Eles Saíram do ZERO e Faturaram R$1 BILHÃO com Açaí (THE BEST AÇAÍ) | JOTA JOTA PODCAST #271
A FRANQUIA QUE MAIS CRESCE NO BRASIL ESTÁ ABERTA PARA NOVOS FRANQUEADOS!🟣
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De 15 mil reais divididos entre três amigos de faculdade a mais de 1.120 lojas vendidas, R$1 bilhão em faturamento e operações fora do Brasil.
Essa é a história da The Best Açaí, eleita a franquia que mais cresce no Brasil e recém-chegada entre as 25 maiores franquias do país de acordo com a ABF (Associação Brasileira de Franchising).
Neste episódio especial com plateia, Joel Jota recebe os três fundadores Sérgio Kendy, Mateus Bragatto e Mateus Queiroz para um bate-papo sobre escalabilidade, modelo de negócio, liderança e o que realmente faz uma franquia dar certo.
Você vai aprender na prática:
👉🏾 Por que cobrar royalty fixo em vez de percentual pode ser o maior diferencial de uma franquia;
👉🏾 Como escalar de 0 a mais de 1000 lojas sem gastar com mídia paga;
👉🏾 O modelo de negócio que fez franqueados abrirem 20 lojas em 3 anos;
👉🏾 Por que verticalizar a operação garante qualidade e margem maior para o franqueado;
👉🏾 Como construir uma franquia com churn quase zero em um mercado competitivo;
👉🏾 O perfil de franqueado que realmente dá certo e o erro que quebra a maioria.
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🎙️ Host: Joel Jota
🗣️ Convidados: Sérgio Kendy, Mateus Bragatto e Mateus Queiroz (The Best Açaí)
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- Franquia The Best Acaiinício 2017 com 15 mil reais · três cofundadores engenheiros · 1.120 lojas vendidas · 860 lojas operando · 1 bilhão em faturamento · 25ª maior franquia Brasil
- Modelo de Negócio de FranquiaRoyalties fixos vs percentual · Diferencial do modelo · Ganha-ganha franqueador-franqueado · Estrutura de cobranças · Escalabilidade
- Modelo de franquia - royalties fixosroyalties fixo vs variável · ganha-ganha franqueador-franqueado · simplicidade operacional · escalabilidade · incentivo de vendas
- Números e Performance da The Best1.120 lojas vendidas · 860 lojas operando · 1 bilhão em faturamento · 25ª maior franquia do Brasil · Crescimento anual
- Verticalização e ManufaturaFábrica própria · 60 toneladas por dia de produção · Sistema PDV customizado · Evolução da capacidade produtiva · Controle de qualidade
- Operação SimplificadaSelf-service · Quatro pessoas na operação · Produtos congelados · Zero capital de giro · Escalabilidade operacional
- Seleção de Pontos ComerciaisAnálise geográfica · Dados sociodemográficos · Sistema de metrificação · Feeling de localização · Previsão de faturamento
- Gestão de Churn e PerformanceTaxa de fechamento de lojas · Oito lojas fechadas em 7-8 anos · Comparação com mercado · Qualidade vs quantidade · Acompanhamento semanalmente
- Visão Futura e Sonho GrandMcDonald's do açaí · Reconhecimento mundial · 20 mil pontos de venda · Nível global · Acessibilidade
- Private EquityAporte de 80 milhões em 2025 · Busca por capital externo · Governança profissional · CFO experiente · Minoritário vs controle
- Investimentos e ImpostosTaxa de franquia 70 mil · Investimento total 350-450 mil · Sem parcelamento da taxa · Seleção de franqueado cautelosa · Capital de giro zero
- Margem de Lucro do Franqueado15% a 20% margem projetada · Possibilidade até 30% · Payback 16 a 20 meses · Faturamento médio 100 mil · Comparação com banco
- Divisão de ResponsabilidadesSérgio em comercial · Mateus Queiroz em back office · Mateus Bragato em produto/fábrica · Especialização estratégica · Tecnologia e programação
- Estratégias de Marketing1.4 milhão de seguidores no Instagram · Diferenciação visual · Conteúdo de redes sociais · Crescimento sem mídia paga · Comunidade engajada
- Ativações B2B e EventosPop-up em eventos · Parcerias com academias · Faturamento em eventos · Exposição Londrina · Diversificação de receita
Qual que é o sonho grande da The Best Açaí? A gente tem um mote, né? Esse mote é ser reconhecido mundialmente a ponto de a gente se tornar o McDonald's do açaí de sorvete. Os três integram a lista da Forbes 30 Under 30, já atingiram 1 bilhão em faturamento e receberam em 2025 um aporte de 80 milhões de reais para crescer ainda mais o seu negócio. É a maior franquia de açaí desse país.
palmas do JJ Podcast, The Best. Essa aí. Cara, acho que sucesso é você conseguir fazer o seu franqueado ganhar dinheiro, porque se ele vai ganhar dinheiro, cara, o negócio vai continuar. Maior do que o produto é o modelo do negócio. Tudo que a gente pensou desde a primeira franquia é sempre um ganha-ganha. A gente tem que ganhar, mas o franqueado também. Eu cobro o porcentagem que o cara vende. Eu cobro ele fixo. Eu quero que o cara venda o máximo que ele puder.
A gente chegou, imagina, a 230 lojas e a gente ter aparecido nenhuma única vez na internet, sem aparecer a cara, sem ter nada. E a galera parava o caminhão,
estrada, meu, como é que ocupa a franquia da Debesh fazer parte da nossa marca? Porque a galera via, o franquiado montou uma, duas, três, quatro lojas e esse foi um grande diferencial. Porque não é do nosso perfil a gente ter lojas que não performam. É tanto que em sete, oito anos, fechou oito lojas. Oito lojas no universo de mil e duzentos? Muito pouco. Tá gostoso, gente? A gente tá faltando.
plateia aqui, uma salva de palmas. É isso aí, casa cheia hoje na Jota, pessoal. Hoje eu trouxe aqui três empreendedores, três jovens, três jovens empreendedores e eu vou falar um pouco aqui na largada sobre eles. Olha só, vou começar com uma frase, primeira frase que é do Sérgio, nunca deixe de avaliar as oportunidades que te rodeiam e tenha orgulho de cada passo. Essa é a frase do Sérgio.
vitórias é vencer a si mesmo. E a frase do Matheus Bragato. Não existe vida pessoal, vida profissional. Existe vida. Deixa eu falar um pouco desses três convidados especiais aqui no JJ Podcast. Tô com o currículo deles e o que eles fazem. E a empresa que eles lideram e o resultado que eles obtêm, obtiveram grandioso e vocês vão gostar. A empresa, fundada em 2017 em Londrina, pelos três, pelo Sérgio, pelo Bragato e pelo Queiroz, que são Matheus
Gato e Matheus Queiroz e quanto eles estavam cursando engenharia civil. Começaram o negócio com apenas 5 mil de cada sócio e em nove anos alcançaram mais de mil unidades e 636 cidades brasileiras, galera. No detalhe eu vou falar quantas unidades tem hoje aqui. Operam com fábrica própria, já atingiram 1 bilhão em faturamento e receberam em 2025 um aporte de 80 milhões de reais para crescer ainda mais o seu negócio.
Eleita pela BF, a franquia que mais cresce no Brasil, ele já acumula um selo de excelência 2024-2025 e o prêmio de melhores franquias do Brasil, 5 estrelas. Os três integram a lista da Forbes 30 under 30, já operam 15 lojas no Paraguai, iniciam a operação nos Estados Unidos no primeiro semestre de 2026 e a meta é de ter 2 mil lojas em 2027 com um foco de 20 mil pontos de venda,
Ligando num patamar global como Starbucks e McDonald's, é a maior franquia de açaí desse país. Recebam aqui com uma salva de palmas no JJ Podcast, The Best Açaí. Que isso, hein, galera? Que isso. Eu acho que esse foi o currículo mais extenso que eu já li aqui. Não, deve ser a gente morar, ô louco. É muita coisa. Quero saber o seguinte. Hoje é o nosso papo. Vamos no detalhinho? Vamos. Te gosto de detalhe. Gosta de detalhe? Detalhinho. Então é o seguinte, pessoal.
que está ouvindo aqui, pessoal que está na plateia, vamos detalhe no número, a gente vai falar sobre escala, vamos falar sobre negócios, empreendedorismo, vamos falar sobre franquia, vamos falar big numbers, se esse negócio cresce, quanto que ele cresce, vamos falar um pouco também da história da The Best, a The Best patrocina o JJ Podcast, então obrigado por vocês terem confiado também. Então tem uma coisa muito importante em empresas que patrocinam, elas apoiam, elas apoiam, elas apoiam esse canal, elas apoiam essa mídia, elas apoiam a pessoa que apresenta, eu
Tomo The Best todos os dias. Os convidados aqui recebem The Best todos os dias. É gostoso. Poxa, como é que fala? A porção é exata. Funciona super bem. A gente vai falar sobre isso também. Será que vai ter açaí pra essa audiência aqui hoje, gente? Merece, não merece? Vamos amolecer o coração desses caras hoje? Vamos amolecer o coração dessa galera aí, né? The Best Açaí. Gente, vamos lá. Vamos começar direto no Big Numbers. Qual que é o tamanho hoje?
da The Bash em número de lojas, lojas que já foram vendidas, lojas que já estão operando. Me dá um overview. Legal. Hoje a gente está com lojas vendidas totais, a gente está com 1.120 lojas vendidas e operando a gente está com 860 lojas em operação. E detalhe é que a gente ganhou, faz duas semanas, que isso é uma lista da BF, que eles sempre publicam as 50 maiores franquias do país e a gente ficou na posição
25ª pela primeira vez. Então a gente está entre as 25 maiores franquias do Brasil. Muito bom, que resultado. Aqui no trio, Bragato, Queiroz e Sergião. Quem faz o quê? Bom, vamos lá, vou começar por mim. Geralmente sempre fico por último, agora vou falar primeiro. Dentro do grupo a gente conseguiu, acho que é legal contar um pouquinho, a gente conseguiu em determinado período falar assim, vamos decidir, cada um vai tocar uma frente. Estava todo mundo fazendo tudo e chegou uma hora que foi decisivo fazer isso.
Acho que foi uma das grandes viradas nossas. Foi cada um realmente cuidar do que é bom ali. E hoje, dentro do grupo, eu fico muito mais focado, muito parte de back office. Toquei muito financeiro, parte de pessoas, tecnologia. Toda essa parte de back office fica comigo. Ele é o nosso Steve Jobs. É o Steve Jobs. Ele é o mais inteligente, você me falou isso. Ele é o mais nerdão. Você é mais ligado em produto? Não, ele é ligado em tecnologia. Tecnologia.
Números, financeiro. É contigo. Não, não tem ninguém mais inteligente, não. A gente, cada um tem a sua inteligência ali. Ele aprendeu o programático, sei lá, em seis meses. Você tem uma noção? Toda marca tem um PDV lá, que é o sisteminha que você faz a venda ali do registro, né? E o nosso PDV, a gente, acho que deve ser, cara, deve ser uma das únicas franquias do país que a gente construiu um sistema inteiro do zero que faz o registro de venda lá dentro da loja e tem um app que construiu, foi ele, entendeu? Lá atrás. É bom, medidor.
Ele é o nosso Steve Jobs. Tá, tecnologia está com você. Financeiro também. Agora está passando um pouquinho por conta de ter um fundo e tudo mais. Consegui dividir um pouco nisso. O fundo trouxe governança profissional. Exatamente. E o Bragato? É legal falar que a gente é verticalizado. Tudo que a loja recebe hoje, basicamente tudo. A gente desde o começo pensou em verticalizar para a gente trazer controle e qualidade. Então a gente hoje fornece praticamente todos os produtos para a loja.
Eu fico responsável por essa parte de produto, fábrica, logística, suprimentos do grupo todo, a engenharia e hoje também mais uma frente que é a expansão nossa internacional. Então, tô com mais um aí comigo. Pra gata é bucha, mano. Pra gata é bucha. Operações e facilities, né? Operação e facilities. Tá, e o Sérgio é um vendedor. É, eu sou comercial. Mano, só tenho que aparecer só, fazer uns videozinhos no TikTok, Instagram. É isso.
Tá, entendi. Gente, assim, de bate e pronto, direto e reto, assim, pra quem tá ouvindo,
para quem está aqui também. É um bom negócio investir nessa franquia? Se sim, por quê? Falo? Sim. Meu, eu sou suspeito para falar porque... É o teu filho. É, mas acho que um dos nossos principais diferenciais, assim, sem... Toda vez que eu compartilho com alguma pessoa que tem algum negócio e tudo mais, as pessoas ficam meio que surpresas com a... Primeiro, investimento inicial, tudo bem, você fala, pô, a gente vai chegar lá, mas é um investimento relevante com uma franquia, estruturado, mas o investimento inicial é baixo, perto do payback que tem o nosso negócio.
só que acho que a operação é muito simples, sabe? Então, quando você compara com o negócio de alimentação, você pega, sei lá, uma hamburgueria, uma pizzaria, uma cafeteria, o que for. Cara, tem muito processo, tem muita coisa que você tem que fazer. Imagina, a pizza tem que pegar massa, deixar massa fermentando, preparar molho, preparar ingrediente. Cara, uma hamburgueria, maionese, pão, chapa, chapeiro, um monte de coiseira. E o nosso negócio, basicamente, chega tudo congelado. A validade praticamente é infinita dos produtos, porque não dá tempo de vencer.
Então, basicamente, você abre a caixa, coloca o sistema self-service, você trabalha com quatro pessoas na operação. Então, ele foi criado para ser escalável. A gente pensou sempre desde o começo como a gente pode ser simples. Acho que uma coisa que a gente leva muito em consideração é, cara, negócio bom é negócio simples. Se for complexo, não vai dar certo para a gente. Então, a gente sempre gosta da simplicidade, de como a gente faz para conseguir ser simples.
