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Como MUDAR sua MENTALIDADE e seus RESULTADOS (TIAGO BRUNET) | Jota Jota Podcast #275

28 de abril de 20261h44min
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Neste episódio do Jota Jota Podcast, Joel Jota recebe pela oitava vez Tiago Brunet, teólogo, escritor, fundador do Instituto Destiny e um dos maiores nomes de educação e desenvolvimento humano do Brasil, para uma conversa sobre o que o futebol ensina sobre vida, negócios e propósito.

O que você vai descobrir neste episódio:

◼️ Por que a escola não te prepara para a vida real e o que fazer a respeito

◼️ O livro escrito em 7 dias com Kaká, Cafu e Neymar

◼️ O que separa quem vira campeão de quem some no auge ◼️ O poder do banco de reservas e como usar o seu momento de espera a seu favor

◼️ Por que jogadores de futebol erram financeiramente mesmo ganhando milhões

◼️ Como a meritocracia do futebol pode transformar qualquer negócio

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🎙️ Host: Joel Jota

🗣️ Convidado: Tiago Brunet

🕐 Áudios novos no Spotify, todos os dias às 01:02

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Participantes neste episódio2
D

Dani Martins

HostEspecialista em vendas
T

Tiago Brunet

Convidadopalestrante e escritor
Assuntos5
  • Mentalidade EmpreendedoraDisciplina e foco · Superação de desafios · Importância do apoio familiar
  • Lives educativasPreparação para a vida · Inteligência emocional · Desenvolvimento pessoal
  • FutebolMeritocracia no futebol · Analogias entre futebol e vida · Gestão emocional de atletas
  • Princípios MilenaresSabedoria e fé · Educação multifocal
  • Lançamento de Livros e ProjetosJogo da Vida · Pré-venda do livro
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Toda pessoa que quer ter opinião sobre tudo, tem alguma coisa errada com ela. São mais de 11 milhões de seguidores nas redes sociais, mais de um milhão e meio de cópias vendidas em 15 países dos livros deles. Os eventos lotam, é arena, é estádio, é sala de evento, é casado com a Janine, pai de quatro filhos, e ele fala abertamente sobre os momentos em que quase perdeu tudo. Inclusive, gente, o próprio casamento. Então, seja muito bem-vindo à oitava vez no JJ Podcast, meu amigo, meu irmão, Thiago Brunet.

Volta até julho. Mudou alguma opinião de lá pra cá? Quando a gente sente que a gente é bom em uma coisa e tá dando resultado, já começa a contratar os melhores em coisas que você não domina. Como a punição não é imediata, ele continua fazendo. Ele acumula faltas e pênaltis suficientes pra ser expulso do jogo da vida.

Muita gente seria um excelente zagueiro, mas ver que o atacante dá mais entrevista é cima de virar atacante. Não vira um bom atacante e perde a posição que seria dele de zagueiro. Confundir sua posição em campo por causa de inveja, comparação, ganância, estraga tudo. Muita gente não está rendendo o que podia render, porque está descuidando não só do emocional e do espiritual, mas do físico. Comendo mal, dormindo pouco.

Mais importante do que você ser famoso ou reconhecido publicamente é você ser essencial. Na vida a gente é muito distraído, na vida a gente é muito descontrolado emocionalmente, na vida a gente não sabe o que quer. Aquilo que você está fazendo agora só está te dando experiência para o melhor momento da tua vida, que vai ser como técnico depois. Não reclama, mas celebra as oportunidades divinas, aprende com elas, porque sempre chega a tua hora. Você vai ter que estar preparado para entrar.

Por que tem gente que brilha por um tempo e depois fica invisível para sempre? Esse para fazer paralelo para a vida é muito bom. É muito bom. Porque são os mesmos erros, mesmos, que o jogador cometeu para desaparecer, a gente comete no nosso dia a dia.

Antes da gente começar o JJ Podcast de hoje, deixa eu falar com você, que trabalha todo dia pra caramba e às vezes esquece, tá? Deixa passar aqueles momentos de conexão, sabe, verdadeiro, com quem você gosta, com quem você ama. Pois bem, eu quero falar com você. Eu e a Lalas, a gente também já viveu isso. Se a gente não tomar cuidado, a gente passa por isso e a gente nem percebe.

Agenda cheia, um projeto atrás do outro, uma vontade genuína e verdadeira de crescer, mas a gente esquece e, se não prestar atenção, perde o momento de estar presente. Teve um feriado que a gente falou um pro outro assim, olha, a gente precisa de um momento só, nossa, a gente precisa parar pra trocar uma ideia, conversar e ficar presente. E foi aí que, em vez de viagem longa, aeroporto, aquela logística toda, a gente decidiu fazer uma viagem pequena, curta, só eu.

e a Lalas. Pegamos um Airbnb, entramos lá, começamos a procurar um lugar pertinho de São Paulo. Sem complicação, sem desgaste. E na hora da gente procurar, a gente falou, cara, pode ser campo, serra, praia, não importa. A ideia era conhecer algum lugar pra gente descansar, tá junto, ficar assim num momento super presente. A gente foi lá no Airbnb.

A gente filtrou pelos preferidos dos hóspedes, que são os lugares mais bem avaliados. A gente viu as fotos, a gente leu o comentário, a Larissa ama ler o comentário. A gente compreendeu mesmo a casa, o clima da casa e o que os hóspedes tinham falado da casa. A gente escolheu uma casa, a vista era incrível, uma cozinha super legal, equipada, a Lalas adora cozinhar e a gente curtiu esse momento juntos.

Foram só três dias, mas deu tempo pra gente descansar, curtir, conversar e realmente alinhar novamente todos os nossos acordos. Incrível, fantástico. O meu convite é o mesmo pra você. Faça a mesma coisa nos próximos feriados. Pega teus amigos, chama família, ou mesmo que você viaje em casal, por exemplo.

Mas curte esse feriado e descanse. E o Airbnb vai te ajudar a fazer isso. Tem casa com piscina, cozinha completa, churrasqueira, quintal, um espaço mais reservado, um espaço mais amplo. Tem do jeito que você quiser. Esse feriado, ele merece.

que você fique com as pessoas que você ama, e o Airbnb consegue te ajudar nisso. Então, minha sugestão para você agora é entrar no Airbnb, escolher um lugar certinho, perfeito para você e curtir. Para facilitar, ainda dá para pagar com Pix ou parcelar em até seis vezes, sem juros, no cartão. Às vezes, gente, o que a gente precisa é um pouco de tempo, qualidade e um lugar diferente, só para ter novas ideias. Combinado? Agora sim, vamos começar o JJ Podcast de hoje.

Obrigado, irmão. Obrigado a você. E te agradecer porque sempre que eu venho aqui é muito especial. Você é um dos melhores, se não for, o melhor entrevistador de podcast que eu já vi. Sabe escutar, sabe fazer as perguntas. Isso é o que diferencia.

Toda vez que eu venho aqui, a gente fala muito, mas acaba também aprendendo pra caramba. Sim. E vendo a sua evolução nos últimos anos, porque a gente é amigo há muitos anos, eu vejo a graça de Deus sobre a sua vida, a sua família, a proteção divina sobre tudo isso. E é claro, como você sempre falou, o trabalho devolvendo. É isso aí. Todo dia. Porque a própria sabedoria milenar diz que a fé, sem obras, é morta. Você pode acreditar muito. Se não trabalhar, se não tiver obras...

Então, e eu consigo ver essas duas coisas na tua vida, né? O poder de acreditar, sem duvidar, em algo muito grande, mas também trabalhar para acontecer, né? Fé com obras é um conceito milenar e que funciona como sempre até hoje. Então, estou muito feliz de estar aqui e para todo mundo estar em casa.

Vai ser um podcast especial. Estou preparado. Obrigado. Obrigado, meu irmão. Oitava vez que você vem aqui. Eu faço podcast há seis anos. Oitava vez. Você vem aqui, então a sua média... Eu falo com você... Não é por ano, não. É meses. Meses. A última vez que a gente falou, alguns meses, foi lá no teu espaço, na Casa Destino. A gente fez com a turma toda, Clube do Livro. Foi com a turma do Clube do Livro. Foi em junho.

Julho. Então a gente tem aí mais ou menos 10 meses. Eu vou te fazer uma pergunta importante. Volta até julho. Volta até julho. Mudou alguma opinião de lá pra cá? Cara, dificilmente eu mudo opinião porque eu procuro não dar opinião. Eu só falo aquilo que está escrito.

E aí não tem como mudar. Como eu sou teólogo de formação, eu aprendi uma coisa. Se você falar o que está dando certo há milênios, você nunca vai ser contestado. E se alguém quiser se contestar, vai ter que contestar a fonte, não você. Dificilmente eu dou uma opinião. O que você acha da política? Eu não sou cientista político, não tenho opinião sobre isso. Toda pessoa que quer ter opinião sobre tudo, tem alguma coisa errada com ela.

E pessoas que geralmente querem ter opinião sobre tudo, não entendem nada, por isso tem opinião sobre tudo, porque quem é inteligente e tem sabedoria tem poucas opiniões na vida, ou nenhuma. Geralmente essas pessoas que querem opinar sobre tudo são extremamente inflexíveis. Ou seja, só a opinião dela que vale. Quando você dá a sua, ela se fere a ponta de rebater, e às vezes violentamente.

Então, eu tenho entendido, Joel, ao longo dos anos, conquistando porções de sabedoria diária para você ir acumulando, sabedoria vai sendo acumulada, vai gerando uma energia, que aí as pessoas falam, pô, do nada o cara conquistou um monte de coisa. Não, não, é o acúmulo de um monte de energia, uma delas a sabedoria. Eu chego à conclusão que não adianta muito você ter opinião sobre coisas. Você precisa acreditar em fatos.

passar para frente informações que são milenares e ponto final. Porque a minha opinião não importa muito. Às vezes eu tenho uma opinião sobre um esporte, e eu subo a minha opinião agora, seja qual esporte for, vai ter 10 mil comentários me batendo, porque as pessoas têm opiniões diferentes. Para que eu vou ficar discutindo opinião, se opinião não é fato?

Não tem fonte científica, é só o que eu acho. Eu vou ficar discutindo o que eu acho. Vou ficar discutindo o que você acha.

que é outra ignorância que as pessoas têm, entrar no perfil dos outros para ficar discutindo a opinião dos outros. Eu não tenho perda de tempo. É perda de tempo. Mas é que a gente está vivendo uma crise de inteligência muito grande. As pessoas partiram para o nível de... Eu não gosto de usar a palavra emburrecimento, porque às vezes desmerece alguém, mas as pessoas partiram para o nível de não desenvolver mais a inteligência.

que vem através da leitura, da convivência com pessoas mais inteligentes, que afiam sua inteligência, de ver documentários, ler biografias, leituras difíceis, que para você custa muito, aí que você tem que ler mesmo, pode puxar, esticar a inteligência.

As pessoas estão abrindo mão disso, boa parte, por causa das redes sociais. As redes sociais trouxeram uma dependência de dopamina que a pessoa prefere ficar o dia todo aqui, só jogando o tempo fora aqui, vendo coisas passivamente, deixando o algoritmo te entregar tudo. E você não precisava de nada daquilo. Aí você só fica mais triste, mais depressivo, se comparando com todo mundo.

um monte de informação que traz obesidade mental e não te serve para nada, e conhecimento que é bom, inteligência e sabedoria, você não está conseguindo conquistar ou desenvolver. Então a gente está numa geração...

perigosa, apesar do ser humano sempre, ser humano é igual desde sempre. O ser humano está muito mal na nossa geração. O ser humano sempre foi mal. Sempre foi assim. Você pega Gênesis, capítulo 1. Mal de maldade. Sempre foi. Gênesis, criação do mundo. De Gênesis 1 a Gênesis 6, já aparece a maioria das maldades do mundo. Inveja.

Sentença desproporcional. O que é sentença desproporcional? Você derramou esse copo. O J tem que morrer. Eu nunca gostei dele. Olha lá, derramando o copo. O cara quer que você morda da mesma forma que ele quer que um bandido cometer um crime morda. Ou seja, um crime ou um copo derramado, a sentença é a mesma.

morrer, pô. Desse cara. Essa sentença é desproporcional. Isso tá na Bíblia desde Gênesis, lá. Caim e Abel, filho de Adão e Eva. Ou seja, segunda geração de humanos, Caim mata Abel, porque Abel dá uma oferta a Deus melhor do que ele.

