eu pegasse o Ronaldo na Copa para fazer isso, o campeonato explodia, meu amigo.
Hoje ele não performa. Então existem várias outras formas de vender, acho, hoje. Existem métricas e existem metrificações. O que eu quero dizer? Métrica é tipo tempo de atenção, passou desse tempo, tempo de retenção. Metrificação é quantas pessoas clicaram, onde elas entraram dentro da minha loja, por que elas não completaram a venda, quantas completaram a venda, quem é essa galera, qual a idade média, qual o ticket médio, consigo metrificar tudo isso.
Na televisão não. Televisão rodava e fala assim, vendeu, bateu. Quantas pessoas assistiram? Ah, no Ibope deu 8 pontos. Quantas pessoas estavam em frente à TV? Onde estava essa TV? Dentro de um bar, onde ninguém está olhando para a TV, está todo mundo tomando, ela só está ligada? Dentro de um presídio? Essa galera não tem poder de compra, não está na rua, isso não dá para saber. Entendeu? Então hoje as métricas mudaram, a exigência de metrificação de resultado das marcas, das agências que cuidam das marcas também tá maior.
Então acho que a forma de consumo, de venda e consumo mudou muito e não vai voltar. Isso não tem, esse padrão não volta. E o que não mudou, que continua, continua e vai continuar sendo, é a genuinidade, a genuidade das pessoas, o quão genuíno você consegue ser na forma de se comunicar. Eu acho que todo mundo que trabalha com entretenimento tem que ter essa parada gritante assim, sabe? Não sei se você já teve acesso, obviamente você conhece a turma toda, apresentador.
O apresentador, todo mundo que eu conheço que é apresentador, que trabalha, é uma luz, é loucura falar isso, mas é uma luz diferente. A pessoa tem um brilho, um negócio aqui que é diferente. E não me colocando ou me tirando desse lugar, mas é isso, tipo que você, a pessoa fala, você fala assim, opa, tem um negócio diferente. Essa coisa é a genuindade da pessoa, ela é genuína, ela é de verdade, não adianta. E hoje todo mundo que não é, todo mundo que não for genuíno vai cair.
É, não vai cair porque é muito difícil. Assim, ó, a gente vive numa era que falar a verdade ficou mais fácil que mentir. E por muito tempo mentir, a verdade ficou mais fácil que mentir, era mais fácil. Quero ser legal, vou fingir que eu sou legal. Hoje não, é melhor você assumir que você é chato, é mais fácil. Porque não dá para manter, todo mundo tem um celular, todo mundo tem uma câmera. Uma hora essa máscara vai cair, uma hora você vai escorregar, uma hora o Joelzão legalzão na internet, olha lá como ele tratou fulano, olha ali como ele faz. Isso não dá. Então assim, você é, você não é.
É isso aí.
Faz sentido?
Muito. Então, mas é que veio de um cara que já é famoso há muito tempo. Você é famoso há quanto tempo? Sei lá, 20 anos pelo menos.
Além de eu trabalhar com grande público, para não dizer que foi assim, brasileiro entende mal, parece que você tá tipo se botando em outra prateleira, fala que eu sou famoso.
Se autoadjetivando.
Parece, nossa, eu sou muito famoso, eu que o Kim Kardashian. Calma aí, cara. Eu sou conhecido há bastante tempo, mas eu fui construindo isso na migalha também. Tipo, eu comecei, eu era o cara da novela, eu fui entender que eu era conhecido de verdade quando pararam de me chamar pelo nome do personagem, começaram a me chamar pelo meu nome na rua. Antes eu era, ó, o Marley, ó, o Malhação. Os cara me chama de Malhação, os cara não sabia nem o personagem.
Falou, ô, Malhação ali. Eu escutei muito isso. Aí depois, ô, novela, ô, mano, ô, fulano. Aí depois, ô, Felipe Tito. Eu falei, pô, calma aí, cara, esse é meu nome, mano. Aí eu vi que eu era conhecido, falei, pô, tá me chamando pelo meu nome. Aí eu vi que era conhecido. Eu sou conhecido, é isso, eu tô 39, minha primeira novela, eu tinha meu primeiro contrato de novela, eu tinha 17 para 18 anos. 22 anos, faz tempo.
Isso que você falou é verdade, porque com celular, com câmera, com filmagem, não dá, não tem como, não tem como. Um dia eu tava no evento, uns 2 anos, era um evento evento de empreendedorismo, tal. É, a gente falou, falou a trinca, a gente palestrou. Perguntas. Aí fica nós três lá. E aí eu não lembro exatamente o que o cara me perguntou. Eu falei, pô, muito importante, cara, para mim é minha família, é muito importante a saúde, família, trabalho, meus filhos, eu sou próximo deles, eu cuido.
Eu falei alguma coisa do meu filho e eu tenho muito carinho, dou risada, uma gargalhada, mas eu sou firme, eu falo nos olhos, tal, tal, tal. Beleza, falei. Aí continuou, tá bom, foto, acabou o evento, foto.
Aí foto, foto padrão, padrão.
E a última, último cara, ele falou assim: não vim tirar foto não, eu só vim dizer para você que isso que você falou sobre seus filhos é verdade, porque eu vi. Eu falei: onde? Eu voltei de Orlando com você e eu vi você fazer isso e você não me viu.
E eu: legal, legal, mas ao mesmo tempo Olha a resposta, é isso.
O cara não tirou foto, não foi ele que fez a pergunta, não levantou a mão, ele só me falou: é isso mesmo, eu vi você tratando. Que bom que você é de verdade, eu vi você tratando seus filhos. Você não voltou de— eu voltei com você de Orlando, foi semana passada?
Falei: é.
Aí eu fiz uma conta, é verdade, eu tava ali no aeroporto e tal, né? Ou seja, não tem como sustentar mesmo, não dá.
Eu falo, eu te falo isso, muitas vezes aconteceu de poder separar, deu Eu vou parado na rua. Falou, mano, beleza, beleza, você não me conhece, mas eu te conheço, e parabéns. Falou, não sei o quê, mas dá onde a gente conhece? Falou, mano, minha mãe tava saindo de lugar tal, não sei o quê, e pediu não sei o quê, você foi lá e ajudou no mercado X. E eu faço muito isso aqui, galera. Se você filmar, você tá querendo mostrar boa ação.
Você não filma, você é um cuzão que não ajuda ninguém. Então você não sabe onde é que você permeia ali para ajudar. Mas eu faço muito isso, muito, muito, muito, muito mesmo. E ele falou, pô, obrigado, mano. Aí você fala assim, caralho, você acha que não chega em ninguém, né? Tipo assim, é uma vez, nunca mais eu vou ver na vida. Não, mas as pessoas se falam e elas falam de outras pessoas. E a gente normalmente, por ser conhecido, por estar com a cara a tapa o tempo inteiro, a gente é assunto de muita gente que a gente não faz ideia.
