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O SEGREDO das VENDAS de ALTA PERFORMANCE (DANI MARTINS) | JOTA JOTA PODCAST #272

07 de abril de 20261h25min
0:00 / 1:25:18

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Neste episódio do Jota Jota Podcast, Joel Jota recebe Dani Martins, especialista em vendas e empresária, para uma aula prática sobre como vender mais, montar um time comercial forte e escalar uma empresa com previsibilidade.

Se você é empresário, gestor ou trabalha com vendas, este episódio mostra o que realmente impacta o resultado.

Você vai entender:

◼️ Por que técnica melhora só parte do resultado em vendas
◼️ Como a identidade influencia diretamente a performance comercial
◼️ Quais perguntas usar para contratar vendedores melhores
◼️ O erro que faz empresas dependerem do dono para vender
◼️ O papel do empresário na construção de um time de vendas
◼️ Como sair de vendas dependentes para um modelo escalável
◼️ A importância de processos, liderança e previsibilidade comercial

🎙️ Host: Joel Jota
🗣️ Convidada: Dani Martins

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Participantes neste episódio2
J

Joel Jota

HostJornalista
D

Dani Martins

ConvidadoEspecialista em vendas
Assuntos5
  • Inteligência de Vendascinco inteligências de vendas · inteligência comportamental · inteligência emocional · inteligência técnica · inteligência estratégica · inteligência espiritual
  • Identidade e Vendasidentidade na performance de vendas · neurociência e vendas · técnicas de vendas
  • Bet Educarimportância da mentoria · formação de mentores
  • Contratação de Vendedoresperguntas para contratar vendedores · análise de perfil comportamental
  • Papel do Empresário em Vendascaracterísticas de empresários de sucesso · importância do empresário como vendedor
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É muito fácil a gente vender pra quem já quer comprar. Isso não é vender. Porque vender pra quem decide rápido, pra quem é parecido com você, pra quem entrou no seu fluxo, pra quem já quer comprar, isso aí qualquer um faz. Vender de verdade é ter a capacidade de se adequar ao que o cliente precisa naquele momento e mudar a consciência dele. Aí você é um vendedor de altíssimo nível.

especialista em vendas. Com quase 20 anos de experiência, ela se tornou a número 1 de vendas. Recordista. É empresária, fundou a Sales Prime, é mentora da Mentor League Society, um dos clubes mais relevantes dentro desse ecossistema que ensina os empresários sobre vendas, modelo de negócio. Seja bem-vinda mais uma vez ao JJ Podcast. Dani Martins! Obrigada! Qual que é a característica dos empresários que mais vendem que você observou?

Os empresários que mais performam, que eu conheço, ele é um excelente vendedor. Dani, eu não me considero muito bom vendedor. Você acha que eu deveria me tornar? Eu não acho, tenho certeza. Quando você treina técnica de vendas num time ou num vendedor, muita gente acredita que é só isso. Mas não. Quando a gente estuda neurociência, comportamento humano, a gente entende que vendas está diretamente associada à identidade.

Qual foi a mudança de identidade que você teve sobre vendas nos últimos 12 meses? Eu saí da visão só da executiva de vendas e me tornei a CEO que está construindo um negócio de nove dígitos.

Quando eu entendi que a inteligência de vendas que eu adquiri poderia ser multiplicada num time meu pra crescer um negócio, eu entendi o poder que isso tem. Você chegou um dia pra mim e disse assim, a gente tá construindo um negócio bilionário. Tem uma coisa que a gente aprende, né? Quando você coloca uma meta muito desafiadora e você já se enxerga lá, você muda o teu presente. Seu cérebro vai buscar formas não óbvias de alcançar. Isso é incrível.

Dentro de inteligência de vendas, do que você está falando especificamente? Tem cinco coisas que eu acredito que é a receita mais poderosa para qualquer pessoa, qualquer empresa, ter sucesso em vendas, que é...

Antes da gente começar o JJ Podcast, uma pergunta que eu recebo e eu quero explicar para você. A pergunta é a seguinte, Joel, como é que você faz para equilibrar a sua agenda entre trabalho, estar com a família e viajar? Eu, gente, não uso a palavra equilibrar, eu uso a palavra equalizar. Nesse momento que eu estou aqui agora, eu vou fazer uma viagem.

junto com a Lalas, a gente adora viajar. Então o que a gente faz? A gente tem um acordo, tem momentos que a gente viaja, tem momentos que a gente fica em casa, tem momentos que a gente trabalha, obviamente. Isso a gente sempre faz, esse acordo, desde o começo do nosso relacionamento. Então essa possibilidade, essa agenda, que a gente chama de uma agenda flexível e uma agenda intencional, a gente utiliza várias estratégias para fazer isso. Uma delas...

É o benefício do Airbnb, que está com a gente sempre. Eu falo sempre do Airbnb aqui no JJ Podcast, porque ele te dá muitas opções na sua agenda flexível. Quer ir para a praia? Dá. Quer ir para o campo? Dá também. Quer ir para a serra? Dá também. Quer ir para o agito de uma cidade, selva de pedra, por exemplo, uma grande metrópole? Dá também. Você consegue fazer isso de qualquer lugar do Brasil.

e também de qualquer lugar do mundo. Esse é um benefício muito grande que a gente usa, que a gente fala e que a gente promove aqui. Portanto, se você gosta de viajar como eu, e a Lalas a gente gosta, eu quero que você conheça os benefícios que a Airbnb pode proporcionar para você. Além disso...

Além de você viajar, além de você ter várias opções, você pode ir nos mais visitados e nos mais recomendados por todos os hóspedes. É mais fácil, você entra no próprio aplicativo ou você entra no site também e você vai nos recomendados. Ali você vê as experiências das pessoas, o que elas falaram, qual foi a nota que ela deu, isso tudo te ajuda bastante e também nos ajuda.

Além disso, tem mais também. A Airbnb facilita o pagamento, tanto no Pix quanto você consegue pagar parcelado no cartão. Então é uma coisa que a gente sempre faz, a gente sempre recomenda. E a gente gosta de fazer isso desde quando eu casei com a Lalas a gente viaja. A gente acostumou a fazer isso, a gente aproveita. E com a Airbnb fica tudo mais fácil, fica tudo melhor e fica acessível para qualquer pessoa e para qualquer gosto, ok? É isso aí agora, bora começar o episódio do JJ Podcast.

Esforço inteligente não é fazer esforço o tempo todo. Essa frase faz parte da vida da minha convidada de hoje, uma empresária de destaque, de resultado. Eu conheço essa empresária, eu vou falar um pouco sobre a vida e os resultados dela. Naquilo que ela se propôs a fazer, com quase 20 anos de experiência, ela se tornou a número um em vendas. E não apenas isso. Número um de vendas no mundo.

recordista. E quando a gente se conheceu em 2019, ela disse eu quero ser a maior do mundo no que eu faço, mas eu tenho um filho pequeno, uma filha pequena, portanto eu preciso ser inteligente e eu tenho que ser estratégica. É empresária, especialista em vendas, fundou a Sales Prime, empresa que faz milhões de reais com consultoria, depois a gente vai saber o que aconteceu com essa empresa, é mentora da Mentor League Society, um dos clubes mais relevantes

dentro desse ecossistema que ensina os empresários sobre vendas, gestão de negócio, modelo de negócio, a criar também um motor de crescimento, a casada com o Daniel. É pai de dois filhos maravilhosos, tem resultado no que ela faz e tem resultado no que ela fez. Tem uma empresa grandiosa.

Se formou em várias instituições de renome internacional, tem destaque no que faz, especialista em vendas e tem uma máxima. Ela tem uma ordem que é Deus, saúde, família e trabalho. Já veio aqui no JJ Podcast, já deu o resultado, vocês conhecem. Mas se você ainda não conheceu, você vai conhecer hoje no JJ Podcast, que é um podcast especial, gente. A gente está fazendo um podcast com plateia.

E a gente está fazendo um podcast com plateia de um curso sobre como usar podcast para crescer o seu negócio. Então dá um alô na plateia aí, dá um alô na galera da plateia. É isso aí, ou seja, a gente vai gravar um podcast ao vivo com a Dani, com os alunos do podcast, que também são empresários, que muitos deles também fazem parte da Mentoring Society, que tem muitos resultados. Então hoje é...

um podcast de conteúdo bem próximo sobre vendas. E eu conversei com a Dani já tem mais de um ano. Eu quero saber tudo o que aconteceu na vida dela nos últimos anos. Então, é o seguinte. Prepara papel e caneta, que ela vai mostrar no detalhe o seu negócio, como que você cresce, como que você escala, como é que você faz modelo de negócio. Seja bem-vinda mais uma vez ao JJ Podcast. Dani Martins! Obrigada! Obrigada! Boa!

Dani Martins. Dani, você viu quantas vezes aqui já? Ah, eu acho que essa é a quarta. Quarta vez? Uhum. Uau. Tá. Eu quero saber o seguinte aqui na frente da galera. A gente vai falar sobre vendas no detalhinho?

Sobre vendas no detalhinho. Mas sobre vendas no detalhinho para gerar resultado de verdade, né? Tá bom. Porque dá para falar sobre vendas no detalhinho sem foco no resultado de fato. Dá para fazer isso? Dá. Se a gente falar só sobre técnica de vendas, pode ser no detalhinho, mas não necessariamente gera o resultado que poderia gerar. Porque não é só técnica que gera resultado, né? Então a gente vai falar de um contexto todo. Então já vamos começar nesse clima, já pega papel e caneta que ela já começou forte. Não é só técnica.

A gente diz assim, que quando você treina técnica de vendas num time ou num vendedor, geralmente você melhora de 20% a 30% o resultado dele. E muita gente acredita que é só isso que faria esse vendedor prosperar, crescer e gerar um resultado relevante. Mas não, quando a gente estuda a neurociência, comportamento humano, a gente entende de forma muito nítida que vendas está diretamente associada à identidade.

Então a forma como essa pessoa pensa, a forma como ela toma decisões, as metas que ela coloca, o que ela determina, como ela lida com as emoções, com as frustrações, com as vitórias, é muito determinante para o resultado que ela alcança. Então quando a gente fala de vendas focando em alta performance, a gente precisa levar em consideração a parte humana, mental, neurológica, neurocientífica, para que de fato seja um resultado relevante. Fala um pouco mais dessa questão, dessa correlação entre vendas.

E identidade. E fala como que a pessoa identifica isso e ajusta a identidade, atualiza a identidade em prol de fazer mais vendas. Tá.

