Episódios de Jogabilidade

Vértice #508: Resident Evil Requiem, Pokémon Ventos & Ondas, o quase remake de Bloodborne e mais!

04 de março de 20262h59min
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Essa semana sentimos medo e adrenalina em partes matematicamente idênticas em Resident Evil Requiem. Nas notícias, comentamos o anúncio do novo Pokémon, o quase remake de Bloodborne, as dificuldades financeiras da Nacon, e rumores com o do spin-off de God of War, Wolfenstein 3 em desenvolvimento e mais!
Blocos
  • 00:15:32: Pokémon Presents 27/02
  • 00:37:19: Bluepoint queria fazer um remake de Bloodborne
  • 00:53:29: Aumento dos Impostos
  • 01:02:20: Nacon com problemas financeiros
  • 01:23:54: Clint Hocking deixa a Ubisoft
  • 01:31:09: Wario em Super Mario Galaxy?
  • 01:34:09: Novos rumores de Wolfenstein 3
  • 01:37:16: Spin-off de God of War em desenvolvimento?
  • 01:42:30: Resident Evil Requiem
  • 02:32:32: Escape Room de Resident Evil Requiem

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Participantes neste episódio4
A

André Campos

HostJornalista
R

Rafael Quina

Co-hostEditor
S

Sushi

Co-host
T

Tengu

Co-host
Assuntos14
  • Resident Evil RequiemJogabilidade e mecânicas · História e personagens · Design de níveis e ambientes · Comparação com outros Resident Evil · Vendas e recepção · Campanha de marketing · Experiência imersiva em São Paulo · Puzzles e ARGs
  • Pokémon GamesAnúncio da décima geração (Ventus e Ondas) · Tradução para o português brasileiro · Pokémons iniciais (Brout, Pombom, Gekua) · Especulações sobre evoluções e temas · Outros anúncios do Pokémon Presents (card game, Go, Sleep, Master Sex, XD) · Tocador de música em formato de Game Boy
  • Notícias e lançamentos de jogosRemake de Bloodborne pela Bluepoint · Fechamento da Bluepoint Games · Wolfenstein 3 em desenvolvimento · Spin-off de God of War (protagonista Faye) · Rumores sobre o próximo jogo de Cory Barlog · Rumor de filme do Super Mario Galaxy com Wario
  • Demissões em massa na indústriaNacon em processo de insolvência · Demissões no estúdio Full Circle (Skate) · Reestruturação e saída de Clint Hocking da Ubisoft · Impacto de jogos como serviço (Game as a Service)
  • Jogos Comerciários do ParanáSkate (jogo como serviço) · Monetização agressiva (skins, ilhas pagas) · Demissões no estúdio Full Circle · Dificuldade de emplacar jogos como serviço
  • Aumento de tarifas de importação no BrasilReajustes em bens de informática e comunicação · Justificativas protecionistas e arrecadação · Impacto em componentes de PC (RAM, placa mãe, placa de vídeo) · Recuo do governo e isenções temporárias · Críticas à falta de visão e conexão com o público
  • Ubisoft· EntretenimentoReestruturação e cancelamento de projetos · Saída de Clint Hocking e Mark Alexis Coté · Mudanças na liderança da franquia Assassin's Creed · Rumores sobre o futuro de Assassin's Creed X
  • Evolução de Pokémon e mecânicas de jogoPreferências entre Pokémon e Digimon · Pokémons favoritos (Silvion, Mudkip, Rowlet, Dito) · Críticas ao design e à falta de inovação
  • Resident Evil videogameO que define Resident Evil? · Evolução da franquia (survival horror vs. ação) · Uso de nostalgia e momentos icônicos · Potencial de personagens e lore
  • Demonio e MorteCríticas à falta de balanceamento e rebalanceamento · Oportunidade perdida de melhorias · Opinião de Miyazaki sobre o remake
  • Virtual Boy e Acessórios de VRAcessório para jogar Virtual Boy no Switch · Comparação de preços com Virtual Boy usado · Projetos de impressão 3D e visores de VR
  • Sistemas de recompensa e mecanismos de retenção em jogosContribuição financeira via Orelo · Acesso ao grupo do Discord e podcasts bônus · Produção de conteúdo em vídeo (Rodízio do Sushi)
  • Idade e juízoIdade e aparência de Leon S. Kennedy · Comparação com outros personagens (Joe, Ashley) · Discussão sobre etarismo e harmonização
  • Nostalgia e SaudadeNostalgia dos anos 80 e 90 · Retorno de personagens em filmes (Mortal Kombat) · Ondas de nostalgia e o futuro de Bloodborne
Transcrição358 segmentoswhisper-cpp/large-v3-turbo

Começando pra semana de 2 de março de 26. Sim, esse aqui mesmo, que há 508 edições. É o seu podcast que fala único e exclusivamente sobre Pokémon. Com as notícias de verdade, tá bom? Você aí caiu no bait dos iniciais da décima geração. Até parece que eles iriam anunciar iniciais tão desinteressantes como aqueles, na verdade. Aqui nós temos a verdade. Vamos anunciar os verdadeiros iniciais.

Sushi, Sushi. Acabei de entregar que na verdade sou um Digimon, não Pokémon, porque eu estou falando palavras. Não, não, não. Você falou Sushi, Sushi. Só pra enganar. O Meow fala. Mas aí o Meow é um Digimon. Não. Ele é um personagem convidado de outro Vanquia, um crossover. Exatamente. Já explicaram por que ele fala? É um experimento? Ele aprendeu. Ele foi maltratado nas ruas. Essa é uma possibilidade. Ou seja, todo Pokémon é tipo...

Pô, muito preguiçoso, muito desinteressado. É porque eles se entendem. Eles só não querem falar a língua inferior dos seres humanos, entendeu? Eles são anti-imperialistas. É porque o ser humano também é um filho da puta. É para não pagar imposto, né? Exato. Mas assim, nem gato. Eles não aprenderem o idioma não tá ajudando eles a sobreviver aos filhos da puta. Tipo, eles estão sendo capturados e colocados para a rinha ainda. Talvez se eles falassem mais, né?

Mas eles gostam, Sushi. É, é o que dizem. E alguém comigo que talvez seja um Pokémon de fato,

Tipo, fada e gay, dito por ele mesmo. Rafael Quina. Editor corta e finge que eu nunca falei isso. Aí você acha como, nossa... Meu Deus, a homofobia. Eu sou só isso pra você? Exato. Nossa, me resumindo, sabe como é que é? Me diminuindo. Meu Deus. Você é aquele Ivi que é feito de faixas, que é o Ivi fada, que eu esqueci o nome. É o meu Pokémon favorito, o Silvion. Não, é Silvion. É Silvion. Silvion Santos. Silvion Santos. Pô, eu vi uma versão do Silvion fofinho ainda.

É que o Silvão é trans, né? Na verdade, ele é trans rights. Ele tem as cores da bandeira. Mas... O terceiro Pokémon inicial dessa geração aí, que acabou vazando, ele, que é do tipo... Deixa eu pensar aqui, o tipo do... É que você tá de roxo, eu tô pensando em fantasma, mano. Na época do Corraine era mais fácil, né? Era só falar cigarro. Exato. Que é do tipo cigarro. Tem Gumaru. Eu, um notório fumante nisso.

Estou aqui todos os dias tossindo tal qual um tuberculoso. Você já deu uma tragadinha pra saber da experiência? Em cigarro normal, eu acho que não, viu? Acho que não. Não tá perdendo nada. Só naquele que deixou esprigatito. Aí sim, aí sim. Mas você já tragou cigarro normal? Eu já, eu já. Na minha juventude, no meu celular, 16 anos, eu pensei, vou ser maneiro, vou fumar um cigarro. Mas o cigarro normal não tem nenhum apelo. Zero apelo. A bebida te deixa felizinho. A maconha te deixa felizinho.

O cigarro normal te deixa fedido. Então. E com dente podre. Mas ó, convenhamos. Não fumem. Não há mensagem pro cigarro. Às vezes a pessoa fica estilosa. Não, não. Não, isso é a pior parte do cigarro. Exato. É assim que eles te pegam, inclusive. E na minha juventude eu pensei. Eu vou ser estiloso, vou fumar um cigarro. E é horrível. É péssimo. Gosto péssimo. Baixava minha pressão, ficava mal. É horrível. Não. Não façam isso. Não façam isso.

E por fim, temos ele que... Agora eu não sei. Assim, é pra inventar um tipo? Ou é pra seguir um tipo que existe?

vocês mandaram mensagens mistas aqui, entendeu? As regras não estão claras. Exato, entendeu? Não sei quais regras seguir agora. Porque o André falou tipos que existem pro sushi. Ele falou depressão. Não falei depressão. Não falou. Pessimismo. Ah, é verdade. E game não é um tipo Pokémon também. Às vezes é um pouco. E cigarro, né? Você não falou um tipo que existe pra mim. Fantasma. Fantasma. Fantasma e cigarro. Tá bom. A parte de trás da caixa do cigarro

Cigarro, né? Você morre. Tipo fantasma, cigarro. Parece um Gengar. Não, não é fantasma, esquece. Eu ia falar o Koff. Ele não é fantasma. Ele não é fantasma. Mas ele é tipo cigarro. Ele é tipo cigarro. Ele é. Mas é veneno. E ele, então, que é tipo franguinho e... Normal. E aço. Aço? Aço. Incrível. É puro aço. André Campos. Sou tal qual o Mega Man, na verdade. Puro aço. O Rungu tinha que ser aço, né? É. Você deu mole aí. Dei mesmo. Eu esqueci que aço era um tipo até. Pois é.

Pokémon relançamento já, né? Porque tem um quarto Pokémon iniciante, Pokémon Yellow. Então é uma edição especial. Assim como todas as edições são desse podcast Vértice, que é o nosso podcast que tá aqui toda segunda-feira, às sete e meia da noite, para trazer a vocês edutenimento e notícias e conversas sobre joguinhos. Vocês têm um Pokémon favorito? Eu tenho. Eu tenho. É o Silvio. O Silvio, ok. Eu desprezo a franquia Pokémon. Eu sim.

Eu não digo isso como crítica a quem gosta, tá? Pelo amor de Deus. Mas eu desprezo. Sabe por quê? Porque ele gosta de Digimon. É por isso. A torcida... Mas sabe o que é interessante? A polarização foi longe demais. Eu desprezo a franquia Pokémon também. Mas eu acho que eu desprezo ainda mais a franquia Digimon. Caralho. Não, não, não. Por causa dos designs, né? Porque pelo menos eu sou Pokémon. De forma alguma. Às vezes, André, você começa uma geladeira e terminou a melhor gostosa e tá tudo bem. Exato. Pô, quem sou eu pra julgar? Mas o negócio é...

dado o que ela representa. Mas eu amo o Dito. Principalmente o design original. Ah, é verdade. O design original dele com a boquinha reta. Ah, perfeito, perfeito. Eu me sinto um animal espiritual, assim. De verdade. Eu gosto muito daquele no-name comic, esqueci agora. O do bichinho rosa, o Oh No, que faz o Oh No. Também adoro o personagem bichinho rosa. Qual é esse? É que faz o Oh No. Oh No. Você vai ver o sticker do Telegram, depois você vai lembrar quem é. Eu lendo o sticker dele o tempo todo.

é um Pokémon, né? Ou não. Não, é que é de um quadrinho, ele não tá falando de um Pokémon, não. Ele tá falando daquele quadrinho do personagem que, tipo, atirinha. Ah, não. Eu tô pensando que é um Pokémon que ele tá falando. Não, eu só tô dizendo que... Ah, não. Esse eu sei. Esse moço... Ele é tipo Dito. Exato. Esses dois personagens me representam no meu âmago. Agora, qual é o seu, Tengu? Mudkip. Mudkip é muito bom também. Mudkip é muito bom.

Ele é muito, muito, muito bom. Mudkip. O meu é o Corujito, o Rowlet. Ah. O Corujito é muito bom mesmo. Eu tenho uma pelúcia do Rowlet. Mas eu achei que ia ser algum cachorro, né? Ah, o Corujito.

O Kurudito é um pouco cachorro, né? E você, Rafa? Eu já falei, Silvio. Aí eu pergunto pro Sushiki, pergunto pro Tempo. E aí quatro horas depois. Pô, o Mudkip é muito bom mesmo. Mas bom também é apoiar o jogabilidade. Você que gosta do que a gente faz por aqui, que quer ver isso continuar, evoluir, né? Quem sabe até mesmo, tal como Pokémon, você pode entrar em orelo.cc barra jogabilidade e contribuir financeiramente a partir de 15 reais por mês. Você faz muito mais do que a sua parte,

a gente continue com as bochechas rosadas, ganha acesso ao nosso grupo do Discord e aos nossos podcasts bônus, que num período um pouco caótico aqui pra gente, né? Três podcasts num mês, mais vídeo e tudo mais. A gente tá um pouco atrasado nas gravações, mas vai se normalizar. É sempre assim, né? É sempre alguma coisa, alguma ponta história, né? É, porque a gente tem um tempo limitado de vida, né? É verdade. E sabe o que é, gente?

Eu não sei vocês, mas eu tô ficando mais velho, parece que os meus dias estão diminuindo. Ah, sempre. Parece que cada ano que passa eu tenho menos horas nos meus dias. Não, todo ano é mais rápido

do que o ano anterior. O bom é que o ano passado a gente conseguiu entregar 95% das coisas que a gente prometeu entregar, que queria entregar. Aí ao invés de partir pro 100, a gente dobra a meta. Exato. Então a gente começou a fazer duas séries de vídeo nova e pensou, ah, é mensal, vai dar. Então, coisas estão acontecendo. Coisas estão encavalando, né? Encavalando. Encavalando. Mas era esperado já, porque o começo ele estava já planejado para ser bem caótico. Mas as coisas vão se ajustar e espero que dê tudo certo. Por quê?

Nós lançamos aí o primeiro episódio em vídeo do Rodízio do Sushi. E ficou muito legal, Sushi. Parabéns. Ficou muito, muito foda. Obrigado, Sage e André, pela edição e ter salvado a minha gravação, porque eu quase chorei depois de tristeza. Que tristeza. Ficou ótimo, Sushi. Você vê, né? O Sushi é o Pokémon do pessimismo, afinal de contas. É verdade. É o Pokémon que está sempre falando Ah, minhas apostas são sempre as piores. Ah, ganha. Ah, eu nunca ganho o Exquisitos. Aí ganha.

é a média. Ah, eu sou um player 3 estrelas, é 5. Eu esqueci, porque no nosso Discord, que você vai ter acesso, você vai apoiar a gente nas nossas campanhas, alguém compartilhou a pontuação desde que a gente começou a fazer as apostas de ano. E eu ganhei 2 anos, aparentemente. É, mas você é de longe o mais consistente. Então, isso que eu ia falar, a pessoa que fez a lista não fez a média, e eu acho que eu não tenho a melhor média.

Ué, mas dá pra ver no gráfico lá, você é o que tem a melhor média de todos e ganhou 2 anos ainda. Lá tinha a média no gráfico? Ué, sim, você consegue ver a sua linha, é a que menos teve

vales do que... Tem que ver isso aí. Bom, tava lá pra ver. Se nem os dados ajudam, aí fudeu. É que eu preciso calcular a média em vez de só olhar o gráfico. Pra ter certeza. Com pouca pessimismo não há fatos, André. Mas, pra quem não tá ligado, né, o Sushi ano passado ele fez lives semanais chafurdando aí nas profundezas do Steam e dos seus jogos com pouquíssimos reviews. Esse ano vai ser mensal, né, Sushi? Você vai todos os meses separar alguns jogos. Do mês anterior.

no mês anterior. Em janeiro, quer dizer, para os jogos de janeiro, ao longo do mês de janeiro e acho que a primeira semana de fevereiro, que foi quando eu gravei o vídeo, mas eu ainda estava pesquisando e coisas e tal, eu separei todos os jogos que foram do meu interesse numa lista que deram uns 30 e poucos jogos. Em fevereiro, durante o mês, eu estava pensando, nossa, que bom, me parece ter menos jogos interessantes em fevereiro, talvez fugindo de grandes lançamentos que estão chegando agora em fevereiro. Tinha 30 jogos na lista também. Então, eu acho que no final vai ser,

vai dar meio que igual, tipo uns 10, 12 jogos. Foi uma coisa assim, né? Foi, foi. Acho que foi 14 jogos. Acho que foi 14 jogos. Mas o... Pra esse mês, se tudo der certo, inclusive em março, para o mês de fevereiro, a gente vai lançar o vídeo mais cedo, né? Se tudo der certo. Pra já... Pra não ficar tarde demais. Dito isso, eu fiquei feliz que ninguém reclamou desse aspecto, Sushi. Ah, mas... De tá lançando no final. É que por enquanto, então, tipo, saiu.

Nossa, tem um deserto de conteúdo, né? Qualquer coisa que vier é bom. Aí no próximo já começa...

Nossa, podia ter falado melhor. Nada a ver. E ô, tu não pode ver comentário de YouTube. Já fica aí, já. Não veja comentário de YouTube. É isso. Não, não vou falar. Mas vejam, compartilhem todos esses negócios de YouTube, né? Porque agora a gente voltou para o YouTube, tem que ficar... É, hype em vídeo. Cada dia o YouTube inventa uma camada a mais para quem assiste ter uma maneira de influenciar o algoritmo e tal. E é insuportável ficar pedindo para as pessoas fazerem todas essas coisas. O Fábio...

O Fábio perguntou, por que a decisão de fazer um vídeo e não uma live mensal menos setorada? Assim, primeiro que o Sushi achou que por ser mensal ia dar menos trabalho, eu leio do engano, mas eu acho que a grande vantagem mesmo é que ao invés de uma live de 6 a 8 horas, né, com jogos dispersos lá, você tem essa pílula bem densa, né, com as recomendações, eu acho que fica mais fácil da pessoa assimilar, assistir, pegar as indicações, né. Porque, tipo, eu gostava da live,

eu gostava do aspecto mais só conversa e, às vezes, o pessoal recomendava algo que eu tinha deixado passar e coisa do tipo e jogar depois. Só que, olhando os gráficos de view, tipo, a gente tem um view na primeira uma, duas horas que eu ficava conversando com o chat e apresentando jogos. Quando eu começava a jogar jogo, metade, pelo menos, às vezes mais, ia embora. Então, tipo, o que as pessoas queriam mais... É conversa! É conversa e as recomendações.

Quando virava jogo mesmo, as pessoas já tinham menos interesse de assistir e tal. Então, qual é a parte que as pessoas mais gostam?

Gostam essa, faz mais sentido fazer um vídeo editado, bonitinho, focado nisso. E assim, de verdade, pelo menos os comentários das pessoas que se manifestaram nos comentários, uma grande maioria de pessoas falando, pô, prefiro muito mais esse formato, porque eu gostava da ideia do rodízio, mas não conseguia acompanhar. Eu vi alguma pessoa ou outra comentando, ah, eu gostava da live por causa desse aspecto mais conversa, mais solto e tal.

E eu também gostava das lives, mas é um formato que eu acho que agrada mais pessoas o atual do vídeo. Sim.

E, assim, a gente quer voltar a fazer conteúdo em vídeo no geral. Eu acho que é um formato que as pessoas gostam, né? Quando a gente faz, a gente gosta de fazer, apesar de ser muito trabalhoso, né? Mas o resultado é muito gratificante de ver lá e tal. A gente tá fazendo o possível, né? Pra que tudo dê certo. Muito obrigado, o Sage, né? Que fez essa primeira passagem da edição desse vídeo. Aquilo que eu comentei no Jogabilidade, né?

Da gente ir, aos poucos, chegando num formato ideal pra gente, soltando a mão dele, eventualmente,

ele vai conseguir editar o vídeo inteiro sozinho. E a gente vai ter mais tempo pra outras coisas aí também. E vai ser bom. Então, assistam o Imprevisto, por favor. O Nerdiscreto, alguma coisa, falou um negócio que acho que é legal, que é deixar o nome do jogo que tá falando. Já deixa. Ah, é, não mantém, né? Exato, é, pra pessoa lembrar. Mas assim, tanto na barrinha de capítulos do vídeo dá pra ver o nome, e eu acho que deixar o nome o tempo todo é meio poluído. Ou talvez...

lista. Aí vai ser muito trabalho pra André de mexer no layout, né? Mas talvez dê um negócio que fecha as informações e fica só o nome mesmo. Nome Studio. Que nem os jogos que são citados rapidinho, é só nome Studio, né? Sim, sim, sim. E como é só uma inserção de dois segundos, fica o tempo todo. Talvez deixar só o nomezinho, não sei. É, fica aí. Mas, enfim, rodízio. Como o Sushi diz no vídeo, esse formato vai se encontrando, vai melhorando. Vamos que vamos para o vértice. Tem mais alguma

ou algum recado? Acho que não. Camisetas, comprem camisetas. É, não tem. Das baratas, não tem nenhuma, mas nossa, acabou tudo? Não, deve ter estoque de algumas, mas nova não tem. É, pelo menos eu não recebi informações aqui de que estaria voltando. Eu sei que em breve vai voltar, mas peraí, deixa eu ver se... O Stênio e outra pessoa mandam lá em cima a média dos acertos, eu sou o que tem menos e olha que eu ganhei alguns anos.

Eu e o André, você não tem menos, e o Sushi, o Tengu tá praticamente empatado. É, o Sushi... O Tengu tem 0,1 a mais que o Sushi.

O sushi é o pior, galera. É o pior em todas. Lançamos aí também o dash dos destaques, né? Eu não sei se a gente falou no Vértice passado, mas de novo, né? Fica aí os nossos destaques de 2025. Nossas apostas, né? Aquela coisa toda. E essa semana lança, enfim, a última parte, né? Com os melhores jogos de 2025. Já está sendo revisado aí pra ser postado. Eu só preciso fazer a capa. E eu queria fazer uma capa que era todo mundo...

ano, assim, com o uniforme de Expedition 3, mas não vou conseguir. Vai ser muito trabalho. Era o meu plano. Mas vai sair e fiquem de olho aí. Beleza? Então, para as nossas notícias, Tengui, sexta-feira passada nós tivemos o Pokémon presente de 30 anos de aniversário. Pois é. 30 anos de Pokémon. E o que tem para comemorar? Tem alguma coisa para comemorar? Muito pouco. Eu pergunto para os fãs de Pokémon. Os fãs eu já não sei. A Pokémon Company tem, né? Eu queria, inclusive, fazer a minha defesa aqui. Queria me defender.

tá bom? Porque no Vértice passado a gente falou mal da Nintendo, falou mal do fã da Nintendo, falou mal do fã de Pokémon, e aí logo em seguida eu saco-lhe um Virtual Boy e meto a cara, e aí muita gente tá falando, olha lá, fala mal, mas paga pau, né? E aí, veja bem, veja bem, eu queria me defender aqui dizendo que nunca critiquei a manufatura e venda de um acessório que te permite jogar o Virtual Boy. A exclusividade disso sim.

disso é que é absurdo. Pra precisar jogar. Exato. Você precisar comprar isso é que é o absurdo completo. O negócio é, o acessório ainda assim é caro pra caramba, é muito caro. Pra um pedaço de plástico num tripé, é muito caro, né? Mas aquela taxa Nintendo ali. Ainda assim, comprar esse acessório, um Switch 2 e pagar a assinatura é mais barato do que você comprar hoje em dia um Virtual Boy usado, né? Que você vai achar aí no mercado brasileiro, pelo menos.

Você vai achar por 7 mil reais, uma coisa assim. Uau, é tudo isso? É. É raro, né?

relativamente não vendeu tanto assim. Então, pra alguém que quer ter a experiência de jogar Virtual Boy, né? Vendo o 3Dzinho ali e tal, ainda assim é uma parada legal que eles fizeram isso. O absurdo é ser exclusivo, né? Ser exclusivo, no caso, precisar ter isso pra jogar. O Halo Peridol falou, não tem nenhum paralelo da Shopee? Tem uns projetos de impressão 3D aí, que você compra as lentes, né? Faz a impressão 3D e pronto. Tem visores, né? Você acha, acho que na Shopee, talvez, no AliExpress,

certeza, que são da época que a Nintendo fez algumas coisas de VR no Switch. E eu não sei se eles são compatíveis com o Switch 2. É que o Switch 2 é mais gordinho. É, mas deve tá fazendo ou fazer... Eu vi alguns vídeos mostrando até, não sei se toda a marca vai funcionar. E eu não vou lembrar de cabeça agora qual do vídeo que eu vi, que eu vi de curiosidade só. Mas tem alguma dessas marcas que encaixam no Switch 2 e o pessoal tá usando pra jogar.

Hum, boa. Então... Aí você consegue comprar, tipo, na Aliexpress lá, uns 100 reais. É, dá pra comprar. E tem a versão de papelão também, né, que também vai ter a taxa

Tentando ali e tal. Mas é, então... Fica aí. De qualquer forma... Voltando para Pokémon. Voltando para Pokémon, tínhamos um evento de 30 anos, que na verdade foi um evento longuinho até, com muitos anúncios, né? Primeira coisa que eles anunciaram, acho que entra na categoria aí, que é um forte concorrente para entrar na minha lista de coisas mais idiotas do ano. Aham, aham. De 2026. E eu não sei se é uma das coisas mais idiotas ou das mais geniais, assim, na verdade. Pensando bem, assim. Que foi um tocador de música. Ah! Em formato de Game Boy.

Eu vou anotar pra coisa idiota. Mas, valeu a pena, só pelas pessoas reagindo e achando que era um Game Boy Classic. Nossa, foi muito bom. PH, coitado, sofreu. Eu senti. Cada cartuchinho é uma música. E ela vai rodar, sei lá, orquestrada. Não, não, não, não. Ship Tune. Mas é aí que tá. Eu acho que se você vai fazer um tocador de música no formato do Game Boy, ele tem que tocar Ship Tune, Ship Tune mesmo, entendeu? Até aí, pra mim, tudo bem. Eu acho que tem o charme no...

chiptunezinho ali. E se fosse, né, um cartucho com a trilha inteira do jogo e tal, eu acho que para uma curiosidade, né, faria sentido. Se fosse um MP3 player ponto, que rode qualquer coisa, incluindo isso... É verdade, né? Legal. De fato, aí eu faria legal de verdade. Tipo, ele tem o slot pra cartucho pra esses casos específicos, mas você também pode plugar ali, né, tem um micro SD que você consegue lotar com outras coisas, ou conectar na internet, né?

apenas na porra do negócio de Pokémon, de música da Nintendo. Que é uma das coisas mais idiotas de 2025. Que fosse só isso, André. Mas nem isso. Nem isso. Mas aí, o negócio é, ele vem com todos os cartuchos ou não? Ele vem. Ele é o Game Boy, que é o reprodutor, e ele vem com 45 cartuchos, cada um com uma faixa da trilha sonora. Menos mal, eu achei que eles ia vender a parte. Então, gente, é só um brinquedinho. Não é tão idiota assim, é um brinquedinho. Só depende do preço.

