Episódios de Jogabilidade

Vértice #512: A Investigação Póstuma, PlayStation caro, Toby Fox odeia o Brasil, Etrange Overlord e mais!

03 de abril de 20262h38min
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Em A Investigação Póstuma, investigamos um mistério noir no Rio de Janeiro, em Etrange Overlord, rimos, cantamos e nos perdemos. Também falamos do Xbox Partner Preview, do o aumento de preço do PlayStation 5 e dos jogos físicos da Nintendo, de Toby Fox caindo na porrada com a América Latina e mais!
Blocos
  • 00:07:19: PS5 mais caro
  • 00:28:47: Xbox Partner Preview
  • 00:43:22: Xbox abandona “Isso é um Xbox”
  • 00:51:23: Game Pass com anúncios?
  • 00:56:23: Toby Fox comenta críticas de fãs latinos
  • 01:12:41: Jogos físicos da Nintendo mais caros
  • 01:19:50: Fox McCloud no filme de Super Mario Galaxy
  • 01:37:02: A Investigação Póstuma
  • 01:56:48: Etrange Overlord
  • 02:12:40: Perguntas dos ouvintes

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Assuntos12
  • PlayStation 5 Price IncreasesPS5 base model price increase from R$ 4.500 to R$ 5.100 · Digital edition price increase from R$ 4.000 to R$ 4.600 · PS5 Pro price increase from R$ 7.000 to R$ 7.500 · PlayStation Portal price increase from R$ 1.500 to R$ 1.900 · Global price increase across all regions on April 2 · Historical price context since 2020 launch · Impact on Brazilian market accessibility
  • A Investigação Póstuma (Game)Noir detective story set in 1937 Rio de Janeiro · Time loop mechanic with day progression system · Machado de Assis literary universe and references · Character investigation through dialogue · Visual art style with boiling animation effect · Jazz and bossa nova soundtrack · Launch on April 19, 2026 for PC only
  • Crise da Indústria de VideogamesStudio closures and shutdowns across industry · Massive developer layoffs and job losses · AI data center demand affecting component pricing · Rising shipping and tariff costs · Supply chain disruptions globally · Comparison to 1980s video game crash
  • Etrange Overlord (Game)Character action game from Disgaea creator · Musical game with singing cutscenes · Arena-based multiplayer combat mechanics · Comedy-focused narrative about execution and revenge · Party-based team selection system · Simple combat with buff mechanics and specials
  • Game Accessibility and Entry BarriersRising console prices blocking access · Subscription service costs accumulating · Digital vs physical pricing disparities · Income inequality affecting gaming participation · Elitization of gaming hobby · Loss of affordable entry points for new players
  • Toby Fox Localization ControversyRefusal to officially localize Undertale beyond English and Japanese · Creator control over translation quality and vision · Latin American fans demanding game translations · Fangamer merchandise shipping costs to Latin America · Off game updates and fan translations · Debate about accessibility vs artistic integrity
  • Soulslike VideogamesLearning curve and pattern recognition · Difference between Dark Souls, Bloodborne, Sekiro, Elden Ring · Attack openings and positioning mechanics · Jump and dodge mechanics in Elden Ring · Visceral combat vs complex combat systems · Boss as game mechanic teaching tool
  • Xbox Partner PreviewHunter the Reckoning World of Darkness RPG · The Expanse Osiris Reborn narrative game · Stranger Than Heaven with Snoop Dogg · Eternal Life of Goldman animated action game · Various indie and mid-scale games · Platform strategy and Game Pass integration
  • Super Mario GalaxyFox McCloud character confirmation · Glenn Powell voice acting casting · Potential expanded Nintendo universe · Smash Bros movie speculation · Star Fox game rumors · Character design interpretation and fandom
  • Game Pass Pricing and EvolutionPrice increases from R$ 40 to R$ 120 monthly · Possible advertisement-supported tier · Netflix partnership discussions · Comparison with Netflix and Prime Video pricing · Subscriber retention vs acquisition strategy · Service bundling opportunities
  • Nintendo Physical Game PricingYoshi physical edition priced higher than digital · Physical games R$ 10 more expensive than digital in some regions · Logistics and production costs justification · No console price increase confirmed for 2026 · Regional pricing variations · Strategy to maintain profit margins
  • Xbox Brand Reset and MarketingAsha Sharma's new leadership direction · Cancellation of 'Isso é um Xbox' campaign · Return to Xbox 360 identity and values · Project Helix next-generation strategy · Hybrid console-PC approach · Competition with PlayStation absence
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Começando pela semana de 30 de março de 26. Sim, esse aqui mesmo. Que há 512 edições. Era o seu podcast. Grátis, né? Era grátis. Você acompanhava aí gratuitamente. Mas agora, dado a pressões econômicas e dificuldades globais, vamos estar cobrando 200 reais por minuto ouvido de podcast. Gente, vamos abrindo as carteiras aí.

Meio Eduardo Sushi, que está aumentando o preço do rodízio do sushi em R$200,00 por pessoa. Não é para R$200,00 por pessoa. É em R$200,00 por pessoa. Isso, às vezes, é um rodízio barato de sushi. Porque o rodízio do sushi está tão caro, André. Tão caro. Não é um programa. Os baratos, hoje em dia, são, sei lá, R$100,00 e caralhados. R$150,00, sei lá. Isso tem um lá perto de casa, que é almoço. O fundo que é almoço é R$100,00 com sobremesa e bebida incluso. E a vontade, sobremesa e bebida. Mas passa mal depois? Tem que passar mal.

porque você come até passar mal. Entendi. E isso você só vê aqui, no Jogabilidade, rodízio sushi por 100 reais até passar mal. Isso. O sushi passa mal com rodízio o tempo todo. Olha, olha, olha, não queria dizer nada não, mas passo. Mas uma pessoa que não passa mal... Tem que inventar outra pessoa, porque eu passo mal sempre. Eu ia não conseguir me dar piada, então vou refazer o dia que você falou. Mas alguém que passa mal, Rafael Kina.

E Pablo Vittar. Vai passar mal, passa mal. Só em setembro só que a gente passa mal. Mas vocês estão falando,

aí falando, mas vocês esquecem que aqui conosco nós temos ele. Ele que perpassa em altivez pela procela, sabe? A grande louquência condoreira em cuja máxima aforismática revela a tética languidez do sofrer recôndido. Tem Gumaru. Você que está menos online do que a gente, você sabe o que o Rafa está referenciando? A redação do rapaz lá. Achei que talvez vocês não podessem ter visto. Mas por que eu sei? Porque a Clarice, ela traz pra mim as informações do mundo externo.

Vem tal qual, né? Em tempos antigos. Isso. Um mensageiro. Ela imprime pra mostrar pra você, né? Olha aqui, André. Primeiro, sim. É o tipo de coisa que você aprende na faculdade de letras, né? A falar desse jeito. Não, usou todas as letras. Não, claro. Usou pelo menos umas 10 a 15 letras. Pelo menos. Dá pra ter uma ideia. Mas agora, né? O lance, a inovação que ele, André Campos, está trazendo na jogabilidade é que a versão física distribuída em pendrive agora vai ser mais cara do que a versão digital que você escuta no seu aplicativo de podcast.

É verdade, é verdade. Cuidado, gente. Cuidado aí que os valores estão aumentando e dependendo de onde você escutar esse podcast, talvez você tenha que pagar mais caro. É mentira, o Vértice continua sendo grátis? Ufa, eu quase acreditei. Eu ia fazer piada na hora, acabei esquecendo que tipo, ah, é podcast? Toda de boa, a gente não tá no podcast agora, então não precisa pagar nada, né? É verdade. Que é um videocast, André. Mentira, não é não, gente.

Esse daqui é um podcast, não é verdade? Não, porque videocast é o programa do Léo Gerson. Mas sim, esse aqui,

que pareça, é um podcast. É um podcast que a gente grava todas as segundas-feiras, sempre no mesmo horário, sempre no mesmo dia, há mais de 25 anos. Na verdade, estamos aí mantendo essa tradição num mundo de poucas tradições. Nós vamos trazer a você aí esse programa para discutir as notícias e os lançamentos da semana, que é gravado sempre ao vivo, no nosso canal do YouTube, no nosso canal da Twitch. Estamos sempre às sete e meia da noite, segunda-feira.