A identidade que é construída na infância, a identidade mais profunda, que é aquilo que a gente acredita que a gente é, que a gente é capaz de fazer, que a gente merece, é construída lá desde o ventre materno até os 12 anos. Isso determina, em grande aspecto, todo o resultado da vida de uma pessoa. Então, quando a gente fala que a identidade está relacionada ao resultado de vendas, e não é só de vendas, mas da vida como um todo, é de fato o que essa pessoa acredita que ela é.

Então, se você tem um time de vendas e você tem vendedores dentro do teu time, que eles não acreditam que eles são competentes em vendas ou inteligentes ou capazes, ou que eles têm domínio sobre o que eles fazem, eles já começam o dia de vendas mais fraco. Eles têm um resultado muito menor do que um outro vendedor que chega com uma identidade mais consolidada. Que identidade é a percepção daquilo que a gente é. Claro, com base naquilo que a gente ouviu da infância, mas como que isso se transforma nas nossas atitudes e no nosso resultado da vida adulta.

Então, a identidade é o passaporte do sucesso nas vendas.

A técnica, ela vem para alimentar a parte cognitiva desse vendedor, para ele ter domínio do processo que ele cumpre. Certo. Mas, a identidade é que determina até onde ele vai chegar, se ele vai ser um vendedor de curto prazo, de médio prazo ou de longo prazo. Então, a identidade é o que eu acredito que eu sou. Certo. O que eu acredito que eu consigo realizar, que eu sou capaz de realizar. E o que, de fato, eu acredito que eu mereço. Certo.

Se tiver alguma distorção nesses três indicativos de identidade, o resultado vai estar sempre limitado a isso. É aquele teto que a gente conversou nos podcasts sobre inteligência emocional. Ele sempre vai estar nesse teto. Então, como a gente identifica a identidade?

com reflexões profundas de autoconhecimento e especialmente com a ajuda de profissionais. Então, sejam psicólogos, coachings, pessoas sérias que são competentes para ajudar a gente a identificar esses aspectos, essas características que a gente tem, que são ou facilitadoras ou dificultadoras de atingir algum resultado. Então tá, então vamos lá. Imagina um empresário. Aqui tem 120 empresários que têm time de vendas.

E o objetivo é simples. Eu vou montar um time de vendas porque eu quero expandir o meu negócio, porque eu quero escalar o meu negócio, porque eu acredito que tem tamanho de mercado que tem oportunidade. Aí vem a pessoa, manda o currículo, mostra a experiência, tem resultado, tem entrevista, tem a técnica, porém ela tem um teto chamado identidade. E aí talvez esse empresário que está aqui ou você que está ouvindo, você nunca ouviu isso.

Duas ou três perguntas ou comportamentos para essa pessoa verificar se tem algum tipo de restrição na identidade que vai atrapalhar na conquista do objetivo. De maneira prática, olha, nós temos uma empresa que fatura 20 milhões por ano, esse ano a gente tem o objetivo de faturar 48 milhões por ano. Bom, a identidade apita, a crença apita, grita pra caramba. Que tipo de reações, que tipo de...

comportamentos esse empresário, esse dono da empresa pode observar para ver onde que tem algum gap aqui na identidade. Tá bom. Deixa eu falar de uma forma processual, porque vai ficar mais fácil deles entenderem. A primeira coisa é que a gente pode usar duas ferramentas muito poderosas para avaliar isso. Ferramentas neurocientíficas que já existem hoje são softwares de análise de perfil.

Então, eu aconselho fortemente que todo mundo que quer montar um time, não só um time comercial, mas um time muito competente em todas as áreas do seu negócio, que você faça uma avaliação dessa pessoa, utilizando um software de análise comportamental. Isso já traz muitas respostas.

Ali você já consegue identificar guetos emocionais, as principais características, competências, o ritmo dessa pessoa, se ela decide rápido, devagar, se ela é mais analítica, se ela é mais influenciadora. E você consegue identificar pelas características se ela se encaixa dentro das atividades-chave que ela vai realizar naquela atividade dela. Bom, depois disso, uma vez que você está com esse perfil na mão, você consegue conduzir uma entrevista de forma muito mais assertiva.

Porque a própria ciência da análise comportamental, que tem geralmente 98,7% de assertividade quando você lê o perfil da pessoa, já te dá os indicadores dos possíveis gaps dela. Então ali, no relatório, mostra coisas relacionadas à identidade dela da infância, por exemplo.

E se você identificou algum gap, como por exemplo, dentro de uma análise comportamental, você consegue ver o nível de flexibilidade dessa pessoa, que é como ela lida com situações diferentes daquilo que ela planejou. Se ela é flexível ou se ela é rígida. Dependendo da função dela em vendas, o ideal é que ela seja mais flexível.

Só que isso é um indicativo do perfil dela baseado no que veio da infância. Quando você traz uma pergunta para ela na entrevista sobre como ela lida com situações diferentes daquilo que ela previu, pela resposta dela você consegue identificar se ela conseguiu trabalhar isso ao longo da vida. Porque pode ser que ela nasceu com a tendência de rigidez, mas que baseado na experiência dela, no histórico dela, ela conseguiu trabalhar isso e se tornar uma pessoa mais flexível.

Então, a nossa função na entrevista é identificar o que nasceu com ela, quais são as habilidades atuais que ela tem e como que ela lida com as situações na vida futura, na vida atual. Beleza. Então, a gente faz o perfil e aí a gente vai para a análise de cultura, se ela está adequada à cultura, e aí vem uma última etapa para identificar esses pontos que têm a ver com a identidade dela. Tá bom?

Eu vou trazer aqui três perguntas básicas e muito diretas que você, pelo tipo de resposta, pela convicção com que a pessoa fala, e aí a gente lê questões. Era isso que eu ia te perguntar. Tá bom. A gente vai ler o que ela diz com as palavras dela, mas a gente vai ler também o tom de voz, o nível de segurança, o como ela olha, se ela olha nos seus olhos. Tudo isso fala sobre a resposta de uma pessoa. Então, a primeira pergunta que a gente pode fazer sobre a identidade é assim, ó.

Quais são as três características mais poderosas que você identifica que você tem hoje para atingir os resultados que você quer? Não, faz comigo. Faço. Vai. Então tá bom. Entrevista de emprego, vou ver se eu vou contratar, tá? Vamos ver se eu sou um bom vendedor. Vamos ver, vamos ver. Joel, tudo bem? Eu estou aqui com a sua análise de perfil. Analisei aqui que você é um dominante influente, uma pessoa geralmente focada em resultados, tende a ser rápido.

Mas, independente de eu falar as suas características, eu quero perguntar aqui para você quais são as três competências que você acredita que tem para atingir esse resultado que você acabou de dizer para mim que você quer alcançar. Tá bom. Três características que eu tenho. Eu sou curioso, eu aprendo rápido e eu sou curioso. Isso garante que eu vá buscar informação. Eu aprendo rápido e eu gosto de aprender com as pessoas, com os livros, com os lugares.

E eu sou disciplinado, decidido e focado. Tá bom. Você sabe que a gente é uma empresa que está crescendo muito. Te falei um pouco sobre os números, para onde a gente está indo, qual que é a nossa visão de futuro. Como que você acredita que essas suas três competências te ajudaria a alcançar as metas todos os meses? Imagina que são metas bem desafiadoras. Certo. Como você enxerga que essas suas competências te ajudariam a chegar nesses números?

Eu conseguiria chegar no 80-20, ou seja, eu ia fazer 20% que ia trazer 80% dos resultados. Eu ia conseguir entender o teu principal produto, o teu principal cliente.

Era isso que eu ia fazer. A segunda coisa, eu iria encontrar o teu principal canal de aquisição e eu ia ser o melhor, eu vou ser o melhor vendedor do teu principal canal de aquisição e minha entrega vai ser tão fantástica que além de eu ser o melhor vendedor do teu principal canal de aquisição, eu vou ser o que vai receber mais indicação e vou converter mais. Tá certo, bom. Nossa.

Bastante convicto, né? Sou convicto. Bastante convicto, Joel. Você sabe que praticamente todas as pessoas que eu entrevisto me falam essas coisas que você me disse também, né? Só que às vezes elas entram e aí não necessariamente o resultado é aquilo que elas tinham dito para mim que fariam, né?

Então, dito isso, eu quero que você me conte, então, na sua trajetória dos últimos cinco anos, e dar pelo menos três evidências claras de que com essas habilidades e com isso que você diz que consegue fazer, você de fato já tem atingido resultados relevantes no seu passado. Primeiro que eu fui atleta e fui bom, e sei que a disciplina...

o que garante o seu resultado. Então eu convivi com pressão, com competição, com centésimo de segundo. O segundo, no que eu fazia, lá em Santos eu era o melhor no que eu fazia. E por conta de ter sido melhor no que eu fazia e aquilo ter chego num topo, eu quero uma nova área pra eu ser o melhor no que eu faço, pegando a minha experiência de que eu tenho resultado com a minha experiência como atleta. Então eu carrego o comportamento, o conhecimento, o conhecimento,

E o meu resultado. E eu acredito 100% com todas as células do meu corpo que eu vou conseguir. Tá, essa é a próxima pergunta que eu te faria. Você realmente acredita que a sua trajetória, a bagagem que você construiu no esporte vai fazer você atingir todos os resultados em venda? Você acredita nisso? De 0 a 10? 10, porque o vendedor e o atleta são muito parecidos.

Certo, tá bom. E minha última pergunta pra você, pra esse primeiro bloco de identificação de identidade, eu quero saber o seguinte, qual que é a tua ambição? O que você acredita que você merece? Ficar rico. Ficar rico? Quer ficar rico? Rico. Muito rico? Muito. O dinheiro pro lado do bolso, assim. Tá bom. Beleza. Fácil, né, gente? Quem me dera ter um monte de Joel pra entrevistar, sim, mas é isso. Mas veja. Eu não tô te respondendo em 2025, tô te respondendo em 2000 e...

2010. 2010, tá bom. Joel, 2010. Essa mentalidade, tá. O que eu fiz aqui? Não sei se vocês repararam, né? Mas eu, nessa primeira etapa, que é onde a gente valida a identidade, eu validei as três coisas. Então, quais são as suas principais competências? Ah, faltou uma coisa. Peraí, faltou uma coisa. Faz agora a anatomia aqui, ó. Deixa eu só fazer uma coisa antes. Deixa eu voltar aqui um pouquinho. Tá. Ô, Joel, então tá tudo lindo, tá? Tem a competência, você acredita, você tem ambição. Tá bom.

Onde que você acredita então que vão ser os principais gaps que você vai ter que superar? Onde estão as dificuldades? Onde que estão suas fragilidades? Falta de paciência. Não comigo, mas com as pessoas. E acreditar, isso é uma falha que eu tenho, isso é uma coisa que eu trabalho há muito tempo, que as pessoas reagem na mesma velocidade que eu, e isso eu perco muita oportunidade de vendas.

