Como CONSTRUIR um NEGÓCIO de R$2 BILHÕES do Zero (LEONARDO REZENDE) | Jota Jota Podcast #276
Neste episódio do Jota Jota Podcast, Joel Jota recebe Leonardo Rezende, CEO da Renova e da Nutri, empresário com mais de 25 anos de mercado e responsável por um ecossistema que projeta R$2 bilhões de faturamento em 2026, para uma conversa sobre negócios, resiliência e o que realmente separa quem cresce de quem some.
O que você vai descobrir neste episódio:
◼️ Como a Renova conquistou 50% do mercado brasileiro de ácido hialurônico
◼️ A jogada que trouxe o maior avião do mundo ao Brasil durante a pandemia
◼️ O número que todo CEO precisa olhar todos os dias
◼️ Como democratizar um produto e ainda liderar o mercado
◼️ O que fazer quando crescer começa a custar mais do que render
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🎙️ Host: Joel Jota
🗣️ Convidado: Leonardo Rezende
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- Gestão e LiderançaA importância da resiliência e do trabalho árduo · Superar desafios e a mentalidade de crescimento · A vida real versus a vida de Instagram · A importância do lucro líquido sobre o faturamento · Liderança e gestão de equipes
- Bilionarios e CapitalismoEcossistema de empresas e faturamento projetado · Liderança em ácido hialurônico e bioestimuladores · Estratégias de crescimento e resiliência · Democratização de produtos de beleza e estética · O papel da família na jornada empreendedora
- Trajetória de vida e origemInfluência da mãe e dos irmãos na formação · Primeiras experiências de trabalho e empreendedorismo · Superação de adversidades e doenças · A importância da família e dos relacionamentos
- Ambiente de TrabalhoDesonestidade e assédio sexual como inegociáveis · Admiração por colaboradores que demonstram senso de dono · A importância da disciplina e transparência radical
- Impacto da PandemiaTrazendo o avião Antonov com máscaras N95 · Importação de testes rápidos e medicamentos de intubação · Campanha 'Ponte com a Renova' para profissionais · Doações para a sociedade brasileira
- Tecnologia e InovacaoRenova Tech e equipamentos de alta tecnologia · Modelo de assinatura e custo-benefício · Assistência técnica e troca de equipamentos · Democratização do uso de tecnologias estéticas
- Futuro da globalizaçãoExpansão da Renova para todos os países · Projeto de entrada no mercado americano · Modelo de expansão via distribuição e venda direta
- Relacionamentos FamiliaresO papel da mãe como mentora e exemplo · A esposa como parceira e conselheira · A relação com as filhas e o desejo de união familiar · O impacto de uma família forte em momentos difíceis
Por natureza é difícil você empreender nesse país. É culpa da eleição, é culpa da Copa do Mundo, o meu negócio está ruim por isso, por aquilo. Se o seu negócio não está dando resultado, você vai ter que mudar. Mudar é para você pôr culpa em tudo.
Ele é CEO da Renova e essa marca consolidou como líder em ácido e alurônico. Mais de 25 anos de experiência no mercado de saúde, higiene, proteção e estética. Fundador da Nutriex, empresa que é referência hoje no Brasil em cuidado com a saúde. Lidera um ecossistema que em 2024 faturou um pouco mais de um bilhão. E hoje ele está no JJ Podcast pela primeira vez e é o segundo podcast da vida dele. Receba no JJ Podcast, Leonardo Rezende.
Qual que foi a opinião que você mudou nos últimos 12 meses? Qual que é o grande problema que eu acho de alguns CEOs? A prepotência e a arrogância, de achar que ele tem que estar certo sempre. E aí, para defender a tese dele, ele afunda uma companhia, porque não sabe escutar.
Como que você enxerga esse mercado? É acessível a qual classe social? Qual empresa hoje, no mundo de estética, consegue fazer que o paciente fique feliz da classe A, da classe B, da classe C, utilizando o mesmo produto, a mesma marca?
O que você fez na época da pandemia? A gente foi a companhia que trouxe o avião Antonov e foi a única empresa no mundo que colocou o produto que todos mais precisavam dentro do avião maior do mundo de carga disponível e trouxe para o Brasil. Foi uma vitória do empreendedorismo brasileiro. As coisas boas que acontecem na minha vida foi o que minha mãe contribuiu e o que eu tenho em casa.
da minha esposa e das minhas filhas. E isso é muito bonito.
Inovar é enxergar possibilidades onde a maioria ainda vê limites. Senhoras e senhores do JJ Podcast, podcast com plateia, aquele podcast que eu trago um convidado e a gente traz convidados do convidado. E neste episódio de hoje é uma pessoa que tem um resultado incrível, conhecia a história, conhecia a esposa, a gente teve um tempo de qualidade juntos, eu já conheço a marca, mas eu não conhecia... Então...
a história dele. A gente vai conhecer um pouco mais a história dele no dia de hoje. Então, eu estou aqui com o meu mini currículo, porque o currículo dele é extenso. Eu vou te falar algumas coisas da pessoa, do convidado que está aqui. Ele é CEO da Renova e da Nutriex. E ele é também conselheiro da Belfar e acionista da Não Mais Pelo.
Mais de 25 anos de experiência no mercado de saúde, higiene, proteção e estética. Fundador da Nutriex lá em 2000, empresa que é referência hoje no Brasil em proteção e cuidado com a saúde, com atuação em momentos críticos no Brasil, como o Zika, vírus, Olimpíadas, do Rio e no Covid, que aconteceu no mundo todo. E ele me contou um pouco dessa história, vou pedir para ele ir mais fundo também. Criador da Renova em 2008.
E essa marca consolidou como líder em ácido hialurônico no Brasil e está presente em 23 países. Lidera um ecossistema que em 2024 faturou um pouco mais de um bilhão e projeta para 2026, dois bilhões de reais. Também uma empresa referência em Great Pays to Work, ou seja, GPTW.
Por três anos consecutivos, pessoal. E esse ecossistema que ele tem tecnologia, tem estética, skin care, bem-estar, tem uma atuação tanto no Brasil quanto fora do Brasil. É nacionalmente reconhecido e hoje ele está no JJ Podcast pela primeira vez e é o segundo podcast da vida dele, esse pod. Olha só, que privilégio. Senhoras e senhores, com a plateia, receba no JJ Podcast, Leonardo Rezende.
Ô, Léo, você não grava muito não, né? Não. Não tem muito essa prática. Mas agora, depois que você veio aqui no JJ, vai ter mais convite. E aí, você vai aceitar?
A probabilidade, sim. A probabilidade, sim. A probabilidade. Mas, poxa, obrigado pela tua presença. Você tem uma história marcante no mundo dos negócios. O teu negócio cresce. E eu quero, lógico... Aliás, pessoal, a gente vai falar sobre diversos assuntos aqui. A gente vai falar sobre negócio, família, de tudo que a gente sempre fala. Mas eu já quero começar forte.
Você tem várias empresas, você é sócio, algumas você comprou, outras você criou. Qual que é o tamanho do teu negócio hoje? Grandes números, os números que você pode revelar, que você sente confortável em revelar, que provoca um orgulho e que também não é mistério para ninguém. Só para a turma aqui, tanto da plateia quanto a turma que escuta a JJ Podcast, ter a dimensão hoje do teu negócio. Somando todo o nosso ecossistema de empresas,
e todas, de alguma maneira, são interligadas, hoje a gente passa de mais de 2 mil colaboradores e a gente, com certeza, sem dúvida nenhuma, esse ano a gente atinge um número acima de 2 bi de faturamento. Ou seja, no momento que a gente grava aqui hoje, você está no pace, no ritmo... Sim.
Está dentro, não é uma ilusão. Não, a gente já fez o cálculo do primeiro trimestre, já tem números, e a tendência é que a gente alcance esse número não com facilidade, mas com certeza a gente vai alcançar.
Léo, a Renova hoje ocupa quantos por cento de market share no mercado brasileiro? Hoje, em ácido lurônico, em bioestimulador, a Renova é dona de 50% do mercado. 50% do mercado. Só o que o mercado tem é o que a Renova efetivamente vende a outra metade. Uou. Há quanto tempo esse resultado?
Eu acredito, a base de informação nossa, a gente pega todos os anos, é baseado em tudo que se importa no país. E a gente faz uma soma, é um programa da Receita Federal, que a gente consulta e vai fazendo as interligações da informação.
E juntando essas informações, a gente já vem avaliando isso desde 2015. Então, em 2014, 2015, a gente já era terceira do mercado em volume. Em 2019, a gente já era líder do mercado em volume. E em 2025, 2026, a gente consequentemente consolidou e é dono de 50% do mercado brasileiro hoje.
Qual é o fator principal para esse sucesso? Foi as experiências geradas no passado. De aprendizado, de erro, essa construção com o decorrer do tempo. A gente vai evoluindo. Olha, isso aqui deu certo, a gente replica. Isso aqui não deu certo, para e muda.
E, com certeza, sem dúvida nenhuma, com muita resiliência. Qualquer negócio para dar certo, você tem que ter alguns pilares. E para mim, um dos pilares necessários chama-se resiliência. E não quer dizer que todo ano vai ser perfeito, todo ano vai ser bom. Mas você tem que acreditar que o próximo ano vai ser melhor. Resiliência, resiliência. E, sem dúvida nenhuma, trabalho. Hoje o mercado de estética...
Está pungente, está forte. Eu conheço algumas pessoas, algumas várias pessoas que estão nesse mercado, esse mercado cresce, elas colocam energia, esse mercado dá resultado, tanto o profissional quanto algumas marcas que possuem tecnologia e assim por diante. Como que você enxerga esse mercado nos próximos cinco anos do ponto de vista? Oportunidades que você enxerga, tá?
e vou chamar aqui de dificuldades barra desafios. E esses desafios, Léo, que você enxerga, dá para também emprestar sua visão para qualquer segmento, não só para o segmento que você está inserido, mas é um segmento...
