Episódios de Jogabilidade

Vértice #517: Saros, Gamescom Latam, filme de Resident Evil e mais!

06 de maio de 20262h58min
0:00 / 2:58:05
Essa semana nos perdemos em um planeta alienígena em meio à uma chuva de balas para conversar sobre Saros. E nas notícias, nós comentamos como foi a Gamescom Latam, o trailer do novo filme de Resident Evil, além de pesquisas sobre hábitos de jogadores sobre exclusividade e preferência de perspectiva nos jogos!
Blocos
  • 00:13:29: Gamescom Latam 2026 00:26:38: Jogos da Gamescom Latam 01:39:26: Latin American Games Showcase 01:45:30: Pesquisa sobre Exclusividade & Consoles 01:53:35: Jogadores preferem RE Requiem em 3ª Pessoa 02:04:03: Trailer do Filme Resident Evil 02:14:39: Saros

Apoie e acompanhe
Assuntos1
  • Gamescom 2023Gamescom Latam · Big Festival · Brasil Indie Game · Brasil Independent Game Festival · Best International Games · CCXP dos games · Playstation · Xbox · Nintendo · Phantom Blade Zero · SEGA · Capcom · Claro · Blizzard · NVIDIA · Invincible Versus · Yoshi · Isla · Sanfobia · Ayla Apogea · Capote · Emptiness Sire · Islet · Defense · Mark of the Deep · Master Lemon · Stachmon · The Warrior · Urbano, Legends The Build · The Outers · Tether Geist · Tavern Keeper · Moonlighter 2 · Mil Memoirs in Orbit · Keep Driving · Goodnight Universe · Dispatch · Ether and Iron · Carob's Crew · Expedition 33 · Clarebyscruel Expedition 3D · Game Devs Unidos · AGDU · Games Contra · crunch · pejotização · Latin American Games Showcase · Fading Echo · Avatar · Tales of the Kingdom · Splatoon · Rain 98 · Famicom Detective Club · Ace Attorney · 999 · Need Girl Overdose · Need Streamer · Menina Gigante · MeSide · Saeko Giants Dating Sim · Go Slimey Go · Celeste · The Warrior · My Girlfriend is a Vamp · Sidious of Nightfall · Darkest Dungeon · Dronald Lake · Monumental Collab · Two Edges · Mork Borg · Litany · Autobattler · Balatro · Queen's Gambit · Final Fantasy 7 Remix · Autochess · Dream Cards
Transcrição469 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Começando pra semana de 4 de maio de 26. André, make the fourth view of you. A gente é muito ruim nessas porra, né? Pô, agora tem que ser uma abertura de Star Wars. É, né? Como é que a gente não se... É porque eu culpo os americanos que não sabem ordenar a data direito. Não sabe mesmo.

Não é verdade? Então, aqui com ele, o maior bebedor de leite azul do Brasil, Eduardo Sushi. André, você sabia que colocam corante azul em coisas brancas pro branco ficar mais branco? Então, se você... Tipo a Grécia? Tipo a Grécia e leite. Leite encaixado. É mais amarelinho, né, naturalmente. É, eles colocam corante azul o suficiente só pro branco se destacar, mas não ver que tá azul.

É porque o... Exato. Tanto que, por exemplo, quando você pinta o cabelo de branco, ele começa a amarelar, você usa um shampoo roxo, que é o contrário. Eu ia falar. Exato, ele fica branco. Por isso que tem idosa com cabelo roxo, às vezes. Exato, porque é pra você usar aquele shampoo uma vez por semana.

Se você usa todos os dias, seu cabelo fica roxo. É por isso que Dosa fica o cabelo roxo. Eu ia falar que quando você está mexendo no Photoshop, no Curves, se você puxa a curva do azul pra cima, né, a imagem fica mais azul. Mas se você puxa pra baixo, ela fica amarela.

Eu acho de uma grande covardia, porque a gente vai deixar o leite azul mesmo. Eu acho também. Ela não é azul, não. Não, mas deixa azul. Sai da vaca azulzinho. É, azulzinho. Vocês sabiam que fizeram uma pesquisa com estadunidense, eu ia falar norte-americano, mas coitado dos norte-americanos, com estadunidense, uma coisa tipo 7 a 8% do estadunidense acha que o leite achocolatado é marrom porque ele vem de vaca marrom.

Você tá brincando. Brown cow, stunning. Uau, uau. Eu acho que essa pesquisa foi feita com crianças do jardim de infância. Eu tenho que ver a metodologia, mas eu acredito. Tem que pensar que são estadoidenses. Pior que eles são meio burros mesmo, né? Mas alguém que... Que curioso. Desculpa. Não, você vai falar do meu caminho de rato.

É, então, porque você tá fazendo um negócio a laser, né? Exato. Que curioso. Mas pera, isso daí é tipo uma cicatriz. Tá vendo? É o seu cabelo? É, cabelo. Ah, pô, é um teste de Rorschach essa aí? Isso. Só que... Tá mudando. Pera, dá pra ver na câmera? Mostra na câmera. Não dá. Não? É tipo, quem que tem um cabelo assim, que é tipo quase como se fosse manchinha de onça no cabelo, sabe? Não sei. Mas aonde tem cabelo é que não caiu, o resto caiu.

Quer dizer, está caindo, né? Ainda tem cabelo, só que ele tá crescendo mais devagar, mais ralinho. Tem que fazer quantas sessões mais?

Mas nove, só fiz uma. Ai, caramba! É uma por meio só. Já tá caindo. Ah, nossa. Quanto será que demora pra tirar o pelo da orelha? Eu queria muito, eu tenho muito problema com a maquininha. Aquela maquininha lá de fazer a minha máquina de tosar, ela tem um bocal que, teoricamente, é pra tirar pelo nariz da orelha. Não funciona porra nenhuma aquilo ali. É mesmo? Do nariz, é muito desagradável, mas uma das coisas mais gostosas da minha vida é puxar de um em um da orelha com pinça, assim. Nossa, é muito bom. Eu puxo também, mas é

muito difícil. Não é difícil, mas às vezes eu fico lá assim, ah, tô vendo um vídeo e eu fico puxando o cabelinho da orelha. Eu tenho muito pelo nariz, mas felizmente não tem na orelha assim não. Eu não tenho muito na orelha não, mas é mais. Puxa com o dedo, às vezes quando cresce muito puxa com o dedo. É, mas a pessoa que reparou meu cabelo, eu esqueci como é que ia chamar Rafael Kino.

Faleu! Olá, galera de cowboy! Como é que vocês estão? Aparando muito o pelo da orelha de vocês? Eu espero que sim. Pelo na orelha é uma maldição muito grande. Mas ele que... Ele que, de algum modo, retornou, tem Gumaru. É verdade. Tinha... Na escola onde eu estudava, tinha um zelador que o apelido dele era pelo na orelha.

Coitado, é foda. Uma palavra só, porque ele tinha muito pelu na orelha. Então ele era o pelu na orelha. Putz, cara. E criança. É o mais literal de pegar uma característica da pessoa e usar aquilo pra apelidar ela. Puta merda, né? Não, não, surpresa que a criança tinha pelu na orelha. Não, não.

não, não, não, não. Não, era o zelador. Ah, o zelador. É, não, meu. Caralho. Eu achei que tava falando de um aluno. Uma criança com seis anos e um tufo saindo do ouvido. Por isso meu susto. Não, não, não, não, não, não, não. Era o zelador, era o zelador. Ó, mas não é nome de assombração não, Bernardo. É nome de folclore brasileiro. Assim, sabe? Pelo na orelha. Pelo na orelha. Cuidado que na mata tem ali o pelo na orelha. É.

Por fim, aquele que nunca teria esse problema porque ele arranca os pelos da orelha, André Campos. Sou eu. Se eu fosse um zelador de uma escola nos anos 90, eu arrancaria todos os pelos da minha orelha. No primeiro sinal de uma criança me chamando de pelo na orelha. Pois. O problema é que aí, talvez as crianças fossem forçadas a criar outro apelido que fosse ainda pior. Orelha pelada. Olha orelha pelada. Orelha pelada. Não tem como ganhar.

A gente sabe que com criança não tem como ganhar. Isso é verdade. Isso é verdade.

Mas tem como ganhar as segundas-feiras À noite, sempre às sete e meia Nunca mais atrasado do que isso Porque é quando rola o Vértice ao vivo Que é esse podcast aqui Vejam só, você sabia? O Vértice é gravado ao vivo Todas as segundas, sete e meia da noite No nosso canal do Youtube e no nosso canal do Twitch Se você tiver Ah, pô, tô de bobeira, segunda-feira De noite, compareça

esteja conosco, faça parte dessa baguncinha gostosa desse calor humano do chat, então muito obrigado a você que está aqui conosco nesse momento que você nos escolheu, né, para a sua companhia desta bela noite, muito obrigado pela preferência, e pra você que lá, com quem estou falando, lá do futuro, né, dos tempos que ainda não vieram que está escutando a versão editada, ou o VOD, né, desse podcast, abraço pra gang do VOD lembre-se que

isso aqui acontece ao vivo. E pra você que está aqui ao vivo, lembre-se que temos muitas coisas editadas nos nossos feeds aí, aplicativos. Se você procurar por jogabilidade num aplicativo que tem podcasts, como por exemplo o Spotify, você vai encontrar ali mais de década de podcasts pra você escutar. Podcasts diversos e podcasts sobre, por exemplo, o Museu dos Videogames Volume 4.

Olha aí, que delícia. Elencamos os nossos jogos, colocamos no museu tal qual curadores profissionais e com o rigor profissional que um curador deve ter. Jogos, cada um escolheu quatro jogos pra colocar no museu de 2006 a 2010. Escuta lá pra ver quais jogos foram, quais a gente escolheu. O pessoal tava reclamando Tengu que a gente não colocou League of Legends.

Mas é porque a gente botou Dota no outro. No Warcraft 3. No Warcraft 3. E aí a gente falou sobre como isso foi levar ao MOBA. A gente falou do MOBA. Então a gente já tinha meio que falado já. Eu vi reclamando, acho que no Discord, que a gente não tinha colocado o WoW. Que eu coloquei Final Fantasy XI, mas não colocamos o WoW. E não peço desculpas. Não peço. O que a gente ia falar de MMO, a gente falou no Final Fantasy XI já, galera.

É isso. Não peço um pingo de desculpas. Pô, vai colocar o WoW antes do quê? De EverQuest? De Ultima Online? Não, jamais. De Ragnarok.

Aquele ar de tíbia. E agradecemos também a você aí que todos os meses financia essa palhaçadinha aqui, né? Com os seus 15 reais, seu rico dinheirinho, você vai lá em orelho.cc barra jogabilidade e faz a sua parte pra esse navio continuar navegando nesses oceanos turbulentos.

nós agradecemos muito e pra quem precisa de um incentivo a mais aí além de apoiar o produtor de conteúdo independente no Brasil você também ganha acesso ao nosso grupo do Discord onde recentemente teve momentos históricos da eleição do Dash da comunidade do ano então se você perdeu isso perdeu talvez só no que

vem, mas você também ganha acesso aos nossos podcasts bônus, que ficou um tempo aí sem, né? A gente tá meio atrapalhado aí na gravação dos podcasts bônus e na postagem dos podcasts bônus. A gente tá em vídeo. É vídeo, aí é difícil.

A gente tá se organizando e hoje saiu O DLC Cedilha Que tava pra sair já há algumas semanas aí E já, porque algumas pessoas já viram Não sei como que elas conseguiram ver, mas o próximo O minigameiro já tá Agendado, então Tá vindo aí, né? Os piratas da internet, né? Os hackers Então tá vindo aí

E como o Rafa falou, vídeos, né? Semana passada saiu mais um Rodizio do Sushi. É verdade. O terceiro episódio, quem diria? O terceiro que sai no prazo, né? É, sai no prazo. Ah, no último dia do mês. No prazo. No prazo, tá no prazo. No último dia do mês ainda é um mês. A única coisa sobre o Rodizio é que ele tem que ser sobre o mês anterior. Ô, Sushi, esse terceiro foi mais fácil do que o primeiro? Não. Ok.

Vamos saber. Eu expliquei isso no Saideira. O primeiro teve 40 minutos de gravação, o segundo uma hora e meia, o terceiro duas horas. Pô, mas aí alguma coisa tá dando errado. Eu já falei isso pro André. No dia que a gente gravou, eu terminei e falei, ufa, esse foi mais curto. O André, como assim ficou mais longo? É porque eu fico acompanhando a gravação e eu não quero chegar assim, sushi, chega, né? Mas eu tô vendo assim, sushi, nossa, sushi, 15 minutos sobre cada jogo, né?

Que coisa. Mas as pessoas falaram que esse foi o melhor de todos. Mas de fato foi.

Eu também achei. Não só no que o Sushi trouxe de cada jogo, mas a seleção em si. Foi uma seleção muito boa. Foi variada. É, foi variada e... Né, assim, muito também vai depender do mês, né? Vai ter mês que você vai achar coisa mais legal. E mais legal pra quem tá assistindo também, né? Exato. Do meu gosto, eu gostei muito. Assim, nossa, é foda. Eu tô... Talvez, né? As pessoas às vezes perguntam... Ah, tô passando por um momento que não tô conseguindo jogar jogos.

Tô num burnoutzinho de jogos e tal. Eu acho que eu tô nesse meu momento. Ele acontece de vez em quando, assim. Sim.

Uma vez por ano acontece É, pelo menos um pouco mais passado Vamos torcer pra que seja, né, no máximo Uma vez por ano, e que passe logo, porque eu tô meio que assim E um dos motivos eu sinto Que é por estar acompanhando de perto o Rodizio Porque é tanto jogo que eu quero jogar Pô, nossa, o Bank of the War, sushi, pelo amor de Deus

Eu preciso. É muito maneiro. Eu preciso jogar. Eu preciso só jogar ele pelas próximas 50 horas da minha vida. E você, agora que tá curtindo mais CRPG, né, desde o ano passado, eu acho que você ia curtir bastante. Não, você parece absurdo, assim. Parece o jogo que eu vou estar falando sobre no podcast Melhores do Ano, assim. E eu ainda fico surpreso que foram duas pessoas que fizeram, tipo, em três anos. Não, muito absurdo. Parece jogo que é o trabalho da vida de alguém, assim, né.

Mas vejam lá, gente. Deem uma olhada aí no Rodízio Sushi. Compartilhe essas coisas todas. Que é muito difícil conseguir destaque no YouTube hoje em dia. Exato. Porque você pensa, se o primeiro deu 40 minutos, foi um preço. Agora que deu duas horas de gravação, foi isso? Duas horas? É mais que o dobro do preço, gente.

Exato. É, do editor no caso, né? Exato. Ou seja, tem que ser mais que o dobro de views do primeiro. Senão, não tá compensando. É isso. É assim que funciona. É, uai. A gente tem que pagar as pessoas. Tem que pagar. Tem que pagar as pessoas, de fato. O Rodízio sai, como a gente disse, né? Todos os meses aí, falando sobre sempre o mês anterior, e tá lá no nosso canal principal do YouTube, né? Talvez você esteja assistindo esse VOD no canal Jogabilidade TV.

É no canal Jogabilidade Normal, né? Com o ícone amarelinho. É, Jogabilidade do Normal, tudo junto.

Jogabilidade normal. A gente tem que fazer esse canal. Que é onde a gente joga League of Legends e Roblox. E jogabilidade hard onde a gente joga só jogos adultos. Qualquer forma, a gente vai falar de muitas notícias e joguinhos hoje aqui, porque rolou a Gamescom, né?

E antes da gente chegar na Gamescom... Latam. Latam, né? Quando a pessoa vai pra uma Gamescom, né? Um evento desses assim, é bom se preparar. Porque vai andar por lá e pra cá, né? Vai comer coisa superfaturada nos estandes, né? É. Às vezes seria bom o quê? Trazer de casa um sneaker? Uou!

É, pois é, porque Veja só, Snickers que está nessa parceria Com o Jogabilidade Estamos trazendo aqui a palavra Do Codiguin toda semana Porque Snickers está em parceria Com o Free Fire Que é com certeza um dos jogos que a gente jogaria No canal Jogabilidade Normal Veja só, a Páscoa se foi Mas o espírito dela continua vivo

O chocolate é a Páscoa, mas chocolate é pra sempre. Exatamente. Pra você que bateu aquela fome, tá precisando de um snackzinho, um Snickers é perfeito, é impecável. E além disso, né, tem aquilo que a gente sempre fala aqui. Você guarda a embalagem, né, guarda a nota fiscal, aliás, né. Com essa nota fiscal, você vai acessar sneakersfreefire.com.br ou o QR Code que tá na tela nesse momento.

E registrar, cadastrar essa nota fiscal pra acessar um skin exclusiva pra esfregar na cara de todo mundo no Free Fire quando você... O que as pessoas fazem no Free Fire? T-bag. Quando você fizer t-bag em alguém, fala, caramba, um coelho, chocolate tudo, fez t-bag em mim. O senhor Snickers fez t-bag em mim. Você pode ser essa pessoa. Então, não perca essa oportunidade. Acesse snickersfreefire.com.br pra resgatar o seu código e dar sua nota fiscal. Acesse o Instagram deles, né? Que é o Snickers.br. Exato.

Eles faltam coisas lá de vez em quando Pode ser qualquer Snickers, né? Pode ser o normal, pode ser o de maracujá Pode ser o Dark, pode ser o de Morango, o Pé de Moleque Acho que são esses os saboreteiros Acho que o Branco, talvez? Tem o Duplo Chocolate Tem muito

A gente vê, né, o pessoal tem mandado muito Ah, fui digitalmente influenciado, comprei aqui Meu sneakers, por causa de vocês e tal Quero ver quem que vai platinar O sneakers, comprar todos André, você devia platinar o sneakers pra gente Queria muito Mas é, então, compre o seu sneakers Guarde a nota fiscal, muito importante, né Às vezes, ah, pô, perdi a nota fiscal, o que eu faço? Putz, perdeu o seu código também Não, você vai ter que ir lá comprar outro De outro sabor E aproveita pra experimentar outro sabor, exatamente Muito obrigado pela parceria, Sneaker Obrigado!

Avisos dados Vamos lá para a nossa pauta principal de hoje Que vamos falar sobre a Gamescom Latam, né gente? Que rolou aí semana passada Terminou domingo agora, né? Foi do dia 30 até dia 3 Dia 3, né? Dia 3 foi ontem, exato Dia 30? Não, dia 30 foi quinta, não foi? Não foi isso? Foi de quarta É que quarta foi fechada, não foi?

Quarta foi pra imprensa, então a gente tava lá quarta, por exemplo. É, oficialmente eles anunciam a partir do dia 30, né? Pra quem não sabe, não se lembra, ou não estava vivo nesse momento, a Gamescom, ela foi... Ela era antiga Big Festival, né? Exato. Big Festival foi transformada na Gamescom. Big Festival que era um evento... Antes que era Brasil Indie Game, algo assim?

Não, Brasil Independent Festival Brasil Independent Game Festival Então não era Big Era Big Festival Que agora virou Best International Games Isso é muito engraçado Tanto a vez a gente tem que lembrar desse fato Mas meio que não virou mais Porque agora é só Gamescom Latam Mas tem o prêmio ainda Tem o prêmio É o evento que rola dentro do Big

Latam, exatamente. Ok. Mas é, o evento em si virou games com Latam, passou desse evento gratuito, né, e focado em jogos índice pra uma coisa mais BGS, assim, né, mais evento de games tradicional. Mais CCXP dos games. Exato. E ao longo dos anos tem tentado aí coisas diferentes, tem quase sempre vindo com alguma polêmica, né, alguma coisa que deu errado no evento e tal. Esse ano, assim, como é de praxe, né, eu não fui, mas eu li bastante sobre a recepção. Sua sobrinha foi?

Exato. Ela me contou que não teve grandes polêmicas esse ano. Parece que as coisas correram melhor. Parece que até o espaço estava melhor. Vocês que foram, o Tengu e o Rafa, me avisem se vocês tiverem essa percepção, mas eu li que estava melhor de circular por causa da disposição que eles fizeram. Que ao invés de ser uma disposição mais retangular tradicional de evento, eles fizeram uma parada quadrada com pontos de interesse nas pontas para você conseguir se guiar melhor em um espaço para circular no meio. Vocês sentiram isso? Eu achei o layout...

Out Confuso, eu me perdi muito lá dentro. Curiosamente eu me perdi muito também, e olha que eu acho que ele não era muito grande, né? Não, não. Não o tamanho do ano passado, mais ou menos. Sim, sim, sim. Mas eu me perdi muito porque a nossa entrada não é a entrada principal quando a gente entra como imprensa.

A gente entra pra uma entrada do lado e tem que ser pra entrada do lado e ela não dá no caminho certo, sabe? Pra você ver as coisas. Você entra meio que na escondida. Aí sei lá, acho que era isso. Os corredores estavam bem largos, de fato. Mas eu achei eles mais estreitos do que no ano passado. É mesmo? Eu achei.

Então, mas eu acho que ano passado, todos os corredores tinham aqueles mini corredorzinhos com joguinhos. E acho que aquilo talvez atrapalhou a circulação. Porque ficava mais gente. É, aí agora os corredores estavam bem largos, mas sem nada no meio. É. Entendeu? É que eu não fui sábado e domingo, né? Costumam ser os dias mais lotados. Mas na sexta-feira tava bem de boa. Tava. Eu fui quinta e sexta. Na quinta, tava mais cheio do que eu achei que ia tá.

Na sexta, tava menos cheio do que eu achei que ia tá. Então, é porque sexta foi feriado. Então, justamente.

Então, tipo, a sexta-feira de verdade foi quinta. Entendeu? Sim. Aí por isso que quinta foi mais lotadinha. E parece que quinta também tinha excursão, que foi, né? Aí ajudou a dar uma enchida. Qual o dia que teve as celebridades também? Às vezes ajuda. Acho que todo dia teve celebridade. Acho que o David Wise... O Selbit, que aí, com certeza, foi o mais lotado. O Selbit foi domingo e o David Wise foi... O show dele foi no sábado, eu acho. Acho.

Mas ó, mais uma vez, como de praxe Pra eventos no geral, né Sem Playstation, sem Xbox, que eles não tem ido Em nenhum evento, não tem dado as caras Em nenhum evento, a Nintendo tava lá Mas como sempre a Nintendo tava lá, foi um dos maiores stands É, a Nintendo tá sempre com o mesmo stand Porque ela reutilizou desde 2017 Agora, eu acho que O maior stand Foi do Phantom Blade Zero O Phantom Blade Zero tava gigante Mais elogiado, assim, tipo, tava bonito Tava bonito, tava bem

Então, o foda do Phantom Blade Zero é que na quarta-feira, que era só imprensa, a fila tava de uma hora e meia, assim, mais ou menos. É porque eles tavam dando demos muito longos, né? Então, era uma hora a demo. E você jogava sentado numa cadeirinha. Era tipo um lugar gigantesco, só com zilhares de computadores. Todo mundo sentado jogando a demo de uma hora. Agora imagina nos outros dias, né? E você ganhava brinde, ganhava... Leque, né?

Umas coisas assim, né? Você ganhava um manual do jogo encadernado, duro. O pessoal elogiou bastante mesmo. Vocês conseguiram jogar?

Não consegui, eu não topei a fila. Não vou nem falar porquê. Até dava pra você conversar com o pessoal, pra falar, não, sua imprensa, tal, libera um espacinho pra nós. Mas mesmo as vagas pra imprensa estavam super limitadas também. Se você chegasse, sei lá, duas da tarde pra pedir uma vaga, você ia ter vaga no dia seguinte, assim. Aí não deu.

A SEGA tava com parceria com a Nuvem. Sim. A Capcom tava também com alguns jogos. Acho que com a Claro tava a Capcom. É engraçado, né? Porque, tipo, a Blizzard tava com a NVIDIA. Acho que sim. Então é interessante que, tipo, tem essa coisa, né? Da... Esses eventos que a gente vai. E é tudo um monte de stand de marcas de produtos, né? Aham. Mas, às vezes, eles conseguem parceria com alguma empresa pra trazer os jogos dessa empresa também e tal.

Ah, tinha um stand grande do Invincible Versus também. Tinha, bem grande. Fato. Que saiu agora, né?

No stand da Nintendo, tinha, mas era fechado. Tinha um jogo do Yoshi pra jogar, o jogo novo aí que vai sair. Wonder Book, não sei lá. O Big Festival em si, né? A premiação. Quem levou o melhor jogo brasileiro foi aquele Isla, né? Sequência do Sanfobia. Ah, do pessoal do Fobia, né?

Ele não é sequência, né? Não, não, não. Não é sequência, mas é o próximo jogo de terror. Sim. Do mesmo pessoal. Eu joguei ele na Big no passado. Outros jogos que estavam concorrendo. E é interessante do Big que ele tem essa coisa meio IGF, assim, de trazer jogos que ainda não saíram, né? Então, alguns desses jogos aqui ainda não foram lançados, mas estavam concorrendo junto com o Ayla Apogea, que é tipo um tíbia novo aí, um tíbia da nova geração.

Capote, Emptiness Sire, Islet, Defense, Mark of the Deep, Master Lemon, Stachmon, The Warrior, que acho que o Tengu vai falar em breve. Joguei um pouco nesse. E Urbano, Legends The Build. E o melhor jogo, no geral, polêmico aqui, né? Porque eles estavam concorrendo. The Outers, Tether Geist, Tavern Keeper, Moonlighter 2, Mil Memoirs in Orbit, Keep Driving, Goodnight Universe, Dispatch, Ether and Iron e Carob's Crew, Expedition 33. Assim, uma lista muito legal.

Inclusive, né, diferente do que a gente costuma ver em premiações, né, mesmo focadas em jogos indies ou jogos menores. Mas, pô, quem levou foi Clarebyscruel Expedition 3D. Ah, esses sites aí que ficam botando Clarebyscruel no primeiro lugar. Um bando de vai com as outras. Dizendo que é jogo indie. Normis, normis.

Mas aí, sobre os jogos que vocês jogaram, né? E sobre a parte dos indies em si, né? Na BGS a gente sempre ficou aquele apelido... Da favelinde. Da favelinde, né? Porque eles pegavam os indies e jogavam num cantinho obscuro. Super apertado, né? Exato. Tudo abarrotado ali. E o que eu li esse ano é que teve mais espaço pra jogos indies, mas eles estavam também difíceis de encontrar, porque eles estavam separados.