Sou mais prático, tem gente que não precisa de tanta praticidade, ela leva um pouco mais de tempo, e eu reconheço que eu tenho que me adequar a todos os perfis. Esse é um gap que pode me atrapalhar. Eu tenho consciência dele, eu trabalho ele todo dia. Tá bom. Tá disposto a trabalhar ele? Tô, porque o prêmio compensa.

Tá bom? É, esse é um aspecto importante. Eu sabia que ele ia falar isso, mas de fato, todo mundo promete muita coisa, né, gente, numa entrevista. E o objetivo aqui é a gente identificar as fragilidades. Então, eu fiz a identidade, a capacidade e o merecimento, quem você acredita que é, o que você acredita que é capaz, seu nível de autoconfiança e o seu merecimento. Então, check. E a sua fragilidade também, você já identificou, né?

Você me contrataria? Claro que eu te contrataria. Mudei a entrevista. O que faria você me contratar? O que foi que eu disse que você falou? É ele. É ambição, clareza e vontade de fazer acontecer. A pessoa não precisa entender tecnicamente de vendas. Ela só precisa ter vontade, ter o coração ensinável e ter uma ambição forte.

E ser disciplinado, né? Que você disse isso na sua fala e de conhecendo eu sei que você é. O que faria eu não te contratar? Posso estar? Você já sabe o que é. Eu acho que você já sabe o que é. Não assumir uma falha minha? Não mostrar que eu vou ter vulnerabilidade onde eu sou fraco? Ou quebrar algum princípio? Não, nenhuma dessas coisas. O que faria eu não te contratar é... Eu sou ruim. Não, é...

Se eu não sou ambicioso, se eu não tenho clareza. Não, não. Mesmo sendo ambicioso, mesmo tendo clareza, mesmo com tudo isso, o que me levanta uma bandeira, porque eu já passei por isso, assim, de verdade, na minha empresa. Arrogância? Não. Não querer aprender? Cara, não. Não sei.

É a incapacidade de se adequar aos perfis comportamentais de verdade. Ah, no que eu disse aqui. É. Tem que ser desse jeito. Ah, só vou vender para esses caras. É, é. Porque eu tive um vendedor assim. E ele perdeu muita venda. Muita venda. E claramente era por causa disso. Porque assim, ponto importante. É muito fácil a gente vender para quem é parecido com a gente e para quem decide rápido, para quem já quer comprar. Isso não é vender.

Vender de verdade é ter a capacidade de se adequar ao que o cliente precisa naquele momento e mudar a consciência dele. Quando você muda a consciência dele e você ajuda ele a tomar uma decisão, aí você é um vendedor de altíssimo nível. Porque vender para quem decide rápido, para quem é parecido com você, para quem trouxe o fluxo, para quem já quer comprar, é muito fácil. Isso aí qualquer um faz. Então, entende? Entendo muito.

Muito. Só que aí, por que eu te perguntei assim, mas você está disposto a aprender? Você tem um coração ensinável? Tá. Você falou, tenho, e eu entendo que eu preciso desenvolver isso, então tudo bem, eu te daria uma chance. Esse meu vendedor me disse a mesma coisa, mas ele não conseguiu. E aí eu tive que demitir ele. Quanto tempo depois você percebeu que ele não fazia sentido na tua empresa? Ai, foi um... E que tipo de comportamento que ele teve que fez você perceber isso?

Foram sete meses, sete, oito meses depois, porque eu tive muitas inserções de desenvolvimento dele nesse aspecto. Um vendedor muito dominante, e para mim o principal motivo dele ter saído não era por falta de conhecimento técnico, era por falta de gestão da emoção, onde numa situação de muita pressão de alcançar meta, ele não conseguia controlar a dominância dele. Então ele atropelava. Exemplo?

exemplo, ele forçava o cliente. Tipo como? Vai, meu, vai logo. Tipo, meu, vamos lá, tô aqui pra fechar. E aí? Tudo certo? Ah, não, muito ruim, muito ruim. Muito ruim. É muito ruim. Tô aqui pra fechar, é muito ruim. Tô aqui pra fechar, sabe? E aí, quando aconteceu com um cliente que comprou e, tipo, duas horas depois falou, cara, me arrependi, não, não é isso, calma. Forçou a barra.

Só que ele forçava de um jeito que não parecia forçação, mas era forçação, era por causa do... a dominância era muito alta. Então ele não tinha paciência, ele não conseguia se adequar ao perfil, e aí passava do ponto, entende? E não teve a inteligência emocional para controlar isso, para perceber isso. Ou seja...

É muito mais fácil você ter um vendedor que você consiga desenvolver ele de verdade, mesmo que ele não seja esse cara. Ah, mas é muito ambicioso, é muito dominante, é muito realizador. Tá bom, mas ele precisa ser ensinável. Certo. Porque senão isso não vai ser suficiente para ele atingir alta performance. Ele vai se perder no caminho.

Muita gente fala, né, meu, contrata um cavalo de corrida, aquele cara que, putz, ele quer o resultado, ele faz acontecer, mas às vezes ele perde a mão. Então, é aí que a gente faz essa avaliação. E para finalizar a parte da entrevista, depois que eu faço a entrevista da identidade, eu faço um roleplay.

que é, eu coloco ele numa situação de venda e eu avalio tudo que ele faz. A forma como ele se comunica, como que ele percebe, ele tem sensibilidade. Às vezes ele não sabe o que é ser adequado ao perfil do cliente, mas intrinsecamente, intuitivamente, ele tem sensibilidade. E aí eu consigo desenvolver ele nisso, entende?

Então, o roleplay, que é a situação, a simulação de vendas também mostra muita coisa. Em 15 minutos a gente consegue ler vários aspectos de como ele enxerga vendas, como ele lida com vendas, qual que é o caminho neural que ele segue para vender e se aquilo é ajustável ou não, ou se já está muito engessado, ou se ele está muito júnior ainda no processo mental dele de venda, sabe? Peguei. Peguei. A gente veio na camada do time. Vendas. Entendi. Perfil. Legal.

Capacidade de se adaptar, treinar, desenvolver, querer, assim por diante. Vamos subir para o dono agora. Tá. Subimos para o dono. Você é uma empresária hoje que treina empresários. Sim. Você treina empresários de diversos tamanhos, desde empresário que fatura 5, 10 milhões por ano, até empresários que eu já vi você treinar que faturavam 500 milhões por ano, talvez até mais hoje, de grandes indústrias. Eu já vi você treinar...

empresários e o time de venda dos empresários. Eu já vi você ensinar vendas e vejo você ensinar vendas para os empresários. Eu quero falar sobre donos de empresa e vendas. Minha pergunta tem duas partes. Qual é a característica que você encontrou em donos de empresas que mais têm resultado do ponto de vista de vendas? Tá bom. A segunda pergunta é...

Você acredita que o dono tem que estar em qual nível de venda? Ele tem que estar no front? Ele tem que montar time? Ou ele tem que vender? Ele tem que ser o maior vendedor da empresa dele? Ele tem que ser o maior canal de aquisição? Qual que é o papel? Eu sei que tem o papel gestão, marca, treinamento, mas eu quero o dono e vendas. Qual é o papel dele aí? Como que ele tem que... Entende a pergunta, gente?

O papel do dono do business na venda. E qual que é a característica dos empresários que mais vendem que você observou? Tá bom. A característica dos empresários mais bem-sucedidos que eu já conheci na vida é que eles são muito bons vendedores. Eles são muito bons vendedores. Olha para os que você conhece. Os que te rodeiam, os que você mais admira.

Vendem. Eles são muito bons vendedores. Eles são vendedores de ideias, eles são vendedores de sonhos, eles são vendedores de visão. Se ele é muito bom vendedor, geralmente ele foi o maior vendedor da empresa dele. Geralmente ele começou sendo o vendedor da empresa dele. Ele começou sendo o vendedor, a empresa foi crescendo, ele foi trazendo pessoas para multiplicar aquilo que ele já fazia muito bem. A dificuldade dele, às vezes, no começo, é que ele sabia muito bem o que fazer, mas não sabia ensinar.

Então aí ele precisa de estrutura, de processo, de método para ele poder estruturar isso para construir um time vencedor. Mas o fato é, os empresários que mais performam, que eu conheço, na essência, quando eu olho assim, cara, no fundo, ele é um excelente vendedor. Até para montar time, ele tem que ser um bom vendedor, porque as pessoas mais comprometidas, as pessoas engajadas da empresa, elas são engajadas porque elas veem a visão.

Então ele tem que ser um bom vendedor, inclusive da visão do negócio dele. Para ele arrastar essa multidão, para ele arrastar essas pessoas que compram esse sonho dele e ajudam ele a realizar. Então, primeira característica, ele é muito bom vendedor. Ok. Dani, eu não me considero muito bom vendedor. Você acha que eu deveria me tornar? Eu não acho, tenho certeza.

Você deveria se tornar. Você deveria se tornar não só de forma intuitiva, você deveria estudar para ser um vendedor de altíssima performance, sabendo o que você faz. Porque se você não sabe o que você faz e a forma como você vende, como você vai avaliar a performance de alguém do seu time? Como você vai identificar o gap que ele tem se nem você sabe?

Como que se dá o processo da venda? Desde o marketing, como você atrai, até todo o processo que você conduz. Se você não sabe identificar o que você faz, como que você controla, desenvolve, identifica os gaps, os resultados do teu time, do teu líder comercial? Qualquer coisa que essas pessoas te falarem, você vai acreditar. Você não consegue identificar de forma precisa. Certo. Então, bons vendedores. Segunda coisa, qual que é o nível de atuação dele dentro da empresa? Ele tem que continuar sendo o melhor vendedor. Essa é a minha visão.

Mas você acha que isso funciona para grandes empresas? Eu tenho certeza que funciona para grandes empresas. Quando você começa a ver comportamento de grandes CEOs, CEO do Starbucks, CEO Elon Musk, toda essa galera, as principais negociações de fornecedores, de parceiros, são eles que conduzem.

eles têm uma atuação estratégica em vendas. Não é que ele vai ficar no operacional da venda. Ele tem que ter o método, o time e o processo, mas ele desce estrategicamente no operacional todas as vezes que forem necessárias para fazer o time performar mais. Então, sim, ele vai estar lá, ele vai olhar, ele vai olhar o processo, ele vai olhar o número, ele vai olhar os indicadores, ele vai identificar os gaps, ele vai dar feedback para o líder, ele vai cobrar o resultado, ele vai olhar os KPIs, vai falar, pô, esse vendedor aqui, por que não está dando resultado? Ele sabe avaliar o que ele quer dessa pessoa,

E por que ela não está dando resultado? Ele é a última voz de vendas na empresa. É ele, não é outra pessoa. Ah, mas tem um diretor comercial que é muito bom. Tá bom, mas a última voz de vendas é dele. A última voz comercial, a estratégia comercial, o que vai ser definido, o que tem que fazer, eu acredito que é esse cara.