Mas para todo segmento que o empreendedor deveria olhar também e observar. Olha, eu tenho esse desafio aqui, mas esse é um desafio que todos os segmentos pegam. Mas também se você puder falar um especificamente do seu segmento, são as oportunidades e os desafios.
Vamos lá, oportunidade na área da estética. É um mercado que todo ano cresce. Todo ano cresce. A turma avalia em torno de 10% a 12% de crescimento anual. E eu já penso em outros números. Que números que eu penso? Somando o que se pratica no mercado de venda de produto, a gente acredita que é tratado por ano de 4 a 5 milhões de pacientes. Tá bom.
Quando a gente tem um país com uma população de 220 milhões de habitantes, onde a classe A, B e C está apto a usar o produto, todos querem ficar bonito, todos querem ficar melhor, e a gente analisa que tem 4 a 5 e 220, há muito que se crescer. Estamos falando que é 2,5% do mercado que utiliza.
Então, a cada 1% que crescesse o mercado, nós estamos falando mais de 2 milhões de pessoas utilizando estética. Então, há uma oportunidade imensa para os próximos anos. De dificuldades. Todo mercado tem dificuldade.
Então, nós vamos ter dificuldade por causa da política, nós vamos ter dificuldade por causa da tributação, nós vamos ter dificuldade pela Copa do Mundo, por eleição, por N motivos. Todo ano tem uma dificuldade. Mas eu não entendo isso como dificuldade, porque se todo ano tem, qual é a dificuldade? É só você olhar, enxergar e saber trabalhar.
sobre o assunto, porque vai se repetir constantemente. Então, de dificuldade, não vai existir uma dificuldade maior do que a outra, porque ela já existe, a gente já está num país, por natureza é difícil você empreender nesse país. Não dá, é para você pôr culpa em tudo. É culpa da política, é culpa da tributação, é culpa da eleição, é culpa da Copa do Mundo, o meu negócio está ruim por isso, por aquilo. Eu converso muito com as pessoas, a gente só colhe o que planta.
Se você não está satisfeito com o que você está colhendo, se o seu negócio não está dando resultado, você vai ter que mudar. Porque a fórmula que você está usando não está funcionando. Então, muda. Aí você vai me perguntar, então eu mudo o quê? Eu vou te responder, não sei.
Eu não conheço o seu negócio a fundo. Quem mais conhece o seu negócio é você. Você vai ter que olhar, estudar números, estudar oportunidades e tentar enxergar diferente aquilo que você está fazendo todos os dias. E é o que eu tento empreender na minha vida também, fazer. O que eu fiz deu certo? Isso eu replico. O que eu estou fazendo que não está dando certo?
Eu paro. E, por exemplo, ontem a gente teve uma discussão muito arda sobre isso. Um assunto bem problemático da companhia, um resultado que não veio, um investimento que foi feito, e a gente discute o seguinte, vamos parar agora.
Porque não está surgindo efeito. Está virando despesa. Não adianta insistir nisso. Então vamos cortar os investimentos, vamos parar e vamos concentrar naquilo que nos está dando mais retorno. Isso aconteceu ontem, essa discussão. Então você tem que olhar todos os dias do seu negócio e reinventar. Hoje, o mercado da estética é acessível a qual classe social? Olha, a renova.
Uma das coisas que eu mais admiro na Renova de verdade, ela democratizou a beleza no Brasil.
Um dia, eu conto isso, e eu conto com muito orgulho. Uma das nossas embaixadoras é uma pessoa muito famosa. Nós temos cinco grandes embaixadoras famosas. E uma dessas tem um poder aquisitivo muito alto. E quando eu fui a conhecer, ela falou, olha, eu uso o Renova há mais de um ano. E o efeito que a Renova dá dando em mim é muito grande. Eu adoro o Eleva, o Renova Eleva.
tal, tal, tal. E ela falou muito bem do produto, porque ela usa o produto, ela acredita no produto. E é uma pessoa da classe A. E aí, num momento seguinte, na mesma semana, entrou uma nova profissional dentro da minha casa para trabalhar.
para cuidar de alguma parte da nossa casa. E ela não sabia quem era eu e minha esposa. E quando ela viu algumas coisas da Renova, ela comentou assim, nossa, eu estou juntando dinheiro para usar o produto da Renova.
Quando eu olhei aquilo e vi, escutei, eu falei assim, olha, qual empresa hoje no mundo de estética consegue fazer que o paciente fique feliz da classe A, da classe B, da classe C, utilizando o mesmo produto, a mesma marca? Eu acho que a Renova conseguiu algo que eu admiro muito, que é essa democratização do uso.
O que faz a diferença é o profissional que vai aplicar e a quantidade de produto, mas o produto é igual, tanto aqui como aqui. Então eu acho que a Renova conquistou algo que poucas companhias conquistam no mercado. Essa sua cabeça de acessibilidade está disponível para todo mundo. É uma cabeça estratégica?
É assim que você pensa? Uma vantagem tua? Ou algo que você tem no seu coração e aconteceu? Ou não? Eu quero que ela seja desse jeito, ela é desenhada para ser desse jeito, tanto de produto, tanto de forma de pagamento, quanto de preço, quanto de...
de canais de distribuição, e se você considera isso também um dos teus diferenciais? Eu acredito veemente nisso, nesse modelo de negócio da Renova. Para tanto, a gente lançou uma nova divisão agora, que é a Renova Tech. Renova Tech. São equipamentos de alta tecnologia, desenvolvidos com o que é a mais de moderno no mundo, e que custa a metade do que o mercado cobra, uma entrega de eficiência muito maior no mercado.
Modelo completamente disruptivo do que tem no mercado. Então, não é só da boca para fora. A empresa, e eu, acredita veemente nesse modelo de negócio. De viabilizar para que o injetor tenha acesso ao melhor produto que há no mundo, com o melhor custo-benefício. Consequentemente, vai ter uma satisfação muito maior do paciente.
Aquele paciente que tem um poder aquisitivo maior, ele vai usar mais sessões, vai usar mais produto, e aquele que tem menos, ele vai continuar também. Ele também vai ter direito a acesso a isso. Ele vai usar o produto também e vai ficar bonito também como o outro. Então, a Renova cumpre um papel muito importante nesse mercado de estética. É o que eu falei, a democratização da beleza. Democratização da beleza.
Você é uma pessoa que pensa desse jeito de democratização? Porque eu fiquei algumas horas com você antes da gente gravar, e você me contou o que você fez na época da pandemia. Essa é uma história que passa muito pela NutriX. Basicamente, eu conto muito rápido três pontos.
Quatro pontos muito fortes na pandemia. Só para explicar para a turma, a Nutriex é uma outra empresa. Isso, são CNPJs diferentes. Que faz o que especificamente? São modelos completamente diferentes. A Nutriex é uma empresa especializada em produção de protetor solar e repelência. Tá bom. A Nutriex hoje é a maior companhia do país em licenciamento infantil. Então nós somos parceiros da Disney, da Universal.
Quando você vai numa farmácia, no supermercado, tem um frasquinho de shampoo infantil 3D, a probabilidade de ser um produto da Nutri-Ex é muito grande. A Nutri-Ex foi a fornecedora de protetor solar e epelência para a Olimpíada do Rio 2016.
E outra referência é que nós fornecemos todo o repelente. Foram 2 bilhões de horas de proteção. Quando foi adquirido, naquela época do Zika vírus, a Nutri-X efetuou essa produção, essa venda e entregou para o governo, que entregou para todas as grávidas, mais de 2 bilhões de horas de proteção.
Então algumas referências da Nutriex. Ela é líder no mercado de EPI de cremes no país. Ela ganhou no ano passado como a marca Top of Mind, a primeira marca desse segmento. É extremamente conhecido. Das mil maiores empresas hoje no país, provavelmente 700 utilizam o produto da Nutriex. Então a Nutriex é forte no tratamento.
É hospitalar também, nós temos um produto que é líder de mercado para tratamento de ferida, que chama DermaEx. Então ela tem uma fortaleza no mercado hospitalar, no mercado de EPI e no mercado de marcas. E a gente vende para farmácia e supermercado, que são os produtos licenciados. Basicamente a Nutriex está dentro desse mundo. E no período da pandemia...
A Nutriex, junto, e Nutriex está falando eu e mais os colaboradores envolvidos no processo, a gente foi a companhia que trouxe o avião Antonov para o país. E naquele período, 2020, abril, bem no comecinho de abril, foi um avião maior do mundo de cargas disponível, uma empresa brasileira.
encheu com o produto mais disputado no mundo naquela época, colocou dentro desse avião e trouxe para o país. E eu brinco muito, foi uma vitória do povo brasileiro, do empreendedorismo brasileiro, porque a gente disputou um europeu.
e na época o euro 6 para 1, o dólar 5 para 1, e uma empresa brasileira venceu os americanos, uma empresa brasileira venceu os europeus, e foi a única empresa no mundo que colocou o produto que todos mais precisavam, que era a máscara N95, dentro do avião maior do mundo de carga disponível, e trouxe para o Brasil. É uma vitória.
É um exemplo e eu admiro todas as pessoas que trabalharam nesse projeto. Foi um projeto encabeçado por mim, mas houve a contribuição de muitas pessoas para que isso desse certo. E o segundo projeto da pandemia que nós fizemos, num período, nós fomos o maior importador de teste rápido.
Mas o que eu mais admiro mesmo que a Nutri-Ex fez foi, se vocês recordarem, em 2021, houve aquele surto do Covid, onde as pessoas morreram por falta de medicamento de intubação. Naquele período específico, a Nutri-Ex foi a empresa que mais importou medicamento de intubação, Propofol, Rocurônio. Então a Nutri-Ex, de uma maneira direta, contribuiu muito para o país na pandemia.