Abel não fez maldade contra ele, Abel não falou mal dele, Abel não implicou com ele. Foi nada. Sentença desproporcional. Foi lá e matou o garoto. Então, inveja aparece desde sempre. Ciúme, competição, cobiça. Está tudo ali em Gênesis. Para você ter uma ideia, o ser humano sempre foi mal. A teoria é teológica, porque o mundo começa em Gênesis 1 e em Gênesis 6. Deus destrói o mundo, que é a famosa história da Arca de Noé. Um dilúvio.

Então, quanto tempo durou o ser humano, largado as suas próprias vontades e desejos? Seis capítulos. Seis capítulos e conseguiu se autodestruir. Então, o ser humano sempre foi mal. Aí Aristóteles já dizia que o ser humano que não é educado beira o animal selvagem. E essa educação aqui é multifocal. Desde a educação espiritual bíblica, que eu considero fundamental hoje para o ser humano estar em harmonia.

A educação formal, porque é o desenvolvimento da inteligência primária, quando você começa a alfabetização, matemática, português e tal, muito importante, porém não é suficiente. Porque na escola você não aprendeu o que você vai usar no dia a dia. Você não usa tabela periódica todo dia. Você não fez uma conta de raiz quadrada hoje antes de sair de casa.

Mas você aprendeu isso na escola. Agora, lidar com pessoas é todo dia, lidar com a própria emoção é todo dia, lidar com dinheiro, seja muito, seja pouco, é todo dia. E por isso que a gente tem a educação continuada, porque se você ficar só na educação formal...

Você desenvolveu a inteligência primária, mas não a inteligência multifocal, que você precisa de inteligência financeira para lidar com dinheiro, inteligência emocional para lidar consigo mesmo, inteligência relacional para lidar com outras pessoas, e é muito difícil lidar com gente difícil. Lidar com gente fácil, gente amorosa, é mais fácil. Você precisa de múltiplas inteligências.

Então, até quando a gente fundou o Instituto Dess, você está falando que quando eu quebrei, eu recomecei de 2014 para 2015 com o Instituto Dess, focado no seguinte, como é que eu faço para as pessoas não sofrerem o que eu sofri? Elas vão ter que aprender o que eu não sabia. E aí eu fundei um Instituto de Educação Multifocal. Ou seja, você precisa aprender emoções, você precisa aprender a lidar com dinheiro, você precisa aprender a criar filho, a lidar com relacionamentos, com casal, com casamento. Você precisa dominar princípios milenários.

Por exemplo, a gente só consegue manter o relacionamento que a gente mantém, de amizade e tal, porque ambos praticamos os mesmos princípios. Vamos falar de um princípio milenar aqui, que é o princípio da verdade. Eu minto uma, duas vezes para você, acabou a nossa amizade. Então a gente só é amigo porque a gente partilha dos mesmos princípios milenares.

Entendeu? E muita gente sonha em fazer algo relevante na vida, mas não entende o que é necessário ser feito para isso acontecer. Às vezes é um playbook ali, cara, segue isso aqui, ó. Cumpre os princípios, casamento é assim. Quem fez curso de casamento para casar? Ninguém.

Me apaixonei, vou casar. E começam alguns problemas. Quem fez curso de criação de filho para casar? Ninguém. Sai tendo filho. É o desafio que é criar filho. E quando chega na adolescência, estou com dois na adolescência e dois pequenos. Então, ninguém te preparou para a vida. Às vezes, nem mesmo seus pais que te amavam.

tiveram estrutura de conhecimento, tinham suas limitações para te ensinar a vida toda. A gente ensinou uma coisa ou outra, é lógico. Então, quando a gente começa o Instituto Deschne e também escrever os livros que a gente escreveu,

focado em oferecer para o ser humano aquilo que ele não vai aprender em nenhum outro lugar. Provavelmente não aprendeu na família, com certeza não aprendeu na escola, então a gente está aqui posicionado para poder ajudá-los a entender e praticar os princípios para ter uma vida mais leve. Não dá para levar uma vida fácil, não dá na Terra, não. No mundo teremos aflições. É uma profecia bíblica, não tem como. Mas dá para levar uma vida mais leve enquanto a eternidade não chega.

a eternidade vai chegar para todo mundo, independentemente da tua fé, da tua crença, do que você acredita. Você vai morrer de qualquer jeito, né? Sendo católico, sendo budista, sendo islâmico, não importa a tua religião, todo mundo vai morrer, tua eternidade vai chegar. Seja ela a finitude, no sentido que o ateu acredita, nós somos matéria, vamos voltar a ser matéria e acabou.

Morreu, acabou tudo, acabou a consciência. Ou a pessoa, por exemplo, que já tem a filosofia cristã, tem céu e inferno, eu vou passar pelo juízo final, que é uma coisa que eu falo nesse livro novo que a gente vai discutir. Aliás, uma coisa interessante é que, por coincidência, toda vez que eu estou a ponto de lançar um livro, você me chama podcast. É, né?

Princípios foi assim. Princípios Milenares foi assim. Lá no Clube do Livro foi o Ganho o Mundo Sem Perder a Alma. É verdade. E agora nesse podcast, O Jogo da Vida. O Jogo da Vida. Que é o livro que sai mês que vem. E a gente nunca combinou, cara. A gente nunca se ligou e falou, ó, tô lançando um livro, vamos fazer um podcast. Nunca. É sempre assim. E eu tava pensando, cara, clique lá no Joel que vai sair o livro Jogo da Vida. Passa dois dias, chega uma mensagem, vamos fazer um podcast. Eu falei... E aí

É pra ser. É pra ser mesmo. E as pessoas às vezes acham que tem assim um mega plano estruturado. Cara, tem vontade de conversar, cara, contigo. Essa é a minha vontade. Deixa eu bater papo com o Brunê. Eu gosto muito de conversar contigo também. Pô, é muito bom. Volta aqui. Ô, Brunê.

Tá, então você não mudou de opinião, entendi. Você já me falou isso também, você segue, você sabe o que está na doutrina, você sabe o que está no princípio, o que está no livro. Você segue ipsi litre, você segue by the book. Você muda uma vírgula, né? Eu sigo o que está escrito e se por acaso, como já aconteceu algumas vezes durante a minha vida, de eu me desviar daquilo que está escrito, cometer algo que é condenável, aí eu uso a própria escritura para resolver.

O que ela diz, né? É. E aí o que ela fala? Reconhece rápido o que errou. Pede perdão, se arrepende e não volta a fazer. Então, por exemplo, se eu quebrar qualquer princípio, como já aconteceu, eu sou ser humano. Ninguém é perfeito. Sim. Sei lá, mentir pra você, cara. Aí eu tenho que te ligar. Passar pela vergonha do... Cara, aquilo que eu te falei, cara, não é isso. Desculpa. Porque é diferente você mentir e ser um mentiroso.

A Bíblia faz diferença dessas pessoas. Você cometer pecado e viver no pecado. É uma diferença muito grande. Então, Deus perdoa os pecados, principalmente, aliás, somente os que você se arrependeu e abandonou, mas Ele condena a vida pecaminosa.

As pessoas confundem isso. Tem muita gente que fala assim, rapaz, aquela fulana tocou o terror, fez tal, posou pra playboy, fez não sei o quê, e hoje está dando uma de crente no Instagram. É isso mesmo. É isso mesmo. A pessoa viveu a vida que quis, um dia encontrou a verdade, falou, agora vou viver uma vida diferente.

João 4, o evangelho de João, capítulo 4, nem sei por que a gente está entrando nesse assunto. É porque essa é a tua vida. Às vezes é para alguém que está precisando de casa. João, capítulo 4, Jesus encontra com uma mulher pecadora no poço, em Samaria. Você imagina que a gente está falando de dois mil anos atrás.

Essa mulher toda espiritualizada, vários conceitos religiosos. Ela fala para Jesus assim, você é maior do que o nosso pai Jacó? Ou seja, está se fazendo filha de Jacó, os patriarcas de Israel, né? Abraão, Isaac e Jacó. Para falar que vai tirar água e essa água vai ser água viva, que Jesus falou, se você me der um copo de água, eu te dou água viva.

Aí depois, quando Jesus começa a conversar com ela, ela fala o seguinte, olha, nossos pais adoravam nesse monte, mas vocês judeus, porque a Samaria não se dava com os judeus, era uma outra região, dizem que tem que adorar lá em Jerusalém, e a gente também está esperando o Messias. A mulher tinha todo o conceito religioso, estava dentro dessa estrutura, só que há dois mil anos, ela tinha tido cinco maridos, e o sexto que ela estava agora não era dela.

Se hoje em 2026 está tudo liberado, já seria meio escandaloso isso. Imagina dois mil anos no Oriente Médio. E aí Jesus fala assim para ela, chama lá teu marido. Ela fala assim, eu não tenho marido. Ele falou, bem disseste. Porque cinco já tiveste. E o que você está agora não é teu. Ou seja, é marido de outra. E essa mulher se arrepende quando Jesus faz esse confronto em amor.

Porque todo confronto genuíno, bíblico, espiritual, é em amor. Nunca é acusatório. Quem bota o dedo na cara é o acusador. E o acusador na Bíblia é o diabo. Então, quando é confronto divino, é amor. É confronto, mas é amor. Ele fala assim, chama lá teu marido. Esse foi o confronto. Ela fala assim, eu não tenho marido. Às vezes fala, é verdade, porque o que está agora não é contigo. Aí ela responde assim, veja o que és profeta.

Ela podia ter falado, o que é você para falar assim comigo? E o que você sabe da minha vida? Como a gente literalmente leva a nossa vida emocional quando alguém toca numa ferida nossa. Quando Jesus percebe o arrependimento dela, aí ele entra com a salvação. Inclusive se revelando como Messias. Eu sou o Messias que você diz que está esperando.

No outro dia, Joel, a mulher já está pregando na cidade. Lembrando que naquela época a mulher não podia fazer nada, tirava água no poço. No outro dia, a mulher que levou a vida toda fazendo o que queria, no outro dia já era o que a gente chama de missionário, estava pregando na cidade de Samaria, e a Bíblia diz que a cidade quase inteira se converteu. Então, a gente foca muito no passado das pessoas, e Jesus está focado muito no futuro.

Portanto, que você passe por esse processo aí de, cara, se eu quebrei um princípio, reconheci agora, esse reconhecer a gente chama de graça divina.

quem alcançou a graça divina, na verdade a graça nos alcança, a gente rapidamente reconhece o nosso estado, fala, cara, eu estou errado nisso aqui, ou eu posso melhorar muito isso aqui. Eu estava lendo um livro de C.S. Lewis, que é um grande escritor, escreveu o Crônicas de Nárnia, é um escritor inglês, ele escreveu um livro chamado Evangelho Puro e Simples, era um escritor cristão, e ele fala o seguinte, que quando você...

se aproxima muito da bondade, você começa a praticar obras do bem, você se aproxima, aprimora teu caráter, você começa a reconhecer muito os seus erros. Você fala, caramba, eu sou mal em muitos sentidos. Mas quando você é muito mal, você sempre acha que está tudo normal.

Está entendendo? Então, quanto mais você aprimora teu caráter, anda com pessoas do bem, mais você percebe cara, eu tenho coisas em mim para melhorar. Isso aqui está errado. Ainda mais se você vai se espiritualizando, que aí espiritualmente falando, o Espírito Santo começa a te incomodar, né? Você começa a falar, isso aqui eu preciso melhorar, isso aqui eu estou errado, meu Deus, eu não posso falar assim mais, eu não posso mais pensar dessa forma, eu não posso mais ter esse ódio em relação às pessoas, porque o mandamento que está escrito é amar até mesmo os inimigos, quanto mais quem nunca me fez mal.

E o mundo seria muito melhor, na ciência, praticar o texto de espírito. Enfim, mas eu percebo que a gente viver os princípios milenares garante uma vida de paz e prosperidade, porque a gente não depende de nada de fora. Paz é um estado interior, prosperidade é um estado de mente.

Então, o que eu dependo do governo? O que eu dependo de como foi minha criação? O que eu dependo de que bairro eu estou morando? Se é um Estado interior. Agora, eu só atinjo paz e prosperidade se eu pratico esses princípios milenares. E caso quebre, porque não somos perfeitos...

