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COMO o NUBANK se Tornou uma das Empresas mais VALIOSAS do Brasil? (CRIS JUNQUEIRA) | JOTA JOTA PODCAST #273

14 de abril de 20261h28min
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Como o Nubank chegou a 127 milhões de clientes sem time de vendas?

Neste episódio do Jota Jota Podcast, Joel Jota recebe Cris Junqueira, cofundadora do Nubank, o maior banco digital do mundo, para uma conversa sobre crescimento, cultura de empresa, expansão internacional e como construir uma marca que as pessoas realmente amam.

O que você vai descobrir neste episódio:

◼️ Por que 80% dos clientes do Nubank chegam sem nenhum investimento em marketing
◼️ Como construir uma cultura que transforma clientes em fãs
◼️ A estratégia por trás das parcerias com a Mercedes na F1 e o Inter Miami
◼️ Como o Nubank analisou 40 territórios antes de escolher onde investir
◼️ O que muda na empresa quando você pensa 10x em vez de 2x
◼️ Como conciliar quatro filhos com uma carreira de alto impacto

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🎙️ Host: Joel Jota
🗣️ Convidada: Cris Junqueira
🕐 Áudios novos no Spotify, todos os dias às 01:02
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Participantes neste episódio2
D

Dani Martins

HostEspecialista em vendas
J

Joel Jota

HostJornalista
Assuntos4
  • Crescimento do NubankEstratégia de marketing · Cultura de empresa · Expansão internacional · Parcerias com marcas · Aquisição de clientes
  • Cultura da empresaValores do Nubank · Experiência do cliente
  • Expansao InternacionalRegulação nos EUA · Construção de marca
  • Equilíbrio entre trabalho e famíliaDesafios de ser mãe e empresária · Prioridades pessoais
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Tem alguma coisa que você mudou a sua opinião nos últimos 12 meses?

cofundadora do Nubank, fundou o Nubank em 2013, ao lado do David Vélez e do Edward Weibol. E a proposta era simples, senhores, reinventar o sistema financeiro e melhorar a experiência do cliente. Em 2021, fez o IPO do Nubank, ela é formada em engenharia e com MBA na Calgo School.

É mãe da Alice, da Bela, da Ana e do Léo. Reconhecida globalmente como uma grande empreendedora, incluindo a lista do Financial Times, entre as mulheres mais influentes do mundo, amiga querida. Segunda vez no JJ Podcast. Seja muito bem-vinda, querido. A gente quer merecer os clientes, entendeu? A gente quer encontrar o cliente onde ele está.

A gente não quer interromper a vida dele e ficar enfiando anúncio na cara dele. Porque não tem momento ideal, não tem momento perfeito, tem momento muito ruim. Mas momento bom, momento ideal, não tem. Você pode nunca mais ter uma chance. Você não sabe quanto tempo vai ter. E a gente tem cinco valores. O primeiro é, a gente quer que os clientes nos amem fanaticamente. Quando você usa a palavra fanaticamente, você quer dizer fanaticamente.

Conta a parceria com o Miami. A gente viu no Inter Miami, não um time de futebol nos Estados Unidos, mas uma marca global. O estádio, o distrito onde o New Stadium vai estar inserido, vai ser um dos maiores, se não o maior cartão postal da cidade.

Uma coisa que eu adoro fazer, quando alguém emite uma opinião diferente da minha, a primeira coisa que eu pergunto é por quê? Eu quero muito entender como que a pessoa chegou naquela conclusão, sabe? Sim. Porque certeza que ela tá vendo alguma coisa que eu não tô vendo, entendeu? O que que fez duas ou três premissas que fez você pensar em fazer essa parceria barra collab, barra união e como que você pensa nessas collabs?

A direção que a gente escolheu foi construir parcerias com marcas e times ou ativos que são também amados ou que têm o potencial para a gente crescer essa paixão, que são territórios de paixão, que a gente chama. Territórios de paixão. Hoje, 60% dos nossos clientes no Brasil, o Nubank é o principal banco deles. Caramba. O que Deus espera de mim? Para tomar decisões importantes.

Fala pessoal, tudo bem? Olha só, antes da gente começar o JJ Podcast de hoje, uma novidade. Eu virei embaixador do Pravaler. É isso aí. O que é o Pravaler? O Pravaler é uma instituição de financiamento estudantil. Bom, todos sabem aqui que eu sou um defensor e promotor dos estudos, né? Eu me formei na faculdade, eu fiz mestrado, tenho doutorado, pós-graduação, fui professor de faculdade. 11 anos, professor de pós-graduação.

Oito anos rodei esse Brasilzão aí, ensinando, formando, desenvolvendo profissionais. E o Pravaler, ele ajuda o estudante a fazer faculdade. Então, é um investimento estudantil. Da mesma maneira que você investe na educação, o Pravaler, ele é um investimento para o investimento na educação.

Em outras palavras, é o seguinte, você quer estudar e você não tem a capacidade, por exemplo, de pagar os seus estudos. Você vai lá, se cadastra no Pravaler e você consegue, com parcelas que cabem no seu bolso, com uma parcela mais longa, fazer a sua faculdade.

E os juros controlados dentro do mercado, você tem uma aprovação, você tem um sistema, é uma fintech, é uma empresa que é a maior do segmento, é a maior do Brasil que faz isso. Quase que 80% de todo financiamento estudantil particular no Brasil é feito pelo Pravaler.

e eu incentivo as pessoas a estudarem, e aqui é uma forma de você estudar. Então, você que é pai, quer saber como você pode investir na faculdade do seu filho, você que é estudante e quer saber como você pode investir na sua capacitação, na sua faculdade, porque os dados eles mostram, tá pessoal? Quem faz faculdade tem três vezes ou até mais de salário do que quem não faz.

Talvez você pense assim, pô, Jorge, mas eu já ouvi por aí que tem empresas e tem empregador que não olha se a pessoa foi formada ou não. Talvez você esteja olhando num nicho muito pequeno, num micronicho, mas os dados mostram o contrário, tá, pessoal? Os dados mostram que as pessoas que fazem faculdade, elas ganham mais, porque elas estão mais preparadas, elas estão mais condicionadas, elas estão com todo o processo de preparação que o empregador quer.

E talvez esse seja o seu motivo para você entrar agora. E talvez esse seja mais um motivo para você entrar agora na faculdade. Além de você se capacitar, você ter mais chance e destaque profissional. Para valer, ele faz isso para você. Então, se você é pai, se você é estudante, eu gostaria que você soubesse disso. Clica aqui em alguma parte desse vídeo e conheça o Para Valer. De tanto eu falar de educação...

A turma do Pravaler veio e falou, Joel, você nos representa, você defende algo que a gente acredita, e sim, eu acredito na educação, eu defendo e eu promovo. Pravaler, parabéns por tudo que vocês fazem e ainda vão fazer pela educação, e você quer estudar, conheça aí a solução do Pravaler, que agora também é patrocinador do JJ Podcast e eu também sou embaixador. Educação transforma e o conhecimento liberta. Beleza? Grande abraço, agora vamos começar o JJ Podcast.

Fala pessoal do JJ Podcast, hoje eu estou num estúdio diferente, porque eu estou no estúdio da minha convidada. Aliás, uma queridíssima amiga também. A segunda vez que ela vem no JJ Podcast. Já tem um tempo que a gente conversou, aprendi pra caramba, muita coisa aconteceu de lá pra cá.

E eu quero saber, quero atualizar, quero renovar tudo aquilo que ela já fez, os projetos, os resultados. A empresa cresceu pra caramba, ela aprendeu também muitas coisas, a família também cresceu. Ou seja, tem muita coisa pra gente conversar. O currículo é grande, tá gente? Então eu vou ler aqui uma pequena parte do currículo.

que é enorme. Co-fundadora do Nubank, que é um dos maiores bancos digitais do planeta Terra. O negócio é crack, é gigante. Assim, é enorme, tá, pessoal? Ela trabalha na área de Growth, na área de Marketing e Inovação. Fundou o Nubank em 2013, ao lado do Davi Vélez.

e do Edward Weibel, que a proposta era simples, reinventar o sistema financeiro e melhorar a experiência do cliente. A empresa que saiu do zero tem mais de 127 milhões de clientes na América Latina. Ela é formada em engenharia e com MBA na Calgo School. Passou pelo Itaú Unibanco, Boston Consult Group.

antes de empreender. Em 2021, fez o IPO do Nubank e também, acima de tudo, talvez é mãe da Alice, da Bela, da Ana e do Léo, reconhecida globalmente como uma grande empreendedora, incluindo a lista do Financial Times, entre as mulheres mais influentes do mundo, amiga querida, segunda vez no JJ Podcast. Seja muito bem-vinda, Cris Junqueira.

Ai, obrigada. Sabe que eu tava te ouvindo falar realmente? O Léo não tinha nascido. Não tinha nascido. Ah! Ele tá com um ano e quatro meses. Não tinha. Eu não tava nem grávida quando eu fui da outra vez. Você não tava nem grávida. Gente, tem quanto tempo isso? Tem mais de dois anos. 2023, gente. Então é 26. Foi 2023? Ah! 2023 você foi na Jota. Caramba. No JJ Podcast. Eu lembro como se fosse ontem. Foi muito bom também. Foi muito legal. Eu lembro que você falou assim, ó. Joel, não dá pra ensinar a pessoa a tá afim.

isso é uma coisa que eu perguntei pra ti eu falei quantos funcionários você tem você falou 8 mil, quanto você tem hoje? a gente já passou de 9 mil estamos já mais perto de 10 mil mas eu acho que cliente cresceu uma proporção muito maior eu não lembro qual era o número, a gente pode até buscar 50 milhões talvez? 40 milhões? talvez 60 já estamos aí em 130 milhões de clientes

Eu falei com você ano passado que a gente foi lá no SDW. Finalzinho do ano. Você falou 100 milhões? 100 e pouquinhos milhões? Qual a tua taxa de crescimento de clientes, por exemplo, por a cada, sei lá, quarter? Ah, alguns milhões de clientes por quarter. Alguns vários milhões de clientes. A gente bota mais de um milhão de clientes por mês pra dentro.

Cris, há três anos atrás, eu te perguntei como que você adquiria cliente. Você falou que a tua estratégia de member get member, a experiência do cliente, era a maior. Continua? Continua sendo. Mais de 80% dos nossos clientes vieram para a gente sem ter tido uma atribuição direta a marketing. Ou eles foram indicados por alguém, ou eles ouviram falar da gente, leram alguma notícia, viram algum influenciador, alguém comentando, falando bem e optaram por vir.

Mas eu queria dizer, 80% é muito. É muito. Eu não conheço nenhuma empresa que faz isso. É, mas não tem mesmo, não. Não tem. Não tem. E nem perto.