Então tipo, é isso, não dá para você, não dá de mentira, você não consegue manter, mano, não dá.
Como que você lida com cancelamento e haters?
Da mesma forma que eu lido com elogio e com todos os prêmios.
Como é que você chegou nesse nível de maturidade, cara?
Apanhando e entendendo que as pessoas nem todas têm a intenção igual a minha, a mesma boa intenção, a mesma vontade, a mesma premissa, a mesma educação. Nem todas as pessoas são assim.
Fala aquela parada que tu tem na cotovelada aí, que agora eu lembrei.
Só uma frase na costela. Ô, velho, você acredita que tem gente que acha que eu não tenho essa tatuagem?
Eu achava que eu não tinha, tu me mostrando a tua. Eu juro, cara, porque eu tenho uma frase tatuada na costela, aí os caras fazem aquele, aquela, mano.
Eu vou explicar assim, eu vou explicar. E aí eu vi na costela dele, eu vi, tem mesmo, porra, velho. A loucura é, é bom você tocar nesse assunto, que eu gosto do jogo por causa disso. Primeiro que a gente tem audiência aqui, então todo mundo vai ver essa caralho aqui. Presta atenção, eu tava no Podpah E aí o papo surgiu desse, das pessoas nos lugares. Aí eu falei, mano, eu tenho uma frase tatuada na costela, que é porque a gente tava nesse papo, que diz o seguinte, mano, tem mais de 55 milhões de views de pessoas zoando a porra da tatuagem na costela, vai parar no Petro, ligado?
E passa a tela assim, ó. Só que eu tenho essa tatuagem, ela tá escrita com uma letra pequena, só que aqui na minha costela. E aí as pessoas acham que não, mas falou, mano, você se empolgou lá e falou, é um símbolo, é um símbolo que representa tudo isso. Não, mano, tá escrito na minha costela. Mas que lapa de costela é essa? Não, mano, a frase é desse tamanho assim, ela é isso aqui, ó, tá na costela. Mas enfim, é bom falar isso porque vai desmistificar o meme.
Mas o que que você queria saber? Você quer saber o que tá escrito? Porra, aí fudeu. Você sabe o motivo das pessoas, dos seus novos amigos te apoiarem mais do que as pessoas te conhecem há muito tempo? É porque as pessoas que te conhecem desde sempre demoram um tempão para entender que vocês vieram do mesmo lugar e elas ainda continuam lá. É basicamente essa que você escreveu.
Você devia estar no momento, né, que você falou, cara, eu vou, você marcou esse momento na Tocostela.
É, eu vi que eu deixei muita gente no meio do caminho, que o sucesso era mega egoísta.
Como assim?
O sucesso egoísta, que ele é solitário, ele é, nem todo mundo vai vibrar na mesma sintonia que você, nem todo mundo tá disposto a pagar o preço que você tem que pagar para ter o sucesso, mesmo que ele seja perspectivo. De tipo, o que é sucesso para o Joel pode não ser para o Tito e vice-versa. Ele ainda assim é, ele é muito, ele exige muito, e nem todo mundo tá disposto a pagar esse preço, nem todo mundo vai querer ser obcecado e ficar falando de progresso e coisa no tempo inteiro.
E aí você vai, você vira o chato. Então, para não ser o chato, você vai ficando sozinho. Ele é solitário, ele é solitário, ele é egoísta. Faz sentido?
Faz.
E aí eu comecei a olhar, e aí eu abri meu primeiro negócio. E aí eu abri o segundo e aí eu vi que as pessoas que estavam próximas, elas não iam mais, elas iam comprar o mesmo produto, só que de outra marca. Elas iam na loja de roupa, mas não era na minha. E se fosse na minha, pedia desconto e pedia peça e dava presente. Eu falei, caralho, as pessoas que estão com você, elas não... A gente falou isso, Joel, no começo do ano, eu, você e Caio.
E teve um corte nosso que viralizou para caramba falando que a rasteira vem de perto. Né?
Sim.
E é justamente isso, as pessoas, as pessoas que te conhecem há muito tempo, é difícil para elas. E não tô nem falando que é um pé de inveja, mas é difícil para as pessoas aceitarem que, pera aí, mano, a gente veio do mesmo lugar, por que que ele acelerou e eu não?
Exato.
Pera aí, eu nadei na mesma piscina que o Joel, mano, a gente era do mesmo clube. Por que que o Joel tá de Scaleide, tem um escritório desse tamanho, eu não? Não.
O que que aconteceu?
O que que ele fez? Que qual foi o esquema? Não é o Brasil assim, né? Qual foi o esquema?
Qual foi o jeitinho?
Qual foi o jeitinho? O que que ele fez? As pessoas não entendem que você simplesmente escolheu um outro caminho, acelerou. Eu abri mão das coisas que você tava, você foi, eu não tava. Você me viu lá, eu não tava lá, mano, tava trabalhando. Eu não bebi, eu não fumei, eu não varei à noite, eu não fui para festa, eu não tava no pagode, eu tava trabalhando. Aí agora é muito fácil apontar onde eu cheguei, mas e as coisas que eu tive que abrir mão?
Aí você não tá levando em pauta. E aí foi, aconteceu. Então por isso essa frase, o sentido dela é esse. E aí eu lido com o hater né, com hate de fato, né, vindo do hater, e com elogio da mesma forma. Os dois têm o mesmo sentido, a mesma finalidade na sua vida, que é te paralisar. O elogio exacerbado te faz paralisar porque você acha que você já fez demais, você é bom, cheguei, puta, sou foda. A crítica exacerbada te faz parar porque você acha que você é um merda, não tá fazendo nada direito, autossabotagem para parei.
Então o seguinte, filtra um surdo para o mundo e continua fazendo o que você tá fazendo, tá dando certo, pô, gostou, obrigado, irmão, fico feliz com o teu elogio. Pô, não gostou, é só apertar um follow aí, não me seguir, não precisa, tá tudo bem. Faz sentido? Oferecimento Original Ginger, o melhor para sua família.
Como que faz a publicidade do Original Ginger?
Vamos lá, vamos ver. Não, você, se você fosse Vamos lá, se eu fosse engajar com o teu público, tua audiência, o que você falaria sobre o produto?
Eu falaria assim, gente, olha só, primeiro, isso aqui é muito gostoso, tá?
Cadê a latinha? A gente tem que dar latinha.
Isso é gostoso.
Já que eu tô falando que é gostoso, confia, é gostoso, é gostoso. Pega a latinha, faz uma...
Outra coisa, vou ver aqui na latinha quanto tem de caloria.
Esse é baixo, né? Comparado a um refrigerante normal, ele é baixo de caloria.
Ele é baixo, ele tem 48 calorias.
Esse é o normal, né? Você não pegou o zero.
Ah, não peguei o zero.
Isso é normal, gente.
Isso aqui é o normal, não é o zero.
Tem o normal e tem o zero açúcar. Ou seja, a dose tem 3 calorias, acho 4 calorias, né?