Do outro lado, a Renova também contribuiu. Renova, em meados de maio, a gente lançou uma campanha, maio de 2020, onde estava tudo parado, ninguém estava movimentando as clínicas fechadas. A gente lançou um programa que chamava assim, Ponte com a Renova. O que era o contexto desse programa? Você imagina um injetor sem faturar, metade de março, mês de abril inteiro.
E aquilo é a sobrevivência dele. É o que garante ele sobreviver. A Nova fez uma campanha que era o modelo. Tudo que você comprar, você vai ganhar 50% de bonificação. Então, como exemplo, se você comprar 10 mil reais, você vai ganhar 5 mil reais de bonificação. E esses 10 mil você vai poder nos pagar em 10 vezes de mil reais.
Nesse mês de maio, a Renova fomentou o mercado de estética no Brasil. E quando você faz uma coisa boa, coisas boas você recebe. Foi o maior mês de faturamento da história da Renova até então, naquele período.
E a gente ainda colheu fruto disso, porque junho foi o maior mês, julho e assim por diante, todos os meses foram melhor do que o outro em crescimento de faturamento. E o que também nos deixa muito honrado é que nesse período da pandemia...
A Renova, junto com a Nutriex, ela doou 30 milhões de reais para a sociedade brasileira, para a população, através de dinheiro, comida, produto. Então, a gente fez um trabalho social também muito grande, as duas companhias. Então, é uma história onde duas companhias se uniram, são diferentes, as companhias, modelos de negócio diferentes, clientes diferentes, administração diferente, mas se uniram para fazer o bem.
E fizeram muito bem feito. Vocês lembram dessa época aí? Lembra? Quem já estava lá na Renova nessa época? Olha lá. Tem uma turma que atravessou isso com você. Sim, sim. Tem uma turma que atravessou isso com você. Vira a câmera aqui para a turma saber. Mostra aqui, Thiago. Levanta a mão quem faz parte do time da Renova, quem é colaborador da empresa. Olha aí. Quem é o colaborador mais antigo aí?
Vamos ver se você... Lá atrás é você? Mais antigo é você? Ah, tá o Tony, ganhou. Tony, Tony, quantos anos de empresa? 14? Tony, o Valberto... 14. 14 anos de empresa. Cadê o Roberto? O Roberto tem quantos anos? 13. Que legal. Tem história. Tem história, né? Muitas. Muita história. Por falar em história, como é que começou a Renova?
Por que você montou a Renova? Conta um pouco da tua história. Você como um empresário, depois como marido, pai de três filhas. Conta um pouco da história para a turma aqui do JJ, te conhecer um pouco mais. Pergunta. A história a partir do empreendedorismo é o que me levou ao empreendedorismo. Vamos ao que levou? Vamos lá. Para a gente entender o motivo? A gente fala hoje, o mundo é muito mentoria.
E a maior mentora e a grande mentora da minha vida foi minha mãe. Eu tinha meus 12, 13 anos. Minha mãe, eu ia para a fazenda dela e ela falava assim, meu filho, hoje é época de manga. Vai lá, pega as melhores mangas, põe numa cesta bonita, leva para a cidade para vender. Quando a gente voltar, você vende para os vizinhos. Época de laranja, época de limão e assim por diante.
Meu filho, quanto você juntou de dinheiro aí? Ah, mãe, juntei 100 reais. Nasceu um bezerro ali agora e eu vou te vender por 100 reais. Me dá o dinheiro. E era firme. Firme. E assim eu fui construindo esse modelo. Com 14, 15 anos, me chamaram para trabalhar de office boy. Mãe, eu posso trabalhar de office boy? Pode, meu filho. Você estuda de manhã e à tarde você trabalha de office boy.
Mãe, me chamaram para trabalhar como caixa na loja, no shopping. A nossa vizinha aqui, ela precisa de alguém que ela conheça, que confie, porque vai lidar com dinheiro. E ela me chamou, eu posso passar lá? Como que funciona isso? Que hora você vai trabalhar, meu filho? Não, mãe, assim, pode ir. E aí...
Outubro, novembro e dezembro eu trabalhava como caixa numa loja no shopping. E isso foram três anos, até os meus 17 anos. Então minha mãe sempre me ensinou a ter responsabilidade, a tratar o dinheiro do outro como se fosse meu, a ter princípios, a ter educação, a ter responsabilidade.
E ali eu tenho uma outra pessoa que foi muito forte na minha formação de caráter. E a gente nasce, eu tenho uma família grande, mas em especial esse irmão meu, eu falo muito a gente tem irmão de sangue. E esse irmão de sangue meu, além de ser de sangue, ele era um irmão de alma. Ele era oito anos mais velho do que eu.
Mas um cara muito honesto, muito sério, muito rígido em conceitos fortes. E ali ele foi muito forte comigo. E eu falei assim, olha, você precisa estudar. Você precisa ter estudo. Você precisa se profissionalizar. Agora não é a hora mais de você trabalhar. Você vai estudar para passar em uma faculdade.
E eu passei para uma faculdade de administração de empresa, entrei numa companhia para trabalhar com 18 anos, carregando caixa, faturando nota, tudo que eu poderia fazer dentro dessa companhia fiz.
Esse irmão meu sempre me orientando, infelizmente, ele é uma história de vida linda. Um cara que teve, com 22 anos, teve leucemia, foi o único que sobreviveu na década de 80 de leucemia, do ano dele, 88, quando ele teve leucemia, depois ele teve um tumor no cérebro.
GBM Multiforme Grau 4, não me falha a memória, e ainda sobreviveu sete anos. Tinha dado três meses, seis meses de vida para ele, e ele sobreviveu sete anos. E eu nunca vi o Murilo na minha vida reclamar de nada na vida.
nunca reclamou e esse cara falou assim, sempre me falava você tem que ter educação, você tem que ter estudo eu estudei formei, pós-graduei tem mais de 40 cursos nas minhas costas as coisas não são fáceis as pessoas acham que tudo é fácil tem que se preparar
E ali eu trabalhei numa companhia onde eu aprendi coisas. E com 23 anos eu montei a minha primeira companhia. Distribuição hospitalar, farma. Cresci em 2005, montei em 2000, 2005. Eu já era um grande distribuidor, um dos maiores do Centro-Oeste. E comecei a distribuir produto de estética, toxina butolínica.
E ali num detalhe pequeno, e foi pequeno mesmo, era um produto que custava ali na faixa de R$ 1.200, R$ 1.300, na época uma unidade, um frasco, e eu virei e falei assim, vamos colocar uma seringa de 1 ml mais um diluente.
E custa R$1,00, porque o injetor não vai ter o trabalho de comprar isso no mercado. E a gente já vai entregar isso para ele pronto. E num período muito curto, os injetores viraram e falaram assim, olha, eu quero comprar daquela empresa que me entrega já a seringa e o diluente. Então, por causa de R$1,00, a gente vendia um produto de R$1.300,00. E ali nós nos tornamos líder no Brasil em venda desse produto.
Em 2008, então daí que eu entrei na estética, eu tinha um conhecimento grande, distribuição, entrei na estética, vi a distribuição, e um dia uma pessoa virou para mim e falou assim, Léo, existiu um rompimento no mercado mundial, porque naquele período, 2008,
A tecnologia de produção de aço haleurônico não era difundida no mundo. Eram poucos players no mundo que sabiam produzir esse produto. E uma das maiores empresas de produção foi vendida. Uma empresa comprou a marca e a outra empresa comprou o Parque Fabril. E essa empresa que comprou o Parque Fabril é na Áustria. E eu conheço a pessoa lá e eu posso te apresentar.
Eu falei, você pode ir a semana que vem? Posso. Você vai comigo? Vou. Eu não sei falar inglês. Não, não. Eu falo por você. E eu fui para a Áustria, na Europa. Tentei com a família do Prince, uma família muito bem estruturada financeiramente na Europa.
E ali eu assinei o meu primeiro contrato internacional. E foi quando eu fundei a Renova na Europa, especificamente nas ilhas Jersey. Então eu produzi o produto na Áustria como marca Renova.
transferia ele para as ilhas de Ers, e de lá eu comecei a vender para Itália, França, Inglaterra, no leste europeu. Em 2011, saiu o registro no Brasil e nós lançamos o produto no Brasil, a nova FIU e Lift.
Depois, em 2014, a gente estendeu a linha com Lidocaína, 2019 ampliamos e chegamos em 2026 e somos a maior companhia do mercado estético hoje do Brasil, com tecnologia e equipamento, com skin care e com injetáveis. Essa é a trajetória rapidamente da Renova. Essa visão é empreendedora desde o começo, então? Sim. Desde o começo? Sim. Você teve pais empreendedores? A minha mãe, né? Som doi a...
A grande empreendedora. Entendi. Minha mãe. Toda a base minha veio da minha mãe. E tuas filhas hoje? Qual a idade?
Eu sou um cara abençoado por Deus constantemente. Eu estou... A minha vida é cercada por grandes mulheres. Então, a grande mulher, a primeira grande mulher foi a minha mãe. A segunda é a minha esposa. Nós estamos juntos há 30 anos. Minha parceira, minha companheira. 30 anos. É uma história de vida. É uma história de uma vida. E depois de 30 anos, eu te falo que a gente ainda está namorando.
O sentimento é o mesmo de quando eu a conheci e de quando eu apaixonei por ela. E ela me gerou três frutos maravilhosos. A Duda, que é a minha filha mais velha, ela tem 13 anos.
A Leonora tem oito anos e a Catarina, que tem sete anos. A Leonora tem sete, vai fazer oito agora, né? E a Cacá tem seis, vai fazer sete esse ano. Então, eu tenho três meninas que são fenomenais. E a gente é parceiro, nós cinco. A gente é muito unido, nós cinco. Então, eu preciso viajar para trabalhar.
