Episódios de Jogabilidade

Vértice #513: Subversive Memories, The Ratline, PS6 Portátil, Primeiro de Abril

09 de abril de 20262h34min
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Essa semana sobrevivemos às memórias da ditadura em Subversive Memories e caçamos nazistas fugitivos em The Ratline. Nas notícias, as melhores piadinhas de Primeiro de Abril, a ShiftUp comprando o novo estúdio de Shinji Mikami, o jogador de Pokémon punido por comemorar, os últimos vazamentos do PlayStation 6 portátil e mais!
Links citados
Blocos
  • 00:12:50: Primeiro de abril de Nier e Pragmata
  • 00:19:37: Starfox no filme do Mario
  • 00:21:23: Jogador de Pokémon Go foi punido por comemorar vitória
  • 00:27:55: Dinheiro do financiamento coletivo de Shibuya Scramble Stories desapareceu
  • 00:43:59: Charlie Day (dublador do Luigi) revela o seu Luigi favorito
  • 00:47:17: Estúdio de Stellar Blade comprou o novo estúdio de Shinji Mikami
  • 00:58:26: Novos detalhes do Playstation 6 portátil
  • 01:22:01: Rumores de um novo Uncharted
  • 01:28:58: Rumores de um novo The Last of Us
  • 01:31:59: Subversive Memories
  • 01:49:05: The Ratline
  • 02:06:17: Perguntas dos Ouvintes
  • 02:31:29: Finalmentes: Morte de Yoshihisa Kishimoto

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Assuntos14
  • Memórias Subversivassurvival horror ditadura Brasil anos 70 · base militar exploração · puzzles não-lineares · combate limitado com lanterna · memória como resistência · documentos lore · cartinhas jogo do bicho
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  • ShiftUp Compra Estúdio UnboundShinji Mikami · gacha Nikke · Stella Blade · CEO Kim Hyung Tai · IA na criação · controvérsia com Yokotaro
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Começando para a semana de 6 de abril de 26. Sim, esse aqui mesmo. E há 513 edições. Só falou mentiras. É isso mesmo, galera. Do vértice 000001 ao vértice 000512. Pode descartar. Era tudo mentira. A gente estava só em preparativos para o dia 1º de abril. Foi o maior dia da mentira da história. Que levou um esforço de mais de uma década.

esse podcast trataremos apenas com verdades. Estou aqui com ele que nunca jogou um jogo Souls na vida, Eduardo Sushi. E nem vou. É, isso aí. Eu não gosto e tem ódio de quem gosta. Exato. De esse tipo de coisa. Já que você não gosta de Souls, tem um que não é Souls que é muito bom, é Sekiro. Tenta jogar. Esse eu vou dar a chance então. Já que você tá dizendo. E alguém que odeia The Legend of Zelda, Rafael Kina. Eu odeio a cor verde. Eu sou tipo a Michel Visage na sexta temporada de RuPaul's Drag Race.

Boa referência, boa referência. Quem pegou, pegou. Eu peguei essa, hein? Eu peguei, eu peguei. E ele, que odeia todo mundo desse mundo. Eu quero que todo mundo mais é que se foda, entendeu? Eu odeio, eu odeio mesmo, cara. O que eu vou falar? Não gosto, não gosto de gente, não gosto de homem, não gosto de mulher, não gosto de criança, não gosto de idoso, não gosto de ninguém, cara. O que eu posso falar? O que eu posso dizer? Com a única exceção dele, André Campos. Que dele eu gosto. Caralho.

tem Godeia no mundo. É verdade, né? É verdade. Estamos aqui para esse primeiro episódio. As verdades já começaram a sair, a rolar. Rua fora, estrada dentro. Teremos muito mais verdades ao longo desse podcast. Mas antes disso, né? Aquele momento onde a gente fala que o Vértice é um podcast. Ele acontece ao vivo. Todas as segundas-feiras, sete e meia da noite, sem nenhum tipo de atraso. Nunca aconteceu e nunca acontecerá. Todos os atrasos de antes eram mentiras.

Era a gente apenas faltando com a verdade, entendeu? Agora, a verdade é que segunda-feira, 7h30 da noite, no YouTube e na Twitch, verte ao vivo. Então, você que está ouvindo o VOD, ou assistindo o VOD, ou ouvindo a versão editada desse podcast, saiba que ele tem uma baguncinha ao vivo, que você pode participar do Calor Humano do chat, você pode ter conosco aqui, na segunda, no nosso canal da Twitch e do YouTube. E pra você que está aqui conosco, nosso primeiro, muito obrigado pela preferência, e segundo, um lembrete,

Não é só o Vert, tá? Pois é. Por incrível que pareça. Nós temos outros podcasts que você pode procurar, você pode encontrar procurando por jogabilidade no seu aplicativo favorito de podcasts. Nós temos, por incrível que pareça, de uma forma muito surpreendente, vídeos no YouTube. Olha aí! Nós tivemos aí já três vídeos lançados em 2026. Caralho! Esse é o nosso recorde, sei lá, desde 2017, alguma coisa assim. Com certeza, viu, André?

Pelo menos mais um engatilhado. Tem pelo menos mais dois engatilhados, né? Então, supostamente, vem aí, né?

considere aí procurar mais conteúdos do Jogabilidade. E se isso ainda não é o bastante, aquele lembrete de que nós estamos há mais de 10 anos aí sendo sustentados por pessoas como você, que todos os meses vai em orelo.cc barra jogabilidade e contribui com valores a partir de 15 reais por mês. Eu falo que todos os meses vai no Orelo, mas só precisa uma vez, na verdade, né? Você vai lá, cadastra o seu apoio e todo mês você vai ser cobrado aí no cartão ou no Pix, né?

Ouvi dizer que o Pix é o futuro. Não se depender de certos países. Exatamente. Então, nosso muito obrigado a quem nos apoia monetariamente. Você, além de garantir nossas bochechas rosadas e que as luzes continuem acesas, você garante a sua participação no nosso grupo secreto do Discord, que também é uma baguncinha muito gostosa. Inclusive, nesse primeiro de abril, teve argizinho, teve palhaçadinha lá. Teve. No Discord?

que tinha sido hackeado, e aí tinha que ver. Era um arg, era um arg. Nossa, o pessoal mandou tanta notificação pra gente. Tipo, moderação, moderação. Não, e aí a imagem... Que que o outro tava de hackeado. É, e a imagem do Discord meu estava invertida, espelhada e tal. Tinha várias palhaçadinhas pra fazer. Se você não fazia parte do nosso Discord, perdeu, sinto muito, mas considere fazer parte e ganhar acesso também aos nossos podcasts bônus. Como, por exemplo, o mais recente Fora da Caixinha, que nós lançamos aí com...

Sushi falando de anime da bruxa, que eu sei que tem bruxa no anime. Com certeza. Opa, se tem uma coisa que tem, primeiro de abril é uma bruxa. Temgu falando de musical, falando de Redstone. Impressionante isso. É verdade. A gente falando de BBB, de segunda temporada de One Piece Live Action. É verdade. Adendo a fora da caixa, Temgu. Cancelaram o musical brasileiro do Redstone. Mentira, sério? Porra. Que vacilo. Por quê? A produção não foi pra frente, não se sabe o porquê. Caralho. Que triste. É sim, no caso,

anime que a gente falou é o Journal with Witch. Que é um anime sobre Bruce. E Coconiki. E Coconiki. E Coconiki. E já fica o aviso. Próximo Fora da Caixa, nem aconteceu ainda, vai ter anime, porque essa temporada tá com muito anime bom. É verdade, né? Anime bom, já pensou? E vai ter filme do Mario, que é quase um anime. Anime bom. Dito isso, tô lendo o One Piece, hein? Caralho, finalmente, André! Nossa! O pedaço final de Egghead é espetacular, hein? Que fineza!

Porra! Isso é sincero? É sincero. É que eu achei que era o primeiro de abril ainda. Não, agora é só verdade. Não é enrolado que nem no anime. Nossa, no anime é super enrolado. É porque acabou que eles... É tipo, o orçamento vai até o final do flashback. Do flashback até acabar o arco é uma enrolação, André. Eu consigo imaginar. Nossa! Mas eu fico lendo, aí eu procuro alguns momentos animados, assim, dos episódios. Eu vi o... Eu não vou dizer quem, né? Mas um personagem com um taco de beisebol. Muito legal. Muito legal.

momento. Enfim, não é sobre animes esse podcast. Não é, mas poderia ser. Também não é um podcast sobre o dia da mentira e, por que pareça, também não é um podcast sobre a Páscoa, porque afinal de contas a Páscoa, ela se foi, né? A Páscoa nos deixou, você se empanturrou de chocolate e agora está sendo confrontado aí com uma das verdades inexoráveis da existência, que é a fome, ela sempre volta, gente. Todos os dias, não é uma loucura isso?

É muito chato, inclusive. Mais de uma vez por dia, até. Então, por isso, nós temos aqui, sempre

O Sneaker! Só que coisa bonita. Você quer dizer, ele que mata a sua fome? Ele mesmo. Mata a sua fome. É. Pra caralho. Então, estamos aqui pra lembrar mais uma vez que Sneakers, primeiro, sempre maravilhoso. Segundo, tem essa parceria com o gigantesco Free Fire, é o Free Fuzz, não tem jeito, né? E como que é a mecânica, Tengu? Como é que é? Fui lá, comprei meu Sneakers, e aí? Primeiro assim, peraí, não jogue sua nota fiscal fora. Exatamente. Guarde sua nota fiscal, entendeu?

faz daí. Você vai pegar a sua nota fiscal, vai registrar, vai cadastrar no site sneakersfreefire.com.br Ou lê esse QR Code que tá passando aqui na tela, se você estiver vendo a versão em vídeo, né, desse podcast. Ou lê o QR Code, exatamente. Que aí você vai ganhar pra você um código de uma skin. Você quiser um código? Codiguinho, perdão. De uma skin especial de chocolate com orelhinhas. Essa daqui que tá no canto, que a Páscoa passou, mas o coelho continua. Exatamente. Um absurdo. E não se esqueça, o importante é você

não pode jogar a sua nota fiscal fora. Exato. Para cadastrar no site. Inclusive, a gente está falando aqui, tem esse Snickers que o Rafa levantou aqui, que é belíssimo com o Frifas na embalagem, mas não é só esse, tá? Qualquer Snickers está valendo, é só guardar a nota fiscal e resgatar no site. É, e não se esqueça também de seguir eles no Instagram, né, o SnickersBR, porque eles estão soltando coisas lá também. É verdade. Então, resgate seu codiguinho para ganhar sua skinzinha. É isso, eu vi gente que foi digitalmente influenciado postando embalagens,

no nosso Discord. Olha só. Achei foda. Muito da hora. Eu vi o pessoal no YouTube muito fofo também e tal. Falando, vou comer uns sneakers agora. É, pô. Pessoal muito querido. Muito querido. Obrigado, gente. Obrigado. E obrigado, sneakers. Palmas para o patrocinador. Pum. É que nem o Matheus. Dá aquela explosão. Último recado. Último recado. Último recado. Asbaratas.com.br ainda tem alguns remanescentes das nossas camisetas e dos bonés, tá? É verdade. Os bonés estão... Belíssimo boné que a gente nunca tem.

Putz, eu vou sair com ele esses dias. A gente precisa deixar ele no cenário, que é um belíssimo boné. O boné que tem um easter egg? Tem vários easter eggs, é. Ah, eu vi um moço no metrô tão bonitinho hoje, que ele tava com um boné e fone de ouvido em cima do boné. Eu acho tão estilosinho. É um personagem de Sega Saturn. É um personagem de The World Ends with You. Olha, esse belíssimo boné pode ser seu acessando asbaratas.com.br.

Não esse, mas um igual a esse. Dá uma olhada lá que quando esse boné acabar, acabou. Em breve,

A gente está tentando fazer lançamentos no Jogability Day. E perto da época da Era 3 ali. E assustadoramente a época da Era 3 daqui a pouco está aí. Então fiquem ligados. Porque daqui a pouco tem novos lançamentos. Mas eu queria dizer que o André mentiu de novo. Ah, desculpa. Porque esse não era o último anúncio do dia. Ah, não? Não, porque nós estamos tendo votação da comunidade para o Dash especial desse ano. É verdade, Tengu.

Eu queria inclusive saber com vocês aqui. Porque eu andei observando as votações.

E eu queria saber de vocês. Da semana passada pra essa, não mudou muita coisa. Eu acho que tá bastante solidificado. No Top 10, pelo menos. É, eu inclusive montei ali um negocinho pra revelar o Top 10, caso seja o caso. A gente pode revelar o Top 10 agora ou revelar semana que vem. O que vocês acham? Ah, deixa pra semana que vem. Tem que fechar primeiro. Deixa que fechar, deixa que fechar. Então, semana que vem fecha e a gente revela o Top 10.

Mas eu acho que não vai mudar não, tá? Tá, ok. Mas quem sabe, ó, se você quer muito fazer uma campanha aí pra um jogo, um tema, né?

dando um contexto maior, né? O que é isso? No Jogabilidade, bateu a meta do Dash da Comunidade, né? E aí, o que a gente tá fazendo nesse momento? A gente abriu um formulário do Google Forms, que tá linkado no nosso grupo do Discord, lá no canal Avisos. Se você não encontrar, né? Pode pedir que alguém te fornecerá o link também, mas tenta achar lá, né? Tá lá no Aviso. E nesse formulário, você pode sugerir qualquer coisa. É uma caixa de texto aberta pra você sugerir o que você quiser.

E aí, as pessoas estão sugerindo coisas diversas, e as coisas mais sugeridas, as 10 coisas mais sugeridas, vão montar uma

pra segunda fase, né? A segunda... Como é que fala, nem eleição? Turno. Segundo turno. Exato. E aí, os dois jogos mais votados nessa parte vão sair da casa de vidro e ir pra casa normal. E a gente vai observar eles por três meses. Ver como é que eles agem, né? É, cancelar eles. É 15 dias pra acabar? Graças a Deus, né? Graças a Deus. Ninguém aguenta mais. Ah, eu aguento. Eu vou sentir saudade da tia Milena, sabe? Ela é muito especial. Só não pode sair e virar uma golpista.

Ah, mas eu acho que isso é impossível. Big Brother, ele veio do macaco, um animal golpista, né? Um último aviso. Mentira. Nossa, mais aviso. Eu só queria comentar que citaram o PH que usou a camiseta do... Sikusong. Do Sikusong. Eu queria só mandar um beijo pro PH que ele lançou um vídeo 1º de abril de sátira de react, né? No dia ele mandou mensagem pra mim e falou, Sushi, é brincadeira, tá? Não fica bravo comigo. Eu não vi, eu não vi. Mas por quê? É porque ele fez um react a um vídeo nosso.

react a várias pessoas, mas só que é pra ser satírico sobre react, né? Ah, entendi. Então, se a gente tiver que falar alguma coisa, ele reclama, xinga, chama a gente de sonista. Pô, quero ver. Ah, tá. Sonista não é, anti-soni, na verdade. Pô, tem que decidir. Aí, quando eu vou falar alguma coisa, ele corta o vídeo e fala lá, o careca vai falar de novo. Toda vez que ele fala, só fala bosta. Aí, ele mandou mensagem, pô, suxi, era brincadeira.

Pô, BH, pelo amor de Deus. Incrível, incrível. Um amigo meu tava participando de um reality show, de verdade, verdadeira. Seu amigo é o Juliano Floss? Não.

Mas poderia ser. E aí tem react de pessoas assistindo o reality show, né? E aí tem um pessoal muito louvado, né? Que vê a pessoa... Que vê a pessoa e já xinga. Olha esse daí. Nossa, coitado. Eu, meu amigo, não fica xingando ele assim. Seu amigo era o Vitor Hugo de Abolha? Não, é o Golden Boy. Ah, sei, sei, sei. Tá aí. Agora acabou o seu anúncio. Será? Agora acabou. Eu tenho mais um anúncio no final. Vamos lá, então, para as nossas notícias. Gente,

Não, aconteceu muita coisa da última semana pra cá. Finalmente, né? Uma semana tranquila. Uma semana relativamente tranquila. Tem, assim, se chafurdar, sempre encontra umas demissões aqui, uns fechamentos ali, umas coisas tristes. Mas eu acho que vai ser um bloco de notícias mais leve pra variar um pouquinho. Incluindo, né, vamos fazer um apanhadinho, né? Não teve muita coisa. Eu sinto que no passado isso era uma tendência mais recorrente e o povo com o tempo foi enchendo um pouco o saco.

dia de 1º de abril, né, Tengu? Pois é. Na semana passada, a gente falou, assim, muito brevemente nos finalmentes do programa, que... Ah, não, pô, Nira Automata vai ter uma sequência, né? Uau, que legal, né? Que coisa bacana. É que era dado... A gente deu como certo, né? Não foi, tipo, o moço que falou? Se deu dicas, que até... Como é que é o nome? Iocutaro. Falou... Alguém falou aí, né? Que ia ter continuação no evento de aniversário, né? No evento de aniversário do Nira Automata, teve esse anúncio aí

que ia ter continuação, não sei o que. E aí, na semana passada, a gente falou, eu trouxe aqui no encerramento, que o que seria essa continuação? Vai ser outra porra de outra orquestra. Ah, é verdade. E aí, como se esfregasse sal na ferida... Ah, não. Entendeu? Nosso dia 31 de março, primeiro de abril no Japão... Já era, né? Já era do novo no Japão. Já virou. A conta oficial de Nier no X publicou um vídeo, assim, misterioso, né?

Uau, o que é que vai nascer do vazio? Se é uma esperança ou se é o desespero? Se é a salvação chamada de desespero? Uma coisa toda assim, né? E aí com uma foto de um robô bundudo. Exato. É importante. Um robô parece uma minhoca, né? Um robô com cabeça de minhoca. É a tal da namorada que pergunta se você nem Maria se eu fosse uma minhoca e ela realmente vira uma minhoca. É a Tio B falando, né? Você nem Maria mesmo se eu fosse uma minhoca. É uma coisa meio Giger, assim, né? É, bastante, bastante, né?

com cabeça de minhoca e o rosto do Emil no fundo e tal, né? Bem assim. É, e aí, Nier, Cosmic Horror. Nier, dois pontos. É. Até parece que o nome de um Nier seria só duas palavras simples, né? É. E não uma fórmula matemática. Pois é. E assim, já vi primeiros de abril bem mais criativos do que esses. E menos doloridos, né, não? E menos chute no saco, né? Porque a gente quer, pô, faz alguma coisa, né? Reage, bota um cropped e reage, né? Essa coisa toda. E não, os caras fazem uma...

piada pra zoar o sentimento, né, do fã. É, não, pô, depois de falar que tem coisa nova de Nier, e aí essa coisa era mais uma orquestra, fazer isso daí, é você, né, torcer a faca. O foda é isso. Torção testicular. O foda é isso, né, se o fã de Nier tivesse bem alimentado, né, o problema é que o fã de Nier, ele está ali no canto, né, já chorando, já em posição fetal, pedindo qualquer migalinha, né, e aí você, ah, seu filho da puta, toma isso aqui, toma essa bunda, é bunda que você gosta, né, é robô e bunda, ah, fã de Nier.

Eu acho que esse vídeo foi feito por alguém que acha que pensa isso. É, eu acho que sim. Faz sentido. Onde Nia gosta do quê? Robô e bundo. Robô e bundudo. E minhoca. Robô mesmo. Pois é. Mas não foi o único, né, Rafa? Uma coisa. No Nier, a chamada. Por quê? A gente teve outras pegadinhas, bota aspas aqui, de 1º de abril, né? E uma delas foi a... Mega Man é Pragmata, Pragmata é Mega Man, né? Só que a chamada da pegadinha já estava escrito que era 1º de abril, né? É, eles não se aguentaram.

dia seguinte. Ah, tá. Eu ia falar porque não sei se hoje em dia, como é que... É que o lance é que a pegadinha do Pragmata foi muito elaborada. Foi extremamente elaborada essa pegadinha do Pragmata. Não, pera. Você acha que a pegadinha vem desde antes daquela imagem que eles postaram? Ah, não. Digo, a pegadinha é nova. A pegadinha em vídeo. Ah, entendi. Por que foi elaborada, você diz? Eu acho a roupa que ele tá usando do Mega Man, a gente vai entrar no detalhe.

É. Tão bem feitinha que eu espero que ela esteja no jogo. Há um skin. É, entendeu? Por isso. Porque o que aconteceu? Eles postaram no

Desculpa. Eles postaram no Shiba um videozinho da menininha do Pragmata e de repente chega o protagonista do Pragmata também, só que ele tá vestido de Mega Man. Só que vestido do Mega Man clássico, assim, sabe? É tipo um bebê jupiteriano vestido de Mega Man. Só que ainda assim, meio que tipo, é a roupa de astronauta dele misturada com a roupa de Mega Man. É, tanto porque a cara do Mega Man abre daí, tipo, e é como se tivesse. Tem uns negócios no ombro, nas costas, no peito, que não teria no Mega Man normal, né?

roupa de astronauta dele. Mas assim, aí todo mundo riu, ha, ha, ha, primeiro de abril, que engraçado e tudo mais. Mas ninguém riu. Que é o que uma empresa tentando esconder que seu jogo é, no fundo, Mega Man faria. Você sabe, né? Por exemplo, se eu estivesse lançando um jogo que no fundo é Mega Man e todo mundo já tivesse sacado, o que eu faria? Eu falaria, não, gente, vocês estão malucos, ha, ha, para com isso, vocês vão chato, para com essa coisa de Mega Man, ha, tá bom, toma aqui, primeiro de abril, estão felizes agora, agora parem de mexer o saco com essa coisa de Mega Man.

Leon não funciona no Resident Evil 9. Exato. Nunca vai ter Leon no Resident Evil 9. Vocês estão malucos. Esses chatos do cara. Então, só queria deixar destacado aqui mais uma vez que não tem nenhuma chance de Pragmata não ser Mega Man. Eu concordo. Eu, assim, eu realmente sinto pena e um pouco de nojo até de quem acha que Pragmata não é Mega Man. Um pouco de pena. Mas, ó, eu acho que a única coisa de Mega Man que vai ter é essa skin mesmo. Eu acho que essa skin vai estar no jogo.