Nossa, exatamente, porque ano passado tinha o Panorama Brasil, né? Que era um espaço indie brasileiro que era muito grande as barracas, né? Pra cada um tinha até lugares que tinham cadeirinha e tudo mais e aí os outros jogos, por exemplo, de estudante estavam agrupados num lugarzinho só esse ano tinha muita coisa espalhada

Muita coisa indie espalhada. Por exemplo, tinha vários jogos indies que estavam especificamente num stand... Você lembra, Tengu? Tem um que é o... Um que era todo em aquarela, assim. Não lembro. Aquila, Aquila... Blu, blu, blu. Esqueci o nome. E, tipo assim, ele era um jogo indie. Ele vai lançar esse ano. E ele não estava, tipo, na área dos jogos indie. Ele estava num... Talaca. Ele estava, tipo, num stand de alguma distribuidora lá longe.

com os outros jogos índices que também estavam lá no ano passado. Era isso, tava tipo, você não tinha um local com um cercadinho, bonitinho. Até o lugar que rolaram painéis com os devs e, né, podia encontrar os devs pra conversar e tudo mais, tava meio fora de circulação, assim, né, então pouca gente proporcionalmente, né, veio que esse lugar existia até, né. É, tinha uns índices, por exemplo, que estavam só na nuvem, os patatas falaram, tinha um que tava atrás, acho que era atrás do Critical War Flex, tinha um da Abra Games, é tipo, era isso. É, não, nuvem é muito alto, né, pra chegar.

Exato, tinha que pegar a escada. Mas é, então, eu queria falar um pouco sobre essa parte, porque dando uma continuidade, né, sobre o que a gente trouxe aqui ano passado, porque, não sei se vocês vão se lembrar, né, ano passado teve aquela carta aberta, né, com quase 300 devs assinando, meio que denunciando as condições.

da Gamescom, fazendo reivindicações. Reivindicações de, pô, auxílio transporte, né? Seria legal. Água. Auxílio alimentação. Cachê, né? Pra palestrantes. Sala de descanso, mais segurança, né? Uns lugares pra guardar coisas e tal. Equipamentos, né? As pessoas tinham que trazer os próprios monitores e tudo. Funcionários pra auxiliar, funcionários pra cobrir quando o dev que foi lá solo, né? Porque também era difícil conseguir credenciais extras. Tinha que, sei lá, ir no banheiro, né? Ia deixar o stand abandonado e tal.

Eu fui dar uma pesquisada, né, e o evento, ele respondeu isso, respondeu essa carta, um pouco depois, na época mesmo lá, de uma forma bem esquisita, bem defensiva, assim, né, falando que, tipo, a frase que ficou assim foi gente, a participação é voluntária, e você sabe, hein. Vem quem quer. É, se você quiser vir expor seu jogo, você vem, ninguém tá te obrigando. Tipo...

meio paia, é pra começar de conversa, assim, e eles até trouxeram algumas melhorias esse ano mas, sem dúvida, não melhoraram todos os pontos, né alguns dos pontos eles até discordaram das reivindicações, falaram que já tinha auxílio transporte e tudo mais, mas...

A reclamação é que era muito desigual, né? Alguns expositores conseguiam auxílio de transporte, outros não. Auxílio de alimentação, outros não e tal. E aí, assim, esse ano, o que eles fizeram, a maior mudança que eles fizeram nesse sentido, foi o programa Big Starter, que se você fosse selecionado para participar, como o expositor desse programa, você teria ajuda de custo de dois mil reais, incluindo para quem está em São Paulo, né?

Porque essa era uma questão que eles até davam auxílio de viagem para quem estava de fora, mas não auxílio de transporte para quem estava já em São Paulo.

e equipamentos melhores, um conjunto melhor de equipamentos oferecidos, tanto no stand que já vinha montado, equipamentos de... Não os monitores de consoles e computadores em si, que ainda a pessoa teria que trazer, mas, sei lá, cadeira e tudo mais, que deveria ser o básico. Mas também três credenciais pra pessoa poder trazer mais pessoas pra auxiliar ela ali. E se você for finalista do Big Festival, aí sim eles te dão o equipamento premium ali, telas, inclusive, quem diria? Coisa fantástica.

Três sanduíches de presunto. Então, assim, ao que tudo indica, né? Melhoraram um pouquinho pra alguma... Pra parte das pessoas que foram expor. Mas, por exemplo, cachê pra palestrantes não mexeram nisso. Por exemplo. Até onde eu sei, né? Talvez alguém que tenha uma informação mais primeira mão aí possa me refutar.

Mas, assim, uma coisa boa, né, que surgiu de tudo isso, né, é que os devs que assinaram a carta formaram a AGDU, né, que é a Game Devs Unidos, que é um coletivo de trabalhadores de jogos, né, que passou a se organizar, né, politicamente mesmo, articulando reivindicações trabalhistas mesmo, assim, né, e aproveitaram agora a Gamescom e lançaram o manifesto Games Contra. Ih!

Muito pica. Porque a carta aberta pedia coisas pontuais sobre a organização do evento e tal. E aqui esse manifesto já é mais uma mobilização maior. Uma coisa mais permanente pra continuar acontecendo dentro e fora do período de Gamescom. E falando sobre questões de crunch, sobre como o crunch é naturalizado, como essa coisa tipo, não, o desenvolvedor ama...

games, né, então ele vai trabalhar quantas horas forem como que esse processo ele é romantizado na indústria dos videogames, como que é um sacrifício que é necessário pra entregar o jogo, né, falam contra a pejotização dos cargos e do trabalho na indústria de videogames, né, que nisso é muito mais fácil pra explorar o trabalhador que não tem garantia nenhuma nenhuma garantia trabalhista, e eles até propõem um evento games contra E aí

que eu não sei se já rolou esse ano, na carta aberta não ficou muito claro. Não, não rolou ainda. Mas é uma ideia de ter um evento com mesas de debates, com assuntos mais politizados sobre desenvolvimento de videogame, desde crunch, representatividade, mas capitalismo na indústria dos videogames, como que isso vai afetar a vida de pessoas que desenvolvem jogos e até o consumo de jogos dentro dessa ótica e tal.

E quem quiser saber mais, inclusive assinar o manifesto, não precisa ser dev, inclusive, né? Você pode acessar o Instagram do Game Devs Unidos, que é Game Devs Unidos, né? Pô, uma coisa boa que surgiu dessa treta toda aí. Pois é, organização é sempre bom, né? Muito difícil conseguir alguma coisa com uma reclamação aqui e ali, né? Quanto mais organizado tiver o pessoal, melhor é. É verdade, Red Robão, se não tiver contra no evento, no Games Contra, pro pessoal jogar, vai ser uma oportunidade perdida.

Mas eu queria saber, então, o que que vocês jogaram, né? E o que que vocês destacam da Gamescom aí para a nossa galerinha aqui. Inclusive, depois eu queria destacar uns também, porque uma das coisas que rolou esse ano foi o Latin Games Showcase, né? Que rolou durante a Gamescom. Teve algumas parcerias ali, né? De alguns jogos do Latin Games Showcase que estavam na Gamescom. E, pô, um evento muito legal também, né? Foi curtinho desse período, né? Imagino que vai ter outro. Não sei, na verdade. A gente vai ter outro na época.

da Era 3, mas é um evento que sempre que eu assisto é o evento que eu mais saio pensando, pô, videogames, né? Quem diria? Videogames são legais, são maneiros, tem potencial. Vai durar essa mídia aí. Vem pra ficar. Até tem alguns que vocês vão falar que passaram também no evento. O que vocês jogaram na Gamescom?

Olha, o primeiro jogo que eu joguei, André, é um jogo de um estúdio indie francês, feito por uma pessoa e seus 32 amigos. É Expedition. É, não é uma pessoa, eu não sei quantas pessoas têm. Mas é francês mesmo? É francês, é francês. E ele foi anunciado faz uns poucos meses, assim, revelado, né? Que é o tal do Fading Echo.

Ah, sei, sei. Ele tava lá no stand da nuvem, né? Ele é um jogo, terceira pessoa, bate, porradinha, pula. Só que você é essa menina que mora num lugar, assim, que parece... Como é que eu posso dizer? Sabe, tipo, ilhas no céu, tudo voando. Avatar. Um mundo... Ah, tá, ok. O Avatar do Weng? Não, não, o bicho azul no primeiro não tem um negócio assim. Ah, tá, é, tem. Mas eles têm chão. Não têm chão, entendeu? Ah, então é Tales of the Kingdom.

Mas T-Rex-O-T-Rex tem chão. Não tem chão. Não, mas assim, tem chão só se você tiver capacidade de planar, que nem o Link, né? Exato. Ou de teleportar. Mas é um mundo de continentes voadores, ilhas voadoras. É, é um mundo de fragmentos voadores, assim. E parece tudo meio etéreo, no final das contas. Porque a sua personagem, que é uma menina de cabelos depois ficam azuis, ela cai numa outra dimensão, tá? Ela e a mãe dela andando na final.

É evento, né? Eu não conseguia prestar atenção na história direito. Minhas costas dormiam que estavam vindo de pé. Na final.

FNAC? Você não falou isso? Elas estavam andando na FNAC? Não. O que que é FNAC? Era uma loja que existia. Sabe o que eu pensei? É francês a FNAC. É verdade. Pô, faria sentido pra um jogo francês. Não tem mais a FNAC no Brasil. Não, não, não. Ela tá andando com a mãe na FNAC.

E aí ela cai numa outra dimensão. É tipo, a dimensão normal dela já é essa dimensão toda fraturada, já. Ela cai só numa outra dimensão um pouco mais estranho, assim. E aí ela ganha esses poderes elementais. Que ela pode virar uma bola de água. Aí o grande bagulho do jogo é que você pode... Você tem umas interações meio... Que a gente fala meio químicas, assim, no jogo, sabe? Tipo, ah, eu sou uma bola de água.

Se eu bato no inimigo de fogo, ele fica petrificado, entendeu? Quando você anda, você deixa rastro do líquido que você é. Aí como assim um líquido que você é? Você não é água? Então, quando você vira a bolinha, e você pode ficar bolinha infinitamente, você vira do elemento do líquido que você encosta.

Então, se tem lava no cenário e você vai lá e encosta, na verdade, você não vira de lava. Você, como tá de água, você vira de vapor. Aí você, tipo, pula super alto, assim. E normalmente, o elemento que você tá, gasta fora dele. Então, tipo, você tem um botão que você dá um ataquezão, assim, ao seu redor, quando você tá em bolinha de água. Por exemplo, tem um que é, tipo, tóxico, assim. Se você tá de tóxico e você bate, você vai fazer uma poça de tóxico ao seu redor, os inimigos que encostarem vão pegar o, tipo...

ficar fraco, esse tipo de coisa. E é muito disso, de você, tipo, ah, um inimigo é disso, eu vou bater nele com esse elemento aqui. No caso, eu vou procurar no cenário ele rapidamente e bater. Porque pra bater, você tem que voltar pro estado garota normal, assim, sabe? E aí, é muito esses puzzles, assim, tipo, por exemplo, o tóxico, ele pula mais alto. Então, tipo, ah, eu vou passar nessa poça, vou pular com o tóxico. Aí, se você pula, você perde o elemento. Aí...

É meio que a habilidade de uso único, assim, pra você ir trocando o elemento. É, mas você pode fazer rastros com o elemento conforme você vai andando. Então você pode deixar o elemento ali, usar, voltar pra pegar. No trailer, quando esse jogo foi revelado, isso me lembrou um pouco o Splatoon. Tem alguma coisa a ver? Não. Só, tipo, quando você anda, assim, nadando, parece Splatoon. Mas você nada em qualquer lugar. Sei. E anda em qualquer lugar.

Então, não. Não parece Splatoon. Quando eu vi o trailer pela primeira vez, eu pensei em Splatoon também. Uhum. Por causa do jeitinho que ela vai andando.

É mais de você combinar esses elementos e empurrar os inimigos pra esses lugares, assim. Porque você tem um ataque de bater normal e um ataque que você empurra o inimigo pra longe. E você usa muito isso pra resolver puzzles, pra empurrar inimigos de beirados, ou empurrar eles pra dentro de certos elementos pra eles morrerem. E ele é cheio de puzzlesinhos com esses elementos. Não consegui prestar muita atenção na história. O local que o jogo se passa, como eu falei, é muito, assim, etéreo, assim.

Tipo, não parece nenhum lugar. Não parece calcado na realidade, assim. Eu acho que você tá meio que num mundo dos elementos, alguma coisa assim, sabe? Você sabe D&D? Sabe D&D.

que tem os mundos elementais que rodeiam. É como se você estivesse naqueles mundos. Um plano elemental. Exato, é porque você vai meio que pra um plano que é só água, um plano que parece que é mais tóxico. Então é como se você estivesse viajando entre planos, assim. Mas é interessante, é um jogo bem pequenininho, você consegue muito ver pelas cutscenes que é pequenininho. Você vai pro X, pro Twitter? Exato. Um plano tóxico.

É, mas eu achei divertido. Fiquei interessado em ver, tipo, quão grande ele vai ser, pra onde ele vai o combate dele, porque ele é bem simplesinho no combate. Mas é bem bonitinho o jogo. Ah, é. Ele é muito bonitinho. A personagem é muito curiosa, assim. Ela é uma protagonista feminina, mas ela certamente não... Não é uma protagonista feminina padrão, assim, sabe? Tipo, ela não é bonitinha. Ela é toda... Ela tem... Expressões...

exagerada. É, ela tem o dente quebrado, sabe? Esse tipo de coisa. É interessante. Eu fiquei, tipo, querendo saber pra onde essa história vai e tudo mais. Entendi. E você, Dengu? O que você traz pra turma? Eu joguei um jogo que não é, não é uma visionóvel.

Pode parecer, mas não é. Ele está mais para um ADV do que para uma Visual Novel. ADV Adventure. É o Adventure japonês. Isso. O ADV. Por exemplo... O Famicom Detective Club. Ace Attorney é um ADV. É um ADV. O Famicom Detective Club.

Também, é um ADV. O que eu acho absurdo, mas tudo bem. 999 é um ADV, teoricamente. Mas enfim, é um jogo que tava meio escondido lá na feira, que chama Rain 98. Que ele é um jogo, você de repente aparece no quarto dessa menina, que tá pra se enforcar.

E ela fica, caralho, de onde você apareceu? Não sei o que. O cara, pô, você não sei. Eu tava na minha casa. E aí apareci aqui. E vocês começam a conversar. Você começa a conhecer essa menina. Rola um trato tipo, bom, você não tem onde morar. Então eu vou deixar você morar aqui. Mas você vai precisar trabalhar pra ganhar dinheiro. E você vai pra sustentar a gente. Aí como o cara não tem pra onde ir. Ele aceita, fala tudo bem. E aí começa o jogo em si, né?

Então, a maior parte dele é você conversando mesmo, né? E aí eu conversei com o Dev que tava lá. O que ele disse é que, dependendo das coisas que você responde pra menina, ela vai mudando, ela vai respondendo de formas diferentes. E aí você, isso muda o clima, muda o ambiente e tal. Dúvida, o jogo, ele é japonês? Feito no Japão. E ele tava todo em japonês lá no exemplo? Não, tava em português. Ah, tá. Manilho, maneilho. Tava em português.

A questão é, você conversou com o Dev em japonês? Em inglês e um pouco em japonês. Foda.

É língua horrível? Língua de bárbaros? Exato, do norte. Foda-se inglês. Mas aí você tem essa parte de você conversar e acompanhar a história, respondendo as perguntas e tudo mais. No trailer você não aparece, você tá vendo essa menina? O seu boneco nunca aparece. Ah, ok. É, um é DV.

Então é tipo aquelas histórias do Reddit de descobrir que tinha uma pessoa morando nas paredes do meu quarto. E agora somos os melhores amigos. Aparentemente, aparentemente. E agora somos amigos, exato. A demo obviamente não entrega muito, é só o comecinho mesmo. Então você tem essa parte de conversa e aí como o seu objetivo começa a ser ganhar dinheiro para sustentar a casa, você tem vários minigames.

que você tem que fazer, tem que executar, né? Então um deles é você, é um... Como é aquele bagulho que você gosta, Sushi? Aquele tipo de puzzle. Socobar? Não, que tem os números pra você pintar as casinhas. Sepucu. Nonogramas. Nonograma. Isso. Tem um que é isso, de você fazer forma simples um nonograma. Tem um que é você... Como é que era o outro?

De você, alguma coisa de você costurar, você explora o quarto, assim, você vê, ah, tem uma TV antiga, tem um bichinho de pelúcia, aí tem um tamagote. O tamagote supostamente morreu, mas ela fala, ó, cuida do tamagote, se você deixar ele morrer, você vai morrer também. Caralho. Uau. E aí, uma das atividades que você faz é cuidar do tamagote, né? Justo.

Então tem várias dessas minigames, atividades que vão ajudar você a ganhar dinheiro. E, pô, pra quem não tá vendo a versão em vídeo do podcast, o jogo é bem bonito visualmente. Ele é bem bonito, bem bonito. Bem interessante. As ilustrações são bem legais. Tem partes tipo o programa de TV, que mostra o programa da TV como se fosse 98, Rain 98, porque você volta no tempo pra 1998.

O Vinícius perguntou, a história vai ficando mais macabra? Pelo trailer parecem umas coisas macabras. É uma história macabrinha. Está escrito na demo que ela não é começo do jogo inteiro. Parece ser uma parte do começo, mas não é o começo do jogo inteiro. A história já tem um quê de macabra desde o começo porque uma das coisas que você conversa com a menina ela fala o quê? Você vai, primeiro, ganhar dinheiro pra sustentar a casa. Segundo, você vai me ajudar a ganhar poder pra destruir o mundo.

então você tem um lance de que você tem um passaporte do anjo e cada interação cada interação que você tem com ela cada vez que você faz ela sentir alguma coisa especial, uma experiência única que ela tiver, ela coloca um selo nesse passaporte e quando tiver 100 selos no passaporte ela vai destruir o mundo então tem esse lance de tipo, esse mistério quem é essa menina, o que ela vai fazer porque ela quer destruir o mundo pelo menos isso E aí

Essas coisas aí. Então, como o Rairo falou no chat, é bem... Lucero e o Martelo. Tem um plot bem parecido com Lucero e o Martelo. Eu achei super interessante o jogo. Vou querer jogar quando sair. Ele deve sair no ano que vem, pelo que o Dev falou. No Steam tava 2026, então já adiou. Já adiou? É.

Agora você falou, não lembro se vai fazer isso. É que tá sem data, só tá ano, né? Só tá ano, né? Então talvez ele realmente adiou na cabeça dele. Talvez, talvez. Mas eu achei isso bem interessante. E uma coisa que eu até conversei com o cara, ele tipo, pô, não é o tipo de jogo que se apresenta numa Gamescom, né? Não, é porque... É difícil, né? É muito difícil jogar esse tipo de coisa. Exato, é. Não vai prestar atenção na história. É.

E eu acho que também não é o jogo com o maior tipo de público também, né? É pouca gente que se interessa por um ADV. Dito isso, esse tipo de jogo me lembra um que fez muito... Não a temática, né? Mas a estrutura do jogo me lembra um pouco. Ai, meu Deus do céu. Need Girl Overdose. Ah, sim. Need Streamer. Ele tem vários nomes diferentes. Tem o anime agora, né? Aham, sim, sim. Ele estourou muito forte. Ah, então eu vou esperar o anime sair pra mim em vez.

E tem também, sei lá, do ano passado, saiu um que eu até falei no Rodizio, no ano passado, ao vivo, que era da Menina Gigante. Qual? Porque eu esqueci o nome dele. Mas é um jogo narrativo também, que é só minigames e você conversando com essa menina gigante, que ela te coloca dentro de uma gaveta da mesa dela. Aí você descobre que tem outras pessoas lá dentro. E a história acaba meio que circulando em volta disso. Então, esses jogos meio narrativos, esquisitinhos, meio terror e tal, eu sinto que tem uma leva no Steam. E, no geral, eles me parecem fazer um certo sucesso.

Nem todos vão estar, obviamente Teve o Nidigra Overdose Teve o MeSide também Que veio nessa pegada também Com esse twist macabro também Saeko Giants Dating Sim Esse mesmo, obrigado Afonso Alguém comentou no chat Esse aí não é o dev que usou a Gamescom de desculpa Pra vir pro Brasil, mas veio ver o show do Angra? Não sei, mas seria engraçado Seria incrível

O Angra faz muito fácil no Japão. O que ele falou é que ele tinha exposto esse jogo em outros eventos e a galera falou Pô, come to Brazil, leva pro Brasil, a galera vai lá, vai gostar, não sei o que. Ele acreditou. Ele acreditou. Falaram, foi sim. Uau. Foda. Foda. Foda. Espero que tenha ido no show, né? É, pois é. Que rolou realmente aí na semana da Gamescom.

O próximo que eu vou falar é um jogo que foi bem legal a experiência que eu tive pra jogar ele, porque ele é um jogo que lançou no final do ano passado. É um jogo indie argentino, que é Go Slimey Go. E por que foi legal a experiência? Primeiro eu vou falar um pouquinho sobre o jogo. Ele é um jogo de plataforma simples, mas com uma pixel art que é tudo muito grandão, sabe? Parece que você tá jogando... Game Gear.

É, eu não sei, sabe? Mas pixel art muito grande, assim. Tem uma cara de celeste, né? Então. Só que celeste é pequenininho, né? Então, exato. Só que celeste e os bonequinhos pequenininhos. Todo bonequinho é muito grande. O ser humano, ele é todo grandão, assim, sabe? E ele é um jogo, por exemplo, que os inimigos, a maior parte, pelo menos, eu venci o primeiro mundo só do jogo, ali rapidinho, eles não te dão dano, sabe? Eles só te empurram. Aí eu pensei, ah, que legal. É como se fosse um jogo de plataforma pra criança.

O primeiro jogo de plataforma do bebê. Exato, que você não pode morrer e tudo mais. Não, não, você morre, o jogo começa a ficar bem difícil, com muitos desafios mais tensos, só que ele é bem leniente, assim, sabe? Que nem Celeste. Que é tipo, ah, morri, ah, tudo bem. Você volta dois passos pra trás, você tenta de novo aqui, é super rápido quando você morre. E ele é muito bonitinho, ele é tipo, ah, você é um slime, tem, tipo, dois exércitos lutando, exército do bem e do mal.

E aí você tá, tipo, no meio dessa parada, assim. Tem, tipo, o herói, o herói tem o maior cara de mal, mas tudo bem.

E aí o negócio é que você quer chegar até o final da fase pra ir pra casa dos seus amigos, pra tomar chá com eles, alguma coisa assim. E aí, tipo, o final de toda a fase, você entra numa casinha e tem um slimezinho lá de cor diferente, vocês se cumprimentam e tomam um chazinho juntos. Pô, mas é muito chá pra tomar, não? Então, mas é um slime, né? Não tem muito o que fazer da vida. Isso é verdade.

Às vezes cada fase passou num dia diferente. Mas uma coisa legal dele é que, um, eu achei ele bem divertido. Acho que eu vou pegar ele na Steam, já que ele lançou no final do ano passado. Ele é um desses jogos, assim, que eu sinto de rodízio sushi, sabe? Porque ele tem 80 reviews. É, eu fui ver agora e tá com, tipo, 90, 80. É, então, tipo, ele é bem, bem, bem pequenininho mesmo. Só que ele tava exposto num lugar lá que, na verdade, tava falando sobre acessórios de acessibilidade.

E aí eu pude testar aqueles acessórios da Microsoft, sabe? Do Xbox. Que você pode... Controle adaptativo.

Exato, exato. Aí, tipo, podia testar o controle adaptativo e várias... Vários periféricos. Vários periféricos que você conseguia plugar nele. Ele é um jogo perfeito pra isso, porque ele precisava, tipo, dois botões e um analógico só. Então, tipo, eu consegui jogar ele com várias configurações diferentes e acabei me divertindo nisso. Maneiro. Mas é um jogo muito, muito, muito bonitinho e simples e bem divertidinho de jogar. Vale a pena. Pô, e lindinho, né? É, então. Muito, muito lindinho.

Pena que é argentino. Mentira, galera. Hermanos. Curiosamente, ou não, do Latina Game... Latina Game? Latina Game. Shakira, Shakira. Showcase de jogos latinos. Exibição de jogos latinos. Que rolou muito jogo argentino parecendo foda.

Os argentinos estão sabendo videogame. É na crise que vem a criatividade, André. Não dá pra escrever a criatividade sem crise. É verdade. Cris atividade. Exato. Isso que o Milley falou. Vou fortalecer essa indústria. Vou fortalecer a criatividade do pessoal. Vai, vai, vai. Outro joguinho que eu joguei, muito simpático, muito divertoso, é o The Warrior. Que eu falei no 10 de melhores do ano. Falou? Falou. Falou. Eu lembrova que... Falou. Falou. Falou. Falou.

Você tem essa impressão, né? Que você mencionou ele, né? É, eu mencionei. Eu não lembro em qual categoria. Mas em uma das categorias do Dash de Stacks... Será que foi bonito? Ele é bonito. Eu coloquei ele. Foi um dos jogos que o Sushi passou assim. Joguem esse jogo aqui, se vocês tiverem tempo.

Aham. E ele é bem legal, eu joguei ele todo em live, e é muito maneiro, mas o Tengu vai falar mais. É, então, porque ele começa assim, ah, o protagonista dessa história é o guerreiro. Aí fica escuto na tela, assim, o guerreiro. E aí é um jogo que você vê que é meio super mechiboy, assim, dessa ideia, né? Você tem um boneco bem pequenininho, num corredor, com um machado que fica rodando, um chão que cai, uns abismos, não sei o quê.

Não, você precisa encontrar a espada lendária pra ir salvar a princesa que foi sequestrada do rei. E aí

E aí você passa, fica lá, morre uma vez ou outra, não sei o quê. Você fala, não, pô, vou pegar a espada. Quando você pega a espada, vem uma minhoca gigante e come o guerreiro. Dá um fade to black, assim. Vai falar, agora, não, episódio 2. Não, agora, verdadeira protagonista dessa história é a minhoca. Aí, pra tela de título, a minhoca. Aí você controla a minhoca, que é outro estilo de habilidade, né? A minhoca. Você controla lá com o mouse, e aí tem um puzzle outro, puzzle de empurrar manivela, né? De empurrar alavanca, né? Não manivela.