É esse CEO. É um CEO com mentalidade de vendas. Ele é diferente de um CEO que não tem mentalidade de vendas. Tudo que ele pensa, tudo que ele desenha é como estratégia pensando em receita. Obviamente, depois tem outras coisas, retenção e tudo mais. Mas a cabeça do CEO de vendas tem essa visão. Então, quando esses empresários te procuram...

e eles querem fazer um programa com você de educação, um programa com você de proximidade, aquele programa que você tem de ficar ali inserido no business dele de maneira mais exclusiva, você já olha rapidinho para o lugar dele de venda? Olha rapidinho. Quais são as coisas que você olha rápido, que você encontra rápido, e a cada 10 pessoas que vão atrás de você, você consegue identificar rápido, melhora rápido, dá resultado? Porque no começo do podcast você disse, é vendas que dá resultado.

Onde é que o teu faro, o teu feeling vai direto, você aperta três, quatro parafusos e o negócio faz assim? Tá. Fiz isso hoje de manhã, vindo para cá. Primeira coisa, quantos por cento da venda depende dele?

Quantos por cento da receita da empresa depende dele? Só dele? É uma pergunta de... É uma pergunta. Para você saber... Quando ele fala assim... Canal, tá. Cara, 80% do resultado de venda é comigo. É o meu networking, são os meus contatos, são as minhas negociações. Isso é um risco. O fato dele saber fazer isso não significa que 80% do faturamento da empresa dele deve estar sobre ele. Tá bom. Então isso é ruim. Como que está a tua liderança?

Às vezes ele é bom de vendas, mas ele não sabe desenvolver pessoas. Quais são os estágios de crescimento de uma empresa? O cara começa como vendedor, depois ele se torna um líder, porque ele forma outros vendedores, depois ele forma líderes. Esse é o estágio da escala. Então, primeiro eu sou um vendedor bem-sucedido.

Sou? Consigo formar outros tão bons quanto eu ou melhores? Consigo. Consigo formar líderes que cuidam desses e formam outros tão bons ou melhores? Consigo. Consigo criar uma outra camada de diretoria estratégica para poder escalar mais? Consigo. Então, ele sobe, entende? Quando ele sobe, o que ele precisa?

Gente boa, líderes bem capacitados, processos e método. É isso que ele precisa. Porque se ele não construir isso, ele vai ter muita dificuldade de escalar, vai gargalar nele mesmo, vai gargalar nele, e ele não vai ter previsibilidade. Ele só vai vender quando ele descer na operação. Se ele não descer, ele não vende.

Ah, mas tá muito... Olha, isso é muito comum. Ah, e tá meio ruim de faturamento esse mês, né? Estamos entrando na última semana. Putz, vou ter que entrar. Aí entra o dono e... Faz 70% do faturamento em uma semana. Por quê? Porque ele entrou. Certo. Comum, né? Comum, né? Comum nessa sala isso, né?

Mas o que isso mostra? Isso mostra que ele tem uma eu presa. Ele tem uma empresa que depende muito dele. Ele não conseguiu escalar a visão dele, o que ele faz, a capacidade de geração de receita, de forma previsível, para um time, para pessoas. Ele não conseguiu. E aí ele sempre bate nesse teto.

Então é isso que a gente olha, o quanto depende dele, qual que é a competência da liderança, se ele tem processos bem definidos, quais os números ele olha todos os dias e se tem algum método que protege a competência e o resultado do time. E quando o dono só depende do time? Geralmente não é uma empresa que tem muito sucesso. Se ele não é bom de vendas e só depende do time, meu...

provavelmente o time não vai ser muito bom de vendas também, porque o time é muito reflexo do dono e da liderança. Aí você fala assim, Dani, mas, poxa, às vezes tem CEOs, por exemplo, de empresas de tecnologia, eles são muito tecnológicos, eles não são muito vendedores, eles são mais analíticos. Mas se essa empresa tem muito resultado, pode ter certeza que ele tem um sócio que é bom no comercial. Se eu não fosse boa em vendas, eu teria um sócio bom em vendas. Ponto final.

Não tem como. Ah, mas se for um líder comercial, tá bom, pode ser um líder comercial, mas ele nunca vai estar com skin in the game. Ele é um líder, ele é um contratado. Agora, skin in the game que olha assim, tipo, meu, é vendas, é comercial, eu vou respirar isso, vou fazer isso acontecer, é dono, não tem jeito. Então, se eu não tenho essa habilidade e não tenho paciência para desenvolver, porque qualquer pessoa pode desenvolver se quiser.

Então, eu preciso ter alguém que seja bom. E quando o dono, ele é muito bom de produto?

porque ele está lá na trincheira, ele cuida do produto e do serviço que ele vende. Tá. Reconhece que precisa melhorar nas vendas, reconhece que precisa montar time de vendas e não quer abrir mão da qualidade do produto. Isso deve acontecer muito, né? Deve acontecer muito. Ele quer escalar, mas não quer abrir mão da qualidade. Mas ele vai ter que subir aqui. Ele vai ter que ser bom até de montar time para cuidar bem do produto.

E também ficar robusto, sabe? Musculoso nas vendas e também no time dele. Como é que você orienta esse empresário, essa empresária?

A ordem é sempre progresso e ordem. Essa é a ordem. A ordem é progresso e ordem. Não adianta você cuidar muito bem de um produto se você não tiver cliente. O produto pode ser incrível, mas se você não tem cliente para comprar, não adianta nada. Agora, e se eu tiver muito cliente e eu for melhorando o meu produto? Eu gosto disso. Até porque é o teu cliente também que te dá insight do que você pode melhorar no teu produto. Então, se você tiver esses olhos bem definidos e tiver também uma pessoa que te ajude a olhar para isso de forma consistente,

A gente está passando por uma fase agora, você sabe, de expandir ainda mais de forma intencionada a nossa visão sobre o produto, sobre a jornada do cliente. E aí a gente está colocando pessoas sêniores para cuidar disso. Por quê? Porque está crescendo muito. Então a gente vai fazendo e a gente vai melhorando. Qual que é a ordem dele na sua cabeça? A minha ordem é vender e entregar. Ah, mas se eu tivesse que escolher alguma coisa, promocione o que seria? Receita.

receita. E aí a gente vai melhorando o produto e fazendo o máximo possível para equalizar a velocidade de crescimento com qualidade de entrega. É um desafio. Não vamos dizer que é simples. É um desafio. Mas é possível. É muito melhor equalizar quantidade de vendas com qualidade de entrega do que ter uma qualidade de entrega incrível e zero de receita. Concordo. Eu concordo. Dani, eu te conheço há sete anos. Eu caminho lado a lado contigo há sete anos. Eu sei bastante da tua história.

Eu sei onde você estava. E eu sei onde você está hoje. Você já era bem sucedida quando eu te conheci. Quando eu conheci você, você era a sétima maior vendedora do Brasil. A quinta. A quinta. Era. Do Brasil ou do mundo? Brasil. Do Brasil. De uma empresa. Você se tornou a número um do mundo. Então eu te conheci como quinta. Brasil, você foi a primeira do mundo.

Uma empresa que você não está mais. E você fez uma história linda. Você deu um resultado que todos reconhecem. Que todos inspiram. Você deixou um legado bonito lá. E hoje você está um outro negócio. Eu quero te fazer uma pergunta dentro daquilo que você pode falar. Tá. Qual que é o tamanho do teu negócio hoje? As pessoas querem saber aqui. O tamanho da Dani hoje?

E qual foi o maior aprendizado sobre vendas que você teve? Não vou melhorar aprendizado. Qual foi a mudança de identidade que você teve sobre vendas nos últimos 12 meses? Tá, uau. Bom, a gente tem um negócio...

Esse ano a gente está construindo um negócio de forma muito sólida de nove dígitos. Ok. E para quem sabe o que significa nove dígitos, são muitos zeros, depois do número principal. Isso é por alguns fatores. Eu diria que um dos principais fatores é a inteligência de vendas. Um dos principais. Não é só isso. Mas eu diria que top três fatores do como a gente saiu de uma empresa de...

Cinco milhões de reais há quatro anos atrás e estamos construindo uma empresa de mais de 100 milhões de reais alguns anos depois. Um dos top três fatores é inteligência de vendas. Inteligência de vendas. Inteligência de vendas. É a forma como eu enxergo vendas. A forma como eu treino meu time para enxergar vendas. A forma como a gente escala vendas.

E os fundamentos disso. Então a sensação que eu tenho é que os 20 anos que eu trabalhei como executiva de vendas, me prepararam, a minha vida inteira foi preparada para fazer isso que eu estou fazendo agora, sabe? É uma escala muito mais poderosa quando eu, durante muito tempo, ensinei os meus clientes sobre vendas, vendendo para eles. Então eu tinha uma atuação muito pequena. Eles me admiravam como vendedora, eu dava algumas dicas para eles sobre vendas, mas era uma atuação pequena. Quando eu entendi.

Que a inteligência de vendas que eu adquiri poderia ser multiplicada num time meu para crescer um negócio, eu entendi o poder que isso tem.

E aí eu entendi o poder que isso teria se eu mostrasse isso para empresários. Porque se eu ajudar eles a terem inteligência de vendas, eles vão ser capazes de crescer tanto quanto ou mais do que a gente está crescendo num curto espaço de tempo com muita consistência. Certo. Então, com certeza, inteligência em vendas é um fator. Outra coisa é... Deixa eu só te interromper um pouquinho, desculpa. Dentro de inteligência de vendas, dá uma descida. Do que você está falando especificamente?

Tá bom. Inteligência de vendas tem cinco coisas que eu acredito que é a receita mais poderosa para qualquer pessoa, qualquer empresa ter sucesso em vendas. A primeira coisa são cinco inteligências. É inteligência comportamental.

que é a identidade, é o perfil comportamental do vendedor, do líder e do dono da empresa. Ok. As cinco inteligências, ela ocupa três camadas. Ela ocupa a camada estratégica da empresa, ela ocupa a camada tática e ela ocupa a camada operacional também.

Então quando eu quero ter uma empresa, um time, um líder que performa muito em vendas, eu preciso embutir neles cinco inteligências. A primeira é a inteligência comportamental. É fazer essas pessoas saberem quem elas são. Quais são as habilidades delas? O que elas precisam ser desenvolvidas de forma individual?

