Episódios de Jogabilidade

Vértice #510: Homura Hime, DLSS5, Project Helix na GDC, anime de Sekiro e mais!

20 de março de 20262h12min
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Essa semana nos surpreendemos com a excelência familiar de Homura Hime. E nas notícias, comentamos o que foi revelado sobre o próximo Xbox na GDC, o anúncio bizarro do DLSS5, a Kraftontendo que recontratar o ex-CEO da Unknown Worlds e o trailer do anime de Sekiro.
Blocos
  • 00:07:19: Detalhes do novo Xbox na GDC
  • 00:27:28: Público da GDC sobre IA generativa
  • 00:34:27: DLSS 5 vai looksmaxear seu jogo
  • 00:50:47: Krafton é obrigada a recontratar ex-CEO da Unknown Worlds
  • 00:59:39: Primeiro trailer do anime Sekiro: No Defeat
  • 01:12:19: Homura Hime
  • 01:47:00: Perguntas do ouvintes

Apoie e acompanhe
Assuntos9
  • Xbox Project HelixNova geração de console Microsoft · Ray tracing e path tracing · Compatibilidade com PC games · Integração Windows e Xbox · Distribuição de dev kits em 2027 · Especulações sobre preço e retrocompatibilidade
  • Homura HimeCharacter action indie taiwanês · Sistema de parry generoso · Combate engajante e dinâmico · Design único de inimigos e chefes · Introdução constante de novos elementos · Inspiração clara em Nier Automata · Plataforma PC exclusiva · Preço de R$74 · Duração de 16 horas · Nota A7
  • IA Generativa na IndústriaCeticismo de desenvolvedores · Demissões em massa causadas por hype · Aumento de preços de hardware · Impacto ambiental (consumo de água) · Preocupações da comunidade gamer
  • DLSS 5Upscaling com IA generativa · Problemas de qualidade visual · Reação negativa da comunidade · Requisitos de hardware extremos · Mudança de filosofia do DLSS · Artefatos visuais
  • Krafton vs Unknown WorldsDemissão intencional de CEO · Disputa por bônus de $250 milhões · Decisão judicial a favor dos demitidos · Subnautica 2 Early Access cancelado · Chat GPT usado em investigação · Reinstatement do Ted Gill
  • AnimeTrailer de 1m40s lançado · Diretor e envolvimento da From Software · Estilo de animação estilizado · Dúvidas sobre IA generativa · Múltiplos finais do jogo · Dublagem original mantida · Música adaptada
  • Duração de Jogos e EngajamentoLimite máximo de horas de jogo · Cansaço em jogos muito longos · Importância de objetivo narrativo · Sistemas de recompensa e motivação · Playtime ideal por gênero · Diferença entre primeira jogada e rejogos · Pós-game e conteúdo extra · Platina vs conclusão da história
  • Design e Estética de ConsolesFamicom original · Super Famicom · PlayStation 1 Fat e Slim · Mega Drive · Game Boy Advance · Nintendo 64 transparente · Dreamcast · Preferências estéticas pessoais · Valor de nostalgia · Consoles como objeto de decoração
  • Merchandise JogabilidadeCamisetas exclusivas disponíveis · Modelos do Miyazaki e Castlevania · Bonés com novo modelo · Cupom de frete grátis · Meta mensal de apoio · Última oportunidade de compra
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Começando para a semana de 17 de março, o seu podcast que semana após semana, ano após ano, fala de filtro de imagem para fotinha de Snapchat. Hoje estou aqui acompanhado de Rafael Kina, que ama um filtro do Lula Molusco. Sou eu, o Lula Molusco bonitão, né? Cada dia que passa eu gostaria de fazer uma harmonização facial, né? Para ficar igualzinho o Dr. Fred. Dr. Fred cuidará disso.

Mano Brown, com filtro de cachorrinho, tem Gumaru. Pô, teve esse momento, né? Caramba. Você lembra disso, Sushi? Não. Mano Brown tava fazendo alguma live, alguma coisa que eu lembro, no carro. E era o negócio que ele deixou o filtro legal. E aí, ele é todo sério, pan. E aí, ele tava com filtro de cachorrinho. Foi meio cômico. Foi meio cômico. Foi engraçado. Vocês sabiam que o Andro, sei lá das quantas, no stream do Clavicular, ele tava lá... Androgênic? Androgênic, no stream do Clavicular, ele foi...

desmascarado, porque ele tava com ombreiras. Aí ele foi amarrar a ombreira e foi desmascarado. Filtro de gatinho. E os caras falaram, tá moscando, hein, Brown? É, tá moscando. Tá moscando. Isso nunca aconteceria com ele, que nunca precisou de um filtro pra se embelezar na vida, porque ele já é belo o suficiente. Eduardo Sushi. Eu mesmo, que eu não preciso de filtro, Tengo, porque eu não tiro fotos. Tem isso, é. Eu não tiro foto, Tengo, então eu não preciso disso.

Você não tira foto? Não. Mas a Thalissa tira foto de você. Então, é isso que eu ia falar. Então, é. 99% das fotos da minha vida inteira foram tiradas com a Thalissa.

Eu sou assim com o Luca, porque o Luca gosta muito de tirar foto, né? Então, minhas fotos, tudo é o Luca que tirou. Porque eu mesmo não gosto de tirar foto. As minhas sozinho é quando ela tira sem eu perceber. Então, por exemplo, sei lá, a gente vai no restaurante, aí tá sentado de um de frente pro outro, tô olhando o cardápio, ela vai lá e tira umas fotinhas que ela acha que não tô vendo. Ou do lado dela. Então, as minhas fotos ou é ou eu distraído ou eu do lado dela pousando.

Mas quando a gente tiver mais velho, a gente vai agradecer isso. Porque a gente vai poder, nossa, eu tenho um registro aqui, eu posso me ver quando era novinho. Apesar de que a gente tem... Eu não gosto de olhar...

gravadas. Tá tudo registrado, né? Você e o André, como vai ser de criança? Pois é. Eu tenho quase 15 anos da minha vida e pras pessoas assistirem. Exato. E há quase 15 anos, na verdade o Vertex existe há mais tempo que eu estou aqui, né? Então há 15 anos aí... Há 510 edições? O Vertex está aqui. E hoje a gente vai quebrar o padrão, né? De falar de filtro de foto. E enfim, falar de videogames. Uma vez, pra variar um pouquinho assim a temática, a gente vai falar que agora o filtro de foto chegou nos jogos, né? É verdade.

na hora da gente falar de um pouquinho de jogos. E antes de qualquer outra coisa, gente, vocês devem estar percebendo que a voz do André está um pouco diferente. Pois é, não é o André, né? Sou eu, o Sushi. Sou eu! O André está ocupado editando o vídeo para, enfim, terminar ele. Pela saúde do André, eu espero que ele consiga terminar. Ele está preso nas minas da edição. Não, André, faz as duas semanas que eu passo na sala e está o Premiere aberto e o André torando no Premiere. Mas não era para ser fácil, Sushi? Era. Mas a vida é difícil, né?

não está, então é por isso, está tudo bem com ele. Quer dizer, eu espero que esteja tudo bem com ele. Eu tenho minhas dúvidas. É, ele está vivo, respirando, mas não, né, está ocupado. No momento, então ele não vai participar hoje, mas não precisa se preocupar. Outros avisos, né, camisetas. Baratas. As baratas estão com algumas unidades das camisetas do jogabilidade que sobraram. Nós temos lá, então, a Billy Brejo, a do Miyazaki e temos os bonés também, que lançou o novo modelo durante o jogabilidade. Que lindo esse boné. Lindo de arregaçar.

Não notem no BI do jogabilidade. Não notem. Não tem nada de estranho lá. Imagina. É... Easter egg. Easter egg. Então, caso vocês queiram, agora é a hora. Porque acabou, acabou. Esse é o último lote que tem. É. Infelizmente, não vai ter todos os tamanhos, né? Vai ter só alguns. Mas aproveite a última oportunidade. Exatamente. De conquistar sua própria camiseta do jogabilidade. E mesmo a... Qual é que tem o selo do jogabilidade?

Ou do Miyazaki, né? Isso. É. Que é exclusivo do jogabilidade. Então, mesmo a do Miyazaki, se a gente for refazer, se for relançar algum dia...

Não vai ser daquele jeito. Não vai ser daquele jeito. Não vai ter o selo do Jogabilidade e não vai ser do mesmo jeito. Então, assim, aproveite. Tipo, uma das minhas favoritas. Duas das minhas favoritas que foram exclusivas do Jogabilidade. Muito triste isso. Que é uma roxa. Ah, do Jogabilidade, que é laranja e roxa? Não lembro. A roxa do Castlevania. A roxa do Castlevania. A roxa do Castlevania. A roxa do Castlevania e a vermelha do Doom.

Nossa, eu gosto muito dessas duas. São ótimas coisas. Então, vão lá nas baratas. Confiram se tem o tamanho que vocês querem.

esqueçam, tem um cupom jogabilifrete pra compras acima de R$150 a mais, frete grátis pra todo o Brasil, e que é meio que duas peças, mais ou menos, dá umas duas peças, então... E não precisa ser coisa nossa, pode ser até coisa da loja. Ah, não tem jogabilidade, mas eu quero outras duas camisetas? Eu não sei se ainda tem estoque dessas jogos brasileiros. Eu tô com uma do Kill Bill bem bonito. Que também é as baratas? É. Então, por exemplo...

Eu não sei, eu não sei. Tu não conhecia essa camiseta. É, das baratas. Vai que você quer essas duas que a gente tá usando? Você pode pegar e jogar bilifrete. Então, é meio que

isso de aviso. Positivo. Eu acredito essa semana. É isso, é isso. Na verdade, se só um último aviso, um clamor, na verdade, é... Apoia o Jogabilidade. Exato, né? Lembrando que tudo isso aqui só acontece graças a pessoas como você, exclamação, eu aí no chat, que apoia o Jogabilidade mês após mês, ao longo de 10 anos de campanha, graças a vocês que a gente tá aqui, produzindo tudo que a gente está produzindo, fazendo todos os vídeos irresponsáveis, que eu acho que nesse momento eu já me arrependi. Eu imagino que o André também,

já se arrependeu de fazer duas séries de vídeos novas. Tipo, ano passado a gente fez tudo. Tá na hora de aumentar a meta, né? É lógico, pô. Tem que dobrar, né? Quando a gente alcançar a meta, a gente dobra a meta. Aqui é capitalismo, é crescimento eterno pra sempre, né? Pois é, então em vez da gente manter a estabilidade, a gente aumentou a produção e aumentou a instabilidade junto nisso. Você pode estar reparando que os saideiros já não tem todo mundo toda semana.

É verdade. Os vértices não tem todo mundo toda semana. Não, mas é só nesses primeiros vídeos, só. É isso que a gente fala desde janeiro.

Até dezembro, acho que a gente ajeita as coisas. É, sim, pô. Até o próximo Jogabilidade? Exato. Então, por favor, apoie a gente em orelo.cc barra jogabilidade pra gente continuar sendo irresponsável com a nossa saúde mental e física pra fazer vídeos na internet. Eu tô quase comentando uma irresponsabilidade que é comprar um Switch 2. Quase. É porque tem pouco ópera, né? Que é o jogo do ano. É, eu tô tentado, assim, fazer suaves prestações, assim, mas não me convencia ainda. Mas, assim, fica atento porque tem promoções astas. Eu tô ligado.

Eu tô de olho, eu tô de olho. Tenta ficar de olho em promoção esse ano, porque eu acho que a tendência é só piorar. Então eu sei. O preço, no caso. É por isso que eu tô, tipo, esse é o argumento pra eu comprar, entendeu? Porque vai piorar. Ó, notas as Great Grey Wolf, Sofia, sempre embola a cabeça, mas acho que a ideia do Nick, falou que consegue achar por R$3,500. Ah, então. Sim, é. Pois é. Tá uns mil pila mais barato do que quando a gente comprou.

Que era, tipo, o preço do Switch 1 na pandemia. É. Ah, tava isso, eu não lembro. É que estourou o preço dele na pandemia. Ah, subiu, né? É, começou a ficar escasso. Mas é isso, então, de avisos,

Vamos lá para as notícias, que felizmente essa semana está mais leve. Está um pouco, né? É umas notícias que em si são pesadas, mas mais leve em quantidade, pelo menos. Sim. Exato. Então, Rafa, o que você tem para dizer para a gente hoje? Lembra que semana passada, ao retrasar, a gente estava falando sobre os rumores, o novo console da Microsoft? Pois bem, na semana passada também nós tivemos a GDC, que é Games Done Quick. Não, que é Games Developer Conference, Conferência de Desenvolvimento de Jogos.

um subtítulo, né? Tipo, festival do videogame. É porque eles querem trazer público sem ser desenvolvedor pra ganhar um dinheiro, né? Sim, sim, sim. Mas ainda é muito voltado pra desenvolvedor, pra... Pro mercado mesmo. É, pra mercado no geral. Tanto que tem até coisa de investidor aqui, falas de investidor. Mas o negócio é que a Xbox, numa apresentação durante a GDC, o Jason Ronald da Xbox falou sobre o novo console, o Project Helix.

E esse é o nome, por enquanto, do projeto mesmo. Tipo, o One at Scorpion antes, né? É, tipo...

Tipo, o Kinect era Project Natal. O Scorpio era o One X. Ah, era o One X. Era o One X. Ok, ok. Na minha cabeça era só o One X. É, não. E aí o Series X era outro projeto... Scarlet. Scarlet, isso. É isso, isso, isso. E agora... Agora Helix. Helix, é. O negócio é, nessa apresentação, o Jason, o Ronald, falou bastante sobre o console, mas assim, ele não deu especificações sobre o console, mas falou assim, ah, ele vai ter path tracing, machine learning, vai ter retracing foda pra caralho, de melhor geração.

Próxima geração. Ele fala de melhor geração às 15 vezes. Então, tipo, vai ter várias coisas da nova geração, mas que os dev kits só vão começar a ser distribuídos em 2027. O que isso significa, eu não sei pra Xbox, porque a Nintendo distribuiu o dev kit só depois que o Switch 2 lançou, né? Então, ele reforça aí na apresentação que ele tava fazendo a ideia de que vai ser um console que vai jogar jogos de PC. Isso, ele fala, vai jogar jogos de PC e Xbox.

gente interpretando que ele vai rodar tipo Steam, sabe? É, que vai rodar o próprio cliente do Steam dentro dele, né? Exato. Eu não sei se eles já falaram se é realmente isso. Não, não falaram. Não, eles não deram detalhes de quase nada. Tipo, um detalhe que ele deu, por exemplo, ah, vai ser, ele falou que o SOC, que é o System on Chip, né? Vai ser da AMD, vai ser personalizado, blá, blá, blá, vai ser focado em Ray Tracing, Path Tracing, e vai ter, vai ser da nova redação de Upscaling da AMD também,

E ele falou isso daí, que vai rodar jogo de PC e Xbox, inclusive falou que o Windows e o Xbox estão se fundindo cada vez mais. É que o Windows agora vai ter o modo Xbox, que você vai... É igual o Steam. É o modo Xbox, isso. É que tem o Steam que você abre... O Steam Big Picture. Exato. O Windows, supostamente, em breve, vai ter um modo... Mês que vem. Mês que vem já? É, que é o modo que estreou com o Hogelay. Isso. Com o Hogelay Xbox, no caso.

Que é um modo pra você controlar as coisas com controle de videogame e teoricamente otimizado pra jogos. Porque o Windows 11, ele deixa a desejar, né, em muitos aspectos. Se isso vai funcionar direitinho, bonitinho, se vai realmente ajudar a você jogar com mais facilidade no PC, eu não sei. Mas, de fato, né, aparentemente Xbox e Windows, cada vez mais um. Eu acho que esse discurso que vai rodar jogo de PC e jogo de console ao mesmo tempo, na minha cabeça, é tipo lojas do Windows. Tem uma loja de jogo do Windows.

Sim, sim, sim. Eu não acho, sinceramente, que vai rodar Steam no Xbox novo. Eu acho que nativamente também não. Mas assim, gente, é o Windows. Vocês acham que vai ser uma versão do Windows travada? Que você não consegue instalar outras coisas sem ser pela loja do Xbox? Eu acho que sim. Talvez, mas aí a galera faz malabarismo, né? Eu acho que vai ter um jeito do pessoal destravar, instalar coisa por fora. Aí eu acho que tudo bem. Mas eu não acho que vai ter o Steam.

nativo rodando nesse console novo da Microsoft. Acho que nativo não, mas se ele for realmente um PC, né? Ele é um PC que tem alguma coisa, nem que seja por software, que ajude ele a rodar os jogos do Xbox, nem que seja uma emulação. Que em teoria vai ter isso, né? Porque eles até confirmaram que eles vão voltar com a retrocompatibilidade de adicionar mais jogos na retrocompatibilidade do Xbox original e 360. Mas eles falaram que vai ser uma nova tecnologia. É, talvez eles lancem pra PC isso, que seria bem foda.

um PCzão, do jeito que tá hoje em dia, ele não ia ter retrocompatibilidade. Não, então, não. Por isso que eu acho que eles falaram disso. Desses novos jogos retro, né? Porque eles vão ter alguma nova tecnologia. Se vai ser serviço de nuvem, que a gente tava pensando no outro dia. Se vai ser uma emulação. Se vai ser... Eles conseguiram, de alguma maneira, fazer nativamente os jogos rodarem. Eu não sei. Alguém falou, né? Tipo um próton.

Tipo alguma coisa assim. Algum sistema consiga traduzir os jogos pro Windows. Se, se... Pensa comigo.

Se esse PC for tipo um PC mesmo. Um PC. Que eu acho que vai ser. Livre. Pra você poder instalar o que você quiser nele. Se eu conseguir instalar um SteamOS nele, ele virou Steam Machine. E é isso. Exato. Foda-se o Microsoft. E até porque o SteamOS tá sendo todo modificado pra poder suportar diversas máquinas diferentes. Porque o SteamOS foi feito para o Steam Deck. Tanto que quando você bota ele no ROG,

esse tipo de coisa, tem um monte de coisa dele que é, na verdade, do... Pensado no Steam Deck? Tipo, os sliders, eles só vão até tal tamanho. Por quê? Porque o Steam Deck vai até só tal tamanho, né? E você tem que... Ó, na verdade, o slider tamanho tal é tal no ROG. Tipo, meio na gambiarra. Ah, não, sim. Você tá rodando bem os jogos? Não, não, não. O negócio é que a Steam tá fazendo o Steam OS, por causa do Steam Machine, ser, na verdade, mais compatível com diversos tipos de máquina. Se ele realmente for um PCzão, o novo Xbox, e que... Lembra que o...

a Lady Moore lá. A Lady Moore está morta. O canal, no caso. Falou que estima que vai ser mais de mil dólares o novo Xbox. Se ele for um PCzão de mais de mil dólares e você conseguir... O novo Xbox ou estima a China? O novo Xbox. O novo Xbox. Ele falou do novo Xbox também. Que seria mais de mil dólares. E você conseguir mudar o sistema operacional ou se ele for livre você faz o que você quiser. Você pode botar Linux, pode botar um Mac OS, tipo.