A Bíblia diz, se por acaso, o apóstolo João diz no seu livro, se por acaso pecardes, tendes o advogado, Jesus Cristo justo, que te absolve de todo pecado. Então é se por acaso, quebrei já princípios, mas aí confessei, me arrependi e larguei. E não voltei a cometê-lo, e aí vida para frente. Esse é o evangelho de Cristo.

que eu considero minha mensagem principal, apesar de eu falar várias coisas como vida emocional, sou bem conhecido por falar de vida emocional, ensino muita gente sobre empreendedorismo e vida financeira, sobre lidar com a vida, desenvolvimento pessoal, mas é que eu acredito que sem essa base aqui, milenar, espiritual, bíblica, tudo que a gente conquistar vai estar em risco de qualquer jeito.

Porque uma hora eu vou quebrar um princípio que pode destruir tudo. Então, sem contar que eu gosto do jogo do longo prazo. E a vida aqui na Terra mede 70 anos, 75, é muito curta. Então, o longo prazo para mim é a eternidade. Nesse livro novo, eu termino com o nome da última parte do livro, que é o apito final. Que é quando acabar o jogo da vida, que é o nome do livro.

e o apito final, que é o dia da tua morte, soar, você vai ser escalado pro time da eternidade, ou vai ficar pra trás? Forte. Fortíssimo. Vamos já falar dele? Vamos. Você escreve todos os anos um ou dois livros, né? E toda vez que eu converso com você, várias vezes você já mandou o livro pra mim, pô Joel, dá uma olhada, o que você acha, dá outra opinião, você é um escritor...

sabe, profundo de pesquisa, de senta, conversa, de viaja, senta e... Eu lembro que você falou... Eu entrevisto muita gente. Exato, isso que eu ia te falar. Pô, você entrevistou os bilionários pra ver qual que é a relação entre os bilionários e os princípios. Nesse aí também você... Me conta do teu novo livro, como que ele foi feito, do que que ele se trata, por que que você pensou nele. Tá. Coisas que você aprendeu que você... Puxa, cara, não tinha pensado nisso.

Eu acredito que esse novo livro é uma estratégia para comunicar com públicos que precisam entender coisas.

que ainda eles não se despertaram para a importância. Você acha que um adolescente, por exemplo, está preocupado com os próximos 10 anos, com o planejamento de futuro? Meu comportamento atual vai determinar meus próximos 5 anos? Um adolescente não está nem aí, está vivendo do jeito que dia a dia, né?

O jovem entra num processo de comparação. O meu amigo de 22 anos já está trabalhando, eu ainda nem decidi qual faculdade eu vou fazer. Isso se tem oportunidade para estudar. Sim. Às vezes já está trabalhando desde garoto para pagar conta para ajudar a mãe em casa. Então, eu fiquei pensando...

Eu não posso me dedicar somente ao que eu faço. Tenho o Destiny mais que a mentoria de empresários, o método Destiny, que é a nossa metodologia de princípios. Através do Instituto Destiny, nosso instituto, a gente está agora indo para o Brasil todo com o método Destiny, com professores certificados nossos e tal. Eu tenho que alcançar um público que precisa ser despertado para desenvolvimento pessoal, inteligência emocional, espiritualidade, decisões difíceis.

Que tipo de campaninha você anda? Que tipo de ambiente você frequenta? Como é que eu vou fazer isso? E aí a ficha caiu, fui no Real Madrid. É...

Já há alguns anos eu acompanho alguns atletas, muitos jogadores de futebol da seleção e de clubes europeus. Fui no Real Madrid levar meu filho para assistir um jogo. Ou seja, não tinha nada, nenhum plano traçado. Por isso que eu acredito muito em destino, cara. Por isso que eu sou muito dependente de Deus. Eu falo, meu Deus, as melhores coisas que aconteceram na minha vida, eu nem planejei. Lógico que eu tenho um plano, que eu tenho um meta, mas é que as melhores coisas Deus colocou assim na minha mão. Então eu fui no Real Madrid levar meu filho para assistir um jogo.

E encontrar com os meninos do Real. Aí, foi almoçar na casa de Rodrigo. Rodrigo. É. Irmãozão. É, gente boa demais, né? E aí, uma semana depois... É, o Eric, um beijo pro Eric. Um beijo pro irmão. Uma semana depois foi até a lesão do Rodrigo. Uma semana depois.

E ali eu comecei. Aí eu fiz uma imersão no Real Madrid, que acabei indo para o treino com ele. Aí eu conversei com os jogadores, com o treinador e tal. Comecei a entender como funcionava a história. Eu falei, cara, o futebol? Porque eu nunca tinha entendido o futebol, apesar de ser brasileiro e gostar e tal. Eu nunca tinha entendido a máquina que é o futebol. Cara, não é só o gol.

Tem uma marca por trás. Aí aprendi a história dos galácticos do Real Madrid. Quando o Florentino quis levantar a marca do Real Madrid, ele tinha que trazer os caras e fazer acordos. E aí depois cada um tinha um contrato de margem gigante. E eu comecei a entender que o futebol tinha regras, princípios que não dava para quebrar. Você pode ser o craque que for, tem que treinar toda semana.

Você pode ser o craque que for. Se estiver na linha de impedimento, está impedido. O teu gol não vale. Não, mas eu sou o Cristiano Ronaldo. Não valeu, irmão. E se discutir cartão vermelho? E na vida a gente quer viver conforme as nossas próprias regras? Aí quando eu comecei a reparar a estrutura do futebol, rapaz, futebol tem muita coisa para ensinar. E para você comunicar com todo tipo de público, você só consegue fazer isso com analogias. Por isso que Jesus pregava em parábolas. Eu comecei a falar...

Um dia eu vou fazer alguma coisa de futebol. Apesar de eu não ser especialista em futebol, eu vou pegar as principais regras, os principais princípios que transformam um jogador em campeão, comparar por que o ser humano não faz o que ele faz, e por isso que os resultados são completamente diferentes. Voltei com essa ideia. Cheguei no Brasil, no dia que eu cheguei no Brasil, o empresário do maior jogador do mundo me escreve uma mensagem, ó, fulano quer te conhecer.

Falei, para possível. É outro sinal. Eu acredito em Deus, né, irmão? É sinal divino. Aí o que eu fiz? Liguei pro Neymar Pai. Falei, Ney, você pode me receber? Ele falou, cara, deixa eu ver aqui, porque eu vou estar em Santos, não sei o que. Acabou que ele falou assim, amanhã eu tô em São Paulo. Falei, vamos ver, amanhã vamos. Pum, ele me recebeu. Aí contei pra ele, olha o que aconteceu, cara. Fui no Real Madrid, aprendi isso, não sei o que.

Olha, ele sabe. Dos meus livros, sabe? Então ele falou, escreve rápido um livro.

Eu até falei, se esse livro explodir no Brasil, o Neymar vai ter que ter uma comissão, porque ele que deu a ideia. Ele falou, cara, escreve rápido.

e lançante da Copa. Só que eu tô falando de um mês atrás, um mês e meio dessa conversa. Como que eu vou fazer isso? Aí, ele só falou, ó, tem que ter um cara que seja muito forte no futebol pra prefaciar e que seja... É um cara que não tem... Que todo mundo gosta, qual é o nome? Que não tem objeção, não tem rejeição. Falei, quem que você acha? Ele falou, sei lá, cara, o Kaká. Kaká é...

Saí da reunião com o Neymar, entrei no carro e liguei para o Cacá. Falei, Cacá, como é que você está? O Cacá já é amigo de um tempo, né? Falei, cara, estou com esse projeto aqui, assim, assim, assado. Ele falou, pode contar comigo. Aí quando peguei o conceito do Neymar, Cacá disse que ia prefaciar, liguei para a maior editora do mundo. Falei, ó, já vendi tantos milhões de livros, vocês sabem, estou com esse projeto aqui.

fulano vai prefaciar, cafu, capitão do Penta vai fazer a indicação de contracapa, o livro é para usar as analogias do futebol para ensinar sobre vida e negócios. Fechamos. Aí o editor falou, tá bom, você tem sete dias para escrever. Irmão, eu fiquei 15, 16 horas por dia escrevendo.

E ligando para jogador, assim, no computador do meu escritório de casa e ligando para os jogadores da seleção, da penta campeã e atual. Cara, tudo bem? Posso fazer uma pergunta? E aí, Thiagão, pode? Como é que você faz isso? O poder do vestiário. O que acontece no vestiário? Como é que pode estar 2x0 no primeiro tempo e depois do vestiário vocês virarem para 4x2? Aí liga para treinador, que foi treinador de seleção, treinador de Real Madrid, treinador não sei o quê. E como é que faz? E montei o livro. Em sete dias. E aí, é...

O grande lance do livro é que a gente pega analogias que qualquer pessoa vai entender, como, por exemplo, eu começo o livro dizendo o seguinte, futebol é preparo e destino. Por que preparo e destino? Porque você tem que estar preparado para passar numa peneira, por exemplo, e destino é você estar justamente ali naquele campinho de terra com sete anos de idade e o olheiro...

o clubinho e tal, está ali também, o destino. Calhou de você estar no dia certo, na hora certa, é destino. Mas não é só esse. É de você estar numa final de Copa do Mundo, a bola passar pelo melhor zagueiro e o cara errar a bola, a bola cair no teu pé. Porque se fosse pela capacidade, o zagueiro tirava, mas o destino colocou a bola no teu pé. Por isso que a maioria dos jogadores são espiritualizados. Entra fazendo sinal da cruz, faz oração, pede e tal.

Porque o cara sabe que não é só a qualidade do jogo, ele vai precisar mas um... E aí

de alguma coisa acontecer ali pra bola cair no pé dele. E comecei a juntar essas informações e falei, meu Deus, o futebol, as regras, os princípios, ensinam sobre vida e sobre negócios. Então, o primeiro capítulo eu comecei o seguinte, não tem dúvida que o Messi foi destinado a futebol. Tem vídeo do Messi com 5 anos de idade no YouTube jogando bola, irmão. Que nem a gente com 40 não consegue fazer 10%. É.

Ele nasceu para aquilo. Ok, destino. Mas se ele entrasse em campo e se esmasse de ser goleiro? Ele não tem nem altura para isso. Então o primeiro capítulo é qual é a sua posição em campo. Aí eu entrevistei vários jogadores da seleção. E me falaram o seguinte, o Cafu. O Cafu, que já gravou um Brunecast comigo, depois você assiste. Falou assim, eu queria ser meio campo. Meu sonho.

Aí o Tele Santana, que era o técnico, falou, não, irmão, você é lateral direito. Não, mas eu quero ser meio campo, você é lateral direito. Então você vai bater em algo que só você acredita ou você vai escutar alguém que é mais experiente, estrategista, técnico? E uma diferença do jogador profissional para uma pessoa comum é que jogador sempre teve técnico. Com três, quatro aninhos, era o pai, o tio, o avô que ficaram na beira do campo. Volta, marca!

Com três contas, ele já tinha alguém gritando com ele, dando instrução. Quando ele entra no timinho do bairro, da cidade, ele já tem o treinador. Aí quando ele é contratado pela primeira vez para um time, ele tem o técnico. Ou seja, o jogador, diferentemente da pessoa comum, sempre teve um orientador, sempre teve mentor, sempre teve técnico. Outra diferença é que o jogador sempre soube o que queria.

Eu quero ser jogador. O que você quer ser? É verdade. Ah, não, eu quero ser astronauta da NASA. Não, não, eu quero ser jogador. Quero ser jogador. Não clareza. E uma fome muito grande. Tipo assim, a minha única opção, cara. Eu faço isso aqui, eu morro de fome. Eu tenho que fazer. E aí, com 18 anos...

o jogador, às vezes, já está no Barcelona, no Real Madrid, na Seleção Brasileira, ganhando milhões. E tem gente com 22 anos que fala, o que eu faço da vida? Qual é a diferença, então, da pessoa comum, que está perdida aos 22, 25 anos, e do jogador? Número um, o jogador sempre soube o que queria ser. Número dois, se submeteu a uma rotina que a maioria não suporta.

com 13, 14 anos, acordando 5 horas da manhã, pegando treino pro treino, não sei o que, e o garotão de 14 anos, a noite na internet, aqui, no Instagram, acordando 10 horas da manhã. Então, realmente, não tem vitória preparada pra você, não. Então, a disciplina, o apoio familiar, foi uma coisa que eu encontrei nas entrevistas. 99% dos jogadores, o pai, o avô, a mãe, você vai conseguir o apoio familiar, e, geralmente, pra outras profissões, não tem o mesmo tipo de apoio.