Não adianta eu treinar um time e o dono da empresa está completamente desalinhado com a própria identidade dele, com as competências que ele nem sabe que tem. Ele vai fazendo, ele está no automático, ele tem um milhão de responsabilidade nas costas, diversas famílias que dependem dele, ele vive na pressão do como fazer. Mas quantas vezes ele para para entender quais são as forças dele? Onde ele é realmente bom? Qual é o pareto do pareto dele? Certo.

Então, a inteligência comportamental, através de neurociência e de softwares que a gente tem de análise de perfil, a gente consegue identificar isso. Do líder, do dono e do vendedor. Tá bom. Depois disso, entra para a segunda camada, que é a inteligência emocional. A inteligência comportamental é quem as pessoas são. A inteligência emocional é como elas lidam com as coisas da vida. E a forma como elas lidam com as coisas da vida determina demais o resultado delas.

Porque o seu sucesso, Joel, não é só com base naquilo que você sabe. Sim. Mas é a forma como você lida com as coisas. E eu fico muito atenta. A gente convive muito perto, né? E eu fico prestando atenção em como você lida com as coisas. Como você ressignifica as coisas. Como você lida com os problemas. Como você lida com as coisas que acontecem, as positivas. Como você lida com as honras que você recebe.

Então a inteligência emocional é a forma como a gente escolhe lidar com os variáveis tipos de situações que acontecem com a gente. Eu preciso ensinar as pessoas a saber lidar com as coisas. Elas não sabem. Eu preciso ensinar o vendedor a saber lidar com as frustrações. Ele não sabe. Ele vai trazer aquela criança da infância toda frustrada. Ele não vai saber lidar com isso. Então a inteligência emocional do vendedor, do líder comercial que quer liderar pessoas, às vezes ele é um mimado.

Ele é um líder, ele é um líder mimado. Ele não é um líder preparado emocionalmente para desenvolver pessoas, inclusive emocionalmente também. E o dono da empresa, às vezes, é um dono pitesento.

que não tem maturidade emocional pra lidar com os diferentes tipos de pessoas, ele ocupa um lugar que não dá pra ele direito de ter fragilidade emocional no sentido de mau exemplo, entende? Ficar desabafando o tempo todo e tal. Não, ridículo, não dá. Então assim, a inteligência emocional, ela determina aonde as pessoas chegam. Então a gente trabalha cinco inteligências emocionais de maneira muito estratégica, que é a autoconfiança. A autoconfiança vende tão bem quanto técnica.

autoconfiança, e isso é treinável. Cara, eu concordo muito. Eu concordo muito com isso. Autoconfiança vende. Vende tão bem quanto a técnica. Tão bem quanto a técnica.

Quer ver outra coisa? É autorresponsabilidade. Adorei. É a segunda inteligência. Autoconfiança vende, autorresponsabilidade é o que faz a pessoa conseguir ser melhor, identificar, ser humilde para reconhecer as falhas dela. Depois vem a automotivação, que são os motivos fortes que ela tem que criar para ela mesma, para ela não existir nos dias difíceis. Certo. Isso serve para o dono, para o líder e para o vendedor. Tudo isso que eu estou falando serve para as três camadas, tá?

Depois vem a antifragilidade, que é a capacidade de passar por desertos, por situações muito difíceis e sair mais forte dessas situações. Então é antifragilidade. E a última coisa da inteligência emocional é o controle do ego. Porque uma vez que essa pessoa fica muito boa de vendas, o próximo tropeço que ela pode dar é começar a se achar demais.

E aí eu tenho que ajudar ela a controlar o ego dela. Falar, cara, você está muito bom, né? Você agora tem autoconhecimento, você está bom de técnica de venda, você está arrasando, você está batendo meta, mas deixa eu te falar, você não é a última bolacha do pacote, você não é tudo isso. Então, cuidado com esse ego aí, vamos controlar esse ego. Então a gente tenta mapear todas as possibilidades de fracasso que esse dono, esse líder e esse vendedor pode ter.

Aí a terceira inteligência é a inteligência técnica. Que é assim, como que eu vendo?

O cliente sentou na minha frente, o que eu faço? O que eu pergunto para ele? Como que eu conduzo o meu processo? Qual que é o passo a passo de vendas? Eu posso fazer o passo 5 no 2? Não, não pode. Eu posso pular a etapa? Não, não pode. Pode ser que o seu processo... São sete etapas o processo de vendas. A gente vai ter que fazer um outro podcast só para falar dos sete passos da venda, tá? Mas é poderosíssimo.

Mas assim, se você fizer o passo 5 no 3, não vai dar certo. Você pode fazer um processo de venda de 10 minutos e você pode fazer um processo de venda de 6 meses, o que você não pode negligenciar os passos. Então, se for em 10 minutos, você vai ter que fazer os 7 passos em 10 minutos, mas você vai ter que fazer. Se for em 6 meses da negociação, você vai fazer os 7 passos em 6 meses, mas você vai ter que fazer, tá? Então, essa é a inteligência técnica.

Depois vem a penúltima inteligência, que é a estratégica. Sabe qual é um desafio muito básico, Joel, de vendedores, líderes e donos? Eles não sabem estabelecer metas. Eles não sabem estabelecer rotinas produtivas.

De time, de venda, ritual, rotina, o que eu faço com meu time segunda-feira, terça-feira? Que tipo de reunião eu posso fazer para fazer eles produzirem mais? Como que a gente define metas? Quais são os critérios que a gente usa? Como que a gente percorre essas metas? Como que a gente readeca essas metas ao longo do caminho? Como que a gente consegue aproveitar o máximo potencial que a gente tem para chegar no resultado que a gente determinou chegar? Então, a inteligência estratégica, ela traz uma visão de cima.

Ah, eu sou um dono, eu quero sair de um faturamento de 10 milhões e chegar num faturamento de 40 milhões. Poxa, é um crescimento relevante. Ok. Como é que você vai fazer isso?

Ah, não sei, é porque a gente está fazendo, né? A gente vai fazer, e todo mês a gente está aumentando as vendas, tá bom, mas qual que é o plano? O que de fato você vai desenhar? Qual que é a sua estratégia para chegar nesse número? Então a gente tem vendedores bons, vendedores emocionalmente equilibrados, maduros, vendedores que têm técnica, mas são muito ruins de planejamento. Certo.

são ruim de gestão do tempo, e eles se perdem, e eles não chegam onde eles poderiam chegar. E por fim, inteligência espiritual, que eu acredito que é uma das coisas mais poderosas que alguém pode desenvolver de forma intencional, e que não tem nada a ver com religião, mas a inteligência espiritual, ela transcende a capacidade humana de realizar coisas grandiosas, mas usando aquilo que a pessoa sabe.

Então, dentro da gente já tem muitas respostas, mas se a gente não tem sensibilidade espiritual para ser usado da forma mais profunda para realizar aquilo que a gente nasceu para realizar, a gente sempre vai ficar aquém de onde a gente podia chegar, a gente vai ficar sempre subaproveitado.

Sempre à margem de algo que poderia ser incrível. Porque a sensibilidade espiritual, as avenidas espirituais, elas estão bloqueadas, elas estão limitadas. E a gente fica sempre na camada muito humana, muito da nossa visão pequena, sabe? Então a espiritualidade, a fé, Deus e o poder que tem os relacionamentos, principalmente da nossa família, eles são fundamentais para fazer a gente chegar a lugares assim inimagináveis, sabe? Concordo. Então, dentre...

Então essa é a parte que você diz que você aprendeu as cinco inteligências de vendas. Colocou isso em você, cresceu, colocou isso nos teus clientes, teus alunos, teus mentorados, eles cresceram. Pegamos? É. Segunda coisa é, volta 12 meses e vem vindo. Aham. Porque o resultado não tem como negar.

Tu cresce todos os meses. Muito. Mas quais foram as coisas que você foi rompendo? O que você aprendeu? O que você se descobriu e que liberou, destravou, rompeu, atravessou isso? Eu até vou melhorar a minha pergunta.

Até vou melhorar a minha pergunta. Você reconhece que você cresceu muito nos últimos 12? Muito. Beleza. Muito mesmo. Não dava nem para visualizar isso 12 meses para trás? Não. Beleza. Qual que mais você desenvolveu aqui das 5? Das 5? Onde foi para você o maior romper das 5? Foi visão e liderança.

Que está na camada o quê? Estratégica? Estratégica e tática também. Tá. Eu saí da visão só da executiva de vendas e me tornei a CEO, líder, que está fazendo muita diferença para o resultado. Eu entendi, entendi de forma muito clara nos últimos, talvez, 18, 24 meses.

O que é ser uma CEO líder. E tem um fator que ajuda muito, que é entender sobre pessoas. Certo. Isso ajuda muito. Então o resultado é visão. A minha visão expandiu, a minha visão cresceu muito. E a minha visão cresceu por conta do ambiente que eu estou.

Então eu preciso reconhecer isso. Talvez se eu estivesse sozinha, empreendendo sozinha, eu não teria tido essa visão. Eu tive essa visão porque eu estou com você, eu tive essa visão porque eu estou com o Flávio, porque eu estou na MLS, porque eu estou caminhando com pessoas incríveis que também crescem muito, porque a gente é esticado toda semana.

E aí eu vou, entendeu? Se me estica, eu vou. Então, a visão cresceu muito e com a visão eu entendi, tá bom, então agora eu preciso deixar de ser a vendedora e aprender a liderar.

da forma mais plena e profunda, tão boa quanto eu fui como executivo de vendas e cheguei na Times Square, eu preciso ser como líder e CEO para levar não só eu, mas centenas de pessoas junto para a Times Square comigo. Chegar na Times Square sozinha não é tão difícil. Agora, levar uma galera para a Times Square, para o top, para o primeiro lugar, exige visão e liderança. Então, foi isso que aconteceu.

Um fato que aconteceu nos últimos, que você pode compartilhar com a turma, que foi desconfortável, te esticou e você deu uma negada no início, mas depois aceitou.

Ai, foi você comigo, né? Você é bem bastidores isso aqui que eu vou falar, daquilo que a gente vive junto, né? Mas você chegou um dia para mim há alguns, sei lá, menos de um ano atrás e disse assim, a gente está construindo um negócio bilionário.