Eu espero que sim, porque ela ficou boa. Ela tá mais modelada do que eu acho que algo de primeiro de abril deveria estar, sabe? Mas bem modelada, no caso. É que nem o Link no Skyrim, você lembra? Não, pô, aí é péssimo. Aquilo podia ter sido primeiro de abril, né? Aquele Link é muito triste. Porque é, né? Aquilo ali tem dentro do jogo, né? Na versão de Switch. Não tem umas paradas... O que era? Era o Baioneta 2 que ela vestia de Yoshi? Tem skin de Link. No Baioneta 1 tem umas skins também. Mas no Baioneta 2

dois, tem outras skins, tem de Link, tem de Samus. Acho que de Fox. Fox. Tem de Fox, exato. E tem até arma, né? Tem arma, tem arma. Tem um Tim Chomp. Pô, o Fox já era uma dica que ia ter o Star Fox da Platinum, né? Pois é. Olha, será que era isso? Talvez. Esse Star Fox, ele é o quê? Dez mil e... Acho que é de 2017 ou de 2016. Ah, então ok. É, eu vou falar, já fazem dez anos do Star Fox Zero, já. Aham. É, de 16. Eu lembro que alguém me mandou nos comentários, talvez, do YouTube, alguma coisa assim, e falou. Não, mas gente, todo mundo sabe que quando...

A gente falou dos rumores, né? Do Star Fox, né? Que vai ter. Todo mundo sabe que se um jogo der errado, Nintendo finge que ele não existe por pelo menos uns 10... Passa... Mas foi 10 anos, né? Pô, sua vida. No Star Fox, eu assisti o filme do Mario, né? No dia 1º de abril, olha só. Não foi uma mentira. E é uma notícia que a gente falou aqui na semana passada, era de que, olha, eles revelaram que vai ter... Ou na semana passada, não sei.

Revelaram que vai ter o Fox no filme, né? Foi na semana passada. É. E tinham grandes rumores de que esse ano, agora,

no final do ano a gente vai ter um remake de Ocarina of Time 3D, um novo Star Fox e ano que vem só um novo jogo do Mario, né? Plataforma 3D. E posso dizer com toda certeza, não é com toda certeza não, mas que após ver o filme tem Star Fox novo esse ano. É mesmo? Porque eu acho, não, eu acho. Depois dos dois créditos? Não, não, não, não, não. O Fox é até bem participativo ali no filme. Não, tô falando depois que você assistiu as duas cenas pós-crédito.

Ah, não, não, não. É, eu vi as duas cenas pós-crédito, mas elas não têm muito a ver. O negócio é, a participação

toda do Fox no filme, pra mim, me pareceu um grande marketing. Pra tipo, olha, crianças, vocês que não conhecem, olha esse personagem, exato, porque é muito assim, tipo, nossa, como ele é legal! Ah, eu quero ser amigo dele! Yes! Mas foi um pouco isso com Donkey Kong também, né? Talvez o timing tenha sido um pouco pior, que demorou, tipo, mais de um ano, né? Mas eu acho que a ideia era que teria, né, o ano do Donkey Kong, que ia lançar o pack do Donkey Kong, e aí o Donkey Kong no filme do Mario, e aí o jogo do Donkey Kong, e aí talvez atrasou um pouco mais, mas

eu acho que sim. Mas eu achei do Fox mais descarado, assim, eu vi e falei assim, não, isso daqui é uma propaganda porque vai ter jogo novo. Certeza que vai ter jogo novo no Star Fox. Acredito, acredito. E acredito no Zelda também, tá? Vou, inclusive, colocar lá no meu Fantasy Critic, hein? No remake? Sai da frente que eu vou colocar. O remake, é. Boa sorte. Não, se eu botar primeiro. Vamos competir, então, disputar. Puxando essa daí, então, Sushi, temos uma notícia, algumas notícias aqui, na verdade, de coisas que não foram primeiro de abril,

Mas às vezes a gente até gostaria que fosse, né? E tem uma que tá ligada aí com o filme do Mario, né? Exato. André, eu lendo essa notícia, eu confesso que eu fiquei incrédulo. Eu fiquei também. Lendo ela, eu reassisti o vídeo inúmeras vezes tentando encontrar alguma coisa pra entender. Será que foi alguma sutileza que eu não entendi? Pois é. Ele botou um dedo do meio, às vezes, ali. Ele fez um double hang de pé, quem não lembra?

Então, só pra elaborar, o que aconteceu foi o seguinte. Tava rolando um campeonato de porradinha do Pokémon GO. O que pra mim já é...

Uma grande revelação. Eu não sabia que existia campeonato de Pokémon GO. E aí quando eu ouvi falar que tinha campeonato de Pokémon GO, eu pensei, solta duas pessoas num parque e aí quem capturar o Pikachu primeiro ganha. Não, é tipo aquele filme do Rico que caça as pessoas, sabe? Na selva. Não é isso, né? Não, não. Era a luta... Eu não sei exatamente como acontece a luta, pra ser sincero, do Pokémon GO, que eu liguei Pokémon GO por 30 segundos no auge dele, sei lá, em 2017.

Nem tinha luta na época ainda, quando ele lançou. Tinha as raids, mas não tinha luta.

com outros jogadores. É, tinha batalha com ginásio, né? Mas de qualquer forma, tava tendo esse campeonato. Na final, um dos competidores era o Firestar 73, que fez um grande comeback, né? Que ele foi pros losers, venceu a ramificação ali. A repescagem. A repescagem. Foi pra final, venceu a final. E aí foi pra final final, né? Final final. E não, tipo, ele venceu o campeonato. Ele foi o campeão do campeonato. Porém, não foi.

Porque quando ele foi comemorar, ele levanta da cadeira, e eu vou falar do meu ponto de vista, tá? Depois eu elaboro os detalhes. Ele levanta da cadeira, levanta os dois braços pra comemorar, não pra cima, meio que tipo um muque na frente do rosto, assim, sabe? Tipo, yeah, pô! Ele levanta muito, né? Ele faz um yeah, ele levanta só um pouco o braço e depois dá um soquinho pra frente. E nem é na direção do oponente, ele vira pro público e dá tipo um soquinho pra comemorar no ar, tipo, yeah!

Super de boa. Não, tipo, normal, é esperado, na verdade, né? É, sim, sim. Não, depois ainda mais dele ter vindo do Losers,

vencer duas vezes e tudo mais. E tipo, o oponente, de boa, cumprimenta ele depois. É, super normal. Se você me mostra essa cena, eu não acho que aconteceu nada. E o que aconteceu? Na FGC o pessoal tira a camisa. Joga peixe, pelo amor de Deus. Joga caranguejo. E o que aconteceu foi que os juízes do campeonato falaram, comemorou de forma não esportiva. Eliminado. É, não foi eliminado, ele perdeu. A vitória dele foi revertida, então ele terminou o

no campeonato em segundo lugar. Exato. Gente, isso não existe. Isso que aconteceu não existe. A princípio... Esquema de apostas aí, com certeza. Eu fiquei confuso porque se você assistir sem atenção, que foi o meu caso da primeira vez, parece que ele pega o headset e joga pra cima. Que tipo, sei lá, aí jogou, pegou em alguém, sei lá. Dano os materiais. Ele joga o headset na mesa. É, e aí ele levanta e comebora. E ele não joga com força.

Ah, não, gente, ele joga o headset na mesa e faz... Nossa senhora. E aí, assim, no regulamento do campeonato, tem falando lá que não pode atitudes,

Antisportivas. Antisportivas e tal. Se ele tivesse, sei lá, espregado o pinto na cara do adversário. Chupa, sabe? Mas não. Realmente. Eu acho que eliminado seria pouco. Mas assim, é muito vago. E assim, o cara não fez nada demais. Ele tava feliz que ganhou. E depois da trajetória dele no campeonato, né? Super compreensível e tal. E assim, é foda porque é um campeonato da série oficial, né? De Pokémon GO. Que você vai pro campeonato mundial, né? Dinheiro, né? O primeiro lugar ia levar 5 mil dólares. O segundo, 2 mil.

Gente, isso não cabe processo, isso não cabe revolta. A gente pode agora, em algum lugar, e bater em alguém. Tá tendo, tá tendo, tá tendo. Eu quero bater em alguém, André. Pode. E o negócio é, depois que aconteceu isso, e o cara foi... Deu como derrota por causa dessa... Juiz disse isso. Um, a gente não falou exatamente o que aconteceu, né? O Rafa citou os fones de ouvido, mas o que o juiz falou foi porque ele jogou o fone de ouvido. Aí você ouvindo em casa a versão em áudio desse podcast deve estar pensando,

arremessou igual uma bola de beisebol. Não! Ele pegou o fone com as duas mãos, uma em cada orelha, né? Pra tirar o fone. E ele jogou em cima da mesa. Ele nem arremessou, ele soltou em cima da mesa. Exato, é. Ele soltou com um pouco mais de veemência e força ali. Sim, mas até aí... Mas ele não jogou pra baixo, ele tipo... Ele só largou, né? Exato, ele largou o controle. O fone de ouvido. O fone. É porque eu tava pensando... Pô, tem gente...

É porque os controles são próprios, né? Nesse campeonato de FGC, que taca o controle no chão, sabe?

senhora. Nossa. Ele não quebrou aquele fone de ouvido. Não, não quebrou. Não, não, não. Não quebrou. Ele só soltou o fone de uma altura que você não faria em casa, talvez. Não, um palmo. Foi uma altura de um palmo. É, tipo isso. E assim, super tranquilo. Que é muito grande. É. Precisa até mais do que precisa. Super tranquilo, assim. Não fez nada demais. Aí perdeu. No exato momento que isso aconteceu, já começou a ter revolta online.

O pessoal começou a criticar, pedir pra reverter isso. E a conta da Pokémon Company, evento...

Eterno. Pararam de postar. Eles, inclusive, pararam de cobrir os campeonatos, né? Porque tudo que eles postavam era só gente revoltada com isso, pedindo pra reverter e tudo. E aparentemente não vai reverter, porque isso já aconteceu já faz uns dias, já. Vamos, eu vou xingar eles agora. Assim, é uma parada que geral achou paia. Ninguém viu sentido. Tipo, já foram entrevistar ex-juízes, outros jogadores, pessoas envolvidas em outros campeonatos.

Ninguém entendeu por que essa decisão. É, não tem nem o... Como a gente disse no regulamento pra apontar,

pra falar que não, olha só, estão seguindo o regulamento e tal, né? É bizarro, muito bizarro. Dá realmente a impressão de que é alguém que tinha apostado ali, né? E tipo, não, não. Vou usar alguma desculpa aqui. Vou perder todas as minhas economias se o outro cara não ganhar. Cadê a justiça? Cadê? Cadê advogados? Cadê o Felca? Cadê o Felca? Aliás, eu... Desculpa, mas vou entrar numa tangente aqui. Eu não sabia que o Felca agora tem um quadro no Fantástico. Uau! Aparentemente sim. Eu só sei porque o pessoal

que vai ver o Big Brother, que passa depois do Fantástico, reclama do quadro Felca. Desculpa, eu tava vendo TV na casa da minha irmã. O que ele faz? Ele testa bases da Virginia? Perguntou pra você rápido. Ah, não sei, eu só vejo as pessoas reclamando quando eu vou ver Big Brother. A chamada que eu vi era pra falar sobre coisas de psicologia. Ah, que é um quadro de saúde mental. Saúde mental, isso. Tá bom. Saúde mental prejudicada está o produtor de Shibuya Scramble, ou no caso agora,

Shibuya Scramble Stories, né, porque a nossa próxima notícia que daria pra ter sido o primeiro de abril, mas não é, é que Jiro Ishii, que em 2008 foi o produtor do 428 Shibuya Scramble, jogo de Wii, que recebeu 40 e 40 na Famitsu, e dez anos depois recebeu uma versão traduzida, né, localizada em inglês pra outros consoles, e que sempre tive muita curiosidade pra jogar, eu via só imagens desse jogo, né, e aí quando eu fui jogar eu descobri que era só screenshot mesmo, porque é um jogo, é um visual novel,

filmado, né? É uma sound novel. Ah, é uma sound novel. É porque como é da Tiensoft que tem os direitos do termo sound novel. É uma sound novel. Ah, entendi. Ele faz parte da série. É. Que quando você vê screenshots, assim, parece que é um... uma aventura, né? Live action. E de fato é, né? Foi tudo fotografado com atores de verdade. Só que são só realmente fotos, né? Tipo, são ceninhas com texto e tal. Que assim, não quer dizer que o jogo seja ruim.

Na verdade, o jogo deve ser ótimo pelo que todo mundo diz. Mas foi um choque, assim, né? Porque eu só...

do jogo em movimento. Aí eu, nossa, finalmente saiu em inglês, vou jogar. Pô, é só um screenshotzinho assim. Eu tava querendo o novo Gabriel Knight 2, japonês em Shibuya. Mas de toda forma, esse jogo de 2008, ele é um jogo muito querido. O Shibuya Scramble. É, o 428 Shibuya Scramble. Ele é um jogo muito benquisto pelos fãs desse tipo de jogo. E seu produtor, né, que é um cara famoso aí por, imagino, sound novels, né, e visual novels diversos aí. Ele foi produtor, inclusive, do 999 também, né.

Ele anunciou ano passado um sucessor espiritual, né? Uma sequência espiritual do Shibuya Scramble sem relação com a Spike Chunsoft, né? Ia fazer de forma independente, se chamando Shibuya Scramble Stories, né? E aí ia ter o escritor do Shibuya Scramble original, ia ter uma galera que participou do primeiro jogo e tudo, mas não seria uma sequência direta, seria uma sequência espiritual. Por quê? Porque ele seria parcialmente financiado por crowdfunding, né?

E aí, deu muito certo. Eles lançaram a campanha ano passado de crowdfunding. Eles pediram inicialmente 5 milhões de ienes, que é tipo uns 150, 200 mil reais, assim. Tem números. Pediram 5 milhões, que equivale a por volta, tá? Vou arredondar um pouco aqui. 30 mil dólares ou 161 mil reais. E conseguiram 10 vezes isso, né? Conseguiram mais de 50 milhões de ienes, que é um milhão e meio de reais, aproximadamente. Um 762. Isso.

baita sucesso, tudo indo muito bem e tal, encerrou a campanha em setembro do ano passado, e aí em setembro mesmo eles já, né, foram seguir adiante com a produção do jogo, com as recompensas, né, de quem tinha apoiado em tias mais alto e tudo, e até então, né, as coisas avançaram do ponto de vista do público, porque o jogo começou a publicar, ah, esse ator vai estar no jogo, esse outro ator vai estar, entrevistas com os criadores, site, com novas informações e tal, as coisas pareciam estar avançando direitinho. Só que,

uma confusão, né? Uma treta que estava tentando ser resolvida inicialmente nos bastidores e que, em última instância, agora ficou pública porque não conseguiu ser resolvida. E é uma treta bizarra, que é o seguinte. Esse dinheiro, né? Os 50 milhões de ienes aí que foram arrecadados, foram arrecadados numa plataforma de crowdfunding japonesa chamada Ubigoe. A Ubigoe deveria ter transferido o valor total arrecadado em setembro de 2025, né? Que foi logo depois que a campanha

foi finalizada ali. Eles não transferiram. Como assim? O CEO da Ubigoe alegou, Rafa, que eles tinham mandado dinheiro por engano pra outro cliente. Não, não existe isso. Eles fizeram o Pix pra... Tipo, era pra ter feito o Pix pra mim e fez pro Tengu, basicamente. Mas aí isso é um problema? Exato. Dois tipos de problema. Exato. Dois tipos de problema. A única coisa, é um detalhe isso. Só um detalhe que o André esqueceu de falar é que foi metade do dinheiro. Eles repassaram metade do dinheiro, né? Uma outra pessoa. Não, não.

Passaram a metade certo e aí a outra metade foi pra outra pessoa que... Supostamente. Supostamente. Mas não foi depois isso? Não, não. A princípio eles passaram 50% e parece que tava dentro dos acordos lá. Quando eles foram passar a outra metade que eles mandaram esse Miguel. Ah, tá. Não, então tá tudo bem, né? Não, então tá ótimo. E aí eles tentaram resolver isso internamente ali. Fizeram até um acordo de que até o final do mês seria tudo repassado, né?

só que até agora não passaram o resto do dinheiro. E aí é muito bizarro porque, obviamente, né, o Jiroishi, que é o produtor do jogo, tá processando, né, e indo com o advogado em cima pra ver o que aconteceu. O advogado, inclusive, suspeita que, obviamente, alguma outra coisa aconteceu aí, porque se fosse o caso deles terem transferido o dinheiro acidentalmente pra alguém, primeiro, teria um registro disso, de pra quem que foi, teria uma tentativa inicial ali de, pô, vamos conversar com essa pessoa

devolver, né? Mandar e-mail e tal. Ou pelo menos uma conversa com os bancos, né? Tentar resolver, reverter essa transferência com os bancos. E a Ubigo se recusa a mostrar qualquer comprovante, tipo, pra quem foi, se essas comunicações rolaram ou não. Eles estão dizendo que não tem nada pra mostrar nesse sentido. O que imagina é que, assim, né? Sei lá, ou alguém maliciosamente desviou dinheiro ali, né? E mandou pros próprios bolsos. Ou foi uma cagada

de gerenciamento ali de dinheiro, de contabilidade que, tipo, gastou fundos que achou que era de um lugar com outra coisa, gastou esse dinheiro. É, cocaína e prostituta. É, não sei. Mas o que eu imagino que seja isso que aconteceu, né? Esse dinheiro tava lá pra ser mandado, de alguma forma alguém gastou esse dinheiro. Por isso que eles não têm esse dinheiro pra mandar de volta, né? André, é porque você sabe alguma coisa das leis japonesas?

Porque aqui no Brasil, eu sei que se você chega hoje, Tengu, você abre o seu aplicativo do banco, caralho, recebeu

5 milhões. Teoricamente, esse dinheiro não é seu, entendeu? Meio que você não pode se apropriar desse dinheiro, eu sei. Tem tipo assim, ah, o banco pode pegar de volta, pode ser um erro, blá blá blá. Ah, então, eu acho que tem isso. É uma coisa que o advogado dele fala, que tipo, se fosse esse o caso, se tivesse sido mandado acidentalmente, eles provavelmente conseguiriam reverter isso com o banco. Se as duas, se todas as partes confirmassem, olha, realmente foi acidental, eles conseguiriam resolver isso.

É, porque o banco tem... Tem o segiço tudo, né? É, por isso que tem a suspeita de que foi um golpe.

de alguém, né? Agora tá tentando descobrir. Porque eu não acho, até acho que não seja desse CEO da empresa da Ubigo que seja o responsável, porque, tipo, primeiro... É meio burro. Jogar a carreira dele, a empresa dele inteira no lixo por essa quantidade de dinheiro, que não é pouco, mas ao mesmo tempo pra jogar tudo pro caralho por essa quantidade de dinheiro, parece meio esquisito. Mas, assim, eu não entendo. Assim, algo errado aconteceu.

Sim. Com certeza. E se fosse só um acidente honesto, não teria por que esconder. Porque ficar escondendo assim, se isso for pra corte, eles vão ter que revelar

lado. Eu não vou conseguir ficar escondendo isso. Mas às vezes ele vai fugir do país antes. Então é isso que é o lance, porque se fosse o cara transferindo pra conta dele e foda-se, golpe, ele teria sumido, né? A gente imagina. Transferiu pra fora do país. E ele tá tentando sumir ainda. Alguém dentro da empresa passou a mão nesse dinheiro e eles estão talvez tentando descobrir quem que foi, não sei. E mesmo assim, que nem o Bernardo falou no chat agora.

Quem vai confiar em usar o serviço deles agora? Isso matou a empresa. Você abriria um crowdfund agora nessa empresa?

Nem a pau, gente. Acabou. Porque essa empresa nunca mais vai ser confiável. Mas, assim, o lado bom é que quando teve o crowdfunding super bem sucedido e tudo, o jogo chamou atenção, né? Então eles conseguiram uma parceria com outra empresa que, como eu disse no começo, né? Esse crowdfunding ia ser só parte do financiamento do jogo, né? Eles iam usar o crowdfunding, inclusive, como marketing pra falar, olha, tem interesse e tal, e conseguir mais financiamento de fora.

E eles conseguiram esse financiamento de fora, então por isso que, tipo, o jogo não colapsou em si mesmo.

mesmo por conta desse golpe, né? É isso, não. Ele disse que não prejudicou o próprio desenvolvimento do jogo, né? Mas os brindes. Curiosamente, duas pessoas no chat mandaram mensagem falando que trabalha com o banco. Primeiro, o Bananias falou, gente, isso é papinho, eu sou bancário. Se me quer de ter mandado pra outra pessoa, desculpa mais, fala para que tem. Ele usou esse dinheiro como um fluxo de caixa e não tem como pagar.

É, eu acho que é isso mesmo. E o Texuco Chechano falou, trabalha em banco. Se isso acontece, pelo menos aqui no Brasil, obviamente, a gente não pode retirar o dinheiro sem a proteção do dono da conta e pra bloquear só o juiz.

por encerrar o relacionamento com o cliente que se negar. O que me faz pensar que se tem tanta gente que trabalha com banco, assim, no vídeo de jogabilidade, por quê? Eu não recebo um empréstimo que eu não tenho que pagar de volta. E vamos fazer um acordo? Um presente que você quer dizer? Exato. Será que tem alguém no banco aí que fica olhando nossas contas aí? Com certeza. Gastaram com esfirra de novo hoje. Um franguinho novo de novo.

Pediu outra caixa de paçoca esfirra. Então... Pô, você pediu paçoca, André? Divide com a gente. Pô, pior que faz tempo que eu não peço. Queria.

Mas, bom, pelo menos isso, né? Pelo menos o jogo continua aí e... Queria, viu? Eu queria jogar o 428 aí. É um jogo que eu tenho muita curiosidade porque é muito elogiado, né, pô? Esse negócio do 40 e 40 Famites, hoje em dia, já não significa tanto mais. É quando, André? O 40 significava alguma coisa? É, então, no meu tempo. No meu tempo, né? 40 e 40? É. Aquele é de quando mesmo? 2008? 2008. Naquela época não tinha sido corrompido o 40 da Famites ainda. Quando corrompeu, você acha?

foi por aí. Foi nessa época. Eu ouvia. Deixa eu pegar a lista aqui, pera aí. Nessa época, eu ouvia o pessoal já criticar do Nintendogs. Então, o Nintendogs foi um pouco além. Mas eu acho válido. 40 por Nintendogs. 40 por Nintendogs. Eu acho. Eu concordo. Eu concordo. Mas você acha que ele merece o 40? Eu acho que sim. Ele é um jogo perfeito. Como que um jogo perfeito não recebe 40? Não, eu acho tudo bem gostar de Nintendogs, pô.