Mas deve ser uns 300 dólares. Não, pô. Se for um brinquedinho de 50 dólares... Não vai ser 50 dólares. Vai ser mais. Vamos sonhar. Aquele alarme era 100 dólares, Rafa. Eu nem sei o que é isso. Aquele alarme. Despertador da Nintendo. Grande alarme, né? 100 a 200 dólares. Pô, aí é caro. Já saiu? Tava pra vender no site da Nintendo já. Mas eu não vi quanto que tava custando. Mas eu defendo brinquedo. Brinquedo é legal. Mas brinquedo de 200 dólares não dá.

Realmente. Então começou com isso, mas teve bastante coisa. Falaram de campeonato mundial de Pokémon.

teve coisa nova do card game. Eles deram um anúncio, uma atualização de todas as coisas de Pokémon que existem, né? Basicamente. Várias nem precisavam de nada, né? Porque o anúncio foi tão bobo, tão tipo... Coisa de Pokémon Go, coisa de Pokémon Sleep, coisa de Pokémon Café. Campeonato Mundial de Pokémon. Ah, o Pokémon Tipo vai lançar pro Mobile agora. Tem o Pokémon Master Sex. Muito bom esse nome, Master Sex. Porque é Master ZX. Anunciaram Pokémon XD, Girl of Darkness, pro Nintendo

Switch Online, né? Que é um jogo de Gamecube. É um RPG, né? E é do... É um pessoal que tadinho. Depois eles foram... Eles fazem Pokémon Café hoje em dia. Algo assim. Mas é um RPG interessante pra Pokémon, assim, sabe? Teve coisa do Pocopia também, né? Mostraram... Mostrou bastante coisa do Pocopia até. Porque vai ser o melhor jogo de Pokémon já feito. Mostraram o DJ Rotom. Já começou a sair o review hoje, né? Do Pocopia. É verdade, é verdade.

Estão bem altas as notas. Sim, sim. Porque vai ser maravilhoso. Afinal de contas, é dar um Quest Builders alternativo.

Basicamente. Estão falando que vai ser o jogo mais vendido da história da Koei. Sim, já deve ser. E se esse jogo fizer, eles fazerem um Dragon Quest Builders 3. Por favor. Por favor, Square. Será? Confirmaram que as versões do Switch digital, do FireRed e LeafGreen, vão usar o Pokémon Home. Isso, verdade. No fim das contas, né? Vai vir ainda em algum momento. Quando lançar, que já lançou, na verdade. Já lançou. Já saiu. Não tem o Pokémon Home no momento, mas virá. Reitero o que eu disse semana passada.

que estão se dando o trabalho de alterar a ROM pra inserir conexão com a internet, pra poder acessar o Pokémon Home, que juntasse todos os idiomas numa ROM só, botasse português brasileiro, mexesse na qualidade de imagem, idiomas novos como português brasileiro e os caralho, né? Pois é. Mas o grande, né, o carro-chefe, né, e a grande coisa do Pokémon Presents da última sexta-feira foi justamente o anúncio da décima geração, né, que já tinha vazado, né, naqueles

Os Teraleaks. Os Teraleaks. Estavam vazados, né? Os jogos da décima geração, que são o Pokémon Ventus e Pokémon Ondas. Aí você pergunta, ah, mas não é Pokémon Winds e Pokémon Waves? E eu falo, não, não, não. É Pokémon Ventus e Pokémon Ondas. Por quê? Pela primeira vez na história? Pela primeira vez na história desse país e do mundo até, que alguém dirá, Pokémon vai vir traduzido em português brasileiro, o que é uma loucura. Inclusive, achei mó fofo que o canal em português de Pokémon soltou um videozinho com a equipe

de localização, falando, né? Ah, vamos traduzir essa porra aí. Foi isso que eles disseram. Aí acaba o vídeo. É um vídeo bem curto, né? O nome dos Pokémons vai vir do inglês mesmo. Provavelmente. É, tem alguns países que localizam, né? É, tipo Maconha. É, não, quer ser o original, né? Não, é o Machomp em francês. Em francês, é? Machomp em francês, é. É. Ai, caramba. Falado, ele parece Maconha. A França é um que localiza todos os nomes, né? Quem traduz, eu acho que é França, Alemanha, Coreia,

Espanha? Japão, acho que Espanha não. Estados Unidos. Alemanha? Estados Unidos, né? Estados Unidos. Mas é... E acho até curioso ainda ser assim, né? Porque muitas dessas franquias, tipo, o Pranda Bojo não tem super-homem, né? É, super-man. É o Spider-Man. O Las Vegas falou, pelo menos quando as cartas vêm traduzidas oficialmente pra cá, né? E não é traduzido o nome das cartas, então acho que vai continuar os mesmos. É, eu acho que até porque na dublagem não foi, né? E aí se manteve. Mas é uma nova era.

Eles traduzem tudo. Traduz nome de golpe, nome de item. Só não traduz nome de personagem. Uma coisa que se perdeu e que eu acho muito triste é o Bubassauro. Bubassauro, né? É verdade, né? Bubassauro tinha que ter se mantido. É, verdade. Que era meio que o único que dava uma pequena adaptada. E a Magikarpa, né? Magikarpa, é verdade. Era Magikarpa? Era Magikarpa. É, no comecinho era Magikarpa. Sim. E o Pixaku? E o Pixaku. Mas enfim, Pokémon, Ondas e Brisa e Marola. O Meow também, né?

Ah, miau, né? Miau. Não, pô. É miau também. É, mas não é miau. Mas não se escreve também miau, só que você fala miau. É, mas não tem uma tentativa de puxar esse sotaque, né? Porque marola e pokebrisa. Esse daí. Então, o trailer abre com o Pikachu bicheiro e a Pikachu influencer de Bat, né? Que é a senhora Wave Chew e o senhor Wind Chew. Que basicamente são Pikachus,

com roupa, vestido, que nem quando as pessoas vestem o piquinês delas com um terno e põe um chapéu, assim. É tipo o pet com roupinha, assim. Mas é um Pokémon, como diziam já os vazamentos, né? Um Pokémon, ele é todo temático de... Ele vai ser o episódio da praia. Mais um, né? Episódio da praia. Com muita... Não só praia, mas com muita água, né? Muito espaço de navegação. Ih, 7.8 faz essa nota, hein? Ô, Tengu, mas ele... Já falaram, descobriram especificamente

qual praia ele é baseado, porque o Sunny Moon era Havaí, certo? Esse daí é o quê? É Indonésia. Inclusive estão encontrando, apontando algumas pequenas referências nos próprios Pokémon iniciais. Tipo, a marquinha que o sapinho tem na testa, o tipo de Pokémon para os quais eles podem evoluir. Muitos deles são animais ou típicos, ou sagrados,

O pessoal tá especulando que pode ser um rumo pras evoluções e tal. Então, muita água, muita praia. Mostraram que vai ter algum tipo de exploração submarina. É verdade, é verdade. Assim como tinha na terceira geração. Acho que depois dela nunca mais teve, eu acho. Exploração embaixo d'água. Enfim. E mostraram, especialmente, né? A coisa principal que mostraram foram os iniciais, né? É verdade. Que é o Brout, que é outro passarinho de grama. Que é Brow de sobrancelha e o que? Sprout, eu acho. Sprout, é.

É tipo uma sementinha. Ele é um pintinho puto, né? Um pintinho puto. O pessoal tava falando que parece o Martin Scorsese, o Browd. Será que ele vai evoluindo e ele vira um Martin Scorsese? Isso. Tem que fazer a evolução dele. Ele fica assim com os bracinhos abertos. Exato, exato. O Pombom, que é um cachorrinho, né? Um Lulu da Pomerânia de fogo. Foi o meu favorito. Que é de Pombom de Pomerânia e... Bombom. Bonfire, né? Talvez. Talvez, talvez. E aí faz Bombom, né? Os dois juntos.

E o Gekua, que é um... Bem, um lagarto. É lagarto, lagarto. É um lagartinho. É um Geku. O Geku, que é um lagarto. É uma largatichinha. Gekua de Geku e Aqua, né, gente? Sim. Eu, sabe o que, assim, tirando o Lulu da Pomerana e o cachorro, que também não achei grande coisa não, tá? Porra! Os outros dois parecem... Desenha o Rowlet e o Froakie de memória, sem olhar. Desenha aí pra mim. Aí a pessoa foi lá e fez esses dois bichos, assim. Porque, pô, achei, assim,

Caramba, acabou mesmo a criatividade? Não tem mais? Não, pô, eles são ótimos. Eu comentei isso com o Tengu no Saideira, que eu achei esses iniciais meio parecidos com coisas que já fizeram, sabe? Meio... Eu falei, pô, já sei, tem mais um Pokémon. Ainda mais pra iniciais, né? Pô, tá 30 anos já assistindo. Eu sei, eu sei, eu sei. Mas faz um Pokémon inicial cadeira. Não tem um Pokémon inicial com uma cadeira, por exemplo. O foda é que os Pokémon inicial tem que ser...

Tem que ser bichinho fofinho. Não, não, tem que ser bichinho fofinho. E um de fogo, grama.

Fogo, água. Mas tem que ser. Então, tem porque... E aí quebrar as tradições. Um Pokémon não consegue quebrar a tradição. É, um Pokémon cadeira pode ser de grama. Exato. Pode ser de natureza. E a outra tradição é, vocês têm que estar ligados, a terceira fase desses bichos vão decepcionar a todos nós, tá? Não, é. A aposta agora é qual dos três vai virar humanoide meio sensual, assim, sabe? Ah, não. Isso é o Gecko, sem dúvida. É, porque tem sobrancelhas estilosas. Eu acho que ele vai ficar...

Não, não, vai ficar meio bailarina, dançarina, assim, sabe? Umas pernas longas. Não, porque o inicial de água da geração passada, que é a Espanha, lembra? Ele fica meio assim, já. Ele fica meio... Você fala como se o pássaro de grama não fosse o segundo pássaro de grama que eles estão fazendo. Mas aí que tá. Porque o Rollet, ele evolui e vira, sei lá... O que ele vira mesmo, André? Ah, vira um emo, assim. Não, não, não, não. Ele vira um arqueiro, mas ele é sombra... Ah, sei lá. Sombra grama, sei lá. Não faço a menor ideia.

Pra mim, o Rowlet é só o Rowlet, ele nunca evolui. Não, evolução de qualquer um. Ghost, ele é ghost? É uma tristeza. Então, esse daí ele pode evoluir e vai virar Dark, Grass e alguma outra coisa. Senão você não sabe o que ele vai ser no final. Não, exato. É, não dá pra saber mesmo. O pessoal tá só especulando. Mas, ó, então, pra mim o triste vai ser o cachorrinho. Alan Diniz disse, ah, André, é mó fofo os bichinhos para de aclamar.

Mas, pô, ser fofo é o mínimo. É, tipo, óbvio que os três são fofos. Às vezes eu não tô criticando. Mas, tipo, é isso? Foi fofo e aí acabou? Não, pô. Passou na... É só isso que você quer do seu bicho? Você não quer um design interessante?

Um design diferente do que você já viu antes. André, mas também não pode ser muito diferente. Ah, eu queria. Eu gostei dos três designs, apesar de que o cachorro é o maior de todos. O cachorro é muito bom. O cachorro é literalmente só o cachorro. Porra, e precisa de ser mais... O cachorro já é um animal perfeito, igual o gato. Porque ele é literalmente só o ludo da Pomerânia. Mas ele é de fogo. É tipo se vocês tivessem mostrado fogo no ludo da Pomerânia.

É, o que eles fizeram foi a jubinha dele tem um aspecto de chamas, assim, né? Exato, é muito bonitinho. Sim. Pô, eu gostei muito do passarinho, eu confesso.

Foi o meu favorito. Foi também. É porque ele é pessimista. A sobrancelha com a folhinha assim me pegou muito. Eu vi um...

meme, um quadrinho que alguém fez, que é chega o Rowlet, pega a sobrancelha dele, coloca no peito e vira o Rowlet, porque o Rowlet tem aquela exata folhinha na sobrancelha, como uma gravatinha assim, sabe? E tipo... Mas o Rowlet chama coruja, se passa é outra coisa, né? Ah, mas até aí, né? É, André, você sai da natureza e fala, caralho, esse pássaro é igual aquele outro ali que eu vi, né? É a natureza, né? É isso, não, o Pokémon é uma...

É uma representação que é digna da natureza, né? Exatamente. Mas assim, dito tudo isso, dito, né?

Não apareceu o dito. Você não sabe? Talvez todos são dito. É verdade. Apareceu no Pocopia. É verdade. No Pocopia apareceu. E que tá pra lançar e tá recebendo boas notas, inclusive. Mas, dito tudo isso, será que esse vai ser o jogo que vai quebrar a maldição de anos aí que Pokémon tem de lançar, né, meio zoado sempre, ou meio feio, ou rodando mal, ou meio sem conteúdo? Porque, tipo, dá até pra ver nesse trailer que eles estão mostrando o jogo com mais gosto, assim.

Porque se você vai ver os primeiros trailers de Scarlet Violet, assim... É meio com vergonha, né? É meio com vergonha.

longe, assim, mostrando três segundos, uns três Pokémon andando, aí você tipo, ah, esse aqui é o jogo, galera, ó. Não pede muito da gente também, não. E esse não, pô. É um trailer já, né? Bastante ambiente, bastante coisa. E, assim, bonito. Impressionante. É, achei também. Tipo, não é, tipo, nossa, é o jogo mais bonito que eu já vi na minha vida, mas, assim, pra Pokémon tá bem bonito. E a água, né? Muito bonita a água. Sim, sim, sim.

Então, assim... E vai sair só no que vem, verdade? É, tem isso também, porque o pessoal tava especulando que ia ser 2026 por causa dos 30 anos, né? E porque Pokémon

tá sendo meio que anual, quase, né? É, assim, as gerações não, né? Não, não, mas sempre tem um jogo de Pokémon no ano. Ah, ainda pode ter, ainda vai ter esse ano, né? Ah, é, vai ser o Pocopia e tal. E pode ter mais coisa ainda, além do FireRed, LeafGreen, que vem aí, né? O lance é, eu acho que desde o Black & White, que tinha virado três anos de duração entre as gerações, né? Tipo, Black & White 2010, aí 2013 é o quê? XY, aí 2016 é Sun Moon, aí 2019 é Sergeant Shield, é isso? E aí, seria 2021,

o Scarlet Violet, só que aí foi adiado um ano, por causa de dificuldade de desenvolvimento e tudo mais, e aí foi em 2022. E aí, acharam, não, vai manter os quatro anos e vai lançar em 2026, mas não, vai demorar cinco anos pra próxima geração, né, pra lançar em 2027, o que é muito bom, assim, porque claramente era um jogo que não tava tendo o tempo necessário pra ser lançado da forma ideal, né, então, fico feliz que, né, estejam tendo um ano a mais aí, e tomara que lance bem, né, tipo, bem completo. Até porque eles tão construindo em cima

estrutura do Scarlet Violet, desses outros pokémons de mundo aberto aí e tal. Então, pô, eu boto fé que esse vai ser um pokémon mais que 7.8. Eu diria que eu fui surpreendido positivamente pelos gráficos desse pokémon. Eu também. O Rafa quer pontuar. Não, mas antes que... Não, ele ficou comparado com os outros pokémons. Caralho, ano de luz. É que assim, a barra ela baixa, né? Mas assim, não tá feio. Não, não. Realmente, tipo... Porque tinha aquela coisa, na época,

do Switch, quando mostraram o Scarlet Violet, era aquela frustração de tipo, meu Deus, mas esse é o console que consegue rodar Breath of the Wild. No lançamento. E assim, Breath of the Wild é um jogo muito mais ambicioso, muito mais complexo, né, tecnicamente, do que Pokémon. E aí, assim, a gente sabe que não é os mesmos estúdios, né, e tudo mais, mas é a franquia, é a propriedade intelectual mais lucrativa do mundo, né? Pelo amor de Deus, faça alguma coisa aí.

Então era a frustração vindo disso. Você tem noção que o Tears of the Kingdom roda no

Switch? Não, isso pra mim é inexplicável. É meio magia, né? É que Zelda não é anual, tem isso. Tem isso, sem dúvida é um fator. Sem dúvida é um fator. Eles ficaram o quê? 6, 8 anos fazendo o Breath of the Wild? Porra, eu acho que o anúncio do Breath of the Wild foi, tipo, o quê? 2014? Talvez, 14. Não, foi 2017, então foi 3. Não, não, eles ficaram mais do que 3 anos fazendo. É verdade, é verdade. É, põe aí o final do Skyward Sword, calcula quantos anos foi. Eu ia falar que não teve Zelda pra Wii U, mas teve.

Foi o Battle Royale. Exato. Joguei no Wii, inclusive. Mas tá aí. Vocês vão jogar esse Pokémon aí? Quero, quero sim. É aquela coisa, né? Tipo, eu joguei muito Pokémon por uma geração, que foi o Diamond Pro. Eu joguei pra caralho Pokémon. E eu joguei, eu acho, a minha teoria, que é assim, eu joguei Pokémon muito, porque primeiro era num portátil portátil, que era muito fácil de você transportar, que era o DS no caso. E eu tinha uma galera com quem eu tava jogando constantemente, assim.

Então era muito divertido você ir trocando e jogando junto, comprando progresso, essas coisas todas, né?

voltar pra Pokémon, sei lá, umas quatro vezes depois e nunca deu certo. Então, tirando, sei lá, eu joguei... Você jogou até que bem do Scarlet Violet. Eu joguei bastante. E gostou, né? E gostei bastante. Realmente, fora a parte técnica e feia, né? É um bom jogo. Ele é divertido. É, parece que era um jogo bom. Só que não tinha, sabe, tipo, eu não joguei e joguei, assim, cara, devorei o jogo, empolguei, hypei pra caralho e tal. Então eu não me pergunto se, tipo, ok, dessa vez vai, sabe? Será que eu dou mais uma chance?

bem que eu não vou dar mais uma chance pra ele, porque vai ser só pra Switch 2, né? Não vai ser pra Switch 1. Eu precisaria comprar um Switch 2. Mas é só no que vem. É, quem sabe. O meu Switch 2 tá parado aí, precisando. Ah, tá bom. Então tá bom. É assim, se o jogo cair no meu colo, eu talvez jogue um pouco. Tá andando a outro peça, opa. É, porque o... Sword Shield eu joguei. Não zerei. Mas eu joguei até fazer o que eu queria, que era fazer meu grupo só de Eevees, que eu tive todos os Eevees e parei de jogar.

Me senti satisfeito. Não, mas aí você tem que botar os Eevees pra vencer o jogo.

Eu botei, mas eu achei chato. Mas é muito rápido, então não tem nem tempo de ficar chato. Ah, não é rápido. Rápido não é não. Algumas pessoas discordariam de você. É que assim, eu quando jogo, e eu joguei o Sword and Shield, eu joguei o Scarlet Violet, eu gosto de zerar, mas eu gosto de tentar completar a Pokédex. E eu acho a minha maior diversão é essa, tentar completar a Pokédex. É, tipo, Pokémon, o jogo meio que começa quando você termina ele.

É, eu gosto de colecionar. É, sim. Só que terminar ele demora, né? Demora um pouco.

eu me diverti bastante terminando ele, bastante. Ele era muito sofrido, muito feio, mas no final dos contos, como eu falei, ele é divertido o suficiente. Então eu fiquei empolgado pra eles, por quê? Porque eu sinto que vai ser, vai ser na mesma estrutura do Scarlet Violet, aberto, você faz o ginásio na hora que você quiser e o Caramba 4, mas menos sofrido. Então, ó, 10 para 10. Isso a gente não sabe ainda. Não, não, vai ser, ó.

A gente tá vendo os gráficos do jogo. Tem um Pikachu de vestidinho. Ah, parece a Virgínia. Isso é verdade.

negócio é, eu dei uma chance pro Sword Shield. Então, eu claramente deveria dar uma chance pra esse. Mas, de novo, eu não vou comprar, porque esse jogo vai vir 80 dólares, tá? Ah, vai. Esse vai ser um outro jogo que a Nintendo vai manter os 80, tipo o Mario Kart. E eu nem fudendo que vou pagar 450 reais desse jogo. Mas ele cai no meu colo, sei lá, alguém que compra, pega emprestado na família, coisa do tipo, até dá uma chance, dá uma brincada.

Qual o melhor Pokémon 3DS? Ultra Sun e Ultra Moon. Aquele que o André falou. Não, eu falei do Sun e Moon.

Completamente diferente de outro jogo. Desculpa, desculpa. Realmente não joguei Ultra San e Ultra Moon. Mas assim, eu acho que o André não ia gostar do Ultra San e do Ultra Moon também, não. Porque eles são tipo versões ultimates do San e do Moon. Tá aí, então, né? Pokémon vem aí. Em português, gente, pô, isso é legal. Legal pra caralho. Omega Ruby e Alpha Sapphire. É mais legal ainda. O que não é legal, Sushi, é a nossa próxima notícia.

Ou talvez seja. Não, de forma alguma é legal. É, porque é uma coisa que se tivesse acontecido, talvez não seria legal. Mas agora que não aconteceu, é triste também.

em camadas, tá, gente? Vamos lá. Vamos comigo, vamos comigo. Esperem eu molhar o bico enquanto eu vou falando aqui. Primeiro que, assim, essa notícia, eu vi ela sendo comentada pela plantação de uva, aí, como dizem a expressão. Eu falei, mentira, porque, tipo, é o tipo de notícia que você vê e fala assim, não, é uma notícia daquelas pra engajar, porque vai, né, é tudo que todo mundo queria ouvir, é tudo que o pessoal tava especulando já, então alguém criou uma fake pra engajar e tal, só que aí depois eu falava, não, é o Jason Schwerer que falou, ah, então, ah, ok, é verdade. Então, calma,

De novo, camadas. Essa notícia estourou, acho que foi tipo na sexta-feira, eu acho. Alguma coisa assim. E eu não consegui ler ela durante o dia, e eu e Tengu, a gente foi fazer live, e eu tinha sido marcado por 50 pessoas diferentes no post do Jason Shuaia, ou outros veículos que foram repostando a notícia. No Saideira, as pessoas só falavam disso, e falavam o quê, André? A única coisa que as pessoas focavam, em todas as vezes que eu vi as pessoas me marcando, me citando, por causa dessa notícia. Ah, o Miyazaki não deixou.

o Miyazaki não quis e, por consequência, ele fechou a Bluepoint querendo ou não. Ele foi lá com as próprias mães e fechou a Bluepoint. E assim, mesmo se a gente tivesse feito isso, ele teria correto de não deixar, tá? Não, não é pra tanto também, né? E por isso que eu falei, camadas, a gente vai chegar lá. A primeira camada é a notícia de fato que o James Schreier trouxe pra gente, sem especulação, que ele começa essa especulação e as pessoas só foram ecoar ela. Aumentando a especulação. Exato. Que a notícia é, ele conseguiu,

insiders conhecidos e tudo mais, a informação que no começo de 2025, ou seja, no começo do ano passado, o ano que a Bluepoint ficou o ano inteiro sem produzir nenhum jogo, né? Ela só ficou fazendo bits. Que foram rejeitados pela Sony. Proposta de jogos, né? Exato. Todos foram rejeitados, mas ela passou o ano só trabalhando em proposta de próximos jogos. Talvez a primeira, já que foi no começo do ano, foi remake de Bloodborne. Diz o J.S. Ryer, ou a fonte dele diz, que a Sony aprovou a ideia de fazer um remake

do Bloodborne, a From recusou. E aí termina a notícia. A parte concreta que a gente sabe termina aqui. A gente sabe que a From não aprovou um remake do Bloodborne. A especulação que o Jerry Schwartz coloca, e ele diz que é uma especulação, que é algo que faria sentido do ponto de vista dele, e ele traz uma entrevista do Shuhei Yoshida de 2025 mesmo, ou 24, já não lembro mais. É, foi depois de ele ter saído da Sony, foi uma entrevista que ele deu logo que ele saiu, ou um pouco depois que ele saiu, pro Kinda Funny. Exato. E eu falava, hein, Max, porque eu acho que você já

Falou que ainda foi. Nessa entrevista, o Shuhei Yoshida, que é um ex-funcionário importante, grande da Sony, muito querido pra quem acompanhou a Sony no período PS4, tudo mais. Ele saiu numa série de entrevistas, né? E o pessoal tava aproveitando e tava fazendo um monte de perguntas. E perguntaram pra ele, porra, e o Bloodborne? As pessoas querem relançamento, as pessoas querem remassa, a gente quer qualquer coisa. Só vai pro amor.

Aí, de novo, Shuhei Yoshida diz que é uma teoria dele. Pode ser que é uma teoria informada e que ele diz que a teoria é só pra não entregar a fonte e pegar mal.

Mas ele pelo menos diz que é a teoria que ele acha... Naquela hora ele até diz, ó, tipo, ninguém chegou na Sony ou coisa do tipo. Porque isso é depois, né, da entrevista até. É, ele tá usando outras informações que ele tem pra extrapolar essa teoria, né? Exato. Que a teoria dele é que a From não vai deixar ninguém fazer nada com Bloodborne porque o Miyazaki, se for ter alguma coisa, o Miyazaki vai querer participar da produção dessa coisa. Que ele gosta muito de Bloodborne e, tipo, ele não quer ver...

outras pessoas liderando um projeto de Bloodborne. Exato. Aí o Shuhei Yoshida, ele pode ter tirado disso de fontes primárias, pode ser uma verdade concreta, que ele só não pode dizer que é uma verdade concreta. Pode ser que ele também tá especulando que nem a gente, porque em entrevistas o Miyazaki vive dizendo que Bloodborne foi o projeto que ele tem mais carinho, que foi praticamente o último dele antes de virar diretor, de virar CEO.