E aí, eu lá no meu fluxo de trabalho, né? As metas, os objetivos e tudo mais. Eu juro, eu juro que eu olhei para você e dei um sorriso por dentro. Uma gargalhada interna, né? Deu uma risada e falei assim, nossa, meu, como ele é otimista, né? Que incrível a visão dele. Nossa, como ele pensa grande e tal. Muito legal caminhar com ele. Que maravilhoso. Tão otimista esse menino. É, assim, deixa ele voltar para a terra, né? Então, assim, quando você disse isso a primeira vez,

Primeiro, você disse isso uma vez num podcast que a gente gravou, que deu uma destravada, que você disse que foi aqui, que eu estava falando sobre a inteligência emocional. E aí você disse assim, destravei agora. Eu não costumo falar que eu estou construindo um negócio bilionário, mas eu não quero mais negar isso. Então, isso foi com você. Aí depois você estava destravado.

Você falou isso pra mim. E a primeira vez que você disse pra mim, eu pensei assim, nossa, é muito distante. Mas tudo bem se ele tá falando. Daqui a alguns anos pode ser que isso aconteça. E aí depois, alguns meses depois, poucos meses depois, eu enxerguei de maneira muito clara. Então, no começo, foi uma verdade muito distante. E não é que eu rejeitei, mas eu não acreditei, assim. Não gerou tanto pertencimento, né? Não gerou tanto pertencimento. Mas...

Depois de alguns meses eu enxerguei, eu vi, eu vi que é real. E minha cabeça mudou. Muito. Muito. Porque tem uma coisa que a gente aprende, né? Quando você coloca uma meta muito desafiadora e você já se enxerga lá, você muda o teu presente. Isso é incrível. Eu desafio, inclusive, vocês a colocarem metas muito desafiadoras. Que você olha e fala assim, meu.

Tô passando mal. Assim é muito. Meu Deus. Não vai dar. Só que quando você coloca algo muito desafiador, o seu cérebro vai buscar formas não óbvias. Boa. De alcançar. Se você fatura 10 milhões e coloca uma meta de 15, automaticamente o seu cérebro vai dizer assim, é só você fazer mais daquilo que você já faz.

Você fizer mais do que você já faz, você vai chegar. Talvez se você fizer 50% a mais, é muito óbvio, porque pro cérebro é óbvio a questão da perspectiva. Esforço e resultado, né? Bota mais esforço. Esforço e resultado. Você quer fazer 50% mais, bota 50% mais esforço. Quando você sai de 10 e coloca uma meta, sei lá, 80, o cérebro vai falar assim, meu... Não é óbvio. Não vai dar.

Não vai dar. No começo ele vai falar assim, não vai dar. Depois ele vai falar assim, não, peraí, a gente precisa encontrar uma forma que vai dar, mas não é essa forma que você faz. Porque da forma que você faz, não vai dar. Perfeito. Então, quando você disse isso e eu enxerguei, mudou tudo. Porque eu falei, tá, se eu colocar isso, o que eu preciso fazer para dar? Não era o meu planejamento normal.

Não era. Eu tinha um planejamento para atingir um resultado. Quando a gente multiplicou a meta, o meu planejamento, eu rasguei ele e falei isso aqui não vai dar, isso aqui vai conseguir 30% do resultado. Vamos fazer outro. Então, foi isso. Foi inacreditável no começo.

Foi desconfortável ao longo da jornada, mas a hora que você enxerga e você desenha e você cria o caminho, passa a ser plenamente possível. Só que a minha cabeça já está lá. Quando a minha cabeça já está lá, o meu presente muda, o meu comportamento muda, a minha atitude muda, o meu time tem que mudar. A forma como eu penso, a forma como eu ajo, a forma como eu contrato pessoas, tudo muda, porque agora não é mais para aquilo que eu já tenho. É para aquilo que eu estou construindo, entende? Entendo muito.

Entendo muito. Dani, essa visão que você teve, você seria capaz de pagar por ela? Com certeza. Quanto? Nossa. Cara, muito. Muitos milhões. Muitos milhões. Quando você tem a possibilidade de ter a visão e você, junto da visão, consegue enxergar o como,

Só tem duas coisas que você tem que fazer para dar certo. É desenvolver as competências e agir. É só isso. Porque se você teve a visão e você sabe o caminho do como, é o que a gente faz com os nossos clientes. Eles chegam, sentam na nossa frente, alguns deles, e dizem assim, eu tenho uma meta, a minha meta é essa. E a gente diz assim, não, não é essa a meta. É três vezes mais. Aí eles falam, como? Começa a passar mal e fala assim, não vai dar. Aí quando a gente mostra o como,

Se eles desenvolvem as competências que eles precisam e eles executam, é certo que vai dar. Quanto vale isso? Uma vez. Só que eu quero falar para você, Dani, falar para vocês aqui, cara. E para você que está vendo aqui. A gente grava esse podcast de 2026 e essa pergunta que o Flávio me fez, poxa, eu não lembro se foi 24, se foi 20... Eu acho que foi 2024. Ele me perguntou assim, ó. Você estava lá.

Foi um conto de MLS. Ele me perguntou assim, Joel, quanto você pagaria para não errar? E a gente sabe hoje que os empresários, eles tomam decisões erradas, e essas decisões erradas determinam futuros errados. Então as empresas, elas quebram por má planejamento, por má execução e por decisões tomadas erradas. E ele me fez essa pergunta e eu revisitei meu cérebro em diversos lugares e eu tinha que dar essa resposta.

E devia ter umas duas mil pessoas assistindo ao vivo. Joel, quanto você pagaria para não errar? Aí eu fiz uma conta. E a resposta foi, tudo que eu tenho. Olha, eu fui rapando tudo assim, na conta bancária, os ativos. Eu daria isso aqui. E ele não estava esperando essa resposta. E eu também não estava esperando esta resposta.

E eu vou dizer por que eu dei essa resposta. Por causa da segunda pergunta que ele fez. O que aconteceria se você não errasse? O que aconteceria se eu não errasse é eu ia garantir a minha vida, a vida dos meus filhos, a vida das pessoas ao meu redor, a vida talvez da próxima geração, da outra, e eu comecei a ver gerações beneficiadas pelas decisões que eu tomo hoje.

Se eu não errar, eu garanto sucesso, felicidade, tranquilidade, legado para as próximas gerações. E isso, inevitavelmente, senhores, passa por ambientes de pessoas melhores do que nós. Passa por esses ambientes. Passa.

Eu pago para conviver com pessoas melhores do que eu, porque ela já fez uma coisa que eu não fiz, ela já negociou uma coisa que eu não negociei, ela já fez um deal que eu não fiz ainda, eu posso pegar o telefone, bater o telefone e pedir um conselho, Dani. Hoje as pessoas ligam para a gente para pedir conselho, e quantas vezes a gente fala, não é por aí, é por aqui. Não é por aí, não é por aqui. Esses dias eu estava na academia, e aí um empresário deu um conselho para o outro empresário. E não foi um conselho bom. Na minha frente, não foi um conselho bom.

Foi um conselho, a intenção foi boa, mas o conselho não foi bom. E o conselho foi assim, vai meu, você não acredita em você? Confia em você. Isso foi muito raso, foi muito elementar. Depois eu liguei para essa outra pessoa e falei, ó.

É importante te incentivar, porém, mesmo assim, sobretudo, todavia, você tem que olhar essa premissa, essa premissa, essa premissa, essa premissa, essa premissa, esse indicador, esse QPI, porque se você não conseguir olhar isso aqui, você corre o risco de ser um motivado e despreparado. E mando mensagem para esse outro empresário, falei, gostei da tua atitude, parabéns por ela, mas a estratégia não foi boa. Não foi boa. Porque eu sei que uma decisão é errada ali, entende?

E os dois me agradeceram. Eles me agradeceram porque isso foi o meu trabalho, porque eu vi a coisa acontecendo na minha frente. Eu entendi a intenção de todas as pessoas. Ninguém aqui, gente, abre uma empresa para fechar, certo? Ninguém abre uma empresa para fechar ou está aqui num curso. Agora vem aqui para o curso, entra no curso. Num podcast para começar um podcast e parar. A gente vai começar e vai ficar e vai estabelecer como uma estratégia do nosso negócio.

Por isso que é muito importante caminhar. O mais importante, vou melhorar. Se você me perguntasse assim, já volto lá para a época que você era atleta. Tá bom, voltei. Teve resultado? Tive. Foi legal? Foi. Só para vocês terem uma ideia, a gente está em 2026. Eu encerrei minha carreira, senhores, em 2007. Tem muito tempo. Tem 19 anos que eu não sou mais atleta. Mas volta lá, voltei.

Qual foi o principal elemento que fez você ter os resultados que você teve? Volta para as medalhas, volta para o pódio, volta para os elementos e para o treino. Tive disciplina? Tive. Fui focado? Fui. Fui determinado? Fui. Mas a principal é, eu convivia com gente melhor que eu. Eu convivia com gente melhor do que eu. Tanto o meu técnico era melhor do que eu, quanto companheiros de treinos e de competição eram melhores do que eu e aquilo me esticava. Aquilo me esticava.

Você, Dani, antes da gente abrir o programa Próspero Juntos, você foi minha mentorada. E você participou de todos os programas de mentoria. Você lembra quando você investiu comigo? Nossa, acho que mais de um milhão. Mais de um milhão. Foi mais de um milhão, não foi? Foi. Lembra dos programas de mentoria, as coisas que a gente fez junto, as viagens, tudo que estava ao redor. Tá. E por que você sempre investiu?

Primeiro, pelo resultado. Trava resultado. Não, primeiro não era por isso. Primeiro é porque eu te escolhi como mentor por alguns fatores. Coerência pelos resultados que você tinha e porque você não só tinha resultado, mas você sabia ensinar o que você fazia. E quando eu aplicava, funcionava. Então, a primeira escolha de caminhar com alguém para a gente ter mais resultado é a identificação com quem ensina.

identificação. Identificação. Você tem que olhar pra essa pessoa e falar, eu quero caminhar com essa pessoa. Porque é verdade, ela teve resultado, ela sabe ensinar e ela já mostrou que consegue, com o que ela aprendeu, fazer outras pessoas chegarem onde ela chegou mais longe. Então, o primeiro motivo, eu te escolhi num hora H em 2019, lá no palco, com duas mil pessoas. Eu falei, esse cara vai ser o meu mentor. Modelo mental, o jeito, o resultado, gostei.

E, obviamente, a medida que eu fui... Duas mil pessoas. E olha onde estamos hoje, né? Sete anos depois. Mas, primeiro foi a identificação com o mentor. Depois foi o resultado.