Porque o pessoal na Famitsu, até hoje, nota meio baixa. Tipo, a Gematsu, o site... Ah, eu sei onde deu errado. Smash Bros.

Smash Brawl não é um jogo 40-40. Não sei, porque são dois jogos em um, Tengu. Não é. Porque a campanha dele... A campanha dele mais... Eu acho que é um jogo 40-40. Não, você não pode achar, não. Eu acho que é. Não é. Ele é o pior Smash? O que ainda é um jogo 40-40. É pra você ver o quão bom é o Smash. Sabe um jogo que merece 40-40, gente? Desculpa, eu vou ter que fazer isso. Vagrant Story. Que ganhou, que ganhou. Lê pra gente a lista aí, Tengu.

Ó, vamos lá. O primeiro 40-40 da Famitsu foi em 98 com Zelda Ocarina of Time. Justo. Certo? Depois veio o Soul Calibur.

Justíssimo, perfeito. Mas qual o seu caliber? Primeiro, primeiro. Eu abri a Wikipédia em português e agora está aqui. História de vagabundo. História de vagabundo. Que é o Vegan Story. Ou, tatua isso pra gente. História de vagabundo. É tipo o marginal alado. É o marginal alado dos JRPGs. Ou se alguém tatuar História de vagabundo. Ou só faz letra indiscente assim. Ou só pega o design do... Acho que é Ashley.

esqueci o nome do protagonista, acho que é Ashley. É o Ashley, é o Ashley. Com história de vagabundo. História de vagabundo. Depois teve Windy Waker. Justo. Nintendogs. Justo. Final Fantasy XII. Não. Sim. Como? É o XII, o XII. 40 e 40 não, gente. Brawl. Não. Bom. Metal Gear Solid 4. Perfeito. Perfeito. O Shibuya Scramble. Ok. Dragon Quest IX. Não é um jogo 40 e 40, era um Quest IX. Hoje em dia, se você jogar, você vai concordar com eles.

Mas de todos os Dragon Quest IX? Não, é. Também acho estranho. De todos os IX, mas é. Monster Hunter 3. Bom, também.

Baioneta. O primeiro. O primeiro, Baioneta. Nessa época virou palhaçada. Virou palhaçada. Aqui já virou palhaçada. Eu acho Baioneta muito bom, mas eu também não acho que ele é 40-40, não. Aqui é palhaçada. Super Smash Bros. Wii. New Super Smash Bros. Wii. Não é um jogo 40-40. É sim. Nem fudendo. É do Wii U. New Super Mario Bros. Wii. O de Wii. O de Wii. Você falou Smash Bros? É, você falou Smash. Ah, tá. New Super Mario. New Super Mario Bros.

Wii. Ah, tá. Ok. O nosso de Wii. Não é. O de Wii é um favorito da galera. É, a galera tá errada. PC Walk.

Pokémon Black & White. Pokémon Black & White? Vai. Skyward Sword. Eu amo, mas não é jogo 40 e 40. Um bando de Nintendista fedido também, né? Foi tão correto. E Skyrim. Final Fantasy 13 e 2. Não é. Nossa, 13 e 2? 13 e 2, cara. E o 13 foi tipo 38, 39. Por aí. Eu lembro que ele foi quase 40 ou 13 na época. Kid Icarus Uprising. Nossa senhora, galera. Yakuza 5. Uau. Ok. Jojo All-Star Battle. Não é um Yakuza. Não é uma total palhaçada, não é? Como é que pode? GTA V. Nossa senhora.

Gears Phantom Pain. Nossa Senhora. Birth of the Wild. Ok, ok. Dragon Quest XI. Aí, pô. Death Stranding. Nossa Senhora. Ghost of Tsushima. Nossa Senhora. Tears of the Kingdom. Ok. Street Fighter VI. E o Yakuza Infinite Wealth. Uau. O Infinite Wealth. Ah, o Infinite Wealth foi bem falado na época, né? Eu ia falar que eu acho as notas da Famitsu ainda meio rigorosas hoje em dia, porque tem um site que se chama Gematsu, né? Que ele cobre muitos jogos japoneses. Sim, sim.

ele posta as notas da Famitsu no site. E assim, tem muito jogo que pra mim eu acho ótimo e é tipo 34, sabe? 36. É porque se você pensar, 34 não é uma nota de uma pessoa. É tipo, sei lá, se as quatro pessoas derem 9, que é uma nota alta, quanto que fica? É 36. Exato. A gente tem que fazer o 40 e 40 da nota naval. Pô, tem que fazer, né? E assim, sinceramente, se você teve a oportunidade de ler os reviews da Famitsu, que são tipo uma caixinha de texto minúscula,

da caralho. Muita moda da caralho. Extremamente moda da caralho. Mas é que um caractere no japonês passa muitas emoções. É verdade, é verdade. Então por isso que cabe tudo ali. É muito assim, você vai, nossa, que será que os editores da Famitsu acharam de, sei lá, Shakan, quando Shakan lançou? Aí você vai procurar lá e é tipo... É legal. É, o review é tipo... Ah, bacana, né? Os gráficos são bonitos. E a ação é empolgante. É isso. Leite. É meio que isso. André, você prefere o seu Shibuya Scrambled ou

cozido. Só rapidinho pra aproveitar... Essa era a notícia, né, que a gente ia estar nela. Perguntaram, tipo, Sound Novel, por que esse jogo não tem dublagem? Eu só queria aproveitar um momento pra explicar que Sound Novel é um selo, nem é um gênero de jogo, é meio que um selo que a Team Soft lançou na época do Super Nintendo, que esse selo veio a se tornar o que é o Visual Novel, né? Em teoria, o primeiro Visual Novel da história é um Sound Novel da Team Soft que ela lançou pra Super Nintendo, que era só texto, não tinha um gameplay com mecânicas e tal,

a texto e escolhas. E por que Sound of Novel, então? Se na época do Super Nintendo não tem dublagem também. Que a ideia dele seria um livro que é usar a sua TV pra trazer imersão através do som. Então é trilha sonora, é efeito sonoro, tipo passo, a chuva, raio. É o negócio que o André faz no RPG. Quem inventou isso foi quem? Ken Giano. Não foi não, na verdade. Mas o Ken Giano tem o jogo deles que é só áudio, né? É, quem bolou a ideia foi o diretor do primeiro Dragon Quest, Rafa. Ah, o Yuji Roy. Que eu esqueci o nome dele, mas era o

o CEO, o presidente... Não, não, não. É o diretor do jogo, né? O Yoji Mori foi designer e escritorista. Era, na época, o CEO da Team Soft. Que foi o cara que criou o torneco no Daibu Ken. É isso mesmo, né? É. Foi ele que criou também a série Mystery Dungeon, né? E tudo mais. Aí, depois disso, acho que a... Se não me engano, foi a Leaf. E esse selo, Sound Novel, era patenteado. Então, as pessoas não podiam... Ah, nossa, eu achei esse estilo legal.

Vou fazer um livro com som também. Não pode chamar Sound Novel, outras empresas. Inclusive, quem inventou o livro com som, é aquele

que lê a bíblia lá com a voz nossa. Cid Moreira. Cid Moreira. Exato. Verdade. Que era o presidente da Team Soft. Exato. É fantástico. Aí se eu não me engano, o primeiro jogo visual novel mesmo, que esse termo foi até criado meio que como a sátira do sound novel, foi a Leaf, que é um estúdio já icônico, lendário aí de visual novels e tal. Desculpa, aula. Não desculpo. Pra fechar o nosso bloco de notícias que parecem que são 1º de abril,

Não são? Essa aqui pode não parecer nada demais, mas sim, se eu te disser que uma pessoa é em cargo de representar um produto da Nintendo, quando perguntada quais são os seus Luigi's favoritos, citou Luigi Mangione? Parece primeiro de abril, não parece? É sim. Eu acho justo e honesto. Não, não, corre. Mas o lance é, uma pessoa é em cargo oficial de representar um produto da Nintendo. Mas é porque essa pessoa tem que pensar que ela, antes de

ser uma pessoa que tava representando o produto do Nintendo ali, ela é... O doidinho da praça. Exato, é um doidinho da praça, é um comediante, é um ator, entendeu? Então que a Nintendo tem que aceitar. É, eu concordo. E assim, e errado, ele não tá... Não, mas é o tipo de coisa que, eu fico feliz que não tenha acontecido nada por enquanto, mas é o tipo de coisa que, sabe, basta um movimentinho da galera do mimimi aí... A galera do mimimi, é muito bom, né?

É, a galera do mimimi. Ah, de verdade. Pra tipo, ai meu Deus, tem que cancelar, tirem o trabalho dele,

olha que absurdo, quer dizer então que a Nintendo se associa com pessoas que promovem o assassinato, né, é tipo, é esse tipo de coisa que eu tava com medo de acontecer quando eu vi a notícia rolando. Sabe o que é o foda, André? Na entrevista, quando perguntam pra ele... Mas de quem que a gente tá falando? A gente tá falando do Charlie Day, né, numa série de entrevistas que tava rolando no Japão mesmo, referente ao filme, né, do Mario, Mario Galaxy, que o Rafa citou agora há pouco, e nessa entrevista perguntam pra ele, e aí é importante a pergunta exata, porque eles fizeram a pergunta muito bosta. Não, pô, eles

Eles estavam... Eles sabiam o que eles estavam fazendo. Não, o entrevistador, ele fala depois. Era isso que eu queria ouvir mesmo. Porque a pergunta exata era qual é o seu Luigi favorito da história recente dos Estados Unidos? Porra! E, tipo, quem é o outro? O Luigi Baricelli? É, porra! E a história recente dos Estados Unidos. Os Estados Unidos. Porra! Que resposta você quer ouvir, cara? É, porra! Mas é muito bom porque tem a... Acho que tem o Kiga Michael Key,

também tá, né? E eles começam a rir de nervoso, assim. A Gabita, ela tampa a cara. O Charlie Day é o dublador do Luigi. No filme do Mario. Então ele fala assim, bom, o primeiro Luigi favorito sou eu, né? E em segundo lugar, Luigi Bon Joi. Todo mundo começa a rir, desconfortava a caralho, assim. E eu achei foda. Foi ótimo, foi ótimo. Não, o Jack Black teria falado, não, o que é isso, galera? Calma aí. Não podemos fazer piada com o Charlie Kirk, inclusive o

prêmio amizade de 40 anos por causa disso. Eles votaram, né? Se casaram de novo. Mas eles reataram a amizade. Quem? O... Jack Black com o parceiro dele que esqueceu o nome. Aí no caso, o Caio virou sionista ou... Eu não sei. Eles só se perdoaram. Só se perdoaram. Eles falaram, é, política e futebol não se discute mesmo. Que legal. Tá aí, né? Notícias que parecem que são 1º de abril, mas não são. É meu quer que eu falar. André, qual o seu Adélio favorito da história recente do Brasil?

Poxa, né? Será que tem algum envolvido com a igreja? Notícia, Tengu. É uma que, veja só, também foi anunciada no 1º de Abril. Inclusive, se você vai lá no vídeo, tinha muita gente achando que era, né? Uma pegadinha de 1º de Abril antes do... Porque foi um vídeo que desse de estreia. Então só tava o título por um tempo, assim, a thumb. Aí tava o pessoal achando que era pegadinha de 1º de Abril da Shift Up. Mas não, né? Não, pois é. Shinji Mikami, né? Falamos dele um tempo atrás. Shinji Mikami.

se lembra bem, é aquele cara meio lendário, literalmente lendário da Capcom e tal, que fez história na Capcom, ou o Sr. Resident Evil, que depois de passar um tempo na Capcom, foi fazer a coisa dele própria, né? Ele fez, passou pela Clover, depois fez uma empresa própria, trabalhou junto com a Platinum, fez a Tango, né? Que fez o Ghostwire Tokyo, o Half-Life Rush. E Volviting. E Volviting. Saiu de lá em 2023 pra fazer o próprio estúdio, né? É, só lembrar na timeline, né? Ele sai em 2023. Em 2023, um pouco

depois da saída dele, lança o Hi-Fi Rush. E aí, no ano seguinte, acho que no meio do ano seguinte, Microsoft fecha a Tango. Sim. E, né, cancela todos os projetos, aquela coisa toda. E aí, em 2024 ainda, mais pro final de 2024, acho que agosto, setembro, uma coisa assim, a Tango é resgatada pela Crafton, né? Curiosamente, outra empresa sul-coreana. É, pois é. E aí o Mikami tava com essa empresa dele, a Unbound, que não tinha nenhum projeto anunciado, nem nada.

Mas a gente tinha comentado aqui um tempo atrás que o Mikami tinha dado uma declaração que

Unbound tava com os seus mais ou menos 50 funcionários ali, com prospecto de aumentar, né? De chegar a 100 ou mais. E a gente tava se perguntando, tipo, ok, tudo bem que o Mikama é um cara bem conectado, bem relacionado e tal, mas de onde tá vindo esse dinheiro? De onde ele tá tirando isso pra expandir desse jeito em um mercado que tá tão complicado quanto ele tá hoje em dia? Você não vai acreditar. Depositaram na conta dele. Do nada.

Do nada. Do nada. Mas assim, e a outra questão na época era, pô, ele saiu da Tango e uma das coisas que ele falou,

do porquê que ele saiu da Tango, era porque ele tava meio cansado da escala dos projetos, né, dos projetos gigantes que demoravam muitos anos, e ele queria criar um novo estúdio pra trabalhar com jogos mais na escala Double A ali, e também pra trazer... Novos talentos. Novos talentos, né, guiar uma nova geração aí de desenvolvedores e tudo. E aí quando começa a crescer o estúdio, tudo bem, a 150 ainda é a escala Double A, né, de certa forma, especialmente se for um estúdio que for trabalhar em mais de um projeto ao mesmo tempo. Mas já tava assim,

né? É uma escala de estúdio maior do que a gente tava esperando, né? Sim, ele é bem grandinho, né? Mas tá lá. E aí, a resposta veio, né? No primeiro de abril, finalmente veio a resposta, né? De onde tá vindo esse dinheiro. Por quê? A empresa coreana ShiftUp, junto com a Unbound, anunciaram duas juntas, né? No primeiro de abril, que a ShiftUp comprou a Unbound, né? Ela é dona, ela comprou a completude da Unbound, né? Mas quem é a ShiftUp?

ShiftUp é uma empresa que fez, mais recentemente, Starbraid. É, e que ficou realmente famosa com

Nicky, né? É aí que eu queria chegar. É, o dinheiro vem daí, na verdade. O dinheiro vem daí. Então, o dinheiro vem do gacha, como sempre. O dinheiro vem do gacha, exatamente. Mais do que isso, o dinheiro vem do gacha de bunda. É, porque o Nicky God of the Victories, pra quem não conhece, ele é um gacha de celular, de tiro, em que você controla moças de vários tipos de físico diferentes, que você vê elas de trás, e aí quando você vai atirar com elas, mirando nos inimigos, as bundas delas tremem.

Tremem como se fosse uma... Com bastante destaque, assim. Como se fosse uma gelatina royal. Tá ligado?

E aí, assim, né? Niki, um jogo com muito foco em bunda. Estela Blade, um jogo com muito foco em bunda. Eles compraram Unbound, porque acharam que tinha... Unbound e Unbound. Entendeu, galera? Vai ser uma... Entendeu, galera? Duas bundas. Humor e piadas. É... Eu achava que Niki era o jogo daquela menina que ela veste vários vestidos bonitinhos. Infinity Niki. Ah, né? Que a outra é Niki, tipo, da deusa Nike. É Nike. Tipo, Nike. É com dois casas. É, mas é Niki. E a Niki, do Infinity Niki,

É com I. N-C-K-I. Então não tem nada a ver uma coisa com... Apesar de ambos são gachas, né? Ambos são. E ambos são coreanos. É. Exato. E ambos têm bunda, não? Eu acho que ela tem bunda, sim. Não, não. Ela tem um reino. Mas não é focado em bunda. Entendi. E aí eles lançaram, no primeiro de abril, um vídeo. Um vídeo muito curioso, né? Cheio de... O escritório em que o Mikami tá dando a entrevista, cheio de vinhas e troncos e monstros passeando no fundo. O que é engraçado,

Outra coisa que o Mikami disse quando ele fundou a Unbound é que ele queria se afastar um pouco dessa expectativa de survival horror, de terror e tal. E a vibe do trailer é toda de terror, né? Tipo, como se fosse um escritório tomado por monstros, né? E aí, tipo, o artista desenhando e a caneta dele tem uns olhos, assim, e tal. O mouse é um besourão. O mouse é tipo um besouro. O mouse estiloso pra caramba. Gente, às vezes, o escritório é só assim mesmo, não tem nada bem pro jogo. Assim, eles alugaram numa região muito ruim.

com essa vibe abandonada. Seria maneiro o estúdio, assim, sabe? Seria difícil de manter, né? Imagina a sujeira que acumula. Mas assim, achei o conceito do trailer muito legal. Sim. Só que não sei se vocês repararam, no final do trailer... Tem um anjo biblicamente correto, assim. Tem um anjo biblicamente correto e uma mensagem. Partes desse vídeo foram aumentadas, melhoradas com o IA. Maneiro. Legal. E tem essa coisa, né, assim, que já deixa a gente meio assim, hum, não sei, porque o tal do senhor Shift Up,

como é que é o nome dele? É o... Bundas. É o Kim Hyung Tai. Ele é um sujeito bastante pró-IA, assim, né? Ele já falou do uso de IA dentro da Shift Up mesmo, como parte de criação de designs e tudo mais, de iteração de ideias. De bundas, né? De bundas, né? Todos os tipos de bundas que a IA puder criar. Recentemente, eu não sei se vocês viram, ele teve uma treta envolvendo o Yokotaro e IA, né? Não necessariamente o Yokotaro, né?

Porque teve aquela notícia, né? Do Evangelion que o Yokotaro vai escrever, né? E aí, meio que

tipo, ele é muito fã, né? De Nier, né? Só eu jogar Stellar Blade pra saber disso. Ele publicou uma imagem feita em Yaa, que é uma Asuka do Evangelion, assim, sentada numa montanha de cabeça de Emil, assim, né? Tudo claramente Yaa e tal. E aí, o criador da cabeça do Emil, o designer, que é o Yoshikaze Matsushita, ele tweetou falando, achei paia. Achei paia, tipo, usar o meu trabalho, né? Tipo, claramente, inclusive, dá pra ver que a Yaa tá replicando o meu estilo de escultura e tudo mais.

bem paia e tal. E aí deu uma tretinha assim e o Kim, né? O CEO da Shift Up bloqueou o Yoshikaze. Caralho! Nessa treta. E aí depois ele voltou atrás falando, não, gente, foi automático aqui, eu não bloqueei ninguém, não. Poxa, automático? Eu jamais bloquearia. Não aconteceu nada, não. Só que o artista do Nier, ele ficou meio... Não gostei disso aí, não, hein? Então, assim, tem umas tretas dele envolvendo com o IA aí, né?

assim, putz, será que o novo jogo... É, porque assim, no anúncio da parceria, o Mikami fala que, na verdade, eles firmaram esse acordo, essa união, esse matrimônio, porque eles tinham visões muito similares sobre desenvolvimento. Então assim, vai saber, e a gente sabe que o Japão, não vou generalizar, mas meio que generalizando já, o Japão tem uma visão de IA muito diferente do que a gente tem aqui no Ocidente. De fato. Eles são muito,

mais abertos ao uso de IA, muito menos críticos a IA. O database não fica no país deles, né? Do que aqui, né? Do que a gente tem pra cá, do que a gente... Ainda que o sentimento anti-IA não seja tão grande quanto deveria ser, quanto poderia ser aqui... Acho que é ainda menor no Japão, né? É, ainda menor no Japão. Ou pelo menos do que chega pra gente, né? A gente chega muito de grandes CEOs, de empresas de tecnologia, então é...

Exato. A gente também tá na nossa própria bolha, assim, que a gente meio que se cerca de pessoas que abominam IA, né? Ah, não.

Se você sair na rua aí... O pessoal tech bro, o pessoal que não liga muito, né? Não, eu digo tipo... O pessoal que não tá antenado em tecnologia e tudo mais, todo mundo fica... Nossa, fiz um desenho de... Ai, qual é a nova trend? Ai, sou eu na lata em conserva, porque meu e minha família somos conservadoras. Você não sabe o que teve isso, né? Só pra saber, foi uma trend bem grande. Mas assim, muitas dessas pessoas... Desinformadas.

Exato, né? Exato, mas é uma coisa que é muito difícil de informar, porque... Explicar por que é ruim, né?

E diferenciar as IAs, porque virou tudo. Toda a tecnologia é para o IA. São coisas específicas que chamam de IA, que são as coisas mais problemáticas. Tem que ver isso aí, né? Tem até aquele papo de que não usar IA está se tornando, e o caminho é se tornar uma coisa elitista. Você poder se dar ao luxo de trabalhar com artistas de verdade, ou não trabalhar com IA, pelo menos no estado atual,

ser uma coisa elitista, né? Porque você pode se dar a esse luxo, né? E não usar IA tá se mostrando uma coisa de luxo, assim. É. Entre aspas. Felipe, eu tô lendo um livro que é de alquimia. O pessoal, né? Funde ferro e tudo mais, faz móveis, né? E móveis feitos à mão são coisas de super luxo, assim. Móveis feitos com técnicas manuais, de prego e tudo mais, são coisas de luxo. Mas, assim, no nosso mundo já é, né? Porque é tudo...

Madeira de verdade, né? Tudo que é feito manualmente é... Não, não é o do Paulo Coelho.

Aquele anjo, ele não é biblicamente correto? Não sabia o que ele é. Porque não é feito de ar, não. Não é porque é um tipo de anjo na Bíblia que tem essa... Mas então ele é biblicamente correto? Mas nem é um anjo, na verdade. É um outro nome. O anjo na Bíblia, a aparência dele, é um ser humano. Nem asa tem. É só um ser humano. Não é tipo uma luz? Não. A gente jogou Eu Sou Jesus Cristo no sair dele e era uma luz. Era errado. Era uma pessoa com asa, pô. Não, tinha as duas apresentações.

Santo era uma luz. Ah, é verdade. O Espírito Santo era uma luz. Mas é um querubim, alguma coisa assim. Esse que tem as várias asas e os círculos. Querubim não é o que parece um bebê? Existem representações dele com o bebê. Tem um anjinho, um bebezinho, né? Tem. Enfim. O Tronos é um que... Acompanho, Tony. O Tronos é o... Parece um... É um tipo corpo de leão e parece... A Bíblia é muito doida, né? A Bíblia é muito doida. Depois de jogar Eu Sou Jesus Cristo por duas horas, eu concluo que a Bíblia é muito doida. Você já tem jogado sabe o quê? Com o Tengu?