Vai o 5. Legal. Vou para a Europa, vai o 5. Vou para os Estados Unidos, vai o 5. E agora é tão forte isso, a Leonora, que vai completar 8 anos agora, daqui 40 dias, ela pediu de aniversário o dia que a gente for trabalhar na Coreia e na China, que ela quer ir junto. Esse é o presente de aniversário que ela está querendo. Então, graças a Deus, Deus me deu a oportunidade de ter uma família feliz. Graças a Deus. Três mulheres, hein?
Aliás, quatro, né? É. Você sabe que eu, eu, eu tinha uma máxima, né? Eu falei assim, ah, eu tive, eu tenho três filhos meninos, né? Aí eu, aí eu tive um filho, aí eu falei, eu só vou parar quando eu tiver uma menina. Mas eu parei. Não.
Falaram para mim tentar mais um, para ver se vinha um homem. Eu falei, não. Vai vir uma menina. Vai vir uma menina. Não, aí um amigo meu, quando eu estava no terceiro, ele falou, Joel, mas, poxa, e a menina? Eu falei, cara, eu estou tentando. Eu estou tentando, mas Deus mandou três meninos. Eu fico imaginando, três meninas é uma arte, né?
Elas pintam a tua cara, passa batom. Passei por todas as fases. Passou o negócio no... Faz chuquinha, esses negócios. Faz tudo. Elas que mandam, né? Eu fico pensando, né? Imagina se eu sou pai de menina depois... Eu tenho 45 anos, né? Imagina se ela que vem... Olha eu já fazendo, né?
Aí eu vou estar lá com o seu mais 46 anos, aí você é pai de menina. Acabou, né? O que vai acontecer com a minha vida? Se eu sou pai com 46, 46 de uma menina. Vai mandar em tudo, não vai não? Vai te dominar. Não vai dominar? Vamos falar quem manda que é ela, os irmãos. Ih, vocês são tudo funcionário dela. Menina é diferente, né?
Menina é carinhosa, né? Carinhosa. Bem carinhosa. Bem carinhosa, né? Sim, sim. É, a Larissa tá começando com essas conversinhas. Ela, meu bem, mas poxa, não sei o quê. Eu falei, nossa senhora. Ela conversou com a Tatiana, minha esposa, hoje, porque ela veio no avião com essa história de querer o quarto. É mesmo, Tatiana? Olha a carinha dela, ela tá serelépe, ela tá afim. Não, a Larissa, quando o Pedro...
O Pedro, ele tinha... O meu filho mais novo, com um ano, a Larissa olhou pra ele e falou, meu bem, que saudade de ter um bebezinho. Eu falei, você tem um bebezinho? Ele tá ali, ele é um bebezinho. Não, mas eu queria ter um outro bebezinho. Mas eu tô brincando, assim, mas eu fui palestrar em Portugal umas quatro semanas atrás, né? Ah, não quero ter outro filho, tá bom. Um tem três, outro tem quatro, tem seis, cadinha, assim, ó. Um moreninho, um moreninho e um loirinho.
Que loiro, acabou o toner da minha impressora. Acabou. Porque usei tudo nos dois primeiros. Aí um rapaz veio tirar foto comigo e ele pediu, segura meu filho. Era um filhinho assim de 11 meses. Eu segurei.
ai eu falei, ai cara, não acredito será que eu quero outro? ai meu Deus do céu nossa, olha pra onde que eu fui, né? eu fui pra filho, deixa eu voltar mas a minha pergunta é assim, sobre filha tuas filhas, elas mostram uma vontade de trabalhar com vocês, assim? ou ainda muito cedo? ou já alguma mostrou, outra não? olha, eu vou te contar, esse dia é pra trás
Eu e a Tatiana na praia andando e as três. De repente as três estavam dividindo com o que cada um ia ficar. Qual empresa cada um ia tocar. É sério? Não, eu quero é isso, eu quero é aquilo. Eu quero... Espera aí, eu tô aqui, espera. É sério, Léo? Sério, é verdade. Não, mas pô, peraí. Sim. A caçula cê tá... A caçula que é o quê? A caçula...
Ela quer tocar... Uma quer tocar Renova, outra quer tocar Nutriex, a outra quer só os dividendos, a do mês.
Só que é o dividendo. Visionária. Pai, mãe, fica tranquilo. Deixa os dividendos, eu participo da reunião de conselho, dou os meus pitacos e ó... Tá bem dividido lá. Tá bem dividida. Tá bem dividida. A mais inteligente eu achei é do MEI, né? Que é o do dividendo? Dos dividendos, é. Mas é verdade isso? Verdade, olha. Que coisa maravilhosa. E aí a discussão, não, vou ficar com a nova. Não, eu só estou nas ações, aqui numa boa. Nossa.
Ô, Léo, sonho grande. Qual é o teu sonho grande? Algo que você mira, que você vai atrás, que você está buscando, que te inspira, faz você querer ser melhor, faz você ficar, você renova a tua ambição, você é um cara, sabe, audacioso, ambicioso, um cara alta performance. Qual é o teu sonho grande com todo esse teu ecossistema? Eu tenho um propósito de vida. A gente tem que ter um propósito que dure a vida.
E eu fiz um propósito de vida. É que a Renova esteja em todos os países do mundo. Forte. Forte. Fortíssimo. Estamos em 23. É, existem 205 países, né? 204, 205. Você está um pouco mais que 10%. Por isso que é um propósito de vida. Fortíssimo.
Esse ano você expandiu para um novo país? Esse ano de 2026? Todos os anos. A gente está fortalecendo a Europa. E o projeto maior que nós estamos preparando é para entrar no mercado americano. E é um preparo que vai durar cinco anos. É. Um é da noite para o dia. Aqui na América Latina tem todos? Quase todos.
América Latina menos a Venezuela e vários da América Latina, da América Central. Da América Central. Isso. Existe um processo regulatório de registro. Então, a primeira fase é você registrar no máximo de países. Depois você começa com a venda, ou via distribuição, ou venda direta.
Então, hoje, o nosso modelo de expansão é via distribuição. Sim. Posteriormente, a gente vai passar para o modelo direto. Tá bom. Ô, Léo, você é um cara verdadeiro. Você é um cara prático. Você é um cara pragmático. Isso me conectou bastante com você. Eu sou assim, eu gosto de gente assim. Quero entrar agora num bate-papo.
sabe, do empreendedorismo real, do empreendedorismo verdadeiro, eu queria te fazer uma pergunta do seguinte. O que é que as pessoas falam, você escuta alguns empresários, empreendedores, falando por aí, mas que você não concorda, que você fala, na prática não é assim. Isso pode ser um discurso motivacional, inspiracional, sabe, raso, mas na prática não é assim.
Tem alguns pontos que me incomodam. Me incomoda, eu brinco muito, que é a vida de Instagram. A vida de Instagram é perfeita, né? Tudo dá certo na vida de Instagram. Todo mundo é bonito, lindo, feliz. E a vida real é diferente.
E eu transformo isso em outras palavras. Todo mundo quer o bônus. Todo mundo quer a parte boa. Mas ninguém quer passar pela parte difícil. Ninguém quer o ônus. Vida real, empresarial, é. Você tem bônus. Lógico. Você tem que estar preparado para receber o ônus. Tem que estar preparado para ter problema trabalhista.
problema tributário, problema de gerência, problema de estrutura. O crescimento dói, vai te faltar capital. Muita gente fala assim, eu quero crescer, eu quero crescer. Mas não faz uma conta matemática, quanto custa esse crescer? Cara, se eu ganho 10% e cresci 20%, vai te faltar 10%.
E ele não entende por que ele cresceu e está faltando dinheiro. E aí ele vai para o banco pedir dinheiro. E com a taxa de juros que está hoje, ele se endivida. Mas ele vira e fala, eu cresci.
Então, o que o cara tem que olhar não é o quanto que ele cresceu, mas sim o quanto que deu de lucro o negócio dele. Porque no final do dia, não é sobre faturamento que a gente tem que olhar, é sobre lucro líquido que sobrou. Isso aí. Não adianta eu faturar bilhões e não lucrar. E não lucrar. O seu risco de cair é muito maior do que um cara que fatura milhões. É isso aí. Então, o que a gente está cuidando muito?
no nosso negócio. A taxa de juros hoje, ela é imensa. Então, o juro comeu parte do meu negócio. Eu tenho que olhar para o meu negócio, eu tenho que economizar. Eu tenho que cortar despesa. Porque no final da linha ela tem que dar o quê? Lucro. Para mim poder sobreviver. Então, vida real, trabalho, resiliência.
E de vez em quando você aproveita um bônus. Essa é a vida real, na minha opinião. E mesmo assim você empreende. Porque tem algo a mais que te move. Cara, o brasileiro, é aquilo que eu falei. Minha mãe criou isso. Nasceu natural, minha mãe criou ou não.
Ela criou, porque eu vim dela. E ela potencializou isso e a vida me levou para isso. Mas eu gosto de empreender, eu gosto de desafio, eu gosto de superar. Eu sou aquele cara que se eu entrar no campeonato, você vai ganhar 5x1. Eu não vou comemorar os meus 5 gols. Eu vou tentar entender porque eu levei um gol.
Aonde que eu errei, aonde que eu posso evoluir e melhorar para não levar esse gol de novo. Eu tenho um modelo mental que eu tenho que ser perfeito naquilo que eu estou fazendo. Você consegue ser perfeito? Na maioria das vezes, não. Por isso que todo dia eu tento, eu tento, eu tento. Nunca vai parar. O que irrita você? Irita? Preguiça dos outros. O que?
Mesma coisa. Idem, o que aquece o teu coração com o teu trabalho e com as pessoas ao teu redor? Cara, quando... eu estou passando por um momento na companhia interessante. Onde que a gente percebe que tem pessoas que estão no mesmo objetivo seu. Estão pensando como donos.