E depois foi tudo que a gente construiu de amizade, de confiança, de lealdade, durante todo esse caminho, sabe? Então, a educação... Tem duas coisas muito importantes nisso que você está falando. A educação mudou minha vida. E a educação muda... A gente escolheu trabalhar com educação e sermos mentores porque a gente entende o impacto que isso causa na vida das pessoas.

muitas vezes a gente ora e pede bênção, né? E a Bíblia diz que quando a gente recebe a bênção, ela passa por mil gerações. Quando a gente recebe uma bênção, a bênção ela vem para mil gerações. Para nós, para os nossos filhos, para os filhos dos nossos filhos, para os filhos dos filhos dos nossos filhos. Então assim, é muito poderoso. Só que a bênção, e acho que a principal bênção que a gente pode pedir é a bênção da sabedoria.

E a sabedoria, eu enxergo que tem dois caminhos de recebê-la. A primeira é a sabedoria vinda direto de Deus, porque Ele é a sabedoria. Ele é a sabedoria. Não é que Ele tem a sabedoria, Ele é a sabedoria. E Ele é o amor também. Mas a Bíblia também diz que existe sabedoria na multidão de conselhos. É isso aí. Então, a gente buscar a sabedoria da fonte, mas também buscar conselhos...

de pessoas que estão alinhadas em três pilares muito fundamentais, que é pessoas que têm intenções boas em relação a você, pessoas que têm competência para te dar esse conselho e pessoas que estão alinhadas com o seu cenário atual.

São esses três critérios que eu uso. O cenário atual que é o que você... O contexto. O meu contexto. O meu cenário atual. Então, eu posso hoje precisar de um conselho de alguém para tomar uma decisão e não errar. Qual que é o grande desafio? As pessoas pedem conselho para as pessoas erradas. Yes.

Então, qual o critério que eu uso para pedir conselho? São três. Eu tenho certeza que essa pessoa tem uma intenção boa em relação a mim, ela é confiável, ela realmente quer meu bem. Esse é um. Dois, ela entende o meu contexto? Porque eu posso ter uma amiga. Eu tenho certeza que quer meu bem, mas, cara, ela não faz ideia do que eu estou vivendo. Exato. Ela não consegue entender o meu contexto agora. Exato.

E a terceira coisa, ela tem competência técnica. Ela já chegou nesse resultado? Ela sabe o que ela está falando? Ela sabe que ela tem que evitar que eu vou por esse atalho, por aquele caminho, porque ela já foi naquele lugar e agora ela está voltando para falar assim, ó, eu já fui. Então agora, meu, não entra aqui, não faz assim, cuidado, aqui tem um buraco, cuidado ali. Quando eu identifico esses três critérios de conselho, eu encontro sabedoria no conselho.

Então, óbvio que a gente busca a sabedoria em Deus, mas é óbvio que a sabedoria coletiva é muito poderosa. Adorei isso. Muito bom. Então, quando a gente escolhe educar, a gente escolhe assumir esse lugar. O mentor escolhe assumir esse lugar. Poxa, eu tenho que ter competência. A gente é estudioso pra caramba. O que a gente leva de conhecimento para os nossos mentorados, para quem a gente quer transformar e abençoar e crescer.

Não é com base em nada. É com base em muita coisa profunda, científica. A gente tem competência para ensinar eles, mas a gente também entende o contexto deles. E a gente também tem genuinamente o desejo, é intencional de ajudar. O desejo puro de ver as pessoas crescerem, de se alegrar com elas, de comemorar com elas cada vitória. Então, a educação é muito poderosa. E eu vou mais longe, Joel. A gente tem a tese de que toda empresa deveria ser uma empresa de educação.

de que todo dono que construiu um negócio, ele pode ajudar outra pessoa que está num processo de construção a sofrer menos, a errar menos e acertar mais. Ou seja, existe a possibilidade de a gente monetizar o nosso conhecimento porque é justo que custe o que muito vale. O que muito vale. É justo que custe o que muito vale. E tem muita gente que já faz isso de forma natural, de forma intuitiva.

E chega uma hora na vida, é que assim, não é mais o dinheiro, sabe? Ele é importante, você já construiu o seu patrimônio, você já tem uma empresa que funciona. Mas o que mais você pode fazer para manifestar todo o potencial, tudo aquilo que você construiu para impactar e melhorar e empoderar a vida de outra pessoa, sabe? Então, a visão do Flávio, o Sul, Educai, quando vocês construíram a MLS é muito poderosa.

Todo mundo tem algo muito grandioso pra ensinar. Todo mundo que construiu um resultado relevante tem algo grandioso pra ensinar pra alguém. E tá cheio de gente querendo aprender. E tá cheio de gente querendo aprender. Tá cheio de gente que, cara, se você não levantar a tua mão pra ensinar, a pessoa vai tropeçar porque ela não vai ter outra pessoa. A gente não vai conseguir chegar em todo mundo. É muita gente que precisa. Então, é muito legal a gente poder dizer que a educação mudou nossa vida.

ter mentor mudou a minha vida completamente, eu jamais estaria onde eu estou hoje, se eu não tivesse mentor, você por exemplo como meu principal mentor, eu jamais estaria onde eu estou

Só que eu também posso agora ser essa pessoa para as pessoas que hoje estão dizendo para a gente eu jamais estaria onde eu estou se não fosse por você. E eu estou dizendo para elas, pois é. E daqui a pouco você vai ouvir as pessoas te dizerem que elas jamais estariam onde elas estariam se não fosse por vocês também. Decidirem compartilhar o conhecimento de vocês, o que vocês sabem, o que vocês viveram, o que vocês venceram, o que vocês também erraram para que elas não errem.

E aí fica um convite mesmo, sabe? Pra todo mundo que tá assistindo a gente, se você acha que você pode ajudar alguém com aquilo que você sabe, com o que você construiu, transborda, sabe? Transborda. Isso vai potencializar ainda mais aquilo que você tem. Mas vai te dar uma recompensa que nenhum dinheiro no mundo paga. Que é a recompensa de ver as pessoas crescerem. Deixa eu fazer uma pergunta então aqui pra plateia. Pode ser?

Eu vou usar umas palavras que são palavras, eu sei que são um pouco abstratas, tá? Mas vão nelas. Por exemplo, transbordo é uma palavra abstrata. Transbordo, né?

Mas transbordo, vamos nessa palavra embora abstrata, mas vamos versar nela. Transbordo é, o copo estava meio cheio e aí o copo enche, enche, entenda isso como conhecimento, experiência, resultado, sucesso, e aí você encheu tanto, encheu tanto que transborda. E ele transbordou porque não cabe mais naquele copo.

Ou você cria um copo maior ou você coloca em outros copos. O transbordo é, eu quero colocar... Passou do que o copo é capaz de suportar. O copo entenda que é você. Acabou essa jarra, esse copo artim, acabou. E mais, mais, mais. Aí você começa a transbordar e você tem mais para colocar em outros copos. Visualizou? Isso é ensino. É ensinar. Eu já sei meu fim no trabalho.

Joel, você se imagina aposentado? Não. Você vai aposentar? Eu não vou aposentar. Eu sei o meu final. É ensinar e escrever livros. Esse é o meu fim. Eu já faço isso hoje e eu vou terminar assim. Livro ensinando. Fim, próximo assunto.

Quem nessa sala está numa fase que dentro do coraçãozinho, assim, tem alguma coisa que chegou e você vai ficar, eu quero ensinar o que eu sei fazer. Quem está nessa fase? Cara, é impressionante, né? É impressionante. É impressionante. E é maravilhoso. Mas quem quer ensinar, mas ainda não ensina, não vai ter mais como. Vocês não vão mais conseguir negar isso. Para aqueles que querem ensinar e ainda não ensinam, vocês vão achar um jeito de ensinar.

Porque vai ser mais forte do que vocês. Que é o que aconteceu com a Dani, que aconteceu com vários que estão aqui. Porque transborda, pô. Sabe por quê? Porque talvez... Não, talvez não. O que você tem hoje de básico, que para você é básico...

É um milagre pra alguém. É um milagre pra alguém, sabe, gente? É um milagre. E a pessoa fala, meu Deus, você resolveu minha vida. Eu tava esperando por isso há tantos anos, há tanto tempo. Você fala, mas, gente, é tão óbvio. É nada. É óbvio pra gente. O óbvio só é óbvio para o olho treinado. Então, guarda isso no seu coração. E aí muda um pouco aquela questão, sabe, Dani? De... É mais do que um... Sei lá, de uma coisa legal a se fazer.

E vira uma missão. Missão é o que você faz. É um compromisso, uma responsabilidade, é um acordo incondicional que é algo que você faz. A Dani abriu um programa de mentoria, olha que coisa interessante, que ensina as pessoas a venderem mais. Olha que coisa fácil de entender. Ela pega o empresário, o empresário quer melhorar as vendas. Ela fala, cara, eu vou ensinar você a vender mais.

Melhorar teu canal, melhorar tua precificação, melhorar teu modelo de negócio, melhorar teu marketing, tuas vendas. E, poxa, vendas é o pulmão, o coração do business. Só que ela percebeu que, depois que ela ensinou vários empresários a vender, os empresários gostariam de ensinar o que eles estavam fazendo.

para outros empresários. E aí que você deu uma reajustada no Prósperos. Eu quero que você fale para essa turma o Prósperos. Prósperos, só para você ter uma ideia, é um dos clubes da MLS, mentoria.

Tem gente do Prosperos aí? Levanta a mão quem é do Prosperos. Vixe, bastante gente. E o Prosperos, ele é um clube, a gente chama de clube na MLS, que tem como objetivo ensinar as pessoas a venderem e crescerem os seus negócios. Porém, nos últimos 100 dias, talvez 120 dias, você dá uma repaginada na proposta de valor e adiciona o novo elemento que a gente chama de motor 2. O cara que você explica aí para a turma, tanto para a turma que está aqui na sala, quanto para a turma que está assistindo.

É, ele nasceu para potencializar resultado de empresários que querem escalar, querem vender mais, usando o nosso método e temos alguns clientes aqui que experimentam isso, sabem como a gente faz isso. E o que começou a acontecer, de forma muito natural até, é que muitos empresários, inspirados em nós, disse assim, cara, eu também quero ensinar.

eu também quero me tornar um mentor. Afinal de contas, meu negócio está melhorando, eu tenho mais do que contribuir com as pessoas. E eu falei, tá, então, já que a gente tem uma mentoria que funciona, eu vou te ensinar, então, a construir uma mentoria que funciona também para você escalar. Então, a gente tem uma tese, independente de prósperos, tá? Esquece prósperos agora. Esquece a questão de produto. A gente tem uma tese que toda empresa deveria ser também uma empresa de educação. E não é uma tese nossa, é uma tese mundial.

Eu conversei com vários empresários, empresários que estudam muito tendências mundiais, e eles disseram isso. Quando você, a gente chama isso de motor 1 e motor 2, o motor 1 é o teu negócio principal. Então imagina que você tem uma empresa, um time de vendas, que está crescendo e que já fatura ali alguns milhões por ano. E...

