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Os PRINCÍPIOS de GESTÃO que Constroem EMPRESAS (NICOLAI MARIANO) | JOTA JOTA PODCAST #278

19 de maio de 20261h22min
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Nicolai Mariano perdeu o pai aos 16 anos. No mesmo acidente, perdeu os avós e duas tias. Na semana seguinte, estava no balcão da empresa da família.

Hoje ele é CEO da Leo Madeiras, a maior empresa do setor no Brasil, com 83 anos de história, 4 bilhões de faturamento e 4000 colaboradores. Entrou como gerente, foi por 2 anos, ficou 17.

Nesse episódio, você vai entender o que separa as empresas e os profissionais que crescem de verdade: liderança centrada em pessoas, foco radical no cliente e a capacidade de empreender de dentro, seja no seu negócio ou no de outra pessoa.

▶ O que você vai aprender:
— Por que menos de 1% das empresas no Brasil chegam aos 80 anos e o que as que chegam fazem diferente
— Como construir um time onde as pessoas vestem a camisa por décadas
— A estratégia de "ou você vende ou ajuda a vender" que move 4000 pessoas
— O que é intraempreendedorismo na prática e como aplicar na sua carreira
— O conselho que um pai daria ao filho na hora do maior desafio da vida

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🎙️ Host: Joel Jota
🗣️ Convidado: Nicolai Mariano

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#joeljota #jotajotapodcast #empreendedorismo #marcenaria #madeira #negócios

Participantes neste episódio2
J

Joel Jota

HostJornalista
N

Nicolai Mariano

ConvidadoCEO da Leo Madeiras
Assuntos5
  • Mentalidade EmpreendedoraSuperação de perdas familiares e assunção precoce de responsabilidades · Transição de franqueado para CEO · Aprendizado contínuo e desenvolvimento profissional · A importância da família e dos relacionamentos · Nicolai Mariano · Joel Jota
  • Gestão e LiderançaHistória e Longevidade da Leo Madeiras · Cultura organizacional centrada em pessoas · Foco no cliente e entrega de valor · Intraempreendedorismo e desenvolvimento de carreira · Sucessão executiva e governança corporativa · Nicolai Mariano · Leo Madeiras
  • Estratégias de Negócios e InovaçãoSoluções financeiras para clientes (Leozinha) · Desenvolvimento do setor de marcenaria · Escola de marcenaria e inclusão social · Logística e entrega D+1 · Estratégia de M&A e IPO · Leo Madeiras
  • O Legado e a Visão de Futuro da Leo MadeirasA importância de empresas centenárias no Brasil · O sonho grande da Leo Madeiras: escala e ganho de mercado · A marca Leo Madeiras e sua presença no mercado · O papel da madeira na construção e design de interiores · Leo Madeiras
  • Recomendações para EmpreendedoresA importância da persistência e fé · O valor da família como porto seguro · A busca por inspiração e aprendizado · Nicolai Mariano · Joel Jota
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Estou de frente para um cara que lidera uma empresa que tem 83 anos. Quantas empresas têm de 80 anos ou mais no Brasil? Menos de 1%. A Leão Madeiras faz parte do menos de 1%. É por esse motivo que falar sobre isso é importante no Brasil.

Ele ingressou na Léo Madeiras como franqueado. Hoje, ele se tornou CEO da Léo Madeiras. Ela lidera mais de 4 mil colaboradores. Tem uma receita de 3,7 bilhões de reais por ano. Referência absoluta, tá, pessoal? Seja muito bem-vindo, Nicolai Mariano. O famoso Nico.

Fala três coisas que vocês fazem e que pode ser transferido para todos os negócios. Tem uma frase que eu escutei até no seu podcast aqui, eu até replico muito na Léo, que é na Léo ou você vende ou você ajuda a vender. Um ponto super importante para o cliente é receber rápido tudo o que a gente vende para o nosso cliente em D mais um. D mais um? D mais um. Não, espera aí, pô.

independente do momento que você esteja vivendo, nunca desista. Em 2000, meu pai veio a falecer, eu assumi a empresa junto com a minha mãe e a gente foi dando continuidade à empresa que meu pai tinha. Foi um momento muito difícil e que minha mãe... Falou de família me quebra, meu irmão. É. Falou de pai...

Fazer juntos, fazer melhor, fazer história. Frase do meu convidado de hoje. Querido, tá, gente? Querido, um grande empresário, empreendedor, gestor, uma pessoa maravilhosa, coração gigantesco, que conduz uma empresa que é a maior do mercado no que ela faz. E, acima de tudo, ele conduz com carinho, com amor.

O time dele, então, é maravilhoso. E eu posso te falar isso porque eu já fui em dois ou três eventos e me senti em casa. Deixa eu te falar quem é o meu convidado de hoje, uma pequena parte da vida dele. Ele assumiu a gestão da empresa da família aos 16 anos, após a perda do pai dele. Depois ele ingressou na Léo Madeiras como franqueado. E há 11 anos assumiu uma posição executiva na companhia.

Hoje, nesse momento que eu falo com vocês aqui, que eu gravo, eu acabei de ficar sabendo que ele se tornou o CEO da Leão Madeiras, que é a maior empresa do setor. Ela lidera mais de 4 mil colaboradores. Tem uma receita de 3,7 bilhões de reais por ano. Mais de 100 milhões de investimentos entre 2023 e 2025.

Referência absoluta, pessoal, na liderança centrada nas pessoas. Eu posso te falar isso porque eu vi isso na prática, tanto nos eventos quanto lá na própria sede. Foco na indústria, varejo, serviço, digitalização, madeira, franquia, atendimento ao cliente B2B, também é casado com a Thaís, pai da Esther.

Pai do João Pedro é um amigo querido, faz parte do ecossistema de educação, de mentoria, no JJ Podcast de hoje. Seja muito bem-vindo, Nicolai Mariano, famoso Nico. Isso aí. Beleza, Nico?

Beleza, muito obrigado aí pelo convite. Obrigado eu, cara. Para mim é uma honra, na verdade um sonho, né? Estar aqui hoje se realizando, porque para mim que comecei a te acompanhar mais de perto nos últimos três, três anos e meio. Sim. E comecei a gostar muito, né? Escutava os podcasts e...

No momento que eu ia caminhar de manhã, às vezes no condomínio, e sempre trazia um aprendizado. E eu mentalizava comigo. Um dia eu vou estar participando disso. Um dia eu vou estar lá com o Joel, participando de um podcast. E foi orgânico. Foi natural. Foi natural porque nessas escutas e um podcast, eu descobri que você ia abrir o Influência, que ia começar um grupo de mentoria. Eu me inscrevi, comecei a participar.

Comecei indiretamente a estar próximo de você. E aí, no momento que eu vi uma oportunidade, aproveitei e me aproximei mais. E aqui, chegamos hoje nesse podcast aqui. Pô, cara, estou muito feliz. Você é um grande gestor, um grande empreendedor, uma grande pessoa.

Para a turma aqui do JJ, turma, é o seguinte, a gente vai começar aqui já falando big numbers, tá? Lógico que eu vou conversar sobre a vida do Nico, mas já fala assim, ó, grandes números, porque a gente vai falar, eu estou de frente para um cara que opera, lidera uma empresa que tem quantos anos?

83 anos, completamos agora no mês de abril. 83 anos. Isso. Ou seja, a maior parte das empresas depois de 5, 6, 7 anos, elas fecham. E é muito raro ter, muito raro mesmo, uma empresa que está no mercado 83 anos. A gente vai falar sobre isso. Qual o tamanho hoje da Léo? Número de receita, número de cliente, market share, taxa de crescimento anual. Você é o CEO, você tem os números na ponta da língua. Conta o tamanho e os big numbers.

Ela é uma empresa que esse ano vai passar dos 4 bi do faturamento. Temos hoje 130 lojas espalhadas no Brasil, presente em 130. É uma empresa que vem crescendo, a gente abriu 25 novas lojas nos últimos 3 anos, no ciclo de expansão importante.

E estamos muito focados nesse momento em a gente realmente entregar valor para o nosso cliente, estar mais presente, estar mais próximo. E uma dessas formas é realmente a gente ter uma equipe muito dedicada. Hoje são mais de mil vendedores espalhados. A nossa venda é uma venda muito relacional, porque a gente tem o marceneiro como nosso pessoal cliente, uma compra recorrente.

Tem muitos clientes da Léo que compram com a gente há 40 anos, 50 anos, então tem uma história também muito longeva com a gente. Legal. Então só para tu me entender, vamos lá. Eu quero colocar madeiras na minha casa, no meu escritório, na minha casa no campo, no meu apartamento, no meu escritório comercial, qualquer que seja o meu projeto, que eu quero colocar madeira. A Léo Madeiras não vai direto na ponta.

ela se relaciona com o marceneiro. Isso. O marceneiro, ele recebe um pedido, por exemplo, talvez de um arquiteto, o arquiteto vai lá, faz um projeto, beleza, vai ter madeira, o arquiteto vai, vai no marceneiro, que é de confiança dele, que é do relacionamento dele, e aí o marceneiro, ok, eu tenho a madeira, eu tenho o meu fornecedor, a melhor qualidade, ele vai até você, compra com você.

E faz o trabalho. É isso? É isso mesmo. E a maneira que a gente se conecta, que a gente entra muitas vezes na casa do consumidor, é com produtos ou ferramentas que a gente tem à disposição do nosso cliente. Vou te dar um exemplo. A gente, há oito anos atrás, a gente criou dentro de casa uma fintech.

para facilitar a vida do nosso cliente, para oferecer para o consumidor final o parcelamento de imóveis em até 18 vezes no cartão de crédito. Então, isso até então não era possível, não existia. Lá na ponta? Lá na ponta. Então, o marceneiro hoje, ele tem essa opção, tem uma maquininha de cartão, que é a Leozinha, que quando ele vai fazer o imóvel do consumidor final, ele oferece essa opção. Porque, geralmente, o consumidor final, quando está na etapa da marcenaria, geralmente é a última etapa da obra.