É, de dirigir no solo, sim. E ele, em entrevistas, já falou, né, que ele não pode...

sobre Bloodborne pra ele, a equipe começa a dar umas risadinhas, ele começa a evitar assim, porque ele fica falando, putz, não posso falar disso, porque senão eu me complico. Então, é possível que tenha realmente alguma coisa aí com o Miyazaki, né? Sim, é possível. Essa é a notícia. A Bluepoint tentou fazer uma proposta de um remake de Bloodborne, a Sony aprovou, a Fro negou. A gente não sabe por quê. O negócio, eu só queria pontuar isso, que é tudo especulação, porque as pessoas já estão na internet, porra, o Miyazaki é foda, o Miyazaki não deixa as pessoas fazerem o jogo. Mas assim... E assim, em primeira instância,

Se ele tem esse poder, por que não? Exatamente. Primeiro, é foda. Porque eu gostaria de um novo Bloodborne, gostaria até de um Bloodborne Remake. Com certeza. Vindo da FromSoft, dirigido pelo Miyazaki, mais ainda. Mas o que eles falam nessa explicação, o que o Rei Yoshida inclusive fala, o Miyazaki agora tem muito mais responsabilidades. E tem projetos de jogos que estão há anos em desenvolvimento e vai tomando proporções maiores e sendo transformados com sucessos.

né, o Night Rain, ele provavelmente é o The Ring que tivesse fracassado, talvez teria sido outro projeto, né, não se sabe. Todo lance é que, tipo, por mais que ele queira fazer, talvez, né, alguma coisa, não é tão simples assim também pra ele, né, conseguir dirigir um projeto da forma como ele gostaria. O lance é, eu vi muita gente perguntando, mas pô, a propriedade não é da Sony, né, a Sony poderia falar, foda-se, né, o Bloodborne é nosso, a gente faz o que a gente quiser. Só que justamente eles querem manter essas boas relações aí com

um dos estúdios mais prolíficos da atualidade, assim, que tem moldado a cara do jogo de ação, do RPG de ação, assim, né? Então, se tem uma pessoa na indústria que pode dar a palavra final em Bloodborne, seria o Miyazaki, né? Faria sentido. E, assim, eu acho uma pena que a Bluepoint não conseguiu dar um caminhar em outro projeto e o estúdio continuar existindo. E eu acho que é mais ainda uma impaciência da Sony de ver resultados imediatos. Exato, com certeza.

Porque a Sony é uma empresa notória que nos últimos anos faz muito remaster remake. Não faz sentido eles fecharem a Bluepoint. E de novo, assim, o Miyazaki não quis o remake do Bloodborne e por isso a Bluepoint fechou. Não, gente, não era o único remake que eles poderiam fazer, não. Esse que é o lance frustrante. Olha a quantidade de remakes que eles poderiam ter feito. Olha a quantidade de IPs que a Sony tem.

assim, qual jogo clássico da Sony você quer ver ser refeito? Pô, e ainda se a Blue Punch tivesse, tipo, ó, tipo, ok, eles recusaram o remake do Bloodborne, vamos ficar aqui sentados esperando chegar um projeto novo? Não, tipo, eles tentaram emplacar outras coisas. E provavelmente eles tentaram emplacar projetos próprios em outros remasters, outros remakes. Eles provavelmente apresentaram uma variedade de projetos potenciais pra Sony aprovar alguma coisa, né?

Na matéria do Jesus Christ, eles falam que um dos projetos era um spin-off de Ghost of Tsushima. Então, assim, eles tentaram

várias coisas. E até saiu, hoje o pessoal tava comentando que pelo menos a Necrosoft, né, que fez o Demon School, que eles fizeram um pitch pra Sony também de um remake de Bloodborne. Era de um jogo no universo. Isso, um jogo no universo de Bloodborne, que a Sony também recusou, que a Fron também recusou. Não sei se foi a Sony e a Fron recusaram, pelo menos a Fron recusou. Ele diz no post dele, e essa era a última camada da notícia que ia trazer, que é, vem uma outra fonte colaborando que é a Fron ou o Miyazaki diretamente

matando esses projetos, porque o Brandon, que o Tengu citou, ele postou nas redes sociais falando, olha, a gente fez uma proposta, um pitch pra Sony, de um spin-off no universo Bloodborne, e foi negado. Aí ele não fala que a Franca negou, só fala que foi negado. Mas ele completa dizendo que ele conhece mais uns 10 estúdios que ele poderia citar nominalmente, que já também fizeram propostas de remakes, remasters, spin-offs, né, e coisas do tipo, e todos foram negados.

De novo, pode ser o Miyazaki matando tudo. É, ele é o bebezinho dele, galera. É, pode ser só a Sony não querendo investir em outras coisas que ela não tem certeza. E assim, imagina se fosse o contrário, né? Tipo, Sony anuncia live service multiplayer de Bloodborne. Miyazaki tentou impedir, mas Sony foi lá e falou, faz aí, foda-se, a propriedade é nossa. Aí a gente ia lá, pô, olha aí, não respeitando o Miyazaki. E aí quando respeita é ruim também, então... Sabe... Ninguém vai ganhar nem perdendo, né? Todo mundo vai perder.

Sabe uma coisa que não é explicada por estudo? Por que aqui não tem um patch 60 frames? Não, é. Por que aqui não tem um remaster? Um lançamento pro PC, galera? Tipo, um remaster muito, muito básico. Só de rodar liso, sabe? Nem remaster, só um patch mesmo, é. Um patch pra retrocompatibilidade, né? Isso não explica, porque tipo, ô Miyazaki, vamos botar 60 frames? Ah, não, aí não. É, o Miyazaki, não. A minha visão é que... O frame rate é sacrosanto. Mas eu consigo ver, assim, tipo um criador,

Não sei se o Miyazaki é desse tipo, mas um George Lucas da vida, que tipo, pra relançar um negócio, ele não consegue só relançar. Não, se for relançar, eu quero consertar essas coisas aqui. E aí, ah, mas não vamos conseguir tempo pra conseguir passar esse projeto na frente de outros projetos que a gente tem mais prioridade. E aí vai empurrando, sabe? Eu consigo imaginar alguma coisa, porque é assim, é a minha fanfic, né? Porque não faz muito sentido.

Não faz muito sentido mesmo. Mas, se a gente assumir que realmente é verdade, porque tem várias fontes com as teorias próximas, então pode ser que seja verdade,

pessoas com informações internas no caso eu fico de certa forma feliz porque em parte triste porque talvez a gente nunca mais tenha nada no universo Bloodborne mas feliz no sentido de que se for ter vai ser com a participação da From e do Miyazaki o que pra mim é uma boa notícia sim sim outra coisa que surgiu disso aí aí eu vi alguém citou que o Maximilian Dutti falou disso mas eu vi pelo Jeff Grubb uma coisa parecida é que a From inclusive teria negado o remake porque ela não gostou

do remake do Demon's Souls. Aí é outra camada. Outra camada. E aí eu acho que... Mas o Miyazaki não elogiou o remake no lançamento? Então, é isso que eu acho que, tipo, eu não acredito muito nisso, porque ninguém botou uma arma na cabeça do Miyazaki e mandou ele elogiar o remake. Ele poderia ter sido mais diplomático, não dito nada, ou dito algo, né, mais vago, mas ele disse que gostou do remake do Demon's Souls, o que a gente sabe oficialmente, pelo menos.

Tem que ver, assim, se a gente for entrar nesse buraco de coelho aí da teoria da conspiração, né, tem que ver

assim, ah, em que condições o Miyazaki falou bem... É, e qual é a citação exata, né? Qual é o contexto, né? Porque, assim... Ele falou, ah, até que não ficou tão merda, assim, sabe? Apesar de elogios... É, porque, assim, é muito improvável e difícil um criador de conteúdo, uma figura pública japonesa, falar mal de alguma coisa, assim. Não, mal, eu tenho certeza que ele não iria falar. Mas o silêncio, né? Ah, sim. Esquiva, talvez fosse uma opção, não sei. Tem que ver,

Teria que entrar realmente num buraco de coelho aí pra ver qual é o contexto da declaração do Miyazaki. Ah, estão dizendo o Maximiliano disse o contrário, que o Miyazaki gostou. Então é freestyle, né? Qualquer coisa aí o Miyazaki disse e tá ótimo. Só queria, mais uma vez aqui, porque eu fico meio frustrado com isso rapidinho, o Everton disse, eu acho chatice demais o nível de reclamação que o povo tem com o remake do Demon's Souls.

Acho bizarro, o povo precisa jogar jogo ruim de verdade se tá reclamando desse. De novo, ninguém disse que é ruim, até porque ele é sacrosanto em relação ao

o Demon's Souls e muitos dos problemas vem justamente daí, né? Exato. Porque o Demon's Souls é um jogo com muitos problemas. Apesar de muito bom. Muitos defeitos, exatamente. E o remake era a oportunidade pra ele ser pelo menos, gente, balanceado. Pro jogo ser balanceado. Porque é um jogo que tem, sei lá, 15 armas, 20 armas e elas são bem desbalanceadas. Tem arma que é impossível você zerar o jogo com ela. Impossível. Boto aspas aqui.

Porque a arma é muito ruim. Custava você aumentar os status dessa arma, sabe? Ah, agora, sei lá, ao invés dela escalar B, ela escala S.

Coisas tão básicas. Coisas tão básicas. Por isso que ele era um remake covarde. Iam reclamar se fosse diferente. Rebalancear, ninguém ia reclamar. E como o Demon's Souls é um jogo bom, quem não jogou o original e jogou só o remake, vai jogar e falar, nossa, é um jogo legal. Exato, e é bom. E é isso. O problema é quem sabe assim, quem jogou o anterior e imagina o que poderia ser alterado e melhorado, fica um pouquinho vazio. Fica um sentimento, porra, a oportunidade

perdida. De fato. Você pensa assim, nossa, que remake covarde, né? É o que todo mundo pensa, Rafa. Mas agora, eu quero fazer uma outra defesa aqui. Teve gente, Sushi... Sushi. Teve gente, André, e Sushi, e Tengo, que eu não vou falar nomes aqui, porque essas pessoas não merecem. Mas que tava falando assim, nossa, eles ficaram tão felizes com a Bluepoint fechar. Nossa, eles não conseguiam esconder a felicidade deles da Bluepoint fechar.

Uau, eu não vi isso então. As vezes é preciso, né? Eu não sei. Quando a pessoa, ela consegue...

começa a imaginar coisas fora da realidade. Alucinando, né? Exato. A gente falou diversas vezes com todas as palavras. Se você não ouve, né? Não, mas isso é a gente fingindo. Exato, é. Que é assim. A gente fica muito triste pela Blue Point. A Blue Point tem um potencial de fazer remakes bons. Apesar de a gente não gostar dos dois que ela fez. Sabe? E outro? Mas os remasters? Exato. Alguns dos melhores da indústria. Exato, impecáveis.

E o potencial de fazer uma coisa dela, própria. Exato. Sabe? Com o visual que ela quer, com o gameplay que ela quiser. E assim,

um dos estúdios mais tecnicamente proficientes aí que a indústria tinha, né? E aquilo, por muitos anos, inclusive, né, nos nossos bingos de E3, Summer Game Fest e tudo mais, a gente colocava jogo novo da Bluepoint, baseado numa arte, que era uma arte que parecia um jogo meio de aventura, assim, uma coisa meio anti-art, talvez até fosse algum projeto de Uncharted, que a gente não sabe o que fizeram de propostas aí que não foram aceitas e tal.

E eu queria muito, a coisa que eu mais queria ver era um jogo original da Bluepoint, né? A gente achava que era...

certo, sabe? Tanto que a gente apostava 100 porque a gente... Toda semana. Todo ano. Toda semana a gente apostava. Tá aí. Mas foi uma fatalidade. Uma fatalidade é quando acontece sem ninguém ter culpa. Não foi uma fatalidade. Foi uma execução. Foi uma execução. Desnecessária. Importante sempre pontuar. Fico triste pelos 70 mais profissionais que ficaram sem emprego. De novo, fechamento de estúdio completamente desnecessário. Sim. Mas dito isso, torcer pra que seja verdade isso aí. Esse apego do

azar e que veio alguma coisa deles, né? Sim. Aí fica aquela coisa, né? Se ou quando vier, eu acho que é quando, né? Eu acho que não tem uma realidade onde a gente não vai ter alguma outra coisa de Bloodborne, mesmo que seja daqui a muitos anos, quando vier que venha, né, algo à altura do que foi Bloodborne. É, mas o negócio, André, que eu tô percebendo é que são 30 anos a nostalgia pra voltar, né? Tipo, ó, na década passada a gente começou muito forte a nostalgia anos 80, né? Certo. Muito forte. Agora a gente tá tendo

uma nostalgia anos 90 e 2000, muito forte. André, eu tava no Instagram hoje, adivinha que filme que vai lançar? Que vai lançar? É. Mortal Kombat. Todo mundo em Pânico 6. Ah, sim. André. E aí no trailer tem todos os personagens dos outros filmes. Ah, o moço da mãozinha, o policial Duffy lá, o namorado da menina que gosta do teto no primeiro filme que você perdeu 500 reais. Tem todos, todos os personagens estão lá de volta. Então a nostalgia anos 2000, quando chegar a nostalgia anos 2014, a gente vai ter um Bloodborne novo. Mas essa cena aí,

É no 2, né, Rafa? Não, porra. Mas, assim, a nostalgia, na verdade, ela vem em ondas, né? Porque, tipo, próximo, assim, vamos dizer, uns 10 anos da coisa, já dá pra ter uma nostalgia próxima, né? Aí essa nostalgia, ela vai dando uma diminuída e depois volta, né? Então, vem em ondas como o Mar, já diria Lula do Santos, talvez, né? Talvez. Talvez seja Lula do Santos. Continuando essa vibe de coisa boa, que é governo brasileiro, né, galera?

ele olhou para produtos eletrônicos, para componentes de computador e pensou, tá muito barato. Pô, eu ia falar isso. Tá muito bom, tá muito acessível, galera. O pessoal tá todo mundo comprando, tá ótimo. Então vamos aumentar aí um pouco mais. Importação, imposto de importação, tá muito tranquilo, né? E pega super bem. Todo mundo gosta. Eu acho que em ano de eleição que a gente tem que fazer isso? Tem que fazer. É aumentar imposto de importação.

Nem só isso, Rafa. Protecionismo de indústria que não existe. Exatamente. Eu acho importante.

É um exercício lúdico. Vai que um dia, né? Não tô fazendo nada pra isso, mas vai que um dia eu faço. Vai que um dia. Porque aconteceu, né? Eles anunciaram aí uma série de reajustes no imposto de importação pra mais de 1.200 produtos, isso mais cedo no mês, né? Com foco em bens de informática, comunicação e bens de capital, que são máquinas de produção, coisas de montagem, esse tipo de coisa assim, né? E a justificativa era justamente essa, né? Era o justificativo protecionista pra dar uma freada na importação,

equilibrada, né, nessa tão grande concorrência nacional aí, proteger os empregos, aquela coisa toda. Piadas à parte, era só pra coisas não montadas no Brasil, né, é 100% importado. É, exato, né. A maioria dos celulares e coisas que a gente tem no nosso dia a dia, hoje em dia, é montado no Brasil. É, 98%, né. Isso já não entra mais nessas taxas. Não, é, eu ia chegar nisso, mas sim, tipo, celulares, 98% são montados no Brasil e não teriam aumento.

Consoles de videogame, por exemplo, que muita gente ficou meio desesperada também.

categoria fiscal, então não entraria nisso, mas a justificativa que eles deram era essa justificativa protecionista e também pra lucrar aquele faz-me-risinho assim, que seria por volta de 14 bilhões ao longo de 2026, né? E aí, a ideia é que o que aconteceria, o que acontece, aconteceu com muitas dessas peças ainda, é que, por exemplo, peças de hardware que eram isentas anteriormente, ou que tinham impostos de tipo 2%, foram pra 7%, 12%, e produtos com alto valor agregado, tipo celulares ou notebooks e tal, foram de

pra 20%. O que já soa bastante ruim, mas tem que lembrar que impostos, né, é uma cascata, né, é uma bola de neve, porque um imposto vai inflar no outro imposto, que vai inflar no outro imposto, e é tipo, imposto sobre imposto sobre imposto, e no final, esses 10%, lá na frente, pro consumidor, vira 50%, 60% de aumento, assim, então é um aumento muito grande que a gente tá falando aqui. E aí teve muito pânico, né, muito dele justificado, mas uma parte também infundada.

Fabricada, né, teve o pânico fabricado, né, que aproveitou, aí tinha umas tabelas falas,

Tudo isso vai aumentar de preço. Arroz, feijão. Caramba! Essas bens tecnológicas. Mas até, que nem o Sushi falou, esses bens que são montados no Brasil ou fabricados no Brasil, que não teriam esse aumento. Mas, por exemplo, muita coisa de PC, principalmente, por exemplo, a placa memória RAM, mãe memória, como é que chama? Placa mãe? Placa mãe. Mãe memória? Não é possível. Bota a descrição aí. Mãe memória. Isso não é o inimigo da Samus?

A mãe é memória. A mãe é memória. Cara, ele ia falar, memória é mãe. Placa mãe, né? CPU, placa de vídeo também, né? Isso tudo ia realmente ter esses aumentos bem expressivos aí. O que é bom, porque tá tudo bem barato já, né? Memória RAM, inclusive, tá passando por um ótimo momento e realmente tava precisando de um aumento. E aí, como o Rafa disse, né? Aproveitaram, né? Começou a baixa assinado para os gamers, né? Fazerem a diferença, pra derrubar as portarias, mobilização em rede social e tal. E aí, o governo,

deu aquela peidada, né? Pensou, pô, ano de eleição, né? Aquela coisa toda. Pensou um pouco tarde demais, né? Um pouco tarde demais. Porra! Teve a mensagem do camarada Alckmin, né? Teve. Diretamente do ciberespaço. Bom dia, gamers. Bom dia, gamers. Ele veio junto com a Angélica, né? Num skate cyberpunk. E aí na sexta, agora, né? Dia 27, recuaram em algumas coisas, né? Importante ressaltar. Voltou com as alíquotas originais pra 15 tipos de

produtos que consideraram ali mais importantes, mais críticos. Então, tipo, placa de vídeo, né? Memória, etc. E zerou a tarifa temporariamente pra 105 bens de capital, que é coisas tipo equipamentos médicos pra data centers e outras coisas assim. E ainda é uma merda, né? Porque, que nem vocês disseram, é algo que não se justifica. Tipo, frear a importação ou proteger o mercado só faria sentido se já tivesse acontecendo ou já tivesse amadurecida, né? Alguma iniciativa pra ter

alternativa equivalente que fosse no Brasil, pra grande esmagadora a maioria dessas coisas, não tem. Se você não importar, você não vai ter simplesmente, né? E aí fica essa coisa, que soberania nacional que é essa que você tá só bloqueando o acesso à tecnologia das pessoas, da população, né? Exato, porque tipo, uma das coisas que ele cita como base pra isso é porque de 2022 pra cá subiu 33%, eu acho, a importação dessas coisas.

Mas que nem o André falou, tá, mas essas coisas não são feitas no Brasil. Que diferença faz?

E o dólar na casa do caralho também. É, apesar de que o dólar, né? Por causa dos Estados Unidos, o dólar, pelo menos esse ano, abaixou bem. Mas sobe de novo, abaixa de novo, sobe de novo. Mas o negócio, a pior coisa das notícias pra mim, que eu tiro no final, é que eu fico puto com a falta de visão, sabe? A falta de conexão com o público. Com a realidade. Com o público é foda, não quero falar com o público. Com a base. Com os cidadões. Cidadões. Porque, tipo assim, é meio que, pô, que burrice, sabe?

que, assim, ano de eleição, alguém vai falar, é pra financiar outras coisas que aí dariam visibilidade. Tá, mas aí você realmente não saber nada de internet, não saber nada das pessoas mais jovens. Olha que jovem a gente já não é má, faz muito tempo, sabe? Eu sou jovem. Ainda mais que a gente vive uma realidade hoje em dia daquele meme lá, né? Toda eleição na América Latina. Fulaninho centro-esquerda, 50,01% de votos. Aí, Hitler-McDolfy. Não, como é que é? Donald McHitler.

49,9%. É tipo assim, gente, em ano de eleição não dá, porra. Não, e aí eu achei engraçado que mandaram no Telegram e me marcaram, o Evandro me mandou, né, um post que marcaram jogabilidade. Ah, não. Que era alguém falando, porque teve muito disso, né, teve muito post assim, quero ver agora o que que o Celbit e o Alanzoca que fizeram campanha pro Lula vão

achar disso, né? Quero ver agora eles falarem alguma coisa e tal. E aí marcaram a gente assim, é, põe lá também o jogabilidade, tananã, tananã. Mas onde? Na rede do New Hitler? Ah, foda-se. Ninguém aqui usa ela mais. Pois é. E eu fico tipo, oi? Tipo... Fala que nem o Selbit que respondeu pro deputado mais votado lá de Minas Gerais. Que desculpa, eu tava trabalhando, por isso que eu não vim te responder agora. Não sei se você sabe o que é isso. Mas assim, né? Colocar isso em contraposição ao literal fascismo,

Exato. E, só reiterando, esses 14 bilhões não iam virar meio que nada, porque o caso tem um teto fiscal, né? Então eles não podem aumentar o investimento em nada por causa disso. Então por mais que entrasse dinheiro extra, esses dinheiros não poderiam ser usados pra aquelas coisas, porque não pode aumentar o investimento ano a ano. Olha que delícia. Olha que legal, que bacana. Que loucura. E assim, muitas críticas ao governo do Lula.

Não tinha isso. Gente. Não, é assim. É o que eu falei. É que nem o Rafa falou. Era isso ou o Donald McHitler. E você tá maluco, ia ser muito pior.

Não, não tem a menor condição. A gente viu os planos, né? Tipo, o que teria que estar acontecendo de errado pra sequer começar a considerar, assim, né? De pior. Realmente, outro... Estamos falando de coisas completamente diferentes. Mas já sabe o imposto que eles não deveriam ter tirado? Servidor. Servidor. É, de peça de servidor que você comentou. Ah, sim, não, é. Data Center, sim. Ah, então, mas aí... Aí o lobby do Data Center...

Isso é o que não deveria ter tirado. Ah, mas é, mas é. O lobby do Data Center tá absurdo. O que tem de Data Center querendo...

abrindo o Brasil todo aí e o governo, novamente, não sei se é um bando de velho, não sei se é, se é só abrindo as pernas mesmo e foda-se. Ah, é o lobby que é muito foda, né? Exato. O lobby é bizarro. E aí a gente vira o, novamente, o novo colonialismo, né? Ah, você bota essa porra que destrói toda a natureza, consome água pra caralho, vai consumir energia nos países de terceiro mundo, né? E deixa o nosso aqui intacto. Regiões com seca.

Exato. Ah, que legal, né, galera? Porra, videogames, não é mesmo? Mas a gente não vai pagar mais caro em placa de vídeo. Eba,

Minha memória RAM está protegida. A sua mãe memória. Pelo menos a minha mãe memória foi... Não vai aumentar de preço, né, Ander? É, pelo menos por enquanto. Não por isso, pelo menos. Já pelos datacenters de A, é outra história. Vamos voltar a falar de empresas de videogame que estão indo bem. Eu sinto muito, gente, de novo. Vou vir com o papinho, porque eu separei informações. Informações. Não porque lá vem história.

só uns contextos, na verdade. O que aconteceu, André, foi que a NACOM, S.A., não convide com a NANCO, porque eu fui entender quem exatamente estava abrindo o processo, que não é bem falência, né? É de... Insolvência. Insolvência, exato. Mas o que é insolvência, você deve estar se perguntando. E pela minha pesquisa rápida na internet hoje, que eu não sabia que era insolvência, insolvência é quando você tem uma dívida e você não tem o dinheiro necessário pra conseguir pagar.

É, é quando o que tá te sendo cobrado é maior do que o que tá entrando no seu...

caixa, né, basicamente. Mas não ao ponto de ter que abrir falência, porque o processo de falência é de você começar a vazar, né, você tem que começar a dar bens, propriedade sua pra compensar. Pra pagar. É, insolvência é tipo, não sei se você usava esse termo, mas quando brincava de pique-pega, você levantava a mão e falava, altas, e aí... Você falava, um, dois, três, insolvência? É, e aí você tava de pause, entendeu? Tipo, calma aí, galera, calma aí, porra, calma aí. E aí... Eu acho que era outro nome aqui, né? É, pra mim era o altas.

Figas, acho que era figas. Figas. Então você pede um tempo pra você reorganizar a sua casa, ver o que você consegue fazer ali pra recuperar desse prejuízo. Tanto que um nome que usam, recuperação fiscal, como é que é? Organização fiscal, uma coisa assim. Aí o que aconteceu? A Nacon, hoje em dia, quando você deve estar pensando, Nacon, você tá, nossa, aquela marca, sei lá, de controles, sim e não. Que ela começou, eu não sei se ela começou, mas ela foi por uns bons anos, uns 10, 20 anos atrás,

Esférico. É, mais que isso, né? Porque é uma... É de 280. É, começa como Big Bang Interactive vendendo acessórios para jogos, né? Na França, na época, era coisa de PC. Empresa francesa e, aos poucos, vai especializando em controles, né? Na época do PS4, principalmente, né? Tinha o controle pró licenciado pela Sony e era aquele da Anacom, né? Exato. Aí, o André citou o nome que Big Bang. Aí que começa a entrar confusão. O que eu acho interessante, Sushi, uma empresa francesa se chama Big Bang.

Exato. É porque eles eram muito fãs do Sheldon. Seria tipo uma empresa argentina.

Argentina se chamar Cristo Redentor Produções, assim? Ou Carnaval Produções? Porque é Big Bang. Porque é uma empresa francesa chamada Big Bang. Mas é Big Ben. Ben, é, do relógio. Ben. Ah, pensei que era Big Bang. Não, não, não. Porra, agora o Big Bang é americano. Só porque eles explodem tudo. Não, não, não. É o nome do relógio em inglês. O Grande Ben. É, só que é uma empresa francesa. Eu ia entrar nessa curiosidade depois, o André já trouxe. Mas o negócio é, a Nacon, ela era uma empresa primariamente de hardware.

ela foi fusionada com a Big Bang Entertainment, porque a Big Bang Entertainment é um braço da Big Bang Group, que é um grupo de investimento. Aí, a Nakon SA, por que Nakon SA, Sushi? Porque a Big Bang Entertainment, depois da fusão, ela deixou de ser chamada Big Bang Entertainment e virou Nakon SA pra representar tudo que estava abaixo da Big Bang Entertainment, mas não da Group. A Group ainda é a empresa mãe dessas porra toda.