Ele lançou só pra PC, hein? Só pra PC, pelo menos só pra PC. E aí você vai resolvendo esses puzzles, voando, e comendo casa, e comendo os aldeões, essa coisa toda. E aí você chega na sala do trono pra matar o rei. Aí quando você tá pra matar o rei, o rei congela a minhoca. Aí, capítulo 3. Na verdade, essa história é sobre o rei. Aí aparece assim, o rei, no título. Aí você começa a jogar com o rei, que tem o poder de transformar as coisas em ouro, pra deixá-las sólidas ou mais pesadas. Temidas.

É tipo Middles, né? Coisa assim. E aí isso vai indo, assim. É um jogo que é bem simpático, é bem divertidinho, assim. E é curtinho, tipo uma hora, uma hora e meia só. É. Eu acho que a demo, porque assim, você joga com o rei, depois você joga com o demônio, e aí você mata um boss, e acho que a demo ia até você matar o boss. Você já jogou 70% do jogo.

Esse jogo ele é brasileiro, né? É brasileiro, brasileiro. Ah, que foda. Muito divertido. Tem a planta, né? Você joga com a planta, você joga cipó pra se pendurar e não sei o quê. Então cada personagem tem um tipo de gameplay, um tipo de desafio diferente, um tipo de puzzle e tal. Não tem combate, tirando contra esse boss, até onde eu vi. Então ele é bem pra você curtir, se divertir com cada personagem, ver as piadinhas que o jogo tem pra te contar.

Muito legalzinho, muito, muito maneirinho. Eu achei ele bem legal, eu recomendo. E ele não é caro não, eu lembro dele ser bem baratinho.

Tem cara de ser um jogo barato, eu não vi quanto ele tá custando, não. Doze reais no preço. Nossa. Pô, super vale a pena por esse preço. É um jogo muito divertidinho, muito simpático. Gostei bastante dele. Dezessete, agora em promoção por treze e sessenta. Aí, ó, treze conto. É, por treze reais, o que você compra por treze reais? Nada. Que nem eu tava falando. Dois sneakers. Em São Paulo, é, dois sneakers. Tá treze reais na Steam Promo agora. Na verdade, é.

Em São Paulo, você não compra um pastel por R$3,00. Não, não. Rafa, o que mais? Ó, o próximo que tava lá de até... Tinha bastante destaque, que o pessoal tava curtindo muito a vibe dele e a carinha dele, é o My Girlfriend is a Vamp. Ah, eu vi muita gente anunciando esse joguinho. Brasileiro, equipe pequenininha, obviamente. E é isso, o jogo é sobre a sua namorada, ela é uma Vamp. O que é Vamp? Ela é uma vampira autista mágica princesa.

Óbvio. Entendeu? Não entendi. A sigla. É, e aí... Eu gosto de siglas, onde a primeira letra da sigla é a palavra da sigla. Exato. Aí o negócio é, você namora... O seu personagem, ele parece meio, tipo, pra ser andrógino, pra você, qualquer pessoa poder se encaixar nele ali, mas você namora essa menina, que é essa vampira autista mágica princesa. É como se autistas fossem uma categoria de criaturas místicas, assim, sabe? É que nem o Scott Pilgrim, que os veganos têm...

Exato, exato E aí a mãe dela Que é a rainha vampira Ela vai destruir a humanidade Mas aí você então vai com a sua namorada Até o castelo da mãe Pra convencer ela a não destruir a humanidade Mas no meio do caminho você andando na rua Tem muitos estímulos, muitas coisas que vão Atrapalhar ela E aí de acordo com o seu desempenho Até chegar no castelo Vai dar o resultado diferente se ela vai ou não destruir a humanidade E aí

Entendi. Ele é quase um educa-game. Porque ele não tem muito gameplay. Conversando com uma desenvolvedora que tava lá, vão ser tipo 10 fases. Na demo tinham 3 já, se não me engano. E ele é um jogo basicamente de você andar pra esquerda e pra direita só. E aí tem um botão pra você segurar a mão da menina e pra você soltar. Ico.

Exato, e aí tipo, você tá andando na rua Você só tem que tá prestando atenção assim Tipo, a luz, ela é vampira Ela não gosta de luz, né Então você vai lá e você ou espera a luz apagar Ou você anda um pouquinho mais pra frente Você não pode deixá-la muito pra trás Senão ela fica triste, anda um pouquinho mais pra frente Acha um interruptor pra desligar Isso aí é imersivo sim Exato

Aí tem, tipo, uma loja que vende alho frito. Aí fica o cheiro do alho frito na frente. Aí você tem que esperar o cheiro passar. Tem um moço que fica falando alto no telefone. Então você tem que... Você pode, tipo, deixar ela numa árvore. Aí ela vira um vampirinho. Aí não afeta ela. Ela vira um morceguinho. E aí não afeta ela. Ou então você espera ele parar de falar e sai correndo. Você não corre, né? Você só anda. Então, tipo, ele é mais um Educa Game. Porque ele é muito focado no dialogozinho que você tem com a... Sim, sim.

Com a sua namorada. E em saber, assim, tipo... Algumas características desse espectro muito grande, que é o autismo e o vampirismo. E o vampirismo. Né? Mas, assim, parece que vai ser super simples. Eles vão lançar já esse ano. E é muito, muito, muito, muito, muito simplesinho, mas muito bonitinho. Muito fofo, parece. É bem fofinho. O que mais, Tengu?

Tudo bem, eu joguei um dos alguns roguelike card builder. Ah, você jogou? Joguei. Teve vários que depois eu falo quando eu chegar. Vamos ver se é algum dos que eu vi também. Eu joguei um que você jogou também. Mas o primeiro eu vou falar do Sidious of Nightfall. Ah, ok. Que tava do lado desse. Tava do lado do que você jogou. Exato, exato. Que ele é lindo. Muito bonito, né?

Já tá na minha wishlist. Ele é um deck builder, roguelike, com uma carinha bem de... Darkest Dungeon. Darkest Dungeon, isso. Darkest Dungeon, obrigado. Você é um herói, um cavaleiro. No jogo final vai ter várias classes pra você jogar, mas na demo tinha uma só.

Ele não é exatamente um roguelike no sentido de exploração, né? De você ter, sei lá... Normalmente em roguelike você tem um mapa em que você vai escolhendo o caminho por onde seguir, né? Nesse jogo é mais como se você estivesse explorando uma dungeon. Você vai clicando pra ir nas salas, explorando cada sala. Aí tem sala trancada com chave, tem sala com armadilha, sala com inimigos, sala com loja pra comprar cartas e tal. Comprar cartas e acessórios, né?

E tem isso que te dão bônus, essa coisa toda. E você pode explorar à vontade os andares? Pode, pode. Pode entrar na sala, voltar... Não, não, não.

Ah, você anda então com o seu personagem? É, toda vez que você completa uma sala, abre um mapa e você clica onde você quer ir. Ah, agora eu tô vendo aqui, é um mapa... Visto de cima. Isso. É um mapa de D&D, assim mesmo, tipo, todo quadriculadinho, tá? Isso, isso, isso, isso. E aí você, nos combates, que é o principal do jogo, né? Você tem várias cartas que você usa pra vários efeitos, né? Então, por exemplo, tem carta que te dá escudo, tem carta que dá ataque de espada, ou um ataque de massa, ou um ataque de arco, né? Tem diferença entre ataque que é... O tipo de...

Que dá, né? Que dá. Tem dano de corte, dano de contusão, dano de perfuração. Tem a diferença de você dar um ataque corpo a corpo, um ataque à distância, né? Então, tem inimigos que você, se você atacar ele corpo a corpo, você pode pegar um status negativo, que é um veneno, ou um efeito que deixa você poder jogar menos cartas, né?

E é interessante, eu não joguei muito os deck builders desse jeito, né? Mas eu achei interessante a forma que ele faz debuffs, né? Efeitos negativos, né? Porque, por exemplo, veneno. Se o inimigo te dá veneno, você ganha uma carta de veneno. Que vai ficar te dando dano até você usar a carta, né? Então você precisa gastar um recurso. Na demo que eu joguei, você tem três ações por turno. Então você precisa gastar uma ação do turno pra jogar fora a carta de veneno e parar de tomar dano de veneno. O que eu achei interessante. Isso é comum?

É comum, tipo, Slides of Spires, às vezes vai ter, tipo, uma carta que é tipo isso. Você tá pegando fogo. Se você não gastar mana ou ação desse turno pra jogar essa carta fora, no final do turno vai te dar um dano. É, sim, sim. Eu devia um dia jogar um jogo desse. Devia. É legal. Um palavrão? É, um palavrão. Eu tô, é real, considerando jogar o Slides of Spires 2 mesmo, mas quem sabe esse aí parece legal também, né? O estilo visual dele é bem legal. Eu achei ele bem...

desafiador, talvez porque eu não montei direito o meu deck. Ah, mas é muito difícil pensar nesses eventos. É, não dei upgrade nas cartas certas, nem nada, né? Farofa Compasso disse que a arte desse jogo é do Thiago Lima, um listrador brasileiro brabo demais. O jogo é brasileiro também? É brasileiro. Ele tá sendo desenvolvido por dois estúdios, um deles é o mesmo do Dronald Lake. Ah, que foda. É Monumental...

Collab. E o Two Edges é outro estúdio, Two Edges. Pode crer. Porque essa demo tinha, acho que, 20 minutos de duração. Então até você ler tudo, entender o sistema, e experimentando uma coisa ou outra, não dá pra você aproveitar o máximo possível. E de pé. E de pé. É difícil no...

Ah, e no outro evento brasileiro que a gente foi o ano passado, no retrasado. Jogatório. No jogatório. No último eu joguei um Rogue Like Deck Builder de Mecha que você vai equipando as partes do Mecha, o braço, o perno, esse tipo de coisa, que vai dando as cartas pras ações. E também é difícil você focar no meio da muvuca toda. Em pensar no que fazer, jogar direito. O que costuma ser jogos exigentes. Sim. Mas esse parece bem legal.

O seu boneco da level up? Então você, todo nível que você ganha, você ganha, pode escolher uma carta nova pra você ganhar dinheiro. E o Nesto da Capitinga? Qual foi? Eu não entendi. O seu boneco da level up. Nossa, não vi essa. Desculpa. Realmente, realmente. Calma, o que eu tava falando? Desculpa.

O seu boneco da level up. Você passa de nível, o seu boneco da level up, você ganha dinheiro e ganha uma carta nova pro seu deck, né? Tem as salas que você passa que você ganha upgrade, você escolhe uma carta sua pra dar upgrade. E assim você vai explorando essas dungeons, né? Então, pô, legal. Eu não sei se tem algo de realmente inovador, nem nada, né? O que falaram é que ele tá dentro de um sistema de RPG.

Ah, sei. Mork. Mork Borg. Não conheço. Não conheço. É o mesmo famoso. Eu não conheço Mork Borg, mas isso que você comentou, Tengu, dos tipos de dano e proximidade e tal, isso é um gostinho dele. Ah, sei. Eu não joguei todos, obviamente, roguelike deck builders ali do mundo, mas me parece algo meio experimental dele aqui, tentando acrescentar algo diferente.

Eu achei legal, eu acho que ele pega um pouco do espírito do Darkest Dungeon, não só na estética, mas também dele ser um pouco mais desafiador, mais cruel, mais opressivo, até os inimigos tem designs parecidos, acho, com os do Darkest Dungeon.

Mas eu achei bem legal. Achei interessante. Achei maneiro. Vou então puxar, André, o que tava do lado desse, então, que é o Litany. Que eu joguei também. Bem legal. Aí, Tingu, você deixa eu falar já dos meus dois roguelike deck build? Claro, claro. Porque eu andei, todos esses dias eu andei com um amigo meu de Curitiba, que veio pra São Paulo, né? Eu não joguei nenhum desse roguelike deck build. Eu só fiquei olhando ele jogar. Porque eu já, em casa, eu já não tenho vontade de jogar esses jogos.

De pé, com dor nas costas, tendo que ler pra entender, menos ainda. Mas esse jogo é do pessoal que fez o... A Elite Defense. Que é um pessoal que eu trabalhei junto já, né? Quando eu fui game designer por pouquinho tempo da minha vida. A Elite Defense que eu joguei ano passado no Rodizio ao vivo e é bem legal. E aí eles estão querendo fazer jogos que eles consigam terminar em um ano, um ano e meio no máximo. Então esse daqui é o jogo desse ano deles, aparentemente. Talvez demore um pouco mais porque ele é mais ambicioso que o Elite Defense.

Mas ele é o Litany, né? É um roguelike deck builder que tem a ver com... Tipo, as suas cartas são, na maior parte, bonequinhos que você coloca num tabuleiro, num mini tabuleiro. A disposição, o jeito que você coloca os bonequinhos é o que vai influenciar a batalha. É quase como se fosse um... Queen's Gambit do Final Fantasy de 7 Remix. Tô brincando.

Ou um autobattler, assim, qual que é aquele que tem do LoL? Autobattler. Autochess. É o jogo... Autochess, é isso. Que, tipo assim, você vai botar as coisas em campo, entendeu? E aí, a sinergia das coisas que você botou, né, de acordo com a posição que você botou, é que vai interferir no resultado dessa batalha.

Olha, eu, do que eu tô vendo do trailer aqui, pra quem tá ouvindo em casa, eu vou resumir assim, é um auto-battler com balatro. Porque você tem um grid de 3x3, que é o espaço que você vai ter pra colocar as suas unidades, que vão ter essas dinâmicas que um vai bufar o outro de acordo com os locais, classes, tipos de personagem. É, se tá cima, se tá abaixo. Exato. Só que a batalha, entre aspas, em si, ela é você tentando alcançar uma meta de pontuação que lembra um pouco o balatro.

Você diria que é um autobalatrer? É um autobalatrer. Então, tipo, tem coisa assim, ah, se você bota essa unidade no meio do tabuleiro, ele dá bônus pra todo mundo. Essa unidade dá bônus pra todas essas criaturas do nível do tipo tal, do elemento tal, que estiverem na primeira coluna. É, ah, essa criatura dá um bônus pra unidade adjacente, né? E aí você mexe tanto na quantidade de pontos de dano que você vai dar, quanto no multiplicador que você vai dar também, né?

Que isso é importante. Que isso é importante. E aí você tem cartas de unidade e cartas de efeito, né? Tipo, a espada vai te dar mais 10 de dano pra humanidade. Ou o anel mágico dá multiplicador pra unidade. Você vai na loja e compra um artefato que aumenta o dano de todas as criaturas do elemento da luz, sei lá. Então você vai escolhendo os caminhos no mapa, né? Meio que como os Lays Spire mesmo. E vai escolhendo... E aí

Por aqui tem uma loja, por aqui tem um boss. Você vai vendo o que é mais vantajoso. Ele me pareceu assim, bem Chilo Balato, que é um negócio que vicia as pessoas, sabe? Pô, numerozinho gostoso. Pensei, fiz aqui o meu combinho. Parece bacana. Novamente, eu só fiquei olhando o pessoal jogar. Não joguei.

Não sou muito desse. Qual que é o outro, Rafa? E o outro que eu também só fiquei olhando jogar foi o Dream Cards. Pô, e esse daí foi muito legal. Porque esse daí tava uma fila legal pra jogar ele. O pessoal tava animado ali no momento. E os devs ficaram conversando muito com a gente. Ali comigo, com esse meu amigo. Eles são... É muito bonito. Dá vontade de botar eles num pacotinho assim e guardar na estante. Porque eles acabaram de se formar.

A maior parte ali em design. Foi o TCC de um deles ali. E eles são todos muito novinhos. Tudo bem.

um pessoalzinho de 20 e pouquinhos anos, todos. Isso é tão bonito. É tudo carioca. Acho que a maior parte da equipe, ou seja, não, é toda do Rio de Janeiro. Eles eram toda dessa faculdade. E esse, assim, me lembrou bastante Balatro, porque ele é meio que você contra a mesa. É tipo assim, de dia você monta o seu deck, de noite, quando você dorme, é Dream Cards, não é o nome, você joga contra essa entidade que é tipo um pesadelo, assim, que tá te assombrando.

E o baralho lembra um pouco, eu acho que não é, mas lembra um pouco um baralho de tarô, porque tem, tipo, personagens, mas não é baralho de tarô. De tarô, tá? São outros personagens que tem. E aí você tem que aprender a fazer esses combos e tudo mais. Eu, quando vi meu amigo jogando, eu não entendi absolutamente nada. Mas o pessoal tava gostando muito, jogando muito isso daí. Então, pra quem gosta de carta, deve ser muito legal.

Comentário, eu acho que o Rafa gostou mais do dev que do jogo. É que o Rafa não jogou o jogo. É. Ele só achou o potencial ao ver o jogo acontecendo.

Eu vi o jogo, achei ele lindo, ele é muito legal. As animaçõezinhas, esse pesadelo assim que fica jogando contra você, é muito bacana. Eu acho que é só uma coincidência do destino. O quê? Mas a estética desse jogo, fora dos personagens, né? Mas essa parada desse mundo dos sonhos, a maneira que ele desenha a sombra, o estilo de cor. Me lembra um card game chamado Onirim.

Onirinho. Que é onirico também, né? Que é um card game solo. Físico, né? Tem versão digital também, mas originalmente físico. Ah, ele é você contra mesa também? É. A estética me lembra, mas eu acho que é só uma coincidência, que tipo a ideia de sonhos, a estética, os vultos, sombras e tal. Mas eu só achei curioso.

E você já recomendou o card game. É. Próximo, Dego. Mas Link Cards, muito bacana. Apoia o pessoalzinho. O grupo tem aquele soneca. Você precisa disso pra entrar nos Estados Unidos, né? É verdade, Green Card. Não, Dream Card. O próximo jogo é um que o Rafa jogou também, eu acho. Que é o Save the Bloogs. Ah, ó. Esse foi o jogo que eu mais saí do evento querendo jogar mais. Então, porque ele é um conceito muito interessante, né? Ele é feito por um dev brasileiro. Que inclusive... Save the o quê? The Bloogs. Bloogs.

B-L-O-O-G-S Porque ele é um jogo que mistura Videogame com coisas táteis Físicas, né? Ele é feito pra jogar numa tela Que é uma tela interativa, né? E aí você tem pequenas peças De jogo de tabuleiro, né? Tem uma escadinha, tem um círculo Tem um círculo com um rabinho puxando assim

Tem o mais legal da fase que eu joguei. Tem dois quadrados e um dos lados dos quadrados é amarelo. E os outros são azuis. É que assim, pra quem não tá vendo versão em vídeo, é muito bom explicar que... É tipo um Lemmings. Não, não, calma. Antes disso, é literalmente alguém colocando coisas, peças do mundo real físicas em cima de um tablet. Exato, isso. Só que esse tablet é um...

Não é um tablet qualquer, né? É um produto... E aí a peça, ela tá, né? Preparada ali pro jogo entender aquela peça, né? E usar ela como objeto dentro do jogo. Então, e tem esse quadrado, né? Que o Bata falou. Então, o legal do quadrado é que ele pode servir tanto como uma parede, mas se você alinha os dois lados amarelos dele, surge uma corda entre eles, né? Você pode usar como trampolim, como esse tipo de coisa. E pra quem não sabe o que é um Lemmings, né?

Que eu acho que, né? Na juventude, não conhece mais Lemmings. É o jogo da equipe do GTA antes de GTA, né? Exato, exatamente.

Pior que é. Ah, então você assalta carro? Não, galera. Sim, de vez em quando sim. Tem um monte de bichinhos andando pra lá e pra cá e você tem que levar esse bando de bichinhos que só sabem andar pra lá e pra cá até o final da fase. Como é que você faz isso? Colocando objetos na fase. Você coloca uma escada aqui, coloca uma parede ali pra quando eles baterem eles voltarem, entendeu? Você tem que deixar eles vivos até o final da fase. Sim.

E é a mesma coisa com esses blogs, são tipo uns bichinhos azul bolhulhento, que você vai botando em cima desse tablet, essas várias peças físicas assim, elas vão aparecendo no mundo conforme você vai botando. Ué, Rafa, como é que eu faço pra jogar de jogo? Eu não faço a menor ideia. É, então, essa que é a questão, né? Eles vão vender essas peças e elas vão ser compatíveis com qualquer tablet? Ou tipo, é jogo...

Jogo de evento. Porque isso existe também, né? Tipo, perto da GDC, junto da GDC nos Estados Unidos, teve um evento de jogos com coisas táteis, assim, né? Vários jogos, tipo, tinha um lá que era de você... Sabe que nem no filme desenho animado que a pessoa vai passar com um sofá e eles não sabem pra onde virar o sofá? É um jogo co-op, onde duas pessoas têm que carregar um sofá e a tela vai passando com diferentes obstáculos pras pessoas girarem o sofá, assim. Só que, obviamente, tem que ser um sofá especial, né?

sofá leve o suficiente para as pessoas conseguirem passar tempo jogando e tal. Então, tipo, existe uma cena onde pessoas estão desenvolvendo coisas para serem jogadas só em situações especiais. Não sei se é o caso desse jogo. Não, então, o negócio é que esse jogo é feito por uma plataforma que se chama Board. E aí, eu acho que é uma plataforma que vai servir para várias coisas.

inclusive pra você jogar até RPG de mesa, sabe? Já viu aqueles negócios de RPG de mesa que você bota seus bonequinhos em cima do mapa de verdade? É isso. Ele é como se fosse um tablet grandão, que ele fica assim... Ele é mais ou menos o tamanho... É um monitor pequeno.

É uns quatro palmos, assim. Ele é... Parece um monitor de uns 19 polegadas. É, é isso. Mas ele é levinho, assim, pelo que eu peguei dele. Mas não é qualquer tablet. Ele é um tablet proprietário que vai vender e que vai servir pra várias coisas, inclusive pra jogar board games e RPGs. A tela que eles estavam usando lá pra demonstração até tinha vários jogos instalados, né? Não tinha só o Save the Bloogs. Isso. Tinha vários jogos.

E aí Save the Blocks é um jogo que foi feito para este tablet, entendeu? Não sei se foi encomendado pela empresa, mas o negócio é... Tudo que eu joguei dele foi muito divertido. Eu joguei umas três fases e eu saí da venda pensando, porra, eu quero jogar mais um jogo. Foi tão legal. Foi bem divertido. A experiência de você botar as coisinhas na mesa e arrastar. E ele interage muito bem, assim, com... Tipo, se você pegar um negócio e você ir arrastando os bichinhos, assim, vai, funciona.

Agora que o VR flopou, é isso aí, o deixando no futuro. É, o futuro dos videogames. E muito carismático. Agora que o quê? Que o VR? É. Não, não, galera. Para com... André assiste memória confirmada. Sim, assisto, mas eu vi sobre esse evento antes no vídeo do Mi Max. Mas, assim, é foda porque é uma ideia muito legal que perde muito se, por exemplo, tem como, né, você digitalizar essa parte do objeto, né? Tipo, surge ainda assim uma mão por cima pra você posicionar a parada. Só que o legal é a parte tátil, né? Exato, é. E você escolher a...

peça, botar ela de um lado, numa orientação, na outra orientação. Essa parte vai ficar muito limitada, né, realmente. Dá vontade de jogar. Então, talvez, sei lá, é porque, como eu falei, eu acho que ele foi feito para esta plataforma, sei lá, talvez até por encomenda. Então, eu acho muito difícil eles quererem importar, porque, né, a plataforma vai querer só pra ela... Sim, sim, claro, claro.

tem um negócio. Mas, tipo, eu acho que eu veria ele funcionando, talvez, com um Joy-Con, um modo mouse, assim. Pra você arrastar, poder rodar, poder fazer o que você quiser. Lemmings, não tem Lemmings moderno, né? Tem aquele que você jogou lá, Humankind. É tipo um Lemmings moderno, não era? É, é um pouco.

Não, não sei, não. Mas eu te garanto que algum índice já fez o Lames nos últimos cinco anos. Estava pensando nisso. Sabe qual jogo que eu estava pensando? Que não tem, ou pelo menos não tem uma versão famosa, moderna, uma releitura moderna? Vikings, Lost Vikings. Talvez também. Tem, Trini, pô. Pelo amor de Deus. Mas é...

A gente tá só no sétimo jogo agora. Mas o Trine, quando você joga sozinho, você não tem que ir mudando de boneco e andando com os três. Você é um boneco só que muda só o corpo. Mágica. É, o legal do Lost Vikings era que era um jogo só de puzzle, né? Mas o jogo da cobrinha, Snake. Isso aí. Tem algum Snake moderno? Tem um de puzzle que é o Snake Bird, né? Que ele pega a lógica da cobrinha, mas faz outra coisa com ela. Eu queria um Snake moderno.

Eu tava instalando jogos de N-Gage nos meus emuladores e tem um jogo da cobrinha 3D. Mas teve, André, teve um snek no passado, cara. Vem que peça. O Metal Gear Solid. É verdade. Puta merda, valeu!

E eu fiquei testando assim, se eu pegar esse bloco que não tá na fase, porque na fase você fala quais blocos você pode usar, e botar aqui, ele não reconhece. Ele fala não pode. Não, ele não fala, tipo, o bloco não existe, entendeu? Sei, sei. Eu achei bacana a inteligência do bagulho. O que mais, o que mais? O próximo que, inclusive, foi um pessoal que, depois que eu joguei o Sidious of Nightfall, um cara do estúdio me levou pro fundinho ali. Eita. Eeeeee!

Tem um negócio aqui pra te mostrar. E me levou pra trás de um stand lá, onde tinha algumas estações. E lá eu joguei Caravana 2000. Ah, pô, esse é muito interessante. O que é Caravana 2000? Ele é um Bullet Heaven, né? Ele é um Vampire Survivor da vida, né? Um Megabonk. Inclusive, falaram que a principal inspiração pra ele é um Megabonk.

O Megabonk é em primeira pessoa também? Não. Ele é 3D. É em terceira pessoa. É. O Megabonk, ele é meio que uma mistura de Vampire Survivor com o Risk of Rain 2. Hum, ok. É, e esse é tipo um Vampire Survivor com Boomer Shooter, parece. Exato. Então. Ih, Carreta...