Tem um diferencial legal também, que é bom comentar, que acho que desde o começo, tudo que a gente pensou, desde a primeira franquia, é sempre um ganha-ganha.
A gente sempre estruturou tudo pensando, a gente tem que ganhar mais o franqueado também. Isso é clichê de falar, mas é legal que está enraizado até na forma que a gente cobra hoje. Hoje, nossos royalties, eles são fixos. Então, eu não cobro o porcentagem que o cara vende. Eu cobro ele fixo, porque eu quero que o cara venda o máximo que ele puder. Então, desde o começo, isso foi estruturado dessa forma. Uma coisa que é assim, porque a gente não era do mercado de franquia, a gente nem sabia o que era franquia, a gente montou um negócio e a gente falou, a galera começou a perguntar, é franquia? E a gente falou, meu, não é.
vamos atrás, vamos estudar. E quando a gente foi estudar, a gente viu que todo mundo tinha um preconceito falando que franquia, sei lá, o franqueado vira funcionário do franqueador e não sei o quê. Por quê? Porque tem um royalties. E a gente olhou por aqui e falou, meu, realmente, né? Imagina, o cara deixa 5% do faturamento para a franqueadora. E é um baita número, né? Se uma loja fatorar 100 mil reais, você vai deixar ali 5 mil reais para a franqueadora.
Fatorar 200 é 10 pau para a franqueadora. Fatorar 1 milhão, que já tem uma loja nossa que fatura 1 milhão, você vai deixar 50 pau para a franqueadora. E a gente foi lá e falou, meu,
vamos mudar esse negócio, vamos quebrar, vamos fazer de um jeito que a gente vai ganhar dinheiro de outra maneira. E a gente foi lá e construiu a indústria e a gente cobra um royalties fixo. Então, a gente cobra R$1.100,00 e alguma coisinha, R$1.100,00 que a gente cobra por mês. Independente do quanto a loja futura. Logicamente, a margem do franqueado vai ficar muito maior por conta disso. E isso fez o negócio ser super escalável, porque realmente, o que faz a gente chegar, imagina, a 230 lojas, a gente ter aparecido nenhuma única vez na internet, sem aparecer,
cara, sem ter nada. A gente chegou a 230 lojas e a galera parava o caminhão na estrada. Meu, como é que ocupa uma franquia da The Best? Parando o caminhoneiro na estrada ou na loja, porque queria fazer parte da nossa marca. É tipo, se fosse o Nubank na indicação, sabe? Era nesse modelo no começo. Então, porque a galera via o franquiado montando uma, duas, três, quatro lojas e esse foi um grande diferencial. Pra mim, a galera quando vem pedir, pô, como é que eu faço pra ter uma franquia de sucesso?
Cara, acho que sucesso é você conseguir fazer o seu franquiado ganhar dinheiro. Porque se ele vai ganhar dinheiro, cara, o negócio vai
Continuar. Você ganha também. A natureza do negócio é essa, né? O cliente tem que ganhar dinheiro. Ganha dinheiro, gera escala, gera satisfação, gera indicação, ele fica multifranqueado. Vocês têm, na proporcionalidade dos 1.120, quantos por cento são multifranqueados? Cara, é difícil falar esse número hoje, tá? Exato, assim, porque tem muito, tem franqueado que ele tem sócio com, sei lá, com mais quatro pessoas distintas. São quatro famílias e um
sócio de cada família ali, sabe? Então dá uma misturada, mas deve ser algo com... Mas a gente tem um número legal que é quase 50%, porque o nosso número de franquias por franqueada é quase que 2, entende? É média, média, nossa, é mais do que 2 franquias por franqueada. Fazer que na plateia aqui tem mais de uma loja de levantar a mão aí... Olha lá. Normal isso. Quantas você tem? Tá, e você, tem quantas? Você pegou logo dos barulhos.
Dá um microfone pra ele ali. Eu quero falar com ele. Parece brincadeira. Filma lá.
Passou o Dudu atrás. Aí. Tubarão, é isso? Charles. É, Charles. Fala, Charles. Tudo bem? Tudo bom. Você tem 20 lojas? Eu e minha sócia, que é minha esposa. Tudo bem? Começou com quantas? Começamos com uma há três anos atrás. Três anos? Isso. Aí depois de uma, você foi pra mais uma? Pra duas. E depois? Aí três, e depois a gente fez uma loucura e inaugurou duas lojas no mesmo dia. Grávida de oito meses de gêmeos.
Até então eu tinha... De três, você foi pra cinco? Pra cinco. Mas até então era ela que tocava a operação e eu tinha um outro emprego. Tá bom. E aí, quando ela teve os bebês, eu me afastei. E aí comecei a tocar a operação. E hoje, aí foi pra sete, nove. E assim foi até que, recentemente, a gente chegou em 20 unidades. E é você e ela? Só nós dois. E qual que é a região? É todas no Rio Grande do Sul. Tá. E você tem ambição de colocar mais?
E tem mais. Quanto? Sim. Então. Quantas os caras permitem? Posso te fazer uma pergunta? Pode, lógico. Então vamos lá. Três anos de operação, 20 unidades, 100 colaboradores e um faturamento projetado para 2026 de 30 milhões. Qual seria o seu próximo passo? O meu próximo passo? Se você estivesse no meu lugar ou no nosso. Eu pensaria o quanto que eu consigo escalar sem perder a performance. A gente montou um time hoje, né?
meninos, a gente, graças a Deus, tem uma relação muito próxima. E hoje a gente tem três supervisores, a gente tem um gerente em cada unidade, a gente tem um escritório que a gente alugou também, que a gente montou com três pessoas do financeiro, uma cuidando só de marketing e delivery, duas pessoas no RH, gestão de pessoas, departamento pessoal, e mais nós dois, que a gente não abre mão de estar, eu vou semana sim, semana não, para todas as 20 unidades. E a Ed,
uma vez por mês. Palmas. Muito bom, hein? 20 lojas. Tem mais alguém aqui que tem mais do que 20 lojas? Não, ele é o maior, né? Ele é o primeiro. Ele é o primeiro. Cara, esse ponto é atrás, ele pegou. Cara, que legal. Que bacana. 3 anos, 20 lojas, 30 milhões projetados. Você trabalhava CLT? Você era PJ. Você era PJ? Quanto você faturava? Eu tinha um bom salário. Na 2023, 2022, aí eu tinha uns 50 mil por mês. 50 mil por mês.
mil no ano. Isso. Tinha algum prêmio? Era total? Eu ganhava comissão sobre faturamento da empresa, enfim, mas era essa média aí, uns 600 mil por ano. Há três anos você fazia 600 mil por ano. Isso. E hoje você está projetado para fazer 30 milhões por ano. Isso. Parabéns, cara. Olha o impacto. Obrigado. Olha o impacto de vocês, cara. Olha o impacto. Então já vamos... Qual é o teu nome? Charles. Charles. Isso. E a minha esposa é a Edna.
Edna. Isso. Edna. Charles e Edna. Então tá, a gente chegou aqui já no modelo. A gente pegou
maior franqueado, que deu resultado significativo em três anos, ele tem um perfil. Eles dois têm um perfil. Qual é o perfil de franqueado que vocês querem ter ao lado de vocês? Vocês sabem que funciona, que dá certo, que vai pegar o produto, vai pegar o modelo de negócio que vai dar super certo. Você falou uma palavra que encaixa muito no que ele entrega muito, que é todas as lojas com performance. Isso é muito difícil. A gente ficou muito tempo batendo em 10, 11,
lojas, franqueado que tinha 10, 11 lojas, mas que começava a cair a performance. Uma das coisas que ele faz, que eu acho que deveria ser exemplo, é realmente acompanhar. Igual a gente falou no começo, está no detalhe das coisas. Então, franqueados que encontrem formas de fazer isso, de gerenciar no detalhe, de gerenciar o atendimento, de trazer a qualidade e a performance, vão conseguir isso ou mais. E a gente sabe que dá. Mas eu acho que no cerne do negócio é realmente tirar a performance da loja acompanhando ela.
Ih, esse é o difícil. Encontrar pessoas assim é difícil. Eu lembro quando o Charles foi entrar, ele queria comprar umas sete de uma vez. E a gente tem muito esse zelo de não, cara, não liberar de uma vez. Até a pessoa não tropeçar e não, enfim, criar algum trauma depois com a franquia. Mas ele se provou que ele realmente consegue. Mas a gente tem esse perfil de, cara, vamos com calma, vamos abrir, talvez duas, talvez três, não vender em lote.
A gente não faz esse tipo de coisa, talvez vendem dez, onze, porque não é do nosso perfil a gente ter lojas que não performam. É tanto que,
Em 7, 8 anos... Fechou 8 lojas. Fechou 8 lojas. A gente quer lojas que performam. É que 8 lojas no universo de 1.200... Muito pouco. Bem pouco. O mercado, ele fala de você ter um fechamento de churn, algo como 5% da base ao ano. Então, sei lá, se você tem 100 lojas em um ano, você teria que fechar pelo menos 5 lojas no ano. 5 lojas. Se você tem 1.000 lojas, você deveria fechar 50 lojas, entendeu? Por ano. Aí tem lojas novas entrando. Porque, cara, McDonald's, Burger King fechou ano passado, acho que 23%.
lojas. Burger King. É. Então, tipo, McDonald's fecha loja também. Qualquer outra grande marca fecha porque às vezes você erra o ponto. Às vezes a região muda. Às vezes chega mais competidores na região. Então, tudo isso, mercado dinâmico, né? E é muita operação, né? Mas tudo isso porque a gente gosta de acompanhar o franqueado, né? A gente tá muito à frente ainda da operação. O Sérgio acompanha semanalmente com lives e trazendo coisas pro pessoal.
Legal. E a gente entrega muito do que a gente pode mesmo. Então, assim, a gente gosta de ser, cara, over delivery pro franqueado. Mas acho que do perfil
porque existem vários tipos de franqueados. Por exemplo, tem muitos casais. Começam... E assim, a galera que levantou um monte de franqueado aqui, eu acho que a grande maioria deles, 80%, deveria ser o primeiro negócio, sabe? E a gente tem muito perfil de as pessoas começarem a empreender junto com a gente. Então, o bom é que geralmente as pessoas não têm vício, né? A gente entrega todo o background que a gente aprendeu mesmo ao longo do tempo. Só que, sei lá, tem casal, tem jovem que começa a empreender,
ganha um dinheiro, tem gente que ganha uma rescisão e investe na gente, tem gente que vende a casa, vende carro, tem o Jair, por exemplo, que tem umas 15 lojas, vendeu casa, carro, tudo pra colocar no negócio no começo, enfim, tem vários tipos de histórias ali, mas acho que os que mais dão certo é o perfil do estilo do Charles e da Edna, e da grande maioria que tá aqui, que é a galera que veste a camisa, que ama o negócio, assim como a gente ama, que coloca a barriga no balcão, que vai pra loja, fala com o cliente,
que se importa no detalhe, que sabe que, pô, o resultado da loja, na verdade, é um resultado que você colocou bom na massa, se você não estiver aqui. Pô, você viu? Pra quem não viu, mas o Géo tava aqui no começo ajustando o áudio aqui do podcast. Então, pô, ele é o dono da parada, ele tem tudo isso, faz isso aqui, sei lá, milhares de vezes e ele tá ali no detalhe, ainda olhando isso. E assim como qualquer negócio, né? Não existe essa história de, ah, vou montar uma franquia, ela nunca vai ser uma renda passiva, né?
Ela depende da gente, depende do empenho, depende da pessoa estar ali colocando a cara, atendendo o cliente,
treinando colaborador, motivando a galera, construindo gerentes, construindo novas lojas, sabe? Toda hora com o radar ligado, né? Então, o Charles tem muito sucesso porque, meu, o cara, ele vive isso 100%. Então, quando a gente percebe desde algum franqueado dando uma desfocada, assim, é onde começa a dar qualquer errinho. Mas depois a galera fala, opa, preciso voltar de novo pra operação, sabe? Então, acho que o melhor perfil sempre é aquele que tá, cara, é um negócio que ele vai entrar de cabeça, que ele vai olhar. A gente nunca quer a gente que tá, ah, eu comprei, vou deixar
ali. É, isso é uma falha mesmo, que eu já entrevistei algumas empresas, alguns empresários que tem franquia e eles falaram disso também, né? Que a falha é uma falha brutal, é um empreendedor que compra uma franquia e pensa, agora é... É renda passiva. É renda passiva, ou é renda extra. Não, não funciona desse jeito, tá gente? Não funciona. Agora o seguinte, né? Olha só, vocês recebem aí o prêmio da ABF franquia número 25. Vocês são jovens Forbes 30 under 30.
120 lojas. Nove anos de existência. Receberam investimento de private equity. Querem fazer um resultado esse ano que vocês nunca fizeram, que a gente estava conversando ali atrás. Mas vamos voltar um pouquinho no tempo. De onde surgiu essa ideia de açaí? Por que açaí? Por que franquia? Teve um clique? Ou foi algo que aconteceu de uma maneira mais espontânea? Conta um pouco aí. Vou contar o começo e depois manda bala. Complemento.
pergunta, porque eu gosto sempre de começar pelo momento atual das empresas. Ó, eu tô nesse resultado, eu sou desse tamanho, eu tenho esse track record, mas a turma que assiste, tá? E o começo? Quais foram os indícios? Foi fácil? Porque a turma tá lá. Tem muita gente que também tá nesse momento. A gente tava no último ano de faculdade, na engenharia civil, nós éramos na mesma sala de aula, a gente fazia trabalho em grupo. Eram amigos? É, a gente era amigos. Mais ou menos, né? Nós éramos amigos. Nós somos amigos.