Lembrando que esse programa, ele é editado, se torna um podcast de verdade. Então, pra você que está

ouvindo aqui conosco ao vivo, né, dê uma olhada nos nossos feeds de podcast aí, no seu aplicativo favorito, pode procurar por Jogabilidade, que você vai encontrar os podcasts da casa, e pra você que está ouvindo a versão editada, ou o Void, ou quem sabe até mesmo a versão comprada de alguém num pendrive que te cobrou mais caro do que deveria, esse programa ele é gravado ao vivo, então quem sabe, considere estar conosco na segunda-feira que vem aí, para ter um bom momento, compartilhar de um bom momento. André, você falou que é mentira, que o Vertis agora é pago, mas

Nós damos incentivos para as pessoas que nos apoiam, que fazem esse podcast sobreviver. É verdade. Mês após mês, sabia? É verdade, Rafa. Porque nós temos sim podcasts que são exclusivos para os nossos assinantes. Inclusive, gravamos dois semana passada e um deles é um tema que acho que vocês vão gostar bastante. Os dois. O outro vou adiar. Mas é que a gente gravou um DLC Cedilha ranqueando todos os Resident Evil, né? É verdade.

E aí tivemos altas discussões, porradaria. Caímos na porrada. Exatamente. Mas, Rafa, onde as pessoas apoiam a gente? Ficou aí a questão.

.cc barra jogabilidade. O que, Rafa? Você disse orelo.cc barra jogabilidade? Pera, orelo.cc barra jogabilidade? Exatamente, orelo.cc barra jogabilidade. Eu falei isso mesmo, orelo.cc barra jogabilidade. É lá que você vai, caso você queira apoiar o jogabilidade. E num valor que ele não sobe aí, é pelo menos o quê? Uns seis, sete anos? Não, André. Eu acho que é isso aí. Eu acho que desde que abriu o Patreon... Não, não, não. Já teve...

Antes não tinha mínimo, aí depois a gente colocou o mínimo e a gente aumentou o mínimo

da última vez há uns 2, 3 anos atrás. Pra mim sempre foi 15 reais. Economia pagando comédia, porque aqui a inflação não tem vez. Economia estável. O ruim é pra gente. Cada ano um pouco mais pobre. A gente colocou 15 reais no ano que a gente estreou o Orelo, se não me engano. Foi. 2, 3 anos atrás. E era pra equiparar ao Prime da Twitch. Eu nem sei se é 15 reais ainda hoje em dia. Ah, não, deve ser 7 reais. Hoje em dia é menos. Nossa, lembra da mamata da Twitch?

O Prime, eu não sei quanto é. Ah, não, não, não. Pra gente é centavos. Eu tô pensando na pessoa que assina. O subnormal, ele é R$10,00, R$9,00, R$9,90, sei lá. Agora Prime, eu não sei quanto sai, não. Pois é, galera. Pois é. Essa mamata aí acabou. Mas agradecemos a todo mundo que compartilha dessa jornada conosco. Seja contribuindo monetariamente. Muito obrigado a todo mundo que faz parte dessa baguncinha. E ganha acesso, né? Como o Rafa falou, ao nosso podcast bônus, ao nosso grupo do Discord. Mas a você também que não contribui financeiramente,

está aqui conosco, está nos dando sua preferência, está espalhando a palavra de jogabilidade, está o quê? Assistindo o rodízio do Sushi que saiu hoje no YouTube para o mês de fevereiro. Olha só que coisa bonita. Sushi escolheu mais alguns joguinhos de pouca atenção em fevereiro. Joguinhos para você colocar aí na sua wishlist, ficar de olho. Muito joguinho maneiro. Vai lá e deixa um like. É verdade. Deixa um comentário. Se você tiver no celular, hype o vídeo. Ah, é só no celular, né? É só no celular. A gente gosta de botar

quando lançar, tem aquela stream, né? Que fica ao vivo. A estreia, né? A estreia. E tipo, porque a gente acha legal que o pessoal assiste junto, comenta, mas o YouTube não gosta, sabia? Porque aí ele não divulga o vídeo. Ele só divulga a estreia, não divulga o vídeo depois. Então ajude você, por favor, divulgando o vídeo, dando like, hypando e passando pras pessoas aí que gostam. Espalha a palavra. Exatamente. Bora então para o nosso vértice pra valer? As coisas não param de acontecer nesse mundo, né?

Todo dia uma notícia terrível, traumatizante nova chegando aí, né? Todo dia uma nova realidade com a qual nós temos que compartimentar nosso cérebro pra conseguir vivendo em harmonia ou quase, né? Porque, vejam só, videogames, vamos falar de videogames? Vamos. Uma vez, pelo menos? Tá variando. Será? Eu acho que os videogames, gente, eles não tomaram, nunca vão deixar de existir, né?

Passos largos para uma extinção, ou como diria John Romero e Brenda Romero numa entrevista recente aí, para um próximo crash, né? Porque as coisas estão mais crashísticas do que nunca e não estou falando do Bandicoot. Segundo eles, que não é o Bandicoot, que segundo eles a gente está vivendo um momento mais crachudo ainda do que o crash da década de 80, né? Mas curiosamente, né? Porque na década de 80 a gente não tinha uma indústria estabelecida, né? Eu não sei como esse crash poderia ser mais crachudo.

sobreviverá. A indústria quase morreu dos anos 80. Na verdade não. A indústria estadunidense quase morreu dos anos 80. Hoje não tem parte da indústria que não esteja sendo afetada pela situação econômica e de dificuldades financeiras e dificuldades de estabilidade. É que foi um crash cultural nos anos 80 também. Também. A gente não periga dos videogames deixarem de existir, mas a gente tá perigando dos triple A's.

Sei lá, das grandes empresas, a leading, demais demissões. Eu acho que, na verdade, isso vai até os índios, assim, né? Que nem a gente já falou várias vezes aqui já. Tá muito difícil conseguir dinheiro, né? Esse que é o lance. Não tem um lado que você olha hoje pra indústria e fala, não, esse pessoal tá bem. Porra, semana passada a gente falou do Fortnite, sabe? Se o Fortnite não tá bem... Não tá na pauta, mas é só aproveitar o momento pra falar bem rapidinho. O estúdio do Stanley Parable e do... Wonderland?

Ivy Road, né? Do Wonderstop. Wonderstop. Ah, não sei o que eles vão fechar. Mentira! Que tristeza! A culpa é de vocês que não compraram o Stormy Parable Deluxe Edition. Porque, na verdade, é porque eles vão conseguir financiamento pro próximo projeto, né? Óbvio que se tivesse vendido muito, sei lá, o Wonderstop, talvez eles não precisassem fechar de agora, né? Eles conseguiriam financiar o começo da produção. Mas eles falaram que eles têm um pitch de um jogo que eles acham que seria incrível, óbvio, né? Só que eles não estavam conseguindo uma publisher, financiamento.

aí vão ter que fechar. E aí, assim, a gente também já comentou aqui algumas vezes, né, que na década passada, na década de 2010 aí, os videogames, eles brevemente flertaram com preços acessíveis aqui no Brasil, né, por um curto flertar de momento ali, nós tivemos tanto consoles quanto jogos, né, a preços relativamente acessíveis, apesar de que acessíveis, acessíveis mesmo, eles nunca de fato foram, mas o negócio agora é que a gente tá vendo videogames caminhando para um

âmbito de inacessibilidade financeira, né? De inacessibilidade de valores. Jamais antes visto. Jamais antes visto. E que não tá só afetando, por exemplo, o Brasil. A gente tá vendo isso no âmbito mundial, realmente, né? Inclusive, o pessoal lá fora vai saber como é que é ser brasileiro. Vai sentir o sabor de ser brasileiro. E pro Brasil, então, que se já tava ruim, né? Agora parece que piorou. É Brasil 2 agora. Brasil 2, né? Finalmente, né?

Aquele mesmo cientista inventaram o Brasil 2. Porque Playstation anunciou mais uma

Leva de aumentos de preços. Dessa vez um reajuste global realmente. Porque antes a gente teve, né? A gente tem bem tido nessa geração aumentos de preços desde 2022. Mas antes costumavam ser só em algumas regiões, né? O Brasil mesmo ficou imune desses aumentos durante bastante tempo. Os Estados Unidos mesmo, né? Evitaram várias dessas levas de aumentos durante vários anos aí. Esses aumentos vão passar a valer pra ninguém achar que é mentira. No dia 2 de abril. Também conhecido como...