Porque a temática é Carreta Furacão, né? Isso é fantástico. Então você controla um personagem da Carreta Furacão. O Sonic Obama, é incrível. O Sonic Obama, tem o palhaço, tem vários bonecos. Hatsune Miku da Shopee. É, tem uma Hatsune Miku legalmente distinta, né? Exato, tem um Nike legalmente distinto. Então você escolhe um desses bonecos. Tem um botão de dançar, você segura o botão e ele fica dançando no lugar, assim. Imagina se esse jogo viraliza internacionalmente, assim. Seria muito foda.

E aí ele é um Blood Heaven em primeira pessoa, que eu acho que é um conceito original. Eu já tenho alguns. Eu nunca vi, nunca tinha visto pelo menos. Tem alguns sim, mas assim, não querendo diminuir o jogo, porque eu não tô, porque ele tem muita coisa muito foda passando na tela nesse momento, mas já tem alguns já que mistura a primeira pessoa com o Blood Heaven.

Então você tá nessa fase Que é a primeira fase, pelo menos, né Que eu joguei, tá de noite, no que parece ser Tipo Rio de Janeiro E aí as coisas começam a te atacar Então o primeiro inimigo que te ataca São cadeiras de plástico de bar, assim, né E depois aparecem uns fantasmas Aparecem uns gigantes, aparece o Dolinho Não, não, o Dolinho Por favor, ninguém quer ser Processado aqui E aí

E aí você vai, como em todo Bom Bullet Heaven, cada nível Que você passa, você vai ganhando o bônus Pra você acoplar ao seu arsenal Então tipo, você começa com uma escopeta E aí você vai, você quer Acoplar uma metralhadora, escopeta Um lança-granada, ou você quer Ter mais regeneração de vida Ou você quer ter escudo, ou você quer Andar mais rápido, ou qualquer coisa do gênero

E vai ficando bem caótico, bem rápido, eu acho. Então ele te incentiva a explorar bastante o cenário, os bequinhos pra você ir puxando os inimigos em filhinha, um atrás do outro. Cara, e ele é bem simpático, né? De vez em quando passa, a carreta passa tocando música, de vez em quando. Ele é copy? Parece ter copy, mas eu joguei sozinho. Ok, porque tem uns quatro personagens.

personagens, eu fico me perguntando se tem como... Não tem um momento do trailer que tá dividido a tela em quatro? É, eu fiquei pensando se é tela dividida, tipo, né, 64, ou se era só uma coisa estética pro trailer. Vamos ver na Steam. Mas eu até fiquei me perguntando, Tengu, se pô, pra um jogo com tanto foco no personagem, né, será que não vai perder algo em estar em primeira pessoa?

porque você dança. Pelo menos tem um botão de dançar, né? É. Pelo menos. Pelo menos. Realmente, né? Você perde um pouquinho. Ó, tem cooperativo online e cooperativo tela dividida. Ok, ok. Foda. Massa, massa. Caralho. Ó, o Nustin tá aqui. Características principais. Caos Brasil Core.

Young man E assim, o Rio de Janeiro é exatamente assim, né? Não, é assim, é exatamente idêntico É apresentação fidedigna Eu fui uma vez pra lá e era assim mesmo Quando a Clarice me conta as histórias, ela fala que é assim, mano Número voando Eu confesso que o Sonic e o Obama me pegam muito Não, pô, excelentes decisões em todos os lugares O fofão, alguém falou no chat, pô, um fofão menos assustador Exato

E ele tem tipo uma cara de esqueleto, assim. O Hatsune Miku brasileiro também é fortíssimo. Muito forte, muito forte. Pô, tô empolgado com esse jogo assim. Acho que ele promete, assim, viu? Tem uma grande chance de ele viralizar, eu acho. Eu espero que sim. A Matsunhiko? Matsunhiko. É. Eu quero falar de um que não consegui jogar no evento, mas é um que enviaram pra gente. Então eu já sabia dele já, antes. Que é o Lug World. Você viu esse daí de longe, Tungu, pelo menos? Eu não sei agora de nome. Talvez se eu olhar a carinha dele eu lembre.

Ele é um MMO RPG brasileiro de captura de monstrinhos. Não vou falar o outro nome aí. Vai que processam, né? O Ludwig. É isso. Eu confesso que eu achei ousado lançar um jogo desse tipo agora, depois de tudo. Não, o que lança de... Não tem uma bola, tá tudo bem.

Exato, é. Mas o interessante dele é que ele se propõe a ser esse MMORPG, bem estilo MMOzão mesmo, assim, tipo, UOU, sabe? Final Fantasy, a batalha é batalha de MMO, sabe? De você se posicionar e você gerenciar... Cotação. Exato, gerenciar cooldowns. Só que você pode ter até quatro lugs, né? Aham.

Na sua party. E aí você pode ir trocando e gerenciando os cooldowns ali de cada um. E também você pode ir explorando com a sua party. Pode montar neles, sair voando por aí. Mas é tipo, muito MMORPG Core. Ele vai entrar em Early Access ainda, se não me engano. Talvez na metade desse mês. Já tá, já. Foi no começo de abril. No começo de abril. Então ele entrou em Early Access. Não, eu lembro que ele teve um beta, mas não lembro se ele já tinha entrado em Early Access.

Mas eu tava olhando o Steam agora, ele lançou 6 de abril. Ok, tá. O Early Access, no caso. É, então, tipo, ele tá bem early ainda. E bem Access. É. Eu falei 6, desculpa, é 9. 9. Eu achei os bichinhos muito bonitinhos, gente. O pessoal fala que é bicho feio. Não, galera, é uma fruta do dragão, como é que é o nome disso? Dragão? Pitaia? Pitaia. É uma pitaia que vira, no final, um dragão. Olha só. Porque a pitaia parece um ovo de dragão.

É, Dragon Fruit. O sonho da pessoa que joga um jogo aí de criaturas da Nintendo era jogar um MMORPG, não é? Aí, é um MMORPG disso. Sabe, você até customiza o personagem, é... Obviamente, é uma equipe muito pequena tentando fazer um MMORPG. Ambiciosíssimo. Então, é muito ambicioso. Mas, Early Access, eu não achei que ele tá... Quanto que ele tá agora, o Early?

Tá 47. Porra. É honestíssimo. Exato. Eu só não sei hoje em dia o quanto funciona um MMO ser premium, né? É, realmente. Talvez ele ser freemium seria melhor pra ele, mas... Quem sabe, né? Mais pra frente torna ele freemium. Quem sabe? Desejo muito sucesso aí pro pessoal. Sabe o que me pega nesse jogo? O nome dele. É Lug... Não é uma palavra legal de falar, né? Lug? Lug, Lug, Lug. Meu Lug.

E aí eu olho pra L-U-G-H... Você prefere ser o pau? Eu não sei. Não, é primeiro que eu prefiro, né? Mas eu não sei como pronunciar. É lug? É lug? É lu? É lã? Lã? Tinha que ter uma coisa... Um pau, né? Um pau. Mas se eu fosse pau com... Pau. Pau. Exato. Pau.

E o pessoal não ia poder reclamar, o pessoal do Power Word. Pô, vamos fazer a nossa sátira, o Power Word, que vai se chamar. E aí todos os personagens são vários tipos de pênis diferentes, sabe? Porra, vai ser muito foda. O League, mano. O League, Power Word. Tá aí, então, o League Word. Ou suponho que seja assim que pronuncie. O que mais, o que mais, o que mais? Eu comentei no Minigameiros sobre jogos aguardados desse ano, que eu tava interessado num jogo chamado Sacrifier. É.

E ele tava pra jogar lá, né? Não esperava. Ele tava lá como um dos concorrentes do Big, né? E eu joguei um bocadinho, né? Tinha lá a introdução do jogo pra jogar. Muito bonito ele. A mistura de cenáriozinho 3D com o pixel art dos personagens, assim, muito legal. Ah, lindo demais, né? Não sei se você já sabia disso, mas eu vi agora e fiquei em choque. A trilha, pelo menos em parte, do Motô e Sakuraba. É. Compositor de Valkyrie Profile, Tales e Dark Souls.

Você já sabia disso. Já sabia? Porque eu sabia disso porque você me falou. E eu tô em choque de novo. Não é?

O bom de ter memória ruim é isso, mas pode ter várias surpresas. O que é interessante, porque a gente viu mais da batalha e tal, que eu vou falar daqui a pouco, mas a exploração de cenário dele é bem Valkyrie Profile. Ele é feito num plano 2D, e quando você chega numa porta, numa passagem, você meio que aperta um botão pra trocar de cenário. Então ele é bem Valkyrie Profile. Mas acho que o principal dele, o mais único que ele tem, é o combate, né?

Que dá pra ter uma ideia já assistindo aos trailers, mas eu achei ele bem dinâmico, bem curioso. Como funciona?

O tempo só passa quando o seu boneco anda, quando você anda com o seu boneco. Vou pra galera. Eu tava me segurando. Quando você anda com o seu personagem. E aí você tem que acumular pontos de ação pra executar ataques e outros movimentos, né? Andar te dá ponto de ação? Então, você só ganha ponto de ação enquanto você estiver andando.

E você tem um botão de esquiva, né? Então você só é mais seguro. Você fica parado, obviamente, porque ninguém ataca ninguém e tal. Você pode parar pra meio que analisar a situação, ver o que você vai fazer. Mas pra poder agir de fato, você tem que andar e ir escapando dos ataques dos inimigos, né? Então você vê enquanto você anda a distância que o inimigo tem no ataque dele, o alcance do ataque do inimigo. Então, idealmente, você tem que se manter fora do alcance. Mas quando você vai atacar, manter o inimigo dentro do seu alcance.

Então é meio que um balé ali de você conseguir sempre atacar mais do que ser atacado. O que é bem interessante. Eu acho que tem uma dinâmica bem legal. Eu achei um pouco difícil de se acostumar. Especialmente quando você vai lutar contra a chefe. E aí tem não só o chefe, mas vários inimigos, vários minionzinhos pra você enfrentar, né? Você precisa gerenciar muito bem o seu espaço, né? Às vezes é só ficar parado. Pois é. Porque aí ninguém ganha.

Ninguém ganha, né? Mas também ninguém perde. Pois é. Esse não é brasileiro não, Coffee Shop. Não, esse é polonês.

Pô, achei bem legal, bem interessante Dá vontade de você realmente Aprender aquele sistema de combate E afundo nele pra ver como é que é Os meandros dele aí e tal Muito legal, a demo era curta Tava em inglês Mas eu achei muito promissor assim Fiquei bem empolgado Eu fico muito interessado na história Vai ter uma história bacana

Falando em jogos que você ficou muito interessado, eu quero falar talvez o jogo que eu mais me diverti jogando lá. É um tipo de jogo que eu não costumo gostar, porque ele é um roguelite. Mas é um roguelite. Roguelite. Não, mas todos até agora foram roguelites. É, não é verdade. Mas não existe mais roguelite hoje em dia. É quase não. Mas esse é mais light. Como é que é? Esse daqui se chama, ele é da Devolver, né? Ele tá sendo, tá, pelo Devolver, que é o Dark Scrolls. Eu já vi ele, eu acho que ele tá na minha wishlist.

Talvez ela esteja. Cuidado que a Bethesda vai processar, hein? E a From Software também. As duas se juntando.

Dark Scrolls. Porque ele tem essa temática meio... Dark Fantasy, né? Só que mais que cartoon coloridinho. Exato, é. Ele é pixel art. E o Scrolls é porque você joga essas fases que são autoscrollers. O que é uma fase autoscroller pra eu que não nasci em 1986, Rafa? É uma fase que anda pra frente sozinho. Entendi. É isso. Se você não acompanhar a fase, você morre, né? Exato. Como era o vernáculo da época, a fase te come. A fase...

É verdade? Nunca ouvi ninguém falar isso. Cuidado que a fase vai te comer. Mas a fase pode te esmagar, né? Contra uma parede, alguma coisa assim. Mas o bacana dele é que ele é rogue, né? Então as fases, elas são proceduramente geradas, né? Mas elas são montadas em blocos. Então são blocos com um designzinho. Entendi. Não é possível aparecer nada que seja impossível de passar, sabe? Mas conforme você vai avançando com o seu personagem, vai ficando... Não chega a um nível de um...

Bullet Heaven, obviamente. Mas vai ficando uma baguncinha gostosa, sabe? E ele vai ter até nove personagens. E cada um dos personagens joga de um jeitinho diferente, sabe? Por exemplo, tem o Ladino. O Ladino pode ficar invisível por um tempo. Você pode passar pelos inimigos e depois atacar. O Mago tem muitos projetos fodas. O Cachorro... O Cachorro... O Cachorro late, né?

É o ataque dele, é latir. Eu acho, se não me engano, ele pula infinitamente. Então você praticamente voa, que nem o Kirby. E ele dá dano caindo em cima dos bichos. Como se fosse o Mario. Os outros personagens não. Se você encostar, você toma dano. Ele você consegue ficar quicando na cabeça dos inimigos. O bacana também é que ele pode ser jogado de co-op.

Ele é incentivado a você jogar de co-op Então cada um com personagem Loucura, bagunça, ai meu Deus, morremos Não importa que você vai voltar Porque você vai voltar e vai poder avançar um pouquinho com o personagem Ficar um pouquinho mais forte E na próxima run, quem sabe, não avançar mais longe no jogo Tipo, normalmente eu não curto roguelite Apesar de ter alguns que eu gosto bastante Até

Mas esse daí, eu joguei umas três runs, eu não queria parar de jogar ele, e eu fiquei com vontade de continuar jogando mais, sabe? Só porque tava muito divertido jogar ele de dois, e ele é muito bonitinho, muito responsivo o jogo. Visualmente ele me lembra um Shovel Knight, assim, né? É, exatamente. É bem bonitinho mesmo. Muito, muito, muito, muito divertido. É essa nova Devolver aí dos roguelites, né?

Porque o ano passado saiu já o... Ball Pit. Ball Pit. Esse ano vai ter o Dark Scrolls. E eu não sabia, o chat falou, é do mesmo estúdio do Gato Roboto. Ah, sei. Ah, curioso. Nossa, Gato Roboto é metade de Vânia, né? É um micro Vâniazinho. Exato, é. Eu ia falar que eu joguei recentemente um micro Vâniazinho, muito divertido. Mas eu vou falar em outra oportunidade. Com um rubi? Talvez.

Tem mais jogos? Tem mais jogos. Eu tenho mais dois. Aí sai muito jogo nesse mundo, gente. Não é? Eu joguei um jogo... Alguém devia fazer um vídeo para... Imagina, imagina. Eu joguei um joguinho que eu acho que o Rafa ia ter gostado muito se ele tivesse jogado. Qual? Que é o Magical Blush. Ah, eu vi esse. Esse estava no evento do Lags. Ah, estava? Estava, estava. Parece muito legal mesmo. Então...

Ele é um Zelda-like. Gosto. Pixel art muito bonitinho. De magia. De magia. Gosto. E aí tem todo o lance de tipo, ah, o castelo foi atacado e tem essa maguinha e tal. Ah, eu vi, ele matava muita fila. Aí eu não joguei. Mas esse saiu demo, Rafa. Esse saiu demo na Steam, você pode jogar em casa. Ah, não jogo demo, apenas jogos completos. Apenas jogos cristãos. Exato.

E aí, o especial desse jogo, né, é que você vai desbloqueando aos poucos os tipos de magias que essa menininha pode usar. E aí você equipa cada magia em um botão. E cada inimigo vai ter uma fraqueza, uma resistência a cada elemento, né. Então você começa com a magia de raio, que cai um raio em cima do inimigo e tal. Você tem uma mira que você bota em cima do inimigo e cai o efeito em cima dela. Tem algumas portas que abrem com elementos diferentes. E tem alguns puzzles que você conclui em fases e tal, pra você pegar mais...

novas. E esse é brasileiro, né? É brasileiro. Porque tem uma mula sem cabeça. Tem. Tem, tem. É. Então, assim, pô, eu não joguei por tanto tempo assim, mas ele pareceu um jogo muito gostoso, com um zeldinha muito honesto, assim, sabe? Mas ele é rogue? Não, não, não. Ele é um mapa feito fit. Ele é um jogo de verdade, né? Uou!

Você fala Zelda-like, né? E sim, né? Zelda-like. Mas ele tem essa movimentação mais ação, né? Mais ágil e tal. Sim. Que me lembra uma coisa Hyper Light Drifter. Ou, né? A referência correta. Uncited. Uncited. Correto, correto. Eu pensei que você ia falar que é aquele que é Legends alguma coisa. Sabe? Que são quatro magos cada um elemento. E é Rogue esse. Wizard of Legend. Wizard of Legend. Ah, sei. É esse? Não, não é cada personagem um elemento.

Você pega magias de elementos diferentes. É. Que todo mundo é mago com... É, todo mundo é mago com capuzinho. É Wizard of Legend. Adoro Wizard of Legend.

Puta merda, como eu joguei esse jogo? E o 2 jogou o 2? O 2 não. Ninguém jogou o 2. Ninguém jogou o 2. Por que eles foram 3D? Ninguém gostou que foi 3D. Ninguém jogou o 3D. Geral achou paia. Mas, pô, eu fiquei empolgado, cara. Pareceu ter um potencial muito legal. Ainda mais porque você abria as opções e a paleta de magias possíveis era bem grande, assim.

Então parece que vai ter bastante opção estratégica Bastante interações diferentes com o inimigo Com o cenário, pô, fiquei bem empolgado Bem, bem empolgado Esse eu cheguei até a baixar o demo, que eu acho que ele saiu junto com o período da Gamescom Que eu vi que saiu esses dias A demo, que ele já tava no meu wishlist E quando sai demo o Steam avisa Eu baixei, mas não consegui jogar ainda, mas ele parece bem legal Eu tô pensando se as criaturas Míticas aqui atrás são todas brasileiras Porque tem o Mulo Sem Cabeça Tem um que parece meio que um gênio aqui, que eu tô pensando se é o Saci É, o do meio é a cuca Eu tô pensando se é o Cabeça

Ah, é um crocodilo? Ah, é verdade esse aqui. É o Golem. É o Golem. O Dusk Golem. O Dusk Golem. Traz tanta informação pra gente no Vertis. Mas será que o Geno é o assassino? Não sei. Pode ser, pode ser. Tá num tornadinho. Não dá pra ver, né? É, ele tem o que parece ser uma toquinha, talvez? Não, é o cabelo. Pode ser uma toquinha, né? Voando pra cima, não sei. É, legal. Magical blush, não brush. Blush. Blush. Blush mágico. André, um que acho que a Clarice ia gostar muito.

Esse à esquerda vai gostar. É um outro brasileiro também. Four Leaf Fields. Ó, falaram uma pinguari gigante com boca na barriga. Olha aí. O pessoal tá falando que o do centro também pode ser o boi da cara preta. Ah, pode ser. É, é que parecia um jacaré. Eu tinha visto como um minotauro mesmo antes, mas...

Forley Field. Pode falar. Pode falar do joguinho. Não consigo. O que é o Forley Field? Star de Ovalem. Com Minish Cap. Ok. Porque você, a humanidade toda é pequenininha e vive em cenários que tudo é gigante. Você vai plantar cenoura, a cenoura é gigantesca. A sua fazenda são fazendas de insetinhos, né? Aí você cuida da Joaninha. A Joaninha é como se fosse o seu cachorro, sabe? E assim, eu olhei pra ele e falei, caralho, Minish Cap. Porque a Pixal Art é muito bonita.

Muito. E aí, o desenvolvedor, eu primeiro falei, nossa, essa foi a maior inspiração pra pixel art, não sei lá o quê. Tá na cara, né? Porque é muito bem feito, assim, o fato do pessoal viver, tipo, em objetinhos, assim, sabe? Ah, vive numa bota. A maneira, quando você passa de uma fase pra outra, as folhas ficam, assim, em cima na outra passagem. Nossa, é muito inscap. Mas curioso, Rafa, que você, quando você falou que você é do Vale com o miniscap, eu pensei que, sei lá, você cuidava da sua fazenda grande, normal, né? Ah, ah, ah, ah.

E depois você tinha um modo que você ficava pequeno e aí cuidava de outras coisas. Mas é só pequeno, então. É só pequeno. Você e toda a humanidade são pequenos. O Dev falou que até que você talvez descubra a história do porquê a humanidade é pequenininha, esse tipo de coisa. Entendi. Ele é um Stardew Valley porque ele tem a parte da fazenda e a parte de você conversar com a galera da cidade, a parte social. Mas o grande chan dele, pra diferenciar, além de você ser muito pequenininho e você plantar os alimentos gigantes e tudo mais, é a mecânica de fofoca.

É tipo Tokimek Memor, que as pessoas te dão bomba? Não, isso era um Big Brother, André. Tá bom, desculpa. Mas conforme você vai conversando com as pessoas da cidade, aparentemente você adquire fofocas. E isso ajuda você mudar o relacionamento das coisas. Tanto que você tem até meio que decisões, assim. Tipo, você tem um triângulo amoroso e você consegue influenciar. Se fulano, no final, vai ficar com uma pessoa ou outra. Parece ambicioso isso, né? É, então.

E é a partir dessas fofocas que você vai descobrindo mais sobre cada habitante, interagindo mais com eles e vai avançando na historinha da cidade em si e talvez na historinha do mundo também. E co-op, né? Também. É com até quatro pessoas. Exato. Então, tipo assim, muito ambicioso, tá? Nossa, bastante ambicioso. Esse jogo. E assim, muito lindo. Acho que não tá com data ainda. Mas, curiosamente, na demo, a cidade toda tava bem bonitinha já pra explorar, ou a fazendinha também. Então, tipo, esse achei muito, muito, muito maneiro. Tem muito potencial.

E quem gosta de jogo de fazendinha e quiser participar do playtest do jogo, no Steam você pode se inscrever pra eles te chamarem pra participar. Massa. Mano, brasileiro, você falou. Brasileiro, brasileiro. O Deve tava lá. O brasileiro, né, realmente. Tá, e vem pra ficar. Vem pra ficar. É, o que eu diria.

Tem mais coisa, Tengu? Eu tenho uma última só. Um jogo chamado Yakuana Dreams of Resistance. Não encontrei trailer desse, Tengu. Não tá no YouTube. Talvez exista algum trailer no Facebook. Eu encontrei algumas referências pra lá, mas não tá em Facebook. Passa que o Tengu tá inventando esse jogo aí. Não, eu encontrei a arte dele, mas o vídeo eu não encontrei. Eu que desenhei.

que é um jogo que tem uma fórmula muito interessante. Assim, Super não é a minha praia, mas eu achei bem interessante mesmo assim. É, o Rio de Janeiro só disse que tem na Steam, mas na Steam eu não consigo... Quer dizer, eu conseguiria... Eu não consegui pegar o vídeo pra colocar aqui, no caso. Ele é roguelike, mais um, mas ele é ambientado na mitologia, nas histórias dos povos originários do Brasil, que você tem esse xamã que tem sonhos sobre o futuro, e você tá meio que pegando as visões dele e lutando pra que elas não se tornem realidade, basicamente. Então, o que que ele é?

ele é um RTS roguelike, em que cada fase você tem estruturas que você pode construir, tipo, de dia você constrói a torre que atira flechas, você vai na central da cidade, você tem seis cidadãos, consegue treinar todos eles se você quiser, então até seis como guerreiros, pra você proteger a sua cidade.

De dia você prepara o seu exército e de noite você vai ter invasão de conquistadores e invasores pra tentar destruir a sua cidade. Você tem o seu personagem que você controla diretamente e você pode levar eles pro ponto que você quer, né? Você cria um círculo, leva os bonecos até onde você quer e deixa eles lá pra... Você já sabe de onde vão vir, né? De que direção vão vir.

É um RTS ou um Tower Defense? Meio que os dois, porque você constrói coisas também. Você bate com o seu personagem? Bate. Então é aquele jogo lá que vocês gostam da carta. Kunitsugami. É. Mas assim, Kunitsugami é um brutal legend like, a gente já falou sobre ele. Pesado. Então você vai todo dia construir coisas, treinar os seus personagenzinhos e posicionar eles onde você quiser. Como seu personagem, você também pode atacá-lo se você chegar perto do inimigo, seu boneco começa a atacar.

Eu achei ele um jogo bem difícil, na verdade. Talvez porque eu não tenho facilidade, não tenho costume com esse tipo de jogo. Mas eu achei que os seus personagens morrem bem rápido. O seu personagem, ele morre rápido, né? Quando o seu personagem morre, o principal, você tem um cooldown, que acho que é de 5 ou 6 segundos. Que fica tudo sozinho enquanto isso. Os brancos ficam sozinhos, e depois você volta, né? Mas eu achei ele bem, bem difícil, assim, pro meu cérebro pequenino.

Era mouse e teclado que você jogou? É, mouse e teclado. Ah, também é muito difícil jogar mouse e teclado nesses eventos. E aí você, no começo você escolhe meio que uma árvore de habilidades pra você ir seguindo os talentos únicos do seu personagem e tal. Mas eu não consegui ver muito como funcionava isso porque eu não avancei tanto no jogo. Entendi. Mesmo assim, pô, achei uma mistura bem interessante. Pô, nunca tinha visto assim, sinceramente. Jogo de estratégia com roguelike.

Repete o nome pra galera. Yakoana Dreams of Resistance. É Y-A-K-O-A-N-A. Isso. Se você procurar por Dreams of Resistance no Steam, já acha. Não é fácil. Yakoana. Ou Yankoana, porque tem um tio no A.

E pra encerrar, então, foi realmente o último jogo que eu vi, porque eu fui tirando foto, tá vendo, dos jogos que eu tava jogando? Pra lembrar depois de falar. O último que eu acabei jogando, já embora na sexta-feira, eu falei, caramba, lembrei que eu tenho que jogar isso daqui, que é o Talaka. Esse também tava bem escondido. Alguns jogos, inclusive alguns que apareceram no LAGS, publicados por essa nova Aclen aí, né? Que tá voltando dos...

profundezas dos anos 90. Isso. Pra publicar jogos índices, principalmente, né? Estão aparecendo publicando bastante coisa aí. Ano passado ele publicou alguns jogos já. O Talaka, ele é brasileiro, né? Completamente brasileiro. Ele tem na equipe um pessoal que eu trabalhei junto também, fazendo jogo. Ele é de um estúdio, Batata Boy, como é que é o nome do estúdio?