A gente não tem área de vendas, né? É engraçado que... E eu entendo quando as pessoas falam que... Você não tem área de vendas. A gente não tem área de vendas. Eu entendo que quando tem gente que fala ah, não, que nenhum produto se vende sozinho, tem que vender. Eu entendo. Mas a gente é a exceção dessa regra, que a gente não tem área de vendas. É, o autor que escreveu esse livro ainda não tinha o case da Nubank, né? É, exato.

Toda regra tem a sua exceção para provar que é uma regra. Entendeu? A gente é exceção. Mais ou menos isso. Você não tem um departamento de vendas. Você tem um departamento... Qual o departamento que substitui a venda? O que? De experiência? Growth. Claro que a gente tem pessoas preocupadas em garantir que todo mundo que quer ser nosso cliente consiga ser nosso cliente. Entende?

Então tem muita gente que espontaneamente entra no site, baixa o nosso app, pede uma conta, pede um cartão todo mês. E o trabalho dessas pessoas é garantir que a experiência desse cliente, uma vez que ele apareça, seja a melhor possível, com menos fricção possível, o mais simples possível, para ele entrar com facilidade e cada vez mais aprofundar o relacionamento dele com a gente. Porque o nosso objetivo não é só crescer e abrir conta para todo mundo.

Não vou falar que é fácil, nada é fácil, mas assim, é muito menos difícil. A gente quer ser a principal relação bancária daquele cliente. E a gente já é. Hoje, 60% dos nossos clientes no Brasil, o Nubank é o principal banco deles. Caramba. 60%. A gente é a instituição financeira número 1.

em principalidade no Brasil. Isso não é a gente falando, a gente inventando uma regra que diz... São os clientes. Quando você faz uma pesquisa, uma consultoria independente, pega uma amostra de brasileiros e pergunta qual que é a sua instituição financeira principal que você usa de maneira mais principal para fazer o seu Nubank. Nubank. O Nubank nasce para resolver um único problema.

Não, muitos. Se fosse só um, talvez... Mas eu acho que, se fosse para resumir, a gente nasceu para acabar com essa complexidade, para lutar contra a complexidade que sempre existiu em finanças. Porque hoje é até difícil, mudou tanto, que é até difícil, mas se a gente tentar fechar o olho e tentar lembrar de 2013, quando a gente nasceu, como que era?

Cara, não existia você abrir uma conta de banco por um aplicativo, você pedir um cartão de crédito por um aplicativo, não existia. Não existia, entendeu? Tinha um ou outro cartão que dizia que não tinha anuidade, mas tinha uma pancada de outras tarifas que se cobrava, então assim, conta sem tarifa, cartão realmente sem tarifa, nada disso existia.

Você conseguir resolver tudo pelo telefone, pelo aplicativo, né? Isso não existia. Foi uma coisa que a gente trouxe para o mercado. E hoje é o padrão, né? Hoje é o que todo mundo espera de qualquer instituição.

O que que, desde o início que você fez, vocês fizeram, e que vocês mantêm, protegem, defendem, não abrem mão? Que tipo de modelo mental? Que tipo de cultura? Que tipo de pensamento? É, então, é a nossa cultura. A gente, lá atrás, quando a gente começou a empresa, eu gosto de contar essa história. A primeira reunião que eu fiz com os meus sócios, que você comentou, o Davi e o Ed, no dia 6 de maio de 2013, hum, hum.

a primeira, inclusive o Ed chegou no Brasil naquele dia, ele chegou de manhã em Guarulhos, encontrou a gente para a nossa primeira reunião. Sentamos. A primeira reunião foi sobre a cultura que a gente ia formar. Não foi um negócio que a gente foi pensar depois, a gente foi muito intencional. E na nossa cultura a gente tem, primeiro, o nosso propósito, por que a gente existe? Por que a gente existe? Lutar contra a complexidade e dar o controle para as pessoas. Botar as pessoas.

no volante da própria vida delas. Essa é a nossa existência. E a gente tem cinco valores. O primeiro é, a gente quer que os clientes nos amem fanaticamente. A gente pensa que nem dono, não que nem inquilino. A gente tem aquela fome e a gente quer se desafiar. A gente busca eficiência inteligente.

E a gente constrói times fortes e diversos. Esses são os nossos cinco valores. E a gente definiu isso lá no comecinho e até hoje são esses cinco valores. Sim. Então a gente está há 13 anos agora, vai fazer 13 anos em maio, garantindo que todo mundo que entra no Nubank pensa dessa maneira.

porque é muito mais fácil você contratar pessoas que já estão alinhadas com o teu modelo mental do que você empurrar isso numa pessoa que não está a gente também identificando se entrou alguém que não estava para garantir que essa pessoa não fique porque ela não é o lugar para ela e garantindo que as decisões que a gente está tomando estão alinhadas com esses valores

Então, esse valor número um que a gente quer que os clientes nos amem fanaticamente é a principal coisa. Quando você usa a palavra fanaticamente, você quer dizer fanaticamente.

que faz coisas até impensáveis. A gente lá atrás, a gente falava que a gente não queria só clientes, a gente queria fãs. Fãs. Fãs. Boné, camiseta. E a gente tem... Cara, para um segundinho e pensa. Tem alguém que você consegue imaginar que pediria muito um boné, uma camiseta de um banco desses aí, por aí?

Ai, gente, nossa, queria muito. Meu sonho... Meu sonho é ter um boné de um banco. Não vou citar nomes, mas assim, você consegue imaginar? Não, né? Pois é. Todos os dias, dezenas, se não centenas de clientes, pedem pra gente, por favor, posso ter uma camiseta, posso ter uma jaqueta, posso ter um boné, posso ter... Eles têm muito orgulho. Esse especificamente aqui que você me trouxe, esse aqui, ó. Eu gostaria de saber quantos existem.

Bia, quantos a gente fez deles? 40? 30? Senhores, aqui no JJ Podcast só tem 30, um deles é meu. No mundo, tá? No mundo, no planeta Terra. Então, só tem 29, porque o meu está assinado pela Cris Junqueira e tem um super detalhe que nós descobrimos. Aqui está AMG.

Petronas, conta a história do Petronas, Mercedes, Nubank, conta essa história. Conto, conto. Então, a gente acredita que os nossos clientes eles têm esse alinhamento com a gente num nível emocional muito maior. Não é só o boné e a camiseta. A gente vê, tem inúmeros relatos na internet, depois se você quiser pedir pro pessoal fazer uma montagem aqui, faz festa de aniversário, tem uma Nubank, você já viu isso?

eu não tô brincando bolo do formato do cartão cara, você conseguiu cara, outubro, que é a semana das crianças que a turma manda a criança pra escola negócio de mochila maluca infinitas cartão Nubank infinitas

Carnaval, pôr vestido de Nubank. É um negócio, é um fenômeno. Então, assim, a gente se vê como uma marca que vai muito além de banco, de serviços financeiros, entendeu? E agora, nessa nova fase que a gente está na companhia, nessa expansão internacional, a gente quis buscar...

parcerias de marcas, de equipes, que têm fãs também e que levam essa questão de se desafiar e essa questão da experiência tão a sério quanto a gente. Então, pensando agora no nosso próximo desafio para os próximos 10 anos, que é construir esse nível de fanaticismo, de fã, que a gente tem hoje no Brasil, que a gente está desenvolvendo no México, na Colômbia, e a gente construiu isso nos Estados Unidos e em muitos outros países.

A gente buscou alguns parceiros, a Mercedes é um deles, para ajudar a gente a criar isso. E a Mercedes é o time de Fórmula 1, gente, mais bem sucedido da história. Ninguém ganhou mais GPs, ou fez mais pole positions, ou teve um piloto que ganhou mais campeonatos do que a Mercedes.

que foi o Lewis, que agora por acaso está na Ferrari, agora no final da carreira dele. Saiu ano passado da Mercedes. E o nível de atenção ao detalhe que a Mercedes tem, é engraçado. Quanto mais a gente trabalha com eles, essa semana eu estava te contando aqui, que estava a equipe da Mercedes aqui, a equipe do Inter Miami, que eu já conto dessa história também. Eles estavam todos aqui no Brasil para a gente falar um pouco de como a gente vai trazer essa parceria para os fãs.

E quanto mais a gente trabalha com eles, mais a gente se identifica, porque o nível de atenção ao detalhe deles, quanto que eles cuidam da marca, o carinho que eles têm, todas as experiências que eles criam, é muito alinhado com o que a gente faz, muito mesmo.

Ó, o pessoal do JJ Podcast é o seguinte. Aqui nós temos Nubank, nós temos Mercedes Petronas. E eu estou com o IWC como colecionador de relógio. Uma pessoa que gosta muito de rodar. Dá um close aqui, ó.

Gente, é o seguinte, eu estou aqui com IWC Petronas, que é um big pilot dessa marca IWC, que também é collab com Lewis Hamilton. Lewis Hamilton que nasceu no mesmo dia, não no mesmo ano, que é o 7 de janeiro, é um capricorniano, ou seja, eu vim de IWC Petronas, Lewis Hamilton, que é Mercedes, que é Petronas, que também é Nubank.

O time, na verdade, chama Petronas. A Petronas é uma companhia da Malásia que é o naming partner do time de Fórmula 1 da Mercedes. Então também é o maior parceiro da Mercedes hoje, que é o que dá nome ao carro, ao time. Mas agora somos um de poucos parceiros, porque a Mercedes é o time de Fórmula 1 mais seletivo.

nos parceiros que eles têm. Então, a Mercedes, eles têm coisa de 20 e poucos parceiros e tem times no grid, times grandes, que têm mais de 50. Então, a Mercedes, ela é muito seletiva. Eles escolhem as marcas que eles topam colocar no carro, que eles topam trazer com eles nos pilotos, no capacete, enfim.

E a gente está agora sendo aí uma de pouquíssimas marcas que tem o privilégio de estar com a Mercedes. Nesse ano que eles estão arrebentando. Não sei se você está acompanhando o Fórmula 1. Sim, sim, sim. Eu acompanho um pouco, mas eu sei que eles estão arrebentando. Estão arrebentando. Teve dois GPs esse ano. Melbourne e Shanghai, né? Austrália e China. Eles foram posição número 1, posição número 2 nos dois. Incrível. Eles foram P1, P2 em todos os treinos.

E agora todo mundo lá no Japão, que esse fim de semana tem GP também. E teve treino, treino livre, né? As voltas mais rápidas do treino livre na madrugada de ontem para hoje foram de quem? Esse é eles, Kim e George. Esse ano estão arrebentando.