Inclusive tem, pulando algumas etapas, a gente mora no mesmo prédio, um em cima do outro. Tem o mesmo carro. Tem o mesmo carro. Mas aí você tem que ser mais criativo. Tem que mudar um pouco. Só muda a cor. Não, não, tem que ser mais criativo. Pelo menos muda o carro, cara. Agora tá começando a mudar. Mentira isso, né? Fizemos a Iron Man juntos. Fizemos a Iron Man juntos. Não, a Iron Man tudo bem, mas é mentira que você tem o mesmo carro. Mesmo carro. Não é possível. É verdade, só muda a cor. A gente é frugal, então.
Entendi. Sai mais barato. Comprei coletivo, entendeu? Mas eu estava no último ano de faculdade e a gente sempre teve essa vontade de empreender, sabe? Só que é difícil ter um estralo, ter uma ideia, ter alguma... Falar, meu, isso aqui vai dar certo, né? E aí eu estava em Marília. Marília é minha cidade natal. Eu nasci no Japão, na verdade, mas eu estava em Marília, que eu fui criado em Marília. E aí sempre ia lá na casa do meu pai almoçar aos domingos. Aí um dia eu passei numa loja de açaí, vi que era self-service.
novidade total. Falei, meu, um self-service de açaí, isso aqui é super legal. E aí eu cheguei na casa do meu pai e falei, pai, vi uma loja de açaí, ele self-service, achei super legal, não tem Londrina. Ele falou, meu, por que você não leva esse açaí dos caras pra Londrina? Eles querem começar a franquear e tudo mais. E eu que ajudei eles a montar a loja. Eu falei, nossa, legal. Meu pai? Meu pai. Meu pai faz o quê? Meu pai, hoje ele tem loja também.
Mas meu pai sempre foi empreendedor, sempre foi empresário. Na época ele tava ajudando? Meu pai, ele tinha loja de vidros.
pra vender espelho, portas, esquadrias. E ele conversava com os empreendedores. É, e ele ajudou a galera a montar, tipo, a parte do coração da loja. O Sérgio era o famoso filho de vidraceiro, sabe? Tá. Aí teu pai te deu o toque. Aí meu pai falou, meu, leva isso aí pra Londrina. E aí eu falei, cara, mas eu não gostei da loja. Achei a loja assim, eu achei legal o modelo. Mas a loja eu não tinha achado tão bonita, achei meio bagunçado, desorganizado.
Eu peguei o molecão e dei uma cutucada. Falei, ah, mas comprar a franquia deles, né? Tipo, pra que eles?
abrigo um produto, eles, sei lá, estão comprando e revendendo, e a loja é meio feia, sei lá, faço sozinho isso aqui. Aí ele falou, já que você é o bonzão, então, faz melhor. Deu uma cutucada, sabe? É, foi assim, na brincadeira. Só que eu voltei pra Londrina e fiquei com isso na cabeça. Aí eu comecei a ligar pra um monte de amigo, aí isso aqui, toda vez que eu falo alguma coisa pra ele, de comprar, ah, não, não, não vale, não sei o quê.
Aí depois, há uns 3, 4 dias, ele aparece, ô, então, sabe aquela ideia lá? Eu até já sei qual vai ser a próxima coisa que ele vai contar.
Aí ele entrou, ele entrou porque assim, precisava de dinheiro, a gente precisava de dinheiro pra montar. Só que assim, qual que era o problema? Os três, pô, os três são de escola pública, tá? A família dos três é super humilde, assim, ninguém tinha recurso. E aí os três juntou, cada um tinha mais ou menos 5 mil reais ali, era até menos que 15 mil reais, tá? A gente fala os 15 mil pra completar e ficar mais fácil o número, mas eram os 14, uns quebrados. E aí a gente juntou os três ali e montamos a primeira lojinha, cara,
freezerzinho que a gente comprou da LX. Quatro mesas daquelas de madeira. A gente pagou, sei lá, na época, 200 reais em cada mesa. A decoração eram os caixotes do Seasa de fruta, sabe? A gente pintou e colocou na parede. Tinha uma geladeira de 250 reais que ela ficava abrindo a porta toda hora, que ela não ficava fechada na cozinha. Uma pia da Laura Merlin de 150 reais. E era isso. Nossa lojinha de açaí. E montamos. Primeiro mês a gente faturou 12 mil reais, depois faturou 16, 18. E quando faturou 25, a gente falou, caraca, velho, tá bombando.
Não, mas peraí, teve um pulo aí. Teu pai te deu toque, você ficou entre vocês, juntaram aproximadamente 15 mil reais e foram montar uma loja de açaí. E pegaram esse açaí de onde? Compraram de onde? Comprava. Comprava e revendia. Na molecada da faculdade. Isso, não vendia em Londrina esse açaí. Então eu tinha um palio que era do meu avô, pegava esse palio e ia pra São Paulo correndo com ele. São Paulo é Marília, né, mais ou menos ali.
Duzentos e poucos quilômetros do carro. Aí pensa num palio. Botava um monte de açaí dentro do carro e saia correndo pra nos congelar. Entendeu? Era assim.
que a gente comprava naquela época. Aí trazia pra perto ali dos estudantes. A gente tinha uma lojinha próxima de uma universidade, tem essa loja então, mas ela mudou de localização, agora é uma maior, e a gente vendia ali pra galera da universidade. E aí como fazia, sei lá, fila na hora do intervalo, na hora do almoço, as pessoas vinham e ficavam interessadas. Aí a galera começava a perguntar, a gente tinha feito um negócio que era já diferente do convencional.
Fala muito sobre diferenciação, né? Todo negócio tem que ter diferenciação. E quando a gente foi montar o nosso, a gente falou, cara,
as pessoas vão na nossa loja e não vão nos demais. Então, primeira coisa, a gente pensou, cara, o sistema, o modelo é self-service, o preço vai ser super acessível pra galera e o design da loja, ele vai ter que ser diferente. Então, toda vez que a galera pensa em uma loja de açaí, geralmente as pessoas pensam em algo roxo e algo verde. É uma loja que você entra e quer meio que sair correndo. Você pega o açaí ou você pega lá no cardápio, demora pra gente entregar às vezes 25 minutos, não entregar o que você quer, enfim, demora. A gente falou, vamos fazer algo que é prático, que é rápido e a nossa
diferenciação também vai ser a nossa comunicação. Todo mundo batia sempre, ah, cara, açaí é energia, açaí, a gente comunicava sempre muito, cara, o indulgente, que é o que o brasileiro gosta. O brasileiro gosta de ir lá, cara, pegar um bol, assim, um potinho, encher de brigadeiro, paçoca, Nutella e coloca açaí no meio ali e fala que é açaí, entendeu? Então é isso que a gente vendia na rede social, o sistema self-service preço baixo e a loja nossa, ela parecia uma hamburgueria, naquela, porque isso era 2017, e tava no auge das hamburguerias gourmets. Então a gente fez algo,
Naquela pegada. Então, só para exemplificar também. Tudo que a gente está falando, eu nem gostava disso aí. Então, para vocês terem uma noção. Por quê? A ideia não é que a gente foi pelo produto. A gente desenvolveu o nosso produto. Melhorou ele. Só que quando a gente fala que maior do que o produto é o modelo do negócio. Para mim, acho que essa que é a nossa máxima. A gente acertou muito o nosso modelo. Acho que é isso que deu mais certo de tudo.
Mais do que o produto. Hoje, o nosso produto é o que mais vende. É o que a galera mais fala.
mas o modelo é maior do que ele. Acho que essa é a ideia. Hoje o produto, ele vira a diferenciação total, assim. Só que lá no começo não era a diferenciação. A diferenciação era o modelo de negócio. E aí, hoje, o produto é um dos principais nossos. Comunicação. Cara, a gente tem um... Além de ser a maior rede também, a gente tem o maior Instagram de açaí, de sorvete que tem no mundo, cara. A gente tem 1 milhão e 400 seguidores no Instagram.
Cara, é gigante. TikTok, enfim. Então, a comunidade é super engajada. Então, a gente foi criando outros pilares para criar a diferenciação para o nosso negócio. Entendi.
Tá, peguei. Quando foi que vocês perceberam que era um negócio de verdade? Eu vou dar a minha máxima, assim. E não é... Eu acho, assim, eles vão lembrar disso. Eu lembro até hoje dessa cena, tá? A gente abriu a loja em novembro de 2017. E lá a gente começou, era um negocinho, ia pra faculdade, estudava, voltava, a gente dividia, revezava, fazia de tudo. Aí a gente abriu uma outra loja, com outro sócio e tal, foi bem legal, mas ainda não tinha sentido aquele negócio. Quando a gente virou metade do ano ali pra gente...
junho, julho, eu lembro exatamente do Sérgio, eu e ele trabalhando, eu cortando morango lá na cozinha, e ele lá na frente, do nada ele abriu a porta e falou assim, olha o tamanho da fila. Naquele momento foi um estalo pra mim, porque literalmente a gente montava, tava uma fila enorme na loja, falei assim, acabou, não tem, viramos o jogo aqui, entendeu? Então eu lembro exatamente desse momento que tipo, a gente fazia umas filas absurdas assim na loja, lá no comecinho.
Abriu nas férias, né? Quando a gente inaugurou na primeira loja, tava nas férias da região escolar, só que quando
voltou ali pra fevereiro, cara, aí bombou. Eu lembro que esse foi um momento, mas eu tenho um segundo momento que foi daí a nossa franquia. Na verdade, acho que o Sérgio pode entrar no detalhe de como que a gente modelou o modelo de franquia ali, mas o nosso primeiro franqueado, quando ele abriu o primeiro domingo dele, já vendeu mais do que as nossas duas lojas próprias juntas. E o primeiro mês dele vendeu mais do que as nossas duas primeiras lojas juntas.
A primeira franquia, a gente falou que tem duas lojas nossas somadas. Isso se deve ao
Aí a gente encontrou fatores na loja, que são os nossos segredos, e falou, cara, vamos tentar replicar. Fomos lá, pegamos um ponto nosso, pegamos o público que a gente acreditava ser semelhante àquele, e falou, vamos fazer uma loja semelhante agora. E pum, bateu. Horário de atendimento mudou. Várias coisinhas foram adaptadas. A gente pegou da loja dele, putz, achamos mais uma coisa aqui. E funcionou, entendeu? E ali foi um marco. Foi, foi um marco total. Ou seja, temos um negócio, ele dá dinheiro,
fila, a galera quer. Tem um outro rapaz, um outro empreendedor que abriu, deu o resultado, o resultado dele foi maior que o nosso, então vamos expandir. Isso. Basicamente foi isso? Isso. Foi um clique. Que ano era isso? 2017. Começou em 2017, mas esses cliques foram lá em 2018. Tá. Beleza. Estou em 2018. Começaram a expandir. Não sabiam fazer franquia, certo? Afinal de contas, vocês estavam na faculdade de engenharia. Não sabiam fazer franquia. Foram buscar informação onde? Na internet.
Na internet. Foi na internet buscar. E era uma época que não tinha muito vídeo, não tinha muita coisa, não. 2017 ainda. Não tinha, é. Não tinha tanta informação. Hoje a gente tinha GPT, tem bastante coisa. Sim. Mas naquela época não tinha. Não tinha. Acho que é nosso isso aqui, tá? Dos três, assim, talvez pela faculdade, né? Engenheiro gosta de criar as coisas, gosta de fuçar, desmontar, enfim. Então, por exemplo, cara, a gente tem uma indústria que fabrica hoje 50 mil caixas por dia das 50 toneladas de produto. 50 mil caixas a semana.
É, na semana. 60 toneladas por dia dá quase. São 60 toneladas por dia de açaí e a gente nunca imaginou como que fazia o açaí, não sabia. Hoje vocês fabricam 60 toneladas por dia. Pois é. É muita coisa, né? É muita coisa. A gente sempre vai tentando buscar onde está a informação. E aí nessa época da franquia, a gente falou, meu, como é que a gente faz para aprender o que é uma franquia? A gente começou a se candidatar a várias marcas para ser franqueado. E aí a galera voltava com informação para a gente.
gente, ó, é assim que tem, a COF é isso, o contrato é isso, esse é o modelo de DRE, é assim que a gente projetou até Payback, e a gente falou, cara, legal. E a gente olhando de fora, a gente começou a criticar as coisas. E daí que veio, a gente foi a primeira franquia a não comprar royalties, a colocar um valor fixo, que a gente ganha de outra maneira. A gente falou, cara, isso aqui pra gente, eu não comprei dessa franquia, o que a gente compraria?
Aí a gente foi lá e construiu o nosso, falou, cara, isso aqui a gente compraria. E aí a gente falou, se eu compro, as pessoas também vão comprar, porque a gente tá enxergando a oportunidade, igual o cliente final nosso. Por que que o nosso cliente
Por que o The Best vende um monte? Porque a gente tem uma proposta de valor muito clara. É um produto excelente, com custo-benefício excelente. Então, a proposta é uma loja legal, super instagramável, uma loja moderna, a comunicação é super legal, os produtos são, tipo, a gente tem lançamento toda hora, todo mês coisa nova, e tem um produto de qualidade muito bom, com preço muito acessível. Cara, eu sou cliente do nosso negócio, mas qualquer outra pessoa, eu vou lá toda semana, semana que eu vou quatro vezes na nossa loja e pago lá, porque eu amo o produto, porque eu gosto, entendeu?
Também gosto. É isso, né? Também gosto, também gosto. Tá, entendi, pegou, modelo, modelo, produto, ficou bom, fábrica, começou quando? Foi em 2019, no final de 2018. Foi rápido também, né? É, no final de 2018 a gente já pegou um ponto para abrir a nossa quarta loja, a qual a gente já estava projetando produzir alguma coisa, sem saber nada. Então a gente já pegou uma loja que no fundo seria uma fábrica, e ali foi a nossa primeira fábrica, foi no meio de 2019 mais ou menos.