Batata Boy, agora é Batata Boy Se não é, tem que mudar o nome pra Batata Boy Se não é, agora é É Potento alguma coisa, peraí, Potento Kid Potento o quê, pô? Batata Boy, Potento Kid, chegou perto Chegou perto É um estúdio de Batata Boy É um estúdio paralelo, irmão, com um estúdio que eu já trabalhei também, inclusive E o bagulho dele é que ele é um plataforma de ação Com a arte toda feita na mão e em aquarela Tudo inspirado na mitologia de orixás E roguelé

E roguelike. Então ele lembra um pouco um... Aquele que agora vai lançar o Castlevania, que não é roguelike, graças a Deus. Dead Cells. Dead Cells. Eu pensei, sabe no quê, Rafa? Sunderidge. Eu pensei no Sunderidge também. Sunderidge é que Sunderidge era roguelike, né, também? Era. Então, tipo...

o grande chan dele pra mim quando eu tava jogando lá, era realmente ver a arte, eu sei que a arte tá sendo feita toda por uma pessoa só, força Steven, então tipo, eu até fico pensando pô, acho que isso daqui precisava de mais frame, né e tudo mais, mas é realmente tudo feito em papel aquarela, então...

estão saindo. Exato, é. Tem que... A importância de ficar pronto, né, às vezes. Isso. Mas, eu tô mais interessado pra ver se no final, assim, o quão pulidinho ele vai tá e tudo mais. Porque a parte da historinha e da mitologia dos Orixás, eu acho bem divertida, bem interessante e a arte também chama bastante atenção dele. Talaca. Talaca, né? Do estúdio Batata Boy. Batata Boy. Potato Kid. Isso. Excelente. Tem mais aí, Tengo? Muito bem, tem. Joguei um...

beat'em up muito interessante chamado Blades and Battles que é um beat'em up brasileiro que lembra um pouco Knights of the Round porque você joga com o Rei Arthur e com o Lancelot, cada um com o seu moveset diferente, né? E o jogo tem um 3D com um shader meio diferentão, assim, quase meio que um Donkey Kong Country, assim. Lembrou um pouco um DS. DS? É, os jogos com 3D de DS tinham... Ah, sim, sim. Um filtro shell shading.

É, não tinha um filtro, mas eles tinham um pixelado da limitação que eu acho estiloso hoje em dia. É que são modelos 3D animados com aquele frame mais travadinho que lembra o Sprite, né? Entendo a comparação com Donkey Kong.

ele é um jogo de ação em Biramup do jeito que eu gosto, assim. Com muita variedade de golpes, fazer autos combo aéreo, cada boneco tem o seu especial. Os inimigos tem bastante variedade, fazem bastante coisa diferente, né? Tem inimigo que ataca de perto, que ataca de longe, que te dá chifrada, te dá encontrão. O Lancelot que dá chifrado no Artur, né? Ah, é verdade. Fica aí os amantes da mitologia. Da mitologia. É a mitologia lá. Também falando que o Rei Artur não existia. Pois é, é. Ah, impossível.

Desculpa, você tem algum inglês aí, né? É, ele tem uma energia meio Golden Axe, assim. Mas ele é mais mecanicamente complexo do que um Golden Axe. Porque você tem, que nem eu falei, essa variedade de golpes de cada personagem. Tem um especial que pega na tela inteira. Gasta vida? Que gasta... Você tem uma barra de skill pra você usar suas habilidades especiais. Que são vários pontinhos a partir da sua barra de vida. E você tem poções que não são poções de vida, mas como se fossem poções de mana. Que você usa pra usar o especial que pega a tela toda, basicamente.

muito divertido os chefes são bem desafiadores eles fazem uns ataques também que vão afetando o chão em sequência pra você ir desviando, te soltando magia e tal, achei bem simples, mas muito competente bonito e pô, deu uma vontade assim, eu espero que tenha mais personagens pra você ter mais possibilidades de gameplay com eles

É a minha build no Tinder. Simples, mas muito competente. Bonito. Comprometido. Então, eu ia perguntar se aqui o Byte tá desenvolvendo ou só publicando, você viu? Não. É os dois. Ah, ok. Ah, é dos cada do jogo do 99 vidas. É, e do Mars 2100 e... Agora quero ver. Não vou lembrar a data. 58, eu não lembro a data. Mas é o Metroidvania. Por fim, e pra acabar mesmo, juro, joguei dois jogos que não são indies. Era 2120, tá? Só a curiosidade. O que? Mars.

dois jogos que não são indies, mas que muito me apetecem, muito me interessam, que foi o Marjotocon e Invisible Versus. Ok. Justo, justo. Que eu vou falar deles juntos, porque são jogos com propostas muito parecidas, né? Que é bater no outro pessoa, né? É, por aí. Pois é. Mas o que eu achei mais legal desses dois jogos é que eles parecem ter barreiras de entrada muito baixas até, né?

Ah, é? O Tocumbe parece tão difícil. Mas o básico pra você fazer coisa, pra você poder jogar ele, o básico, é bem simples. Você consegue fazer um combo simples ou um combo aéreo simples, sem precisar fazer muito malabarismo, sem precisar explorar muito o sistema de tag.

Você consegue aproveitar bem o jogo sem precisar aprender todas as minúcias dele. O que para mim é uma grande vantagem, porque especialmente esses jogos de tag, que nem o próprio Marvel vs. Capcom 3, o próprio Tocom, o Invisible também é jogo de tag e tal, eles são bem opressivos. Você olha ele e fala, puta, eu jamais vou conseguir jogar um jogo desse, jamais vou conseguir aprender um jogo desses.

que tem que aprender vários personagens tem que aprender como que troca situação ideal de cada coisa e não só isso, quando você está falando especificamente de Marvel, tem um histórico que já foi absorvido por toda uma comunidade se você está querendo, não, eu vou começar a jogar Marvel hoje

Ok, bom próximos 20 anos aí pra você Aprendendo pra chegar no nível Do pessoal que tá jogando há 20 anos Mas isso pra gente que é velho Os jovens, André, eles em um ano estão profissionais Mas assim O que é legal desse jogo é que ele Realmente tá, ele vem como uma Porta de entrada, né Sim, eu acho que tanto o Tocom quanto o Invisible

teoria ainda mais o Invincible, porque o Tocon ainda tem execução de especial, né? Melo pra frente, Melo pra trás, Shoryuken, etc. O Invincible ele tem botão de golpe fraco, médio e forte e um botão de especial. Gosto. Que se você coloca pra frente o botão de especial é um golpe, pra baixo é outro golpe, pra trás é outro golpe. Se você apertar o botão de especial com o botão de golpe forte é o super, né?

Então ele ainda tem mais essa camada pra facilitar a execução, né? Mas você pode jogar com controle clássico também, se quiser, né? O Invincible. Eu não vi, pelo menos lá onde eu joguei, eu não vi essa opção. Mas talvez tenha, eu não estudei muito sobre o jogo.

Eu tava assistindo o gameplay dele Ontem, do Josh Wong Jogando com os caras que trabalham no jogo E eles estavam comentando sobre isso Dos controles Porque o jogo já saiu até Semana passada mesmo Ele saiu na quinta E na quarta você podia jogar ele antes dele lançar Era algo assim, mas saiu bem durante a Gamescom Perguntar se a gente assistiu a animação Eu nunca vi Mas o Yoshi e o Pelux querem muito que eu veja

Eu tô em dia e é muito bom. Ah, mesmo? O Sushi gosta. É difícil. O Sushi é o maior fã de super-herói aí, né? É verdade. Sempre vendo o ciúme da Marvel. Ama The Boys. O pior que eu gosto de The Boys é, assim, mais das primeiras temporadas, né? Mas só fica o aviso que Invincible não é igual The Boys. De ser... Cínico? Cínico, exato. Ele não é cínico igual The Boys.

As pessoas assumem que ele vai ser Porque ele é violento Mas a história dele não é cínica Os personagens não é Essa parada É porque o Omni-Man Eu não sei nada dele Então pra mim ele parece o Homelander Que é tipo um super-homem do mal

É outra pegada, outra pegada, sim. Outra proposta narrativa, até. É o mesmo escritor do Walking Dead. Ficou a curiosidade, o Invincibonel, o quadrinho. O Jared Way. Eu não assisti porque eu levo minha vida baseada no que o Gilberto Barros aprovaria ou não. E você não tira o seu chapéu. Esse desenho tem um pai batendo no filho, então... Ah, ok. Ele me ensinou que o Goku batendo no Gohan era errado. Ô, André não tira o chapéu pro pai batendo no filho. Você tá confundindo com o Raul Gil. Porra, que ódio.

Eu fiquei sabendo de uma fofoca esse fim de semana. O Tengu manipulando a linha de relação dos personagens. Que uma emissora de TV, ela ia passar Bleach. Mas aí ela resolveu não passar mais. Porque tem uma cena em que o Ichigo bate no pai dele. Uau! Tem uma cena em que o Ichigo bate no pai dele? Tem. De brincadeira, assim. Só um... Não é corta, então, emissora? É. Não tem coisa... Foi a cultura, eu tenho certeza. Não tem coisa em Bleach pior envolvendo o pai do Ichigo? Provavelmente. Tem a cena que ele... Não.

Eu só queria dizer do Robert Kirkman, né? Mesmo autor do Walking Dead e simultâneo. O quadrinho lançava simultâneo em Walking Dead. Ele fez os dois ao mesmo tempo. Mas ele acabou? Acabou. Porque a animação não acabou, né? Não, a animação acho que tá, sei lá, na metade do quadrinho ainda só. Mentira. Sim. E eu só queria dizer que, sem spoilers graves, mas tem quadrinho, né? História de quadrinho. Tem um momento que os personagens saltam entre planos de realidade.

Tipo, rapidinho, assim, tipo, pá, pá, pá, pá. Eles vão no mundo do Walking Dead por, tipo, três segundos. Ah, sei.

Ah, quando o The Flash fez isso, todo mundo criticou. O pessoal criticou porque a CG é ruim, né? Mas o jogo... Enfim, o jogo é legal. Ele não me pegou tanto porque ele não é tão bonito. E eu não tenho nenhuma ligação, nenhuma conexão com a série, nem nada, né? Mas ele parece legal mesmo assim. O Marvel... Que jogo bonito, né? Vai se fuder. Nossa, que jogo lindo, cara. Vai tomar no cu, sabe? É revoltante o quanto ele é bonito.

E os designs dos personagens continuam excelentes. Muito legal. Eu acho. Nossa, muito da hora. Por exemplo, esse Hulk foi revelado recentemente, não foi? Foi durante a Emissão. É. Na Evo Japão, né? Porque o Hulk é verde, então é um personagem brasileiro, né? É. O Hulk e a Pantera Negra, que vai ser a Shuri, foram revelados na Evo Japão durante a Emissão também.

Mas eu achei muito o sistema dele dinâmico legal. De você... Porque, na verdade, você não começa o round podendo trocar pra todos os seus bonecos, né? Ele vai liberando com o tempo. Então você vai ganhando opções com o passar do tempo no round. Os personagens são bem legais. Você, como eu falei, ele é simples de você conseguir jogar ele num nível básico, pelo menos, né? Tô muito empolgado, assim. Eu tava meio reticente por essa coisa, né? Tipo, pô, eu sou um idoso.

É tag 4x4, pelo amor de Deus. Pois é. Eu sou um idoso, estou decrépito, não vou conseguir. Mas não, pareceu que mesmo decrépito, talvez eu tenha a chance de aprender alguma coisa. Acho engraçado que pra Virtua Fighter você não é decrépito. Virtua Fighter você vem assim e fala, não, quero aprender. É um personagem só. Mas é um personagem mais complexo que esse jogo inteiro. É verdade, possivelmente verdade. É que é muito boneco, tem que gerenciar muito boneco. Dá um chute na canela e o personagem morre.

Na verdade. E o Virtua Fighter é mais lento também, né? O reflexo... Se eu fosse dizer qual jogo de luta é mais de idoso, Virtua Fighter... Tá vendo, tá vendo. É mais de jogo de idoso. Tá vendo. Mas é muito proveitoso. Vocês sabem se a comunidade dos jogos de luta é que obviamente não é um consenso, né? É porque teve um período que esse jogo não tava tão assim, o pessoal tava meio desconfiado dele, que nem você falou. Tu tocou um...

Ele é pra esse ano já, né? Ele é esse ano, esse ano Vocês sabem se a impressão mudou? Se vocês têm acompanhado alguma coisa nesse sentido? Eu não sei como ficou Depois do último beta que teve, né? Eu acho que o pessoal teve mais tempo De se... Mudaram coisas O pessoal teve mais tempo de se acostumar com os personagens e tal Pela minha impressão É uma recepção mais positiva do que negativa Entendi

O pessoal do chat falou isso. Eles ouviram a comunidade, o jogo melhorou muito. Tem mudado sim. E o Yuji mandou, deu uma volta a ser bem recebido. O Yoshi falou, meu amigo estava empolgado. E ele é do FGC, ele está na EVO agora no Japão. Um jogo que está todo mundo muito empolgado é o de Avatar. O jogo de volta de Avatar, a galera está, porra, pau duraço assim. Esse não estava na Game of Thrones. Não, não, não. O Nouveau falou, o Maximiliano não estava gostando e está agora amando. Não, pode crer, pode crer.

Ah, pô, foda. Pô, muito jogo de luta maneiro saindo recentemente, né? Muito, muito. Doideira. Jogo de luta tá vivendo sua era de ouro agora. Não, não. A outra é antes. Tem que ser uma nova. Era de... Platina? Diamante? Pode ser. Pode ser. O Avatar também é tag? O Avatar não é tag. Ah. Aí, ó, pô. Não é tag. Perfeito. Aí eu vi vantagem. Vem, Avatar. Vou jogar com uns gato azul grandão nessa boda. Isso. Especificar que é o Aang. Lenda de Aang. Ah.

O André não quer ver Lenda de Ang, nem Steven Universe. Você nunca viu Lenda de Ang, André? Não. Assim, vi três episódios. Pô, assim, a primeira temporada é a mais fraca, porque ela te engana e engana a emissora também. Exato. É pra quem nem Steven Universe. Exato. E a 2 e 3 são muito boas. E Legend of Korra, gosto de todas. E só melhora ainda por cima. É, eu não assisti o Korra. Mas curiosamente, Legend of Korra é bem mais divisivo. Não, essa eu gosto bastante. Porque ele é menos...

como é que eu posso dizer? Menos shonen? Ele é menos shonen e é mais woke É, exatamente Mas dito isso eu gosto mais do Korra do que o Ang Eu gosto mais do Caio Korra Esse dele também é bom

Queria então falar aqui rapidamente de alguns jogos que rolaram no LAGS, como por exemplo esse... Que é Latin America? Latin America Games Showcase. Ok, Showcase. Como por exemplo esse Gurei, que é um jogo brasileiro com um estilo de arte preto e branco, com destaques coloridos em elementos específicos. E me lembra, vendo o trailer, eu só vi o trailer, afinal de contas, me lembra o que o Sushi cunhou durante o rodízio, um Nine Souls Like.

Eu joguei ele no jogatório no passado. Ah, é? Ah, mas ele é roguelike? Não. Ele é mais um boss rush do que um roguelike. Entendi, entendi. Com uma estética, né? Uma pegada de mitologia japonesa e tudo mais. Pareceu bem legal. Outro brasileiro que me chamou bastante atenção foi o Nowhere Manor. Que esse parece um que o Sushi não gostaria que eu chamasse de visual novel. Mas o Sushi é foda. O Sushi chama Time Gallon Visual Novels. Hum.

Não sei se é o estúdio, a pub, eu não sei. Mas tem essa marca, né? Atrelada ao jogo. Aparentemente você joga com um autômato que tá vivendo numa sociedade de anjos e uma coisa bem mística, assim. E você tem que provar que você tem uma alma pra sair dali, né? Pra sair dessa mansão eterna e tudo mais. E parece um jogo de conversar, né? E decisões morais e esse tipo de coisa. Tem decisão já na Vezona Nova. Vezona Nova você só...

Pode ter visual só. Não, não, não. Se você é letra, por exemplo, eu não pode. Visual 9 tem decisão desde sempre. Mas assim, arte muito legal, muito incrível o estilo dele. Joguinho narrativo, gosto. Por que 999 não é Visual 9, então? Mas é assim, eu queria dizer que 999 está no Visual 9 da Tordes. Ah, é? Porque na caixa do jogo está escrito que ele é ADV. Então, no Japão, o nome dele tem ADV no nome, né? É, então. Pois é, justamente.

Mas aí ele é tido como um visual novel. Tanto que fica a informação que a história do jogo foi escrita primeiro, a ideia do Escape Room veio depois pra vender o jogo. Olha aí. Um outro que me chamou a atenção chama Black Sailors, Bay of All Saints.

Porque é um jogo que vai se passar em Salvador. Olha aí. E vai ser sobre uma história de escravos que se libertaram se tornando piratas. O Bsoft não gosta disso. O Bsoft não vai refazer esse remake. E é um jogo tático de batalha naval. Não a do tabuleiro, mas de batalha marítima. Com navios. Em turnos, né? Em turnos. E eles falam que é um combate tático por turnos com movimento por inércia. O que me parece interessante. Eu nunca vi essa descrição atrelada a um jogo desse tipo antes.

fico me perguntando o que que isso vai acarretar, né, na movimentação, no posicionamento, né, das unidades e tal. Talvez já, tipo, como se fosse um golfe por turno, assim, você dá a direção e uma força e você não sabe onde o barco vai parar normalmente. É, não, eu consegui imaginar, né, que, né, tá tentando replicar a movimentação de um barco num...

combate tático, mas eu fico pensando taticamente quais são as oportunidades e desafios que isso vão gerar pro combate do jogo. Muito legal, assim, o conceito de ser uma história de escravos piratas na Bahia e esse combate muito me apetece. Interessante, interessante.

Também o Magical Blush, vocês falaram, um jogo argentino chamado Human.exe. Como é que vocês falam? Exe. Exe, ponto exe? Como é que vocês falam? Eu falo ponto exe. Eu também falo ponto exe. Nossa, desculpa aí, então. Ponto exe.

que é um jogo argentino onde, aparentemente, eles digitalizaram a consciência de um professor de filosofia. Coitado, vai ter que trabalhar até em pós-vida. Pois é, e ele tá dentro desse computador agora, né? Numa coisa meio de interface DOS, assim, retrofuturística e tal. E é um jogo sobre você conversar com a consciência desse professor e vai ter...

diversos dilemas morais e coisas pra serem solucionadas. Parece um jogo de múltiplos finais, dependendo das decisões e narrativo, né? E com essa história de o que é estar vivo, o que é ser humano e tudo mais me parece interessante. Bem interessante.

E pra fechar, um outro brasileiro chamado Abigail, que é um jogo desses sobre como é difícil voltar pra casa depois que você... Enche a cara e se perde no caminho. Quando você volta pra cidadezinha depois de ir pro mundo e viver sua vida adulta e você tem que voltar e lidar com as coisas da sua cidade.

Mas é voltar, tipo, permanentemente ou só visitar? Porque só visitar é mais fácil, né? É, só visitar é mais fácil, eu não sei exatamente. Mas você tá voltando, né, pra casa da sua família e lidando com as coisas do passado da sua vida nessa cidade. E o estilo de arte é muito legal porque mistura coisas de massinha, né, feitas à mão, assim, tipo um que, um Neverhood, um... O que mais que tem? Mas é só massinha? Parece ser mais do que massinha.

Não, não, é, por isso que eu tô falando, mistura coisas de massinha, né, com desenho feito à mão, com elementos 3D. Não, não, mas é... Eu acho que...

Achei que tinha coisa no cenário que não era uma assim, que era tipo, sei lá, tipo o jogo do Yoshi, sabe? Mas não, acho que é tudo uma assim. Eu acho que sim, eu acho que sim. Então é tipo Neverhood. É, misturado com, tipo, tem momentos que claramente... E pingo. É, pingo. Ó, porque ali no fundo... Judeiro, obrigado. Não parece que é tipo papel, ó.

Ah não, mas é, né? Mas é técnicas, né? Manuais, artesanais. Então é Yoshi. Isso. É o Yoshi-like. Isso. Com desenho feito à mão, né? 2D e tal. Esteticamente é muito legal e a temática me interessa. Chama Abigail. Antes dela do que eu. Antes dela do que eu.

Parece um jogo de coletar coisas e dar coisas para as pessoas. Pelo trailer, né? Talvez tenha mais coisa do que isso. Eu recomendo as pessoas assistirem. O LAGS, o Latin America Games Showcase, ele tem uns 30 minutos. Assim, só pedrada, atrás de pedrada, os jogos que apareceram lá. Alguns que a gente já conhecia, que ainda estão aparecendo muito promissores. Tipo o Mariate Legends. Que agora vai lançar direto no Game Pass, né?

Eles anunciaram no evento. Muito legal. Então é isso de papo sobre a Gamescom Latam 2026.

Saindo agora do mundo de onde os jogos parecem bonitos e promissores, e indo para o mundo dos grandes consoles e exclusividades, por que que tá acontecendo atualmente? A gente tá vendo aí o Xbox e o Playstation meio que reavaliando a sua relação com a exclusividade de jogos. A gente viu... Parece que voltando atrás até, né? A gente viu isso abertamente com o Xbox, nas cartas abertas e comunicados, que a Cha-Charma e sua turma estão dando... E aí

sobre repensar a exclusividade, sobre trazer o Xbox antigamente e tudo mais. E não teve um comunicado oficial sobre isso do Playstation, mas tem vazamentos confiáveis que internamente eles vão parar de publicar os jogos no PC, ou pelo menos do jeito que estava atualmente, onde todos ou a maioria dos jogos saiam para o PC um ou dois anos depois, que eles iriam manter E aí

A maioria dos jogos como exclusivos, e aí em jogos como Helldivers, o Marathon e tal, aí sim teria o lançamento simultâneo no PC. E quando a gente falou sobre isso, e quando a gente fala sobre isso, né, tem essa questão de tipo, pô, mas não é... Mesmo que esses jogos não vendam super bem nas outras plataformas, não vendam super bem no PC, por exemplo, como foi o caso de muitos jogos do PlayStation, né, o Miranha 2 não vendeu super bem, o God of Ragnarok vendeu pior do que o God of War 2018, o Horizon novo vendeu mal também no PC.

Assim, mal, né? Pro nível de jogos da Sony e tal. Mesmo assim, né? Fazer esse porte deve ser barato o suficiente pra valer a pena, né? Monetariamente. Monetariamente. Ficou essa questão, sabe? Por que que eles estão fazendo isso, né? E a explicação mais plausível é que, assim como o Xbox tem falado, né? De restaurar a marca e tudo mais, trazer essa marca de antigamente e tal, é que a curto prazo, e essas empresas elas pensam muito a curto prazo, é, hum, mais dinheiro, gosto.

Mas a longo prazo, né, isso desvaloriza a marca e desvaloriza, diminui a necessidade das pessoas de terem interesse em comprar o seu console. Já que, tipo, se eu esperar um pouquinho a mais, né, eu consigo jogar isso no PC que eu vou ter acesso a muitos mais jogos, a muito mais coisas, né, muito mais barato, etc, etc.

Outra questão também é que, no caso específico do Playstation, talvez tenha a ver com o próximo console ser um console portátil, né? Porque se eles lançarem os jogos no PC, com diversos consoles portáteis surgindo aí no mercado, incluindo o Steam Deck, o Rogue Xbox Alley, dentre outros, né?

As pessoas têm um acesso portátil aos jogos PlayStation. E se eles pararem de lançar esses jogos, eles vão poder dizer, olha, se você quiser jogar Homem-Aranha 4 de forma portátil, o único jeito para isso vai ser no console portátil PlayStation do futuro. PlayStation 6, sei lá como eles vão chamar.

Mas uma coisa é que saiu uma pesquisa da Circana, que é um antigo NPD, né, que fazia pesquisas de mercado nos Estados Unidos, e é uma organização, fala do mercado estadunidense mesmo, que saiu com uma pesquisa sobre o motivo das pessoas jogarem em consoles, né.

que é uma pergunta que é a seguinte, se você prefere, por que você prefere jogar em console? Por que você joga em console? E aí, 41% das pessoas citaram a exclusividade, que é a opção mais dada, ou seja, porque tem jogos aqui que eu não consigo jogar em outras plataformas, ou seja, jogos exclusivos me fazem comprar um console ou jogar num console.

Uma coisa interessante é que essa alternativa, em relação à mesma pesquisa de 2025, caiu 8 pontos. Ou seja, tinha mais 8 pontos percentuais na resposta ano passado. Ou seja, menos pessoas hoje em dia, em 2026, consideram esse o fator mais importante.

Qual o fator que cresceu mais, então? Nenhum cresceu. Como assim? Algum cresceu. Os motivos não aumentaram, né? Mas assim... Não, não, não. Mas se esse tá 8% menor... Eu acho que todos juntos dão mais de 100%. Exato. É múltipla escolha. É 40% das pessoas que responderam. Uma das opções escolhidas era isso.

Ah, você pode escolher mais de uma opção. Exato. Motivos que te fazem jogar em console. Eu acredito que seja isso, né? Porque, afinal de contas, por exemplo, três alternativas aqui com trinta e tantos por cento, né? Então já escolha bastante. Às vezes ele quer fazer integral jogabilidade, né? É. Aí é matemática. A segunda alternativa mais respondida, que é com 38%, é meus amigos ou família jogam em console. Então eu tô na plataforma onde meus amigos e família vão estar pra gente poder ou compartilhar jogos, ou jogar junto.

etc, né? Que essa é a que o Phil Spencer falou naquela época, né? Que é o motivo deles terem perdido essa geração desde o começo, basicamente, que é a geração passada, né? A geração do Xbox One e do PS4. Foi a geração onde as pessoas montaram suas bibliotecas online. Então, se elas montaram a biblioteca online no PS4, na próxima geração, elas são obrigadas a continuar no PS4. Muito difícil alguém que vai falar, ah, tudo bem, comprei isso tudo aqui, na próxima geração eu vou comprar o Xbox.

A terceira opção mais respondida foi facilidade de jogar com amigos barra família. É mais uma questão da parte técnica, talvez, né? 36% prefere jogar num ambiente mais casual, tipo sala de estar, assim. Talvez pessoas que separem, né? Ah, o PC é pra trabalho, né? E aí, quando eu quero jogar alguma coisa, eu quero não estar no ambiente do PC.

