Episódios de Jogabilidade

Vértice #509: Pokopia, Esoteric Ebb, Project Helix, PlayStation fora do PC e mais!

13 de março de 20262h59min
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Essa semana, rolamos dados e saboreamos o familiar em Esoteric Ebb e pouco a pouco, construímos nossa utopia em Pokémon Pokopia. Nas notícias, o anúncio tímido da nova geração do Xbox, o PlayStation pisando fora do PC, a Nintendo processando o governo dos EUA, o fim de Highguard, e mais!
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Blocos
  • 00:10:42: O Fim de Highguard
  • 00:23:54: Skins de Nier Automata em Overwatch
  • 00:25:33: NetEase Abandona Gang of Dragon
  • 00:33:00: Project Helix
  • 00:50:35: Playstation saindo do PC?
  • 01:03:26: Nintendo processa os EUA
  • 01:10:34: Pokémon Pokopia
  • 01:57:29: Esoteric Ebb
  • 02:17:06: Perguntas
  • 02:28:07: Resident Evil Requiem com SPOILERS

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Assuntos7
  • Pokémon Pocopia e a relação com a naturezaPokémon Pokopia · Dragon Quest Builders · Animal Crossing · Nintendo Switch · Game Freak · Omega Force · Dito · Tangrowth
  • Fechamento do Nagoshi StudioNetEase · Toshihiro Nagoshi · Gang of Dragons · Game Awards · SEGA · Bloomberg · Jason Schreier
  • Exclusivos PlayStation 5 não irão para PCPlayStation · Jason Schreier · Ghost of Tsushima · Wolverine · Marathon · Marvel's Spider-Man 2 · God of War Ragnarök · Horizon Forbidden West
  • Encerramento do HighguardHighguard · Tencent · Game Awards · Lawbreakers · Battleborn · Babylon's Fall · Exoprimo · Evolve
  • Mudanças no XboxProject Helix · Asha Sharma · Xbox Series X · Windows 11 · SteamOS · Xbox All-Access · GDC
  • Possível interferência dos EUANintendo Switch · Donald Trump · Departamento do Tesouro dos EUA · Nintendo Switch 2
  • Esoteric EbbEsoteric Ebb · Disco Elysium · Planescape: Torment · Christopher Bodegar · Dungeons & Dragons · Mitologia Nórdica · Novik
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Começando para a semana de 10 de março de 26. Sim, esse aqui mesmo. Que a 509 edições é o podcast que vive o pós-apocalipse tentando construir uma utopia com gravetos e o poder da amizade. Estou aqui com ele, que nada mais é que um Pokémon se passando por um ser humano, Rafael Kina. Rafael Kina, Rafael Kina, Rafael Kina, Rafael Kina, Tengu, Rafael Kina. Tengu, Tengu, Tengu, Tengu, Tengu, Tengu. André. André? Vai, André. É isso aí, galera.

Aparentemente, perdemos aqui as capacidades vocais. Quando nos tornamos pokémons, não é verdade? Tirando você, que é o pokémon que aprendeu a falar. Eu sou o Calm Meow. O Calm Meow, que apenas quis aprender a falar, né? Como já discutido e comentado. Sejam bem-vindos a este, que é mais um episódio do Vértice. O episódio que toda semana vem aí trazendo pra você os joguinhos e as notícias que rolaram ao vivo, né? Sempre lembrando, você que está escutando a versão editada desse podcast,

saiba que ele é gravado ao vivo com o calor humano do chat, na Twitch e no YouTube. Então, caso você, semana que vem, queira ter conosco, é só às sete e meia da noite, na segunda-feira, acessar o nosso canal do YouTube, que é a Jogabilidade, ou o nosso canal do Twitch, que é a Jogabilidade também. E lá você vai poder participar dessa baguncinha. Agora, pra você que está aqui conosco nesse momento crucial, primeiramente, muito obrigado pela sua preferência.

E, segundamente, lembre-se que o Jogabilidade, além de tudo, além de lives e podcasts ao vivo, nós também produzimos outras coisas em forma.

formato de áudio e, quiçá, até mesmo vídeo, né? Uou! Uou!

top 10 da comunidade também, foi muito legal. E agora partimos para o ano 2026, de fato, né? Partimos para o próximo, preparativos aí para o próximo Dash que vem aí. E você pode, além do Dash, escutar também a versão editada do Vertex, que se torna um podcast de verdade depois que a gente grava aqui. Um abraço também para quem escuta ou assiste o Vertex através do VOD, né? É verdade. Que inclusive, não sei se você viu, Donald Trump vai declarar a gangue do VOD como organização terrorista. Eu ouvi dizer, estamos, né?

Sentimentos aqui com a gangue do VOD. Lutaram bravamente. Mas é, então, tem todas essas formas aí de acompanhar o conteúdo do Jogabilidade, mas você pensa, pô, eu queria mais. Nós respondemos, nós também. E aí, convidamos você a nos apoiar financeiramente. Porque isso do que tudo que acontece aqui é financiado por pessoas como você aí, que mês após mês vão em orelo.cc barra jogabilidade e contribuem a partir de 15 reais. Com esse valor, você garante que sua baguncinha continue a acontecer e garante também o seu acesso ao nosso grupo do Discord.

e aos podcasts bônus que estavam aí num pequeno hiato enquanto a gente tinha um mês de fevereiro bastante atribulado. Contudo, já gravamos, né? Essa semana já volta a sair. Um grandinho, inclusive, tá? Bem grande até. É aquele, galera, que no Dash a gente menciona ele duas vezes. É. Porque ele é praticamente um apêndice dos podcasts de melhores do ano, né? É um minigameiros que a gente fala dos jogos mais aguardados. Pra 2026, exato.

Então, se você quiser ouvir a gente discutindo sobre alguns das nossas expectativas,

ativas pro ano. Vai sair essa semana. E vai sair essa semana também o vídeo de Resident Evil Hacker, que eu gravei com a fuxia, sei lá, um mês atrás. Bizarro, né? Quem diria, né? Quem diria que dá trabalho editar vídeo? E esse daí, como ele passou na frente dos demais, eu não quis jogar nas costas do nosso editor, então eu tô editando ele sozinho. E você acha isso bonito? É bastante coisa, né? Quando a pessoa fala por uma hora e quarenta de um jogo em vídeo, é bastante coisa.

É, um dos motivos que a gente não faz vídeo é esse, né? Que é pra gente não precisar editar uma hora e quarenta.

Que demora um mês pra editar. Pois é. Em meio a outras gravações e tudo mais, então... Mas vai dar tudo certo, né? Assim que esse vídeo sair, voltamos à nossa programação normal. Até o próximo vídeo? Não, o próximo vídeo não vai ser eu mais, entendeu? Ah, entendi. Você promete? Eu prometo. Tá bom. Não, eu prometo e desejo, né? Você só quer e espera. Só quero e espero ter pra sempre nenhum vídeo pra editar, né? Mas vem aí o vídeo do Resident Evil Requiem. É engraçado que...

No vídeo a gente fala, nossa, tem esse mistério que a comunidade ainda não decifrou, já tem tipo... Já cortou do vídeo já? Não, deixei lá pra datar o vídeo, pra pessoa saber que a gente gravou isso há muito tempo. Ok, botam lá. É gravado, hein? 1972. Outro aviso importante, Sushi não está conosco hoje. Sushi pediu pra dar uma descansadinha no dia de hoje, não estava se sentindo muito bem. Melhoras pro Sushi. Sushi que ontem gravou já também o vídeo do rodízio de fevereiro, né? Vem aí também.

É. Então, descanso para o sushi. Descanso em paz. Descanso em paz. E ele volta aí na semana que vem. Mas quem sabe teremos uma quarta pessoa misteriosa nos juntando a nós. Fiquei o mistério. André, esse final de semana, fui no aniversário, a gente tava jogando perfil. Lembra de perfil? Lembro de perfil. E tipo assim, você tem que adivinhar um negócio e aí a gente tem 20 dicas. Cada um escolhe uma dica e vai falando. Aí agora o perfil tem o categoria digital. São coisas tipo... Youtuber. É, Youtube, Facebook. Sei, sei.

Dica era, ficou popular em 2019. Ficou popular? É tipo, uma pessoa? Era digital. Ah, entendi. É, Sekiro. Não, a gente, TikTok, sei lá, alguma coisa assim. Podcast. Era podcast. Nossa, sério? Era, a resposta era podcast. Uau, ai que dor. Ai, eu acho que eu tenho que encerrar. O André fazendo podcast em 2008. Vou ter que encerrar, mas não era popular, de fato. Uma coisa tem que ser dita, né? Não era popular.

em 2019, aí realmente. Mas mesmo assim, né? Tinha podcast popular, outros podcasts populares. Exato, é. Mas bem. A gente não pode falar esse não é o podcast do seu avô, infelizmente. Olha, por pouco tempo, hein? Daqui a pouco já vai poder. Último aviso, um aviso muito importante de peitas da hora. É verdade. Tem coisas como essa que o Rafa está vestindo nesse momento. Tem que ficar nu. Também tô aqui. Olha aí, duas pessoas vestindo o quê? É que tá frio hoje. Uma das nossas camisetas super especiais, super lindas,

super transadas que nós lançamos no Jogabilidade. Essa daqui é a Miyazaki Hard Soul, que chama, né? Que nós vendemos em pré-venda durante o Jogabilidade, juntamente com a camiseta do Silk Song, do Billy Brejo e o boné, né? O boné de jogabilidade rosa e preto, lindíssimo também. Todos esses itens nós vendemos em pré-venda durante o Jogabilidade. E aí, quem comprou na pré-venda se garantiu, pegou ali, né? Quantas camisetas quis, o tamanho que quis, etc. O que a gente tem pra oferecer pra vocês

agora é a rebarba do... Pau e água. Pau e água. O excedente do Jogabilidade, que já está disponível em asbaratas.com.br. Acessa lá, né? O link tá rolando aí no chat pra quem tá acompanhando ao vivo agora. Não tem todos os tamanhos, não tem muitas unidades, mas dá uma olhada lá, né? Sempre que a gente usa essas camisetas, o pessoal pergunta, né? Que camiseta é essa? Tem pra comprar? Quando que vai ter? E o negócio é, principalmente a do... É a do Miyazaki?

A do Miyazaki tem o selinho do Jogability Day. Ela, desse jeito, a gente não vai fazer de novo, né? Porque ela foi exclusiva do Jogability Day. Tem o selinho lá do ano e tudo mais. É, tipo, a dos outros Jogability Days a gente não fez ainda. Nenhuma de novo. É possível que tenha uma reedição num estilo diferente e tudo mais. Mas desse jeito, nunca mais. Então, dê uma olhada lá que talvez, possivelmente, provavelmente, seja a última oportunidade de você adquirir essa camiseta com o excedente do Jogability Day. E fiquem ligados porque a gente tem visto

que a pré-venda tem funcionado bastante pra gente. Então, a gente deve lançar em breve, que nem a gente fez ano passado, por volta ali da Era 3, a gente lançou uma camiseta em parceria com o Overnautibilidade. Talvez a gente lance uma antes ainda da Era 3, uma reedição de algum design clássico nosso aí, que o pessoal tem pedido bastante também. Então, fiquem ligados, porque... Vai ser o Capra Dimo. Provavelmente vai fazer na pré-venda também, que é um formato que tem funcionado bastante pra gente. É, né? Porque as pessoas não sabem, mas nós não

Somos um site grande. Não. Então a gente não pode fazer, não, vamos vender tantas camisetas. Não. Vamos encher o estoque de camisetas. Não. Então tem funcionado. E a gente avisa vocês quando for o caso. Mas para esses modelos, dê uma conferida lá no site. Estão disponíveis. Quando acabar, acabou. Compraria o Capra Demon na Praia. Quem sabe essa camiseta volte um dia? Não sei. Ela foi uma das mais mal vendidas que a gente já fez.

Esse é o que está escrito. Achei que a estamina dava. Não, essa é outra camiseta. Tem essa também.

As duas numa só. Lembrando, né? As Baratas é uma loja independente que trabalha com artistas brasileiros. Independentes? Seres humanos, gente. De carne e osso. Trabalha com seres humanos, artistas de verdade. Não é IA. Brasileiros, quadrinistas brasileiros, né? Trabalha com desenvolvedores indies, né? Tem algumas estampas, tipo Chroma Squad, do Joguinhos Brasileiros Gostoso Demais. Ah, tem estampa com unsighted, com aquele do moço que atira...

É o... Maga? Bullet Mad Jack. Bullet Mad Jack, que é o do Joguinhos Brasileiros, né? Exato. Bullet?

Mullet. Mullet. Mullet. Mullet. Mullet. Mullet. Mullet. Mullet. Mullet. Mullet. Mullet. Mullet. Vamos lá fortalecer esse pequeno negócio. E lembrando que vocês podem usar o nosso cupom, que é o jogabilifrete. São a partir de duas camisetas, você ganha frete grátis para todo o Brasil. Lembrando que não precisam ser as nossas camisetas. Você pode comprar uma camiseta nossa e qualquer outra do site, você ganha o desconto ainda. E usando o nosso cupom, independente do que você comprar, pingam um pouquinho para a gente também.

Exato. Jogabilifrete. Muito bom. Você pode pensar, André, que daqui a pouco a atriz está aí já.

E o jogabilidade já tá chegando. Exato, o jogabilidade tá chegando. Já tem que me conformar com essa realidade. Eu não posso mais ficar sofrendo todo ano com isso. Toda hora que eu olho o relógio assim, caralho, daqui a pouco é o meio do ano. E acabou o ano. E ó, tem podcast pra gravar esse ano, hein André? Nossa, como tem. Tem podcast. Beleza, dados desses avisos todos, vamos para a nossa pauta dessa semana com... A gente separou poucas notícias porque tem joguinhos pra falar, mas...

São notícias muito impactantes, né? Aconteceu muita coisa importante da última semana pra cá. Subindo o elevador, André, apareceu uma notícia ali no negócio de notícia, falando, sei lá, diretor da Capcom confirma DLCs de Resident Evil Recon. Caraca, que incrível. Então tá aí a notícia, gente. Pra quem tava em dúvida, né? Vai ter. Mas a primeira notícia que a gente vai trazer aqui é uma atualização de algo que a gente comentou nas últimas semanas aí, que o High Guard, né? Que é aquele jogo de tiro de ex-debs de Apex Legends. Segue muito bem.

vivo, né? É, exato. Tá com a saúde invejável aí. Nada de mal vai acontecer com ele. Nada de ruim jamais aconteceria com um jogo live service lançado em pleno 2026. Infelizmente não é o caso, né? Porque o... né? A gente comentou algumas semanas atrás aí que teve todo o bafafá lá do anúncio dele na TGA e como que ele lançou sofrendo uma campanha de torcida pelo fracasso dele. E obviamente esse não foi o único aspecto, né? Que fez ele não ter bons números no lançamento, né? Ele até teve bons números no lançamento, né?

. . .

Naquela época, a vibe já era um pouco de fim, né? A gente já tava... Ah, vamos continuar. Mas quando é que esse tipo de coisa acontece com o jogo e ele se recupera? Ele vive, né? Depois disso. Ele continua por muito tempo e tal. Processos paliativos. Já tava com aquele... Exato. Já tava com aquele sentimento de vivendo por aparelhos, assim. E... Pois bem, né? Aconteceu que o High Guard está chegando ao seu fim, né? Deu um mês, pelo menos?

Quanto tempo que esse jogo lançou? Deu menos de dois meses, né? Eu acho que foram dois Concords. É. Ele viveu um pouco mais Concords.

Duas semanas a mais Concorde. Uma nova medida de tempo, né? É. Igual mede tempo em Fora de Caboclos. É que o Concorde foi, tipo, uma semana, né? Ou duas semanas. Você sabe que, tipo, você vai com sua mãe no mercado, ela te deixa num lugar e fala, ah, eu vou ali, dois palitinhos e já volto. Um Concordezinho e eu já volto, filho. Um Concorde, isso, isso, isso. Inclusive, nessa época que rolaram as demissões, né? Gamefile, né? O Steven Totilo, ele reportou que...

Porque não tinha essa informação, né? De onde estava vindo o investimento do High Guard. E ele reportou que o investimento estava vindo

Tencent, secretamente, o que é muito estranho, né, porque a Tencent, ela investe em vários projetos, né, ao redor do mundo, publicamente e tal, mas era um investimento que não era pra ser público, assim, eu não sei, não sabia nem que isso era legal de fazer, mas aparentemente tem muita coisa que não é reportada, né, no desenvolvimento de jogos, e essa era uma delas, a Tencent tava botando dinheiro, depois do lançamento aquém do esperado, muito aquém do esperado, ela fechou a torneirinha ali do investimento, e o fim chegou, menos de dois meses desde o lançamento, né, mais um jogo que vai

deslistado, que vai se tornar injogável, afinal de contas é uma experiência puramente multiplayer, mas um jogo que vai desaparecer. Ai, que tristeza. Tanto asset bonito pra nada, gente. É, e assim, anos de desenvolvimento, né, e tudo mais, é sempre muito frustrante ver que, assim, parece que tem uma corrida, né, assim, não uma corrida intencional, mas cada vez mais os jogos têm levado menos pra passar por esse ciclo, que nem a gente tava gravando o podcast de destaques e tentando achar um tema pro ano, e eu tava listando algumas coisas horríveis que tinham acontecido,

em 2025, e o Rafa falou, mas será que não foi sempre assim? E esse é um dos pontos que a gente pode ver e apontar pra saber que não, não foi sempre assim. Esse daí não, é. É, tem muita coisa que acontecia, mas não nessa velocidade, não dessa forma tão extrema, né, porque, por exemplo... Explícito. É, o jogo do Cliff Pleasant, o Lawbreakers, que foi um puta fracasso, né, tipo, é um jogo que é quase uma piada hoje em dia, né, e tal.

Também, pelos mesmos motivos, sofreu muito pelo um desejo de fracasso que as pessoas tinham em volta dele na época,

durou um ano, sabe? Ele sobreviveu em atividade, sendo desenvolvido e tudo mais por um ano, né? O, sei lá... Battleborn. É, Battleborn, acho que durou mais de um ano, né? Babylon's Fall, durou tipo um ano. Durou um ano. Foi um ano, um aninho. Durou um ano. O, aquele, o do dinossauro. O Evolve. Não, o Exoprimo. Exoprimo. Exoprimo. Durou tipo um ano também. Mas, aquele... Mas Evolve é outro deles, né? Evolve mesmo. Evolve durou mais. Paladins.

Existe ainda? O Paladins existe, mas tá mal das pernas. Tá bem mal das pernas. Multiverso nunca lançou, infelizmente. É verdade, já tem isso. E agora a gente tem, né, jogos como o High Guard, como o Concorde, que às vezes o jogo não tem três meses pra, né, tipo, um avião que não tem a pista pra decolar, assim, né. Não. Constrói o avião. Ele tem, mas ele não tem asa. Ele decola e vai... É, tipo, o foda é que, assim, eu não lembro quais foram os números de pessoas, tipo, que começaram e se mantiveram,

obviamente na época desses jogos era outro modelo. Exato. Era outro contexto. Muitos desses jogos eram jogos... Premium. Premium. A gente tinha que comprar, né? Sim, sim. Mas eu tava vendo o vídeo do Kyle Bosman a respeito do High Guard e ele disse que é muito engraçado e trágico, né? Ao mesmo tempo que é engraçado, que o jogo ele sofreu ghosting 2 milhões de vezes, né? Porque, sei lá, 2 milhões de pessoas jogaram o jogo e decidiram que não queriam mais, né? Parece eu. Parece o que fazem,

comigo. Eu me senti contemplado também. Mas assim, muito por conta desse movimento, né? Que as pessoas queriam ir no... É, desses 2 milhões, vários entraram só pra... Só pra ver o 5 pegando fogo. Só pra fazer um review. Mas assim, eu não joguei, tá? Deixa eu já dito que não joguei. Mas parece que realmente o jogo tinha problemas de gameplay, tinha problemas de sistema, ele tinha vários probleminhas que impediram, fora a campanha, né?

Fora a zoeira, The Zoeira Never Ends, né? Fora essa zoeirinha não saudável, realmente o jogo deixava

em matéria de, tipo, coisas interessantes pra reter esse pessoal dentro dele. E precisava ter tido uma época de teste, sabe? Ah, sim. Todos esses jogos precisam, né? Um dos problemas do Concorde também foi esse, né? De ele ter esse modelo mais antigo, querendo ser um jogo mais moderno, né? E sempre é muito importante. Por exemplo, o próprio Marathon, quer queira o que aconteça com ele, agora que ele lançou, eu não tô muito por dentro dos números e tal, mas ele se beneficiou muito disso, né? De ter, lá ano passado, um período de teste,

que ele não foi bem recebido. E aí conseguiram trabalhar no jogo mais. Teve várias controvérsias. Teve tempo, né? Teve tempo pra comunicar. Porque, por exemplo, o High Guard... Porque, obviamente, teve pouco tempo, né? Entre o anúncio e o lançamento foram o quê? Três meses, quatro meses, por aí? Foram, é... Foi de nove... De dezembro... Foram, tipo, dois meses. De dezembro a fevereiro. Fevereiro, né? Foram três meses. Dezembro a fevereiro.

Dezembro, né? Dezembro a fevereiro. E aí, muita gente não sabia direito qual era o formato do jogo. Que, tipo, ah, você pergunta... High Guard é um jogo X quanto, X quanto? Aí a pessoa, sei lá, 5x5.

No fim era 3x3. Mas era uma informação que a galera simplesmente não tinha. É que teve aquele anúncio e depois um silêncio. É que o trailer também não falava nada. Não falava nada. Informou muito mal. O marketing do jogo foi muito ruim, né? Foi. Eles não tiveram o tempo que um maraton teve pra aparecer em vários eventos, comunicar direito qual era a proposta dele. Maraton teve teste, né? Foi muito mais propício ao contexto. C027A falou, não me interessa, mas matar o jogo em um mês é muito triste, né? É pouco tempo. É muito pouco tempo, mas no tempo, tipo, né? Você pensa assim,

Ah, pô, os caras passaram quatro anos desenvolvendo o jogo. Agora que lançou, né? Já lançou. Agora é a parte mais fácil. Mas o problema é que não é, né? Pra esse tipo de jogo, é um jogo de serviço, é um jogo que você nunca para de desenvolver, né? E na verdade é a parte, alguns diriam, né? Que é até mais difícil depois que você lança. Porque agora você tem que ficar correndo contra o tempo, assim, lançando conteúdos constantemente, né?

Alimentando esse jogo enquanto você atualiza coisas fundamentais, enquanto você melhora coisas, né? E precisa de uma estrutura muito forte, assim,

investimento. Em servidor também. Exato. E você vê que, assim, mesmo muitos jogos que lançam bem, não conseguem se manter, justamente por causa disso, né? Pra manter um jogo desse é muito caro, é muito difícil, né? Do jeito que as pessoas esperam, principalmente, né? Comparado com os Fortnite da vida e tudo mais. Então, eu entendo o argumento de, tipo, podia deixar mais uns meses aí, né? Pra ver o que que dava e tal. Mas, mesmo quando o jogo tem uma boa base, às vezes é difícil quando você não tem esse lançamento que é espetacular, né? E que já chama

as pessoas, até porque assim... Ainda mais nesse mundo de game as a service. É. Que emplacar um game as a service é dificílimo quando existe Fortnite, sabe? Hoje em dia é quase impossível. Quando existe esses outros jogos, buraco negro, que ninguém sai desse jogo pra jogar um outro jogo. É, e o pior é que é um ciclo vicioso que um jogo multiplayer, né, que depende de muitos jogadores pra jogar, quando ele tem poucos jogadores, ele vai ficando cada vez pior, né?

Porque tem menos gente pra jogar, fica mais tempo pra achar a partida, né, o nível de

habilidade, assim, não tem uma grande... Então, é um jogo que ele vai piorando, né? Só por ele não tá indo bem, ele já vai automaticamente sendo pior, uma experiência pior pra quem já tá lá. É uma espiral negativa. Então, é difícil demais salvar um jogo desse tipo, assim, é muito difícil mesmo. E por isso que esse mercado é tão bizarro, né? Tipo, tem muito dessa questão do venture capital, do capital de risco, né? De, tipo, vamos investir em 7 bilhões de coisas e... Se uma der certo, valeu a pena. Não interessa se, ah, é melhor, né, jogar fora

quatro anos de trabalho do que tentar manter por mais um mês, assim. Mas, ao mesmo tempo, é muito difícil, né? É um mercado muito competitivo, muito difícil de emplacar. É o que a Sony fez, então, com o Gamers-a-Service dela? É, de certa forma. Fazer dez. Mas é meio que isso. É meio que isso. Mas e os outros jogos? Foda-se. E aí, pensa, pô, mas por que continuam tentando? Porque quando dá certo, dá muito certo, né? Tipo, o Arc Raiders, que a gente viu agora, também é um jogo que veio meio que do nada, assim.

Quer dizer, né? De um estúdio com um bom histórico já, né? Sim, sim. Mas ainda assim, muito difícil. Pô,

O caso do estúdio do A-Creators, que fez The Finals também, esqueci o nome do pessoal, é um caso raríssimo. Os caras emplacaram dois jogos lá atrás do outro. O próprio Apex Legends, que teve uma história parecida com o do High Guard, eles conseguiram fazer sucesso e tal. E foi um lançamento, foi Shadow Drop, eu acho até. Mas é muito difícil, quase impossível. O Matheus Corr perguntou, não dá para voltar para a época em que os jogos lançavam com campanha single player, mais co-op, mais versus?

Isso ajudava. Hoje em dia, é oito anos para fazer o jogo só com a campanha single player.

Imagina se for bater as três. O problema é esse, né? O ciclo de desenvolvimento do jogo é muito mais demorado, custoso. O jogo de campanha single player hoje em dia é muito mais, né? E muito mais caro, muito mais demorado. O negócio é, precisa acabar tudo e recomeçar, galera. É, galera. Temos que começar do zero de novo. Voltar do Atari. Voltar lá do Atari. Vamos lá, gente. Vamos fazer um soft reboot nos videogames. Isso, isso, isso.