A primeira fábrica que produzia, tipo, 30 caixas por dia. E a gente aprendeu, assim, nesse mesmo esquema, ainda atrás. Só um detalhe, assim. A gente fazia uma caixa a cada mais ou menos 50 minutos. Uma caixa de açaí. Hoje a gente faz uma caixa a cada... Se a gente ficasse 24 horas, dava 30 caixinhas, né? Hoje a gente faz uma caixa a cada 13, 12 segundos. 13 segundos. Então, tipo assim, uma caixa de 10 litros. Quando você fala faz, traduz pra mim, é dúvida de ponta a ponta? É. Processo invasado. Uma caixa tá envasada. Tá envasada. Desde a largada...
É, se eu contabilizasse, não dá aquela quantidade de 60 mil quilos por dia. Uou. Vocês falaram assim, ó. Vocês não cobram taxa de franquia variável. Desculpa, desculpa. Vocês cobram taxa de franquia, óbvio. Vocês não cobram royalties variável. Vocês cobram roy fixo ou royalties fixo. Tá. Mas vocês também vendem o produto, certo? Então, por exemplo, hoje, uma pessoa que está aqui ouvindo o JJ, ela quer... Vou decidir. Quero conhecer mais sobre a The Best. Então, eu vou fazer as perguntas que eu acredito que essa turma faria. Tá bom?
até mesmo a turma que está aqui. Vou fazer umas perguntas de investimento. Com cabeça de investimento. Não vou levar em consideração se eu gosto de essa aí. Não vou levar em consideração nem se eu tomo essa aí. É uma cabeça de investidor. Tá bom? Tá bom. Qual é a margem que fica no final para o franqueado? A gente sempre seta que a nossa margem é de 15 até, dá para o estado extrapolar, até mais de 30%. Mas uma loja a gente projeta de 15% a 20%. É isso que a gente vende. Beleza.
Já está maior, já está mais do que meu dinheiro rendendo no banco. Com certeza. Check. Com certeza. Meu dinheiro rende mais. Cabeça de investidor, né? Não sei nem se eu gosto de açaí. Tá bom. Quanto tempo eu tenho um retorno do meu investimento? Meu payback? A gente vende também de 16 a 20 meses. 16 a 20 meses. Nosso número a gente sempre projeta, eu acho que algumas lojas aqui na plateia que devem ter payback às vezes de 4, 5, 6 meses. Mas a gente sempre vendiu a média. Bom, a média é mais ou menos entre 18,
24 meses, estou dentro da média. Legal. Quanto que é minha taxa de franquia? A taxa de franquia hoje é 70 mil. 70 mil. Como que eu pago essa taxa de franquia? Toda vez que você vai entrar numa franqueadora, numa marca, você vai ganhar todo o know-how dela de como encontrar ponto, de como você, do projeto da loja, tudo isso a gente tem que cobrar antes, porque senão, sei lá, imagina que você fala, quero comprar. E aí você entra, não paga nada, pega todo o know-how e depois, então sempre paga antecipado. Toda franquia é antecipado. Mas o que eu digo é assim, eu posso parcelar?
Não. À vista. Tem um motivo. Por que que não pode? Qual que é o motivo? É, porque assim, a gente não, sempre é muito cauteloso, lembra o que o Bregato falou? Que a gente não deixou o Charles comprar, sei lá, sete lojas de uma vez. Tá. E tem muita gente que, às vezes, quando vai na emoção, sabe, de querer fazer algum negócio, de montar, de querer empreender, a pessoa acaba se alavancando financeiramente. Então a gente é totalmente contra a pessoa que vai parcelar pra ela investir no negócio.
Então a gente prefere que a pessoa tenha um dinheiro integral pra que ela comece ali, porque o nosso negócio,
franquia, por exemplo, de escola de idioma, escola de inglês, ou consultório odontológico, essas franquias precisam de capital de giro, que é o dinheiro que a pessoa tem que ter guardado na conta para ela ficar aportando mês a mês, até a operação começar a break e vaca, ela começa a empatar, depois ela começa a gerar lucro. Às vezes é seis, sete meses de operação. O nosso negócio, a gente não precisa de capital de giro, é zero capital de giro, porque o investimento inicial da loja, ele já contempla o produto e aí faz o negócio operar sozinho.
Só que, qual que é o problema? Se o franqueado, ele entra com dívida, ou ele entra com custo de dívida muito alto, aí pode ser um problema. Então, a gente prefere sempre que o franqueado tenha o dinheiro integral. É por isso que a gente não gosta de parcelar nada, porque a gente sabe que ele não vai dar... Esse é um dos segredos para não fechar a loja, por exemplo. O cara não entra alavancado, ele não entra devendo. Ah, tá. O ICP, né?
O cliente ideal está muito bem definido, né? Então, às vezes, a pessoa não está na fase... Exatamente. Tá bom, entendi a taxa de franquia, entendi o que é que não parcela, entendi o break-even, entendi quanto que deixa de margem, entendi...
também que eu opero com quatro pessoas. Entendi que é praticamente um plug and play, uma coisa simples. Entendi que vocês são fábrica, vocês oferecem pra mim. Tem espaço ainda no Brasil? Pra caramba, velho. Tem espaço pra The Best, essa aí, franquias? Alguns estados, não tanto mais, né? Qual que é o estado que tá mais cheio? Paraná, com certeza. No Paraná a gente dominou tudo ali, né? E assim, o nosso negócio, a gente construiu
uma maneira que a gente vai de cidades de 10 mil habitantes a cidades igual São Paulo, entendeu? Lógico que a performance vai mudar, porque muda a região, muda o público, mas a gente consegue estar em cidades de 12 mil habitantes, 10 mil habitantes, a São Paulo, capital, que performa super bem também. Mas Paraná é um desafio encontrar. Às vezes aparecem algumas cidades aí, mas realmente não tem. Santa Catarina também é difícil.
Rio Grande do Sul tem algumas ainda, mas o Charles já praticamente pegou todas. O Charles já dominou tudo.
Quantas lojas tem em São Paulo Capital? São Paulo Capital, operando, a gente já tem 60 lojas. 59, 61. Ainda cabe mais. Não, cabe mais. Taxa de franquia 70. Legal. Quanto que eu preciso para montar a loja? Investimento total. A gente fala que é a partir de 350. Ele pode chegar a 400, até 450 para pegar uma baita loja. Mas é possível fazer loja com 350 reais também. Tá bom. Vamos imaginar 350. Esses 350, então eu pego 70. Então fica 200.
270, estou certo? 280, 280. Desses 280, como que é o fluxo de pagamento? Vai durante a loja, né? Então, esse dinheiro, até a galera fala, pô, vou pagar para vocês. Não, a gente não recebe nada desse valor. A gente recebe taxa de franquia e pedido inicial. O restante é com o fornecedor. A gente tem alguns homologados. Tá bom. Mas algumas coisas a gente deixa muito travado porque sabe que vai dar problema. Mas, por exemplo, marcenaria.
Ah, eu tenho um primo meu, eu tenho, sei lá, um parente que faz os móveis. Claro, isso vai no padrão.
Vai lá e torna. Então tá bom, né? Pode fazer. Ah, eu vou parcelar com ele 20 vezes. Cara, não é recomendável. Não é que a gente gosta, mas você pode parcelar. Entendeu? Então, a galera vai gastando dinheiro ao longo da obra ali. Geralmente, a nossa obra vai durar dois meses, no máximo. Mas, por exemplo, não dá pra pagar em 10 vezes tudo? Tá. Lógico, depende da negociação com o fornecedor. É que eu tô fazendo uma conta aqui. Tá.
Não conta. Não, dá pra ter franqueado que faz, aí o cara vai montando 4, 5 lojas assim no fluxo de caixa, né? Tá, então vamos lá. Mas é o que a gente gosta, tá? Vamos imaginar o seguinte. Peguei 70 mil.
Puxa. Tenho que bancar 280. Passo em 10 vezes. Então vem 28. Na largada, 98 mil. Tô certo na minha conta? Tô certo na minha conta. 98 mil no primeiro mês. Vamos imaginar... Eu levo quanto tempo pra montar? Em média. Ah, dois meses. Na verdade, a loja pra montar vai ser tipo 35 dias, 40 dias. Tudo bem. Então, paguei aqui 70. Já vou fazer minha loja. Imagina que 60 dias depois, tô na loja. Fechou? Isso é factível. Tá bom. Factível.
um dado factível aí também. Quanto que eu faturo no primeiro mês? 100 mil, na média. 100 mil. Desses 100 mil, fica entre 15% a 20%, podendo chegar até 30%, você falou. Beleza. Se eu for, o cara que fatura, o empreendedor que fatura 100 mil, de 0 a 10, ele está em que lugar? Como empreendedor, como uma pessoa que performa. Fatura 100 mil? 100 mil. Cara, ele vai estar na média? 5. Ele vai estar nos 5. 5, 6. Ele não empreendeu 6. Se eu for um cara, 8,5. Vai para 130, 140.
Eu sou um cara 9. É difícil falar isso, né? Depende de um fator que é a questão do ponto, mas só o fator isolado, franqueado, talvez um 140. 140. Eu sou um 9, né? Vamos parar em 9. 140, eu sou um empreendedor de 1 milhão e 600 no ano. Estou certo? Estou certo. Que momento ele já pensa abrir a segunda? O primeiro mês. Eu já estou na cabeça muito da escala. Se ele faturou 140,
no primeiro mês, cara, no segundo mês já ele vai estar pensando já na segunda loja. Aí eu fui lá, peguei, vamos imaginar que seja 90 dias. Montei 70 mil, 28, tal, tô fazendo acontecer, mandei lá 140, 140, 140, ligo pra vocês de novo e falo, outra. Manda outra, vocês falam assim, toma mais 70 aí, tal, quando dá 6 meses, eu tô ali 6 meses, eu falo, outra. Aí eu tô lá 6 meses, tal, tal, tal, quando dá 9 meses, eu falo, outra. Aí eu tô montando,
Um ano eu fiz quatro. Quatro. Beleza? Quatro. Então eu tenho aqui um milhão e meio. Vou arredondar. Um milhão e meio, tá? Seis. Seis. Fica no meu bolso um milhão e duzentos. Vinte por cento. Estou certo? Um milhão e duzentos. Para quem, em média, deve faturar, sei lá, vinte mil, trinta mil. O cara deixa cento e oitenta por mês no bolso. Tem que deixar dinheiro para reinvestir em alguma coisa? Ah. O que vocês sugerem lá? É sempre bom.
deixar alguma coisinha. Metadinha? Metadinha? É, metadinha é bastante. Metadinha é bastante. É bastante, é bastante. Sei lá, pelo menos uns 20% é legal você ter de caixa e que você está lucrando ali no mês para você, sei lá, pintar a loja no final do ano. Um faturamento mensal. Um faturamento mês de caixa. É, uns 20%. Ficou 1.2. Desse 1.2 eu pego 10%, 20%, 240, tá bom? Tu ficou com 9%. Arredondei 800. 800. 800 por ano com 4 lojas.
tem 20 lojas. Eu já fiz a conta. E, and counting. Pronto. Uma loja a cada 60. Ó, a minha cabeça de... Eu nem... Não tomo açaí. Tá bom? Eu não tomo açaí. Eu nem gosto de açaí. Mas eu entendo de modelo de negócio. Eu entendo de escala, eu entendo de margem, eu entendo de operação, eu entendo esse tamanho de mercado endereçável. O brasileiro é aderido ao açaí, não é? Bastante. Muito. Vamos lá. Açaí em festa. Tem, né? Muito. Corrida, então, nem se fala.
Esporte, crossfit, os caras do crossfit são apaixonados por... De manhã, tarde e noite. De manhã, tarde e noite, vai sair. Madrugada também. Tá. A franquia faz coisas B2B? Sim. Mas a gente faz. Faz um pouco, né? Então tem a loja, pô, quero fazer uma ação B2B. Conta um pouco. Ah, às vezes tem, sei lá, vou dar o exemplo do crossfit. Às vezes tem alguns franqueados, inclusive tem um franqueado nosso que ele tá fazendo um negócio super legal agora, que ele tá entrando em eventos do agro, que às vezes tem, sei lá, feira do agronegócio,
lá da região sul. Ele vai lá e monta uma loja pop-up nossa. Certo, certo. Ele fatura, sei lá, em três dias, tipo, 40 mil reais. 50 mil reais. Em três dias, entendeu? Então, ele tira... A margem fica maior até, porque daí ele vende um pouquinho mais caro, por causa que é um evento e tudo mais. Sei lá, uma margem de pelo menos uns 20%, vou colocar ali. Então, ele faz 8 mil reais em três dias. Mas a loja que tá operando já. Então, tem algumas coisas assim.
Ah, a gente faz um evento que tem Londrina que chama Expo Londrina, que é uma festa que é tipo um barretos da vida, só que com muita família, criança, tudo mais.
a gente monta uma loja que ela fica operando por 11 dias. Essa loja, ela chega a fazer... No ano passado, ela fez 180 mil reais em 10 dias. Então, tipo, é eventos B2B ali e tem muita ativação também, né? Pô, agora a gente lançou no The Best, a gente tá tentando sempre criar ocasiões de consumo diferente, né? Porque a gente sabe que o nosso pensamento nunca é maneira de vender mais franquia. O nosso pensamento sempre é como a gente faz vender mais na loja.
Vender franquia é só consequência. Eu nunca tô pensando em vender franquia. A gente tá pensando sempre em vender mais franquia.
Melhorar performance de araqueado. É isso. Então, a gente falou, vamos criar um produto que dá para todo mundo tomar todo dia, quase toda hora. A gente falou sobre um shake proteico. A gente fez uma collab com a Probiótica, Dr. Pinus e tudo mais. Lançamos um shake de proteína. E a gente... É bom, hein? É bom para caramba. Acho que você não provou ainda. Tem que mandar. Não, espera aí. Vamos comer um pouquinho agora? Está pronto? Vai ter açaí aqui no JJ Podcast ao vivo para a plateia?