E 24%, a opção menos respondida, por ter mais opções para comprar jogos físicos. Que de fato não é para PC hoje em dia. Quase nada, nem existe. Nem sei se tem mais. É interessante pensar nisso, né? Porque, tá, então, para a maioria das pessoas, o motivo principal são jogos exclusivos. Mas isso tem caído, né?

E eu vi muitos contra-argumentos a isso, dizendo que, não, pô, isso não faz muito sentido, porque os jogos mais jogados no Playstation, por exemplo, são jogos third party. Todo mês aí, né, você vê os top 10 e é tipo jogo de esporte, jogo Call of Duty, né, GTA V. Mas não lança mais third party pro Playstation? Aí é fácil. Então, eu acho que é essa a questão, né? Tem...

alguns argumentos pra isso. Que tipo, por que que o third party no geral vende mais do que first party? Porque a pessoa escolher esse console pelo exclusivo não quer dizer que é a coisa que a pessoa mais quer jogar. É só tipo, por que que eu escolhi um em vez do outro? É, qual que foi o fator decisivo pra eu escolher? É, porque aqui vai ter, além do que eu já quero esse extra. Então é meio que um incentivo, né? E o meu chute de por que que eu acho que isso diminuiu é porque não tem.

exclusivo muito mais. A pessoa perdeu, né? Hoje em dia, essa é uma questão que quando o pessoal e a gente já recebeu essa pergunta algumas vezes e a gente já respondeu ela também, que é, essa geração que a gente tá vivendo agora é a pior geração? E eu acho que quando você fala em ver essa geração como uma geração ruim ou inexistente, acho que a pessoa tá pensando muito em jogos exclusivos, né?

Porque quando você pensa em geral, pô, não para de sair jogo bom, né? É, pois é. Agora, realmente, se você tá falando de, ah, motivos pra ter um console, motivos, qual que é o pior console da Sony, né? Em termos de exclusivo, facilmente o PlayStation 5, né? Facilmente. Mas, né, no geral, é difícil, né? Eu acho que não, acho que essa é uma geração ainda muito forte. Não, eu tô indo atrás de ano, foda. Qual foi o último exclusivo que a Sony lançou?

foi o Yotei. Ah, bom, é. Agora foi o Saros, né? Mas antes o Saros, o Ghost of Yotei. Não, Marathon, e aí Ghost of Yotei. Marathon, ok. E todo mundo sabe que a pior geração são supernovas, né? Então... Exatamente. De tudo isso, é um argumento interessante pra pensar que, de fato, eles estão sentindo, né? Acho que no longo prazo, eles começaram a sentir esse desinteresse pela plataforma, e eles estão pensando, tal, como é que a gente conquista de volta...

a vontade do público de comprar a nossa plataforma porque veio junto com uma época que realmente o console meio que deu uma estagnada, né? parou de crescer realmente no ritmo que se crescia anteriormente ainda dá muito dinheiro, né? mas não tem tanto crescimento mais quanto você viu na década de 2010 ali, então é algo a se pensar eu achei interessante

A próxima notícia, ainda continuando aí no âmbito das pesquisas... Pesquisas? Temos uma pesquisa sobre Resident Evil, né? É verdade, que na verdade a Capcom, ela quer seus dados, né? Ela quer seus dados, e ela tem os seus dados. Ela tem os seus dados. Ela agora, já faz um tempo, desde o ano passado...

Toda vez que você vai abrir o jogo pela primeira vez, inclusive os demos... Ah, é verdade, né? Ela pergunta a sua idade. É. E eu sempre pensei, nossa, será que é porque vai tirar o sangue do jogo? Ou vai ter uma brincadeirinha, assim? Alguém de 28 anos. Isso, né? A primeira vez que eu vi isso, eu também pensei que era algo do tipo. Mas agora, depois que eu vi que era uma tendência de todos os jogos... Sim, sim.

Eu tipo, ah não, eles só estão coletando os dados pra saber a idade média do público, o que ele tá jogando, hábitos de jogo e tal. E fica cada vez mais claro isso, tanto que numa entrevista recente, vou pegar o nome da revista, que é uma revista que eu não conhecia. Que é a Denfamínico Gamer. Isso. O diretor do jogo, Koshi Nakanishi, ele deu uma entrevista pra essa revista.

Falando de várias coisas, né? E entre essas coisas, ele tava falando de alguns dados interessantes do jogo. Como, por exemplo, porcentagem de jogadores que jogaram primeira pessoa ou terceira pessoa. Rapidinho, vocês viram essa notícia, Rafa e Tengu? Não, não vi. Vamos ver, assim. Qual que é o chute de vocês, assim? Pessoas que jogaram com o Leon o jogo inteiro em terceira pessoa versus em primeira pessoa. E Grace em terceira versus primeira pessoa.

Ah, eu diria que 80% jogaram com a Grace em primeira pessoa e 20% em terceira e com o Leon 90% jogaram em terceira pessoa, 5% em primeira e 5% jogaram só com uma mão no controle. Entendi. Que eles conseguem...

Eu, por algum motivo, eu acho que as pessoas jogaram com a Grace também mais em terceira pessoa. Mais do que em primeira? Mais do que em primeira. Pera, você falou 60% em terceira? Não, eu falei 80% em primeira pessoa e com o Leo 90% em terceira. Ok. O que que saiu aí, Sushir?

O Rafa acertou o Leon, segundo as estatísticas deles, isso no primeiro playthrough. Ele especifica que é o primeiro playthrough e ele não fala sobre futuros playthroughs, que provavelmente as pessoas intercalaram mais. Foi o que eu fiz, inclusive. Acaba sendo mais pertinente para a pesquisa deles de saber se é a preferência inicial das pessoas. 90% jogaram em terceira, que era a perspectiva sugerida do jogo, e 10% jogaram em primeira pessoa. E eu 5% que jogaram com a mão.

Não confio nessas 10% aí, não. A Grace, curiosamente, 60% em primeira pessoa, que é a perspectiva sugerida, e 40% em terceira. Eu joguei em terceira. Esse é um número muito grande.

Esse é o mais interessante pra mim. Porque o Leon faz sentido 90% jogar em terceira, porque um, é a perspectiva sugerida, e outro, é a perspectiva que a gente já tá acostumado com o Leon. É. É, e as pessoas querem ver o Leon. Não, e mais do que isso, eu acho que é a perspectiva que o jogo te dá, né? Então, tipo, pra Grace, o jogo tá em primeira pessoa, e tem muita gente que vai jogar, e nem vai mexer em opção, não vai pensar, tipo, ah, não dá. Nem leu o que...

nem sabia que tinha como mudar, então assim, pra 40% das pessoas falaram, não, eu rejeito isso, eu vou mudar, né, diz uma coisa interessante aí. A gente não sabe os motivos exatos pelo qual as pessoas fizeram isso, mas o diretor, ele comenta que na época do Resident Evil 7,

Ele via muita gente comentando que não jogou o 7 porque dava muito medo à perspectiva. A pessoa achava que a perspectiva em primeira pessoa dava muito medo. E é um dos motivos que o 9 tem a escolha. Que ele falou, bom, se as pessoas tinham muito medo da primeira, eu vou dar a opção de jogar em terceira pessoa também. A gente não sabe se é exatamente isso. É, eu... Só o histórico da série, né? Que é uma série tradicionalmente em terceira pessoa.

Eu vejo isso acontecer, eu vejo esse argumento. Eu vi algum gameplay. Algumas pessoas, eu imagino. Eu joguei em terceira pessoa porque eu acho que terceira pessoa é mais legal. E eu gostava de ver a Grace, assim, sabe? E ele não entra nas minúcias. Ele só comenta algumas minúcias. Ele comenta que o PC era a plataforma que as pessoas mais tendiam a jogar em primeira pessoa. O que faz sentido.

regiões, de novo, ele não entra em números específicos, mas ele comenta que o Japão e a Ásia no geral foi a região que mais preferiu jogar em terceira pessoa. Faz sentido em relação a primeira pessoa. Faz sentido. Que nem disseram no chat ali, subiu. Ah não, tá ali, o Ícaro Cruz. Acaba sendo uma questão de acessibilidade, né? Tipo, essa primeira pessoa. Por exemplo, eu lembro na época do Cyberpunk em 2077, muita gente falando que eu queria jogar, mas primeira pessoa eu não consigo. Tem gente que realmente tem mais dificuldade com jogos de primeira pessoa.

Mas além disso, tem... Tem gente que tem até enjoo, né? Exato. Mas no caso do Resident Evil tem isso do medo mesmo, né? Porque pra algumas pessoas é demais e, pô, tem uma diferença grande, assim, entre o medo em primeira pessoa e o medo em terceira pessoa. É doido? Parece que não vai ser tanto assim, mas é bastante, né? Você ter uma visão melhor, né, dos seus arredores dá uma... uma reduzida e até uma desconexão, né? Tipo, não sou tão eu ali. É, é o boneco que tá ali, não sou eu. É, exato. É o boneco.

com seu boneco, vai pra galera. Então tem uma coisa interessante, eu fico pensando se o Village já tivesse vindo desde cedo com primeira pessoa, com terceira pessoa, e se o 7 tivesse terceira pessoa também como opção, qual porcentual eles teriam vendido a mais, assim, né, porque de fato tem esse cliente místico aí, né, imaginário, que não comprou porque...

era em primeira pessoa. Era em primeira pessoa. André, eu diria que se o 7 tivesse a opção de terceira pessoa, o 8 nem teria a primeira pessoa mais. Seria só a terceira pessoa. Você acha que então acabou o Resident Evil em primeira pessoa? Não acho. Eu acho que eles vão botar na balança quanto custou pra desenvolver esses dois modos pros dois bonecos, né? E quanto o pessoal efetivamente jogou desse jeito a primeira run, sabe? Qual região a gente quer mais focar do jogo.

Eu imagino que é algo que a Capcom esteja estudando isso que eu vou falar agora, e talvez eles tenham já a resposta em mente e já estão trabalhando no futuro pensando nisso. Mas no vídeo, no Queimando Pauta, a gente comenta sobre números, né André? A gente se pergunta se quão bem o jogo ia estar se saindo e tudo mais. E saiu recentemente, acho que foi semana passada ou duas semanas atrás, a notícia que o Resident Evil 7 vendeu 7 milhões. O Resident Evil Hacking já vendeu 7 milhões.

E é o jogo da série que vendeu mais rápido até hoje, nesse período de tempo. Então, ele fez sucesso de vendas. Por quê? Porque é nostálgico? Porque é a mistura de perspectiva? Porque os personagens, a gente não sabe. Mas eu acho que é por tudo. Porque o começo é bom. Porque a gente fala sobre isso. Como que o Hacking, ele tem várias decisões que são pra agradar o máximo possível de pessoas. Todos os tipos de público, inclusive nessa parte da perspectiva de você poder escolher.

E deu certo. Deu certo. E eles estão analisando os números agora e provavelmente a gente vai saber a conclusão do custo-recompensa desse investimento, que o Rafa estava se perguntando, no próximo jogo. E aí eu fico pensando, se eles têm essa telemetria, essa análise de dados tão boa assim, eles devem fazer o jogo do jeito que...

que é por escolha, né? Ah, mas o final não foi escolha, não. Foi um desastre, um acidente. Eu acho que foi, porque, que nem a gente fala, pô, por que não tem um Resident Evil que é mansão do começo ao fim? Eu acho que talvez eles tenham números pra mostrar que é melhor não ser assim, né? É melhor a história ser ruim e decepcionante.

Esse ponto é tradição, né? Tem que ser Resident Evil, tem que ser uma ladeira baixa, entendeu? Mas nunca foi tão baixo a ladeira no final. Será? Com certeza já. Você já jogou o 7? Tem que lembrar que é 4, 5, 6. Não, pô, mesmo o 7, o final não é tão ruim assim. Mas, Rafa, você se importa demais com o final.

desproporcionalmente. Não, não, não. O final pra mim é importante, André. Mas sim, mas... Então, foi o que o André falou. Então, na vida. Então, não devia ser tão mais importante assim. Assim, eu nunca joguei o 6 até o final, de fato. O 6 é muito bom no final.

Mas começa ruim, né? O 7, ele é a maior montanha-russa da série, assim. Ele vai pra baixo, muito baixo. Nossa, muito. É que faz muito tempo que eu joguei ele, né? É que o 7, narrativamente, eu gosto do final dele. Sim. Mecanicamente, eu acho chato. Então, o problema pra mim do 9 nem é, novamente, nem é mecanicamente. Apesar de eu achar o final meio peido molhado, assim, mecanicamente, sabe? Ali toda a parte final é meio... Nossa, o grande desafio do jogo é uma sala cheia de liquor. Mas, narrativamente, puta que pariu. Não, mas na radio...

Atualmente, né? Não, mas já tem... O jogo inteiro. Não, inteiro não. Até a metade ele promete muito. Então, mas só promete, né? Então, mas promete, entendeu? Mas uma promessa... Mas uma promessa bem feita é importante ser feita também. Uma promessa descumprida é pior do que promessa nenhuma. Não, não, não. Os seis é bom quando acaba. Ou uma promessa. Por isso que eu andei gosto do francês. Pô, se eu te dissesse assim, Rafa, daqui a meia hora eu vou te transferir um Pix de 10 mil reais. E aí da meia hora eu falo, não, não vou transferir não.

é muito pior, certo? Exato. Por isso que eu tô falando. Então, esse é o meu argumento, André. Não, não. Você tá falando que por ter a promessa foi legal. Não, por ter a promessa foi pior. Tá, tá, tá. Entendi. Expectativa. Sim, mas... No diagrama, prometer e entregar, tem assim, prometer tudo, prometer nada, entregar nada e entregar tudo. Exato.

O pior quadrante é prometer tudo e entregar nada. Esse é o novo eixo. É, para não dar o naval narrativa. Mas é, então fica aí o mistério da câmera para o próximo Resident Evil. Eu acho que eles vão manter as duas opções.

Eu acho que esse 6040 da Grace, ele é um número que parece grande, mas ele é quase meio a meio, né? Então, mas você vai ter que lembrar que o modo sugerido é aquele. Mesmo assim, o fato de que tanta gente foi lá e rejeitou, né? Mas é importante dizer também que o jogo, ele te pergunta antes de começar. Então, a pessoa não parou o jogo, foi nas opções. O jogo te pergunta. Ele tem, é isso? Tem, tem, tem. É, antes de começar ele fala, você lembrava.

Mas ele fala que o sugerido é primeira pessoa. Ah, não, mas aí tudo bem. Porque na minha cabeça era alguém que começou e falou... Deixa eu ver se tem como resolver isso. E também tem fatores tipo, ah, eu assisti um streamer jogando e aí tipo, pô, vi que primeira pessoa é meio assustador. Então eu já vou começar o jogo em terceiro e tal. Tem muitos fatores que podem... Alguém falou que tem que ter primeira pessoa porque os streamers jogando engajam mais e tomam mais suco.

Justamente, justamente, né? Speedrun, eu acho que eu jogo em primeira pessoa. Jogo as duas partilhas em primeira pessoa. Inclusive com o Leon, né?

O Braulio falou, mas você prefere ver sem esperança, André? Sim. É isso. A falsa esperança. Não pode dar trela pra falsa esperança. É isso.

Mas olha só, continuamos aqui no âmbito do Resident Evil para perguntar. Vocês viram o trailer do filme do Zach Craig de Resident Evil? Não, é o quê? É live action? É live action. É outro reboot? É, até onde a gente sabe, a gente não tem informação de como que isso vai se conectar com qualquer coisa de Resident Evil, mas não se conecta com nenhum filme existente de Resident Evil, isso sem dúvida. Se vai se conectar com os jogos, né, canonicamente, ou se vai ser o começo de uma nova timeline de filmes que nem foi com os da Mila Jovovich, a gente não sabe. Aham.

Mas olha só, só pra contextualizar O Zach Greger é o diretor que fez Mais recentemente o Weapons E o Barbarian Noites Bárbaras O Weapons também não é Weapons A Hora do Mal A Hora do Mal

A Hora do Bão. Que o Noites Bárbaras eu não vi, mas o Hora do Mal, o Apples, eu acho muito foda. Eu gosto muito, muito mesmo dele. É divertido. É. E aí, assim, o trailer, ele foi muito criticado, né? Assim, antes disso, né, tinha vazado o script e muita gente tava zoando, nossa, isso aqui vai ser uma bomba que merda e tal, por causa do conteúdo que tinha vazado do script. E aí saiu o trailer e muita gente criticou porque não tem nada de Resident Evil. Ué, tem zumbi? Tem em algumas cenas ou outras, mas quase não tem zumbi.

Inclusive. Que nem o Chet comentou no Saideira, tem chave e progressão de arma. É, exato. Mas assim, tem algumas criaturas que aparecem, tem tipo uma ou duas cenas com zumbi assim. Mas depois, né, eu vou falar disso, mas o diretor já falou que o foco do filme não é zumbi. Olha aí. Não vai ter zumbi. E não é com nenhum personagem que a gente conhece. É um novo personagem, é o Brian, interpretado pelo drogadinho do Appons. Quem viu aí o filme vai lembrar desse personagem.

Ele é um entregador de material farmacêutico, assim. E ele tem uma entrega pra fazer em Raccoon City. Aparentemente no dia que dá merda na cidade. Então a gente vai acompanhar ele nessa jornada pra, né, entregar essa bolsa médica que ele tem. Que ele mesmo não sabe o conteúdo e tal. E aí, né, ele vai passar por uma noite desagradável.

E de fato, né, o que o trailer mostra? Mostra ele, tipo, entrando numa casa e meio suspense, assim, não encontrando ninguém. Ele andando por uma cidade vazia, né, e zumbis pulando do telhado. Ele andando por um esgoto e encontrando um zumbi que parece o Harkonnen lá, o... Duduna. Duduna, né? Stellan Skarsgård Duduna. Um zumbi gordão...

pelado assim, né, no esgoto. Pô, o Outbreak começou agora e já tem um zumbi pelado, gordo no esgoto? Já tava lá. É, laboratório, né, tá há muito tempo já. Então, assim, de fato, você olha pra estrela e você fala, pô, se tivesse qualquer outro nome, poderia ser qualquer outra coisa, não tem nada de Resident Evil. E aí o lance é, duas coisas, primeiro que a gente critica quando trailers mostram muito, né, talvez seja só um trailer, só um gordo aleatório. Mr. X tudo.

incrível a gente critica quando trailers mostram muito então pode ser só um caso de um trailer mostrando pouco, né? tomara que seja o caso, mas mais do que isso eu acho que alguns dos momentos mais empolgantes da história de Resident Evil é

quando ele começa uma história completamente nova, que a gente não sabe como que tá conectada no restante, às vezes com personagens que a gente não conhece, como foi o caso do Resident Evil 7 ou num lugar completamente desconhecido como foi o caso do Resident Evil 4, assim, né? E com ameaças desconhecidas e tal. Então, tipo, isso pra mim, tranquilo. Até porque, pô, o melhor filme de Resident Evil é isso, né? Que é o primeiro filme com a Mila Jovovich, que eu acho realmente um filme muito bom.

que eles foram se perdendo quando eles começaram a tentar recriar cenas dos jogos e colocar elementos dos jogos pra interagir com aquele universo. Não, eles só se perderam quanto mais Mila Jojovich o diretor queria botar, porque é a esposa dele. Mas não, o primeiro tem bastante mil. Agora Mila Jojovich corre do helicóptero, igual naquele filme lá do jogo, na verdade do jogo. E aí, o segundo filme já é ruim já, né? Não, o segundo é o pior. O segundo é o pior. Assim.

Vai piorando. Do que eu vejo as pessoas falando, o 2 é um dos piores. Eu acho que ele não vai piorando. Acho que o 4, ele vai ficando divertido. Eu assisti no cinema Apocalipse, que eu não sei... É o 2. É o 2? É o 2. Que tem a música do Papa Roach. Ouvi muito. É porque tem o Asker, tem uma galera já. Não é Apocalipse não.

Então qual que é, então? O Apocalipse não é aqui. O mundo virou deserto porque... Ah, o zumbi dominou o mundo, então Nova York tem areia agora. Esse é alguma coisa com X, o título. Esqueci. O 2 é Extinção. Extinção. Extinção é o 2. Esse é o

3. Apocalipse é o 2. É o 2. O cara precisa descobrir qual é o que eu assisti. Provavelmente foi o 4, que tem o Wes, que eles vão num barco, tem uma sala toda branca, tem o cara do Machado do 5, tem o Chris. O que eu sei é que o filme é editado como se fosse um clipe de música. Então, tipo, não tem um movimento sequer que termina assim. Movimento, corta. Ele vai fazer o que é corta. É o Lino Nilsson pulando a cerca. Nossa, cara, que ódio desse filme, meu Deus do céu. Falaram que é o Extinction. Tengo...

Extinção, ok. É que o Extinção não tem o Wesker, né? O Extinção, eles tentam fazer uma coisa meio Mad Max, assim, um mundo meio que acabou e tem só no deserto, assim. Então, mas não tem o Wesker no deserto? No 3, não. Com um óculosinho vermelho? Eu acho que não, eu tô maluco, eu acho que o Wesker, ele traz um... Porque até o 3, eles estavam meio que tentando criar alguma coisa original, assim. E a partir do 4, eles falam, ah, é só trazer coisa do jogo e toda cena vai ser uma cena baseada em alguma coisa do jogo, etc.

Mas, de qualquer forma, Resident Evil se dá muito bem contando histórias novas de personagens novos não relacionados a Chris e Jill. Pô, Resident Evil 2, né? Quem diria? Não tem Chris e Jill. O segundo jogo já é eles, tipo, vamos focar em outros personagens e contar outra história em outro lugar?

Mas é zumbi. Não, é. Mas, por exemplo, o 4 não é, né? O 7 não é. Então, é uma série que ela tem esse espaço pra brincar. E mesmo que não tivesse, eu acho muito mais legal essa premissa, né? Essa proposta. Porque a gente também sempre critica. Pô, mas pra que vai fazer um filme? Já tá tão bem contado no jogo? Os jogos, essa mídia superior, né? Em todos os aspectos. O que um filme vai poder acrescentar a isso? E o que um filme vai poder acrescentar é a visão de um diretor que quer contar essa história num filme. E é outra história, né?

Outra história, né? Não tem... Essa história nunca foi... Nunca foi contada antes. É... Né? Em Resident Evil, pelo menos. E é de um diretor que é muito diferente, por exemplo, do caso do Paul W.S. Anderson, que foi pegar Resident Evil, como costuma acontecer com... Filmes de jogos no geral, né? Que é tipo... Senhor, venha trabalhar conosco...

envolvendo, dirigindo esse filme de videogame. Você acha que, tipo, o Guns lá, o... Como é que é? O Christopher Guns, eu acho, que é o diretor do filme Silent Hill. Você acha que ele era fã de Silent Hill antes? Geralmente são pessoas convidadas, né, pra trabalhar num projeto, porque, pô, precisa trabalhar, né? Precisa pagar as contas, afinal de contas. Mas aí a pessoa fala, ah, videogame, essa mídia inferior, eu vou fazer a minha coisa, que isso é o que acontecia.

Costuma acontecer. E esse caso é o caso de um diretor que tá discutivelmente aí no auge da sua carreira e falou, cara, o meu próximo projeto, eu quero fazer um filme de Resident Evil. Ele que foi atrás disso pra ele, assim, sabe? Então é muito diferente, muito mais interessante. E ouvindo ele falando sobre o filme, tem um vídeo de uns 13 minutos da IGN entrevistando ele, o jeito que ele vende o filme é muito legal, porque a proposta dele é fazer a sensação que ele tem jogando Resident Evil. E aí

adaptada pra um filme. Como que isso vai se traduzir? Vai se traduzir em... Vai ser um filme sobre coleta de recursos, recursos limitados, munição escassa, tentando encontrar armas, tentando encontrar recursos pra sobreviver. O pessoal falou do trailer, mas isso da progressão de armas é algo que vai rolar, que vai começar com uma pistola, vai pegar a shotgun, e aí ele fala que isso pra ele é muito importante na experiência de gente, que é tipo, caramba, peguei a shotgun.

Graças a Deus, finalmente, né? Estou muito mais seguro agora. E vai ter essa progressão de armas. E vai ter puzzle, sabe? Solução de puzzle. Solução de porta trancada. Caralho, por que essa porra, essa porta tá trancada, né? Até no trailer tem ele tentando pegar uma chave de um cadáver, assim e tal.

Isso pra mim é muito mais legal, tipo, ao invés de alguém adaptar Resident Evil com a narrativa, né? Vamos trazer os personagens, vamos trazer a história de Resident Evil, trazer o sentimento de Resident Evil, né? De jogar um jogo de Resident Evil e tentar adaptar isso pra um filme. Isso parece muito mais legal. Aí a quarta vez que você assiste o filme, o protagonista tá com olhinha de cachorro e munição infinita. Munição infinita. Exato. E aí, rapidinho, tem 30 minutos só o filme.

Será que ele vai pegar um objeto e girar ele e achar uma informação? Pelo jeito que ele fala, eu tenho certeza que sim. Será que só os primeiros 30 minutos do filme vão ser bons? Tem esse perigo. E os filmes dele costumam dar uma desandada no final mesmo. Mas o Epons é curioso. Nossa, o final dele é maravilhoso.

E eu só espero que ele termine o filme então com a bazuca. Não, eu espero que sim, com certeza. Com a Rocket não. Não, eu acho que ele vai destruir o monstro final com a bazuca. Ou um canhão laser. Ou então, hoje em dia mudou já, não é mais a bazuca. Agora é sempre a pistola do Wesker lá. Não é no set, é a pistola do Wesker.

8 também não é a pistolona? No 9 é a pistolona também, não é? Ou é a bazuca? A arma mais forte é a bazuca. No 9 é a Requiem, né? No 7 é. Mas tem o... Gideon tem um lança-míssil, né, também. Quem é Gideon? O último boss. Mas enfim, funga de helicóptero, não. Helicóptero caindo. Ou termina no helicóptero, ou o helicóptero tem que cair, né? Fora do final, o helicóptero tem que cair. Mas assim, maneiro. Interessante, né? Tô bem interessante. É, dito tudo isso, nada disso garante um bom filme.