Depois de amanhã, né? Quinta-feira. Quinta-feira. O que, de fato, pra quem acompanha a indústria, ou que tá acompanhando o que tá acontecendo, né? E os papos em torno de escassez de partes e componentes e tudo mais, não deve surpreender ninguém. Porque, realmente, os aumentos de agora, eles são por causa da grande demanda, né? De memória e outros componentes pra suprir os data centers de IA. Muito obrigado, IA, né? Por mais essa conquista.

consequências aí que estão se sobrepondo, né? Não é só os data centers de IA que estão trazendo a gente pra esse momento, né? Vem lá desde 2022 com tantos outros aspectos aí que a gente pode citar de toda essa crise econômica global, crise de combustíveis, tarifa, inflação e tudo mais, que a gente tem visto já esses aumentos realmente desde 2022. Nunca a gente viu uma geração assim antes, né? Nunca houve uma geração de consoles assim antes. Que começou num preço e foi subindo, subindo, subindo,

Subindo, subindo, subindo. Exato. Normalmente é o contrário, né? Vai descendo o preço dos consoles. Exato. Então, como em tantos outros aspectos, é mais um momento sem precedentes da história que nós estamos vivendo. Mas só pra dar um histórico, né? No âmbito do Playstation especificamente, o Playstation 5, ele lançou, né? Em 2020. E nos Estados Unidos ele lançou, custando o console base com leitor, 500 dólares. E o console sem leitor, 400 dólares. E o preço oficial no Brasil foi anunciado a 5 mil reais.

o console base, 4.500 o console sem leitor, mas teve uma redução ali, ele foi lançado a 4.700, depois teve corte de IPI e tudo mais. Antes desse aumento de agora, tava 4.500 o console base com leitor e 4.000 o console padrão ali, aqueles links que você consegue comprar um leitor depois pra instalar nele, né? Daí em 2022 teve esse primeiro grande aumento global, que pegou Europa, Japão, China, México, Canadá, alguns outros países, Brasil, Estados Unidos,

eles ficaram de fora. Em 2023, não foi vendido como um aumento de preço, necessariamente, mas meio que é, porque eles lançaram essa versão Slim, que é a que tem a listrinha preta do lado, que veio aí a 450 dólares, mais 50, se você for comprar o leitor, né? Ou aqui no Brasil, 4.500, mais um leitor aí, que aqui no Brasil o leitor é uns 600, 700 reais, é bem caro. Jesus amado! E removeu a opção do Slim, do Slim não, né? Do 100 disco original, que era 400,

ou 4 mil reais, então ficou só essa opção de 4.500 aí. Em 2023 também lançaram o Playstation Portal, que nos Estados Unidos lançou a 200 dólares e aqui no Brasil a 1.500 reais. E em 2024 lançaram o PS5 Pro, que nos Estados Unidos foi 700 dólares e aqui no Brasil 7 mil reais. Aí, em abril de 2025, ano passado, tivemos mais um aumento meio que naqueles mesmos mercados que eu falei antes, Europa, Japão, México, Canadá, etc. Mas ainda não no Brasil e nos Estados Unidos.

E agora, menos de um ano depois, um aumento realmente em todo o mundo, incluindo os Estados Unidos.

e Brasil. E aí os preços estão. O Playstation 5 base era 550 dólares, foi pra 650 dólares. O digital foi de 500 pra 600 dólares. O Playstation Portal foi de 200 pra 250 dólares. E o Pro foi de 750 dólares pra 900 dólares. Foi o que mais aumentou. E aqui no Brasil foi o base 4.500 reais pra 5.100 reais. O digital de 4.000 pra 4.600 reais. O Playstation Portal

R$ 1.500 para R$ 1.900 e o Pro de R$ 7.000 para R$ 7.500. Lembrando que esse é o preço oficial, quando você vai comprar, geralmente você vai pegar com o desconto aí do varejista e tal, esses valores a gente quase nunca vê, acho que ninguém vai comprar realmente um Playstation 5 digital por R$ 4.000 hoje em dia. É, não com tantos anos de lançamento, se fosse lá o lançamento do console aí muita gente ia pegar o preço normal, né? Exato. É, mas o negócio é que em algum momento acaba esse estoque aí, né?

Ah, não, mas mesmo assim, vai tudo subir, né? Não vai subir, sei lá. Você provavelmente não vai pagar R$7.500, mas vai estar R$500 mais caro em relação ao que estava antes. Em relação ao que estava antes, exato. Então, assim, aumentos absurdos, né? Assustadores. Aqui no Brasil, tudo sempre foi uma putariazinha, né? E caro pra caralho, assim. Os maiores preços que já teve, mais caro do que no lançamento. Mas, assim, lá nos Estados Unidos, um console está custando

dólares. É doideira. É doideira. E a gente achando que o Steam Machine ia vir menos de mil dólares. Não, agora ele vai vir ainda exato. Vai vir mil e quinhentos dólares o Steam Machine. Não sei se vocês viram a notícia hoje que a OpenAI parece que está desistindo de alguns servidores ao redor do mundo de investir e tal. Podia parar aqui de investir no Brasil. O foda é que parece que essa notícia meio que não tem uma fonte muito boa. Não foi um dos que

Não foi, né? Não foi um Nate the Hate, né? Porque a notícia era que a OpenAI tava desistindo de comprar várias peças de PC. Isso teria feito o preço da RAM dar uma diminuidinha, né? Então eu ia comentar exatamente isso, que eu já vi gente falando, ah, agora a RAM vai começar a diminuir o preço e tal, parará, parará. Eu ia puxar como se fosse verdade, mas agora já fica aí na incerteza, de que não comemore ainda. Ah, sim. Porque tudo é produzido na China, tudo é transportado ao redor do mundo e o combustível agora não existe mais por causa da guerra no Irã.

Mas é super fácil transportar as coisas aqui. Tem até um estreito lá que passa as coisas. É só passar um caminhão pela terra, cava um buraco. Exato. Gente, ninguém pensou nisso. Ninguém pensou. Era só ir pela terra, gente. Bota uma cama elástica de um lado e aí joga um e passa para o outro lado. Quando jogou Cruze of Desert, puxa a árvore e solta. Exato. Mas e os túneis subterrâneos que a Elite usa para... É verdade. Pô, mas aí tem que descoisar a Elite, né? Tem que descoisar.

apropriar a elite, né? Você fala dos túneis subterrâneos, eu sempre lembro do metrô do Elon Musk. A altura de carro, a loop, não sei o que loop lá, né? Ainda existe, né? Não, encerraram, encerraram. Encerraram o loop? Nossa senhora, imagina. Agora que você tá abandonado. Não, e aconteceu isso, né? Tá abandonado agora um monte de túnel. Não, péssimo. Que ideia bosta, né? Não, agora vai ser usado pra filmar filme de terror. Exato.

Pra ir o TikToker fazer vídeo. Mas é, eu sinto que a gente tá, em muitos sentidos, numa...

era do foda-se geral, assim, que eu sinto aqui nesse aumento de preço e em outros, assim, eu sei que tem, né, uma crise econômica gigantesca, mas eu sinto que em outros momentos, né, se a empresa estivesse passando por uma crise financeira e tudo mais, a maioria das empresas segurariam o preço do console, às vezes tomaria prejuízo até no preço do console pra garantir que pelo menos essa porta de entrada, né, que é a porta necessária pra ela lucrar no resto de toda a cadeia, né, de produtos deles aí,

se acessível, né? Porque isso costumava ser a coisa mais importante, né? E agora parece que... Foda-se, assim. Parece que... Tipo, parece que eles estão... Sabe, que nem criança ou, sei lá, um gato que ele vai testando até onde ele pode ir, assim, empurrando suas coisas até você reclamar, assim? Parece que eles estão vendo até onde dá pra ir até as pessoas começarem a reclamar. Porque tem aquela coisa assim... Ah, a gente, no passado, achava que daria ruim, sei lá, se um político se comportasse dessa forma. Vamos ir empurrando o limite

onde que dá, assim. E a gente viu onde não está, né? É, não, e as pessoas perceberam que o limite, ele é muito elástico, né? Até acontecer alguma coisa de verdade com as pessoas e com, né, as pessoas envolvidas. E eu sinto que empresas, né, no geral, estão indo pra um rumo, assim. Vamos ver até onde a gente consegue ir, assim, sendo absurdamente abusivo em valores e tudo mais. Mas é aquilo que a gente sempre fala. Cadê a concorrência direta com o Playstation?

Mas é, mas o fato deles terem segurado durante vários anos o aumento do preço nos Estados Unidos, principalmente, era por conta

concorrência com o Xbox, né? Mas meio que não tem mais a concorrência com o Xbox. Exato, porque alguém bem lembrou, assim, o PS3 quando era 8 mil reais aqui no Brasil, né? E na era do PS3 era aquilo, a Sony achava que não tinha concorrência. Aí o Xbox 360 lavou o PS3, né? E aí eles, opa, ficaram mais humilde, prestaram mais atenção. E agora que a Sony realmente não tem uma concorrência direta, e eu não acho que a Nintendo concorre com a Sony, assim, de frente, né?

Desde o Wii é outra coisa, né? A Nintendo toma um próprio caminho, né? Sim, sim. Um público próprio, um console diferente, né? Um modelo próprio. Eu acho que é meio que isso. E eu acho que eles estão aí falando assim, e eles falaram isso publicamente até, né? Pô, estamos aí já, o quê? Sexto, sétimo ano de console, indo pro sétimo ano de console. Quem comprou, comprou. Quem não comprou, não compra mais. Quem não comprou, vai comprar porque vem GTA 6 aí.