Que que é isso? É, vamos ver se esse açaí é gostoso mesmo. Se a gente vai achar, hum, tá chegando ali, ó. Nossa senhora, açaizinho, delícia. Ou seja, o mix de produto, conta um pouco. O que vocês têm? Então, só pra continuar a ideia do Shake Protein. A gente lançou um produto que ele tem, sei lá, 400 ml e ele tem 13 gramas de proteína, 230 calorias. Cara, é super, tipo, cara, é muito bom. Você vai pirar.
Mata a fome. Nossa. E tem proteína e tudo mais. Você pode colocar mais adicional de proteína, enfim. Só que é um produto de 20 reais, cara, super acessível para o consumidor final. E aí, às vezes, o franqueado vai lá e faz ativação onde? Pô, pega lá uma rede de academia grande, vai lá, faz uma ativação local, faz degustação e depois tudo daquela galera vai para a loja. Então, tem essas ativações B2B, entendeu? Sim. Aquela parada do franqueado, você nota 8, 9 que você falou, é muito de fazer essas ativações fora.
Então, assim, a gente não limita, a gente incentiva bastante, a gente não coloca que tem que ter o mínimo que faça. Não, o franqueado,
médio vai faturar seus 100 mil. Mas a gente tem franqueados que é muito proativo em fazer eventos. A gente tem franqueado que coloca geladeira de freezer na academia e faz uma parceria com a academia pra vender os assais lá dentro. A gente, pra falar do portfólio, a gente tá criando um mix maior agora pra atender outros preços. Então o que tá indo pro esporte agora, que a gente faz ativações, a gente consegue vender na loja também.
A gente tá 4,90 que é o nosso stick, que é o nosso geladinho. Então a gente tá criando várias formas que eles consigam ter versatilidade pra estar aqui. Por exemplo, esse potinho aqui, daqui a pouco tá chegando
pronto daqui da fábrica pra vocês também. Pronto? Pronto. Prontadinho. Olha aí, gente. A Emily quase me matou a última vez que ela falou que eles têm que ficar montando aqui. Ah, é verdade. Tentei ficar montando, é. Hummm. Tá gostoso, gente? A gente tá faltando. Ah, é gostoso. Mas o nosso negócio, Joel, a gente meio que reinventou a serveteria tradicional do interior, assim, sabe? Então, basicamente é, a gente chama The Best Açaí, mas a gente tem na loja.
12 sabores de açaí. Então você fala, mas como é assim sabor de açaí? Pois é, por exemplo, é isso aí. É, um sabor açaí é uma coisa só, né? Mas a gente tem o açaí tradicional, que é esse que a gente tá tomando agora. Tem o açaí de morango, que é açaí batido com morango. Açaí com banana. Aí tem o açaí diet. Tem o açaí que a gente lançou agora, que é o do Pará, que é um açaí mais potente em percentual de polpa. Aí a gente tem açaí com mousse de maracujá, com mousse de morango. Aí tem açaí com pistache, açaí com...
tem 12 sabores de açaí. E aí depois a gente tem mais dois freezers que tem mais 24 sabores de sorvete. Então assim, por que a gente fez isso? Porque lá no começo, 2017, quando a gente lançou a loja, o açaí ainda, hoje ainda o açaí ainda é muito difícil, mas tem muita gente mais velha que a minha avó, cara, ela descobriu o açaí faz dois anos. Ela falou que não gostava de açaí. Nunca nem ia tomar. Mas não gosto. Aí depois que ela provou, nossa, é muito bom.
Agora só toma o açaí, não toma mais sorvete. Só que tinha muita gente que tinha esse preconceito com o açaí. Ah, não gosto, não quero, porque já tomou o açaí em algum lugar.
e o açaí não era bom. Sempre tem essas histórias. E a gente falou, meu, a gente perdia muito cliente, às vezes ia um casal e, sei lá, o marido não tomava açaí, ou a mulher não tomava, ou as crianças não tomavam. E a gente falou, vamos colocar sorvete, porque daí a gente pega todo mundo. E sorvete é uma coisa mais universal. Aí a gente foi lá e lançou 24 sabores de sorvete, dá pra fazer mais variações. Aí depois tem uma bancada de toppings, assim, que tem mais de 40 toppings ali.
Morango, banana, kiwi, tem frutas frescas, aí também tem uns toppings, sei lá, brigadeiro, se você quiser. Se quiser ir pro indulgente, sai pro indulgente,
saudável, sai produto saudável. Mel, creme de avelã, creme de cuco, cara, tem uma infinidade de coisas que você mistura e pesa lá no final o seu potinho, entendeu? Basicamente é isso. Então a gente simplificou o negócio, é self-service. Então uma loja, quando a gente tava estudando o modelo de açaí, uma loja pra vender 10 mil reais um dia, no modelo tradicional, ela precisava pra trabalhar algo em torno de 8 a 10 pessoas pra vender 10 mil reais.
E a gente conseguia fazer 10 mil reais com 6 pessoas, 5 pessoas. Imagina que antes o modelo era montar o copo camada por camada.
e servir cliente por cliente. O nosso, em 4, 5 minutos, a gente tem 10 pessoas passando no caixa. É super rápido. É muito rápido. Então, pô, a gente coloca lojas próximas de faculdade ou próximas de escola, a galera passa rapidinho, pega ali o seu açaí e já vai para a aula. Eu quero fazer uma pergunta com relação a isso. Local, praça. Lembra dos 4Ps do Kotler? Praça. Qual que é um lugar que é bom para ter uma loja de açaí? Você falou, aqui é bom.
que tem alguém ouvindo, assistindo e fala, se você estiver nesse lugar e tiver essas condições aqui, são condições realmente adequadas. Quer falar um pouquinho? O que a gente vê? Praça, pra gente, estava até tentando metrificar isso, mas é um dos fatores, talvez o mais relevante, se a gente for trazer em métricas, é talvez o mais relevante. O franqueado também é um dos fatores muito relevantes na operação. Então, ponto é muito crucial dentro do nosso negócio,
Porque o nosso marketing principal é a própria loja, né? O cliente passa, vê e tudo mais. E aí, existem modelos muito diferentes, lugares muito diferentes que funcionam. Então, dizer que existe um único lugar que funciona é muito difícil. A gente não tem exatamente. Esse é o único lugar que funciona. Por quê? A gente tem lugares mais centrais que funcionam. A gente tem lugar mais periférico que funciona. A gente tem lugar em frente de praças que funciona.
faculdade que funciona. E tem lugares que eu já vi que perto de uma universidade não estava funcionando tão bem. Então, não existe exatamente um único lugar. O que vai variar muito disso, que a gente faz todo o estudo, a gente tem hoje toda uma base de dados muito bem metrificada. Qual que é o público? Público A, B, C, D, E. Qual a porcentagem de pessoas que passam naquela loja? Qual que é o público que passa naquela loja? A translocação da pessoa até chegar naquela loja, joga o raio da loja,
tudo isso. No final, com todas essas contas, com a nossa base colocada, a gente tem até um faturamento previsto naquele ponto. E a gente tem uma curiosidade de 70% a 80% disso. Antes, nos primórdios, todos os pontos comerciais eu viajava até a cidade, aí eu olhava o ponto, olhava a região, ficava lá, dormia na cidade. Só que quando a gente começou a crescer muito rápido, a gente precisava de uma maneira para escalar esse processo.
E aí a gente começou a buscar maneiras. A gente hoje construiu um sistema que não existe. A galera fala,
tem o Geofusion, tem o Economap, são ferramentas de localização. Só que isso dá para você dados sociodemográficos da região. O que a gente fez é, a gente imputou todos esses dados no sistema nosso, jogou todas as nossas 850 lojas, e aí eu extraio o faturamento dessas lojas versus o que tem na região. Aí a gente montou um sistema, que quando eu coloco um ponto lá, ele me metrifica com base no dado sociodemográfico, qual que é o previsto para aquele faturamento. E isso me fala se eu consigo pagar de aluguel, às vezes 5 mil, 8 mil, 10 mil,
ou, sei lá, 30 mil reais de aluguel, que dá para pagar às vezes também. E é importante frisar que, com todos esses números, 70, 80%, ainda assim, no final, o feeling nosso é muito importante também. É um cheiro. É um cheiro. Mas, no final, vale muito. Muito, muito, muito. Então, a gente não abre mundo o feeling, sabe? Lógico. O Sérgio treina muita galera disso. Fica muito em cima. Pô, não é para vender em qualquer ponto. No final, passa por todo o filtro.
Mas, no final, o vendedor está ali vendo. Putz, parece que isso aqui... Aí, pede prova para o franqueado.
que isso é bom. Me prova que isso é bom. Me prova que isso é bom. E a galera fica pedindo, pedindo, pedindo, pedindo, pedindo. Às vezes até a gente fala assim, eu não quero. E o franqueado assim, eu quero de todo jeito. A gente faz um contrato com o cara que ele diz, ó, você tá colocando a sua mão inteira no fogo. Tá aí pulando dentro do fogo. A responsabilidade é sua, entendeu? E às vezes o franqueado acerta isso, sabe? Então existe esse cheiro, esse feeling.
Por quê? Às vezes a gente não conhece, por exemplo, Campinas. A gente não mora lá. Às vezes o franqueado que mora lá, ele sabe exatamente, por mais que o dado demográfico dê errado, ele sabe exatamente que aquele ponto funciona.
Ele falou, cara, aqui vai dar certo, aqui eu sei que vai dar certo. A gente tem uma rua, uma loja em São Paulo, acho que é São Paulo, é uma das lojas que a gente precisa de melhorar ela. A gente viu que ela foi feita na rua de baixo. E todo mundo fala, se fosse na rua de cima, era outra loja. A gente não tem essa visão, entendeu? A gente coloca um dado demográfico, bate. Mas quem não tá lá não vê. Se fosse na rua de cima, tudo não funcionaria.
Entendeu? Diferente. Então existe isso, tá? Então essa aqui é a ideia. Modelos de loja, né?
assim, que é mais pra bairro. As pessoas que moram ali no bairro, geralmente essa loja é uma loja mais familiar, pô, tem que ter mais espaço pra galera sentar e final de semana. Tem loja aqui em São Paulo, por exemplo, que vai super bem também, só que é outra proposta, que daí fica na cara do metrô. A pessoa passa, fluxo passante, entra na loja rapidinho, pega uma saia e sai. Eu não vi a loja bombando no final de semana, ela tem um fluxo, mas a outra, sei lá, que tá no bairro, ela regaça o final de semana, ela compensa o dia de semana da outra, sabe?
Então, depende muito da região. Então, uma coisa super curiosa é que, assim, a gente tem a loja,
loja nossa que hoje mais vende da rede, é um ponto que a gente não aprovava, cara. É a loja que mais vende. Eu falei, cara, esse filável ponto, olhei, não sei o que, eu falei, cara, ai, eu não monto aqui não. Aluguei uma carta, cara, não dá. Aí o franqueado, não, é bom, não sei o que e tudo mais. Eles estão aqui, inclusive, tá? Mas, não, é bom porque eu já fui aqui e tudo mais, eu vi. Eu falei, tá bom, você tá me falando isso, eu tô acreditando em você, só que eles já tinham outras lojas.
E aí quando a pessoa já tem mais lojas, a gente dá outra história, porque quando a primeira franquia,
é muito assim, cara, não, é assim ou quer ou não quer. Eu não deixo a pessoa falar, não, eu quero assim, não, não. O modelo que, porque acho que um dos maiores vezes das franqueadoras é, elas criam às vezes modelos de lojas diferentes e ela deixa o franqueado escolher. Qual modelo que você quer? O standard, o premium, o economic, aí o cara fala, ah, não, eu quero o economic aqui. Só que é a pergunta errada. A pergunta tem que ser qual é a loja que vai dar certo naquela região.
Exato. Então a gente sempre, cara, nessa região aqui para dar certo, a gente tem ganhado esse concorrente, desse, desse, desse, a loja tem que ser assim.
nesse tamanho, essa fachada, senão a gente não vai nem entrar. Ah, então não é pra você essa loja aqui, sabe? Então, a gente é muito criterioso na primeira loja, depois que o cara tem três, tipo o Charles, ele fala pra mim alguma coisa, ele fala, cara, o cara tem 20 lojas, né? Então... Por enquanto, né, Charlão? Por enquanto. Não, todo mês é crescimento... Todo mês ele liga, todo mês ele liga. Tá, entendi. Qual que é o sonho grande da The Best Açaí? A gente tem um mote, né? Esse mote é
ser reconhecido mundialmente a ponto de a gente se tornar o McDonald's do açaí de sorvete. E a gente quer ser tão popular e acessível quanto o McDonald's. Em açaí de sorvete, ou seja, em outras ocasiões de consumo, mas a gente quer estar na casa do cliente, a gente quer que a galera vá quando eles vão hoje de domingo, que passe o tempo com a família, que leve os amigos, que seja para criança, adolescente, jovem, adulto. Essa é a nossa visão.
E a gente está, acredito, aqui nesse caminho. Ser tão acessível quanto o McDonald's, ser reconhecido como McDonald's, mas para açaí no mundo todo. Como é que está a expansão internacional?
Hoje a gente já tem 20 lojas no Paraguai e a gente está com a nossa expansão em estudo porque agora a gente não quer sair fazendo coisas na loucura igual a gente já fez muito. Então a gente está muito cauteloso com o que a gente vai fazer nos Estados Unidos. Então a gente já tem o nosso escritório lá, já tem o nosso Red Expansão Internacional lá. A gente já está negociando com várias corretoras de imóveis, já tem os nossos franqueados e o Charles é um deles também para desbravar junto com a gente. Charles tem tudo, velho. Charles tem tudo. Charles tem tudo. Charles é o cara.