As melhores intenções já resultaram em filmes muito ruins antes, então... Mas me empolga muito mais do que se fosse... Ah, vamos contar a história do Resident Evil 4. Foda-se. E ele é o Wesker o tempo todo. Isso. Wesker Origins. Você matou. Vai ser que nem o God of War de 2018. Ele é o Wesker no final do filme. Você vai descobrir que ele é o Wesker. Porra, André. O protagonista. É um cara super jovem. Ué, o Wesker também.

Não, mas é que vai se passar no Outbreak de Raccoon City. Ele é jovem o Outbreak de Raccoon City. Mas vamos fazer um experimento nele, André, e ele vai virar o Wesley. Exato. Exato.

Bora lá então o nosso bloco de joguinhos. E o joguinho da vez, pô, eu fico feliz demais, cara, de ver o nosso amigo Slash Rick, Ricardo Dias, conseguindo um papel tão legal como protagonista de Saros. André, ele vem treinando a sarada dele há bastante tempo. Olha que doideira. A Thalissa me assistiu jogando esse jogo. Quando eu estava no final, sei lá, a última cutscene do jogo, ela vira para mim, por que esse cara... Ela me pergunta, né?

Por que esse cara é a cara do Jim Halper? Eu estou... Não, não é possível. Do...

Do The Office? Do The Office. Tipo, não tem nada a ver. Nossa, né? Não tem nada a ver. Não lembro não do ator do Jim Halper, mas... Jim Halper. Não tem nada a ver. Ele é diretor hoje em dia, né? É só isso. Eu fiquei em choque. Tipo, é só um cara de barba. Porque hoje em dia ele tem barba, né? É. Ele tem barba. Mas, nossa, parece muito... Assim, acho que de longe parece mais, né? Quanto mais perto você chega, parece um pouco menos.

O Ricardo ou o... O Rick. Mas... John Krasinski. Isso, Jim Halper, John Krasinski.

Sushi e Tengu zeraram, então. Quer dizer, jogaram. Eu zerei os dois finais. Eu não zerei. O tal do Sarus, que é o novo jogo da Housemarque. É desenvolvedor aí de... O Eternal. Grandes títulos como Flow Snowboarding para Nokia N-Gage. Outlander. Outlander, na verdade, Housemarque. Housemarque.

Outlander não, né? Outlander. Outlander, eu sempre confundo. Outlander é aquele que a gente jogou? Aquele TPS? Essa que é a questão da confusão, porque esse é Outlander, mas Outland é um jogo da Housemarque publicado pelo Ubisoft, que é meio que o Icaruga plataforma, assim, sabe? É meio que o Metroidvania com o Icaruga. Ah, tá, tá, tá, eu lembro. Nossa, esse é... Nossa, do 360. É, sim, sim, sim. É bem legal. Vox Máquina, Super Stardust HD.

Esse é outro Vox Máquina é o... É, esse é do... Vox Máquina. Nex Máquina. Nex Máquina. Tudo igual.

Bom jogo de arcade. Bons tempos que a Housemarque conseguia fazer os seus jogos de arcade. Não conseguia muito, né? Por isso que parou, inclusive. O Eternal é tipo arcade. Então, eu ia falar. Ela tentava fazer coisas não arcade, mas puxando dessa vibe, né? Tipo Watchland mesmo. Que ele não é um jogo arcade, mas ele puxa desse legado, desse gosto deles de jogo de navinha. Misturando com jogo de plataforma e tudo mais. E o que eles fizeram com o Returnal... É...

meio que isso, porque o roguelike é meio que só uma visão moderna de jogos de arcade, se você parar pra pensar. Porque jogos de arcade eram jogos de você morrer e repetir. Exato. Você perdeu a ficha, você pode, sei lá, colocar uma ficha e começar do zero, mas isso é um jogo de repetição, né, de você ficar rejogando pela satisfação mecânica, e é isso. Só que as pessoas hoje em dia não conseguem mais jogar alguma coisa se não tiver um docinho, uma recompensa uma cenourinha balançando na frente. Não é um metagame. Exato.

É, é porque também hoje em dia, sushi tem mais opções, né? Tem mais opções. As pessoas também estão mal acostumadas a ter números crescendo, né? É mais nesse sentido. Então, o roguelite, especificamente, né? Ele vem pra isso. Ele pega qualquer gênero e você coloca uma metaprogressão. Que, aliás, é um ótimo artifício pra você fazer o jogo durar mais, né? Exato. A quantidade de indie que é roguelite hoje em dia é muito por essa questão, né? De dar uma engrossada ali.

Isso, então eu sinto que eles foram até espertos em pegar esse legado deles, dessa especialidade de arcades e juntar no roguelite, mas aí pegar o investimento, o autoinvestimento da Sony, fazer algo mais cinemático, tirar em terceira pessoa, com visuais fodas e tudo mais. Então eu acho que eles conseguiram encontrar uma maneira de usar a expertise deles encaixando nas expectativas modernas do público e da Sony. Dito tudo isso...

Não me pega. O quê? O Eternal ou o Sarus? Os dois. A Housemarque atual não me agrada tanto quanto os jogos mais simples deles, tipo o próprio Super Stardust HD do PS3, ou até mesmo o Resogam do PS4. Eu me divirto muito mais com esses jogos do que com o Returnal e o Sarus.

É, o negócio pra mim é que eu não joguei o Sarus, né? O Returnal eu joguei muito mais do que eu devia pra platinar. E o que me pegou nele pra valer mesmo, surpreendentemente, é mais a narrativa. E assim, por exemplo, eu me divirto com Nex Machina, com Resogun, com Super Saiyan HD, me divirto. Mas...

ou duas vezes, assim, sabe? Tipo, eu joguei esses jogos poucas vezes. Pô, não sei quantas horas eu tenho de Next Machina. As poucas horas que eu tenho, gostei. Mas não é um jogo que me dá vontade de continuar jogando. Então, de fato, eles têm uma coisa aqui, que eles estão fazendo esse jogo que é um shooter mais arcade, né? Com mecânica de bullet hell, né? Os padrões dos tiros, dos inimigos, movimentação ágil e tudo mais.

com essa coisa mais moderna do roguelike, ou roguelite, e colocando isso tudo, como você disse, não só num pacote de jogo AAA, mas narrativo também, porque o que me pega especialmente, né, tem várias coisas que eu gosto no Returnal, mas, nossa, a história dele me pegou tanto, tanto, tanto, tanto, tanto. É, os mistérios me pegaram bastante, mas o, pra mim, o gameplay dele, nossa senhora. É.

Se ele fosse só a história, talvez eu ir numa estrutura roguelike, provavelmente não teria insistido tanto. O lance era que ele era perfeito de jogar, assim, um dos jogos mais deliciosos de jogar, que eu já coloquei minhas mãos. A gente conversou rapidinho no Saideira sobre o Saros, e eu comentei que eu tava gostando mais do Returnal, exatamente pela parte narrativa. Porque eu acho que mecanicamente eu lembro pouco do Returnal, então eu vou precisar do André pra me ajudar pra me lembrar algumas coisas.

Ah, mas lembro um pouco também, o que é 2021 esse jogo? É, 20 não? Acho que é 21. É? Eu lembro que é muito próximo do lançamento do PlayStation. Eu achava que era no lançamento do PlayStation. Não, não, não, não lançamento não. Mas o Saros, eu vou explicar daqui a pouco mecanicamente ele, eu acho que mecanicamente ele é um jogo mais maduro do que o Returnal. Só que essa parte narrativa e a progressão do jogo, eu acho que eles se perderam um pouco aqui. Isso aí.

Eu acho que eles tentaram fazer algo mais elaborado e nisso se perdeu... Algo especial. É algo especial que tinha no Return. Mas vamos lá, então. O Saros... Para a primeira conversa, eu joguei o jogo e eu entendi pensando que nome é esse? É um nome de personagem? É alguma coisa? É um mundo? Aí eu terminei o jogo. É um termo que nunca é citado no jogo. Não é tipo Sar05, alguma coisa?

Aí eu fui pro Cranha da Internet, Sarus é um nome que se dá pra uma passagem, é uma janela de tempo astrológica, que usam pra prever, digamos assim, eclipses. Astrológica mesmo? Astronômica. Astronômica, perdão. Ah, mas também as pessoas erradam muito a mão nesse negócio.

Gostou esses nomes aí, viu? É verdade, né? Que é tipo, sei lá, 18 anos, 2... Eu não vou lembrar exato, mas é tipo uma janela de, sei lá, 18 anos, tantos meses, tantos dias. Isso faz sentido no jogo porque o Eclipse é um tema muito importante no jogo. Sim. Mecanicamente. Narrativamente, talvez, isso eu não consegui pescar. Porque uma das coisas que esse jogo tem igual ao Returnal é que a narrativa dele é meio enigmática. Misteriosa. É meio misteriosa.

Logo de cara tem bastante mistério, né? Você vê que eles têm todo um lance com o sol. Eclipse é um evento quase cataclísmico, assim, né? De certa forma. Mas então você é uma pessoa que é natural desse planeta? Não, não, não. É tipo, a história é... Tem esse planeta misterioso. Carcossa. Carcossa. É que vai ser importante porque ele é todo inspirado em Rede Amarelo. É. O jogo.

E aí tem uma matéria-prima, um recurso valioso que eles encontram nesse planeta. E aí eles mandam três missões e elas acabam desaparecendo, né? Ficam sem contato. Então eles mandam uma quarta missão, que é a missão da qual o seu boneco faz parte. O Rick. Indo pra galera. Você vai lá tentar restabelecer contato com essas missões que foram antes de você.

E aí, aparentemente, no começo, né, você joga uma introdução. Arjun? Arjun. Arjun. Nome do boneco, né? O Arjun, ele tá numa missão meio que solo, meio misteriosa. O que ele tá fazendo aqui, né? O que ele quer. Que aí você acaba morrendo e voltando pra nave de onde você partiu. E a galera, pô, você ficou desaparecido não sei quantos dias, não sei o quê. Você não lembra o que aconteceu. E o cara, não, pô, não lembro. Também não sei o que tá acontecendo e tal.

E aí rola todo esse mistério de que o que aconteceu com a tripulação, quais são as motivações dos outros membros da equipe, o que que é essa porra desse Eclipse que acontece de vez em quando, né? O Eclipse, ele tem um significado narrativo, mas também tem um significado de mecânica. É um sistema por si só, né? Que influencia o jogo. Então você tem vários mistérios colocados logo de cara pra você desvendar. E eu acho que eles fazem um bom trabalho de te instigar pra pelo menos começar a jogar, porque ele já também mistura. Eu não joguei o Returnal pra fazer nenhuma comparação.

Que triste. É, mas eu acho que essa mistura do mistério com a gameplay, que é bem gostosa, eu achei, é o suficiente, eu acho, pra te instigar a querer, pelo menos de início, você entrar no jogo, assim. Mas isso dos anos... No Star Wars é muito curioso, porque essa parada do eclipse, você causa o eclipse. Toda run, basicamente, vai chegar a um ponto da fase, da área que você tá, que você vai interagir com uma parada, que são, tipo, um monte de...

braços saindo de uma luz que quando elas encostam em você, e você vai ter que fazer isso, que tem portas que só abrem no eclipse, você causa o eclipse. Então você tem que ativar o eclipse propositalmente. Exato. E tem que ativar pra progredir, não tem como não ativar. Não tem, exato.

Toda vez que você causa o eclipse, você desaparece por muito tempo. Quando você acaba mal-run, tendo sucesso ou falhando, e você volta para a base, que esse jogo tem uma parada meio Hades, você tem uma base com personagens, que você volta e fica conversando com eles e tal. Eles ficam, pô, faz, sei lá, meses que você sumiu? Tipo, onde você tava? O que aconteceu? A gente achou que você tivesse morrido? Ele, tipo, não sei. E ele mesmo não entende o que tá acontecendo, porque ele renasce numa piscina, né? Numa piscina bizarra que tem nessa base que eles estão.

Porque, que nem o Tegu tava falando, são missões espaciais que vocês vão pra esse planeta que uma empresa quer o minério que tem lá, mas já existiu uma civilização lá. Só que essa civilização desapareceu. E teve essas outras três missões que também desapareceram, humanas, né, enviadas pra essa mesma empresa. E você vai encontrando resquícios da civilização antiga e resquícios das outras missões. Você vai achando documentos, áudios, base que eles instalaram nesse planeta e tudo mais.

Peraí, toda vez que você morre, quando você volta pra base, passou esse tempo? Passa um tempo. É, passou um tempo, é. E se eu morrer 500 vezes, todo mundo vai envelhecer e morrer? Então, é tipo... O negócio é que a passagem de tempo nesse planeta, ela é bizarra. Ela é em loop?

Assim, não vou dar spoiler, mas... O pessoal não envelhece. Mas a passagem de tempo é estranha. Tipo, por exemplo, tem uma hora que você encontra um documento, uma parada, e quando vocês analisam essa parada, os pessoal ficam, ué, mas essa análise não faz sentido? Esse documento aqui da, sei lá, da Missão 3, que veio antes da gente, é de centenas de anos atrás? Não faz sentido isso? Ah, é tipo o return. Então o tempo passa de uma forma meio estranha. Você diria que passa de uma maneira convoluta?

Convoluto, exatamente. Então, o Eclipse, que nem o Tengu tava comentando, tem implicações mecânicas. Mas antes disso, né, acho que faz sentido explicar a mecânica do jogo, né? Antes de falar o que o Eclipse afeta, né? Então nessas missões, nessas runs que a gente vai fazer, o jogo vai ser procedural. É meio curioso o que esse jogo faz, porque ele não segue a mesma estrutura do Returnal exatamente.

Porque no Returnal você sempre começava no mesmo lugar, né? E você seguia. Igual, sei lá, Bide of Eyes. Só pra usar um roguelike qualquer aqui como base, porque vai fazer sentido a estrutura das salas. Você poderia usar Spelunky como base. Por quê? Porque o Spelunky tem atalhos. Quer dizer, o Bide of Eyes talvez tenha, né? Não sei. Não, não tem. No Returnal tem atalhos? Eu não lembrava. Então, o que esse jogo vai fazer, André, é meio Spelunky, no caso, que faz mais sentido. Quando você terminou, sei lá, a primeira área, eu esqueci o nome agora.

Mas é tipo uma parte mantanhosa, meio com mato e tal. Você termina ela, aí o jogo faz você voltar pra base. Quase toda a área, nem toda, mas quase toda a área. Quando você termina ela, tipo mato-chefe, o jogo te cospe de volta na base. De vez em quando ele vai te dar a opção de você continuar jogando e ir pra próxima área sem ter que reiniciar tudo. Mas normalmente é vantajoso até você voltar pra base. Pra você manter, guardar os recursos. Guardar recursos, recuperar vida, essa coisa toda.

É porque se você morre, você perde uma porcentagem da moedinha, do dinheirinho. Começa perdendo 50%, mas você pode comprar talento pra diminuir. E perde permanentemente, não é Corpse Run? Não, é permanentemente. Permanentemente, exato. Ok. Só que toda a área tem um teleporte pra você começar direto nela. Então, tipo, terminei a primeira área, a próxima run eu posso começar direto na segunda.

É, nesses jogos, isso é uma possibilidade mais pra você treinar a área, né? Porque se você quiser fazer uma run séria, geralmente tem que começar no começo, porque você vai pegando todo o equipamento. O Hurtado era meio assim, não era? Exato, é. Eu não lembro exatamente o quanto você conseguia pular dos lugares, mas você ia descobrindo formas de passar mais rápido pelas áreas que você já conhecia.

Mas assim... Mas você chegava menos poderoso do que se você fizesse elas por completo. Com certeza. Exato. E era isso que eu ia comentar, que a maneira que eu jogava era assim. O jogo fazia voltar? Eu voltava. O jogo deixava eu seguir? Eu seguia. E sempre que eu ia começar a próxima run, eu começava do ponto mais atual que eu tinha. Se eu morresse uma vez, eu falava, não, ok, agora eu vou voltar. Isso aí.

Aí eu ia desde a primeira área, aí eu terminava aquela área, o jogo fazia eu voltar, eu falei, não, agora que vai ser minha primeira vez nessa área nova, eu vou direto dela. Aí eu morria uma vez, aí eu voltava da primeira. Eu testava, tipo, se eu terminar de primeira, eu termino de primeira. Faz sentido. Mas quando você termina uma área e você volta pro acampamento, você reseta a sua build? Isso, reseta tudo. O jogo, ele...

Não tudo, né? Tem coisas que são... Não, não, não. Não, mas é outra... Não, a build da run você quer zeta. Sim, sim, sim. Mas você tem uma skill tree. É, você tem as armas que você pega, né? E você tem uma medida, um valor, que acho que é proficiência, o nome. Sui, você lembra o nome? Da barrinha amarela que fica ali, que você vai pegando as bolinhas amarelas e vai aumentando? Não lembro, mas na minha cabeça era level. É.

É, porque quanto mais você aumenta esse grau de quiosho, que é proficiência... Eu acho que é proficiência, sim. Quanto mais tem uma barra para isso, né? Quanto mais você enche essa barra, que você vai pegando bolinhas amarelas no chão, que os inimigos dropam também. E no Eclipse, as bolinhas que você pega valem mais, tem um valor maior. Quanto mais alto o seu nível de proficiência, melhores as armas que você pega em baú, entre aspas, né?

Baú? Tem umas lápides, parece? Ah. Umas pedras coloridas que você interage. É, baú do Borderlands. Não, é que ele fala baú. Aí eu não entendi.

Ele falou baú? Não. O Rafa achou que o Tengu estava inventando uma palavra lelinha. Eu falei baú, o senhor do inferno. Então foi um pouco isso. Eu fiquei confuso. Então, idealmente, em runs que você quer jogar sério, que nem o André falou, você quer acumular bastante proficiência para pegar armas cada vez mais fortes. Você ir para as áreas com armas cada vez mais fortes.

Mas é impossível, sei lá, tô jogando pela primeira vez, fazer tudo de uma vez só. Não, impossível. Não, impossível. Porque o Returnal, por exemplo, teoricamente daria, né? Eu imagino que sim. É, não, o Returnal eu lembro que eles são quatro ou cinco áreas. É, por aí. Ah, alguma coisa assim. Eu lembro que eu fiz as duas ou três últimas. Acho que são quatro. Numa tacada só, a primeira vez que eu usei ele.

Acho que é floresta, deserto, neve e água. É, o Returnal tem aquela coisa bem típica de roguelites, assim, que você, às vezes, monta uma build que você tá caralho, aí você vai, né? É a build que você vai zerar. É, aí, pô... E aqui, eu acho que tem, sem exagero, eu acho que tem duas... É que tem várias áreas desse jogo. Não vou dar um número pra não dar spoiler. Se eu não me engano, duas áreas que, quando você termina, o jogo já libera pra você ir pra próxima.

todas as outras, o jogo força você a voltar. Tipo, você mata o chefe, aí você vai pra próxima sala, a próxima sala é o teleporte pra você voltar pra base. Nossa, mas isso você achou legal ou você achou um padding, assim, um encheção? Eu não gostei muito, pra ser sincero, porque me parece que era mais pra prolongar o jogo. Porque a proficiência faz muita diferença. Porque os inimigos, os inimigos normais desse jogo morrem rápido.

Só que de vez em quando você vai encontrar os inimigos alfa, que o jogo chama, que...

como se fossem os make o mini boss. Tem podcast. É. Eles têm muita vida. Tem bastante vida. É, como é que é? Esponja de bala. Esponja de bala. Aí você chega no chefe, eles se dão pra caro. Nossa, os chefes desse jogo têm...

muita vida. Teve alguns que eu consegui matar já de cara, nisso que eu falei, tipo, ah, eu vou tentar ir começando direto nessa área, se eu passar, passei, se não passar, não foi. Teve umas duas vezes que eu passei, mas no geral eu morri uma vez, voltava do começo e atropelava o chefe. Porque nesse Kill 3 você pode comprar ponto de proficiência pra já começar com um level alto. Então, por exemplo, se eu começar essa área pelo teleporte, eu começo com proficiência 15, mas se eu vier a pé até aqui, eu chego no 30. Porra.

E a proficiência é algo que você... Ela reseta. Reseta toda a run. Mas você, que nem o Suti falou, você pode comprar coisa na skill tree pra já começar com um nível mais alto. Exato. E, sei lá, eu chego nessa área 30 em vez de 15, e quando eu chego no chefe, eu já tô, sei lá, 40. Uhum.

Eu dou o dobro de dano de se eu começar direto nessa área. Como eu disse, eu não joguei, mas sabe o que isso me parece, Sushi? E aí você confirma ou negue com a sua experiência. Eu tenho tudo bem. Me parece que eu acompanhei um bocado do desenvolvimento do jogo. E uma das coisas que eles estavam trazendo de novo pra esse, é eles querem fazer um jogo um pouco mais amigável, né? Eu achei ele mais difícil. É? Aham. Principalmente se você usa o teleporte.

É, porque o que me parece é que você mantém mais upgrades permanentes, né? Ou seja, quanto mais você morre, mais forte você vai ficando. É que os inimigos escalam muito. Ah, entendi, é bom. Por exemplo, você tem três atributos, parecido com o Returnal. Um atributo que influencia a sua barra de vida, um atributo que é o seu escudo e um atributo que é o multiplicador de experiência, né? Que o recurso que você pega, ele vale mais, quanto mais você tem esse atributo.

E as suas armas, a sua arma principal e a sua arma secundária, elas escalam, tipo o Souls, com esses atributos também. Então elas vão ter mais munição, carregar mais rápido, dar mais dano, de acordo com esses atributos, e cada arma vai funcionar com um atributo diferente e tal. O atributo que aumenta a sua vida, você começa o jogo com 1 de cada desses atributos. No final do jogo, eu começava a run com 150, 160 de cada um desses atributos. Uau!

Eu terminava a run com uns 200 pontos de cada atributo. O que isso quer dizer na prática? A sua barra de vida, ela começa como se fosse um intervalo. Eu não lembro o número exato, mas vamos dizer que é 100. Só pra ficar claro o exemplo. Na última área do jogo, no último chefe, eu tinha 5 barras dessa. Então eu tinha 5 vezes a barra de vida do começo do jogo. Então, se eu for rejogar a área do começo do jogo, um inimigo alfa, por exemplo. Que eu comentei que é o inimigo mais forte.

A primeira vez que você joga, o primeiro alfa que você encontra, ele vai arrancar tipo 80% da sua vida em um ataque. É, ele bate forte. É tipo, bate muito forte. Mas rejogando, isso meio que não é nada. Então é mais amigão. A primeira área, as áreas futuras meio que eles rebalanceiam, entendeu? Então os inimigos alfa, ele não vai arrancar tipo 80% da sua vida?

Mas ele vai arrancar mais de uma barra, duas barras de vida no ataque. Mas ele, tipo, upa com você? Não, eu tô dizendo que... Naturalmente eles já estão assim. Não, o jogo só rebalanceia. Tipo, você tá ficando mais forte, mas os inimigos também estão ficando mais fortes. É, mas foi isso que o Rafa falou. Então as áreas...

O Rafa deu a opção 1 ao sucesso. Não, o Rafa deu a opção 2. Não, o que o Rafa falou, que eu entendi, é os inimigos, eles evoluem com você. Tipo, junto com o seu level. Aí ele deu a segunda opção. Então ele só naturalmente assim. Você falou que não também. Mas, então, só facilita a área antiga? Então, tipo, as áreas novas é meio que a dificuldade padrão. Mas o que eu ouvi sobre...

O jogo é que quanto mais você morre, tipo o Hades 2 também tem isso, mais você vai acumulando atributos permanentes, né? Então, se você morrer vezes o suficiente, o jogo vai cada vez ficando mais fácil. Eu não achei tão impactante assim de empacar numa área. Porque o jogo trava a skill tree toda a área. Você termina uma área, ele libera um pedacinho. Você termina uma área, ele libera um novo pedacinho. Ah, então eu não posso upar...

tudo no primeiro lugar. Exatamente. Então, como ele bloqueia a progressão de área em área, não tem como você ficar super forte nessa área antes de terminar ela, entendeu? Mas eu acho que, pelo menos, na primeira área, eu só consegui passar do chefe quando eu upei tudo que era possível, assim. E eu achei que ajudou bastante.

É, porque o meu argumento é, no Returnal, por exemplo, se eu tô empacado numa área, problema meu. Eu vou ter que descobrir como ficar melhor e jogar melhor e passar. Nesse, à medida que você vai jogando, vai ficando mais fácil, até um certo ponto, pelo menos, né? Então, tipo, eu fico pensando que no Returnal, por exemplo, eu fiquei muito empacado em vários momentos, né? Nesse jogo, se isso acontecer, talvez eu não fique tanto tempo empacado assim, né? Porque o jogo vai ficando mais... Nisso eu acho que ele é mais amigável.

É, talvez, não sei, porque... É porque o Sushi, ele não pensa na realidade do jogador ruim. Ele não tem como se colocar no papel de um jogador ruim. Pobre desmortais. Porque o Returnal, eu zerei ele bem rápido. Pois é, tá vendo? Isso aí pra mim é... Então eu não cheguei, eu não empaquei no Returnal. Olha que doideira isso. Eu não vou lembrar de cabeça, mas eu devo ter morrido, sei lá, 4, 5 vezes no Returnal e zerei o jogo. O pior é que eu morri de umas 8 e zerei também no Returnal.

Então não foi um jogo que eu tive esse processo de, putz, como é que eu lido com essa área nova e coisa do tipo.

pra mim foi bem suave. Tipo, eu ia morrendo, mas eu também tava progredindo bem, sabe? E aí, por isso que eu tava dizendo que eu acho que essas mudanças no Saros são pra... Por mais que... Se a gente colocasse a estrutura do Returnal nessa dificuldade, nessa progressão, você zeraria o jogo muito rápido. Então a gente tem que colocar essas várias coisinhas que te obrigam a voltar pro jogo durar um pouco mais. Exato. E um dos motivos que eu não gosto muito dessa estrutura é que eu sinto que é só pra dar uma enrolada.

E a visão do diretor. Ou algo assim. E o foda é que a parte roguelike dele eu não acho muito boa. Porque rejogar ele, eu acho que não é tão divertido quanto outros roguelites. Porque a variedade de inimiga é muito baixa. E a variedade de salas em cada bioma são muito baixas. Sim. Mas ele tem algo tipo uma sinergia entre builds. Tipo, ah, eu peguei um negócio que sinergias com isso, agora meu tiro é diferente. Não.