Tá, então esse aqui tem 48 calorias, o zero açúcar tem 2, 3 calorias. A dose é perfeita, ele tem uma dose pequenininha, bacana, 220 ml, que a gente fez isso propositalmente também. Ah, é?
É porque você toma um refrigerante grande, lata grande, às vezes você vai tomando, você fica empapuçado, e quando você vai para o meio da lata, para o final, ela já tá desgaseificada e já tá sem gelo. Esse, a experiência do consumidor é sempre boa, porque você toma rápido, ele tá sempre com gás, sempre gelado do primeiro até o último gole. E aí você pede a segunda lata, caso você queira mais.
Quanto tem uma latinha dessa?
Quanto custa no Gôndola? Na Gôndola, antes da nossa fusão, ela tava R$7,90 em média, R$6,90, R$7,90, dependendo do mercado. Eles escolhem a margem que eles querem colocar. Agora a gente vai reduzir na metade esse preço e vai ganhar o dobro, e vai sair Ah, entendi, entendi.
Vai reduzir na metade e ganha o dobro.
Entendi. Porque hipoteticamente, tá, gente, eu pago R$1 e ela paga R$0,10 na latinha. Entendi. E tu vem, vale pagar R$0,10 porque eles compram de 20, 30 milhões de latas. Eu compro de 200 mil, 300 mil latas, entendeu? Entendi.
Original Ginger, o cara virou um merchanzinho. Original Ginger. Gente, tô é merchan dos amigos, pô. É lógico que é.
Tem o que é o original ginger, é o original, né, o gengibre, que tem aí também, né. Eu acho que eu trouxe uma latinha para você ver. E aí original pink, a gente riscou o ginger e vira o pink. Então a nossa ideia é justamente essa, todos os refrigerantes vão vir. A gente tem mais uns 8 sabores na fábrica agora para a gente definir. Será que eu posso dar esse spoiler? Foda-se. Café, tem um refrigerante de café que a gente tá fazendo.
Refrigerante de café, mano, vai ser porrada, você não tá ligado. Esse é o original ginger, é o original mesmo.
Esse aí que eu vejo nos vídeos. É, esse é original, esse aqui que eu vejo no avião, charutão, hein, gente, no dump da semana.
E aí tá vendo os relojão, os patecão no pulso, sabe como funciona. E aí a gente vai, os novos sabores, a ideia é riscar o ginger e todos vão ser originais. Então original ginger, aí vem original, risco ginger, original pink, original coffee, aí tem uva verde, aí tem Ah, mano, não vou falar todos os sabores porque tem muita coisa, mas tá saindo alguns, estão saindo alguns SKUs bons assim.
Tu tá no tesão com isso aqui, né?
Muito.
Mas tu gosta muito? Lógico que é um business bacana que tá crescendo.
Você não tem produto de varejo, né?
Não tem.
Então vou te falar uma parada, tem um bagulho, Joel, que acho que dinheiro na mesa a gente tá falando, né?
Tem dinheiro na mesa aí?
Tem bastante, tem bastante. O mercado ele é carente de Não é o produto em si, é de boas histórias. Não é o que você vende, é como você vende. E você é um cara muito craque em storytelling. Você, se criar um produto para público final de varejo, você vai dar porrada. Só entender o que é. O que é? É alguma coisa de performance? Que já pode vir com o nome de Performance C? Não sei, um isotônico, um energético?
E tem que ser uma coisa que eu uso todo dia, né?
De preferência uma coisa que você consuma. Por exemplo, isso aqui nasceu porque tava sendo assediado por trocentas marcas de bebida alcoólica. Então veio vodka, veio gin, veio whisky.
A galera acha que você bebe?
Não é que acha que eu bebo, mas não sabe, talvez nem tu não saiba que eu nunca experimentei bebida alcoólica. Então tipo, aí vamos lá, vamos lançar uma collab, vamos lançar. Foi, cara, não bebo, não faz o menor sentido eu assinar uma linha de um produto que eu não consumo Eu não vou conseguir divulgar. E se eu for divulgar, vai ser uma hipocrisia do caralho, porque no mesmo naipe que tem a frase tatuada na costela, tem um outro meme meu dizendo: eu nunca bebi, nunca vi ninguém beber e fazer um negócio foda.
E corta para os cara tocar, mano. Tem um grupo, é muito bom aquele, cara. Tem um grupo que chama Exalta Cana. Você já viu os cara do Exalta Cana? Exatamente, né? O cara cantando a Lauren Hill. Porta para o cara dando mortal com copo de cerveja, aí o outro malabarismo com copo de— aí eu falei, cara, então tem um— sabem que eu não bebo. Aí eu falei, não vou poder beber, não vou, eu não bebo, eu não vou divulgar, seria uma puta hipocrisia, não vou fazer apologia para os meus seguidores um negócio que eu não consumo e não acho certo.
Eu tive problema com alcoolismo na família a vida inteira, não vai. E aí nisso, trocado o escritório, eu falei, pô, então eu morei em Los Angeles 2 anos, né, em Hollywood e no Central onde é lei. E o refrigerante que eu mais tomava lá era ginger ale. O que eu falei, cara, calma aí, pô, tem caldo nesse negócio. Aí fui fazer pesquisa de mercado aqui no Brasil, deixa eu entender.
Você tava na boa e pum, clicou.
Batendo bebida, batendo bebida em mim lá. Eu falei, pô, deixa eu entender. Aí fui fazer pesquisa de mercado, falei, cara, ginger ale ninguém tá fazendo aqui direito. Não vi ninguém tá fazendo o gengibre, não exploraram. Aí nasce Original Ginger. Quando nasce Original Ginger, eu falei, pô, mano, o produto tá não sei o quê, não sei se ela fica tão grande quanto eu quero que ela fique para eu vender. Vamos tirar mais alguns SKUs.
Aí nasceu o Pink Lemonade, que eu também não vi ninguém fazendo isso aqui. Eu falei, cara, vamos virar uma marca de sabores disruptivos de refrigerante. E é o que a gente tá mirando fazer hoje, entendeu? É basicamente isso.
Quanto tempo?
Quanto tempo tem o original Dilly? Na rua, um ano e meio.
E desde que tu pensou?
Isso, 6 meses para desenvolver e envasar, mas tem 2 anos. Tá, é isso, né? 2 anos. É isso. Tá legal.
Você tem sócio aí?
Tenho hoje, teoricamente. Agora a Bali tem percentual, né? A GK, sabe quem é GK? Ela tem Media for Equity aqui. Eu dei porque a gente tinha a ideia de envasar com gin, seria o original gin, e como eu não bebo e ela bebe, e ela tem a farofa, ela tem a festa, e ele podia ser uma bebida que seria tipo master desse negócio para ela divulgar, e ela tem um braço de público que eu não tenho tanto no Norte e Nordeste, tão forte quanto o meu que é no Centro-Oeste. E enfim, ela tem uma participação marca, cara.