E aí eu tava pensando aqui, inclusive, eu lembrei assim, pô, tinha alguma coisa sobre esse assunto

queria falar, aí eu abri aqui o meu Telegram e tem uma mensagem nas mensagens salvas, né, que você salva pra você mesmo, que eu escrevi assim pra mim mesmo. Será que o último slot está amaldiçoado? E aí eu fiquei, nossa, o que que é isso? Sobre o que que era isso mesmo? Aí eu pensei, ah, do Game Awards, porque agora, né, o High Guard teve esse problema porque ele foi anunciado no último slot do Game Awards, né? Será que agora, nesse momento, Jeff Keighley está conversando com algum estúdio falando, não, galera, calma aí, o High Guard só aconteceu isso por causa disso e disso, pode anunciar comigo,

o jogo no X-Men Game Fest, vai dar bom. Mas assim, vários dos últimos slots foram coisas da From Software e deu certo. Qual é o histórico aí? Qual é o histórico que a gente tem? O único histórico ruim é o High Guard. Não pode ser jogo novo, de empresa nova, entendeu? Tem que estar o que as pessoas já querem, já estão esperando, entendeu? Aí sim. Então quer dizer que você é contra a inovação? Não. Os gamers, no geral, são, entendeu?

Mas eu acho que não é só isso, né? Pode ser uma coisa nova, mas é que tem uma má vontade,

compreensível até com jogos de serviço, com esse tipo de jogo que tá bem saturado, né? Apesar de ter os jogos do Buraco Negro ainda é muita... Quem acompanha principalmente, né? Tá bem saturado desse tipo de jogo. Mas, Tengu, temos mais uma notícia de algo talvez indo de base. Antes da gente pra essa próxima notícia, um lembrete que, na verdade, eu esqueci de falar, que eu queria falar, que acho que ainda tem slot. É a rifa do sushi e da Thalissa. Ah, sim. Pra quem não sabe, o sushi e a Thalissa vão casar. Uou! E viajar.

Uou! É verdade. E pra isso, pra ter dinheiro, socorro, eles estão vendendo tudo. Todos os seus bens, vendendo a casa. Todos os bens. Pueca, roupa. Não, mas eles estão fazendo uma rifa com uns board games aqui deles. Então, é... Olha, e tem um link no chat, né? Tem um link no chat, qual coisa? Entra no Instagram da Thalissa, ou do Sushi, que vai ter lá um post, alguma coisa assim, que vai ter o link bonitinho, clicando pra vocês ajudarem o Sushi e a Thalissa a conseguirem fazer um casório. É isso. É verdade. E a outra coisa, que não tem nada a ver, é meio que notícia.

Você sabia que vai ter uma parceria no Overwatch com o Nier? Eu fiquei sabendo. E que vão vir 5 skins de Nier para o Overwatch? Quantas delas são a bunda da 2B? Uma, porque uma é a 2B. Entendi. Mas aí, André, me diga, essas 5 skins... Disseram que já saiu, inclusive. Ah, é? Então saiu hoje. Quanto custa essas 5 skins, você acha? Agora que eu vote um jogo free to play. As 5 juntas. As 5 juntas, no pacote, né? Pelo amor de Deus. Pô, se o Skate estava vendendo o Isaac Clarke por 35,

uma skin, eu vou pensar assim, tá, a Blizzard talvez não seja tão maldosa, mas eu acho que 5 skins de Nier Automata, lembrando que uma delas tem bunda e todo mundo que joga Overwatch é bem horny, eu diria 50 dólares. Não, fala em real. Ah, pô, quanto que dá? 200 reais? Não. Era menos? Mais. Mais? As 5 skins, 276 reais o conjunto. Uau. Agora a skin individual, André, se eu quiser uma só. Aí faz a matemática aí, né? Como que é? Será que é a matemática? Dividido por 5?

R$50,00. A skin individual, se você quiser comprar individualmente, é R$115,00. Uau. Incrível. Obrigado, Blizzard. Obrigado, Overwatch. Pô, vamos localizar o preço pro Brasil. Dito isso, eu pedi isso quando saiu o Overwatch 2, que aí começou a palhaçada de Tieta Free to Play, e eu falei no Vertice da gente, vamos localizar o preço pro Brasil, né? Pelo amor de Deus. Até agora não mudou, porque não vai dar. Quanto que é o passe de batalha do Overwatch?

Não, pior que não é muito caro, não. É R$50,00. É, tipo, não é muito caro, para. Depois você vê isso daqui. Não, sim.

Claro, em comparação, é tudo barato, né? É, exato. Mas o que não é barato... O que não é barato? O que não é barato são os investimentos da NetEasy, que não existem mais, né, na verdade. A NetEasy anda tirando investimento adoidado faz um bom tempo já, na verdade. E, aparentemente, a próxima vítima, né, está sendo, foi, será, está sendo, o estúdio do Nagoshi, né, o nosso querido Nagoshi. Mais um jogo que foi anunciado no Game Awards, né?

Então, não é o último slot, não é o evento que está amaldiçoado. É, o Game Awards é amaldiçoado. Porque, pra quem não se lembra, né,

foi anunciado o Gang of Dragons, né? No Game Awards, que é o novo Yakuza do Nagoshi com aquele ator coreano famoso. É, que fez o Eternos? Fez o... Esse é o nome do filme? O trem do Busan. O trem pra Busan. Mas fez o Eternos. E Eternos, né? O Game of Thrones. E fez Death Stranding também, Death Stranding 2. O Nier Automata é 107 reais. É, compre o Nier. Você pode comprar dois Nier. É, pois é. E o Nagoshi, ele saiu da cega, caindo no conto de ser independente do Netismo. Da liberdade, né?

O Nagoshi, pra quem não se lembra, é o cara que era o ex-cabeça do Ryuga Gotoku Studio. É o cara que encabeçou a Yakuza desde o começo da série e que saiu da SEGA recentemente com a promessa de liberdade em novos horizontes pra formar o próprio estúdio com o dinheiro da NetEase. E aparentemente, isso aconteceu um tempo atrás já, segundo a Bloomberg, Jason Schreier, o único jornalista de games do mundo. Nossa, olha, em especial essa semana e semana passada, o Jason Schreier trabalhou, viu? Nossa senhora. Será que ele não tem, sei lá, Ghost Rider,

Por que não é possível? Não sei. Às vezes, Jason Schreier nem existe. Ele não é uma pessoa de verdade. É um grupo de pessoas. Exato, né? Um grupo de pessoas. Nós somos anônimos. Todo mundo tem uma máscara de Jason Schreier. É. Eu acho que é isso. Eu acho que é isso. E o que teria acontecido, né? Porque não foi confirmado nada oficialmente pelas partes envolvidas nem nada, né? É que a equipe do estúdio do Nagoshi, não Nagoshi Estúdio, a equipe foi informada por e-mail durante a semana que ela seria fechada. Basicamente que a NetEase ia cortar financiamento

e que o estúdio seria fechado. O que teria levado essa decisão é, supostamente, de novo, né, nada disso foi confirmado, é que o projeto do Gang of Dragon, ele custaria ainda mais cerca de 45 milhões de dólares pra ser completado, né, de financiamento. É, além do que já já tá. Além do que já tinha sido feito, né, ele precisaria pra ser concluído mais, aproximadamente, 45 milhões de dólares. E mais tempo, né, provavelmente. E mais tempo, né.

Aparentemente, a NetEase não gostou disso e falou, não, não queremos mais, pau no cu de vocês.

Vale dizer que essa parte aí do motivo, né, de ser por causa desses 45 milhões de dólares a mais e tal, não foi confirmado, mas a NetEase confirmou que tá realmente parando os investimentos no Nagoshi Studios a partir de maio, né? A partir de maio eles já não investem mais no estúdio. Maio que é tipo daqui dois meses. Exato. Um mês e meio. Ou seja, Gang of Dragon, que era o jogo Yakuza que o Nagoshi Studios já tava fazendo, teve trailer na TGA. TGA. Isso. Não vai mais existir. Acabou.

antes de continuar existindo, porque a NetEase, uma das coisas que ela falou aí, supostamente nesse comunicado interno, é que eles têm a liberdade pra continuar o desenvolvimento se eles quiserem, mas se eles forem fazer isso, eles vão ter que pagar pelos assets que já estão prontos e pela marca. O que é muito engraçado e assim, né, não surpresa pra ninguém, mas assim, é tão explícito, né, o quão absurdo isso tudo é, porque tipo, pra jogar no lixo é grátis, mas se alguém quiser pegar do lixo e continuar fazendo, aí tem que pagar. Exatamente. Aí tem que pagar, não, aí vamos lá, calma. E assim, vale notar,

que não é a primeira vez que isso aconteceria, caso Nagoshi e sua turma resolvessem fazer isso, não é uma coisa sem precedentes, né, porque o Suda fez isso, né, com a Grasshopper, e o Hiroyuki Kobayashi, que era ex-produtor da Capcom, que era produtor de Devil May Cry, Resident Evil, e é o cara do Bassara, a pessoa que estragou Bassara, por sinal, também seguiram com os projetos deles sem o dinheiro da NetEase, eles conseguiram financiamento por fora, por outros meios, e conseguiram seguir com os projetos, e teoricamente é o que o Nagoshi

fazer daqui em diante, né, ele vai tentar conseguir financiamento por fora, de outras maneiras, pra conseguir seguir com o jogo. Que tá muito difícil, né, atualmente tá muito difícil, especialmente pra um projeto dessa escala, assim, 45 milhões não é pouca coisa, é 4 e meio, quase 5 pokémons EA, né, assim, pra começo de conversa. Então, torcemos, né, pra que ele consiga, mas realmente, o que a terra devastada aí que a NetEase deixou, né, que tipo, eles começaram a investir fortemente fora da China, né, a partir de 2020,

por conta da bolha da pandemia, mas muito por conta também

daquele período de aprovação, de regulamentação do mercado chinês que congelou licenças e tudo mais. Então ficou um tempo ali meio parado o mercado de jogos na China. Então eles foram investir fora da China até pra também diversificar o portfólio e pra ganhar know-how de mercados que eles não tinham ainda, tipo o mercado de consoles e tal. E aí com o passar do tempo e o mercado da China se reaquecendo, a bolha da pandemia dando aquela desinflada e também fenômenos como

como o Kong, né? Que mostrou que, tipo, ei, se pá, a gente aqui dentro da China mesmo, a gente consegue fazer jogos dessa escala pra apelar pra um público internacional mesmo, se pá, a gente não precisa ficar investindo em estúdios de fora da China, eles deram essa desinteressada. E aí, foda-se, né? Todo mundo que caiu na lábia deles, que abandonou o estúdio pra ir trabalhar com a NetEasy. Mas e terminar os projetos? Pelo menos dá uma chance pro negócio que você tá construindo? Mas pra quê? Não precisa. Gastar mais dinheiro? Ah, joga fora, foda-se.

Eu não sei o quão inteligente de verdade é isso. Tipo, não, financeiramente faz sentido, porque estatisticamente, pro jogo ter sucesso é, sei lá, 20%. Então vale mais a pena. É menos arriscado você parar o projeto agora e perder aquele dinheiro ali mesmo. Mas, gente, e a arte? Onde é que fica? Essa é a pergunta. Pois é. Mas, realmente, assim, entre parar de gastar e ter que gastar mais 45 mil pra um projeto que... Porque uma das coisas que eles viram é que esse tipo de jogo, que tá fora do portfólio da NetEase,

do que eles costumavam fazer. É um tipo de jogo que demora muito pra ser desenvolvido, que é muito caro pra ser desenvolvido e tem muita chance de não dar o retorno, né? Então é um tipo de projeto que eles falavam se pensando bem, vamos que tal não, né? Já que a gente não, entre aspas, precisa mais desses investimentos, né? Então, foda-se. Um dos casos, por exemplo, pelo menos, que chegou a sair o jogo foi o do Visuals of Mana, né?

O jogo saiu e junto com o lançamento, no mesmo dia, ou antes do lançamento até, não me lembro exatamente o timing,

Foi uma janela bem próxima. Foi uma janela próxima. Saiu o anúncio da demissão de todo mundo. Fecharam o estúdio, foda-se. É, não, demitiram uma galera no estúdio americano de Marvel Rivals. Teve aquele Jar of Sparks que eles pularam fora também. Sim. Muito, assim, muitos estúdios. O Words Untold, né? Praticamente todos os estúdios que eles investiram nesse período de 2020 até 2023, mais ou menos, eles, se não pularam, eles estão pulando.

E aí o negócio é, eles queriam, eles estavam acreditando nesse projeto do Gang of the Dragon e do Nagoshi.

tudo bem, né, e eles conseguissem entregar o jogo com investimento inicial, prazo inicial, provavelmente o jogo teria sido lançado, eles seriam publicados. O problema foi esse, né, que de repente não dava mais, né, eles precisavam de mais dinheiro, mais prazo, e aí, pô, desculpa aí. E eu falei, The Gang of Dragons não é um bom nome. Tinha que ser The Gang Bang of Dragons. É porque não é The Gang of Dragons, é só Gang of Dragons. Gang Bang of Dragons. Que é pra sigla formar God. Uou! Gang Bang.

de coisas meio duvidosas e... Meu exame de sangue? Complicadas? Vamos falar do exame de sangue? Vamos falar da Asha Sharma, um nome que certamente vai figurar bastante no vértice esse ano, que é a nova CEO do Xbox, que, vejam só, querendo mostrar muito trabalho ali, mostrar que não tá de putariazinha, né? Não tá de só fazer tweetzinho engajando com os gamers. Ela não vive apenas, André, de procurar encontrar alimentos árabes? Aquela Asha Sharma.

Acha a Schwarma. Entendeu? Entendi. Ela acha outras coisas também, Rafa. Ela achou, de bom tom, anunciar no Twitter com um videozinho, o projeto aí do próximo, do console de próxima geração do Xbox. E assim, um vídeo, eu não sei, assim, talvez seja eu já com uma vontade pra tudo que ela fizer e querendo achar defeito, mas um videozinho meio baixa renda, assim, meio aquém dos projetos gráficos que a Xbox costumava entregar no passado. Às vezes porque foi o Maia que fez o vídeo.

Olha, que eu não duvido disso. Mas ela anunciou e ela disse o seguinte no Twitter, né? Porque foi só um comunicado pelo Twitter mesmo. Disse, ótimo começo de dia com a equipe do Xbox. Falamos do nosso comprometimento com o retorno do Xbox. Que já é algo bem engraçado, tipo, o retorno do Xbox. Tipo, o retorno do Xbox tá aqui ainda, galera. Ele foi pra onde? É, pra onde que ele foi? Vai pra onde, né? Tal qual o amor foi pra casa do caralho.

Exato, e cadê o Xbox? Foi pra casa do caralho. É, mas jogando pra merda mesmo que tá aí, né?

Helix, ou Projeto Hélice, né? O codinome do console de nova geração da Xbox. O Project Helix vai liderar em performance e rodar seus jogos de Xbox e PC. Ansiosa para conversar mais com parceiros e estúdios na GDC na semana que vem. Semana que vem também conhecida como essa semana. Inclusive amanhã, né? Dia 11 de março do dia dessa gravação. Tem agendado lá um painel sobre o futuro do Xbox na GDC. Vamos descobrir se vem alguma informação relevante daí. Não é garantia de que virá.

é só um painel que é uma encheção de linguiça. É, e as conversas interessantes mesmo vão rolar, vão rolar debaixo do espaço. É, internamente. Porque pelo menos até agora, tudo que a Asha Sharma vai ser difícil, vai ser muito difícil não falar o nome completo dela toda vez. Não, Asha Sharma. Asha Sharma. Mas é Asha Sharma. É o primeiro nome dela? Asha. Ah, Asha. É Asha, o primeiro nome dela. Eu achava que era tudo junto, Asha Sharma.

Não, não, não. É Asha, Espaço, Sharma. Que o que ela falou, né, até agora, desde que ela assumiu o cargo,

em comunicados oficiais, é meio que o grande gerador de Lero Lero, né? Nada, nada de concreto, absolutamente nada. Mas pelo menos não falou nada, não falou mesmo nada grave ou algo tipo, eita! Não, ela tá fazendo média. Ela tá fazendo média, exato. Sei lá, hoje em dia eu acho que é até menos mal. Pô, pelo menos você tá fazendo média. Pelo menos você tá fingindo que tá querendo agradar. Eu vi no Vértice da semana passada alguém no chat falando, pô, mas vocês não vão comentar da entrevista que ela deu pro Windows

centro, e tipo, uma entrevista de nada com nada, né, assim, não falou nada com absolutamente nenhuma informação pra ser tirada ali, assim, um grande suco de chuchu, assim. Mas, esse console, né, a gente já tem falado dele aqui no Vértice há muito tempo, né, já tem rumores. Os rumores, é. E a gente tem comentado sobre muitos desses rumores, né, sobre essa coisa de que o Xbox, que vai rodar jogos de Xbox e jogos de PC, pelo menos desde 2024, primeira vez que a gente ouviu falar desse novo console de nova geração,

do Xbox foi quando rolou os vazamentos da FTC lá, né, durante a compra da Activision, onde eles falavam de um console híbrido, né, que seria, ele iria rodar algumas coisas na nuvem, algumas coisas no hardware, daí em 2024, quando tava rolando todo o bafafala dos jogos exclusivos, teve aquele podcast do Phil Spencer, do Matt Burry, da Sarah Bond, a Sarah Bond confirmou, né, que eles estavam desenvolvendo já a próxima geração do Xbox, que seria o maior salto técnico já visto das gerações de videogame, eu duvido, tipo, imagino se a gente vai ter um outro salto, tipo,

o que rolou do PS1 pro PS2, assim, do PS1 pro Dreamcast. Nunca mais. Mas, depois disso, tiveram várias entrevistas do Phil Spencer falando que queria isso, né, de poder ver múltiplas lojas dentro do Xbox. Na época ele citou a Epic Games, citou a E2, né? E aí, foi mais ou menos nessa época que começaram a vir também confirmações de outro rumor que já rolava aí há algum tempo, que era o rumor do portátil do Xbox. Primeiro que tinha um projeto do próprio Xbox de fazer um PC portátil e depois se transformou no rumor confirmado de que eles estavam trabalhando

E aí, os rumores, na época, é que eles estavam preparando isso, usando o lançamento,

desse console, pra testar essa nova versão do Windows 11 dedicada pra rodar jogos, né? E que, né, era muito a Microsoft sentindo água batendo na bunda do espaço que tava sendo tomado pelo SteamOS, né, que é em Linux e tudo, e eles tentando fazer uma versão mais otimizada, né, mais focada em jogos do Windows. Acabou que era aquele, o Xbox Full Screen Experience, que dá uma otimizadinha, ele mais, tipo, para alguns processos do Windows e tal, meio que oculta o

Explorer, né, e tal, mas ele não otimiza tanto, assim, e no fundo é meio que um Steam Big Picture do Xbox, né, onde você controla com controle, né, tem um foco maior em jogar e tal, mas que hoje em dia eu acho que já tá até disponível pra usar no Windows 11 normal mesmo, fora do X, do Rogalá e tudo. André, você não acha, você acha, eu não sei se eu tô falando maluco, você acha que é um pouco humilhante isso? Você vende um aparelho, as pessoas pegam o aparelho que você vendeu, tira o sistema de impressão dele e bota outro,

Porque o seu é o ruim? Não é porque o seu é o ruim, é porque o seu é péssimo. É péssimo. É verdade, né? Se fosse só ruim, é. Caramba, o Windows 11 é impressionante, né? O quão péssimo ele é, realmente. Mas o foda é que não tem mais suporte pro Windows 10, né? É, então, isso que é o triste, né? A vontade de voltar pro Windows 7. Vamos todo mundo voltar pro Windows. Windows 95. Windows XP, USB 3, bora. O XP que dá bom, hein? Mas o papo era esse, né?

Que o ROG Xbox lá ia ser um campo de testes pra esse novo console aí, pra eles testarem essa interface.

essa integração da parte Xbox com a parte do PC. E mais recentemente, o aquele canal More Loves Dead, que também tem falado desse console já há bastante tempo, dessa parte aí de um console híbrido PC e Xbox, bem antes dessa confirmação também, fez um vídeo, né, falando da questão do preço, né, e da potência do console. Falando que vai ser um console possivelmente mais potente do que o PS6, que a Sony tá indo pra um caminho meio que o que ela fez na geração do PS4, que é, não vai ser um salto tão grande,

da geração do PS5 pra geração do PS6. E o Xbox tá meio que construindo uma ponte pra sair do mercado de consoles. Eles querem ir pra outro lado, né, do mercado, assim, com esse novo Xbox aí. TV, não é isso? TV deu muito certo, né, no passado. Eu acho que vai dar certo. E aí, o que ele fala é, se eles fossem vender subsidiado, daria pra imaginar um preço de uns 900 dólares, né, levando em consideração o preço das coisas atualmente, né, preço de memória e tal. Ou que você pode pensar assim, meu Deus, 900 dólares,

que absurdo é esse. Mas vocês sabem quanto que tá custando um Xbox Series X de 2TB? Que é aquela versão estreladinha. Meio que o Elite do Xbox Series X. Não, não faço a menor ideia. Isso tá custando 800 dólares. Sério? Que legal. Tipo assim, esse é o preço dele no mercado. O preço oficial na loja do Xbox. Às vezes, né, em varejo você encontre mais barato. Mas é o preço oficial dele, 800 dólares atualmente. E o que ele tem de especial? 2TB.

Só isso? É, mas é a coisa mais cara do mundo, né? É verdade. Armazenamento e memória. É, memória.

Mas André, eu acho que com uma guerra mundial vindo aí, as coisas vão baixar de preço, não é não? É isso que acontece, geralmente é isso que acontece. Aí a gente vai brincar de... Alucinação. Exato, só. Só que o lance é... Aí você pensa, pô, 900 dólares que absurdo. O problema é, como ele tem a ambição também de ser um PC, e a gente não sabe exatamente o que isso significa ainda, né? Só o que acha charme disso é que ele vai rodar PC e Xbox, mas o que isso quer dizer?

A gente vai ter acesso a todas as lojas do PC, a gente vai poder fazer que nem no Xbox Hog Alliance,

Xbox aí, de ir pra qualquer loja, abrir o Windows de fato dentro do console e ir pra qualquer lugar que a gente quiser, né? Jogar jogos do It, jogar jogos do Steam, jogar jogos da Epic e tudo mais. Será que é isso que vai significar? Não dá pra saber ainda. Estima-se que pelo menos Steam, né? E Epic talvez dê pra rodar nesse novo console da Xbox. O problema disso é que aí eles não podem subsidiar, eles não podem abrir mão do lucro na venda do console em si.

Porque existe a grande chance de alguém comprar esse console e nunca interagir com absolutamente nada da Microsoft.

Mas você acha que existe essa possibilidade? Com certeza. Que nem você falou, a pessoa compra o Xbox Online. Tem a possibilidade deles conseguirem impedir isso? Porque hoje em dia o pessoal destrava o Xbox Series X e vira um grande emulador? Não, mas tudo bem. Aí, fora do propósito dele, o que a Chachama está dizendo é esse é um console feito para rodar Xbox e PC. Vai ser um dos atrativos principais dele, inclusive. É assim que a Microsoft vai se diferenciar nessa próxima geração. Mas você acha que ele vai efetivamente ser um PC? O que você acha, né?

Ele vai ser um PC e aí ele vai emular o Xbox por software? Ou ele vai ser realmente, de alguma maneira, uma coisa híbrida? Porque assim, gente, um console é um PC, mas ele tem uma arquitetura diferente. Sabe o que eu acho? Baseado nas informações do FTC e nos rumos aí com o Xbox Allay e tudo mais, eu acho que ele vai ser uma versão modificada do Windows 11, ele vai ser um PC que vai rodar jogos de Xbox pela nuvem, na verdade. Você vai assinar o Game Pass e ter acesso a esses jogos para rodar.

rodar eles pela nuvem, mas o Xbox em si, ele vai rodar só jogos de PC. Que pra geração passada, são todos os jogos, né? Exato. Tipo, não tem jogo da geração passada e até do Xbox One, né? Tem alguns jogos do Xbox One que não saíram pra PC, mas são poucos. Então, assim, seria uma minoria que você teria que jogar em nuvem. Mas hoje em dia, como o marketing deles, né, fala muito bem, o que que é um Xbox, né? Um Xbox já é um PC há muito tempo.

Tem todos os jogos disponíveis pra PC, então não tem essa diferenciação tão grande. E aí, pros jogos que tiverem essa diferenciação,

talvez eles investam aí em emular esses jogos e tal, e fazer eles rodarem direto no hardware, mas dado o vazamento do FTC, e tudo bem que esse vazamento do FTC tem anos, né, planos mudam, mas é muito mais fácil pra eles, especialmente pensando que eles querem também empurrar, né, mais do serviço de nuvem, assinaturas e tudo mais, deixar isso atrelado ao serviço de nuvem. Mas o Rian Matsua mandou uma coisa interessante no chat.

Nem todos os jogos que você compra no Xbox são... Não sei como é que fala. Você compra no Xbox e ganha a versão de PC, né?

a sua biblioteca do Xbox? Como assim? Tipo assim, eu comprei agora, sei lá, Forza no Xbox. É no Xbox. Se o próximo Xbox for um PC, eu não tenho... Não, mas o Xbox tem o Play Anywhere. Você compra no Xbox, você pode jogar esse jogo no PC. Mas aí, então, eu não conseguiria rodar inativamente no meu Xbox, mas só na nuvem. É isso? Não, eu acho que você consegue rodar a versão de PC, porque existe a versão de PC desse jogo. Não, não.

Eu não tô falando desse jogo em específico, mas nem todo jogo tem. É isso que eu tô falando. Não, então, mas é isso que eu tô falando. Quais jogos não tem? É uma minoria. São jogos do Xbox One e pra trás.

e alguns jogos do Xbox One. Acho que a maioria do Xbox One também já começou. Esse movimento começou na geração do Xbox One. Foi lá por volta de... Eu não digo de comprar o negócio. Por exemplo, se eu comprar o Forza hoje no Xbox e eu entrar no meu PC e for jogar o Forza... Você pode jogar versão de PC. Por causa do que tem o Play Anywhere. Então, mas aí todos... Tem o Play Anywhere? Tem, tem, tem. Então não tem. Toda biblioteca você tem.