Você então decide, baseado na sua história, nos seus resultados, ajudar outros empresários que inclusive já até te admiram. Na verdade, a real mesmo, é que as pessoas já fazem isso. De repente você se vê sendo uma pessoa que as pessoas pedem conselho, que as pessoas perguntam, mas como que você faz isso?

caramba, como é que fez para você chegar onde você chegou? Aí você vira o quê? Um mentor, naturalmente selecionado pelas pessoas, que já te reconhece como alguém que pode ajudar. E de repente você se dá conta de que isso poderia também ser o seu trabalho, o seu ofício, junto com uma missão. Porque aí você ajuda a primeira pessoa, ela volta e fala assim, cara, você me ajudou muito.

Meu, você não acredita no que aconteceu? Eu fiz o que você falou e olha só o resultado que eu tive. Aí você vai falar assim, você jura? É sério mesmo? O que eu te falei? A pessoa vai falar, é o que você me falou. Mas deu tudo isso? Deus fala, rapaz, vou ensinar outro então e vou ensinar outro. Então os nossos próprios alunos chegavam e diziam assim, Dani.

A galera está pedindo ajuda, como é que eu faço? Como é que eu faço para virar um mentor igual o Joel, igual você? Então a gente estendeu só a nossa atuação no Prósperos, que é todos os empresários que já estavam com a gente também queriam se tornar mentores. A gente fez uma formação de mentores. Então hoje a gente tem diversos empresários do Prósperos que estão se tornando mentores. Alguns, inclusive, já entraram na MLS. Tem os seus clubes dentro da MLS e a gente continua orientando eles de como ter sucesso.

Então, quem está no Prósperos e também está na carreira de ser formado por nós como verdadeiros mentores de sucesso, levanta a mão aí. Olha só, já tem alguns que estão tendo resultados incríveis, inclusive, que eu estou olhando aqui para vocês. Então, foi isso, Joel. A gente, foi uma demanda que chegou.

Mas está sendo muito gratificante, sabe por quê? Sabe como eu enxergo isso? É assim, não cabe milhões de pessoas dentro do Prósperos. Infelizmente tem limite. Por mim, poderia ter milhares de pessoas. Não dá. É um produto relacional. Então, a gente tem um limite ali de empresários. Mas quanto mais a gente forma pessoas que podem ajudar pessoas, a gente multiplica a prosperidade numa forma cabulosa.

Então assim, eu não consigo chegar em todo mundo, mas se eu conseguir ajudar, preparar pessoas que conseguem chegar em pessoas que jamais eu e você chegaríamos, a gente está melhorando o mundo todo, direta e indiretamente. Então para a gente é um orgulho. E os nossos mentorados são incríveis. Todo mundo que está no próximo a gente admira muito. A gente que tem história, que tem vontade, que gosta de estar com a gente.

Sabe que tem Deus, saúde, família, trabalho? Esse é o princípio que rege o próximo. Deus, saúde, família, trabalho é o que a gente acredita, é o que a gente vive. Então é uma comunidade forte e que a gente está impulsionando, que a gente está desenvolvendo, vivendo coisas naturais e sobrenaturais. Porque quando a gente pede a presença dele, as coisas acontecem de uma forma inexplicável. E a gente tem vivido isso e eu sou muito grata a Deus por a gente estar vivendo com tanta profundidade isso, né? O nosso último encontro foi...

foi maravilhoso a melhor palestra que eu já vi na vida que você deu, foi no nosso último encontro, foi muito, muito poderoso muito foi forte mesmo pessoal que está assistindo aí no JJ Podcast, eu quero fazer um convite para você conhecer o Prósperos dá para deixar um contato aqui?

Dá. No descritivo? Vamos deixar um link no descritivo do vídeo, do YouTube? Vamos. E aí vocês podem se aplicar e a gente conversa com vocês. Mas tem que saber que veio do JJ. Tá bom? Tá bom.

Providencia Clis. Então, você que é empresário, que quer fazer parte do Prósperos, conhecer mais o teu motor 1, como que você cresce, o motor 2 também, que é esse braço educacional, o link está na descrição, manda mensagem, o time do Prósperos vai falar com você, dando entrevista, você entrevista as pessoas, passa por um processo todo de... Sim.

Poxa, de uma conversa bacana, legal, o time todo do Próximo Resumo é muito massa, então o link está aqui na descrição, e é um convite para você conhecer esse projeto, esse programa, e fazer parte também. Ô Dani, tem uma parte aqui do nosso bate-papo que a gente tem que tomar um cafezinho. Você topa? Topo. Nós temos um bloco aqui.

Um bloco maravilhoso. Café com conselho. Dudu, traz um chazinho aqui, um cafezinho, um chazinho também pra mim. Café com conselho. Oferecimento de cheirinho bom. Um beijo à turma do cheirinho bom. Beijo, meninos. A gente adora eles. São maravilhosos. São batalhadores também. São muito. São queridos. Queridos. Queridos. Conhece a Dani. Também conhece aqui a turma do JJ. Wilton.

Eduardo, um beijo pra vocês. Valeu, galera do Cheirinho Bom. Maior ecossistema de cafeterias e de franquias de café do Brasil, hein, gente? Brasil aqui, ó. Um beijo pra vocês. Cheirinho Bom. Você tá no meio da tarde. Resolveu tomar um café. Aí você vai aparecer, vai tomar um café, vai lá na Cheirinho Bom, de algum lugar. Rio de Janeiro, Belo Horizonte, São Paulo, Porto Alegre, não importa. Você vai tomar um cafezinho. Você vai chamar alguém do que ela me chama de café do Brasil. E aí

para tomar um cafezinho, porque você precisa pedir um conselho. Eu quero saber, quem é essa pessoa? Que conselho é esse? E qual resposta você acha que essa pessoa, você acredita que essa pessoa te daria? Joguei a bomba atômica. Pode ser qualquer pessoa? Qualquer uma. Pode até ser uma pessoa que já morreu. Tá. Tá bom.

Eu vou falar algo que eu já faço, mas que seria legal você saber, que é para quem eu peço conselho. Mas se eu pudesse sentar e tomar um café assim para ver, meu Deus, seria incrível. É difícil de falar, mas... Lembra minha regra de conselho, né? Minha regra de conselho é a pessoa tem que conhecer meu contexto.

Ela tem que ser competente para me dar o conselho e eu tenho que ter certeza que ela quer o meu bem. Até acrescento mais uma, que tenha os mesmos princípios que eu, os mesmos princípios e valores que eu. Certo. Então, se eu pudesse sentar assim para tomar um café, com certeza seria com Jesus, com certeza. Se eu pudesse escolher qualquer pessoa, Dani, qualquer pessoa, seria com Ele.

E o meu conselho é o que eu peço sempre, mas eu pediria pessoalmente, né? O que eu preciso fazer para... O que eu preciso fazer?

para ficar no centro da tua vontade. Esse seria o meu conselho. O que eu preciso fazer para ficar no centro da tua vontade? Porque o centro da vontade dele, para mim, é o melhor lugar que eu posso estar. Não tem outro, sabe? E eu acho que a resposta dele para mim seria continue humilde, nunca esqueça de onde você veio.

Não fica longe de mim. Por nenhum segundo. E continua ajudando as pessoas. Continua ajudando as pessoas. Leva para elas tudo o que você sabe. Alivia a dor delas. Leva conhecimento para elas. Vibra com elas. E fala de mim para elas. Porque as coisas que você ensina. São terrenas. Mas as coisas que eu ensino são eternas.

Então, a gente está aqui é só para isso, Joel. Não é para outra coisa. Concordo. A gente... Você disse isso na sua palestra semana passada. Eu achei a coisa mais linda do mundo. Você falou assim, quando eu encontrar com ele, eu vou dizer assim. Eu usei tudo que você me deu. Eu usei tudo que você me deu. Então, o meu conselho é para ele. O que eu preciso fazer para ficar no centro da tua vontade?

E eu sei que ele me responderei, se o filho ele continua humilde, não fica longe de mim, nem por um segundo. Ajude as pessoas, mas fala para elas também do que é eterno. Porque tudo que é terreno vai passar, mas o que é eterno vai ficar. Então, é isso. Eu sei que isso vai acontecer. Um dia a gente vai lá tomar um cafezinho com ele.

E a gente vai fazer essa pergunta. A gente usou tudo que você deu para a gente, para cumprir a missão que o senhor tinha para a gente. Eu espero que a resposta seja sim.

E a gente ficou no centro da sua vontade, eu também espero que a resposta seja sim. Então, é isso pra mim. Isso mexe muito comigo. Você sabe disso, né? Deus, saúde, família, trabalho. Não tem nada mais poderoso do que isso. Nada. Nada do que a gente conquiste nessa vida, por maior que seja, vale mais do que estar na presença dele. Nada vale mais.

E essa questão da bênção é incrível, porque quando a gente recebe a bênção, ela realmente passa por gerações. Então, da minha geração para frente, eu determinei que tem algumas coisas que não vão mais acontecer. Sabe? Não vai ter mais escassez, não vai ter mais sofrimentos que possam ser evitados.

Porque quando a gente decide receber essa benção, essa sabedoria, é impossível não mudar daqui para frente. Então, essa é a pessoa, esse é o conselho. Eu espero que possa inspirar outras pessoas a também pegarem esse conselho. E o melhor de tudo, né? A gente pode fazer isso todo dia. De graça, com ele. É. E é muito bom. Inclusive agora. Inclusive agora. Gostou do papo? Gostei. Amei de novo. Gostaram do papo, gente?

Palmas para a Dani. Foi muito bom. Tenho muito orgulho de você, tá? Eu também. Obrigada. Da sua família, da sua trajetória, de você, da sua garra, da sua capacidade de estar com o coração sempre ensinável, da sua lealdade e do fato de você se manter assim, com o coração humilde e você não oscila.

Obrigada, você também é tudo isso pra mim. Eu também tenho muito orgulho de você e de como você é usado do instrumento tão poderoso que você é. E eu tenho certeza que Deus também tem muito orgulho de você. Obrigada, tá? Você é meu amigo. Obrigada. Muito orgulho de ti. Obrigada. Senhoras e senhores, esse foi o JJ Podcast com a Dani mais uma vez aqui. Se você gostou, deixa a gente saber. Compartilha, comenta, se inscreve no canal, tá?

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que tem no Brasil sobre esse assunto. Uma salva de malmas para vocês. Foram comportados, né? Nossa, muito. Galera, comportadinha. Super comportadinha. É isso aí. Um forte abraço. A gente se vê no próximo JJ Podcast. Valeu. Tchau.

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