O pai só cobra, tem que estudar. A mãe só cobra, tem que estudar, mas não dá um destino. O pai do jogador fala, não, cara, você vai. Geralmente, o jogador é filho de um pai ou de um avô frustrado no futebol que fala, não, você vai. E aí tem um incentivo. Então, incentivo familiar, fome de vencer, é a única opção. Não penso em outra coisa, não tenho plano B. Poucos tiveram plano B.

não é 100%, mas 98% nunca tiveram o plano B, jogador, jogador, e se submeteram a um técnico, a vida toda. A ponto de, meu sonho, a minha vontade de jogar no meio campo. Não, você é lateral direito, o cara vai pro lateral direito, e o técnico tinha razão. O Cafu virou o maior lateral direito do mundo. Né? Então, é...

Todos os jogadores que eu entrevistei, deu para perceber que se você olhar o futebol, você não precisa nem gostar de futebol, você não precisa nem gostar. Se você olhar o futebol, que é o esporte mais ovacionado do mundo, 4 bilhões de fãs, o único esporte do mundo que lota estádio todo final de semana na maioria dos países. Todo final de semana, 60, 70 mil pessoas lotam estádio. Todo final de semana.

Nenhum outro esporte faz isso. Apaixão do futebol é muito grande. Movimentação multibilionária. Mas tudo tem motivo. A imprevisibilidade do futebol. Tênis vai ter ponto. Basquete vai ter ponto. Não sei quem vai ganhar, mas vai ter ponto. Futebol pode terminar no 0x0. É imprevisível.

Você pode jogar um grande time contra um time mais ou menos e o time mais ou menos ganhar. É imprevisível. Então, essa imprevisibilidade faz a emoção ficar aqui, alta. E quando a gente começa a estudar o que dá certo no futebol, se a gente aplicar para a vida e para os negócios, aí você vê que é só seguir a regra que dificilmente você vai errar. Dificilmente.

Porque existem coisas que o futebol nos ensina, como o poder do banco de reservas. Na maioria dos jogadores, eu perguntei assim, você começou como titular? Os caras não. Não. E o que você fazia quando era reserva? O ser humano comum está xingando o técnico. Não vai me valorizar, não? Então você vai ver se eu não vou para outro time. O ser humano comum se desespera, se emociona, fala um monte de besteira, fecha portas.

O jogador que venceu, que virou profissional, que virou campeão do mundo, ele está no banco de reserva treinando mais do que o titular. Ele está no banco de reserva olhando o campo atentamente, as estratégias, quem está errando, aquele ali, aquele ali. E o goleiro cai errado para a direita, se eu entrar eu chuto na direita. Um jogador da seleção me contou, que aliás é um quadro do livro, todo o capítulo volta, um jogador da seleção me contou. Um jogador da seleção me contou que é o seguinte, ele foi reserva...

A Copa toda. E a Copa toda, ele treinava mais do que o titular. Chegava uma hora mais cedo, saia uma hora mais tarde, fazia mais tempo de academia, concentração total. Treinando mais do que o titular. Se tiver oportunidade e eu entrar, nunca mais eu volto sem reserva. Olha isso aqui. Sonho, determinação, disciplina.

Parece básico, mas ninguém cumpre, ninguém faz. Se eu entrar, nunca mais eu volto sem reserva. Ele ficou a Copa toda, Copa toda no banco, na final da Copa do Mundo. O jogador se machuca, o técnico bota ele. Sabe o que aconteceu? Nunca mais ele foi reserva de novo.

Porque ele estava preparado, ele estava atento, não foi uma surpresa, ele estava atento às estratégias e falou, se tiver oportunidade eu entro e faço, irmão. E entrou e fez. Então, na vida a gente é muito distraído, na vida a gente é muito descontrolado emocionalmente, na vida a gente não sabe o que quer, na vida a gente não se submete a conselhos, a orientações, a um técnico, alguém que tem visão estratégica da vida. As melhores estratégias de negócio vieram da cabeça de alguém, não da minha.

Então, eu sou fundador de um instituto de educação, mas as grandes ideias vêm de uma mente mais brilhante que a minha. Bruno, se você for por aqui, cara... E você sempre com a escutativa? Cara, no livro Princípios Milenares, um dos princípios milenares, ou seja, que está na Bíblia dando certa milenares, é o princípio da escuta. Ouvir é muito importante, cara. Mas é importante demais. Os grandes acertos que eu tive na vida foi só escutando.

E como eu sou um cara proativo, dominante de temperamento, eu quero falar. Mas eu aprendi que chega numa reunião de equipe, é muito melhor você falar gente, como é que está a semana? Qual é a impressão de vocês do projeto que a gente está tocando? Deixa a equipe falar. Às vezes tudo que você ia começar falando ia atrapalhar esse feedback deles. Quando eu estava instalando um projeto de expansão no Instituto, eu coloquei as pessoas que estavam no projeto de expansão e falei assim como vocês veem esse projeto?

Mas os caras falaram duas horas. Tudo que eles falaram montou o projeto para mim. O que eles falaram é melhor do que o projeto que eu estou. Eles montaram para mim. Eu anotei e falei, é, gente, é isso mesmo. É isso aqui. Então, ouvir é muito importante. O jogador tem facilidade para ouvir. Mas também no livro eu falo da parte negativa do jogador. Ele foca tanto na bola. Tem um capítulo que eu falo, o jogo não é só a bola. É um capítulo do livro.

Porque o jogador foca tanto na bola que ele desanda em outras áreas da vida. É verdade. Termina mal financeiramente, monta três, quatro famílias, dez pensões alimentícia, um monte de problema na vida social. Bebe. E outras cossitas massas. Problema jurídico, problema contábil, problema tributário. E por quê? Porque ele foca tanto na bola.

que ele não se preocupa mais com as outras áreas da vida. Então, o futebol não só nos ensina com os acertos, mas com os erros também. Então, o nome do livro é Jogo da Vida. Como o futebol nos ensina sobre vida e negócios. Quantos capítulos você fez? Porque um foi a pique final, o outro foi? Doze. Doze capítulos. Doze? Doze capítulos. E foi assim, trocando ideia com a turma? É. Aí eu visitei o Real Madrid, visitei o Chelsea, na Inglaterra. É. Liguei para...

A maioria dos jogadores da seleção pentacampeã, da seleção de 2006, a maioria da seleção atual, os que estão escalados até esse momento. Rapaz, qual a tua impressão disso, aquilo? Isso aqui é isso mesmo?

O que mais o futebol te ensinou sobre vida? O que mais você se arrepende? Aí a maioria dos jogadores falavam, cara, foquei muito na bola. E aí perdi família, terminei mal financeiramente, eu tô tendo que pôr. Muitos jogadores me falaram o seguinte, cara, uma coisa que eu descobri é que a influência só dura enquanto você é titular ou ainda tá nativa. Quando você se aposenta, o restaurante que te dava a conta de graça agora tá te cobrando. Então, existe um timing.

de você fazer os melhores contratos. O melhor contrato de publicidade, o melhor contrato de... Se você perder esse timing, que é esse tempo de fazer as coisas... Então, assim, o livro está muito simples. Eu fiz uma diagramação para adolescente, jovem, quem está começando o seu primeiro negócio, precisa ler esse livro. Está muito simples. Quando é que sai, Brunet? Mês que vem. Mês de maio.

Ele já está na gráfica. Então, no mês de maio, ele está sendo distribuído, se Deus quiser, nas lojas. Vai ser publicado ao longo dos próximos meses nos principais campeonatos mundiais, campeonato inglês, campeonato espanhol. Como assim? Ué, a maior editora da Espanha vai publicá-lo na Espanha.

para quem ama futebol e é do campeonato espanhol poder ter acesso. Qual que é a editora? Aqui no Brasil é a Planeta. Ah, Planeta é gigante. Planeta é espanhola. Então eles publicam aqui, Portugal automaticamente, tudo que sai meu aqui já sai em Portugal. Aliás, eu estou indo aí para...

Para Porto e para Lisboa agora 9 e 10 de maio. Depois você já acompanha pelas redes sociais para lançar o livro Ganha o Mundo Sem Perder a Alma. Ou seja, porque Portugal chega um pouquinho depois. O Ganha o Mundo está há um ano aqui no Brasil. Estou indo para Portugal lançar agora. Quando eu lançar o Jogo da Vida aqui mês que vem no Brasil, vou para Portugal depois. Agora Espanha e Inglaterra, os principais campeonatos de futebol.

Mas o livro não é sobre futebol. É usando as analogias do futebol. A gente fala assim, Thiago, você não é comentarista de futebol? Como é que você vai escrever um livro sobre futebol?

Não é sobre futebol. Eu não dou minha opinião sobre futebol. Eu pego analogias que deram certo no futebol e falo, faz isso na vida que vai dar certo. Então, tem muitos capítulos poderosos aqui. Eu estou com o livro aberto aqui, eu tenho ele em PDF. Aí o Cacá prefaciou. Que legal. Lindo, lindo o prefácio do Cacá. Lembrando que ele foi o melhor jogador do mundo em 2007.

E tem até um meme dele famoso, né, que ele não faz nada de errado. E aí todo mundo fala, pô, Cacá, faz alguma coisa de errado e tal, você é perfeito demais. Aí eu falei, a gente achou o cara certo, não tem nenhuma rejeição, né? Então quando vê o nome dele na capa, prefácio, Cacá fala, já.

Então, o primeiro capítulo é qual a sua posição em campo? Se não decidir onde você quer. Se você ficar toda hora tentando mudar de posição, você nunca fica bom em nada. E as pessoas mudam por comparação. Muita gente seria um excelente zagueiro, mas ver que o atacante dá mais entrevista, que o atacante brilha mais no Instagram, é cima de virar atacante. Não vira um bom atacante e perde a posição que seria dele de zagueiro.

Confundir sua posição em campo por causa de inveja, comparação, ganância, estraga tudo. Estraga tudo. Então, eu tenho alguns privilégios, assim, por causa do meu trabalho nos últimos anos, que muitos jogadores da seleção, os três jogadores, os três goleiros da seleção são meus amigos, da seleção brasileira. Alguns já foram na minha casa conversar, tomar café, levar camisa para os meus filhos, né? Sim.

E eu sempre faço as mesmas... Eu estou há muito tempo acumulando material para esse livro. Então, uma coisa que eu percebi, que uma das coisas mais importantes no futebol é você jogar na posição certa. Na vida, a gente erra isso direto. Um exemplo. Eu estou com 45 anos. Quando é que eu descobri minha posição? Aos 33. Quando eu quebrei em 2014, eu fui me descobrindo, eu fui fazendo o cálculo, ajuda divina, revelação divina, com o cálculo matemático de... Eu sei falar em público.

Leio livros, tenho formação acadêmica nisso, sei dar aula, por que eu não estou trabalhando com educação? Teve uma orientação divina, mas teve um cálculo matemático. Eu fui descobrir minha posição em campo, Joel, com 33 para 34 anos, irmão. Tarde demais. Esse livro aí, se você colocar teu filho adolescente para ler, ele com 18 anos está voando.

Se você que é jovem começar a ler, daqui a três, quatro anos você já está com o empreendimento na mão. Não tem como dar errado. Por quê? Porque o que dá certo, o que é uma regra absoluta num lugar, é só copiar e colar. É igual o princípio milenar. Dá certo há dois mil anos. Copia e cola. Futebol está dando certo em todos esses anos e crescendo sem parar. Copia e cola.

Você não vai inventar a roda novamente. Não dá para reinventar a roda. Pega o que está dando certo, compre e colo. Então, primeiro, qual é a sua posição em campo? Aí eu explico. Por que as pessoas demoram a decidir a posição em campo? Número um, porque elas não têm técnico. É verdade. Não tem alguém para... Vou te dar um exemplo de um amigo nosso. Tem nomes que a gente não dá para... Às vezes o cara não quer que fale. Então, tem um amigo nosso em comum.

que se tiver um café, eu aceito, se for de graça. O Joel está... Eu não sei se vocês estão em casa, vocês não sabem. Tem café e tem até o patrocinador aqui. Aliás, podia patrocinar o seu café com destino. Com destino. Olha aí. Por favor. Vocês não sabem, mas o convidado paga R$ 6,90 no café aqui, né? Eu já deixei vintão ali para tomar uns três cafezinhos. Deixa aqui também para mim, Malu. Aí, escuta isso aqui que é interessante. Recebi uma proposta, Joel.

Sabe aquela proposta de um cara ultra-mega estratégico que você é fã pelo que ele construiu no Brasil e no mundo? E ao mesmo tempo, essa proposta é milionária e séria. Isso mexeu com as minhas estruturas.