Ah, o Ryan falou. É uma minoria de jogos o Play Anywhere. Pouquíssimos jogos sem Play Anywhere. Aí, ó. Até onde eu sabia todos os jogos do Xbox, da First Party principalmente,

tinha um... O Matheus Corvão não tem jogo para o PC. Não, não, sim. São bem poucos jogos. É mesmo? Reilo 5 não tem. É... É, sim, né? Não, não, não. Não, mas os que lançam hoje em dia, os atuais. É, eu, assim, até hoje, achava que todos os jogos Funch Party da Microsoft tinham o Play Anywhere. Mas os third parties são bem poucos. Ah, sim. Ah, então, mas é isso, mas eu vou perder a minha biblioteca. É, eu acho que sim, é. E aí você rodaria a sua biblioteca por nuvem, né? Talvez seja isso. Hum, talvez.

Você tem a sua biblioteca, mas você só consegue rodar ela por nuvem agora. É, pensando nisso, acho que vale o investimento, então, deles fazerem isso rodar nativamente, né? É. Que seria um trabalho de emulação, realmente. Ou, sei lá, eles conseguem, de caso a caso, conseguir uma licença do jogo. Não sei como funcionaria, na verdade. Casa a casa é impossível. Mas é, eu tava pensando especificamente nos jogos First Party. Enfim.

É que nem só de First Party vive um console. Não, é. Alguns diriam especialmente... Eu não sei que você seja Nintendo. Exatamente.

Para, tem Resident Evil Requiem, que vendeu bem pra caramba no Switch. É verdade, é verdade. Mas é, faria sentido eles terem um cantinho ali de emulação, né, e juntar tudo numa coisa só. E eu espero que eles juntem, porque eu tava vendo o Digital Foundry falando sobre isso, e eles estavam pensando se seria um console com dual boot, que você poderia escolher botar ele no modo Xbox ou no modo PC. Seria interessante. O Samsung falou que tem um bato de que ia ser tipo um emulador que permite rodar jogos de Xbox nativamente no PC. Ah, então. Foi nessa linha. Porque é perfeito, aí sim, sabe?

Porque eu gosto dessa ideia. De eu comprar um Xbox e poder rodar meus jogos da Steam nele. Ó, o André falou. É só fazer um dual boot. É, eu espero que não seja esse o caso. Porque é uma coisa pro usuário final. É um passo a mais. É tipo uma burocraciazinha a mais ali. Seria o mais legal, seria se eles conseguissem deixar tudo no mesmo espaço. Você tem os jogos do Steam, você tem os jogos do Xbox, você tem os jogos de Xbox pra PC, de Xbox pra console mesmo. Mas assim, fazer dual boot,

você... Como eu falei, a arquitetura do Xbox hoje em dia é muito parecida com o PC. Sim. Mas as dos Xbox anteriores, não. Era uma arquitetura diferente. A arquitetura é a maneira que você dispõe os componentes, tá? Sim, sim. E aí tem coisas que você não consegue rodar nativamente. Você tem que emular. Não, você tem que fazer a sua máquina fingir que tem outra arquitetura e aí sim rodar os jogos nela. Só que só dá pra você fazer dual boot se ele tiver essa arquitetura parecida com a do Xbox Series X. E que vai ser. Que é basicamente um PC. É basicamente um PC. Mas, é...

A pergunta é, quem vai comprar um console do Xbox de mais de mil dólares? O que eu tava dizendo era isso, né? Que como tem essa possibilidade de jogar jogos de PC e a pessoa pode comprar o console do Xbox e nunca assinar um Game Pass, nunca comprar um jogo na loja do Xbox, comprar tudo no Steam, ou só jogar Fortnite a vida inteira, ou qualquer coisa do tipo, eles não podem só subsidiar o console. Eles vão ter que cobrar, ganhar lucro também na venda desse console.

Então o More Loves Dad tava falando que a previsão dele é por volta de mil a mil e duzentos dólares esse console.

E aí o negócio é, quem que vai comprar um console do Xbox por esse preço, o que eles vão tentar colocar é que não é um console, é um PC. É um PC pra você jogar na sua sala e ter ali também uma possibilidade, talvez, né, não sei, de plugar um teclado e usar como PC também. Ele pode vir com uma tecnologia de uma coisa tipo controle do Switch, que você transforma em mouse, um controle que você possa, já que é um PC, eu estou aqui usando ele como mouse pra eu jogar meus FPS. E aí o lance é, tem muito interesse, por exemplo,

Steam Machine, que é essa ideia, né? E ele vai custar mais ou menos por esse... Mil dólares, é. Por essa faixa de preço. E ele não vai ser tão potente, teoricamente, quanto esse novo Xbox vai ser, né? Porque se ele é o próximo passo do Xbox, ele tem que ser mais potente do que um Series X. É, e aí quando você entra nessa faixa de preço, já tá entrando na faixa de preço de PC mesmo, né? Então... Dito isso, Steam Machine, a gente falou semana passada, né?

A gente não falou, mas... Foi adiado, né? É, a Valve tá com dificuldades, mas diz que ainda lança esse ano.

Ou só não pode lançar em Singapura. E lá é um perigo. Perigo de explosão. Sei lá. Eles podem também, quem sabe, viajar muito. Não, eles vão fazer isso, né? Por exemplo, falar assim, tá, a gente vai subsidiar o custo do console, mas pra acessar a parte PC você precisa assinar o Game Pass. Nossa, imagina. Pelo amor de Deus. Imagina. Pra acessar a parte Xbox você precisa pagar o Game Pass. É, mas eles querem ganhar dinheiro com a parte PC.

Mas não faz sentido nenhum. Não, Deus me livre. Bate na madeira. O Estrela não deu.

que sou pobre e nunca mais vou jogar videogame. É que nem a adolescência só jogava em um lador. É assim que a gente tem que sobreviver. Deixa eu te apresentar. Pirataria. Exato. Uma coisa maravilhosa. Pirataria é ser brasileiro. Porque aqui a gente sempre foi jogar descanteio pela indústria de jogos do mundo. Bolou uma disso. Aí você compra o Xbox e vem o Copilot. Mas assim, não tenha dúvida. Não tenha dúvida. Vai ser muito explícito e empurrado o uso de Copilot. Alguém mandou inclusive a teoria da

conspiração de que todos os símbolos de A é sempre um círculo assim, né? Parece uma espiral. Parece uma hélix. Por isso, projeto hélice no país dos Maravilhas. Eu acho que o negócio da hélice é justamente porque são essas duas hélices, né? Se interlaçando pra formar um X. E as duas hélices são Xbox e PC, né? Se juntando numa coisa só ali. E A? Com A? Ok. Foi com A.

Por falar em lançar jogos para PC e jogar jogos em PC, tem gol? Pois é, quem aparentemente não quer mais isso aí na vida dela é a Sony, né? Porque, novamente, Jason Schreier lá na Bloomberg soltou a bomba, né? Que, segundo fontes internas que ele tem na Sony, acabou esse negocinho de sair o jogo first party para PC, essencialmente, né? Não só não vão sair mais esses jogos, como o Ghost of Yotei, né? Que até em algum momento ia sair, não vai sair mais.

mais? Não vai, Wolverine não vai. Wolverine não vai. Mas tem uma... Mas isso, por enquanto, só o rumor dos Jason Schreier, né? Confirmado. Confirmado mesmo? É, confirmado. E o... Eita. O Saros também não. É, o Saros também não. Eita. Mas tem algumas exceções aí ainda, né? Sim, é. Jogos que vão precisar de componente multiplayer, né? Como, por exemplo, o próprio Marathon, que acabou de sair, e o Marvel Tocom, que vai sair ainda esse ano, vão continuar saindo pra PC, né? Porque eles não são bobos, né? É, exato. E o que precisa da base

instalada de PC pra funcionar direito. E são os jogos que tem dado mais certo no lançamento do PC, muito porque lança junto, né? O Helldivers foi um puto sucesso, vendeu muito mais no PC do que no Playstation, por exemplo. Mas os outros jogos venderam bem também. Então, não. Pior que não. Não venderam bem. Só pra completar, assim, também o Death Stranding 2 e o Kena Novo também vão sair pra PC, né? Eles não são jogos first party.

Eles são publicados pelo Playstation, mas são de outros estúdios. E o lance é, né, que saiu

um gráfico aí mostrando, né, a divisão de receita da Sony, né, dos negócios de Playstation. E, realmente, a parte que diz respeito aos lançamentos de jogos pra PC é um negócio ínfimo, assim, né, muito pequenininho. Então... Porque, tipo, você pensa assim, por que eles estão fazendo isso, né? Porque, assim, o custo de portar um jogo pro PC é meio que irrisório, né? Eles estimam por volta de 5 milhões de dólares pra você portar um jogo que tá no Playstation 5 pro PC. Aí o jogo às vezes vinha todo cagado. É, primeiro tem isso, né? Mas, assim,

pra eles portarem, é tranquilo, né? E vai vender o suficiente ali pra esses jogos não serem prejuízos, porque, tipo, mais de 5 milhões eles vão arrecadar. Esses jogos vendem muito menos do que no Playstation, mas ainda vendem. Por exemplo, no começo, né, quando eles começaram, foi com o Horizon Zero Dawn, ele vendeu por volta de 20 milhões de cópias no Playstation, versus 4 milhões de cópias no PC. Pô, mas... O God of War 2018 vendeu 23 milhões de cópias no Playstation, versus 4 milhões

também no PC. Só que isso, mais recentemente, tem diminuído cada vez mais, né? Porque, por exemplo, esse... A média, né, na época, quando começaram a lançar os jogos no PC, era de tipo 14% das vendas eram as vendas do PC. Mas o Miranha 2, por exemplo, só 5% das vendas foram no PC. God of Ragnarok, só 6% das vendas foram no PC. E eu acho que isso vem muito do fato de que lança muito depois, né? Sim. E tem o fato também de que, vamos ser sinceros, a Sony não tá lançando AAA's

vez essa geração, né? Não. Esses jogos, por exemplo, eu gosto muito do Miranha 2, mas o consenso é que ele é uma sequência meio dispensável em comparação ao primeiro. God of War e Narok eu acho bem qualquer coisa. O Horizon Forbidden West também não fez um puta sucesso no Playstation e tal. Então acho que tem muito dessa coisa assim. Se lançasse junto, teria um hype, né? Assim, ó, tá vindo aí, vamos comprar e tal. Quando passa tempo...

Qual que é o consenso desse jogo? Preciso jogar ele? Ah, não preciso não. Ah, então... Ah, já joguei no Playstation de um amigo, que seja, sabe? É, ou vi no YouTube.

Exato. Muita gente joga pro YouTube. E também tem outro negócio que, tipo, esses jogos tem um cronograma de lançamento muito inconsistente, né? Não dá pra você saber, ah, o jogo vai sair pra Playstation hoje, sei lá, no mês que vem vai sair a versão de PC. Demora muito. Demora um ano. Já tem jogo que demorou mais de ano, né? Ano, mais de ano e tal, não sei o quê. E aí, ok, o jogo vai lançar pra PC por preço cheio e sendo que ele já recebeu 35 descontos diferentes na PSN, sabe? Ou a mídia física já tá com muito desconto,

também, né? Então, muitas vezes, nem vale tanto a pena assim. Obviamente, tem gente que só pode jogar no PC. Então, talvez, espere ou vai querer, vai preferir jogar no PC. E aí, são essas pessoas, né? Tipo, 4 milhões de copas não é pouca bosta, né? Muitos jogos dariam o mundo pra vender 4 milhões de copas. Então, eles ainda vendem bem. E aí, o lance é todo esse, né? Tipo, meu Deus, mas a Sony não gasta quase nada pra colocar esses jogos no PC.

E ela tá abrindo mão desse dinheiro fácil, né? E aí, eu acho que um dos motivos fortes pra isso, pelo menos do ponto de vista da

Sony, é que estar no PC ou a expectativa de que os jogos exclusivos da Sony vão sair em algum momento no PC, enfraquece a marca Playstation. Acho que isso é um ponto que eles devem estar considerando nesse sentido de, eles devem ter algum feedback, alguma pesquisa pra saber que tem gente deixando de comprar Playstation porque já tem o PC e sabe que algum dia eu jogo isso no PC com desconto no futuro e não tá fortalecendo a marca Playstation, o console Playstation a necessidade de ter um console Playstation

E também, né, tem que pensar nessa coisa da mudança de geração. Porque pra essa geração, que foi meio que nessa geração que eles começaram a fazer isso, né, Playstation 5 tá vendendo super bem. Na próxima, talvez muita gente que comprou Playstation 5 não compraria, porque já sabe que vai sair no PC. E assim, e aí o pessoal do chat mandou essa teoria da conspiração várias vezes aí, que é, na próxima geração, se Xbox igual PC, eu compro só um Xbox, que eu já jogo jogos da Sony já. Já joga tudo num lugar só, né? Compro Xbox, roda o emulador da Nintendo. Exato.

joga o jogo da Sony no PC. Exato. E joga tudo. Assim, é um fator que talvez tenha influenciado também. É muito recente, então existe aí o argumento de que... Ah, mas tem espionagem pra caralho, gente, pelo amor de Deus. E rumores disso há muito tempo. É, que o próximo Xbox vai ser um PC. Mas eu acho que é um fator, sim. Então, eu acho que eles devem ter dados mostrando isso. Eles devem ter uma conta que faça sentido, porque assim, obviamente, né, eles estão abrindo mão, vamos dizer, o Ghost of Yotei, eles estão abrindo mão de ganhar, vamos dizer, 4 milhões de vendas no PC e não lançando esse

jogo no PC, contando que algumas dessas pessoas queriam muito jogar Ghost of Yotei e vão comprar um console. É óbvio que é uma minoria, gente, tipo, especialmente falando de tem muitos jogadores de PC que não trocariam o PC por nada, né, só quer jogar no PC, só tem interesse de jogar no PC, não gosta da experiência do console. Então, assim, é uma minoria realmente que vai sair da sua zona de conforto e comprar um console por causa de, especialmente por causa de Ghost of Yotei.

Mas tem gente que gosta, né, vamos fazer o quê? O negócio é, eles devem ter uma conta, e é uma conta que faz algum sentido, que

ter, mesmo que uma minoria desses usuários no Playstation, é muito valioso, né? Porque o usuário no Playstation, ele paga, primeiro, pelo console, daí ele paga pelo jogo, que comprando na plataforma do Playstation, ele não tem que dividir esse dinheiro com ninguém, né? E cai um pinguelinho, né, pra Sony? Um pinguelinho. É, se é um jogo first party, cai tudo, né? E qualquer outro jogo, cai um pinguelinho. É, qualquer outro jogo cai, porque tá da loja da Sony.

Exato, é a situação inversa do Steam, né? Tipo, um jogo da Sony comprado no Steam, eles repassam 30% ou 20%,

Pra Valve. Pra Valve, né? Dependendo do número de vendas do jogo e tal. E no Playstation, eles não precisam... Desse jogo que fosse parte, eles não precisam repassar a conta com ninguém. Talvez a pessoa ainda assine a PSN. Exato, a pessoa ainda paga o serviço online, né? E qualquer outra compra que ela fizer naquele ecossistema, qualquer outro jogo, qualquer outra transação, qualquer Battle Pass que ela comprar, cai pra Sony. Então, por mais que sejam poucas pessoas que vão ser convencidas a ir pro ecossistema Playstation assim, eles devem ter uma conta ali mostrando que essa conta

sentido. Tem uma média, eu esqueci o nome do site de analista, mas é o nome de uma mulher, eu esqueci. Acha Sharma. Acha Sharma Análise, que colocou que a média de gasto de um usuário no Playstation em 4 anos é de 741 dólares. Em 4 anos? É, a média de gastos, né, entre jogos, assinatura, microagulações e tudo mais. E assim, é bastante coisa, né? É um outro Playstation, né? Sim. Então, eles devem ter essa conta lá, né?

uma olhada e saiu, a Games Industry soltou uma análise da New Zoom, não sei se chegou a ver, que é meio capitão óbvio, né, a análise que eles fizeram, mas basicamente eles não falaram qual foi a metodologia que eles usaram pra falar isso, mas a conclusão desse estudo que eles fizeram é que, ok, realmente, os jogos de Playstation não tem um público, né, eles falam de share de pessoas jogando mesmo, né, não tem uma presença significativa no PC porque eles não lançam junto, né, os

Eu acho que isso afeta muito mesmo. Então, por exemplo, eles deram alguns números de porcentagem de jogadores que estão nas versões de PC e nas versões de console, né? Então, por exemplo, cara, muito doido, assim. O Homem-Aranha 2, a porcentagem é 5% do PC. É muito pouco, né? Ghost of Tsushima foi 11%, que até foi meio alto, né? Horizon Forbidden Witch, 7%. God of Ragnarok, 6%. É muito pouco, né? E pela análise deles, né? Eles falam que jogos AAA, títulos de lançamento, né? Que são comparáveis ao que a Sony já lançou.

que se ele lança ao mesmo tempo no PC e no console, esse número pode chegar a 44%, né? Então é assim, a diferença é gritante, é absurda, né? E aí a análise, eu vi algumas pessoas falando, pô, se não seria o caso então de lançar junto no PC e no PlayStation, só que aí tira muito mais prestígio ainda. E como você falou, a Sony ganha muito mais se vende no PlayStation. Exato. Não tem comparação. Eu acho que eles estão querendo

retomar isso, pode ser algo que seja temporário, pode ser algo que seja dessa transição de geração, sabe? Pra falar assim, ó galera, a próxima geração não vai ter essa mamata no PC não, né? Ou você compra ou você se ferrou. E aí quando a próxima geração estiver mais estabelecida, talvez eles voltem, não dá pra saber. Mas uma análise aí, uma visão que eu não vi muito sendo difundida, que eu tava pensando, não sei se faz muito sentido, é que essas decisões, né, de dançar os jogos no PC e também a decisão de trazer 15 jogos

de serviço até 2030, sei lá qual que era o plano lá. Era outra direção. Era outra direção. É coisa da era Jim Ryan, né? Era uma época que a Sony tava tentando se distanciar do Japão, vamos dizer, né? Tipo, tava tentando ser uma empresa mais global. Foi a era onde eles fecharam o Japão Studios. Tem algo muito emblemático, né? Mas que, tipo, pode parecer pouco, mas é muito emblemático. Que é o fim do controle japonês, né? Eles padronizaram no PS5 o controle ocidental, né?

Pra você confirmar com o X e cancelar com a bolinha. É algo pequeno, é algo pequeno, mas...

Mostra a mentalidade, assim, né? Mostra a dominância, né? Apesar de que quando o Hiroshi Totoki assumiu, que ele assumiu por um tempo só, né? Ele chegou a declarar que a Sony estava procurando aumentar margens, né? E tal, e que isso seria feito, dentre outras formas, apostando mais agressivamente em PC. É, sim. E até ano passado, né? Nas chamadas, nas conferências com investidores, eles estavam focando muito ainda nessa papo de Kichu. Não, é o PC, galera. O PC é nóis e tal. Só que...

aconteceu em abril de 2025. O Hideaki Nishino assumiu como CEO solo do Playstation, né? Antes ele tava dividindo o cargo com o Herman Holtz, e aí o Herman Holtz foi jogado pra merda, virou um subalterno aí do Hideaki Nishino. E no Japão não era muito bem visto esse negócio de jogo no PC, não? É, então, e aí, assim, talvez não tenha nada a ver, mas é curioso pensar que o Hideaki Nishino assumiu como CEO solo, e agora tem um movimento aí pra agir mais como o esperado de uma empresa

japonesa, vamos dizer assim, né? Que é uma coisa mais até Nintendo, quando você para pra pensar, né? Talvez não tenha nada a ver, mas é uma coincidência, né? Se realmente não tiver. Agora eu fico pensando. E a Nixis, hein? Nossa, né? Tem isso, né? A Nixis é aquele estúdio que a Sony comprou pra fazer port de PC, né? Eu tava vendo o vídeo do... Então, eu tava vendo o vídeo do PH a respeito disso, e parece que ela tá fazendo algumas coisas já, né? Ela tá atuando como estúdio de suporte pro Sarus,

E mais alguma outra coisa que eu não me lembro agora. É, espero que ela consiga se manter como estúdio de suporte. Sim, sim. Pelo menos isso, né? Pra não ir de Bluepoint. Ah, gente, se a Bluepoint foi... É que a Bluepoint, em teoria, não tava, entre muitas aspas, não tava fazendo nada, né? Entre muitas aspas. Mas ali que você está. Fazendo alguma coisa. Fazendo suporte pro Saros. E pra mais alguma coisa. Ah, suporte pro Saros.

Isso, isso, isso. Mas o Saros não vai mais lançar no PC? Não, não. Fazendo suporte... Ah, tá, ok. Suporte de... Suporte, não porte. É isso que eu tô falando.

Se ela conseguir se manter como estúdio de suporte... Dito isso, a Bluepoint poderia virar estúdio de suporte, porque eles eram muito bons tecnicamente. É um dos vários mistérios do fechamento da Bluepoint. Por isso que eu falo, alguém da Bluepoint subiu numa mesa e cagou, galera. Só isso que justifica, sério. Mas é. A Bluepoint também acabou de suporte e foi fechada. Pois é, justamente. Mas... Rafa, continuando com as notícias, a gente falou de uma notícia da Xbox, falamos de uma notícia do Playstation e agora nós temos uma notícia da Nintendo, que tem a ver com...

senhor lá, o... Você conhece ele? O Donald Trump? O Donald Trump, um dos sobreviventes do incidente de Raccoon City. Você viu que ele tá começando a ter a coisa aqui no pescoço, subindo? Sim, eu espero que não achem a vacina. André, o Donald Trump, ano passado, quando ele assumiu aí a presidência dos Estados Unidos, aquele inferno de país, começou a merda toda, né? Uma das coisas ruins que aconteceram, que a gente noticiou bastante aqui, foi as tais das tarifas, né?

Que, ah, ele botou tarifa em tudo quanto é país, botou tarifa em tudo quanto é país,

é produto, caramba, 4. Com aquela justificativa de zerar um suposto déficit com os países naquela ideia de... Aquilo que a gente falou, né? Tipo, ah, eu vou começar a cobrar o padeiro porque todo dia eu vou lá e compro o pão dele e ele não compra nada de mim. Ele não vem comprar nada de mim, né? Então eu vou começar a taxar o padeiro, né? Exato. E aí, isso, virou um efeito dominó de preços, né? Inclusive, preço de tecnologia subiu muito. Preço em outros países, inclusive aqui, aqui no Brasil, subiu bastante, né?

E por causa de passar, né? Repassar esse aumento das taxas pra outros países, né? Pra não ter que constar tudo nos Estados Unidos, que é um mercado importante. É, e aquilo, né? No fim, as taxas, elas sempre são repassadas pro consumidor. Pro consumidor final, exato. E por isso tem que aumentar. E aí teve, inclusive, né? Aquela curta, mas memorável batalha tarifária ali com a China, né? Que ficou subindo. Até 150% depois os dois recuaram, assim. Bons tempos. Não, na verdade.

Não, porque hoje tá pior, entendeu? As batalhas não são mais tarifárias. Mas o que aconteceu, Rafa? Acontece que recentemente, André, a Suprema Corte dos Estados Unidos, rapidamente, você percebe que só durou um ano, rapidamente eles falaram, gente, isso aqui é ilegal. Que doideira, né? É ilegal, daqui não pode não, não faz sentido. E acabaram com as taxas do Trump. Sabe por quê? Era ilegal. Era uma manobra tarifária lá. Exato.

Que ele encontrou, sei lá, numa parada dos anos 70. Exato. Será que não vale impeachment isso? Não sei.

Mas bem, ficou pior até, né? É. Mas, André, eis que uma empresa, uma empresa pequena, humilde, que veio lá do distante Japão, lançou um console ano passado. Uhum, uhum. Um tal de Nintendo Switch 2. E ela sofreu muito nas mãos das tarifas, né? Ou pelo menos é o que ela disse. Por quê? Lançou console, no meio dessa loucura, teve que aumentar preço de Switch 1, teve que aumentar preço de um monte de coisa, teve que... Pra segurar o preço do console.

Exato, pra segurar o preço do console, né? Do Switch 2, pra não lançar muito mais caro.

pequena atraso, lembro que o console saiu nos Estados Unidos. Lembrando, T ela não tinha nada, né? Ela só... Ela continuaria sendo lucrativa se ela tivesse mantido todos os preços iguais. Será? Porque a Nintendo... Ela teria... Ela não vende nunca no... Nunca subsidia, né? Ela nunca subsidia, porque ela não é uma empresa de tecnologia, ela não fabrica nada, né? Justamente. Ela sempre compra dos outros. Ela tava querendo manter a margem de crescimento, né?

Exato. O negócio é, ela falou, ah, então isso que aconteceu ano passado era ilegal? E eu tive que pagar essa porra toda? Então toma ali, processo, Estados Unidos, pum!

a Nintendo processou os Estados Unidos, então. Ela processou especificamente um departamento que eu não sei traduzir. Departamento do Tesouro, os representantes comerciais da Segurança Nacional e proteção alfandegária e de fronteira. Obrigado. Meio que isso, né? Tipo... Isso. Falando que, olha, eu quero esse dinheiro que eu perdi de volta. Essas tarifas todas que eu paguei, eu quero de volta. Sim. E não é só ela, né? Tipo, vale dizer que acho que uns 12 estados dos Estados Unidos estão processando também esses órgãos do governo e milhares de empresas

Milhares de empresas que se sentiram lesadas nesse processo todo, pedindo dinheiro de volta com juros. Exato, é com juros, por favor. E André, não é assim, tipo, ah, mas se eles falaram que é ilegal, foi ilegal, então automaticamente vai devolver para as pessoas. Não, não, foda-se você que falou que era ilegal. Agora já foi o dinheiro, então as empresas precisam ir atrás. Ah, porque agora só porque é ilegal não pode. É, só porque era ilegal não podia. Fala isso para o Trump, que não pode fazer coisa ilegal.