Aí a NACOM original, atual NACOM, ela é 70 e poucos por cento do Big Bang Group. O resto é outros grupos de acionistas e tudo mais espalhados por aí. Grandes empresas vivem através de alavancagem empréstimos para financiar projetos futuros, para ter lucro e tudo mais. Aí o que aconteceu? A Big Bang Group não passou o dinheiro para a NACOM pagar as dívidas. Porque dinheiro, Sushi, é apenas um conceito social, é apenas uma grande mentira, né? Porque a Big Bang, ela tinha uma dívida, tipo um empréstimo a pagar,

Pagar com crédito do banco. Então veja bem, né? Que coisa sustentável e saudável. E aí, de última hora, esse banco cortou a linha de crédito. E eles não conseguiram o dinheiro. Por isso que eles não repassaram para a Anacom. Exato. Aí, por causa disso, a Anacom não pagou a sua dívida. Eu não sei se foi só de um mês. A gente não sabe exatamente. Pelo menos eu não vi nas fontes das notícias que eu estava olhando. Mas, de qualquer forma, aparentemente, como cortou a linha de crédito, secou a fonte, né?

Não teria esse dinheiro. Exato. Aí eles entraram agora em processo de insolvência.

Que é esse tipo, olha, eu até consigo pagar essa dívida, mas eu vou precisar renegociar a dívida e talvez aumentar o meu lucro. Aí vocês perguntam, mas como que uma empresa aumenta o lucro? Mas como que uma empresa aumenta o lucro, Sushi? Então, ela vai ter que fechar estúdios, demitir funcionários. Porque quando você entra no processo de insolvência, dificulta ainda mais o crédito, porque você fica meio que mal visto, né? Tipo, quando tá pagando dívida, eu não vou emprestar dinheiro.

Então tem que mostrar que você tem números muito bons. Exato. Então, se eu já entrei nessa situação porque um banco não me emprestou dinheiro,

vai ser cada vez mais difícil de conseguir isso. Então a gente vai precisar o quê? Aumentar o lucro. Então, por enquanto, eles não estão num processo de falência, eles estão num processo de calma aí, vamos ver isso, eu ainda vou te pagar. É, dito isso, quando empresas, especialmente de videogame, entram em processo de insolvência, é bem raro conseguir se recuperar, assim, o que a gente tem aí... Se solver. É, o que a gente tem de casos como esse, o da THQ, por exemplo, não conseguiu se recuperar da mesma forma, né? Foi picotada, vendida em partes para os maiores pagadores.

Lá, muitos anos atrás, a Midway foi a mesma coisa. Tem seus pedaços vendidos e tal. Então, as perspectivas não são muito boas. Aí, as informações, o grosso que eu queria trazer pra vocês é agora. Por quê? Pô, se essa empresa, ela quer tentar aumentar o lucro dela pra ela continuar existindo. Sendo que ela tem vários jogos anunciados pra esse ano. Vamos falar dos jogos. Que empresa é essa? Tinha ano passado, eles lançaram o quê?

Então, é eu entrar nisso agora. A Nakon, ex-Big Bang Entertainment, agora a Nakon, deu uma de Embracer no final da década anterior e comprou uma galera.

Hoje em dia, a Anacom SA tem 15 estúdios, André. O que é muito louco, porque em 2020, o número de funcionários era de 430 funcionários em 12 estúdios. Ela comprou mais 3 de 2020 pra cá. São 12 estúdios pra 430 funcionários. É tudo estúdio pequenininho. É, ela se especializa em jogos Double A, né, basicamente. Exato. Ela deu uma de Embracer no final da década anterior e saiu comprando um monte de estúdio. E a média de funcionário era tipo 35 funcionários pro estúdio. Então são jogos de baixa investidão.

que a gente já sabe que é algo hoje em dia que não tem se pagado muito, por isso ela já tava numa situação de precisar de um crédito pra pagar empréstimo e esses negócios todos, que a gente tá vendo que o mercado do Oboe hoje em dia não tem vingado muito mais. É, e além disso, ela tem tido alguns sucessos, né, tipo o Robocop, né, que lançou há uns dois anos atrás, foi a Nakon que publicou, mas ela tem alguns grandes fracassos também, né, tipo o jogo do Gollum é a Nakon, né. Porque eles compraram a Daedalic depois de 2020, foi tipo,

2022. É que a Daedalic é um estúdio com histórico muito bom, né? Estúdio de Depônia e outros jogos. E aí bastou um jogo desastroso que foi o do Gollum pra eles fecharem. Mas ele não vendeu nem de meme, não? Ah, mas não o suficiente. A Daedalic ainda existe como publisher, né? Mas por causa do fracasso do Gollum, eles fecharam a parte de desenvolvimento, demitiram a galera e tal. Que foi um dos estúdios comprados, né? Mas só passando rapidinho pelos estúdios, que eu queria falar isso porque são os estúdios que vão ser visados pra ser fechados em breve, imagino.

Nós temos a Big End Studios, que faz jogo de bicicleta, de corrida de bicicleta. Não é corrida de bicicleta, né? É tipo... Como é aquela corrida na França lá? É o... De descer montanha? Não, é que tem um... Tipo uma maratona de bicicleta famosa. Que o moço... Tour de France. É tipo isso. Ela faz uns jogos de bicicleta nesse sentido. Tipo um simulador de bicicleta e de corrida séria, pra quem se importa. Criature Studios. Tem a Cyanide, que a Cyanide tá separada já em outros estúdios, que é a... Antes da Cyanide e Happiness, né? Isso.

É a Amusement Cyanide Rogue Factor, que fez o ano passado, André? Harry's Us. Harry's Us. Foi um dos jogos publicados pela ANACO. A Big Bad Wolf. A Cyanide, hoje em dia, ela também faz o jogo de bicicleta e faz o... Talvez junto com essa outra empresa aí que você citou. E faz a série Styx, né, que você lançou ou vai lançar. Lançou agora no começo de fevereiro, no meio de fevereiro. Que é a série Stealth do Goblin. Exato. Uma série que começou numa parceria da Cyanide com a Spiders. Spiders.

Spiders que o Rafa deve conhecer, hein? De Gridfall. Gridfall. Ah, sim, sim, sim. Que o 2 tá pra sair esse ano. Tá pra sair, é. Tem vários jogos ainda pra sair da Anacom, né? Muito. Tomara que saia. E o Spiders fez aquele Steel Rising também. Sim, fez Steel Rising, fez Technomancer. Isso. Tem vários. Mas só terminar na lista rapidinho. Tem a Star Games, Midgar Studios, Neopika. A Anacom Milan e a Echo Software. Todos esses estúdios, no geral, fazem uns jogos bem baixa renda.

Sendo a melhor das hipóteses. É, uns double A. É, e ela... Pequenos, né? Exato, e ela publica muitos jogos de desenvolvedores franceses também. Então, por exemplo, por muito tempo ela publicou os jogos da Frogwares. Ela publicou alguns. Sim. Inclusive tem tretas legais envolvendo aí a Anarka e a Frogwares. Ela publicou o último jogo do Frederic Reynal, que é o criador de Alienware Dark, aquele Tio Dark. Então, assim, eles têm muitos jogos franceses no catálogo.

E é foda porque os jogos franceses estão em alta, né, Steve? Ou supostamente. É, e sabe o que é o foda?

Não sei se deu certo. Mas todo mundo tá assim, e agora, França? O que vai vir em seguida aí? Será que é foda? A Nacon, que a gente tava falando, tem vários jogos anunciados pra esse ano. E eu fui dar uma olhada nos jogos, todos parecem legais. Aí, fica perigando de... Será que eles não vão sequer lançar? Será que eles vão ter que ruxar agora o jogo pra lançar o quanto antes? Que o estúdio, sei lá, vai lançar e fechar? Alguns são publicados.

Deixa eu pegar um deles aqui pra vocês, só pra vocês saberem dos jogos que eu tô falando. O Astro Bot não era francês, gente. O diretor...

O estúdio é francês. É, o estúdio é um... É um estúdio japonês. É sediado no Japão, é. Exato. Ó, eles têm pra lançar esse ano ainda, a Nakon, é de estúdios deles. Tem Cthulhu, The Cosmic Abyss, que vai ser um outro Cthulhu... Vocês devem lembrar. Eles têm vários, né? É, que tem um outro Cthulhu que eles lançaram, foi a Cyanide com a Nakon, que eu falei, a Nakon é dona da Cyanide, que fez aquele Cthulhu do PS4 de uns quatro anos atrás. É, o Cthulhu Cthulhu. Cthulhu Cthulhu, isso, que não é muito bom. Não é bom.

também com a Frogwares eles fizeram aquele de Sinking City, né? Que foi a que deu a treta com a Frogwares. Frogwares. Esse daí chegou a sair? O Sinking City. O Sinking City saiu. Saiu, deu outras tretas e tal. Eles têm anunciado pra esse ano o The Mound, que não é a first party deles, mas é um jogo que eles estão financiando pra AC Team, o estúdio chileno, que faz muitos jogos interessantes, pelo menos. Jogos bons a gente pode discutir, mas sempre jogos muito interessantes. E esse The Mound... Mound é...

Não, é de um monte. Ah, tá. Ele é um jogo co-op. Quatro jogadores online. Meio Cthulhu, terror. Ele não parece ser de partidas especificamente. Ele pareceu interessante. E pra ACT é um jogo curiosamente sóbrio e normal visualmente, mas bonito, tecnicamente. Tem o Edge of Memories, que é uma sequência do Edge of Eternity, eu acho. Que é aquele RPG, JRPG francês. Olha só. Que saiu pra Game Pass.

Ele lançou direto no Game Pass há uns 2, 3 anos atrás. Que eu vi muita gente falando que ele era bacaninha. E esse Age of Memories vai ser meio que a sequência. E pô, ele parece que tá bem grande. Tipo, você vê as animações em cutscene assim. É meio durinho e tal. Mas... Um jogo muito bonito e parece legal. Combate em tempo real e tal. E tem um jogo de corrida que é o Endurance Motorsport Series. Mas a Naka não vem de bom história com o jogo de corrida, né?

Porque eles lançaram no passado o Test Driver. Ah, a série Test Driver é deles. Que eles pegaram da Atari, né? O jogo... Nossa, você vai ver no Steam. É tipo... Só negativo. Super negativo.

o jogo e tal. E pô, tem uns jogos que parecem legais. Saiu agora o Sticks, né? Que nem ele tava falando. Saiu já? Saiu. Eles tinham um evento agora pra março, eles deram uma adiada, né? Pra cuidar dessas questões aí, onde eles iam mostrar muitos desses jogos e tal, mas talvez data da maioria. E, não sei se por causa disso, tudo da Nakon no Steam, fora lançamentos recentes... Ah, promoção gasta. Não, 80, 90% de desconto. É, precisa de dinheiro, né? Não, tipo, eu comprei a trilogia, não, Sticks 1 e 2, cada um por

2, 3 reais hoje. Carai. Tem gente no chat que não conhece. Sticks é uma série que veio de outra série. Of Orcs and Men. Isso. Mas é uma série de jogos de stealth que você joga com o Goblin, que chama Sticks. Exato, é. E aí com esse Goblin você vai ser escondido e matando as pessoas. É um jogo 100% stealth que eu não joguei, mas eu ouço muita gente elogiando. Mas sua filha jogou. Exato. Eu ouvi muita gente elogiando, tanto que eu tava animado pro Sticks. 3. 3 agora em fevereiro, só não consegui uma chave dele pra jogar. Mas ele parece legal e tá bem elogiado.

na verdade é uma logística. É, a série é belogiada. Ela tem o seu público. Tem, tem. E o seu pai que era fã de Sticks. E sabe o que é o foda? De Lilo e Sticks. É capaz de não ter um próximo Harry's Us. E é um jogo super promissor, que eu tenho problemas com ele, mas um mundo super interessante. É aquele tipo de jogo que você consegue ver a continuação, sendo uma versão melhorada em todos os aspectos. Porque o primeiro foi uma tentativa de fazer algo diferente.

E pô, já achei maneiro o primeiro. Já tendo o mundo base, a mitologia e tudo mais. Pô, dois seria

foda e agora é capaz de nem ter. Triste. É, vamos torcer pra que dívidas sejam pagas aí, né? Bancos emprestem dinheiro. Liberem crédito. O negócio que eles vão fechar todos os estúdios. É, é foda. Mas não é o único estúdio perigando demitir, né? Tem estúdio, Rafa, que inclusive já vai demitir mesmo. André, você chama de demissão. Eu chamo de uma reestruturação pensada no longo prazo. Ah, então tudo bem. É. Pra agilidade,

né, aquela coisa toda. Exato, mas olha só, André, você sabia, André, que lançou Jogas a Service, um jogo como serviço de skate? Eu sabia, eu sabia. Você lembra, Rafa, o que foi o fenômeno do hashtag skate há uns 10, 12 anos atrás? O skate que era com 4 no lugar? Isso, skate 4, né, na época, que era pra encher a EA de tudo que ela postasse, todo mundo fludando a hashtag skate 4, skate 4, pra eles fazerem um novo skate, e aí, tal qual a pata do macaco, o novo jogo da franquia skate veio,

um jogo de serviço. Exatamente. O estúdio que faz o skate é o estúdio que se chama Full Circle, que é o estúdio da EA. É, foi formada pra isso, basicamente. Exatamente. E ela declarou agora, nos últimos dias, que rolarão altas demissões no estúdio, depois aí das reações mistas que o Game as a Service teve, né? É, que ele lançou com até bons números, assim, né? Mas o jogo lançou, primeiro, com muitos problemas técnicos mesmo, né?

Eu acho que foi até parte do sucesso dele, porque virou meme muito forte os bugs dele. Mas às vezes vira meme o bug, mas ninguém compra o jogo. Olha o Minds Eye. Ele é grátis. Ah, é verdade. E eu acho que essa é a parada. Então, mas aí você entra, joga, acha engraçado e não compra nada, entendeu? Mas eu tava vendo muita gente dando chance por causa disso. Gostando? Exato. O começo do jogo deu muito certo. Os números foram muito bons. Mas realmente, não o suficiente.

pra manter essas pessoas jogando. Especialmente assim, né? No começo, antes do jogo lançar, inclusive, eles disseram que eles não iam ter... Toda a monetização do jogo seria cosmética. Até aí tudo bem, né? Só que bem agressiva, né? Então, pra quem se lembra aí, deles cobrando 35 dólares numa skin do Dead Space lá, do Isaac Clarke. Caralho! 35 dólares! E era uma skin feia ainda. O problema é que agora, né? Anunciaram a terceira temporada e já vieram com papo de que, ah, vai ter uma ilha nova que pra acessar vai ter que pagar.

hein, galera. Então já começa a voltar atrás no que eles disseram antes e tal. E que é aquela estratégia, né? Tipo, já que a gente não consegue crescer a nossa base de jogadores, vamos meter a faca em quem já está com a gente, né? Tem que, né? Tem que torcer quem tá ali. Mas, André, o anúncio oficial da Full Circle era que eles estariam se transformando como um estúdio para melhor suportar, a palavra suportar também pode ser assim, apesar de ser um anglicismo, tá? Mas para melhor sustentar o futuro a longo termo do

skate. O jogo, no caso, não o aparato de locomoção. É verdade. Eu vou ler, André. Enquanto tento traduzir, o que é sempre difícil. Sempre dá certo. O statement. Nossa, saca. Tá uma... Os dizeres. Declaração. A declaração certinha que o estúdio fez. Desde o lançamento em Early Access em setembro, dezenas de milhões de vocês pisaram em Sam Vanterdam. Vansterdam. Vansterdam. Tem S.

Wannsterdown, que é a cidade do jogo, o skate. A sua paixão, criatividade e feedback reenforçaram a nossa crença no que skate pode se tornar. Reforçaram. Eu falei reenforçaram. Falou reenforçaram. Reenforçaram. Você falou reenforçaram. É Reensteam para reforçar. Enquanto skate continua a evoluir, nós estamos nos transformando como um estúdio. Estamos remoldando a Full Circle para melhor apoiar o futuro a longo termo de skate.

e focar o time em coisas que realmente importam para a maioria de vocês. Em coisas que importam para a maioria de vocês. E fazer essas coisas? Bem, algumas dessas mudanças significam fazer mudanças no nosso time, na estrutura. E alguns papéis serão impactados. Nossos colaboradores afetados são colegas talentosos e amigos que ajudaram a construir a fundação de skate. A criatividade deles e a dedicação estão profundamente enraizadas no que os jogadores experienciam hoje em dia. Por isso vamos demitir tudo.

deles, e nós estamos comprometidos para apoiar eles por essa transição, para o olho da rua. Termina com, estamos ansiosos para trabalhar com você, jogador, enquanto nós movemos mais rápido. Uma agilidade aí, agilidade. Exato, ouvimos mais aproximadamente, mais próximos, entregamos mais constantemente para todos vocês. Agora, eu queria entender assim, por que demitir as pessoas vai ajudar a focar melhor no futuro a longo termo do skate, André? Porque é menos gasto, né? É, vai gastar menos dinheiro.

Mais ágil, né? Maior agilidade. É isso aí, é por aí, né? Economiza um dinheirinho aqui, um dinheirinho ali. Mas como? Eu vou demitir todo mundo. E aí o futuro a longo prazo tá garantido. É isso. Aí bota lá, tipo, meia dúzia de cara que vai fazer skin por 30 dólares cada uma. O mapa por 50 dólares. E isso sempre dá certo, né? Sempre dá certo. Só que a gente é campeã. É a estratégia vencedora. Sim, sim, sim. Não é tipo, já desistimos desse projeto, mas vamos ver se a gente consegue tirar um pouco mais de dinheiro de quem já tá muito investido.

investido aqui por ficar lançando skin de 40 dólares. E a ilha. E a ilha. E a ilha. E mapas. E, tipo, essa ilha, inclusive, é, tipo, uma releitura da parte de tutorial do jogo. Então, não é nenhum lugar 100% novo, assim. Nossa, bacana. É muita safadeza. Safadeza oculta, mas nem tão oculta, assim. É curioso, porque, tipo, assim, gente, Game As A Service já é muito difícil de emplacar, né? Especialmente um num formato que não tá provado, né? Assim, né? De skate. E eu acho que skate já é um jogo de nicho, já. É.

E normalmente Game as a Service precisa ser muito massivo pra se pagar. O foda é isso, que é legal que eles tenham arriscado num formato que não existe muito, não tem outro, até onde eu sei, Game as a Service nessa escala de um mundo de skate, que é jogar multiplayer com todo mundo. Então, pô, interessante. Me desanima, eu preferiria um jogo de skate mais na vibe do Skate 2 e 3. Um jogo fechadinho, um jogo premium. É, muito mais.

passo aí, né? Corrido esse risco. Só que o foda é que, como a gente tem visto, né? É um tipo de jogo que se não dá absolutamente super certo, astronomicamente, nos primeiros meses, o jogo não dura nenhum ano, né? E é isso que a gente tá vendo. Tipo, o jogo lançou em setembro, né? E agora março a gente já tá vendo notícias de demissões e de tipo, eles não disseram, mas parece que o jogo vai entrar naquele modo de suporte, assim, onde não vai vir grandes novidades, grandes atualizações, mas a gente vai só manter o jogo. O que?

faltar coisinhas pequenininhas aqui e ali. E eu acho tão triste, porque é tipo, o jogo, ele fica em cuidados paliativos, né? É, é isso. E tipo, eu, por exemplo, eu não tenho vontade nenhuma de entrar num jogo desse pra gastar o meu tempo e o meu dinheiro pra um jogo que vai sumir, sabe? Que eu não vou conseguir acessar esse conteúdo depois. Sim, sim. Né? Sei lá. É muito triste. Tudo isso é muito triste. Mas sabe o que é muito triste mesmo, André?

O que é muito triste mesmo? Que no final dessa notícia eu me lembrei do negócio que eles falam aqui, né? Que a EA, né? Que é a detentora aí de skate. Você sabe que ela tá atualmente no processo de ser comprada, né?

55 bilhões? Sim, pelo fundo de investimento da Arábia Saudita. Que louco, eu tinha esquecido disso. Como assim? Eu tinha esquecido que a EA tava sendo comprada pela Arábia Saudita. Eu espero que não dê certo. Mas vai dar. Já deu, né? Não. Não tem o que fazer. Já deu, já deu. A gente já passou por esse processo já. De ver se vai dar e deu. Esse luto, né? O Strauss perguntou, já lançaram? Não, 1.0, né? O skate tá em early access ainda, né?

Mas... O aparato. Nunca sai. É, bom. A versão full do skate, André, vai ter um volante?

A versão full, quando eu subir nela, eu não vou cair. É verdade, exato. Tô esperando... É, file de design, né? É, file de design. Com certeza. Mas temos pessoas saindo também, Tengo, da dona Ubisoft, que também passou recentemente por uma reestruturação para se tornar mais ágil, dentre outros adjetivos aí. A gente falou sobre isso, né, há um tempo atrás aqui no Vértice, da reorganização da Ubisoft naquelas casas criativas, né?

Pois é, se tem uma empresa que tá bem, assim, tá muito estável, muito bem da vida, assim,

Ah, sim. Um futuro brilhante pela frente. A gente tem falado dela nos últimos programas e nos últimos meses. Ela passou por um processo grande de reestruturação. A gente viu, e falamos mais recentemente, na divisão dela das casas criativas. Cada casa criativa vai cuidar de um grupo de projetos dos mais importantes para os menos importantes. Passando por Assassin's Creed, o jogo do Tom Clancy. A casa número um, que é o Vantage Studios, que é esse que tem o investimento da Tencent, é justamente o da franquia.

que é a mais importante deles, né? Sim. Rayman, que é Assassin's Creed. Sim. E aí, eu acho que a última coisa que a gente falou sobre a Ubisoft, né, no meio dessas reestruturações, é que eles cancelaram, foram seis projetos, né, eu acho que eles cancelaram. Foi quando a gente falou do Principal Pass Remake e tal. Do Principal Pass Remake e tal, né, que foram desses projetos cancelados. Sands of Time, no caso, né. E ela não parou de sangrar ainda, né, porque mais recentemente ela perdeu o diretor do Assassin's Creed X, né, que é esse projeto do Assassin's Creed, que estava anunciado desde 2022, que era um projeto que ia demorar pra sair ainda,

O anúncio dele foi mesmo na mesma época em que anunciaram vários projetos de Assassin's Creed, né? Incluindo Shadows. Incluindo Shadows. Que se sente, né? Que já tinham falado, ó, a gente tá anunciando agora esse X, mas ele vai demorar pra sair. Ele vai ter uma outra pegada, vai ser uma coisa até mais survival horror, vai ser uma... Temática de bruxaria. Temática de bruxaria, né? Império... Fim do Império Romano. Sacro Império Romano Germânico, aquela coisa toda, né?

Sim. Eu lembro dos rumores na época, vem dele como se fosse, tipo, ó, ele vai ser tipo o que Assassin's Creed Origin foi na época.

Ele vai editar a próxima geração de Assassin's Creed. Ia ter essa coisa nova mesmo. Fugir do que estava sendo feito Assassin's Creed até então. E não vai ter mais então? Não, vai. Vai, vai. O que aconteceu é que esse cara, o Clint Hawking, ele informou-se numa reunião interna da Ubisoft que ele estava saindo do projeto e da empresa. Ele foi saído? Ou ele saiu porque quis? Ele saiu porque quis, não? É, eu acho que o que está acontecendo é que está tendo essa reestruturação e mudanças de liderança. Então, por exemplo,

esse Mark Alexis Coté aí, que era o líder de Assassin's Creed até então, até antes de rolar essa reestruturação, que inclusive é um cara que começou a comandar Assassin's Creed lá por volta de 2021, 2022, quando uma galera da liderança da Ubisoft foi demitida por causa das acusações de assédio e tal, sendo que o Alexis, o Mark Alexis Coté aí também foi acusado mais de liderança tóxica e tudo mais, ele conseguiu se manter e virou o líder da franquia, o chefão de Assassin's Creed.

Creed é lá dentro. Ele saiu e tá processando o Ubisoft agora por uma saída forçada, porque ele diz que ficaram esperando ele sair numa situação que ele não tinha muito o que fazer, assim, né? Então ele... Colocou ele no quartinho da demissão. Colocou ele no quartinho da demissão. No quarto branco. Porque eles queriam que ele tomasse um cargo que era inferior ao cargo que ele tinha atualmente, porque eles pegaram esse Vantage Studios e colocaram como líder desse Vantage Studios um cara do Ubisoft Montreal

o sobrinho do Yves Guillemot. Ah, teve isso, né? Então, tipo, o Yves Guillemot colocou o sobrinho dele pra ser chefe desse Alexis Coté aí. Mas é um sobrinho que ele é muito inteligente. Você precisa de vender. Ele mexe nos computadores assim que eu fico bobo. E aí deram pra ele a opção. Ou você sai ou você vai ser demovido, né? Vai perder o seu cargo aí em importância. Antes ele era o chefão do Assassin's Creed e falava direto com o Yves, com a presidência da Ubisoft e tudo mais. E agora ele ia reportar a esses dois chefes a mais. Ele falou,

não, nem fudendo, então saiu. E aí ele tá processando a Ubisoft por ter sido saído no ponto de vista dele. E o que aconteceu com o Clint Hawking parece que é algo por aí também, né? De tipo, sei lá, não quero trabalhar nessa estrutura, né? A gente não tem muita informação, na verdade, né? É, sim. Só falaram que foi que avisaram, mandaram avisar da galera no dia, assim. É. E aí o projeto vai continuar e quem vai tocar agora vai ser um tal de Jean Gadsden, né? Que ele é o novo chefe de conteúdo pra Assassin's Creed.

E ele tinha dirigido Assassin's Creed Origins e o Black Flag, né? O próprio Hawking, ele tá no Ubisoft desde 2001. E ele dirigiu Splinter Cell Chaos Theory e Far Cry 2. Ele saiu de lá e depois voltou em 2005 pra dirigir o Watch Dogs Legion, que é um jogo que ninguém gostou. Mas assim, todos os jogos... E assim, ele dirigiu o Splinter Cell Chaos Theory, mas ele trabalhou em Splinter Cell desde o primeiro. E ele era um cara muito de sistemas, assim, né?