Esse cara foi na minha casa. Uma pessoa muito empoderada, muito estratégica. Falei, Bruno, isso, isso, isso. Vão montar esse negócio. Vão ter que ser você. Eu e você. Falei um cara que tem... Que já fez IPO, a empresa dele é listada na bolsa, faturamento bilionário, reputação impecável. E ele me fez uma proposta assim, cara. Que eu falei, pronto. Meu Deus, mudou a minha vida, acabou. Maravilha.

Aí, antes de pedir 24 horas para pensar, o que qualquer um aceitaria na hora, mas uma coisa que eu aprendi com a sabedoria é uma noite de sono. Deita uma noitinha de sono em cima de qualquer propósito.

É o tempo de Deus falar contigo, te dar sinais, você conversar com a tua esposa, não se toma decisão sem o cônjuge estar de acordo, ligar para os conselheiros, a Bíblia diz em Provérbios, na multidão de conselhos há sabedoria, o sucesso está nos conselhos. Eu liguei para dois conselheiros. Os dois falaram a mesma coisa. Brunê, parabéns, irmão.

Que proposta maravilhosa. Irmão, está voando. Que isso, cara, lindo. Não é para você. Não é, não é. Porque, olha só, você está há muito tempo jogando na posição da educação. Você, quando fechar esse contrato...

ainda mais pelos valores que você está falando, vai ter as exigências contratuais, irmão. As exigências contratuais, você pode até pedir um contrato para ele e você vai ver. Você vai ter que falar coisas, fazer coisas que vão te posicionar em outra posição. Não vai ser mais o educador, não vai ser mais o cara da espiritualidade, não vai ser mais o das emoções, vai ser o Tiago mais agressivo na área de vendas, finanças e tal, e vai mudar público, vai mudar posicionamento.

Você está dando certo nessa posição. Esse dinheiro você vai fazer de qualquer jeito, só que num prazo maior. Você quer mesmo adiantar esse dinheiro e mudar de posição agora? Ou seja, você está fazendo gol igual o Ronaldo Fenômeno na frente, você vai tentar jogar de zagueiro?

Os dois. Os dois, cara. E aí eu liguei para o cara no outro dia, pedi perdão e declinei. Ele não acreditou. Ele falou, pode ser pessoalmente? Ele falou, pode. Ele falou, o que houve? Foi alguma orientação jurídica? Eu falei, não, cara, vai mudar muito o meu posicionamento. Aí quando ele entendeu a minha verdade, eu falei, cara, é isso. Eu não posso jogar em outra posição.

Continuamos amigos, fizemos outros tipos de negócio, mais leves, mas aquele que era gigante, realmente, ia exigir muito de mim e da minha imagem.

Então, é muito difícil, Joel, quando você tem que tomar uma decisão... Mas isso, cara, é sabedoria. Que é boa pra você, mas vai te mudar de posição. Mas isso é muito sábio. Tem muita sabedoria aí. Controle emocional. Usou o princípio, pegou, ligou pra conselheiro. Praticar o que você prega. Praticar o que você prega. Eu falo de conselheiro, falo de sabedoria. Na hora de eu tomar a decisão, vou tomar na empolgação. Esperou, falou com a tua esposa, sentou 24 horas, pegou o telefone, tem os caras, os caras te atendem, você pergunta pra eles.

Aí muita gente fala assim, Tiago, mas eu não estou nesse nível de ter os conselheiros que você tem. Deus está disponível para você. Preto, branco, rico, pobre, acima do peso, abaixo do peso. Orientação divina. Eu não faço nada sem orientação divina. Na época que eu não tinha nada, morando lá na periferia do Rio de Janeiro, em frente ao Morro do Juramento, meu conselheiro era o seu Joaquim da Padaria.

Então, cada fase de vida que você está, dá para você pegar todos esses conselhos que eu estou te dando, só que vai ser no nível que você está. E com o tempo você vai progredindo, como eu, o Joel, o Calinguem aqui, saiu de um berço de ouro. Sim. Parece que a gente nasceu assim, veio construindo, a gente veio construindo. Então...

Eu falo muito nesse livro que Geografia é Destino. Já parou para pensar se você estivesse em... Geografia é Destino, adorei. É lógico. Já parou para pensar se você estivesse em Santos até hoje? Vamos falar de negócio. O Joel poderia ser o mesmo, mas o teu negócio seria o mesmo? Não. Sem dúvida nenhuma, não. Não. Sem dúvida nenhuma. É a mesma coisa do jogador. O jogador, quando eu falo que Geografia é Destino, é o seguinte. Adorei, adorei. Kylian Mbappé.

Maravilhoso, joga pra caramba, né? O cara é rápido e tal. Tomara que o Brasil não pegue ele na França, não pegue a França na Copa. Bom demais. Só que é o seguinte, ele é filho de imigrante. Não lembro agora se é Camarões ou Gana, algum país da África.

Se os pais não tivessem migrado, mudado a geografia, e ele tivesse nascido, ele seria um jogador de futebol, porque esse é o destino dele. Só que ele seria jogador de futebol, em Camarões, em Gana, no país lá, Argélia, no país que ele veio. Essa geografia daria a mesma oportunidade dele se transformar no Mbappé mundialmente famoso que a França deu? Muito provavelmente não.

Muito, muito provavelmente não, porque geografia é destino. Então, às vezes, não é uma regra geral que a gente fala assim, mas eu me dei bem onde eu nasci. Que bom, você é uma exceção maravilhosa, conta teu testemunho, porque muitas vezes você precisa mudar a geografia para algumas coisas acontecerem.

principalmente quando os teus sonhos são muito grandes. Então, o menino que hoje é titular da seleção, ele saiu do interior, da favela tal, não sei o quê, mas está morando hoje na Inglaterra, na Espanha, na França, está jogando num time europeu. Ele teve que mudar a geografia para o futebol dele aparecer mais. Geografia é destino, cara.

E eu entrevistei muitos jogadores e falaram o seguinte, cara, o meu maior desafio foi que com 14 anos o time tal me chamava para a base e tal, eu tinha que deixar meu pai e minha mãe com 14 anos morar sozinho no clube. Que era 6 horas, 7 horas, 8 horas de casa. Não tinha como voltar, tinha que dormir lá.

Então, são decisões muito difíceis, até mesmo cruéis, mas que geraram esse destino de vitória de um jogador de futebol que uma pessoa comum não consegue tomar as mesmas decisões na fase que eles tomaram, com 14, 15 anos.

Decidi com 5, 6, consegui o apoio familiar, com 14, 15 anos está tomando decisões dificílimas, com 18 já está administrando grandes coisas. E aí entra o problema, que o jogador de futebol não precisa cometer, e eu explico isso no livro, e nem a gente precisa cometer na vida. Quando a gente sente que a gente é bom em uma coisa, e está dando resultado, já começa a contratar os melhores em coisas que você não domina. Boa. Então, uma coisa que...

eu aprendi até com o Neymar Pai, ele falou o seguinte, quando o Júnior fechou o primeiro contrato grande...

eu já fui em cima de um cara para controlar o financeiro, porque eu era CLT, não tinha nada. Aí foi em cima do nosso amigo, né? Está lá até hoje. Está lá até hoje. Então, assim, eu já fui em cima do cara para trabalhar para mim, porque eu precisava de um cara para... Essa visão de jogo aqui é impressionante, cara. É impressionante. É, ó, eu sou bom nisso aqui, nisso aqui eu não sou. Então, já que está entrando um dinheirinho, em vez de a gente sair gastando, pega esse dinheirinho e já bota o cara que vai cuidar disso bem cuidado.

Então, geralmente o jogador erra nisso. Ele foca na bola, esquece as outras áreas, esquece tributário. Quantos jogadores eu já atendi? Quando o cara muda de clube, perde metade do patrimônio, porque não consegue tirar do país. Tributariamente está todo enrolado.

Eu visitei uma vez um jogador fora do país e ele todo feliz começou a mostrar a casa dele. Cara, você imagina, irmão, sair da pobreza. Cara, olha o que Deus me deu e tal. Lindo, cara, maravilhoso e tal. E aí ele, empolgado, falou o valor da casa. Parabéns, grande conquista. Na hora...

me veio uma pergunta que veio aqui na goela e eu segurei, que é quanto tempo mais você tem de contrato nesse time? O cara tinha mais um ano e meio de contrato, tinha acabado de gastar algumas dezenas de milhões naquela casa e por acaso eu tinha informação. E todo lucro que você tem nesse país, 40% fica para o governo.

Por que você vai comprar uma casa que vai ficar só mais um ano e meio se você vai perder 40% de múltiplos milhões? Ele não tinha essa informação. Eu não queria estragar a alegria na hora, segurei. Dias depois eu liguei para o empresário dele e falei, cara, dá uma olhada nisso aqui. Joguei o problema para os caras resolverem lá. Ajudei com a informação.

Entendeu? Porque às vezes você é empolgado e fala eu tenho dinheiro, eu posso comprar. Peraí, deixa eu conversar com um especialista aqui pra ver se é hora de comprar, se tributariamente aqui é o local de se comprar. É o momento, é o timing. É porque eu tenho que eu posso. E o jogador geralmente arra nisso.

Aí, a partir também de não ter um planejamento familiar, se sente muito sozinho porque está jogando fora do país, já começa a se envolver com uma, com outra, quando vê que está com três filhos, quatro filhos, pensou alimentícia, não sei o quê, gera um problema social, porque as crianças não conseguem ser acompanhadas paternalmente. Sim. Gera um problema financeiro, porque agora ele tem essa despesa. Gera problemas de reputação, que todo mundo falando, mais um, mais isso, mais aquilo.

Mas por quê? Porque focou muito na bola. Então tem um capítulo que eu falo. O jogo da vida não é só a bola. Tem muita coisa além da bola. E se errar nisso, dança. Tem um capítulo que eu falo sobre... Por que tem gente que brilha por um tempo e depois fica invisível para sempre? Ah, isso é bom, né? E quanta gente brilhou muito no futebol e hoje ninguém nem lembra o nome.

Esse é bom. Esse para fazer paralelo para a vida é muito bom. É muito bom. Porque são os mesmos erros, mesmos que o jogador cometeu para desaparecer, a gente comete no nosso dia a dia. Orgulho, prepotência, falta de contatos estratégicos, indisciplina. O cara fala assim, já sou bom, não preciso mais treinar. Não precisa?

Você tem um faturamento incrível, você tem essa empresa maravilhosa, você parou de ler por acaso? Você se dá o luxo de parar de ler? Todo dia. Então, cara, porque quem está vencendo e quer perpetuar, sabe que não dá para parar de treinar. Sabe que não dá.

Às vezes eu encontro... Às vezes não, eu encontro sempre o Zé Roberto, jogando na seleção. A gente é vizinho. E ainda tem essa coincidência, eu sou vizinho de um monte de jogador, né? Exato. E o Zé Roberto, irmão, já parou de jogar há um maior tempão. Ele corre sem camisa no condomínio, trincado. Uma hora por dia, duas horas por dia, e não sei o quê. Cara, como é que pode, né? A disciplina... A disciplina, no caso dele e de alguns outros...

Não era para ser jogador, era o estilo de vida do cara. Por isso que é campeão. É quando você não faz só pelo resultado, você faz porque é o teu estilo de vida. A leitura tem que ser teu estilo de vida. Participar de mentoria, você ter técnico se orientando, é um estilo de vida. E o dia que, ah, mas quando acabar a fase das mentoria? Vai vir outro nome, mas vai continuar sendo mentoria. Desde Aristóteles é assim, pô. É isso aí.

Vai mudar o nome, mas vai continuar sendo mentor. Então, Aristóteles foi mentor de Alexandre o Grande, Alexandre Magno. Então, você imagina, de 2.300 anos atrás. Nunca deixou de existir. Então, se a gente aprender essas alegorias do futebol e aplicar na vida e nos negócios, principalmente para quem está começando agora, para quem é jovem, isso vai mudar completamente o jogo da vida para você.

O que você achou nesse capítulo aí da pessoa que sai de jogo? Como é que é o nome? A pessoa que desaparece depois. O que você achou aí? Vamos dizer assim, lógico, orgulho, a falta de treino. O principal é a falta de gestão emocional. O cara pira por alguma coisa. Ele não consegue voltar ao normal. Todos os jogadores que desapareceram ou no auge da fama,

eles partiram para uma crise de pânico muito séria, para uma fobia social, para algo assim, e começaram a ter um péssimo desempenho em campo. Lembrando que 100% dos jogadores me afirmaram que a vida emocional influencia a qualidade do jogo. Então, se o cara não está bem emocionalmente, ele pode ser o melhor do mundo.

que ele pode ir muito mal naquele jogo e se for uma final de Copa do Mundo, perdeu a oportunidade. Lembrando que tem um capítulo que eu falo sobre o poder da torcida, irmão, que é cruel. Ela te aplaude numa quarta-feira, no domingo tu não fez o gol, ela tá te xingando, tá na porta do clube quebrando tudo. Cara, deixa eu até te falar uma coisa. Hoje eu tava indo pra academia e... Aí parei meu carro na academia, cheguei um pouco antes, aí parei um pouco o carro e vi um corte do Neymar. Eu não sei que jogo que foi.