Não pode? Então a gente vai ter que botar uma lei aí pra proibir os crimes. O crime nunca vai parar, né? De existir. Porque o humano veio do macaco. Um animal que joga GTA. Então a Nintendo é mais uma dessas empresas aí que tá processando. Agora, a Microsoft e a Sony estão processando também, André? Não que a gente saiba. Mas é possível, né? Porque tem realmente milhares de empresas que estão processando. Inclusive, no processo da Nintendo, ela fala que o governo americano arrecadou 220 bilhões.

bilhões em impostos ilegais. O governo diz que não é bem lá isso tudo aí, que são apenas 166 bilhões. Mas teve um juiz recentemente que decidiu que as empresas devem sim receber os reembolsos, mas que eles ainda não têm a capacidade logística aí de se organizar pra devolver ainda, galera. A capacidade de jogar bomba no país, em todos os países dos outros, eles têm. Pra jogar bomba eles são bons. Pra jogar bomba em hospital e escola. Porra, desculpa. Mas é, então...

Quem diria que em 2026 a gente estaria torcendo por um processo legal da Nintendo, né? Exato. Mas, assim, dito isso, acho que não é a última vez que a gente vai ver a Nintendo processando alguém esse ano. Vocês viram aquele tal do Big Mom? Sim. Cara, incrível. Incrível, incrível. Faz o pau hoje parecer uma obra 100% original, galera. Não sei se vocês viram. Por favor. É realmente uma parada impressionante, assim. Caralho. É o Link com o Pikachu. É muito bom. E esse daí é tudo de ar, tá?

Só pra você saber, essa porra aí é tudo ia. Isso aí, foi tudo feito naquele software do Google lá que gera um vídeo de 30 segundos. Nossa, mas é muito impressionante. Realmente, o Pikmon vem aí. E você viu que tem metralhadora também, né? Agora a moto do jovem metralhadora. Porque não basta copiar Pokémon, tem que copiar Power Word. E parece que eles estão copiando não só Pokémon e não só Zelda, mas também estão pegando design fan-made de Pokémon.

Queimou pra usar no jogo, né? Você viu? Você não viu isso? É, não vi. Essa é a parte até mais baixa de todas. Eles estão... Porra, a vaca do Harvest Moon ali atrás. Eles estão pegando os design fan-made do Google, das coisas, e fazendo do jogo. Mesmo, tipo, a pessoa, caralho, esse Pokémon é meu. Ó, cedo, do Not Steal. Não, era. Pé na manga comunista. Exato. Seu Pokémon é nosso. Day one, né, André? Esse daí. Esse jogo, ele nunca vai existir, porque nada disso que a gente tá vendo é real.

conversa. Mas, quem sabe um dia aí, né? É rage bait pra Nintendo, exato. Pra Nintendo ver e ficar... Malditos! Socorro. Pokémon é moto... Do Akira. Só que, não, é o Pokémon moto Miraidon. Sim, sim. E junto com a cabeça do Kamen Rider, você viu? Não, não presta atenção. Que também é moto, né? Que também é moto. Pô, foda. Muito foda. Muito foda. Vamos lá então pro nosso bloco de joguinhos e aqui conosco temos uma convidada especial que tem muita

que não participa de podcasts. Bastante. Mas ela tem o próprio podcast dela, André. É que tá morto já. Tá hiato. Hiato. Que nem o Nowload. Clarice, seja bem-vinda, Bertie. Obrigada. A Clarice veio se juntar a nós porque ela está absolutamente obcecada. Cracudíssima com Pocopia ou Pocopia, gente. Pokémon Pocopia, que é um jogo que o Rafa também jogou, né? Joguei. Eu joguei menos que a Clarice, porque eu...

Você começou ontem. Comecei ontem, exato. Ah, você vê que pra quem começou ontem, eu fiz coisa pra caralho, né? Pra caramba, pra caramba. A primeira região ali do jogo já tá, ó, tem até Pokémon Center já na minha primeira região. Mas o que que é esse jogo, Rafa? Ano passado, André, durante uma direct aí da Nintendo, nós fomos surpreendidos com um jogo que, a princípio, apareceu assim as primeiras imagens dele, eu falei, ué, Dragon Quest Builders.

Dragon Quest Builders, o que que é isso? Dragon Quest Builders 3D, parece um Pokémon. Pokémon Builders? Pokémon Builders. E assim, é, é isso aí, Pokémon Builders. Por quê?

mesma equipe do Dragon Quest Builders, aí contratada pela Nintendo, Pokémon Company, Game Freak, sei lá o que, fizeram o Pokémon Builders. Só que aí chamou de Pokoupia. Pokémon Pokoupia. Que, André, a gente descobriu esse nome no Ocidente. Pois é, né? O nome dele no Japão é Poké-Po... Poké-Pokémon. Que é Poké-Poké... Poco a Pokémon, né? É, e aí significa pouco a pouco. É, de pouco a pouco. De pouquinho a pouquinho. Mas não, não, não. Eles se basearam na expressão italiana e basearam numa outra

O pé, né, Tengu, que eu já esqueci o que era. E aí o negócio é, ele até tinha, nas primeiras trailers, assim, assets mais claros de Dragon Quest Builders, assim. Ele ainda tem, tipo, se você olha assim, você fala, ah, essa pedra é idêntica à pedra de Dragon Quest Builders. Eles não fizeram uma outra preda pra esse jogo. Esse galho é igual ao galho, né? Essa terra suja é igual à terra suja. Então, só que, André, de tudo que eu joguei dele ontem, eu consigo te dizer que são jogos bem diferentes até, viu? Porque a gente sempre fala, ah, Dragon Quest Builders é um...

RPG primeiro, né? E você só pode ficar livre pra construir mesmo quando você termina a campanha. Você faz um modo história. Você faz um modo história extenso, completo pra caramba. Construir casa pra sua vila, montar uma cidade. É, mas não só isso. Porque você muda, né? Você vai de ilha em ilha. Tem reviravoltas na história. Tem um momento que você vai pra uma região que tá em guerra. E aí você tem que construir coisas diferentes.

E ele tem batalha, né? Batalha que você tem... Ele tem boss. Ele tem bastante participação. Tem que defender a cidade, né? Exato. Tem que fazer coisas de defender a cidade.

E esse jogo, até mesmo a maneira como você constrói as casas dele, ele tem umas casas lá Animal Crossing, que você, tipo, constrói um objeto que você bota, e aí você entra dentro do objeto, e dentro do objeto ele é um lugar maior, sabe? É, mas ao mesmo tempo não muito, porque o Animal Crossing, ele não tem esse sistema, até onde eu lembro, né, porque faz tempo que eu joguei, eu tava até começando a jogar de volta, mas enfim, ele não tem esses bloquinhos, tipo...

Ah, não, não, não, não. Digo, o sistema de casa. Porque, por exemplo, no Dragon Quest Builders... Ah, tá, você bota um objeto que...

ele dentro é uma casa, né? É. No Dragon Quest Builders, você constrói a casa na mão, sempre. Não existe nada que você entre dentro. É estilo Minecraft. É estilo Minecraft. E aí, ele, tipo, ele sabe que, tipo, ah, esse negócio aqui tem dois metros, pelo menos, de bloco, tem uma porta, esse daqui é uma sala, né, Bruno? Isso, o Dragon Quest Builders. É, o Dragon Quest Builders. E aí, dependendo dos objetos que você bota ali, ele vira uma coisa.

E ele tem esse sistema, mas de um jeito diferente. Com esse sistema, ele cria biomas. Então, tipo assim, a premissa do jogo é, você é um

cujo que você acorda e num mundo de Pokémon que acabou, aparentemente. Num mundo pós-apocalíptico, assim, porque... É, e não tem mais os humanos, né? É, e não tem muito mais Pokémon, assim. Tipo, os Pokémons não existem mais lá. E aí o que acontece é, você é um dito e você pode se transformar. E você se transforma no seu treinador, do que você lembra dele antigamente. Que, de novo, é uma história... Triste. Triste. Triste. Triste.

E aí você encontra esse Tan... Tan... Tan... Tan... Tegala? Como é que é? Tangela. Tangela. Tangela.

Tangela, mas sim. Tangela. Você encontra esse Tangela e ele vira tipo o professor Tangela. Na verdade não é o Tangela, é uma evolução do Tangela. É o Tangrowth. É um Tangrowth, obrigado. Essas gerações mais novas de Pokémon. Essas gerações mais novas. Esses Pokémons de jovens. Mas é uma evolução do Tangela. Mas é diferente, ele é um Tangrowth... Esperto. Não, e ele bota um oculinhos e ele é mais... Mais nova, 2006. E ele é mais gordinho, assim.

E aí juntos vocês decidem reconstruir esse mundo pra ver se os pokémons voltam e se os humanos voltam também, né? Que eles sentem falta dos humanos. E aí o negócio é, você constrói esses biomas que é tipo, se você bota 4 gramas encostada uma na outra, vira um bioma. Bioma grama alta, entendeu? E aí ali naquele bioma pode aparecer esses tipos de pokémon. Aí tem várias coisas. Se você bota uma árvore 4 gramas próximos, é outro bioma. Se você bota 4 gramas próximo de um lugar de água, um lugar com água,

Aí vira, tipo, grama próximo da água. E aí nesse bioma podem spawnar esses pokémons aqui. Entendi, entendi. E aí você vai, tipo, pegando os habitantes. Porque aí os pokémons vêm morar ali naquele bioma e eles têm coisas que eles querem, né? Pra melhorar a qualidade de vida deles. Ah, eu quero um brinquedo. Ah, eu queria que tivesse uma caminha. Eu queria que tivesse alguma coisinha aqui pra descansar. Eu queria comida. É, e o jogo é muito esse híbrido de você ir coletando os pokémons, como se fosse um jogo de pokémons. Exato. E aí dá a casinha pra eles. Porque o loop do jogo, digamos assim,

parte do processo do jogo, né, é você criar esses habitats e descobrindo, né, os biomas e depois você mover os pokémons desse bioma por uma casinha que você vai decorar. E aí o pokémon, ele te pede, ele fala o que ele quer especificamente? É, é, tipo assim, é bem, tipo assim, não é tão, tipo assim, ah, sei lá, eu quero essa cama. Ele fala assim, se perguntar, você tá confortável aqui? Aí ele fala, ah... Não, esse mundo é uma merda, acabou.

É, tipo assim, ah, pô, eu estaria mais feliz se eu estivesse num lugar mais claro ou se eu tivesse,

uma cama. E aí basta você... Você pode simplesmente só botar a parada ali, a cama ali, e ele já fica feliz. É, porque, tipo, ele mostra, tipo, ah, esse bioma que você fez, essa região ao que é ao redor dele, é como se fosse a casa desse Pokémon. Ele tem um perímetro, assim, uma área, um raio de... Mas eu acho, Clarice, que quanto mais você vai querer aumentar o... Como é que fala? A gratidão do Pokémon? Eu esqueci como é que fala.

É, a gratidão. Tem um nome que ele usa no jogo, que o jogo é todo em inglês. Não, não é felicidade.

Conforto, é. Conforto, é. Eu acho que ele vai começar a pedir coisas mais específicas. Você acha? Eu acho. Ah, eu quero uma lâmpada de tal tipo. Talvez. E o legal é que os pokémons são únicos, assim. Você nunca vai pegar dois do mesmo tipo de pokémon, entendeu? É tipo, você pegou o Charizard, ele vai ser o Charizard pra você. Entendi. E aí tem, tipo assim, vem uma listinha, assim, do tipo, as habilidades que ele tem e as coisas que ele gosta.

Então você meio que já sabe, ah, esse pokémon aqui, ele gosta de ambiente úmido, ele gosta de ambiente seco, ele gosta de luz, ele gosta de escuridão.

E até também pela obviedade, né? Por exemplo, um Charmander você sabe que não vai querer ficar... Um ambiente úmido. Exato, exato. E pra que serve aumentar o conforto dos bichos? Você ganha prêmios, recompensas. Você vai dando level up naquela área. É, naquela viva. E aí você vai aumentando, tipo assim. Aí a loja tem mais coisa disponível pra você comprar, entendeu? E aí a gente permite fazer mais Beyond. Exatamente. É porque, tipo assim, você tem que avançar na historinha.

Às vezes pra avançar na historinha você precisa, tipo, ah, você tem que deixar essa região aqui.

por mundos. Você tem que deixar esse mundo aqui nível 3, pelo menos, entendeu? É fazendo as questzinhas e restaurando o mundo, porque muito do que você faz é restaurar esse mundo que tá todo quebrado, todo fudido. Tudo que você vai restaurando também vai aumentando o nível de conforto, sabe, dos pokémons. E fazendo o que eles querem, deixando eles mais confortáveis, você vai liberando coisas novas pra comprar na lojinha e ganhando moedinhas pra usar nessa lojinha.

Clarice, você foi jogar tendo uma expectativa de que era mais Animal Crossing, né? Exato, porque

O que foi me vendido, assim, foi tipo assim, é o Animal Crossing de Pokémon. E aí eu sentei pra jogar, aí eu falei, ah, legal, vou construir uma vilazinha aqui, umas casinhas pro Pokémon, não sei o quê, não sei o que lá. Porque eu não lembrava de trailer, não lembrava de nada, e eu não fico acompanhando hoje em dia tanto assim. Eu lembrava do dito criança levemente assustadora. E essa premissa do tipo assim, Animal Crossing de Pokémon.

Pensei, pô, legal, já é totalmente a minha geleia. E vendo o trailer, assim, pelo que eu lembrava, eu falei, show, vou querer jogar jogo. Quando eu sentei pra jogar, e em pouquíssimo tempo,

em, sei lá, em questão de horas, eu percebi o escopo do jogo, eu percebi o quanto de coisa tinha pra fazer. Primeiro que só a área inicial acho que já é, já acho não, tenho certeza, já é muito maior do que a ilha, assim, do Animal Crossing, sabe? Até porque, tipo, Animal Crossing, eu acho que pra gente, eu acho que todo, não sei, não sei se todo mundo concorda, mas eu fico meio frustrado com esse lance de, tipo, você só pode fazer um pouquinho de coisa por dia.

Que é justamente a, assim, eu entendo a frustração. É a vibe do Animal Crossing. Mas é a vibe do Animal Crossing.

é muito pra mim, né? Porque eu não consigo. Mas esse jogo, ele tem mais de Animal Crossing... Do que de Dragon Quest Builders, você diz? Não, não. Mas tem mais de Animal Crossing do que eu achei que ele seria. Ah, tá. Eu achei que ele ia ser, juro, eu achei que ele ia ser ipsis lipsis Dragon Quest Builders. E ele não é. Ele não tem a pegada de Dragon Quest Builders. Dragon Quest Builders tem muita batalha, tem muito tower defense, tem muita morte.

É engraçado, né? Porque a expectativa dele era de Dragon Quest Builders. A minha é de Animal Crossing e o jogo é tipo, é um caminho do meio.

Não é nenhum dos dois. Porque o Rafa acha que tem muito pouco de Dragon Cross Builders e muito de Animal Crossing. E eu acho que não tem quase nada de Animal Crossing. Nada. Mas uma coisa que ele tem de Animal Crossing, André, que é uma coisa que eu não gosto, mas que nesse jogo é mais... Muito mais suavizado. Muito mais suavizado. É um negócio de... O tempo do jogo é o tempo da vida real. Então se você joga de noite... Se você joga de noite, tá sempre de noite.

Entendi. Então, tipo, ontem eu joguei muito de madrugada. Tava todos os Pokémon dormindo o tempo todo. Ah, é meio triste isso, né? E tava só a musiquinha de noite o tempo todo. Mas...

Eles dormem, mas você vai lá e conversa com eles e eles ficam normal. Eles vêm, fazem as coisas. O Animal Crossing, o villager vai dormir e acabou. A cidade fica uma cidade realmente como se você saísse em São Paulo. São Paulo tem muita gente de noite. É verdade. Mas assim, eu digo mais porque, por exemplo, quem tá vendo agora, a pessoa tá jogando de noite. E não é tão bonito. Eu acho que de dia o jogo é mais bonitinho. Não é tão bonito também porque ele tá tudo destruído.

Mas, tipo, você tá vendo que tá tudo também marrom? Marrom meio cocô? É porque tá seco. Você tem que molhar as coisas. Você ganha as habilidades. Você tem umas habilidades que você mesmo usa. Que você vê um Pokémon fazendo e aí você, eita, eu também consigo. Por exemplo, a primeira habilidade que você ganha é vomitar água, assim. Com o dito mesmo? Com o dito, com o dito mesmo. Você vomita água, assim, no chão. Você gasta até PP, sabe do Pokémon? O que é PP?

É PowerPoint. Você não me dá água, você gasta pipi. Então, exato, você gasta pipi. E aí, tipo, quando você zera, você tem que comer alguma coisinha, algum berry, alguma refeição pra você recuperar o PP. Mas tem várias outras coisas que só os pokémons fazem. Por exemplo, eu plantei uma flor aqui. Tá lá, tipo, um montinho de terra. Eu preciso de algum pokémon que tenha habilidade Growth pra aquilo. Aí, tipo, eu chego num pokémon, e graças a Deus tem um atalho pra isso, porque você pode fazer isso conversando com ele também, aí eu chego no pokémon e aperto o botão Me Siga.

Aí, quando ele chega perto de um negócio que ele pode fazer, ele fala, ah, deixa que eu faço. Ele vai lá e faz. Aí, um Pokémon tem growth, ele faz a planta nascer na hora. Ela nasce. Então, tipo, os Pokémons têm várias e várias habilidades que só eles fazem. Então, você tem que ir até onde ele mora, onde você fez a casinha dele, chamar ele. Encher o raio do saco dele. Exato. Mas aí, eles ficam felizes. E aí, eles ficam cada vez mais felizes naquele ambiente.

Pokémon é assim, né? O Pokémon ama você explorar. Ele ama. Essa é a narrativa que eu entendo que é de passar. Mas eles estão construindo uma vida nova. Eles estão construindo uma vila pra todo mundo.

E não, mas só voltando, desculpa, que eu tava comentando sobre o ponto do Animal Crossing, que são duas coisas. Primeiro, quando eu vi o escopo desse jogo, e que eu vi que, pô, você ia ter uma área imensa pra você fazer, e tipo assim, você decorar mesmo, e construir as coisas, e tipo... E é o que eu falo do Dragon Quest Builders, né, Clarice? Você chega no lugar, o lugar tá um deserto, um cenário de guerra, e você vai com as suas próprias mães, você vai revivendo tudo, assim.

Por isso que também é tão diferente, porque você se sente até um pouco, talvez, sobrecarregado, tipo assim, você tem aquela área inteira,

inteira pra explorar e construir. E dali a pouco você descobre que você vai ter mais áreas grandes. Mais áreas, mais áreas. E, sabe? E, tipo, eu tô vendo muita gente falar assim, ai, nossa, Animal Crossing agora, né, tem que aprender lições com esse jogo. Eu falo... São jogos diferentes. São jogos totalmente diferentes e eu não quero que Animal Crossing esteja parecido com isso, sabe? Porque Animal Crossing é um jogo de você jogar um pouquinho todos os dias, né? Não, é. É realmente uma coisa, assim, relaxante. Ao contrário desse que ele...

diferente, que são dois sentimentos válidos. Um, eu vou jogar pra relaxar, que nem você tá falando do Skik Kross, que você falou que joga pra dormir, que é relaxante. Eu também, eu acho Skik Kross relaxante. Você acha já... Eu acho estimulante. Me deixa a minha cabeça estimulante. Pra mim, Animal Crossing é relaxante. E esse jogo é estimulante. Tipo, eu adoro Animal Crossing já, tipo, eu joguei tanto do 3DS quanto do Switch, né?

Eu nunca fiquei a quantidade de horas em Animal Crossing, que eu fiquei nesse jogo em pouquíssimo tempo, sabe? É porque Animal Crossing acaba as coisas pra você fazer, né? Esse jogo não acaba a coisa pra você fazer.

Então, tipo, mas eu acho só engraçado essa... Essa comparação, né? Essa comparação de, tipo assim, ah, agora Animal Crossing vai ter que correr atrás do prejuízo, vai ter lições pra aprender. E, claro, talvez até tenha mesmo, mas... É, coloca Pokémon no Animal Crossing, né? É, por que não? Não, não, não. As vilas de Animal Crossing são irretocáveis. São, né? Outra coisa muito diferente. O Animal Crossing, você tem uma vila com, sei lá, 10 villages, né?

Exato. Você tem, tipo, sei lá, existem 150 villages, né? E você vai ter 10 no máximo.

E tirar um villager da sua vila é um processo, sabe? Esse jogo, ele tem... Tem que ir lá partir o coração dele. Exato. Esse jogo, ele tem a vibe de Pokémon, que é... Como você pega um Pokémon de cada um só, é meio Gora Catimau. Você tem uma Pokédex. E aí você quer chamar todos os Pokémons que existem nessa Pokédex pra viver no seu mundo. E como a Cléris falou, é um mundo. Esses mundos, eles são separados? São separados. E aí você tem um número X de moradores Pokémon pra cada mundo. Mas você pode... Ou repete. Não.

Não repete, mas, por exemplo, se você descobrir um Pokémon num mundo e quer levar ele pra outro mundo... Você pode. Ah, tá. E tem alguma coisa de, tipo, ah, eu vou visitar o mundo da Clarice. Tem alguma coisa assim? Tem, tem. Dá pra jogar multiplayer normal. Dá pra entrar e ajudar e tudo mais. E outra coisa que ele tem de Animal Crossing, que é uma coisa que eu não gosto e que eu não sei por que que tem, mas que é... Ele tem esse negócio do tempo da vida real e ele tem o tempo da vida real pra construir as coisas.

Então, tipo, por exemplo, você vai construir o centro Pokémon. Ele demora um dia pra ser feito. Um dia da vida real, entendeu?

Você pode ir no seu relógio, mudar o seu relógio, mas eu acho que dá. Mas, tipo, pô, constrói em meia hora, pelo menos, sabe? 24 horas. Eu gosto disso, eu gosto disso. Eu acho pouco tempo até. Tipo assim, ah, não já sei. É porque você joga Animal Crossing. Não, não só isso. É porque você tem tanta coisa pra fazer, porque diferente do Animal Crossing, ele realmente pesa com a espera. É, tipo, Animal Crossing, acaba as coisas que você tem que fazer no dia, né?

Tu tem tanta coisa pra fazer. Tipo assim, ah, tá, vai demorar só. Amanhã eu vou poder ir. E outra coisa que eu tava te falando. Ah, só no dia seguinte o centro Pokémon vai estar pronto?

A última coisa que eu faço no dia é mandar fazer o centro Pokémon. Porque eu tenho o dia inteiro. E aí depois, dane-se. Vai ficar desligado. O Sof falou. O Great World Sof. Se você achar um Pokémon com habilidade Engineer, diminui pra uma hora. A construção. Olha aí. Olha aí. Então, tipo assim. E tem tanta coisa pra fazer. Você vai deixar um negócio lá. Você pode minerar. E aí, quando você descobre a mineração também. Eita só.

E você vai coletar recursos. Porque você precisa de recursos. Pra cacete. Nome do vértice. Paciente versus ansioso.

Porque você precisa de recurso pra fazer as coisas. Então, assim, você precisa de recurso pra caralho. Eu tô imaginando construir casinhas do zero, assim, o quanto de recurso eu vou precisar. E, claro, como eu falei, eu ainda tô também muito no começo do jogo, apesar de ter jogado mais que o Rafa. Porque o jogo não foi sexta, né, Clarice? Foi sexta ou quinta? Ah, não importa. Eu tô jogando desde o lançamento. Não tem nem uma semana antes do lançamento.

Então, tipo assim, talvez fique mais fácil algumas coisas, assim. Mas de boa, assim, eu deixo o centro Pokémon construindo e, como eu falei,

Sempre, assim que eu vou acabar de jogar, tipo assim, agora, hoje eu não vou mais jogar, sei lá, eu deixo lá porque vai ficar lá e eu vou esquecer e amanhã vai estar pronto. E assim, talvez eu quero jogar, né? Eu não consegui por causa da edição do vídeo porque a Cláudia estava jogando. Mas o... Coitado. Não, não, mas não, é até melhor porque, né, não tive mais uma coisa pra puxar a minha atenção. Pensando sobre isso, da espera das coisas, me parece que é algo que eu até acharia legal de, tipo, ter algo pelo qual esperar pro dia seguinte, assim. Exato, exato, exato. Eu gosto de esperar por coisas. Sim, sim.

Próxim também se beneficia muito disso. E eu acho legal, tipo assim, você acordar, tipo assim, nesses dias todos. Eu, claro, já tava empolgada pra acordar e jogar. Mas ainda porque, tipo assim, nossa, eu deixei duas casas fazendo na área tal, mais sustento Pokémon, não sei onde. Então amanhã eu vou ligar o Switch. Pô, vai ser super legal ver tudo ficando montado, bonitinho, construído. Fora que você monta o bioma, não é imediatamente que surge o Pokémon. Tem uma chance de surgir ali.

poder surgir ou não ali. E assim, esse negócio eu tô com medo, tem pokémons que só surgem de dia e pokémons que só surgem de noite. Isso pra mim não vai ser legal, porque eu provavelmente só vou conseguir jogar esse jogo de noite, do jeito que o meu horário. Mas aí, tipo, como você vai saber que surgiu um pokémon lá, naquele bioma que você fez? Ou naquela, ou que a construção terminou e tudo mais? Você tem um lugar pra te avisar?

Não, não, não. Você bota a câmera de segurança pela ilha toda. E aí você pode olhar pela sua Pokédex as câmeras de segurança. E aí você vê, ó, surgiu um negócio aqui. Ah, surgiu um bagulho aqui.

E assim, ainda assim, isso é opcional. Você pode só deixar lá. Mas eu acho tão legal isso. Será que não tem algum pokémon com a habilidade de controlar o tempo pra fazer o tempo passar mais? Olha... Na lore de pokémon existe. Mas você ia falar alguma coisa. Eu ia perguntar se tem algum pokémon que é igual aos jogos normais. Quer dizer, os jogos antigamente eu acho normais. Eu acho que hoje em dia não tem mais isso. De que você tem pokémons que você só consegue se você jogar multiplayer. Eu imagino que não. Não, eu imagino que não.

É porque eles não evoluem. Eles não evoluem. Por exemplo, você acha um Charizard, pra você achar o Charmeleon é outro Pokémon. Entendeu? Eles são Pokémons distintos. Eles até aparecem, às vezes, em biomas separados. Ah, o Charizard aparece nesse bioma. Várias vezes, na verdade. O Charizard aparece nesse bioma aqui e o Charmeleon nesse aqui. Nesse bioma que eu digo é nessa combinação de objetos que você vai botar ali. E aí, o que você pode fazer, que a Clarice falou que é uma ideia muito legal, tá?