E não é só eu o dono da companhia, não sou eu o CEO. E cada um na sua função é o dono da companhia, é o CEO da companhia. Se ele entender que ele fizer aquilo bem feito, ele está contribuindo para aquela companhia, que aquela companhia vai crescer e vai contratar outro, ele vai entender que a função dele é muito importante, independente de qual seja a função dele. Exato. E o que a turma acha?
do que você faz, por exemplo, que é um excesso, um exagero, mas para você não é um exagero. Você fala, cara, Joel, isso aqui para mim é o meu ritmo, é o meu jeito de trabalho. Grande parte acha isso aqui demasiadamente exagerado, mas não, isso aqui para mim faz parte do processo e é parte fundamental do sucesso de tudo que você tem. Cara, a turma me conhece já há bastante tempo. Muita gente que trabalha comigo há muito tempo.
Nas contratações diretas, minha, eu faço uma entrevista e faço uma promessa para a pessoa. E ela só vem trabalhar na companhia sabendo que eu estou prometendo isso para ela.
E ela, depois ela não pode me cobrar, porque foi um acordo na contratação. Uma promessa que eu prometi para ela. A maioria já deve saber o que eu prometi, né? A única coisa que eu prometo... Tratamento. Não é tratamento? Roxinho bonito? Não, não é isso, não? Achei que era roxinho. Ah, não. Então tá. Prometo uma única coisa para eles. Trabalho. Trabalho. Trabalho. Isso eu te prometo. Isso eu prometo. E dou trabalho para eles, viu?
e a gente muda os trens da noite para o dia, não adianta você ter uma empresa que tem burocracia. Nesse país que a gente vive, nós temos que ter agilidade. Deixa eu ir nesse ponto aí, Léo. Você é um empresário que tem mais de 2 mil funcionários, de uma empresa que vai faturar 2 bilhões de reais em 2026. Eu li aqui que em 2024 você faturou 1.
24, foi mais de um somando todas as empresas. Um foi a renova. Um foi a renova. É, 2 mil e 24, se não me falha a memória, 1.400. 1.400, então você cresce consistentemente todos os anos. Tá. E mesmo assim, com uma empresa desse tamanho, com essa envergadura, você não mantém...
Deixa eu melhorar a minha pergunta. Não é que você não mantém, você mantém uma cabeça de empresa sem burocracia, rápida, ou você está se tornando um transatlântico pesado e você cada vez mais quer ficar mais leve. Mesmo assim, você está mais para leve, mais para pesado, ou mais para um transatlântico que solta as lanchas e os jet-ski no meio do caminho para fazer as coisas mais rápidas? A gente está tentando um equilíbrio. Precisa-se fazer processo.
Qual é um dos grandes problemas Do crescimento, das dores do crescimento? A falta de processo A falta de processo Cria retrabalho, despesa Trabalho, retrabalho, despesa Trabalho, retrabalho, despesa Então, o que você tem que fazer? Você tem que criar Processo e melhorar processo E grande parte Disso passa por educação Mh-hm
Treinamento, treinamento, educação. E outra parte passa por sistema de tecnologia, sistema de gerenciamento mesmo da companhia, de faturamento, precisa investir em sistema, investir em treinamento. Então a gente tem que ter processo para ter controle e precisa ser ágil para mudar a rota. Isso.
Então, é o equilíbrio nessa parte. Eu falo hoje, a Renova, ela, para o ano 2026, eu acho que a gente, se eu pensar que uma empresa de 0 a 100,
tem a perfeição, a Renova está numa classe hoje de 70. Ela tem muito ainda o que evoluir para poder melhorar. Em processos, em agilidade. Porém, é uma busca interna muito grande nesses dois quesitos. Melhorar processos e continuar sendo ágil. Qual que foi...
A opinião, ou se houve uma opinião que você mudou nos últimos 12 meses. Tinha uma coisa um ano atrás que você acreditava que era certo e hoje você não acredita mais? Há muitas coisas. Muitas. Isso é legal, né? Eu tenho um perfil fácil, trato em alguns pontos. Também todas as pessoas que trabalham comigo é assim. Se eu tomei uma decisão...
E se você chega para mim e fala assim, Léo, esse não é o melhor caminho. Eu vou te fazer uma pergunta. Por quê? Tá bom. Por isso, por isso, por isso. Então vai acontecer duas hipóteses somente. Primeira hipótese, eu vou virar para você e vou falar assim, concordo com você. Que é isso que eu falei.
Eu estava pensando, está errado, não ia funcionar da melhor maneira, e do jeito que você está pensando é muito melhor do que o meu, vamos fazer do seu jeito. Eu estava errado. É normal para mim, não é desmérito, não é um problema eu errar. O problema é eu continuar no erro. Esse é o problema. Segunda coisa que acontece.
Você chega para mim e fala assim, Léo, esse não é o melhor caminho, eu vou perguntar de novo. Por quê? Você vai me explicar, eu vou olhar para você e vou falar assim, não concordo. Por isso, por isso, por isso. Você vai insistir de novo, vai me dar outros argumentos. Eu vou olhar para você e vou falar, não, esse é o melhor caminho, não existe a terceira vez.
Ah, Léo, é porque você é intransigente? Não, é porque eu tenho 50 anos, eu já errei muito, já acertei, eu já sei os atalhos e eu sei que aquilo que eu estou falando naquele momento sobre aquele assunto é o melhor para a companhia, cabe você confiar, me seguir.
e me ajudar a executar. Então, é duas maneiras, é o sim ou o não. Eu mudo e vou do seu jeito que é o melhor, ou eu realmente acredito no meu e firmo, porque eu tenho certeza que aquele caminho é o correto, pelo feeling, pelo tempo, pelo conhecimento, por tudo. Nunca por prepotência. Entendi, peguei.
E porque também o risco é teu, né, Léo? Sim, se der errado, as pessoas não entendem isso. Qual que é o grande problema que eu acho de alguns CEOs? A prepotência e a arrogância, de achar que ele tem que estar certo sempre. E aí, para defender a tese dele, ele afunda uma companhia, porque não sabe escutar. Eu, pelo contrário.
Tem todos os congressos que existem da Renova, que ela participa, todas as feiras, eu vou para a ponta. Eu escuto o cliente, mesmo que dou o que eu estou escutando. Desde que eu não queria escutar que minha entrega foi ruim, que meu atendimento não foi legal, que por algum motivo a gente mandou para cartório.
mas eu tenho que escutar a dor porque eu tenho que entender o que está acontecendo lá na ponta. Eu desço para a expedição, eu converso com o pessoal da expedição para entender onde a companhia não está tratando bem. A gente tem um momento com o CEO, a cada X tempo eu sento com todos os colaboradores em grupo e converso, eu pergunto o que está acontecendo.
Eu entendo que eu não posso perder a conexão com o meu negócio. Eu não posso viver na minha bolha, dentro da minha sala, cercado, ouvindo só aquilo que eu queria ouvir. Eu preciso escutar o que o mercado está falando e o que o meu colaborador está falando. É uma preocupação muito grande da minha parte entender o que está acontecendo na minha volta. É isso. Essa tua atividade de olhar para o futuro,
mas os ouvidos para o cliente aqui é uma atividade que você não terceiriza. É isso? Você não terceiriza ela. Eu faço, eu junto, eu monto um quebra-cabeça na minha cabeça. Então eu vou lá, eu escuto o que o gerente está falando, o que o consultor está falando, o que o cliente está falando, o que o diretor está falando e vou juntando isso. E aí tu monta a tua opinião? Sim. Então tá.
Essa sua habilidade de juntando peças, que caracteriza a sua opinião. Você junta o A com o B e cria um C. Você, com as suas opiniões, com a opinião das outras, cria uma matemática, uma lógica, e aí junta e dá um nexo, te traz um nexo, você tem uma coerência, uma lógica. Isso é uma atividade que você faz. Eu quero saber, numa atividade, quais são as atividades que você não deixa de fazer?
são indelegáveis, você não delega, são as atividades diárias que fazem parte da tua atitude como empresário, como presidente, gestor, CEO, fundador e assim por diante. Quais são elas? E que você também não sugere, Léo, que os donos de negócios deixem de fazer. Eu olho a contribuição diária, olho o faturamento, lógico, a margem de contribuição em percentual e em valor.
e comparo sempre com o dia anterior, ou o mês anterior, ou a semana anterior, e o ano equivalente anterior, para saber se a gente está crescendo ou não. Então, uma grande preocupação.
Adianta, de novo, eu crescer em faturamento se eu preciso dar desconto para crescer faturamento e minha contribuição cai. Sim. Resumo, eu estou pagando para crescer. Não é saudável para o negócio. Então, qual o número que eu bato?
Faturamento, ok, é importante, faz parte do negócio, mas aonde que eu olho todos os dias? A última linha. A última linha se está mantendo. Se é compatível e comparável ao faturamento. É isso. Teve uma das companhias, não vou citar o nome, que está debaixo de mim, que ela gerou prejuízo durante 10 meses. Eu deleguei.
Por isso que eu falo, a vida não é só bônus. A vida tem ônus. Se você quer empreender, depois não vai chorar. O preço. Eu fiquei dez meses tomando prejuízo na companhia sem saber. Por quê? Eu delarguei. Não deleguei.
E quando eu peguei o resultado, em setembro, e eu não vou falar que é coisa longe não, estou falando coisa do ano passado. E quando eu peguei o resultado e vi, porque tinha nove meses que eu não via o resultado, eu achei que estava tudo bem, tudo certo, e estava operando no vermelho. Não é que estava operando mal, não, estava operando no vermelho. Eu demiti o responsável, imediato.
E aí que eu falo que faz a diferença. Junto com o meu time, nós entramos para dentro da operação em outubro, mas quando entrar dentro da operação é olhar linha por linha de despesa, até a despesa de R$1,00. Da maior até a de R$1,00.
entender aquilo que não era necessário, inclusive até portes de pessoas.