Mudando um pouquinho aqui de tema, você deu uma espiritualizada forte, né? Isso foi intencional, foi natural, foi um evento, foi um acontecimento? Eu vou te falar isso porque eu também dei uma espiritualizada forte nos últimos 4 anos. E não foi uma coisa natural, foi uma coisa que aconteceu, foi uma coisa meio que não tive como negar, sabe? Foi uma coisa que os eventos, eu não consegui explicar com a razão. E aí eu fiquei num lugar, eu fiquei num limbo assim, cara.
E aí eu falei, meu, tem alguma coisa que eu preciso desenvolver, uma outra avenida de conhecimento, que eu sou fraco. Eu reconheço que tem uma força maior, reconheço que existe Deus.
Mas eu tô, eu não tô conseguindo mais clareza.
Eu preciso de clareza. Então, por exemplo, entrevistei, sei lá, 3, 4 vezes aqui, sei lá, Dave Leonardo, André Fernandes, Thiago Brunet, evangelistas e pastores, sabe? Eu falo, cara, me explica aí como é que Deus fala, porque eu não tô escutando, eu tô com algum problema. Porque os meus amigos, pô, Deus falou comigo ali, Deus outro falou aqui, Deus, Deus. Eu falei, cara, comigo não tá rolando. Como é que é?
Como é que é essa linguagem?
Quando que eu sei que é ele? Quando que eu sei que E a minha cabeça doida, meus pensamentos 200 por hora. E eu percebi que isso aconteceu também com você, né?
O fato da Nel ter ido para igreja, para mim foi um absurdo, tipo assim, muito, foi uma coisa muito forte. E aí eu—
mas por que foi forte? Porque ela não ia?
Não, ela foi e automaticamente ela, a energia mudou, muita coisa mudou, tá? E aí eu comecei a buscar entendimento de coisas que eu também por conta não entendia. De tipo, eu sabia que eu era muito abençoado, sempre fui muito abençoado, muito. Só que eu não sabia que era essa descrição. Sortudo, talentoso, o que quero? Não, eu sou abençoado.
Esse é o nome.
Eu sou abençoado. Sou abençoado. Abençoado. Abençoado. Do dia que eu descobri que eu vivia uma vida muito distante positivamente da que eu mais, né, de tudo que eu mais pedi e desejei, eu vi que eu era exacerbadamente abençoado. Falei, mano, eu sou muito abençoado. Tipo, a vida que eu vivo hoje é muito distante do sonho mais cabuloso que eu tive e pedi para Deus. Eu vivo o dobro.
Sim.
Que loucura, nunca imaginei, nunca. E aí eu fui entender quais eram as premissas da bênção, assim, por que que eu era tão abençoado, por que que a pessoa que tá lá naquela situação não é abençoada, será que Deus escolhe. Isso sempre me tirou sono, mano, me tirava a paz. E aí eu via minha família, e aí eu via as coisas, e aí eu via por quê, por que que existe essa discrepância, por que que— e aí eu fui buscar entendimento. E assim, eu sou um cara espiritualizado, de tipo assim, colocar Deus na frente de tudo, mas eu não sou um cara da igreja.
Não é ainda, ainda não me pega, ainda não me pega. Eu tenho muito Deus na minha vida, flerto com tudo que já flertei, com todas as religiões. Então fui na Igreja Católica por muito tempo, fui muito culto da Igreja Evangélica, fui muito em terreiro de Umbanda, muito. Inclusive, talvez um dos lugares que eu mais me senti à vontade foi no terreiro de Umbanda. Tudo Deus, tudo falando de Deus, falando com as entidades, falando com santos.
Na Igreja Católica, falando com Deus e espírito. E na evangélica, tudo, tudo, o foco era sempre foi Deus. E eu tenho cada vez mais tentado desagradar o mínimo possível a Deus. Então, como é que eu agrado a Deus? Na minha concepção, tá? Então a gente não tá falando de regra, de Bíblia, de religião. Na minha concepção, sendo um cara do bem, não sendo cuzão com ninguém, não precisa, sendo grato, não sendo egoísta, compartilhando minhas bênçãos, compartilhando boas informações, ajudando as pessoas, compartilhando riqueza.
Riqueza não é só financeiro, no geral. Dando oportunidade para as pessoas. Eu tento ser esse cara no tempo máximo, assim, ajudar. Você tá vendo que esse cara, deixa eu me preocupar com essa pessoa, mais que me preocupar, deixa eu mostrar para ela que eu tô preocupado, que ela tem importância na minha vida. E eu tento fazer isso com as pessoas, e isso é genuíno, não me esforço para fazer. E tipo assim, tu, sopro de Deus, assim, de falando assim, mano, liga para ele lá, vê se ele tá tudo bem.
Acontece muito isso. Tinha que nem outro dia, e isso é espiritualizado, isso não vai negar. Eu recebi um áudio, um podcast do Joel Jota de 3 minutos no meu WhatsApp. Falou, mano, deixa eu te falar um bagulho aleatório. Eu falei, mano, aconteceu alguma merda? 3 minutos? Fudeu, deu B.O. Tô te mandando uma mensagem porque você é um amigo, eu quero te agradecer por ser meu amigo. Por isso, por isso, por isso, por isso. Eu falei: Deus, Deus, é isso.
Tipo, ele não ia fazer, ele não precisa de nada, eu tenho nada que ele quer. Ah, me chamar para o podcast, fez uma introdução de 3 minutos falando que é muito amigo. E aí, irmão, para concluir, se você quiser vir, arruma agendinha aqui, vem cá. Não era isso, não foi isso, não foi isso. Até porque isso aqui foi outra história. Ele gratuitamente mandou uma mensagem de 3 minutos sendo grato, tendo gratidão.
Eu vi você fazer uma coisa E aquilo me encheu, foi muito doido. Eu vi você numa semana dando jet ski. E aí eu vejo, eu já te falei algumas vezes, pô, você chega tarde, acorda cedo e trabalha e bota vídeo e bota lá. Cheguei tal hora, pá, ouvindo um rap, um Racionais, um pagode, qualquer coisa, trocando uma ideia com a galera. E acorda, bum, e trabalha e tá com cara de sono e vou malhar.
Ou seja, correria constante.
Correria, cara, você correria. E aí um dia era jet ski, depois era cavalo, depois era não sei o quê. Daqui a pouco tu ficou com vontade, sei lá, tu compra um carro.
Era um Mustang, né, o 69.
Eu não aguentei, eu lhe mandei uma mensagem, falei, cara, que legal, que coisa bonita, que legal, porque você usa, usufrui, você mostra que dá e você trabalha. E muito obrigado por ser meu amigo, porque você me ajuda mesmo sem saber que você tá me ajudando.