O desafio dele vai ser esse, como manter a performance no Brasil estando nos Estados Unidos. Então esse segundo passo nosso vai ser extremamente importante para saber se o The Best se encaixa realmente em qualquer lugar, em qualquer mercado. Vocês receberam um investimento de 80 milhões. Esse investimento, por que vocês foram atrás desse investimento? Vou melhorar a minha pergunta. Foi para trazer mais senioridade, trazer mais governança, compliance, foi para trazer robustez, foi para botar um pouco de dinheiro no caixa, foi para expandir,
Como é que foi? Foi tudo isso? Acho que é um pouco de cada coisa, mas a gente estava num momento que foi em 2024 quando a gente começou a olhar pra isso. Por quê? Apesar de os franqueados investirem na loja, existe um investimento muito grande pra trás da nossa infraestrutura. Então a gente tem que fazer a Bragato. A gente está em obra desde quando? Desde 2020? A gente briga que a gente está em obra infinita, né? Desde que a gente começou. A obra não para ainda. Está crescendo, está fazendo obra. Exatamente.
A indústria não para. Desde 2020, quando a gente começou, ela não parou. Então, é caminhão, é máquina, é câmera fria, é CD, é muita coisa. E a gente não conseguia acompanhar a força do crescimento da rede. A rede era muito rápida. A gente não tinha capital disponível para investir. Aí você imagina, os três moleques, que começaram com 5 mil reais cada um, não tinha banco, não tinha nada para dar laço para a gente, porque a gente não tem imóvel, não dá para conseguir nenhum tipo de financiamento. E a gente falou,
uma das saídas é a gente conseguir um capital externo. E aí a galera começou a procurar muita gente, sabe? Pô, vocês estão pensando em fazer uma venda minoritária pra alguém, ou até majoritária, ou vender? A gente fala, meu, não, mas a gente precisa de uma grana, dependendo da proposta, se for do nosso interesse, a gente conversa. E começamos, cara, teve uma porrada de fundo, fez pra gente algumas ofertas, e no final, assim, finalizou isso no ano passado, né? Porque é um processo bem demorado, né? E no final,
a gente optou por eles porque eles tinham o que a gente queria, que era o investimento, era a valorização da empresa ali, tinha um investimento relevante, não era nem de longe próximo de algo majoritário, a gente é total dono da companhia, a companhia é quem toca a gente, eles são investidores minoritários, mas eles trazem para a gente uma bagagem, uma sonoridade muito grande, uma governança, e a gente ganha um selo para todo o mercado que é uma empresa estruturada, porque tem um fundo de investimento lá dentro,
Então, cara, a gente já tinha um relacionamento, porque no final do ano passado a gente já estava relevante com alguns bancos e tudo mais, mas depois que entra um fundo, é um fundo bem relevante, coloca um selo ali e fala, cara, pode emprestar o que você quiser para os caras que a gente vai pagar, entendeu? Se tem alguma coisa errada. E traz governança para a empresa. Então, a gente tem um CFO que estava na empresa que era listada da Bolsa.
Então, por isso que hoje ele não toca mais, porque tem um cara muito melhor que ele, mas ele está ali dando um espetáculo. Então, a gente foi construindo,
isso. E detalhe, eles também têm uma sede que fica em Miami, que é onde a gente queria começar a expansão internacional nossa. Então, eles já investem em marcas lá fora. Então, eu trouxe muito benchmark, muito know-how. Então, é o network, o contato e a informação pra gente ser o McDonald's da Saísa. Muito bem. Eu tive uma ideia. Vou aprontar. Tem gente na plateia que tá meio afim de investir na franquia, certo? Ó lá, já botou o dedinho ali pra um, já apontou ali pra outro. Tem gente afim.
E tem gente também aqui na audiência que gostaria de investir na franquia. Vocês vão ter que pensar aí agora. Alguma coisa muito especial para quem está aqui e para quem está assistindo se investir na franquia. Eu não sei que coisa é essa, mas pensa assim. Pensa em algo especial. Pensa em algo carinhosamente especial. Pensa num benefício. Pode ser uma foto? Eu acho que uma foto são maravilhosas.
Já traz charlão junto com a foto. Um abraço. Pensa num baita de um benefício, uma coisa legal. Porém, quem é franqueado aqui também? Quem é franqueado? E que também os franqueados vão gostar. Botar o Sérgio pra trabalhar uma semana pra eles. Os novos franqueados vão gostar. E os franqueados vão gostar. A rede vai gostar. A audiência vai gostar. Vai ser uma coisa boa.
Enquanto vocês pensam, deixa eu ir falando aqui. Pra vocês pensarem. Vocês são a primeira franquia do Brasil. Talvez da América do Sul, né? Primeira franquia? Desculpa, desculpa. Que mais tem lojas. Sim, sim. Do mundo. Do mundo. Ah, do mundo. Mundo. Vocês são o primeiro no mundo. Viu, gente? Os caras são os primeiros no planeta Terra. Talvez a segunda tá longe. Tá distante. Agora sim. Agora sim, né? Vocês são uma das maiores do Brasil geral de franquia.
Poxa, meu, a gente é muito amigo da galera do Cheirinho Bom. Os caras abrem também franquia pra caramba de café e vocês estão na frente deles. Ou seja, poxa... São gigantes também. Os caras são enormes, meu. E eles adoram vocês. Sempre falam de vocês pra mim. O Wilton e o Du. Um abraço aí. Um abraço pra vocês. Um abraço mesmo. A gente sempre tá com os amigos aí. Os caras crescem, vocês também crescem. São maiores do mundo no que fazem.
São super jovens. São famílias. São casados. Valores familiares. São esportistas. Gostam de relógio.
Eles adoram relógios, gente. Sabe? Pra marcar o tempo, uma nova fase, um novo momento, um romper. Assim, o Brasil é super empreendedor. O açaí no Brasil é forte pra caramba. Tem espaço pra caramba no Brasil. Brasileiro, poxa, quer estar com gente legal, com jovens que são legais. A gente gosta de andar com quem é zero um. A gente gosta de andar com quem é primeiro. A gente gosta de andar com gente corajosa.
A gente gosta de seguir o líder. Vocês são líderes. Então, um convite de líder para líderes. Eu estou dando tempo para vocês. Eu estou aqui. Vocês estão percebendo, né? Eu estou aqui. Eu estou aqui. Eu estou preparando o terreno. Pensa em alguma coisa para a galera que está aqui e para a galera do JJ Podcast. Viu, galerinha do JJ? Antes, vai pensando aí. O time vai deixar um QR Code na tela e um link para o WhatsApp.
WhatsApp, viu, Sérgio? WhatsApp de alguém. Tá bom. E tem que saber se eu vim do Joel Jota. E vocês, daqui a pouco que acabar a gravação, vocês conversam entre vocês. Então eles vão agora pensar em algo super especial, super bacana, pra quem adquiriu uma franquia que você vai gostar e os franqueados também vão gostar. Porque a rede vai ficar cada vez maior e a gente representa o Brasil no mundo todo cada vez mais. A grana também.
Não, é porque assim, ó... Não, não. Tem uma coisa aqui, não. Vai, vai direto, ó.
ponto. A gente não faz promoção de franquia, a gente nunca faz nenhum tipo de ação de desconto, porque é sempre a gente, aquela história que eu falei, a gente sempre coloca no lugar de como comprador. E a gente é totalmente contra as marcas que fazem final de mês, fechamento, não sei o que, desconto. 30% na taxa, 40%. Fala, cara, e o cara que compra no começo do mês? Eu particularmente também não acho que é uma boa mesmo. A gente não faz nada assim, porque eu acho que não é legal, acho que queima o valor do negócio,
acho que a imagem que passa não é legal. Então a gente é muito cauteloso para a galera também, porque nesses momentos, a mais que o Joel Jota aqui falando e tudo mais, dá um peso muito grande e a pessoa fica emocionada. O cara fala, vou comprar de balde, vou comprar isso aí que eu vou ser o Charles da vida e vou ter 20 lojas em 3 anos. Então, isso é um... É difícil da gente pensar algo assim, né? É porque assim, eles são muito criativos, pessoal. Todo mundo mora no mesmo prédio, tem o mesmo carro,
criatividade não falta, entendeu? Tudo engenheiro. Agora vocês vão ter que ser criativos. É que nosso, assim, vender franquia para a gente é com certeza muito importante, mas abrir as lojas talvez é mais importante ainda. E os clientes finais é o mais importante de todos. Então, acho que é por isso que a gente toma muito cuidado para pensar nisso. Uma coisa é vender franquia, outra coisa é abrir franquia. Isso. Vender uma coisa, abrir é outra coisa.
E assim, acho que é até legal, porque você comentou, a gente está falando ali na sala, né?
Esse ano a gente tem um objetivo muito ousado da companhia. A gente nunca falou isso em nenhuma reportagem em nenhum lugar. Talvez a galera até da Soria de Imprensa vai dar uma encarcada. Eu não ia perguntar, mas se você tiver a fim de falar... A gente tem um número muito ousado de receita final no ano. A gente quer chegar próximo a 1,5 bilhão de faturamento esse ano. Então, é bastante coisa. Só que a nossa dificuldade nunca é vender loja para a gente. Lógico, é difícil.
mas assim, a gente já vendeu já, a gente fez uma campanha uma vez que a gente vendeu 100 lojas em 11 dias. Acho que isso, inclusive, é da Guinness Book. A gente não foi atrás por... Não sei se eu quero pegar isso pra gente, mas a gente vendeu 100 lojas em 11 dias. Foi um negócio surreal. A gente vendeu em 2024 400 lojas em um ano. Então, você pega lá o top 50 das maiores franquias do Brasil, acho que o top 50 deve ter 400 lojas. Deve ter algo nessa faixa. Então, a gente vendeu um ano isso, entendeu?
5, porque a gente não estava com tanta força, a gente falou, meu, não vamos julgar nada, vamos ficar quietinho, só ali, só quem aparecer, a gente foi vendendo lojas, a gente vendeu 200 lojas. E esse ano a gente pensou, bom, a gente precisa vender, mas também não é o ano de encarcar, o ano é de inaugurar muitas lojas, então a gente precisa, lojas operando. E aí, o que a gente quer? A gente quer lojas que estejam em funcionamento no Brasil esse ano.
Então a gente pensou... Cuidado, você vai falar, hein? A gente pensou em algo assim, tem uma condição,
pra isso acontecer, tá? A gente nunca fez isso. Se a loja, ela for inaugurada... Então vamos lá. É, calma, calma. O detalhe é, a loja precisa ser inaugurada. Se a loja for inaugurada até novembro, se as duas lojas forem inauguradas até novembro... Duas lojas? É. Então vamos lá. Vamos fazer um pacote, então. Um combo. Vai, prepara aí, galera. Presta atenção, presta atenção. É um combo. Charlão, chegou teu momento. Tu vai brilhar agora. É, vai brilhar. Ó.
Aí você me quebra. Olha aí. Se as duas lojas... A gente vai fazer um combo, então. Compra uma loja e se a segunda loja comprada inaugurar até novembro desse ano... Então eu tenho que inaugurar duas lojas até novembro desse ano. Peraí, eu tô aqui em março. Comprei uma. Tem que inaugurar uma em agosto. Inaugurei uma.
Segundo tem que inaugurar em novembro. Comprei outra. Aí a gente dá o benefício, que a gente nunca deu. Mas quem já é franqueado? É a mesma história. O cara vai comprar duas lojas. Mais duas esse ano? Mais duas. Mais duas. E tem ponto, tá? Tem cidade, tem loja, isso aí tem. Então tá, então é uma... Tem que estar operando. Então tá, então é uma... Aqui a gente está fazendo um acordo para quem fizer mais duas lojas. Porque daí é um ganha-ganha, porque daí a gente está ganhando um benefício, que é as lojas operando, que é o que a gente precisa, para a gente conseguir atingir a meta do ano. E a gente também ajuda,
nisso também. Só que é pra galera que tá aqui, né? É isso. É, e aqui também. Aqui, ó. Quem tá aqui também, na rede social. Tá. Isso aí, não sei. Não vou deixar vocês na mão, não. Vocês estão dentro também. Vocês estão dentro. Vamos colocar limite. Tudo que a gente faz, a gente sabe porque, assim, ó. O problema de fazer esse daí é que você não sabe até onde vai parar, entendeu? Então a gente tem que ser com cuidado pra não virar, ó, ter um limite.
São, tipo, 50 lojas no máximo, velho. No máximo. Porque, assim, ó. A gente fez uma...
lojas. É, vai dar prejuízo isso aí se passa, meu Deus. Não, são 25 franqueados. Não, são 25 franqueados. Não é cada um ter que abrir duas? É fácil de fazer. 25 franqueados. Tem que colocar um limite, porque senão pode virar realmente um problema. Precisamos de 25 franqueados, senhores. Vim, ó, um já levantou a mão ali. Nem sabe o que era, já levantou a mão. 25 franqueados. 25 franqueados já tive. Charlão também, ó, já temos dois. Precisamos de 23 franqueados. 23. Levantou o ombro.
22 franqueados. E a 3 já levantaram a mão, tá? Não pode falar o benefício aqui? Hã? Não pode falar o benefício aqui? Não, é isso. Então, assim, ó. Mas e se o Charlão quiser abrir 10? Mas qual o benefício? Não falou. Aí a gente... Então, mas a gente vai validar o time comercial porque, assim, ó. Sempre aquela história. A gente não vai querer vender lojas a mais pra ninguém se enrolar. O Charles, a gente conhece. Ele é diferente.