Em três meses, essa companhia voltou a dar lucro. E eu vou te falar, no mês de março, agora, passado, foi o melhor resultado da história da companhia em lucratividade. Boa. Então, olha só, eu tinha um modelo de negócio lucrativo, uma empresa que dava dinheiro, e foi mal administrada, mesmo eu sendo um administrador olhando.
Por algum tempo eu parei de observar e aprofundar, se tornou negativo, mas quando você tem um time de colaborador comprometido e está do seu lado e entende o que precisa ser feito, em três meses você sai de um resultado negativo para positivo e você tem o maior lucro da história da companhia.
num mês, três meses depois dela dar o maior prejuízo da história dela. Então é ok, na minha opinião, isso é gerenciamento, isso é administrar, isso é a vida do empreendedor brasileiro. Que tem que pegar os dados sensíveis, tem que olhar, tem que controlar, tem que...
Tem que gerenciar. Tem. É número, é número, número, número. Então, a sugestão que eu dou para todo mundo, colhe os seus números de verdade. De verdade? De verdade. Não se auto-tapeie, não. Olhe. E vai na despesa que seja de X, 000, até a de R$1. Você vai ver várias oportunidades e vários desperdícios que estão acontecendo. Disciplina. Disciplina.
para olhar os dados, transparência, transparência, transparência radical, transparência madura, verdadeira, adulta. É, muito bom. O que você, no teu negócio, considera fundamental para ter um time que performa? Quais são os elementos? Como é que monta um time? Você tem mais de dois mil colaboradores. Como é que monta um time?
Como é que treina o time? O que não pode negligenciar na cultura de um time que performa? Eu quero sempre reforçar os teus feitos. Você é a maior empresa do Brasil, você tem o maior market share do Brasil, num segmento que cresce, você tem um espaço de crescimento enorme, você está em 23 países.
Você tem um time com duas mil, um pouco mais de duas mil pessoas. Uma visão, um sonho grande de estar em todos os países. Parece que você só está no começo. Parece que você acabou de começar. Não é? Esse sentimento, né? Parece que você acabou de começar. Você falou, Joel, estou com uma energia de menino, de jovem. Acabei de começar agora. Uma ambição, uma vontade muito grande. E não dá para chegar nesse resultado sem time. Não tem como. Então, o que você... Então, sim.
Acredita sobre montagem de time, treinamento de time, coisas assim indispensáveis. Não. A única coisa que a idade te dá é experiência, porque o resto tudo é ruim, tá?
Obeira, é besteira falar que envelhecer é bom. Só pela experiência. Eu queria ter experiência com 30 anos. E o dinheiro que eu tenho com 30 anos. Nossa, ia ser bom, hein, Lauzão? É excelente. É o sonho de todo mundo. É ser bom demais, hein? Não é ser bom? Ferrari. Você ia comprar relógio? Oh! Você ia comprar um relógio? Não, mas um dia eu vou te contar a história do relógio. Ele não usa um reloginho, gente? Não. Ai, ai, ai, viu? Vamos entrar nessa história.
Tá certo. Então a experiência de hoje, tá? Pra montar um time, eu descobri que você consegue por um período motivá-lo pela convivência, pelo propósito de acreditar no seu negócio. Isso é muito bom e é necessário. Mas chega um ponto que isso sozinho não é o suficiente.
precisa ter um plano de benefício muito bem definido, um plano de premiação muito bem definido. Não quer dizer que nós temos. Nós estamos trabalhando muito para que esse ano, 2026, esse plano esteja muito melhor do que foi 25, do que foi 24. Então, traduzindo isso para um português mais fácil.
A companhia, a empresa tem que entender que ela precisa dividir o seu lucro com aqueles que contribuíram para o crescimento dela e para aquela lucratividade. A Renova é esse ano de 2025, referente a 2024 e 2026.
Nós vamos pagar agora em abril referente a 25. A gente vai pagar para todos os colaboradores da Renova. Todos. Da limpeza ao cargo mais alto da companhia. Todos.
São 15 milhões de reais em prêmios a ser pago nesse mês de abril para todos os colaboradores da Renova. Dividido cada um dentro da sua proporcionalidade. Sim. A Renova entendeu o que ela precisa dividir para poder multiplicar. Então você acredita que como líder, o líder tem que deixar claro o prêmio? Muito claro. Muito claro. Regras, objetivos.
e a premiação. Regras, objetivos e premiação. Tá. O que que na tua empresa você não tolera no teu time, com pessoas? Não tolera, mas assim, você não quer, você demite, você fala, não, não faz sentido, poxa, aqui dentro não faz parte, assim, não tolera. Que tipo de comportamento? Comportamento você não tolera.
Desonestidade. Ok. Pilar, é indiscutível. Tá bom. E assédio sexual. Beleza. Dois pontos. E quando chega assédio sexual, não tem conversa. É, não tem como. Não tem conversa. Não tem. Não tem. É inegociável. E desonestidade é inegociável. São os dois pontos que vieram na minha cabeça mais forte dentro da companhia. Legal. Dentro de mim que eu não aceito.
É muito bom te perguntar isso e você responde de uma maneira muito honesta, porque é isso que é legal de mostrar no mundo dos negócios, sabe? É legal mostrar isso. Essa é a vida do ônus e bônus. Essa é a vida do empreender de maneira verdadeira. Do empreender de maneira honesta. Honesta. Honesta. Agora, já entendi o que...
Você não aceita. Qual a atitude de um colaborador teu que você adora? Adoro o seguinte, adoro de verdade. É quando o cara me mostra algo que eu não enxerguei. Aí eu admiro. Porque se supostamente eu não enxerguei, e ele está enxergando aquilo e está me comunicando,
Ele está preocupado com o negócio. Ele está com o sentimento de dono. Ele está cuidando como se fosse dele. E aí eu admiro esse colaborador muito, muito, muito, muito. Ele entra num outro espaço na tua cabeça, né? Ele ocupa um espaço diferente. Diferente. Completamente diferente. Dica quente, pessoal. Essa eu fiz pra vocês. Eu estou fazendo as três perguntas pra vocês aqui, entendeu? Uma foi ruim e uma boa. É, entendeu?
O que ele não gosta e o que ele gosta. Tenho certeza, tá, pessoal? Porque do que ele gosta, ele gosta mais daquilo que ele não gosta, entendeu? Não é na mesma proporção. Se ele não gosta... Se aquele que ele não gosta é um, o que ele gosta é três. Vai, confia. Confia, confia. Confia. Como que você é visto no mercado pelas outras empresas? Você é visto como uma pessoa ser...
Deixa eu melhorar a minha pergunta. O mercado pede opinião pra você? É isso que eu quero saber. O mercado pede opinião? Tem algum CEO ou uma mulher CEO que pede, te pede conselho, te pede ajuda, te liga, te usa como uma referência? Você fala do mercado meu? Do teu mercado. Clientes. Clientes. Léo, pô, me dá uma dica aqui e tal. Sim, clientes eu converso bastante, a gente troca bastante conhecimento, clientes. Concorrente, não. Não. Não. Tá.
Outros mercados olham para você e te pedem ajuda? Por exemplo, outros setores. Você se relaciona bem com os outros setores? Outros empreendedores? Por exemplo, isso aqui que eu estou te fazendo. Estou fazendo com você. É uma entrevista, é um bate-papo. Eu sou empresário também. Eu já anotei cinco coisas aqui que você falou. Já tomei duas decisões aqui que você falou. Isso é comum na sua vida? Assim, eu vivo um mundo...
Eu moro em Goiânia, sou goiano, nascido e criado e vivido lá. A gente vive um mundo mais restrito, de relações, então eu convivo...
O meu mundo que eu convivo é com a Renova, é com a Nutriex, é com os gestores que estão do meu lado. Então eu não convivo muito com o mundo empresarial de outro segmento. Logicamente eu tenho muitos conhecidos. E esses conhecidos, quando tem oportunidade de se encontrar, a gente sempre troca uma ideia muito boa. Uma troca de conhecimento muito válida. Mas efetivamente, como se fosse algo da minha prática...
do dia a dia, não. Eu não pratico isso no meu dia a dia. Eu não executo isso constantemente, não. O pessoal vai te chamar, viu? Prepara. O pessoal do JJ Podcast vai falar assim, ô Léo, vem dar uma palestra. Ô Léo, vem participar aqui de um talk comigo, vem no meu podcast, a turma vai te procurar. Aí, você tem Instagram, né? Tem. Mas você mexe nele? Pouco.
Não usa relógio. Mexe pouco no Instagram. A gente vai mudar isso, Léo. A gente vai mudar isso. Eu tô aqui pra evoluir. Qual que é teu Instagram? Vamos lá. Boa. Qual que é o Instagram aqui do Léo? Arroba. Arroba. Léo. Léo. Renova com dois N. Renova com dois N. Nutriex. No final é X. Ele tem 259 amigos, pessoal. Vamos ficar mais amigos dele?
Fica mais amigo da turma. Uns 260, assim, ó. Léo Renova no Trex. Fala assim, eu vim do JJ Podcast e eu quero conversar. Eu gosto de você. Manda mensagem para ele, para ele sentir a energia. Porque você é um grande empresário, você tem muito resultado. E o mercado, o Brasil, gostaria de te ver mais. De te conhecer mais. Você tem muita coisa para somar, bom.
E eu sei que pode parecer um pouco, ou deve ser mais confortável do jeito que você está, e de fato é, mas a sua contribuição para o mundo empresarial, para os empreendedores, para quem começa, para quem conhece a tua marca, é grandiosa. É grandiosa.