É Brasite? É Brasite. Brasite. Brasite. Que é um outro sistema operacional, base Linux,

que é pensado em jogos, dizem que é bem, bem bão. Exato. Muita gente tem feito umas máquinas com bazit para colocar em vídeo console na sala. Eu fico pensando no lance do Steam especificamente, porque se você instala o Steam, se você tem o Steam nativo no Xbox novo, tem todo o lance da divisão de faturamento. Exato. Onde é que a Microsoft tira o pedaço dela? Vai ser mais difícil ainda, talvez. Eu não sei se a Valve aceitaria tirar um pedaço do que ela ganha,

venda de jogo para dar para a Microsoft, sabe? Então, o negócio aqui, vamos supor que esse Xbox que você compra, ele é um PC. Você abre, Windows, Windows XP, o monte verde ali atrás, você bota a sua senha. É um desktop big picture para você mexer com o controle. Novamente, eu não sei como que eles fariam para impedir você ali de te limitar de você, porque você não vai ter browser. Porque tem um browser, você pega e se ele é um Windows normal, e ele é um Windows normal só com uma camada por cima. Para impedir você de instalar um software como o Steam.

Mas e se ele tem um navegador, já era, porque o desbloqueio do PS3 e o desbloqueio do PS4 usam o navegador. Usam o navegador, né? Então eu não duvido que as pessoas... Se ele fosse travado, que nem estava especulando, tipo, não, é um uso meio travado, que ele não vai deixar, pelo menos com facilidade, você instalar um Linux. Se tem um navegador, já era. Acho que a pessoa arruma um jeito, de alguma forma. É, aí talvez o que eles possam fazer é...

Talvez, por agora o Xbox ser um PC, os jogos da Microsoft vão vender muito mais no PC, né?

quem comprar coisas no Xbox vai estar comprando no PC, mesmo que seja pela Steam, aí ela vai ganhar pelo jogo vendido, que nem ela tá ganhando, teoricamente, pelo jogo vendido na PSN, certo? Com Forza, Horizon e tudo mais. Exato. E aí talvez isso compense, eles fizeram algum cálculo que isso compensaria. Eu não duvido que eles... Ou então eles tentem ter uma loja online tão competitiva quanto a Steam. Sabe o que é o foda? Se é isso, o marketing de, ah, eu consolei um PC, meio que não funciona, porque a maioria, a grande maioria dos jogos que tem pra PC

loja do Windows, já tem no Xbox. Tipo, a minoria pequena que não tá... Ah, não, não. Mas aí, o que eu acho que seria um revamp da loja, entendeu? Seria tentar fazer, ó, mudar completamente a loja pra, olha, a gente tá no PC agora de maneira pesada. Inclusive, os jogos retro Xbox, você pode comprar aqui, entendeu? Pra rodar no seu PC, você pode comprar aqui na loja, entendeu? Isso aí seria massa pra caralho, né? É, então. Seria muito bom.

E talvez seja essa nova tecnologia que eles tão falando. Assim, muita gente especulando já o fim do Xbox, né, como marca com esse lançamento, porque se deixa abrir o Steam,

comprar jogo no Steam e eles não fizerem uma parada meio App Store, que uma coisa que a Apple faz e era o processo da Epic contra a Apple, que eu acho que acabou até hoje, eu acho que já acabou. Eu não tenho certeza. Que toda transação que acontece em aplicativos que estão na loja, na App Store, a Apple dá uma comidinha, uma porcentagem, né? Sim. Então, pra uns 4, 5 anos atrás, sei lá quanto tempo, a Epic tava fazendo processo porque toda transação que o jogador fazia no Fortnite no iOS, a Apple comia um pouquinho, né? Tinha um pedacinho, sim.

A não ser que a Microsoft faça isso de, ah, você pode instalar o Steam OS aí, mas a gente vai comer uma taxa da venda da Valve, ou os jogos vão estar mais caros para compensar essa taxa, sei lá. Estou só especulando, né? Se ela não faz isso, console por si só, o hardware por si só, não faz lucro suficiente para manter a... Não costuma, né? É, para manter o setor inteiro funcionando ali, né? Não sei se vocês viram que nisso daí, da mudança de Sarabonde, que nunca chegou a vir para achar churrasco,

e tudo mais, a campanha do Isso é um Xbox morreu, né? Sumiu. Que eu acho que foi uma campanha super danosa, sabe? No final. Você acha que foi mesmo? Eu acho. É, mas tava alinhado com a visão do Xbox na época, né? De tipo, a gente quer empurrar o serviço na Xbox, então... Eu não sei se compensou no final, teria que ver... Números, né? O quanto, de fato, de adesão aos serviços aumentaram depois dessa campanha. É, mas no mesmo tempo que teve a campanha, teve aumento de preço absurdo, né? Pois é.

serviços, então... Mas eu acho que foi danosa que pelo menos no público gamer, no público que acompanha isso mais de perto, virou piada, né? O slogan isso é um Xbox virou piada. Então eu sinto que quem já acompanha videogame há mais tempo, mais de perto, acompanha notícias, esse tipo de coisa, eu sinto que foi uma parada que me afastou. Tipo, ok, realmente, né? Tudo é um Xbox. Então pra que eu preciso de um Xbox? Eu acho que...

Eu não sei. Eu acho que sim, né? Que é ponto pacífico, que é estratégia de Xbox de alguns anos pra cá.

ela foi complicada, assim, ela não foi muito vantajosa nem nada, né? E aí tem gente que bota a culpa na Sarah Bond que, pô, dificilmente a culpa é de uma pessoa só, né? Teve discussões sobre isso, sobre o fato dela ser mulher e tal, né? Muitos comentários a respeito disso. Mas, assim, eu acho que não é discutível, não é uma discussão isso de que a Microsoft fez um movimento meio equivocado, nesse caso. E aí eu não sei qual é o peso disso, da campanha do Xbox, com o fato dela ter perdido muito,

muito jogo, né? Muito jogo para outras plataformas, no caso. Ela colocou os jogos dela. Colocar jogos em outras plataformas, né? Que também tira... A gente falou sobre isso na semana passada, quando a gente estava falando de que a Sony tirou os jogos dela do PC, né? Que é uma coisa que você está, de certa forma, tirando o valor, tirando o prestígio da sua plataforma, né? Você colocar os seus jogos em outras plataformas, né? Então eu não sei se isso... O que foi mais prejudicial, se foi igualmente prejudicial,

prejudicou a marca Xbox da mesma forma, o que foi que realmente pesou mais aí nesse processo. Porque eu acho que, assim, a impressão que eu tenho aí é uma impressão mesmo, tá? Não tenho números pra provar nada. É que o fato de que a Microsoft botou, prometeu que não ia colocar e colocou os jogos dela em outras plataformas, bateu mais mal, pegou mais mal com a base de jogadores do que o fato do que a campanha disso é um Xbox. Ah, eu acho também.

É a impressão que eu tenho. Ah, isso é um Xbox, mas o console ainda é o lugar que você vai pra jogar

joga o Xbox e, sei lá, a TV é pro cloud, né? O liquidificador também usa o cloud pra jogar, mas é o Xbox. Agora não, tipo, até um Playstation 5 é o Xbox, porque você pode comprar fora nele. Que é uma coisa até que a gente falou semana passada de novo, acho que foi semana passada, que a gente falou sobre a Asha Sharma assumindo o comando de Xbox e tal, que ela fez aquele anúncio super confuso, que ela fala ao mesmo tempo que, tipo, ah, vai ser o retorno do Xbox, o Xbox vai voltar.

Ao mesmo tempo que ela fala, ah, começa com o console, mas vai ter outras possibilidades.

outras plataformas. Então, tipo, o que ela quer dizer? Que Xbox vai voltar como plataforma primária e vai ter menos coisas nas outras? A gente não sabe o que ela quis dizer com isso. Alguém até mandou no chat. Hoje sai o trailer do Starfield no Playstation. Era um grande exclusivo do Xbox. É bom? Não é questionável, mas é um grande exclusivo. Alguém comentou mais cedo ali, tipo, sobre o Xbox CPC e ter Steam e ter Epic Game Store?

Possivelmente, né? A gente não tem certeza absoluta disso ainda. E eu acho, eu acho, chute meu, tá?

Vai ter, nativamente, acesso à Epic Game Store e Steam. Não vai vir instalado, se diz. Ou não vai ter, tipo, uma loja de aplicativos pra você ir lá e baixar dentro do próprio console, sabe? Talvez você tenha que fazer uma gambiarra e você instalar por fora. Tipo, a pessoa não acha isso negativo e tal. E assim, pra consumidor final, de fato, não é negativo. Na verdade, é muito bom. Pra marca, não parece ser muito bom, porque uma parada é, gente, abrir uma loja de PC hoje em dia é muito difícil, porque o Steam já é gigantesco. É muito forte.

Você já tem uma biblioteca lá, a maioria das pessoas não quer dividir essa biblioteca em múltiplas lojas ao mesmo tempo. Então, vamos dizer que eu tenho um PC levemente gamer, consigo rodar algumas coisas aqui, mas, né, tenho meus jogos ali no Steam e tudo mais. Mas, pô, essa ideia de ser um console e PC ao mesmo tempo parece legal pra ter, sei lá, na sala, sabe? Em vez de jogar na mesa do computador e tudo mais. E essa pessoa já tem uma biblioteca no Steam, ela vai continuar comprando jogo no Steam. Ela não vai ter um incentivo de começar a comprar as coisas do nada agora,

da marca Xbox, por exemplo. Começar a comprar as coisas na loja do Xbox, porque ela já tem todo o histórico dela no Steam, e ela já pode baixar os jogos do Steam e instalar. E o Steam tem os preços mais competitivos também. Mas como eu falei, talvez a intenção seja tentar realmente engatigar, não. Começar uma loja competitiva o suficiente, e se ela tiver esse negócio da Retro, de alguma maneira, todos os jogos que eu tenho no Xbox, eu vou ter nesse meu PC também. Entendeu? Então aí, tipo, eu vou continuar comprando na minha loja Xbox,

Mesmo que agora o meu Xbox seja um PC e eu tenha acesso à Steam. Vou continuar comprando porque eu já tenho minha biblioteca aqui. Seria pra continuar a fanbase, né? E continuar a base instalada do Xbox. Isso é uma coisa que o pessoal tava falando muito na época do Xbox One. Isso de retrocompatibilidade, você ter acesso à sua biblioteca antiga e tal. E eu acho que você tem razão, assim, nesse aspecto de, tipo, ok, a loja nova da Microsoft que ela vai lançar, que ela possivelmente vai lançar junto com o Helix, tem que, assim, tem que ser muito boa em termos de funcionalidade.

que até hoje é uma bosta, assim. É, de experiência de usuário, né? Experiência de usuário. É bem ruim. É uma bosta. O próprio GOG é razoavelzinho. Mas não é muito bom também, não. Não é, é ok, sabe? Ainda que o GOG tenha grande vantagem, eu sou muito gogueiro, porque o GOG tem aquilo de não ter DRM, sabe? Isso é uma baita de uma vantagem. Sim. Tem Google ficou o GOG com essa informação. Ficou o GOG. Mas a experiência de usuário precisa ser muito boa, os preços precisam ser muito competitivos, o que não tá acontecendo agora, né? Porque a Microsoft subiu os preços, né? Tipo, teria que, sei lá,

o preço do Game Pass de novo, de repente. Ou talvez não, talvez eles não foquem mais tanto no serviço Game Pass, foquem em vender os jogos mesmo. Talvez se os jogos tiverem a preço competitivo, de venda, possível. Vale a pena. E tem jogos, por exemplo, que não tem nestinho até hoje, né? E outra coisa é que eles vão ter que mudar o sistema do Game Pass, os tiers, porque hoje em dia o console premium, o console e o PC meio que são preços diferentes.

O PC é mais barato. Mas pera, agora o Xbox é um PC também. Então não pode ter essa distinção

diferença de preço, eu acho. Sim. O PC é mais barato? Porque ultimamente tá difícil. O Game Pass de PC é mais barato. Ah, o Game Pass. Ah, tá bom, tá bom. Pô, mas só completando o que eu ia falar, mas pô, imagina o bagulho que assim, me convenceria a usar uma loja nova da Microsoft num console novo, me convenceria até talvez a comprar esse console novo. Ela oferecer os jogos antigos, a biblioteca do pelo menos o 360 pra você poder comprar nessa loja.

Isso. Pô, ia ser foda. E poder rodar no PC. E poder rodar direto. Exato. Ia ser muito foda. Mas, ó,

Na minha opinião, eu acho que esse é o caminho. Porque eles estão falando de uma nova tecnologia, de um novo relançamento, na verdade, desses jogos. Então talvez seja isso. O triste de falar de Xbox, pelo menos pra mim hoje em dia, é a parte mais interessante deles pra mim é a retrocompatibilidade. Não, é de longe, de longe. Foi um dos principais motivos pelo qual eu animei comprar um Series X na época. Eu acho que eu... Também.

Se tem uma coisa que a... Depois eu vou falar que a gente é sonista, mas assim, tem duas coisas que a gente sempre elogiou aqui.

de preço. Que eu sempre fui um puta de um serviço. E segunda coisa, retrocompatibilidade. Você poder pegar um disco de 360 do Xbox original e poder botar no seu Series X. Exato. E poder jogar nativamente, assim, pô, é muito foda. E não só nativamente, né? Tipo, até na verdade melhor. Melhor, melhor. Sim, sim. Pô, na época eu tava jogando, quando o meu Xbox One estava funcionando e ligado, pô, jogava Blue Dragon, jogava um jogo que tinha loadings gigantesco nos 360 e que no Xbox One ia rapidinho, assim. A experiência era muito melhor. O pessoal tá comentando

bastante no chat, enquanto a gente tá conversando sobre o preço, né? Comentando, tipo, ah, mas ele é mil dólares, vai ser mais de mil dólares, né? O público do console vai pra um Playstation 5, talvez um Playstation 6. O negócio é... Você não sabe quanto é que vai custar o Playstation 6, né? O Playstation 6, eu acho que vai ser nessa faixa também. Você acha que vai ser uns mil dólares? Eu acho que vai. Porque o salto de... De preço da tecnologia.

De custo de tecnologia hoje em dia tá tão absurdo que eu não duvido que o PS6, que também tem a previsão aí, também é 2027-28, vai pra um preço próximo, pelo menos.

Mas a 27 está muito próxima, vocês não acham? É porque eu estava falando da distribuição de dev kits. A Nintendo distribuiu o dev kit só quando o Switch 2 lançou. Mas não é isso que costuma acontecer. Costuma ser distribuído o dev kit um ano antes, entendeu? Mas a gente também não ouve falar quando isso acontece, quando acontece, né? Exato. A gente só ouve falar disso quando está próximo do lançamento. Tipo, ah não, aquele estúdio já está faz lá um ano.

Pelo menos o padrão é esse, né? Tirando a Nintendo. Exato. E sobre o... A gente falou disso no começo e não voltou mais.

Helix é o PC, Rafa, não precisa se preocupar. É verdade. Já faz aí no seu PC já o jogo. Exato. Minha mentalidade é essa pelo menos. Tipo, ah, tudo bem o dev kit demorar, que é o PC. No máximo vai ter que fazer alguns ajustes, mas não deve ser tipo uma nova plataforma por completo, né? Então a gente não sabe exatamente qual vai ser o futuro desse console. A gente só sabe dessa ideia console PC e meio que mais nada em relação a isso.

Mas fico curioso pra saber mais aí ao longo do ano, que provavelmente a gente vai ouvir mais ao longo do ano sobre o Project Helix. E tava comentando também no chat, vai ter IA? E vai ter IA?

pra caralho, é Microsoft, gente. E deixa eu só especificar, IA generativa. Exato. A gente vai falar de IAs hoje aqui, e é importante especificar isso, porque eu sei que é o termo guarda-chuva, gente. Dá uma bagunça, eu infeliz falar disso hoje em dia. Pra mim, começou como um termo guarda-chuva que era pra poder conseguir vender, né? Porque é a palavra hype do momento e tudo mais. E hoje em dia é um termo que tá, na verdade...

Não quer dizer mais nada. Defasando as coisas. Porque às vezes uma coisa fala, ah, isso daqui é IA. Só que não é aquela IA que tá fudendo tudo. É uma ferramenta, na verdade,

por exemplo, o Levelator, sabe? É uma ferramenta que faz um negócio, é diferente. Falando sobre A, na AGDC costuma ter pesquisas, né? Com o público que tá lá, com desenvolvedores, tudo mais. Um dos tópicos que teve foi justamente sobre o uso de IA generativa, ok? E apenas 7% das pessoas responderam que a IA generativa ia ser boa para a indústria. A IA generativa. Então, pareceu ao pessoal que tava lá que foi bem tímido qualquer

menção a IA. Inclusive, o Xbox, desse painel deles aí, coisa que eles falaram, eles não falaram de IA, né? Muito timidamente, inclusive, o Xbox anunciou que, tipo, no finalzinho do evento, que o Copilot vai vir pros consoles Xbox, nesse ano ainda mais tarde. Mas o engraçado é que teve uma entrevista com um investidor, né? Com um investidor da, deixa eu pegar o nome, da Lightspeed. O nome dele é Martz Bayer Lentz. Ele ficou chocado e triste. Com a negatividade,

que cerca a IA. Ah, tadinho. Chocado e triste. E triste, tá? Tadinho. Importante lembrar que a Lightspeed tem várias ações, tá? Em múltiplas empresas de IA, né? E a maior delas sendo a Anthropic. Mas o Bayer, ele espera que o ceticismo ao redor da IA melhore, né? Se transforme numa careta pra um sorriso. É que ele fala... É que ele fala frown, né? Frown upside down. É, caralho, velho. Porque os gamers normalmente abraçam as tecnologias

as novas tecnologias. Mas ele acha que uma das razões do pessimismo em torno da E.A. é porque os chefões, o pessoal que manda, ficou muito animado pra demitir todo mundo. E ele diz, o investidor, que na verdade essa demissão tinha que vir mais naturalmente, entendeu? Mais aos poucos. O problema é esse, então. Exato, porque o pessoal ficou muito animado pra demitir. Demitiu tudo logo de uma vez. E não, tinha que demitir de pouquinho em pouquinho, né?

Enquanto a bolha, já que a bolha pós-Covid desinchou, seria isso. E as corporações mal conseguiram conter o entusiasmo

A gente pode demitir. Exato. Mas o que ele não vê é o quanto esta bolha da IA, esse hype da IA, essa indústria da inteligência artificial. Novamente, no termo guarda-chuva, a gente está falando de uma coisa específica. Estou falando especificamente LLM, generativa. Que precisa de database gigantesco, consumo grande de água. E aí instala tudo nos países pobres, na América Latina, aqueles que se fodam. A gente que se fodam, no caso.

porque isso tá chegando na gente no público, gamer tá chegando, isso se converteu

em aumento de preço de tudo, né? De tecnologia no geral. É, e não só no gamer, né? Vai esbarrar em todo mundo. Mas é que tá, mas eu sinto que talvez as outras pessoas, um público que não é um público gamer, não vai associar diretamente esse aumento à EA generativa, ao banco de dados. O público realmente é mais difícil, mas é, tipo, celular vai ficar mais caro, TV vai ficar mais caro, tudo que tem chip vai ficar mais caro. Exato, mas o público gamer que compra as peças, gamer de PC principalmente, que compra as peças individualmente,

sabe que a peça individualmente tá aumentando de preço por causa disso. E aí, mais um motivo pra que as pessoas fiquem com esse gosto ruim na boca, né? Em relação a tudo que envolve a palavra IA. O Copilot chegar pra Xbox quer dizer que a Acha já mentiu? Já. Ela já mentiu? Mas ela falou que não ia ter IA Slope. O Copilot já é IA Slope? Ela vai dizer que não, que Copilot é foda, pô, não é Slope. Não, mas eu acho que ela quis dizer que não vai ter IA Slope,

fazer dos jogos, entendeu? Não vão fazer os jogos com assets de ar. É isso que ela quer fazer. É importante dizer, vão. Vão, mas você não vai perceber. Porque o que eles falaram do Copilot é que ele vai ser tipo, ah, jogo, eu empaquei. Passa pra mim. Mas até aí a Sony também quer essa porra, né? É impressionante como todas as empresas que elas querem implementar e a generativa pra você não precisar jogar os jogos. É bem incrível.