Então não interessa o preço que a gente colocar. A gente vai vender números recordes quando GTA 6 sair.

O negócio agora é tirar dinheiro de quem já tem, né? Isso é uma coisa que eles falaram ipsis literis, assim, né? A gente quer tirar... Você que já tem o Playstation, você que já tá no nosso ecossistema, é de você que a gente quer tirar dinheiro. E tão subindo o preço de absolutamente tudo. Justamente agora que eles tão aumentando, já faz um tempo, né? Eles tão aumentando o preço de assinatura da Plus. Jogo digital, como não costuma ter promoção, né?

Como tem lojas físicas, acaba sendo mais caro muitas das vezes. E os jogos na PSN costumam ser mais caros do que nas outras lojas digitais. No Brasil, né? E agora, como a gente falou na semana passada,

começando a testar coisa de preço dinâmico, né, pra mexer mais com isso. Então é complicado. Comentário ali, ah, mas não tem nada, o que tá acontecendo agora não tem nada a ver com falta de concorrência. Não é só uma coisa, né, obviamente. Exato, são múltiplos fatores, como a gente falou, são várias crises. Exato. A gente tem a crise de petróleo, de combustíveis, tem a dos componentes. E das tarifas, exato. É tudo junto, tudo junto e misturado.

As tarifas, né, voltou, mas isso foi o café todo ano passado. Eu acho que é que nem o André falou, assim,

ser mais forte, independente se fosse... Se fosse Nintendo, contaria Nintendo, mas se fosse Xbox, que era o concorrente mais direto, né? A concorrência serviria pra a Sony, no caso, falar, ok, vamos segurar um pouco. É, vamos tomar um prejuízo no console, ou vamos mudar alguma outra estratégia, né? Vamos puxar alguma outra alavanca aqui que a gente pode puxar. E essa falta de concorrência dá meio que uma permissão, entre aspas, pra eles, que é, em vez da gente apertar as contas, a gente só sobe o preço mesmo e foda-se. Só larga, né? E foda-se.

há um tempo razoável atrás já, uma matéria, eu não lembro onde agora, falando que a gente vive num clima econômico em que tem algumas empresas que elas meio que aumentam o preço e foda-se muitas das vezes, porque o público que tem muito dinheiro é insensível às mudanças, meio que compensa o resto da galera que não tem tanto dinheiro. Sim, eu lembro quando você falou disso. E aí eu não sei o quanto se mensura isso em cada caso e tal, mas é um fator, assim, né?

Um dos motivos pelos quais eles não têm problema em manter o preço tão caro é talvez esse fator. Porque o público abonado, a galera que tem mais dinheiro, vai gastar e vai compensar tudo o resto. É quase como, e eu sinto que eu falo isso toda semana, o grande problema do mundo fosse a desigualdade de renda. Quem diria, né? Que loucura. Quem diria? Eu acho que eu falei isso exatamente na segunda-feira passada. Rafa, eu acho que você realmente está precisando comer a sua barra de dinheiro.

Você está falando absurdos. Mas assim, o lance que essa conta, ela deve estar fazendo sentido.

pra eles, porque a gente viu várias levas de aumento de preços, né, a gente tá vendo aí aumentos em serviços, aumentos, né, a gente viu o aumento de 60 pra 70 dólares nos jogos e tal, e todo ano a gente vê números lindos do Playstation, números recordes sempre, né, em questão de arrecadamento, de lucros, né, e tudo mais. É, a gente viu isso muito com o Switch 2, né, que saiu o jogo por 80 dólares, né, e a galera comprou e foi o recorde de venda, né. E aí eles vendo assim, pô, a gente tá fazendo

essas paradas que a gente achava que, sei lá, não podia fazer e tá dando certo, então vamos continuar fazendo, sei lá, né? E é foda porque você vê, né, pô, ótimos números na superfície, mas, por exemplo, esse último trimestre, quer dizer, né, o anterior ao que vai fechar agora, quando esse podcast lançar, talvez já tenha fechado, queda em venda de hardware, por exemplo, né? Os lucros recordes, mas número de hardware vendido, abaixo, porque menos pessoas estão conseguindo participar desse novo patamar, desse novo paradigma de preços. É aquilo

que uma vez você tava falando, quando tava falando, acho que do Game Pass, assim, se a gente não consegue aumentar a base instalada, a gente aumenta o preço da base que já... Exato, é o que eles estão fazendo. Exato, é o que eles falaram que eles vão fazer. O que, a curto prazo, é ótimo, porque eles garantem um número bonito pra mostrar pros investidores, mas a longo prazo, é como a gente falou do que o Xbox tava fazendo, né? Que você tá meio que canibalizando sua própria comunidade, sua base de fãs, expulsando essas pessoas, né, do mundo dos videogames. É, elitizando mais, né?

Aqui no Brasil, muita gente que entrou no mundo de console de videogame na geração do PS3, do PS4, principalmente, impossível, impraticável. É impraticável jogar videogame no Brasil sendo um dono da Ferrari dos videogames. Tem que botar a gasolina na Ferrari, né? E antes a gente sempre falava tão bem do Game Pass, do Xbox, como eles eram excelentes, não como porta agenteada, sabe? Mas em acessibilidade. E tudo isso foi-se embora em cinco anos.

Ah, não é. Se fosse há 3, 4 anos atrás, o Series S com Game Pass. Nossa, lembra do Series S? Nossa, quando lançou. Como era maravilhoso. Quando lançou, era coisa de... E aí a Microsoft foi lá e triplicou o preço dele. Vocês lembram disso? Legal, né? Bacana. O que será que aconteceu, gente? Será que não valia a pena mesmo? É, bom, não sei porquê. Realmente, provavelmente não valia. É, mas até mesmo alguém falou da Netflix ali. Nossa Senhora, as assinaturas, como aumentam de preço. Netflix, Globoplay,

a HBO Caramba 4, tudo aumenta de preço. Por isso que agora, ó, só aqui, ó. Exato. Só aqui. Assistindo com o olho só pra economizar, né? Não tem Google. Twin Peaks? Próximo... Trilho de... De curtina? De curtina, né? Próximo Vertice Campanha pra salvar o MyRient, tutorial de onde baixar. É, parece que conseguiram backup-ear tudo, né? Backup-aram, né? Conseguiram backup-ear tudo, só tinha o prazo pra você baixar as coisas e até agora, assim, tava pra acabar o prazo.

Mas conseguiram fazer backup de tudo, alguém vai conseguir baixar. É, tá salvo, mas...

É muito difícil manter algo naquela escala como tava, né? Pra quem não sabe, esse Myriad era um site que, até onde eu sei, durou pouco tempo, mas que tinha um acervo de jogos e outras mídias aí. Será que o cara fechou por causa de preço de servidor? Ou é outro? Eu acho que é porque não tava conseguindo manter. Eu lembro da notícia de um que fechou porque o servidor tava, sei lá, 18 mil dólares por mês pra manter a parada e a pessoa não tava tancando.

A gente tá falando aqui do Playstation, porque a notícia de hoje é do Playstation, mas, né, quem acompanha a gente viu que a última vez que a gente falou foi o Xbox, aumentando também em valores absurdos aí o preço do hardware. A gente tem visto a Nintendo falando que vai segurar, mas até onde vai segurar também, né, e tá aumentando todo o resto que ela pode estar aumentando. Então, eu acho que, até o final desse ano, assim como a gente apostou, né,

que mais de um de nós apostou isso nas apostas do ano. Acho que a gente vai ver mais aumentos de todos os fabricantes de hardware aí. Se você me perguntasse isso, André, um mês atrás, e eu acho que eu fui dessa opinião no ano passado, quando a gente tava discutindo o possível aumento de preço por causa de GTA, né, do preço de jogos, eu acho que a gente tá perto, agora eu acho que a gente tá perto de um aumento de preços de 70 pra 80 dólares mais frequente.

Porque, por enquanto, foi só Mario Kart, né, de 80. Da Nintendo? Não, de qualquer empresa. De qualquer empresa?

Chegou 80 dólares, foi. A Microsoft chegou a experimentar, né? Jogou o verde do Outer Worlds 2, né? De todos os jogos, né? Tipo, como se fosse um 4A. Eu não sei falar quadruplo em inglês, você percebeu? Quadruple-A. Um quadruple-A. Mas é. Mas eu acho que a gente vai começar a ver. Se não no final desse ano, no ano que vem já. Eu acho que... A gente vai falar mais disso no final dessa pauta de notícias, mas eu acho que pelo menos

um jogo da Nintendo, nesse ano, vai ser 80 dólares. Talvez ela tenha um jogo por ano, 80 dólares, assim. Aquilo que ela considera o jogo mais premium do ano, mais imperdível. Eu consigo ver, começando a experimentar com esses valores mais freestyle, assim, sabe? Tipo, ah... Mas ela falou que ia fazer isso, né? Quando eu reclamava 80 dólares... Digo, as outras empresas também. As outras, ah, é verdade. Mas é. Continuando, então, já que a gente tá puxando aqui, falando das decisões do Xbox, Tivemos aí um Xbox Partner

preview, onde eles detalharam alguns jogos de parceiros torre de par e aí, e tiveram umas coisas legais, né? Tiveram. Eu não tinha assistido no dia, mas eu assisti hoje e eu fiquei surpreso. Porque o NEC teve uns jogos legais mesmo. A impressão que eu tive, eu assisti junto do PH. Ah, eu assisti com ele. Eu assisti lá na stream do PH. E aí, impressão vivo. Ah, o vivo? Ele te chamou pra acompanhar? Não, eu tava só assistindo. O PH é foda, né?