Muitas vezes, geralmente, obra você sabe como é. A gente gasta muito mais do que se planeja por diversos fatores, diversos motivos. E uma das dificuldades que o marcineiro tinha nesse momento é que ele não tinha gestão do fluxo de caixa. Ele tinha que vender o móvel metade à vista, metade na entrega. E isso, muitas vezes, era um fator que dificultava ele fechar mais negócios. Identificando essa oportunidade...

A gente fez esse produto que, em princípio, foi em parceria com uma adquirente, depois a gente foi amadurecendo e hoje a gente tem esse produto dentro de casa que é um sucesso. Hoje, os nossos clientes que sabem usar a Leozinha, eles conseguem, com certeza, ganhar mais negócios, vender mais.

Então é uma das formas, a gente ajudando o nosso cliente a vender mais, consequentemente a gente também vende mais e fideliza esse cliente. Nesse caso o cliente é o marceneiro. É o marceneiro. O marceneiro fala assim, poxa, eu consigo parcelar para você, eu consigo te dar a facilidade de parcelamento, e aí isso facilita a pessoa fechar, que facilita ele comprar mais madeira de você, e é bom para todo mundo. E é bom para todo mundo. Tá, é bom para todo mundo. Legal.

Ô Nico, tua empresa, a empresa que você lidera, vai faturar esse ano 4 bilhões ou um pouco mais. Tava 83 anos no mercado. 4 mil colaboradores. É a maior do segmento. Fala assim, ó. Três a cinco coisas que garante o resultado da Léo. Resultado perene. Aqui é a turma que escuta empreendedora pra caramba, entendeu? E que pode ser transferido pra todos os negócios.

E que você olha, sabe que está na tua cultura, uma coisa que você não tira o olho, que o teu time não tira o olho, e que você fala, poxa, esse é um diferencial do nosso negócio e que se os empresários fizerem, vai ser também diferencial para eles. O que eu vejo hoje é que o sucesso da Léo não é o sucesso de uma única pessoa. Então, por mais que hoje eu esteja na posição de CEO, de presidente, eu entendo que a força do nosso time é que consegue gerar o impacto que a gente espera lá na ponta.

Então, acho que ter um time engajado, ter talentos junto é o que move essa empresa. É muito comum na Léo você ter pessoas com 20 anos de casa, 30 anos de casa. E são pessoas apaixonadas pela empresa. São pessoas que você conversar, brilha os olhos, mesmo estando há muito tempo na companhia. Então, isso para mim é um ativo muito importante, porque quando você consegue isso,

De fato, a soma do esforço de várias pessoas sempre gera um impacto muito maior do que o talento de uma única. Então, acho que é uma empresa que a gente vem trabalhando para que seja assim. O outro ponto que eu acho super relevante, por mais que seja um exercício diário, e nem sempre é fácil, é como que a gente, de fato, foca no cliente, como que a gente gera impacto na ponta.

Como que as ações que a gente está pensando muitas vezes no escritório, na sala de reunião, no ar-condicionado, ela vai refletir, seja no nosso cliente indireto, que é o vendedor que está em contato com o nosso cliente na ponta, ou seja coisas que a gente faça que o nosso cliente veja valor na Léo. Então, tem uma frase que eu escutei até no seu podcast aqui com a Dib.

que eu gostei tanto que eu até replico muito na Léo, que é na Léo ou você vende ou você ajuda a vender. Então é algo que a gente tem trazendo isso nos nossos encontros de vendas, nos nossos encontros de liderança, porque eu vejo que essa cultura é uma cultura que vai impactar. Se a gente consegue ter a equipe respirando isso, o impacto lá na ponta, ele de fato acontece.

Então tá, time engajado, com bastante pessoas talentosas, foco no cliente. No foco no cliente, fala três coisas que vocês fazem que já faz parte do dia a dia, que já faz parte da cultura com relação a focar no cliente. O que especificamente que vocês sempre fazem?

Olha, João, eu costumo dizer que a gente hoje, não é de hoje, porque, igual você comentou mais cedo, a Léo tem 83 anos. Sim. Se a empresa existe há 83 anos e muito tempo de liderança de mercado, é porque, de fato, a gente consegue fazer coisas que geram impacto lá na ponta. Com certeza. Então, fazendo uma retrospectiva, eu vejo que a Léo, ao longo dos anos, ela foi procurando desenvolver o setor como um todo.

Como eu te dei o exemplo da maquininha, muito pensando nesse espírito, como que eu faço, como que eu desenvolvo o produto.

que possa facilitar a vida do meu cliente no dia a dia, seja na montagem de imóveis, seja em soluções mais fáceis, como que eu ofereço serviços que até então não estavam disponíveis, então hoje a gente tem uma central de serviço para apoiar os nossos clientes, que ele pode fazer corte, bordeamento, furação, usinagem, pode receber o pedido pronto para ele ir direto para a casa do cliente. Então a gente procura, ao longo da nossa jornada, identificar esses gaps, essas lacunas que existem no mercado e que podem facilitar a vida.

do nosso cliente e a gente vai trabalhando em cima disso. Então eu vejo que é em cima disso que a gente consegue tangibilizar esse ponto que eu falei com você do foco no cliente. Eu coloquei aqui, eu escrevi, para ver se você concorda, que você cria uma solução 360 graus para ele.

Você vai criando soluções, eles vão mostrando gargalos, desafios, gerando demanda, e você vai construindo soluções para ele, para cuidar dele. É mais ou menos por aí. Isso, é mais ou menos por aí. Tá. Porque, tanto é, uma outra coisa que me veio à cabeça aqui, que corrobora com isso, é a Léo, há mais de 20 anos, criou uma escola de maçanaria.

Opa, como é que é isso? Então, a gente tem uma escola que começou lá atrás com o objetivo muito de incluir no setor da marcenaria pessoas que estavam em situação de vulnerabilidade e que não tinham emprego. Então, nasceu com esse propósito.

E ao longo do tempo ele se tornou um negócio. Então hoje a gente tem vários cursos diretamente, seja como que ele projeta, ou seja, pessoas que estão querendo entrar no ofício da maçonaria e querem aprender o ofício da maçonaria. Então tem lá o nível 1, o nível básico, o nível intermediário, o nível avançado.

Muito com esse objetivo, não é um negócio core nosso para ganhar dinheiro, mas a gente entende, se a gente insere cada vez mais pessoas no nosso setor, se a gente mantém o nosso setor forte, por consequência, a gente vai vender mais, a gente vai conseguir fidelizar mais os clientes, a gente vai conseguir penetrar mais e fidelizar os clientes que já estão comprando com a gente ou adquirir novos que passem a serem formados pela escola ou passem a ver tudo isso e vejam o valor no trabalho que a Léo oferece. E aí essas pessoas que você forma, você contrata?

Não necessariamente a gente contrata, mas os nossos clientes contratam. Você forma para o mercado. Para o mercado. Uma coisa legal. É. É porque você não precisa formar marceneiro para você. Mas você pode formar, por exemplo, bons marceneiros para o mercado de marcenaria. É. Mais recente agora, até como a gente tem uma central de serviços, uma indústria onde a gente tem bastante equipamento e tudo, a gente precisa de operador, precisa de ajudante, então também...

De uma certa forma, algumas pessoas têm a possibilidade de estar trabalhando na Léo. A gente sempre tem vaga, sempre está contratando. Então, também é uma possibilidade. Mas ela nasceu com o objetivo de a gente disponibilizar a mão de obra para o nosso cliente, para o marceneiro. Boa, boa. Ô, Nico, quanto tempo você está na Léo? Eu estou na Léo há 17 anos. Começou por onde?

Na verdade, começou lá atrás. Meu pai tinha uma madeireira lá em Belo Horizonte, muito focada em venda de produto para marcenaria, focado no marceneiro. E aí, quando em 2000 meu pai veio a falecer, eu assumi a empresa junto com a minha mãe e a gente foi dando continuidade à empresa que meu pai tinha.

E em 2009, a gente foi procurado pela Léo. A Léo estava num momento de expansão através de franquia. A Léo sempre foi muito forte, teve loja própria no estado de São Paulo e no Rio de Janeiro. E ela entendeu que para ocupar o Brasil inteiro, seria muito mais fácil e mais rápido ela fazer através do sistema de franquia, através de parcerias. E esse modelo foi baseado no modelo de conversão. Então, identificava-se naquela praça.

quem era uma empresa que já atuava no setor, já conhecia do negócio e que tinha aderência com os valores da Léo, que tinha interesse em crescer e, através do know-how da Léo, receber isso e esse conhecimento para conseguir expandir os negócios. E aí, naquele momento...

nesse processo de expansão, eu me cruzei. Eu sempre conheci a Léo, porque a Léo sempre é uma empresa referência, porque a diferença era muito grande, da Léo para o segundo. Então, a Léo era muito grande, tinham concorrentes menores. Apesar de não ser um concorrente direto, mas eu sempre, quando vinha para São Paulo, nas feiras, visitava a Léo, sempre queria ver o que a Léo estava fazendo de novidade para estar aplicando no meu negócio.

E aí, quando eu recebi a visita, a gente tinha duas lojas, uma em Belo Horizonte e uma em Juiz de Fora. Na Belo Horizonte era minha, dos meus irmãos e da minha mãe. Em Juiz de Fora era uma sociedade com um casal de primos meus. E aí eles nos visitaram em Juiz de Fora. E aí, naquele momento, até o meu primo me ligou, falou, olha, o pessoal da Léo vai vir aqui nos visitar, para demonstrar para a gente como que funciona a franquia.

E eu naquele momento não dei muita bola, né? Falei, ah tá, recebe ele aí, depois me liga, me fala como foi. E aí depois ele me ligou encantado, né? Falou, poxa, o Nicolai é muito legal e tudo. Falei, Maurício, esquece disso, cara. Esses paulistas só vêm aqui e tomaram o nosso dinheiro, entendeu? Não tem muito...