Eu não consegui segurar, foi tipo assim, foi genuíno, é isso que eu tô te falando, foi Deus. Você tipo, é um negócio que vem de Deus, é um negócio que tipo você não tá em casa fazendo nada, 3 filhos, não é para fazer, né, tranquilo, 3 filhos, mulher, cara, trabalho, flexão com 2 mil pessoas, tô cheio de tempo aqui, tô cheio de nada para fazer para mandar um áudio de 3 minutos. Não é assim, a gente sabe a correria de gente com muito menos coisa não faz.
Eu falei, cara, foi Deus essa mensagem dele. E eu tipo mandei uma outra mensagem aí, 2 minutos e pouco, influenciando. Obrigado.
Você fala, muito raro alguém parar a vida, correria, para mandar uma mensagem dessa assim gratuitamente. Gratuitamente você mandou isso para mim.
Na sequência, é Deus, mano. Então tipo, é isso, eu tento ser um cara menos cuzão possível. Essa que é a grande verdade. Não dá para ser perfeito, não tô buscando ser perfeito. E isso eu bato na minha audiência o tempo inteiro falando isso. Até pela parada que eu te falei da gente ter que ser de verdade. E eu sou um cara de verdade. Eu brigo no trânsito, eu xingo as pessoas, eu fico bravo, sim, eu arrumo treta. Eu, eu sei. Você tá rindo o quê, cara?
Ele é da treta, né?
Eu já fui muito. Hoje eu sou mais tranquilo, mas eu sou um pouco ainda.
Não, mas tipo assim, ó, porra, tu quer? E tu, a do buzinão.
Fiz nada.
E tu abre a porta e xingo? Não faz, não fala nada.
E eu já quebrei a cara tantas vezes, mano. É porque o cara sai: oi, aí, Tito, pô, cara, te adoro, eu sou seu fã. Então foda-se que você é meu fã, tá bom, eu te amo também, mas dá certo, cara. Porque o cara te quebra, você fala: ai, caralho, que vontade de morrer agora. Muito, velho, porque eu sou isso. Por isso que eu falo, eu falo: audiência, vocês estão buscando o santo? Não sou eu. O perfeito? Não sou eu. Pode ser que momento vocês quebrem a cara.
Então vocês estão aqui pelos conteúdos que eu gero agora, e eu sou muito errante. Então por isso eu deixo isso claro para minha audiência, por isso que eu não tenho medo de cancelamento, não tenho medo. Quando eu falei que eu não fazia? Ah, mas você errou. Quando eu falei que eu não errava? Quando foi que eu falei isso? Então você entendeu errado, que eu não falei isso, não saiu da minha boca, certo? Eu vou errar. Então eu quero melhorar, eu tô melhorando.
Eu já grito sozinho no carro agora, poucas vezes eu abro a janela. Aí liga o som, toma originalzinho. Outro dia, essa é foda, tava saindo do meu condomínio, tava com o carro conversível, teto aberto, tá? Então as pessoas falam, você escuta, você tá, né? E o condomínio, você quer andar 20 por hora. Tô eu ali saindo do condomínio, aí a mulher falou, Tito! Eu falei, opa! Tira uma foto com ela, filha. Claro, pô. Parei de descer do carro, abri a porta, tirei a foto.
Aí ela virou para filha, falou assim: tá vendo, filha, ele nem é tão maldosão assim não, tão malvadão assim não. Aí eu falei: como assim malvadão? Ela falou assim, e eu rindo, brincando, legalzão: não, é que outro dia meu marido cruzou com você, você me xingou ele de filha da puta. Eu falei: eu acho que não era não, cara, meus seguranças são bem parecidos, tatuados também, você não bigode, né, no carro branco. Ela é, eu falei, então não sei se eu acho que não era eu não.
E era eu, óbvio, né, mano, era eu com certeza. Então se sair, gente, um fuzuê com meu nome, provavelmente é verdade, provavelmente é verdade, entendeu? Se sair em algum momento fuzuê com meu nome, que eu sou esse cara. Mas é isso, mano, eu não, eu não celebrei. Ah, o Tito agora ser artista, agora ser rico, coisa que não pode não, mano. Eu vivi minha vida normal, normal. Então, se— e o que não me pega no cancelamento na internet, justamente isso, é um monte de gente que faz tudo que aquela pessoa que ela tá apontando o dedo faz também, só que ela tá lá no tribunalzona bonitona blindada porque ela não tem essa visibilidade, não é uma pessoa pública.
Eu caguei para esse julgamento. É, você faz, fiz, errei. Senão, senão, então bom, parabéns, parabéns, você é bonzão, então parabéns, entendeu? Então não me pega.
O que que te irrita?
Gente, gente me irrita. Por isso que eu prefiro bicho. Sério, essas pessoas me irritam muito assim. É, eu gosto mais de bicho do que gente. Eu cheguei a essa conclusão faz um tempo já assim, ó. O cara vai ser canceladação, né? Mas gente me irrita muito, cara. As pessoas me irritam. As pessoas, você não se irrita com as pessoas?
Eu me irrito com atitude das pessoas.
Pois é, vitimismo, falta de responsabilidade, injustiça, falta de autoresponsabilidade, porque assim, as pessoas assumir, então é aí mesmo, entendeu? Reclamar. As pessoas que tudo que deu errado na vida dela é sempre culpa de alguém. Cara, eu não sei se é Deus me testando, porque Deus também ele faz o seguinte: vamos ver se você tá pronto. É, deixa eu dar uma testadinha. Tem outro degrau de bênção chegando, é isso. Aí você tá pronto, aí ele me bota nessas, eu viro ímã de amargurado.
Meu Deus do céu, velho! Aí é o cara: não, porque isso aconteceu, mas porque fulano, fulano não chegava, eu ia, aí o cara Tá, quem contratou fulano? Você. Então culpa sua. Mas pô, ele tava ganhando. Quem contratou? Não sei. Culpa sua. Aí, velho, eu sou esse cara, eu dou porrada, mas tem uma hora que cansa. Então tipo, as pessoas, gente devagar me dá uma irritada de leve. Acho que também funciona no ritmo muito cabuloso.
Não, tô tranquilo.
Eu só, né?
É tranquilo, anda bem devagarzinho, anda de ré.
O cara é foda, velho. Minha cabeça é problemática assim. E eu me frustrei muito por muito tempo cobrando que as pessoas vibrassem na mesma sintonia que eu, que operassem no mesmo ritmo que eu. E eu entendi que isso não ia acontecer. Demorei para entender, porque por um instante, depois de muita frustração, eu entendi que não ia acontecer. Aí eu comecei a cobrar menos das pessoas, nem me cobrar menos, cobrar menos das pessoas. No seu tempo.
Eu falo brincando o tempo inteiro isso, né? Pega um original Dini para gente. Copinho? Não, vai no seu tempinho. Não, não, não, é o jeito de dizer, não precisa não, entendeu? Tá vendo? Eficaz, levantou na brincadeira, levantou, entendeu?
No seu tempinho.