Eu acompanho o Neymar, eu não acompanho muito futebol. Eu gosto do Ney, né? E aí eu vi, cara, a torcida xingando esse cara de um nome increditavelmente louco. E ele parou, e ele parava, e ele foi falar ao cara, ele falou, olha só, não foi desse jeito, ele estava mais bravo. Ele falou, pô, meu, você acha que eu não quero ganhar? Eu quero ganhar. Eu tentei, chutei, a gente foi, a gente aconteceu. Você tem que me respeitar, pô.

Você tem que me respeitar, cara. E o cara xingava com o nome dele. Cara, você não pode nem me falar esse nome pra mim. Foi uma coisa tão desproporcional. Sentença desproporcional. Foi a sentença desproporcional. É, agora, olha só. Eu sou doido aqui. Tem vários outros casos. O Fenômeno fez gols incríveis pela seleção. Foi goleador, foi campeão do mundo. É quando ele vai jogar no Corinthians e tá um pouquinho acima do peso. Era só crítica, todo mundo detonando. Ou seja, tu é herói num dia e você é bandido no outro.

Aí eu explico isso. Muita gente no futebol surtou por causa das críticas. E aí o desempenho em campo foi tão terrível que ele desapareceu da história. E eu já atendi muitos atletas que, por causa da crítica, queriam largar tudo no auge. A pergunta é, você ser bombardeado de crítica, um dia você tem o apoio da torcida, outro dia querem te matar, é exclusivo do futebol ou da vida e dos negócios também? Da vida.

Nos negócios, tu tá num mês de faturamento bom, todo mundo tá aplaudindo. Em torno de uma crisezinha, não bateu as metas, não sei o que, começa um monte de problema, a gente pedindo demissagem, vou sair fora, não sei o que. Ou seja, a vida, se você não aprender a lidar com crítica, com gente que tá contra você, gente que quer te derrubar, muitos jogadores me contaram o seguinte, irmão,

Às vezes eu quero até tocar pro cara que tá aqui do lado, mas eu prefiro arriscar fazer o Rodrigo chutar, porque se ele fizer o gol, ele pega meu lugar de vez. Sim. Gente, tá dentro do time e quer te derrubar. A vida é assim, nos negócios é assim.

Como é que você faz? Jogo no coletivo ou miro só no individual? Aí no livro eu trago o equilíbrio disso. Existem jogos e jogos. Tem jogo que é teu, irmão. Tem jogo que se não for coletivo, tu não leva a taça do mundo. O que é melhor? Jogar no coletivo, tocar a bola.

e dar alegria para 210 milhões de brasileiros? Ou tentar fazer a jogada sozinho? E sair da história porque errou o gol? Então, as analogias são esclarecedoras. Um adolescentezinho lendo, um jovem, um cara que está começando um empreendimento agora, a dona de casa está começando em casa a vender alguma coisa. Ler um livro desse é um livro para o homem e para a mulher, porque é fala de futebol, porque lembrando que é sobre vida e negócios.

Começou a praticar os princípios que estão ali, não tem como dar errado. Não tem como dar errado. Tem um capítulo que eu falo, isso aqui é muito bom. O futebol é um esporte que não pergunta teu sobrenome. Você não precisa ser filho de ninguém.

Ele não pergunta quanto você tem no banco, você não precisa ter dinheiro nenhum. Ele é meritocrático. Entrou, fez o gol, está dentro. Na maioria das vezes, a gente acha que tem uma indicação de ser filho de alguém, tem um dinheirinho, tem um não sei o que. O futebol nos ensina que se você entrar, se você é um zé ninguém, como a gente diz por aí popularmente, e fizer o gol, vai ser você o da vez. É isso aí.

Então, o que você tem que focar? É que o Thiago, eu estou em desvantagem, que eu não tenho dinheiro, que eu tenho minhas dificuldades, tenho minhas limitações. Foca no gol. Fez o gol, irmão. Todo mundo vai te querer. Fez o gol, todo mundo vai te querer. Ó, eu entrevistei o Luiz Fabiano, o fabuloso. Aí eu vi a foto. Camisa 9 da seleção e tal. E aí, ele falou o seguinte, sobre futebol é preparo e destino, que é a introdução do livro.

Ele falou, olha, eu fui chamado para o meu primeiro clube porque o Olheiro foi ver um amigo meu. O Olheiro não foi para ver ele. Foi para ver um amigo. Só que eu que fiz dois gols numa partida. O Olheiro chamou os dois. Então, isso aqui é destino. Não estava programado. Não era um plano.

Aconteceu. É inexplicável. Tudo que é inexplicável é o destino te favorecendo. Eu explico isso tanto no livro Ganho o Mundo Sem Perder a Alma, quanto nesse novo jogo da vida. Só que ele estava preparado, ou seja, preparo quando encontra com o destino, que é a oportunidade divina, aí, irmão, você faz a história.

Então, quando você chega para ser um jogador, ninguém pergunta, desculpa, mas você tem alguma reserva financeira? Fez uns quem? Seus pais, qual é o sobrenome? São separados? São juntos? Ninguém vai te fazer uma entrevista do teu passado. Ele só quer saber se você sabe fazer gol. Então, muitas vezes, tudo que a gente precisa dar é resultado, cara.

A gente fica com um monte de desculpa enquanto era só a gente ir lá e fazer o gol. E as coisas começam a acontecer. Começa a ter fila pra contratar a gente. Agora, você não treinou nem pra fazer o gol ou não tem habilidade para fazê-lo. É claro, você vai ficar transferindo a culpa pra todo mundo. A culpa vai ser de todo mundo. Tem um capítulo que eu falo assim... Isso aqui é muito legal, cara. Nem todo mundo...

no mundo do futebol é famoso. Mas muita gente que não é famosa é essencial. Fisioterapeuta da seleção não é famoso. Mas o fisioterapeuta é essencial. Às vezes a gente tem que tirar da nossa cabeça o negócio de ser famoso. Porque a fama é um tipo de destino. Depende da posição que você está na vida.

Mas sem o fisioterapeuta, sem o roupeiro, sem gente que não é famoso, o time não funciona, cara. Lembrando que o futebol não é só os 11 jogadores que estão em campo. Tem administrador, tem marqueteiro, tem time disso, tem o cara que protege a marca, quem desenha as camisas para fazer a coisa do terceiro e tal. É uma série de gente numa engrenagem gigantesca para fazer o time girar.

Então, às vezes você não vai ter reconhecimento público, mas você é essencial na engrenagem. A sua importância é indispensável. Então, mais importante do que você ser famoso ou reconhecido publicamente, é você ser essencial.

Procure saber se no jogo da vida, na posição que você escolheu em campo, você está sendo essencial. Ou seja, você realmente é necessário. Porque o que faz a pessoa ser convocada, ela ser necessária. Porque, por exemplo, até o caso do Neymar Júnior agora. Famoso ele é, brilhante ele em campo ele é, e ainda assim não está garantido estar na...

na Copa. Está entendendo? Então, assim, não pense que a fama vai garantir, não pense que a tua habilidade vai garantir. Existem outras coisas que acontecem no jogo da vida que podem te colocar como titular, podem te colocar numa Copa do Mundo. Então você tem que estar ligado nisso. O futebol tem certas peculiaridades.

que outros esportes, de certa forma, tem, mas o futebol é muito mais intenso e mais visível, que é concentração. Concentração é uma coisa obrigatória no futebol, você sabe? Então, vai ter partida no domingo, eles concentram de sexta para sábado. Para que isso? Preparação física, emocional, para alguns espiritual, do que vai acontecer no domingo.

Na vida você se concentra em que momento para executar o jogo da vida?

Você não tem, por exemplo, eu faço uma coisa que a gente chama devocional, que é uma parte de espiritualização pela manhã. Leio a Bíblia, faço minhas orações, peço sabedoria para o dia, peço proteção divina para mim e para a minha família, peço sabedoria para tomar decisões, para lidar com as pessoas, sinais divinos para coisas que eu tenho que fazer, livramento de coisas que eu não tenho que entrar, de pessoas que eu não tenho que conhecer.

Você precisa, eu, Thiago, preciso desse momento pela manhã pra poder respirar durante o dia, pra poder viver a pressão que eu vivo todo dia, a responsabilidade que eu vivo todo dia. Então, assim, pra eu jogar o jogo da vida, eu tenho uma concentração.

é meu tempo com a família, que eu renovo minhas forças. O que renova mais um ser humano do que ter o seu filhinho no teu colo te chamando de papai e falando que te ama? Pronto, cara. Seu dia pode ter sido pesado. Exato. O filho vem, papai te amo, não sei o quê. Pronto, é renovo emocional. E é claro que tem a parte física também.

Muita gente não está rendendo o que podia render porque está descuidando, não só do emocional e do espiritual, mas do físico. Comendo mal, dormindo pouco. Por exemplo, o sono, para mim, é uma coisa muito importante. Eu trabalho com a mente. Se eu não dormir bem, eu não consigo estar aqui falando uma hora, duas horas contigo. Sendo que hoje eu já tive reuniões, já tive outras gravações, já tive outras coisas.

Mas de manhã eu dormi bem hoje à noite. Tive meu momento de espiritualidade de manhã. Treinei fisicamente. Olha aí. Mas por quê? Porque eu quero ser alta performance, super atleta? Não, não, nem atleta eu sou. É porque é o básico para você ter energia, propósito, força para o dia. É básico. Mas a maioria do ser humano comum não quer pagar esse preço, João. Que o atleta paga. Mas ele quer o resultado do atleta.

Aí ele fica falando, que injustiça, né? Se o jogador ganhar o dinheiro que ganha. Não, não é injustiça não, chama-se mercado, demanda de mercado. Tem que entender um pouco de negócio para a gente falar sobre por que o jogador ganha milhões e a professora de alfabetização, que é muito mais importante para a sociedade, ganha dois salários, três salários. Um exemplo, não sei quanto é.

É porque a gente não é pago pelo valor que tem. Eu falo isso no livro. A gente é pago pela raridade que possui. Porque a professora vale mais do que um jogador. A sociedade precisa mais de quem? De professora de alfabetização ou de mais um jogador de futebol? Professora de alfabetização. Até porque a última pesquisa do IBGE mostrou que a gente está com um problema sério tanto de analfabetismo em fase adulta quanto analfabetismo funcional.

Ou seja, pessoas que conseguem até ler e escrever, mas já não interpretam texto, não entendem muitas coisas, não tem... É uma coisa que a gente está tentando ajudar gratuitamente. A gente está montando uma rede de voluntários no Brasil para ajudar a combater o analfabetismo adulto e o analfabetismo funcional. Então, concentração, treino físico.

Força e preparação mental e emocional. Se o jogador perder isso, já era. Já era. Já era. Tem que ter um corte viral do Cristiano Ronaldo, que ele tá assim pra bater uma falta, aí a câmera pega a leitura labial e fala assim, você já fez isso muitas vezes. Você pode. Você sabe fazer esse gol. Você treinou. E tal.

Por que ele está falando com ele mesmo? É força mental. É força mental. É força mental. Você pode, você vai conseguir. Vai lá, faz. Pum, ele bate e faz. Então, o ser humano comum leva um dia atrás do outro. Deixa a vida me levar, como diria Zeca Pagodinho. Sim.

É por isso que não tem resultado. O jogador não deixa a vida levar, não, irmão. É técnico dando instrução e ele tem que obedecer. Sete horas da manhã treino, banheira de não sei o quê, fisioterapia à tarde, dormir cedo e no outro dia começa tudo de novo. É isso aí.

E aí na vida você quer levar do jeito que quiser. Agora, uma coisa muito interessante também no futebol é que o futebol tem regras que não podem ser quebradas. Assim como a vida. Qual é a diferença do futebol e da vida? É que no futebol você é punido imediatamente. Três pênaltis. Punição.