É... Botar ali pra morar juntos, né? Exato. Você construir uma casa. Porque você pode fazer coisas num aberto.

Eu acho que pra não construir um zilhão de casinhas, eu quero deixar vários pokémons morando no mato mesmo. Mas alguns pokémons eu quero construir essas casas, que é esse ambiente que você entra e lá dentro você pode... E é engraçado que as casas, por exemplo, do começo, é tipo um monte de folha, assim, com um buraco, sabe? Você entra agachado, assim... Mas fazer umas casas, tipo, ó, essa é a casa...

das três evoluções do Charizard. Sabe? Eles moram aqui juntos, eu decorei tudo pra eles e tudo mais. Aí, tipo, ah, pô, esse passarinho aqui, ele mora aqui nessa arvorezinha, né? Esse biomarrinho aqui. E você bota coisinhas pra eles ali. Mas é lindo, bonitinho. Olha, a pessoa botou a casa pra construir um lugar onde vai ser a cachoeira depois, sabe? Ah, tudo bem, né? Não, vai ter que destruir. Ele só vai conseguir destruir daqui 10 anos esse negócio.

Não, não, não. Tranquilo. E, assim, é tanta possibilidade, é tanta... Eu já tô pensando assim, não, eu quero construir um negocinho, um cafezinho aqui.

e aí eu quero botar os pokémonzinhos aqui. Eu vou fazer tudo isso? Talvez não, porque eu não sou criativa. Mas, enfim. É porque uma coisa que é tipo do Dragon Quest Builder, que você vai falar, ah, nossa, e tem esse sistema aqui. Nossa, e aí tem esse sistema aqui. Nossa, e aí tem esse sistema aqui, que é tipo, você tá jogando esse jogo, e aí, nossa, tem sistema de compra e venda, né? Tipo assim, tem pokémons, que a habilidade dele é trade.

Uau. Então, se você montar, tipo, uma vendinha pra ele... Mr. Mime, né? Ele vai começar a ficar ali e vender coisas. Só que, como você compra coisa no mundo do pokémon, que as moedinhas que você ganha ali,

moedas digitais pra você gastar no computador. Você faz escambo. Eles têm, tipo, você dá, ó, eu vou te dar cinco pedras e aí... Ah, vou te dar um espelhinho e você me dá a sua força de trabalho. Então, mas aí... É basicamente isso. Tô entendendo, tô entendendo. Aí o negócio é que as coisas valem, elas têm valores, assim, tipo, pô, cinco, um espelhinho não é esse negócio que eu tô te dando, entendeu? Então você tem que chegar num valor ali pro Pokémon ficar feliz.

Você ia falar alguma coisa, né? Você tem que negociar. E aí tem sistema de água, né? Tem sistema de você regar as coisas, das coisas ficarem

secas, das coisas estarem úmidas, né? Aí tem um sistema de eletricidade, tem que ligar a eletricidade pro cenário pra chegar nos lugares. Você tem que pensar, você tem que ligar o cabo por cabo, poste por poste. Engenharia urbana. Exato. Como é que é meu primeiro kit do engenheiro, qualquer coisa assim. E tem coisa assim, tipo, ah, o mundo tá todo destruído. Ah, dane-se, eu vou botar umas casas aqui, mas vou deixar o mundo destruído mesmo, né? Não, não, não. Não só os pokémons vão ficar infeliz, mas se eles tiverem

Querem lugares pra andar mais fácil, porque todos os pokémons pulam um degrauzinho. Mas se você botar uma escadinha, se você fizer uma estradinha, eles andam mais rápido. Eu fiz uma quest específica pra ensinar justamente isso, depois no mundo, que o pokémon fala assim, eu não consigo passar, você tem que construir um caminho pra mim. Tive que botar escada, porque era um lugar... Não, não, o Slowpoke? Não, não. Ah, porque o Slowpoke você também precisa.

É verdade, é verdade. Mas aí eu fui, botei escada, aí eu botei escada de qualquer vez, depois eu arrumo. Só pra ele passar e eu poder completar a porcaria da quest. Mas fala, você falou alguma coisa.

Não, é porque no trailer eles falam, eles mostram, né? A pessoa eventualmente construindo quase que um mapinha de Pokémon, né? Com a rota, a graminha, o centro Pokémon. Dá pra fazer. É isso mesmo. Mas isso é meio que tipo, como o Rafa falou, a história é mais simples, né? Mas a história te leva pra algum lado, assim? Não a construir certinho, mas tipo, esse bioma aí que você tá vendo, você encontra ele meio que assim, o jeito como ele tá destruído, já leva a você a montar, se você for consertar, a ele parecer o mundo Pokémon. Ele implicitamente...

ele dá a entender. Ele fala assim, ó, se você quiser, olha só, você pode fazer isso aqui. Ele sugere. Ele sugere, mas assim, ele é bem livre nesse aspecto. Você pode fazer esteticamente o que você quiser. E alguém perguntou, ah, mas essa história aí é só uma historinha de fundo e blá blá blá? Ou eles falam porque do apocalipse? E curiosamente, você vai encontrando documentos, assim, falando sobre... E a história, assim, é interessantezinha.

Tipo assim, eu estou curiosa pra ler a história. Sempre que eu encontro um documento, eu penso, ah, deixa eu ler isso aqui.

que no final desse jogo vai aparecer um ser humano? Eu espero que sim, seria interessante. Mas, por exemplo, eu achei um documento que tá falando, assim, dos humanos preocupados com a mudança de clima, que eles vão ter que mudar os locais. Assim, é que eu já achei um documento que dá a entender pra onde os humanos foram. Mas eu não quero falar pra não dar spoiler. Mas ele tem... A forma como o mundo tá destruído, ela conta também.

Uma historinha, né? Sem querer dar muito spoiler, mas acho que não é spoiler, então,

Desculpa, se for, você vai na cidade que é do mar ali, né? Que é praia. Tem, tipo assim, areia, assim. Tem blocos que são areia em lugares que não são na orla. Então dá a entender que, sei lá, teve um maremoto, teve alguma coisa que levou essa areia pra lá. Aí tem outro que é, tipo assim, um vulcão. Aí tem, sei lá, cinza de vulcão por todo canto. Aí depois você descobre que realmente teve uma erupção e tal. Então até essa forma como ele vai construindo o mundo, quando você chega num lugar, você meio que já começa a deduzir o que pode ter acontecido ali, sabe? O que aconteceu ali, né? Desastre natural.

Exato, exato, exato. E esse negócio que é um trabalho, meio trabalheira, mas que eu acho muito legal, é que você chegou lá, tem areia pra todo quanto é canto. Chegou lá, tem cinza. No bioma inicial, no bioma não, no mundo. No mundinho inicial, tá tudo seco, sem vida. Você sabe aquele car wash simulator? É, power wash. É, power wash simulator. Você tem esse sentimento de você vai limpando o lugar de pouco em pouco. Pocopia? De pouco em pouco, é. De pouco em pouco. E rega aqui um pouquinho, rega ali um pouquinho.

e bota uma pedra, e aí quando você vai ver, você restaurou aquele lugar inteiro, e agora ele tá literalmente cheio de vida. Porque você trouxe muito Pokémon pra morar ali, cada um mora no seu cantinho, tem sua casinha, e tem a comidinha que gosta, e vem conversar com você e fala, nossa, agora eu não vou mais te chamar de Dito, vou te chamar pelo seu nome, porque você dá um nome Pokémon. Nossa, olha aqui, eu tenho um presente pra você.

É, aí é três gravetos. Eu acho que tá bonitinho quando o Pokémon vem virar um presente, é uma pedra. Eu achava que você tava enganando os Pokémon. Não, você é um Pokémon também.

Mas você tá assumindo a forma humana. Não, você tá assumindo a forma humana pra você fazer coisas humanas. Tipo, mexer no computador. O trabalho escravo, eu falei, não, pô, você tá reconstruindo ali o mundo, sabe, com as suas próprias mães. Mas pra que ficar com a imagem dos mestres? Mas então, você consegue mexer no PC e nas tecnologias humanas porque você tem a aparência de um treinador. E aí ele reconhece, ah, você é um treinador e deixa você mexer.

Mas tem, por exemplo, quando você faz algumas coisas, quando você entra em um lugar apertadinho, você vira o dito de novo e anda que nem o dito.

em um lugar alto, você vira uma geleca, assim, e volta. Mas esse jogo está dizendo, então, que os pokémons, eles seriam autossuficientes, sem precisar de nada dos humanos, mas a tecnologia dos humanos impedem isso, pra deixar o pokémon rebaixado. Por outro lado, André, sem os humanos, os pokémons não evoluem. E aí? Às vezes é melhor. Na verdade, eles evoluem, enquanto eles evoluem na natureza. Só alguns evoluem, porque tem que ter a pedra, né? Só alguns tem que ter a pedra. E assim, os pokémons só deixaram

de existir, porque os humanos acabaram com o bioma, sabe? Provavelmente, então... Mas, assim, é um jogo realmente muito, assim, é um jogo de conteúdo pra mais de ano, assim, sabe? Como o próprio Animal Crossing, que é um jogo que, teoricamente, ele pelo menos dura um ano, né? Se você quiser ver... Tudo dele. Completar tudo, né? O básico do Animal Crossing é você completar tudo, digamos assim. Pegar o museu inteiro, né? Enfim, os villas e tudo o que?

Pagar suas dívidas. Exatamente. Botar a casa a maior possível e tudo mais. Então, esse jogo meio que...

É até além disso, assim, tipo assim, ele realmente eu consigo ver horas e horas e horas. É que você tem que reconstruir um mundo, né? Exato. E são vários mundos, e são muito vastos. Então, assim, pra quem gosta de construir, de jogo de bloquinho, de, sabe? É, tem essa questão aí, porque, por exemplo, esse vídeo que tá passando, que é desse canal Chihako aí, tem esses canais, né, que lançam o jogo, ele lança, ah, o jogo completo.

E, geralmente, é tipo assim, muitas horas a menos do que o jogo tem, de fato, que a pessoa, ela é muito rápida, né?

Puxa o jogo pra caralho. Esse daqui tá, assim, jogo completo, porque é uma hipocopia, tem, tipo, 11 horas. E aí, eu imagino que ele focou em só fazer o modo história e não fez mais nada. E assim, muito ruchado, não. E assim, porque até a história, eu tô vendo, sei lá, que vai ainda mais... Eu me imagino jogando pelo menos o dobro da história principal. Sim, sim. Né, disso aí. Vocês acham que quando vocês terminarem a história, vocês vão se dar por satisfeitos?

Você ainda quer fazer muita coisa? Eu não sei, assim, falando com a voz da empolgação inicial,

tem pra fazer nesse jogo e do potencial que eu vejo de construir, de, enfim, montar pelo menos, sei lá, uma cidadezinha completa, assim, eu ainda me vejo jogando muito, mesmo que eu acabe concluindo a história, assim, ainda mais que eu tô, assim, às vezes, por exemplo, é muito satisfatório você limpar um lugar, é muito satisfatório, mas eu fico enjoada um pouco, assim, na metade do processo eu tô enjoada, tô, aí eu vou e, sei lá, tento prosseguir uma quest de história, tento ver um outro negócio, tento ir em outro lugar.

Ah, é, eu vou limpar de pouquinho em pouquinho também. Então, assim, então, assim,

Eu acho que mesmo eu concluindo a história, até lá eu já vou ter jogado bastante. E mesmo depois disso, eu também imagino que o jogo vai acrescentar, depois disso, muitas coisas que vão melhorar ainda mais. Eles vão acrescentar uma qualidade de vida nele. Que nem falaram agora que tem um Pokémon que você constrói um negócio em uma hora ao invés de um dia. Então, assim, eu me vejo jogando bastante. Mas, como eu falei, pode ser só a empolgação, pode ser que eu enjoe.

Mas uma coisa legal é que você, pelo menos pra mim, né? Que nem o Dragon Quest Builders.

melhorar o mundo dessas pessoas, sabe? Você quer deixar esses bichinhos felizes. Eles falam, então eles são pessoas. Eu quero deixar esses bichinhos felizes, eu quero deixar a casa deles bonitinhas, eu quero aprender receita pros gostos deles, que eles têm gostos, né, de paladar diferente. Você sabe quantos Pokémon tem? Não faça a menor ideia. E a distribuição, porque assim, eu tô vendo uma maioria de Pokémon primeira geração misturado com uns outros bichos esquisitos que eu não reconheço.

É mais primeira geração? Todos são Pokémon. Eu acho que nessa área inicial é mais primeira geração.

enganada, gente. Nessa área inicial tem bastante conexão. Depois de algumas gerações, eu realmente não entendo mais nada. Mas eu acho que à medida que você vai indo nas outras áreas, mais pokémons de outras gerações vão surgindo, assim. Isso aí. Ó, tem de todas as gerações, o Sof falou. Ah, legal. Perguntaram aqui, cadê? Ele é só pra Switch 2? Só pra Switch 2. É o verdadeiro vendedor de console do Switch 2. E o Dragon Quest Builders 2, gente, ele sofre no Switch 1, tá? Eu tenho certeza que esse jogo não roda no Switch 1.

De verdade. Porque o Dragon Quest Pro 2, ele tem vários limites de quantos NPCs conseguem morar numa ilha, quantas construções o jogo pode ter numa ilha. Uma limitação só do Switch. Não, não, não. Tem tudo. Ah, tudo, tudo. Mas no Switch, antes de chegar nessa limitação, ele já começa a sofrer. FPS vai pro... E esse jogo, rodando perfeitamente. Você tá com a ilha caralhada de pokémons que estão morando ali, sabe? Não, perguntaram, não consigo ler o nome, desculpa, que eu tô num ângulo ruim. Mas se você chegou a usar a função do mouse... Não, você usou.

Não, porque... É porque eu jogo no controle. Eu jogo... No portátil. No portátil, na cama, assim. Ah, não. Eu tava jogando no... Como é que é? No ProControl. Eu tava lá no ProControl. Mas, assim, de fato, dizem... Eu já vi, gente, mostrando vídeo e tal, dizem que é muito bom, mas eu não testei. Ah, pra construir talvez seja bom. Mas, assim, ele tem controles diferentes dos controles do Dragon Quest, mas são bem bons os controles.

Ele tem umas coisas mais intuitivas, tipo, no Dragon Quest você tem um botão pra meio que olhar pra cima e um pra olhar pra baixo.

pra você botar bloco embaixo e bloco em cima. Esse daí é de acordo com a câmera. O ângulo da câmera. Então, se você tá com a câmera pro alto, ele vai botar em cima. Se você tá com a câmera pra baixo, ele vai botar pra baixo. O que eu ouvi falar sobre o uso do mouse é mesmo que é muito preciso, assim. Você consegue acessar blocos mais distantes do que você conseguiria acessar sem, né? No Dragon Quest, desculpa. Tem um modo em primeira pessoa que você consegue...

É pra entrar nas casas, é bom e tudo mais. E você consegue botar blocos mais distantes, assim. É bom pra construir coisas, o primeiro pessoa. Tem em português?

Não. Infelizmente, não. Não. Infelizmente, não. Eu achei que ia ter pra caralho. Eu sei que a Nintendo tá nessa onda de fazer coisa legenda em português. Aí, quando eu abri o jogo, assim, eu fiquei procurando na lista. Até que demorei. Tipo, caramba, não tem português? Infelizmente... Que triste. É, né? Bastante. E exploração, ele é legal também. Porque se você tiver curiosidade e explorar o mundinho que você tá, e em lugares, assim, tipo, vou pro alto daquele lugar ali, que é um lugar que a história não vai te mandar aí, você acaba encontrando vários objetos,

de coisas diferentes. Por exemplo, nessa área inicial tem, tipo assim, você chega assim, aí tem um lugar, você basicamente consegue quebrar tudo, né? Nessa área inicial. Mas aí tem um lugar que você chega e, tipo assim, aí você não consegue passar, tem um portão que você não consegue quebrar de nenhum, você pode, acho que, destruir todos os blocos em volta, provavelmente você não vai conseguir entrar, porque você realmente, ele fechou aquilo ali pra você conseguir outra habilidade e voltar ali.

Tava dizendo que é um Metroidvania. Basicamente, basicamente. Então ele realmente recompensa muito também por você ir explorando, seja com itens,

Relíquias, né? Tipo, as relíquias perdidas que você move pro professor. E aí, sei lá. Essa relíquia é um sofá do Pikachu. Os humanos amavam o Pikachu e fizeram um sofá. Uma coisa assim. E aí, então, você vai conseguindo itens. Vai conseguindo coisinhas da história. Tem um item ali, por exemplo. O que será que é? Não sei. Ah, essa é uma máquina. Alguns pokémons têm search. A gente começou a assistir o gameplay. Desculpa. Né? Mas, enfim.

Ele realmente, como o Rafa falou, ele te recompensa. Então, assim, é um jogo com muitas camadas. Tem a camada de você explorar.

se você quiser a história, tô achando a história bem assim... Interessante, pelo menos. Interessante, curioso. Tipo assim, realmente, sabe, que enxiga ali um pouco a sua curiosidade, tem a parte de construir. Os personagens são muito bonitinhos, né? Se você gosta de Pokémon, exato. Pô, esse dito é uma sacada... É uma sacada. Os caras são muito espertos, né? Então é uma coisa muito assim, realmente, independente do quanto você gosta de Pokémon...

Não, até se você não gosta, se você gosta de construir coisinhas... Exato, é. Arrumar um lugar e tornar ele habitável pra outros viverem e eles...

fazerem as coisinhas, porra. Pra mim, pô, vê o sorriso de um Charmander. É, então, o sorriso no rosto de um Charmander. Conserta tudo. Eu acho que isso que é o lance. Tipo assim, até pra mim que não gosto de Pokémon, esse jogo chama atenção, me dá vontade de jogar. Mas, pô, pra pessoa que é fã de Pokémon, isso aí é... Não, é... É o ápice, assim. É o cravo. Pô, você viu que ele achou uma receita de bioma ali? Que eu nunca achei.

Ah, mas é aleatório, né? É, então, mas é uma lâmpada do lado de um banco. Ah, essa eu já tenho. É, então. Ó, isso daí, por exemplo, é uma dica

bioma. Se você botar uma outra vela ali daquele lado e acender as duas velas, vira um bioma. Um Pokémon fantasma, né? Aquele que é uma velazinha, sabe? E esse é o bioma do Cubone também, é o túmulo da mãe dele. E aí, às vezes, tem interações diferentes, assim, cada Pokémon tem uma interação com um objeto, né? E aí ele abraça o túmulo. É o mais triste da face da terra! Caralho, esse jogo! E é muito legal.

Você chorou com o jogo de Pokémon? Eu já chorei com esse jogo. Não, assim, não me envergonho de dizer isso. Mas eu chorei com o Pikachu. Porque é o Pikachu anime todo fodido. Ah, ok. E os Pokémons, eles interagem entre si, eles conversam. Às vezes você chega perto e olha, está acontecendo uma interação aqui. Aí você vê, eles estão conversando sobre o quê? Aí eles estão conversando sobre um assunto bobo. Tem até um aspecto meio Pokémon Snap.

É verdade. E eu amar o Pokémon Snap. Tipo assim, às vezes você está de boa assim, aí aparece assim,

surgiu. Aí você procura assim, aí ele tá tipo uma marcação assim, quando você pega a câmera, e aí você tira a foto dos pokémons fazendo coisas, tipo assim. É, ele coloca na tela de título, né? Isso, isso. Ah, eu vi isso aí. É muito legal. Pode crer. E aí, foi muito bacana, que tipo, tá acontecendo uma interação, eita, mas o que? Peguei minha câmera, blá, blá, blá, blá, blá, blá. Aí, ah, um triângulo, um quadrado aqui. Aí, ah, o Hitmonchan tá treinando no negócio ali.

Aí, foi lá, tira uma foto. É muito pokémon, né? É esse jogo, como eu falei, tem muita coisa.

Muita coisa. Tem, por exemplo, esse Pokémon que tá aparecendo aqui agora, o Drifon. Ele cria as Dream Islands, que era no Dunquest Builders uma ilha que você gera e você vai lá pra pegar recurso. Uma ilha procedural, né? Uma ilha procedural pra você ir lá e pegar recurso e depois quando você vai embora, a ilha some. E aí o Drifon desse jogo, ele faz isso. Ele faz essa ilha que você entra lá só pra catar recurso pra caramba, assim, todos os tipos de blocos e madeira e blá blá blá blá. Pra você não destruir a sua ilha, né? Pra isso.

esse jogo, você só pode criar uma por dia, né, dessas ilhas. Mas o legal é que você pode chamar o seu amigo pra vir jogar com você, e aí... É, e assim, você falou só pra não confundir, porque assim, cada cidade dessa, né, vai ter uma ilha dessas do sonho, né? Isso. Então ele é justamente, se você, por exemplo, gerou a ilha dessa área daí, quando você quiser, quando você estiver na área do vulcão e quiser gerar uma ilha do sonho, ele vai falar, ó, você já gerou essa daqui. Ele não vai entender, tipo assim, ele limita a isso, né?

uma ilha do céu por dia. A ilha vai ser sempre procedural, você pode quebrar a ilha inteira, que se você sair e voltar, você vai voltar pra outra ilha, mas vai ser sempre a ilha daquele tipo. Cada ilha tem um tipo. É, porque conforme você vai avançando na história do Naquatibus, você vai encontrando jeitos de você gerar ilhas com recursos diferentes, mais fortes, mas nesse jogo tem o negócio dos bonecos. Você mostra um boneco pro Driflon, e aí ele gera uma ilha baseada naquele... Que o boneco é o PokéDoc que existe no jogo mesmo, do Pokémon.

ele pode ir a ilhas com recursos diferentes. Ele fala, ó, esse boneco gera uma ilha com esses recursos aqui. São sempre três recursos, né? Pelo menos até agora. Mas tem coisas diferentes daqueles três recursos. Mas, tipo, aqueles três recursos é certeiro que vai ter bastante naquela ilha, entendeu? Mas, assim, é bem legal. Eu tô me divertindo bastante. Não, parece. É muito foda, é muito foda. Parece legal. E a vontade de comprar um Switch aí?

Ih, agora, e agora? Esse jogo é o System Seller mesmo, André. Bom, mas é doideira, né? Deve ser meio humilhante pra Pokémon Company,

que é o jogo de Pokémon mais bem avaliado da história. André, na internet eu ouvi esse comentário mais de uma vez. Nossa, finalmente a Game Freak acertou. A Game Freak muito boa, blá, blá. Teu cu. Dá o crédito. Como é que é o nome do time? Omega Force. Omega Force, tá bom? É a própria Omega Force que fez esse jogo? O Dragon Quest Builders é da Omega Force também. Olha só. Chupa? Chupa? A Pokémon Comp e a Game Freak queriam, tá bom? Conseguiram fazer um jogo.

ou algo assim. Não, só comentar no chat, só pra ficar claro, a gente falou que dá pra construir também. Não, mas tem bastante gente da Game Freak. Dá pra construir também com bloquinho, né? Sim. Enfim, dá pra você coletar recursos e fazer casinhas super, super fodas. É, porque tem biomas, por exemplo, tem muito Pokémon, André, que é um Pokémon tomada, que é um Pokémon vassoura, sabe? Que é quando sexta-feira, cinco e meia da tarde, o cara precisa entregar mais trinta.

Exato. Ai, meu Deus do céu. E aí, os biomas desses Pokémons, elas são coisas de casas.

Tipo, ah, esse Pokémon, você tem que deixar uma cama do lado de um abajur, do lado de um sei lá o quê. Aí vira um bioma, sei lá, cantinho aconchegante. Ah, no cantinho aconchegante pode aparecer um Pokémon desse tipo, entendeu? Eu acho que vocês já falaram isso. Mas esses biomas, tem alguma receita de bioma que você encontra? Tem, você vai coletando, exato. Mas tipo, então tem as duas, você pode ou chutar, você pode chutar e descobrir sozinho, ou você encontra essas dicas espalhadas pelo mundo.

Ou até mesmo, tipo assim, quanto mais, eu acho, quanto mais dicas você vai descobrindo, tipo assim,

entende como os biomas funcionam, mas você consegue intuitivamente pensar e se eu combinar isso com isso? Porque tem esse Pokémon e esse Pokémon combina com esses elementos. Será que eu vou encontrar ele? Você começa a criar uma lógica de algumas coisas. Mas eu imagino que deve ter coisas bem obscuras pra você descobrir ou compartilhando com outras pessoas. Tipo, Dragon Quest Builder tinha várias salas que tipo, nossa, peraí, então se eu botar um esqueleto, uma cadeira, não sei lá o que, vira uma sala de tortura.

Tipo um negócio assim, ou um prisão. Você é tipo, nossa, caralho, descobri um bioma. E ele tem umas coisas assim. Só que ele tem um sistema diferente que é, como você chega e tá tudo destruído, mas às vezes você tá passando perto de uma coisa destruída e tem um brilho. Você chega lá perto e fala, olha, dica de bioma. Aí ele mostra pra você, olha, isso daqui talvez seja um bioma. E ele tem, com uns pontinhos da sua loja digital lá, que você ganha aumentando o nível do mundinho, você pode comprar receitas de alguns biomas. Dá pra ver a lista, assim,

bloqueado que você ainda não tem, assim, mas dá pra você ter uma noção de quantos biomas tem, quantos faltam pra você completar tudo, encontrar tudo. E a Pokédex é bem boa nesse quesito de informação, assim. Ah, tipo, tem uma lista de Pokémons que você vê Ah, ok, esse Pokémon aqui eu preciso fazer um bioma tal. Tem tanto a lista de Pokémon e seus respectivos biomas quanto a lista de biomas e aí com a silhueta do Pokémon tipo assim, ó, eu sei que Pokémon é esse aqui, mas tem quem é esse Pokémon Exato. Tá aí, então, Pocopia

Pô, assim, difícil dizer. Nossa, galera, vale muito a pena comprar um Switch 2 e gastar dinheiro nesse jogo que custa muito caro. Vale a pena, galera. Mas, assim, realmente... Mas, galera, vale a pena. Assim, é divertido pra caramba se você gosta de jogo de construir, se você gosta de Pokémon, sabe? Se todos ou algum desses elementos, assim, principalmente no quesito de construir, assim, eu acho que ele realmente é muito rico e muito extenso, muito denso nesse quesito. Divertidíssimo, assim, como eu falei. Tem gameplay aí pra...