É foda, né? Ele não liga mais pra gente. A gente aqui, assistindo os vídeos dele no Saideira, pra todo mundo ver. Porque a gente ama.

ele. Assim, eu amaria. O Tengu tava comentando, o PH só não tava ouvindo. Exato. Que nem a foto do menino na geladeira de sorvete. Exato, é a gente com o PH. Aqui são quatro pessoas. E o PH. Mas a impressão que eu tive, tipo, são vários jogos, tipo, de média escala, assim. Que parecem legaizinhos. Foi a impressão que eu tive, pelo menos. É, mas assim, uns jogos interessantes. Eu vou começar já com o mais importante de todos. Eu não vou falar de todos, tá? Que realmente tem uns que são menorzinhos e tal.

Mas eu vou falar do mais importante de todos, que é um jogo que vazou há umas duas semanas atrás.

a existência dele, e ele foi anunciado oficialmente, eu acho que pela primeira vez nesse evento da Xbox, que é o Hunter the Reckoning, que é o RPG de caçadores de vampiros do universo Lord of Darkness. Ah, é do universo Lord of Darkness, então. Exato, é. Tem um livro, não tem? Tem. Eu ia falar disso agora, que alguém mandou pra mim no Blue Sky, no dia que anunciaram, tipo, sushi, um jogo no mundo do vampiro à máscara. Aí a pessoa mandou uma mensagem depois,

Nossa, mas tem tanta coisa assim no mundo do Vampira Máscara. Porque a pessoa não sabia que World of Darkness era uma parada nos anos 90. É, sim, é bem grande. É, nos anos 2000 também. Mentira, acho que quando eu jogava a gente usava os livros dos anos 90, né? Aquele livro verde do Vampiro. É a primeira edição. É que o 2 e o 3 também é verde. Ah, é verde? Eu só lembro da primeira. É sempre uma arma de meio verde. Ah, sei. Se eu não me engano, até a terceira edição era parecida as cartas.

Mas a gente tinha o livro do Lobisomem, a gente tinha o livro do Fantasma. Então, na minha cidade, os livros eram muito caros, né?

Cópia de Xerox. Tipo, uma pessoa tinha um livro de verdade e o resto tinha cópias Xeroxadas dos livros. Mas era isso mesmo que a gente tinha. Aí na minha cidade tinha gente que tinha o Vampiro, segunda e terceira edição. Tinha Mágoa, não lembro qual edição. Lobisomem, não lembro qual. Aí tinha a Fada, que era o Channeling. Changeling. Changeling. Changeling. Changeling. Aí tinha a Múmia. Tinha um outro. Tinha, acho que de demônio.

Rafe, de espírito. Ah, sim. É o que eu falei que eu joguei uma vez. E hoje em dia tem demônio também. Tem demônio também. Tem, tem, tem. E tem humano. Sim, tem humano que é o Hunter.

outro de humano sem ser o Hunter. Pelo menos tinha que era um base World of Darkness. Você podia ser só um humano normal. Ah, eu não sei. Esse eu acho que eu não conheço, não. Mas tem o Hunter. Vai ter um jogo agora. Exato. Eu só ia falar que, tipo, todos esses jogos têm algum subtítulo pra acompanhar, né? E no caso, o Hunter the Reckoning é o nome desse RPG de mesa de caçadores de vampiros no mundo do World of Darkness. E o nome do jogo que eles anunciaram agora é o Death Wish.

Então é um outro nome gigante de jogo de World of Darkness, que é Hunter, dois pontos, The Reckoning, tracinho, Death Wish. Que lembra o quê? Vampire,

The Masquerade, tracinho, Bloodlines. Dois! Por que que eu tô pontuando isso em específico? Quando vazou essa informação, porque o estúdio que vai fazer, que tá fazendo esse jogo, é o mesmo estúdio que fez aquele Robocop de uns anos atrás. Isso, que é o Robocop Rogue. Rogue City. Que é um bom jogo, né? É bom, é bom. Eu achei que não tinha acontecido um negócio com o estúdio, não tinham fechado. É porque era da Nacon, é. Ela declarou insolvência. A gente falou sobre isso em alguns versos atrás.

O copia é um dos jogos dela. Eu tava meio que tipo, cara, não, né? Vai ser meio que um jogo puxa aí. Não é do mesmo estúdio, mas tá indo na leva da Nakon igual foi o do Lobisomem de uns 3, 4 anos atrás, né? Teve jogo do Lobisomem? Teve, que era... Horrível. Earth Blood? Blood Earth? Eu lembro que era sangue e terra de alguma forma. Nossa, eu não lembrava disso, não. Quem jogou e gostou foi o Teixeira, mas acho que foi a única pessoa do mundo que gostou.

Ironicamente. Ironicamente. Ele gostou ironicamente. Ah, ele gostou ironicamente. Ele eu não joguei. Mas... Aí eu vi o trailer do Hunter, que anunciaram, né, agora. E eu, nossa, tá parecendo

sendo interessante, ó, trailer tematicamente interessante, né, e tudo mais, vamos procurar entrevistas e coisas sobre. O diretor do jogo, a primeira coisa que ele fala é, ah, quando a gente tava fazendo esse jogo, a gente tinha duas inspirações, Deus Ex e Bloodlines. E o jogo vai ser RPG, Rafa, com a ficha do RPG de mesa, igual era o Bloodlines, com os mesmos atributos, e você vai criar a sua personagem, você vai fazer a sua build, o jogo vai ser semi-mundo aberto, igual Bloodlines, tipo, áreas pequenas abertas.

Quer dizer, um bairro aberto? Um bairro aberto. E vai ser com escolha de... forma de lidar, né? Se você vai ser agressivo, se vai ser social, se vai ser stealth. E o cara, eles estão fazendo Bloodlines 2. O verdadeiro Bloodlines 2. Só que você não vai ser vampiro, né? Não, com vampiro. Mas você vai ser um caçador de vampiros. Mas quem que tá publicando esse jogo? Anacom. A própria Anacom? É. Aí quem tá desenvolvendo esse estúdio que é da Anacom, mas a Anacom...

Ou seja, grandes chances de ir para os beleleos. Tomara que não, né? Porque agora eu tô animado pra esse jogo.

Sushi, desculpa te informar. Não pode ficar animado por nada em 2026. Mas, pô, eu fiquei empolgado, eu fiquei empolgado agora. Sabe um que eu fiquei empolgado? O do The Expense, Osiris Reborn, que eles mostraram que teve um trailer mais de gameplay. O The Expense, que é aquela série de TV, que já teve alguns outros jogos no mesmo universo. Já teve um The Telltale, né? É. Agora tá tendo uma parceria aí com a All Cat, que é o estúdio do Pathfinder,

do Rogue Trader, né? Warhammer Rogue Trader. Então, são jogos, pra quem não conhece, de CRPG Vibe Baldur's Gate aí, pra simplificar. E agora eles estão tentando meio que fazer o Mass Effect deles, né? É, é literalmente Mass Effect, assim, tipo, que é um jogo de tiro, terceira pessoa, né? Muitos elementos de RPG. Com muitos elementos de RPG, muita parte narrativa, né? Diálogos, escolhas de diálogo e tal. É tipo, é o Mass Effect do The Expense, assim.

Inclusive, disseram pra quem gosta da série, muita gente gosta da série, tem atores que participaram da série voltando pra reprisar.

os personagens. Tem série do X-Men? Tem. Começou como uma série. Começou como livro. Você não falou que era um livro de RPG? Não, não era um livro de RPG. Era um romance normal. Ah, era um livro de romance. Ah, tá. Era um romance normal. É uma série de livros que aí virou série de TV e agora eles estão adaptando para o jogo. Muito legal. Mas aí vai ter a história do jogo? Vai ser a história do livro? Vai ser a história da série ou vai ser uma outra coisa?