A gente julgou. Sabia que no Eu Sou Jesus Cristo tem a cena que Jesus vai no templo e quebra tudo e você tem um botão pra quebrar as mesas com fuso rodar, sem componder o Espírito Santo, assim, e você quebra as mesas. Eu acho que é serafim. Não é o querubim, é o serafim. Eu acho que o querubim é o de fogo, que quero significa fogo, alguma coisa assim. Quero é o bichinho lá do Sakura. Mas tem a ver. Não, pô, quero de...

De Cerberus. Quero de quero. Quero, quero. Eu só quero e espero. Exato. Eu só quero e ser feliz. O anjo quer o pinto. Chega de anjo, chega de bíblia. Vamos falar da Ferrari dos videogames, do meu verdadeiro deus, o Playstation. Chama o PH pra reagir. A gente tem que, toda vez que a gente falar da Ferrari dos videogames, a gente tem que falar, gente, nós estamos zoando uma pessoa que falou isso num comentário. Num vídeo nem nosso.

Num vídeo que não era nosso. Foi do PH? Foi do PH. A gente tem que chamar o PH pra um velho.

É verdade. Ele nunca veio pra um Vértice, né? Ele só veio pra um jogador de Day, né? Pra Vértice, especificamente? Ele já veio pra um Vértice. Já, ele participou falando, pelo menos uma vez, falando Elden Ring. E acho que ele participou de um falando sobre Armored Core também. Ele falou de Elden Ring? Ah, Elden Ring foi na pandemia. Não sei se foi nessa. Talvez tenha sido na outra durante a pandemia. Não, mas no sentido de que no Vértice...

Ah, tá. Foi online. Mas enfim, surgiram, gente, mais informações bem embasadas de que a próxima geração do Playstation

Playstation está aí virando a esquina, né, e confirmando aí, da última vez a gente falou sobre isso, né, do projeto Orion, que era o console de mesa, Orion, console de mesa, e o projeto Canis, né, dois nomes de constelações aí, se eu não me engano, que seria o Playstation 6 portátil, né, a próxima geração de Playstation vai se dividir assim, vai ter um console de mesa e um console portátil, e as informações vazadas dão cada vez mais certeza de que esse vai ser o caso, vindo aí de mais um vídeo do More Low is Dead, né,

Cita bastante esse canal aqui com suas fontes quentíssimas, com informações que são, em parte, vazamentos da produção, do design e dos planos que são compartilhados com desenvolvedores.

e investidores e tudo mais e também vazamentos do lado dos próprios desenvolvedores que tem revelado como que estão se dando esses planos para o futuro e em parte também são só pontos sendo conectados juntando informações daqui com informações dali e aí dá para conectar uns pontos e formar conclusões com eles porque ano passado pessoas que tem Playstation 5 vão saber do que eu estou falando veio uma atualização que é o tal do modo de economia de energia que é um modo que você pode ativar

vai no seu PS5 pra ele gastar menos energia. Ele passa de gastar 200 watts pra gastar 100 watts de consumo, mas aí também rolam quedas de performance, né? Então, o teste que a Digital Foundry fez mostrava lá jogos que rodavam a 60 FPS, rodando a 30, e outros rodando resoluções mais baixas e tudo mais. E deve ter jogo que não deve rodar. É, deve ter jogos que não são compatíveis, né? Eu acho que é um caso bem jogo a jogo mesmo. Mas até aí tudo bem, né? A novidade é que a Sony tá promovendo esse modo

bastante foco, tem um esforço bem grande pra que os desenvolvedores, tanto internamente quanto parceiros third party passem a adotar a compatibilidade com esse modo em seus jogos, tanto pra novos jogos, quanto pra voltar no catálogo antigo e atualizar jogos de catálogo pra serem compatíveis com o modo de economia de energia. Por quê? Porque... Veja só, ela tá fazendo algo com o modo de economia de energia?

que ela nunca fez antes, né? Por exemplo, você tem, né, o SDK, que são as ferramentas de desenvolvedor, né? O Software Development Kit que a Sony oferece, né? Que é tipo uma série de softwares e códigos e tal que vão te dar acesso simplificado ali a todas as funções, né, do PS5 pra você desenvolver como essa facilidade pro console, né? E aí, essas ferramentas, o SDK do PlayStation 5, ele vai sendo atualizado, né? Tinha, quando o PlayStation 5 lançou, tinha o SDK 1.0, hoje em dia tá tipo no SDK 13, assim. Então, sempre que, né,

Vai sendo otimizado o código, vão adicionando novas funcionalidades e tal. Então, por exemplo, quando lançou o PlayStation 5 Pro, acho que foi o SDK 9, se você quisesse usar as funcionalidades do PlayStation 5 Pro, o seu jogo tinha que ser desenvolvido usando o SDK 9, né? E se você quisesse, se você tem um jogo que já saiu no PlayStation 5 e você quer que esse jogo possa usar as funcionalidades do PlayStation 5 Pro, você tem que atualizar o seu jogo do SDK em qual ele foi desenvolvido pro SDK 9. E isso nem sempre é um processo simples, né?

porque vai trocar o código, vai atualizar a coisa lá, às vezes vai gerar bugs, vai gerar incompatibilidade, você vai ter um processo ali de adaptar o seu jogo para isso. A gente sabe como tecnologia é, né? Exato. Então, a Sony, ela não fez nenhum grande esforço para, tipo, não, pô, vamos colocar essa atualização mais fácil para os devs aqui, para todo mundo poder usar com facilidade as funcionalidades do PlayStation 5 Pro, não.

Se você quer usar as funcionalidades do PlayStation 5 Pro, você tem que ir lá e atualizar o seu jogo para o SDK deles, fazer as mudanças, as otimizações e tal,

cada dev decidir se vale ou não a pena fazer essa atualização. O que é diferente agora pro modo de economia de energia é que eles estão colocando o modo de economia de energia retroativamente até no SDK 1.0. Caramba! Eles voltaram até o SDK lá de 2020 e colocaram esse SDK pra ser compatível com o modo de economia de energia. Ou seja, se você lançou o seu jogo lá em 2020 e quer ativar a compatibilidade dele no modo de economia de energia, você não precisa fazer nenhum trabalho de atualização a mais.

É só literalmente virar uma chavinha ali, né? Ver se o jogo tá rodando compatível e tal, né? E o seu jogo vai ser compatível com o modo de economia de energia. Sobre os jogos que rodam e não rodam nesse modo, não é todo jogo que vai rodar com esse modo de economia. Os jogos que rodam é aqueles que tem uma folhinha do lado do nome. O primeiro jogo que eu vi esse ícone foi o God for Novo. O 2D. Depois do nome dele fica o ícone de folha.

Na época eu fiquei, que ícone de folha é isso? Nunca ouviu falar disso na vida? Folhinha tipo de árvore, assim. Exato, uma folha de árvore. Exato, exato.

jogos que tem esse símbolo do lado nome são esses que funcionam no modo de baixa energia. É, só que uma coisa que é curiosa sobre isso, e uma coisa que o cara do More Love is Dead, no vídeo, aponta, é que, primeiro, que isso é uma grande prioridade pra eles, uma prioridade mais alta do que o compatibilidade com o PS5 Pro, que eles não tiveram esse trabalho todo no PS5 Pro. E segundo, que isso se encaixa perfeitamente nas especificações técnicas que tinham vazado sobre esse PlayStation 6 portátil, né? Que é, quando o jogo tá em modo de economia

de energia, ele para de usar 16 núcleos e 8 threads, que o PS5 normal e o Pro fazem, e passa a usar 8 núcleos e 4 threads mais 2 núcleos ali de sistema operacional, né? Sendo que, isso é uma pontuação interessante que o More Love is Dead faz, limitar os núcleos nem mexe muito com a economia de energia em si. O que economizaria energia de fato seria se limitar, tipo, o clock, né? Tipo, você limitar os núcleos, você na verdade tá distribuindo mais trabalho pra menos núcleos, mas talvez até gaste

mais energia, já que tem menos núcleos, sendo que trabalhar muito mais pra fazer aquele mesmo trabalho de antes. Então, nem é tanto assim sobre economizar energia. É só um modo que eles colocaram pra meio que fazer um cavalo de Troia, assim, e conseguir testar a céu aberto, né? Essa compatibilidade. E implementar essa compatibilidade dos jogos pra eles estarem compatíveis com o próximo console portátil deles aí, que aparentemente está vindo em breve.

Esse é o Orion, o portátil? O Orion de mesa, o Canis é o portátil. O Canis, tá, o Canis. Importante dizer que, por enquanto,

isso é uma teoria. É, mas assim... Fortes, fortes sinais. Eu não tô falando que ela não tem um fundo de verdade que parece certa, mas é só, não é nada oficial ainda. Ah, não, não. Oficial só vai ser quando a Sony anunciar, mas é aquilo. Mas quando a Sony anunciar, o Sushi vai falar que acreditou sempre, nunca duvidou. Eu não tô nem falando que eu não acredito, só tô falando que... Tá falando que é uma teoria, tá falando que é uma teoria.

Eu quero ver posicionamento aqui, Sushi. Eu acho que provavelmente é verdade, mas pra quem tá ouvindo em casa, só pra falar que não é nada oficial. Sim, não, não é

Até porque se fosse, talvez a gente teria, né, uma imagem, sei lá, do console. Mas o lance é fortemente sustentado por esses vazamentos, né? E é aquilo. Ah, vazou essa coisa aqui no passado que parece ser a Sony começando a trabalhar. Esse hardware parece muito um tipo de hardware que você usaria num console portátil. Agora eles estão testando esse novo modo de baixo consumo de energia, né? E é muito importante pra ele que eles tenham um grande catálogo de jogos funcionando nesse modo de baixo consumo de energia, né?

a se conectar e fazer sentido. Por exemplo, uma coisa que saiu do lado dos desenvolvedores nesse vazamento que o More Love is Dead fez no vídeo dele também, é que a Sony lançou no último SDK, que eu acho que é o 13, o Smart Delivery deles, né? Que eles chamam de Play Go. Nossa, péssimo. Mas eu acho que é um nome só interno, né? Acho que isso talvez nunca chegue pros usuários mesmo. PSP Go existiu, porque não Play Go. É verdade.

Que é o negócio que, por exemplo, hoje se você tem um jogo que ele é compatível com o PS5 Pro,

PS5 normal, você só tem uma versão desse jogo pra baixar. Mesmo se você só vai jogar ele no seu PS5, você acaba baixando todos os assets que vão ser usados no Pro, por exemplo. Mesmo que você não vá usar eles. E agora, com esse Play Go, que é igual ao Smart Delivery do Xbox, o desenvolvedor consegue separar em pacotes de acordo com cada plataforma. Tipo, PS4, PS4 Pro, PS5, PS5 Pro e uma nova plataforma que é economia de energia. Ou seja, eles estão separando a economia de energia como se fosse uma nova

plataforma, pro pessoal desenvolver como se fosse um novo kit ali de hardware, né, para o qual você pode desenvolver. Mas é só economia de energia, galera. Então, vem aí. E aí, todo o lance é que, o Morlojidade fala que tá mais próximo do que a gente imagina, dado o quão avançado tão o desenvolvimento, né, desses hardwares aí. E uma coisa que ele aponta que é interessante é que a gente teve, né, por exemplo, a geração do PS3 e do PS5 foram gerações de console na crista da onda da tecnologia, né, tipo,

É o ápice da tecnologia chegando até você, assim, tipo, quase... Pelo menos naquele ano, né? É, naquele momento que saiu, tipo, nossa, é o melhor SSD que tem, é o melhor processador, né? Entre os melhores processadores de placa de vídeo que tem e tal. Especialmente nessa faixa de preço, né? Era meio que imbatível você ter um PC semelhante àquilo. E, ao contrário disso, a geração do PS4, por exemplo, não foi isso. Foi um console que já lançou defasado em hardware, né? Ele foi uma evolução em relação ao PS3,

ele já lançou meio que pra ser mais barato, mais acessível, né? Mais fácil de desenvolver. Mais fácil de desenvolver e mais fácil da Sony conseguir peças, né? Baratas pra montar ele e tal. E o More Lois Dead fala que a geração do PS6 vai ser mais tipo a do PS4. Vai ser um console que ele já vai lançar meio defasadinho, assim. Que ele vai se apoiar muito mais no PC, né? O PSS-R, que é o DLSS da Sony. No PCS-R 3 deles lá. Pra, né? Chegar em gráficos melhores do que o PS5.

mais, mas que o hardware mesmo não vai ser um hardware top de linha muito longe disso, porque a prioridade deles é controlar o preço, né, dado tudo que a gente tá vendo aqui e que a gente tem reportado, né, sobre aumento de preços e escassez de componentes e tudo mais, por mais que a memória já começou a dar uma uma queda, né, resta saber se vai ser uma tendência ou se volta a subir. Mas, né, o mundo acabando é aquela coisa toda, então o foco deles é fazer o console mais barato, né, e melhor custo-benefício que eles conseguirem fazer. Inclusive,

Tamanho de console, em peso de console, em tamanho da caixa. Tipo, eles vão querer vender uma parada pra economizar em tudo, assim. Economizar no transporte, economizar no armazenamento, economizar... Sabe, assim, conseguir fazer a parada com o menor preço possível. E ainda vai custar mil dólares. Mentira, eu acho que... Eu não sei, eu acho que... O de mesa, eu acho que vai. Você acha que o de mesa vai custar mil e o portátil menos?

Ele vai ser um portátil híbrido, André? Você lembra se era esses rumores? Não, ele vai... Ao que tudo indica, ele só vai rodar a coisa PlayStation mesmo. Não, híbrido, ele quer dizer... Ah, ele vai criar um Switch. Ah, eu não sei. Ele vai ser docável.

Eu acho possível, né? Não teria por que não dar pra ligar. Uma coisa que eu acho bizarra dos rumores é que até agora falar que vai ser o PS6 e o PS6 portátil, mas ele vai ser um PS6. É. Mas todos os rumores que a gente vê também é dele rodando o jogo de PS5. Então eu fico... Se ele já vai rodar o jogo de PS5 pior que o próprio PS5, como que ele é um 6 portátil? Não, ele vai rodar melhor. Será? Vai, vai. Porque ele vai ter mais PC.

É, ele vai ter pelo menos o hardware do PS5 e o PC, né? É. Mas o negócio é, o PS5 hoje em dia, ele já tá mais caro que no lançamento.

Então, ouvi gente comentando no chat, ah, esse portátil vai ser pelo menos 600. Gente, 600 seria barato. É que assim, até lá também, a gente tem que ver o quão pior o mundo vai estar pra gente, tipo, saber o que que significa, por exemplo, há três meses atrás, um console custar mil dólares era, tipo, socorro. Inimaginável, é. Agora já tá, tipo, é, eu acho que é isso, né, galera? A gente não sabe, né? Quando esse console lançar, o que que vai ser do mundo?

Mas, tipo assim... É o que alguém falou no chat do outro dia, né? Próximo console será feito de pedras e gravetas, falou Einstein, alguma coisa assim.

Falaram, só não pode economizar no analógico. Gente, vai, vai. Eles não vão usar Hall Effect, eles não vão usar o TRM, eu acho, que é outra sigla. THR, sei lá. Enfim. É, não vão usar. O lance é, se ele fosse lançar hoje em dia, pelo que estão dizendo, eu acho que ele custaria mais barato do que o PS5. Por conta da economia que eles vão fazer, tamanho de hardware, em tipo de resfriamento, nas partes que eles vão usar THC, né? Mas o... THC. Não, André.

THC, THC. Você põe lá. Fica legal. Mas o portátil, André, porque o portátil tem um grande custo agregado nele, que é tela, né? Não, assim, é. Mas o portátil hardware vai ser muito inferior também, né? Então... Mas é que... Não, não, não. Você falou que vai ser melhor que o do PS5? Não, não. O console base, óbvio que o portátil vai ser inferior. O Sugi tava falando do inferior, justamente. Mas aquela hora... Tá confuso. O Sugi tava falando do portátil, desculpa.

É, aquela hora eu falei, não, o portátil vai ser mais fraco que o PS5. Você falou, não, vai ser mais fraco que o PS5.

mais forte que o PS5? Não, não, não. O portátil vai ser mais fraco. Então é disso que eu tava falando aquela hora. Mas ele vai ter pisser. Ele vai se equiparar ao PS5 por conta do pisser, mas o hardware dele vai ser mais fraco. O de mesa vai ser pelo menos o PS5 pra frente. Mas naquela hora eu tava falando do portátil especificamente. Entendi, entendi. E eu acho estranho isso. Tipo, ah, um console da próxima geração vai ser mais fraco que o da anterior.

Por mais que, ah, é a versão fraca dele, o Xbox Series S não era mais fraco que o One. Mas gente, gente, gente, eu tenho uma teoria aqui. E se o próximo PlayStation

não for numerado. Não se chama Playstation 6. Playstation Origins. Mas a parada é, ele vai ser, independente disso, dependendo do nome, ele vai ser da linha do 6. Isso. Então ele vai ter que rodar os jogos do 6. Sim. Mas ele é mais fraco que o 5. Mas até que nem o Series S. Tipo assim, ó, o negócio é... O Xbox One X. É porque tem duas coisas aí, Sushi. Ele é, em termos de hardware, mais fraco que o 5. Mas ele vai conseguir rodar todos os jogos do 5. E tem que rodar do 6 também. Isso que eu tô falando. O que eu queria dizer,

é. Acabou esse negócio de salto em gerações. Não tem. A gente já acabou há muito tempo, né? Não tem mais salto grande de uma geração pra outra. Qual que foi o motivo real da gente fazer o salto da geração PS4 pra PS5? É TV 4K. Não vai ter nem esse salto pra próxima. Não vai ter nem TV. Olha lá, né? Vai vir um cara pra fazer um teatrinho na luz de vela da sua casa. Eu perdi o comentário e a pessoa falou, não briguem por coisas imaginárias. A gente já tá brigando.

Eu acho confuso isso. É confuso. Eu vou ter um portátil que é mais fraco do que a geração atual, mas eu vou falar que ele é da próxima, sabe? Eu só acho essa mensagem estranha. O negócio é pensar assim, por exemplo, vamos dizer que lança Ghost of Shibuya. Próximo jogo de Ghost of Yotei e Ghost of Tsushima. Vamos dizer que ele seja exclusivo do Playstation 6. No Playstation 6 base, ele vai rodar muito acima

das capacidades do PS5, PS5 Pro. No Playstation portátil, ele vai rodar mais ou menos como um jogo de PS5 rodaria. Só que ele é portátil, a tela é menor, então ele precisa, ele pode, por exemplo, ter só 1080p. Mas ele vai rodar no PS5 também. Poderia, mas eles provavelmente não vão fazer porque eles querem que você compre o PS6. Ou pelo menos depois de um tempo. Nesse exato momento tem lançado o jogo do Playstation 5 e apenas para o Playstation que rodaria no Playstation 4.

E aí o negócio é, você pode rodar ele no PS5, só que aí você vai estar rodando a versão de TV dele,

inferior. Se você quiser rodar a versão de TV dele, que vai rodar no melhor gráfico possível, você tem que ter o PS6. E se você quiser rodar ele portátil, aí você tem que comprar o PS6 portátil. Então eu acho que é por aí que eles estão indo, entendeu? Ainda assim, tudo indica, né, que é uma Sony que tá voltando pra ideia da exclusividade também, né? Porque a gente tem visto esses movimentos dele em relação a jogos de PC e tudo mais.

Então eu acho que eles vão tentar, né? O que eles vão ter pra empurrar esse novo console na garganta do consumidor é

Ah, não vai poder jogar. Ghost of Shibuya. Ou God of War Remake 2. Ou 3. Pô, podia, quando eles lançarem esses consoles eventualmente, eles podiam chamar o portátil de PSP de novo, assim. Não, mas... PSP. Playstation porta. Playstation pequeno. Playstation pequeno. Sabe? Se fosse PSP 2. Pode ser. Eu aceito. Vita 2. Porra, aceito. PSP Death. Não, PSD. PSD. É Mori. A gente tem rumor de datas pra esses lançamentos, André?

anúncios, pelo menos? Antes se falava de 2027, né? Agora parece que o plano interno avançou um pouco, mas eu não colocaria além de 2028, não. Porra, 2028? Mas o chute é 27, né? Porque esse rumor... Os primeiros rumores eram 2027. Eles internamente parece que passaram pra frente. Esses perspectivos por causa do todo caos, né? Do mercado e do mundo e tudo mais. Talvez na expectativa que em 2028 esteja melhor. Te saber, né? A Microsoft, ela tem

já também, né? As expectativas que a gente tem pro... Pro Helix. Pro Helix, né? É mais ou menos essa data também, né? É 2028 ou 2027, por aí, né? Eles falaram... Eles não falaram, né? Mas a suposição é 2028. Agora, uma coisa interessante é que se esses planos se concretizarem e for tudo que tá dando a entender que vai ser mesmo, a gente supostamente vai ter uma próxima geração com consoles com propostas bem diferentes, né? Porque o Xbox vai tá indo pra esse ramo mais de a caixa fudida foda PC, uou!

que vai custar 700 bilhões de dólares. O Playstation com algo mais acessível, resta saber o quanto que eles vão conseguir fazer isso no nosso futuro pós-apocalíptico. E a Nintendo, no tempo dela e tudo mais. A maior concorrente da Microsoft vai ser o Steam Machine. É, a Microsoft vai estar enfrentando mais o Steam Machine. De certa forma, a Playstation vai estar competindo mais com a Nintendo, no ramo do console portátil, supostamente híbrido, não sei. Mas é, curioso. Ou talvez,

o portátil deles não doque. Ou talvez o portátil deles não doque. Pra forçar você a comprar o de mesmo. Cara, imagina, que praga. Que praga. É algo que a Sony faria. É algo que a Sony faria. Sim, credo. Tranquilamente, gente. Tranquilamente. E aí não, e aí vai ter uma parada assim que um vai encaixar no outro e formar o Playstation 7, sabe? Nossa, você já pensou em encaixar um no outro e virar o Pro? Nossa. Isso aí é uma coisa que o Kutaragi faria. Se quem Kutaragi estivesse entre nós... Se tivessem deixado ele subir no palco.