É isso que eu quero. Eu quero não precisar mais jogar os jogos. É mentalidade de jogo free to play, que você paga pra não jogar os jogos.

É gacha, né? É. Aí o cara vai lá, compra o passe, compra lá o pacote de roupinha e nunca joga. Mas, é... Eu pensei que você ia falar em ter ajuda, né? Tipo, porque o Playstation 5, por exemplo, chegou muito com essa proposta, né? Não, porque você vai ter os cartões pra te ajudar e tudo mais. Que é legal. Que é legal, tipo... Eu lembro que no lançamento do PS5 eu joguei um jogo de puzzle no PS5 e ele tinha nos cartões um vídeo tutorial, dica, de todos os puzzles do jogo. Então o jogo tinha, sei lá, 200 puzzles, todos tinham um videozinho

que eu, às vezes eu empacava e ficava, ah, foda-se, vou olhar uma dica. Aí eu abri o cartão, eu dava play até a parte que eu empacava, parava de ver o vídeo e solucionava o resto do puzzle sozinho. Infelizmente, quase nenhuma empresa usa. Então, a maioria dos jogos não tem isso, não usa, né? É, vai ver que vai ser não para o Copilot, mas acho que eles querem isso, né? Que ele jogue por você aquela parte, né? Não para ele jogar por você, mas para ele pesquisar e te dar a resposta do que você precisa fazer. Nossa, Copilot, o que eu preciso fazer aqui?

O botão X para pular. Ó, meu Deus, era só isso. E sabe o que é o foda, Rafa? Que as pessoas não querem mais pensar. Eu e o André, especificamente, a gente tava jogando Resident Evil Hacking antes do lançamento. E eu queria muito, por fogo no cu, platinar ele antes do lançamento. Porque eu consegui fazer isso com dois remakes na época e tananã. E eu pensei, putz, eu não tenho... Não é sempre que a gente tem oportunidade de jogar um jogo antes do lançamento, né?

Então, tipo, ah, eu queria fazer esse grassejo no meu ego de novo. Mas precisava de um documento secreto. E eu pensei, putz, será que alguém já vazou isso? Porque às vezes o pessoal vaza essas informações, né?

E eu fui lá na internet. Isso, sei lá, um, dois dias antes do lançamento. Acho que já tinha saído o review. Acho que foi isso. Acho que foi no dia que caiu o embargo pra review. Eu pensei, vai que alguém já vazou. Guia. Que às vezes vai, né? Vai que. Pesquisei lá. Resident Evil, Hacken. Todos os arquivos. Achei alguns guias, Rafa. Olha. Todos de A Generativa. Ah, ou seja, era tudo mentira. Tudo mentira. Tudo mentira. Tudo brisa, né?

E sabe o que é mais louco? O comecinho do guia, ele era da parte que a gente já conhecia. Que era aquela parte da Grace fugindo e tudo mais. Que já tinha nos previews.

ele extrapolou correto. Aham. O resto era coisa do Resident Evil 5, era coisa do Resident Evil 4, era tudo foda-se. Ah, ele vai alucinando, né? Legal, bacana. E o Compilot, gente, vai ser isso, desculpa. É. Vai ser só as paradas nada a ver, porque guia de jogo, de agenerativa, é cheio de erro. É cheio de erro sempre. É. Então... O Bernardo perguntou, ah, mas qual a diferença de ver um vídeo no YouTube? Porque o vídeo no YouTube normalmente sabe do que ele tá falando. É. É uma pessoa que fez aquilo, né? É. A diferença é

Ah, já tá aqui no meu Xbox. Eu falo, ei, Xbox. Eu não sei qual que é a frase pra ativar o Xbox. Ei, companheira. Eu estou empacado no Resident Evil Hack. Me fala qual arquivo falta pra mim. Aí ele vai falar qual que é a bosta. E nisso você torrou 500 mil litros de água e secou uma cidade inteira. No interior de Minas Gerais. Mas é isso por enquanto. Mas, gente, desculpa. Quase todas as notícias vão falar de A Generativa hoje. Então, você aí, ouvinte do Jogabilidade, que é a favor da A Generativa, eu sinto muito.

reclamando aqui pela próxima hora. Mas não acabou, né? Tem boas notícias que envolvem a generativa, né? Não acabou, né? Porque essa semana, mais especificamente no dia 16 de março, né? Um dia atrás, com relação à gravação desse podcast, a gente teve um grande anúncio, né? Um anúncio que deveria ser de uma coisa boa, eu acho, né? Que é o anúncio da nova versão do DLSS, o DLSS da NVIDIA. Pra quem não se lembra, aquela tecnologia que usa IA, e aí não é IA generativa, né? Não usa mais

para aumentar a resolução de maneira, entre aspas, automática. Ele extrapola uma resolução mais alta do que aquela imagem tem de verdade para uma máquina menos poderosa para gerar uma imagem melhor, basicamente. Esse é o DLSS. E, eventualmente, no 4, eu acho, eles adicionaram frame jam, que gera frames a mais, mas eu não sou muito PC gamer. E eu nem tenho placa de vídeo com isso. O 4, pelo menos, eu não tenho, porque eu estou na 2017.

Do que eu vi na internet, o pessoal nem gosta muito desse frame jam especificamente, que coloca, acho que, muito input lag, se não me engano. Mas muita gente tem usado o de resolução, né? Sim. Ah, sim, pô. Por exemplo, o próprio Switch 2 usa, né? Sim. E é uma tecnologia muito maneira. É. Que eu costumava ser uma tecnologia muito maneira. Pois é. Dá pra ter maus usos e a imagem ficar meio feia, mas, no geral, dá pra ter bons resultados.

É. O ruim do mau uso é quando começa a gerar artefato, né? Artefato, quem sabe, são uns glitches visuais, assim.

É o passado. É o passado. É o passado, porque agora nós temos DLSS YAS 5.0, a inovação mais significante em gráficos computacionais desde a estreia do Ray Tracing em tempo real em 2018. Falou alguém da empresa que lançou a primeira placa de vídeo com Ray Tracing em tempo real em 2018. É, sim. Que no caso é o CEO da NVIDIA. Que ele chamou a nova tecnologia de um momento GPT. O que é tipo, você fica, meu Deus.

É um momento do Gepetto, criador do... Será que o chat GPT é de Gepetto? Alguém no chat sabe. Chat GPT, o seu nome vem de Gepetto? Vem de Gepetto. Mas enfim, o que acontece é que foi anunciado realmente esse DLSS 5.0, que é uma ferramenta que diferente, né? Diferente da filosofia original do DLSS, que é você pegar uma imagem de resolução menor e você poder extrapolar ela, fazer ela de resolução maior. E até na versão mais recente. Você gerar frames, gerar animação aí.

LCC 5.0, ele é filtro. Esse sim, de IA generativa. Exato. E a própria... NVIDIA falou que usa IA generativa. Sim, que é usado pra pegar todos os frames, todas as imagens que o jogo tá produzindo, que a máquina tá produzindo, e basicamente jogar um filtro de Snapchat em cima dela. Você jogar animações, animações não, né? Iluminação e outros elementos pra parecer mais fotorrealista. E no processo botar batom nas

Aumentar a mandíbula e preenchimento lambial. Sim. E o negócio é... Eles lançaram um vídeo, né? Pra mostrar isso. Sim. E eu imagino... Não, imagino não. Tem coisas desse pacote do DLSS5 que em tecnologia são interessantes. Mas esse vídeo mata o produto pra mim. Porque é muito feio. Tudo que eles mostram é muito feio. É terrível. Terrível visualmente. Visualmente é muito engraçado.

Fica um negócio, vídeo de ar. Me deu a impressão. Sabe aquele vídeo de ar do cara que vem e fala assim, é... Ah, olha lá, o burro e o cavalo. Ha, ha, ha. O burro é o Lula. Sabe? Aqueles vídeos de ar. Que com voz, já sei lá, a pessoa se mexendo parece esses vídeos de ar. Tem uma cara, tem uma estética de vídeo de ar. Que é o que eles estão... De WhatsApp. De WhatsApp. Que é o que está acontecendo, né? Ele vem com essa proposta de colocar um filtro, uma nova camada de fotorrealismo aumentado.

nas imagens dos jogos, mas o que ele está fazendo é colocar um filtro de IA que você bate o olho e fala, ok, isso aqui é uma coisa de IA generativa que está fazendo. Desculpa quem está ouvindo, mas eu vou tentar falar de uma forma que faça sentido em áudio também, mas tem uma cena de duas pessoas no Starfield que estão conversando com você, e você está originalmente, o cenário é como se fosse tipo um galpão, é um lugar fechado, não é bem um galpão, é tipo um...

Um hangar. Um hangar, isso. Está no lugar fechado, que ele tem iluminação artificial, mas no geral ele é meio escuro, porque ele é um lugar fechado,

só com iluminação artificial e não tem tanta iluminação assim. Sim. E essa iluminação, ela dá toda uma vibe pro lugar. Sim, sim, sim. Os personagens conversando com você, você tá em primeira pessoa olhando pra esses dois personagens, a iluminação tá vindo de trás deles, então eles têm sombra no rosto, aí tem a sombra no próprio corpo e toda a iluminação dinâmica ali acontecendo no corpo deles e tudo mais. Quando passa o filtro, é muito engraçado, porque ele destrói a iluminação original do lugar, fica tudo super saturado,

tudo mais brilhoso e iluminado, os personagens, foda-se todas as sombras e detalhes que tinham no rosto deles, e vira aquela iluminação padrão de IA generativa, que quando você bate o olho, você vai, ah, ok, essa imagem é de IA generativa, porque tem esse estilo de iluminação específica. Eu tava vendo alguém comentar, porque eles mostraram essa demo, né, da DLC S5, em vários jogos, né, mostraram no Starfield, no Resident Evil, em vários outros jogos, né, no Oblivion Remaster, no Hogwarts Legacy, no FIFA, né,

no EAFC. Não. E aí, uma coisa que falaram, tem uma imagem que ele tá conversando no Oblivion com o NPC, que ele tem uma sombra no rosto, uma coisa dessa, né? E alguém falou, cara, com essa DLCS ligado, parece que você tá andando com uma iluminação nas costas, assim. Com iluminação e refletor nas costas, que bota aquela iluminação chapada em tudo e tira todas as sombras, né? Basicamente isso que você falou. Eu não sei qual jogo que é, mas tem um jogo que passa nesse vídeo que eles postaram e tal, que é uma cidade medieval e não tem

só mostrando a cidade, assim, pra mostrar o efeito no ambiente. E eu vi gente defendendo, tipo, ah, no ambiente não fica tão feio e tal. E, cara, pior que fica, porque a iluminação muda, a cor, a paleta de cor muda. E quando você tá andando, dá uma estranheza que você vê artefatos no mundo. Quando você vê, tipo, um cenário aberto, né? Você andando num cenário aberto, a câmera mexendo, fica artefato na imagem ainda. E eu acho que foi o Rames Mayul que comentou, tipo, ou não, ou foi o Sam Barlow. Acho que foi o Sam Barlow do Immortality, Red Story, né? E tudo mais.

que ele pensou, tipo, imagina, e ele tava fazendo referência a Death Stranding, que tá pra lançar a versão de PC agora, né? Imagina você contrata vários atores de Hollywood, paga pela aparência deles, passa a porra desse filtro e tira a aparência dessas pessoas. Não, elas vão ficar, vão ficar lindas. E alguém comentou, mas Sam Barlow, você não precisa parar e imaginar que eles mostram o EA Futebol Clube, EA FC e tudo mais, eles mostram num jogador de futebol e eles trocam a aparência dele pra uma

outra pessoa. E eles colocaram isso no vídeo de marketing. Aí depois teve toda a polêmica, né? Ninguém recebeu isso bem. Sim, geral achou pai. O Digital Foundry não é um veículo que eu acompanho com tanta frequência assim. Mas de vez em quando eu olho. De curiosidade pra ver a performance nesse jogo. Eles fazem uns testes legais. Exato. Eles fazem testes legais. O negócio é que eles também são muito entusiastas de tecnologia acima da conta.

Porque, como eu falei, tecnologicamente falando, tem coisas aí interessantes. Essa parte do filtro e a

Nossa, por cima de tudo. Do jeito como ele mexe na iluminação. Inclusive, tem coisas que são iluminadas antes que ele tira a iluminação. Tira. Porque ele tá... Reinterpretando tudo. Exato, é. Então, tipo, esse vídeo específico não tem como você falar que... Desculpa. Não tem como você falar que isso é legal. Porra, é muito feio esse vídeo. É muito feio. Mas o que eu falo do Digital Foundry é... Eu, no geral, confio neles. Pelo menos na parte técnica das coisas.

São pessoas que eu confio. Quando eles postaram um vídeo deles. Ah, a gente veio visitar aqui. Estamos fazendo esse vídeo.

tudo mais, e falando de forma entusiasmada, que porra, que parada foda, aí mostra a Grace toda cagada. Tipo, não, gente, desculpa. Acabou. Tipo, credibilidade, pra mim, deu de ponta, assim. É, um pouco. E você vai ver os comentários do vídeo do Digital Foundry, até lá o pessoal tá negativo. Tá feio, gente, desculpa, tá feio. Até quem curte IA Generativo vai achar essa porra feia. Será? É... Não sei, viu? Quem curte mesmo, talvez, quem curte vídeo feito por IA Generativo, talvez goste.

do gatinho falando e depois rindo. Falaram que dois integrantes do Digital Foundry que não estão no vídeo, que é o John Linneman e o Alex Bataglia? Bataglia? Eu sempre esqueço sobre o nome dele. Criticaram e falaram mal nas redes sociais dele. Não tô no X, não vi pessoalmente. Falaram que tipo, ah, o John e o Alex falaram que acharam feio no Twitter e tudo mais. Mas no vídeo pode ser assinado. Mas fica feio, sabe? Fica feio, tipo, o canal faz um vídeo oficial com duas pessoas,

elogiando, falando que é foda, pica o futuro da tecnologia. E os outros dois menos falam, pô, gente, mó feio, né? Caralho. E a NVIDIA falou, não, mas é... Vai ser o desenvolvedor que vai escolher isso? O que eles falaram, né? O que eles falaram sobre isso? O que eles falaram, assim, obviamente, como o Sushi falou, teve uma repercussão muito ruim. Até postaram uma screenshot do Reddit da NVIDIA, galera apagando post adoidado, assim, e tal.

Muito ruim, muito ruim mesmo. E aí, o que as pessoas estão falando, né? Uma pessoa, tanto da Bethesda, que respondendo gente no X,

NVIDIA falou que, primeiro, que o produto não é final, né? Ele vai ser lançado na nossa primavera, né? Então, a partir de setembro, mais pro fim do ano, vai ser lançado. Então, ainda não é a versão final do produto, né? Que eles vão lançar. E, segundo, que, em teoria, os desenvolvedores vão ter controle total de qual intensidade e em quais coisas o DLCs vai mexer, né? Então, não é que todo jogo vai ficar com essa cara, com essa estética, né? Mas que você vai poder colocar na dose que você quiser. É, porque,

Normalmente, quando você tem a opção de DLSS e tudo mais dentro de um jogo, não é você que coloca no jogo. O jogo tem essa opção. Sim. Então, o desenvolvedor que vai botar no jogo dele... Ah, aqui, ó. A gente tem aqui a opção para ligar o DLSS 5. E aí, quais features do DLSS 5 vai usar? O grau dessas features vai ser o desenvolvedor que vai colocar? Sim. Ou seja, a esperança é que talvez se usou um pouquinho só para geração de frame, não sei. Mas vai dar mais trabalho ainda para os desenvolvedores?

os desenvolvedores vão ter que mexer numa camada a mais nos jogos? Não, não, não. Eu acho que isso é só, tipo, um slider só, sabe? Que você... Porque a Teorecâmbio Desenvolvedor já faz isso, né? Tipo... Quando tem que... Porque quando bota da LSS e tudo mais. Vários jogos... Todos os jogos de PC hoje em dia já tem isso, né? Agora... O que mais me deixa... Puto! Não sei se é puta, eu fico incrédulo. É alguém ter feito esse vídeo e falou, caralho, tá foda!

Esse vídeo tá foda! Eu ia comentar isso, né? Que depois o pessoal da NVIDIA veio se manifestar,

e falou, tipo, não, gente, é só uma versão de protótipo, né? Não é a final. Então não mostra. Exato. Então pra que fizeram um vídeo mostrando essa porra? Porque eles acharam que tava foda. Batendo no peito. Eles acharam que tava foda. É que, tipo, o CEO da NVIDIA, ele é um cara que é igual o investidor que ficou triste. Né? Ele já deu declarações falando, ah, eu fico triste, vocês precisam parar de falar mal de ah, senão eu fico triste, senão eu vou chorar, senão eu fico triste e tal. Ele é esse tipo de pessoa. Então eu acho que ele, ele é chorando,

Ele e talvez outras pessoas lá da diretoria, né? Dessa coisa toda. Acha genuinamente legal. Eu acho que eles estão nessa mentalidade sim. É, mas talvez ele seja realmente tipo... Olha como ficou mais realista. Sim. Olha essas rugas dessa mulher, meu Deus. E, nossa, isso... O negócio é que foda, né? Porque é internet. Mas isso levantou um zilhão de discussões, né? Inclusive, não, porque realismo... Em arte é fascismo. Realismo é uma bosta. Realismo é muito bom. O futuro da arte é o realismo.

legal. Gente, que preguiça dessa discussão todas as vezes de novo, porque depende da sua intenção como artista desenvolvedor. Tipo assim, você vai falar, por exemplo, que a estátua do Davi é mais feia porque ela é realista? Não. Mas você vai falar que um quadro do Picasso é feio porque não é realista? Também não. Entendeu? É a intenção do autor daquilo que ele tá querendo dizer com aquilo. Se essa ferramenta vai ajudar ele a chegar nessa intenção, tudo bem.

Me parece que vai ajudar com o que eles mostraram? Não. Mas é só um protótipo. É. E assim,

Uma outra dúvida minha é, isso vai ter que passar pelos servidores deles? Então, não. Então, teoricamente não. Uma coisa que não ficou clara e que eu fui ver depois e tal, é que assim, nessa demo, na demo atual que existe da NVIDIA, eles estavam usando um setup com duas 5.090. Uau! Acho que todo mundo tem dessa em casa. Uma delas... Eu tenho uma só. Então, e uma delas é só pra rodar o DLSS 5.0. Só pra isso.

bem que vai sair o DLSS 5.0 e tal, mas, cara, quem vai poder rodar isso aí de fato? Muito pouca gente. Não é uma tecnologia prática. E a minha dúvida era, tipo, eu preciso estar online? Eu vou ter que acessar os servidores dele todas as vezes pra ficar gerando isso? Então, se ele tá exigindo uma placa de vídeo só pra isso, é porque não. Entendeu? Porque, provavelmente, tudo isso tá sendo processado no seu PC mesmo. Ele usa, provavelmente, os próprios dados do próprio jogo pra poder

as coisas. Porque imagina, você tá jogando, cai a internet um jogo single player. Aí o gráfico do jogo... A dúvida genuína de... Sim. Tipo, é um database que tá gerando isso? O que que é? E não é só usando os dados do jogo, né? Porque o dado do jogo não gera aquela gracia e essa ficada. Eles tão pegando o banco de dados do GPT, sabe? Porque tá o padrão estético clássico de pessoas geradas por IA. Mas é local. Eu tenho quase certeza

local. Alguém fala, ah, mas o DLSS hoje em dia é local. Sim, mas o negócio é que o DLSS 5 tem essa camada de geração por IA. Exato. Do grupo 5 especificamente. O problema não é a tecnologia DLSS ou as outras tecnologias que a gente tem hoje em dia que ajudam a você fazer por scaling de imagem, até geração de frame que o seja, tendo input lag ou não. O problema é o jeito como o DLSS, aparentemente o DLSS 5 utilizou essa geração de imagem por IA pra, na minha

mais feio o jogo, né? Principalmente a cara dos personagens. Ó, comentário no chat, já vem treinado, você vai baixar no Drive, né? O treino já vem no Drive. Que é meio que é agora já, né? Porque do que eu tava pesquisando pra ver se envolve as generativas da LSS 4 pra trás, e parece que já passa pelo Machine Learning o jogo, né? Então todos os jogos individuais que você tem no LSS já foram treinados dentro do próprio jogo. Sim, previamente. É. Então acho que vai ser a mesma coisa no caso aqui, então.