A gente está muito contente com a parceria. O que fez, assim, duas ou três premissas que fez você pensar em fazer essa parceria barra collab, barra união? E como que você pensa nessas collabs? Você pensa...

como um teste na largada? Ou você já pensa a longo prazo? Ou você já pensa a longo prazo, mas que começa com um teste? Me traz um pouco desse seu jeitão, esse indústria do pensamento. Claro. Então, tudo começou com esse desafio de construir a marca do Nubank internacionalmente. Porque uma coisa que eu falo, para colocar as coisas em perspectiva, é... Por exemplo, agora você sabe que eu estou morando nos Estados Unidos, fui para lá porque eu também vou liderar o banco lá. Então, a gente já foi aprovado, inclusive, pelo regulador americano.

para abrir o banco. Então agora a gente está na fase de constituição do banco. E a gente, nessa expansão internacional, tudo é difícil. Você conseguir uma licença para operar um banco nos Estados Unidos. Impossível. São um monte de reguladores. Não é que nem no Brasil tem um banco central.

Lá são pelo menos quatro reguladores, tá? Sim. A OCC, o FED, o FDIC e a CFBB. Então, além disso, você tem 50 estados. Cada estado tem a sua regulação, tá? Então, assim, é uma complexidade enorme. Complexidade tecnológica, porque tudo funciona... O cartão de crédito lá funciona de um jeito bem diferente do que funciona no Brasil. Sim. A conta lá funciona de um jeito diferente do que funciona no Brasil. Os impostos lá são diferentes do que funciona. Tudo é diferente, complexo pra caramba e tal.

Então assim, tudo é muito complexo, mas eu falo que nada é mais difícil do que construir uma marca que as pessoas... Nada, entendeu? Porque a regulação é difícil, mas tá bom, tem um manual lá, regulatório, a regulação está escrita em algum lugar. Não está escrita em nenhum lugar como é que você constrói uma marca para os americanos amarem. E tem poucos cases até no mundo disso, de empresas que chegaram lá e conseguiram fazer isso.

Então, não tem nada mais difícil que eu vá fazer nos próximos anos que isso. Então, pensando um pouco na estratégia de como fazer isso, e, de novo, a gente quer construir uma marca que as pessoas amem, a direção que a gente escolheu foi construir parcerias com marcas e times ou ativos que são também amados ou que têm o potencial para a gente crescer essa paixão, que são territórios de paixão, que a gente chama. Territórios de paixão. Para construir essa conexão emocional.

E aí a gente mapeou, sem brincadeira, não estou brincando, 40 territórios diferentes, entendeu? Desde música, cultura, tudo quanto é esporte que você imaginar, tudo quanto é coisa dentro de entretenimento. E Fórmula 1, especificamente, é um território que está num momento muito maravilhoso.

Cresceu demais desde o lançamento do Netflix, do Drive to Survive. Porque a Fórmula 1 sempre foi visto, nos Estados Unidos, por exemplo, como, eles chamavam de European Car Racing. Corrida de carro na Europa. Era um negócio que não era americano. E cresceu loucamente. E está crescendo, não só nos Estados Unidos, mas no mundo inteiro, nos demográficos melhores possíveis. Porque outra coisa que a Fórmula 1 também sempre teve fama era de ser um esporte muito elitista.

E ele vem sendo muito democratizado. Então ele vem crescendo para um segmento mais jovem, muito feminino. 42% dos fãs de Fórmula 1 hoje são mulheres. Você acredita nisso?

Então, assim, está crescendo com mulheres, está crescendo com jovens, está crescendo não só numa faixa de renda muito alta, então está cada vez mais democrático, e crescendo no mundo inteiro. Então, a gente falou, legal, Fórmula 1 é um espaço que, é um foguete que só está acelerando quando a gente olha para os próximos anos, só vai continuar acelerando, né? E a gente falou, tá bom, mas com quem que a gente vai trabalhar dentro da Fórmula 1?

E aí a gente começou a fazer o nosso dever de casa. E a gente encontrou na Mercedes o melhor parceiro que a gente poderia ter escolhido. Seja pela seletividade deles dos parceiros, porque assim, se tem alguém que tem 50 e tantos parceiros, gente, pra você se destacar ali naquele meio, é muito mais difícil.

então esse foi o negócio que pesou a atenção deles ao detalhe pesou a performance deles pesou, óbvio porque a gente quer estar num time que está vencendo, entendeu? a gente quer estar num time que está ali no pódio constantemente

e também tem uma questão de cultura e liderança o Toto, que é o head da Mercedes é um cara que, enfim, eu tive a oportunidade de conhecer, a gente se fala com frequência, e que a gente tem um alinhamento de valores, sabe, muito grande porque são parcerias, respondendo uma das suas perguntas, que não são de curto prazo você não entra na Fórmula 1 pra fazer um ano você entra pra fazer alguns anos até porque no primeiro ano você só tá aprendendo a primeira vez que você tá fazendo isso

Então, assim, a gente entra muito com uma mentalidade de você tem que engatinhar, depois você vai andar, depois você vai correr. Então, esse é o nosso ano de engatinhar. A gente vai fazer várias coisas super interessantes esse ano, mas a gente tem que ter essa consciência de que a gente tá engatinhando ainda. Que ano que vem a gente vai ter a oportunidade de já andar. E no terceiro ano é onde você realmente bomba, entendeu? Porque você acumulou aprendizados de dois anos.

Porque cada coisa na Fórmula 1, o ciclo da Fórmula 1 é anual.

É um circuito de 24 corridas que começam em março e vão até dezembro. Então cobre o ano inteiro. E é a primeira vez que a gente está fazendo essa corrida. É a primeira vez que a gente está trabalhando com esse time. É a primeira vez que a gente está vendo um pódio. É a primeira vez que a gente está vendo ganhar uma corrida. Então tem muitos aprendizados ao longo desse ano. Então é algo que a gente está se preparando para...

para ser multianual e para os aprendizados realmente se acumularem e se reforçarem de uma maneira bastante exponencial. Incrível. 40 territórios, territórios de crescimento, territórios que estão democratizando, territórios que têm um apelo da palavra do fã, do fandom, da paixão, do envolvimento, da cultura, da comoção social das pessoas, e aí você também faz um com futebol. Sim.

Esse território você olhou também, você olhou o país, você olhou o ano de Copa, conta a parceria com o Miami.

Pois é, a gente queria ativos que se complementassem. Então a gente vê a Fórmula 1 já como um espaço mais consolidado, porque a Fórmula 1 é um esporte mais tradicional mundialmente, mas que está crescendo muito nos Estados Unidos. E o futebol é algo universal, é o esporte mais universal.

do planeta. Mas o Inter Miami é um time muito novo, muito jovem. Um time que tem seis anos. É um time que cresceu agora, né? Que nasceu há seis anos atrás, que alcançou um patamar de visibilidade, de desempenho com a chegada do Messi.

há dois, três anos atrás. Mas que tem também, de novo, a questão do alinhamento de valores. Uma visão extremamente ambiciosa. Então a gente também conheceu e se aproximou bastante dos donos do Inter Miami, a família Maso, David Beckham.

que tem uma visão muito ambiciosa, muito bacana também, sabe? De crescer o Inter Miami não só dentro dos Estados Unidos e dentro da MLS, que é a Liga de Futebol Americana, mas globalmente. A gente viu no Inter Miami não um time de futebol nos Estados Unidos, mas uma marca global.

A história que eu gosto de contar, e a gente estava no meio dessa negociação ano passado, eu fui para Roma ano passado visitar o Vaticano, que era o ano do jubileu, eu queria passar nas Portas Santas e tal. Então eu estava lá, no dia que a gente foi ver o Papa, estou lá dentro do Vaticano, dentro da Basílica de São Pedro, vejo uma família de coreanos com três filhos, tipo os três guris.

Os três com a camisa do quê? Do Inter, Miami e do Messi. Então, assim, é muito global. É um franchise muito global. Então, não é só um time americano. E foi uma aposta no crescimento do futebol, sim, nos Estados Unidos, muito grande. Porque, como você falou, é um ano de Copa. E não é um ano de Copa. É um ano de Copa lá.

É um ano em que todo mundo, querendo ou não querendo, vai ter que ouvir falar de futebol. De futebol. Entendeu? Além disso, futebol já era um esporte que vinha crescendo muito nos Estados Unidos e também do jeito certo. Então, assim, crescendo nos demographics certos, com famílias mais jovens, que têm filhos da idade dos nossos, que a gente tem filhos da mesma idade, que querem um esporte menos arriscado.

que historicamente os esportes tradicionais americanos é futebol americano e beisebol, que tem muito risco de concussion, de, como chama isso em português, gente? Concussion. Pois é, tem algumas sequelas. Então o futebol tradicional se apresenta como uma alternativa para essas famílias.

muito interessante. Então, está crescendo em famílias também que tem um poder aquisitivo mais alto, que tem um nível de escolaridade mais alto, que estão em centros metropolitanos, que é o tipo de público que a gente quer alcançar. E também entra um aspecto que é a localização. Miami como hub, gente, impressionante.

Parece que é o centro do universo hoje em dia. Todo dia a gente abre o telefone e tem lá uma notícia de mais alguma empresa estar se mudando para Miami, mais algum executivo estar se mudando. A quantidade de negócios e dinheiro que Miami tem atraído, que a Flórida em geral, mas Miami, tem atraído nos últimos anos, é impressionante.

Parece que o futuro dos Estados Unidos é pra lá. Então, assim, muita gente indo de Nova York, da Califórnia, de Chicago, pra lá e do mundo inteiro também. Muita gente da Europa indo pra lá, muita gente da América do Sul indo pra lá. Então, assim, é uma cidade que só cresce, que se torna cada vez mais um destino de negócios, de turismo, de lazer, né? E que o estádio, o distrito onde o New Stadium vai estar inserido...

vai ser um dos maiores, se não o maior cartão postal da cidade. Então, assim, foram muitas coisas, sabe, que se alinharam para essa parceria acontecer. A gente está muito contente. Muito forte. Muito forte.

Miami já é o principal destino internacional para os nossos clientes de Brasil, México e Colômbia. Isso é outra coisa. Eu estou aqui falando há 20 minutos da importância dessas parcerias para a expansão internacional. Mas uma das coisas que justificou muito a gente fazer esses investimentos é que tanto a Fórmula 1 e a Mercedes como o futebol e o Inter Miami, eles agregam valor para as nossas operações do Brasil, México e Colômbia agora. Agora.

A camisa mais vendida de futebol no México é a do Inter Miami. O Brasil é o país número um em número de fãs da Fórmula 1 no mundo. E o México tá no top 10. Então, assim, são dois ativos que imediatamente, não só são apostas do nosso futuro, mas que agregam muito valor pro nosso presente. Entendeu?

Quanto tempo, Cris, fazendo essa análise? Porque assim...

A gente falou de duas marcas, de duas colabs, de dois efeitos associativos, mas existe uma cabeça de engenheira que tu és, porque eu tenho em casa uma outra engenheira que pensa assim também, né? Tem uma cabeça de engenharia, de premissa, de crescimento, de número. Você usou uma palavra aqui, que eu anoto tudo, né? Eu vou aqui só pegando... Por favor. Você usou uma palavra assim, ó. E nós olhamos esse ativo que justifica, esses dados que justificam o investimento. É.