É isso que ele ia anunciar, não deixaram. Você acha que a cor vai ser qual, Sushi? Você acha que eles vão voltar pro console padrão ser preto? Ou vão continuar, tipo, ah, porque o PlayStation 5 vem muito com essa identidade da cor branca, né? Vocês acham que eles vão sair disso? Ah, o PlayStation 5 era aquilo e agora a gente voltou pro preto. Eu acho que vai voltar pro preto pra algo mais minimalista, simples, né, de visualmente.

O que o More Lost Dead aponta pra esse rumo, assim, porque o PlayStation 5, ele é um console muito de ostentar, né?

Ocupa espaço pra caralho. Ocupa espaço e tal. Então ele é uma coisa tipo de excesso, assim, né? Que tudo indica que eles vão voltar pra uma coisa mais fácil de guardar, fácil de transportar e tal, leve. Já vi que eu aviso, vai superaquecer. Porque o PlayStation 5, todas as revisões que diminuíram as paradas de aquecimento dele, eles superaquecem mais do que a primeira geração. Tá aí, né? PlayStation 5. A primeira geração de PlayStation 5 superaquece mais? Menos. Porque eles foram diminuindo o bloco de...

dele é 80% do tamanho dele, né? Eles foram reduzindo essa peça. Ah, nas mesmas, nos mesmos modelos? É, todas as revisões dele. Caramba, não sabia. Pra gastar menos o que? Cobre, né? Eu acho. É, acho que é. O Slim, por exemplo, ele superaquece mais do que o primeira geração por causa disso. Nossa, e o Pro? Ele superaquece, André? Eu não saberia dizer. Fala, André. Nossa, Samira. Mentiu pra gente sobre o PlayStation 5 Pro. Fica aí pros apoiadores.

Essa atualização é só pros apoiadores. É? Não foi no véio desse passado? Não. Eita.

Caramba, que loucura. Que não saiu ainda pros apoiadores. Ah, tá. Mas é, tem que pensar que é algo que tá em desenvolvimento desde o lançamento do PS5 lá em Tenros 2020. A tecnologia tem esse processo bem minucioso de criação, de teste, de iteração, de validação, né? O que me lembra a Insider. A gente fala muito desse processo tecnológico pra jogos, né? Pra consoles. Mas é sempre bom lembrar que ele também está presente em vários outros itens da nossa rotina, do nosso dia a dia.

dia, e a Insider opera nessa mesma lógica de pesquisa, de desenvolvimento, e está aí há nove anos. Vocês sabiam, gente, que abriu, é o mês de aniversário da Insider, e ela está fazendo nove anos? Não sabia. Não sabia, né? Pois é. Vejam só, né, a Insider não chegou onde está correndo atrás de tendências aí do mercado, tendências de moda. A gente olha pra uma tech t-shirt, a gente olha pra uma calça future form, e a gente vê, né, peças versáteis, peças bonitas, peças confortáveis, de uma qualidade absurda,

às vezes não vê também todo esse processo tecnológico que foi o que gerou elas, né? Que permitiu elas serem possíveis, que resultou nessa leveza, nessas roupas que desamassam o corpo, que mantém o conforto térmico, né? É tudo uma questão de você, no caso da Insider, né? De meio que querer intencionalmente fazer, antes de ter um produto, você ter uma intenção do que você quer praquilo, né? Exato, exato. Um objetivo, né? Sim, sim.

Curioso, né? Que o André já falou aí que são nove anos e a gente vê como, mesmo quem acompanha há pouco tempo, vê o crescimento desse catálogo de produtos

que se encaixa, assim, pra diversas rotinas diferentes, né? Diversas vidas diferentes. Faz um tempo que a gente aqui tem mudado um pouco de vida pra ser mais ativo, né? Pra sair mais de casa, né? Pra fazer uma academia e tudo mais. Mas, assim, mesmo quando eu tô em casa, porque a gente é muito hikikomori, né? Pessoas que ficam muito dentro de casa, eu quero tá confortável, sabe? Eu, particularmente, sou uma pessoa que eu não gosto de ficar sem camisa dentro de casa.

Eu não durmo sem camisa, sabe? Eu fico desconfortável. Mas eu gosto de tá com uma

camisa que tá macia, sabe? Tá te abraçando. Exato, é. Então, tipo, mesmo pra quem fica muito em casa que nem a gente, é confortável. É um conforto que dá uma felicidade no dia a dia. Então, tipo, encaixa mesmo numa rotina gamer que nem a nossa. Olha só. E celebrando esses nove anos, vejam só, tem brindes progressivos no site. Dependendo do valor da sua compra, você leva ali um caderno, uma necessaire, uma garrafa térmica, né? Tudo nessa pegada aí.

Itens de grande utilidade, né? E versatilidade pro seu dia. Então, dá uma olhada lá.

O link tá na descrição desse post. Ou usa o nosso cupom, né? Jogabilidade, que dá 15% de desconto pra clientes novos e 10% pra clientes recorrentes. Jogabilidade, lembrando o cupom, tem o link também na descrição que já te leva pro site com o nosso cupom aplicado. Lembrando que quando você usa o nosso cupom, você não só ganha desconto, quando ajuda a gente um pouquinho também. É verdade. Usar o nosso link e usar o nosso cupom também é apoiar jogabilidade.

E muito obrigado, Insider, pela parceria. Obrigado. Obrigado por nos vestir. Mas vejam só.

tá aí, né? E Naury Dog, nada, né? Ela tá fazendo o Star coisa lá. Você diria que a Naury Dog está nadando cachorrinho? Nadando cachorrinho. E a Naury, dog. E a Naury? Como é que é? Se é Naury, se é Naury, é dog. Então, eu acho que eles estão fazendo o próximo jogo deles aí, que vai ser lançado pro Playstation 6, né? Mas, vejam só, supostamente, tem rumores aí de que talvez eles possam voltar para Uncharted. Já parou pensar?

A gente vai passar a geração do Playstation 5 sem a Uncharted de novo, né? Ah, não, vai. Isso tranquilo. 10 anos, André. Deixa pra lá. Não, eu quero mais a Uncharted. Eu tô com saudades já. 10 anos de Uncharted 4. Que na época já parecia assim, tipo, nossa, quanto tempo que eles fizeram o Uncharted 3, né, e tal. Que faziam dois anos. Não, faziam o quê? O Uncharted 3 é 2011? 11. É do mesmo ano de Dark Souls. Nossa. Que bela memória. 4 é quando? 16? 16? Faz 10 anos. Tô fazendo, né, fazer esse ano. Nossa.

Então foi pouco entre o 4 e o... Pra gente, né? Agora que tá velho, o tempo passa rápido. Foi pouco entre o 4 e o 3, mas parecia mais, né? Na época foi uma vida inteira. É, tipo, acabou o Uncharted e agora tá retornando. Os personagens tudo velhos, então velhos sim. Mas é, na verdade, assim, o último Uncharted pra valer mesmo foi o Lost Legacy, que foi em 2017. Que é o melhor de todos, tá? Que é um DLC, uma barra stand-alone, né?

Do 4. Mas que é muito bom. Mas aí, então, tá tendo rumor de um Uncharted novo da Naughty Dog. É, então... Pro PlayStation 6. E, assim, é um rumor muito vago, né?

como que não aconteceu muita coisa interessante essa semana, tipo de notícia que a gente tá trazendo. Por quê? A gente sabe que houveram tentativas de remakes e sequências de Uncharted ao longo dos anos aí, a gente sabe que a Band fez um pitch pra fazer um remake de Uncharted, a gente sabe que rolou algum Uncharted de serviço sendo cotado, né, na época do Jim Ryan, a gente sabe que a Bluepoint aparentemente fez algum pitch de Uncharted também em algum momento, e nenhum foi pra frente, né? Agora, o que aconteceu? Sean S. Keg, que é o diretor do Lost Legacy,

e foi o diretor também do remake do The Last of Us 1, né? Fizeram recentemente aí. Ele postou uma foto no Instagram dele, onde ele está em Trindade Tobago, num forte, assim, né? Tipo, visitando um forte e uma foto, assim, de um canhão apontando pra um horizonte bonito, assim. E a legenda é pesquisa. Três pontinhos, né? André, e se for um remake do Uncharted 4? Do Uncharted 4? Claro. Exato, porque vai ter passado duas gerações. Olha, vai ser uma coisa.

se for um remake do Antioquista de Quatro, seria realmente impressionante. Porque o Quatro tem essa temática pirata, né? Tem, é. Não, e o cenário lembra muito, tipo, uns lugares que você visita no Antioquista de Quatro, a foto dele, né? Eu não trouxe aqui, mas lembra muito. Então, é um remake do Antioquista de Quatro, né? Ao mesmo tempo, né, pode ser que não signifique porra nenhuma, porque, assim, tem todo aquele papo de que, ah, pra pessoa criativa, né, o período de estudo, muitas vezes, é o descanso que você tem, né?

Que você vai viver a vida, absorver novas experiências, né, ser influenciado por outras coisas e tal. Então, talvez,

tenha sido engraçadinho e falar, olha, tô viajando, tô de férias, né, e sei lá, o que eu experienciar aqui, talvez eu use de forma criativa no futuro, né, vai saber. Será que ele sendo engraçado? Foi um Jack and Dexter. Não. Porra. Ele só tava viajando e ele pensou, nossa, esse cenário parece ser Uncharted, né? É. E tirou uma foto engraçadinha. Eu acho. De repente a internet, ah. Eu acho que é só isso. No fundo, eu acho que é só isso.

O que me lembra, lembra da notícia que a gente falou do cinema, aparentemente era do spoiler do filme do Mario, lembra? Não.

Eu falei. Certeza que, na verdade, essa sinopse foi chat de EPT. Ah, e era chat de EPT? Era chat de EPT. Pra caralho, porque não tem nada disso. Entendi. Era só alguma... Parecia, né? Parecia chat de EPT. Uma alucinação, que nem o pessoal tá alucinando agora com essa foto do moço. Mas é, um canhão ali também, se for um teaser pra algum jogo, né? Poderia ser pra qualquer jogo também. Pode ter um canhão no Jack and Dexter, né? Pode ter um canhão no Intergalactic.

No Crash Bandicoot. No Crash Bandicoot novo. Agora é da Microsoft, né? Crash Bandicoot.

seria a Microsoft Narodog. Pode ir, eles podem estar fazendo um novo jogo da série Socom. Eles podem estar fazendo Ghost of Shibuya. Se a Sony fosse inteligente, comprava a IP do Crash, a parte. Não é só ele. Só a IP do Crash, é. Mas ela vai fazer que jogo como serviço? Não precisa, ela faz o remake. Então, pra que ela vai comprar? O Crash Racing novo dá pra ter como serviço. E matou a série. Pois é. Mas assim, uma coisa que a gente sabe, que a própria Narodog já confirmou, é que além do Intergalactic,

trabalhando em etapas diferentes ali, pelo menos em mais um jogo, né? Não significa que tem mais um jogo em produção total e tudo, mas que eles estão trabalhando, pelo menos, na pré-produção de mais um jogo. E eu acho que tem também uma grande possibilidade de ser Uncharted mesmo, e foda-se, né? Isso aí. Remake Doom. De tudo isso, jogaria um novo Uncharted 10 anos depois. Por favor! Mas você acha que seria realmente com a nova geração ou reboot?

É, porque tem isso, né? Não sei se... Spoilers de Uncharted 4. Tem 10 anos já o jogo. Spoilers de Uncharted 4. No final você...

ver a filha do Drake, né? Natasha Drake. Natasha Drake. Qual é o nome dela? André, sobre isso. Você fala do Baby Steps. Exato. É muito bom isso. Vocês viram isso do Baby Steps? Não. Então, o nome do protagonista do Baby Steps é Nate. Nate, né? Parece Nathan. Eu não tinha sacado isso até as pessoas apontarem. A capa do jogo, do anúncio dele, é uma réplica do Eferta de 4. Ah, é? É idêntica. Até a pose da mão, da cabeça, tudo idêntico. As referências que tem a família do Nate no jogo. Os nomes, né? Ele tem um

irmão chamado Sam, ou... É uma irmã chamada o mesmo nome da filha do Charter de Batra. É isso, é. Porque a ideia, o que dá a entender é que... Qual que é o nome da filha? Eu esqueci o nome. Eu esqueci também. Samuel. Não, Samuel é o nome do irmão. Samira. Dá a entender que ele é filho do Nathan Drake. Claro. É, então, é essa que é a ideia, né? Que o protagonista do Baby Steps é o filho do Nathan Drake. No código do jogo, o nome dele é Nathan Drake.

Exato. Uau! É uma parada muito intencional que o Baby Steps fez, assim. Cassie. Exatamente, exato.

Cassie Drake. Que é a irmã do Nate no jogo e a filha do Nathan Drake no 64. Tipo, a ideia é que, tipo, o Nathan Drake e a mãe dele, né, no jogo, também chama Helena, no Baby Steps. Nathan Drake teve dois filhos, né? Teve a Cassie, que a gente vê no final do Antigua 64, e teve um outro filho, que é o Nate, que é o protagonista do Baby Steps. E aí o protagonista... Nathan Jr. É, que é Nathan Drake Jr. E que é um grande fracasso pra família Drake, né?

E aí, por isso, ele tem que partir na jornada dele pra ele se provar no Baby Steps. Gostei.

E eu acho que é canônico. Agora é, né? Nos nossos corações sempre será. Eu aprecio muito que o Bennett Ford, ele pensou nisso e só colocou, foda-se, nas coisas. Ele pensou, até que ponto eu posso levar sem receber um processinho da Sony, né? E aparentemente deu certo. A capa é muito descarada, depois que eu vi comparando de fato a capa. É, depois que apontam pra você, você olha que é realmente a capa do Antioch. Agora, não é o único rumor aqui envolvendo a dona Nauri Dog.

Por quê? Vejam só. O famoso sionista e atual diretor de Intergalactic, Neil Druckmann, né? Ele postou em sua conta do Instagram uns rascunhos. Eu devia ter trazido. Ele falou, eu tava limpando a garagem e encontrei dois rascunhos aqui de 2003. E aí são uns rascunhos de um personagem masculino mais velho segurando na mão de uma criança, assim, né? Aí ele fala da ideia de um jogo sobre um cara, sua filha adotiva e uma viagem pelos Estados Unidos.

é alguém que jogou Ico e pensou, que tal isso mais no mundo real? Com cogumel. Onde as pessoas vão sofrer e chorar. E aí ele fala assim, foi uma jornada e tanto, grato por cada pedaço dela, especialmente as poucas paradas que restam na estrada adiante. E aí o pessoal falou, está dando dicas demais da Last of Us, porque ele está falando, né, dessa jornada ainda vai ter mais passos adiante aí.

É que é a terceira temporada da série. Então, eu acho que ele só tá falando da série. Eu acho que é isso, né? Porque a terceira temporada, a série meio que confirmaram que só vai ter mais uma temporada e vai acabar, né? Então, assim, falta pouco, meio que o que ele tá dizendo é, falta pouco pra jornada de The Last of Us acabar, né? Falta só mais alguns pontos nessa jornada, vai terminar ali com a série da HBO e tal, e acabou, né?

É o que eu interpretei, pelo menos. E ele falou no passado que, tipo, gente, não apostem mais The Last of Us. É, ele falou isso. Dito isso também, no documentário de The Last of Us,

dos dois que saiu há um tempo atrás, que saiu com a edição remasterizada, ele fala que ele tem ideia pra mais um jogo. Mas tem aí também. Quem não tem ideia? Tem ideia? Eu tenho, né? L no Brasil. Isso. Vindo a pé até o Brasil. Vindo a pé. É a jornada até o Brasil. Aí vai passar na floresta que tem uns espinhos venenosos, aí vai cair de costas no espinho. E a pessoa descobre que só os Estados Unidos estão daquele jeito. O resto do mundo tá normal. E a gente fez um acordo. A gente nem sabia.

Eu acordo de deixar eles lá. De nem falar, nem tentar. Exato, por isso que é o último dos americanos. Não, aí a L vem pro Brasil e ao invés de ter que ir do oeste ao leste dos Estados Unidos, ela tem que ir do Oiapoque ao Chuí. Isso. A pé. A 40 minutos a cavalo pra ganhar um fragmento. Isso, exato. Eu acho que seria... De poderzinho. Só que, como a gente disse, o Brasil tá normal. Tá normal. Então é só uma aventura por um país que às vezes é meio perigoso. É tipo o central do Brasil. É o central do Brasil. Isso. Eu acho que é isso.

galera. Assim, eu acho difícil isso ser um teaser. Acho. Especialmente dado que o desenvolvimento do Intergalactic aparentemente está bem conturbado com Crunch e os caralhos. Seria muito esquisito New Dragon ficar fazendo teaserzinho de mais The Last of Us aí, né? Ah, é, né? Como é que eu mando outro Star? Intergalactic. O Intergalactic é isso, né? Tá a todo vapor, eu acho. Não, e como eu disse, com Crunch e tudo, né? Então...

Estamos fazendo parceria com o Cereal? Pô, que legal. Que bacana. Então, para o nosso bloco de Jorginhos,

E eu tenho o Jorginho da vez, que é um jogo brasileiro. Olha aí. Mais uma vez, na segunda semana aí, com jogos brasileiros, trazendo pra vocês o mais fino do videogame Tupiniquim. E mais uma vez, um jogo que teve o seu embargo liberado hoje, mas ele só lança depois de amanhã da gravação, ou seja, dia 8 de abril, também conhecido como quarta-feira, que no caso é o Subversive Memories, ou Memórias Subversivas, que é um jogo que, se eu não me engano, nasceu dentro da comunidade do Nautilus, não foi isso?

que é submersivo? Eu tenho a impressão que sim. Eu tenho essa impressão também. Qual que é o jogo? Ele é um survival horror que se passa no Brasil, né? No Brasil dos anos 70. Aí é isso mesmo, então, correto. No Brasil dos anos 70, durante a ditadura, né? O que será que aconteceu no Brasil dos anos 70, né? Muita diversão. O Brasil ganhou a Copa, não foi? Ganhou a Copa, é verdade, ganhou a Copa. E ele lembra, né? Pô, um survival horror indie, ele lembra bastante uma mistura de signales com um detention, assim, sabe? O jogo da

de Kendall Games, que é mais survival horror. Só que o Detention, ele é side-scroller, né? Mas ele lembra nessa vibe de trazer o terror vindo da situação política e tudo mais, né? E aí, assim, né? Qual que é a premissa dele? Você vai jogar com a Renata, que é uma... Ingrata. Isso. Ela é uma ingrata. Ela tem um passado confuso aí, que ela tá investigando e tentando encontrar suas origens e tudo mais. E ela vai parar nessa base militar abandonada.

jogo vai se passar nessa base, né? A base é meio que a mansão de Resident Evil do Submasive Memories, né? Inclusive, era uma mansão, né? Você vê que a história do lugar é que era uma mansão de gente, né? Rica, que tinha plantação e tudo mais, e que foi apropriada pelo governo, né? Da ditadura por conta de interesses ali, descobertos em volta da mansão e vai ser parte do mistério do que você vai explorando pra descobrir e entender. E fala onde se passa, tipo, se é algum estado, fala algum estado específico

Se não é São Paulo, é próximo. Eu acho que tem referências a coisas de... Tem coisas de Osasco, assim. Cidades, assim. Mas não tem certeza. Talvez seja só uma referência se o jogo passe em outro lugar. Não tenho muita certeza sobre isso, não. Talvez alguém no chat saiba. Barbacena? Não sei onde é isso. Mas aparentemente é Barbacena. E o jogo, ele... Assim, ele não vai... Por exemplo, ele nunca vai parar pra te explicar o contexto político, histórico do Brasil, da ditadura e tudo mais. O que você vai descobrir, né?

Exploração desse lugar, o que que era esse lugar, o que que era feito nesse lugar, quem que eram as pessoas que trabalhavam, né, e que estavam presas nesse lugar, né, e através de uma exploração bem estilo Resident Evil mesmo, né, que você vai explorar esse mapa, essa mansão que tá cheio de portas trancadas, cheio de puzzles, cheio de arquivos, né, pra você ler e descobrir mais sobre o mundo, que vão te dar dicas de puzzles também e tudo mais, e com isso você vai entendendo mais sobre esse mundo, sobre esses personagens e,

E muito também sobre a situação política do Brasil nessa época. Eu gosto bastante dessa parte Resident Evil dele. A parte do mapa em si que você explora. Essa base militar, né? É uma exploração muito bem feitinha, né? Daquilo de portas trancadas, as chaves. E aí abre um atalho que libera pra você explorar, né? Ah, esses lugares estavam conectados. E agora te faz repensar geograficamente esse lugar de uma forma diferente. Agora que você tem essa nova passagem. E o lugar tem três andares.

esses andares nem sempre são óbvias, né, você tem momentos de surpresa, de, ah, agora eu vou pular nesse buraco e ele vai me dar acesso a um lugar que eu não tinha acesso antes do mapa, e isso vai me levar a uma porta que eu vou abrir, ah, eu tava aqui o tempo todo, então, tem essa exploração bem legal, bastante puzzle, muito puzzle que é colocado de forma não linear no seu caminho, então, tipo, tem umas maletas, primeiras salas que você explora dentro da base militar, tem uma maleta com uma senha que é uma das últimas coisas que você vai fazer no jogo, então, você vai encontrando esses vários puzzles, alguns são até opcionais, assim, tem coisa que você vai precisar fazer pra pegar

o final verdadeiro do jogo. Tem colecionáveis. As colecionáveis são cartas do jogo do bicho, que são tão perfeitas, assim, tão coisas da época, que eu pensei, não é possível que alguém criou isso hoje em dia, e os créditos mostram que realmente foi de arquivos públicos e tal. Ah, tá. De acervo. A gente conheceu o Akira, um dos desenvolvedores do jogo, no jogatório, eu acho, do ano passado. No jogatório, isso. Ele até trouxe uns presentinhos pra gente, deu uma cartinha de jogo do bicho. Ah, é verdade. Essas cartinhas. Eu tenho uma cartinha.