Acho que não vai dar negócio. Aí ele falou assim, ele vai em Belo Horizonte daqui a duas semanas, acho que vale a pena você receber ele. E aí eu recebi ele, fiquei lá, tinha programado ficar uma hora, acabei ficando quatro horas conversando, e aí já saí de lá com data marcada para vir aqui em São Paulo, conhecer a Léo, conhecer toda a estrutura. Fui em Brasília também conhecer o franqueado, para ver como que era esse negócio de franquia.

E no momento que eu vim aqui, conheci toda a estrutura e vi tudo isso, já saí daqui falando onde eu assino o contrato. Porque eu vi na Léo uma oportunidade de eu ganhar know-how de uma empresa muito maior do que a minha, uma empresa que tinha um poder de negociação muito maior do que o meu. Então eu falei, poxa, aqui é uma oportunidade onde eu vou me ancorar para me crescer o meu negócio.

E aí, era um processo de escolha, então não foi só eu que fui visitado, foram visitadas várias empresas, e no final a Léo acabou fechando com um concorrente meu, que era um concorrente que ele atuava, tinha uma loja numa esquina e eu tinha na outra. Só que era um concorrente que a gente tinha uma proximidade muito grande, a gente sempre, como a gente estava ali, todo mundo trabalhando no mesmo lugar, tinha um restaurante do Senac, escola, muito bom, próximo da sua loja, então todas as vezes a gente acabava almoçando junto, então eu tinha uma relação muito próxima.

E aí, quando eu fiquei sabendo que a Léo tinha fechado com ele, eu liguei para ele e falei, poxa, legal, né? Eu queria que tivesse sido comigo, mas foi com você, né? Parabéns e tudo. E ele falou, o que você vai fazer agora na hora do almoço? Eu falei, cara, não tenho compromisso. Ele falou, vamos almoçar? Eu falei, vamos almoçar. E aí, chegando no almoço, a gente conversou e falou, ó, eu fechei esse negócio com a Léo, mas eu queria que você fosse meu sócio.

Eu queria que você fosse, eu gosto muito. Cara, você estava falando, eu estava imaginando que um dos dois ia fazer essa proposta um para o outro. Pô, a gente está aqui, a gente se conhece, a gente gosta, vamos juntar. E acabou que a gente, no meio desse turbilhão de entrar para a Léo, faz uma fusão. E eu muito novo, naquela época eu tinha 24 para 25 anos. Um negócio muito novo para mim, porque a minha trajetória profissional, a minha experiência foi aprendendo no dia a dia. Sim.

Então desde os 16 lá no balcão e tudo, mas eu não tinha uma vivência de falar bem assim, o que é uma fusão, o que é juntar um negócio, o que é entrar para um negócio muito maior. Então foi uma fase...

de muito aprendizado. Então, onde a gente ficou junto, a gente ficou sócio por seis anos, a sociedade acabou que não foi da maneira como a gente gostaria, no final a gente desfez a sociedade. E aí no momento que eu desfiz a sociedade foi quando a Andrea, que é uma das acionistas da Léo, tinha pouco tempo que tinha assumido como CEO, a terceira geração da família.

e ela me conhecia, tinha contato, e aí quando eu desvi a sociedade, que ele ficou com a loja de Belo Horizonte e a minha família ficou com a loja de Juiz de Fora, ela falou, Nicolai, não faz sentido você ficar só com a loja de Juiz de Fora, um negócio muito menor, você não quer vir aqui para São Paulo me ajudar, eu estou no desafio aqui de assumir, assume uma posição aqui na área de compras, que a gente chama na Léo de comercial, de compras de diretos, de produtos para revenda.

E aí, naquele momento, eu falei, poxa, será? Fiquei muito na dúvida. Eu a vida inteira tive uma experiência de empreendedor, de empresário. Nunca me imaginei numa posição executiva. Não tinha passado pela minha cabeça essa possibilidade nunca até aquele momento. Certo. Que ano que era isso? Foi 2015. 15. 2015.

E aí, conversando muito com a Thaís, e conversando também muito, teve um amigo meu que foi fundamental nesse momento, o Teixeira, e a gente conversando sobre essa possibilidade. E aí ele falou uma coisa comigo que acho que foi o gatilho para me tomar a decisão. Ele falou assim, o que você tem a perder?

Vai lá que você vai trabalhar numa empresa, vai viver uma experiência que você nunca teve, uma empresa muito maior. E ele até falou, é o seu MBA em Harvard. Vai lá que você vai ter o seu MBA em Harvard. E assim eu vim, confiando nisso, mas muito com a cabeça assim, eu vou lá na Léo, fico dois anos, conheço de como é uma empresa muito maior, estruturada, com governança. Você tinha negócio, né? Isso. Você era dono de negócio. Isso. Aí eu falei, depois de dois anos, eu volto a empreender. Certo.

E aí as coisas foram caminhando de uma forma onde eu percebi, fui tendo espaço para me desenvolver o meu trabalho aqui dentro, fui crescendo, vim para cá em uma posição de gerente. É isso que eu ia te perguntar, você entrou como gerente, qual posição você tinha entrado? Como gerente, gestor de categoria, então tinha três gerentes abaixo de mim, dividi a área comercial com outro colega, com o Flávio.

E aí eu vim tocando essa área e tinha muita coisa para fazer. Naquele momento a gente estava com vários problemas, relacionamento com fornecedor, relacionamento com franqueado. Isso facilitou muito, porque eu tinha muito relacionamento com fornecedor já, porque tinha muito tempo de segmento. E também, como eu vinha do lado dos franqueados, era um colega até então, então isso facilitou um pouco essa dinâmica naquele momento que a gente estava vivendo.

E aí fui tendo espaço, fui conseguindo mostrar o meu trabalho e aí vim para cá em maio de 2015 e ali no inicinho de 2018 já fui promovido já diretor comercial e aí eu entendi, falei, poxa, não necessariamente eu vou deixar de empreender, mas eu vou empreender aqui dentro do negócio da Léo, e aí diretor comercial.

acumulei durante a pandemia também a diretoria financeira, em um momento que a gente ficou sem diretor financeiro, fiquei um ano e meio interino também com financeiro, depois troquei de lado, então saí das compras, fui para operações, fui para vendas e toquei todo o time comercial da Léo. Quando você me conheceu, já estava na posição de COO, então acumulava tanto a parte comercial como a parte de operações, marketing.

E agora tive o privilégio de estar sendo escolhido para estar sucedendo a André, para estar assumindo essa posição de CEO. Tem quanto tempo? Na verdade, nós estamos em fase de transição. Assumo oficialmente agora em 1º de junho. 1º de junho. 1º de junho. E assim já foram 17 anos.

17 anos. É porque você também consegue empreender lá, né? Sim. Ter ideia, criar, inovar, liderar, construir projetos. Isso para um empreendedor. Isso para um empreendedor é incrível. Incrível. Qual que é o sonho grande da Léo? Antes, antes? Não, não. Antes. Antes do sonho grande da Léo. Por que Léo? Qual a história da Léo?

Então, a família Saber hoje, que é a controladora da empresa, que fez a Léo ser o que a Léo é hoje, que tocou toda essa empresa nos últimos anos. Que profissionalizou a gestão. Isso, ela comprou a Léo quando ela tinha apenas uma loja do seu Léo Lovenstein. Então, o Léo Lovenstein colocou o nome da empresa de Léo. E até um caso curioso, porque o seu Bernard Saber, que foi a primeira geração que tocou o negócio,

manteve o nome, e depois o Hélio, quando assumiu, também manteve, mas o Hélio em algum momento falou assim, poxa, será que realmente eu vou manter esse nome, Léo, nome de pessoa e tudo, e contratou uma consultoria para fazer um trabalho de brand, para ver se realmente aquele nome fazia sentido. E o consultor, quando chegou na empresa e foi conversar com o Léo, falou assim, poxa, adorei o nome, curto, fácil, né?

de gravar, né? Você consegue criar uma identidade. Aí o Léo falou, o Helio falou, falou assim, poxa, então o trabalho que eu ia te contratar para fazer, você já me deu já aqui a receita. E desde lá foi mantido esse nome, né? Então é o nome... Então tá, então Leonardo... Como é que é o sobrenome? Lovenstein. Lovenstein fundou a Léo. Isso. Ficou com ela há quanto tempo? Até vender? Se eu não me engano, 20 anos. Ficou com ela há 20 anos. Uma única loja? Uma única loja no gasômetro.

No gasômetro, que prestava serviço para os marceneiros. Isso, vendia produto para a maçonaria. Vendia produto para a maçonaria. Aí veio a família... Sable. Sable, que é uma família que investe em vários negócios. Não, naquele momento era um empreendedor também e comprou um negócio e que a partir da Léo fez todo o que a família tem hoje. E comprou 100%. Comprou 100%. E o Léo?

Ficou? Não. O nome ficou, mas... Não, o Leonardo. Não, ele não. Aí ele saiu. Saiu. Botou um dinheirinho no bolso e foi fazer outra coisa. Isso. Tá bom. E isso foi o quê? 1970, mais ou menos? Pouco antes, Joel. 60 e pouco. Isso. Tá. Aí essa família pegou.

Colocou governança? Ou não, nem tinha experiência ainda disso? Nem tinha, era um negócio muito pequeno. Então, era um negócio de uma loja, poucos colaboradores. E a partir dali, a Léo foi crescendo. Apesar de ser uma empresa pequena, o Hélio sempre foi um cara visionário. E foi fazendo com que a Léo crescesse, começando pelo interior de São Paulo, ganhando força na capital, depois foi para o Rio de Janeiro.

E foi expandindo o negócio, sempre ele tocando, ele tocou esse negócio durante muitos anos. E nos últimos 13 anos, a André tinha assumido, vindo aí já a terceira geração da família assumir. A Andréia é o que do Hélio? É sobrinha. Sobrinha do Hélio? Sobrinha. Tá bom.