Legal, é o futuro. Desde o DLSS 3, DLSS é IA Generativa. Então por que eles estão falando especificamente dessa? Que eles deram muita ênfase nessa. É, de usar IA Generativa. Mas talvez o que ele tá falando de IA Generativa é justamente esse negócio de você usar o próprio jogo pra virar outra coisa. É pra virar outra coisa. Aí ó, o outro do chat tá discordando. Então não, não, não, não... A gente não leva em consideração. Mas o futuro é esse aí, né?

É, o futuro é tristeza, morte, sofrimento... Não, é o que alguém falou, tipo, levando em consideração como a IA

a generativa mesmo, de vídeo, processa as coisas, quando você rodar a câmera, a cara do personagem vai estar diferente, né? Cada vez que você rodar, ele vai estar com uma cara nova. É, basicamente. Importante pontuar que quase tudo que eles mostraram era imagem estática, né? Uma ou outra que mexeu e era só uma cena minúscula. É, não, eu quero ver como é que vai ser a permanência dos objetos, né? Tipo, se eu deixo de olhar pra uma coisa e volto, ele vai estar com uma iluminação diferente?

É, galera! Que maneiro! Eu amo a tecnologia e o nosso futuro nesse mundo. Que bom que nada está prejudicando ainda,

mais a nossa permanência nesse planeta. O que a gente vai falar agora sobre guerra? Quase. Dessa vez a gente vai citar brevemente a generativa, mas de forma engraçada. É verdade. Na próxima notícia. Da última vez que ouvimos falar da Crafton, essa empresa que é responsável por PUBG Inzone, empresa que salvou a Tango, dentro de outras coisas, ela tinha aplicado um golpe nos chefes da Unknown Worlds, que é a desenvolvedora do Subnaut.

que estava lá, eles estão fazendo ainda, teoricamente, Subnáutica 2. E aí a Crafton simplesmente mandou os caras embora. Falando, não, os caras não estão fazendo direito. Não cumpriram os prazos. Não estão cumprindo o prazo, eles estão cuidando de outros projetos e negligenciando o desenvolvimento do Subnáutica 2. Então vão mandar embora mesmo. E aí descobriu-se, porque obviamente pessoas que foram demitidas processaram a Crafton, e descobriu-se que, na verdade, o que aconteceu é que a Crafton, quando comprou a Unknown Worlds,

um acordo de que, em resumo, se o Subnautica 2 vendesse muito, eles iam pagar um bônus bem gordo, né? Bem farto pro estúdio, né? Que ia chegar... Pra equipe, né? Pra equipe toda, né? Pro estúdio todo, que ia chegar, podia chegar a 250 milhões de dólares. Fez parte do acordo de compra, né? Da Crafton, por cima desse estúdio. Exato. E aí, o que aconteceu é que, supostamente, né? Segundo disseram as pessoas que foram demitidas, é que a Crafton não queria pagar, depois que fechou o acordo, disse que era um valor alto demais e inventaram uma historinha pra mandar

os caras ir embora. O que acontece? É que nem deixaram eles lançar, né? Porque eles queriam lançar o beta. O early access. O early access é um... É, é em beta, né? Mas é, eles queriam lançar em early access porque aí já entrariam no negócio das vendas e já ganhariam bônus. E dizem que é a Crafton que não deixou lançar, né? Exatamente. Eles seguraram pra poder demitir os caras e não dar bônus pra ninguém. Exatamente. Não, eles demitiram os dois e acho que dois dias depois cancelaram o early access do jogo. Exato. Foi tipo, eles demitiram

para cancelar o lançamento do jogo. Exato. E a parte da treta é exatamente essa, né? Então, hoje, né, essa semana, nove meses depois desse ocorrido, a justiça determinou que os caras que foram demitidos deveriam voltar para a empresa, serem reinstituídos aos cargos dele, o CEO da Unknown Worlds, o Ted Gill, e dar a ele de novo controle do projeto do Subináutica 2. Imagina o climão. Nossa, que delícia, né? Que delícia. Pior que o cara vai voltar e pedir para sair, né? Porque eu acho que não sei se ele quer estar lá agora também. Uai, mas...

Mas se ele completar e lançar o Early Access, será que ele não ganha o bônus de 250 milhões que ele quer? Ganha, ganha. Exato, exato. Então, mas ele faz isso e vai embora. Ele não vai querer ficar. Inclusive, uma das coisas que a justiça determinou é que ainda vale a regra, ainda vale o acordo que definiu esse pagamento de 250 milhões. E estendeu, né? Estendeu o prazo, né? Prazo até 15 de setembro de 2026, com ele possivelmente sendo estendido até 15 de março de 2027. Então eles têm bastante tempo ainda alcançar essa marca, né?

alcançar esse número de vendas. No pior, fodeu a Crafton porque eles ganharam, sei lá, uns dois anos aí de desenvolvimento do Early Access. É. Pro jogo sair mais redondo e poder vender ainda mais. Pois é, né? Então, teve isso, né? A justiça determinou que todos os argumentos da Crafton foram inventados, foram... Insuficientes. Foram pretextuais, né? Eles inventaram pretextos pra mandar as pessoas embora. Inclusive, procurar como no chat GPT. Então,

Uma das coisas que foi descoberta durante esse processo é que o CEO da Crafton, ele tinha opções, né? Então, ele não queria pagar esse bônus, né? Ele achou que o dinheiro ia ser demais, não queria pagar o bônus porque acharam, não, pô, eu vou parecer fraco. É verdade, é isso, né? Se eu pagar o bônus pra Unown World, né? Porque cumprir das minhas palavras é um sinal de fraqueza. De fraqueza. Um homem fraco, ele cumpre as coisas que ele fala.

Exatamente. Então, né, seria uma fraqueza, então ele tinha opções. Ou ele segurava, ou ele enrolava,

ele mandava a galera embora. Ele impedia o lançamento, né? Mas como que ele ia fazer isso de maneira legal? Então, ele inventou um tal Projeto X, que era o Projeto... Ele era um plano de um mês em que ele ia bolar como ele ia deixar de pagar o bônus para o Non-Words. E aí, esse plano consistia em perguntar ao chat EPT como ele fazia isso. O chat EPT falou, pô, vai ser difícil, hein? Mas a gente dá um jeito. Olá, estou aqui para te ajudar. Nossa, como você é esperto, realmente é muito bom tentar por lá pagar.

o que você deve pras pessoas. Deixa eu te ajudar. É, e não deu certo. Quer dizer, deu certo por um tempo muito curto, né? Até que não deu mais certo. Foi a justiça que encontrou esses... Sim. Esses registros do chat de EPT? Sim, foi. Caralho, aí é foda, né? O pessoal... Mas isso é bom. É bom que o pessoal produz provas contra si mesmo, né? Essas pessoas. Então, eu acho que todo bandido tem que continuar usando bastante o chat de EPT.

Eu também sou a favor. Não, mas basicamente a justiça, de novo, achou que os argumentos da Krafton foram todos balela, né?

nenhum deles colou. Falaram que eles estavam... Falaram que o Crafton estava ciente de todas as mudanças em termos de direção e comando que estava rolando dentro da One World, né? De que o CEO estava trabalhando menos do que deveria, teoricamente, né? Mas era uma coisa que a Crafton já estava ciente também. A justiça entendeu tudo isso. Então, eles vão ser reinstaurados no cargo, mas ainda não se sabe. Não se sabe ainda quando Sub-Nautica 2 vai lançar, né?

Não tem... Provavelmente vão esperar eles voltarem, né? Pra ver como vai ficar. Exato. Porque, teoricamente, o jogo já estava pronto

pro Early Access. Pelo menos pro Early Access ele já tava pronto. Mas e aí, tipo, não tem uma multa, não tem um... Tipo, o que o cara fez não foi algo legal, né? Não digo legal de bacana, não foi legal. Não, tanto que o juiz falou, eu sei que você fez foi pá, e aí manda o cara voltar. E aí tá tudo bem. É. Aparentemente não vai ter nenhuma multa nem nada. Como é que é? Crime... Ocorre, nada acontece. O que aconteceu de ruim pra Crafton é que eles estenderam até 2027 o prazo

do bônus. Que o bônus já era meio que pra ter acabado. Essa altura do campeonato. Ediviano não deve ter esse presidente aí, né? Ah, Ediviano, né? Mas o pessoal da Craft achou maneiro, eu acho. Pai é que pegaram, mas o que ele fez foi maneiro. Pois é. É verdade. Mas assim, com o cara voltando, talvez ele pode olhar e falar, pô, tá melhor do que tava antes e pô, bora... E já lança, né? É, bora lançar o Early Access. O lance é...

Minha aposta é que esse ano ainda sai já o Early Access. É capaz, é capaz. Porque o acordo é, se o jogo passar,

uma marca de receita de 69,8 milhões de dólares, a Crafton precisa pagar mais 3 dólares e 12 centavos pra cada dólar adicional de receita que o jogo vai gerar, chegando até 250 milhões. Então não é que eles vão pagar 250 milhões. Quando ele passar, chegar em 70 milhões, ele vai começar a ganhar bônus até chegar em 250. Esse é o cálculo que eles estão fazendo. Mas isso dá uma quantidade de unidades vendidas do jogo? Não sei. Não é especificado. Vou ter que comprar o jogo em Lexus só pra ajudar a coger a Crafton.

preço, né? Não sei se eles já decidiram por quanto eles vão lançar o jogo. Vai depender muito do preço. Ah, eu acho que esse jogo vai ser o preço 50 dólares, pelo menos. É, o antigo não era, mas esse vai saber. Então, mas esse é o 2, entendeu? Eu acho que é o dobro do preço. Eu acho que tá uns 40 dólares. Porque normalmente o survival, ele não é preço cheio. Não costuma ser preço cheio. E o early access costuma ser mais barato.

É verdade. Mais cedo comentaram no chat que o early access da expansão do primeiro, que o primeiro acho que lançou de cara, mas a expansão dele teve

Early Access, e parece que o Early Access foi um bom Early Access, né? De acompanhar, de frequência, atualizações e tudo mais. E o pessoal tava achando que o Early Access do 2 poderia dar certo. E teve polêmica na época da demissão, né? De, ah, teve gente que jogou e falou que não tava pronto. A Crafton, no caso, né? Falou que não tava pronto, né? Aí, quando rolou essa notícia semana passada... Alguém falou, mas é isso que significa Early Access.

O J.J. Swire falou, eu só queria dizer que as minhas fontes, na época, falaram que o jogo estava pronto sim pra ser lançado. Que, tipo, tinha conteúdo suficiente,

jogo suficiente pra ela lançar a Comir Lexus. Porque a Crafton cancelou por falando, não tem nem jogo aqui. O que vocês estão lançando? Essa foi a justificativa da Crafton pra ela lançar, né? Mas o Diego Schreier falou que tinha. E agora? Se eu fosse CEO desdemitido, eu ia ficar com medo da máfia. De Pinkerton, de... Eu ia contratar segurança. Eu acho esse pessoal do mal. Eu falei algum outro nome que o pessoal tá perguntando se é a Subnautica 2 e agora eu não sei se eu falei o nome do jogo errado.

Eu não lembro. O Sushi falou outro nome? É, mas eu tava falando de Subnautica e Subnautica 2. Eu comecei falando...

Eu comecei falando do 1 e depois fui pro 2. É, não sei se falou errado. É, agora eu fiquei com medo, porque às vezes eu faço isso. Não, acontece, mas... Todos nós fazemos. Mas é isso. É isso. Engraçado. Não, o Below Zero não é um DLC. Ele é tipo um... Um spin-off. É, é. Porque ele é como se fosse o Subnautica 1.5, assim. É um jogo stand-alone. Talvez era do Below Zero que a pessoa tava falando e eu vou repetir DLC porque a pessoa falou DLC.

Ah, tá bom. Talvez foi isso. Mas, se não acabaram as notícias, logo não acabou o papinho de... Ah, não, não. Quer dizer,

Sei lá, velho, sinceramente. Difícil. Essa altura do campeonato, difícil. Eu confesso que eu fico o pé atrás e vou esperar sair. Vamos ver o que as pessoas que entendem mais tem um olho melhor pra isso que eu vou dizer. Mas do que você está falando, Sushi? Eu estou falando que saiu o

trailer do anime de Sekiro. O Lobo Manco? Exato, que continua... O subtítulo é Sekiro No Defeat, se não me engano. O anime. Que... A gente vai falar mais sobre o Madison é o trailer. Não, tinha sido um teaser que tinha, tipo, cinco frames do anime. Um desses cinco frames tinha o Carlos Sekiro com a mão muito torta e cinco dedos. O que me pega... Cinco dedos, tudo bem, né? Desculpa, seis dedos. Ah, tá. E o que me pega mais do que os seis dedos é que ele tava super torto. A mão, especificamente. Mas às vezes é...

Aquele estilo de animação da Luta contra o Pen. O foda que é, vamos voltar no tempo. Acho que, sei lá, oito meses no passado. Esqueci quantos meses atrás foi anunciado o anime do Sekiro. Quando foi anunciado o anime do Sekiro com esse teaser, o pessoal olhou o teaser e pensou, meio estranho. Acho que eram dois frames, eram dois momentos específicos. Um da mão do Carlos Sekiro e outro que era alguma coisa do Genichiro, eu acho.

Meio estranho isso aqui. Aí foram ver o diretor do anime. Parece que, eu não lembro agora se ele só é um entusiasta

generativa ou ele chegou a mexer com o IA generativa em algum trabalho dele. Mas tinha alguma conexão. Aí o professor putz, esse cara tá trabalhando no anime, tem essas cenas estranhas. Será que tem IA generativa no anime do Carlos Sekiro? Na época teve uma manifestação da Crunchyroll que tá trabalhando na parceria com o lançamento do anime. O anime vai lançar direto na Crunchyroll. E do estúdio falando, não galera não tem IA generativa. Mas isso é que todo mundo diz. É isso que alguém

faria IA na Generativa, faria. O André fala, né? A gente agora vive no mundo da paranoia. Tudo a gente... Será que isso é IA Generativa? Será? Será que a gente aqui não é IA Generativa? Exato. E eis que saiu um trailer, trailer mesmo, de 1 minuto e 40. E a minha parada com o trailer do Carlos Sekiro, do anime, é que a qualidade está super inconstante, eu sinto. Mas assim... Eu não vou dizer que isso é coisa de IA, de qualidade inconstante é coisa de IA. Eu só queria falar aquilo porque na época surgiu essa dúvida.

E a gente não tem certeza até agora se tem ou não e a generativa no desenvolvimento do desenho, do anime. E a parada é, ele é um traço super estilizado, não tem problema nenhum com anime de traço estilizado, pelo contrário, me dê mais, mas ele é meio inconstante, né? Mas talvez o negócio do anime é que, às vezes, são muitos animadores, né? Tem até uma luta do Naruto, por exemplo, que o pessoal analisa e sabe, o pessoal que manja muito,

esses 5 segundos, tá? O animador que fez os outros 5, e isso é normal. E tem um negócio que tem cenas que tem menos investimento mesmo, né? Sim, sim. E cenas que precisam de mais movimentação tem mais investimento. Mas eu tô falando mais da inconstância no estilo artístico mesmo. Tipo, cada cena tem um estilo diferente. Mas até você pode dizer, ah, é comum cenas de luta, às vezes, tem um estilo diferente pra dar uma dramaticidade, pra dar um senso de movimentação diferente e tudo mais.

Tipo o Luffy socando o moço lá. Exato, exato. Pode ser que essa cena é tipo, sei lá, um sonho. Porque tem umas paradas que você

Você vê que a imagem treme um pouco, parece que tá quase como se fosse uma tinta movendo, assim. Talvez seja ele lembrando do passado. Exato. Onde você enfrentar a Madame Butterfly, talvez seja tipo isso. Sim, sim. Então tem umas cenas que é tipo um menino vendo um pássaro, um pássaro não, um peixe meio que se desfazer em vários outros peixes. Uma pessoa se desfazer em pétalas, que eu acho que vai ser a representação visual da morte lá da doença do dragão, né? E pode ser que quando tá retratando, tipo, memórias dessas cenas,

Tom estético diferente mesmo. E assim, normal, show. É aquela... É a paranoia. Exato. O negócio é a paranoia. Porque, tipo, é comum, às vezes, ter cenas com estilos diferentes. É comum, acontece. Mas o negócio é a paranoia. A minhoquinha na minha cabeça, eu fico encucado. Mas assim... Eu gostei do trailer, achei bonito. No geral, no geral, achei bonito. Eu também. Hoje mais cedo, a gente tava vendo uma entrevista, né? Era com o diretor?

É, com o diretor, sim. E a entrevista tinha um negócio traduzido de um jeito muito estranho. E a gente ficou, uai. Na entrevista, tava dizendo que o diretor falou.

É difícil, né? Traduzir um jogo em primeira pessoa pra um anime. Mas é a tradução da matéria que tava errada. Exato. Um jogo em primeira pessoa? Na verdade, quer dizer, um jogo que é do ponto de vista de uma pessoa só. Era a original, né? Supostamente a From esteve envolvida na adaptação da história especificamente. Eles tiveram um aval ali pra... Se a história estava batendo com a visão deles pra essa história, pra não desviar

Quanto assim. Mas tem mais cenas dele criança, né? Do Carlos Securo criança. Faz sentido, né? Exato. Porque, tipo, no jogo mesmo a gente só tem a cutscene da abertura. Do Coruja encontrando o mini Carlos Securo. E no trailer já mostra algumas do Carlos Securo criança. É. E eu acho que, né? Porque o jogo, gente, que alguns diriam, né? É gameplay. É você jogar. Exato. Ainda mais jogo da From Software. Não costuma ter um foco tão grande de história.

Um anime, um filme, o que o seja, vai ter coisas de ação. Mas você não consegue fazer uma hora e meia de ação sem...

contexto. Só se o filme do Mario. Em silêncio, né? Exato. Né? Em silêncio. Então eu acho que eles tem que realmente... Tem que... Ordenhar. Eles tem que ordenhar tudo que eles puder de história ali, né? Extrair. Extrair. Extrair isso. Obrigado. Ordenhar, extrair leite de uma teta. Sim, mas é... Eu fico me perguntando qual dos finais eles vão decidir, porque na entrevista com o diretor ele falou que eles escolheram um dos finais, né?