Quais são as premissas que você olha? Porque, ó, vamos lá, deixa eu refazer. Foi para outro país, pegou o teu primeiro princípio, fãs, clientes fanáticos, analisaram 40 territórios, olhou um que são ativos que se complementam, desses ativos que se complementam são vários territórios, aí tem um...

o fator contexto, o fator timing, o fator global, o fator marca. Aí as marcas são ambiciosas. São tantos elementos que você coloca, ao observar esse guarda-chuva de coisas, tá, isso, isso, isso a gente quer, isso faz sentido, quais são as marcas? Primeiro não, primeiro são as indústrias.

Os territórios, primeira coisa. Os territórios. Dentro desses territórios, quais são os ativos complementares? O pensamento é esse. É bem pra aí. A gente começa com uma análise bem quantitativa, bem analítica mesmo, com muitas variáveis analisando todos os territórios. Então imagina que a gente olhou assim.

Fórmula 1, futebol nos Estados Unidos, futebol europeu, futebol na América do Sul, beisebol, a gente olhou cinema, série de TV, a gente olhou... Série de TV, série de TV. A gente olhou pessoas de Hollywood, música, teatro, balé. Gente, mas olha, o que vocês imaginarem, gastronomia, outros destinos de lazer, turismo, trocentos de territórios.

Todos olhando inúmeros dados, seja de penetração, de afinidade, afinidade com o tipo de público que a gente quer buscar, dados de crescimento, volume nos países nossos atuais e nos países onde a gente quer entrar, nível de complementaridade. E aí depois a gente passou um outro filtro também, que é o quanto que nesses territórios os nossos competidores já estavam dominando.

Então assim, tem algumas alguns territórios que eu não vou ficar dando dica aqui, mas que a gente olhou e falou assim, cara, seria um território super interessante. Só que já tem muita gente. Sem dica, sem dica. Sem dica, vai estudar. Não vou ficar dando dica pra concorrente. Vai trabalhar. Mas teve uns que a gente olhou e falou assim já tá muito crowded, sabe? Já tá muito competitivo.

E se a gente entrar, a gente vai ser mais um, vai ser difícil de diferenciar. Então a gente também olhou isso. A gente foi selecionando, selecionando, selecionando, aí você entra no nível dos ativos. Porque, por exemplo, quando você fala de Fórmula 1, tem várias maneiras de você operar Fórmula 1. Você pode trabalhar com a FIA, com a liga da Fórmula 1, vamos dizer, mas aí é uma presença muito de mídia. Você vai aparecer no GP, você vai aparecer na transmissão, mas a paixão dos clientes, dos fãs, não está...

Só no esporte. Em geral, o fã que é fã de Fórmula 1, ele é fã de um time. Entendeu? Então, você que está associado com um time que tem fãs. Sim. Sabe? Sim. E aí você pode falar assim, ah, e os pilotos? Alguns pilotos, o Lewis é o maior exemplo disso, eles têm os fãs deles. Aham.

Mas isso é exceção, não é a regra. Em geral, a pessoa é fã da Mercedes. Ou é fã da Ferrari. Entendeu? Se o piloto muda e tem uma dança das cadeiras que não é pequena no esporte, a pessoa não deixa de ser fã daquele time. É que nem futebol um pouco. Você é torcedor do Santos. Se um jogador do Santos vai pro Palmeiras, você vai torcer pro Palmeiras? Não, se eu sou. Então, assim, a gente escolheu atuar no nível da equipe. Que é onde está.

o fandom, sabe? É onde está o amor do fã, entendeu? Então, são camadas e camadas e camadas, até vocês chegaram em cada ativo específico. Fórmula 1, a gente passou uma tremenda peneira, a gente falou com praticamente todos os times do grid, entendeu? Pra entender fit, como é que era, entendeu qual era a possibilidade, como que eles trabalham, quanto que isso se alinhava com a maneira como a gente quer trabalhar. Foi um ano e meio de trabalho. Isso que eu ia te perguntar. O tempo que durou isso. Um ano e meio.

Entre a gente mapear todos os territórios, fazer todas as análises, começar a funilar, analisar cada ativo, ter todas as conversas, entrar nas negociações até assinar? Então, peraí, Cris, vamos lá. Um ano e meio até assinar. Então, volta um ano e meio, um ano e meio começou a analisar território. Quanto tempo antes começou a entender que era isso que deveria ser feito? Ah, eu acho que é isso. Ou isso é uma cabeça que vocês já têm...

Não, acho que a grande decisão antes foi a decisão da expansão internacional. Tá, pum, vou pra fora. Aí a partir disso, como vencer lá fora, né? Exato. Que foi quando eu tava grávida do Léo, né? Então assim, eu brinco que todos os meus filhos têm um marco do Nubank, né? Então assim, a Alice nasceu quando a gente lançou o Nubank, a Bela nasceu quando a gente lançou no México, a Ana nasceu no IPO e o Léo foi o bebê de quando a gente deu ok pra expansão internacional.

eu tava grávida do Léo. Fui pra Nova York, a gente fez uma reunião do conselho lá, em Nova York, eu tava grávida de uns seis, sete meses, e foi muito engraçado, quando eu contei que eu tava grávida no Instagram, teve mais de uma, assim, bom, dentro do Nubank infinito, os meus amigos infinitos, falou assim, nossa, o que o Nubank vai aprontar agora? Toda vez que essa mulher tem um filho, tem alguma coisa. Né? Mas teve gente, teve cliente que falou isso, falou assim, vou comprar ação do Nubank, porque toda vez que ela tem um filho, tem alguma novidade, tem alguma coisa.

Ô Cris, você sabe na nossa... Vou te fazer uma pergunta, nem parece que tem milhões de pessoas ouvindo, tá? Mas aqui na sala de casa, você sabe da nossa ambição também, da Mentor League Society de expandir internacionalmente. Sim, sim. O Flávio sentou algumas vezes com você e te explicou. Conheço o modelo. Você conhece o modelo. Como, você que já fez isso e está no processo, como vencer fora? Como ter mais chance em outro país para expandir uma marca?

Então, essa aí você pode me perguntar daqui a uns anos, né? Eu vou ter feito e aí a gente pode olhar. Mas assim, sentado aqui hoje... Mas você já tem um cheiro, né? A gente tá começando. Ó, tem coisas que eu acho que... Não vou te falar que elas são suficientes, mas elas certamente são necessárias. Entende o que eu quero dizer? Entenda, vamos lá. As suficientes, mas são necessárias. É, porque às vezes a gente fala assim, poxa, mas se eu fizer isso aqui tudo, eu vou chegar lá? Não necessariamente.

entendeu? Mas sem fazer, certeza que você não vai. As coisas são necessárias, mas não suficientes. Entendeu? Então assim, primeiro, você precisa entender muito bem quem é seu cliente. Né? E isso é uma coisa que a gente está fazendo já tem uns dois anos. Então, todo dia...

Eu estou lendo, minha equipe está lendo, a gente tem pesquisa rodando, a gente está se informando, estamos acompanhando o que os clientes estão falando sobre os concorrentes, sobre os produtos que tem no mercado. Então, isso não existe, você criar uma marca sem você saber para quem. Sem você entender como aquela pessoa pensa. Como ela pensa, o que ela quer, o que ela tem medo, o que ela gosta, o que ela ama, entendeu? Sim. Então, essa é a primeira coisa.

Segunda coisa, você precisa entender que problema daquela pessoa você vai resolver.

Então, o que você vai se propor a fazer para essa pessoa, para esse cliente? E aí, você precisa saber quão bem você vai resolver esse problema. Então, qual é o seu produto, que entrega que você vai ter? E aí, a construção da marca vem com você amarrar esses pontos numa história, num storytelling ali, de por que você, por que a sua marca...

é a resposta para essa dor desse cliente que você está buscando. Se você conta essa história bem, de uma maneira que ela naturalmente é amplificada e o cliente naturalmente vai querer saber, eu acho que o caminho é esse. Eu te contei que essa semana estava aqui o pessoal da Mercedes, o pessoal do Inter Miami, o time todo de marketing do mundo inteiro, estava todo mundo aqui e a gente estava falando sobre isso. A gente estava falando que a maneira como a gente constrói marca e a gente está falando sobre isso.

Não é tacando dinheiro e forçando o cliente a assistir anúncio. Você entende? Isso é um jeito de fazer. Não vou falar que é impossível fazer assim, mas custa muito caro. Sim. E é um negócio meio invasivo na minha cabeça, sabe? A gente quer merecer os clientes. Entendeu? A gente quer encontrar o cliente onde ele está.

A gente não quer interromper a vida dele em ficar enfiando anúncio na cara dele. A gente quer, e por isso que essas parcerias são tão importantes, porque esse cliente ele tá assistindo a Fórmula 1. Ele tá assistindo o jogo do Inter, ele tá consumindo conteúdo de Fórmula 1 ou de futebol nas redes sociais. E aí a gente aparece ali de uma maneira natural. A gente aparece ali trazendo um ângulo do esporte pra ele, daquela paixão que ele tem, que ele não esperava. Entendeu?

É assim que a gente merece o carinho desse cliente. Porque ele vai falar assim, pô, quem é esse Nubank aqui? Pô, nunca tinha visto alguém fazer isso aqui na Fórmula 1. Que legal, quem são esses caras? Deixa eu ver quem são esses caras. É esse tipo de coisa que a gente quer fazer. Então, assim, eu só posso falar como eu estou fazendo. Certo. E a gente vai ver se vai funcionar.

Mas sem isso... É, mas você vai fazer até funcionar, né? Sim. Sim. Você não vai fazer pra, né? Você vai fazer até. E não pode ser só o marketing, né? Isso é outra coisa, assim, você precisa entregar. Você pode fazer coisas lindas, maravilhosas no lado do marketing. Se é a hora que o cliente te dá o voto de confiança, ele fala, nossa, que legal, se no bem que tal, deixa eu... Aí ele abre o produto, é ruim? Aí não tem o que salve. Entendeu? Ah, mas isso não é teu caso. Você é obcecado por produto.

Onde foi que você contou? A ideia é essa. Onde foi que você contou? Não, não foi você que contou. Foi a tua irmã que contou no Clex. Na frente de todo mundo, ela pegou o microfone e ela contou assim. A Cris é tão bicecada por produto que ela dá o WhatsApp dela pra cliente, ela fazer melhoria e a pessoa manda. Ela contou alguma coisa nesse sentido.

de tão próxima que você quer estar com o cliente e saber exatamente a dor, a dificuldade, o gargalo, os pontos de fricção. E você tem esse olhar, né? De sempre olhar o que pode ser melhorado, tirar a burocracia sem perder a organização, mas tudo aquilo que é burocrático, tirar essas camadas. Você, eu estou certo na minha análise? Cara, as pessoas não têm noção do quão obcecado eu sou.