Eu acho que é uma coisa original. Mas eu não entendo muito, então não sei dizer. Mas, pô, o Mass Effect, num universo que as pessoas

elogiam, né? Então... Massa. Achei massa. E, pô, a All Cat faz... Eu nunca joguei, né? Pathfinder mesmo, pessoal. Quem gosta, gosta. Principalmente da parte narrativa, né? O um falando que é meio okzinho, meio rústico. O dois falando que é muito bom. É o Fishball Cat, como é que é o nome? Fishball Cat. E o... Quem tá de parceiro da All Cat nesse jogo, não sei se você viu, mas é essa Alcon Interactive Group, que é o pessoal, um dos pessoais aí, né? Um dos estúdios envolvidos naquele

The Roadrunner 2033 da Anapurna, sabe? Uau, sei. Você lembra desse jogo? Foi anunciado há uns 10 anos atrás. Ele existe e foi cancelado já? Não foi cancelado. Tá em desenvolvimento ainda. Que ele era pra ser o primeiro jogo in-house, né, da Anapurna, um negócio assim, não era? É, alguma coisa assim, não sei. Quem diria, não saiu, né? É, não saiu. É, foi na época que deu as tretas todas da Anapurna, né? Foi, não, foi antes. Ele foi anunciado em 2020, 2021, uma coisa assim.

Mas não é quando tava tendo as tretas internas que o pessoal saiu e formou outra publisher? Não, isso foi bem mais recente. É?

passado, retrasado, né? Mas, Sushi, o trailer que eu mais gostei, na verdade, é de um jogo que a gente já tava empolgado, mas, pô, que trailer bom, hein? Que foi o do Stranger Than Heaven. Porra, nossa, muito! Será que é Final Fantasy? O Jazz que toca na trilha? Nossa, que delícia! E Snoop Dogg no jogo? O próprio Snoop Dogg! Aparentemente já tava anunciado que ele ia participar do jogo, mas eu não sabia. Quando eu vi ele no trailer, eu fiquei, ué! Como assim o Snoop Dogg no jogo? Como assim chamaram um cara famoso

Não é famoso por isso, né? Mas famoso também por fumar maconha pra um jogo do estúdio que trocou o ator porque ele fumava maconha. Te faz pensar, né? Mas é que só japonês não pode fumar maconha. Exatamente. Desde que fume lá, não no Japão. Senão é preso e morto. Mas aí eu fico, pô... Tomara que seja um jogo bom, né? Porque em trailer todo Yakuza parece bom. Assim, ele parece mais dinâmico que o Yakuza. Mais violento que o Yakuza. Mas assim, o negócio é a premissa. Tem muito potencial.

se desenvolve, né? Porque eu acho que o lance do Yakuza pra mim é que é um jogo meio sem ritmo, assim. Mesmo estúdio. Inclusive, eu não sei se já tava confirmado também, mas mesmo universo, né? Porque eles mostram as eras, vão ser cinco anos e cinco cidades. Não, não, mas só pontuar. Vão ser cinco épocas, né? Vai ter saltos de cinco, dez anos. Exato, mas cada período vai se passar num ano específico, né? Sim, sim. É só pra... Como você falou, são cinco anos.

Parece que vai ser ao longo de cinco anos. Não. É ao longo, sei lá, 30, 40... Vai ser em 1915, 1929,

1951 e 1965. E aí no 1965 mostra que é Kamurocho, né? É. E cada época vai ser uma cidade. Uma delas... Vão ser todas as cidades que Yakuza já pisou, basicamente, né? Que dá pra reconhecer também Sotenbori, que é do Tombori, da vida real Sotenbori, no caso do jogo. Em Osaka, né? Exato. E deve ter a cidade do Yakuza 7 também e outras coisas e tal. Dá pra ser o pai do Kiryu. É, assim... Nem seu Kiryu tem pai. Assim, nasceu de algum lugar, né? Não, às vezes a concepção é... Ele era de orfanato, mas... Concepção milagrosa.

O pai dele, assim, o pai dele você conhece nos jogos. De criação. Ah, tá. Mas muito... Assim, esse trailer é muito foda. Muito foda. Quero muito. Quero muito jogar essa caralha. E vai ter um outro evento só dele, né? É. Vai ter um especialzinho da própria Xbox. Acho que é dia 7 de abril. Algo assim. Mas vai ter. Mas tô animado, tô animado. O que mais? Mostraram o Hades 2 pra console? É. Porra, lindo trailer, tá? Assim.

Tem um lá que eu não conhecia, que é o Ascend to Zero. Achei charmosinho o jogo. Eu acho que é um roguelike voxel, com os personagens meio chibi, pequenininho, só que tudo meio voxelzinho, assim. Eu achei super estiloso. Meio que um roguelike de viagem no tempo, de você ficar... Habilidade de voltar no tempo e refazer coisas e usar esses loops, né, pras habilidades. Pareceu interessante. Stalker, DLC do Stalker 2. Pra quem é de Stalker...

Pô, o Musa. Musa? Eu não sei como pronuncia. Musarela. O jogo de... Não é só os like, mas é um character action super...

coreano. Agora todo mundo diz que não é Souls-like, mas eu acho que não é Souls-like mesmo. Que parece bem interessante, pelo menos o trailer pareceu curioso, vibe meio Phantom Blade X, de ação com muita coisa acontecendo, você fica aí, isso é de verdade? Mas pareceu interessante. Ele é coreano, né? Ele é coreano. Histórico, eu não sei se é baseado em algum trabalho pré-existente, alguma obra, ou até alguma coisa mitológica, história folclórica, alguma coisa assim, mas parece interessante. Tem aquele jogo que é do pessoal

do Red Faction, né? Que é o Alien Storm e alguma coisa. É isso, eu não faço ideia do que é isso. É um jogo de primeira pessoa, né? Eu vi ele, mas o trailer não... É, eu só vi porque eu vi o pessoal comentando que ele é do mesmo estúdio que fazia Red Faction. Rebellion? Rebellion, Rebellion. Fires of Rebellion? Isso. Teve um que eu não conheço o estúdio por trás, é o Artificial Detective. Que parece interessante. Ah, parece, né?

Que é um jogo que você joga num futuro que só tem robôs e tem uma criança humana e você meio que tá protegendo

a criança humana, tentando desvendar alguma coisa, o trailer deixa meio que nebuloso, o que o detetive tá tentando solucionar. Eles estão uns 15 anos atrasados no gênero de cuidar de crianças, Chih. Alguns deviam que, às vezes, se teve um jogo que um robô cuidou de uma criança, a gente até esquece que esse jogo existe. Não lembra mais. O Chet Brinkois é o Pragmata? Não, não. O Pragmata é o humano que cuida de uma criança robô.

Exato. Aqui é o contrário. Exato. Que é uma coisa... Não é uma criança robô que ela cuida? Que ele cuida? Parece que falando do Detroit, que tem uma moça...

robô que cuidou da criança humana. É exato, viu? É a mesma coisa. É a mesma coisa. Exatamente. Exatamente os mesmos jogos. É que a gente, no Saideira, a gente fez um quiz que a resposta era Detroit e a gente sabia que era um jogo lançado em 2018, publicado pela Sony, de aventura e puzzle. A gente tinha todas as informações e a gente não conseguiu lembrar da existência de Detroit. Eu fiquei muito triste comigo. Eu não sei se saiu daquele Saideira e foi pro quarto e ficou triste. Fiquei olhando pro teto assim.

que eu não conhecia, não sei se ele já tinha sido anunciado antes, é o Forever Ago. Eu não sei se ele vai ser um adventure, um walk simulator, mas é o do senhorzinho revivendo alguma jornada que ele fez jovem na vida. É, jogo triste, porque toda vez o senhorzinho fica lembrando dos tempos bons de juventude, aí corta pra ele velho e triste. E ele cai na escada, a escada cai e morre. Eu acho que é assim que acaba o jogo. E tem outro jogo de velho também, né? Que é aquele que é lindo pra caramba. O Life of...

Eternal Life of Goldsman. Ah, isso parece muito legal. Acho que tem demo já, né? Mas esse é um velho habilidoso, ele pula, ele escala. É um velho imaginário, fantasma. Fantástico. A animação desse jogo é surreal. Não faz sentido que exista um jogo com a animação que esse jogo tem. É muito absurdo. Eu acho que é o jogo mais impressionante desde Cuphead, assim, de arte 2D e videogame. Meio que é a mesma pegada, né? É parecido. É, só que parece mais coisas na tela ao mesmo tempo, assim, mais efeitos.

E o estilo dele, ele vai ser o quê? Ele vai ser jogo de fase, ele vai ser Boss Rush. Ele vai ser jogo de fase. Ele não é o Metroidvania, mas ele vai ser um jogo com áreas que você pode visitar e revisitar, pelo que eu entendi. Meio que o Mega Man faz que você pode revisitar e encontrar coisas que ficou pra trás. Tipo, aquele que não é o Metroidvania, das pessoas que lutam livre. Wakamelee. Wakamelee. É, só que Wakamelee é mais contínuo, né?