Essas cartinhas são perfeitas, assim, que são aquele estilo de ilustração bem retrô e aqueles desenhos que, tipo, é meio infantil, mas é meio assustador, assim, ao mesmo tempo. Então, pro tom do jogo é perfeito. E, inclusive, é bem utilizado dentro do jogo, assim, eu acho bem legal. E é bem legal de ir colecionando, né, que você tem a lista completa e, né, você vai pegando aos poucos e vendo as cartinhas e, né, elas contam, estão em pares, né, então os pares contam uma historinha, assim, é muito legal. Você falou que ele é um Resident Evil Like, né? Aham. Mas ele é um zumbi?

like? Tipo, os inimigos são zumbis? Não, os inimigos, Rafa, são, de certa forma, espíritos, né? E o combate dele é uma coisa meio Alan Wake, assim. Você tem uma lanterna, e essa lanterna, ela gasta a bateria, né? A sua munição vai ser a bateria dessa lanterna, que você está encontrando espalhada pelo mundo. Inclusive, né, como um Resident Evil recursos bastante limitados, tentei enfrentar a maioria dos inimigos, que são poucos no jogo.

Eu acho que se você enfrenta, sei lá, 20 inimigos no jogo inteiro é muito. E mesmo assim,

eu já tava sem recurso de lanterna, sabe? A lanterna, ela recarrega automaticamente até o último nível dela, então você sempre tem uma última carga grátis da lanterna pra usar, e aí com o tempo ela recarrega, mas recursos limitados, né? E esse combate, na verdade, assim, em termos até de polimento, eu acho que é a parte mais fraca do jogo, tem pouco até feedback, assim, de quando você ataca, né, e do inimigo, já teve momentos de eu morrer porque o inimigo me prendeu num canto do cenário, e eu não conseguia sair porque o inimigo é um corpo físico ali,

ele não afastava pra dar espaço, então eu fiquei preso ali. Isso aconteceu algumas vezes. Mas sim, como o combate é bem espaçado, bem pouco ao longo do jogo, e eu acho que o combate, apesar de não ser exatamente a coisa mais divertida do mundo, eu acho que ele tem o seu lugar. Eu acho que esse jogo perderia se ele não tivesse combate. Eu acho que o combate acrescenta pra vibe e pra parte narrativa do jogo. Por quê? Eu acho que a tarefa mais difícil que esse jogo tem, e que durante um tempo eu fiquei pensando se ele tava sendo bem sucedido nela ou não, é essa tarefa de conciliar.

um jogo que ele tá querendo falar sobre ditadura, e ele vai falar bem cruamente, bem agressivamente sobre ditadura, vai ter momentos realmente, assim, de embrulhar o estômago mesmo, conciliar isso com uma história de mistério sobrenatural, tipo, ah, puzzlezinho, itenzinho, tananã, tananã, você, tipo, toma um puta soco no estômago, e aí você tem que, em seguida, ah, videogames, vamos lá, vamos resolver um puzzle, assim, e eu tava, nossa, será que, será que isso tá funcionando?

Será que isso vai dar certo no jogo? E no final eu acho que dá muito disso, até, por exemplo, o outro risco que ele corria,

era de banalizar ou enfraquecer o tema da ditadura, né? Misturando ele com essa coisa sobrenatural. Mas o que ele faz mais legal pra mim no jogo inteiro é como ele combina todas essas coisas tematicamente. Por quê? A ficção do jogo, né? Os militares nesse mundo, eles são daquele tipo de história, tipo, ficção onde os nazistas estavam mexendo com o ocultismo. Acho que os nazistas, de verdade, estavam mexendo com o ocultismo, mas ficção onde, tipo, eles realmente fazem pacto com o diabo, eles mexem com espíritos.

Eles conseguiram alguma coisa. É, exato. Tully existia. O grupo Tully lá existia.

Exato, mas onde mistura nazismo com sobrenatural. É meio que isso aqui, porque os militares estão explorando uma caverna, e aí eles encontram algo misterioso e sobrenatural nessa caverna, e o jogo é sobre o que é esse algo que eles encontraram, e o que aconteceu com eles. Tem descrições que lembram uma coisa meio, sei lá, até Casa de Folhas, o livro, que é descrevendo lugares impossíveis, e, por exemplo, os caras estão indo explorar a caverna pela primeira vez,

cadáver de um militar deles, ou seja, eles já tiveram lá antes e esqueceram. E o que eles encontram dentro dessa caverna tem justamente a ver com isso, com memória. E, pô, é muito foda isso, porque... Memória subver... É, bom, tem a ver com o título do jogo, mas tem a ver também com muito do que se fala quando se fala em ditadura, que é não esquecer, né? Tipo, lembrar... A maior arma que eles têm é a gente esquecer disso e deixar acontecer de novo, né?

E isso misturado, né, com o fato de que os espíritos que você encontra são, de certa forma, memórias do que aconteceu.

ser nesse lugar, memórias das pessoas que estiveram aqui, você encontra outros espíritos que não são agressivos, né, mas que estão meio que presos lá, que você pode usar uma vela, uma vela de sete dias, acender a vela pra pacificar aquele lugar, e aí você tem acesso às memórias daquele espírito, né, então você vê o que aconteceu com ele, aí muitas vezes é só uma coisa de lore, muitas vezes te dá uma solução de algum puzzle, ou te dá um item pra você progredir e tal, então tem tem muito disso, mas tematicamente é muito amarradinho, né, você ser sobre as memórias da Renata

o que os nazistas, os nazistas, o que os militares. As falhas. A grande arma que eles estão tentando obter, né, tem a ver com manipular memórias, né, de certa forma. Os inimigos, né, serem tematicamente ligados com memórias também. Pô, eu achei muito espertinho como que costura tudo numa coisa só, né, e é um jogo que vai falar sobre isso, como, de certa forma, se lembrar é resistir, se lembrar,

é uma forma de lutar contra, se lembrar é uma forma de sobreviver, né? De manter algo vivo, assim. Então, achei muito, muito espertinho. Por mais que tenha certas partes aí, como do combate, que não funcionem tão bem assim, acharia pior se não tivesse. Porque tá muito amarradinho ali, isso tudo. E, de fato, assim, é um jogo bastante pesado em alguns momentos. Ele tem temas bem sombrios, né? Mas eu acho que quando você consegue passar por esse miolo, vamos dizer, mais pesado, mais sombrio, é um jogo com uma mensagem que é positiva.

e não positiva de um jeito ingênuo, tipo, e tudo ficou bem, e tudo, né, vai ficar tudo ótimo, e todos viveram felizes para sempre, mas num sentido de enquadrar a memória como uma espécie de resistência, como um tipo de arma, né, no sentido de dar esperança justamente pra alguém que, tipo, tem um momento que fala assim, né, pô, o presente tá uma merda e o passado parece pior ainda, né, o que a gente faz? E o jogo, ele tenta dar um conforto em relação a isso no final, assim,

eu achei emocionante, né? O final, eu gostei bastante de pra onde a história vai. Então, pô, jogo curtinho. Terminei em umas três horas e meia, quatro horas. Ah, é curtinho. Bem curtinho, eu recomendo bastante, viu? Como eu disse... Só PC por enquanto, André? Eu acho que sim. É só Steam, é. Não sei se tem pretensão pra outras plataformas. Eu acho que tem que ir, né, com um pouco da mentalidade de que ele vai tocar em assuntos bastante pesados, mas eu acho que vale a pena.

Não é uma coisa que tá lá pelo choque só pra... Nossa, olha como é violento e é de forma alguma.

que foi feito com bastante sensibilidade e bastante propósito. Eu acho que tudo que ele usa, ele usa com bastante propósito. O Vinícius falou que no vídeo do Nautilus, o Lucas fala que o foco agora é adicionar mais línguas para o jogo antes de portar. Ah, legal. Eu vi nos créditos que tem já para russo, chinês, inglês e espanhol, não sei. Mas legal. Tem português, inglês, espanhol e russo. E o espanhol da América Latina especificamente. Ah, que legal. E dublagem, só tem dublagem em português. Ah, é dublado?

o jogo. Eu não sabia também. Porque chora os Toby Fox. É que tem alguns momentos de diálogos em português acontecendo pelo mundo, mas o jogo em si não é dublado. Ok, ok, ok. Tipo, tem... Rádio. Rádio, é. E são transmissões da época que ele falou. É, é. Pô, então também precisa dublar. Você consegue ficar ouvindo assim e ficar escutando as notícias da época, assim. Nossa, que loucura. Tem música, né, da Voz do Brasil. Tipo, o tema principal, assim, toca um trecho meio, acho que é interpolado.

Não é a música da Voz do Brasil, exatamente, mas uma música que usa um pedaço dela, assim. Tem uns sambinhas, umas músicas de carnaval, eu acho. Umas coisas assim. Legal, massa. É muito legal. Gostei bastante, viu? Pegou todas as cartinhas do jogo do bicho, né? É importante pegar todas as cartinhas. Ok, ok, ok. É, o André falou que tem um final verdadeiro, né? Imagina que ele deve envolver os platáveis, né? É, tem coisas... Gostei disso.

No final, assim, você consegue meio que ir pro lugar que ele fala assim, olha, se você vier aqui, é o final do jogo, mas tem mais coisas pra resolver, né? Então...

se pá, vai pra esse lugar. Tipo, no final tem umas coisas interessantes que eu até, tipo, é um jogo curtinho e eu gosto até dele ser curtinho, gosto de uma experiência que você consegue sentar e jogar, terminar de uma vez assim, mas tem umas coisas interessantes que ele faz no final que eu gostaria de ter um pouco mais daquilo, né, que tipo, no final você pega um... Acontece uma coisa que certos caminhos da base militar, eles mudam, né, e aí você tem que repensar a sua travessia desse lugar.

Por exemplo, uma coisa que ele tem de, que eu acho um pouco estranha, é que você tem, assim como Resident Evil, salas de save, né,

Salas seguras com, inclusive, uma máquina de escrever e tal. Só que essas salas são os únicos lugares onde você consegue ler os arquivos que você pegou durante o jogo. Tipo, revistas, diários e tal. Você não consegue consultar eles no seu inventário. O que é um pouco estranho, porque, tipo, direto pra resolver puzzle, tipo, ah, sei lá, a senha é tal coisa que tá anotada no arquivo. Aí você, tipo, putz, vou ter que achar a sala de save mais próxima e conferir lá. Tem que tirar foto do... É, às vezes a ideia era andar,

anotando, né, as informações, mas eu acabava indo voltando pra sala mesmo, o que acabava sendo só um trabalho a mais, assim, porque não é como se o jogo mudasse muito o cenário enquanto você tá explorando ele, só nesse momento final, assim, que eu achei legal, porque recontextualiza o mundo, recontextualiza a sua relação com certos caminhos, né, agora certos lugares não são mais caminhos, agora certos lugares são caminhos, mas são mais perigosos, então ele faz umas coisas interessantes no final, assim. Tal qual Resident Evil, você falou que é

mais uma coisa que você tá fazendo no Resident Evil é você não matar os inimigos justamente pra poupar recursos, né? Dá pra você não matar os inimigos, ficar dando olé neles e deixar eles vivos na sala mesmo? Eu acho que a maioria dá, porque a maioria são lentos. Eu acho que o que pode acontecer, eu não recomendaria, porque o que pode acontecer é o que aconteceu comigo do inimigo te prender num canto, assim. Mas você matou todos os inimigos, então?

Eu tentei. No final, teve alguns que eu deixei porque tinha acabado, não tinha mais pilha. Eu tinha usado

o recurso que o jogo tinha, aparentemente. E o demo que eu joguei do jogo, que era os primeiros, sei lá, 30, 40 minutos do jogo, tinha umas salas que eu tinha que matar bicho porque eu tinha que inspecionar a sala. E o bicho ficava lá e mexia no saco. Então, às vezes, você tem que matar o bicho pra investigar o lugar com calma. Ah, que nem no Resident Evil, né, também. Sim, sim, sim. Você tem que saber priorizar os zumbis que você vai matar.

Exato. Mas tem uns que você meio que tem que matar, a não ser que você já conheça o jogo e saiba onde estão as coisas que você sabe que importam. Não, é muita vibe, né, mas assim, ele também acho que não tem muito

Talvez alguém esperaria de um jogo tipo Resident Evil que tem uma coisa de speedrun e ele não tem nada desbloqueável pra você. Tipo, agora eu vou jogar de novo e fazer o speedrun. Mas acho que com certeza dá pra fazer. Mas eu acho que é isso. Subversive Memories... Você achou o jogo subversivo? As memórias são subversivas, sem dúvida. Especialmente dependendo de quem estiver julgando elas. André, a verdade é que eu entendi tudo o que você falou. Então tá bem, vamos pra próxima.

André, você falou, falou, falou e falou, e eu não entendi nada. Você pode explicar pra mim, colocando tudo o que você disse numa letra e um número? Eu posso tentar, Sushi, porque aqui no Jogabilidade nós temos a nota naval! Que quando o OBS não trava, é o nosso sistema de dar notas desnecessariamente complicado aqui no Jogabilidade, aqui no vértice, onde ao invés de dar uma nota de uma 10 ou de uma 5 estrelas, nós colocamos um ponto num plano cartesino

onde o eixo X vai de 1 a 10, ou de ousadia e alegria, não. De desinteressante a interessante, e o eixo Y vai de J a A, ou de ruim a bom. E para memórias subversivas, ou subversive memories, eu vou dar uma nota D8. Gostei quando o André fez uma tensão assim. D8 para subversive memories. Legal, bacana. Um dado de oito lados.

É verdade, um D8. Tá aí. Vocês têm vontade de jogar? Eu acho que todo mundo devia jogar. Eu tenho vontade. Sendo curtinho desse jeito, pô, eu tenho bastante vontade. É, com certeza. Eu só não sou muito bom nisso de priorizar os inimigos que eu tenho que matar ou não, sabe? Mas eu acho que é de boa. Acho que se no final sobrar um ou outro, você consegue dar um olé nele. Mas quando você termina o jogo, você desbloqueia o lança-mísse?

Pois é. Se você zera oito vezes, você joga com Akuma. Ah, legal. E Hadouken a luz, então derrota os bichos. Pô, foda. Mas eu quero muito jogar ele sim. Só não conseguir ainda por...

pesquisas pro Rodízio, que é o que me traz agora, André. Próximo jogo, Silvio. Como sempre, eu tenho me segurado pra não ficar falando de todo jogo que eu jogo pro Rodízio, né? Porque eu tenho jogado dezenas e dezenas de jogos todos os meses pesquisando pro Rodízio. Só de terminar, gente, vocês chutem quantos jogos eu já terminei esse ano? Três. Cinquenta e oito. Quarenta e cinco. Caralho. É mais que três. Eu não joguei quarenta e cinco jogos na minha vida.

Exato. E o que eu não zerei, já quase uns quarenta também. Então eu tenho jogado

muito jogo pro Rodizio, então eu tô me segurando pra não ficar falando deles aqui. Aí eu vou falar também no vídeo. Vai falar no Rodizio, né? E tal. Então, por favor, assista um Rodizio que tem muita coisa que só tá ficando pra lá. Tipo, o Demon Dust. Amei aquele jogo. Uns jogos do ano pra mim. Quero jogar ele. Quero jogar o Big Hops. Sabe qual jogo que eu voltei pra jogar? O... Kern. Ah, eu quero jogar Kern também. Não consegui ainda.

Esse é o de escalar? É o de escalar. É o de escalar. É o de escalar, perninha treme. Joguei um pouquinho do Super Meat Boy 3D também, quem sabe eu falho no próximo Vert. Ah, esse eu queria jogar. Mas achei engraçado.

que o Sushi põe o joguinho dele na pauta e fala assim, se der tempo. Mas se der tempo, como a gente tá com duas horas, dá pra falar. Não queria incomodar. É que às vezes eu vou falar do jogo e já falo com três horas e meia. Aí eu falo, não vou falar. E já fica o aviso lá pra gente já... Chega na hora e já segue a vida. Tem que botar o jogo na pauta. Mas eu botei. Então assistam o Rodízio, vejam lá eu falando do Demon Dust, eu fico triste.

É sempre isso, né? Quando é um jogo que a gente quer muito falar, que a gente tá muito empolgado,

Eu, pelo menos, eu nunca fico feliz. Eu sempre acho, putz, eu acho que eu não apresentei direito o jogo. Ah, eu também. Ah, não, é. E eu, de novo, eu acho que eu não apresentei direito o Demon Dust e tal, mas vejam lá. Demon Dust tem só PC? Só PC, infelizmente. Porque o mouse é importante, né? Ah. Por causa da interface do jogo. Mas um jogo que eu gostei muito, não necessariamente meu favorito do mês, mas eu acho que é um pertinente pra falar hoje, André.

É o The Red Line. Você sabe alguma coisa desse jogo? A Linha do Rato. É a Linha do Rato. Eu sei. Por falar em nazista, né? Por falar em nazistas, exato. E eu acho que você vai amar esse jogo, André.

Eu quero muito já. Tipo, como se gatos fossem os nazistas e os ratos. Não, não é literal animal, não. É porque tem um... Tem o quadrinho, né? Tem, tem. Sim, sim, sim. Mouse? Mouse. O Direct Line, ele é mais um desses jogos de investigação inspirados por Obradim, por Golden Idol, Rare Story. Rare Story. E essa leva de jogos investigativos por interface, entre aspas, né? Esse jogo vai se passar nos anos 70, no nosso mundo, durante a Guerra Fria.

72 ou 3, especificamente. Esqueci o ano exato agora, mas é no comecinho dos anos 70. Nos Estados Unidos, você vai estar jogando com um detetive particular nos Estados Unidos. E como que ele é um jogo de interface num período sem computador, né? Porque muitos desses jogos a gente tá acostumado a interface de computador. Sei lá, o Immortality sai da interface de computador pra interface de edição de vídeo. Ou aquele das Root Trees Are Dead é interface.

É computador, mas é... É que você tem o mural e o computador, né? Você intercala entre os dois. O TR49 tem um computador,

fantástico. Exato. Não é bem de interface, mas tem uma parte de interface, o Alan Wake 2, que não é computador. É, mas é um mural. É, mas é outra coisa, né? Ah, isso é um mural. E esse jogo, ele é tão inspirado nesses outros que eu citei, que eu acho que o desenvolvedor entrou em contato, o designer do Golden Idol, entrou em contato com o Lucas Pope, do Obradim, e o pessoal do World's Reserved. Porque a primeira coisa que aparece na descrição do jogo no Steam, é o coach desses três, elogiando o jogo.

Ah, que legal. Falando que o jogo é muito bom. E tem easter eggs nesse jogo do Worcester's Are Dead. Tem um aparelho que chama Barlow Tech, tipo do Sam Barlow, né, do Rare Story. A referência é que ele tem ao Worcester's Are Dead, que no jogo você tem um telefone. Daqui a pouco eu explico direito do jogo. Você pode ligar pra empresa do Worcester's Are Dead, que é de doce. Tem um telefone da Companhia das Índias Orientais, do Obradim.

Ele tem referência a todos esses jogos que inspiraram ele de forma bonitinha e engraçadinha. E tem até achievement, se você liga pro telefone deles e coisas do tipo.

Mas o que é esse jogo? Esse jogo é um jogo de investigação, que eu já estava falando, no qual você vai ser contratado por pessoas que você não conhece, desconhecidas, que elas ligam pra você, falam, olha, a gente tem um trabalho pra você. Faz esse trabalho. Tipo, não promete nem dinheiro e tal, e o seu personagem meio que aceita. E qual que é esse trabalho? Caçar nazistas que fugiram de julgamentos, de tribunais da Segunda Guerra Mundial e escaparam pra outros países do mundo.

Aí ele vai pra Argentina. O primeiro caso é na Argentina. É um dentista na Argentina.

procurar alguém na Bolívia, tem uma pessoa, acho que é no Chile, tem uma pessoa aí na Argentina, aí tem no Canadá, aí tem... No Brasil também teve, viu, galera? Ainda bem que no Brasil ficou livre, né, galera? Tem uma citação ao Brasil, mas você não procura ninguém no Brasil especificamente. Tem coisa na Inglaterra, nos Estados Unidos, e por aí vai. E o jogo vai ser basicamente isso. Você procurando essas pessoas. Só que a história é muito de, olha, a gente tá procurando um cara que na Alemanha tinha esse nome. A gente não sabe o nome dele atual. A gente sabe que ele

fugiu pra Argentina. Um exemplo. Só procurar no Instagram o Sushi. Então, como é que você vai fazer? Você tem... Você sabe que esse cara foi pra Argentina. Você tem a foto do batalhão, que ele é alguma dessas pessoas no batalhão, e o nome dele da época que a pessoa morava na Alemanha. Se vira. E você vai ter que pegar telefone. Esse jogo tem muito disso de... Pega o telefone, diz com o número. Você vai ter uma agenda telefônica que...

Aí tem as limitações de ser um videogame, né? É uma lista que não é tão grande, então você consegue as mesmas

extrapolar, chutar, ficar folheando, tentando procurar algo que pode parecer com o que você queira, disca pro número. Nas opções tem lá pra você ativar de clicar na lista telefônica e já discar, você tem que digitar na mão, tá? Digitar ou fazer com disquinho? No jogo é de discar, mas no computador você vai coisar, né? É que você usa o seu teclado pra digitar. É que eu acho legal digitar o número, né? Tipo, olha a listinha, tipo, é 4, 4, 4, 5, tananã. Ah, porra, escrevi errado. Aí você começa de novo.

Tem que botar o número do país primeiro? Tem. Pior que tem. Ah, que legal. É... Código. Outras coisas que você vai ter, você vai ter o telefone pra você discar, você vai ter uma biblioteca mágica que você pode pesquisar termos, coisas, e às vezes vai aparecer, tipo, recortes de jornal, notícias. Chamava Barca na época. É porque, mágico, porque você vai pesquisar na sua casa, num aparelho, que vai imprimir pra você já os resultados, sabe?

Mas não é mágico no lalor do jogo. Não. Eles só não explicam. Então, por exemplo, no telefone.

pesquisando em livros, é isso. É, na prática do jogo você não sai de casa nem nada, mas você vai achar páginas de jornal com uma matéria de falando de coisas. Ah, e você encontra por palavras. Isso. É que algo que não era realmente uma tecnologia na época, né, procurar por palavras. Um exemplo de coisa meio mágica, entre aspas, também, é, vamos dizer que eu liguei pra uma empresa que o André trabalha, que eu acho que ela tá envolvida de alguma forma em encontrar a pessoa que eu tô procurando.

Aí, o André fala, nossa, que curioso que você perguntou isso. Nossa, que curioso que você perguntou isso. Essa pessoa passou aqui e deixou uma carta, vou enviar pra

você. Aí você termina a ligação, chega a carta ali, você já tá com a carta pra você inspecionar, entendeu? É, porque eles usaram CDX 30. Imagina se fosse que nem Pocopia, que tem que esperar um dia. Exato. Não, não, não. Só pra dizer que o jogo não tem passagem de tempo. É tudo instantâneo, né? O que faz parecer que é meio mágico, porque tudo acontece rápido na sua pesquisa. Mas eu gosto muito dessa parte. Ele tenta ser o mais tátil possível em tudo que ele... de mecânicas que ele apresenta.