Essa é a palavra. Ah, tá aqui a Bia que trabalha comigo. Quantos casos eu te mando de cliente por dia? Essa é a palavra, Bia? Obcecada? Não tem um que passa. Se eu vejo alguém falando alguma coisa, pode mandar entrar em contato que eu quero saber o que foi. Aí começa, né? Ah, não, esse cliente aqui é porque teve esse problema. Tá, mas e aí? Como que a gente vai resolver? E como que não acontece com o próximo cliente que vai acontecer?

Aí alguém fala assim, ah, mas a gente já tá fazendo isso daqui pra prevenir. Aí eu falo assim, não, só isso aí não vai prevenir não. Pode fazer mais. Não é?

É bizarro. Bizarro. Isso é com clientes. Fora isso, com essas coisas de marketing, então, cara, eu... Coitado dos meus times dos Estados Unidos, porque eu estou em cima deles. Cada post de social media, cada e-mail que sai, eu fico ajustando o texto que está escrito no footnotes. Sabe nas notas? Eu vou lá. Eu falo assim, isso aqui, já tive algumas brigas esse ano, negócio de footnotes.

ó, tá complexo demais isso daqui, não preciso escrever isso daqui, isso aqui vai confundir, o cliente que for ler isso aqui não vai entender. Sim. Vixe, de marketing, a gente fez um photoshoot recente, né, pra expansão internacional, que a gente tá fazendo todo um reposicionamento da marca pra isso, né, e foi em Los Angeles, naquele fim de semana eu não podia estar e tal, aí foi a galera da minha equipe, eu fiquei o fim de semana inteiro.

inteiro, com eles no Zoom. Tinha um Zoom ligado de sete horas da manhã que eles começavam até oito horas da noite, sábado e domingo. Aliás, começou na sexta-feira e foi até segunda. Foram quatro dias.

o dia inteiro com esse zoom ligado, e eu ficava assim, gente, arruma o cabelo da moça que tá ali, do tipo com o cabelo... Isso que eu já tinha aprovado o casting, aprovado toda a parte de... Como chama? De roupa. Tem um nome. Styling de todo o casting. Figurino. Figurino. Eu assim, esse short dessa moça, esse pink tá rosa demais, não sei o que, não sei o que.

Ah, cito muito. É o que é? É o que é o melhor, cara. É isso aí.

E é uma equipe muito nova. Então, claro, eu não quero fazer isso pra sempre, tá? Não entendo. Não, mas isso não é ruim. Isso é legal, pô. É que eu tenho outras coisas pra fazer também, entendo, né? Se eu pudesse só fazer isso, eu acharia super legal. Não é só isso. É, senhores, essas são as coisas legais. Mas o adulto não faz só as coisas legais. Isso é em cima dos 150% que eu já tô fazendo de todas as outras coisas, entendeu?

Então, assim, no Mundial, eu não estaria fazendo isso. Mas eu tô treinando essa galera, entendeu? Quando eles me vêm fazer isso, eles entendem com a sério, eu preciso levar tudo isso.

Então, vamos nesse lugar agora. Qual é o... A tua função no Nubank? O que você faz, assim, no pareto? Sabe? No 80-20, assim. Cara, eu faço o que precisar. O que precisar. Assim, o que eu faço, Beatriz? O que eu faço? Tudo.

Eu achei que você fosse a CDO. Você também é a CDO. Ah, sim. Mas isso é só um... É só um título. Eu preciso escrever em algum lugar alguma coisa que eu sou. Aí a gente escreveu isso. Mas assim... Hoje... Porque isso também muda, né, Bia? Hoje. Hoje eu estou.

Sou CEO do nosso business nos Estados Unidos, que a gente está montando. Então, estou responsável pela estratégia, pela construção do produto, pela construção da marca, para a nossa estratégia regulatória, pelo banco que a gente está montando lá, da nossa entrada nos Estados Unidos. Então, isso é uma coisa que eu faço.

Além disso, eu sou responsável pela marca do Nubank em todo lugar. Então, assim, tudo que está relacionado à marca, todo o sistema de car designs que a gente tem, então como é que é a cara do cartão, o roxinho, o UV, o cartão de débito, o cartão de crédito no Brasil, no México, na Colômbia, nos Estados Unidos, nos próximos países, tudo. Então, assim, tudo que é tangível da marca também é minha responsabilidade.

Agora, eu sou uma das fundadoras da empresa. Essa semana o Davi estava aqui, a gente estava gravando isso em São Paulo, ele estava aqui, tinha uma situação acontecendo relacionada ao Brasil. Ele falou, ó, eu quero que a Cris ajude isso daqui. Eu falei, tá bom. Entrei na sala, vamos embora, gente. Vai. Qual que é o BO do dia?

Eu brinco, eu e a Lívia, que a Lívia é a senhora do Brasil, que a gente promoveu para assumir o Brasil, para eu poder, enfim, fazer os mercados internacionais. E ela é incrível também, maravilhosa. E a gente estava essa semana desenrolando uns BOs aqui, né?

Aí ela tava lá me contando, falei, ô Li, você sabe que o que você precisar, você conta comigo, né? Se precisar de mais alguém, uma escovinha de vaso, precisar de uma água sanitária. Ela falou, não, se precisar, pode deixar. Eu te peço aí um cloro, uma água sanitária. E assim a gente vai, entendeu? Eu faço o que precisar, gente. O que precisar. O que precisar. Mas o seu olhar, ele tá... O seu olhar é aguçado o quê? Pra growth, produto, venda, expansão?

Um olhar aguçado. Tudo de marca. Tudo de marca e posicionamento. Com certeza. Que está muito relacionado a growth. Então, a crescimento, como que a gente cresce. Experiência do cliente. Outro negócio que eu sou chata. Eu sou muito chata. O povo não me aguenta. Sou muito chata.

Eu falo de tudo. O time faz piada, fala que eu sou a eterna insatisfeita. Que eu nunca tô satisfeita e nunca tô mesmo. É isso mesmo. Mas eu não engano ninguém. Eu falo que eu sou assim, entendeu? Pelo menos isso. É, já é a linha expectativa. Exato. Enganado, ninguém veio. É porque 80% dos teus clientes vem desse tipo de cabeça. Senão não seria assim, cara. Senão não seria assim. Senão não seria assim. Senão não seria assim. Então toda essa parte de experiência, o produto. Acho que o grosso é isso. Mas, por exemplo, eu...

durante muito tempo, toda a parte regulatória, legal, departamento jurídico, reportou pra mim muitos anos. Entendeu? Então, assim, onde eu precisar me meter, eu vou, entendeu? Precisa discutir finanças, precisa discutir o que for. Compliance, M&A. Eu vou. Cris, mudei. Mudei de assunto. Slack.

Uma empresária do teu tamanho. Ano passado. 1,57. 1,57 de altura. Desse tamanho. Teu negócio com a envergadora que tem. A empresa mais valiosa do Brasil. A empresa mais valiosa do Brasil.

E uma família? Quatro filhos, casada, muito bem casada, com o seu marido Rubens, fantástico. Quais são os conselhos que você dá para mulheres?

que empreendem, que lideram negócio, filho, família, aquilo que... as características que só as mulheres têm. Eu tenho uma mulher que está aqui que veio te ver também, que é uma maravilhosa, que te ama, que é meu lado a lado, é meu fechamento, está comigo.

E ela pega umas buchas que eu não pego. Ela tem mais buchas do que eu em muitas áreas. E tá lá firme e segura. Cara, aí fica. O que você poderia falar para as mulheres que empreendem, que têm filho, que são casadas ou não, e que querem crescer, são ambiciosas e querem construir? Cara, você falou um negócio agora que me lembrou. Eu li um negócio no Instagram essa semana.

Era uma placa, era um cara segurando uma placa, estava escrito assim, imagina o que as mulheres conseguiriam alcançar se elas também tivessem uma esposa. Muito bom. Pensa nisso. Porque assim, você ainda está aqui falando, nossa, a quantidade de coisa que ela faz, que ela resolve, não sei o que, as puxas que ela pega.

95% dos homens não tem nem noção. Talvez você não tenha 100% da noção. Não tenho 100%. Porque é um negócio que homem não consegue entender.

Não consegue entender, não tem noção. É, não consegue. Entendeu? Então, e é um negócio que ah, mas tinha que ter, mas tinha que dividir, tinha que fazer igual. Gente, a gente não é igual. A gente não é igual. Homem e mulher não é igual, tá? A gente pode fazer coisas análogas, a gente pode conquistar espaços parecidos, mas nós não somos iguais, não somos. Nós somos biologicamente diferentes, somos...

Temos sensibilidades diferentes, entendeu? Então, assim, não adianta eu querer que, no meu caso, na minha casa, que o meu marido tenha...

Total a sensibilidade de entender os momentos e as nuances das minhas filhas e das relações delas com as amigas e se preocupar com a festinha de aniversário que vai ter e o presente que a gente vai comprar. Cara, não vai rolar, entendeu? Eu sei que esse é meu papel. Tá tudo bem, porque o combinado tá... Entendeu? O que sai caro é o que não é combinado. O que não é combinado.

mas tudo isso pra dizer que eu, eu, e não tô sendo prescritiva aqui pra ninguém, cada um uma coisa que eu falo muito é cada um faz o que quiser, cada um faz o que quiser ah, mas eu penso diferente ah, mas eu quero fazer diferente faça por favor faça do jeito que você quiser né, para mim para mim o que eu costumo dizer, pra mim, primeiro a minha família é a minha prioridade graças

Ponto. Então, assim, a pessoa que me pergunta Ah, eu quero uma família, mas também sou empresária, mas também tenho uma carreira, eu falo, priorize a sua família. Você quer uma família? Você está no seu direito de não querer. Ah, não quero. Não vou te obrigar. Mas você quer? Então priorize isso. Não espere. Não espere. Porque não tem momento ideal, não tem momento perfeito.

Tem momento muito ruim, mas momento bom, momento ideal, não tem. Então, assim, se isso é importante pra você, ah, mas esse ano, ah, mas uma promoção, ah, mas tem um projeto, ah, mas isso aqui, cara, faça a sua família. Você pode nunca mais ter uma chance. Você não sabe quanto tempo vai ter. Você não sabe o que vai acontecer. Deus me livre.

A gente torce para que não, mas ninguém está sujeito aqui de não ter uma doença, às vezes, grave, de ter dificuldade para engravidar, de repente não priorizar uma relação que poderia formar uma família e depois não ter essa oportunidade com outra pessoa. Então, isso é importante para você. Faça. Priorize isso. Porque por mais orgulho que eu tenha, por mais que eu goste e ame o que eu faço, não tem nada...