Então, o Far Cry 2, por exemplo, né? Muita gente elogia como um Far Cry campeão aí, né?

interessante, apesar de não ser dos melhores, porque ele tem sistemas muito interessantes, né? O sistema de propagação de fogo dele, o sistema... De malária. É, o sistema da malária, o sistema de acampamentos e armas que ele tinha era diferente pra época. O próprio Superinter Cell, né? Ele, especialmente a partir do Kill's Theory, ele toma ares aí, muito de quase um immersive scene, né? Da quantidade de possibilidades que você tem de como fazer as coisas, possibilidade de gadgets, de comportamentos de inimigos e tal. Ele gosta muito dessas coisas dos sistemas. E aí, no Watch Dogs Legion,

Tentou fazer isso, né? Com o lance de que todo o NPC é jogável e tal. É um jogo super interessante. Não joguei, mas a minha filha, minha sobrinha jogou e não achou muito bom. E aí dava pra, assim, esperar pelo menos um jogo interessante, talvez, do Assassin's Creed Rex. E aí fica essa dúvida de se, tipo, ok, o jogo vai continuar, mas eles vão mudar muita coisa, eles vão deixar o Assassin's Creed um pouco mais seguro, né? Não se dá pra saber.

Considerando que ele nem tinha data de lançamento ainda, nem nada, né? A gente não viu literalmente nada sobre o jogo, tirando o logo. Não, a gente viu um teaser.

uma cutscene da floresta não tem screenshot não tem nada de gameplay não sabe o protagonista não sabe quando vai sair não sabe nenhuma informação mais concreta sobre o jogo que a gente tem então agora assim com a saída do Clint vai saber agora o que ele vai fazer

vai acontecer, né? Será que vai ser rebutado, né? Sei lá. Ah, acho que não, André. E, assim, teoricamente, ainda existem vários Assassin's Creed em produção na Ubisoft, né? O próprio Yves Guillemot já falou sobre isso, falou que é uma das franquias principais pra Ubisoft hoje em dia, né? Junto com Far Cry e tal, mas vai saber, né? E Tonic Trouble? Mario Rabbids. Queria eu que eles dissessem mais. O último não vendeu o suficiente.

Eu achei o moço saiu, né, da Ubisoft também, né? Saiu. O moço que fez os Mario Rabbids. Ele tá fazendo o jogo do guaxininho lá, sabe? Ah,

Ah, é, do coxinim, que é vários estilos misturados num só. Ah, pois, esse jogo parece legal. Alguma coisa The Badger. Nome próprio The Badger. Nome próprio The Badger. Nome próprio The Badger. Billy The Badger, não é Billy. Queria que a Nintendo continuasse fazendo algum XCOM de Mario aí, então, porque deu muito certo. Os jogos são muito legais de jogar, muito, muito, muito legais. É isso, então, né, dos rumos recentes da dona Ubisoft.

avante, né? Sempre vistosa. Bradley the Badger, muito obrigado. Sempre trazendo as melhores novidades da Ubisoft. Agora, pra encerrar aqui o nosso bloco de notícias, nós vamos passar rapidinho pelo cantinho dos rumores. Eu peguei um apanhado aqui de alguns rumores que estão circulando esse mundo mágico da internet, Rafa. Você quer trazer pra gente o primeiro aí? André, uma rede da Inglaterra chamada Everman Cinema listou o filme do Super Mario Galaxy, né?

O filme do 2? O que você quer dizer como uma rede? Uma rede de cinemas, não é? Ah, uma rede de cinemas, ok. Você só falou uma rede. Uma rede de deitar pra dormir? Poderia ser uma rede social. Pode ser uma rede de TV. É uma rede de cinema. Mas listou o filme do Mario Galaxy e botou o plot, né? Tipo, ah, um textinho. Um testículo. Um testículo. Só que aí, o plot que eles botaram, André, é assim, ó. Depois de derrotar Bounds, eles salvaram o Brooklyn. Mario enfrenta o Wario e Bouncer Jr. A aliança maligna de Wario e Bouncer Jr.

Júnior. E outras coisas, né? E aí tu falou, o Wário? Mas não mostrou o Wário em lugar nenhum. E aí ficou, vazou. Caralho! Vazaram! E aí, André, eu tenho duas hipóteses pra esse rumor, tá? Que vai ter o Wário no filme do Mário. Esse rumor pode ser, André, ou falso ou verdadeiro. Aí você hablou muito mesmo. Foda. E aí, André, se for verdadeiro, é o quê? Essa rede, por algum motivo, essa rede da Inglaterra tinha acesso a esse sinopse e postou sem querer mais cedo.

E a sinopse não vazou em mais nenhum lugar. E aí, se for falsa, André, o que eu acho que foi é... Queriam engajar. Não, André. Alguém pediu pro ChatGPT escrever a sinopse. E ele inventou alguma coisa, porque ele brisa sempre pra fazer a sinopse. Pior que hoje em dia é isso mesmo, né? É, porque ninguém escreve mais hoje em dia, André. Ninguém escreve mais. Você manda o ChatGPT fazer, o ChatGPT escreve qualquer merda, e aí pronto. Foi isso. Caramba. Lê de novo pra mim, pra ver se tem uma vibe ChatGPT.

Agora, junto com seus amigos Yoshi, eles têm que parar os planos dele pra dominação mundial. É meio vago, né? Não dá pra saber ao certo, né? Se a gente ia perder ou não. Se citasse três coisas, se tivesse um travessão, se falasse não só isso, mas como isso, aí dava pra saber um pouco melhor. Mas às vezes falou sucintamente. Mas, assim, eu gostaria de ver o Ario, o Aloysio. Que ator faria o Ario, hein? Danny DeVito? Não, não. Eu ia falar o Danny DeVito.

ser o... Fala que Chris Pratt já é o Chris Pratt do mal. Tem que ser o Chris Pratt do mal. É o Seth Rogen. Isso. Não, mas é de Eldorado e Con. Eldorado e Con, é verdade. Todas as pessoas famosas já estão fazendo alguém. E o The Rock? The Rock já é alguém? The Rock já é alguém, é. Vin Diesel. Vin Diesel. Se Danny DeVito for o Wario, o Willem Dafoe seria o Waluigi? Pô, ia ser foda, hein? Olha, seria muito foda. Gerald Leto, porra.

O Robert Pattinson e o Waluigi. O Wagner Moura. Pior que o Wagner Moura mandou bem, dublando o Lobo lá, né? É verdade.

Muito, muito bem. Mas... Próximo rumor, André. Próximo rumor. Rapidinho, né? A gente falou. Próximo rumor, Tengu. Vamos lá. Próximo rumor é que estão fazendo o Wolfenstein 3. O jogo? O jogo, né? A continuação do jogo. Eu não lembro qual ano saiu. 2016. 2016, caralho. Foi antes da gente sabe jogabilidade. Que loucura, né? The game, the sequel. Então, teoricamente, estão fazendo, né? Já tinha um papo de que depois que terminou o Indiana Jones, a Bethesda,

3, né, mas agora tem rumores novos, né, que uma chamada pra atores, né, teria colocado aí, através dessa chamada pra atores, teria havido a informação de que ela tá trabalhando em um novo Wolfenstein pra um tal do projeto que o código de nome é Valkyrie, com o mesmo diretor de casting que trabalhou em outros jogos da Machine Games. Teoricamente, né, enquanto o que tem nessa notícia é que vai ter uma personagem nova chamada Sofia, né, e eles vão começar a captura de performance em abril e com mais filmagens marcadas ainda esse ano, né, pra mais tarde nesse ano,

até 2027, o que quer dizer que talvez, provavelmente, o jogo já esteja em produção total. É, e essa personagem, ela seria tipo uma, sei lá, uma órfã, e aí ela, tipo, vai ter momentos pai triste, e ela vai ser meio que adotada pela rebelião, assim, e aí você vai ver ela crescendo na rebelião e tal. Sim. Então é isso aí. O Offenstrain. O Offenstrain. Supostamente em desenvolvimento. É um jogo que quando você ouve... Ok, faz sentido, a história não está completa, né? Claramente precisa de mais jogo, mas ao mesmo tempo...

vai ser desse jogo, né, quando ele sair? Será que eles vão capar muito? É que alguém falou, matar nazista ou como é que você vai... É, mas eu espero que eles consigam, né? Imagina um mundo onde o nazismo dominou tudo e é o maior país do mundo. Muito engraçado, né? Muito engraçado. A ficção é muito engraçada. Imagina. Mas eu espero que dentro da Microsoft, inclusive, né, que é uma empresa aí, né, com contratos governamentais, eles consigam falar. Sabe por que eu acho que vai dar pra fazer? Porque é aquilo, né, a

ela é... Não, não, não. A crítica ela é absorvida, exato. É que nem o filme da Barbie falando mal da Mattel. Entendi. Você acha que o ponto passa por cima? Não é nem que o ponto passa por cima, é que a coisa do mal absorve a crítica e não acontece nada. A crítica vira produto. A crítica vira parte do produto. Então, pra eles, pra Microsoft, há um joguinho falando mal de nazismo. Foda-se. Vai dar dinheiro? As pessoas estão hypadas? Mas a Ubisoft pensou um joguinho,

matar... É que a Ubisoft, ela tá tipo assim, caralho, se a gente se fuder mais uma vez, acabou, hein, galera? Pelo amor de Deus. Mas a Microsoft não? Não. O Xbox, no caso, tá? A Microsoft tá cagando pro Xbox, claramente, né, Rafa? Mas aí a Microsoft, o Xbox pode pensar, eita, a gente não pode se fuder mais. Não vamos mexer com o nazismo agora, que o patrão tá olhando. Eu acho que a liderança do Xbox nesse momento também tá com outras preocupações aí. Como é que eu vou meter IA nesse jogo de nazista?

Vai ter um nazista feito de IA. Exato. Você vai poder conversar com ele sobre coisas mais. Ah, André, ele vai ser tão engraçado. O jogo vai usar IA pra criticar IA. Ah, que engraçado. Que subversivos eles. Rumor. Próximo rumor é sobre o tal jogo misterioso, místico e elusivo de Cory Barlog, né? O diretor de God of War 2018. Que, vejam só vocês aí, né? Tem um rumor.

que está se espalhando e sendo corroborado por outras pessoas na internet afora, de que o próximo jogo que a Santa Mônica está trabalhando, supostamente fora dos remakes que estão sendo desenvolvidos por uma outra equipe dentro da Santa Mônica, seria um jogo dentro do universo de God of War, mas meio que um spin-off, assim, né? E aí isso vazou porque um ex-roteirista da Santa Mônica, montando seu perfil ali no LinkedIn, incluiu, né, que ele, dentro das funções dele dentro da Santa Mônica, foi trabalhar no roteiro desse jogo aí,

Jogo baseado no universo de God of War, onde... E aí ele não dá muitos detalhes, né? Ele fala que, ah, o meu trabalho foi criar personagens e trabalhar na construção desse universo, tananã, tananã. E aí, até aí, tudo bem, né? Ele poderia estar inventando ou, sei lá... Mentindo no currículo? Mentindo no currículo, algo que ninguém faria. Mas isso está de acordo com informações trazidas a nós por ele, que nunca erra, Jason Schreier, que disse que o novo jogo do Core e Barlog não seria uma nova IP, primeiro, né?

de que ele estaria trabalhando numa IP de ficção científica, uns anos atrás. Um jogo de fundação. É, esses rumores caíram por terra. E o Jesus Trey também comenta, quando ele vai falar desse rumor, que ele tá tentando, a Santa Mônica e a Sony estão tentando transformar God of War numa coisa meio Marvel, assim, no sentido de terem várias histórias do mesmo universo com protagonistas diferentes que um dia, idealmente, vão se conectar de alguma forma, assim, né? Pra impedir o Ragnarok. Ah, não, pera aí. E aí, quando isso saiu na matéria,

num site com pouca credibilidade, vamos dizer assim, o Nate The Hate, que é um insider com um histórico ok, né, errou bastante, mas acertou bastante também ao longo de sua carreira, ele confirmou que isso está condizente com o que ele ouviu sobre esse projeto, né, que é o próximo projeto aí do Corey Barlow, que era o universo de God of War, mas o spin-off, e acrescentou, aí entra, começa a ficar um pouco mais interessante, que seria um jogo protagonizado pela Faye, né, e aí, quando eu ouvi Faye, inicialmente, eu pensei, pera, a Freya,

que é a mãe do... Do Atreus? Não, pô. A mãe do Baldur, né? Não, não é a Freia. É a fake. Aí sim, é a mãe do Atreus. A mãe morta que começa o jogo morta e deixa as mãos amarelas pelas árvores te guiando ali. Mas, André, eu tô maluco? Ou o Corey, há 53 anos atrás, falou que o próximo projeto dele seria sci-fi? Então, esse era um dos rumores. Tinha esse rumor, eu acho que nunca foi dito pelo Corey mesmo. Na minha cabeça tinha.

Mas então não vai ser, aparentemente. Não, é... Quando o Jason Schreier disse que não seria uma nova IP, meio que cortou a possibilidade de ser... A menos que a Santa Monica estivesse pegando uma IP de outro estúdio, né? Fazendo um jogo, sei lá, de Ratchet & Clank, não sei. Portais da Yggdrasil levaram ela pro universo de Cyberpunk. Ah, sim, pode ser. Não, mas o que alguém falou, ah, sei lá, às vezes no universo de alguma mitologia, eles já estão numa tecnologia mais avançada e sci-fi, entendeu? Pode ser isso também. Pode ser um jogo com a feia,

a Laufey, né? Que lembraram ali o nome gigante dela. Onde ela... Me parece bem pequenininha, na verdade. Onde ela poderia estar num outro universo aí que poderia ser sci-fi também. Como é que é o nome da amiga do Arceus? Arceus? Arceus, não. Atreus? Sempre confundo. É a Angerboda. Ah, ok. Eu queria um jogo dos dois. Outro insider vindo o tweet do NateTheHate, que é o Special Nick, ele disse que além disso tudo, acrescentou mais uma informação ao rumor de que não só

Isso não é só um spin-off de God of War, dirigido pelo Corey Balog, protagonizado pela Faye. Vai ser um jogo com um combate mais Devil May Cry. Vai ser uma coisa meio... Mais Devil May Cry até do que o próprio God of War originalmente era ali. Que seria um estilo de jogo diferente do 2018 e do Ragnarok. O que me anima... Eu gosto do combate do 2018 Ragnarok. É foda que a última memória que eu tenho desse combate é de ficar enfrentando e muito frustrado com os inimigos superfortes do Ragnarok.

tipo, o equivalente que ele tem às Valkyries, esqueci quais são os inimigos. São os vikings. São os vikings, né? Mas na dificuldade mais alta? Não sei, o suficiente pra platinar, não lembro mais os detalhes. Então eu tenho um gosto amargo do combate de God of War, que foi a última experiência que eu tive com ele. Mas no geral... Não é bom, é bem bom. É muito bom, né? E eu acho que eu gosto mais do 2018 do que do Ragnarok, mas os dois são combates muito bons.

Então eu acho que eu boto fé aí na... E pô, eles fizeram, né? Tudo bem, outra equipe, outra época, mas a Santa Mônica tem um histórico de...

bons combates aí. E pra fechar, o último detalhe desse rumor é que esse jogo, supostamente, vai ser anunciado ainda esse ano, mais pro meio do ano, e aí entram as especulações de que talvez seja NASA Mega Game Fest. Agora, esperar pra ver. Daqui três semanas, quer dizer, André? Exatamente. Socorro. Não fala uma coisa dessa, Sushi, apesar de ser verdade. E esses são os nossos rumores do Cantinho dos Rumores e as nossas notícias do Cantinho das Notícias também. Vamos para os Jorginhos!

da semana, um raro caso, onde todo mundo jogou, exceto que o Rafael não jogou tanto assim. É. Mas, estamos aqui para falar dele Resident Evil Requiem. Mas, em minha defesa, eu não recebi antes do lançamento, igual certas pessoas... Mas, em nossa defesa, você tem acesso ao Playstation. Não tem, não. Tem. Assim como o Tengu. Não tem. O Tengu jogou da conta do André. Eu sei, mas aí ele tá errado. Eu não sou o André, como é que eu vou jogar da conta do Playstation?

Aí você não fez o mínimo que foi colocar a conta do seu Playstation. Não, não, não.

e dando outro jogo. Não, não, não. A sua, porque tá na sua conta. A minha, né? A minha, é verdade. Resident Evil Requiem, né? Esse jogo também é conhecido como Resident Evil 9 e que eu e o Sushi, vamos dar o... Spoiler? Spoiler aqui já, porque nós gravamos um queimando pauta sobre ele. Exato. Uou! Então, talvez, assim... Porque toda vez que o Resident Evil renasce, tem um vídeo no canal. Tem um vídeo no canal. E aí, a gente gravou o vídeo, né, Sushi? Uhum. E eu queria só passar aqui mais uma vez

a gente está... Vocês querem dar nota naval primeiro? Por quê? Não, inclusive, vamos deixar para dar nota naval só no Queimando Pauta. Não, tem gudado dele aqui. É porque assim... Eu não estou te entendendo, André. Está muito confuso isso. É porque assim, a gente gravou o Queimando Pauta, certo? Você não quer queimar pauta ou queimando pauta? Não, não. Eu gosto de Resident Evil Requiem, mas eu tenho muitas opiniões sobre Resident Evil Requiem. E eu sinto que eu precisava ficar lembrando as pessoas disso no vídeo.

Você tem muitas opiniões. Eu acho que eu fiz umas três vezes na gravação de gente, a gente tá criticando alguns aspectos do jogo, mas é importante lembrar que a gente gostou do jogo. Isso é muito importante, porque assim, a Capcom, e aí é foda porque eu sinto que eu tô repetindo o que a gente falou no Queimando Pauta, então desculpa. Mas você é uma pessoa, você é a mesma pessoa. A Capcom, ela tá numa fase muito boa, né? A gente fala disso sempre aqui, talvez seja a publisher de jogos tipo A mais interessante que tem atualmente.

Uma média altíssima, né? Mesmo quando ela erra, vamos dizer assim, com o Resident Evil 3 Remake, não é um jogo ruim.

Tipo, ele é decepcionante pra caramba em termos de um remake do 3, né? Ele é decepcionante em termos do que a gente esperava de um Nemesis atualizado e tal. Mas não é um jogo ruim. Nem de longe é um jogo ruim. E o Requiem é um jogo muito bom. Contudo, no entanto, ele é um jogo que, no frigir dos ovos, ele é um jogo decepcionante pra mim. Porque acho que com o que eles tinham na mão, com o que Resident Evil tem a oferecer, com o que esse jogo se propõe a ser, que é um novo capítulo, né? De uma nova história que não tá continuando.

sinceramente, a história do Ethan, né, e não é um remake que tem que estar preso a como os jogos antigos funcionavam e tudo mais, ele é um jogo que eu acho bastante desinteressante, na verdade, com uma história que pra mim é absolutamente sem pena em cabeça, assim. A história dele pra mim é de longe a parte que eu menos gosto e o lance que talvez seja diferente pra mim e pro Sushi aqui, é que eu me importo muito com a história de Resident Evil, né, eu me importo talvez demais com a história de Resident Evil e com esses personagens especialmente, tipo, eu gosto

muito desses personagens. O Leon, por exemplo, é um dos últimos personagens de videogame que só ver ele já me deixa feliz, assim. Eu fico empolgado de ver o Leon. Tipo, o Leon falando e fazendo, sendo heróico e salvando as pessoas e tal. O Leon conversando com a moça. Conversando com a Sherry. Isso, do Alck Talk. Isso. Não, mas tipo, tranquilizando a Grace de que vai ficar tudo bem. Ou é isso aí, Leon. Então assim, eu gosto muito. E aí ver o que eles trouxeram

Criaram uma história envolvendo o Leon e essa personagem nova, a Grace Ashcroft. E o que eles fizeram com isso, pra mim, foi bem decepcionante. Dito tudo isso, eu tô muito arrependido já de várias coisas que eu disse no vídeo, porque todo mundo tá amando o jogo, né? André, e daí? Mas você não é todo mundo. Mas eu não quero receber hate. Se todo mundo pular da ponte, você vai pular da ponte também. Eu não quero que as pessoas me xinguem, Rafa. Eu te xingo pelas pessoas.

A Capcom, eu acho que ela nunca investiu tanto em um lançamento de Resident Evil. Talvez o 6 foi o último que ela investiu muito. Porque tá com skin no Fortnite, tá com a Amiibo lançando direto no Switch 2 e tá bonito no Switch 2. Tipo, a impressão que tá com a campanha de marketing tá fortíssima. Tem campanha, o Leon tem uma Porsche e um relógio bolado. E alguma coisa aconteceu, não sei se foi a nostalgia, que eu até comento isso no vídeo. Eu quero ver agora.

o gameplay, os jogadores simultâneos, a diminuiu. Porque era o recorde da série, tipo, de quase 400 mil pessoas jogando simultâneo. Não, ele vendeu pra um caralho nesse time. Exato. Agora ele tá com 165 mil. O que, ainda assim, é maior que o pico de maioria dos jogos da série. É que o jogo é curto, né? O episódio já zerou, já. Sim, mas o negócio, o ponto que eu queria fazer é, eu não sei exatamente o que aconteceu. Não sei se foi só o retorno pra Raccoon City, o Leon de novo. O sucesso dos remakes.

Que vendeu muito, mas assim... E a campanha de marketing foi bem grande. O remake do 4 foi um dos que menos vendeu, desde o 7. Então, tipo, o sucesso dos remakes não quer dizer que seria garantido. Não seria garantido, mas é algo que traz atenção pro próximo que virá. Mas é que assim, que nem a gente fala no vídeo, desculpa, esse jogo foi feito quase que totalmente, assim, matematicamente construído pra agradar gregos e troianos, né?

que tem esse carinho pelo Leon e tanan, tanan. E o pessoal que começou a gostar, talvez, a partir do Resident Evil 7, a partir dos remakes e tal. E ele faz essa mistura, assim, muito bem, né? Ele traz meio que o melhor dos dois mundos num jogo só, misturado tudo junto ali, né? Mas, André, só não foi feito pra agradar quem gostava do Resident Evil de câmera fixa e controle de tanque, né? Ah, não, né? Porque esses dois já morreram de idade avançada.

Isso é verdade, é. E aí... Mas assim... Mas troianos são gregos. Mas... Até os Resident Evil de câmera fixa, né? Eu acho que...

Eles tiveram... Eles foram contemplados ali pelo 2 Remake e seus comparsas. Acho que eles conseguiram trazer muito dos atributos daquele jogo pra esses remakes. De qualquer forma, pra mim, Tengu, o que é esse jogo? O que é esse jogo? É. Como que eu vou definir o jogo? Ele é realmente uma coisa de, tipo, de você tentar entender... É o jogo que tenta provar que Resident Evil é tudo. Que pode até ser discutir. Existe discussão na fanbase do que, tipo, ah, o que é Resident Evil? É um survival horror? É um survival horror? É um jogo de ação?

uma coisa clássica, é uma coisa... É um esporte. É um esporte. É a ação exagerada do Leon. É você ter pouco recurso, pouca munição. E a resposta do 9 é tipo, é tudo, né? Ele é um jogo que é pra ser tudo. Ele é um jogo pra um público massivo, né? Sabe qual que é a questão disso? É que isso, pra mim, já era o Village, né? Você acha? Você acha que... O Village, ele é isso. O nome do nosso vídeo é isso. O Resident Evil Village é um great hit da série.

E ele é mesmo pouco, né? A única coisa que o Village não faz, e que é muito impressionante,

no Requiem, inclusive, é a mudança de câmera, né? Porque, inclusive, assim, eu joguei a maior parte respeitando a visão, né? De jogar com a Grace em primeira pessoa e com o Leon em terceira. E aí depois, mais pro final, eu fui capturar imagens, né? E eu troquei. Eu joguei um bocado com a Grace em terceira e com o Leon em primeira. E, assim, é impressionante o trabalho que eles tiveram, assim, em termos de interação, né? Tem animações únicas pra Grace em terceira pessoa.

Quando ela tá correndo, ela fica catando uns cavaco, assim. Então eles tiveram que

quase fazer, né, duas versões ali do personagem, interagindo, tem cutscenes, cutscene, cutscene mesmo. Muitas da Grace, inclusive, acontecem em primeira pessoa, algumas, né, independente de você estar em terceiro ou não, mas elas vão acontecer de um jeito fixo ali. Mas interações em game, assim, né, tipo animações específicas e tal, tipo um personagem mexendo num cadáver, por exemplo, puxando um cadáver, eles tiveram que fazer isso tudo duas vezes, eu acho impressionante.

E André, eu acho que isso daí, eu sei que eles fizeram isso pra agradar o público do set do WoW,

pra tentar agradar todo mundo e tudo mais, mas eu não seria ainda, tô no começo, mas o tempo do jogo me deixou um pouco, assim, triste, porque todo mundo tá falando que é muito rápido. É, ele é um jogo muito rápido. É duração de Resident Evil. Pra série Resident Evil, ele é até longo, na verdade. Tipo, o 3 é umas 4, 5 horas, sabe? O 3 é super curto. O 3 é muito curto. Mas o 2 não chega, eu acho, a 13 horas, por exemplo. Não, o 2 remake é tipo 8 horas.

Mas tem duas campanhas. Completamente diferente. É. Mas o 4 remake, por exemplo, eu acho que é o tempo bom.

longo. Não, o 4 original é muito longo. O 4 remake é um tempo bom. Sim, sim. Mas é que eles falavam da ambição desse Resident Evil Requiem, é porque você vai fazer um jogo que ele tem dois personagens e ambos controlam, tem uma versão em primeira e em terceira pessoa, é você fazer pelo menos dois jogos diferentes, né? Porque você fazer um jogo em primeira pessoa é muito diferente de você fazer um jogo em terceira pessoa. São detalhes e coisas de level design, de tudo que você tem que pensar diferente.

E fazer as coisas funcionarem nos dois, fazer as cutscenes dos dois. Eu tô jogando tudo em terceira

pessoa no momento. A Grace não se move igual um... Normalmente a gente vê, tipo, uma versão terceira pessoa de um jogo em primeira pessoa, sabe? Não. Ela é extremamente bem animada, ela realmente cai, ela bota as mãos nos lugares, ela, tipo, parece que o jogo foi pensado daquele jeito. A única parte que você fala, ah, primeira pessoa quando tem essas cutscenes que vai pra visão dela, assim, do nada. E em primeira pessoa tem coisas únicas que só acontecem em primeira pessoa também, assim, então...

E até que afetam o jogo mesmo, então tem muito trabalho. E, assim, mas uma coisa que

também tem essa distinção de sentir que são dois jogos em um, né? É que a campanha da Grace e a campanha do Leon, vamos dizer, né? Apesar de elas serem na mesma campanha ali, elas realmente parecem jogos diferentes. E aí, eu queria aproveitar que nós não estamos mais no embargo e falar pelo menos da estrutura do jogo, porque... É, o pessoal tá perguntando, a gente não vai dar spoiler de história. Não vai dar spoiler de história.