Não, eu sempre trocava Eu sempre trocava arma pelo número mais alto E era isso, porque faz muita diferença Você ter uma arma level 25 E uma arma level, sei lá, 35 Faz muita diferença de dano Então as vezes eu vou trocar por uma classe de arma que eu nem Sou tão fã, por exemplo, sei lá Eu não gosto muito da escopeta nesse jogo, porque eu prefiro Lutar de longe pra esquivar dos tiros

Você lembra se você gostava das compras do Brita ou não? Pior que eu não lembro Eu gostava bastante dela E nem que ela é uma arma ruim É só que eu prefiro jogar de longe pra poder ver os tiros virem e reagir melhor Então eu tendo a preferir, sei lá, metralhadora ou a besta Ou um outro exemplo, tipo, tem armas que não tem mira automática Que a maioria das armas nesse jogo trava a mira no inimigo Deve ser tipo uma Railgun Sniper

É, então, tem uma pistola e uma metralhadora que não tem mira automática. Você tem que mirar só na mão. E como esse jogo é muito caótico, a mira automática é importante, a maioria das armas tem, te ajudar, né? Porque é tudo muito rápido, muito bicho e tudo mais. E tem uns bichos que são pequenininhos.

E vem tipo em 20 Aí quando eu tô com essa pistola Nossa senhora Um sofrimento Então Às vezes O level da arma Faz tanta diferença Que não Beleza Eu não gosto tanto dessa arma Mas eu sei que Ela vai me fazer passar mais fácil Aqui mesmo eu não gostando tanto dela É eu também Sinto que é a mesma coisa Assim eu só olho o número O número é maior Pô Fechou Exato Então pra mim Não tem variedade de build

E as armas, eu acho que elas não vêm com... As armas podem vir com propriedades diferentes, né? Tipo, ah, essa pistola atira normal. Essa pistola, o tiro ricocheteia. Essa metralhadora, o tiro é de um jeito, o outro é do outro. Mas você não... Acho que você não tem grandes sinergias com habilidade, com outras habilidades passivas ou coisa do gênero, assim. É bem direto e reto, assim. Não tem muita variação, não. É, e então, tipo, juntando que a variedade de inimigos é meio baixa.

Pra um jogo que quer que você fique repetindo ele tantas vezes. Levei 15 horas pra zerar ali o primeiro final. Aí depois eu continuei jogando mais duas horas e fiz o segundo final. Então aí 15, 17 horas. Morrendo umas 10, 15 vezes. Eu vou chutando aqui de cabeça, eu não lembro o exato número. Tem um menu, você pode olhar tudo isso. Então tipo, não foi 10, 15 runs. Foi 10, 15 mortes. Porque as runs que você tem sucesso, o jogo nunca estabiliza na tabelinha lá.

Então, a variedade de armas e builds meio que pra mim não existe muito, de você jogar de forma diferente, não senti isso. Os inimigos não têm uma variedade muito boa, as áreas não têm uma variedade interessante de exploração. Essa parada... Eu sei que ele não se chama Metroidvania, tá? Mas essa parada meio Metroidvania de aprender habilidades novas...

pra mim, aqui não funciona tão bem, porque, sei lá, Dead Cells, você pelo menos acessa caminhos diferentes, né? Aqui é só, tipo, ah, nessa sala, se você tem um gancho, você tem um baú. Tem um item, quer dizer, um baú. É, novo. No return era tipo isso. Mas era legal porque era um upgrade permanente que você alcançava, e às vezes ajudava a lutar contra algum bicho.

Sim, acaba que dá uma variedade futura, mas revisitando áreas antigas, eu sentia que eu não acrescentava muito, sabe? Tipo, eu não lembro em detalhes, assim, mas eu lembro que no Returnal, as runs eram muito diferentes, dependendo, né, da aleatoriedade da build. Assim, obviamente, não tão diferentes quanto o Isaac, né, que você tem, porra, você muda o jogo completamente. Ou até hágias, assim, né? Mas eu lembro que tinha isso, tipo, nossa, essa run, essa run tá boa, ou essa run tá ruim. Como vocês estão dizendo, parece que...

Eu acho que o que pode variar mais a sua build, entre aspas, é que quando você vai pra área com eclipse, você começa a achar alguns bônus que também vêm com um debuff, né? É que tem os artefatos... A gente acabou não falando disso, eu acho. Uma outra coisa que você acha e coleta durante as runs são os artefatos. Esses artefatos é a maneira que você vai subir os seus atributos fora a proficência, né? Toda vez que você sobe um level de proficência, você ganha um de todos os atributos. Mas você também acha esses artefatos.

E os artefatos vão ser, sei lá, 4 pontos de vida e esse bônus aleatório aqui, que vai vir de uma lista de bônus, né? Vai ser, por exemplo, quando você tem pouca vida, dá dano, enche vida. Matar o inimigo no melee, dá stun em todos os inimigos em volta, coisa desse tipo. E aí nisso talvez venha essa variedade de build, mas nada é impactante o suficiente para moldar a maneira que você vai jogar. Também achei que não.

Tengu, sobre a dificuldade, acho que você não terminou, né? Não terminei, mas eu morri um bocado de vezes logo na primeira área, assim. Então pra mim não foi tão simples assim. E ajudou bastante pegar os upgrades na skill tree e tal. Achei que o primeiro chefe tem bastante vida. Mas assim, ele tem bastante vida, mas eu achei legal aprender, porque ele acaba virando meio que um bullet hell, né? Ali no chefe.

Eu achei legal aprender o comportamento do chefe, aprender os padrões das balas, você saber pra onde desviar, pra onde não desviar. Então essa parte eu achei, apesar de achar talvez a luta um pouco mais longa do que deveria, eu achei divertido esse aprendizado. Quando você faz áreas, você tem que rematar o chefe também?

Tem, tem que rematar o chefe Os chefes que são as melhores partes do jogo no geral Pra mim, assim, porque os inimigos Básicos, as lutas são tão Rápidas e tão, não sei Não me pegou muito, assim, a arena Arena, individualmente, meio que isso aí Assim, não achavam os comportamentos muito Interessantes dos inimigos, as situações Geradas nas lutas e tal

apesar que eu acho o jogo muito gostoso de jogar assim, é movimentação ele tá tátilmente assim né pelo menos o Ritano era um dos melhores jogos que usava o DualSense eu acho que ele usa bem também ele usa super bem, só que a bateria vai pro saco rapidinho eu não lembro qual outro jogo que tinha talvez se fosse o próprio Ritano que apertar até a metade é um habilidade e até o fundo é um habilidade se você segura até a metade você usa o disparo secundário

da arma. O Ratchin' Clank faz isso também, não é? É, o Ratchin' Clank faz isso também, é. É, se você coloca o L2 pra baixo até o final, você usa a sua arma secundária, que é como se fosse meio que um ult, digamos assim, uma arma especial forte que gasta uma barra pra usar. É, tipo um uma magia, assim. É tipo, sei lá, um míssel que você dispara, uns lasers, ou, né, tem vários tipos diferentes. E aí isso funciona no DualSense porque ele tem essa trava no gatilho, né?

Exato. O gatilho duro. Isso, ele faz essa física. Como é que será que o Ertan lançou pra pensar?

Returnal sim, como que será que faz então no PC? É, eu não sei, realmente eu não sei. Mas os chefes, eu acho que a qualidade flutua bastante, viu? Porque o jogo, como tem muitas áreas, mais do que o Returnal, uma coisa é, ele não faz a parada que o Returnal faz, que é tipo, meio que uma versão alternativa da mesma área.

Que o Return of Me tem um ato 1 e 2, né? Sim, sim, sim. Esse jogo também tem ato 1, 2, 3, só que ele não muda a aparência das áreas. Ele acrescenta áreas. Só que os inimigos não têm variedade nova. Você, sei lá, na primeira metade do jogo, você já vê toda a variedade dos inimigos. Só vão repetir pro resto do jogo. Só que vai ter um chefe novo pra cada área. Só que, como eu tava falando, a variedade flutua. Tem área que o chefe é só o inimigo normal, só que o mais forte. E eu fico...

Peraí, foi o chefe? Não foi o inimigo que eu matei, sei lá, agora há pouco na outra área, só que agora ele tem um ataque a mais? Bizarro isso, né? Mas, apesar disso, as partes mais divertidas do jogo são lidar com o chefe, e os três últimos chefes do jogo são muito bons. Três últimos chefes, eu acho que são os pontos altos mecanicamente do jogo. O último chefe é bem maneiro de enfrentar, os dois últimos são bem maneiros de enfrentar, só que tem um problema pra Daltônicos.

Péssimo uso de cores no jogo inteiro, pra mim. Ih, não tem opção de acessibilidade? Tem, mas eu vou chegar lá.

Esse jogo, eu não lembro do Returnals, ele tem três tipos de tiro. Aqui ele tem três tipos de tiro, os inimigos. Ah, os inimigos. É, que é o tiro azul. Vamos lá. A gente não falou da mecânica de absorver tiros desse jogo, que é nova. A maneira que ele lida é nova aqui, né? Como é que funciona? Os inimigos vão ter três tipos de tiros. Você tem dois movimentos defensivos. Você tem a esquiva, que tem a iframe. Você atravessa os tiros durante a esquiva.

esquiva. Você não tem uma barra de stamina, mas aí tem um cooldownzinho, que não tem nenhum indicador visual na tela. Você vai meio que acostumando no feeling. A velocidade que o jogo desbloqueia pra você usar a esquiva de novo. Aí o tiro básico é azul. Aí tem o azul e o azul claro. O azul normal vão ser bolinhas que vão na sua direção e vai vir num padrão fixo. O azul claro são tiros normais teleguiados.

Então, um azul normal, padrão fixo, azul claro, teleguiado. Como você lida com eles, você pode esquivar com o iframe, ou você pode usar seu escudo, que o R1 é um botão melee, seu personagem tá meio que um soco, e se você segurar esse soco, ele meio que faz a girada que ele dá pra dar um soco, é como se ele puxasse um escudo de energia que cobrisse ele. E esse escudo é uma maneira de você se defender, e ao mesmo tempo absorver o tiro dos inimigos pra carregar essa barra que eu falei que é do tiro alternativo, do seu tiro especial.

Aí o tiro azul você pode tanto absorver quanto esquivar, mas idealmente absorver, que vai ser sua principal fonte de energia, é absorver tiros azuis. Energia tipo HP ou...? Não, energia das armas. A munição pra sua arma especial. Ah, tá, ok. O segundo tipo de tiro que o jogo vai ter é o tiro corrompido.

Que ele vai ser amarelo. O tiro corrompido, você não pode... Assim, você até pode defender, mas ele vai moer a sua barra de energia. Se você defender uma saraivada de tiro, acabou a sua energia. Você perdeu a sua energia, basicamente. Que, de novo, é o recurso da sua arma especial. E você toma dano de... Corrupção. Corrupção, corrupção.

Então, quando você usa o escudo nesse tiro, você toma essa corrupção e perde energia. O que é essa corrupção? Ele come sua vida máxima. Como é que você recupera sua vida máxima usando essa arma especial? Então você tem que encher a barra azul e gastar ela. Quanto mais você gasta essa barra azul, você vai tirando a corrupção do seu personagem. Então, idealmente, você não vai defender esse tiro. Você vai o quê? Esquivar, porque esse tiro tem iframe.

Então você já tá pegando o tiro azul, você pode tanto defender quanto esquivar. O tiro amarelo você vai, idealmente, esquivar.

E tem o terceiro tiro. Vermelho. Que é o tiro super nova, eu acho, que é o nome que eles usam, que é vermelho. O que o tiro super nova faz? Não tem iframe de esquiva e não tem defesa. Tem que pular. É parry. Parry? Porque essa animação de soco, ela também absorve tiro como se fosse um escudo. E se você dá o soco no tiro vermelho, você devolve pro inimigo. Você dá meio que uma explosão em volta do personagem que destrói todos os projéteis.

Você dispara uma energia de volta no inimigo. Que é meio que, então, um tiro que você pode fazer tudo, um tiro que você vai esquivar, um tiro que você vai defender, mas na hora certa. São os três tiros do jogo. Aí, eu demorei muito pra perceber que eu tava me fudendo pra alguns inimigos por causa do tiro amarelo e vermelho. Eu não tava vendo a diferença. Entendi. Então eu tava, ué, mas o esquivei do tiro e tomei dano? Ah, era o outro tiro, eu não posso, né?

Aí, depois de apanhar um pouco e não conseguir identificar no meio do tiroteio a diferença de cor, fui nas opções. E tem uma opção pra daltonico, que não é só um filtro de mijo em cima do jogo, que eu sempre critico esses filtros de daltonismo que é só mudar a cor do jogo inteiro, eu detesto, que muda a identidade visual do jogo inteiro e não só a parte que me dá dificuldade. E esse jogo não. Você muda a cor só dos tiros pras cores que o jogo já usa. Como assim?

Ele tem uma lista, tipo, de 5, 6 cores pra você escolher. E, sei lá, uma das cores não é usada em outras coisas. Porque, por exemplo, o jogo, ele, que nem eu falei, tem dois tiros azuis, né? Que é o teleguiado e o normal. Aí ele tem o amarelo. Aí ele tem um amarelo que ele usa pra lasers. Aí ele tem o vermelho. Aí ele tem o outro vermelho que é de melee. Ah. Aí ele meio que... Não tem uma cor que ele não usa pra nada pra você botar.

Ele tem, tipo, verde, que não vai me ajudar, que é a cor do item de cura. Das energias de cura que tem no mapa.

E é o que confunde com o vermelho? E que eu vou confundir com o amarelo ou o vermelho. Sobrou branco. Era a única cor que não aparecia em nenhuma outra coisa. Aí você botou no lugar do vermelho? Aí eu mudei pro vermelho, porém, o azul claro ainda me confunde.

Por sorte, os tiros teleguiados, eles têm um padrão diferente. Em vez de ser uma bolinha, eles é tipo uma estrela. É, então é isso que eu ia falar, né? Eles tinham que mudar o formato do tiro. Só o teleguiado que é formato diferente. É, tipo, botar uma piroquinha vindo assim. Ou botar mais opções de cores, né? Então, tipo, eu achei muito estranho. Que, tipo, ok, a gente vai te dar opção de cor. Praça que a gente já usa em outras coisas.

Aí, tipo, porra, eu quero cor diferente, não é igual. Caramba, né? Que doideira. Aí são várias coisas diferentes. Alguém falou que você devia ter usado o óculos do jogabilidade. E aí

Pô, com certeza. Eu devia. Eu devia ter resolvido 100%. Mas depois que eu mudei pro branco, levei uma, duas runs pra acostumar, mas depois foi. Mas é um problema pra você ter em mente aí. Mas é o primeiro chefe, tá tudo bem, tem um monte. E esse é um dos... É o Battle of Chaos, né? Eu acho triste que a... Vamos dizer, metade dos chefes do jogo são estáticos. O que eu acho um pouco triste. Mas o Urtano era assim também, né? Os chefes ficavam paradinhos, só disparando.

Depende. Acho que tinha alguns. Curioso, um dos melhores era o Estático, que era a moça do piano. O do da música, é. A metade são chefes que ficam parados e você fica atirando neles de longe. Então, tipo... E a história, a gente não falou da história, ela me pega bem menos que a do Returnal, porque nessa necessidade de fazer um jogo mais longo, eles colocam mais etapas narrativas na história, mas eu sinto que é uma história menos interessante. A sua dinâmica com os personagens da base quase inexistentes,

Mas quando você zerou duas vezes, acabou a história? Ou é tipo o Returnal que tinha que fazer o final verdadeiro, que eu nem sei qual é o final? Então, o verdadeiro foi o que eu fiz na segunda. Foi o segundo final. Porque o jogo te guia. Tipo, você faz o primeiro final, tela de crédito, sai da tela de crédito e o jogo fala Ah, ah, ah, mas ainda não acabou. Ainda tem mais história para você descobrir e desvendar. Aí o personagem renasce como se tivesse morrido numa run na piscininha lá que a gente comentou.

E aparece na tela, próximo objetivo, ir em tal lugar. Aí, ok. Eu só fiz por causa disso, porque ele meio que guia, aí, sei lá, em duas, três rounds eu fiz o outro final. Às vezes tem um final 3, um que é secreto. Não tem. O do Returnal, pelo que eu me lembro de ter ouvido, ele era um pouco mais críptico de fazer. O Returnal nem eu não fiz. Eu acho que eu não conseguiria sem guia, não. Ou pelo menos demoraria muito mais.

Pô, que triste, porque realmente a história, pô, a história do Returnal... Pode ser que te pegue. Tipo, do Returnal eu acho mais interessante também. E aqui eu não sei, alguém faz um vídeo me explicando as coisas que eu não entendi. Porque a parte superficial é mais fácil de entender, mas tem as cutscenes crípticas, cinema, que personagens se entroliando num lugar X. Aí a mulher toca no piano.

aí, bateu o carro. Exato. Então, tipo, ele tem umas paradas assim que às vezes eu perdi algum significado ali. Você viu que tá rolando uma polêmica aí do pessoal falando que esse jogo, ele é woke. Por quê? Ah, pô, é claro que é, André. Os ETs são não binários. Eu não posso dar spoilers.

Mas eu tomei um spoiler. Eu tô tentando pensar em por que esse jogo é woke, eu não tô entendendo. Você liga, Rafa? Não. Posso falar, então? Pode, mas avisa. Fala que você vai levantar a mão pro chat. Chat, eu vou falar o que eu sei sobre o final do jogo e o porquê que o pessoal acha que ele é woke, tá? Mão levantada, mão levantada pra spoilers. Atenção, spoilers. Atenção, spoilers.

E aí o pessoal tá levando pra lados longínquos, assim, até gerando imagem IA pra falar que o jogo é woke. Meu Deus do céu, que ódio. Mas o que eu sei é que na história você descobre que a esposa do Arjun largou ele pra ficar com uma mulher. Uou! Mais que isso. Porque aí a parte que eles inventam, ela cucou ele com outra mulher. Cucou! E assim, não é isso que acontece, tá? Só pra deixar claro. Então, abaixando o meu braço, porque acabou o spoiler.

O que eu sinto no final? Tem uma mulher. E é basicamente isso. Ai, uma mulher. E assim, isso que o André falou, não é isso que acontece, tá? Só pra deixar claro. Parte disso é verdade, mas eles forçam uma narrativa pra vender o ódio deles. A doideira deles, é.

Mas então, tipo, isso que eu expliquei agora pra vocês do combate do jogo, de três tipos de tiro, três maneiras de lidar, a defesa enche a barra da sua arma especial, então ao mesmo tempo é defensivo e ofensivo. Quando eu descrevo a mecânica desse jogo, eu... Você tá descrevendo o melhor jogo de todos os tempos, né? Então, é tipo, é super foda, tipo, e o personagem é super rápido, e o combate é dinâmico, e dá o dash satisfatório, as habilidades são satisfatórias, mas é um jogo que, não sei, eu canso rápido... Como é que tá sendo pra você isso do teu jogo? E aí

eu não terminei, né? Então eu joguei menos que o Sushi. Mas eu senti que eu tava tirando alguma coisa das experiências. Tipo, porque assim, cada run que você faz, o jogo muda um pouco a estrutura da fase, os caminhos que você passa. Então ele tem uns blocos que ele vai juntando pra montar a sua run, né? Então, começando a cansar de ver os mesmos lugares. Mas eu acho que o combate tava divertidinho. Como eu falei, era um jogo muito legal de controlar.

Eu tava ainda me divertindo. Mas só divertidinho? É, não tava tipo, wow. Entendi. Sabe? Tava legal, tava legal. Legal, 70 dólares, Tengu? Então. Não. O negócio é, o que eu ia falar, esse jogo é bem carinho, né? É. Não, é. O Returnal era mais barato, né? Em brasileiro, inclusive, é. É, o chat tava falando, tem uma versão do jogo de 500 reais na PC. Eu acho que o Returnal, ele não foi vendido a preço cheio, né? Eu acho.

Não, ele era 40 ou 50. Eu lembro que ele era menos do que 60. Eu acho também. O Returnal. Mas aí o quê? E aí é 70? Eles ficaram embriagados pelo sucesso. Ah, eu estou sentindo que talvez esse jogo é um que, começo do ano que vem, o final desse ano, já esteja um jogo melhor. Você não acha? Não, eu acho. E eu acho mais ainda, assim, né? Aqui tirando a minha opinião do cu, porque eu realmente não joguei. A minha impressão do que eu vou achar desse jogo, depois que eu jogar ele, é melhor, mas menos interessante. Sabe?

Na nota naval ele vai estar... Eu acho que é meio que isso mesmo, André. Eu concordo com você. O Returnal foi 70 dólares o lançamento? Não é possível. Não, gente. Não, mas para aí. Se daí que você botou o Game of the Prodeleven foi IAC que escreveu, tenho certeza. Não, então eu acredito. Eu não lembrava realmente.

retornar foi preço cheio mas é, eu acho que é isso, porque ele parece estar, primeiro né ele não tá criando uma fórmula nova ele tá trabalhando em cima da fórmula já estabelecida, não que né o Ray Return não tivesse inventado um novo tipo de jogo, mas ele fez uma combinação única ali né, e esse não é tanto assim, pelo que vocês estão falando né e eu ouvi outras pessoas falando isso também, a história ela é menos interessante

Mas eu acho que você vai gostar mais desse jogo, André. Porque a sua experiência em platinar ele, você falou que te cansou um pouco, né? Era um jogo que foi legal por 30 horas, mas por 60 foi demais. Sim. A platina desse jogo é mais amigável. Você não precisa completar o codex lá, a parada do jogo. Só tem um troféu.

Nenhum é difícil, é só tempo de jogo Você vai ter que jogar um bocado, mas não 60 horas Eu levei 17 Menos de 30 eu acho que eu platinaria se eu fosse continuar jogando ele Que eu não vou fazer Mas tem um troféu nele que eu achei, pô, os caras são foda Que é terminar 33 runs Eu vi que tinha uma coisinha de Que engraçadinho Mas você acha que é É que a run chama expedição Ah, ok, ok Então é legal E a descrição é tipo, completar 33 expedições Ah, ok

É só engraçadinho. Fofinho, fofinho. Essa skill tree é permanente. Tá mostrando? Sim. Tengu, você acha que você vai continuar jogando pra terminar? Ou meio que já deu, assim? Cara, nem que já deu. É mais porque tem muita coisa pra fazer. É, sim. Mas eu... No mundo ideal. No mundo ideal, eu continuo jogando ele, sim.

Mas ele ainda é muito longo. É, pois é. André, se eu voltar pro Returnal hoje em dia, ele tem muita coisa nova? Eu não sei, eu joguei só na época. Mas sim, uma coisa que até o pessoal perguntou lá em cima, e que adicionaram depois com o patch no Returnal e que esse jogo já tem, é você poder pausar a sua run, né?

Por que que no Returnal não podia pausar? Ah, pra você não... Não sei. No banheiro. É, não sei por quê. Pera, botão de pause? É, primeiro, botão de pause, porque o jogo nunca pausava o Returnal. Aliás, eu não sei se ele nunca pausava, mas o lance é, se você começasse um Eran e fechasse o jogo...

Eu lembro que você perdia o progresso. Ah, isso eu lembro. E agora você pode sair salvando uma run, né? E aí quando você volta, você continua daquela run. Você não tem saves manuais e tal, mas você pode fazer um save pra aquela run, assim, pra retomar ela depois. Porque eu lembro que isso foi muito criticado na época do...

Mas, Sushi, eu preciso que você me dê uma nota naval. Sarus, slash Hicks Adventure, que é o nosso método desnecessariamente complicado de avaliar jogos aqui, onde ao invés de uma nota de umas 5 estrelas, ou de 1 a 10, ou qualquer coisa básica enorme assim, nós dispomos essa nota num plano cartesiano, onde o eixo X vai de 1 a 10, ou de desinteressante é interessante, e o eixo Y vai de JA, ou de ruim a bom.

E o eixo Z, ele vai de o que mesmo que a gente tinha falado? Alegria e ousadia. Aousadia e alegria. Não, esse é pra substituir um dos eixos atuais, né? Ah, é o que promete e o que entrega. É isso, o que entrega. O que promete e o que entrega. Eu diria que esse jogo promete muito e entrega pouco, viu? Ah, então.

Não, então são dois eixos a mais, né? É, precisa de dois. O G e o... Ah, e tem o puzzle também, que é o eixo do puzzle. O eixo de puzzle. Tem o eixo do puzzle. A gente tem que fazer uma estrela. Isso. De seis... A gente vai estender as dimensões aqui. Mas, ó, o Return...

É que é Returnal 2, é muito Returnal esse jogo. Mas o Saros é um jogo... E às vezes acontece isso, né? Que pra mim ele é mais legal no papel. Quando eu jogo ele, eu não acho ele tão divertido assim. Principalmente na expectativa. É porque gêneros diferentes geram expectativas diferentes, né?

Se ele fosse um jogo arcade curto, é engraçado, mas me incomodaria menos a falta de variedade. Porque, tipo, ah não, é um jogo curto que eu estou decidindo ficar rejogando ele. Mas pra um roguelike, é tipo, o pessoal que tava criticando o Night Rain pela falta de variedade vai, porra, cair de costa com esse jogo aqui, que tem menos ainda que o Night Rain, sabe? Ao ponto que o Night Rain não me incomoda, que acaba me incomodando mais.

Ah, o Night Rain tem todos os inimigos do Aller Ring, pelo menos, né? Pois é. Sim.

Então, é um jogo que é mais legal no papel do que na prática pra mim. E ele não é um jogo muito interessante, porque ele é muito próximo do Returnal e menos interessante. Além disso, né? Então eu diria D3. D3. D3. D3. Eu não me sinto pronto, preparado pra dar uma nota pro Saros. Justo. Então ficamos aqui com a nota naval do Sushi para Saros.

Que é um C3. Então, enquanto eu não me torno o Slash Rick de pistola... Eu sou o André Campos. Eu sou o Baal. Eu sou o Slash Rick de pistola. Eu sou o Roguelite. Valeu, gente. Até mais. Tchau, tchau. Tchau.

Esse podcast foi editado por Belux.