Horas, horas, horas, horas, horas, assim. Coisa de anos, assim. Mas em questão de... O tanto de horas de jogo que você vai ganhar com o dinheiro investido, isso vale muito a pena. Fora multiplayer. Imagina que vocês não testaram o multiplayer ainda. Não, é. Tem que o Nintendo Switch Online, né? Então eu não tenho a família, o cacete, a quase não sei o que é. Tem que pagar, né? Vocês não têm o Switch Online? Nenhum? Sério? Na minha conta tem.

Mas eu não sei se eu... Acho que a gente não tem família. Faz família, ué. Ah, mas também assim. Eu não conheço ninguém. Tudo bem. Pô, internet podia...

Desculpa. Chamou de ninguém? Eu não conheço nenhum ser humano. Desculpa, desculpa. Estou acostumada. Enfim, pode ser. Eu vou tentar. Ainda tem multiplayer. Eu não sei como funciona. É isso aí. Agora fico com vergonha. Desculpa, amigo. Enfim, ainda mais somando multiplayer, como o Tengu falou. Potencial gigante. Potencial de realmente mais de ano. É, porque no Animal Crossing é multiplayer.

ele estendia pra caralho, né? A vida do último jogo, assim. Esse jogo aí, se tivesse uma pandemia... Nossa! Nada feito, eu vou até começar a espirrar aqui. E vantagem em relação ao Animal Crossing, eu espero também, você não jogou ainda, mas eu acho que é assim que funciona. Ah, sim, sim. O Animal Crossing até hoje me revolta. Eu não sei se eles mudaram em alguma atualização. Não mudaram, não mudaram, né? É uma ilha por console.

Isso não faz o menor sentido. Independente da conta, né? Não faz o menor... É uma ilha por console. E só isso, assim,

deixa o Animal Crossing realmente... Sim, sim. Tipo, ah, eu não conheci isso daí também. Pô, eu vou precisar anotar. O Animal Crossing é um pobre coitado, então. Não é, mas enfim, nesse quesito é. Nesse quesito específico é isso, me revolto até hoje, é isso. Então tá, Pokémon Pocopia. Obrigado, Clarice! Obrigado, Clarice! Obrigada! Eu poderia falar 30 mil horas repetidas desse jogo, porque a gente tá me divertindo muito. Muito obrigada.

Falamos no chat, falamos no chat. Falamos no chat e até mais. Nota naval, pô, a foda é que a gente não zerou, né? Quando eu zerar,

volto com uma nota naval. É, A10. É, A10 já, galera, A10. Esse jogo tem que me decepcionar bastante pra não receber um A10. Ah, não, é assim. Apesar dele ser muito diferente do Dragon Quest Builders 2, e eu tava com muita expectativa, ele é muito bom. Mas como esse jogo te decepcionaria? Só a última coisa, assim. Ai, não sei. Chega no final e, tipo, ai, era tudo um sonho. Não, não. Mas é porque a história desse jogo, por mais divertida que ela esteja sendo, se for uma merda no

final. Não, é realmente. Eu queria fazer um paralelo com Resident Evil 9. Ah, entendi. Eu pensei que você ia fazer um paralelo com o filme do Dragon Quest. É verdade, né? É isso. Muito obrigada. Meu sonho molhado, André. Meu sonho molhado, que eu acho que nunca vai acontecer, mas eu queria muito, é as pessoas gostarem desse jogo e gente que não conhece, nunca deu uma chance de irem jogar o Dragon Quest Builders 2, que é tão bom.

E deve ser barato hoje em dia, né? Porque eu lembro que quando você... Tem pra tudo.

você me indicou pra jogar no jogo com o meu jogo, eu comprei o físico no Mercado Livre, foi super barato, assim. Então, se você tem um Play 4, um Play 5... Um Switch 1. Switch 1, né? Vale a pena. Se bem que eu acho que as cópias de física do Playstation talvez sejam mais baratas. Talvez. É verdade, tem isso, né? Alguém tá falando de cópia física, que tá difícil achar cópia física do Pocopia, que tá esgotando tudo. Até a Amazon tava aumentando o preço, né?

Lá fora. É verdade, tinha isso, né? Uau. O psiquiatra me perguntou. É mais provável ter um Pocopia 2 ou Game Quest for 2, 3?

Porra, o Pocopia tá vendendo um absurdo, gente. O fator Pokémon é muito forte, né? E olha só, Março veio aí com Pocopia, Marathon já saiu também, tá vindo ainda Crimson Desert, tá vindo ainda remake de Fatal Frame. E eu quero ver quem é que vai conseguir jogar isso tudo, porque assim, é muito importante se planejar, não só pra organizar como encaixar todas essas horas aí no seu horário, mas pra estrategizar e saber o melhor momento de comprar também. Igual o quê?

do Consumidona Insider. E ó, assim, tem que ver o seguinte, né? O ano começou, passou o carnaval, acabou a desculpinha, né? Não tem mais. Não tem mais desculpinha. Saiu até os nossos podcasts de trilogia já. Então, já saiu tudo. Então, agora sim. Agora é hora de você se planejar pro resto do ano, entendeu? Não pode perder mais tempo, porque assim, sinceramente, vai saber quando vai ter uma condição maneira dessa que tá tendo durante a Semana do Consumidor na Insider. Se você tá ouvindo os podcasts no lançamento ou na semana do lançamento,

na Semana do Consumidor. Positivo. E nessa semana tem, simplesmente, as melhores oportunidades da Insider no ano de 2026. E sabe-se lá quando teremos de novo. Pois é. Porque assim, a gente tem o nosso cupom, Jogabilidade, certo? Que você já conhece. Se você não conhece, deveria conhecer já. Cupom querido, cupom de casa. Cupom que já é de casa. Que assim, com o nosso cupom, somando os descontos do site. Exato, é cumulativo. Dá pra chegar até 50% de desconto. Meu Deus. É assim, é loucura. Mas é aquilo.

falando, ah, vai lançar vários e vários jogos e a gente vai ter que escolher alguns, né? Exato. Esse mês do consumidor é para a gente fazer escolhas, né? Escolhas estratégicas. Exato. E aí que a estratégia é maior, a escolha é mais certa do que pegar desconto de até 50% num produto. E o que você ainda está fazendo, na verdade, é facilitar as escolhas. Exato. Porque assim, normalmente você vai lá, ah, vou comprar uma camisetinha aqui, vou comprar uma tech t-shirt aqui, vou comprar um topzinho aqui, né?

Uma legging ali. Não, não, não. Com até 50% de desconto, você não precisa escolher uma só. Pode escolher várias.

Exato. E aquilo, né? A gente sempre fala, né? Que são roupas pra tudo, né? É pra treino, é pra trabalho, é pra viagem, sabe? Pra lazer, é pra negócio. Todas as categorias de roupa aí que você possa imaginar. E o que a gente fala também é um investimento, né? É uma roupa que vai durar muito, que vai ser muito versátil. Então tá precisando atualizar seu guarda-roupa. Aquela camisa não serve mais, aquela calça que não é confortável, aquela cueca toda desgarçada. Nossa, meu Deus do céu. Essa é a oportunidade.

uma oportunidade rara de somar aí a qualidade dos produtos Insider com essa oportunidade, descontos de até 50%, somando o nosso cupom e os descontos do site. Lembrando, o nosso cupom é jogabilidade, mas se quiser clicar no link na descrição, ele já te leva pro site da Insider com o nosso cupom no carrinho, tudo certinho lá. Aproveite, lembrando que quando você usa o nosso cupom ou usa o nosso link, você também tá apoiando jogabilidade.

E muito obrigado, Insider, pela parceria. Exato. Escolha com estratégia, galera.

Apenas comecei a jogar e eu acho que a gente vai comentar sobre ele mais vezes. Mas eu já vi algumas pessoas perguntando o que eu tô achando. E é um jogo que ele está me encantando e eu queria compartilhar, já indicar. Até porque eu acho que ele não entraria mais num rodízio do sushi porque ele já tá tendo bastante atenção. Mas é um jogo que eu acho que ele merece muito mais atenção ainda do que ele tá tendo. E eu acho que ele vai ter.

Eu acho que esse jogo ele vai ser... Vai ser um queridinho. Vai ser um queridinho de 2026. Pelo menos até onde eu tô, né?

muito ainda o que me decepcionar, né, caso ele vá pra rumos estranhos aí, mas no caso o jogo é o Esotéric Abbe. Ah, é verdade, aquele que você queria até que o Tengu jogasse também, não é? Queria que o Tengu jogasse, eu acho que você gostava. O Pocopia tem Game Share, é verdade. Se você pegar um Switch 1, que seja, e do lado dele, você pode jogar os dois juntos. Entendi. Na mesma ilha ali, ficar fazendo as coisas juntos. Mas o Esotéric Abbe, o que que é? Ele é mais um desses jogos aí de um desenvolvedor e seu

30 Amigos, né, porque ele é um jogo creditado a esse Christopher Bodegar, que é quem fez o cerne do trabalho do jogo, que é muito impressionante, né, visto que é um jogo numa escala disco Elysium aí, de milhões de palavras, né, um mundo, né, super rico e personagens complexos e tudo mais, só que, obviamente, ele teve ajuda em vários aspectos do jogo, né, na parte de arte, na parte de música e tal, então os créditos deles é mais longuinho, obviamente, na parte da publisher também, mas ainda assim, né...

Teve ajuda ou foi contratado? Não, contratado. Ah, tá. É assim, tipo, aparecem mais pessoas nos créditos trabalhando na parte da arte e tudo. Mas ainda assim é muito impressionante o trabalho que uma só pessoa fez. É um projeto que ele tá levando aí desde 2018. Uau. E é interessante, né? Porque você joga o Aztecab e você vê, ok, isso aqui é extremamente disco Elysium. Mas nasceu como uma tentativa de fazer um sucessor espiritual do Planescape Torment.

ele começa esse projeto em 2018, daí lança em 2019 o Disco Elysium, né, que é isso, que é meio que um sucessor espiritual do Planescape Torment, de certa forma, né, e eu acho que o que ele vê ali, o jeito que as A1, né, e seus devs fizeram, resolveram muitos desses problemas, né, e levaram, meio que fizeram uma fórmula, né, muito invejável ali de um RPG, eu acho que resolve muitos dos problemas que o Christopher tinha no desenvolvimento, e

ele segue meio que o molde do Disco Elysium pra fazer o Exoteri Cab. E assim, ele é extremamente Disco Elysium. Não só, tipo, a perspectiva, né, de cima, isométrica, o diálogo, né, vertical no canto direito da tela, como se fosse uma timeline, né, vindo ao lance de você conversando com essas vozes na sua cabeça, que são também atributos de RPG do personagem. O fato de que você é um sujeito, uma autoridade nesse mundo, né, que não tem polícia, mas você seria o equivalente

lente de um policial, meio fodido da cabeça, assim, não lembra exatamente de todos os detalhes. Tal qual Planescape Torment acorda num necrotério, como se você tivesse revivido, né? Numa mesa de autópsia, basicamente. E você tem um parceiro também, né? Um parceiro que é também esse lado mais pragmático, meio que uma âncora pra mente do seu personagem, assim, que é o Snell. E a história, também extremamente política, misturando muito humor.

Então, assim, é extremamente de squelizio. Mas, ao mesmo tempo, se passa num mundo de fantasia.

extremamente D&D. E aí eu falo extremamente D&D de um jeito que eu nem sabia que isso era legal de fazer. Mas extremamente D&D é bom ou ruim? Bom. Elogio. Elogio. Positivo. Mas de um jeito que eu fico pensando, pô, será que a Hasbro vai ir atrás desse pessoal? Porque eles usam, assim, todo o esqueleto de D&D, até com os nomes. Então, por exemplo, os nomes das magias, que tem alguns que são meio genéricos, mas tem alguns que são muito específicos. O funcionamento é bem específico de D&D, né? Então, por exemplo...

Centeada, André? Esse tipo de coisa? Eu imagino que seja. Na especificidade que é, eu imagino que seja. Tipo, o Revivify é o mesmo nome e funciona exatamente da mesma forma. A magia de abrir porta trancada magicamente é o NOC. Você tem essa divisão de demônios e diabos da exata mesma forma. Então, tipo, tem muita coisa que eu fico, nossa, mas isso é exatamente D&D, né? O Bakunin falou que o SRD é liberado para uso livre. O D&D tem a OGL. Então, dá sim. Teve até treta. O que é isso? É um esquema de licenciamento.

Pode usar de graça. Sim, sim, sim, sim, tá. Mas eu achava que era licenciado pra você usar, tipo assim, você criar coisas em cima de D&D, né? E colocar a marca de D&D e tudo mais. É, eu já não sei como funciona. Eu não sei, enfim. Mas de qualquer forma, a pessoa provavelmente viu isso com antecedência, né? Mas me surpreendeu o quão direto é, tipo, as regras, né? Tipo, quando você morre e tem rolagem de save and throw, quando as magias são por slot.

Assim, extremamente D&D. Muito D&D. E os atributos são também os atributos de D&D. Uma coisa que não existe no Diskelision,

que existe muito no D&D, André, é batalha. Esse jogo tem batalha? Como é que ela funciona? Tem batalha, mas ele leva a batalha como ela existe quando ela existe no disco Elysium, de certa forma, que é através do diálogo e do texto. Então, vai ter um texto descrevendo o que tá acontecendo na batalha, e aí você vai dizer o que você faz. Eu quero bater no personagem, eu quero usar esse atributo, por exemplo, força pra bater nele, ou esse atributo destreza pra me desviar e me posicionar melhor.

É que você falou que tem magia, mas não tem magia de ataque, então? Tem, tem. Você consegue usar,

vai aparecer a opção de você usar uma das magias que você está equipada. Nesse jogo, você escolhe classe para o seu boneco? Você não escolhe classe, porque o seu personagem, ele é um clérigo. Só que uma das quests que você tem, você não acorda exatamente com amnésia, mas você acorda meio balançado mentalmente. Ele bebeu muito na noite anterior, eu lembro dessa história. Não vou contar o que acontece, mas você acorda meio bagunçado mentalmente. E você pode, você cria o seu personagem escolhendo os atributos dele,

distribuir uma quantidade de pontos entre os atributos ali de D&D. E você consegue, no diálogo, quando alguém te cumprimenta, ah, boa tarde, clérigo, né? Porque as pessoas reconhecem seu uniforme, seu capacete e tal. E você pode dizer, não, não, não sou clérigo, não. Eu sou, na verdade, um ladino. E aí, se você insiste muito nisso, começa a surgir uma batalha mental entre você mesmo, pra você decidir qual dos dois você é. Que é uma quest que vai te levar pra um dos caminhos possíveis ali.

É, que é uma coisa que existe mais ou menos no Disquilision, né? De você ficar... Exatamente.

isso. O seu arquétipo de policial. É bem isso, é bem isso. Mas aí quais tem, quais classes tem, então? É, são os atributos de D&D, né? E aí cada atributo vai estar relacionado a uma dessas classes, curiosamente. Então, por exemplo, destreza tá relacionado a Ladino. A força, curiosamente, tá relacionado aos clérigos. E por aí vai. Mas uma coisa que é interessante de como que eles estão trazendo outras ideias, né? Primeiro que no mundo ele mistura bastante com o criador ser

polonês, mistura bastante esse lore de D&D com folclore nórdico e tudo mais. Mitologia. Mitologia nórdica, que é bem legal. Mas a premissa do jogo é onde ele me pega, assim, porque o jogo se passa nesse mundo, que é um mundo original, né, que é na cidade de Novik, e parece ter um mundo bem vasto, além dessa cidade, que eu imagino que tal qual o Disco Eliso, ele só vai comentar se não vai visitar, de fato. Acho que o escopo dele vai ser bem focado nessa cidade, que é uma grande metrópole meio arcane punk, assim, né. O que quer dizer

esse arcane punk, é essa mistura da fantasia medieval e tal, D&D, com coisas modernas, né? Coisas de industrialização. Então, por exemplo, tem uma casinha bem fantasia medieval, um jardinzinho com a ruína da civilização antiga e tal, e do lado passando um encanamento de esgoto, assim. Ou então você anda pela cidade, uma pontezinha de pedra e tal, e tem um bicicletário, assim, um estacionamento de bicicleta, com bicicletas modernas, assim, e a sua bicicleta ali, inclusive, e tal. Então ele tenta misturar bastante isso na cidade, e a premissa é que você

você é um clérigo desse Deus, que é o Deus fundador dessa cidade, que é Urt, e você, aos poucos, vai pegando o contexto de que esse Deus morreu há, tipo, décadas atrás, 40, 50 anos atrás, alguma coisa assim. A civilização, ela continuou assim, porque era uma cidade regida por esse Deus, né? O Deus é o, pô, Deus, né? Ele vai comandar a vida das pessoas, vai ser o governador de todo mundo. Só que aí esse Deus morre, e as pessoas que trabalhavam pra esse Deus, os clérigos, né? Os poderes que esse Deus emprestava,

para os mortais, vamos dizer assim, continua sendo a fonte de lei e ordem na cidade. Só que vai passando o tempo, as pessoas vão se organizando, elas vão surgindo outros pensamentos políticos, né? As pessoas vão gerando uma revolta ali e tal, e as pessoas vão se organizando. E quando você acorda, você está há cinco ou seis dias da primeira eleição que vai rolar nesse mundo ou nessa cidade. Tipo, a cidade é o mundo, né? Vamos dizer assim.

Os candidatos para essa eleição são esses partidos políticos e cada um desses partidos

desses vieses políticos tá relacionado a uma das suas habilidades. E cada uma dessas habilidades, cada uma desses atributos de D&D. Ah, então tipo força, inteligência? Exato. E cada um desses atributos são as vozes na sua cabeça. E uma quest longa que vai ter no jogo, aparentemente, é você decidir qual que é o seu posicionamento político e em quem você vai votar nessa eleição. É um assunto que você consegue ter com todo mundo.

Eu achei muito engraçado porque é um jogo polonês, mas lançou aqui no Brasil em ano de eleição. Então eu achei muito... Mas em português? Não tem português.

Ah, então não vai ajudar em nada. É, não, não. Tô brincando, tô brincando. De forma, não iria, mesmo em português não iria. Mas eu acho fascinante como que ele faz, né, e eu quero ver muito pra onde isso vai, porque você começa a entender, né, e desde o começo, quando você vai criar o personagem, ele já te mostra o que que o atributo força significa nesse mundo, o que que ter muita força, e o que que uma pessoa com pouca força, ou com muita força, ou com muita destreza, ou com pouca destreza, ou com muito carisma, ou com pouco carisma, significa nesse mundo na hora que você vai criar o personagem. E basicamente, né, eu anotei aqui,

são quatro grupos, né, e seus líderes políticos que estão concorrendo à eleição. O Partido de Urte, que é esse deus, né, que é um partido fascistinha, ultranacionalista, assim, né, que tá alinhado à força. Tem os Freestriders, que eles chamam, que é liberalzinho Faria Limer, assim, que é o Grindset, né, tipo, quase anarcocapitalista, que tá alinhado à destreza. Tem os Asgalistas, que são os comunistas, né, o socialismo, ou até flertando, talvez, mais com uma social-democracia.

mas que tá alinhado à sabedoria. Ah, que jogo, Woke André! Os Lordes Magos, né, que é o partido político deles, é quase, o plano político deles, é quase uma monarquia, uma coisa meio, bem autocrática, assim, né, de um grande líder, uma coisa meio in range também, um objetivismo, assim, que tá alinhado à inteligência, né, faz bastante sentido. São esses os partidos principais, eu não sei se o jogo vai introduzir mais coisas além disso.

Mas e sorte? Então. Constituição e carisma, né? É, faltam dois, faltam Constituição e carisma. Constituição é meio que o apolítico,

Ele vota nulo, né? Ele não quer se meter nisso. Nem esquerda, nem direita. Vamos pra frente. Exatamente. Então, direito. E o carisma é o camaleão político. Ele, tipo, qualquer um tá bom, eu vou me meter aqui no meio e tirar proveito da situação, assim. Meio que um PMDB, assim, da vida, assim, sabe? Mas é o centrão. O outro também é meio... Não, é diferente, né? Porque o apolítico é... Não adianta votar em ninguém, porque todo mundo é igual. É, mas... O centrão é só de todo...

Todo mundo vai votar só em mim. Mas eu posso ser um clérigo e durante a história continuar sendo um clérigo com força, mas seguir outro caminho político ou não? Você pode. Uma coisa que é interessante é, você pensa assim, se a força está atrelada ao fascismo, significa então que se eu tiver muita força, eu vou ser muito fascista. E se eu tiver pouca força, eu vou ser pouco fascista. E não, é interessante porque se você tem pouca força, na verdade, significa que você não vai conseguir botar banca contra pessoas fascistas. Por exemplo,

Pessoas que têm muita força, que usam muito da força, né? E se você tem muita força, significa que aquela voz vai vencer mais na sua cabeça. Então você vai ter mais pensamentos fascistas e tal. Mas não significa que você vai ter que escolher esses pensamentos na hora que você estiver falando e tudo mais. Eu acabei, por uma confusão minha na hora de criar o personagem, eu acabei indo muito pra destreza, mais do que eu gostaria.

O meu personagem é principalmente sabedoria, né? Que são os asgalistas, são os comunistas. Fala, André, que você acredita em meritocracia? Pode falar.

coloquei muito de destreza. Então o meu personagem tá o tempo todo pensando, é isso aí, tem que ganhar dinheiro mesmo. Tem que subir montanha, vamos subir montanha. Tem que ter isso aí, é foda, vamos lá e tal. Só que o meu wisdom, ele é bem alto também, né? E eu só não sigo o caminho da destreza. E o lance é, muitas vezes, né, o que tá rolando de checagem o tempo todo é, o que que a minha inteligência tem a dizer sobre a situação?

O que que a minha força tem a dizer sobre a situação? Ou então segue uma situação de conversa, onde é um personagem muito intimidador, assim. Aí você fala, nossa, tô com, minhas pernas tão tremendo, tô com vontade de correr.

faz uma checagem de força ou de constituição, talvez. E aí, se você não passa, você nem consegue continuar aquela conversa. Então, é esse tipo de checagem que vai estar o tempo todo rolando e te colocando nas situações sociais e de combate até que o jogo tem, mas muito desses pensamentos políticos também sobre tudo que acontece. Então, por exemplo, logo no comecinho, quando você sai do tutorial, tem uns anões, as galistas, que estão tentando se juntar, fazer uma assembleia e falar da eleição e tudo mais. E aí, você tem que...

que você pode pegar é de tentar decidir ficar do lado deles e conseguir ajudar a causa deles ou ficar do lado do governo, né, que tá tentando oprimir ali. E se você tiver, né, enquanto você tá tendo essa conversa, todas as vozes na sua cabeça estão opinando politicamente sobre aquela situação. E aí falhando ou não, fazendo argumentos que fazem sentido, que são argumentos de fato pra aquela situação, ou falando merda, ou só falando coisa errada na sua cabeça, assim.

Então é muito interessante como que ele mistura esse disco Elysium com os atributos, né, de D&D e essa política

toda. Mas aí, no meio disso tudo, tem muita rolagem de dados, né? Sim. Eu posso acabar fazendo um monte de merda por causa disso, tipo, sei lá, fiz um personagem de força, porque, ó, força é legal, quero ser meio bárbaro, sei lá, e aí chega na hora eu não consigo não ser fascista, porque minha rolagem de dados dá sempre errado, ou é mais pelas minhas escolhas, e talvez eu possa escolher coisas através da força. É, então, eu fico pensando o que que, né, talvez eu teria que ver um gameplay ou jogar de novo pra ver o que que muda realmente nas opções que você recebe de diálogo, porque, uma,

Uma das coisas que eu tô sentindo com esse jogo é que nem sempre as opções de diálogo que eu tenho refletem o que o personagem que eu tô construindo faria naquela situação. Mas eu não sei se é por causa dos meus atributos que se eu tivesse outros atributos apareceriam outros mensais ou se é uma limitação de um jogo que tem um escopo finito, afinal de contas. Um amigo e seus... Como é que é? Seus 30 desenvolvedores. Então, eu não sei quanto que o jogo mudaria com uma build diferente da minha.

Eu tô curioso pra saber isso também, porque tem momentos que eu fico meio frustrado

com o que eu consigo ou não dizer, ou como que eu consigo iniciar uma conversa, ou comentar sobre uma situação, assim. Enquanto que eu sinto que o Disco Elysium, ele... Eu sempre sentia que, tipo, todas as possibilidades, assim... Ele se adapta a tudo, né? Ele tava se adaptando a tudo. Mas, pô, muito legal, assim, o que eu joguei até agora, e é um daqueles jogos que, tipo, eu joguei, sei lá, oito horas do jogo, e eu tô no comecinho ainda, sabe?

Eu sinto que eu tô, nossa, explorando o comecinho da cidade, conversando com as pessoas. Eu meio que não resolvi quase nada ainda. Eu tô começando a encontrar personagens mais importantes, assim, porque

bem denso, né, muita coisa pra você fazer, muitas conversas longas pra você ter e tal, e ele tem muitas ideias legais, assim, né, apesar de que a influência, né, é muito clara, e às vezes em alguns aspectos, nossa, é quase um pra um, né, a influência, ele ainda assim consegue fazer coisas muito únicas, por exemplo, ele tem um sistema de, a árvore de quests dele, é ao mesmo tempo um guia, um mapa mental das suas quests, que vai conectando elas tematicamente, assim, quase como se fosse uma constelação, linkando coisas temáticas ao seu personagem, e ao mesmo

É uma árvore de habilidades, que é a medida que, por exemplo, você vai resolver uma disputa por um apartamento, por exemplo. Se você consegue resolver essa quest pacificamente, na árvore de habilidades libera um nó, que é uma habilidade de diálogo que você ganha a partir daquele momento. Isso também é muito desquelido, né? Que a história principal você descobre, né? À medida que você vai avançando. Seu objetivo é investigar uma explosão que houve numa loja de chá. E, obviamente, isso vai se desdobrando em muitas conspirações.

e muita gente envolvida em interesses de várias facções da cidade e tal. Então, muito interessante a história, muito interessante o mundo que ele tá criando, né? Essa premissa da eleição pairando sobre tudo, né? E no fundo, tudo tem a ver com a eleição, obviamente. Caramba! Ah, ainda bem que a gente joga videogame pra esquecer da vida real, né, André? Pois é, pois é. Você viu o que o Bakunin falou? O que ele falou? Ele falou, ah, seus atributos vão mais editar as informações que você recebe do que limitar as coisas que você pode dizer. A não ser que dizer algo dependa de rolar.