Eu era o cara do tipo assim, a pessoa: não, vou pegar. Aí tá aqui, tal. Eu tenho um pouquinho disso, eu tô aqui olhando, eu tô aqui olhando, eu falo assim: não, não, no seu tempo, vai no seu tempo, tranquilo assim. Eu sou essa pessoa.
Eu falo assim: fica tranquilo, Joel, assim também.
Só que eu falo assim, fica tranquilo, é legal que você fica na posição de entrevistador aí como se o mundo tivesse, nossa, o cara tá no mundo muito maluco, fala a verdade.
Fica tranquilo, espera até novembro.
Isso aí, não, eu falo isso, ó, tem, você restou o ano inteiro para você pensar também, que eu falei, a gente tá em fevereiro, você restou o ano, você me responde, viu? Tranquilo, eu sou bem tranquilo, não tem nenhuma pressa, mas fica tranquilo. Pois é, então é isso. A gente fala lá, a gente prefere segurar o maluco do que empurrar o idiota.
Com certeza.
Isso é a regra lá do nosso escritório. Então, mano, me vem com 20 ideias, pode ser 20 groselhas, mas me vem com 20 ideias. Não fica eu tendo que te espremer para sair alguma coisa, porque a sua função é essa, entendeu?
Então, e o que que te enche de energia, que você gosta, que você curte, você fala, puta, que tesão isso aqui?
Ver as pessoas que eu dei oportunidade abraçando as oportunidades, de verdade. A gente crescendo em cima de oportunidade que eu dei. Para mim é uma das paradas mais legal que tem, mais gostosa de acontecer. Da mesma forma que a gente pulou esse assunto quando eu falei de você ter um produto físico, um tesão para mim é passar no mercado e olhar a prateleira, tá aqui Coca-Cola Sprite, Guaraná Original, Ginger. Eu falei assim, que louco, mano, esse bagulho nasceu na sala do meu escritório, eu aprovei no dedo, eu testei todas as formas, eu fiz e tá ali.
E o cara vai, você compra. Mano, tá vendendo, que loucura! Isso é muito louco. E ver as pessoas que, tipo assim, escutar o que eu escutei de você, para mim é tipo o melhor feedback da vida. Ele falou assim, mano, você falou um negócio, a palavra não voltou vazia. É isso do caralho, você plantou e germinou. Isso, você falou um negócio, eu escutei, apliquei e deu certo.
E deu certo.
Deu muito certo, eu sei, tá dando muito certo. Mas eu escuto isso de várias pessoas, de vários, em várias frentes. Então essa é a parada que mais me deixa feliz assim de escutar. Tipo, as pessoas me param na rua, fala assim, mano, você tinha um, muito, muito falando de nós, muita gente fala, pode ser que foi com o Joel, mas escutei uma parada que você falou lá que mudou minha forma de pensar, não sei o quê, e eu abri a empresa do Lava Rápido com 3 aí hoje.
Falei, puta, mano, que do caralho! Quantas você tinha? Não, nenhuma. Trabalhava, não sei o quê, tava lá. Falei, caralho! Ele falou, é, mano, foi por sua causa, eu vi que dava, eu fui terminar. Isso é pra mim o bagulho que tipo, nossa, mano, não tem cachê, não tem dinheiro que pague. Essa é a parada mais legal. E você, o que te brilhou o olho? Você gosta de ouvir.
Eu gosto de ouvir que as pessoas aplicaram também o que eu falei e que deu certo. Caramba, escutei isso de você, fiz, olha o que eu consegui. Isso é animal, isso é tesão.
É muito.
Eu sou professor de formação, né? Então, professor, ele fica muito feliz quando ele ensina, ele percebe que ele ensina algo para alguém. A primeira vez que eu lembro na minha vida que eu consegui ensinar alguma coisa para alguém, eu era professor de natação.
É que ensinar é diferente de transmitir o conhecimento. Ensinar é você ver realmente o que você falou, não voltar com a palavra vazia.
Não volta.
Isso é isso ensinar, né? E aí, qual era? Serviço de natação?
Eu lembro que era uma menina que hoje, pô, chamo de menina, mas ela deve ter talvez, sei lá, uns 30 e poucos anos, já deve ser casada, que a Tainá. E eu devia ter uns 19 anos, eu ensinei ela a fazer a virada. E aquele, naquele, ela fez a virada, eu falei, cara, ensinei alguma coisa para alguém, isso é muito prazeroso. E a partir daquele dia, tudo aquilo que eu consegui transmitir, transferir, a pessoa aprende aplica e se torna uma pessoa melhor, para mim é um óbvio, é retribuição, é seu salário, cara, meu salário. Então quando a pessoa aplica, cara, fiz, é, que que deu?
Deu isso. Nossa Senhora, mano, caralho!
Contei, contei para os outros. O que que tu fez agora para contar? Ó, escuta aqui rapidão. O que que você fez aí? O que que você fez? O que que você fez? Fez, fez, fez, fez. Ensinar, a pessoa aplica, aprendeu, a pessoa aplica, aprendeu, ela se transforma e Tem uma coisa que eu faço todo dia, cara. Aprendizado do dia. Aconteceu alguma coisa? Aprendizado do dia. Porque quando a pessoa expressa, quando externa, ela, ela, opa, eu aprendi hoje que, cara, eu tô muito burocrático, cara.
Eu posso ser mais objetivo. Isso, você pode ser mais objetivo. É, eu acho que eu, os caras começam, né?
É provocar.
O que que você aprendeu hoje? Vem isso aqui, ó. Eu tô muito burocrático. Mais rápido. Eu tô, não sei, tô complicando demais as coisas, cara. Tô Cara, um cara que percebe que ele pode ser mais fácil, mais prático, e que ele tá complicando demais, esse cara avançou muito. Esse cara avançou muito. Essa mulher, esse homem, ele avançou muito.
É louco você falar essa de externar, porque assim, eu aprendi inglês fazendo isso, né? Aprendi inglês na cozinha lá, trabalhando. Eu fui para os Estados Unidos sem falar inglês absolutamente nada, e intuitivamente eu não sabia desse recurso. Isso é uma coisa intuitiva minha.
Externar.
Externar. E eu tinha que aprender uma palavra e entender o significado dela todo dia. Uma palavra diferente todo dia.
Certo. Isso foi uma coisa que você colocou para você?
Eu mesmo, um acordo meu comigo mesmo. Todo dia eu tenho que aprender uma palavra nova. No ano eu vou ter 365 palavras. Certo. Já dá para trocar ideia, já dá para fazer frase. Você vai fazer sentido, eu não sei, mas as frases estão ali. E é por assimilação, aprendi as outras. Então, tipo, eu externava, aprendi, mano, que que é isso? Vai, ficava repetindo a palavra assim. Palavra tal significa tal, palavra tal significa tal. Era a palavra do dia, eu aprendia no dia.
Em quanto tempo você falou?
Em 3 meses que eu tava nos Estados Unidos, eu cheguei lá falando hi, que era a única coisa que eu sabia.