E aí, nesse processo mais recente com a Andréia, é que a empresa veio se profissionalizando, ela entrou com esse objetivo, de realmente profissionalizar para ser possível uma sucessão com o executivo, que é o que está acontecendo agora. Então, ela é o mesmo hoje, sendo uma empresa que não é listada na Bolsa, que é uma empresa... O Jornal está perguntando o que eu te falo.

Capital fechado é uma empresa que hoje tem governança, tem conselho de administração, onde até o presidente do conselho é um membro independente, tem membros independentes, tem comitês que apoiam o conselho. Então, é uma empresa hoje que tem uma governança, mesmo sendo de capital fechado, mas que é possível.

fazer esse movimento que está sendo feito agora de passar o bastão para mim e estar assumindo, não só eu, mas todo o comitê executivo e também a diretoria junto para que a gente siga daqui adiante tocando essa empresa, fazendo com que ela cresça e tenha excelentes resultados. Tá. Entendi. Fui lá atrás, vim buscando, peguei onde que ela está, ela foi passo a passo, ela cresce, tá bom.

Ela não tem investimento, ela não tem investidor, ela é capital fechado, ela já pensou em fazer Menei? Você pensa em fazer Menei, você pensa em comprar? Você é uma pessoa que compra ou que tem ou recebe proposta para ser comprado? Ou os dois? Ou nenhum dos dois?

A gente já fez alguns M&A ao longo desses anos. Ao longo de toda a trajetória teve compra, teve venda, mas nunca foi um foco explícito, intencional, de falar que o Leo vai ter uma agenda muito forte de M&A e de comprar.

Até porque tem uma questão muito difícil de quando você compra uma empresa, que é você realmente integrar essa empresa. Porque tem uma questão da cultura. Com certeza. De tudo isso de você fazer com essa integração não é algo simples e fácil. Então, a gente está muito por oportunidade. Pode acontecer? Pode. Mas se for algo que for muito bom, é algum negócio que faça sentido naquele momento, dentro do ciclo que a gente tem planejado. Mas nesse momento não é algo que está na agenda. Entendi.

E já teve, durante a pandemia a gente foi assediado para fazer IPO, mas também não é algo que nesse momento é o objetivo da Léo, nem que a gente precise fazer. A gente vem ao longo do tempo se financiando e crescendo com a própria geração de caixa, com o próprio... que a gente consegue reinvestir no negócio. Então, como é uma empresa de dono que tem visão de longo prazo...

Então, a empresa busca perenidade e não está pelo jogo, e sim pelo campeonato. Então, é muito legal. Ontem mesmo a gente estava em reunião de conselho, e sempre essa visão. Os acionistas têm uma visão imediata. É lógico que tem a pressão pelo resultado, tem a cobrança, que a gente tem que gerar lucro, mas sempre pensando na geração de valor no médio e longo prazo. Tá, peguei. Aí vem a pergunta do Sonho Grande.

Qual o sonho grande da Léo nos próximos... três anos?

Então, eu vejo que a gente tem um objetivo grande de escala, de ganho de mercado. Então, a gente tem uma agenda de crescimento, até porque a gente abriu muitas lojas nos últimos três anos. Essas lojas demoram 36, 48 meses para elas atingirem a maturidade. Então, nesse momento, o nosso foco total agora é realmente...

focar para que essas lojas chegam no patamar de venda que a gente planejou lá no Business Case. Com isso, a gente vai ganhar uma relevância maior, ter um market share maior. E sempre pensando no desenvolvimento do setor, como que a gente aumenta o tamanho desse bolo e como que eu aumento também a minha fatia desse bolo. Qual a fatia do teu bolo? Quantos porcento você tem? Hoje a Léo tem 20% de market share.

E o segundo lugar, tem quanto? A distância é muito grande, porque a gente tem alguns players relevantes do nosso setor, mas a gente tem muitas... O mercado acabou se organizando em redes, então, no formato muito de associação, onde você tem empresas... Sim.

associa-o para ganhar know-how, para ganhar, ter acesso ao preço de compra. Então, assim, player relevante, a gente tem alguns players locais. Então, aqui em São Paulo, eu tenho concorrentes muito relevantes. Lá no Rio de Janeiro, são outros competidores. Lá na Bahia, são outros competidores. Então, do tamanho da Léo, assim, a gente não tem ninguém tão grande quanto a Léo. Mas, regionalmente, eu tenho concorrentes bem relevantes, que naquela praça, ou competem de igual para igual para a Léo, ou são segundo lugar, ou são primeiro lugar. Então, assim, a Léo tem...

A liderança nacional, mas depende muito de região para região. Região para região, porque tem uma pessoa muito localizada ali, muito segmentada naquela região. Entendi. Como CEO da empresa, qual é a rotina de um CEO de uma empresa que fatura 4 bi por ano? Qual é a rotina?

Então, estou começando a construir agora, estou nessa agenda, mas não é muito diferente da rotina que eu vivia como CEO. Eu imagino. É lógico que tem algumas coisas a mais, algumas responsabilidades a mais, mas já tinha ali a operação completa da companhia sob a minha gestão. Só não estava o financeiro, o TI e a RH. Todas as outras áreas já estavam se reportando para mim.

A rotina muito... Nós estamos nesse momento de... Tem todo o comitê executivo que me apoia. Então a gente está solidificando e dando cadência e ritmo para esses rituais com os meus diretos. Então acho que isso é parte muito importante, como que a gente...

consegue estar muito alinhado, acho que um ponto, eu tive a oportunidade de estar ontem lá na inauguração da MLS House, junto com você, com o Flávio e com o Caio, e uma coisa que você falou, que eu acho extremamente importante, que o alinhamento que você teve com o Flávio e com o Caio, que você tem com as ligas, com o time que está ali, com os mentores que estão ali, que estão construindo isso.

Acho que, por mais que a gente conviva há muito tempo, que as pessoas que estão lá no comitê executivo, eu conheço todas elas já tem bastante tempo, mas agora eu estou em uma posição diferente. E eles também estão em papéis diferentes. Então, como que a gente constrói esse alinhamento onde a gente consegue garantir que fora daquela sala, tanto do Comex quanto do Codi, que a gente seja uma única voz para a companhia.

Então, como que a gente tem esse alinhamento para que, nos rituais, junto com o time, porque eu não vou conseguir me comunicar com todos ao mesmo tempo, né? Então, a gente tem que garantir que a gente esteja bastante alinhado, que a gente tenha o mesmo propósito, o mesmo objetivo, para que isso permeie pela companhia. E você consegue fazer isso? Você consegue fazer isso, esse alinhamento? Aliás, trabalhar com você tem sido uma coisa muito prazerosa para mim.

teu time, tua equipe, a forma, a simplicidade. Vocês são simples, vocês são práticos. Não quer dizer que vocês são descuidados. Pelo contrário, você tem muito cuidado. Mas é prático. Então, só para a turma saber aqui do podcast, o pessoal aqui na Jota tem mil metros quadrados essa laje que a gente comprou. E a Larissa, a gente comprou essa laje até tem uns dois anos e pouquinho.

Praticamente a laje inteira é madeira. É madeira. Tem bastante madeira aqui. Tem bastante madeira. Ela é linda. Então quem já veio aqui na Jota, tanto na Jota Lab quanto no meu escritório que eu mostro nos stories. Eu mostro o dia inteiro a madeira no meu Instagram.

foi feita pela Léo Madeiras. Então foi uma visão que a gente teve, a gente construiu-se juntos e eu chamei o Nicolai, que fazia parte de um programa de mentoria chamado Influência Business, hoje ele faz parte do Clack's Club. E ontem, especificamente ontem,

No dia que a gente grava esse podcast, a gente fez a inauguração da MLS House. Ficou demais, pô. Ficou lindo mesmo. Ficou uma coisa inacreditavelmente bonita. Bonito é chique, tem bom gosto, é aconchegante, combina. Combina pra você fazer reunião, pra você fazer evento, pra você conversar. Combina pra você bater fogo. Combina, é bonito. Isso aqui é tudo bonito, lindo, qualidade.

maravilhosa, e tudo isso é fruto do teu trabalho, da tua equipe, dos teus fornecedores que também foram lá e trabalharam. Na minha casa, tem Léo Matheus? Eu tava gravando uma live esse domingo, e aí, fazendo uma live, e aí eu fiz lá na sala, né, e aí bate a estante. Então eu botei a o apoiador de celular na mesa e pego aquela estantona lá bonita, né.

Estou lá gravando, falando. Aí uma pessoa comenta assim, ô João, esse fundo aí é de inteligência artificial? Aí passou um comentário assim, né? Aí eu deixei passar. Aí uma outra pessoa, nossa, esse fundo está tão bonito, que AI é essa? Aí eu peguei o telefone e saí e falei, não, não é AI não. É a estante mesmo, é a madeira mesmo que está aqui. De tão bonito que ficou. Acabei de fechar o negócio aqui com ele de novo, de um projeto. Vai ser mais rápido isso aqui. É, rapidinho.

É um projeto que eu quero colocar... Bom, gente, não é mais surpresa para ninguém que eu gosto de relógio, que eu comecei a colecionar relógios. Eu tenho algumas dezenas de relógios. E aí eu quero criar um lugar para eu deixar os meus relógios. E aí eu vou fazer com madeira, da Leo Madeiras também. Já falei com ele, vai ser muito bacana. Então, olha que coisa interessante. A madeira está presente na história, né? Sim.

Eu vejo a Jota, a história da Jota foi construída junto contigo. Sim. Você me apoiou. Você falou, vamos, eu quero, eu quero estar.