Tem muitas coisas que você quer fazer ou dizer que pra conseguir você vai ter que rolar um dado ali. E aí você pode decidir tentar fazer essa coisa mais arriscada, mas com um resultado que vai ser mais legal ou mais satisfatório. Ou ir pra um caminho de um diálogo mais... Ah, então tem self-scan. Assim, tem bastante. É meio frustrante porque, às vezes, eu quero dar load em alguma coisa horrível que aconteceu. Dito isso, é coisa da minha cabeça, tá, gente? Porque esse é mais um daqueles jogos que falhar nele é muito bom.

muito legais e quase nunca você falha mesmo. Assim como o Disquealism tem umas mortes que vem do nada, mas é mais cômico, assim, e o jogo tem autosave, então você nunca vai perder muito progresso, nem nada. Ou então, às vezes, você tá se enfiando num lugar que você não devia, assim, aí você morreu. Mas, no geral, ele é um jogo que quer que você abrace as roladas ruins que você der. Mas o chato que eu acho é que, se você tá no meio de um diálogo, você não consegue dar load.

Você precisa sair pro menu do jogo e aí dar load. E eu penso, porra, só colocou um

a mais, porque eu vou sair pro menu pra download. Se tem uma coisa que eu quero muito ver o que vai acontecer e eu tô rolando mal, né, e não tô conseguindo acertar, eu vou download e tá de novo. Mas aí como que você sai pro menu no meio do diálogo? Tem um menu, tipo... Você tem que ficar, você tem que avançar o diálogo até o final? Não, não, você dá ask e aí, tipo, salvar e carregar tão cinza, né, você não consegue clicar. Mas sair pro menu você consegue.

Ah, então você... Ah, ok, ok. Pô, aí é foda. Curioso, né? Mas, pô, muito interessado, assim, eu tô muito, querendo muito, tipo,

né, chafurdar nesse jogo. É foda que tô jogando ele há, sei lá, uns 5 dias e só consigo jogar um pouquinho por dia, assim. Tô doido pra terminar logo a edição e poder chafurdar. Chafurdar. Que delícia. Esoteric Ab. É o nome do jogo. Recomendo muito. Com certeza a gente vai falar mais sobre ele aqui na jogabilidade. O Tengu tem um jogo também, mas ele vai deixar pro Vertis que vem, né? Eu tô quase terminando ele, então acho melhor deixar pra semana que vem.

Qual que é o jogo? Romura Rime. Ah, sim. Você falou dele em algum lugar, não? A gente,

Foi no Minigamers, né? Sim. Ah, foi no Minigamers, é. Sim, sim, sim. E a gente jogou a demo dele quando eu tava aqui com o Sushi na outra semana, que tava as demos do Steam Next Fest. A gente jogou a demo dele e falou um pouco sobre ele no Minigamers. E eu tô quase terminando. Pô, o jogo é bom, hein? Eu quis esperar terminar pra falar dele e falar semana que vem. Ok. Eu joguei Resident Evil 9, sabia, Tengu? Fiquei sabendo. Semana passada a gente conversou um pouco sobre isso, né?

Foi. Até porque o André tava jogando aqui. Na gravação do Minigamers a gente falou sobre isso. É verdade. Eu tava...

Eu estava com muitas opiniões. A flor da pele. É, eu estava com muitas opiniões, assim. Vamos, então, para as nossas perguntinhas. Se você tem perguntas sobre videogames, o universo dos jogos, a indústria e tudo mais, você pode mandar elas para vert.jogabilidade.de ou para o nosso usuário do Telegram, que eu paguei a conta, tá? Tem gente que mandou mensagem de celular falando para eu pagar a conta. Eu paguei a conta, tenho créditos nesse plano pré-pago.

Muito bem. Mas está mantendo o nosso chip ali, que é o arroba jogabilidade no Telegram. E aí, mandando ali a sua perguntinha para a gente,

a gente pode, quem sabe, ler ela num próximo episódio e você soar mais ou menos assim.

Pô, o foda é que assim, por exemplo, final ruim do Persona 3 é meio bad pra caralho, né? Vem assim do nada e acaba, né? É uma coisa que nem o do Outer Wilds também, né? Não, pô, é tipo, como assim o Outer Wilds?

Eu tirei o negócio, batei e acabou. Sério? Você não tem um pingo de curiosidade na sua vida? Às vezes não, né? Às vezes tá satisfeito, né? Ele já deu a resposta aqui. A alta quantidade de vídeos curtos se estragou. Estragou! Infelizmente, você tem que procurar ajuda agora. Não é pra tanto. Mas, gente, às vezes é uma outra geração, não é verdade? Uma coisa que eu queria ter sabido é você tava gostando o quanto desses jogos. Mas ele fala que no final ele não aguenta mais jogo nenhum. É, talvez seja realmente

isso, né? Vídeos curtos estragaram a cabeça dele. Mas assim, mas ó, sem brincadeira, terapia. Porque às vezes, às vezes você pode ter TDAH, alguma coisa assim que te deixa entediado muito facilmente. E qualquer coisa repetitiva te deixa muito entediado. E talvez isso atrapalhe a sua vida, te atrapalhe de experienciar coisas que você nem sabe o quão bons são. É, porque assim, pela mensagem dele, se fosse assim, ah, joguei, terminei e tá tudo certo, seria uma coisa. Mas pra ele mandar mensagem pra gente e falar assim, pô, até queria jogar.

ah, tá os jogos, mas acabo nunca conseguindo voltar e tal. Talvez tenha alguma coisa aí, realmente, né? Mas, assim, eu gosto sempre de pegar o melhor final. Agora, DLC nem sempre é um jogo. É, DLC depende, né? Depende do quanto eu gostei do jogo, né? É, do quanto eu gostei do jogo, de quando demora pra sair, né? É, tipo, de quanto mais eu quero daquele jogo, né? Uma coisa que ele falou é que, assim, ah, fica pra jogar no futuro, mas vocês sabem que sempre aparece outro jogo pra jogar.

Sim. Só se você trabalha com isso. Sim, ok. Mas, tenha noção de que você nunca, nunca,

conseguir jogar todos os jogos que você quer. Nunca. Então assim, tente se livrar dessa ideia. Liberte-se. E assim, por que que tem outros jogos pra jogar? Não tem. É FOMO. É FOMO, exatamente. Eu entendo a pessoa tá empolgada com os jogos que vão vir no futuro, mas ao mesmo tempo se o negócio é eu queria jogar o DLC de Elden Ring, mas eu só não jogo porque eu já joguei Elden Ring, não parece um bom argumento, né? Tipo... Se você gostou de Elden Ring e você queria jogar o DLC

Elden Ring, que é ótimo, inclusive, você deveria jogar o DLC de Elden Ring. Sim, sim. É tipo gente que, alguém que recentemente falou, ah, eu joguei Bloodborne, mas aí eu não quis jogar DLC, que eu, sei lá, né, DLC normalmente é ruim. Eu vou conhecer, alguém falou, pelo amor de Deus. Não, existe acaso que DLC é ruim. Mas, sei lá, DLC de Bloodborne é uma obra-prima. É, é, sabe? Talvez uma das melhores partes do jogo, né? Não, mas aí, cansaço com lazer, lazer não tem que ser competitivo, gente. Mas, ó, você fala assim, é cansaço, Elden Ring,

já é bem grande. Não, mas não necessariamente só com o The Ring. Não, não, e não é o caso. Ele tá falando, eu gostaria de jogar o DLC, né? Ele não tá falando assim, pô, terminei o The Ring, não aguentava mais, né? Ou talvez ele pensou isso, mas agora talvez ele já queira e só não joga porque é de um jogo que ele já terminou e ele tem essa dificuldade. Tem coisas aí, né? E tem que ver o quanto isso afeta a sua ansiedade. Isso tá te fazendo mal, sabe?

Porque às vezes isso é um sintoma que você é ansioso. E pra alguém que faz terapia, novamente, por causa de TDH e ansiedade, às vezes é importante você conversar

conversar com alguém sobre isso. Eu às vezes sofro disso, do tipo, quando eu tô perto do fim de um jogo, eu fico meio afobado pra terminar logo, assim. Às vezes acontece comigo. Mas eu não chego a, tipo, ah, eu quero terminar, eu vou fazer o final ruim e tá bom, assim. Não, eu pelo menos, se eu tô gostando do jogo, eu consigo, eu fico um pouco ansioso, mas eu consigo ir até o final, assim. Então eu acho que vale a pena conversar a respeito com um profissional, de repente.

Se eu tô gostando do jogo, né, eu vou querer terminar ele e tudo mais. Mas, né, se é um jogo que eu tô achando médio, eu também tenho isso.

É que assim, a gente tem, que nem o Rafa falou, a gente tem o agravante de trabalhar com isso. Então a gente tem sempre que, teoricamente, tá jogando coisas sempre sem parar, coisas novas, né? Sim, sim. Mas eu imagino que não seja o caso do Lobato. Lobato. Ele não falou disso, pelo menos, né? Ele não falou disso, né? E assim, mesmo assim, se ele for, sei lá, se ele trabalha com isso, vai fazer um review e faz o final ruim e fala, ah, não vamos jogar o resto do jogo, e o resto do jogo é outra coisa.

Se ele falar isso no review, eu acho que é ok. Mas é... Eu tenho uma coisa um pouco contrária de você, Tengu.

Eu tenho problemas, muito problema na minha vida pra começar e pra terminar coisas. O meio vai que é uma beleza, mas começar é muito difícil, terminar é muito difícil. Com o jogo que eu tô jogando, quando ele vai chegar no final, com o jogo que eu tô gostando, ele vai chegar no final, eu vou não querendo terminar. Vou ficando angustiado, porque eu não quero que isso acabe, sabe? Eu não quero que isso acabe, eu não quero. Mas, ó, o Ivo Jorge falou, é normal, gente.

Tem gente que enjoa mais rápido com videogame, eu tenho pouco saco pra jogar com mais 20 horas. Sim, é normal. O lance todo é que ele parece incomodado com isso. Se isso fosse uma coisa pra ele, ah, tchau, não, eu sou assim e tô de boa. Aí, ok.

Gosta. Se ele cansou, ou ele não gostou e não queria, ele nem mandaria essa mensagem. Ele falou que ele gosta e ele queria. Ele gostaria. Tem que ver isso aí. Muito obrigado, Lobato. Obrigado, Lobato. Obrigado, Lobato. Fique bem. Fique bem. Jogue o DLC de All The Ring. Muito bom. Jogue o... Faça o final... Bom. Bom de... Do Persona. De Outer Wilds. E do Outer Wilds, né? Rafa, lê pra gente o próximo. Olá, jogabilidivos. Me chamo Diego Batista. E, acompanhando vocês por todos esses anos,

Igual eu.

na parede no fundo e eu tentava passar correndo pra não ficar olhando. Mas ainda apareciam andores de quebra. Finalmente... Ah, não. Finalmente falta a parte da pauta. Eu tenho um lance com isso. Acho que quando eu tinha mais ou menos a mesma idade, eu tinha um Master System. E eu gostava muito de jogar Altered Beast. Só que... Era no Mega Drive ou era no Master System. Agora eu não lembro mais em qual dos dois era. Eu acho que era no Master System ou no Mega Drive.

Puta que pariu, eu não sei mais. Mas enfim, tem um lance que é no Altered Beast, quando você vai se transformar na besta

alterada, tem uma animação que, tipo, pega na tela inteira, pega fogo, assim, né? Na época era inacreditável. E eu tinha um medo daquilo. Sem brincadeira. Eu saía da sala, eu pegava o power-upzinho lá, pegava, ia correndo pro outro quarto, assim, esperar passar a animação. Porque eu morria de medo daquilo, cara. Eu tinha muito medo. Muito medo. Então não é só você. Eu queria fazer um video, que era pra ser um dash,

mas aí realmente a ideia é que em Dash não ia ficar bom. Mas há muito tempo, há coisas em jogos que não são de terror, mas dão medo, mas normalmente são coisas que... A intenção é terror, né? Ou então, tipo, você entende por que que dá medo. Mas essas coisas de criança é engraçado porque, tipo, por que que isso dava medo? Isso daí realmente não era pra dar medo, mas, por exemplo... Não, mas o Andorre do Final Fight... Não era também.

Mas, por exemplo, o que eu consigo pensar nesse caso, ou até o que a gente tava pensando pra aquela pauta do Dash, era, por exemplo, pô, eu tinha o maior medo da parte do Boo no Mario 64, assim,

do piano que começava a te morder. Exato. Era assustador. Mas ele tem o quê de terror ali? Mas é, é um mundinho de terror. Ou então, por exemplo, o Nintendo 64 era muito assustador pra mim, aparentemente. Mas aqueles zumbis do Ocarina of Time, que congelava assim, que começava a gritar. Red Dead. Caralho, muito assustador. O Banjo-Kazooie, que tem o tubarão com uns dentes assim de metal, placa, placa, placa, ele dá medo. É, falando, é o Red Crab de Half-Life. Pois é, não, é aterrorizado de Raven Home,

Half-Life 2, mas é a fase do terror, assim, né? Tô tentando pensar de alguma coisa que não era de terror e que me dava muito medo. Eu tô tentando pensar também. Porque o foda é que eu assistia muito filme de terror. Então eu tinha muito medo de filme de terror. E videogame de terror. Mas coisas que não eram de terror, eu não costumava ter medo. Eu assisti Exorcista muito cedo na minha vida, sabe? Um trauma muito grande. Pra quê, né?

Ah, e todos os primos foram assistir. Eu nunca vi até hoje, Rafa. Mentira, é muito legal. Eu vi na faculdade. Hoje,

consigo ver que, tipo, eu sentiria medo, provavelmente, mas eu acho que eu apreciaria mais. Mas eu era, de novo, era coisa de terror, então faz um pouco mais sentido. Mas passava na propaganda da TV a cabo, é tipo filmes clássicos, aí tinha um close da menina do exorcista. E eu, quando começava a propaganda, eu desligava o Terremoto do Canal, eu esperava um tempo, saia da sala, porque a imagem dela, assim, eu, caralho, que terror.

Mas é, deixa eu ver, deve ter alguma coisa, né, possível. Tô pensando em jogos que eu jogava na época,

se eu tinha algum medo, assim, medo, medo, medo. Eu tinha muito medo, assim, não é novo, é meio terror, né? Mas tem um jogo em primeira pessoa de PC que chama-se Frankenstein Através dos Olhos do Monstro, onde o Dr. Frankenstein é interpretado pelo Tim Curry, inclusive, que é FMV. E eu tinha medo, eu tinha medo porque quando você tá andando assim, você levanta, você é um monstro, né? Você levanta, você tá andando pelo laboratório, assim, né?

E aí você começa a mexer nas coisas dele e ele começa a falar, não mexe! Aí você mexe de novo, ele fala, ó,

Se eu mexer mais uma vez, você vai ver o que acontece. E eu nunca mexi a terceira vez. Fiquei com muito medo. O que eu ia fazer? Vamos jogar agora pra descobrir. Inclusive, o que vocês acham? Jogabele Cinema ou Exorcista? A gente vê ao vivo aqui com todo mundo junto. Eu faria, 100%. Bora, bora. Fica aí essa ideia, galera. Não esqueçam. Mas tá aí as perguntinhas dessa semana. Muito obrigado, Diego e Lobato. Dark Souls me dava medo.

Mas eu não era uma criança, mas me dava medo. E pela ambientação mesmo. Fantasma agora. Pois é.

mesmo, mas era um jogo de terror. Vamos então para o finalmente. Você acha que o Rafa, ele quer falar de spoilers de Resident Evil Requiem? É, eu quero falar de Resident Evil Requiem com spoilers, porque eu joguei agora, então todos nós aqui jogamos. É verdade, o Sushi também jogou, mas ele não está aqui. Mas se ele quiser aparecer, se ele estiver aí ouvindo, sei lá onde estiver. Então, se você não quer spoilers, fica aqui o nosso tchau.

Obrigado. Até semana que vem. Fique bem pela sua companhia. Falando de spoilers do Resident Evil Requiem, enquanto eu jogava, na semana passada que teve o Vértice de

Resident Evil, né? Foi semana passada. A gente tinha jogado só um pouquinho do jogo, né? Bem pouquinho. E enquanto eu jogava, eu ficava, pô, o André também isso exagerado, né? Nossa, como eles exageram nas coisas, meu Deus do céu. É, que reclamam. Esses velhos ranzinhos reclamam. A habilidade odiou Resident Evil 9. Odiou Resident Evil 9. E por exemplo, quando eu tava na parte do Leon, sabe? Tipo, que é depois da metade do jogo.

Legitimamente, eu gostei da parte do Leon ali, que é a área aberta, porque aquilo ali é o jogo inteiro do Leon praticamente, né? Eu gostei, porque eu falei, pô, começa com uma luta legal de bossa.

Começa bem. O cenário não é bonito, não é ultra bonito, mas eu achei super competente. Tem várias partes interessantes, assim, tipo, agora você tá num prédio, agora você desceu pra cá, tá no metrô, sabe? E, nossa, agora tem zumbi com metrador, zumbi que usa... Morteiro. Morteiro. Nossa, a parte é tão ruim. É. Tipo, foi uma das partes que eu mais morri no jogo, então não achei entediante, achei dificinho até. Mas quando eu zerei o jogo, quando eu zerei, zerei, a sensação foi tão ruim.

Sabe, foi tipo... O final estragou? Nossa, eu não sei se é o final que estraga, ou toda aquela parte final... Do laboratório. É, então, eu achei o laboratório muito chato, muito chato. Eu sei que, ah, é um laboratório e tudo mais, então ele tem um ambiente estéreo, né? Mas, visualmente, é um ambiente tão maçante, e até mesmo o que você faz no laboratório, eu achei chato. A parte que você joga com a Grace no laboratório, eu tava com mais expectativa, sabe? Porque...

Porque, assim, a bem da verdade, o que vocês falaram ali é completamente real. Aquele jogo, até acabar a parte da Gracie... É um 10 de 10, é um A10. É um Resident Evil perfeito. Caralho, que jogo bom, assim, é tipo, nossa! A parte da Gracie diz a parte que é... Que ela foge no helicóptero. Do helicóptero, é isso. Até mesmo depois você ainda tem mais um pouquinho, até a parte que, tipo, pum, agora é só o Leon até o final do jogo, praticamente.

Quando o Wesker aparece... Exato, é, exato. Quando aparece o Wesker. É muito bom. E aí, talvez, realmente,

parte dessa parte, que é, tipo, extremamente foda, com o que vem depois do Leon, que é legal só. É legal. É legal. Talvez dar esse sentimento amargo, assim. É, então, a parte do Leon, de fato, não é ruim. Não é ruim. E assim, eu gosto muito do Leon, então eu tava muito feliz de estar jogando com ele. A ação é muito gostosa, mecanicamente é um jogo muito gostoso de andar, atirar. Que nem a gente falou, tipo, ela é decepcionante porque ela pega o gameplay de ação do Resident Evil 4,

mais incapaz que o Leon do 4 Remake, porque ele tem machado infinito, basicamente, né? Ele tem perro infinito. E coloca ele contra um conjunto menos legal de inimigos. Tipo, os ganados são mais ágeis. Eles têm mais variedade. Têm mais situações divertidas com os inimigos. Tem, sei lá, cachorro. No Remake tem os caras de cabeça de animal. Tem inovistador. Aí tem os cultistas, que são ganados, mas se comportam diferente. Mas é um jogo inteiro.

Essa parte... O foda é que esse jogo, ele é curto, tá? Eu acho que ele é curto. Eu também acho que ele é curto demais. Na minha opinião, ele é curto demais.

E essa parte do Leon é curta. No final das contas. No final das contas. Nossa, pra mim não pareceu. No final das contas de novo. Então, deve ser umas 5 horas a parte do Leon, umas 5 horas a parte da Grace. Sabe? E ainda demorei 12 porque eu sou enrolado. Pra 5 horas, ele tem bastante variedade de inimigos. Mas assim, visualmente não muito. Tá? Mas assim, se você for ver, cada um daqueles é um inimigo diferente. Que você enfrenta com o Leon naquele pedaço dele.

Cada área que você vai, ele apresenta um inimigo novo. É um zumbi com metralhadora. É um zumbi com lança. É um zumbi com as pústulas. Sabe? É um zumbi de morteiro.

situação de gameplay diferente. É uma situação diferente, é o compósito. E aí, tipo, não dá tempo pra mim de cansar. O negócio, novamente, é o contraste com a parte anterior. Não pode fazer um contraste, eu acho, com Resident Evil 4, que Resident Evil 4 é um jogo todo pensado ali no Leon, com uma curva de dificuldade muito boa, uma curva de apresentar inimigos muito boa. Mas eu queria essa curva nesse jogo do Leon, que tipo, que nem a gente comentou, são dois jogos separados.

São dois jogos separados. Você joga um Resident Evil com a Grace. E depois, me parece, depois você joga um DLC com o Leon. Sabe, tipo,

o DLC da EIDA no Resident Evil 4. Mas até o DLC da EIDA ele é melhor do que essa parte do Leon aqui. É porque tem uns inimigos novinhos. Mas então, eu gosto dessa parte. Mas como eu falei, no final depois, Laboratório, achei estéreo, maçante. O final, ele é tão sensual. Não é que ele é necessariamente ruim ou decepcionante, porque pra ser decepcionante você tem que ter alguma expectativa. É, tipo, eu tinha expectativa. Apesar de que ele cria uma expectativa, né?

Ele cria várias. O que me incomodou no final, que não sei se é a mesma coisa que te incomodou,

ele é sem pena em cabeça. Não, a história inteira é sem pena em cabeça. Ele é totalmente sem pena em cabeça. E eu achei que ele acaba, tipo, sem construir um clímax direito. Não, sem completar nada, sem fazer nenhum arco. Parece que ele acaba do nada, parece que ele não continuou ali o arco realmente das coisas. É, tipo, tem, por exemplo, qual que é o arco do Leon nesse jogo? Ele tá passando por essa doença que vai matar ele, então ele tá se sentindo mais fraco, e aí a história leva ele de volta pra Raccoon City, que é um lugar que ele sente que a fonte do Leon

ele é definido por essa experiência em Raccoon City, né? Ele sente... Ele é esse personagem que tá sempre tentando salvar alguém, porque ele sente que em Raccoon City ele não conseguiu fazer a diferença, né? Que nem ele fala aqui. E ótimo, isso é uma excelente motivação pro personagem, assim. Só que aí, tipo, ele vai pra Raccoon City, ele não interage com nenhum outro personagem em Raccoon City, ele tem flashback, ele precisa ter flashbacks do personagem pra ele interagir com algum...

Ele interage com inimigos. É, no máximo ele tem o flashback... Ele tem a interação com o Mr. X, que aparece, e tem o flashback do cara da loja de arma, né? Não é um Mr. X, é um...

Tyrant. Desculpa. É, mas o Mysterex é um Tyrant. Não, não, o Mysterex é o nome próprio do Tyrant. É, daquele Tyrant com o chapeuzinho. Então, mas você tem que botar um chapeuzinho pra ele virar um. Mas ele começa com o chapeuzinho, sobretudo. Acho que ele não começa com o chapeuzinho, não. Ele só sobretudo. Só sobretudo. Só sobretudo é só um Tyrant. Tem que ter um chapeuzinho. Mas aí, pra onde que vai essa história? Nada. Nenhuma história vai pra lugar nenhum.

Ela, no final ruim, o Leon morre, né? E ele morre... Se sacrificando pra nada. Não, se sacrificando pra salvar a Grace, né? Porque a Grace, ela foge, e aí o Leon até

fala assim, pelo menos eu consegui te salvar. Como se isso fosse... Mas ele fala isso depois de tomar um tiro na cabeça? Não, não. Antes de tomar um tiro na cabeça. Como se isso fosse o desfecho dessa narrativa do Leon. Tipo, como se, tipo, caramba, né? O Leon nunca conseguiu salvar ninguém. Se ele conseguisse salvar uma pessoa, essa seria a solução pra ele. E não é... Esse não é o personagem do Leon. Não importa quantas pessoas ele salvar, ele vai continuar querendo salvar mais.

Não é tipo, putz, finalmente salvei a Grace, hein? Acabou. Posso morrer em paz. E aí ele toma um tiro e aí acaba. E assim... E no final, bom,

que é, obviamente, o final canônico, é o final que tem crédito, tem musiquinho, caralho, a história dele não vai pra lugar nenhum, porque aí a doença dele é curada magicamente, sem nenhuma consequência de fato, assim, e ele só passou por essa jornada, assim. Não, aí ele tira a luva, André, de Michael Jackson, e você vê que ele tá de aliança. Você viu isso? Quando ele tira a luva, ele tá de aliança? Tá de aliança. Eu achei que era só na concept art.

Não, porque ele passa o jogo todo com a luva, né? Porque ele tá com o negócio do T-Virus aqui, né?

Eu achei que era só na concept art, Rafa. E aí o pessoal tá falando que... Ou ele casou com a Ada, obviamente, mas que, na verdade, ele casou com a Claire. Possível. Não, eu acharia muito errado. O que eu acho muito louco, porque eles se encontraram depois dos dois. Eu acharia muito errado. Ah, ele bota a aliança e depois tira a luva aí, ó. Ele coloca ali. Ah, ele só... Eu não reparei nisso, não. Eu só vi na concept art mesmo.