Ah, mas tem que ser o que é canônico. Então não tem o canônico, né? Pra mim tem um canônico. Tem, que é o que vai pro dois, o sushi. É, exato. Aquele é o canônico. Exato.

vai, que dá um ponto de partida pro, desculpa o spoiler, pro Sekiro na China, eu espero que eles escolham isso. Que pra mim é o final mais legal, mais interessante também. Deixa a pontinha aí pra um futuro 2 e tudo mais na China. É. Que seria foda pra caralho. Seria foda pra caralho. Mas eu me pergunto se eles vão brincar com o final Shura. É, seria legal. Tipo, acabar o episódio. É tipo, não, tipo, quando é o momento da decisão, né, o Coruja questionar o Carlos Sekiro, ele visualizar a escolha,

Então, o episódio acaba com ele indo, vou matar fulana, e aí, sei lá, aí no próximo episódio ele vira, mas não, entendeu? Alguma brincadeira com isso. Meio o último filme do Crepúsculo. Isso, exato. Se você diz, eu acredito. Ele tem uma coisa mais ou menos assim, mas lá eu acho triste. Eu acho paia. Eu acho muito engraçado, Sushi. É muito, aquele cinema é demais, aquele é muito engraçado, Sushi. É muito legal. É engraçado, mas eu acho ruim.

Como um filme, eu acho ruim. Como a história, sabe? Mas é que dá a volta, entendeu? Desculpa.

filme. Ninguém vai se preocupar com isso, eu acho, né? Amanhecer Parte 2. É. Tem uma luta, Tengu, que é tipo Senhor dos Anéis. É a luta final. É Senhor dos Anéis. É a guerra. Exército. De vampiros contra vampiros. Tipo, dezenas. Não é centenas, mas tipo, sei lá, 50 contra 50. Tipo, ah, amor de vampiro. E é vampiro com superpoder. Vampiro que dobra elementos. E pessoas começam a morrer. E os personagens, caralho, eu vi 50 filmes com essas pessoas.

Meu Deus, elas estão morrendo. Aí mata o pai da família. Aí mata não sei o que. Uma delas, Tengu, tem o poder de visão do futuro.

Na hora que todo mundo morre e tava pra a batalha ser concluída com a Bella morrendo, faz um... Era a visão do futuro da Mansa. Entendi. Ela tava vendo o futuro. E aí o negócio é... E ela faz uma coisa pra aquilo não acontecer. Entendi. Exato. Eu acho que ela mostra aquele futuro que ela viu com o poder de não sei quem, do Edward, eu não sei, pra mostrar pro moço que ele ia brigar contra, ó, na visão a gente morre, mas você também.

Entendeu? Eles... Então não vamos ter guerra, adeus. Entendeu? É isso. E é muito... Eu acho muito triste. É muito legal.

muito triste. Porque, tipo, por um momento você pensou, caralho, que corajoso, né? Matar todo mundo no final, pô. Isso é, né? Caralho. A Thalissa apareceu aqui pra corrigir alguma informação. É da Alice, sim. É só ouvir falar que a Alice é a personagem. Eu li todos os livros, tá bom? Na época que lançou. Mas, assim, no geral, o anime tá bonito. Parece bem bonito, parece bem animado. Tem uma boa base. Eu gosto muito desse estilo estilizadão do traço, mas esse traço me lembra, tipo, um anime meio DMT.

vi da época dos anos 90. Aquele da menina que se machuca na grama. Me lembra Ian Flux. Ian Flux, exato. Teve até um filme, lembra? Tem filme. É que no filme, ela vai pisar na grama e, sei lá, uma grama é falsa e a grama vira espinha. Ah, eu nunca vi o filme. Só o desenho. Legal que eles trouxeram todos os dubladores do jogo de volta, incluindo o Coruja, que infelizmente veio a falecer, mas ele chegou a dublar o anime antes. Nossa, que legal.

dele, porque ele está no trailer, né? A dublagem dele está no trailer, eu acho. A trilha também. É a mesma trilha adaptada. Não é que legal que ele morreu, que legal que ele conseguiu dublar, que a gente vai poder ouvir a voz dele, entendeu? O compositor falou que adaptou algumas coisas da trilha pra fazer mais sentido. Ele fala que a trilha... Eu achei que isso não fez muito sentido o que ele falou. Ele falou que, tipo, a trilha de algo linear precisa de mais nuance, um negócio assim, do que

um jogo interativo. Ah, eu acho que eu entendo porque, tipo assim, quando é um filme que é uma coisa estática, tem que seguir mais a batidinha. Exato, o filme, que não é tipo, ah, ele bateu pra cima, a nota faz um, um, um, um. Então a música é feita para aquele momento, entendeu? Todos os altos e baixos é feito com um jogo. Mas dito isso, o jogo hoje em dia que tem a trilha mais elaborada, tem trilha dinâmica que adapta com o momento.

Então, mas... A Fron faz isso, o Secret tem isso. Exato, mas não é tipo, que nem é numa animação, num filme, que nem era, sei lá, nos filmes da Disney, que é a orquestra, né,

Faz mitinho, pano. Sim, sim. A parte de retrabalhar a trilha foi nesse sentido, né? De encaixar ela mais especificamente nos momentos. Mas vem aí esse ano. E ele vai sair onde? Crunchyroll. Crunchyroll. Ah, legal, pô. Ele vai estrear direto na Crunchyroll. Tem data de estreia já? Eu acho que não. Esse ano? Esse dia, não. Não, mas é esse ano. Pô, seria legal você pegar ele. Tenta fazer um negocinho lá. Vamos ver isso aí, né? Vamos ver isso aí.

Vamos ver isso aí. Tô empolgado. Eu quero muito... É a primeira vez que eles fazem o... Tudo bem que dentro dos jogos da From, o Sekiro é o que tem a...

narrativa mais padrão, né? Mais presente, inclusive, né? Mais presente e tal, né? Seria legal... É interessante. É interessante. E seria legal eles colocarem um pouquinho do passado, talvez, da Tomoe. Sim, sim. Tipo, um flashbackzinho. Um flashbackzinho da Tomoe. Tem bastante coisa que não é contada, né? Que eles podiam aproveitar, de fato. Porque a Tomoe é 100% estrutura de DLC da Thrones. Sim. É um personagem do passado que viveu uma história que é quase uma história do jogo, só que no passado.

E você teria um DLC pra ir viver esse momento? E quase todo DLC da Thrones é isso?

E por que não teve? Por que Secre não teve DLC? Eu não sei. É o único que não teve? Dos recentes e Armored Core. O 6 não teve? Sim, 6. Armored Core 6 não teve DLC. Não teve DLC? Não. Nossa. Mas do Souls... Não, mas é que aí Secre não é Souls, né? É prova que Secre não é Souls. Não teve DLC. É, que joga os recentes da Front não tiver DLC. Secre e Armored Core. Ou seja, os dois que não são Souls. Mas Armored Core é Souls também.

Muito foda assistir Jujutsi no final aparecer Fernando Mussoli. Eu confesso que eu fico feliz todas as vezes. Ah, fofo.

Eu não, porque eu não estou assistindo. Mas quando eu assisti, ele fica bem feliz. E eu acho maneiro isso. De hoje em dia, eles estarem colocando os créditos... Tem mesmo. Camuflado ali no crédito. É, não, é muito legal. Foi uma iniciativa legal do pessoal da edição. Eu acho maneiro. Já é legal ter créditos, né? Que é muito comum não ter créditos, né? Aí o crédito ainda dentro dos créditos mesmo. Quando eu entrei, eu não tinha.

E às vezes você nem podia falar que você estava traduzindo. Sim, sim, sim. Queria dizer, desculpa, momento anime. Já que a gente está falando disso. Acabou Gnosea. É verdade, né? Ah, gostou. Muito bom. Jogou o jogo. Ainda não. Abertura, porque o tempo está falso.

Foda, né? Pra jogar jogo esse ano. Rafa, você tem noção que eu já terminei mais de 30 jogos esse ano? Nem comecei 30. Mas é... Pra você ver. Só pro rodízio dos jogos de fevereiro, eu terminei 10 jogos. Mas não precisa terminar, Sush. Não precisa terminar. Eu preciso pesquisar. Não, tudo bem, mas não precisa terminar. Mas eu entendo você. Eu fico triste quando eu começo o jogo e não termino. Não consegui jogar o jogo do Gnose ainda, mas o anime é o maior maneiro.

Fica a dica. Assistam o anime do Gnose. Ninguém tá assistindo esse anime. Ninguém tá falando. Esse anime parece que ele nem existiu. É muito bom. Cara, a abertura... Pô, a abertura do Gnose é foda.

pra caralho, vai tomar no cu. Mas é isso, gente. Minha voz morreu. Simplesmente ela... Falou de anime, né? Falou de anime. Deus pune quem fala de anime. Mas Tengu, pelo amor de Deus, me tira das notícias de A Generativa, me traga para o mundo dos joguinhos. Uou! Pois bem, joguinhos, né? Vamos falar de um dos meus gêneros favoritos, que é Character Action. A gente falou em algum outro vértice... Sobre o gênero do Character Action.

falou e a gente respondeu uma das perguntas falando sobre vários gêneros de jogos. A gente falou um pouco de character action, que é esse gênero bem de ação, jogos de ação, que se confunde muito com hack slash e que ele é muito, ele é quase um jogo de luta, né? Ele é muito sistêmico, tem muita mecânica, ele é muito baseado na variedade de coisas que você pode fazer com um único personagem, basicamente. Eu acho que a gente tá, não é um gênero muito popular pra minha tristeza, né?

Ele é um gênero que se faz pouco, né? Ainda mais no espaço de indies. Mas é que ele é um gênero difícil, né?

Então, ele é, ele é. Ele é um gênero bem de nicho, né? Exige muita animação, né? Exige uma programação robusta, pra não ficar tudo gliteado. Sim, sim. E a gente teve no passado um bom exemplo de character action com o Ninja Gaiden 4. Talvez a gente tenha mais aí vindo no futuro com o Phantom Blade Zero. E eu não me lembrei de muitos outros jogos que se encaixem nesse gênero. Teoricamente, aquele que não deu certo, que lembrava Final Fantasy XV, ele era meio character action, né?

Lost Soul Aside. Lost Soul Aside, isso é. Nossa, que é um jogo que passou tão em branco, né? Nossa, ele é tão ruinzinho. Você jogou ele? Joguei só a demo, só. Que são as duas horas do jogo e... Nossa, é muito ruim. Ele não pareceu grande coisa, né? Não, ele não é bom, não. O Control Resonance vai ser Character Action. Vai ser Character Action, né? Mas, enfim, é um gênero que não é muito popular, que ele é meio lixado. Hoje em dia?

Hoje em dia, né? No PS2, putz! Tudo da Character Action, né? Tinha bastante, né? Tinha muito Hack and Slash, muito Character Action na época do PS2.

Muito legal. Foi muito legal. Quando eu descobri o Homura Hime, que é o jogo do qual eu vou falar hoje, foi muito legal descobrir que ele era um character action indie. Que ele parecia pra mim já muito promissor, né? Ele tinha uma cara muito interessante. Quando eu vi o primeiro trailer, que já faz um bom tempo atrás, eu acho até. E eu fiquei interessado nele. Foi um dos jogos que mais me interessou. Ah, é que ele tem uma vibe near, né?

Então. E aí, o que aconteceu foi? Teve o... A gente fez um saideira jogando os demos do Vem Aí. Do Vem Aí, né? Do Steam.

até estava disponível há mais tempo, mas a gente aproveitou e jogou nessa oportunidade, né? E aí, a minha impressão inicial foi, nossa, esse jogo, ele é bem near das ideias. Por quê? Porque ele tem bolinhas coloridas e brancas. Tem isso também. Você tem uma cabeça que voa do seu lado atirando projetéis, Rafa. E bolinhas pretas na sua direção. É. Porque ele é, que nem o Rafa falou, ele era uma mistura de ação com shooter, né? Com jogo de nave.

Como o Sushi falou, você tem um objeto flutuante que fica voando do seu lado e atirando projetéisinhos. E até assim,

Movimentação é parecida. O tipo de dash que a personagem dá é parecido. O tipo de pulo que ela dá é parecido. O tipo de animação de corrida é parecido. O ritmo do combate é um pouco parecido. Então eu fiquei muito curioso, muito intrigado por ele ser um Nier-like. E na verdade, ele até não me impressionou muito logo de cara. Ele parecia um jogo meio... A gente até comentou isso no Saideira. Você sente wind nele. Você sente que é um jogo feito com limitações.

O combate não parecia muito interessante logo de cara, né? Ele parecia um combate bem básico. Mas o que aconteceu é que eu cheguei no primeiro chefe e fiquei, hum, aí tem coisa. Porque o primeiro chefe já, ele já explora bem essa coisa, o lado criativo do Nido. Que é essa coisa de você misturar muito e muito bem jogo de ação com jogo de tiro. Com bullet hell, né? Com bullet hell, né? Que é você colocar vários projéteis rolando na tela ao mesmo tempo e você meio que ter que se virar pra desviar deles.

enquanto você tenta bater no inimigo. O que já é uma coisa que é mais interessante do que um combate normal, padrão. Mas obviamente não é isso que faz o combate, não é isso que consagra o combate, mas ele é um elemento interessante. Mas o que me pegou e o que me conquistou nesse jogo, depois jogando ele na versão final, jogando ele por mais tempo, é o quanto ele mistura muita coisa de um jeito muito legal. Do jeito que funciona muito.

Então ele mistura mais do que o Nier. Porque o Nier já é meio que essa mistura do character action,

com os projéteis e tudo mais. E você diria que ele, então, pega essa base e coloca mais em cima. E o Nier, o Replicant, ele até mais do que só Cartoon e jogo de ação, né? Ele bota vários outros joguinhos também. Plataforma, de texto. Na parte de combate mesmo. Ah, sim. O combate, né? Sim. E eu acho que, assim, o Nier Automata, especificamente Automata, até o Replicant também. Mas eu vou usar o Automata como padrão, né? É o que as pessoas mais jogaram.

É, acho que é o que as pessoas mais jogaram. Eu vou usar o Automata como padrão.

muito gostoso de jogar, né, até a gente fala sobre isso no Dash, ouçam o Dash de Nier Automata. Os dois. Os dois. O Drakengard também. De Drakengard também. Então, a gente fala isso, né, e o Nier Automata é um jogo muito interessante, muito gostoso de jogar, porque ele é muito rápido, né, a resposta dele é muito rápida, é tudo muito ágil, muito responsivo, né, isso contribui pra ele ser um jogo gostoso. E eu diria que o Rumorahime, ele não é tão responsivo, ele não é tão gostoso de jogar no tátil dele, mas eu acho que ele supera o Nier Automata

de ele, vai, na complexidade e até na coragem, vai, por assim dizer, na interessância que ele traz pro combate. Do pouco que eu vi você jogando, aquele primeiro capítulo, digamos, saideira, ele já me pareceu ter um combate mais envolvido do que o do Nier. Sim. Porque, tipo, eu acho o combate do Nier divertido, mas ele é meio simples. Aí você vai encontrar uma repetição e seguir ela até o final do jogo, meio que cedo até, eu acho.

Sim. E do pouco que eu vi você jogando, já me parecia mais, sei lá, um Devil May Cry, assim, da camada das coisas,

que você conseguiria fazer? Sim. Eu acho que assim, ele não chega lá. Ele não chega, ele não alcança o patamar de um Devil May Cry em termos de complexidade, né? Em termos de possibilidade até, né? Você, porque um Devil May Cry da vida, até um baioneta e tal, eles têm um teto de habilidade bem alto, né? Especialmente o Devil May Cry. Ele tem um chão de habilidade. Então o Devil May Cry 5, ele eleva um pouco o chão de habilidade pra ele ser um pouco mais acessível do que o Devil May Cry 3, Devil May Cry 1 até, por exemplo. Mas ele tem um teto de habilidade muito alto. O Romura Rime,

Ele é um pouco mais achatado, por assim dizer, essa amplitude, né? Ele tem um chão de habilidade um pouco mais elevado. Não sei, é mais baixo, na verdade. Mais baixo, na verdade, né? Mais baixo. Então, ele é bem simples de você conseguir pegar o básico dele. Mas ele também tem o teto um pouco mais baixo do que um Devil May Cry. Não quer dizer que ele seja ruim. Não quer dizer que ele não tenha complexidade. Ele só não chega no nível de Devil May Cry muito por conta...

Ele foi um jogo índia, né? Ele não tem o investimento. Ele não tem uma equipe com o know-how.

tem na hora de fazer, do que a Platinum tem na hora de fazer um Character Action, né? Eu não sei quantos jogos as pessoas individuais do estúdio já trabalharam, mas dois estúdios é o primeiro jogo. É, ele é um estúdio taiwanês, super pequeno, na verdade. Ele é uma equipe até olhando os créditos dele, é uma equipe em que a mesma pessoa faz muita coisa repetida, repetida não. Uma mesma pessoa tem muitas funções, tem muitas atribuições, muitas funções no projeto, né? Terminei um, eu já citei ele aqui em alguma outra saideira, ou

que é o Under the Island, que é um Zelda-like super honesto que eu vou falar num vídeo do Rodizio Futuro aí, o crédito dele é muito engraçado. Porque é, tipo, duas pessoas em todas as funções. Então você vai ver, tipo, direção, arte, animação, história, é só notas das duas pessoas aparecendo, mas todos os cargos passando assim, é só os mesmos dois nomes, é muito engraçado. Mas eu imagino que é um sentimento parecido com esse, não duas pessoas, mas uma equipe pequena. Mas é uma equipe bem enxuta, né? Obviamente tem muita coisa de publisher, né?

Isso. Ele tem voz? Ele é todo dublado. Não, mas tinha publisher que disponibilizou os jogadores. Então é uma publisher de tamanho razoável, que publica muito indie. Especialmente indies japoneses, né? É meio que uma devolver de jogos japoneses, quase. Eles publicaram o Blade Chimera, publicaram os jogos da Ladybug, normalmente são eles que publicam, né? Aquele Samurai Bringer que você curte. Samurai Bringer é deles também, né?

Então tem muita coisa de jogo indie japonês que são eles que publicam. Tudo bem que o Homura Hime não é japonês, mas tá ali na região da Ásia.

área de atuação deles pra ir pra Ásia de modo geral. Mas até uma coisa que dá pra ver, né, até dá pra você reparar no quanto ele ser um indie torna ele um pouquinho mais limitado, é porque você desbloqueia combos, né, ele tem o comando básico dele, né, você tem golpe forte, golpe fraco, é uma esquiva e um parry, que é o parry, eu vou entender mais detalhes dele daqui a pouco, porque ele é talvez a mecânica principal do jogo é o parry, o que me traz alegria, porque parry é sempre muito gostoso.

Mas você tem esse golpe fraco, golpe forte, que mais você desbloqueia na loja do jogo, até a gente teve

essa dúvida, né? Porque apareceu uma personagem na demo, que teoricamente é uma loja, mas ela não tava vendendo nada. E quando você tá no jogo final, ela vende combos e dentre outras coisas, né? Você conseguir combos novos é legal, mas não é isso que faz o combate ser particularmente profundo. Porque o combo são sequências de botões e assim, sinceramente, como o jogo só tem uma arma, né? Uma combinação de armas são as espadas.

Ah, então você não troca pra outras partes. Você não troca pra outras armas, né? Então você é muito rápido, você descobre, ok, vai ter um combo

ser melhor que todos os outros. É quadrado, quadrado, triângulo, né? É. Você vai encontrar os combos que são mais otimizados, né? Você não tem porquê fugir muito de certos combos, a partir de você ter bastante opção, né? Mas, Tengu, ele tem... Rank. Rank por nota, né? Então ele tem um incentivo para os seus altos ataques, né? Tem, ele tem, mas o sistema de ranking, ele é bem amigável. Super, super amigável. Não é tipo o baioneta que, tipo...