Ele, eu entendi, vai ser fase mesmo. Ah, tá, ok. Eu não joguei esse jogo, a demo dele ainda, porque eu vou esperar o jogo sair já.

E agora, infelizmente, sem condições de jogar um demo de uma hora e meia pra jogar fora só uma hora e meia, né? Mas, pô, parece incrível esse jogo, parece incrível. Só ia puxar ele porque ele já tá anunciado. Qual que é o nome dele, pra quem ficou curioso? Eternal Life of... Goldman. Goldman, né? É, The Eternal Life of Goldman. Bem impressionante. E teve mais outros jogos, mas acho que esses são os mais importantes. Nós temos mais notícias aqui de Xbox, né?

Porque já tem mais de um mês, galera, que a gente comentou aí da Asha Sharma chegando no Xbox.

na verdade, tomou o posto de nova CEO do Xbox e continua aí com seu discurso de trazer de volta aquele Xbox de antes, aquele Xbox moleque, aquele Xbox rebelde, aquele Xbox dos seus pais e dos seus avós, quando as coisas eram levadas a séria. E aí ela anunciou a nova geração, né, com o Project Helix, que a gente comentou aqui, e aí eu vi vocês, no Verts, que eu não participei, vocês comentando do Project Helix, e todo mundo

achando que não vai dar pra rodar Steam. Gente, pelo amor de Deus. Não, não, não, calma aí. Eu falei que se fosse um PC era praticamente impossível. Não, vai vir com essa possibilidade. E vai ser parte do marketing essa possibilidade. Então, o que eu tava falando é que eu acho que não vai vir de fábrica liberado pra instalar como aplicativo. Vai, com certeza vai. Vocês tão malucos. Não, é só porque a gente vê que muito do que a empresa ganha é em cima da loja dela, né?

Sim. E aí, tipo, ela vai ceder isso pra Steam, né? Ou ela vai tentar criar uma loja competitiva. Ainda, tipo,

Se for um PC com Windows, não tem como ela não te dar acesso à internet e baixar as coisas que você quiser. É o sistema operacional do Windows. No máximo dificultado. Mas eu acho que nem isso. Porque quando você dificulta as coisas, você mais atrapalha o usuário do que qualquer coisa. Então, mas eu só tô pensando nisso... Nem sempre, né? O console dificulta muita coisa na nossa vida pra manter o bloqueio e... Faz parte da experiência de console, muitas coisas.

Mas eu supus que não ia vir, porque parece que não faz sentido comercial pra eles virem, entendeu? Eu acho que eles...

nem acha, sabe? Eu acho que eles precisam de um grande diferencial, né? E eles têm que apostar no lado do mercado que está crescendo, que é a parte do PC. E eles oferecendo aí um console, um caminho para a sala de estar das pessoas através de um console barra PC híbrido aí, que dê acesso a uma biblioteca muito maior do que qualquer outra plataforma, é o diferencial que vai colocar não só eles, né, que vai dar um destaque para eles que eles precisam, porque se eles lançam um console que é só um console,

melhor nem lançar mais essa altura. Não fale assim. Mas é, tipo, do jeito que estão as coisas. Mas a Steam Machine já não é meio que isso que você falou? Como assim? Um PC que fica na sua sala, que é uma experiência de console, mas que vai te facilitar uma biblioteca enorme, Steam, blá blá blá blá. É assim, mas numa escala que o Xbox e a Microsoft conseguem fazer, né? Conseguem produzir, né? Exato. E com um serviço como o Game Pass, né?

E o serviço de cloud deles e tudo mais. Mas enfim, isso aí... O futuro a Deus pertence.

e ao capeta também, como a gente tem visto aqui. Mas, no geral, vamos dar tempo ao tempo, né, pra liderança da Acha Charma aí, pra gente ver se, um, se o Xbox vai ser trazido aí a sua glória antiga, ou se ele vai virar, né, uma plataforma de Iá por Iá para Iá, porque, né, atualmente a loteria não está muito clara pra qual caminho estamos indo, mas ela tem tomado aí diversas atitudes pra tentar ganhar a simpatia, pelo menos, do público, né.

E uma dessas atitudes foi encerrar essa campanha do Isso é um Xbox, né? Que a gente comentou aqui, que é aquela campanha que mostra que, na verdade, você não precisa ter um Xbox pra jogar jogos de Xbox, porque tudo é um Xbox. Não é isso. E você entende a mentalidade por trás dessa campanha, e quando ela saiu, a gente falou assim, pô, é só uma continuidade de como o Xbox tem agido já há muitos anos, né? De marketear o Game Pass, né? Exato. O principal deles é a nuvem, é o Game Pass, é assinaturas, né?

assinantes do Game Pass, mas eles colocarem desse jeito fica meio que feio, né? Fica... pega mal, porque pra um console que já tava com o sentimento de tá, não tenho exclusivos, por que que eu preciso ter um Xbox? E aí vem o market falando, não, realmente você não precisa, não tem nenhum motivo pra você ter um Xbox, não... porque não existe mais Xbox. O Xbox é apenas um sentimento. Tudo que você quiser, todos os seus sonhos, podem se tornar um Xbox.

É... Tristeza, né? Foi uma campanha muito mal recebida, né? E aí o que teve agora é que, assim, já tinha

sido comentado, né, anteriormente que ela tinha encerrado, aposentado essa campanha, mas agora veio um porta-voz da Microsoft falar que foi realmente o caso e que ela pessoalmente aposentou essa campanha porque não era a Vibe do Xbox. A Vibe. Pra vocês saberem. Depois de Vibe Coding, vem aí. A Vibe Marketing. Ela está, inclusive, pessoalmente liderando um reset de como o Xbox se apresenta enquanto marca, redigido pelo Copilot. Mas, assim, pra mim parece muito

uma campanha de popularidade dela, né? Essas atitudes, né? A presença dela no Twitter, dela interagindo com a galerinha, o anúncio da nova geração, todo esse papo de trazer o Xbox de antigamente e tal. Parece muito uma campanha publicitária pra Acha Charma, né? Pra ela ganhar... A eleição. Não a eleição, né? A eleição do Xbox. Mas ganhar... Cair nas graças do fã do Xbox, como essa esperança aí que vai trazer o Xbox como era antigamente. Mas, assim, eu acho que

a esperança da Microsoft, se ela quiser continuar com a marca Xbox, é justamente não abrir mão e apelar pra esse público que é muito fiel, sabe? Pelo menos por agora, sabe? Não sair expandindo novamente pra, ah, isso é um Xbox, chama sua prima, seu primo. Não, ó, você já tem um fã que ainda não abandonou vocês. Dá uma atenção pra eles. É, alguns não abandonaram. E eu acho que esse foi, talvez tenha sido um erro, né, deles, tipo, tá, a gente precisa tomar esses passos aqui, como, por exemplo, publicar os nossos jogos em outras plataformas, que a gente

de mais pessoas jogando esses jogos, a gente precisa de mais venda desses jogos, a gente precisa promover o que realmente importa pra gente, que é a assinatura do Game Pass e tudo mais, mas com o tempo eles foram perdendo esse equilíbrio, né, de conseguir andar nessa corda entre os dois mundos, assim, entre o mundo do console Xbox e o mundo dos reais objetivos do Xbox. E é isso que eu penso, assim, tipo, de um ponto de vista, né, de quem colocou ela nesse cargo, que foi o Satya Nadella,

das prioridades que a Microsoft tem e das prioridades que o Xbox parece ter e de onde partiram essas decisões, eu acho muito difícil, né? Praticamente impossível que a gente veja realmente um retorno para o Xbox antigamente. Então eu acho realmente que é só um discurso meio vazio, assim. O que vocês entendem como o Xbox de antigamente? O que é esse Xbox? Jogos first party exclusivos, né? Tipo, uma identidade, assim, tipo, quando você pensa no Xbox, você pensa num tipo de jogo, né?

E isso meio que se perdeu, assim. Eu sinto que o Xbox era do 360, né? Sim. Tipo, forte, presente. Sim, sim, sim. Não, concordo, concordo. Dito isso, pra mim, a Microsoft e o Xbox nunca aproveitaram bem as franquias que ela tem na mão. Até hoje, sabe? Elas tentaram, né? Na época do 360, acho que sim. Nem o 360. Cadê o Banjo de Kazooie? Teve um Banjo de Kazooie. Cadê um Conker novo, de verdade? Tem literalmente um Banjo novo de 360.

O Nuts and Boats não é um Banjo de Kazooie. É um jogo legal, descorrido e tudo mais, mas não é um Banjo de Kazooie. Mas assim, não dá pra desenvolver todos os jogos. E se eles forem focar em quais vão vender mais, eles definitivamente não vão fazer Banjo de Kazooie. Desculpa. Será? Será que não venderia, André? Eu acho que você está equivocado. Exato, eu acho que você está equivocado. Como é que é o nome daquele jogo que a gente não acertou?