Mas eu queria falar pelo menos da estrutura do jogo, porque eu acho que, né, essa parte... É difícil falar do jogo sem falar disso.

Porque eu participei do Mothership semana passada, no lançamento do jogo, e o embargo era, só pode falar da parte da clínica. Que era o que a gente já tinha visto em preview, já tinha visto nos trailers. E não representa o jogo. Foi o que eu joguei no evento. E não representa o jogo. A gente não pode falar depois disso. E um, não representa o jogo inteiro, e é a melhor parte do jogo. Então, você falar que eu só posso falar da melhor parte do jogo, aí fica fácil. Meio que força a gente só a elogiar o jogo quase, sabe?

é o começo, e a melhor parte do 8 é o começo. Não, mas assim, isso é clássico de Resident Evil, todos. Dois remakes, três remakes, quatro, até o... Pior que é. Você falou do Village, porque o Village também é. Falei do... Falei 7 e 8. É, então. Então, isso assim, é muito, muito Resident Evil isso, mas nesse caso, ele tem um pedaço, né, porque assim, como que se dá a estrutura dele? Ele dá a primeira metade, e quase assim, matematicamente, né, eu separei o tempo dos blocos certinhos, quanto que eu levei, né, na minha segunda run pra passar cada bloco, eu juntei, quanto tempo

foi e tal, e eu vi quanto tempo, né, dá a cada coisa, assim, pra ver se essa sensação batia com a realidade, e o bloco inicial onde você joga com a Grace, ele é metade do jogo. Da clínica, você tá falando? É, até sair de Rhodes Hill, vamos dizer, intercalado com pequenas, e aí foco em pequenas interrupções do Leon, porque aí você joga um bloco de, sei lá, uma hora e meia, duas horas com a Grace, e aí você joga 10, 20 minutos com o Leon, né? São bem pequenas interrupções do Leon mesmo.

Depois que termina esse bloco da Grace, você não joga mais com a Grace. O resto do jogo é o Leon até um pedacinho final que você joga com a Grace ali. Então... Tem dois pedaços que você joga com a Grace. Com a Grace, um só. Dois. Tem a parte do esgoto e o final. Não, não, não. Depois que... Depois que sai de Rhodes Hill, eu digo. Mas lá é o Rhodes Hill? É, embaixo. É. Tem aquela parte que ela vira lobisomem também. É verdade, né?

Que vira um beat'em up o jogo. É bem interessante. O problema pra mim... E aí, jogando de novo e pensando no que a gente comentou, Sushi,

é muito isso, assim. Eu tenho essa teoria muito clara pra mim agora, que é, quando você chega com o Leon e o Raccoon City, que é o que eles já mostraram em trailers e tudo mais. Tela capa do jogo. É. Que, aliás, eu fiquei pensando, o tempo todo eu fiquei pensando nisso. Pô, seria tão legal não saber. Tudo. Nossa, tudo. Seria tão legal não saber disso. Não, assim, eles mostraram demais do jogo, assim. Nossa, cara. Ô, você, tem no trailer isso, não é spoiler.

Tipo, você visita a delegacia, a RPD lá do Resident Evil 2 e a mesma estrutura e não sei o quê. Pô, seria tão,

legal chegar lá sem saber de nada? Ia ser muito legal. Até o Leon, assim, tipo... Não saber que tem o Leon, né? O jeito que o jogo introduz o Leon é meio que fazendo um mistériozinho, assim. Pra quem jogou fica muito óbvio, que é a voz dele, né? Mas, tipo, mostra um cara andando assim, silhueta, daí mostra ele entrando num carro, você não vê o rosto dele. É só quando a Sherry chama ele de Leon que mostra o rosto dele de fato, assim.

Parece que foi dirigido pra ter um mistério ali, sabe? Só que, tipo, eu entendo, né, que tudo isso teve que ser...

jogado fora pra marketing, né? Eles precisavam vender o jogo. Só que sim, tipo, não saber que você vai pro RPD, não saber que você vai pro Raccoon City. Pô, no momento que eles falam que você vai pro Raccoon City, caralho, que seria muito foda. Aí aparece na tela, tipo, Raccoon City, pá! Tipo o control, né? Fecha a tela. É, exato. É, esses são os title cards, são assim. Isso. É tipo o control mesmo, é tipo letras gigantes, pá, na tela.

Tipo, o nome do personagem é onde ele tá. É. Então, não saber dessas coisas, né? Eu acho que acreditaria muito o jogo. E assim, o que eles mostraram,

de Rhodes Hill, assim, desse primeiro arco, vamos dizer, também achei que foi muito, muita coisa, porque, tipo, é foda porque a gente acaba tendo que ver tudo pra cobrir, né? Então, é aquilo, se eu não trabalhasse com isso, eu não veria mais trailer nenhum de jogo que eu sei que eu vou jogar, porque é sempre uma experiência melhor. Mas eles mostraram basicamente tudo de interessante que acontece em Rhodes Hill. Eles mostraram os três perseguidores, eles mostraram todos os zumbis especiais, praticamente, mostraram a cantora, mostraram a faxineira, o cozinheiro, mostraram

o cara que fica puto com barulho, tudo de especial praticamente que tem, praticamente, né, porque tem algumas exceções, mas dispostaram tanto, né, tanta coisa, e muito disso teria sido mais legal ver pela primeira vez. Mas o que eu ia dizer é que quando você chega em Raccoon City, é o pedaço mais longo do jogo e também o pior pedaço do jogo. É, eu achei o mais chato também. É, e eu acho que isso, porque assim, primeiro que é um lugar muito desinteressante visualmente, e aí você pode dizer, ah, mas é uma cidade devastada, é óbvio que ela vai ser desinteressante. Não,

porque o pedaço seguinte, também é na mesma cidade devastada, ele é muito mais rico visualmente. É uma devastação que enche os olhos, assim, sabe? É um level design muito mais interessante, muito mais divertido de você explorar. Enquanto que esse pedaço, e o Sushi falou isso, e pra mim essa é o meu fanfic oficial, esse pedaço vem do momento vazado por rumores que eles tentaram fazer um Resident Evil mundo aberto. Porque essa é a área mais aberta do jogo, né? Faz todo sentido, André.

quarteirão inteiro, assim, de uma cidade, né? Você pode ir entrando nos prédios e tal, e nada tem load, obviamente. E, assim, ela é muito desinteressante visualmente. Os corredores são todos feios e vazios, e a iluminação é sem graça. Nossa, e que é louco, porque nesse comecinho do jogo que eu tô, é lindo. Tudo é muito lindo. Eu tava vendo, assim, eu tava jogando na área, na primeira área do Leon, e vendo do lado um gameplay de alguém que tava na primeira área de World's Hill, pensando, esses dois não podem ser o mesmo jogo. Até, tipo, eu fui reparando, nessa primeira área de Raccoon City,

lugar onde o cabelo do Leon tá mais feio, tá mais os strands, né, os fios estão mais grossos, assim, porque não dá pra renderizar tanto e a gente sabe como que a range, né, ela é... É complicado para áreas grandes. Mas aí, né, ah, tô falando de partes visuais, mas não é só a parte visual. Se fosse só a parte visual e o gameplay fosse maravilhoso, seria ótimo. Mas eu acho que o que eles fazem com o Leon aqui é dar um Leon que ele é mais habilidoso e poderoso do que o Leon até do 4 Remake, porque o machado dele aqui

não quebra, né? Basta você recarregar ele com a animação curtinha ali e você já tem Perry Eterno de novo. E você afiar o machado é, tipo, ouvir dizer que, tipo, não, o machado ele é balanceado pelo fato de que você precisa parar e afiar o machado e você fica vulnerável, exposto. É literalmente recarregar uma arma. Cara, é muito rápido, assim, não faz a menor diferença. É mais rápido que escopeta, assim. É, é mais rápido que escopeta, exato.

Então é recarregar uma arma e você tem uma arma, assim, o machado, que dá Perry em tudo.

Parry em projetas, ele dá parry em golpes, ele dá, tipo, né? De zumbi, de monstro, de qualquer coisa, basicamente. E esse Leon, ele é colocado contra inimigos que são zumbis, assim. Tudo bem que são zumbis que são praticamente ganados, porque eles usam armas e eles não são tão lentos quanto os zumbis cambaleantes do 2, mas eles são aquele meio termo ali ainda, né? Eles não são tão agressivos, eles não são tão desafiadores e é um jogo que se contenta meio que com isso, tirando pontos ali onde você vai enfrentar uma criatura maior, né?

especial, ele não tem uma variedade de inimigos que vai escalando, tipo, o 4 que tinha os novistadores, ou, tipo, você tem o... agora tem o Hunter que, né, vai te matar, tipo... Pô, tem os... Os cabeças postulentas. Não, não, no 4 tem os... dos espinhos, que aparecem só na última ilha. Ah, o Regenereito, né? Então, tipo, eu acho que o aumento dos zumbis diferentes aparecendo é muito bom no 4. A variedade é muito boa. A variedade, né? E aqui no Requiem, é, zumbi padrão, zumbi com armas,

É um zumbi branco de barba. É um zumbi que às vezes tem uma arma, né, que vai aumentar um pouco a agressividade dele. E o Cabeça Postulenta, que é meio que o Crimson Head, né, do Hacking. Que é um zumbi que, depois que ele morre, depois de um tempo, ele renasce muito mais agressivo. Inclusive tem um golpe que mata com um hit. Mas assim, o Perry, gente, é muito forte. Sério, é muito forte o Perry desse jogo. E os jogos com o Perry gostosos demais. E, tipo, nem pode escolher a dificuldade mais alta do começo, né.

que você vai ter vai ser um run com um parry muito generoso, né? E mesmo assim, André, mesmo o parry sendo muito forte, eu quase nunca apreciei dele que a munição é abundante, sabe? Então eu tava com munição de escopeta e rifle sobrando, tava com 50 no baú o tempo todo. É, porque ele também tem aquele sistema, ele traz pro Leon, né? Como eu disse, são outros sistemas, né? O jeito de você salvar o jogo é diferente, de você adquirir armas é diferente, de você craftar coisas, tem itens únicos pro Leon. Diferente do da Grace. Do da Grace, exato. Mas lembra muito o

que eles só trocam o dinheiro, as pesetas que os zumbis dropam por experiência que vai contando num ponto que você pode trocar num lugar lá por armas e itens e tudo mais. Eu achei isso tão paia. E eu esqueci de falar isso no Camino Pauta. Em entrevista, perto do lançamento, perguntaram, não lembro agora se era produtor, diretor do jogo, se ia ter lojinha e falou, não vai ter lojinha. E tem lojinha. Não, não, não. Não é uma pessoa que tá te vendendo, não é uma lojinha.

É um investimento mental, Sushi. É diferente. Daria Cão disse, nosso jogador de dificuldade de classe estava sempre na pinda,

com o Leon? Porque é tanto recurso. Às vezes teve Day One patch, né? Acho difícil. É, não sei. Mas assim... Não, assim, algum patch teve, porque ele atualizou, né? Ah, não, não, sim, mas de rebalançamento nesse mundo. Ah, é, né? Talvez não. Com a Grace, sim, eu acho que eles conseguiram um equilíbrio muito bom, talvez o melhor da franquia até agora, assim. Eu acho que o pedaço que você joga com a Grace em Rhodes Hill, ele é excepcional, assim. Não, é muito bom. Tirando puzzles, que quase não tem puzzles,

Puzzle mesmo, né? Mas pega item, usa item. Você tem um pouco isso de quebra-quebecinha, um negocinho que você tem que prestar mais atenção e tal. Que eu sinto falta, eu gosto de puzzle em jogo de survival horror. E até que a gente comentou no vídeo, desculpa, não é algo de Resident Evil moderno, tá? Por mais que sim, os puzzles do Resident Evil moderno são mais simples do que os do clássico, né? Que não tem puzzle da amostra de água, né?

Que nem tinha no 3 clássico e tal. Os jogos da era re-engine, né? Sempre tiveram algum tipo de puzzle, assim, tipo...

No set tem aquele puzzle do Lucas Baker, de ver a fita de vídeo. Tem o puzzle da sombra, né? Daquele pedaço de madeira que você tem que girar pra fazer a sombra. Até tem a parte Escape Room no set, né? Que você pode jogar. Tem a parte Escape Room, né? É verdade. No 2 Remake tem puzzle de misturar líquido pra chegar... Aqueles puzzles clássicos, né? De minigame, assim, que você tem que chegar numa barra específica lá com os líquidos.

Tem puzzle de... Lembra o minigame do Bioshock? Você tem que ligar um circuito. Até então, né?

Aliás, não tô falando sobre a qualidade dos puzzles ou o quão interessantes eles eram, mas tinha, né? E aí eu imagino que eles devem ter recebido algum feedback de que as pessoas preferiam que não tivesse puzzle nenhum, porque esse jogo meio que não tem puzzle nenhum. Mas o Esmaldito tá resolvendo um puzzle aqui na nossa frente. Mas não é um puzzle, né? A pessoa viu uma senha num caderno, andou e botou a senha no lugar. Isso tem no jogo, de fato, de você pegar um item de um lugar e levar pro outro.

Isso tem. Exato. Então, esse jogo, ele não tem puzzles, propriamente dito, mas próximo que ele chega,

são cofres. Um literal cofre, que você vai achar num documento o número, girar a rodinha lá e abrir, né, e tudo mais. E os puzzles do jogo, que o pessoal do chat aqui apontou, que são meio que umas caixas que você vai achar item vital pro progresso. É tipo um cofre, você vai digitar uma senha e a senha você vai achar no papel. E, tipo, tá na mesma sala sempre, todas as vezes, quando você precisa achar. Não tem algo pra você solucionar.

Por exemplo, tem uma hora que você pega uma caixa que tem um painel atrás cheio de mecanismos e coisas, parece uma coisa meio miste, assim.

E aí você pensa, nossa, né, como é que eu vou aprender a mexer nisso aqui, decifrar essa caixa e descobrir? O jeito de você descobrir é encontrando um papel que te fala a ordem exata do que apertar na caixa. Então é meio que isso que ele tem. E pra mim é um pouco triste, porque eu gosto, uma das coisas que me fez colocar o Tormented Souls 2 acima do Village no ano que ele saiu, ou Tormented Souls 1 acima do Village quando ele saiu, foi justamente a qualidade dos puzzles que ele tem.

E eu acho que puzzles são interessantes, não só pra te fazer raciocinar, pensar nas coisas ali, sentir que você tá resolvendo uma parada,

e isso por si só ser divertido, mas porque também te deixa mais atento ao mundo, te deixa mais atento a arquivos. Tipo, onde será que estão as pistas que eu quero? É melhor eu ler isso aqui com mais cuidado e aí te faço importar mais com as coisas. Pelo menos funciona assim pra mim. Vocês acham que Resident Evil poderia seguir um caminho que Silent Hill seguiu recentemente? Ter duas dificuldades? Difficuldade pra puzzle, né? Pra puzzle e pra combate?

Seria um caminho. Então seria interessante. Porque talvez realmente como é um público muito massivo do Resident Evil, muito, muito massivo, não sei falar,

puzzle um pouco mais difícil, as pessoas não vão conseguir resolver. Consegue. Eu sei, eu sei. Eu tô falando na mente de um... Eu imagino que o que tem acontecido é realmente algum feedback que eles receberam aí de que as pessoas não gostam de puzzle. E pra mim faz falta. Mas assim, da parte da Grace, pra mim essa é a minha única crítica. Eu acho o fluir da exploração... O negócio é que ela é resumida, né? É uma parte que você vai passar tipo 4 horas do jogo, 5 horas do jogo, no máximo você já vai ter

É umas 5 horas, 5 horas e meia. Ah, o jogo tem 10, então. Então, a outra metade é o problema. E por causa que essa parte é feita pra ser meio que meio jogo, diferente, sei lá, da mansão do primeiro jogo, que é feita pra ser o jogo inteiro, ela é meio curta, né? Nossa, rejogando, você termina ela muito rápido. Eu não senti ela curta da primeira vez, o que talvez já valha pra mim, pra não ver isso como necessariamente uma crítica.

E talvez esse sentimento de putz, queria mais, seja o ideal, na verdade, né? De você terminar uma parada e pensar,

Putz, faria mais uma mansão dessa tranquilo, assim. Pô, manda mais que eu tô querendo. Pois é, mas tipo, só pra falar uns detalhes que a gente não falou muito do gameplay e tal, essa parte da Grace, eles pegam e misturam mais ou menos o que o 7 fez e com o que o remake do 2 faz. O que eu quero dizer com isso? O remake do 2, ele ainda é um jogo de ação, né, terror e tal, mas é mais tiro, né? Você vai dar bastante tiro. Só que pra dar esse medinho que o 2 remake é mais terror que o 2 original, por exemplo. Uma das coisas que ele faz é o zumbi agora é perigoso.

O zumbi dá trabalho. O zumbi é super relativo aos tiros e você sente que ele é uma existência perigosa. Ele é duro na queda, né? O zumbi dos dois remédios. E a Grace, ela é mais indefesa, vamos dizer, do que um Ethan da vida, né? Que o Ethan, pelo menos, tem o parryzinho dele, aquele... A defesa. A defesa dele e tal. E a Grace, ela não tem nenhuma mecânica de defesa, necessariamente, a menos que você tenha uma faca, né? Que são itens escartáveis, né? Pra escapar.

restrito ainda nos recursos, né? Exato. Aí, eles pegam, então, esse zumbi muito perigoso, que dá medo, que hoje em dia, na cultura pop, o zumbi não é mais isso, no geral, né? É bucha de canhão. Mas eu acho que eles aprenderam o zumbi que dá medo com o 8 Mansão Benevento, tá? Com o 8, não. O remake do 2 é isso. O remake do 2, é. Não, mas digo, o zumbi que dá medo, pra mim, é tipo a moça que te persegue no começo do negócio da Grace, sabe?

Mas é o Jack. Isso já é o Jack no 7. E é isso que eu vou falar. O Jack? É o pai da família.

assim, não. Mas aí que tá. Ele é um ser humano, entendeu? Mas ele é muito assustador por ser um ser humano. Ele quebra a casa do soco, Rafa. Eu prefiro ser perseguido por uma senhora gigante do que por um cara sem camisa com uma pá na mão. Não, porra. Me vê o cara sem camisa. Tô brincando. A menina, como eles chamam, é muito mais assustadora. É, pô. E eu sinto que isso veio do bebê do set, sabe? É, talvez. Pô, esse é um zumbi?

Isso daí que parece um monstro que sai de rio, essa porra. É, não, é doidora. Mas eu gosto muito, tá? Gostei muito desses designs. Mas meu ponto nem era esse, Rafa. É que os zumbis agora, como a Gracie, ela é mais frágil e ela não é tão boa de tiro e ela só vai ter pistola como arma. Eles são mais periclitantes. Exato. Então, os zumbis que você encontrar com a Gracie, eles vão ser num volume menor do que seria, sei lá, no Resident Evil 2 Remake e o 4, principalmente, né?

E eles vão ser perigosos. Então, com ela, cada zumbi é meio que um mini-jack. No sentido de que você

dele. Seu instinto é tipo, ok, eu vou matar ele. Não, é tipo, como que eu passo por aqui sem lidar com ele? E você tem o jogo de propósito, né? Não te dá recurso pra você simplesmente matar todos os inimigos, né? Você não tem. Até que assim, você com a Grace, você tem um sistema de crafting com sangue infectado, né? Que você pode usar o sangue infectado pra craftar vários tipos de itens. E um deles é bala, né? Munição pra sua pistola. Ou aquele injetor hemolítico que é muito bom, né? Eles mostraram

vídeo eu lembro. E chega... E em certo ponto, você até consegue acumular bastante recurso, né? Com a Grace. É mais no começo, em áreas novas, que você tá realmente mais indefeso, né? E é mais o sentimento de estar indefeso do que de fato estar indefeso. É porque matematicamente, realmente, no fundo você vai ter recurso suficiente e se você quiser limpar a mansão inteira, dá pra fazer. Exato. Você tá jogando, você pensa, nossa, não passei isso aqui, né? Mas não é óbvio, né? Não, e da primeira vez você vai sofrer. Eu

sofri bastante, assim, com recursos. Momentos, assim, que eu pensava, caramba, eu não tenho recurso mais. O que que eu faço? E essa parte do sentimento que é o mais importante, porque a gente tá falando, ah, tem um zumbi que quando você mata, ele volta, ele volta mais forte. E a Gracie, ele te pegou, morreu. É isso. O bicho evoluiu na sua frente, você não explodiu com o hemolítico, ele vai te matar. Não tem... A sua pistola não vai fazer nada com ele.

No máximo, você vai usar a sua Reckin. Eu ia falar, é, mas ela tem a Reckin, né? Sim, que a munição é super escassa. Super escassa, né? Que é tipo uma Magnum, né? Exato, uma Magnum,

que pra Grace, quase tudo é hit kill. Vai ter alguns inimigos que vão ser mais fortes e tal, e não vão ser. E a parada é, ela tem um inventário clássico de Resident Evil, ela tem o save na máquina de escrever, e se você tá jogando no modo clássico, a máquina de escrever gasta recurso. Tem a fita de tinta, né? Exato. Então, é espaço no inventário, que às vezes você achou uma máquina de escrever e não tem fita do lado dela. Você vai ter que achar a fita ou craftar a fita.

E isso é um problema, né? Assim como o recurso de munição e tal, o espaço no inventário, pelo menos da primeira vez que você joga,

Ele é um problema, né? É um problema legal. É um problema legal. É um problema, entre parênteses, maneiro. Maneiro, positivo. É um problema que você tem que pensar nas viagens que você vai fazer, que você vai levar. Você tem que realmente considerar o seu progresso no jogo. Essa parada da Grace junta que você não tem muito recurso, que você não tem muito espaço, que os bichos voltam. Então você vai ter que fazer um vai e vem. Primeiro, em etapas aqui, você vai ter que fazer um vai e vem porque as salas, às vezes, tem bastante recurso e você não consegue levar tudo.

o zumbi que tava lá de fora. E aí entra a mecânica do sangue que o Tango falou, que você não começa com o negócio de coletar sangue. Então é uma mecânica que te faz querer voltar nos lugares que você já passou e que tipo, ah, vou deixar isso aqui do jeito que tá, não vou ter que voltar pra cá mesmo? Não, putz, agora eu quero voltar lá. Mas como é que eu volto lá? Será que eu tenho recurso pra isso? E pô, essa tensão ela é muito boa.

E é muito boa. Ela meio que mescla, o game design, né? Ela mescla todas as camadas do jogo. Ela mescla o inventário, a dificuldade, o sanguinho, o...

parte visual, né? Porque visualmente falando, especialmente o centro de tratamento, lá o hospital, né? Ele é todo visualmente muito da hora, né? Ele é opressivo pra caralho, ele é escuro, ele tem uma qualidade quase Resident Evil 1, assim, de ser uma coisa meio... Ele é uma mansão, né? Ele é uma mansão adaptada. Pra te deixar desconfortável, assim, né? E ele, assim, um dos jogos, tecnicamente, e nesse começo, né, em termos de direção de arte, mais impressionante que eu já vi, assim.

A parte da iluminação dinâmica, né, que você consegue ligar a luz, apagar a luz, e isso tem um efeito, né, no jogo. Me senti jogando do 1-3 de novo. É assim, é muito, muito legal o efeito, tipo, de você manipular o ambiente, né, visualmente, assim, com as luzes, eu achei muito foda. E alguém perguntou, nossa, a máquina de escrever, em que ano se passa esse jogo? Esse jogo se passa no final de 2026, mas essa mansão que você tá, é um lugar bem antigo, assim, parece que era um lugar que foi

e foi comprado pelo moço. É uma mansão que foi adaptada para ser uma clínica de... Esqueci o que era de fachada. É de fachada. É uma clínica de tratamentos experimentais. É, mas aí de fachada, sei lá, é de Botox. Os móveis são velhos. Tudo você vê o sofá, aquele sofá de couro velho. Mas é muito cheio de detalhes. Justamente porque ele é a primeira pessoa também. Sim, sim.

Você não bota um monte de detalhe, o primeiro da pessoa fica sem graça. Essa parte da Grace, pra mim, a tensão que tem de você conhecer lugares novos, a tensão que é revisitar, porque às vezes os bichos mudam de lugar, e você tipo, caralho, eu achava que esse corredor tava de boa, não tá de boa. Ou, ah, que eu matei o bicho, agora tem um bicho transformado, e eu não tenho hemolítico pra lidar com ele. Eu achei muito foda, muito foda, tipo, jogar com medo dos bichos.

Sushi com medo é doideira. Os bichos terem personalidade, né? Tipo, ah, tem um cara que não gosta de luz, então você meio que vai beitando ele, tipo, você acende a luz pra ele ir andando.

e liberando o caminho, né, através da forma que você vai guiando ele, o bicho que não gosta de barulho, você pode fazer o barulho aonde tá o outro zumbi pra ele lá bater no zumbi pra ele. É, a zumbi cantora, né, que ela tem um dano em área, né, que ela dá um grito, assim, ela te dá um stun. E alerta os outros. Só que aí entra, né, em outra questão que a gente comenta também, que é a grande esmagadora parte

essas coisas especiais, dessas coisas únicas, estão nesse começo também. Então, por exemplo, essa coisa toda de ah, zumbi com personalidade, tananã, tananã, só no começo. O lance lá que a gente elogiou quando o Tengu foi jogar o jogo à prévia, essa coisa da motosserra, né? Ela quase é uma coisa viva. É, olha esse momento dessa motosserra que maneiro, tipo, a motosserra é um objeto caótico, né? Introduzindo caos aqui nesse combate, porque ela cai no chão, enquanto ela tá gerando, você toma dano, e aí outro zumbi vem e tenta pegar, e esse zumbi, ele pode,

tentar te atacar com a motosserra, mas ele pode bater a motosserra em outro zumbi, e a motosserra fica presa nesse zumbi, e se esse zumbi tá com a motosserra presa dentro dele, ele vai te morder, ele te atravessa com a motosserra, ele te abraça. É a primeira morte. Então assim, alguém, ou alguém, uma equipe, né, pensou em cada possibilidade do que poderia acontecer nesse momento e tal, e vou fazer isso. Não tem isso de novo no jogo, gente.