Não. Não, você tem que jogar bem isso aqui pra tirar a plátina. Ele não é, ele é muito mais...

amigável com você repetir combo, repetir golpe. Você não perde muitos pontos por isso. Tengu, eu lembrei de um detalhe agora, não sei se eu tô inventando ou se eu vou adiantar uma coisa que vai falar. Você repetir o combo diminui o dano, não é? Não, acho que não. Então é outro jogo que eu tava em mente. Então desculpa, esquece. Acho que é outro jogo, não, não, não. Esquece isso, tira daqui. Não, pelo menos... O sushi é o nosso chá de apeteiro, acabou de alucinar.

Pois é, a minha cabeça tá bem assim mesmo. Mas então, eu não senti pelo menos que você perde dano repetindo o combo, e eu acho que pelo menos o jogo não fala sobre isso.

já são um recente que eu devo ter visto e tal. É possível. Mas assim, se por um lado os combos eles não trazem tanta variedade assim, eles trazem sua variedade. É legal ter bastante opção, mas eles não são assim uau, que maravilha, né? Aliás, você perde muito mais pontuação tomando dano. Demorando pra fechar a luta e tomando dano. É aí que você perde ponto no sistema de ranking mesmo. Mas uma coisa que torna mais interessante é o sistema de skills que você desbloqueia, né?

Que você compra também na loja. Então as skills você pode equipar elas quatro por vez e elas têm muitas funções

Desde dar dano simples quanto você ter várias funcionalidades. Como, por exemplo, você juntar todos os inimigos num lugar só. Ou você puxar um inimigo pra perto de você. Ou você paralisar o inimigo. Ou você ir correndo até o inimigo dar dano. E essas skills são limitadas por cooldown? Sim. Ou por NP? Por cooldown. E o cooldown é você bater. Então ele é um jogo que ele dá muito enfoque em você ser agressivo. Você sempre tá em cima do inimigo, batendo, pulando, esquivando e dando parry.

As skills, elas trazem muito do que é a maior criatividade, por assim dizer, do jogo. Tá nas skills. E você usar as skills como uma cola que vai juntar vários combos. Então você começar batendo no chão, levanta o inimigo, bate o inimigo no ar, joga ele pra longe, emenda uma skill que vai te jogar pra perto do inimigo, levanta ele de novo, bate mais nele, joga ele pra longe. Então você tem muito incentivo a você ser criativo nesse sentido.

De você dar combos e conectar combos com as skills. E nisso o jogo brilha bastante, assim. Você tem bastante opção que você pode seguir nele.

Você sente que dá pra fazer uma buildzinha, assim, com as estilos? Dá, dá, dá. Eu acho que sim, acho que sim. De novo. Porque algumas coisas que você falou, tipo, ah, puxar o inimigo pra mim, ou eu me puxar até o inimigo. Normalmente são comandos, né? É, tem alguns jogos que colocam isso como, sei lá, ah, é um botão específico que você vai ter sempre aqui. Mas a parada desse jogo, ele tá tendo esse foco meio que de builds, né?

De você meio que personalizar ela meio que ao seu gostinho, assim. Sim, tem isso. É o seu estilo de jogo, né? Tem até, por exemplo, de novo, eu vou falar daqui a pouco, prometo que eu falo do Parry daqui a pouco,

tem uma skill que você pega que você ganha meio que um escudo. Você não precisa dar parry. Mas é uma skill, é o cupom slot. Mas é o cupom slot que você vai usar, que você vai gastar. E aí você chega, finalmente cheguei ao parry, né? Que é um botão, ele é o R1 ou RB, que ele tem uma janela bem generosa até pra você dar parry nas coisas, né? E você sabe, quando o inimigo dá um ataque que tá em vermelho é que você pode dar parry.

E o parry... Ah, é? Não é todo ataque, então? Não é todo ataque que você dá parry, né? Até que ataque vermelho você pode dar parry e ataque amarelo você precisa esquivar.

Quando você acerta o parry, ele te dá uns frames de invencibilidade. Você pode andar numa direção, você meio que esquiva numa direção quando você acerta o parry. E você recupera um pouquinho de vida. Mas bem pouquinho mesmo. Você tem um amuleto que você ganha mais de vida quando você equipa. Mas normalmente é um ganho muito pequenininho de vida pra você não abusar. Mas ele é um parry que não é muito exigente. Que é bom porque você tem que dar bastante parry no jogo.

Mas você fala, ah, mas aí você pode spamear parry, né? Você não precisa meio que saber o timing exato pra dar o parry.

ou menos, né, você tem o parry, ele é uma janela, que nem eu falei, ele é muito generosa, mas se você dá o perfect parry, né, se você dá o parry no timing perfeito, você deixa o inimigo tonto. Então você já tem a oportunidade de você, de repente, levantar o inimigo, dar um comba aéreo, né, porque normalmente, se você tenta dar um comba aéreo no inimigo com ele num estado normal, não é sempre que você consegue levantar ele, mas se ele tá tonto, você consegue.

E aí, de novo, é mais a oportunidade de você dar combos maiores, de você ter mais possibilidade de ataque no inimigo. O Sushi queria falar que a interface parece

de Nier da Automata. Não, é idêntica. É idêntica. O retângulo preenchendo com a linhazinha depois, as bolinhas na ponta. Caralho, é idêntico. Caralho, como é que pode? É idêntico. Esse jogo, a base dele é muito Nier. Tanto que até teve, perto do lançamento do jogo, teve até uma entrevista conjunta, né? Dos devs do Homura Rime com o Yokotaro e o Taura, né? Que foi o diretor, né?

automata. É, cuidou especificamente do combate do Nira automata. E foi muito fofo, né? Porque eles deram vários conselhos pra equipe do Romura Rime. Bonitinho. E coisas que tipo, ah, pô, ainda bem que vocês pensaram nisso, né? Obrigado pela dica, a gente vai tentar implementar isso antes do jogo sair. E teve coisas que eles realmente mudaram. Mas o jogo é bastante Nira. Mas eu achei bonitinho isso. Provavelmente foi a publisher que ajeitou isso pra acontecer, né?

Sim, sim. Mas eu achei bonitinho eles toparem e tal. Rime é princesa. Isso. Então você joga com a

A Princesa Romura? A Princesa Romura. A Princesa das Chamas. Ah, tá. E é um jogo... Ele tem uma historinha que você achou engajante? Tem, ele tem. É anime, das ideias? Ele é bem anime, mas ele é uma história... Até... Eu não vou dar spoiler. Eu não vou dar spoiler, tá? Mas até na história ele tentou ser um pouco nir. Imagina. Eles devem gostar muito. Assim, ele não chega lá porque, né... Até que ainda bem, talvez, né? É, entendeu?

Ele não é um jogo com as mesmas pretensões. Não é um jogo que até que tem uma mensagem, né?

Nier tem, como os jogos do Yokotaru costumam ter. Mas ele tem coisas de linguagem, de mensagem, de texto, de coisas que acontecem, que é muito Nier das ideias. O que dá pra falar, sem dar spoiler, é que o jogo faz um trabalho, ele se importa muito em você se importar, em você simpatizar com os vilões. Então tem muito de você, às vezes, ver a história pelos olhos de quem você enfrenta. Que é uma coisa bastante Nier. Então, sei lá, é legal.

É legal. Não tem, de novo, não tem a mesma pretensão, não é a mesma coisa, mas é legal que eles tentam fazer uma coisa diferente, claramente inspirada por eles. Mas, voltando para o gameplay, e o parry, ele é, de novo, generoso, mas ele é muito gostoso. Uma coisa que a gente reclamou, quando jogou a demo, do jogo que ele parecia muito silencioso, né? Sim. Porque ele não tinha muito feedback das coisas, até. Tinha o som do seu ataque, mas não tinha o som de você acertar, tipo, check, check, sei lá, um efeito sonoro. A luta parecia muito silencioso,

no geral, né? Sim, sim. E eles resolvem isso na versão final. E o parry, ele é um parry gostoso. Ele é um parry sonoramente gostoso, tátilmente gostoso, visualmente gostoso. Então, pô, acertaram demais no parry. Mas, assim... E ele tem esquiva de última hora? É, não. Não tem. Não? Não. Ele não tem esquiva witch time. É porque... Não, não, não. Mas é porque quando ela esquiva ali, faz um efeito, assim. Ela fica transparente, mas...

Mas eu não sei se quando ela faz uma esquiva... Toda esquiva, quando ela acerta, é desse jeito? É, a esquiva,

ela tem iframes, mas ela não tem o mesmo tipo de esquiva que o Nier tem, que fica em câmera lenta, nem nada assim. O Nier fica em câmera lenta? Fica, fica. Você pode equipar, eu acho, acessório pra ativar isso, na verdade. Eu acho que é por padrão. É sempre? Eu acho que é por padrão. Mas é assim, em alguma forma, o Nier Automata tem slow motion depois da esquiva. É, sim. Mas eu acho assim, onde o jogo brilha de verdade, eu acho que ele se consagra como um character action de respeito, mesmo sendo um indie de escopo menor,

dos encontros de combate. Porque assim, ele é muito... Nesse sentido, nesse quesito, ele é muito superior ao Neurotômata, muito superior, porque você sempre tem... Você precisa gerenciar o seu encontro de uma maneira inteligente. Porque você, especialmente nas fases mais avançadas e nos chefes, você precisa gerenciar onde você está, você precisa saber onde você está.

Onde estão os seus inimigos. Você precisa saber. Onde eles estão atirando em você. Que tipo de projeto. Eles estão atirando em você. Que você precisa dar parry. Que você não pode dar parry. Que você precisa esquivar. Então você está sempre. Você nunca está parado. No combate. Você sempre está fazendo. Gerenciando. Várias coisas ao mesmo tempo. De uma maneira que não é. Que às vezes até. Meio. Como é que é a palavra? Overwhelmed.

É sobrecarregante. Mas eu não acho que é de um jeito ruim. Eu acho que ele é. Engajante mesmo. Você tipo. Não é um combate. Que ele é previsível. O combate nunca chega a ser.

entediante, né? Ele nunca chega a ser, de novo, previsível. Você tá sempre fazendo coisas interessantes, sempre andando, nunca parado, sempre procurando, tipo, eu bato um pouco aqui, eu bato um pouco ali, ah, esse inimigo, esse inimigo, ele tem uma barreira que ele só quebra se você der tiro. Então, eu tô correndo e vendo os inimigos que estão ao meu redor, esquivando e dando parry, enquanto eu atiro naquele outro inimigo e fico de olho nos ataques que ele vai me dar.

Então, ele é sempre muito divertido, mesmo você não tendo muita variedade de combo,

até das skills, né? Que você tem essa criatividade de build e de conexão entre os combos. Usando as skills, elas não são muitas, né? Então, mesmo com relativamente poucas opções de coisas que você pode fazer no combate, ele rende muito. Porque você tá sempre muito engajado, né? Muita coisa acontecendo. Você tem que ser criativo o tempo todo. Ele é de fase, Tengu. Ele é de fase. Então, ele é tipo... Baioneta. É, tipo baioneta. O Devil May Cry, ele é de fase, mas ao mesmo tempo... É, não é fase. É de capítulo, né?

você continua no mesmo lugar quando termina. Depende do jogo. Ah, tipo, deve mais cair um, você volta. Não, é que o 1 é o mais diferente de todos. O 3 também, você não desce a torre um pouquinho de novo? Ou pelo menos você pode revisitar algumas partes? Tem uma parte que você revisita várias vezes, mas não é comum, não. Ele, via de regra, ele é mais estruturadinho como fase. É que o que eu mais lembro é do 1 e do 4, né? O 4 lembra que você vai até o final, depois você volta tudo as fases, né?

Isso, isso, isso. Mas ele é mais tipo de fase, tipo, acabou, você tá em outro lugar. Fase de Mario.

A captura dele é, você vai pra fase, resolve a fase, volta pra sua base, que você pode falar com o NPC, usar a loja, ficar lá curtindo o visual, aí você volta e vai pra outra fase. Você vai repetindo esse processo, né? Vai pra fase e volta pra base. Vai pra fase e volta pra base. E ele tem uma variedade legal de fases, de temáticas, de fases. Eu tô vendo que ele tem bastante plataforma. Ele tem plataforma. Gostei, achei legal.

Que é a parte mais fraquinha, eu acho, de plataforma, né? Não é o foco dele, né?

tinha uma variedade. Eles até falaram que no próximo patch grande do jogo, eles iam até mexer em alguma coisa de plataforma, porque ela não é super bem resolvida, assim. Tem algumas plataformas que você não fica claro a distância entre elas, ou não fica claro onde você tem que pular, tem uns símbolos em que você precisa se ancorar ou que você vai te jogar pra outro lado e tal. Às vezes não fica claro pra onde você vai, pra onde esse símbolo te joga, ou pra onde você tem que pular depois que você se ancora.

Então ele não é super bem resolvido, mas não é ruim. A minha reclamação sobre o jogo é essa, é que a plataforma

é muito bem resolvida, não é muito legal, mas ela não é... Não segaxé ruim. Não segaxé é foda. Não segaxé ruim. Não segaxé. Não chega a ser ruim. Ou segaxé ruim? Não chega a ser ruim, nem nada. Mas as fases são bem... Tem bastante variedade até. Eu gostei. Você tem bastante exploração até. Tem segredinhos pra você descobrir, né? Tem missão secreta pra você descobrir. Gosto. Eu ia perguntar isso. Ah, eu nunca descobri essas porras.

Nunca. Baioneta terminava a missão e ficava... Caralho, como é que eu perdi cinco batalhas nessa porra?

Difícil, mas ele é um incentivinho pra você explorar. Tem um incentivinho. O pessoal perguntou da música, Tengu. Porque o visual é bem bonito, eu achei ele legal. Ele é, ele é bonito. Ele é bonito pra um jogo indie. Obviamente ele não tem... Que isso, é pra essas pessoas que falam, olha, pra um cara feio até que você é bonito, falam pra mim. É que os cenários são bem vazios. É, sim. Mas os modelos são legais, assim. O estilo cel shading que ele usa aí, usando as aspas, é bem bonitinho.

Tavam parando no chat que parece meio gato o visual. E ele tem um visual meio Genshin, meio essa tendência.

Ah, eu acho triste o pessoal. Mas eu vou associar hoje em dia esse estilo a gato, entendeu? Por causa de Genshin. Mas é porque vira o make padrão. Mas eu acho Genshin lindo, inclusive. Mas assim, o problema de Genshin, o grande problema de Genshin... É que ele é um gato. O segundo grande problema de Genshin é que tem muito pouca variedade de estrutura corporal dos bonecos, né? Ah, não. Todo mundo é um twinkzinho, né? Todo mundo é muito parecido.

Ou uma lolly. Tem dois tipos de mulher e um tipo de homem no jogo, né? Não, pô. Tem dois tipos de homem.

Parrudão, Parrudão e tem o homem Twinkzinho, Juliano Floss. Então tem dois de cada. Mas no Hombura Rime é bem mais variado, assim. Especialmente as chefes. Ele é bem criativo de design, sim. Ele tem bastante variedade. Uma coisa legal do jogo, não só que ajuda pro que eu falei do jogo ser muito engajante, é que ele introduz inimigos novos por muito tempo. Pô, legal. Então... Isso é difícil? É difícil e não é... É muito... Pô, é um negócio custoso.

É, então, inimigos novos com designs até parecidinhos entre eles, mas com ataques únicos, comportamento único, jeitos únicos de interagir entre os inimigos mesmo, né? Então isso ajuda o combate a não ficar chato, cara. O combate, até o fim do jogo, até a última luta, o último chefe, ele não é repetitivo. E isso é muito impressionante pra mim. Não, e assim, como você falou, normalmente, eu acho que uma coisa que é muito bom destacar é um projeto indie, sabe? E tudo isso que eu tenho que falar não é fácil de fazer. Não é, não é.

É custoso, é caro. Tipo, o Tengu ainda não falou dos chefes especificamente, que eu sei que é algo que ele gostou, mas vendo o vídeo que enquanto você fala, eu tô vendo a luta dos chefes e pensando, caraca, luta foda. Os momentos cinematográficos, em tempo real, no caso, não é uma cutscene, mas os momentos fodas visualmente. E os chefes, né, eles são até bem desafiadores, assim. Parece que o jogo vai ser fácil quando você começa a jogar, mas os chefes, eles são bem criativos, tanto em termos de design visual quanto design de combate.

Eles fazem coisas que eles brincam com a arena. Alguns inimigos e os chefes têm um tipo a liberação de domínio do Jujutsu, né? Você é transportado para um espaço separado e você só consegue soltar do espaço quando você quebra uma barreira ou sobrevive por um tempo determinado, né? Mas nos chefes é quando mais você tem a interação com o elemento de bullet hell, que ele mais exige que você fique esperto tanto em desviadas dos projéteis, né? Você tem que pular muito, ver a ordem em que os tiros saem,

de desenho que os tiros fazem pra você desviar. E eu acho que o fato de que você tá numa expansão de domínio ajuda, né? Pra ficar mais destacado os tiros, pra não ter excesso de informação na tela, né? Sim. Pro bullet hell isso é muito importante. E às vezes até tem, mas é de um jeito que você, você meio que entra num transe, você entra na zona, e aí você se torna um com o jogo e você fala, caralho, eu tô desviando e dando parry em tudo.

Sou o Neo. Eu sou o próprio Neo Matrix. Isso. Né? E é muito gostosa a sensação de você

É o que o jogo te pede, os sistemas dele. E você dominar ele. É muito, muito gostoso, né? Os chefes, de novo, eles trazem mais variedade. Então, às vezes, eles ficam gigantes. Eles brincam que nem o Nier, né? De você ficar com a câmera de cima. Hum, legal. E você escapando de tiros e tal. O seu analógico direito é pra controlar os seus tiros? Igual no Nier? É, sim. A câmera e a retícula do seu tiro. Ah, então é os dois. É. É que a retícula só aparece quando você começa a atirar.

Ah, é. Porque tem muitos momentos que você tá de cima, por exemplo, que é só o... É só o robô, né? Que é a tira que você controla, né? Sim, sim, sim. É. Entendi. E assim como dinheiro, você tem várias opções de tiro. Não só. Dos chefes, né? Voltando aos chefes, o tipo de combate que você realmente precisa aprender padrões. E você até morre algumas vezes até você entender. Tipo, ok, o chefe deu esse ataque, mas como será que eu tinha que esquivar?

Será que é fazendo isso? Será que é fazendo aquilo? E é um processo interessante de você aprender o que o chefe faz e como lidar com cada uma das coisas que ele faz.

os chefes tem comportamentos bem únicos e que eles mudam no decorrer do combate, né? Eles vão cada vez apresentando inimigos novos, meio que nem chefe de Souls, né? Quanto mais você quebra a vida dele, mais coisas diferentes ele vai fazer, mais ele vai te exigir durante o combate. Agora, enquanto bem nada a ver, Tengu, ele tem um momento meio zangetsu do... É zangetsu? Kimetsu no Yaba? Não, o momento do Metal Gear Rising. É, zandatsu. Zandatsu, desculpa. Que o, né, você para pra finalizar o inimigo, a câmera

e você tem que desenhar um traço. Você quis dizer Castlevania Dawn of Sorrow? Meio que isso, meio que isso. É Dawn of Sorrow, né? É o Dawn of Sorrow. E no Demon tinha sido meio estranho, né? Fica melhor isso no jogo? Cara, fica porque é sempre o mesmo desenho. Ah, tá, beleza. O desenho não muda, é sempre o mesmo. É um bagulho que aparece sempre que você vai matar o inimigo, que você quebrou o escudo dele, que quebrou a defesa, e é sempre o mesmo. E é legal porque, tipo, essa coisa que eu tava quase esquecendo de falar.

ele entra num modo rage. Ele fica bravo e os chefes também fazem isso. E ele faz essa expansão de domínio. E aí você tem que dar parry nos ataques especiais do chefe um número X de vezes. E é sempre um ataque único que você tem que aprender a dar parry. É diferente dos ataques que o inimigo faz. E o chefe, pra mesma coisa pro chefe, né? Então, só quando você consegue fazer o parry essas X vezes, você consegue depois dar esse ataque de congelar o tempo e eliminar o chefe e tal. E é bem gostoso, é bem satisfatório você dominar

o chefe, dominar o inimigo, conseguir dar parry em todos os ataques dele, assim. É comum, mais pra frente do jogo, você até ter alguma dificuldade em você dar parry em algum desses ataques. Mesmo a janela do parry sendo bem de boa, assim. Mas é muito gostoso. Mesmo assim, é muito gostoso você aprender. É muito aquela fantasia de poder gostosa, assim. Quase que nem um Musou, mas você tem que trabalhar mais por ele, né? É, eu diria que nos character actions, esse é o quê, né? Sim. Você pode ser pica pra caralho.