Nada mais importante da minha vida do que minha filha. Não tem discussão, não tem comparação. Então essa é a primeira coisa. A segunda coisa é, poxa, mas eu tenho medo de não dar conta, mas eu tenho medo de, até porque de novo, a gente faz muita coisa que os homens sequer têm noção. É muito difícil conciliar. Não vou falar que é fácil, não. Não estou aqui para glamourizar nada, não. É difícil, difícil pra caramba. Mas não é impossível. Não é impossível. E eu acho que muita gente nem tenta.

Dos dois lados, tá? Tem gente que sabe que a família é uma prioridade, aí nem tenta a carreira, nem tenta crescer o negócio, nem tenta, sabe? Sim. Porque já assume que não vai dar. E o contrário também, gente que tá tão focada na carreira, no business, que nem tenta a família. Entendeu? Eu falo, cara, tente.

Faça. Se você eventualmente chegar num momento que não tem a jeito, você vai ter que escolher. Beleza, mas espere chegar lá. Não desista antes, entendeu? Porque por mais difícil que seja, não é impossível. Tem maneiras. Tem maneiras da gente se organizar. Tem maneiras da gente fazer um combinado importante com o parceiro. Tem maneiras da gente ter um sistema ali de apoio se você tiver essa possibilidade. Tem jeitos, entendeu? É isso que eu falo. Porque se for uma prioridade pra você, a família, você tem que priorizar.

Você recebe muita pergunta assim, né? Sim, sim. Porque é difícil de ver, né? E eu ainda mais com quatro filhas, porque às vezes você vê um empresário que tem um, tem dois, ou você vê uma executiva. Já são poucas. Já são poucas.

E aí, normalmente, você vê, às vezes elas são bem mais velhas, não tem filho pequeno, entendeu? Então os filhos já estão criados também. Sim. O filho já está na faculdade. Então é uma... É um outro momento também, né? Sim. Pessoas que, como eu, que estão nessa faixa etária, que tem filhos tão pequenos... Qual que idade dos teus filhos? A minha mais velha tem 11. 11. Vai fazer 12 esse ano. Aí a Bela tem 6, a Ana tem 4 e o Léo tem 1 aninho.

escadinha.

É que nem os de vocês. É o nosso seis, quatro e três. Então. Aí você acredita, ô Cris, você acredita que a Larissa pensa em ter mais um, Cris? Você acredita nisso? Eu penso por vocês. Você acredita nisso? Ela fala, eu quero ter uma menina. Mas tem, eu tenho uma menina maravilhosa. Aí quando o nosso filho mais novo estava lá com um ano e meio, ela chegou para mim e falou assim, ai meu bem.

Estou com tanta saudade de ter um bebê. Aí eu falei, deixa eu te dizer uma coisa, Larissa, você já tem um bebê. O Pedro tem um ano e meio. O Pedro tem um ano e meio. Mas eu olho para o Léo, que tem um ano e três meses, quatro meses, e eu tenho saudade de beber, porque ele não é mais bebezinho. Então o Dano está falando, gente.

nossa, eu estava em Portugal semana passada palestrando eu vi eu te acompanho eu sei, queridíssima eu estava lá palestrando, teve uma sessão de autógrafos fui bater foto lá no autógrafo, eu estava assinando os livros aí veio um casal, um nenenzinho amor devia ter uns oito meses

Você segura no colo? Segura. E a fila tava rápida assim, né? Aí eu fiquei com ele no colo assim. Aí você não queria devolver? Eu não devolvia. Aí eu fiquei com ele no colo assim, segurando. Aí eu falei, qual que é o seu nome? E aí, poxa... Aí a mãe dele e o pai dele. Quer ficar mais tempo? Fica mais tempo. Eu fiquei uns 5 minutos com ele no colo. Ai, gente, eu adoro. Uma saudade. Ele ficava me olhando assim, ó. Não, útero chega e coça. É. Aí eu falei, será?

Será, gente? Será? Vai pra cima. Vai pra cima. Coisa mais maravilhosa. O que me consola é que, assim, eu tenho várias irmãs, né? Então, assim, duas das minhas irmãs tiveram bebê. Uma tá com bebê de quatro meses, outra com bebê de seis meses. A outra tá grávida.

E tem uma outra amiga minha que tá grave. Então, assim, tem um monte de bebê vindo aí pra eu segurar, pra eu apertar. Cara, eu adoraria ter mais, mas aí é uma conversa com, né, 43 anos. E meu último bebê foi complicado, porque eu e meu marido, a gente tem uma incompatibilidade sanguínea. Então, o Léo, quando ele nasceu, ele já nasceu.

numa situação ali complexa, ele não ganhava peso. Foi o meu menor bebê, ele nasceu com 2,5 kg. Ficou duas semanas na UTI, precisou de transfusão de sangue. Então, se eu engravidar de novo, é daí pra muito mais baixo. O risco de óbito fetal é alto. Entendeu? Entendi. Entendi. Mas se eu pudesse, se não fosse isso, eu já tava grávida.

Tem quase nada pra fazer, né, Cris? Tá tranquila. Estados Unidos, Miami, empresa, digita, corrige, manda WhatsApp, filho, cuida, escola e tudo mais. Não, e quer casa, né? Eu mudei pra uma casa lá, vou construir outra. Lá? Lá. Ah, Cris, sério? Você gosta disso aí? Você vai se enfiando numa confusão de uma construção? Ai, gente, eu sou louca. Não, porque quando eu fui na tua casa, você tava construindo?

Quando eu fui na tua casa. Você tava... Tinha um terreno atrás. Você tava construindo. Então, essa aí já ficou pronta. Já ficou pronta. Aí já foi, né? Aí próximo assunto. Ah, vambora. Já foi. Vambora. Lá em casa, a piada é que ou eu tô grávida ou eu tô fazendo mal. Tô construindo alguma coisa, entendeu? Ou os dois ao mesmo tempo. Acontece.

bastante, com frequência acho que as mulheres gostam, lá em casa a Larissa gosta também e a Larissa na construção ela não deixa eu me meter em nada se eu falar assim é maravilhoso, preciso falar isso pro meu marido esse tapete, vira um pouco cara, eu já ouvi tudo eu já programei tudo, eu já analisei tudo pô, tu vinha aqui se meter não, só pedi pra tu virar um centímetro o tapete Joel, e fica bravo

Fica brava. Eu vou pegar esse corte e vou mandar pro meu marido. Porque o povo acha que eu sou terrorista, entendeu? Ah, você assim também? Não. Não. Eu peço opinião. De tudo, não. Não. Mas das coisas mais importantes. A Larissa pede opinião, aí eu dou minha opinião, mas ela fala, mas mesmo assim vai ser do meu jeito.

Cara, um dia lá no nosso escritório que a gente fez, que a gente reformou, eu pedi pra ela puxar uma coisinha assim pra trás. Caramba, foi a terceira guerra mundial. Ah, não, Joel, porque aqui eu já pensei, e pô, você também vai. Aí ela deu uma exagerada assim, então vai demorar mais três meses pra ficar pronto o escritório. Eu falei, não, cara, só pedi pro negócio um drywall uns 50 centímetros pra trás.

A engenheira falando. Não era notícia estrutura. De estrutura. Meu Deus do céu. Tinha uma viga que passava bem ali. Muito bem, muito bem. Ô Cris, me diz uma coisa. Futuro no Brasil e futuro fora do Brasil. Mas assim, eu quero o B-REG.

sabe, o Big Hair Audacious Goals, lá do Jim Collins, aquela meta cabeluda, audaciosa, que é aquela meta numérica que executa a missão. O Jim Collins, empresas feitas para durar, ele disse isso, todas as empresas criam uma meta grandiosa, ambiciosa, cabeluda, numérica, mas que ela representa a missão da empresa.

Então, a gente sempre teve B-REG, tá? Quando a gente... Vou te contar uma história. Quando a gente fundou a empresa, o B-REG era um milhão de clientes. Lá em 2013. Em 2013. Em cinco anos. Tá bom. B-REG, um milhão em cinco anos. Um milhão em cinco anos e isso seria um unicórnio. Seria uma... A palavra unicórnio existia, mas seria uma empresa que valeria um bi de dólar. Esse era o B-REG. A gente chegou em um milhão de clientes em dois anos.

Aí a gente chegou em 2 milhões de clientes em mais 10 meses. Aí a gente chegou em 3 milhões de clientes em mais 6 meses. A gente chegou em 4 milhões de clientes em mais 4 meses. E a curva foi... Então, aí eu lembro, aí em algum momento a gente falou assim, cara, então agora o nosso berreg é 10 milhões. E a gente falou, nossa, cara, 10? Será? E aí a gente chegou em 10, né? Aí a gente devia ter, sei lá, pouco mais de 10.

E aí foi uma época que eu, o Davi e o Ed, a gente fez uma viagem, a gente foi pra China juntos. Acho que era 2017. E a gente voltou da China, a gente falou, cara, a gente viajou no tempo, a gente foi pro futuro e a gente voltou.

E a gente viu tanta coisa lá de inovação, direção que tecnologia tava indo, em pagamentos, não sei o quê, o nível de escala, o negócio assim. E a gente falou assim, não, cara, nosso berrega agora tem que ser 100 milhões. Você tinha quantos na época? Tinha 12. Pessoal 10x. 10x.

E aí a gente olhou pra cara do... A primeira vez que a gente falou isso alto, parecia que a gente tava falando no seguinte nível. Então, cara, a gente quer agora dirigir nosso carro em Júpiter. Tipo, era esse nível. Era nem Marte, entendeu? Era um negócio assim... Sim. E a gente falava, caraca, cara, não é possível. 100 milhões de clientes, chegamos. 100 milhões de clientes. E qual era o tempo? Ah, acho que era 10 anos. Chegamos bem mais cedo. Chegamos mais cedo.

Aí a gente hoje tem 131 milhões de clientes, né? A gente tem outro birreg, mas eu não vou falar aqui porque a gente não divulga publicidade. Eu cochicho no seu ouvido. Tá bom. Digamos que é bem grande. O que que acontece com a tua cabeça toda vez que você estabelece um birreg?

deixa eu melhorar minha pergunta, o que que acontece com a tua mentalidade, o que que acontece com o jeito que você faz as coisas, o jeito que você faz as coisas, quando você coloca um B-REG, e se esse jeito de fazer as coisas, ele é derivado do B-REG. É o B-REG que melhora o processo, é a meta que melhora o processo, entendeu? Entendi. Então, eu acho que o livro do Jim Collins, ele fala da meta para motivar, para direcionar o processo. Isso.

E eu acho que é daí que vem a sua pergunta. Não é o nosso caso. Porque a gente... Porque a gente sempre teve essa mentalidade, entendeu? Na largada. Ah, cara. Assim, a cada meta que a gente chegou, era assim, ah, pessoal, passamos 10 milhões de clientes, tá? Ah, tá bom, legal. Ai, pô, que legal, né? 10 milhões. Ah, tá bom. E continuamos trabalhando, entendeu?