É, assim, a gente tem muitos clientes super talentosos. Então, quem fez aqui o escritório, o Helder da Madele, aqui um tempão aqui. Incrível, um beijo para vocês. Madele que nos apoiou demais. Foi maravilhoso o jeito de vocês, a forma, o profissionalismo, a responsabilidade e o comprometimento. Vocês são maravilhosos.

ir lá na sua casa, ir na Meleza House e a Ju da Premium, então a Ju também que também foi... Ela estava lá super dedicada para fazer acontecer, então, através desses nossos clientes a gente consegue realizar isso daqui e transformar isso daqui do jeito que você sempre sonhou, porque eu lembro até hoje, no dia que você foi lá na Léo, você ia a Lalas, né?

Andando de carrinho. É, mas o brilho no olho de vocês, né? Porque realmente isso daqui para vocês era algo muito importante. Muito importante e é até hoje. A gente recebe aqui todos os dias, Nico, amigo. Amigos, clientes, pessoas que a gente gosta, pessoas que a gente admira, minha família, meu time, o time.

Um ambiente de trabalho deles. Um ambiente do nosso dia a dia. A gente fica muito tempo aqui na Jota. E a gente fica aqui muito bem cuidado com o ambiente. E a madeira, ela dá um aconchego. 100% das pessoas que vêm aqui gostam. 100%. E eu já ouvi muitas vezes, quando as pessoas entram, por exemplo, lá no meu escritório aqui. Nossa, é o escritório mais bonito que eu já vi aqui em Alphaville. E grande parte se deve à madeira.

a qualidade da madeira, o riquinho da madeira. E vários mentorados, eles começaram a fazer desse jeito também. Inclusive, vários vão querer fazer, vendo esse podcast, vendo esse espaço, esse lugar. Vocês podem ter certeza que a melhor parceira para vocês é a Léo Madeiras. Mas aí como é que vai fazer isso? Você vai ter que contratar uma projetista, um arquiteto. Esse arquiteto vai ter que contratar um marceneiro. Esse marceneiro...

Ele vai contratar a Léo Madeiras. Até dá para perguntar, né? Pergunta aí para o seu marceneiro se ele usa a Léo Madeiras. Acho que... Vamos fazer um chute seguro? Vamos. Um chute seguro a cada 10 marceneiros. Quantos usam a Léo Madeiras? Olha, eu diria para você, João, depende muito da praça. Mas assim... É, fala uma praça campeã. Vamos pegar Grande São Paulo. Grande São Paulo. De que metade? Uau.

E a cada 10 marceneiros, quantos conhecem a Léo Madeiras? Eu diria que todos. Acho que não tem um marceneiro no Brasil que não conhece a Léo. Porque a Léo participa das feiras do setor. Então a gente tem uma feira muito relevante, que é a Formobli, que acontece agora no mês de junho.

onde a Léo tem o maior stand da feira. Então, lá a gente expõe novidade de fornecedor, a gente mostra o que a gente está trazendo também de novidade, de produto exclusivo, produto marca própria, mostra as novidades que a gente tem em termos de serviços, tanto industriais quanto serviços financeiros. Então, é um momento que a gente demonstra ali de uma maneira estruturada.

Para todos os macineiros. E como vem macineiro do Brasil inteiro, então pode até ter algum lugar que não tem uma loja da Léo, mas ele conhece. Então é comum acontecer, até no Instagram da Léo, poxa, quando vocês vão abrir uma loja aqui nessa cidade? Sim. Poderia ter uma Léo aqui nessa cidade? Então é comum isso acontecer. É comum. É comum. É comum. Aqui, vocês estão aqui, é Barueri? É Barueri. É Barueri, mas é uma região que tem mais galpão em Barueri, que eu fui lá.

Qual é o tamanho daquele teu espaço lá? Lá nós temos 82 mil metros quadrados. E a gente está abrindo agora, inaugurando, agora no dia 16 de maio, em contagem, um outro CD de 36 mil metros quadrados. Sim.

Então, até para suportar todo esse crescimento que a gente vem tendo nos últimos anos, a gente entendeu que fazia sentido a gente ter mais um CD, além do CD também que a gente tem em Camarçaria, na Bahia, para a gente conseguir entregar. Porque hoje a Léo entrega tudo o que a gente vende para o nosso cliente em D mais um. Então, comprou até as 17 horas no dia seguinte.

O nosso cliente recebe. Não sabia disso. Então, uma logística ali... D mais um? D mais um. D mais um. Não, espera aí, pô. D mais um? D mais um. D mais um é um ponto super importante para o cliente receber rápido. Então, a gente procura...

E o grande desafio, né, Joel, é quanto mais a gente vai escalando venda, quanto mais a gente vai aumentando a volumetria de pedidos, é como manter esse nível de serviço para o cliente. O D mais um. O D mais um. É um desafio. Tá, vamos colocar aqui no detalhinho. No detalhinho. Vamos lá. Eu, Joel, vou fazer o meu... A minha estante para a coleção dos meus relógios. Sim. Decidi.

Não que é o Joel Joel, que te conheço aqui agora, mas eu decidi fazer isso. Vou e faço, e ligo para a minha arquiteta, ou para o meu arquiteto. Sim. Ô, João, faz aqui um projeto para mim, da estante dos meus relógios, para ele, beleza. Aí ele faz o projeto. Ele levou alguns dias. Aí o projeto veio. Aí eu falo, tá bom, tá fechado, pode mandar fazer. Aí ele liga para o marceneiro. Sim.

O marceneiro pede. O marceneiro pede, se ele pedir o produto, chapa de MDF, ferragem, ele vai receber no dia seguinte. Se ele fala bem assim, não, eu quero comprar de você, que você me entregue já cortado, bordeado, aí o prazo vai andando conforme a nossa capacidade de executar. Então, por exemplo, o prazo é super rápido. Se ele comprar cortado e bordeado, ele recebe em cinco dias.

Então, é um prazo também que ele só tem que finalizar. É muito rápido, pô. É muito rápido, pô. Não, vou fazer esse exercício. Eu quero fazer esse exercício. Liguei para a minha arquiteta. Hoje vai ser a quarta-feira. Vou imaginar que ela me entregue na outra quarta, porque é simples, porque é rápido, porque ela tem tempo. Beleza, está aqui. Eu olho. Gostei. X. Está fechado. Ela liga.

O cara não vai cortar. Você que vai cortar. Aí ele manda lá. Ô, Léo, corta aí pra mim. Cortou, bordeou. Vamos pensar que mais uma semana. Deu duas semanas. Em duas semanas, está pronto? Para montar. Duas semanas. Duas semanas, dependendo do tamanho do projeto. Aí vai variar o tempo de montagem. Mas o seu exemplo, o que você me mostrou. Coisa de uma semana para montar. Uma semana monta. É. Três semanas está pronto. Cara, isso é rápido. É.

Isso é rápido. E isso é rápido e a experiência com o cliente, lá na ponta que compra, ele quer, ele visualizou, ele quer um negócio rápido, ele quer um negócio acontecendo. E geralmente o nosso cliente, o marceneiro, quando ele vai pedir a matéria-prima, seja para ele fazer na maçonaria dele, para ele produzir, ele vai comprar no momento que ele vai começar a produzir mesmo. Mesmo que ele tenha fechado o seu projeto há 45 dias atrás.

Ele não come muitas masterias, não tem espaço físico para guardar. Então, ele vai comprar assim, vou começar a produzir amanhã. Então, ele pede contando que a Léo vai entregar amanhã. Entendi. Então, ele já conta com isso. A demora, então, não é da Léo. A demora é porque ele tem projetos na frente. Ele tem outros projetos em uma sequência. Então, é difícil chegar para um marceneiro e ele fechar um projeto com menos de 60 dias, 90 dias, porque ele tem uma carteira de pedidos.

Isso aí. Então, por isso que muitos deles estão procurando terceirizar alguma parte da produção para ganhar escala, para dar vazão, para vender mais. Então, é uma tendência que isso aconteça. Ou o maceteiro vai se estruturar, vai comprar mais equipamento, equipamentos modernos, para conseguir ganhar escala, ou ele vai terceirizar. Mas tem uma coisa aí que a galera não sabe. E é bom falar. Muitos, e eu te falo com conhecimento de causa, muitos acham que demora por causa...

Da entrega da madeira. E não por conta do gargalo do marceneiro. Não, não. E também tem muito assim, né? Porque muitas pessoas falam, ah, o marceneiro atrasa, o marceneiro demora. Mas geralmente também tem uma... O marceneiro entra na obra numa fase caótica, né? Geralmente é o final da obra, a pessoa quer mudar e tudo. Às vezes a obra atrasa, os móveis estão prontos, ele não consegue montar. Sim. Então também ali tem um misto de coisas, né?

Tem coisa... É no finalzinho. É porque no final, ele é a última etapa, né? Ele é a última etapa.

etapa. E se ele monta um pouco antes, como acontece em alguns lugares, aí depois vem o cara do gesso, o cara da iluminação, aí danifica o móvel, aí tem que trocar a peça. Então é um estágio complexo ali, caótico da obra. Então ele se organiza, realmente fala, poxa, como que eu vou... Deixa eu lá pro fim. Os caras já estão casca-grossa, já sabem. Os marceneiros já sabem. É verdade. Obra.

Você viveu recente algumas experiências com isso. Eu, particularmente, não gosto de fazer obra. Mas eu gosto da coisa pronta. Eu acho que... E a torcida de todos os times de futebol do Brasil. Porque, assim...

A Larissa fala, é, Joel, porque não é você que está lá, né? Sou eu que tenho que fazer a gestão desse negócio. Não, mas vamos fazer. Eu gosto de incêndio fazer, a gente vai fazer, né? Vamos fazer e tal. Mas tem que ter a...

A logística, né? Eu lembro quando eu te conheci, você falou, não, eu quero construir uma casa, eu comprei um terreno, né, e tudo, e aí depois você foi e comprou uma casa pronta, comprou outra casa, né? Comprei ela pronta. É, porque realmente construir do zero exige... Até a semana passada eu estava escutando o podcast do Otaviano, ele até falou, quase ele separou da Flávia por causa de uma obra, né? De uma obra da casa dele, que foi um momento de estresse grande ali na relação.