Então, aparecer um pouco mais, contribuir é bem legal. O Brasil é muito empreendedor, muito empreendedor. Os brasileiros são muito empreendedores. Eu muito bem sei o que eu ouço na rua, quando eu encontro as pessoas sobre o conteúdo, o podcast, o livro que leu, o curso que fez, a mentoria que participou, o insight, a resposta, o vídeo. Essa ferramenta aqui chamada internet é muito poderosa.
E além de você conseguir também mais clientes, né? Porque você vai conseguir mais clientes, não tem jeito. As pessoas vão querer te conhecer, vão querer saber dos teus produtos, querer saber... Você tem franquia também, né? Sim, a Não Mais Pelo são... Fala um pouco dela.
É uma rede de franquias, são aproximadamente 175 lojas de depilação. É uma das maiores redes do país, a gente adquiriu há dois anos atrás. Ela teve um motivo da aquisição, ela tinha uma tecnologia dentro dela chamada telemetria que me interessava muito para essa tecnologia.
telemetria, implantar na RenovaTec. E aí, nesse período de dois anos, dentro da ON Mais Pela, a gente desenvolveu um equipamento novo de depilação, extremamente moderno.
uma telemetria mais robusta, com resultado superior. E a gente lançou ele agora no final do ano, está chegando a segunda importação agora no primeiro semestre, e a gente vai ter um nível de expansão maior agora. Porque o que foi um grande problema da Não Mais Pelo? A falta do equipamento. Você não pode expandir se você não tem um equipamento desenvolvido ou desatualizado.
Com o nosso novo equipamento de depilação, ele vai mudar o modelo de depilação no país, tem como agora a gente voltar a investir em crescimento de franquias da não mais pelo. A gente tem um objetivo que a gente vai começar a executar daqui a dois meses.
E além do equipamento de depilação, a gente vai incluir outros equipamentos de tecnologia dentro da franquia. Ela vai começar um processo de expansão muito maior neste ano comparado aos dois últimos anos.
E as pessoas muito na época não entenderam a motivação dessa aquisição. E atrás do motivo foi o lançamento da RenovaTec, porque ela nos trouxe muito conhecimento a não mais pelo, em assistência técnica, em telemetria, em equipamento.
E nós aproveitamos parte disso, colocamos no modelo da Renova, chama Renova Tech, e trouxemos, vamos trazer o projeto inteiro, são quase 20 equipamentos modernos, de última geração, com alta tecnologia, com alta eficácia para o país. A gente já lançou alguns agora, o resultado assim...
Fenomenal mesmo, algo fora do comum em vendas. A gente tem um modelo diferente, disruptivo de mercado. É assinatura. Então, qual é o grande problema de tecnologia dentro de uma cliente? O custo dessa tecnologia, os equipamentos custam muito caro.
E daqui a um ano e meio, eles estão desatualizados em tecnologia, em novos conceitos. E a Renova trouxe um modelo que daqui a um ano e meio, o injetor pode trocar essa tecnologia sem custo nenhum. Um processo de assinatura. E outro grande desafio nesse mercado é a assistência técnica. Esses equipamentos, por ter tecnologia, eles dão um problema natural, normal. A Renova tem um modelo de assistência técnica, o equipamento deu problema.
Nós temos sete dias úteis para trocar o equipamento, não importa. Se o problema não for corrigível em 24 horas, a gente troca um equipamento por outro. Então, o que ocorre? A empresa que adquiriu o equipamento, a clínica que adquiriu o equipamento, ela não fica sem faturar. A Renova, de novo, se torna um grande parceiro dessa clínica.
e a gente diminuiu muito o custo de aplicação do produto. Então, o nosso custo é muito mais barato comparado com o que é cobrado no mercado. De novo, o mesmo propósito, o mesmo objetivo, a Renova trouxe na área de tecnologia muita ciência.
Muita tecnologia, muita inovação, mas o principal, trouxe de novo a democratização do uso de tecnologias no paciente final. Se tornou acessível o uso do equipamento e dessa tecnologia. É um ultrassom microfocado, um plasma, um túlio, um CO2.
uma plataforma, então são vários equipamentos para várias indicações diferentes. E os resultados fenomenais, tá? E todos os equipamentos, sem exceção, todos foram testados, e eu faço questão, testado em mim, na minha esposa, para garantir que realmente aquele equipamento tem desempenho e segurança. Todos, antes de lançar no mercado, a gente faz um teste, faz um estudo muito robusto sobre ele.
Como todos os produtos que a gente tem. Como todos os produtos. Tem um nível de qualidade lá em cima. Sim. Só para tomar um café? Ou um chá? Café. Café. Dois cafezinhos aqui para a gente. Eu tenho um quadro aqui que se chama Café com Conselho. É um quadro carinhoso que eu criei. Ele tem um patrocinador que está chegando aqui, que é o Cheirimbão. Cheirimbão é uma empresa, é uma franquia de cafeterias no Brasil de dois amigos meus.
E já estão comigo há três anos aqui. Então, é franquia, é café. Café é a bebida mais bebida. É a bebida mais bebida. Né, gente? É a bebida mais bebida do mundo.
E aí eu quero agradecer mais uma vez o Cheirinho Bom para você ser nosso apoiador, patrocinador. Eu também sou embaixador. Se você quer saber mais como ser um franqueado da Cheirinho Bom, que é a maior e com o sistema de cafeterias do Brasil, o link está na descrição aqui. Acesse e saiba mais e conheça. Tá bom? Galera de Cheirinho Bom, estamos juntos. E aí nesse quadro do Cheirinho Bom, é assim, você vai sair para tomar um cafezinho, porque você quer pedir um conselho para alguém.
cafezinho, cheirinho bom, aquele negócio todo, bacana, um chá. Para quem você pediria um conselho? Que conselho seria esse, Léo? E que resposta você acha que essa pessoa te daria? Olha, eu sem dúvida nenhuma, eu pediria o conselho para minha mãe.
Não tenho dúvida sobre isso. O que eu perguntaria, mãe, a senhora está feliz? Pelo que a senhora construiu, seria isso. E a resposta que eu gostaria de ouvir dela era sim, meu filho.
Estou feliz pelo que eu se transformei. Seria isso. Sua mãe está viva? Não, ela... Perdão, ela está viva, mas ela vive no estado... Ela tem Alzheimer há 13 anos e há 13 anos ela desconectou. Então, se hoje eu tenho uma vontade e que não tem como voltar no tempo, é pedir um conselho para minha mãe. Para sua mãe.
O que a sua mãe representa para você, Lau? Foi a base, né? Minha mãe foi... Como eu falei, eu fui um cara abençoado porque eu tive na vida várias pessoas boas na minha vida que me deram...
Muita coisa boa. E minha mãe foi uma das pessoas, ou a pessoa mais importante na minha vida, na minha educação, na minha criação. Então eu sou grata a ela eternamente. E seu pai? Meu pai, minha mãe separou do meu pai e eu tinha um ano de idade. Então eu não convivi com meu pai. Mas você conhece ele?
Conheci muito pouco, frequentamos muito pouco. O relacionamento, eu sou um filho caçulho, minha mãe me teve com 39 anos. Naquele período...
Essa idade naquele período era muito, na década de 70, né? Então, para ela foi muito difícil criar sete filhos, muita dificuldade. Sete filhos. Nós somos sete irmãos e eu sou o caçula. Então, minha mãe é uma vencedora. Com certeza. Eu tenho ela como exemplo por ela ser uma vencedora. Esbravou, empreendeu, ganhou dinheiro.
dentro do mundo dela, ela teve sucesso. Mas sempre passou a dificuldade de ser uma mulher numa sociedade machista, numa família machista. Teve que vencer bastante ela.
Então eu tenho ela como exemplo e olho a tudo aquilo que nós, como homem, não podemos praticar e fazer. A gente não pode ser machista, o mundo não pode ser um mundo machista. Tem que ser respeitoso. Por isso que eu respeito e eu admiro a minha esposa, eu respeito e admiro as minhas filhas, eu respeito e admiro qualquer colaborador.
e queira trabalhar no mesmo propósito que nós estamos, com honestidade, com trabalho. Então, são coisas que minha mãe me ensinou na vida. Então, para mim, ela era a maior conselheira que eu tinha. E hoje, sem dúvida nenhuma, quem virou o meu braço direito, a minha maior conselheira momentaneamente, não, desculpa, atualmente é minha esposa.
Ela não trabalha na companhia, porém é uma pessoa que eu converso bastante. Eu discuto muito as minhas dúvidas, aqueles dias de incertezas, porque todo mundo acha que o mundo é perfeito. Todo dia a gente vai acordar e vai vencer no mundo.
Não, tem dias que são difíceis. Hoje está complicado, hoje o universo está conspirando contra. E você quer voltar para um lugar seguro. E quando você tem uma casa forte, quando você tem uma família forte, é lá que você vai voltar, é lá que você vai se recarregar para o outro dia, você desbravar o mundo.
Eu imagino que todos nós temos as nossas fraquezas, os nossos desafios, as nossas vontades, desejos. E nem todas as vezes isso é atendido.
Todo dia a gente tem que se superar. Quando você tem uma família forte, receitos fortes de família, fidelidade, respeito, pilares fortes, cara, não vou falar que é impossível, porque impossível é uma palavra muito forte, mas a probabilidade da errada é muito pequena. Então, eu acredito muito das coisas boas que acontecem na minha vida foi o que minha mãe contribuiu,
e o que eu tenho em casa, da minha esposa e das minhas filhas. Isso é muito bonito. Parabéns por isso, tá? Eu sou apaixonado pelas famílias. Se tem uma coisa que me entristece...
é quando eu vejo uma família destruída, que se separa, não gosto. Eu fico triste, não gosto, não gosto, não gosto, mexe comigo bastante, profundamente. E vi que você fala bastante da sua mãe, você honra muito a sua mãe, isso é muito bonito. Isso é bonito, isso é genuíno, isso é verdadeiro, isso é bíblico. Isso é vida, saber quem é a mãe, quem é o pai. Eu também falo muito dos meus pais.