Era assim? Aham. Isso é engraçado, Cris. Ah, não. Todas as rodadas de investimento que a gente fez. Ah, levantamos 100 milhões de dólares com valuation de não sei quantos bi. Ah, legal. Assinamos. Ah, assinou hoje. Ah, que legal. Não, não é possível. Ah, parabéns. Não tem nenhum reloginho pra lembrar? Por Deus. Um reloginho? Um. Nada. Nem um. Nem champanhe, filho. Ah, não pode ser.

Não pode ser. Te juro, Joel. Te juro. Te juro. Não é pior? Não é pior. Ah, não, Cris. Não. É sério? Não é pior. Não é pior. A gente assinou lá, bateu o negócio, não sei o que. Ai, palma, tirou as fotos. Tá bom, gente. Não foi. Não tem como acreditar nisso. A gente não fez um jantar. Não, não tem como.

Eu não tô brincando. A gente tava trabalhando no dia seguinte, de manhã. Eu vou voltar pra minha casa agora no carro. Eu tava grávida de oito meses. Eu vou voltar pra minha casa agora no carro e eu já sei que eu vou vir da minha mulher. Viu, Joel? Não precisa. Tudo quer comemorar e tudo. É porque qualquer coisa eu quero comemorar, entendeu? Não, assim, vamos lá. Não é qualquer coisa, mas... Eu não tô dizendo que tá errado comemorar.

Não, peraí. Não estou dizendo. Eu acho que, inclusive, seria ótimo se a gente comemorasse mais. Com certeza.

Eu acho que a gente deveria. O que eu estou dizendo é que a nossa natureza não é assim. A gente chega no primeiro. A gente chegou nos negócios, não foi assim. Nossa, chegamos! Zero surpresa, né? A gente estava lá, IPO, a gente foi pra lá. A gente sabia que ia ter o IPO naquele dia. A gente estava se preparando pra isso há dois anos. Não foi surpresa. Não foi.

Então a gente já sabia, a gente foi, tirou as fotos, bateu as palmas, não sei o que, não, não, não, parabéns, e voltamos pra casa. Até porque, cara, a gente tem filho pequeno, a gente tem... Eu tava grávida de oito meses, a esposa do Davi tava grávida de oito meses. Os nossos filhos, foi a Ana, a gente se encontrou na maternidade, a Ana nasceu dia 24 de janeiro.

O Emiliano, que foi o bebê, ele tem cinco. O Emiliano nasceu no dia seguinte. Eu fiquei grávida com a Mariel três vezes. A gente tem três filhos que nasceram assim, coisa de... Então, cara, a gente tinha mais o que fazer, sabe? Você entende?

A gente não tinha tempo pra ficar, a gente não é jovem pra ir pra festa depois, entendeu? A gente queria voltar pra nossa casa, pra nossa família, cuidar dos nossos crianças, entendeu? Entendi. Então assim, tudo que a gente faz, a gente não... Você já pensa em reggae e em tudo. No dia seguinte a gente já tá pensando no próximo. Assim, na hora que a gente chega em um, a gente já tá com o outro na cabeça, entendeu? Então a gente volta pra trabalhar.

Agora, o que muda? Você poderia falar assim, ah, Cris, então faz a menor diferença ter B-REG? Não, faz pra cacete. Por quê? Porque você trabalhar pra 100 milhões de clientes, vamos dizer que era o outro B-REG que a gente tinha, com um número tão grande, pensa que a gente definiu que era 100 quando a gente tinha, sei lá, 12. As escolhas que a gente faz, as decisões que a gente toma, pensando nesse nível de escala, são diferentes do que se a gente estivesse tomando decisão pra chegar a 20.

Você precisa pensar 10x, não 2x. Entende? Então isso faz diferença. Por isso que a gente tem os birregs. Mas não é pra motivar. Que a gente acaba o negócio e a gente já tá pensando o próximo. Entendeu? Muito bom. Muito bom. Então você deve ter um birreg aí de um bid cliente. Ah, tem. Eu não posso confirmar nem negar. É porque tá com 120 é a mesma proporção.

Quando tinha 12 foi pra 100, quando 120 vai pra 1 bi. Não precisa nem confirmar, gente. Não é isso. Aí quando chega lá, dando cavalo de pau em Júpiter, vai falar... E aí, é isso aí, galera. Bora voltar que tem... Eu tenho 10 bi agora.

Agora eu começo a fabricar seres humanos pra poder crescer. Eu vou colonizar aqui, tá? Beleza? Ai, cara, muito bom. Cris, a gente indo pro finalzinho aqui, algumas perguntinhas no final é tem alguma coisa que você mudou tua opinião nos últimos 12 meses? Você tinha uma certeza, tinha uma convicção e você falou cara, não é mais a minha opinião isso. Ou você reajustou, você atualizou?

difícil é o horizonte de tempo. Mas assim, eu tava com... Tô essa semana no Brasil, aproveitei e encontrei algumas amigas, né? Que são minhas amigas de muitos anos. Uma delas me conheceu na faculdade. Outras me conheceram antes de eu conhecer meu marido. Sabe? Enfim. E eu tô com rumens há 20 anos. Esse ano que passou fez 20 anos. Então, enfim, pessoas que me conhecem há 20, 30 anos. Esse é o nível. Sim.

E a gente está falando sobre isso, sobre como eu mudei. Como eu mudei Jesus. Assim, eu sou outra pessoa. Sim. Outra pessoa. Não só fisicamente, mas assim, mentalidade mesmo. Eu era uma pessoa muito rígida. Essa pergunta que você está me fazendo, nossa, você mudou de ideia? Há 20 anos atrás você não tinha mudado de ideia sobre nada ainda. Não, essa aqui eu acredito, minha convicção. É, trouxa, né? Agora, eu não sei, talvez a minha dificuldade de responder essa sua pergunta...

seja, porque eu mudo de ideia tanto que eu nem presto atenção mais, você entende? Faz parte, né? Faz parte. Vou te dar um exemplo bobo. A gente estava entrevistando um candidato essa semana aqui, e aí a gente estava discutindo um case lá com ele, e aí na análise dele ele considerou crescimento do PIB dos países, na análise dele.

Aí eu falei assim, por que você considerou o crescimento do PIB dos países? Aí eu falei, não, porque se a gente está construindo um produto pensando nos próximos 5, 10 anos, é importante a gente olhar o tamanho do país, não só hoje, mas onde ele vai estar daqui a 5, 10 anos, né? Aí eu falei, nossa, que interessante, porque a gente teve essa conversa dentro de casa e eu sempre achei que o crescimento do PIB do país não importa tanto, porque vindo de um país emergente... Aham.

que é muito volátil essa história de crescimento. Quantos anos a gente fala que o Brasil vai crescer, gente? Eu estou esperando ainda o Brasil crescer. O Brasil é aquele eterno samba, dois passos para frente e um para trás.

Então, assim, eu não acredito que o GDP vai crescer. E ele falou, não, mas, por exemplo, ele me deu um exemplo da Polônia, que é um país que, de novo, não é a América Latina, tem um patamar, teoricamente, de estabilidade econômica e política um pouco melhor, que tem uma expectativa de crescimento, que aí pode passar outras economias que talvez no ranking tivessem... Enfim, uma discussão super conceitual. Eu falei, olha...

Então, tem várias coisas que eu estou sempre me questionando. Uma coisa que eu adoro fazer, quando alguém emite uma opinião diferente da minha, a primeira coisa que eu pergunto é por quê? Eu quero muito entender...

Como que a pessoa chegou naquela conclusão, sabe? Sim. Porque certeza que ela tá vendo alguma coisa que eu não tô vendo, entendeu? Sim. Então esse é um hábito que eu... Isso eu adquiri nos últimos anos, com certeza. Agora, o que mais? Sei lá, se você não fechar em 12 meses, nos últimos, talvez, 3 anos, 4 anos, mudou muita coisa pra mim. Acho que minha...

minha conversão com convicção ao catolicismo, faz anos agora que eu vou na missa todo mundo. Não gosto que é pra mim. Não era assim. Não.

Não mesmo, entendeu? Eu ouço homilia todo dia. Agora na quaresma eu tô rezando terço todo dia. Então é algo que mudou muito a minha visão de mundo, entendeu? Uma coisa que eu me pergunto com muita frequência é o que Deus espera de mim. Entendeu? Sim. Pra tomar decisões importantes. Que é uma coisa que eu não fazia. Fez muita diferença na maneira como eu vivo a minha vida. É, bastante diferença.

e sei lá e você faz tempo que você estava muito na minha frente em relação a isso em relação a saúde outra coisa que mudou muito pra mim nos últimos cinco anos a maneira como eu me cuido hoje em dia é outra completamente as escolhas que eu faço em relação a alimentação em relação a exercício, em relação a tudo não só por mim porque eu hoje quero não só por mim

mais longevidade por causa da minha família, quero ter mais qualidade de vida pra ver meus netos, enfim, pra estar disponível pra minha família, mas também pelo exemplo que eu quero dar pros meus filhos, entendeu? Porque eu cresci numa casa que isso era irrelevante, eu não tive esse exemplo. E eu quero que eles cresçam vendo esse exemplo, eu quero que pra eles o normal seja isso. Sim. Entendeu? Sim. Porque isso foi muito difícil pra mim, virar essa chave, sabe?

Eu também cresci, por exemplo, eu cresci numa casa que vi meu pai bebendo, né? Meu pai bebia. Eu já vi meu pai chegando algumas vezes bêbado em casa. Isso meus filhos não vão ver. Então. Eu não bebo. Minha esposa não bebe. Não vai existir isso pra ele. Não vai existir. Não tem bebê em casa. Meus amigos ao redor não bebem.

Meu pai fumava, minha mãe fumava, né? Então, minha mãe parou de fumar já tem um tempo, mas meu pai, até o último dia dele, fumava. É. Então, não sabe o que é isso. Exato. É bem legal. E é uma coisa que você faz, obviamente, a sua saúde tem impactos gigantescos, mas pra eles nunca sequer terem visto isso. É. Cris, você topa tomar um cafezinho comigo? Opa. Então, tá bom.

E aí nós temos um quadro aqui no nosso programa que se chama Café com Conselho. Oferecimento cheirinho bom, cheirinho bom. Os caras te adoram. São dois empresários amigos que tem a maior rede de franquia de café do Brasil. Tem mais de mil lojas. Incrível. É muito legal. O que eles fazem, o que eles têm, a gente tá junto há três anos.

Parceria é boa quando renova, né, Cris? É que está gerando valor. É que está gerando valor. Então, traz aqui. Café com Conselho é o seguinte. Eu não sei o que é melhor do café, né? Seu cheiro ou seu gosto. Os dois são muito bons. Oferecimento Cheirimbom. Galera, Cheirimbom, obrigado mais uma vez por sempre estar comigo. Maior rede de cafeterias do Brasil. E franquia também. Se você quiser saber mais sobre como ter uma franquia de Cheirimbom, o link está na descrição aqui desse episódio.