Mas porque você tá acertando em fazer as coisas. Porque se você bobear, você toma porrada. Sim. E fica parecendo um bobo, na verdade, jogando. Eu não acho ele um jogo particularmente difícil. Especialmente porque o Perry, ele é bem generoso, que nem eu falei. Você jogou no normal, eu imagino. Ele jogou no normal. Mas a dificuldade dele é justamente o que eu falei. É você ter a noção espacial de você saber gerenciar os inimigos.

O campo de batalha, né? O campo de batalha. Me parece uma parada meio Doom, assim, quase, de você explicando.

uma coisa, cada um apresenta um tipo de perigo, aí você tem que meio que pesar, né? Tipo, quem que eu vou priorizar? Porque pode me estragar mais nessa situação. Sim, é bem isso. Bem, bem isso. Isso é coisa de característica de primeira linha, assim. Exato, exato. Sabe? Tipo, você tava falando, Tengu, e eu só tava conseguindo imaginar o Solstice. Você chegou a jogar ele? Não, não. Ele é tão chocho, coitado. E eu só ficava pensando, nossa, o Solstice, né?

Não fez nada disso, coitado. Eu não lembro qual que é esse. Eu lembro do nome, mas não lembro.

É um character action acho que mais inspirado em Devil May Cry que tem uma carinha meio começo de PS3, assim. Começo de PS3 é sacanagem, né? Mas mais PS3. Agora, falando o nome, talvez eu tenha preocupado. E ele é indie também, ele é indie também. Mas, tipo, nossa, ele não me pegou em nada, coitado. Falaram, né? O Souls 2 foi cancelado, inclusive. Ah, sério? Nisso eu fico triste. Tipo, eu não gostei muito do primeiro. Mas é legal quando o 2, por exemplo, tem chance de iterar em cima do que o primeiro fez, certo?

Às vezes o primeiro era meio ruim, mas tinha muita promessa pra uma sequência, né? É tipo o Dark Souls.

né? Pô, que isso, gente? É tipo Dark Souls. Caralho. Mas assim, cara, que surpresa. Quando eu joguei a demo, eu fiquei meio desimpressionado um pouquinho. Quando chegou o chefe, ele me ganhou de novo, e eu não esperava que ele fosse ser um jogo que fosse me prender tanto, assim. Que fosse exigir essa noção espacial, exigir estratégia, fora os combos e tal, essa coisa toda, né, que Cartier Action já exige. Eu não esperava ser surpreendido dessa forma, assim, sinceramente. Alguém perguntou, inclusive, antes, quantas horas

demorou pra zerar? Eu zerei em 16 horas. Pô, bom, bom, nossa. Minha Mac é Resident Evil. E ele tá um preço ok, ele só tem no PC por enquanto. Ah, só no PC. É só PC por enquanto. Eu não sei se tem previsão pra console, eu cheguei a procurar. Você viu quanto ele tá? Ele deve ter pretensão, né? Eu vi, eu vi. E no PC ele tá 74 reais. Porra, que preço bom. É um baita preço. Porque assim, jogo baita, baita jogo. Eu assim, não tenho nada do que reclamar dele. Ele é um character action de gente grande, assim, tá ligado?

Sério, é de gente grande, assim. De estúdio grande, você quer dizer. Ele tem as limitações de indie, que nem eu falei. Não dá pra chegar nele esperando a mesma quantidade de opções, a mesma complexidade de um Devil May Cry. Ah, mas pelo amor de Deus, né? Quem esperaria isso? Não dá, não vai esperando esse tipo de coisa. Mas dentro das limitações dele, ele é excelente, cara. Ele simplesmente é excelente. Baita jogo. Faz tempo que eu não jogo um character action bom desse jeito, assim. Sabe? Ótimo, ótimo. O pessoal tá falando,

pra você que vai lançar um outro... Um outro character action indie. Ah, é? Que, pra você dar uma olhada, que é baseado em Kamen Rider. Ah, é o Kijutsu Rider. É isso aí, é. Eu vi um trailer dele e só... É um teaserzinho, uma coisa assim. Tava rolando o demo dele no Next Fest, eu acho, porque eu vi muita gente falando dele. Ah, é? Ou só coincidiu, mas eu lembro que na época do Next Fest, atualmente, sei lá, umas três semanas atrás, muita gente tá falando dele.

O Renan falou que vai sair no Switch 2. Ah, legal, então. O jogo foi anunciado pra Switch 2 pra algum momento desse ano ainda. Ah, legal.

Romura Rimeira, não é Rimura. Foda, foda. Pô, se eles forem lançar pra Playstation, eu vou esperar. E a platina dele não é difícil. Gosto. Não é difícil. Gosto. Só não fala pro André. Tomara que saia pra Playstation. Tomara que ele saia pra tudo. Exato. Mas, ó, já fica o aviso pros membros de jogabilidade que é um jogo pra jogar porque vai estar na top 10 do Tengu. Cara, é possível. Porque ele é... Cara, eu fiquei assim, fiquei de cara.

Fiquei de cara. Fiquei gag. Eu tô bem animado pra jogar ele. Ficou o gag. Ficou o gag. Ficou o gag dela gag.

bem animado pra jogar ele, mas ainda não tive tempo, infelizmente. Porque o próximo Dash o jogo é longo, né? Rapaz do céu. Uh, rapaz. É mesmo? É, eu sei. E tem que jogar os jogos do Rodizio ainda e tal. Então tá difícil. Então como esse jogo, felizmente, tá fazendo sucesso, assim, pra um jogo indie, então ele não vai encaixar no Rodizio, infelizmente, porque tá com bastante review já. Tá mesmo? Porque eu achei que ele não tava ainda muito...

Não, tá com mil e tantos reviews no Steam e faz uma semana que ele saiu. Ah, pô, que bom. Não, é bom, é um bom resultado.

Continua, então. E eu espero que, ouvindo eu falar, eu espero que mais pessoas deem chance pra ele. Porque, de novo, cara, excelente. Baita jogo. Então tem Gu. Você falou, falou, falou e falou e eu não entendi porra nenhuma. Explica pra mim o que você achou desse jogo através de uma nota desnecessariamente complexa no qual ela vai ser formada na interseção de dois pontos num quadrante, num eixo. Num plano cartesiano. Num plano cartesiano.

eixo é a qualidade, que vai de JA, e o outro é o quão interessante o jogo é, que vai de 1 a 10, e a nota vai ser a junção desses dois negócios. Nossa, agora eu entendi tudo. Que bom. Queria dizer, pra pessoas que estão ouvindo só o áudio e não viram o vídeo, Sushi mandou um Ultraman agora aqui, ó. Sushi mandou um raio do Ultraman. Mandou Ultraman aqui, ó. Muito bem. Homura Hime, ele não é um jogo assim... Agora, eu não sei se eu acho ele interessante ou não, porque, eu não sei,

Tem que ver da onde vem a interessança, né? É, pois é, porque ele não é... É tudo muito subjetivo. Porque ele não é muito inovador, nem nada, né? Ele não traz muitas ideias novas, mas ele executa o que ele faz muito bem. Exato. E assim, você não vê a torta e a direito por aí, Nears-like... É verdade. Bem executados, né? É verdade, é verdade. Isso é interessante. É interessante, é interessante. Mas ao mesmo tempo, não é tão interessante quanto um jogo mais original. É verdade. Então, para o Rumura Rime, eu dou um A7. A7.

Uau, qualidade máxima. Olha, a interesse é até maior do que o... Talvez eu esteja emocionado falando desse jogo. Acho que não. Não, mas faz parte. Mas eu dou um A7, porque eu achei ele realmente muito bom. Tengu, nenhuma nota é eterna. Exato. E a gente tá aqui pra encapsular esse momento do empolgamento. É verdade, você tem toda a razão. Se um dia a gente for revisitar, aí muda, tudo bem. Faz sentido. A gente devia, a gente devia revisitar as primeiras notas navais, sabe? Ver se a gente concorda, ainda se não concorda.

Seria legal. É interessante. É que a gente não tem um site, mas infelizmente... Ah, é, né? Fudeu. Então não tem como. Acabou, galera. Mas seria legal a gente ver isso. Mas tinha gente... Eu não sei se as pessoas fazem isso ainda. Mas tinha gente que tirava screenshot das notas navais. Mandava no Discord, é verdade. É, pode ser. Não sei se ainda fazem isso. Mas talvez as primeiras ainda tenham lá. É, talvez. É possível. É possível.

Mas um A7, então, é só nota para Romura Rimea. Princesa Romura. Yes. A7. Foda. Nota foda. E esses foram os joguinhos do dia.

Um bom joguinho. É, mas não acabou. Não acabou. O Vertis não acabou. Vocês ainda não estão livres. Não é um momento riquio de dar soco na parede. Então vamos para o bloco de perguntinhas. Mas antes disso, caso vocês queiram mandar perguntinhas para nós, mande para vertis.jogabilidade.de ou para o arrobajogabilidade no Telegram. É isso. Qualquer um desses dois lugares, mande uma perguntinha. A nossa equipe, no caso, o André, vai escolher algumas e colocar para a gente responder aqui no Vertis.

poder suar mais ou menos assim, no caso do Rafa, suando o caso das vezes. Exato, nossa, suando muito mesmo. Olá, jogabilis sábios, meu nome é Alex Rocha, tenho 44 anos e moro em Formosa Go, né, uma nova depois de Pokémon Go, Formosa Goiás. Acompanho a jogabilidade há uns 4 anos e sempre fico surpreso com o quanto o trabalho que você entrega é divertido, informativo, de opiniões acertadas, a gente nunca errou. E com críticas assertivas, também nunca acertei.

Eu nunca acertei na minha vida. Não apenas no mundo dos games, mas nos comentários políticos da

culturas, mas tá aí também. Pô, foda, hein? Nesse games a gente não sabe nada, mas no resto... Quando num dia desses... Desculpa. Desculpa. Achei bonito, mas... Eu, sem querer, eu abri os comentários do Último Vértice. Não foi sem querer, não. É porque eu não participei e eu precisava pegar alguma informação pra pôr no post do podcast. Sei, sei, sei, sei. E eu caí nos comentários. Caralho, o pessoal no bloco do... Exoteric Abbie. Nossa! O quê? O André, ele manifestou uma visão política, Tengu. Ah!

Ah... Aí os comentários... O Adventure lá, que parece Disco Elysium. Ah, sim, sim, sim. Que o André falou semana passada. Eu não acredito que esse pessoal de jogabilidade é de esquerda. Mais ou menos isso. Não é possível. O pessoal desinformado, hein? Se as pessoas ouvirem o dash do Disco Elysium... Meu Deus. Nossa senhora. Esse pessoal não ouve podcast. É só VOD. É, exato. Mas as pessoas não representam a gangue do VOD. Não, não, não. Tá bom? Mas... Vai lá, Rafa. Desculpa.

Só acha disso.

Pô, um console que eu gosto muito, eu acho ele lindíssimo. É o Super Famicom. Acho ele tão bonitinho.

Famicom. Eu acho o Famicom bonito. E aí, não sei se é nostalgia, né? Mas eu acho o Nintendinho lindo. Nossa, o Nintendinho lindo, lindo, lindo. Ele é quadradinho, ele abre aqui na frente. Eu acho tão bonitinho. Eu gosto mais do Super Famicom. Acho ele mais redondinho ser mais bonitinho. Eu gosto do Super Nintendo também. Acho lindo demais. O Famicom, ele é bonitinho. O Famicom, o Nintendinho, né? Ele é bonitinho. Ele é muito bonitinho.

Ele é muito bonitinho. Ele parece um brinquedinho, né? E as cores dele são lindas. São, são. Nossa, eu acho muito bonito. Ele tá falando do Mega Drive, eu acho o Mega Drive muito bonito. Eu acho o Mega Drive bonito. Mas é que tá...

aquela nostalgia? Será que eu não tô enxergando por trás da trambolice? Ah, talvez. Porque eu acho ele lindo. Eu acho o controle dele, que é aquele boomerangzinho gordo. Eu acho tão bonitinho. Um croissantzinho, né? Exato. Mas eu adoro, por exemplo, o Master System também. Eu acho lindo. Adoro o controle do Master System, que é um tablet de chocolate surpresa. Pô, eu gosto demais. Eu acho o Playstation 1 bonito. O Fat, eu acho ele bonito.

Eu acho o PS1 o redondinho. O Slim. É o Slim. Eu acho ele bonitinho. Mas eu acho o Fat bonito também. Eu também, ó. Eu também gosto.

O Matheus Curi falou. O Xbox. Eu acho o meu Xbox lindo. Eu não gosto. Ele tem um X gigante. Porra, eu acho ele muito foda. Eu não acho bonito, não. Eu acho ele muito caralho. É um videogame, porra. Olha que videogame. Mas sabe o que eu acho bonito também? E aí vocês vão falar que aí eu realmente tô errado pra caramba. O N-Gage, bonito. Você tá errado pra caramba. É a pior usabilidade existente. Mas eu acho ele, tipo, aquela tecnologia do futuro do passado.

Tipo, é o... Porra, eu acho tão legal ele. Um console que eu acho bonito é o Sega Mark III. É o que... É o...

É, o Mark III, que é o Master System, só que é a versão original dele, antes de virar Master System. É. Eu acho ele muito bonitinho. Eu não gosto muito, não. Eu gosto do Master System, Master System. O que eu tinha era Master System 3, inclusive. Então é o que eu acho mais bonito. Esse, hoje em dia, o Sega Mark III parece uma placa de vídeo, né? É, ele parece um pouquinho. Mas eu gosto bastante do Mark III e do Mark II. Que é meio que isso, só que o Mark II, ele não tem o calombinho aqui.

Pô, o Icaro mandou real ali. O Nintendo 64 é transparente. Nossa, ele é bonito. Pô, os transparentes são lindos demais. É bonito, né?

Eu acho engraçado que a pessoa comenta aqui, o Alex Rocha, ele comenta que não acha nenhum modelo do PS3 bonito, mas acha charmoso o 3DO. E eu acho que ainda entra muito na parada da... A estética, o que você vê como um bom enfeite pra sua casa, vai variar muito, né, do seu gosto. Tipo, o Wii, eu não acho o Wii bonito. Eu também não. Eu acho o Wii bonito, principalmente na plataformazinha que ele falou, que ele fica empinadinho pra cima, assim, eu acho ele bonitinho.

Eu não acho ele feio, mas também não acho ele particularmente bonito. E ele ligado, ele fica com aquele ledzinho azul, eu acho mal bonitinho.

só ali como um enfeite, sem a função prática dele. Mas tipo, o Mark III eu acho bonito, o Famicom original eu acho muito bonito. Eu acho lindas as cores dele, lindo, lindo. É, o Famicom é muito bonitinho. Eu acho o Gamecube lindo também. Eu adoro que ele é uma lancheirinha, nossa. O Neo Geo Pocket é muito bonitinho. Eu acho o logo do Neo Geo Pocket muito bonitinho, mas eu não tô lembrando o formato dele agora. Olha, bota aí, bota na tela aí, assistir.

O Neo Geo Pocket. Pocket. Pô, ele é muito bonitinho. Ele é bonitinho, ele é bonitinho.

modelos diferentes, mas ele é bonitinho. Ah, bota aí o N-Gage. Não, o N-Gage não. Não, bota aí pro pessoal, o pessoal vai falar que é bonito. É o futuro do passado. O N-Gage é muito feio, Rafa. Olha, é muito bonitinho. Caralho, é muito legal, Rafa. É muito legal. Porra, é muito bacana. Assim, ele é super a época dele. Então, ele é muito legal. Ele é uma pérola cristalizada, assim, do... Então, é foda, é muito legal. Da época. E eu gosto que tem um celular aqui do lado, que tipo, é isso que ele tá mirando, tá, galera?

O Wayne Gage não é bonito, mas ele representa bem a sua época. Ele falou do primeiro Game Boy Advance ser bonito. Eu amo o primeiro Game Boy Advance. Eu acho ele muito bonito. Mas eu amo SP. Nossa, SP lindo. Sabe o que é o pior? Flip. Eu acho o micro mais bonito. Sério? É. Mas o micro é tão ruim de jogar. Não, tô falando de bonito. É micro, não é? É que Game Boy é micro. Não, tá bom. Ele é lindo. Esse com padrão de cor do Famicom, porra, é muito bonito. E ele dava pra trocar as capas, né? É. Assim, minúsculo. Minúsculo.

Se fosse ruim de jogar, provavelmente, nunca joguei em um, mas eu achei bonito. Eu gosto do DS, não a primeira edição, a primeira edição realmente é feia, mas as que vieram depois e o DSi, o DS Lite são lindos, acho que ele é todo quadradinho, bonitinho. Eu gosto do 3DS também. Eu acho elegante o Lite, o DS Lite eu acho elegante. E o 3DS original eu acho o mais bonito de todos. Eu não gosto. O pequenininho, né? Eu acho ele lindo, eu acho ele muito ruim de jogar.

Não, ele é bonito, só é ruim de jogar. Eu tive por muito tempo ele, mas eu acho ele muito ruim de jogar.

Ele fechadinho. É muito bonito. Metalizado. Exato. Esse metalizado dele. Tipo, é a cor. Eu adoro essa cor. É muito bonito. Eu achei ele muito bonito. De portátil, eu acho que o meu favorito é o 3DS original. O 2DS é muito feio, né? Depende. O original é terrível. O original é terrível, mas é porque o 2DS teve outras versões, né? Não, isso é... Olha isso, gente. A fatia de pão. É muito feio. Mas o da direita, por exemplo, é bonito. Eu... Então... A reformulação do 2DS, que ele fica assim. É. É o que eu tenho.

É, ó, que ele tem as bordinhas de outra cor, dos botões de outra cor. Eu acho ele bonitinho. Ele é meio brinquedo. Ele é meio brinquedo, porque ele é mais barato, né? Exato. Assim, no lançamento, hoje em dia ele é mais caro. Ele é vendido, usado, ele é mais caro. O 3DS hoje em dia é caro pra caramba também. Mas eu acho que de portátil, eu acho que o que eu acho mais bonito é o 3DS. Eu acho o Vita muito bonito, muito elegante. Eu acho o Vita...

E você sabe que Vita significa Vita? Fiquei sabendo. Eu acho o Vita bonito também. Eu acho o Vita bonito. O PSP2000 eu também achava bonitinho na época. Ele é bonito também. O primeiro modelo eu não gosto muito, porque eu acho muito grosso.