Tendo as inspirações que ele tem, você acha que ele vai ser o quê? Um jogo de clicar e arrastar.

Arrastar termos, né? Que esse é meio que o padrão hoje em dia. Porque o Golden Idol... Um padrão. A gente fala muito, tipo, ah, o Golden Idol joga o estilo Golden Idol, mas o Golden Idol, ele tá indo atrás já do Obradinho, por exemplo. É, o Obradinho aqui é um pouco do ponto de origem. Óbvio que pega influências de outros lugares, mas ele é um catalisador, assim, né? É um ponto de virada ali. Exato. Esse jogo é mais Obradinho nesse ponto.

Tudo você tem que escrever. Então, tipo, ah, eu tô investigando um jornal, encontrei um nome, pode ser esse nome. Você vai clicar e arrastar,

Não, não. Você tem que lembrar de cabeça e escrever. Então, todas as informações que você vai preencher nesse jogo, não tem uma caixinha pra você clicar. Então, você quer dizer que a gente tem que jogar com um caderninho. O que eu ia perguntar justamente sobre isso é, tipo, se ele não tem um sistema igual do TR-74, acho que era... TR-49. Do TR-49? Tipo, você tem um codex com as informações que você já tem pra consultar e ser mais fácil.

Não tem. Ou, por exemplo, o Virtual Dead, você tem um caderninho que, dentro do jogo,

É um jogo que você pode anotar, né? Você pode até selecionar textos e salvar nesse caderninho e tal. Mas eu tava falando disso, mas no ponto tipo Golden Idol. Você salva todos os termos numa lista de termos. Então você sabe o que é importante. Quando você tá lendo os documentos do Golden Idol, ou até mesmo o jogo que eu falei no mês passado, que eu falei em fevereiro, na verdade, que é o do detetive lá. Confidential Killings. Confidential Killings.

Ah, eu tô lendo uma carta, os termos importantes, o jogo vai marcar pra mim, eu vou clicar e vai pra uma lista. Você sabe o que tá destacado, as coisas pegáveis, né? Exato. Que você pode utilizar.

Marca nada. Você só vai saber o que é importante quando você, na sua cabeça, cruzar as informações. A única coisa que você vai ter de guia, quando começa uma missão, vai aparecer um número, que tem um botão de ajuda pro jogo te dar dicas. Lá tá falando, ó, 14 documentos. Nessa missão, você vai encontrar 14 documentos. Então, isso é o que você sabe. Conforme você vai encontrando esses documentos, vai cair no número. Chegou no zero, você tem tudo que você precisa pra resolucionar.

Agora, lê tudo, cruza as informações, mas em momento algum, ele vai destacar algo de relevância.

De novo, o jogo tem o botão de ajuda pra você achar documento, caso você não tenha achado ainda, e ele tem ajuda pra... O que você precisa preencher é a foto da pessoa, o nome, sobrenome e o local que ela se encontra. Às vezes o nome e o sobrenome é o nome original, porque, por exemplo, às vezes a missão vai ser, ó, essa pessoa aqui que a gente conhece de hoje em dia, a gente acha que ela tem ligação com o partido nazista. Tenta descobrir o nome dela da época.

E às vezes é o contrário. Tipo, olha, a gente conhece esse membro importante nazista,

pra Argentina... Quem que é ele hoje, né? Exato. Quem é ele hoje. Então, às vezes, vai depender caso a caso. Então, ele é dividido em capítulos, assim? É. Ele é. Ele só tem nove casos. Eu levei umas 13 horas pra zerar o jogo. Porque ele parece ser mais difícil. Parece ser mais difícil. De todos os jogos desse tipo que eu joguei, ele é o mais cabeçudo disparado. Você jogou o Root Reels? Joguei. Eu não terminei o Root Mania. Ah, é o Root Mania que...

É porque você falou que... Você e o Caio falaram que no Root Mania que o bagulho pega, né? É, o Root Mania que pega. Então, é. Eu não sei. Mas, assim,

Que o Route 3 base, você achou esse bem mais... Bem mais. Interessante, gosto. Ao ponto de que eu fui de curiosidade dar uma olhada nos reviews no Steam, o jogo tá tipo 70 e pouco por cento positivo, a maioria dos reviews negativos é que as pessoas acharam difícil demais. Mas você acha essa dificuldade bem feita? Tipo, são coisas, saltos lógicos? É isso. Eu... O negócio é, você tem que ir com paciência nesse jogo. Você tem que ir com paciência e saber passar o pente fino. Ler e...

e reler, e reanalisar, recontextualizar as informações que você tá lendo. A impressão que me dá, é que as pessoas que deram review negativo desse jogo, achando difícil, é que foram imediatamente pra ajuda. Não, ah, olhei cinco minutinhos aqui, não achei? Ajuda. Ah, nossa, como assim eu tinha que descobrir isso? Porque é muito comum esse jogo de puzzle, né? Quando você vê a solução, parece absurdo, porque não foi você que teve o salto lógico.

É, se você pular pra solução, é... É, você não passou pelas etapas que levariam até ela, né? Eu tive que pedir ajuda,

Porque eu tava correndo jogos do mês, pesquisando por rodízio e tudo mais. Então, tipo, o quê? Eu não posso ficar o dia inteiro nesse jogo. Tipo, o dia inteiro, a semana inteira nesse jogo. Eu preciso avançar. Então, teve umas duas, três situações que eu pedi dica. Mas, no geral, eu tentava. Ficava, vamos reler, cruzar, blá blá blá blá. Sempre encontrava. Sempre tem uma lógica por trás. Às vezes é uma lógica que você não tá enxergando naquele momento.

Mas tudo eu achei que tinha uma lógica por trás. Eu gostei muito da dificuldade do jogo. Eu gostei muito do quão exigente ele é. E eu acho que o André vai gostar exatamente porque

o André dá a muitos desses jogos de mistério, é quando o jogo te conduz. É, ele supõe que você já entendeu, então ele vai te dar a resposta. Sim, sim. Esse jogo não existe isso. Você não jogou o Sense of Lake Manor, né? Não joguei. É que ele, nossa, eu senti que ele faz muito isso. E Alex, você gostou bastante, né? Não, eu gostei, mas tem esse problema, né? Eu não gostei tanto quanto outras pessoas que eu conheço que jogaram por causa disso.

E outra coisa que não foi uma crítica super comum, mas uma crítica que eu vi acontecendo algumas vezes é as pessoas criticando a história do jogo. É assim,

Pesado pra se abordar. A história vai girar em torno disso. E a história tem algo a dizer. As pessoas que jogaram... E ele é um jogo que não tem exatamente muita história. Mas ele tem uma narrativa acontecendo. A pessoa que escreveu essa história, ela sabe o que ela tá falando. Tipo, no sentido de que eu sei que era assim nessa época. Eu não quero dar spoiler do jogo. Mas eu já vi gente falando aí. Pô, se o cara tá caçando nazista nos Estados Unidos, ele tem um lugar pra olhar.

Será que esse jogo vai abordar exatamente essa crítica? E eu sinto que algumas pessoas jogaram o jogo com o cu, assim. Acho difícil tirar o cu.

Jogar nele. Mas apesar que ele não tem... Ele não tem comentários super profundos. Mas ele tem uma crítica que ele está fazendo. A relação... Que no começo eu comentei, tipo, ah, tem nazista na Argentina, né? Vários países da América do Sul. Ah, esse jogo está falando que a América do Sul é tudo... Não, calma. Não, até porque historicamente foi o que aconteceu aí. É, exato. Mas como eu falei, ele vai ter bastante na história nos Estados Unidos, no Canadá, na Inglaterra, na França e por aí vai.

Tratado pelo governo estadunidense. Mas talvez a pessoa falou da história porque, tipo, tá, você encontra a pessoa que é. Sim. E aí você, tipo, delata ela. Você sabe o que aconteceu depois. Talvez, sei lá, talvez a pessoa pensou nisso. Ah, você só descobre quem era a pessoa, mas não tem nenhum feedback disso. Ah, tem que jogar, ok. Cara de mistério, ok, ok, ok. Você tem que jogar o jogo e descobrir. Ok, ok. Mas eu gostei bastante.

Gostei bastante do jogo. Se você gosta desse tipo de jogo, recomendo muito, muito, muito, muito. Imagino que não tem em português.

Infelizmente, só inglês. Esse tipo de jogo, quando tem em português, demora um pouco. E parece jogos pequenos. O Obradinho teve. No lançamento, ele teve em português. Mas o Golden Idol, ele demorou para ter. Inclusive, eu acho que ele só teve de verdade, porque ele fez sucesso. Exato, foi popular, fez sucesso. O Filipe Alves perguntou, Sushi, ele disse, no Obradinho, você pode meio que colocar a culpa do assassinato em quem você quiser. De acordo com sua investigação.

Isso pode acontecer nesse jogo também? Tipo, você pode apontar a pessoa errada sem querer? Eu deixo pra pessoa descobrir jogar no jogo. É sim, se ele não pudesse, ele diz que não. Muito misterioso, né? Muito misterioso. É um jogo cheio de mistério. É um jogo que é curto, não quer entregar. É, tá certo. Alguém, inclusive, falou, acho que foi o Stra... Não, o João Busato falou, né? Não sei se vocês falaram mais desse termo, Ratch Line, é a rota de fuga dos nazistas.

Tá aí. É, o jogo, ele aborda isso. Ah, legal. Faz sentido. E o Tour saiu em português, sim. É verdade, recente. Saiu esse ano. É verdade, muito legal.

Não vi como é que tá, mas... Que bom. Toma essa, Toby Fox. Sushi, preciso que você me dê, então, agora, a nota naval de The Red Line. Né? Nota naval, já explicamos, né? Já explicamos, já explicou. Exato. Nota naval. Será que é foda? A estrutura dele não é a coisa mais original do mundo. Mas eu acho que ele tem um gostinho muito próprio. Porque eu não quis dar spoiler das mecânicas que ele apresenta. Fora o telefone, que ele...

Se bem que eu dei spoiler de duas, né? Mas ainda tem mecânica pra você descobrir jogando o jogo, que eu acho bem interessante. E eu gosto muito disso.

escrever tudo, que eu sinto que a maioria dos jogos que tá indo pra esse estilo hoje em dia é o formato mais Golden Idol, de você ver termos importantes e marca e tal. Então, por mais que ele seja muito familiar a outros jogos e cita eles nominalmente dentro do jogo, mesmo que de piadinha, eu ainda acho ele um jogo muito interessante, dada a profundidade dos mistérios dele. Então, a interessância pra mim ainda vai ser alta, provavelmente. E a qualidade do jogo, putz, ele é bem bom, né? Nos tipos de puzzle dele,

mecâniquinha. Eu acho que ele só tem meio que uns bugs meio chato, pra ser sincero. É. Mas bugs são temporários. É. Amigos super assim. Tipo, você clica onde você vai escrever o nome da pessoa, por exemplo. Tem uma fotinha pra você preencher, né? Quando você clica lá, aparece um aparelhinho, tipo um pager, assim, que você vai escrever o nome dele. E nesse aparelhinho, você pode trocar entre nome, sobrenome e local. E às vezes, não funciona direito os botões.

Mas é pra replicar a experiência de usar um pager naquela época. Tipo, você vai escrever o nome,

não escreve nada, às vezes você escreve o nome e não aparece uma lista, porque, tipo, eu vou escrever José, você escreve José e não preencheu nada, ok, não tem José. Porque quando você coloca os três primeiros caracteres, ele já aparece uma lista. Entendi, entendi. E essa lista é bem curtinha, de nomes, locais e tal. Então você consegue supor algumas coisas até, através disso. E às vezes não dá a lista, às vezes não escreve, às vezes o botão não troca.

Os bugs do jogo é basicamente nessa interfacezinha, nesse menuzinho. Mas, como o Rafa falou, dá pra corrigir e tal.

Mas eu vou dizer, acho que é um B8. B8, ó. Vitamina B8. Muito bem. B8 para The Red Line. Não The Red Line, tá? Isso aí é coisa de One Piece. The Red Line. É, tá aí, então. E esses foram os nossos jogos. Vamos para o nosso bloco de perguntinhas. Você aí que tem perguntinhas para nos mandar, que tem temas para a gente discutir, coisas sobre videogames para a gente falar sobre, você pode mandar suas perguntinhas e tudo mais.

para o nosso e-mail, que é o vértice, arroba jogabilidade.de, ou para o nosso Telegram, que é o arroba jogabilidade, que tá com a conta em dia, tá bom? E aí, quando você mandar o seu e-mail ou a sua mensagem no Telegram, você vai ter a sua dúvida transformada alquimicamente em sabedoria e poderá soar mais ou menos assim.

Boa diferença.

com os jogos e, no fim, conseguir parar com ele. Vocês também têm algum comportamento que sentiam que estragava a experiência com videogames que ainda conseguiram lidar ou ainda sofrem com ele hoje em dia? Abraços e beijos de um fã de longa data. Beijos, Llema. Obrigado. Você pensou que legal? A primeira pergunta dele pra gente foi tudo bem com vocês? Olha aí. Que bonito. Eu, às vezes, sou muito complexionista, mas eu também tinha muito isso de não gastar recursos do jogo, sabe? Poupar demais de... Como é que fala? Sushi? Semão de vaca. Exato.

Algumas coisas do jogo, tipo, ah, não vou ganhar essa granada nunca. Isso não estragava a minha experiência, mas deixava o jogo muito mais difícil do que o necessário, sabe? Uma coisa que eu tenho, que eu ainda tenho, já foi mais forte, mas eu tenho ainda hoje, é tipo, se eu vacilar um pouquinho, eu vou olhar um guia pra pegar todas as coisas, todas as coletáveis do jogo, assim. Ah, mas... E é tipo, é uma coisa patológica, assim.

Mas depois de zerar, acho que não tem problema. Não, da primeira vez. Mas isso atrapalha? Isso estraga a experiência pra mim, assim.

Porque ele não tem experiência de achar as coisas por conta própria. Eu preferia jogar no meu ritmo, olhar, explorar, pegar as coisas. Mas, tipo, às vezes eu posso entrar na pira errada. Eu falo, não, eu preciso achar tudo. Aí eu abro um FAQ e vou item por item. Eu era muito assim com Zelda. Tipo, pegar todos os pedaços de coração. Todas as coisas colecionáveis e tal. Então, eu ainda preciso me cuidar para não cair nesse comportamento até hoje.

É, tipo, da primeira vez é difícil. Porque, tipo, com Zelda eu faço Zerei. Ok, vou procurar um pouquinho. O que eu não achei? Aí eu vou procurar a guia. Mas, na primeira vez,

Uma coisa que tem acontecido comigo, que não tem a ver com videogame, pode acontecer em videogame também, mas tem a ver com livro, série e tudo mais. Quando eu começo, não muito, mas quando eu tô na metade do livro assim, e eu sinto que eu tô muito apegado à história, aos personagens, e eu tô com medo de alguma coisa ruim acontecer, eu pesquiso se o final é triste ou feliz. Sei lá, tal livro, Happy or Sad Ending, entendeu? Só pra saber, pra mim me preparar psicologicamente. Entendi. Tem um site que faz essa coisa,

que, tipo, você pode pesquisar vários temas, assim, que, tipo, ah, nesse livro tem morte de cachorro, tem, sei lá, término de relacionamento, sabe? Você pode pesquisar coisas que você... Mas acho que só pra filme que fizeram isso. Mas, assim, eu acho que, principalmente na época do PS3, quando começou a ser uma coisa na minha vida, antes de eu tomar controle sobre meus próprios sentimentos, eu tive uma época que eu levava troféu mais no extremo, assim, de, tipo, fazer, que nem o Tengo falou, de jogar jogos só pelo troféu,

Ah, hoje em dia não? Não. E o Sussarur lá, como é que é? Mas aí é piada. Não, é um jogo que você platina em 10 segundos, né? Entendi. Mas assim, de jogar algo que eu não tinha interesse ou que eu sabia que ia ser ruim pra pegar o troféu. Por exemplo, então na época eu joguei, sei lá, coletânea do Mega Drive de PS3, que era fácil de platinar. O jogo do Exterminador do Futuro, Terminator Salvation de PS3, era fácil de platinar. O jogo da Hannah Montana era fácil de platinar. Porra. A gente fazia isso e fazia também isso que o Tengo falou,

de já começar com guia, né? Seguir certinho. De troféu já, né? Ou de ficar olhando, assim, tipo, vou jogar ou não esse jogo? Deixa eu ver a lista de troféus primeiro. Mas aí eu me desapeguei desse tipo de comportamento. Um negócio de já começar o jogo com guia, pra mim a experiência foi, tipo, quando Metaphor e Repantásio, que é o tipo de jogo que me dá ansiedade. Tudo tem a ver com ansiedade, né? Mas é o tipo de jogo que me dá ansiedade pela passagem dos dias.

Então eu joguei ele, do que eu joguei ele, eu joguei com guias do que eu tinha que fazer

a cada dia do jogo, assim, pra não errar alguma coisa. Uma outra coisa, tipo, ah, e sobre isso que ele fala de não usar itens, né, tipo, ah, granada, itens especiais, armas especiais e tal. Uma coisa que eu faço atualmente, no começo da maioria dos jogos, eu faço isso meio que naturalmente, eu nem penso muito sobre, mas é testar os limites, assim, sabe? Tipo, o que que acontece se eu gastar tudo que eu tenho de uma vez, assim?

Mas isso é muito interessante. É, tipo, o jogo... Porque você pensa, vai ter softlock? Exato, o jogo, ele vai balancear o que ele me dá,

a medida do que eu gasto, ou ele é realmente um jogo de recurso. Ele só tem a aparência de ser de recurso escasso, ou ele tem realmente recurso escasso. Porque tem jogo que você consegue dar um softlock, né? Principalmente jogos mais antigos e tal. Exatamente. Ou jogos que realmente te puniam por gastar arma especial antes do momento e tal. Mas hoje em dia, é muito raro. Mas, a gente era uma criança que jogava Playstation 1. Nessa época, era comum você errar os recursos ali e ficar travado em alguma parte do jogo, né?

E é por isso que dá ansiedade. Eu tinha isso de guardar, sabe? Tinha que guardar todos os recursos que eu pegava por causa disso. Porque em algum momento da minha infância eu fiquei preso em alguns jogos. Porque eu, sei lá, gastei a Rocket Launcher. Não, você tem que guardar a Rocket Launcher pra esse boss aqui, sabe? E aí perguntaram, assim, sobre o Metafora, provavelmente. Pô, mas errar faz parte da experiência, não? Pra jogos que são muito longos, que eu sei que eu não vou rejogar, eu não consigo não pesquisar algumas coisas antes, assim. Porque eu sei, eu não vou rejogar a Metafora e a Fantasma.

entendeu? Então eu não vou. Tem que ter a melhor experiência. Exato, eu quero ver tudo, sabe? Uma coisa que eu fazia muito antigamente, mas eu meio que larguei mão disso, é que jogando RPG eu grindava muito. Tipo, muito, muito, muito, muito, muito. Especialmente os Tales of mais antigos, que você, quando você usava determinada skill x vezes, você desbloqueava outra skill. Não, eu vou desbloquear todas as skills da primeira hora de jogo, sei lá.

Então eu grindava pra caralho, pra caralho, assim. Final Fantasy antigo eu grindava pra caralho.

tipo, botava o meu CD do pânico e ficava grindando, assim, tá ligado? Grindando ao som de macacaralho. Macacaralho, entendeu? É, eu faço isso de ver o limite, assim, eu vou jogando do jeito que dá até eu encontrar uma barreira. Aí, tipo, quando eu encontro uma barreira eu entendo um pouco mais sobre o que o jogo ele quer de mim e aí eu me adapto a isso. Tipo, ah, o jogo ele, aqui, é pra ser uma coisa difícil. Então, ah, então era pra eu ter feito mais coisas opcionais antes, talvez. Eu tento estar

no nível do jogo, assim. Eu tento traçar uma linha, assim, sabe? Alguém falou, ah, pegar job points na primeira fase do Final Fantasy Tactics. Se o jogo tem build e não tem resetar a build de maneira fácil e, tipo, sem custo, eu costumo procurar build também. Não build, mas, tipo, entender primeiro como que funciona tudo aquilo pra depois começar a jogar. E, às vezes, eu já me canto do jogo antes de... Ah, não. Pelo amor de Deus.

Então, melhor nem fazer, né? Então, exatamente. Mas, por exemplo, Final Fantasy Tactics, eu acho que eu...

Se eu fosse jogar, eu ia ficar meio paranóico com build. Mas troca fácil de job. É? Ah, então tá bom. Você troca no menu. É só mexer no menu. Tá bom nada. O Rafa, com certeza, se você for jogar, ele vai olhar todas as builds antes. E que vai cansar do jogo antes e não vai gerar. Não vou cansar, não. Porque eu vou terminar. É pequenininho, né? A única coisa que eu queria falar aqui é que o comentário já vem. Tava aqui pensando como o complexionismo do sushi nos jogos algumas vezes acaba fazendo ele desgostar de um jogo.

Quando que isso aconteceu? Eu posso dizer. Eu posso dizer. Recente. Digimon Time Stranger.

Você falou que gostou, que você nem tava gostando tanto assim e jogou 90 horas. E eu queria... Homem-Aranha, você falou que encheu o saco do jogo porque você não conseguia fazer a próxima missão de história antes de fazer absolutamente tudo opcional que tinha. Mas aqui, calma. Mas aqui eu queria dizer uma coisa. Eu não acho que é um problema meu isso aqui. Eu acho que é um problema do jogo. Pô, não é isso, gente. Não, não, calma.

E o que eu quero dizer com isso é o jogo tá com conteúdo bosta. Se a minha experiência tá ruim porque eu estou fazendo tudo, é porque o que o jogo está me oferecendo não é de qualidade. Então, tudo bem. Depende.

Não depende, Rafa, desculpa. Tipo Monster Hunter World. Você tem 90 armaduras porque você tem muitas builds e armas diferentes. Cada uma vai precisar de uma armadura diferente. Então você não vai fazer todas as armas do jogo, entendeu? Essa variedade... Monster Hunter também é a mesma coisa. É o que eu acabei de falar. Ah, desculpa. Achei que você estava falando do Digimon. É, não, mas é Monster Hunter. Mas assim, o único que eu penso mesmo que o Sushi...