Pra você saber mais. Cris, imagina o seguinte. Você saiu à tarde pra tomar um cafezinho com uma pessoa. Tá? Cafezinho, bacana, pra bater um papo. Você quer pedir um conselho. Eu quero pedir um conselho? Você quer pedir um conselho. Então vamos lá. Que conselho que é? Pra quem é? E qual você acredita que será a resposta? Nossa senhora, a gente tem tempo? Qualquer pessoa, tá? Qualquer pessoa.

Olha, esses dias me perguntaram se eu pudesse montar aquele jantar imaginário, né? Quem você convidaria, assim, pessoas mortas ou vivas, né? Eu falei, bom, Jesus seria um. Então, assim, esse é um que eu pediria muito um conselho e eu perguntaria justamente isso. Tipo, o que você espera de mim, entendeu? O que mais que eu preciso fazer com a minha vida que eu já não estou fazendo? Acho que esse seria o principal. Mas outra pessoa que eu coloquei ali seria o Walt Disney.

porque eu adoraria conversar com esse homem, gente e perguntar tanta coisa pra ele eu adoraria é que assim, ele morreu antes de ver muita coisa acontecer e ele sempre foi fascinado por tecnologia

E é engraçado que se eu pudesse fazer isso, se eu pudesse hipoteticamente encontrar com ele, eu ia investir um tempo violento explicando pra ele como que a tecnologia evoluiu, como que o mundo evoluiu, sabe? Tipo, desde que ele morreu. Tipo assim, olha onde a gente tá, olha onde a humanidade tá. E aí eu ia querer perguntar pra ele quais são as oportunidades que ele vê de criar...

conexão emocional, de criar felicidade, de tocar as pessoas, de criar coisas únicas e especiais hoje. Porque eu imagino que ele ia ter um ponto de vista muito diferente e interessante. Sim. Entendeu? Outra pessoa que...

que eu falei que eu chamaria nesse momento, foi a Kelly Clarkson. Porque ela é uma cantora incrível, eu amo as músicas dela, acho que ela consegue cantar uma lista telefônica, aquela mulher é impressionante. Ela tem um quadro no programa dela, que ela faz covers de músicas, tá pra aparecer uma música que ela cantou.

que ela não destruiu a versão original. Porque a dela é infinitamente melhor. Enfim. Mas não só isso. Ela tem dois filhos e ela teve um divórcio muito difícil para piorar o ex-marido dela.

Teve um câncer muito sinistro e morreu. Então ela ficou meio viúva do ex-marido, vamos dizer. Então os filhos dela perderam o pai, entendeu? E ela tá assim, no topo. Ela tem um programa diário nos Estados Unidos, que bomba, que é o Kelly Clarkson Show. Ela é jurada do The Voice, sabe? Ela enche casa de show onde ela vai, sabe? E ela acabou de sair do show dela em Nova York pra poder ficar com os filhos dela.

Entendeu? Ela tem a minha idade, ela tem 43 anos. Sim. E imagina quão difícil foi essa decisão pra ela. Sim, sim. Entendeu? Então, eu adoraria entender como que foi isso pra ela. Tá, então assim, ó, pra Jesus, pra Kelly e pro Walt Disney, qual seria a pergunta? O que que você acha que eles te falariam? Então, pra Jesus eu perguntaria o que que ele espera, o que que eu deveria fazer com a minha vida que eu já não estou fazendo, entendeu?

Tá. O que que você acha que ele falaria? E... Que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que

talvez uma das coisas que ele poderia me falar é para eu dedicar mais tempo para servir as pessoas. Porque eu acredito muito que eu faço isso. A presença me deu a coisa, mas eu quase chorei ali, porque eu falei, não, não pode borrar maquiagem, segura. Porque eu penso muito nisso, em servir os outros.

Então talvez ele me falasse para eu fazer só isso na vida, sabe? E escalar o meu impacto na vida dos seres humanos e abrir mão talvez um pouco do Nubank, não sei. Não sei, realmente não sei. Se eu soubesse, eu estaria fazendo. O Walt Disney, o que eu perguntaria para ele é o que que... Com toda a tecnologia disponível hoje, o que que ele... Quais são as oportunidades que ele veria para tocar o coração das pessoas, entendeu? É...

Que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que que

E eu acho que ele provavelmente falaria que a gente pode fazer, a gente pode elevar o storytelling num nível de escala, com a quantidade de dados que a gente tem hoje para ler o contexto da humanidade. Porque o storytelling sempre dependeu de algumas pessoas, alguns indivíduos, terem um nível de sensibilidade altíssimo para capturar...

algumas verdades humanas e traduzir isso em histórias que as pessoas iam se conectar. Hoje, a gente não precisa confiar só nesses seres humanos. A gente consegue ler isso numa escala global. Então, eu acho que seria por aí, talvez. Cara, essa foi boa. E a Kelly também, enfim, não sei. A minha curiosidade é que é para pedir um conselho, né?

eu acho que o que eu perguntaria pra ela é que conselho você me dá pra eu saber qual é a hora de parar, qual é a hora de entendeu? que eu penso muito nisso, é óbvio que eu penso pensa, não parece eu não acho que eu pararia pararia

diminuiria. Mas eu penso muito quando que é a hora de eu não ter mais uma posição executiva tão importante quanto a que eu tenho hoje, entendeu? Eu poderia continuar trabalhando com o Nubank, mas talvez não na mesma capacidade que eu tenho hoje, entendeu? Agora eu estou comprometido em construir esse negócio nos Estados Unidos. É um compromisso que eu assumi de muitos anos.

Mas esse dia vai chegar. E não vai ser pra botar pijama. Entendeu? Mas que nem ela. Ela não saiu do The Voice. Ela não vai parar completamente de fazer show e de gravar. Um moletomzinho. Vai botar um moletomzinho. Moletomzinho é legal. Uma calça, jeans. Moletom, uma pantufa. Um tênizinho de corrida. Ela vai... É, dá pra fazer muita coisa desse jeito. É. Cris, é muito bom conversar contigo, tá? É, sempre um prazer. Você é uma amiga.

é, vocês também querida, que eu sinto a sua torcida por mim nas mensagens que você me manda nos comentários que você faz no direct, no carinho que você me manda no whatsapp, nas vezes que você falar sobre a Lala, sobre os meus filhos, eu gostaria de falar isso publicamente, gostaria que as pessoas também soubessem disso, a Cris é amiga querida que torce que vibra

que tem uma agenda atribulada, mas ela encontra espaço pra conversar, pra ir a evento, quando eu chamo. Às vezes não dá. E quando dá, ela se esforça. Quando dá, eu felizone e amo. Eu adoro. Então, obrigado por isso.

Você já serve, na minha cabeça você já serve, inclusive a sua empresa serve 127 milhões de clientes e tantas outras pessoas que já são impactadas indiretamente pela sua empresa. É um orgulho muito grande ter uma mulher nesse lugar, uma brasileira neste lugar. E caramba que...

Que honra poder dizer que essa mulher e essa pessoa a gente gosta, a gente conhece, a gente tem uma amizade, tem uma proximidade. Obrigado pelo teu papo. Imagina, prazer. Obrigado pelo teu tempo. Obrigada a você. Você também. Então que todo mundo ouça que eu também... A gente fala em inglês, right back at you, né? Tipo, de volta pra você. Vocês também são amigos queridos. Torço demais.

está 100% de razão eu torço demais por vocês, penso muito em vocês rezo por vocês, estou sempre acompanhando e sempre que eu puder estar com vocês ajudar, contribuir de alguma forma fico feliz, fico feliz de poder conversar com a tua audiência também obrigado internet, instagram

Instagram, arroba junqueira.cristina Agora na gringa também, que eu tenho meu perfil internacional, que está crescendo agora. Pois é, e aquele teu inglês, esse teu inglês que fala e senta com os caras e faz um talk e conversa. A gente olha e fala, olha, ela está arrebentando demais.

Agora a minha prioridade é lá, né? Como eu tô lá e minha prioridade é crescer o banco lá, eu tô priorizando os eventos lá, os podcasts lá. Então, nem sei. Maravilhoso o que deu pra fazer, mas eu acho que esse ano você vai ser o único que eu vou fazer. No Brasil. Então foi assim, no encaixe do encaixe do encaixe. E capaz do evento que eu fiz contigo, que foi em dezembro, foi em dezembro, né? Acho que foi. Novembro. Capaz de ser o último que eu faço no Brasil. Que agora é só lá.

É forte podcast lá, né? É o mercado podcast do mundo. É. Eu já gravei alguns lá na Gringa. Era pra ter gravado um essa semana, no final a agenda mudou. Mas agora é tudo lá. Joe Rogan. E já já você vai estar no Diário do Seu. Tem uma torcida da Oprah. E na Oprah. Da Oprah. O pessoal tá manifestando na Oprah. Na Oprah, né? Então, vamos ver. Tá profetizando? Vamos profetizar aí.

Ela vai falar, e aí, Cris, tudo bem? Vai te olhar com a cara na bolota do teu bolho assim. Vai ser legal. Eu não tenho nem roupa pra isso, gente. Meu Deus. Gente, é isso aí. Esse foi o JJ Podcast Especial. Vocês perceberam que aqui a gente tá num outro estúdio. A gente tá no estúdio da Nubank.

E que prazer estar aqui. Obrigado pela equipe que prontamente nos ajudou, que, poxa, preparou isso com tanto carinho. Obrigado você pela sua audiência mais uma vez. Segue a Cris, manda mensagem pra ela. Segue o Nubank, conhece o Nubank também. Eu sei que você conhece, mas essa aqui foi mais uma oportunidade pra você saber um pouco mais, tanto do porquê ele nasceu e da ambição e onde ele vai chegar e a gente como brasileiro, a gente tá na torcida.

Nesse caso aí, a gente torce como se fosse um clube mesmo, assim, nossa, né? A gente torce como se fosse realmente o nosso clube de futebol, que é o Nubank, porque é uma empresa brasileira que tem muito sucesso. E a gente conhece o fundador, conhece a fundadora, que está sempre disponível e sempre compartilha informação, sempre nos inspira. Isso é um privilégio, é uma honra para nós.

brasileiros. Ok, pessoal? Então faz ela sentir esse carinho e faz ela sentir todo esse apreço também nas redes sociais, marcando e assim por diante, tá? Obrigado pela sua audiência. Se você não segue a gente, então clica aqui, segue a gente no Spotify, segue a gente no Instagram, segue a gente no YouTube. Quatro anos consecutivos, o maior podcast de negócio do Brasil. Incrível. E tudo isso por conta da sua audiência, tá, gente?

Um beijo no coração de vocês, um forte abraço. Até o próximo JJ Podcast. Valeu, tchau.

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