Mas o 2000 e o 3000 eu acho bonitinho. Mas o que eu queria falar aqui, que a pessoa falou que eu acho o PS3 feio, o PS3, o primeiro Slim... Eu acho lindo. Não é o segundo Slim. Eu acho bonito o primeiro Slim. Eu acho ele muito bonito. De verdade, eu acho o PS3 Slim muito bonito. E uma coisa que eu acho que eu vou morrer sozinho com essa opinião é que eu acho o PS4 bonito. Depende. Eu acho o PS4 bonito. Eu acho o PS4 bastante bonito. Eu acho também. Inclusive, mas eu acho o PS4 Pro, que ele tem mais sanduíche,

mais bonito ainda. É, aí ele não acho tanto. É, eu acho ele bonito. É porque o meu PS4 Pro, ele é a versão do Destiny 2. Sim. E aí ele é toda branca. Pô, eu acho mal bonitão. Pô, eu tinha, eu tive o meu PS3 original, o primeiro PS3 que eu tive, era o Fat todo branco, assim, pô, era bonitíssimo. Porra! E era o Fat, o Green, o Grill? É, sim. Caramba! O que ele quebrou. O que veio com o Metal Gear era preto mesmo? Ele era cinza, eu acho. Era cinza, né? Ele falou, eu não gosto do PS2, não acho o PS2 bonito.

Eu gosto do Slim. Qual que é o Slim? Deixa eu lembrar. Ele é bem fininho. Eu gosto do PS2, mas eu gosto mais do Slim. Eu gosto do quão... Eu não sei, ele é fofo. Eu olho pra ele e acho fofo que ele é pequenininho. Aqueles dois ali no começo. Eu não gosto do primeiro. Eu gosto. O primeiro eu aprendi a amar ele. Talvez. Eu não tive, né? Talvez por isso eu não tenha esse carinho. Mas o 2, o Slim é bonitinho mesmo. O Slim... E é tão maneiro na época que o 2 era grande. Aí vem o Slim e ele é nada. Nossa, ele é muito melhor. Ele é minúsculo.

caralho, que foda. A tecnologia. Eu acho ele muito charmosinho. Eu acho até hoje em dia o PS5 feio. Põe o PS1, que é o PS1 Slim. Eu acho ele bonitinho, mas eu prefiro o original. Eu acho ele bem bonitinho. Olha que simpaticinho. Ele é muito simpaticinho. Ele é muito simpaticinho, cara. Ele dá vontade de morder. Ele parece um sabonete. Ele é muito bonitinho. Ele é charmosinho demais. Socorro. Eu nunca vi ele pessoalmente com a telinha. Com a telinha eu nunca vi.

na época eu tinha muitos amigos que tinham. Ele veio aos montos pra cá, né? Mas o meu era o cinza do começo. Nossa, o meu no final tinha... O meu também. Eu tinha que botar ele de ponta cabeça. Era jogo de cabeça pra baixo, era jogo que era de lado. Dependendo do jogo, o disco não lia, não. O Dreamcast é lindo. Alguns até acham que é lindo demais. Você não se aguenta perto do Dreamcast. Eu uso o meu Play 1 como decoração em casa.

Você tem a bolsa do formato do Dreamcast. Mas o Dreamcast é lindo demais. Ele é madeira. Eu uso como decoração.

são o Play 1, o Dreamcast e o Play 2 em casa. Ó, tá aí, ó. A literal pergunta foi essa, né? Exato. O que você usaria como um artigo de enfeite. Assim, eu tenho os mini, né? E aí praticamente é de enfeite, porque aí eu tenho o Nintendinho, o Super Nintendo e o PlayStation 1. O FAT, né? O pior que a cara do PS1 original é porque eu cresci jogando muito PS1, mas é muito... Eu acho de console que a cara dele pra mim é mais nostálgica, é essa. De ter uma memória, tipo,

Maneiro, mas eu sei que é maneiro por causa da minha nostalgia, sabe? Eu acho que o PS1 ou o Nintendinho mesmo, pra mim, é o que eu mais tenho essa cara de nostalgia, mas talvez o PS1. O PS1 foi o que eu mais joguei quando criança. O PS1 tem muita nostalgia do PS1. Apesar de eu ter jogado... Tipo, eu teria uma bolsa do PS1? Talvez. E tipo, o Tengu tendo o Dreamcast? Talvez. Pô, eu teria. Próximo Vertex eu vou vir com um... Eu comprei há muitos anos atrás, tipo, 5 anos atrás, sem sacanagem, uma bag, uma pochete no formato de um controle do Mega Drive. Lindo!

falava é que o resto da pochete era tamanho infantil. Ele ficava no meu pescoço no máximo. Esse ano agora, peguei hoje, a minha tia tirou e costurou um outro negócio. Eu vou trazer da próxima vez pra fazer inveja pra todo mundo, porque é muito lindo, tá? O controle do Mega Drive é muito bonito. Os Game Boy Color são lindos também. Game Boy Color é bonito, né? É. Todos os consoles dessa época que era transparente e colorido, eu acho demais.

Aqueles Mac transparente e colorido, pô, muito foda. Mas é isso. A gente falou todos os consoles. Exato, todos são lindos. A sua forma,

Deus ama todos os consoles de maneira igual. E depois desse ensinamento bonito, Tengu, você lê a próxima mensagem pra gente? Mas com certeza. Olá, jogabilidogs. Me chamo Pedro e primeiro gostaria de agradecer demais ao trabalho de todos vocês. Conheci jogabilidade no início de 2024 e imediatamente se tornou um dos meus podcasts favoritos. Não perco um e os programas me ajudam a manter contato com o hobby, já que tenho cada vez menos tempo pra jogar e por conta do trabalho.

Falando nisso, a pergunta que faço aos doutores e mestres dos games é justamente sobre tempo.

É comum ouvir vocês falando sobre duração de jogos, coisas de 40, 50, 60 horas e até mais, tendo até mesmo casos clássicos, como alguns JRPGs da vida, em que a história começa pra valer depois das 30 primeiras horas. E queria saber como é a relação de vocês com essas durações muito longas. Nos últimos anos, joguei Cyberpunk 2077, Death Stranding 2 e God of War Ragnarok. Senti que joguei eles muito, até zaurir o que o jogo tinha a oferecer, e admito, até eu começar a encher o saco das mecânicas e gameplay. Todos esses casos, no entanto, tem algo em comum, a marca das 50, 60 horas.

semi-interrupta pra jogos single player. Fica então o desejo de saber a opinião da mesa. Vocês sentem que existe um limite máximo de tempo que vocês conseguem se envolver com o jogo antes que ele sature o paladar game místico? Mais uma vez, agradeço demais o trabalho de todos. Peço desculpas pela mensagem longa. Forte abraço a todos. Depende do jogo. Tem jogo que engaja mais, tem jogo que engaja menos. Eu canso. Mesmo gostando do jogo, tem uma hora que eu chego a cansar, sim.

Principalmente por causa da correria, de ter que jogar outras coisas, de ter que jogar pro dash, jogar pro vértice.

Você se sente culpado por estar jogando esse jogo. E uma certa impaciência até da minha parte, assim, de... Vamos lá, galera, eu tô curtindo, mas eu preciso ir pro próximo, sabe? É que eu tenho horários! Então, sei lá, só pra falar um recente, um metafor. Senta, sei lá, 20 horas pra terminar o jogo. Eu fiz tudo, demorei muito, demorei muito. No final, eu tava cansado. Nas últimas dãs eu tava... Vamos lá, galera, vocês já fingiram que ia acabar duas vezes.

Vamos acabar agora? Quem sabe acabar agora? Um jogo que ele é perfeito na sua imperfeição, em questão de tempo,

E eu lembro que entre os atos do jogo, eu tive que parar, tive que pausar. Baldur's Gate 3. Baldur's Gate 3. Que ele é muito longo. Ele é gigantesco. Ele é gigantesco. E aí, tipo, entre um ato e o outro, eu tive que dar uma descansagem, jogar um outro jogo. Entendeu? Mas, por exemplo, tem Dragon Quest de mais 100 horas que eu não senti passando, sabe? O 11, eu dei uma cansada no final. Foi um dos motivos que eu não fiz o pós-game até o final.

Eu só fiz, sei lá, metade do pós-game. E eu parei pra jogar alguma coisa pro Vertice. E eu tava tipo, ah, foda-se também.

quando eles são muito longos, na verdade é que eu não faço o pós-game. Porque o 11 eu fui até terminar a história. Aí tem vários superbosses opcionais, esse tipo de coisa. Esses eu não fiz, por exemplo. Porque aí eu já tava de boa já. Aí você foi pro S? S? Não, não. Você voltou com esse 11, não foi? É, mas o 11 foi o S que eu joguei direto já. Ah, tá. Aí ele já tem o superboss, já tem tudo já. Mas, por exemplo, o 8 eu não fiz a...

Eu fiz uma só das Super Dungeons que tem lá, a outra eu deixei de fazer. E olha que ela tem história.

uma coisa que precisa manter pra mim no jogo, de alguma maneira, é um... algum objetivo que, ah, eu tô fazendo isso por causa daquilo. Por exemplo, eu não gosto de zerar o jogo e depois ir fazer as coisas opcionais. Tipo uma metáfora fantástica, eu meio que perdi a vontade de jogar ele depois que eu zerei. Porque enquanto eu tenho alguma coisa no horizonte do qual eu tô trabalhando pra aquilo, entendeu? Agora quando eu venço o Team Boss...

E as coisas vêm depois? Não, não, não. Tipo, se eu não tiver mais uma historinha, alguma coisa assim, eu sinto que não tenho

Por que eu tava fazendo aquilo? É que você não pega troféu, né? Você não liga muito pra troféu. Não, só pra Dark Souls só que eu ligo. Ah, então... Pra jogos da série Souls, é Elden Ring e tudo mais. Mas dito isso, por exemplo, um jogo que todas as vezes que eu joguei, e é importante o plural aqui, eu enjoei. Todas as vezes que eu joguei ele eu enjoei. Ah. Elden Ring. Ah, tá, pra você que era jogo de VR. Não. Todas as vezes que eu joguei Elden Ring, até zerar, eu terminava cansado.

É um pouco, ele é meio cansativo. Mas é porque você fazia tudo? É. É, eu sempre faço tudo também. É, todas as vezes que eu jogo, é porque eu não consigo, tipo,

Se eu jogo ruxando, eu me sinto mal. É, foi o único jeito que eu consegui clicar direito com o jogo foi quando eu dei uma ruxadinha. No final, no final, eu acho que a ideia é você não fazer tudo. A ideia é você meio que encontrar o que encontrar e tipo, ah, nossa, encontrei umas magias aqui e tal, depois eu faço um mago, aí com esse mago você vai explorar outros lugares. Eu sinto, eu sinto que a experiência que ele tinha em mente era essa, de, olha, vamos fazer um monte de coisa que ninguém vai ser maluco de fazer tudo. É, o Miyazaki falou que demorava 30 horas pra fazer além, né?

Perguntaram a duração pra ele, né? Ele teve 30 horas, eu com 130 horas. O DLC é maior que isso. Todas as vezes que eu rezerei o Wilderang da primeira jogada, não me cansou em nenhum momento, porque eu tava sempre coisa nova, né? Mas depois eu sempre canso mesmo. Mas é que todas as vezes que eu rejoguei e rezerei, eu não fiz de uma vez só, sabe? Eu joguei um pouquinho um mês, depois joguei um pouquinho mais outro mês, né? Mas, dito isso, eu fico voltando pro jogo, porque eu gosto e eu fico com saudade, aí eu assisto alguém jogando, aí eu fico, pô, jogar é maneiro, né?

Gostou de jogar. Então, eu tenho isso do cansaço com jogo longo, mas ao mesmo tempo, se eu gosto do jogo, eu fico voltando pra ele. Também tem isso do Rafa de, tipo, eu preciso ter algum objetivo pelo qual eu tô trabalhando, assim. Alguém falou, você precisa de um fio condutor. Tipo, por exemplo, é muito... Um dos jogos que eu mais joguei na minha vida, acho que foi o Hyrule Warriors, o primeiro Hyrule Warriors. Porque ele tem muita coisa pra desbloquear, tem muita arma, muito boneco, muito mapa, muito tudo.

Então, eu joguei, tipo, centenas e centenas e milhares de horas dele, assim. Eu joguei muito, porque sempre tinha alguma coisinha,

alguma interessância pra ir atrás, né? Mas eu acho que... Eu gosto muito de jogo curto. Mas o negócio... Nenhuma coisa de ir atrás mecanicamente ou de recompensa. Eu preciso, normalmente, de jogo de mundo aberto. Mas alguma coisa lúdica, entendeu? Alguma coisa narrativa pelo qual eu tenho que lutar pra chegar naquele objetivo, senão eu não tenho vontade de fazer os conteúdos extras. Então, normalmente, quando o jogo abre o último boss, por exemplo, o Claribus Cure, eu não tinha vontade de ir pro último boss antes de fazer todos os conteúdos, porque eu tinha certeza. Se eu fizesse o último conteúdo,

eu não ia ter mais uma motivação narrativa pra tá fazendo aqueles conteúdos, entendeu? Porque eu já tava teoricamente forte pra vencer o último boss, entendeu? Então pra que que eu tô andando por aí? Não faz sentido. E você então nem voltou pro Simon? Não, nem sempre ele fica. Pra mim tem que ter uma recompensazinha, tipo, por que que eu joguei tanto Foram Rontas e 14? Ah, porque tem a montaria pra desbloquear. Ah, porque tem não sei o quê.

Ah, porque tem a fazendinha. Ah, porque tem imóveis pra sua casinha. Por menor que seja, precisa ter um... Pô, se tem alguma coisa... Se tem uma cenourinha balançando assim na frente do cavalinho assim, do burrinho,

Não, não, não... Me dá demais, cara. Me dá demais. É aí que a platina faz a diferença entre eu e vocês. Porque, tipo... Porque a platina é cenourinha. Porque, tipo, que nem eu falei, platina pra mim hoje em dia é uma balança, né? Eu faço uma média ali do quanto eu gostei do jogo e o quanto de trabalho eu preciso pra conseguir o troféu. Se eu não gostei do jogo, mas a platina é, tipo, 15 minutos e eu pego, ah, foda-se. Eu vou lá e pego, sabe?

Mas tem jogo, por exemplo, Resident Evil Hacking. Eu tive que zerar ele umas quatro vezes. Beleza.

Quatro vezes. Mas é gostoso de jogar, pelo menos. É. Então... Mas tava de saco cheio já? Mais ou menos, não tanto, na verdade. Eu confesso que... É porque rejogar ele é muito rápido, né? Depois, é engraçado que rejogando ele, eu senti que eu gostei mais. Talvez porque eu já sabia o que esperar e eu tava indo mais mecanicamente só. E você pulou a história, que é a parte que mais desgosta desse jogo. É, e eu fui pular todos os cutscenes, né?

Rejogando e tudo. Eu sinto que eu gostei mais do jogo rejogando, mas eu vi alguns relatos de algumas pessoas que foram rejogar pra jogar, pra tentar pegar os...

outros troféus, desafios e tudo mais, e estavam gostando menos do jogo. Ah, é? Rejogando. O que é curioso, que tipo... Mas por quê? Eu não sei exatamente. Eu vi make soltas e as pessoas comentando. Mas é normal, pelo menos eu, quando eu rejogo os jogos, eu vejo mais claramente os defeitos, né? Talvez isso... Primeira vez que você joga, você está muito deslumbrado, né? O Silent Hill F deu uma cansada. E você nunca terminou o último ano, né?

É, falta um final pra mim. O último final, entre aspas, eu já fiz. Falta um do meio ali. Mas é um final piada?

Não, o Alien eu fiz. Ah, tá. É porque pra você liberar o final verdadeiro, entre aspas, você não precisa fazer todos. Hum, ok. Você só precisa fazer, acho que... Acho que três? É dois dos três que liberam. Ah, sei. Ou então é o primeiro final, mais dois, né? É, acho que é o primeiro e mais um só, eu acho. Mais um só? Aí você já pode ir direto pro último. Foi o que eu fiz. Aí tem mais um final que não é piada, que eu não fiz. Mas você sabe o que ele é?

Você nunca viu no YouTube? Eu vi ele depois a luta, o último chefe no YouTube. Ah, ok.

ele quer jogar ele, eu falei, amor, quando você for jogar, faz esse final aqui pra mim, só pra pegar a platina. Só falta isso, basicamente. Ah, sei. O cara falou que o Trails cansa um pouco ele, desde o Cold Steel, que o jogo nunca acaba. Eles ficam bem longos, fica mais de 100 horas, assim, contra o Cold Steel. Cansa um pouco. Mas em relação a tempo, varia, né? Vai de jogo a jogo. Ah, varia, varia. Esse cansaço vai muito de jogo pra jogo. Tipo, tem jogo de 50 a 60 horas que eu termino sorrindo, tem jogo de

15 horas, né? É de 30 horas que eu termino, porra. Graças a Deus acabou. É porque tem jogo que não rende. Tem mecânicas de gameplay que não rendem, né? O jogo que, pra 60, 100 horas, normalmente, se ele não tá pela história, como costuma ser RPG, ele tá introduzindo coisas novas o tempo todo. Nem que seja coisas na trama, né? Mas às vezes personagens, às vezes mecânicas, RPG, nossa senhora. Inimigos, né? É, é. Então, tipo, ele tem que ter conteúdo pra sustentar muitas horas de jogo. Mas um jogo pra ser longo, pra mim, e no sentido

de longo de eu começar a questionar, tipo, putz, será que eu tenho a chance de eu cansar e tudo mais? Eu acho que é umas 60 horas. É. O jogo de 60 pra cima eu já fico... Acho que eu fico entre 40 e 50, assim. É, eu acho que 60 pra cima também. O jogo tem que ser bom. Até 40 horas, tipo, é longuinho, mas eu encaro. Vamos lá, bora. É, eu também. É longuinho, mas eu encaro. Ó, o Tengu aguenta rindo que o Sushi não aguenta chorando. O Zelda é um jogo que eu nunca gerei. Nenhum Zelda.

Não, é. O Breath of the Wild e o Tears of the Kingdom. Os dois, eu joguei umas 80 horas. Falei, tô de boa. Nunca zerei. É só ir pro final e zerar. Mas é legal, é ser legal. As perguntas são legais, os finais são legais, são emocionantes. Eu sempre canso de The Witcher 3, já tenho que zerar, mas meu problema com The Witcher é que quando eu dou pausa, e eu já tentei jogar ele umas duas vezes, quando eu pauso ele porque tá longo, blá, blá, eu tenho que jogar outra coisa, quando eu volto eu esqueci tudo da história. E ele é um jogo pra mim que é muito a história, o mundinho.

da história. É, e olha lá. Porque ele tem salto de regiões, né, e tal. Tipo, quando você vai pra última ilha lá, eu tava, gente, era pro jogo ter acabado, o que você tá fazendo? Tem uma área inteira ainda. Nossa, aquele mapa, eu confesso que eu fiz ele inteiro cansado. Ah, mas é mais ou menos a montanha de gelo do Elden Ring. É. É a parte do jogo, não, já tinha que ter acabado já. Ou tinha que ser muito menor essa montanha aqui, pelo amor de Deus.

E aquela linha é tão longa assim, é porque já cansou mesmo. Mas ela é, primeiro que gelo é muito desinteressante,

visualmente falando. É a área mais interessante de explorar também. Exato. Mas é, tempos. Falando, falando. Tempo. Tempo é convoluto. Não falamos nada. Mas é isso, gente. Chegamos ao fim de mais um Vértice. Eu não lembro como encerra. E enquanto eu penso sobre isso, eu sou Eduardo Sushi. Eu sou André Campos. E eu sou Rafael Kina. Porra. E até semana que vem, gente. Tchau, tchau. Tchau.

foi editado por Belux.

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