Do zero tu partiu?
Literalmente do zero. Não era nem zero, era -15 assim, era ruim. A pronúncia eu tinha por causa de música, porque eu sempre gostei de hip-hop, de música gringa também, mas não sabia absolutamente nada. Em 3 meses eu tava negociando o contrato de locação do apartamento que eu aluguei para morar lá. Uau! Falando muito, né, de forma errônea, né, mas o cara conseguia entender. O tempo errado, sabe, na conjugação errada, mas o cara entendeu o que era. Eu consegui entender as pessoas, né, 3 para 4 meses.
E tua vibe com relógio, hein, cara? Como é que é isso aí para você? Porque assim, me explica aí, cara. Isso não vai passar não, velho.
Eu vou te falar, eu já fui, você lembra, né? Eu já acelerei muito, muito, muito, mas agora eu tô tipo assim, pingou um negócio que eu gostei muito muito, tipo esse FP Journey que eu peguei agora, tá doido, lindo, né? Foi tipo, é um super quartz, mano. A gente já teve várias complications, vários, ele é um super quartz, só que deu uma hypada. E o que é animal no pulso, aquele relógio, caixa de titânio, baixinho e tal. Então quando surge uns negocinho assim, fala, vai, mas eu não tô mais, ah, deixa eu acompanhar a feira de Geneve para ver o que saiu.
Tu era desse nível?
Eu era nesse, eu queria ver os lançamentos, queria ver quais eram os insumos mais usados pelas marcas, se era carbono, se era gororosa, que que era a tendência. Eu era esse cara de fuçar. Hoje não, hoje tá aí, pingou, falou, deixa eu ver. Ah, tá no pedalzinho, quanto tá? Tá bom, pega o outro aqui de troca. Pega, então vai, manda. Eu tô nesse pé, não tô mais o cara. É que você tá com muitos, né? Muitos. Você tá com mais relógio que eu, inclusive.
Eu não sou esse cara do volume, eu sei, eu tenho 12. Tipo 12, não, pouco mais. Só eu vi ganhando uns 20, ganhando eu vi uns 20.
Dizem, dizem que hoje eu vou ganhar um. É isso mesmo?
Cadê? Chegou? Ah, pera aí, vamos abrir ao vivo, né? Fazer um—
mas ele tá aí, pega lá.
Tem que fazer um unboxing aqui no meu episódio, até porque se ele não gostar muito, ele fala: Tito, mas você tem parcela infinita então de relógio? Não, vários deles estão quitados, mas eu tenho parcela, tenho várias, tem algumas parcelas.
Não, mas assim, já acostumou, né?
Acostumei. Folha, folha, tá na folha, tá na folha. Claro, é isso, gostei.
É, tá na folha, tipo funcionário.
É, o que que é isso? Taxa relógio. Ah, para, gente, é um funcionário, claro. É para você, é passivo. É um ativo, com certeza. Vivendo da imagem, tendo que estar com a imagem boa, conversa, tá no bololô, não perde dinheiro, é um ativo, é um funcionário, é um bom funcionário.
Pessoal, é assim que a gente encara. Olha só, não é que tem um relógio aí? Deixa eu ver, traz aqui uma coisa. Aí vai invadir, vai ter que explicar, né?
Vamos, Mancuso, vai.
Qual que é a história desse relógio?
A história Eu não sei, eu vou te contar. Abre que eu olho. A história é o seguinte: o Mancuso tava cheio do dinheiro e queria honrar o Joel, foi lá e comprou. Essa é a história. É isso, Mancuso?
Olha isso aqui.
Então vamos lá, nós temos, ladies and gentlemen, ladies and gentlemen, deixa eu ver, vira de cantinho assim sem mostrar. É ele mesmo, ele mesmo, né? Ele é bonito, é um Landwehr 2023.
26, novo lançamento da Rolex.
Olha aqui, esse relógio saiu acho que final de 24 para 25. Isso, cara, ele é— a pulseira dele não é nem a Presidente e nem é uma nova, né? É uma nova e ela é bem similar à pulseira do Royal Oak da Audemars Piguet, emendado da caixa. A Rolex não tinha essa coisa emendada da caixa. É muito bonito esse relógio, cara.
É esse Esse daqui tá bonito. A palavra é coragem. Ah, então tá. Então esse relógio aqui simboliza coragem. Coragem. Por quê, Mancuso? Coragem. Porque é necessário ter coragem para fazer o que a gente está fazendo.
Faz sentido. Então é um investimento e a gente sabe que tem retorno.
Olha aqui, tem retorno, uma coisa com certeza. Nossa Senhora, será que já tá com a pulseira já?
Nossa, tá perfeito, já na medida. Deixa eu ver. Pois, lindo, lindo, lindo. Eu já vi algumas vezes, muito bonito. Eu já faria o resto da conversa, finaleira do papo com ele, óbvio. Ou bota um em cada pus, que nem você ficou na minha casa lá.
Juro, na tua casa foi curioso, né?
O cara, a gente fez um encontro, a gente tem um grupo que o Joel, coincidentemente, o Joel montou um grupo de Olha, coincidentemente, ninguém esperava nada, e de repente entra Ancelino Popó Freitas, Flávio Augusto. Eu falei, que conexão é essa que você tá arrumando aqui? Só para entender, porque as coisas não tá fechando muito agora. De repente entra Minotauro, Guto Galamba, Felipe Tito e não sei quem. Eu falei, Joel, onde você tá indo?
João Apolinário, Mumuzinho e César Menotti, não sei quem, Semenzato, Semenzato e o Alexandre Pires. O que você tá arrumando aqui, mano? Que loucura é essa, irmão? Só quem gosta de relógio. Eu falei, tá. Aí ele falou, vamos fazer um encontro? Falei, vamos, na sua casa. Eu falei, vamos, bora. E fizemos um encontro sem câmera, sem stories, teve uma única foto, a gente juntou todo mundo, pode juntar. E aí chegou um determinado momento que eu fui falar com ele, ele falou assim, irmão, não sei, assim, ó, não sei o quê.
Eu falei, o que que é isso? É no fuso horário, filho? O outro tá com o horário de Hong Kong, que eu troquei o horário do Brasil, e com dois, eu tava com um Vacheron, se eu não me engano, foi um Vacheron e um Rolex. Acho que era isso que eu tava usando, um Patek e um Vacheron Constantin.
E um Vacheron.
Aí depois eu ganhei um Omega, ganhou Omega lá no dia, né? Pegou um Tag Heuer e ganhou um Tag Heuer e um Omega. E eu ganhei uma arte do Kainan maravilhosa, inclusive Se puder botar na tela aqui, gente, com o maior orgulho, agradecer. Esse cara me honrou com vontade ali. Ali ganhei uma peça que me deu uma chocada ali. É muito bonito, significa muito, é uma maluquice. Nuvem, tênis, asa, ouro, é uma mistura ali. Ali me pegou muito, tem muita possibilidade de significado, tem ali, tem muito cérebro.