Piorou a experiência dele. Pra mim, foi só Monster Hunter World. E quando eu falo do jogo que eu falo dele, eu falo que eu acho ruim?

Ele não terminou por causa disso. Mas é igual você que não sou do jogo quando você olhou alguém na internet. Mas ele tá falando disso como problema. Uma coisa é uma coisa, outra coisa é outra coisa. Não, não, ele falou disso como problema. E falando antes do Rebirth, de novo, aquilo que aconteceu no começo do jogo, que eu tentei explorar ele no começo, e ele não tinha absolutamente nada, eu falei, nossa, que paia, mundo aberto desse tamanho e não tem nada, é um problema do jogo.

O jogo escondeu o conteúdo até uma parte específica. O negócio é, você não precisa ficar fazendo o conteúdo que você acha ruim do jogo.

Quando o conteúdo do jogo é ruim, você vai falar, ah, o Sushi falou que esse jogo é ruim, que ele fez todas as side missions. Isso não ia mudar. Não, não, mas tudo bem. Uma coisa é você, você pode chegar e falar assim, pô, essas side quests aqui, terríveis. Foquei no que eu gostava e fez o que eu gostava. O que a gente tá falando é, você acha terrível e continua fazendo. Não, não, não. O Homem-Aranha, que você usou o exemplo do Homem-Aranha, eu não acho o jogo ruim.

Mas o que eu quero dizer é, você ficou mais cansado do jogo e reclamou disso, porque você não conseguia fazer a próxima missão de história antes de completar tudo.

da estrutura do jogo. Não, porque se você conseguisse ir pra próxima missão de história e dosar melhor, você não ficaria cansado. De novo, eu acho que é um problema da estrutura do jogo. Não, Xuxi, é o jeito que você escolhe jogar. É claramente o jeito que você escolhe jogar. Mas André, mesmo que eu evite, mesmo que eu evite, evitei todas as admissions do jogo. Quando eu vou falar do jogo, eu vou criticar esse aspecto de qualquer forma.

Tudo bem, sim. Mas, você tomar 10 litros de merda é pior, por mais que a merda seja sempre merda, é pior do que você dosar um pouquinho de merda e um pouquinho de uma

deliciosa. No final, a experiência vai parecer menos merda por conta disso. E no caso, o lance do Homem-Aranha, especificamente, era do cansaço. Então, tipo, se você dosar algo que te tá deixando cansado com algo que não te deixa tão cansado, que são as missões de história, no final, por mais que você achasse ainda as missões paralelas menos chatas, você estaria menos cansado. Mas aí não ia arrumar o jogo pra mim. O André falou merda, mas eu acho que uma... Vamos supor, azeitona. As missões paralelas são azeitonas.

Se eu comer 100 azeitonas de uma vez... O André falou merda. Vai lá o Rafa e faz isso que ele tá fazendo agora. É porque a merda é ruim, entendeu? Azeitona é gostosa. Azeitona é gostoso, mas se eu comer 100 azeitonas de uma vez, eu enjoo. Agora, se eu comer um pãozinho, uma azeitona, um salaminho, uma azeitona, entendeu? Se eu, ao invés de fazer todas as coisas de uma vez só, se eu misturar as coisas que eu tô fazendo, acho que isso tira um pouco do cansaço de repetir as coisas do jogo. Pra mim, isso não ia fazer diferença.

side missions, de novo, eu não acho o jogo ruim. As side missions serem ruins, não faz diferença se eu joguei e eu não joguei. Faz. Não faz diferença. Faz. Pra mim não faz. Não, mas olha só. Porque é pra crítica que eu estou fazendo ao jogo. Mas o negócio é o seguinte, pensa, por exemplo, no caso do Digimon, que eu nem, eu não tava no podcast. Você não tava no podcast. Então eu não sei exatamente o que ele é, o que o Sushi falou.

Mas, por exemplo, ele cansou porque ele ficou fazendo coisas opcionais. É, o que o Sushi falou no Digimon foi que ele nem tava gostando do jogo tanto assim, mas ele... Me corrija se eu tiver errado, tá? Eu corrijo. Eu gosto do jogo. Então, mas se você

gostou, mas falou que nem é tão bom assim, pelo que eu me lembro que você falou. Mas ele foi completar a Pokédex, mesmo não tendo gostado do jogo tanto assim. Em linhas gerais, foi isso. Ou seja, se, sendo um jogo que você gosta, se você tivesse focado mais na parte que você gosta, e falado, putz, essa parte aqui tá me fazendo gostar menos do jogo, e deixasse ela de lado, a sua experiência no geral seria mais positiva. Eu acho que vocês não estão entendendo o que eu quero dizer.

Alguém mandou um comentário que é, não é sobre a qualidade do jogo, é sobre a sua experiência com ele, entendeu? Talvez sua experiência fosse mais palatável,

É que pra mim isso de verdade é um outro incômodo. Eu vou trocar um incômodo por outro incômodo. Mas esse é o problema. É disso que ele tá falando. Do complexionismo te atrapalhando ao gostar de um jogo. Não, não. Aí que você... De novo, calma, calma. Atrapalhar as experiências. O que eu tô falando aqui é... Eu evitar as coisas do jogo... A minha análise do jogo vai ser... O jogo é ruim ao ponto de eu não querer fazer isso. Se eu joguei tudo e eu jogar ele e eu falar... Ah, o jogo é legal, mas é cansativo...

o aspecto, você entendeu? Entendi, mas o lance é, por que que você não consegue jogar um jogo e só jogar a parte que você gosta? Por causa de um sentimento de complexionismo. É isso que tá te impedindo de só jogar a parte que você gosta e tendo uma experiência pior com o jogo. Porque o seu sentimento de complexionismo fala, não, eu preciso jogar tudo, mesmo a parte que eu não gosto. E é essa a pergunta dele. De novo, eu não acho que o jogo piora por causa disso pra mim.

O meu ponto era só esse. O meu ponto era tipo, ah, se o Sushi não tivesse feito tudo do Final Fantasy Rebirth,

gostar dele. Não, eu não ia. Não, mas não é sobre gostar, é só sobre você ter uma experiência melhor, entendeu? Então, o meu ponto era só esse, que eu não acho nenhum dos jogos que eu critico esses aspectos, eu iria gostar dele se eu evitasse esses aspectos. O meu ponto era só esse. Porque a pergunta faz parecer que, tipo, o Sushi não gosta de certos jogos. Não, acho que não. Porque ele jogou dessa forma. E não, não é o caso. Eu não ia gostar de qualquer forma. É só isso que eu queria chegar. Eu discordo. Ah, mas aí é você, você.

Mas eu acho que tem jogos que você gosta, mas quando você rejoga, talvez... Tipo, Elden Ring. Eu sinto que se eu não... Se eu não fizesse todas as cavernas todas as vezes que eu jogo, eu seria mais feliz. Mas eu não consigo. Eu quero fazer todas as cavernas. Entendeu? Tipo, eu sinto que é o pior da minha experiência quando eu quero fazer tudo. Mas eu não consigo. Elden Ring, especificamente, é um jogo muito grande, né? Boa pergunta.

Rendeu aqui bastante. Lama na destina. Mas alguém perguntou. Gente, eu tô confusa pra me comer merda. Cada um dos dois. Recheia. É, tem a azeitona recheada, né?

Lê pra gente a próxima pergunta então, Rafa. Ok. Olá, jogabilindos. Me chamo Antônio e escuto jogabilidade desde a participação do sushi no Anticast de Bloodborne. Olha só. Sinto muito. Foi em 2014? 14 não foi, né? 15. Não, já tava em São Paulo já. Deve ter sido 16. Uns anos atrás, resolvi seguir o exemplo do Tengu com a série Trails e mergulhar em umas franquias gigantescas. Com isso, joguei os Final Fantasy clássicos. E no ano passado, comecei a série Atelier.

Minha pergunta é a seguinte. Tem alguma franquia que vocês ainda querem embarcar? E como vocês fazem pra decidir por onde começar? Eu queria muito jogar os ateliês antigos, mas a barreira do idioma não deixou. Tive que aceitar que ia começar pelos disponíveis em inglês mesmo. É isso, pessoal. Um forte abraço. Continua com um ótimo trabalho. Queria voltar pra Dragon Quest ainda. Dragon Quest, né? Porque eu parei no 4 e eu parei justamente no que dizem que é um dos melhores, que é o 5.

Que eu, tipo, joguei 15 minutos dele e não joguei mais. E fora isso, eu queria jogar isso, da Falcon.

isso com Ys, eu tenho muita vontade de jogar Ys, eu tenho muita vontade de jogar Trails, eu tenho muita vontade de jogar o ateliê, que eu gosto do design das bonequinhas, sabe? Você odia a maioria dos ateliês. Por causa do tempo. Por causa do negócio de tempo, é. Aí ele perguntou, mas quando vocês querem jogar uma série assim, qual vocês escolhem por onde começar? Eu tenho um problema que é tentar começar pelo começo. Tipo, aí o Ys, eu queria começar pelo 1 e 2, entendeu?

Eu fiz isso, eu comecei pelo 1. Na verdade, eu comecei pelo Orange, porque cronologicamente

É, sim, sim. É que a gente fala de começar o Trails pelo... Dragoslayer. Exato, é. Eu acho que tem que fazer uma pesquisa, não sei, pra saber qual é o melhor de começar, né? Porque, tipo, o Is, assim, é muito jogo pra saber qual começar. É que o Is ainda tem o remake do original. Ele é bem mais palatável hoje em dia, né? É que o Is... Ah, eu quero ir na ordem cronológica. Fudeu. Cada jogo vai pulando a era que se passa, que todos é uma continuação, né? Numa timeline sona. O último que saiu é, sei lá,

terceiro, quarto na ordem. Eu achava que eles eram cronologicamente na ordem. Não, não, não, não, não. É tipo Devil May Cry. Mas tem que jogar na ordem de lançamento. É, na ordem de lançamento, na ordem de lançamento. É, aí a ordem de... O negócio é, qual que é o melhor pra começar? Aí vai do seu coração. Tipo, porque Ys, por exemplo, mudou muito com as eras. Se você for jogar o Ys Origin, que é o zero lá, ele é de um estilo que é tipo os da época do PSP. Se você for jogar, sei lá, o 1 e o 2, é outra coisa. Se você vai jogar...

O 7, do 7 pra frente, é outra coisa. Então ele foi tendo estilos diferentes, né? Isso pode influenciar um ponto de partida. Mas, por exemplo, Trails. Você conseguiria começar pelo Trails of Cold Steel, sei lá, e não jogar o Trails in the Sky? Difícil, né? Em teoria dá, mas eu não. Então, eu também não conseguiria. Não é o ideal. É que nem o Dragon Quest. Tem essa questão, né? Que dá vontade de começar por um, tipo, 11, assim. Mas não, pô. Eu quero jogar um. Então, eu, o primeiro Dragon Quest,

de RPG que eu joguei foi o 11. E foi bom, assim. Só que eu sinto que se eu jogasse hoje ele de novo, eu ia pegar muito mais referência, muito mais da história e tudo mais. Uma série que eu tenho muita vontade de jogar, Sushi, é aquela que era o 3DS. Como é que é o nome? Atron Odyssey. Atron Odyssey. Atron Odyssey. Mas aí eu fico. Eles não têm história um em ligação com o outro. Não. Mas e se eu começar pelo melhor? Sei lá, começo pelo 3.

Aí eu volto pro 2 e o 2 tem mecânicas que o 3 não tem. Exato. E isso é um problema. Aí o 3 tem mecânicas que o 2 não tem. Aí eu não vou gostar do 2

porque não sabe. Tipo, é uma recomendação difícil esse tipo de coisa que, por exemplo, as pessoas às vezes me perguntam, sei lá, Dungeon Crawler. Ah, Legend of Green Rock. Pô, é legal? Jogo? Jogo. Um ou dois? Aí nessas horas eu falo, vai pro dois. É porque é aquele negócio, eu tenho medo da pessoa jogar o um e não gostar. Aham. E o dois é melhor que o um. Aham. Então eu penso, putz, se a pessoa não jogar o dois, vai ser uma perda de oportunidade.

Então joga o dois, porque o dois melhora tudo em relação ao um. Ah, mas o um vai ser mais difícil de voltar. Vai, mas... Vai. Você já vai estar mais predisposto. Exato.

e você tá dando uma chance pro anterior, talvez tendo isso em mente que vai ser mais simples, você acaba gostando. Mas de fato é um problema, né? Muita gente conheceu o Souls lá com a The Ring e não consegue voltar. É, joga Dark Souls 1 e a pessoa quer dar um tiro no cu, assim, sabe? Então... As pessoas que jogam Bloodborne e falam que nem é tudo isso, tem que rever suas funções. Nossa, pelo amor de Deus. Dito isso, se a pessoa vai começar a jogar Souls hoje em dia, a The Ring é a melhor parte de entrada.

Ah, sim, sim, sim. Eu não vou falar, sei lá, joga Demon's Souls. Eu vou falar Demon's Souls. De séries que eu gostaria de começar,

Megami Tensei. Pode crer. Nossa. Eu queria muito jogar pelo menos todos os principais. Mas o Shin Megami ou Megami? Não, não, não. Megami Tensei. Aí vai voltar bastante. Não, é só o 1 e o 2. A gente tem que começar... Aí o Shin do 1 ao 5 e o... Wifi. Devil Survivor Saga. É isso? Não, o Digital Devil Saga. O Strange Journey, que em teoria era meio que o 5. Ah, o Strange Journey. É tipo o 4. É. Mas o Megami Tensei é de Nintendinho, não é? Isso. É, mas ele tem o remake de Super Nintendo. Ah, ok.

Eu joguei um bocadinho do primeiro. E se a gente toda quarta-feira de tarde se reunisse numa série chamada Shin Megami Tentei? E a gente nunca consegue. A gente fica tentando fazer live funcionar. Tentar é o primeiro passo para conseguir. Quarta que vem. Essa quarta é agora. Depois de amanhã. Mas eu acho que a série hoje em dia que eu mais tenho vontade, talvez é Megami Tensei, mas eu tenho isso muito, essa última. Eu queria muito jogar todas as últimas. Muito jogar,

menos o Wizard do 1 a 8. Tem muita série que eu queria jogar. Tem muita série de adventure clássica que eu, por exemplo, eu comecei em live com a Clarice a jogar, a gente jogou o primeiro King's Quest, mas eu nunca joguei a série King's Quest do 1 a 8 e tal, e depois o da que é tipo Telltale e tal. Queria, queria jogar. Tem vários autores de jogos, por exemplo, quando eu pesquisei, que eu tava muito França pilado, autores de

jogos franceses dos anos 80, que tem tipo, ah, ele fez isso, isso, isso, isso. Eu gostaria de ver a gamografia desse pessoal, assim, ou de estúdios, né, tipo, estúdio tipo Alenco, que fez vários adventures com temáticas parecidas nos anos 80 na França, tipo, fez Morteville Manor, fez Malpite Island. Depois tem o Palco 7, que fez Cruze for Corpse. Tem uma série de adventures tematicamente conectados, assim, que influenciam outros adventures que eu sou fã, mas que esses adventures mesmo eu

nunca joguei. Então tem muita coisa assim, sabe, que dá vontade de, tipo, meu Deus, vou entrar na sala do tempo do Dragon Ball e ficar aqui 10 anos, assim. Nossa, eu fiquei um tempo, uma época, assim, com CRPG, assim, eu tava, nossa, eu vou jogar todos os Gothics, e aí depois eu vou jogar todos os Two Worlds, sabe? Não, quando eu joguei Bowser's Gate, foi isso, tipo, agora eu vou jogar Icewind Dale, e aí eu vou pra Planescape Torment, eu vou jogar todos os jogos da Origin, da Engine Origin. André, tem um CRPG que saiu esse mês, mês passado, no caso, né, que chama

Você chegou ao falar dele? Eu vi, sim. Esse jogo é fascinante. De bom ou de ruim? Visualmente é uma loucura. Não, ele é meio Dark Crystal. Dark Crystal é o nome da série. Aquele que tem os fantoches? É. Boneco. Ele é muito, muito interessante. Eu não sei se você ia gostar, porque ele tenta umas coisas meio esquisitas, mas fascinante. Uma que não é série. É série, mas eu só ouço falar muito bem mesmo do primeiro jogo, que eu nunca joguei, eu tenho vontade, que eu descobri que eu gosto de puzzle de máquina, Misty. Misty é muito foda.

Eu queria jogar todos os Mist. Eu queria muito jogar todos os Mist. Só joguei Resident e Mist. Você jogou todos? Eu só joguei no All 3 só. Tem mais? Tem, são 5 e o online. Nossa. É que ele tinha um MMO. Mas, assim, passaram várias coisas aqui que o chat falará, o efeito Expeditoria 3 não é do André França Pilada, não era por causa do Expeditoria 3. Não, não, não. Era porque... É a pesquisa que ele tava fazendo. Ah, tá bom, entendi.

Tá verdade. Assusti, você quer jogar Wizardry? Só joga Final Fantasy. Não tem nada a ver. Eu não sei o quanto a pessoa tava brincando, eu joguei todos os Final Fantasy.

Não é nada a ver com isso. Talvez tem algum wizardry japonês que seja parecido com Final Fantasy? Não sei. Acho que foi zoeira. Acho que foi zoeira só. Mas ó, eu queria jogar todos Final Fantasy também. É assim, eu não zerei o 2. Eu queria um dia voltar e zerar o 2, mas... É, eu nunca zerei o 2 também. O 2, é. O 2 também não. Mas eu joguei o 1 em preparação pro Strange of Paradise, eu terminei o 1. Foi uma ótima experiência. Por exemplo, o 3, eu só joguei a versão de 3 de DS, que é bem diferente, né? É, eu só joguei de DS também o 3. Tem pro PC, se quiser.

O remake do 3 e do 4, né? E outro comentário que fizeram era do Game of Thrones e o Strange Journey não ser o 4, porque o 4 existe, a gente sabe. A gente tava brincando, só que antes do 4 existir, ele era o 4. Era tipo o Peace Walker, ele era o Metal Gear 5, até o 5 existir de fato. É tipo o Devil May Cry, que ele era o Resident Evil 4. Até o Resident Evil 4 existia, não. Mas tem muita... Nossa, o que não falta é jogo velho que eu gostaria de jogar e conhecer.

Final Fantasy correto é começar pelo 10? Isso. Pô, eu queria jogar, hoje em dia, mais velho, né? Não tenho tanto medo, eu queria jogar todo Silent Hill. Sabe qual que eu queria? Kingdom Hearts. Então, Kingdom Hearts acho que é o único que eu só comecei pelo 3. Fiquei feliz. Tá ótimo. Tá ótimo. A história não faz sentido mesmo. A essa altura eu tenho que começar pelo 1 de novo, eu já esqueci tudo. É verdade, André. Clarice, vamos jogar aí.

Pô, a série Zeno Coisas, eu queria muito. Zeno Coisas. Porra, eu comprei os 3 Zeno Sagas pra jogar e não joguei até hoje.

Eu nunca joguei nenhum Xenossaga, porque na época não tinha PS2, e eu ficava assistindo um amigo meu jogar, e eu ficava, caralho, o jogo parece incrível, ah, que foda. Nunca joguei nem Xenoguiz. Nossa, Xenoguiz é pica, hein? Pô, aquele RPG de terror do PS2, Dark Heart? Shadow Heart. Shadow Heart. Porra, Coldel com Shadow Heart, quero muito jogar todos também. Qual que é esse? É aquele do moço que a gente fez no podcast? Não, né?

Não, não, não. Que a pessoa vai pro limbo? Não, não, não, não. Shadow Heart? Não, não, é RPG, é um RPG.

Isso é Haunting Ground que você tá pensando. Quer dar menina com o cachorro? Não, é uma criança que você conhece o cachorro dela. É Shadow Heart, eu acho. É Shadow Heart. Heart of Darkness. Heart of Darkness. Heart of Darkness. Que é Cinematic Plataformer. Que é francês. É francês? Que é do Eric Chai, do Another World. Olha aí. Eu nunca consegui passar da primeira fase. Tá aí. Muito obrigado. Perguntas que renderam hoje. Antônio.

Muito obrigado, Antônio. Antônio. Muito obrigado, Liliana Nordestina. E, por enquanto, é isso, eu acho. Ninguém tem um finalmente.

Tem um finalmente que é muito rapidinho. Faleceu o criador do Kunio Kun e do Double Dragon. Caraca. Que é o Yoshihisa Kishimoto. Ele faleceu com apenas 64 anos. Mas foi recente, né? Enquanto a gente tava gravando, o que mandaram no chat? Isso. Na verdade, ele foi divulgado hoje. Ele morreu no dia 2 de abril. E a Famitsu divulgou hoje, né? Então, pô, é foda que é um cara que basicamente inventou um gênero, né? De Miramup. E meio que morreu meio que no esquecimento, assim, sabe?

O que é bem difícil, assim. Ah, mas às vezes ele tava feliz. Ele não tava mais na área? Não.

É, talvez. Mas ele morreu de boa? Ele teve envolvimento com aquele... Gage também? Eu acho que não. O primeiro Kunio Kun de arcade, ele vem com qual nome mesmo? River City Ramson. Não, não. Esse é o de NES. O de NES, é verdade. Tem um de arcade antes, não tem? Eu não sei. Na minha cabeça o de NES era o primeiro Kunio Kun. Então talvez esteja... Vigilante. Vigilante? Vigilante. É que eu fico lembrando desse Renegade. Eu não sei se tem relação com ele. Isso é um carro. Perguntaram, pediram pra falar de novo o nome do sertão.

RPG que eu falei, é Banquet, de Banquete? Banquet. Of Fools, de tolos. Um banquete de tolos. Parece nome de livro do George Martin. Isso. E, ó, quando vocês forem ver cenas desse jogo, tenha em mente que ele foi feito por duas pessoas só. Um casal. É um casal, é. Banquet for Fools? For Fools, corrigiram. Ah, então é de tolos. É para tolos. Os tolos não estão sendo comidos, eles estão sendo servidos. É isso, gente. Então, enquanto eu não consigo

Falar de Novo Mentira. Eu sou o André Campos. Eu sou... Complecionista. Eu sou... Rafael Kinnartese. E o Vertis está começando agora. Valeu, gente. Tchau, tchau. Primeiro de abril, galera. A gente não botou o Reaper para gravar hoje. Você me deu um susto agora. Esse podcast foi editado por Pelux.

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