Mas... O Leon nunca se encontrou com o Asker, gente. É, o Leon nunca se encontrou com o Asker. Mas, assim, você tá de frente pra frente com o Asker,

do Esker. Mas ele sabia que era o clone da Shopping do Esker? Então, é muito frustrante. Porque isso daí não é bem explicado, o clone da Shopping do Esker. Não, não é. Mas sabe o que que é? De novo, é esse jogo querendo beber da nostalgia, mas sem a coragem de realmente, né, vamos aqui, vamos colocar a nostalgia e vamos admitir que é isso daqui. Porque, por exemplo, eles trazem esse clone do Esker, o Zino, mas ninguém nunca fala sobre isso, ninguém nunca, tipo, nossa, mas esse cara parece aquele cara, né, o capitão do time Alpha, que virou um filho

puta e tudo mais. E é o que você falou também, né? Então todo mundo que sobreviveu a Raccoon City tá infectado com o T-Virus e como é que tá o Chris? Como é que tá a Jill? Como é que tá a Claire? Eles tão assim também? Eles têm essa história que é tipo assim, caramba, é uma história pra reunir todos os sobreviventes de Raccoon City. Eles podem reunir a Jill, a Claire, o Billy Cohen, a Rebecca. Eles podem reunir todo mundo e eles nem citam. E aí o negócio é tipo, tá, então só

algumas pessoas que sobreviveram na Raccoon City estão passando por isso. O Carlos. O que determina isso? Será que o Chris também está passando por isso? Vai ter DLC de história, né? Talvez a gente veja no DLC o que vai acontecer. Que de acordo com o Dusk Golem ou alguém assim, vai ser uma DLC da mãe da Rebeca. Mãe da Rebeca? Não é Rebeca, mãe da... Você fala todos os nomes. Como é que é o nome? Mãe da Grace. A Alyssa, sim. A Alyssa e o outro no DLC do Leon.

É. E o pior é que eles criam essa ponta narrativa e eles meio que concluem já, né? Eles já concluem achando...

a cura. Se bem que no final aparecem os vilões lá pra roubar a cura, então talvez dê pra continuar essa história com pessoas ainda sofrendo dessa condição e tal. Mas acho engraçado também, né, que tipo, outro boneco que não dá em nada. Não, mas o Zeno realmente não dá em nada. Meu Deus do céu. Tipo, no final ruim, ele mata o Leon e supostamente morre ali na explosão. E afunda, né? Afunda, não dá pra saber o que aconteceu. Mas esse final não é canônico.

Mas no final bom, ele tem tipo duas cenas de exposição onde ele tá explicando as coisas pra Grace e aí ele morre. A única coisa que você acrescenta é, ah, então agora tem

clones de Wesker. Show. É, eu ia falar, talvez é isso. Mas isso não era uma coisa que já existia, não? Não, clones do Wesker. Tipo, era... O filho do Wesker, não é tipo um clone dele? Aquele do Resident Evil 6? O Jake? É o Jake. Acho que não é um clone, não. É mais um filho, eu não sei. Mas o que eu sei é que, tipo, tinha as crianças Wesker, que são, tipo, pessoas geradas com manipulação genética e tal. Mas isso é que o Mestre Faixa Preto falou.

Queria ter enfrentado o Zeno, pelo menos, né? No mínimo. Sim, sim. Não tem, realmente. Você não enfrenta ele.

que é um personagem interessante ao longo do jogo. Você encontra arquivos interessantes sobre a pesquisa dele, o que ele tava tentando fazer e tal. E aí junta com a narrativa da Grace, que é um grande peido molhado, que não faz sentido nenhum. Cole, o lance da Grace, se é escolhida, e isso levar absolutamente lugar a algum, é muito frustrante. Eu descobri que eu não sou a escolhida, então eu vou usar uma senha chamada Esperança nesse computador, que se eu botar a senha errada, todo mundo explode.

Ah, era a senha! Que doideira. Não, mas assim, o pior é, gente, ela não é escolhida.

Tá? Não é escolhida. É isso que a gente... É o que o jogo, sim. É, pela filmagem lá, do Spencer e tal. Alguém falou, ah, mas ele explica tudo no diário... Não, o diário não é o diário. No relatório que a Grace faz pro FBI no final. Não, porque ali é meio que, tipo, sabe vídeo do YouTube explicando o que aconteceu? Que só pega e de conta de novo o jogo? É aquilo. Não fala nada de nada. Mas se ela não é escolhida, por que que a mãe dela teve que guardar um CD falando que ela não era escolhida?

Tipo, o que que ela tinha a esconder, então? É, talvez... Ela não viu todos os vídeos, talvez.

tinham algum vídeo que era... Porra, não é possível. Mas aí o jogo... É muito ruim, ativamente. Porque, tipo... Ela é mordida no jogo. E ela é mordida em cutscene, que isso é importante. O que dá a entender que, tipo, ela tem um sangue especial. Ela é a Elpis. Ela já tem o sangue da Elpis. É o que faz a gente acreditar. E talvez, de fato, o Spencer, que estava cuidando dela, tivesse injetado nela alguma coisa antes e tal. Pode ser por aí que seja a explicação. Mas ela é mordida no...

Ah, o Spencer e tal. É verdade, é verdade. É, tanto que depois você descobre que tem as meninas que são clones dela, né? Mas não são clones dela, né? Não são clones da Grace. Foi o que eu entendi, pelo menos. Porque depois o Zeno fala que não tem relação, ou o Gideon fala que não tem relação com ela. É, não, e outro... A timeline não encaixa. É, porque você joga aquela parte antes de... Do flashback do orfanato. É, você sabe o flashback do orfanato?

Você joga ele bem antes de Resident Evil 2. Ah, sim, sim, sim. É, tipo em 1990. Então, como é que elas vão ser clones da Grace?

se a Gracie tem 20 anos. A Gracie teria que ter 40 e tantos anos. Mas é confuso. É o que parece que não. Ah, então a Gracie é um daqueles clones ali. E eu acho que o Zeno achava isso, né? Porque ele fala isso pra ela quando ele tá explicando. E aí ele tá explicando e a Gracie fica... Ah, e aí você joga um flashback. E aí você pensa que é o quê? Ah, tava falando no começo. Porque o que ele queria... Não, o Victor. Não. O Spencer. O Spencer. Era, tipo, achar um jeito de passar informação, memória,

genética, né? Então, ela viu ali as memórias das outras, né? Porque ela olhou e ela viu, não, pra que você jogou aquele flashback? É, só pra ver o que tava acontecendo com essas crianças, né? Mas assim, o Léo tá falando, mas isso vocês tão acreditando no Spencer, falando que é normal, tipo, tá, beleza, tudo a gente pode chegar nisso, tá, beleza, tipo, ai, mas vocês acreditando que a Alyssa apareceu por 5 minutos no jogo e morreu do nada com a facada no pescoço, quando na verdade ela claramente tá viva e vai aparecer no DLC.

Não, não, se DLC vai ser antes, com certeza. Não, tudo bem, mas o que eu quero dizer é, tudo na

história, você pode falar, ah, mas eu não acreditaria nisso. Na verdade, essa parte da história que não faz sentido nenhum é porque você tá acreditando num personagem. Mas tá... Tem alguma coisa no jogo que leva a crer isso? Ou você que tem que extrapolar isso pra num DLC explicarem no futuro? Porque termina de um jeito, assim... Do jeito que o jogo apresenta as coisas, é desse jeito. E é muito ruim. Muito ruim. Não, assim, o Lito tá atrás.

Eu não espero nada de história de Resident Evil. Nada. Eu espero. Não, mas sabe o que eu espero? Um começo, um meio e um fim.

um arco de alguma coisinha, um mínimo. Gente, coisas tão básicas. Mas eu espero um mínimo, uma coisinha mínima. E o final é tão peido molhado. Nossa, que realmente eu não quis mais jogar, sabe? Eu falei, ah, eu vou jogar o 3 mesmo, porque eu nunca joguei o 3 Remake. O pessoal falando, nunca nada teve sentido, não. Não, tem. A história do Resident Evil Village é legal, a história do Resident Evil 7 é legal. Obviamente, a dos mais antigos é ainda mais legal. Acho a história do 2 muito legal. Acho, né, até a história do 3 legal.

E assim, nem sempre é uma história sobre personagens, sobre arcos. Os protagonistas nem sempre são as estrelas da história. Vide o Ethan mesmo, né? Que, especialmente no set, tem o lance da namorada dele, mas o Ethan em si é um nada, né? Ele é uma lacuna. Tudo bem que tem coisas, vai. Pessoa falando, ah, não dá pra esperar nada. Tem umas coisas absurdas que você tem que relevar. Tipo, por exemplo, no Resident Evil 8, a Dimitrescu corta a mão do Ethan fora e aí ele gruda a mão de volta.

Não, mas isso é explicado. Isso é explicado. Porque é um ser de fundo, né? Ele não tem mais corpo.

ele é só mofo. Sim. Mas ele joga... É muito bom. A cena é engraçada. Isso é no set, não é? É no oito. No set também acontece. Ah, é que no set ele grampeia. No set ele faz isso com a perna. Quando o Jack Baker corta a perna dele com a parte. Mas você perde a mão também no set. É, mas quando você acorda, ela está grampeada. Ela está grampeada. Aí pelo menos você pode falar, ah não, costuraram e tal. Mas o casaco arruma também. É porque até o casaco, teoricamente, até o casaco é de fungo.

Porque quando ele transforma em fungo, tudo dele transforma em fungo. É. É que a cena dele jogando a aguinha na mão,

e grudando. Mas, ó, aquilo ali é pra te deixar. Eu não tô falando que eu quero um jogo que respeite as regras da realidade. Por exemplo, tem a parte da moto do Leon, que ele sobe um prédio e pula, assim. Eu acho ótimo. É muito da hora. Eu acho ótimo. Então, eu tô querendo um jogo que ele tenha consistência com o que ele próprio apresenta, né? E que ele vá pra algum lugar com isso. E não precisa de muito, né? Como eu falei, muitos desses jogos não tem um desenvolvimento dos protagonistas, né?

Mas, às vezes, tem dos vilões, né? No Village, por exemplo, todo o desenvolvimento, ou a maior parte do desenvolvimento, pelo menos até

boa parte, né, no final, no começo tem alguma coisa do Ita e da família dele, mas é muito mais sobre a vila, né, o que aconteceu, a mãe Miranda e tudo mais, então é complicado. Não, mas é, realmente o final, nossa senhora, e assim, é uma constância interna, exatamente, sabe, fazer sentido naquele universo. Sabe o que me incomodou muito? Muito mesmo, assim, mais do que deveria, o Leon, salva o jogo dele em computadores da Umbrella. Não é da Umbrella, é da BSAA. Mas no laboratório é computador da Umbrella.

Mas ali é só uma desculpinha, né? Mas cadê a segurança da informação? Cadê? Ele tá vazando informações dele pro inimigo? Que porra é essa? Mas assim, a desculpinha da BSE, eu gosto. O negócio... Mas assim, eu tenho a arca lá, eu fico... É muito estranho quando dá esses retcons muito grandes, né? Esse lance de tipo, não, tinha esse... Tinha essa arca desde sempre, aqui de embaixo. Jogaram a bomba só pra esconder a arca e tudo mais. É meio pai, assim.

pelo menos, pelo menos, botaram que o governo dos Estados Unidos deu do mal. Eu gosto que eles dão uma cutucada e falam assim, não, porque os Estados Unidos sempre vai ser o centro do mundo, então a gente vai fazer tal, tal e coisa. Dão uma cutucadinha que eu achei legal. Mas essa coisa do laboratório, eles até tentam dar uma justificada, né? Que tipo, a parte de Raccoon City foi fechada por aquele portão todo, que você tem que explodir, e por isso que você tem que explodir o portão, porque ninguém consegue chegar lá.

A BSI, quando tenta chegar, ela morre porque o Zinho não aparece e atira neles. Ah, por isso que nunca encontraram, né? O laboratório

Mas ainda assim é muito forçado, sabe? É muito... Ah, não sei, cara. Eu não gosto. Eu não gosto. Não, e teve uma outra coisa que você falou na sexta que eu fiquei com isso na casa. Eu falei, realmente, nossa, não faz o menor sentido isso. E eu não lembro mais o que era, André. Porra, que tristeza. Eu vou lembrar quando chegar em casa e eu vou ficar triste e vou fazer um blue it. Isso. Sobre isso. Mas... Vem aí DLCs, né? Talvez eles resolvam todos esses problemas dos DLCs.

Impossível, André. Primeiro, porque eu acho que esse jogo tá sendo bem recebido até na história, sabe? O pessoal gostou, não é possível.

Eu vi reviews elogiando bem a história. Não tem como, gente. Não, gente, até a metade da história é muito boa mesmo. Enquanto o Diego tá prometendo coisas pra você, acho que é muito legal, né? É, exato. Não, sim, sim. Esse que é o problema. Ele tem vários mistérios instigantes. Ele promete muita coisa legal, né? Mas sim. E assim, eu sempre esqueço de falar isso, mas a Grace é um baita personagem. Eu gosto muito dela. Porra, muito, muito.

Eu espero muito que ela volte. Tem essa maldição de Resident Evil que a personagem nova que vai acompanhar um veterano nunca volta, né? A Sheva, a Helena...

nenhuma volta. Nenhuma mulher e o Carlos. Nenhuma mulher e o Carlos. O problema é que nem as namoradas do Leonardo DiCaprio. Exato. Não pode envelhecer. Não pode envelhecer. Mas eu torço muito que a Grace, ela volte porque ela é muito legal. Gosto muito da atriz que faz ela em inglês, pelo menos. Me diz uma coisa, a Grace, ela é de escritório, né? Ela é uma... Calma. A Grace, ela é... Ela trabalha para a firma, mas ela é de escritório, galera. Ela é uma analista. Analista. Aí o chefe dela chega

e fala assim, ô Grace, acharam um cadáver lá onde sua mãe morreu. Vai lá pra mim, bora lá. Pô, isso foi o quê? Cinco anos atrás, tá na hora de passar isso aí. Não, é oito anos, mas sim. Vai lá, vai lá sozinha, tá bom? Por favor. Mas lá no lugar abandonado, já assassinaram alguém recentemente? Não importa, Grace. Não, e assim... Vai lá sozinha, não vai um policial junto, não vai ninguém. O único policial que tá lá é o guardinha que tá fazendo a proteção do perímetro ali pra ninguém passar, mas ela vai sozinha, sem nenhum apoio,

uma cena do crime que já é perigosa por si só porque aquele hotel tá caindo aos pedaços. Exato. E numa cena do crime. Sem um EPI. E na cena do crime que já foi investigada. Ela tem o relatório da investigação da cena do crime. O cadáver nem tá lá mais. É, tipo, o que que ela vai fazer ali? E tipo assim, e aí o negócio é que você fica, pô, isso daí claramente é alguma coisa, né? O chefe dela deve tá... Então... E... Metido com alguma coisa.

E não tem um documento, alguma coisa, falando que o chefe dela era corrupto mesmo, mandou ela... Eu acho que não tem, não, Rafa. Só se eu tiver perdido.

Porque no final do jogo, o chefe dela tá lá e falando, muito bom o seu relatório, Gracie. Sei lá, entrega logo esse relatório, Gracie. Deixa eu voltar daqui pra minha salinha. E ela, eu vou entregar o relatório, chefinho. E é isso. E ele mandou ela pra morte. E aí, assim, todo o lance da Alyssa também, que não dá em nada, né? Tipo, por que vocês estão trazendo esse personagem do Resident Evil outbreak? Porque ela era jornalista.

Podia ser qualquer boneco, né? Mas aí, pra não fazer nada, é isso que eu falo. Tipo, deles pegarem a nostalgia só pra falar. Olha, você viu?

galera. Você viu? É a lista do Outbreak. Você viu? É o clone do Esker. E não faz nada com isso. Nada. Podia ser a Ana Paula Renou. A mãe, eu acho que podia. Podia. Que é jornalista. A mãe podia ser a Ana Paula. Pô, no live action, a mãe podia ser a Ana Paula Renou. Na sala final, parece que tem um diagrama mostrando que foi o Guido que armou tudo. Não. Que ele armou tudo assim. Porque tem documentos falando. É, a gente tem documentos.

É, dele observando ela e tal. Mas como que ele conseguiu armar o chefe dela, mandar ela sozinha pra uma investigação? Não, porque isso é muito lógico, Rafa. Se você mata

tamanho de alguém num lugar e dali a oito anos essa pessoa vira uma análise do FBI e você quer que essa pessoa vá lá nesse lugar sozinho, é só você matar uma nova pessoa nesse lugar que aí o chefe dela vai mandar ela ir sozinha nesse lugar pra investigar o lugar. É muito fácil. Gente, poderia, sério, poderia mandar ela e mais dois agentes do FBI e eles morrerem numa cutscene ali do começo e aí, sabe? Mas ela sozinha não faz o menor sentido.

Bem, eu espero que eles pensem mais algumas coisas, assim. Os outros estavam de férias. Era julho, né? Estava todo mundo de férias.

Ela tava de recuperação, porque ela não entregou o relatório. Ai, ai, ai, ai. Mas bom jogo. Na nota naval lá, André, eu não sei se você tem ela ainda, ou só pelo menos um diagrama dela, assim, só pra me lembrar, que eu queria pensar no que eu posso dar pra ela de nota naval. Antes disso, lembrei, acho que foi o que você queria falar. Que é o negócio da Emily. Qual? A criança. Ah, é? Porra, André, isso é muito bom. Porra, André.

O André tava falando. O Leon mata todo bicho que aparece na frente dele, certo? Sim. Aí aparece... Até pessoas. Exato, até pessoas.

Pessoa fantasiada de bicho e bicho fantasiada de pessoa. Aí aparece um bebê mutante gigante matando a Grace. E o Leon desce tiro geral. Pode a cabeça. Desce tiro geral. Aí chega no final. Não perca a esperança. Ainda temos essa vacina. E eu não mirei em nenhum ponto vital. E aí... E aí tem uma ejeção. E a criança sai como se fosse atacar um Titan. Nem sai. De dentro dela. Mostra assim um closer. Da criança lá dentro. Como se fosse uma fantasia de carnaval. E tipo...

Um bonecão de Olinda, né? Isso aconteceu com todos os monstros. O Leon sempre estava não atirando nos pontos vitais porque talvez no final daquela aventura viesse a cura. Ele decidiu naquela hora que está tudo certo. E a menina está até enxergando. Ela toma vacina e cura. Essa vacina é uma vacina que reverte todas as mutações que a pessoa sofreu. É maravilhosa. Muito foda. E aí essa coisa, né? Os caras chegaram no final da história e pensaram

fez nenhum arco narrativo pra nada. Como é que a gente conclui essa história? Ah, põe a Grace pra adotar a criança, que ela passou 15 minutos junto. Ah, mas é assim, você passa 15 minutos com alguém, você tem que adotar ela, né? E aí, esse é o arco, tipo, parece muito algo que eles inventaram de última hora pra Grace ter algum desfecho narrativo, porque, que nem alguém falou, né, quando você chega no RPD com o Leon, tem um recadinho deixado assim, você não pode salvar ninguém, Leon.

Leon me come. Leon me come. Leon me come. E eles tentam empurrar que essa é a grande narrativa do Leon,

que ele não consegue salvar ninguém. Sendo que ele sempre salvou todo mundo. Todos os jogos dele, ele salvou todo mundo. O Leon, pessoalmente, sentir que, pô, eu preciso salvar as pessoas porque eu não consegui naquele dia que me atormenta e tal, é ótimo. Sendo que ele salvou. É, mas pro personagem dele isso é ótimo. Agora as pessoas, o Pontaneia Rata, aí o cara que nunca salvou ninguém. Como assim, cara? O que você tá falando?

O Altson falou, tem um jogo do Leon que quer literalmente salvar uma pessoa e ele salva a pessoa. O Resident Evil 4. Pois é. Ele vai salvar.

Ele tem um trabalho e ele cumpre esse trabalho. Ah, complicado, gente. É muito complicado. Salva até o cachorro. É uma verdade, né? Tá aí, gente. Eu queria ver a nota, só pra me dar uma nota. Pode ser qualquer um aí. Ah, e aquele negócio do rank, gente? O que vocês acharam? Você achou? É o rank mesmo ou não é? Ou é só um fanservice? É mais uma coisa desse fanservice. Covarde, que eles trazem a parada, tipo, ó, tá vendo? É o rank. Mas ninguém fala sobre isso.

isso, não tem nenhum impacto de verdade na história, não é nada. É uma nostalgia pela nostalgia vazia. E não é o Hank que depois apareceu o superior dele, aquele é o Hank de verdade, entendeu? Vai ser alguma coisa assim. Eu não sei o quanto que isso é real, se os fãs que inventaram isso... Você sabe o que significa Hank? É bombadão, né? Não. No X-Videos é. É um pedaço, né? Ah, sim. Um pedaço de mau caminho. É Human Unit Never Killed. Uau! Porque ele é muito badass.

Até agora. Que ódio. Ai, socorro. Às vezes é um clone do Hank, gente. Tem sempre isso, tá? Tem, tem. É, eu acho que é o Hank porque ele até fala, né? Tipo, ah, finalmente nos encontramos, Kennedy. Mas às vezes os clones têm as memórias dos originais, sei lá. André, outra coisa que eu ia falar, importantíssimo. Pelo menos duas unidades de gays me mandaram mensagem falando que eu estava certo, tá? De gays mais velhos, gays ouvintes aí. Sabe o quê? De 45, 46 anos.

Sobre o que? O Leon parece muito mais velho do que ele é. Ele não tem cara de 49. Pra um moço, pra um moço que fez harmonização facial, que ele fez, gente, tá na cara. Pra um moço que se cuida, faz academia, bombado, musculoso, ele tem umas rugas e umas coisas muito fundo. A minha, a desculpa que eu botei pra mim mesmo é, ele tava dodói. Ele estava doente. Ele tá doente, mas além disso, você não pode comparar a vida que o Leon levou com a da maioria da população, né?

Não, mas o Leon levou essas vidas em três dias da vida dele só. Não, não, a gente é...

Tem cinco, seis dias. Mais de dez dias. É o trauma. Eu fiquei mais dias sem luz lá em casa. Sabe? Quando Daniel caiu tudo. Falando que o Leo nem sofreu tanto assim. Porque não ficou sem luz. E eu acho que ele tem uma cara de um homem mais velho do que ele é. Isso que eu tô falando. Ele tem 49. Ele tá uma bomba e a bomba realmente acaba... Não, mas ele tem cabelo. Ou aquilo é implante na Turquia. Você quer falar alguma coisa? Padrões de beleza realmente, né?

O cara come o pão que o diabo amassou, tá doente. Não, tá muito acabado. Tá muito velho, tá muito acabado. Mesmo com a harmonização facial, realmente. Ele tem a idade do Jonas, o Leon? É, pois é. O dia que o Jonas andava com o ciro inteiro tomando sol. Ah, e o monstro que ele fez da esponja? Hein? Sofreu tanto quanto o Leon. Sofreu tanto quanto o Leon. Mas André, olhando a Nota Naval aqui, o que é a Nota Naval, Tengu? Nota Naval é o nosso sistema desnecessariamente complexo de avaliação de jogos,

A gente se recusa, terminantemente, a classificar os jogos só com uma letra ou com um número ou com uma quantidade de estrelinhas ou qualquer número, qualquer símbolo do gênero. E a gente faz as duas coisas, né? A gente coloca uma letra e um número pra dispor o jogo num plano cartesiano e assim estabelecer a avaliação suprema e definitiva que se dá a qualquer obra cultural. É verdade. Exato. Então, no quesito bom, André, porque eu acho que interessância é uma coisa, bondade é outra. Certo? Qualidade. A gente espera que sim. Essa é a nota na válvula.

jogo, por causa da história, ele perde interessância. Será que ele não perde? Não é só por causa da história que ele perde. Será que ele não perde qualidade por causa disso? Mas eu acho um jogo desinteressante no fato de que ele é uma colcha de retalhos de tudo que já aconteceu em Resident Evil. Ah, mas isso todos são. Não, o 7, por exemplo, não é. O 8 e esse são. É, dele não ter, se sustentar em zumbi, só praticamente o jogo inteiro, com, né, algumas exceções aqui, pouca variedade. Não, pô, tem, tem... Licker. Tem leak no final. Tem, tem, tem planta,

planta carnívora. De novo, uma coxa de retalhos. Carinha gigante. De novo, uma coxa de retalhos. Não, mas isso tinha que ter. Se eu entrar com o Silvio e não tivesse um animal gigante, eu ia ficar triste. Óbvio, num jogo que tivesse muita variedade, né, e outras coisas interessantes e tal. Por exemplo, a parte do Leon inteira, eu acho ela tematicamente muito desinteressante, visualmente muito desinteressante, em termos de história, eu acho desinteressante.

Mas eu não sei se isso pesa pra mim, especificamente, na interessância ou na qualidade, porque isso é qualidade também, certo? Não, tudo é. Entendeu? E aí... Mas eu acho que...

E ao mesmo tempo... Por isso que eu achei um jogo bom e desinteressante. Mas ao mesmo tempo, eu entendo você. Tirar esses pontos da interessante e não da qualidade, porque como a gente tava falando, aquela primeira metade do jogo é uma coisa de sonhos, assim. É tipo, muito, muito, muito bom. A primeira vez que você joga aquilo ali, você fica, caralho, Resident Evil é bom mesmo, né? O pessoal faz umas coisas muito legais, um clima muito legal.

Mas até isso, a gente falou sobre isso, né? A ideia dos zumbis lembrarem de certas ações e serem super únicos, né? Isso só existia naquele começo do jogo.

Ele é desinteressado até nas coisas que fazem ele interessante. Ele faz coisas interessantes e fala, ah, vamos deixar pra lá e fazer um negócio. Mas ainda existe. Não existe. E como ainda existe, eu acho que isso pesa pra interessantes do jogo. Então, eu estaria com o sushi nessa parte, que eu acho que a interessância é um 7. Mas eu acho que as outras coisas e a história, pra mim, tiram da qualidade dele. Ah, é? Então eu diria que ele é um C7.

C7. É. Você mantém a sua, Tengo? Quer dar uma revisada? Não, mas acho que eu mantenho a minha, sim. Mantenho. Então eu fiquei sozinho ali.

Foda. Triste. Ó, só pra relembrar, pra quem tá ouvindo a versão em áudio, a nota do Sushi é um B7, a nota do Rafa é um C7, a nota do Tengu é um B6, e a minha nota é um B4. E, enquanto eu não encontro a vacina mágica que vai me salvar, eu sou o André Campos. O meu chefe trabalha pro FBI. Eu sou Coisas Tão Básicas. E a gente vai ficando por aqui, gente. Até mais. Tchau, tchau. Tchau. Beijo, galera.

publicado por Belux.

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