Nada parecido com isso de novo no jogo. A motosserra existe, mas em circunstâncias que não ajudam esse caos e essa explosão química de interações. É, mas

Eu quero dizer, assim, não tem outros momentos que dão essa liberdade com outras ideias, assim, sabe? E a mesma coisa, tipo, os zumbis especiais só no começo. Foda que aí, né, entraria em mais detalhes que eu não quero entrar. Mas sim, várias coisas que estão no começo pra te dar uma impressão muito positiva e que depois desaparecem do jogo. E é aqui, André, eu acho que muito era ou dois projetos separados, sabe? Ou ele começou com esse projeto do mundo aberto, que não deu certo, mas...

reutilizaram o que eles já tinham pronto, o que deu, sabe? E eu quero dizer que, assim, o pedaço do Leon que eu acho chato, paia, ele é só um pedaço. Ele é o maior pedaço do jogo. Ele é um pedaço grande. Ele sozinho, são umas três horas do jogo, assim, mas ele é só um pedaço. Depois, outras partes do Leon ficam mais legais. Esse primeiro momento exclusivo do Leon, digamos, pra mim é tranquilamente a pior parte do jogo. E o foda é que ele nem é super único em conceito pra própria série, né? Eu até comentei, tipo, no 5, aquela parte do bar,

ou até o 4 remake, né? Que coloca pra você passear de barco mais também. Meio que isso, só que na cidade. Ah, que você tem alguns objetivos que pode fazer meio que na ordem que você quiser. Mas, de novo, né? Me parece que é algo que é uma coisa legada de um projeto que não deu certo. Mas, de novo, é um jogo que ele não coloca o Leon pra fazer coisas muito interessantes. Tipo, ele tenta variar, né? Em cada um. Tem um negócio lá com chão de vidro e tal, que é interessante, mas é um ambiente tão desagradável, tão desagradável. Eu falo não, né?

opressivo e tal, porque isso, obviamente, a gente tá elogiando. Desagradável, entre parentes, ruim. Exato. Tão sem graça os inimigos, são tão sem graça pro conjunto de habilidades que o Leon tem, né? E, tipo, eu nem acho ruim, propriamente dito, essa parte do Leon. Só que... É, não é ruim. Ela nem é tão boa quanto as primeiras partes do Leon. Tipo, o Rafa já jogou essa parte que você chega na clínica com ele e tal. Sim, sim. Essa parte que a gente tá criticando do Leon, não é divertida igual essa.

Ela é meio chata. Ela é meio... Você vai ver, ela é meio repetitiva. Tipo, tipo, acho que o meu maior problema é

que é esse, assim, porque... O que ele falou? Ela contrasta mal com o resto do jogo. É, é. Tipo, jogar com o Leon é muito gostoso. Tipo, mecanicamente, você controlar o Leon... O peso do personagem, as ações dele... O peso, você dá perigo com a baixadinha... Uma coisa que eu não comentei, as animações de arma nesse jogo, eu acho incrível esse pouquinho. Não, o Leon colocando... Colocando a... A lanterna entre o ombro e o pescoço.

Pra recarregar, né? Pra recarregar. Pô, muito foda. A maioria do jogo só faz a lanterna sumir e carrega normal. E o uso da... É bandoleira que fala que é aquele... Aham, aham. Tipo, então, tipo, se ele vai pegar uma...

arma de uma mão, ele guarda a arma maior com a bandoleira torço, assim, né? E aí tem a animação dele tirando e tal. E se você aperta pra carregar tendo munição, eles fazem uma animaçãozinha só pra... Tem aquela animaçãozinha de filme que a pessoa dá um tapinha na arma, assim, que eu nunca sei pra que que serve, mas é maneiro. Pra bala cair pra frente, né? Isso, pra dar mais impulso. A Grace Castor, ela dá aquela puxada, assim, pra conferir se tá a bala no tambor e tal.

É, não é colder, é aquela correia, é tipo um negócio de guitarra que fica preso a arma, assim, sabe? Enfim. Então,

Eu acho que, tipo, jogar com o Leon, o ato de jogar com o Leon é tudo muito bom, muito gostoso. O problema é que, eu acho que essa parte é a pior de todas, mas eu acho que isso é um problema que acontece em outros pedaços com o Leon, é que fica repetitivo, assim, fica chato. Principalmente contrastando com o 4, que nem a gente comentou. O 4 tem uma variedade tão grande de inimigos. Sim, sim. De ambiente, de inimigo, de contexto, né?

Situações. Que é até estranho aqui não ter essa variedade. Ah, tipo, ah, não é mais Las Plagas.

Mas já inventa. Fala, ah, esse T-Virus, ele tem um quê de Las Plagas. Pode ser. Já teve, já é. Aí o que o Leo enfrenta? Na maior parte das vezes. Ah, é só um zumbi. E fica meio sem graça. Sim, sim, sim. E pra mim, que gosto muito da história, e aí eu... Aqui eu não vou entrar em detalhes sobre isso, porque eu não quero dar detalhes da história. E muitas das coisas que me incomodam na história são coisas sobre como a história progride, né?

É, pra mim, a parte mais fraca do jogo, assim. E me incomoda, assim, pelo potencial que tinha, né? Pelo potencial. E eu realmente não quero

falar nada, porque, né, o que você vai ou não encontrar nessa história, né, os rumos que ela vai, eu acho que eu quero guardar isso pras pessoas que ainda vão jogar, mas no vídeo a gente fez um bloquinho de spoilers no final, onde a gente fala sobre esses detalhes, pra quem quiser ver, ainda vai demorar um pouco, tá, porque pra variar foi uma gravação longa, mas lá a gente fala mais sobre isso, mas assim, eu não gosto do que eles usaram de nostalgia, eu amo o uso, né, de nostalgia em Resident Evil, tenho muita, inclusive, então adoro quando aparecem, aparece o Leon,

aparecem coisas de Resident Evil, mas eu não gosto do pra que que eles usaram isso. Em prol de que eles usaram isso. Pra vender o jogo, né? É, pois é. Talvez tenha sido. Que eles fizeram isso. Não gosto do que é o arco da Grace. Também não. Onde termina a história dela, pra mim, é completamente sem pé na cabeça. É que vai ser o DLC, né? Pra mim, foi bem decepcionante a Grace, de modo geral. Bem decepcionante, assim, pra mim, de achar engraçado, de tão bizarro e do nada que é. Como é que é? É difícil, né? A cabeça do ser humano não funciona.

Mas, nossa, André. Que curioso. Eu comecei o jogo hoje, né? Ele lançou sexta-feira, faz só poucos dias. E, assim, desse começo, eu tô super intrigado pela história. Não é? Aquela parte do hotel com a mãe, sabe? Aí, tipo, quem é esse moço? Esse Victor? O que que tá acontecendo? Ele é um vilão maneiro, tá? É, não, ele é. Ele é. Tipo, de novo. É engraçado a foto dele com a equipe, que tá tudo normal. E ele é um João Bobo gigante, assim. Um monstro, assim, né?

Isso também é algo que é frustrante pra mim, porque o Victor Gideon, ele é apresentado como um vilão maneiro, ele tem coisas maneiras pra você descobrir sobre o passado dele, o que ele fez ao longo do jogo, você consegue descobrir, e é legal, né, ver o que ele ficou fazendo nesses últimos 28 anos, vamos dizer que ele é um, o trailer fala, né, ele é um pesquisador antigo do vírus T da Umbrella. Ele tava platinando o Dragon Quest VII, o original, o Play 1, por isso que ele falou tanto.

Muitas vezes, né, inclusive, Resident Evil tem muito pouca história sobre os protagonistas,

mesmo, porque eles acabam sendo heróis meio genéricos, vamos dizer assim, e a história mesmo tá nos vilões, né, os vilões tem um desenvolvimento interessante, tem um passado trágico, ou divertido de descobrir, ou ripilante, qualquer coisa que seja, então seria algo, né, já que eles não fizeram muita coisa interessante com a Grace, já que eles não fizeram muita coisa interessante com o Leon, que fizessem com o Victor Gideon, por exemplo, e é outro ponto de frustração para mim, que eles não fazem, eles não fazem coisas interessantes com o Victor Gideon, vamos deixar assim,

A moral da história desse jogo é... Ele começa bem e promissor. É. E desanda, mas em todos aspectos. Tipo, os personagens pareciam promissores. Onde o Liu está na vida dele, parece que vai render alguma coisa. O vilão, ele é divertido, engraçadinho no começo. Mas depois, meio que tudo perde propósito. E o jogo acaba. Eu gostei do jogo, tá? Eu gostei do jogo. Eu gostei do jogo. Eu gostei do jogo. Não, gostei. Eu me diverti até o fim.

Eu não vou... O André me proibiu de falar minha nota. Pra vocês verem um vídeo quando ele sair daqui a alguma semana. Vocês querem dar nota? Alguma semana?

Não, vai demorar mais ou menos no mínimo. Eu espero... Alguns minutos. É porque, assim, a gente tem outras gravações dessa semana, né? Mas eu gostaria muito de soltar ele essa semana ainda. Vamos ver. Tô, tô. Se for foda. A gente discute os finais, sim, sim. Mas, assim, o jogo, ainda, eu acho, no geral, o saldo, pra mim, é muito bom. Perguntaram no chat, vocês acham que o jogo seria melhor se fosse igual Resident Evil 6 com as campanhas separadas?

Eu não acho. Eu acho, porque Resident Evil 6 é muito melhor. Eu não acho. Porra, curiosamente, eu joguei muito no comecinho ainda.

parte tá pulando rapidinho entre os dois, né? E eu tava pensando isso aí, não sei se eu tô gostando disso no momento, eu acho que eu preferiria duas campanhas separadas, talvez assim, duas campanhas que fossem como se fosse Sonic, sabe que é um bom exemplo disso? Sonic Adventure 2, mas a proporção diferente, que fosse uma campanha do Leon, uma da Grace, e aí, quando você zera as duas, aí você libera a parte final da história, entendeu?

A campanha com os dois, e aí vai alternando e tudo mais. Só pra mim ter mais tempo de ficar com cada personagem.

Você vai ter mais tempo. Você vai. Mais um tempo de interessante, um tempo de qualidade. Não, não, mas você vai ter esse tempo sim. Mas de novo, assim, depois dessa parte meio bucha com o Leon, o jogo dá uma retomada. Eu acho que ele não atinge de novo os altos, os aujos da primeira área, mas eu acho que em termos de jogo mesmo, ele termina bem. Outra coisa pra mim, e que aí eu também não vou poder entrar em muitos exemplos, porque tem vários e muitos deles são spoilers, é eu sinto que esse é um jogo muito feito de costura de outros jogos.

De projetos que deram errado ou de jogos anteriores? De jogos anteriores de Resident Evil. A quantidade de momentos que você vê uma cena ou tá acontecendo uma coisa e você fala, ah, tipo aquele outro momento daquele outro Resident Evil, sabe? Então já começa com... No começo, a primeira cena... Não é exatamente a primeira, né? Mas a campanha do Leon começa com uma horda de inimigos e um sujeito de motosserra, né? Que é muito o 4, o 5, né?

Já foi feito em outros jogos assim. Tem... Caralho, ele é o Dark Souls 3 de Resident Evil.

Resident Evil. E assim, eu poderia citar vários outros momentos assim, só que, né, entregaria coisas que vão acontecer na história, então eu vou me abster. Mas eu tive essa sensação de que, tipo, por exemplo, o Resident Evil 7 tem os seus problemas, eu não gosto de pra onde ele vai quando ele sai da casa dos Baker, por exemplo, mas é um jogo que ele foge muito da formulinha de Resident Evil, né, porque muito, talvez você possa dizer, ah, mas, pô, Resident Evil tem que começar aqui, fazer isso e terminar aqui, né, isso é muito clássico da série. Mas não, assim,

especialmente agora que você não está preso a nada, você não está criando um novo arco narrativo para os personagens e tudo mais, eu gostaria que o jogo tivesse se libertado um pouco mais das expectativas que as pessoas têm do que é um Resident Evil, de quais momentos, de tipos de momentos se encontram em Resident Evil, de referências específicas a momentos específicos constantemente. Perguntaram, vocês acham que isso é fato do jogo ser comemorativo de 30 anos?

Não, porque esse jogo está em desenvolvimento desde o 7. Era para esse jogo ter sido o 8. Só que por causa de problemas de desenvolvimento,

no spin-off virou o 8 e esse virou o 9. Então, tipo, o plano desse jogo originalmente não era que ele fosse pra comemorar 30 anos. Acabou o que foi. É que jogos hoje em dia demoram tanto que a gente só lança um novo a cada 10 anos. Então, sempre é comemoração. Alguma comemoração. Exato. Saiu. Êêêê! Então, só pra concluir o meu raciocínio que eu tava falando, eu não acho que esse jogo seria melhor com duas campanhas separadas, porque eu acho que, apesar de, especialmente com o Leon, eu me cansar um pouco às vezes do combate, eu acho que,

tipo, funciona pra você sentir vontade de jogar com o outro, assim, tipo, ah, eu tô com a Gracie um pouco tenso demais, um pouco nervoso e tal, ok, eu vou jogar com o Leon, que você solta a tensão, você sai matando um zumbi e, pô, legal, show. Que é algo que eles falaram na etapa de preview do jogo, que essa era a intenção deles, a gente meio que deu uma duvidada, pô, será que isso vai funcionar, será que não vai? Eu acho que funciona.

Funciona, tipo, e eu queria mais, na verdade, né, porque, que nem o Rafa falou, você joga um bocado com a Gracie, aí é um pouquinho com a Leon,

pô, joguei uma hora com a Grace, me dá uma hora do Leon. Eu acho que se fosse uma... E aí, obviamente, não ia funcionar, né? Teria que ser outro jogo. Mas se fosse esse troca-troca mais consistente, vamos dizer. Eu gosto que o Leon só pontua. Eu queria que o jogo todo tivesse essa dinâmica e não precisava ser sempre o Leon curtinho, pode dizer que trocava, né? E o Leon ia ser um trecho maior e a Grace ia ser um trecho mais curtinho.

Mas eu gostava que o Leon, ele vinha como uma maneira de encerrar a tensão. Tipo, você tá tenso, tenso, tenso, tenso, tenso. Chega o Leon,

Aí você vai explodir um monte de zumbi, a tensão baixa. Você fica até tipo, caralho, é, vamos lá. Aí você volta pra Grace. Ai, caralho. Eu preciso tomar cuidado de novo, andar devagarzinho. E eu gosto da montanha russa que isso faz no jogo. O problema pra mim é que para. E fica só Leon. Só Leon. Só Leon. Só Leon. Só Leon. Rio Negro e só Leon. Caralho, eu ia falar exatamente isso. Jura? Um só neurônio. Mas olha só. Eu prefiro ele ao remake do 4. Isso é um absurdo. E ao 3 remake, por exemplo.

Ousado. Mas você sabe, é que é uma coisa que às vezes as pessoas não esquecem. O remake do 4 é o melhor Resident Evil já feito. Então, como é que faz isso? Eu, olha só, eu só coloco o 2 remake acima do 4 pra mim. Assim, dessa era re-engine, porque pra mim o topo sempre vai ser o 1 remake. Mas o 4 remake, ele só tá abaixo do 2 remake, assim. Eu acho o 4 remake muito bom. Então, pra mim, eu vejo que não é uma questão de tipo, ah, eu não gosto de jogar com o Leon, eu não gosto de jogar com o Leon moderno. Eu acho que eles não criaram um bom jogo pra esse Leon moderno.

Quer dizer, criaram um bom jogo. Não criaram um jogo excelente ao nível do restante do jogo pra esse livro moderno. This World, você falou que o remake do 3 é justiçado. Você acha ele melhor que algum jogo do 7 em diante? Porque eu não detesto o 3, não. Não. Só que os outros são melhores. Todos esses jogos são muito bons, assim. É só um nível muito alto. E todo o lance de estar reclamando dessas coisas, desse jogo, é porque eu tenho medo de Resident Evil estar estagnando, sabe? Essa sensação, esse gosto de, tipo,

todo jogo tem as mesmas batidas do início ao fim, praticamente, né? Dependendo muito de nostalgia e de recriar momentos anteriores da série. Eu não quero isso pra Resident Evil. Pra sempre, eu quero novidades. É, eu quero continuar, pô, de, né, eles tentam fazer uma franquia anual, mas vamos dizer, de dois em dois anos, três em três anos, jogando um puta Resident Evil. E assim, se eles conseguirem manter... Que surpreenda, né?

Exato. E se eles conseguissem manter essa qualidade e colocarem coisas, né, caminhos inesperados, uma história interessante, um bom uso desse

catálogo foda. Tipo, eles têm uma das franquias com um elenco mais foda de personagens, de vilões, de lore. É muito foda. E eles não estarem usando isso ao máximo que eles poderiam usar, pra mim é muito frustrante. André, mas aqui tá todo mundo velhinho já, né? O pessoal tá velho já. Sabe o que eu pensei? Eu tava pensando, e aqui vou ser o maior feminista que já viveu. E que eles não usam as personagens femininas nunca? Não. Porque elas são idosas. Que eles não mostram as personagens

femininas, velhas, do jeito que eles mostram o Leon. Harmonizado? Não. Com rugas, né? Com 50 anos. Mas aí que tá... Eu achei que o Leon tá mais... Ele aparenta ser mais velho do que ele é. Eu achei que não. Ele tá com 50 anos. Eu acho que ele tá com 50 anos. Ele tem 49, gente. Não é 50 ainda. Não, mas ele não tem cara de 50. Mas você acha que ele tem cara de 49? Não, eu acho que ele tem cara de, tipo, 40. Gente, 40 tem a gente. Então...

Ele tá sarado. Não, não. É que ele tem ruga. Ele tem muita ruga, cara. Muita ruga. Ele tem muita ruga. Ele parece o Papai Noel. O Rafa virou o desenvolvedor de anime. Pega uma cidade de 30 anos. Tá morto. Já é. Morreu, gente. Tem 30 anos. Acabou. Tem que desenhar o senhor aqui. Eu tô falando justamente o contrário. Que ele tá muito senhor. Ele devia estar mais novo. Não, eu acho que tá certa a idade dele. Eu acho que pra alguém que levou a vida que ele levou ainda por cima, ele tá muito conservado.

É que ele tá sempre doente também, né? Tem que ver isso. Quarenta e vocês, o Lyon tá muito melhor, eu também acho. Ele só tá com a barba um pouquinho grisalha. Não, não, ele tá com a barba. Ele tá com uns bolsão aqui gigante. Não, não. Ele tá com a cara funga. Não, não. Esses dois tão malucos. Ele tem marcas de expressão de alguém na faixa dos quarenta e tantos, cinquenta e poucos. E eu acho que condiz com a idade que tá representando. Eu com vinte e oito desse jeito. Para com esse braço.

Super bem. Quando falaram o Leon mais velho, eu imaginei o Leon mais velho. Eu imaginei ele... Pra mim, ele tá mais inteiro que o Joe, do Last of Us. Não, ele tá. Mas o Joe do Last of Us tem 60 anos. Não, não tem, não. Eu não sei quantos anos... Quantos anos o Joe tem no 2, André? Acho que é uns 40 e poucos. Não, impossível 40. Ele tem no 1, André. É porque, não, ele tinha 30 e tantos, 34, sei lá, antes da pandemia, aí 50 e tantos.

Então, ele deve ter próximo de quase 60, 50 e tantos. Então, tudo bem. Ele tem cara de 60 e tantos. O Leon tem 49, gente. É a nossa idade. 49.

A gente não tá desse jeito. Eu não acho que dos 40 até os 49 a gente vai ficar tão enrugado. E ele não está tão enrugado assim, Rafa. Ele não tá. Não tá tão enrugado. Eu acho que, por mim, talvez seja a harmonização. Isso aí é etarismo. Não, ele tá com uma bichectomia, como é que fala? Bichectomia. Uma bichectomia muito profunda, que acho que deixa ele mais velho. Ele tinha que dar uma engordadinha. Leandro Soares disse, é porque ele transou o corpo do André. Vocês viram isso? Ele tá com aliança.

Mas é só conceito, né? Não, mas a Capcom colocou no jogo. Mas não, é só conceito. Não, tá nas imagens conceituais do jogo. É, eles pensaram isso um dia, mas eles tinham falado, o Leon transar, jamais. Mas tudo que tem lá tá no jogo. Não, não, não. Tudo que tem lá. Inclusive tem um troféu pra você ver. Especificamente a... Pra você ver o Leon transando. O Leon transando. Uau! É que nem o celular do Chris. Uma coisa legal que tem, tem algumas ceninhas de bastidores nos extras desse jogo. Eu gostaria que todo jogo

que tivesse isso. É, do making of das cenas capturadas. O Dadekão falou, Rafa, você devia usar uma TV de LCD, não uma de tubo. O pior é que a minha TV tá morrendo pra caralho. Tá sendo até ruim de ver as imagens, gente. De verdade. Mas eu gostei nessas cenas de bastidores que tem tipo uma cena que tem uns personagens assim, né? E aí vai cair um objeto entre eles, um objeto de metal grande. Pá, vai cair. E aí pra eles saberem o timing do objeto que vai cair, tem uma pessoa interpretando o objeto com a mãozinha pra cima assim. Aí ela cai, puh, assim, pra o pessoal saber que o objeto caiu.

É muito maneiro, pô. Eu queria mais cena de bastidores nos joguinhos. Pô, você tá falando de Resident Evil na vida real, André? E a gente tava falando da campanha de marketing desse jogo, né? Quem diria, André, que nessa última sexta-feira, no dia de lançamento do jogo, fomos convidados a participar de um evento de lançamento Resident Evil Requiem aqui em São Paulo. Então você quer dizer que jogabilidade comprado pelo Resident Evil Requiem?

Exato. Por isso que a gente falou só elogios. Só elogios. A gente não falou nenhuma coisa negativa. No resto do ano, a gente não falou assim, jogabilidade ou de ouro, Resident Evil. Aí quando tiver no nosso top 3 jogos do ano, o pessoal vai... Comprado. Quando?

Resident Evil virar o novo Star Wars aí, que o pessoal agora olha pra trilogia clássica e pensa, nossa, a gente falou mal de prequel. E olha, ah, pô, a gente falou mal, mas na verdade não era tão ruim assim. Quando vocês começaram a fazer isso com Resident Evil 6... André, eu boto muito fé no remake do Resident Evil 6, sabe disso. Mas então, e eu quero muito contar pra vocês como é que foi a experiência, porque tava tendo saideira, né, o André tava trabalhando no rodízio do sushi, ou em alguma outra coisa, por isso ele não participou de saideira, então foi só, inclusive, o Tengu e o sushi, né? Isso, isso.

Aí eu fui. E, André, você conhece o Edifício Rolim? Eu não. Era o meu apelido. Não, é... Edifício Rolim é um edifício que tem aqui em São Paulo, que é, tipo, ele era um edifício abandonado no centro de São Paulo. A parte mais sustentadora é você ter que ir pro centro de São Paulo da experiência, que é, tipo, na Praça da Sé. Que eles pegaram esse edifício e abandonaram e reformaram ele mais ou menos, porque, tipo, o negócio é fizeram dele uma experiência de terror.

Então eles aproveitaram o aspecto abandonado, os móveis antigos que estavam lá dentro e tudo mais, e fizeram ele ser uma experiência de terror. E aí, pra experiência do Resident Evil, eles fizeram

experiência de Resident Evil, né, que normalmente você tem duas coisas lá, ou você faz uma escape room padrão normal, ou uma experiência que dura uma hora, acho, até menos, que você vai passando por uma historinha subindo o hotel todo. E aí, a experiência do Resident Evil que eles fizeram a gente fazendo, né, foi essa de você subir no hotel todo, só que mais curta, tipo uma meia hora, assim, mais ou menos, e temática Resident Evil.

Então, tipo, teve cenas clássicas de Resident Evil na vida real. Tinha um ator acompanhando a gente, né, que ia ser, tipo, o nosso guia, ele era, a gente tinha uma historinha, né, tipo, ah, a gente

agentes de polícia. E aí, o moço do governo falou que a gente tinha que investigar um negócio nesse lugar. Aí, por exemplo, entra na sala e tinha um moço deitado na mamaca, assim, e o outro, assim, aí, o que é você? O que é isso? Ele ia virando, assim, lentamente, sabe? A luz, a iluminação. Então, tipo, teve vários momentinhos. Tinha um mini puzzle, só que tinha que ser rápido, senão se a gente não descobria uns três minutos, assim, resposta, o ator ia ajudando.

Não, deve ser isso. E era, tipo, o delegado. Então, ele era meio grosso e mal educado. Eu fiquei me sentindo bem.

Meio oprimido, assim, sabe? Mas o negócio, André, é que a gente começava a experiência no terceiro andar do prédio e terminava no décimo. Uau. Então foi meia hora correndo o prédio acima, sem parar. Meu Deus. Teve um menino que passou mal. Teve que chamar o bombeiro e tudo. Caraca. Pelo menos o bombeiro era muito gostoso. Que ideia fazer isso com o gamer, né? Não, com o jornalista de gamer andar. Mas assim, porque teve parte, André, que a gente teve que... Muita parte teve que correr. Teve que correr a escada acima.

Um labirinto de tubulação. Parte que teve que pular a janela. Os ambientes todos à la Resident Evil. Meio reconcilio. Vocês acabaram de falar que não é muito bem decorado a Reconcilia. Mas bem um prédio abandonado, cheio de sangue, corrente e tudo mais. Foi muito bacana. Eu fiquei pensando, se a gente fizer uma experiência aqui, nós quatro, só que não vai ser Resident Evil, né? Pô, a Lou Capcom, mantém a de Resident Evil aí. Exato. Mas acho que foi só aquele dia mesmo, viu? A de Resident Evil. Teve até

tipo um Nemesis, assim, que aparecia e seguia a gente no corredor. Então, tipo, pô, muito foda o trabalho que o pessoal fez no marketing do Resident Evil, viu? Teve comes e bebes. Então, e depois que acabava a experiência, a gente ia pra um andar que tinha comes e bebes. Mas tinha que comer antes do exercício pra ter energia. Não, porque aí ia vomitar. O cara ia vomitar, com certeza. Se ele já passou mal... Exatamente, o cara ia vomitar.

Porque eu não achava que ia ser demandante fisicamente. Eu achava que ia ser só uma escape room. Mas não é. Você vai subir sete andares correndo. É a realidade do personagem de videogame, né? Correndo pra lá e pra cá.