Pois é, tem que querer muito, né? Tem, tem que querer muito. Mas olha, essa obra aí do meu... da minha coleção de... de relógio, não vou ter problema com a minha esposa, né? Não. Vai ser rápido. Rápido, vai ser rápido. Vai ser rápido. Bem rapidinho.

Bem rapidinho. Ela nem vai perceber. Ela que me deu a ideia de fazer isso. Vai ficar legal lá. Aquele espaço lá vai ficar bem legal. Vai ficar muito legal. Vai ficar muito legal. Aí você faz uma... Para coleção, bastante relógio.

Porque aí eu vou falar assim, poxa, tem muito espaço para colocar relógio, meu bem. Tem que colocar relógio. Tem que comprar mais um. Tem que comprar mais um relógio. Aí troca, ganha, compra. E aí, gente, eu vou fazer o que eu gosto. Eu nunca colecionei nada na minha vida. Agora eu estou com essa ideia de colecionar relógio. Inclusive, essa aqui que eu estou hoje eu ganhei de um mentorado também. Maravilhoso. Ganho, dou. É muito bom.

Ô, Nicolai, quantas pessoas diretas com você você tem? E eu quero te fazer uma pergunta de gestão.

4 mil. Legal. Você não fala com 4 mil. Você fala com uma alta camada, com uma alta camada e assim vai. Quantas pessoas você fala mesmo, assim, está no teu dia a dia, na tua rotina, que você vai cascateando e que garante eficiência na tua gestão?

Hoje, que respondem diretamente para mim, são 11 diretores, mas eu tenho contato no escritório com muitos gerentes. A gente não é uma empresa...

pelo menos tenta não ser uma empresa hierarquizada, onde não pode falar com o CEO, não tem acesso. Fala com todo mundo. Pelo contrário, falo com todo mundo. Uma das coisas, não, a coisa que eu mais gosto na Léo é visitar loja. Então, eu tenho na minha agenda, a cada 15 dias eu visito loja. Então, eu estou sempre ali em contato com o cliente, com o gerente.

com o vendedor, com todo o time operacional da loja. Sim. Porque é ali que eu me conecto realmente com o que está acontecendo. Porque uma coisa é o que me contam, outra coisa é o que está de fato acontecendo lá na ponta. Então é onde eu tenho os maiores insights, é onde de fato eu consigo medir o pulso da Léo. Sim. Saber o que está rolando. Então é uma coisa que eu não abro mão. Mesmo agora nessa mudança para CEO, muitas pessoas falaram, você vai continuar visitando loja a cada 15 dias?

Eu falei, cara, eu posso deixar de fazer um monte de outras coisas, mas isso eu não vou deixar de fazer. Não tem como. Não posso deixar de fazer. Não pode deixar.

Porque além de você ter esse pulso, essa temperatura, é o momento das pessoas também se aproximarem de você, verem a presença. Poxa, o cara vem aqui na minha loja, o cara se importa comigo. Então é algo que eu faço. Esse ano mesmo já visitei 19 lojas, tenho uma agenda para visitar todas até o final do ano. Quando você visita, você fica com o tempo.

Olha, depende, né? Assim, quando eu vou para a Bahia, por exemplo, que é a região mais distante, eu fico três dias. Intenso, o dia todo. O dia todo. Geralmente, no dia eu consigo visitar, dependendo da distância, aqui em São Paulo é possível visitar três lojas, né? Porque como a gente tem 30 lojas na Grande São Paulo, então você pega uma região, eu consigo fazer três lojas. Chego lá 8 da manhã, fico até 11 da manhã, vou, aí já almoço com outro gerente, fico até as duas da tarde e fecho o dia na outra loja.

Então, é um tempo que dá para você sentir, dá para você conversar com todo mundo, dá para você explorar um pouco mais com o gerente, com o vendedor, quais são as dores, o que está acontecendo, ver os indicadores daquela unidade. Então, é a medida certa. Menos do que isso, fica muito corrido.

E mais do que isso, só se tiver algum motivo específico, alguma coisa para ser tratado ali diferente das outras, que aí gasta um pouco mais de tempo. Geralmente eu faço três lojas a cada dia que eu saio para visitar. Agora você que era um empresário, nasceu aos 16 já empreendendo, vendendo, e hoje é um CEO. Você se imagina...

tendo negócio de novo? Olha, Joel... Como é que está isso dentro de ti, assim? Isso, assim... Ao longo dos anos, isso...

Foi e voltou algumas vezes. Foi, né? É. Mas hoje eu diria para você que eu estou muito feliz da posição que eu estou, com que eu conquistei, porque você pega uma trajetória de 11 anos, que eu entrei aqui como gerente, uma posição. E chegar a CEO, conquistando espaço, sendo respeitado, tendo espaço para imprimir o meu ritmo, para colocar as minhas ideias.

Então é um lugar que eu me sinto muito bem hoje. Então, posso voltar a empreender? Posso, porque eu também gosto muito. Eu também gosto do desafio, de construir um negócio, de estar ali junto, de começar do zero. Mas hoje, de uma certa forma, eu consigo fazer isso lá dentro. Então, não posso falar que não voltaria a fazer, mas é algo que não está nos meus planos agora, pelo menos no curto prazo. É, porque se você consegue empreender lá dentro...

Você está empreendendo. E o meu histórico, o que eu vivi e o que eu vivenciei dentro de casa foi sempre isso. O meu pai também foi sempre um empreendedor. Sim. Então sempre teve negócio, sempre mudou, atuou em vários ramos diferentes e ele sempre teve esse apetite. Então eu sempre me inspirei muito nele. Nessa vivência que eu tinha com ele, nessa proximidade, vendo ele fazer.

E aí foi onde eu falei, poxa, é isso que eu quero para a minha vida. Tanto é que em momento algum, mesmo eu tendo assumido um negócio sem planejamento, não foi algo que eu falei bem assim, é isso que eu quero, mas nunca foi algo difícil para me fazer, nunca foi algo pesado, sempre foi algo muito leve, algo que eu sempre gostei muito. E até hoje eu gosto muito do que eu faço. Nicolás, você já pensou em ensinar?

Então, a própria proximidade com você, desde o início lá do Influência, é que, sendo sincero com você, o único objetivo meu do Influência era virar amigo do João Jota. Eu falei, poxa, eu vou entrar aqui...

Pra ficar amigo do Joel. Não tinha o objetivo, tanto é que eu tinha o Instagram fechado. Nunca tinha pensado em abrir o meu Instagram, em fazer absolutamente nada. E até no primeiro encontro que eu fui, eu falei, poxa, que mundo que eu tô, né? O pessoal tá aqui em outra vibe, né? Cara, eu lembro no primeiro encontro, você assim, ó, prestando atenção. Na primeira fileira. Eu lembro muito. E aí parecia assim, cara, o que é isso aqui, né? É um outro idioma, né? Sim.

Você com um negocião lá, que já faturava na época, já faturava uns dois, não faturava não? Uns dois, três? Quase três. Quase três. Eu lembro disso. Era dois, quase três. Era um negocião. Mas aí, esse negócio foi te chamando ou não? Ensinar, escrever um livro, estar sentado aqui, compartilhar uma história, participar de um programa de mentoria, ser entrevistado, transbordar mesmo? Isso está em você?

Então, isso veio acontecendo de uma maneira natural. Então, a própria trajetória do Influência, depois você me convidou para ir para o Clex, e aí você falou, eu falei, será mesmo, você falou, cara, você tem que estar lá. Sim. E aí eu fui, e aí as coisas foram acontecendo, e hoje eu me sinto...

Que é um caminho que eu vou percorrer em algum momento. Então, é algo que eu sinto que pode ser bom para mim e eu posso contribuir também com outras pessoas. Não, isso é fato. Com as outras pessoas é fato. Fato. Daqui a pouco você escreve um livro, uma trajetória que você fez. Daqui a pouco você começa a palestrar nos eventos. Isso vai ser muito bom. Isso vai fortalecer a tua marca pessoal. Vai fortalecer ainda mais a Léo.

Sim. Porque você lidera mais um rosto liderando a Léo. As pessoas vão conhecer mais a Léo. Você vai trazer mais clientes pra Léo. Vai deixar os clientes que já são satisfeitos mais satisfeitos ainda, conhecendo a história da Léo. E aí você escreve, influencia, inspira, ajuda. O Brasil é empreendedor pra caramba. O Brasil é muito empreendedor. E gosta de histórias inspiradoras de pessoas como você, que veio para ver a Rú. Rú. E aí

Começou de baixo, cresceu, que a sócia, que estava como se eu passo bastão, sucessão, por um executivo. Eu quero que você saiba aqui publicamente que quando você quiser, estiver pronto, você pode contar comigo. Obrigado. E você tem dois minutos.

Mas, pô, eu gosto de você, cara. Você é um cara muito legal. Muito legal. Famílias, valores parecidos. Sou do bem. É, eu, assim, não sei explicar, mas acho que desde a primeira vez, né, que a gente começou a se aproximar, gerou uma conexão. É. Foi o que você falou. É o abraço mais gostoso que eu já dei na minha vida, pessoal. Quando vocês encontraram o Nicolai por aí, fala assim, o Jorpe eu vou te dar um abraço. É gostoso.

O abraço dele é muito fofinho. Agora menos fofinho, né? É o abraço mais gostoso depois do abraço da minha esposa. E dos meus filhos. Mas é que eu... Brincadeiras à parte, eu vejo verdade no teu abraço. Que coisa curiosa, né? Eu vejo. Eu sinto.

Verdade. Sei lá. Eu não fico falando isso que eu abraço as pessoas e assim, não, mas eu sei lá, vou abraçar um abraço legal. E eu fui na tua conferência, no teu... Você foi no encontro de liderança primeiro, depois você foi no encontro de vendas. Eu amei. É. Eu amei.