Ele consegue. O Charlão, beleza. Mas depois a gente tem que ver quem é o próximo Charles, entendeu? Tá cheio aqui. O Charles é mais fácil.
conhece, sabe a estrutura, ele tá preparado, tá girindo. Sem mais delongas. Tá, então assim, ó. O que que é? Basicamente é, pra quem está aqui, porque, cara, o negócio que o Joel tá fazendo, ele falou assim, cara, pensa alguma proposta, ele falou pra gente lá na sala, cara, pensa alguma coisa pra vocês fazerem o negócio aqui pra galera, porque tenho certeza que a galera que vai sair daqui do podcast vai ser um dos melhores franquias que vocês vão ter, porque é a galera que acompanha.
É isso aí. Que sabe, que tá preparada e tudo mais. Então, basicamente é, compra uma e a segunda taxa de franquia vai ser totalmente
de graça. Só que tem que abrir as duas até novembro. Não, bate palma direito! 50. Não era isso? Não era isso? Já levantou a morro ali, ó. Olha lá a felicidade lá. É sério? Não é sério? 5. É o par, 6. Você vai pagar 3, vai ganhar 3, né? Mas tem 0. Não, cara, ele já quer
5? É que assim, ó. Vamo lá. Tem que tentar ser justo. Ah, meu. Pô, me dá outra sair aí. É que se a gente vender todas as 50 pra uma pessoa só, os outros vão ficar triste, né? Entendeu? Tem gente aí que vai comprar de lote. A gente vai ter que organizar, mas eu tenho certeza que aqui vai acabar. Mas ele que é 5. Charlão tá animado ali, ó. Charlão tá fazendo outro ch... Entendeu? Você? Mas 50, mano, deu um furo. O negado tá perguntando, por que 50? Não, não. Você fez conta. Não, você fez conta. Nada.
vai virar o... Ele fez cara de quem fez conta. Ele ficou fazendo assim, mas... O Sérgio que vai inaugurar do dinheiro dele, vai... Todo o curso da implementação é dele agora. Gente, tá feito. Tá feito. Tá feito, ok? Tá feito. Tá feito. Vai pra cima. Vai pra cima. Eles... Depois eles se viram. Então, comprou uma, a segunda taxa de franquia... Até novembro tem que inaugurar. Até novembro tá... Mas, ah, os caras vão... Tu acha que eles vão perder? Se o Charles faz esse
dias. E se isso acontecer, porque é que até novembro, tá? A gente vai chegar em mil lojas operando até novembro. Qual vai ser o presente que vocês vão dar pra vocês quando vocês baterem mil lojas? Comemoração. Vai, cara. Vai, Matheus. Ué, você vai dar outra bicicleta de Iron Man? Tô pensando na próxima bicicleta. Não sei o que eu vou dar de presente, não. Tem uma coisa que baixa sim pra você ter bicicleta. Não, não sei. Tô pensando ainda nesse...
eu te ajudo depois. É, então. Então tá, gente, ó, o pessoal que tá aqui na internet. Então é o seguinte, ó, se você quiser conhecer a franquia, o projeto, o programa da The Best Açaí, lembrando, The Best Açaí patrocina o JJ. Você já deve ter visto várias vezes quando a gente faz podcast aqui com plateia. Eu sirvo, eu entrego pras pessoas. Eu gosto do produto, tá? Eu gosto dos meninos também. A gente já conversa já tem um tempo.
Já fui na convenção, foi mais legal. Quem tava lá na convenção quando eu fui? Foi muito legal naquele dia, né? Eu me senti muito bem lá. Quer se sentir bem? Pô, você fala, as pessoas,
com sorriso no rosto, conversam, bate palma, anotam, estão afim. A turma está muito afim. Esses meninos carinhosamente chamam de meninos e jovens, porque são jovens empreendedores, eles estão muito afim. Então, se você gostou do papo, gostou da pergunta, quer empreender, quer ter um negócio realmente que está validado, que cresce, que é o maior do mundo, que tem um marco bacana, olha o cuidado deles. Não é tudo a qualquer preço, não é tudo de qualquer forma. São muito preocupados e, acima de tudo, preocupados com o resultado franqueado.
acho que vai ser o link, tem que ser um WhatsApp específico, tá? WhatsApp é assim, cara, eu vim do Joel J, eu quero uma franquia da The Best, eu tô nessa promoção, eu quero duas, eu quero três, eu quero quatro, vocês se virem, vocês se virem. Galera, vai pra cima, vai pra cima. Eu acho que já acabou já, velho. E vai ser muito bacana, vocês vão me ver mais vezes aqui falando da The Best, se você vem aqui, por exemplo, na J-Lab fazer evento, fazer evento, vai sair pra galera, é mó legal, cara, é muito legal, é legal, é bom,
o dia, é saudável, tem cuidado, tem carinho, e acima de tudo é um modelo de negócio que funciona, funcionou. Olha a quantidade de franqueados felizes e querendo mais, isso não é comum, tá, gente? Não é comum, tá? Então, link tá na descrição, QR Code na tela também, e tem um link pra você falar diretamente com a equipe. Animal, palmas, palmas, palmas, palmas, palmas. Ai, ai, ai, ai, ai. Eu quero, como vocês são muito amigos da galera do Cheirinho Bom, tem um quadro que é café com
Conselho e oferecimento deles. Vamos fazer? Bora. Então, café com conselho é o seguinte. Eu simulo que vocês foram tomar um cafezinho com alguém para pedir um conselho. Ou pode ser um café ou pode ser um chazinho e assim por diante. E nesse cafezinho que vai ter café e açaí, no café com conselho, oferecimento cheirinho bom. Beijo para vocês, rapaziada. A gente adora vocês. Eu quero saber o seguinte. Quem é a pessoa que você vai pedir um conselho? Que conselho é esse?
essa pessoa te diria? É, que bateu forte aqui na hora que você falou, eu já pensei. Já pensou? Vai lá, você é o primeiro. Vai tomar um café. Tomando um café. Aí você fala pra essa pessoa, você faz uma pergunta pra ela. Vai pedir um conselho. Sendo bem simples mesmo. É... Meu pai faleceu quatro anos atrás. Então eu acho que ele seria o cara que eu perguntaria se a gente tá no norte certo. Pergunta seria simples. Tô no caminho? Pai, tô no caminho.
O que você acha que ele te falaria? Eu tenho certeza que falaria que sim. É difícil, mas... Você tá nostálgico, né?
bateu na hora, na hora que você perguntou. Ele ia falar que sim. Fechou? Boa. Você, Matheus. Vixe, agora... Esse é o clima. Nossa senhora. A gente tá nesse clima aí. Cara, assim, é muito difícil falar isso, né? Porque existem muitas pessoas que a gente gosta, que a gente quer ouvir e tal. Mas se eu pudesse escolher uma pessoa, eu com certeza escolheria Jesus Cristo pra perguntar. Tá bom. Com toda certeza, tá? Não teria
dúvidas disso. E... Acho que eu perguntaria se o que eu faço... Será que eu poderia ser mais do que eu tô fazendo ou estou fazendo mais do que eu deveria fazer, entendeu? Eu fico naquela dualidade. Se eu tô no... Se eu tô indo demais, se eu tô indo de menos. Entende? Entendi. Acho que... Às vezes a gente se perde, entendeu? Será que eu tô indo demais? Será que eu tô indo de menos? E acho que é esse que eu aconselho, sabe? Se eu tô indo demais, se eu tô indo de menos. O que você acha que eu te falaria? Às vezes eu falo.
ele vai falar assim, você está indo de menos, dá pra ir muito mais do que isso, sabe? Você pode ir muito mais do que isso. Às vezes ele fala assim, calma, respira um pouco, entendeu? Então por isso que eu fico nessa dualidade, entendeu? Acho que é isso que eu perguntaria. Mas o que você acha que ele falaria? Ele não ia ficar em cima do muro. Eu acho que ele vai dar pra ir muito mais. Eu acho que ele falaria isso. Isso aí. Boa.
E você, Sérgio? Cara, esse cara me ferra, né, velho? Um coloca o pai, tu coloca Jesus, aí ele sobra o quê pra mim? Ué, mas é... Ué? Pô, escolheu mesmo, deu-lão. Não. Aí eu fico sem criatividade.
depois eu tenho que comprar carro igual. Não é pro pai que faleceu e tem 4 anos, é pra estar Jesus. Mas você deu qualquer um, né? Meu, eu vou... Eu vou ir além aqui, velho. Pai? Eu vou ir além, velho. Sabia que você não ia me decepcionar. Cara, eu acho que... De verdade agora, tá? Do fundo do meu coração, você é um dos grandes mentores da minha vida. Então, você tá do meu lado. Vou perguntar pro cara que é um dos grandes mentores da minha vida.
Boa. Eu acho que talvez... É que é difícil de você saber todo um detalhinho da nossa vida.
porque você não acompanha, mas... Isso é um cara que traz muito... Acho que as pessoas que acompanham a nossa história, acompanham a nossa vida, sabem o quanto a gente é metódico, disciplinado com as coisas. Pô, a gente fez o Ironman, né? Não é uma brincadeira, né? Tem uma empresa em oito anos que chegou nesse tamanho e tudo mais. Então a gente é muito disciplinado. Eu acho que muito vem, cara, de te ouvir, sabe? De ouvir, cara, os podcasts que você faz, das pílulas diárias que você coloca,
frases que eu já repostei milhares de vezes nas minhas próprias redes. E eu queria que, de alguma maneira, você conseguisse olhar ou que você fosse, tipo, cara, o meu coach falasse assim, Carjão, cara, tá legal. Ou não. Melhora, né? Cara, precisa melhorar. Aqui tá muito ruim, velho. Aqui você precisa melhorar bastante. Cara, aqui tá legal, mas aqui tá ruim. Então, eu queria que, de alguma maneira, você pudesse olhar pra minha vida e falar, cara, aonde eu preciso melhorar?
entregar mais, sabe? Porque acho que a gente sabe que o papel de um treinador, de um mentor, de um coach é sempre falar. Ele tá vendo de fora o que tá acontecendo nessa vida. Ele vai falar pra você o que ele acha que você pode entregar. O nosso treinador lá, ele fala cara, hoje foi horrível. Tô treinando só uma caca. Hoje foi bom. Então, essa seria a minha pergunta pra você. Qual é a pergunta? Cara, onde eu posso melhorar? E como eu faço isso? Eu tenho a resposta. Rasgada pra você. A resposta é que a gente
se aproxime numa convivência em nível fraterno. A gente ainda não tá nesse nível. Um dia que a gente estiver nesse nível e com vocês três eu vou conseguir ajudar mais. Encontrar espaço vazio e acelerar a performance de vocês juntando com aquela coisa que vocês me falaram ali na sala. Acho que a gente deveria estar mais perto ainda. E essa vai ser uma decisão de vocês e não minha. A minha já tá feita. Fechou? É que assim, tem gente que às vezes não sabe das histórias, mas eu já ouvi várias
histórias suas, cara, de você mentorando uma galera foda mesmo, tipo, atleta, profissional, e você fazer o cara esticar a corda, o cara entrega mais, né? Não era pra ter esse final aqui, mas eu quero falar uma coisa pra vocês aqui. Eu fui atleta e quase a totalidade do meu comportamento veio do meu lado atleta. Ser atleta me deu foco, disciplina, resiliência, capacidade de lidar com desafio, cair, levanta, frustrar, entendeu? Ter técnico, ter treinador, longo prazo, ficar dois, três
sem melhorar um centésimo de segundo. Perder uma prova por um centésimo. Ganhar uma prova por um centésimo. Ficar fora de um pódio por um centésimo. Ir para uma seleção brasileira por quatro, cinco centésimos. E, pô, me fez. A natação me fez. Depois eu fui treinador de nadadores. Cara, eu fui um treinador cheio de título. Mas eu quero falar como atleta. Teve um momento da minha vida que foi um marco na minha vida. Eu tinha mais ou menos uns 20 anos. E se eu volto, eu não dei o all-in ali com o Nietzsche. Eu quase dei o all-in.
20. Se você me visse nadando aos 20 anos, você ia falar, meu, ele nada muito. Magro, alto, técnico, rápido, explosivo, 5% de gordura, rápido. Fiz um tempasso com 20 anos. Fiz 49 de 100 livres. Cara, fiz 49. Pô, 49 em 2001. 100 livres, eu tinha 20 anos. Mas eu não tinha uma maturidade pra fazer uma coisa. Eu não fiz, não é porque eu não quis, eu não sabia fazer. Eu não tinha grana. Eu era atleta. Até lá eu ganhava mil reais, dois mil reais.
chegasse pro meu pai e falasse assim, ó, pai, vamos ter uma conversa aqui. Eu prometo pra você que eu não vou fazer nada errado. Eu não vou mijar fora do penico. Me banca dois anos. Eu vou parar de estudar. Me joga lá nos Estados Unidos. Me bota lá nos Estados Unidos. Eu não vou fazer nada errado. Coloca all in em mim total. Eu nada. Eu não vou nem reclamar. Eu não vou fazer nada, pai. E se der tudo errado, eu paro de nadar, volto pra trabalhar e te pago com juros o que você investiu em mim. Vamos, pai.
Se eu tivesse falado isso pra ele, ele ia falar assim, agora. Ele ia vender tudo que ele tem. Mas eu não fiz isso. Eu não fiz isso. E não é eu não fiz porque eu não quis. Eu não fiz porque eu não sabia que eu tava numa zona de conforto. Eu tô com 45 anos. Passaram-se 25 anos. Eu tô nessa fase da minha vida, irmão. Tô no all-in de tudo. Eu tô maduro, eu tenho condição, eu tenho dinheiro. E mesmo se eu não tivesse dinheiro, eu tenho coragem. Então eu olho pra vocês e se vocês falarem assim, all-in, eu dou all-in.