Honro muito meu pai e minha mãe. Meu pai já faleceu, tem 10 anos, fez agora, mês passado. Minha mãezinha está vivíssima, maravilhosa, incrível. É uma outra também que é uma guerreira, uma batalhadora, uma vencedora. Cuidou da gente, somos três irmãos. E eu tenho uma passagem muito bonita com a minha mãe.
Tem diversas, mas essa é especial. Em 2011, foi o pior ano da minha vida. Tudo que podia dar errado aconteceu no intervalo de 10 meses. Eu era professor universitário, fui demitido. Eu também empreendia. Então, eu era professor universitário e empreendia. O empreendimento que eu coloquei, todo o meu dinheiro que eu tinha, eu perdi o dinheiro que eu tinha e o dinheiro que eu não tinha.
Então eu fiquei devendo e na época era 150 mil reais, era tudo que eu tinha. Na verdade tinha 42 mil reais. Os outros 108 eu peguei do banco. Perdi tudo, errei. Aí eu descobri que eu tinha um nódulo na minha tiroide, que era cancerígeno. Eu engordei 22 quilos e eu tinha um relacionamento.
Eu namorava uma pessoa que eu achava que eu ia casar com ela. E eu separei. Tudo isso em 10 meses. Eu fazia mestrado na USP e eu tranquei o meu mestrado na USP. E eu tinha comprado um apartamento em 2009, na planta, e nesses 10 meses eu não consegui pagar porque eu estava com dívida, e eu tive que devolver. Você imagina, relacionamento perdi, trabalho perdi, fiquei doente.
com a minha moral lá, frustrado lá embaixo, porque o apartamento tinha que devolver, descobri uma doença, sou estudioso pra caramba, tranquei uma coisa que foi difícil pra caramba pra eu estudar, pra eu passar na USP, e eu sempre fui muito decidido, determinado, sempre tive muita energia, sabe, Léo? E eu fiquei trabalhando três períodos, 24 por 7, assim.
Mas a minha vida não melhorava. Não melhorava. Não melhorava. Eu trabalhava, eu pagava a conta, vinha mais conta. Era juros sobre juros. Eu trabalhava, eu trabalhava e fazia esforço. E eu não cedia. Eu não cedia. Eu não cedia. Eu não cedia. E eu não reclamava. Mas teve um dia que eu joguei a toalha.
Mas assim, o dia que eu joguei a toalha, eu joguei a toalha. Eu falei, deu. Eu não consigo mais, eu desisto. Foi um dia que eu cheguei duas horas da manhã de um trabalho, tomei uma ducha, deitei 12h20, quatro da manhã, toco o meu despertador para ir para o trabalho. E quando eu levantei, eu levantei destruído.
E eu me troquei e falei, cara, não consigo mais. Eu não dei certo. Eu não consegui. Eu estou trabalhando e eu não vejo uma luz no fim do túnel. Sabe quando você rema, rema e não sai do lugar? E eu com uma força cavala assim, gente. Eu não saía do lugar. 2011. Mas eu levantei e fui. Abri a porta de casa. Botei a mão na parede. E comecei a chorar, cara.
Mas não era um choro assim? Era um choro, sabe aquela lágrima que vem assim? Doída. Doída. Gorda. Ela veio e eu... Não é pra mim esse negócio de empreender. Não é pra mim. E ali eu tinha jogado a toalha, assim, ó. Joguei, acabou, fim. E eu ouvi o barulho da porta da sala. Minha mãe. Minha mãe acordou.
descabelada, estava com um robizinho assim, rosinha, clarinho, acendeu a luz. Meu filho, vai trabalhar? Boa, mãe. Boa. Ela fez assim, está difícil, né? Ela não tinha a menor ideia do que estava acontecendo na minha vida, porque eu não contava. Está difícil, né? Continua.
Isso vai passar e que Deus te abençoe. Por isso que ela me falou, cara. O que, Léo? Continua. Continuei. Continuei. Isso vai passar e que Deus te abençoe. Passou e Deus te abençoe. Eu lembro todas as vezes isso da minha mãe. Eu falo isso para ela, eu falo isso para os outros, eu falo isso no podcast.
Um dia eu fui começar uma palestra, um evento para duas mil pessoas, um evento meu. Tudo no script, tudo certo para eu entrar, todo mundo, empreendedorismo, aquele negócio todo. Estava no roteiro, eu entro, minha mãe ali, eu olhei, desci, mudei todo o script.
E só olhei para ela e falei, mãe, deu certo. Eu continuei, Deus abençoou. Eu abracei minha mãe. Cara, e foi uma coisa inacreditável assim. E ela falava assim, meu filho, eu sabia que você ia dar certo. Eu falava, mãe, como? Como é que a senhora sabia?
Aí ela responde, é que mãe é... Ela falou, filho, eu te conheço. Essa foi a resposta. Eu te conheço. Eu te fiz, pô. Mas nem eu me conhecia naquela época. Mas eu sabia que ia dar. Eu te conheço. Então, isso é muito bonito. Eu consegui conhecer a sua mãe hoje um pouco através do que você falou.
Consegui conhecer um pouco da sua esposa através do que você falou. Consegui conhecer um pouco das suas filhas através do que você falou. Eu consegui conhecer você através desse seu jeitão, que eu gostei. Eu gosto desse jeito. Você é verdadeiro, você é único, você é legítimo. Eu gosto de gente legítima. Eu gosto muito de gente legítima. E eu queria muito conversar com você, porque eu tenho muitos amigos que te admiram, te respeitam e gostam muito da tua marca. E quando...
eu falei que você ia vir, eles ficaram muito felizes. Tanto a Lohara, quanto o TV, quanto o Eduardo que tá lá atrás. Poxa, você vai gravar com o Léo? Vou lá, quero assistir. As outras pessoas também. Obrigado por vocês terem vindo. É muito legal. Eu tenho um privilégio, cara, de conversar com pessoas legais. Olha o meu trabalho. Meu trabalho é sentar aqui, conversar contigo, conhecer as pessoas, escrever, ter uns ensaios, me emociono, dou risada, faço brincadeira.
É um trabalho muito valioso, muito valoroso. E repito o que eu te disse. Você decide se você quiser. Você faz o que você bem quiser da sua vida. E eu sei que você sabe disso, não preciso te lembrar. Porém, o Brasil gostaria de te conhecer. Mas o Brasil gostaria e quer te conhecer mais. Um cara igual você, que veio de onde você veio, que fez o que você fez e que tem o resultado que você tem.
Foi um prazer falar contigo, tá? Prazer meu. Foi gostoso, né? Foi ótimo. Eu gostei também. Você fala bem, tá? Ele fala bem. Ele é ranheta, assim, gente? Ele é desse jeito, rabugento? Mas por dentro é coração, né? Eu já peguei o jeito dele. Eu vou enfiar um relógio no pulso dele e já já que ele vai ver. Ele vai embora com esse relógio.
Ai, meu Deus do céu. Ô, Léo, seguinte, rede social de tudo que você quer divulgar aqui para a galera conhecer mais, pode falar. Rede social? É, que você domina, que você sabe tudo. Você é o cara da rede social. Então, um dos pontos que eu preciso evoluir é na rede social. Mas vamos lá, qual que é a rede social da Renova? Arroba Renova Oficial. Qual é a rede social da Nutriex?
Arroba Nutri X. Qual é a rede social? Qual é a rede social? Olha quem está passando a cola ali. Qual é a rede social da... Não Mais Pelo. Não Mais Pelo. Arroba Não Mais Pelo. O mais é o símbolo, né? Mais Pelo Brasil. Brasil. Arroba Renova Care. E... Arroba Renova Medical. E arroba Renova Doctors. E tem o arroba Leo.
Renova Nutri-X. Renova Nutri-X. Por que Renova, hein? Por que você botou esse nome? Renova sempre está renovando. Boa. Sempre está novo. Sempre está novo. Nunca vai ser uma marca antiga. Sempre uma marca nova. Sempre a gente renova. Boa, boa. Boa visão. Boa visão. Tem tudo a ver com o nosso mercado. Tudo a ver.
A última pergunta para finalizar, que eu faço há cinco anos consecutivos para todas as pessoas que vieram aqui. Todas, 100%, todas, todas, todas. Essa eu sempre faço. O Léo tem a oportunidade de mandar uma mensagem para 8 bilhões de pessoas. Essa mensagem vai chegar.
vai estar traduzida, vai chegar na TV, no rádio, no outdoor, no jornal, vai passar um avião com a frase. Todas as pessoas vão saber que foi você. É uma frase, é uma mensagem direta e reta, curta e grossa, direto no coração. Que mensagem seria essa? Seja grato a Deus por tudo que você recebe. Seja grato a Deus por tudo que você recebe.
Muito bom. Excelente. Seja grato a Deus por tudo que você recebe. Senhores, obrigado. Se você gostou, comenta, compartilha, manda mensagem para o Léo. Quer saber mais sobre todo esse ecossistema?
aí tem todos os endereços, os arrobas, os links estão aqui. Manda mensagem para ele, faz ele sentir o carinho, o acolhimento da turma desse ecossistema do JJ Podcast. Se você chegou até aqui e ainda não nos segue, por favor, siga a gente em todas as redes sociais, Instagram, YouTube, LinkedIn, Spotify, Facebook e...
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a dois grupos de pessoas. Aliás, três. Eu devo ao meu time, eu devo aos convidados e eu devo à sua audiência. Sem o time, sem os convidados, sem audiência, por mais força que eu fizesse, eu não ia conseguir chegar. Então, muito obrigado por toda a sua audiência. Um forte abraço. Obrigado, plateia. Foi incrível estar com vocês. E a gente se vê no próximo JJ Podcast. Valeu, tchau.
Cheirin Bão