E fora os lugares que eu já fui, e tinha uma galera da Léo. Ó, só da Léo, hein? Ó, só da Léo, hein? Nos eventos da Trinca, né? Ó, só da Léo, hein? Ó, só da Léo. Então, gente, um beijo pra vocês. Vocês são muito queridos. Dá pra ver que eles gostam, que eles têm orgulho, que eles são engajados. Vai com a camisetinha verde. Afinal do ano, a gente fez o Encontro Liderança aqui, né? Exato. É, que foi muito legal. Trazemos todo mundo aqui pra conhecer.

O pessoal gostou? Muito. É? Muito mesmo. Cara, muito bom. Você topa tomar um cafezinho comigo agora? Claro.

Café. Café. Eu criei um quadro que se chama Café com Conselho. Significa Café com Conselho. O Nicolai vai tomar um cafezinho com alguém. O café é um pretexto. Você quer pedir um conselho. E eu quero saber, que conselho é esse que você vai pedir? Para quem...

E qual resposta você acredita que você receberia? Conselho para quem que resposta receberia? Sabia que teria esse momento aqui. Se preparou. E aí na hora tem que pensar, né? Você sabe que por mais que eu vá pensando, pensando, e o que perguntar e para quem perguntar, eu vim refletindo no caminho hoje. Poxa.

E hoje, diante do momento que eu estou, e por toda a minha trajetória, porque a minha trajetória não foi uma trajetória só de sucesso, eu tive também muitos momentos difíceis que eu passei, diversas fases mais turbulentas, e que eu entendo que foram necessárias até para me tornar a pessoa que eu sou hoje, para eu ter conseguido chegar onde eu cheguei. Tem coisas naquele momento que você não entende o que você está passando. Sim.

Mas depois, com o passar do tempo, você vê que fez todo o sentido, que naquele momento era necessário para você ter um aprendizado, para você seguir adiante. Então, hoje que eu vejo que as coisas estão dando muito certo, que eu estou numa fase boa da vida, e relembrando toda a minha trajetória durante todo esse período, acho que eu tive muito apoio da minha mãe.

Porque minha mãe lá atrás, quando meu pai faleceu, ela poderia ter desistido do negócio e ela não desistiu. Teu pai faleceu do quê? Acidente de carro. Você tinha 16 anos? É, faleceu meu pai, meus avós e duas tias. Uau, cara. Putz. Então, foi um momento muito difícil e que minha mãe...

ela poderia ter desistido, então eu vejo que a primeira pessoa que acreditou em mim foi a minha mãe. Então, por isso eu faço questão de falar, mas também uma pessoa que, por mais que não estivesse mais presente, eu sempre tive a figura muito do meu pai presente, mesmo eu não podendo me aconselhar com ele, mas era sempre uma...

uma inspiração. E hoje, vendo todo esse momento meu, eu perguntaria para ele. Diante de tudo isso, o que eu tenho que ficar atento? Onde que eu não posso cair e falhar? Onde pode ter as pegadinhas? Onde que eu posso errar? Qual o momento que eu tenho que ficar?

de alerta, estado de alerta, para que realmente eu tenha sucesso, continue tendo todo esse momento que eu estou vivendo agora. O que você acha que ele te responderia? Olha, conhecendo ele, com certeza, o conselho que ele me daria é para ter muito cuidado.

com quem eu vou começar a viver, com quem eu vou andar. Sim. Então, acho que... E até uma reflexão que eu tenho feito até com a Thaís, a gente estava falando um pouco disso no final de semana, que faz sentido para a gente. Quais as pessoas que a gente quer estar junto, que ambiente que a gente quer estar, o que a gente quer fazer para a gente, de fato...

ter garantido que o nosso núcleo familiar, a nossa família seja preservada. Porque isso é o mais importante. Porque o sucesso, eu acho que a gente luta para ele ser perene, mas ele pode acontecer hoje, pode não acontecer amanhã, a intensidade que a gente tem hoje, mas as pessoas que estão com a gente sempre são a nossa família. São as pessoas. Também eu falei da minha mãe, mas também tem os meus irmãos, apesar que eram muito novos.

Nem sempre foram pessoas que apoiaram, que... E mesmo momentos difíceis que estavam do meu lado, então... Acho que a família é o nosso principal porto seguro. É, isso aí. Falou de família me quebra, meu irmão. É. Falou de pai...

É, não é fácil, né? Sei também da conexão que você tinha com o seu, tudo que você já falou comigo, o quanto que ele era importante pra você, então... Eu tenho certeza que se meu pai estivesse vivo, a internet inteira ia gostar dele. E eu posso falar o mesmo do meu, viu? É, né? A galera ia gostar do teu pai, né? Cara, meu pai era um cara muito querido. Até que mesmo hoje, né? Ele faleceu tem... Vou fazer 26 anos agora, esse ano, né? E mesmo assim, em todo lugar que eu vou...

Tem cliente que fala do meu pai até hoje. Quando eu vou em BH, encontro com algum, ela fala, pô, seu pai era muito gente boa, gostava muito do seu pai. Que coisa, né? E a gente é isso, né? A gente é a marca que a gente deixa nas pessoas. Então, ele de fato conseguiu isso e eu tenho muito orgulho disso. Eu queria até conhecer teu pai. Tua mãe tá viva? Minha mãe tá.

Qual o nome dela? Bader. Bader? É. Ela escuta o JJ, será? Cara, ela te conhece. Ela me conhece? Ela te conhece, te conhece. Bader. É. Dona Bader. Um beijo pra senhora. Eu quero te conhecer. Ela vai assistir o podcast assim do filhão, toda orgulhosa. Com certeza. Do filhão, toda orgulhosa. Ai, meu Deus do céu.

É muito bom isso. Tem tanta história boa no Brasil, no mundo de pessoas, de homens e mulheres que passaram por tanta coisa, né? Olha aí, tua mãe, você tinha 16 anos, teus irmãos tinham quantos anos? Meu irmão do meio tinha 11 e meu mais novo tinha 9. E ela segurou? Minha mãe tinha 40 anos, minha mãe ficou vivo com 40 anos. 40 anos. Segurou três filhos, 40 anos.

Ela poderia, né? No dia mesmo que aconteceu tudo isso, o meu avô materno, né? Ele tinha uma condição financeira boa, não era rico, milionário, mas tinha uma condição financeira boa. Sim. E ele chegou para mim, para minha mãe e falou, se vocês quiserem, pode largar os negócios em Belo Horizonte, pode vir morar na minha casa. O seguro. O seguro e tudo.

E quando meu pai faleceu, faltava um mês para a gente inaugurar a loja de Juiz de Fora. E onde eu até citei aqui que eu tenho os meus primos lá, Letícia e Maurício, que são meus sócios desde essa época. Já era um sonho com meu pai de abrir essa loja em sociedade com meu pai.

E no dia, a Letícia falou bem assim, agora acabou tudo, né? Não vai ter mais loja, não vai ter mais nada. E a minha mãe falou, não, meu pai chamava José Jerônimo, conhecido como Zé, o Zé não sonhava sozinho, a gente sonhava junto, tudo o que a gente planejou continua. E assim continuou. Nicolai Mariano, o senhor tem que escrever. Ah, tem.

Manda aí mensagem pro pessoal. Você não tem que escrever? Bota aí. Tem que escrever, cara. Putz grila, meu. Não, mais que escrever, tem que falar. Falar falado, falar em texto, falar na conversa, falar liderando. Mas que você já fala liderando pra além da Léo.

Sempre acontece umas coisas dessas no meu podcast, né? A gente começa por um caminho, de repente... Vai pro outro. Eu vou pra outro. Eu vou pra outro. Já quero conhecer Dona Bader. Vai conhecer. Vou conhecer. Quando ela vier em São Paulo, vou falar com você. Vou trazer ela aqui na Jota pra te conhecer. Traz. Traz mesmo? Trago. Olha lá, hein, Nicolai. Não, real. Tô falando real. Sério, sério? Então tá bom. Quero dar um beijo nela. É porque eu quero conhecer uma mulher e entender o que fez isso.

Porque é o seguinte, quando você me conta, eu vou. Eu vou até você ter 16. E eu não senti o que você sentiu, não vi o que você viu, mas eu fico simulando na minha cabeça, entendeu? O que eu fico imaginando, sabe o que é, Ju? Hoje eu olho para trás e eu falo bem assim, cara, o que a minha mãe viu, eu com 16 anos?

para me dar uma responsabilidade onde eu tocava a área de compras, a área de vendas, daí ela fica cuidado do financeiro. Então, com 16 anos, eu fiz a primeira viagem para Curitiba sozinho, porque naquela época vendia muita lâmina de madeira. Hoje, o que a gente vê de MDF, esses desenhos maravilhosos, que a gente tem uma perfeição, antigamente não existia isso. Antigamente era a lâmina de madeira colada no compensado, que dava esse mesmo efeito que a gente tem aqui hoje.

E era um produto natural, você tinha que ir lá escolher. Então tinha que viajar. E geralmente o polo pra isso era Curitiba e eu ia pra Curitiba. Imagina a primeira vez eu viajando com 16 anos pra fazer isso. Então eu fico olhando pra trás e falo, poxa, hoje eu olho um monte de menino de 16 anos. Pouco.

Como é que minha mãe... Não sabia nem fazer a senha de nada, né, meu? Mas uma coisa que me ajudou muito, porque desde os 14 anos eu ia para a empresa, né? Então eu fazia serviço de office boy, ou estava no caixa, ou estava na expedição, ou estava ajudando a atender cliente. Então, querendo ou querendo, não foi assim também. Ah, eu fui para lá, caí de paraquedas e não tinha nenhum conhecimento. Acabou que esses dois anos aí que eu convivi mais próximo...

Com o meu pai ali, estudava de manhã, ia para a empresa à tarde. E também me deu condições de estar assumindo esse desafio. E não foi fácil, mas... Não foi? Não. E tu deu conta? Tua esposa está aqui, ela está assistindo aqui o J. J.J. Qual é a primeira palavra que vem à tua cabeça quando você pensa na tua esposa? Parceria.