A nuvem, não sei se é um cérebro, se é uma nuvem. Eu falei com a Irene, justamente isso é ideia de poder, o que você quiser que seja.
Caindo, cara, caindo é maravilhoso.
Coloca oração aí, Ronaldinho, por favor. Que oração?
No meu Landweller?
A gente, eu, Aldinho, treino Aldinho, né? Não, Aldinho da Doug, dos hot dogs. O Aldinho que é meu sócio na empresa de aeroporto, a gente brinca o tempo inteiro. Eu falei assim, mano, que oração é? Aldinho, ele: obrigado pela oportunidade, são— então eu tenho que agradecer oportunidade porque ficou bonito, hein? Ninguém pergunta mais que horas são, todo mundo tem um celular. Então quando te pedirem que horas são, aí você, ó, obrigado pela oportunidade, são tanto e tanto, entendeu? Oportunidade de olhar.
Eu ganho, mas eu dou também, tá?
Ah, para com isso! Não, não, não faz isso que eu começo a me tremer aqui. Vou esperar, em algum momento a gente espera.
Eu vou te dar, eu vou te dar, eu vou te dar. Eu tô pronto já, você tá pronto?
A hora que você chegar você me avisa, a hora pingar, você me fala que vem buscar. Na verdade, não. Da mesma forma que a gente tá a 6 minutos, turma, 6 minutos meu escritório daqui, daqui do escritório do Joel dá 6 minutos no meu escritório e vice-versa. Eu vim aqui agora, agora tá por você, irmão.
É, eu tenho que ir lá porque tá bem, tá pegando mal para mim. Hoje eu já fui cobrado.
Olha aqui, que isso, que isso!
Agora está Agora está devidamente, devidamente ajustado. A pulseira já está devidamente ajustada no limite. E aqui, tá aqui, viu aqui, Thiago? Muito bom. O Thiago que me deu ganhou um onça para passar da de mim também.
Ah é? Ganhou. É assim que a gente faz, a gente vai dando. Meu irmão, sempre um bom, um bom momento, um tempo incrível falar contigo. Digo mesmo, sempre saio daqui cabeça batendo.
Eu tenho que fazer aquela última pergunta que há 4, 5 anos atrás você falou não. Quer mandar uma mensagem para 8 bilhões de pessoas? Que mensagem é essa? Você falou: não seja um cuzão. 5 anos depois, mantenha. Mantém.
É ruim ser repetitivo?
Não. Qual a mensagem que você deixa para 8 bilhões de pessoas?
E a gente vai fazer o seguinte, tá pronto aí, Malu?
Tem uma foto aqui que é da gente. A gente, você vai assinar aí atrás.
Ai, que gatos!
E aí a gente vai sortear.
Legal isso, hein?
Legal essa experiência, né?
Muito legal. Eu escrevo atrás? Você escreve atrás e a gente sorteia para É a mesma frase que eu vou deixar para o YouTube. É isso? É. Seja o menos cuzão possível. Sabe por quê, João? Que eu deixei o não seja cuzão Eu deixei ele muito enfático porque assim, eu fui cuzão em alguns momentos, certo? Certo, eu fui. Então eu não posso falar para minha audiência não ser cuzona sendo que eu esporadicamente sou cuzão também, tá? Não ser cuzão é muito perfeito, todo mundo é um pouco cuzão em algum momento.
Então seja o menos cuzão possível dentro de todas as possibilidades que você tem de não ser, não seja. Se você, tipo, não dá para não ser cuzão nessa situação, não seja. Então é melhor, né?
É melhor. O que a maturidade faz com o ser humano, né?
Faz 4 anos, né? Já envelhecendo, não dá para não ser 100% cuzão, mas você o menos possível. Então tá aqui, ó.
Tem quantas tatuagens você tem?
Não faço a menor ideia.
Um aproximado.
A gente conta por membro, né? Tipo, quando eu fechei o primeiro braço, tinha, sei lá, já cheguei. A gente fez uma brincadeira uma vez para o video show, aí uma repórter foi, contou uma por uma e deu 200 e não sei o quê. Mas é, mas é muito mais que isso, né, mano?
Tipo, cara, eu ia falar 50.
Não, é por membro. Tem os dois braços inteiros fechados, aí tem o peito inteiro fechado, aí tem as costas inteiras fechadas.
Tipo assim, eu tô sem o que fazer, vou lá e vou dar uma rabiscada.
É tipo assim, na época já foi assim de eu tenho dinheiro, tatuador, tem horário, vamos embora, entendeu? Era isso. Mas não, mas todas elas têm um pseudo significado. Tem várias que eu gosto do desenho, gostei desse desenho, vou tatuar. Mas a grande maioria delas representa nem uma coisa específica, é uma fase, um momento, momento, 200 momentos. Pô, tô vivo há 39, né? Então sou um sobrevivente, 39 anos sobrevivendo esse mundão aí.
Então tem muita história para contar e várias delas, cigana tem um negócio, nome do meu filho tem um negócio, Não sei o quê, a adaga. Todas elas têm um— eu cortei uma historinha para te contar sobre.
É, tu vai achando, não tem espaço.
É essa perna direita aqui, a coxa ainda tá livre, tem só um negocinho, e o resto tem tatuagem em tudo assim. Caraca, você gosta mesmo, cara. Na boca, tem na cabeça, tem uns lugares na boca. Lembra, deixa eu mostrar aí, já. Você não sabia dessa? Eu tenho uns 12 anos essa tatuagem aí, é velha.
Animal, cara. Tito, obrigado pelo teu tempo, tá, irmão? Obrigado pela tua amizade, obrigado pelo teu carinho, obrigado pelo carinho que você tem comigo.
Meus filhos, que isso, tá maluco, que te adoram. Que legal. Minha esposa, eles lá para nadar, para a gente tirar nossa bagunça, para a gente fazer nossa coisa.
Que também te adora, adora mel. Obrigado pela amizade, obrigado Obrigado por toda ajuda. E aqui você tem um irmãozão.
Você sabe que é recíproco, né? Não tem nem que te falar. Eu sei que é recíproco demais.
Gente, esse foi o JJ Podcast. Felipe Tito, deixa o seu comentário, se inscreva no canal, manda mensagem para ele, dá ideia da próxima tatuagem, compra Original Ginger. E a gente gosta de relógio.
E assina o meu assessor.
Dica quentíssima. E assim, ó, link do meu assessor na descrição, link do Original Ginger na descrição. E todos os Instagrams, todos os contatos, deixa tudo aí, tá? Do Original Ginger, do site da Titânio, tudo, tudo, tá tudo disponível para você aqui falar com Tito, porque ele é brother e a gente fortalece quem é brother.
Obrigado, obrigado.
Um grande abraço, a gente se vê no próximo JJ Podcast, galera. Valeu, tchau!