Inventário é limitado? Tinha erva pra comer? Eita! Tinha um puzzle de erva. A gente tinha que ler uns documentos e descobrir a ordem que a gente ia escanear uns tubos de erva num computador lá pra abrir a porta. Teve um puzzle que a gente teve que ver os horários que os seguranças faziam tal coisa pra descobrir a senha da porta. Já é mais puzzle do que tem no hack, hein? A gente tinha um isqueiro pra conseguir enxergar, mas também porque a gente tirava o isqueiro e descobria que tinha uma mensagem

Eu tenho uma mensagem dentro dele. Então, tipo, foi bem bacana. Inclusive, ganhei um que era igual o da Ashley. Ah, sei. Da Ashley, não. Da Ashley, não. Da Grace. Ela me lembra tanto da Ashley. É porque é Ashcroft. É Ashcroft, exato. Igual o da Ashcroft. Eu nunca errei antes. Não tinha o famoso Brownie? Como assim, galera? Mas só pra falar de algo que a gente comentou quando a gente tava lendo os superchats e subs e tudo mais, pra entrar na conversa, tem um negócio legal que tá rolando nessa, Chih. Que a gente jogou antes

do jogo lançar, não tinha pra quem recorrer, né, pra buscar pista. Exato. Teve uma hora que eu tava, André, onde você tá no jogo? Que eu terminei antes do André. Aí ele, ah, terminei a parte da Grace, tô na parte do Leon, que a gente falou que ele não gosta muito. Aí eu, ah, então eu já posso te falar, eu acho que esse jogo tem um arg, você pegou tal item, você fez tal coisa, e como eu não podia falar com ninguém, quer dizer, não podia, né, eu poderia, sei lá, correr atrás de outras pessoas, jornalistas que eu conheço perguntado, mas eu fui falar com o André, e eu, não, eu achei vários lugares, letras, com números, e tem uma palavra, e um negócio que você pode fazer, eu acho que tem um

negócio aqui. E eu, quando saiu a solução hoje, né? Hoje conseguiram solucionar. É, conseguiram solucionar, mas não sabem ainda o passo a passo exato, né? Falaram no chat mais cedo que só solucionaram também com data mining. É, então, porque a pessoa que... Não, a pessoa que solucionou, que mostrou um vídeo com o desafio finalizado lá, ticado, eu acho que ela não usou data mining. Mas a pessoa que conseguiu fazer o item aparecer e filmou, ela usou data mining pra mexer nas chavinhas lá pra aparecer esse item. E esse item é o que as pessoas não estão sabendo fazer.

como aparecer. A boneca lá aparecer. É, não queria entrar muito, mas é. Ah, mas é só coisa do... É, mas é isso. É tipo, é um... Por exemplo, é engraçado, né? Porque tem alguns itens que você pega no jogo e que eles não têm utilidade, né? Sim. Então tem coisas que você pode observar. E aí, tipo, por exemplo, eu tinha visto e achando que era parte do posto do jogo mesmo, né? Tem um item que você pode girar ele e ver um código dentro.

E foi muito legal ver que, nossa, isso aqui funciona igual objeto da vida real. Eita, tem um código aqui dentro? É, e aí eu fiquei,

sei lá, 10 minutos tentando ver onde usava, será que eu preciso voltar e tal, e não consegui. E eu vi sozinho também o que envolve uma cabeça, né? Você tem que colocar uma cabeça num lugar. Eita! Eu fiz esse também, eu fiz todas as etapas, André, eu só não sabia analisar elas, que tipo, a gente é um arg super obscuro, a parada de distância do sol, lua, eu não cheguei nisso. Eu tinha tudo, mas eu não sabia que representava essa distância. Sim,

que esses números eram pra representar essas coisas. Se eu tivesse tido essa sacada, eu ia saber onde usar, porque é um pouco óbvio em relação ao resto do jogo. Mas eu não tive essa sacada. Na hora que eu vi um vídeo explicando isso, eu, ah, caralho, porra. É, porque a pista que você tem desse desafio final é, e aí é interessante que o pessoal tava olhando nos vários idiomas, né, que tem diferença de tradução, mas em português é, faça os dois anjos ouvirem o barulho, né?

É, a risada do anjo. A risada. Gente, é igual ao PT. Você vai botar o microfone ali e vai ficar, ha, ha, ha, ha,

Você lembra qual era a palavra que tinha que falar no PT? Não. Mas em inglês era dois sweethearts. Sweet pair. The sweet pair, isso. Make the sweet pair hear the voice. É, acho que é isso. E em português é faça os dois anjos ouvirem a voz. Ouvirem a voz, isso. Imagina assim, faça os dois anjos ouvirem o The Voice. Botar o programa. Mas assim, achei a maior maneira que eles colocaram um arg secreto no jogo. É o puzzle do jogo, o único puzzle do jogo, propriamente dito.

Em termos de coisas opcionais, tem um outro no RPD, né? Que é legal. E também é meio que um easter egg, assim. Sim, sim. Então tem... Em coisas que são opcionais, tem coisas maneiras de puzzle pra fazer. E assim, tem uns easter eggs que dão uma risadinha, tem uns easter eggs que apertam o coração. Tem uns easter eggs que você fica... Por que que esse personagem tava guardando isso aqui? Pois é. André, eu admito que, como eu não sei qual que é a história, eu devia alinhar melhor minhas expectativas, visto tudo que vocês falaram, né? Ou não, talvez seja a minha história. Não.

É, porque... Não, a história é difícil. O começo é muito interessante, gente. É, é muito. O que eles estão ali propondo ali, porra, por quê? Por que que aconteceu com a Ashley? Porra! Como é que é o nome dela? A Grace. Por que que o moço tá atrás dela? Por que que a mãe dela não sei lá o quê? Não são perguntas muito fascinantes, Rafa? São, então. Não é mesmo? É, o que que tá dentro desse disquete que a mãe dela guardou? Seria uma pena se fosse tudo no peido molhado.

Então, pelo visto, eu tenho que aliar minhas expectativas, né? E eu ainda fico assim com uma expectativa, André, de tipo,

um pouco sobre esses personagens que só eu gosto na franquia Resident Evil, mas que tem alguma ligação com o Leon. Tipo, porra, eu queria saber como é que tá a Ashley hoje em dia. Agora é a Ashley de verdade. Eu queria saber como é que ela tá, sabe? Eu queria saber como é que o Carlos tá... O Carlos morreu. O pessoal tá falando assim, ah, a história em Resident Evil nunca foi um ponto forte, mas as traduções de Resident Evil eu sempre decepciono.

Eu não tô comparando a história de Resident Evil com, sei lá... Silent Hill. O The Last of Us. É, The Last of Us. Mesmo Silent Hill 2. Eu tô analisando,

em termos de Resident Evil. Pra vocês verem. É, que assim, eu, por exemplo, Resident Evil Village, eu acho mó legal descobrir o passado da mãe Miranda e a relação dela com a, né, a vila e seus servos e tudo mais. Tipo, a história do porquê que ela fez aquilo, pra mim, é legal. No set, eu gosto de ir acompanhando a história da família Baker e a resolução, né, a virada de história que tem. O 2, pra mim, tem uma puta história. Tipo, eu acho muito legal, né, de acompanhar, tipo, as duas histórias se interconectando, a Ada, né, e o...

o William Burkin, e o que ele tava tentando fazer com o vírus G, e a Sherry, e a Nett, tipo, o 7, quanto mais eu descobri mais eu vou baixar, mas é mó legal. Eu acho legal. Você descobrir, ah, e o navio, ele, ele, não, ele encalhou aqui, e aí, a menina, e aí, e aí vê, a família foi mudando, blá, blá, blá. Exato. O 4 também tem esse negócio de como que a vila foi sendo afetada. Como era no passado. Lembra da minha teoria, meu desejo de ter um Resident Evil no medieval, né?

Com essa história? Porra. Então, assim, por exemplo, muita gente desgosta do Resident Evil Village. Eu acho muito bom Resident Evil Village. Eu acho muito, muito bom. Então, gostos, né? Vai bater diferente pra cada pessoa. Eu gosto mais do 8 que o 7, inclusive. Eu gosto mais do 8 que o 7 também. Mas é, então assim, pra deixar claro que, de fato, história nunca foi a coisa, né? Eu vou jogar esse jogo pela história. Não era isso que eu tava esperando do Requiem, de forma alguma. Mas a gente espera que ela seja servível. Não, que faça sentido.

lugar interessante, que faça, que dê uma conclusão satisfatória pro que colocou pra bola, que levantou. Mas é porque vocês não jogaram, gente, o DLC do 8, que eles passam depois desse jogo. E tem uma coisa que esse jogo faz também, que é isso da história, que ele promete no começo. Exato. Não é comum um Resident Evil prometer algum quesito de história, sei lá, o 4. Ah, ele não promete nada, de fato. Não, tipo, ah, vai lá e salva a menina.

E é isso, sabe? Meio que o jogo vai desenrolando quando você joga. Aqui não. Pô, o Leon tá doente,

o que está acontecendo com ele. Nossa, ela, a mãe dela morreu e ela vai dar investigação a isso. O que será? Qual foi o mistério? Quem estava perseguindo eles? Exato. O Roberto perguntou, André, você acha o final do jogo ruim? Acho muito ruim, muito, muito ruim. História. História, exato. Em mecânico, eu gosto dos trechos finais do jogo. Sim, sim. Mas dito isso, eu não sou tão crítico assim da história. Eu acho ela ruim, mas eu mais dou risada do que me irrito, de fato.

Tive umas partes no final que eu dei umas gargalhadas, tipo, caralho, não é possível que está acontecendo isso.

Mas quando o jogo acaba, quando o jogo acaba, André, eu terminei ansioso pro próximo. As sementinhas que eles deixam, assim, é suficiente pra um besta que nem eu ficar tipo, pô, eu quero o próximo com essa brecha. O meu sentimento é, eu tô um pouco cansado disso aqui, deles prometerem no final do jogo e aí no próximo não entrega. De novo. Mas André, o remake do 5 vai ser pica. Porque é isso, né? O 4 no remake, por exemplo, termina com o Wesker e tananã, tananã.

Não entregaram isso ainda. Não, mas é porque, André, faz pouco tempo, né? O remake do 5 está sendo feito.

Que teoricamente termina com o Wesker e o 5 já existe. Você pode ir lá e jogar. Mas é outra promessa que eles estão fazendo. De fato, de fato. Minha questão é, eu não tenho confiança que eles vão entregar nessa promessa. E, por exemplo, o 7 também, ele termina prometendo coisas muito fascinantes com o... O 7? É, com o Chris, por exemplo. O 8. E a Umbrella... Ah, o 7 é verdade. Com o Chris e a Umbrella Azul. E aí tem um DLC xoxo, que é isso. É verdade. Esse aspecto não é retomado da forma como você gosta.

O oito, porra, termina mais ainda. Puta promessa que também resolve num DLC Xoxo, sabe? Então eles gostam muito de dar, nossa, o final aqui, agora você vai ficar, nossa, o próximo, gente, nossa, fodeu. E aí... Sou eu, né? Não, dessa vez eu bruxei, mas na próxima você vai ver esse pau durasso. O pior é que eu tô meio com sushi nessa, assim, o finalzinho eu fiquei tipo assim, não, eu acho que eu quero. Eu acho que eu quero mais, assim. Não, eu quero, eu quero mais. Eles nunca fizeram o que eles estão...

Fizeram, chama... Não vou falar o que que chama. Mas eles nunca fizeram, Tengu. Porque eles falam, pera, essas duas pessoas, eles nunca fizeram isso antes. É, eu acho que não. Mas, ó... Já fizeram. Não fizeram, André. Mas, ó, o negócio do 8 resolveu mesmo no DLC? Nunca mais vai ter coisa da menina? Resolveu. É o arco do Ita e da família dele resolve no 8. A menina, então... Assim, ela pode aparecer, mas... Mas é, acho que o DLC dela é depois da história aqui. Então, é, o DLC dela é 2030, um negócio assim.

Isso, isso. E esse jogo, eles falaram a princípio que era 2028 que esse jogo ia se passar, não é? Não, não, era 2026. Ah, não, é que eles tinham falado, ah, mais ou menos 30 anos, as pessoas assumiram que eram 30 anos. Isso, é 28 anos. É 28 anos, então é 2026, ok. Falaram, o Resident Evil 9 era muito ambicioso mesmo, porque falaram isso, e não faz sentido nenhum, tá? Nos anúncios, o jogo falaram, ah, é o Resident Evil mais ambicioso da série, pouca nenhuma.

Eu acho que o mais ambicioso, Sushi, é o fato que eu falei ali, que você faz esse jogo com duas perspectivas

câmera diferente, é o orçamento de dois jogos, gente. É ambicioso pra eles? Eu acho ambicioso, sim. Eu acho que é ambicioso eles colocarem... Porque, justamente, dois jogos num jogo só é bastante ambicioso. O seis é mais. O seis é mais ambicioso. O seis é loucura. E aí, não tô dizendo aqui que é melhor, tá, gente? Pelo amor de Deus. E nem que deu certo. Nem que deu certo. Nem que essa ambição se pagou. O seis é um dos mais vendidos da série e foi considerado um fracasso.

De tão custoso que ele foi, né? O seis, assim, até em termos narrativos, assim, os lugares que

o 6 vai levando a história do mundo de Resident Evil, é bastante ambicioso. Os arcos narrativos dos personagens são bastante ambiciosos. A escala global que o jogo tem é bastante ambiciosa. De novo, quase nada disso se paga. E você ama esse jogo, então você ama o 9. Ama esse jogo ruim, sim. O 6 é ruim, o 9 não. Eu achei engraçado que alguém falou assim, pô, ficaram uma hora falando mal do jogo pra depois falar que gostaram. A gente abriu... Gente, eu não joguei... Mas abriu falando que gostou. É, sim.

Tá. E agora fechando, falou que gostou. Ele falou mal no meio. E a gente falou, é um jogo bom que decepciona. Exato. A gente falou o que nos decepcionou, mas também falando do que a gente gostou. Exato. O negócio é, nenhum jogo é perfeito e a gente falou das falhas que nos incomodou no jogo, mas ainda é muito bom. Mas ó, rapidinho, a gente tá falando de vendas. Eu falei aquela hora de vendas e as pessoas falaram, Sushi, você falou merda, a gente viu quatro remakes e vendeu pra caralho, oh meu Deus.

Essa é a voz do chat que ele imagina essa gente. E olha só, Rafa, qual que é o jogo

que você acha que mais vendeu da série inteira? Ah, o 6, não? E rapidinho, esses números, em maior parte, são dados oficiais que a Capcom, de tempo em tempo, lança os números oficiais de venda das séries e tal. Sim, sim. Você acha que o 6 é o que mais vendeu? Eu lembro que o 6 tinha sido muito... Ah, mas é porque o foda é que Resident Evil tem cauda longa, né? Então, tipo... Ele vende muito com o passar dos anos também, sabe? E aí, tipo, eu sei que o 6, no lançamento, ele foi muito estrondoso, mas talvez depois ele não teve cauda longa. Então eu vou chutar...

O 5. Olha, você quase acertou. O 5 é o terceiro que mais vendeu, mas é meio que empate técnico. O jogo que mais vendeu da série é Resident Evil Remake 2. Ah, porra, boa. Com 16.8 milhões. O segundo que mais vendeu é o 7, com 16.4 milhões. E aí você pensa, porra, o que que o Hacking é uma combinação mesmo? Ah, do 2 Remake e do 7. Pois é. Que coisa curiosa. Em terceiro, o 5, com 16.3 milhões. Por isso que eu falei que empate técnico é bem próximo.

Aí o próximo é o 6. Com 15.6. Mas qual que é o próximo da era Re-Engine? Então, vamos focar na era Re-Engine. Então, que é do 7 pra frente, certo? 2 Remake é o que mais vendeu. Aí o 7. Aí o 8, o Village, no caso. Aí o 4 Remake. Aí o 3. Entendi. Então, dos 5 jogos pós-Re-Engine, ou período Re-Engine, porque não passou uma ainda, né? Então estamos nessa era ainda, que a gente não tem os números do Hacking.

Segundo o que menos vendeu. Mas ele é mais novo. Então, o que eu quis dizer é que não é que ele vendeu mal, ele vendeu bem. Ele vendeu mais de 10 milhões. Só que perto dos outros jogos, até mesmo o Village, que é o mais próximo dele, ele vendeu menos. Mas é a cauda longa. Não deu tempo ainda. Mas o negócio é, talvez ele nem ultrapasse. Não, eu acho que talvez não. Eu tava falando isso naquela hora pra contrastar o sucesso de vendas do Hacking.

E eu devia ter ficado meio... Ah, sim, sim. Por que o Hacking... Porque ele tá sendo meio que um fenômeno, de certa forma, pra série, né? Eu tô curioso pra ver os números oficiais

de venda depois, porque tem cara que vai vender mais que o 4. E se ele tá vendendo mais que o 4, por que que ele tá vendendo mais que o 4, sabe? Tipo, é só nostalgia, mas o 4 remake também era nostalgia. Não, é porque ele é o 4 e o 7. É, eu tava comentando em contraste com o 4 remake, por causa disso, que o 4 remake é tipo, é, ação pra caralho, o jogo mais famoso da série é o 4, por que que o remake dele não vendeu mais do que os outros e não teve um lançamento tão explosivo quanto o Hacking? O Hacking tá tendo um lançamento mais explosivo. Eu acho que o chat,

brincando, mas muita propaganda. Mas eu acho que foi a campanha de marketing. A campanha de marketing do Resident Evil 9 foi massiva. Pô, eles fizeram um trailer live action, né? E realmente não tem como você excluir o fato de que eles fizeram um jogo pra todo mundo. Tipo, a pessoa que, ah, o 4 é mais ação, não gosto tanto. Ou, ah, o Village 7 é mais suspense, prefiro ação. O Requiem tem pra todo mundo, galera. Todo mundo que você quiser vai encontrar no Requiem. Sabe o que é engraçado? Enquanto eu jogava,

A única coisa que eu pensava é... Nossa, eu acho que esse jogo, em vez de abraçar todo mundo, tá separando ainda mais as pessoas. De que quem prefere mais um estilo de Redentivo vai ficar incomodado quando... De ter que jogar outro? É, tiver que saltar pro outro. Ou... Será? Ou... Assim, na prática eu estava errado, tá? As pessoas estão gostando. Mas era o meu sentimento enquanto eu jogava. Ou, Sushi, sendo obrigado a jogar outro estilo pra continuar jogando do que você gosta, você é ensinado a gostar dos dois.

Tá aí, a lição que fica é... Capcom, pelo amor de Deus, faz um jogo só estilo da Gracie.

Não, faz um jogo só do estilo do Leon de novo. Ou, né. Não faz, não, não. Não me faz, mas meio a meio. Não, mas ó, é uma coisa, desculpa. Talvez é uma opinião popular. Precisava de primeira pessoa? Claro que sim. Pô, eu gosto. A Grace em primeira pessoa é perfeito. Eu prefiro. Mas tá bom. Mas precisava ter opção de primeira e terceira pessoa pra ambos os personagens? Aí talvez não. Não precisava. Aí talvez não. Mas assim, aqui tem gente que realmente não gosta de primeira pessoa. É quase uma opção de acessibilidade, assim, né? Então, tipo,

De novo, eu acho que esse jogo foi muito informado por pesquisa de público que eles fizeram, sabe? Pô, tem muita gente que não jogou o set nem o village porque era em primeira pessoa. O que o marketing desse jogo martelou que você pode trocar a perspectiva é doideira. Tudo que vai mostrar do marketing desse jogo é galera, primeira pessoa, mas pode trocar, hein? Nossa, é verdade. Quando você abre o jogo, a primeira coisa que ele pergunta é você quer jogar primeiro ou terceira pessoa?

E pra qual personagem? A gente tem um recomendado aqui, mas caso... Ele, de fato, realmente é um jogo pra abraçar todo mundo.

Eu tô jogando tudo em terceira pessoa, por exemplo. Não, eu joguei o recomendado. Grace em primeira, Linho em terceira e achei perfeito. E rejogando? Só joguei essa? É, rejogando. Mesmo rejogando, você não mudou pra ver qual que é? Pra que que eu vou jogar em terceira com ela? Porque é legal, as animações são bem bonitas. Não, não, não, eu sei, mas... E sabe o que que é? Eu quero ver a minha boneca. Ela é tão bonita, o cabelo dela é tão bonito.

Na hora que importa, ela vai aparecer. Na hora que os zumbis agarram, precisam de uma animação especial, ela vai aparecer. Nas cutscenes, ela vai aparecer. Não, mas quando você corre, ela vai catando cavaco, vai caindo. Ela vai brigar as coisas.

Não é uma experiência melhor pra mim. Eu prefiro em primeira pessoa a parte da Grace. Mas por que você vai jogar? Porque é diferente. É uma outra experiência. Você tá rejogando mesmo, né? Eu zerei cinco vezes pra platinar? Zerei. Mas eu gosto muito da perspectiva em primeira pessoa, o quão mais imersivo e quanto o terror funciona mais. Você foi qual o número a platinar? O Sushi foi o sétimo a pessoa do mundo a platinar. Supostamente fui o sétimo a platinar.

Olha aí. Um platinador. E você platinou, André? Eu não, tô longe ainda. Na verdade, falta... Não vou falar.

Ah, falta zerar uma vez sem usar item de cura. Ah, porra, isso não é spoiler. Ah, você já fez speedrun. Eu fiz speedrun depois, quando a gente tem munição infinita já. Eu fiz o zerar sem cura primeiro. É, eu tava fazendo zerar sem cura, só que eu tinha uma cura no meu inventário, eu esbarrei no R1 e ele usou. Ah, eu não sabia se ia continuar contando. Eu tinha medo de perder tempo também. Mas, ó, o 4 Remake tem um lugar que você vê as estatísticas pra ver se você curou.

Você podia dar load e ver se você se curou. Mas o negócio primeiro era o tempo, que eu tava com medo de...

De não dar tempo. E refazer o speedrun. O speedrun é quatro horas, é bem tranquilo. Bem tranquilo. Você ia fazer os dois juntos, então? Você ia fazer o speedrun e sem cura? E o de não usar nada de sangue também. Ok. Os de zerar são meio que esses três. Nossa, o speedrun, como eles são infinitos, foi tipo duas horas e meia, duas horas e quarenta. Uau! Adito isso quatro também, bem rapidinho, quando faz o speedrun. É, o meu speedrun foi tipo isso, foi umas três horas e pouquinho.

Resident Evil Village. Village não. Porra! Falamos, falamos, falamos. Caralho! A placa mãe, qual que é? A memória mãe.

A memória e a mãe tá difícil. A mãe e memória tá ruim ainda. A mente do palhaço tá com. Vai ser a próxima criatura do control. Mas puxa aí. A gente falou, falou, falou, mas tudo que eu ouvi foi esse é o pior jogo que eu já joguei na vida. Ah, então você não prestou atenção direito. Então, por favor, Tengu, me aponte esse jogo num plano cartesiano no qual um eixo é a qualidade que vai de J a A e um eixo é o quão interessante o jogo foi que vai de 1 a 10. Me dê uma nota.

Na nota naval. Uou. Pô, só eu vou dar nota? Só você. É, porque o André e o Sushi, vocês vão ter que ver o vídeo para descobrir a nota e eu usei. É, o André quer fazer editing com as pessoas para ver o vídeo. Entendi. Tá muito na moda. Não, se quiser, vamos dar nota? Acho que a gente pode dar nota. As pessoas vão ver o vídeo de qualquer forma, André. Ou não, agora as pessoas não vão ver só de raiva. Qual que é a sua nota, Sushi?

Você lembra? A minha nota, eu posso mudar ela? Não. Eu lembro qual foi. Não, mas aí no vídeo não vai ter como mudar. Uai, mas não precisa mudar no vídeo.

Mas a sua opinião vai mudando, André. É, André. Vai. Não, vou dar mesmo, então. A minha nota... Mas aí, ó, se eu dou ela diferente, não é spoiler. Ué, mas aí não é a sua nota. Não é, mas porque a opinião dele mudou no tempo. Então tá. Não, então dá qual que era a sua nota e pra qual que você vai mudar. Eu só vou dar a antiga, então, pra André não ficar bravo. Não, não vou ficar bravo. É... Não vou ficar bravo. B7. A minha nota foi B7.

Pra qual que você quer mudar? É pra B7. Tá bom. Eu não lembro exatamente qual foi a minha nota. Ih... Ih, aí... Eu lembro qual que foi a sua nota. Mas foi por aqui, não foi? Foi B4.

B4, isso. Foi B4. Cara, você achou o jogo tão desinteressante. Achei. Profundamente desinteressante. Mas como conceito... B3. E você, Tengu, qual é a sua nota naval? A minha nota naval, ela é... Ó, tem que ser entre B4 e B6. É, eu tava pensando em alguma coisa assim, na verdade. B6. B6. É B6. Eu ia pra colocar isso, mas a gente fica a escala perfeita. Ah, então a minha nota, gente, peraí. É B5. Pronto. Eu não joguei ainda, né? Não terminei, mas é B5 a minha nota. Resolvido.

Ah, que lindo. Mas assim, o certo seria o André da B6, eu B5, o Sushi B4 e o Tengu B7. Vai ficar na ordem da mesa. Ah, entendi. A gente ficou espalhado. Isso é verdade, isso é verdade. Não, eu tô certo comigo ali. Então, com essa nota de Resident Evil Requiem. Eu vou fazer um finalmente de 30 segundos. Não, 10 segundos. Vamos lá, vamos contar. Jogem Overwatch, tá muito legal, gente. Tô jogando bastante, tá divertidíssimo. Os personagens são muito legais. Joguem comigo.

Beijos. Foram oito segundos. E o Tengu vai jogar também pra ter roupa de Nier que eu fiquei sabendo. Porra! Eu comprei o Battle Pass, gente. Me ajuda a chegar no nível 70. Que eu quero ganhar roupinha. Rafa caiu no golpe. Não, mas assim, Overwatch é um jogo que eu já gastei muito dinheiro. E o Battle Pass tava barato. Tava barato. Quanto? R$30? R$50. Isso. Barato foi o Stix que eu comprei por R$3, porra. E quanto você gastou no Resident Evil? Eu? De mobile? Caralho!

Caralho. O sincerão do jogabilidade de hoje. Sabe quanto eu gastei? Menos que você, porque foi 30 reais. Mas Overwatch é um jogo, né? Enquanto eu não compro o pacote de Resident Evil Hacker, onde você pode jogar com a Grace vestida de Lady Dimitrescu, eu sou o André Campos. Pera, vai ter esse pacote? Já tem. Já tem. Vem na versão deluxe do jogo. Eu vou comprar esse pacote. Eu já tenho esse pacote. Eu como cérebro. Valeu, gente. Até mais. Tchau, tchau. Ah, tem com comedor de cérebro.

Esse podcast foi editado por Belux.

Vértice #508: Resident Evil Requiem, Pokémon Ventos & Ondas, o quase remake de Bloodborne e mais! | Castnews Index — Castnews Index