A gente começou a namorar muito novo, né? Logo depois do falecimento do meu pai, eu tinha 17 para 18 anos, eu conhecia a Thaís. No primeiro momento a gente não namorou, se conheceu, passou um ano, ela morava na Bahia, veio para Belo Horizonte, tinha uma tia que era amiga nossa, então acabou que a gente se conheceu por conta disso.

E um ano depois ela voltou para fazer vestibular e nesse momento que ela voltou a fazer vestibular a gente começou a sair mais, começou a estar junto e aí depois não largamos mais. Estamos até hoje juntos aí. Nessa trajetória aí. Parceria. É isso aí, parceria. Os filhos de vocês têm quantos anos?

A gente teve três filhos. O primeiro filho foi o Pedro, que acabou nascendo prematuro extremo, acabou não sobrevivendo. E tem a Sté, que tem 11 anos, que fazia 11 anos agora em julho. Uma menina linda.

super espontânea, queria já, queria vir aqui, queria gravar e tudo. O sonho dela é ser atriz. Ih, cara. É. Hoje já começou, já. Vai arrebentar a boca do balão. Então ela mesmo queria já, hoje de manhã, estava falando que ela queria gravar um vídeo para a Léo, e falando da Léo e tudo. Então ela é super espontânea e gosta disso. E tem o José Pedro, de sete anos, que também é um molecão que está aí também, super...

saudável e também dá muitas alegrias pra gente. Fechou a fábrica? Fechou a fábrica. Thaisa, fechou? Você entendeu? A gente não decide. Você falou que fechou, ela falou que queria mais um. Você sabe o que vai acontecer. Mas sabe o que eu fiz? Sabe o que vai acontecer. Não, mas sabe o que eu fiz? Porque assim, quando ela estava grávida do José Pedro, e aí a gente até cogitava ainda ter o terceiro e tudo, né? Vinha ainda na conversa, só que ainda...

Sem grandes definições. Depois o José Pedro nasceu, e aí ela falou, realmente agora terminou, vamos ter mais um, né? E aí depois que o José Pedro fez dois anos, três anos, ela começou a voltar no assunto. Aí eu fui, corri e fiz vasectomia. Aí eu falei... Eu falei, não vou correr esse risco. Falei... Igual minha esposa. Nosso filho mais velho, seis. Do meio, quatro. O mais novo, três anos.

Quando meu filho mais novo estava com um ano e oito, um ano e dez, a Larissa, meu bem, eu queria tanto ter um outro bebê. Eu falei, mas a gente já tem, ele tem um ano e oito, ele é um bebê. Ah, então tá bom. Aí ele está com três aninhos, três e quatro meses. Eu já fechei a fábrica. Ela, ai, mas...

Daqui a um aninho a gente podia pensar em ter mais um. E não sei o quê. E não sei o quê lá. Falei, meu Deus do céu. Aí a minha sobrinha acabou de fazer um aninho, né? Que eu e a Lala, a gente padrinho e madrinha. Um aninho, Maria Luísa. Aí peguei ela no colo, semana passada. Um aninho. Aí eu falo, hum.

pequenininho assim. Aí um dia desse eu fui palestrar em Portugal, aí um casal de portugueses. Aí, Joel, tira uma foto com meu filhinho de um ano. Aí peguei no colo. Fiquei... Aí dá uma saudade. Mas passa mais rápido, entendeu? Mas a Larissa ela tá com essa vontade de ter mais um baby. Bom, se ela quiser...

Eu topo também. Eu topo. Aí tem um amigo meu, mas você tem que ter uma menina. Eu falei, mas eu tô tentando, mas eu vi os três moleques, eu vou fazer o quê? Tô tentando uma menina, né? Imagina se Deus me manda uma menina no finalzinho. Ai, meu Deus. É menina, menina é outra coisa. É outra coisa, né? Manda em tudo, domina a situação. É, cara. Ela com 11 anos, quase 11 anos agora, ela...

Já tem opinião, já sabe, quer mandar e quer fazer. Não é fácil, não. O Zé Pedro é mais fácil. O menino é muito mais fácil. É mais fácil, moleque? Nossa senhora, cara. É muito bom. Que bom, né? Parceria. Quando você pensa em foco, quem é a primeira pessoa que vem na sua cabeça? Joel Jota. É mesmo? Por quê?

Cara, você é um cara muito determinado. Todas as vezes que a gente conversou, em todas as palestras que eu assisti, todas as interações que eu vi você dentro do Clex, ou seja, no Influência, sempre foi direcionando a turma. E acho que isso é o histórico de atleta, para você ter foco, disciplina, com o resultado que você alcançou. No tempo que você alcançou, é só com muito foco, determinação, paixão, vontade, que realmente...

Você consegue. Então, pra mim é uma inspiração. Você vai ficar agora colado comigo. A primeira dama permitiu. Ela me deu a benção. Depois não pode reclamar, né? Não pode reclamar. Quando você pensa na sua mãe, qual é a primeira palavra que vem? Força. No seu pai.

Cara, no meu pai, altruísmo. Meu pai era um cara muito bom, um coração enorme. Na sua filha, qual é a primeira palavra que vem? A filha... Ela é... Determinada. É? É. E no teu filho?

Meu filho, ele é mais quietinho, mais na dele, mas é um garoto super inteligente. Muito inteligente. E quando você pensa em Léo Madeiras, a empresa, qual a primeira coisa que vem na sua cabeça? Paixão. Paixão. Olha que coisa boa. Paixão. Uma paixão de 17 anos, né?

Paixão minha de 17 anos e de muita gente que está lá. Então, se você perguntar para todo mundo, é uma característica muito comum nas pessoas. Qual funcionário mais antigo da Léo? Quantos anos tem de empresa o mais antigo? Se eu não me engano, é o seu Manuel, que trabalha no CD, tem 36 anos de casa. Na vida, a vida inteira. E se você for na... Aquele que rodou com a gente no carrinho, que estava pilotando o carrinho. Eu, seu Manuel. Seu Manuel. É.

36 anos de casa. 36. É aquilo, vai ficar até o fim. Patrimônio. Patrimônio. É uma empresa que é um patrimônio mesmo. É um patrimônio não só dela por si, mas como do Brasil, porque empresas com 83 anos são raras. De repente, eu não sei se você já pesquisou quantas empresas no Brasil têm 80 anos ou mais. Seria legal saber isso. Sim.

Alguém pode? Puxa aí no chat de PT. Procura uma resposta segura. Quantas empresas tem de 80 anos ou mais no Brasil? Num universo que dentre esses 80 anos ou mais, quantas abriram e fecharam? Então, assim, um universo muito grande. Muito grande. Muito grande.

Ô Nico, gostou do papo? Muito. Eu conheci um pouco mais você. E isso é importante pra mim. Você tá perto? Às vezes vai ficar muito mais perto. Antes de eu te fazer a última pergunta, deixa aqui Instagram, site, como te achar, como achar Léo, fala mais da Léo, tudo aquilo que as pessoas podem saber da Léo que você quer deixar de mensagem pra galera.

a minha rede social é o Instagram nicolai.mariano

é a Daléo, né? Arroba Leomadeiras. Então, lá tem, independente se você é marceneiro ou não, né? Robista, quem gosta de móvel, que está procurando inspiração para fazer a sua casa, reformar, tem bastante conteúdo direcionado para isso. Sim. Hoje, acho que tem Facebook, tem Instagram, tem TikTok, YouTube, mas acho que hoje o canal mais usado é o Insta mesmo. É o Insta. Então, é onde a gente está lá e...

O Instagram é o segundo aplicativo mais baixado do brasileiro. Eu não sabia. O primeiro é o WhatsApp. O segundo é o Instagram. Não é banco, nem aplicativo de comida, nem aplicativo de transporte, sei lá, Uber. O segundo é Instagram. É forte, cara. É muito forte. Hã?

menos de 1% das empresas no Brasil tem mais de 80 anos. Menos de 1%. A Léo Madeiras faz parte do menos de 1%. É por esse motivo também que falar sobre isso é importante. Depois eu vou te dar um livro de presente. A gente escreveu um livro de 80 anos a Léo. Ah, eu quero. Vou te presentear depois. Quero. Com a história, com tudo. Com o legado. Ah, eu quero ler. Quero super.

Está vendo ou não? Não, não, vou te dar de presente. A gente tem lá, não com o objetivo de vender, mas muito com presentear as pessoas, os clientes. Uma edição única, só interna, só para a gente realmente presentear as pessoas. Quero. Quero. Nico, última pergunta do JJ, faço para todo mundo, você vai receber também. A pergunta é a pergunta de Outdoor.

Se o Nicolai pudesse mandar uma mensagem para 8 bilhões de pessoas, essa mensagem vai chegar direta e reta, curta e grossa, no alvo. Vai chegar para essas 8 bilhões de pessoas em todos os lugares que elas acessam mensagem. TV, rádio, outdoor. Vai chegar. Elas vão ler. Que mensagem seria essa?

Independente do momento que você esteja vivendo, nunca desista. Com foco, fé, força, de alguma maneira você chega lá. Se tiver persistência, tiver muita fé, de alguma maneira, no final você chega lá. Forte.

Simples e forte. Direto e reto. Nunca desista. Irmão, foi um prazer conversar com você. Obrigado. Um beijo pela tua história. Um beijo na sua mãe maravilhosa. Um beijo na sua família. Adorei conhecer a esposa. Obrigado por terem vindo. Algumas pessoas aqui atrás, senhores, do time da Léo Madeiras também. Um beijo grande pra todos da Léo. Obrigado pela parceria que vai continuar. Um monte de projeto que eu crio. Eu gosto de criar.

Eu coloco o Nicolai na confusão. O time inteiro na confusão o dia inteiro. E conheçam.

A Léo manda mensagem para o Nico. E obrigado pela audiência de todos vocês no JJ Podcast. Um beijo. A gente se vê no próximo episódio. Valeu. Tchau.

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