Estava impedido, punição. Falta, punição. Pegou a bola com a mão, punição. Na vida, você quebra as regras da vida e a punição nem sempre chega imediatamente. Então você acha que pode continuar. E aqui está um grande problema do ser humano comum. Como a punição não é imediata, ele continua fazendo e acaba com a vida dele. Ele acumula faltas e pênaltis suficientes para ser expulso do jogo da vida.

É muito profundo esse teu livro e ao mesmo tempo simples. É ler e praticar. Eu fiz um livro para o seguinte.

Um garoto de 12 anos tem que entender. Sim. E uma pessoa que está começando a fazer um negócio agora e está totalmente confuso sobre como é que eu faço para fazer esse negócio dar certo e ter que entender. E alguém que está perdido na vida. Poxa, eu tenho 30, 40 anos, estou perdido. Meu Deus, o que eu faço? Ele vai ler e vai entender. Cara, muito bom. Agora, esse clique, enquanto você toma o seu café, esse clique que você teve...

Ele é de agora? Ou ele é uma coisa que estava na nuvem da tua mente? Aí só deu aquele destopim? Sempre é assim, cara. Eu acho que você vai acumulando, assim, coisa. Vem acumulando, acumulando, acumulando informações. Aí chegou esse lance que eu te falei de ter ido pro Real Madrid, ter conversado pros jogadores. Bati o papo com o Courtois, o goleiro, com os outros jogadores, o Vini. Esse goleirão.

Aí voltar a receber essa ligação desse empresário do maior jogador de futebol do mundo. Vou tentar fazer uma coisa aqui agora. O papo com o Neymar Pai, tudo isso, cara... Vamos ver se ele atende? Vamos, liga pra ele. Vamos ver se o Neymar Pai atende ao vivo no Jotato Podcast. E fala que a gente está falando do Lio que ele... Vamos, se ele atende.

É, nesse horário aqui deve estar o business. Rolando sol. Rolando sol. Teleatente sempre. Fala Ney, meu irmão, tudo bem? Estou aqui com o Brunet, ao vivo, no JJ Podcast.

E a gente está falando do livro que você incentivou bastante ele a escrever. Vai para o Brasil e para o mundo, hein? Vai para o Brasil e para o mundo. A gente está falando do livro, livraço bacana. Ele disse o seguinte, se ficar best-seller... Participação societária para o Ney Pai. Beleza. Um beijo, irmão. Beijo, Ney.

Ele vai cobrar. Ele gosta. Qualquer coisa que entra. Ele vai cobrar. O que você espera que esse livro... Aliás, você espera que esse livro seja lido por qualquer pessoa. Qualquer pessoa. Só que em especial, o adolescente, o jovem.

Quem está começando um negócio e está perdido na vida é o público mais alvo. Ele ajuda qualquer pessoa, porque vai ter um insight ou outro, que pega você que é um cara experiente, um insight ou outro e fala, caramba, já anotei vários. Isso aqui é bom. Mas é que se der para o teu filho adolescente, você que é jovem, está começando um negócio, ou está perdido na vida, você já está no meio da vida, o que eu faço da minha vida? É um livro que vai te localizar. Agora, o principal... O principal...

O que eu notei é que o maior diferencial de um jogador de futebol para uma pessoa comum é aguentar os sofrimentos da caminhada. A pessoa comum joga a toalha muito rápido. Sim, sim, sim. Muito rápido. Estou longe dos meus pais? Desisto. Ah, não fui convocado de novo? Desisto. Estou no banco de reserva há dois anos? Desisto. Ah, estou lesionado, vou ficar um ano fora? Desisto. Estou... é...

Tem jogador da seleção brasileira que foi campeão do mundo, irmão, que na época de peneira, que é quando você está ali no time de base, foi negado nove vezes, foi rejeitado nove vezes. E foi para a décima. A gente se é rejeitado duas vezes, xinga todo mundo e larga tudo. Joga a polta, muda de profissão. O jogador não. A grande diferença é que ele aguentou o sofrimento do caminho.

para segurar a taça um dia. A gente largou-os muito fácil. O Cafô foi negado para caramba nas peneiras. É um dos que foi... Negado para caramba. Esses nove vezes por acaso foi ele, mas tem vários outros que foram negados em época de peneira. O Zé também. O Zé Roberto. O Zé Roberto. Então, assim, o futebol tem muito para nos ensinar tanto a parte positiva quanto a parte negativa, que é a desordem das outras áreas. Sim, sim. A desordem das outras áreas. Então...

O que eu percebo é que as pessoas erram no básico. Disciplina deveria ser coisa básica. Exato. Foco. Eu só penso nisso, eu só faço isso aqui. Deveria ser básico. Todo o resultado grande que eu tive na vida, cara, foi porque eu estava focado só naquilo. Só pensava naquilo.

Estudava aquilo, lia sobre aquilo, só conversava com as pessoas, ligava para quem podia me ajudar naquilo. Pronto, acontece. Tudo que você foca expande. Na vida a gente fica assim, ó, distraído. Qualquer amigo que fala qualquer coisa, a gente muda de opinião. Vai tentar chegar para um jogador da base agora e falar para ele, cara, não é melhor você estudar não, para garantir o futuro, para ver se ele não vai mandar você tomar banho. Entendeu?

Então, é importante saber que o jogador, ele não só suportou os sofrimentos do caminho, que foram muitos, cara, mas ele sabia o que queria, foco total naquilo, disciplina inegociável, fazer o que tem que ser feito, estar debaixo da orientação de um técnico que define quase tudo na carreira de um jogador. Exato.

por exemplo, você analisa que um jogo da seleção recente que o Hendrick entrou no finalzinho e brilhou. Sim. Por que ele brilhou? Ele sempre foi bom, mas nem todo jogo ele brilhou. Número um, ele estava no banco de reserva. Tem muito poder no banco de reserva, para quem sabe usar. Você imagina a vontade que ele estava ali. Se eu entrar, irmão...

Eu vou entrar para fazer. Porque o banco de reserva, para um cara que é bom, que é inteligente, que sabe usar o banco de reserva para analisar estratégia, para criar expectativa, ele vê o seguinte, quem começou a titular está jogando normal. Eu, se eu entrar nos últimos 10 minutos, eu vou correr igual um cavalo. Eu vou pegar toda a bola. A determinação é diferente, você está entendendo? Então ele entra determinado, ele entra sabendo que é uma chance Boa noite!

que estão dando, então tem que pegar essa chance. E ele entra debaixo de uma orientação do técnico. O jogo já estava rolando há muito tempo. Então o Ancelotti sabia o que ia dar certo e o que ia dar errado. E fala o seguinte, entra e fica atacando por aquele lado, ele entra e brilha. Dá passe, faz não sei o que. Contribui muito. Mas isso é a junção de tudo que eu estou ensinando aqui hoje. Saber lidar com banco de reservas, ter foco, estratégia, saúde mental, força mental, é...

Ter uma família em dia é uma coisa importante, olha só. Mesmo que a família que o jogador formou desande, que muitas desandam por causa do excesso de foco na bola e desanda nas outras áreas, tem uma característica. O jogador, como ele é vendido muito cedo, ele sempre leva o pai, a mãe ou, às vezes, a família toda junto com ele.

Esse apoio familiar inicial é muito importante para o sucesso profissional. Eu paro para pensar na minha própria vida. Muita coisa que eu faço hoje é porque meu pai e minha mãe, que já partiu, me incentivaram muito. Não, filho, não disse não, vai mais um pouco. Aí você fala tão bem público, não para não. O incentivo familiar é muito importante, porque parece uma ordem de destino quando vem da tua família.

E outra coisa interessante também, eu até dou um exemplo pessoal no livro que eu falo o seguinte, diferentemente de um jogador de futebol que sempre soube o que quis, eu tentei ser músico, vendedor de seguro, tentei ser professor de violão, tentei trabalhar com empréstimo consignado, eu tentei um monte de coisa, aí depois abri uma agência de turismo, para enfim descobrir que na verdade eu era um educador, um escritor.

e um pregador, alguém que ensinava a Bíblia para as pessoas, e isso eu faço voluntariamente e gratuitamente. Mas como educador e como escritor, é minha profissão. Então, eu demorei muitos anos, décadas, o jogador, irmão, com cinco anos, eu sabia o que eu descobri com 33 para 34. Então, assim, se esse livro cai na mão de um adolescente agora,

Eu dou alguns toques de espiritualidade importantes no livro. Eu pego uma passagem do apóstolo Paulo em Coríntios, começo o livro falando o seguinte, que um atleta, é engraçado que o apóstolo Paulo usa a palavra atleta, ele diz que o atleta se disciplina, ele...

ele se esforça, se necessário, ele esmurra o próprio corpo a fim de ganhar uma coroa corruptível. Ou seja, um prêmio que logo vai passar. Sim. E o apóstolo Paulo continua dizendo, mas nós devemos fazer o mesmo esforço, ou seja, ser disciplinado, treinar, se esmurrar por uma coroa incorruptível. Aí está falando da salvação interna. Então, eu dou muitos toques de espiritualidade que não...

é religioso, não é religiosidade, é espiritualidade, para te ajudar na caminhada da vida, porque não é fácil. Sem fé essa vida é muito mais difícil, porque tem muitos momentos ruins. Você perde gente querida, você é traído, você é mal falado, é criticado, é calúnia na internet, faltando dinheiro logo no momento que você mais precisava. É muito difícil. Mas você vai levar essa vida aqui sem fé?

Só na técnica não dá. A técnica ajuda pra caramba, mas só a técnica não dá. Então, eu escrevi esse livro pra ajudar adolescentes, jovens, quem tá começando o primeiro negócio e tá perdido ainda, quem tá no meio da vida, já tá com 30, 40 anos, o que eu faço? Qual é a minha localização nessa terra? Leia esse livro. Então, gente, é o seguinte, tal convite tá feito, que aula que...

Pô, que conteúdo maravilhoso que foi feito aqui. Várias anotações. Me faz lembrar também da minha época como atleta.

Então assim, mês que vem, agora a gente está em abril, em maio esse livro está disponível para você, é um livro que vai ser comercializado, vendido no mundo todo. A gente vai deixar o link da pré-venda, que a pré-venda já está disponível na Amazon. Ah, é isso aí que eu te contei. Só uma frase que eu lembrei aqui, que é uma diferença entre o jogador de futebol e uma pessoa comum. A instrução sempre é constante na vida de um campeão. Já viu, tipo assim, tem várias cenas, o Cacá vai entrar em campo, mas...

jogando pelo Milan, já era o melhor do mundo do técnico que está no ouvido dele dando a instrução para ele entrar em campo se o cara já é o melhor do mundo para que ele vai escutar a instrução? entendeu? o jogador nunca deixa de escutar a instrução

A gente dá uma brilhadinha, ganha um dinheirinho, irmão. Ganha mil seguidores, já acho que... Não preciso saber de mais nada, de ninguém. Já sei tudo. O jogador está sempre escutando. Outra coisa, eu falo sobre as fases da vida. Muitos jogadores que foram medianos... Eu sempre falo, calma. Tudo tem seu tempo. Muitos jogadores que foram medianos, em outra fase da vida, se tornaram técnicos de futebol brilhantes. É verdade. Parreira.

Gente que virou um técnico de futebol brilhante, mas como o futebol foi mediano. Porque existe também o timing das coisas acontecerem na tua vida. Nem sempre vai ser na hora que você quer ou naquilo que você está fazendo agora. Às vezes, aquilo que você está fazendo agora, aprende com o futebol. Aquilo que você está fazendo agora só está te dando experiência para o melhor momento da tua vida, que vai ser como técnico depois. Entendeu? Então, não reclama.

mas celebra as oportunidades divinas, aprende com elas, porque sempre chega a tua hora, você vai ter que estar preparado para entrar. Muito bom, gente. Link aqui na pré-venda, na descrição do JJ Podcast, hein, galera? Link está aqui. Compra.

presenteia, lê, depois diz aí o que você achou, marca o Brunet, dá de presente. Você que é educador, leva aí para os seus alunos, para os seus mentorados. Você que é um líder, leva para os seus liderados. Pai, mãe, leva para os filhos. Quem é dono de empresa e tem funcionários, escuta, por favor, segue meu conselho.

compra e doa para os seus colaboradores. Mesmo que você tenha... Agora mesmo uma empresa comprou 22 mil livros meus para 22 mil colaboradores que eles têm. E o dono da empresa me ligou dois meses depois e falou rapaz, foi a melhor coisa que eu fiz na minha vida. Só que o jogo da vida é muito melhor porque ele é básico. Ele pega o chão de fábrica e o cara é inteligentaço. Porque são analogias. Então qualquer um entende.