Eu tô na frente dos caras que são os maiores do mundo, pô. O que fazem? Eu tô na frente de franqueados que estão numa empresa que é a primeira do mundo. É Guinness? Ano passado eu bati um recorde mundial do Guinness. Então é Guinness. Expansão internacional? Expansão internacional. É 30 idiomas? 150 idiomas? 150 idiomas. É IPO? É outra... É o que é? O que que é? É patrocinar o quê? É tá plugado em qual marca? Tá plugado em quem? É o que que é?
esse carinha aí desse açaí. O que que é? Nesse objetivo, nesse nível, pode contar comigo. Tipo assim, eu tô na lei do tudo ou nada, entendeu? Porque eu já sei que me faltou isso lá com meus 20 anos. Será que eu ia pros Jogos Olímpicos como atleta? Não tenho como dizer. Eu não tenho a menor chance de dizer. Mas talvez eu tivesse a certeza que eu dei tudo. E não dei tudo lá. Não dei. E eu não dei não porque eu não quis. É porque eu não tinha consciência que era assim que eu tinha que fazer. Hoje eu tenho. Hoje eu tenho. Então eu não me culpo do que eu não fiz.
Fica pra todos nós aqui no final também do Jota. Eu não me culpo por aquilo que eu não sabia que eu tinha que fazer. Porque tem gente que volta e fica triste, né? Poxa, se eu voltasse atrás eu me arrependi. Não, eu não me arrependi porque eu nem sabia. Eu não tinha consciência. Agora, hoje, se a gente escolhe um projeto pra seguir, se a gente não dá all-in nesse projeto, aí sim a gente fala, poxa, então não é um objetivo, é só um desejo e um devaneio.
De um cara que era absoluto improvável, eu era improvável, pô. Eu vim de um lugar improvável,
de uma família que não empreendia, de uma carreira que não tem nada a ver com o que eu faço hoje, eu era um absoluto improvável. Mas eu dei all-in na minha carreira, hoje eu dou all-in em tudo o que eu faço. Então, a tua resposta mais ampla, mais filosófica, mais completa, mais complexa, eu saberia aparar essas arestas e apertar esse parafuso se a gente estivesse nesse nível de proximidade e de fogo. Animal. Animal? Vamos estar, então.
Então estaremos. Vamos juntos. Quer fazer uma pergunta? Pode, lógico. Primeiro...
Boa tarde a todos aí. Parabéns aos meninos. Somos franqueados de Arujá. Estamos abrindo a segunda loja. E com todo o respeito a vocês, eu queria fazer uma pergunta para o Joel. Lógico. Eu consumo o seu conteúdo. Cara, você muda a vida das pessoas. Você entende, mas você nunca vai saber o quanto você muda no detalhe. Então, essa semana você postou uma coisa que mudou. Não se compare com quem começou há 10 anos atrás. E eu queria pedir para você uma oportunidade.
Eu estou aqui fazendo conta, porque eu estou abrindo a segunda loja em Bertiola.
A gente tem a Arujá, estamos abrindo o Betioga. E a minha esposa está aqui pensando, mano, a proposta é super boa. Eu queria que você me ajudasse a dar o all-in para eu poder comprar mais duas lojas. O que você precisa para o all-in? Um conselho. Um conselho? De quem vem de família simples, empreendeu na primeira loja, deu super certo, está reaplicando os lucros na segunda loja e está fazendo conta e a conta aparentemente não fecha no prazo. E aí eu gostaria de um conselho seu para mim e para quem talvez também
também que hoje na situação. Meu conselho para você é o seguinte, quando a visão é maior que o recurso, você está no caminho certo. Hoje você está com a visão e ela é maior do que o teu recurso. Quando a visão é do tamanho do teu recurso, dá para pensar maior. Quer ver um exemplo? Quem aqui já comprou alguma coisa sem ter todo o dinheiro? Levanta a mão. Você fez na primeira, né? E eu não estou falando assim de um jeito, sabe, negligente. Eu não estou fazendo aqui uma motivação barata.
a gente vê, não dá pra desver. E eu vou te dar um livro, Emily, pega lá. O livro que foi mais transformador na minha vida em 2025. Eu tenho vários. Ele é pra você hoje. Ele é um livro que... Vou fazer o seguinte. Você vai ter uma semana pra ler o livro. Vou deixar o telefone da minha equipe. Depois que você ler o livro, você vai voltar na Jota, você vai conversar comigo durante uma hora. Caramba! Essa é a chance. Pode vir, hein? Eu te espero, eu te aguardo uma hora, mas você tem que ler o livro.
O livro, gente, essa pergunta é muito boa. O livro se chama 10X, é mais fácil do que 2X. Ano passado eu também dei um super passo grandioso na minha vida e eu precisei pensar além do óbvio. E esse livro, ele estava há dois anos no meu armário, aqui na minha biblioteca. Sabe quando o livro ainda não encaixou com o momento? E aí eu peguei para ler. Ano passado, depois de dois anos, e o livro encaixou. E eu tenho dado esse livro para pessoas específicas, quando elas precisam pensar grandiosamente.
e ser provocadas. E a tese central desse livro é o seguinte, se você quiser ter um pensamento 2x, você tem 15 formas de fazer uma coisa. Se você quiser um objetivo 10x, é mais fácil, porque você só tem um jeito de fazer essa coisa. Então, basicamente, pensar grande é mais fácil do que pensar com uma... Ele chama de incremental. É um incremento. Só que para a gente ter esse papo, eu preciso que você esteja na energia da leitura.
Daqui que eu vou autografar pra você. Pode. Se ela não vier, não faz o menor sentido. Porque senão tu vai ter que vir de novo. Vou até explicar pra ela. Então o livro não é. Aí vai explicar pra esposa. Aí ela, Joel, ela não entendeu nada. Qual que é o nome de vocês dois? Eric com 100K. Com H? Tá. Eric e Flávia. Tá bom. Vocês vão ler juntos. Vou dar pra vocês também. Precisa estar na mesma sintonia com o cara também. Esse DRX aí. Tamo querendo esse DRX aí. Pode ler.
E leia os dois. Uma semana depois, conversem, escutam. E aí depois vocês vêm aqui uma horinha se a gente bate papo. Fechou? Pode fazer. Não tenho. Não tenho mais. Não tenho. Boa, boa. Não tenho limite. É porque sempre alguém tem um limite. Acho que chegou naquele limite... Eu concordo contigo. Só que eu não sei qual é o meu. Eu acredito que as pessoas têm limite mesmo. Só que eu não sei qual é. Então eu não penso em limite. Eu penso em crescer. Crescer. Isso eu penso. Cresce, cresce.
cresce. Mas por quê? Porque quando a gente cresce, a gente contribui. Eu tô fazendo isso por eles porque eu cresci, porque dá, eu consigo fazer. Eu consigo reservar uma hora pra eles. Vai ser um prazer. É the best. Os caras estão comigo. Ajuda todo o ecossistema. Então eu não me limito mais. E os seres humanos, eles têm uma tendência natural a limitar as pessoas. E eu quero acreditar que não é por mal, tá? Na maioria das vezes. Não é por mal. É proteção, pô. É pra proteger.
o moleque cai, a mãe, pô, cuidado, não pula da próxima vez. Não é natural falar. Pula mais vezes e arrebenta o joelho. Vai, moleque. Não é natural fazer assim. Cara, toma cuidado. Não é pra pular. Toma cuidado. Não faz desse jeito. A gente tem uma tendência natural a proteger. A gente tem uma tendência natural, os seres humanos tem uma tendência natural a falar assim, cara, por que você quer tanto? Calma, vai de boa. Cara, não precisa querer tanto.
Pra quê? Um bilhão, dois, dez, vinte, pra quê? Aí tá. Se a gente fala que a gente não vai fazer as coisas porque a gente não precisa,
das coisas, a gente vai pra um nível de pensamento, um nível de reflexão que é do precisar. É limitado. Se a gente fala, a gente vai fazer uma coisa, porque a gente quer fazer aquela coisa, você expande mais. Porque, veja bem, o Carlão aí, precisar mesmo, ele não precisa ter 20 lojas, mas ele quer. Precisar, cara, você não precisa comprar mais 5 hoje, 6, mas você quer. Hoje eu tenho 5 lojas. Eu faço trimestral, né? Eu não faço anual, eu faço trimestral. 5 milhões.
Vai bater agora. Cinco? É, com cinco lojas, cinco milhões no trimestre. Cinco milhões e cinco lojas no tri? No tri. Tá. É minha meta, né? Então eu vou montar mais quatro lojas, mas eu vou desfazer, porque hoje eu moro no Rio de Janeiro, eu vou desfazer de Minas pra concentrar meu negócio. Tá. Então eu tenho um número na minha cabeça, né? Então tipo assim, pô... Só que eu... Meu sonho era vender um milhão. Certo. Mês? É, no mês. Aí só a loja vendeu mais de um milhão. Aí, pô, agora...
vou chegar a 2 milhões. Já bati 2 milhões. Então, tipo assim, chegou num limite. Falei, cara, onde que eu vou chegar? Aí o meu pensamento. Aí eu chego pensando assim, não, eu quero chegar. Entendeu? Dentro da The Best. Porque, tipo assim, eu cresci muito rápido, né? Posso te dar um número, então? Hã? Posso te dar um número? Pode. 1 milhão. 1 milhão. Por dia. Por dia. Esse é o número. Vai nele. Sim. Pronto. Tua cabeça fez assim. 1 milhão por dia? 1 milhão por dia. Tu vai chegar, cara.
Acho que vai. Caramba, o que eu aprendi? Por mais que a gente pense grande, a gente ainda pensa pequeno. Bota um milhão por dia. Cara, o Joel me provocou lá. Um milhão por dia. Um milhão por dia. Vai buscar um milhão por dia. Nada te impede a não ser sua própria cabeça. Tudo no mundo, senhores. Tudo no universo está em abundância. Exceto uma coisa. A consciência. Coisas são abundantes. O dinheiro se cria. A oportunidade se faz. A conversa existe. O Brasil é grande.
é possível. E tudo que a gente precisa pra realmente acreditar se uma coisa é possível, é conhecer alguém que fez. Exatamente. Tem gente que faz um milhão por dia. Tem gente que faz um milhão por hora. Caraca. Tem gente que faz um milhão por minuto, pô. É se falar, uou! Tudo que a gente precisa pra acreditar é alguém que já fez. Aí como é que diminui a ambição das pessoas? Cara, ambição. Falta de dinheiro, de fato, atrapalha nossas decisões mesmo. Porque, cara, quando a gente não tem dinheiro, a gente fica com
decisões muito mais limitadas. Mas a falta de ambição, ela determina o destino e o futuro, pô. Uma pessoa que não tem ambição, cara, ela compromete o futuro dela. Ambição é diferente de ganância, lembra? Ganância não é legal. Ambição é assim, se você ganha, quem ganha junto? Legado, obra, qual é a obra que você vai deixar? Você vai deixar o que escrito, marcado? E não é quando você morrer. A obra é quando está vivo. Tu tem filho? Tenho. Quantos? Três. Qual a idade?
de onça. Eu já tenho certeza que ela já tem capacidade de entender o que você faz, discernimento pra entender o quão valente você é e a noção do quanto você cresce. E ela já tem muito orgulho de você. Eles todos já tem muito orgulho de você e vão continuar tendo porque você continua com fome, continua com ambição pra mostrar isso pra eles. Eu tenho só idade, tenho 44 anos, né? Também vim num lugar simples e minha história é legal que eu sou de Minas, Uberlândia e quando eu conheci a DBS eu só tinha 50 mil. E eu
tinha um carro, e aí comprei tudo parcelado e consegui montar a primeira e, que Deus deu a graça de a gente mudar o destino, né? Agora é 5 milhão, né? Que isso, né? E aí a gente foi pro Rio de Janeiro e lá deu muito bem. E hoje vai fechar quantas, hoje? Então, eu já penso, porque eu fui gerente da Casa Bahia, então eu cuidava de 70 vendedores. Então eu não acho muita quantidade, eu gosto mais de qualidade. Quantas? Eu vou fechar quatro hoje. Boa.
Gostei dele. Mas é quatro pra vender dois milhão. Isso. Não tenho a menor dúvida. Esse é o meu pensamento. O meu negócio é vender meio milhão pra cima. Qual o teu nome? Leandro. Leandro, quando você fizer um milhão em um dia, eu, você e eles três vamos gravar um JJ Podcast. Fechou. Fechou? Num dia. Me mostra isso aí, hein? Não, com certeza. Me mostra isso aí. Com certeza. Com certeza, né? Sim. Vai ter trabalho, hein? Vai.
Vai. Juntando tudo, tá? Aí os caras vão estar lá. Gente, vocês gostaram do papo? Animal. Animal. Vocês gostaram do papo, gente? Foi bom, né? Foi. Pessoal de casa que ouviu o JJ Podcast. Pop maravilhoso. Rolou de tudo. Rolou franquia. Rolou conversa. Rolou aposta. Rolou tudo aqui. Rolou conselho. É desse jeito. Eu sou assim. Eu gosto de conviver com as pessoas. Aprender com as pessoas. Você sabe disso. Eu noto. Eu reflito. Eu mantenho uma energia. Uma energia.
uma frequência energética alta que contribui com as pessoas. Se você gostou do JJ Podcast, deixa a gente saber, marca os meninos na rede social, segue a gente no canal. Obrigado pela sua audiência. A gente recebeu semana passada a placa de 50 milhões de streaming pela Spotify no JJ Podcast. É um marco muito grande, muito grande. É o quarto ano consecutivo que o JJ Podcast é o podcast de negócios mais ouvido do Brasil.
país que mais escuta, o segundo país que mais escuta podcast e você com a sua audiência, com o seu tempo, fortalece a gente, motiva a gente, são tantas histórias bacanas e mais uma delas aqui você acabou de ver, de saber, entra no ecossistema deles, investe na The Best, eu acredito que esses 25 aí ou vai acabar rápido ou eles vão ter que resolver essa questão e vai ser um prazer, tá? Então muito obrigado pelo seu tempo, um forte abraço, a gente se vê no próximo JJ Podcast, valeu galera, beijo, tchau!
Obrigado.
Cheirin Bão
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