E cada um interpreta conforme seu nível de inteligência. Esse é o legal das analogias. Porque se você é um cara que já entende bem a vida e tal, você pega o que eu falei ali sobre disciplina e entende de uma forma. A pessoa que está começando e não entende muito ainda da vida, entende de outra, mas pegou a ideia da disciplina. Então esse é o bom das analogias. Esse livro vai ajudar muito se você colocar na mão do seu colaborador.

Você imagina que é ano de Copa do Mundo, cara. O único evento que para o mundo é a Copa. Para o mundo. Então, a gente tem que aprender com o futebol. Ele deu certo. Você gostando muito ou gostando pouco, aprende com o que deu certo.

É isso aí. Bruno, é indo mais pro finalzinho. Topa tomar um outro café? Ou tá de boa aí? Não, bora. É só pra fazer o... Café é 24 horas. Café com conselho, oferecimento, cheirinho bom, cheirinho bom. Obrigado. Você que nos patrocina há três anos consecutivos. Eu virei embaixador de cheirinho bom.

É uma franquia de cafés, a maior franquia de cafés do Brasil, mais de mil unidades. E os dois donos, o Wilton e o Eduardo, são dois queridos e estão no nosso grupo do relógio. E te adoram. Gosto muito de você. Eu já os conheci. Já os conheci. É verdade. Já conheceu. Café Conselho é o seguinte, você tem a oportunidade de tomar um café. Pode entrar aqui. Um cafezinho.

Imagina que é numa sede, até mesmo da cheirinho bom, tomar um café e pedir um conselho pra alguém. O café é só pretexto, tá? Mas você quer pedir conselho. O que eu gostaria de saber? Quem é essa pessoa? Que conselho seria? E que conselho você pediria pra ela, né? E o que você acredita que ela te responderia? Vivo ou morto?

aberto. Pode ser vivo ou pode ser morto. Boa, né? Tem tanta gente do passado que eu queria ter conversado. Pode ser. Mas, assim, Dostoiévski é um cara que eu queria ter conversado. Primeiro que ele parte de uma filosofia cristã que me toca.

Ele foi um examinador da alma humana, foi um cara que sofreu. Dostoiévski foi um filósofo russo e atravessou os últimos dois, três séculos com as suas obras.

E o primeiro livro que eu li de Fyodor Dostoiévski, cara, assim, eu comecei lendo, cara, que livro difícil, que livro chato. Mas o meu amigo que me recomendou falou, cara, continua, continua. Não desiste dele. Eu li Crime e Castigo. Crime e Castigo. Na hora que...

que o menino mata a senhora e depois comete um segundo assassinato para se livrar das provas e ele começa a lidar com a culpa e com a busca de redenção. Aquilo começou a falar comigo. Existem pessoas que têm uma capacidade de analisar a alma humana e explicar...

de uma forma que atravessa séculos. E Dostoiévski, além de fazer isso muito bem, ele ainda colocou princípios milenares, que é o que eu chamo de princípios milenares, que são os conceitos bíblicos, de perdão, redenção. Ele fala abertamente...

de Jesus, tanto ele quanto o Lier Tostoi, que também foi um grande filósofo russo. Eu acho que eu investiria um tempo com alguns filósofos com certeza se eu pudesse conversar com personagens bíblicos, como José do Egito, Davi, o apóstolo Paulo, que foi o CEO, na nossa linguagem, foi o CEO do Evangelho, que estabeleceu processos, títulos.

Ele falou, você é presbítero, você é diácono, o diácono faz isso, isso, isso, o bispo faz isso, isso, isso. Jesus só passou a visão, é o fundador, é o founder. E Paulo que escalou o evangelho, abrindo igrejas em vários lugares e com processos e pessoas e cargos. E ao mesmo tempo foi um...

uma mente impressionante, assim, que desvendou a graça divina. E gostaria de ter um tempo com ele. E... Existem muitas pessoas que estão vivas hoje, assim, que eu teria perguntas. Para mim, um dos maiores comunicadores que nós temos vivo ainda foi o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. Teria umas duas, três perguntas para fazer para ele, principalmente sobre posicionamento e comunicação.

Tem muita gente, assim, que... A Oprah, tá viva? A Oprah, passar pelo que ela passou, se transformar numa mulher de expressão mundial e conseguir não só faturar bilhões com isso, mas inspirar muitas mulheres.

Tem muita gente que você passa o olho e fala assim, caramba, isso aqui é impressionante. Eu queria fazer uma pergunta pra essa pessoa, sabe? Se a gente pudesse gastar nossa vida com café e perguntas... Essa é a melhor, né? Rapaz. Mas escolhe uma aí. Escolhe uma e pergunta pra ela. De todos esses, eu perguntaria... Pra José do Egito.

O que passava na cabeça dele? O que passava na sua cabeça, José? Quando você estava preso injustamente, sabendo que você não fez nada para merecer aquilo. De onde você tirou a força, a coragem, o domínio emocional para ficar calado diante de tanta opressão, injustiça, aperto?

E se você já sabia que ia terminar no trono, vou citar uma dúvida para você o tempo todo. Acho que essa é a maior pergunta que eu falei para ele. Você já sabia?

Ou era uma dúvida? Porque a visão ele tinha, Deus falou pra ele antes, mas ele tinha certeza que ia acontecer ou na prisão dava uma dúvida? A Bíblia não é clara sobre isso e eu gostaria de perguntar isso pra José do Egito. Porque ele vira governador do Egito aos 30 anos, é vendido aos 17 como escravo. Sim. E aos 30 ele já é governador de todo o Egito e se torna o homem mais poderoso do mundo na época.

Acabou a comida no mundo todo, só José tinha comida para vender. Imagina você ter o produto que o mundo todo quer, só você. Você é o único fornecedor. O nível de poder. Bom, como ele não deixou isso muito claro na Bíblia, o que você acha que ele responderia? Acredito em destino, né? Eu acredito que... O nível de poder.

Uma pessoa para conseguir chegar onde ele chegou, assim como Davi, assim como outros grandes homens e mulheres na Bíblia, tiveram que acreditar sem duvidar. Se bateu alguma dúvida, foi temporária, foi rápida. Eu acredito que José responderia, eu acreditei no sonho que Deus me deu. E eu nunca duvidei desse sonho, por isso eu estou aqui hoje. Que tem a ver com o futebol, né?

Porque se você perguntar para o jogador assim, você duvidou que você ia ser jogador? Não. Então, até mesmo os que não se tornaram profissionais, por algum motivo, ou disciplina, ou falta de oportunidade, ou geografia, ou destino, eles aprenderam, no tempo em que foram atletas, princípios que eles aplicaram...

na vida pós-futebol. Em minutos, conseguiram lograr coisas que o pessoal do bairro não conseguiu, conseguiram crescer em situações que o esporte ensinou. No mínimo, manteve...

Longe das maldades, para quem estava em ambientes mais perigosos, da bandidagem. O esporte é proteção, de certa forma. Não é só disciplina, ele é proteção também. Com o seu time.

Eu não sou fanático do torcedor, mas desde pequeno eu gosto muito do Fluminense, do Rio de Janeiro. Fluminense. Cara, por que eu achei que era São Paulo? Nada a ver? Alguma vez? Não, é porque eu postei recentemente com a camisa de São Paulo do Luiz Fabiano, mas é porque ele me deu a camisa autografada. Foi isso, foi isso. Mas eu posto foto com qualquer camisa de futebol, eu gosto de todo mundo. Eu sou... eu gosto de futebol. Eu gosto de todo mundo.

Eu gosto de todo mundo, eu sou corintiano, mas eu adoro o Santos. Eu adoro o Flamengo.

Eu adoro o Real Madrid. Eu adoro o Barcelona. Eu adoro o PSG. Eu gosto de esporte. Eu gosto de futebol. Eu gosto dos meus amigos que são jogadores de futebol. Eu gosto do Neymar. Eu gosto do Rodrigo. Eu gosto do Vinícius Júnior. Adorava toda aquela galera toda do Penta. A Denilson. Meu Deus do céu. O Claudinho. Eu sou apaixonado pelo Gilberto Silva. Um grande amigo. Nossa, Giba.

Eu sou meu vizinho, que eu fui na academia. Tem essas coisas do destino, né, mano? Olha só, hoje eu escrevo um livro com analogias do futebol, mas a vida vem me apresentando esses caras todinhos. De uma forma ou de outra. Entendeu? Tem gente que eu conheci porque é vizinho. Tem gente que eu conheci, por exemplo, Rivaldo. Grande Rivaldo. Sim. Era meu aniversário de 39 anos, tô com 45. Eu morava em Orlando. Tô no meu aniversário em casa. Flávio Augusto tava lá em casa. No meu aniversário de 39.

Rivaldo entra. Eu olho assim, é o Rivaldo? Era o nome que eu gritava quando eu era moleque na rua. Aí ele veio com um amigo, ele me assistia já no YouTube. Um amigo em comum falou, não, eu trouxe porque ele queria te conhecer. Eu falei, cara, eu queria conhecer. Então assim, é destino, cara. Ele foi me juntando, foi juntando as peças, me colocando nesse meio. De uma forma completamente desinteressada. Quantas vezes eu fui atender jogador de futebol em clube? Nem foto eu tirei.

Eu postei agora que fui no Real Madrid porque meu filho foi comigo. Sim, eu vi também. Ele queria tirar foto com o jogador porque ele é fanático de futebol. Aí tirou foto com o Vini, com os jogadores todos e tal. E a emoção de assistir um jogo do Real Madrid, o Bernabéu, irmão. A torcida gritando a lá, Madrid.

rapaz, todo arrepiado, foi, o que é isso aqui? Então, o futebol é uma energia diferente, uma emoção diferente, e se a gente poder aprender com o que está dando certo, existem muitas outras analogias, o futebol é só uma delas, mas existem muitas analogias de coisas que estão dando certo, é só copiar e colar. É isso aí, confia. Você não é nenhum gênio, você não é nenhum Albert Einstein, copia e colhe, irmão. É isso aí.

coisas funcionam, principalmente quando se trata da Bíblia. Sua pedra está ali, cola na tua vida, você vai ver o que vai acontecer. Muito bom.

Que papo, meu irmão. Obrigado, tá? Obrigado pela oportunidade. Sempre que eu venho aqui... Eu fico muito grato a Deus. Grato a você. Obrigado, meu irmão. Pode compartilhar isso com o máximo de pessoas. Tanta gente precisa escutar. Principalmente jovens e adolescentes. Compartilha mesmo esse podcast. Quer ver se só está faltando posicionamento em campo, decisão do que quer do futuro, disciplina, ter um técnico. Tem adolescente que não está escutando nem o pai e a mãe. Como é que vai escutar um técnico na vida?

Então, assim, tem coisas que a gente tem que corrigir agora para o nosso futuro ser melhor. Eu desejo para você paz e prosperidade. Obrigado por ter nos escutado esse tempo. Boa. Para finalizar, aqui tem uma foto. Aliás, tem uma foto que tem três imagens nossas. Isso aí a gente vai sortear para os seguidores. Vai na parte de trás da foto.

E aquela mensagem final. Se você pudesse deixar uma mensagem para alguém, que mensagem seria essa no mundo todo? Você escreve essa mensagem, depois você lê. E a gente vai sortear essa mensagem. Aqui. Pode ler. Paz e prosperidade vem do alto.

Então olha pra cima, Thiago Brunet. Paz e prosperidade vem do alto, então olha pra cima. A gente vai colocar essa foto aqui, a gente comenta lá, coloca no Instagram e a gente sorteia a autografada pelo Thiago Brunet.

Rede social para quem quer te seguir e saber mais das tuas coisas e dos teus projetos, Brunet. Arroba Thiago Brunet, Thiago sem H, Brunet com T mudo no final. E arroba Instituto Destiny, com Y no final. Destiny é destino em inglês. É nosso Instituto de Educação Continuada. E ali você pode fazer o método Destiny, que é baseado em princípios milenários, e conhecer a nossa grade curricular.

É isso aí, galera. E se você não segue a gente ainda no Instagram ou em todas as redes, é Instagram, é YouTube, é LinkedIn, é TikTok, é Facebook, Joel J e JJ Podcast. Deixa a gente saber, manda mensagem pra ele, segue ele, compra o livro, clica aqui, o link tá na descrição e deixa a gente saber o quanto que você gostou desse episódio. A gente se vê no próximo JJ Podcast. Valeu, um abraço, tchau. Tchau, gente. Valeu.

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