Detroit Becoming Human. Não, quero o do Xbox original. Super Animal. Não, não, não, não. Xbox original.

Ai. Qual que era? E era um exclusivo, não era? De Xbox original. Era. Ah, é o Stranger's Wrath. Ah, a gente acertou. Acertamos. É, o Sushi que pegou o nome. O André lembrou também. É? Mas é que... É, o jogo que saiu remasters para outras plataformas depois, mas sim. Ele originalmente era exclusivo de Xbox original. Sushi, tem mais novidades sobre o Xbox, né? E o futuro mais amigável ao público aí que eles estão criando e pintando pra gente. Será? Então... Eu vou... Eu... Eu... É, vamos ver isso aí.

né, porque o que tá acontecendo é o seguinte. Eu acho que é tudo papinho. Ah não, sem dúvida. Mas sim, só vai piorar. A tendência é melhorar, eu não acredito não. Principalmente se eu não dá boca... De quem tá saindo. De quem tá saindo, exato. Mas uma conversa recente, acho que foi uma entrevista recente, a Asha Sharma deu pro The Information, que eu tentei ver direto da fonte e disse, não pode nem abrir o site sem pagar. É impressionante, se não ver uma letra. A informação é cara. É. Então eu só vi veículos repassando a informação, mas

ela comentou que quer deixar mais amigável, né? O preço. Tá estudando maneiras de deixar o preço mais acessível do Game Pass. Chegou até ter uma... Ixi, vai botar propaganda nos jogos. Chegou até ter uma conversa com o CEO da Netflix. Pensando em, pô, será que a gente consegue bolar um negócio junto? Nós aqui e tal, parará. Pô, vai ser muito engraçado se tem uma conferência do Xbox e ela chega assim, gente, tem uma novidade pra Xbox que vocês não vão acreditar. TV.

Vai ter Netflix no Xbox. E aí é foda porque a Nintendo vai chorar, porque não tem. Nunca teve Netflix no Switch 1. Pô, assistam a conferência do Xbox One de 2013. Ela é especial. Nessa entrevista a gente não tem nada concreto, mas tem esse vislumbre de conversar com o CEO do Netflix tentando bolar algum tipo de parceria. A gente não sabe o quê. E ao mesmo tempo essa lógica de, putz, a gente tá tentando bolar um plano mais barato pra transformar o Game Pass

Primeira coisa que vem em mente é propaganda, né? Tem um plano de propaganda. Tinha até os rumores, né? É, esse rumor tá rolando há algum tempo já. É, da assinatura grátis, né? Você não paga nada, mas você tem que ver... Você paga com a sua alma. Mas isso daí já é coisa velha. O negócio agora é pagar e ter propaganda. Exato, exatamente, André. Eu ia falar isso porque o meu plano do Prime Video, por exemplo, é o mais barato. Eu tô assistindo o Invencível, toma a propaganda da cara.

Não, e é louco porque não é tipo que nem era na televisão que a gente tinha as pausas pras propagandas, né?

é a moda caralho. Pelo menos na HBO Max é assim. O pessoal tá no meio da frase, pá, toma propaganda. Tem que ser que se foda. Desculpa, fiquei nervoso. Eu odeio essa porra. Eu acho muito paia, mas eles estão cobrando caro hoje em dia pra tirar propaganda. Sim. O dobro do preço. A Netflix, eu não assino há muito tempo. Então eu não sei o preço dela, como é que tá no Brasil hoje em dia. Eu sei que ela aumentou lá fora agora, né?

Tá tipo 30 dólares, se não me engano, na Netflix no South Unidos agora. A Netflix é uns 80 reais hoje em dia. É... E a 4K agora,

só numa assinatura mais cara. Exato. Meu Deus, cara. Se você não assinar o mais caro, você não tem 4K, a matéria que tá com os preços antigos da Netflix, que tá aqui 8 dólares com propaganda e 18 sem propaganda. Mas saiu um anúncio recente que a Netflix vai aumentar o preço lá fora, não saiu um anúncio do preço, aumento do preço no Brasil ainda, não sei se vai ter. É, mas assim, quando ela fala de deixar o preço do Game Pass mais amigável, eu não acho que eles vão diminuir o preço atual, né, que pra quem não se lembra aí, né, o Game Pass Ultimate foi de custar 40,

aqui no Brasil, pra custar 50, pra custar 60, pra ano passado passar a custar 120 reais. Por mês. Por mês. Buguno falou, eu pago 80 conto na Netflix 4.4. Mas é porque ele deve ser que nem eu. É mais de motel. É 60 reais. Exato. Não, eu tenho também. Mas eu pago um ponto extra, né? Ah, putz. Gente, Torrent é lindo. Mas aí que tá. A minha mãe não vai baixar o Torrent, André. E eu pago pra ter uma TV da minha mãe, da minha irmã, entendeu? A Thalissa assina pra mãe e o pai dela.

Paga um curso de 80 reais de como baixar a torrente. Falaram ali, ah, gente, instale AdGuard. Eu assisto na TV. Tem na TV? Eu também assisto na TV. Eu não vejo no PC. Eu não vejo esse tipo de coisa no PC. Mas é. Mas o negócio é, possivelmente, vem aí e vai abrir a porteira. Porque a Sony, a gente, ao longo dos anos, eu digo, já faz alguns anos, que a gente vê patente da Sony de tentando patentear coisas de propaganda no meio dos jogos. Ah, sim, sim, sim. Eu acho que se a Xbox manda uma dessa,

no Game Pass, a Sony imediatamente aperta o botão e libera o dela. Também acho. Imediatamente. Mas assim, o que eu acho que vai acontecer, eu acho que talvez surge aí realmente um tier mais baixo, que tem a propaganda, e dessa parceria, pô, eu acho que o cenário ideal pro Xbox, dessa parceria com a Netflix, seria o Game Pass vir junto de uma assinatura da Netflix, pelo menos limitado, assim, pra você conseguir jogar. Você logra a Netflix, e aí, sei lá, no cantinho, assim, tem um xizinho do Xbox. Eu não vou fazer isso nem fudendo, né? Netflix é muito grande. Pro pequeno,

Xbox. Será que eles vão juntar a assinatura de jogos do Netflix com o Game Pass? Porque ainda existe isso, né? De alguma forma ainda existe, né? Por mais que eles tenham pulado com vários pés pra fora já, das apostas iniciais deles. Mas vamos ver, vamos ver o que vem por aí. O que não vem por aí, Tengu, definitivamente, é Undertale em português ou o show de Undertale no Brasil. Pois é, né? Hoje... É que o Undertale já tá fechado. O senhor Tobias Fox, né? O Toby Fox, ele foi

protagonista de uma polêmica na internet, né? Polêmica! É, sempre bom, sempre bom que foi. Lá no X, no Schweitzer. Ah, é aquele lugar. Né? Ele divulgou as datas da turnê mundial da Sinfonia de Undertale, né? Que tem acho que todo ano. E divulgou também a atualização do Off, né? Sim. Que é um jogo... O jogo Off, que é um jogo... É um jogo antigasso aí de RPG Maker, tipo 2008, que foi muito influente pra Undertale, né? Uhum. E o Toby Fox, né, gosta muito e...

gosta muito do criador. Inclusive, acho que ele compôs músicas pro remake que teve recente aí do Off. E aí saiu uma atualização do Off que tem tradução em, acho que alemão e japonês, uma coisa assim. E aí ele fez um post em japonês falando desse update. Foi parte da questão também, né? E aí o que aconteceu foi? A galera vendo isso, né? Obviamente, quando a gente fala de turnê mundial de show gringo, a gente tá falando de... Mundo de verdade.

Estados Unidos, três lugares na Europa, Japão. Não, a Europa é pequena. Só três lugares é demais, já.

Tem metrô? Tem metrô não, tem trem. Estados Unidos, Austrália, Canadá, Europa. É engraçado porque eles separam Europa de Reino Unido, né? Mas Europa e Reino Unido. E Ásia, né? Singapura, Xangai e outras cidades. É assim, saiu da União Europeia, né? É verdade. É verdade. Você tem razão. Agora... Só um segundinho, Tingu. Perguntaram, quem é Toby Fox? Importante. É o criador de Undertale e Deltarune. E Deltarune. Sim. E famoso musicista de Pokémon hoje em dia.

música de Pokémon. Então, divulgaram isso e tal. E aí, aconteceu o que acontece várias vezes quando tem esses anúncios de turnê mundial, que é o público dos países não contemplados que não fazem parte do mundo, pelo visto. Que não fazem parte do mundo, que são submundo, foram lá reclamar. Muita gente de países asiáticos que não foram contemplados e, obviamente, muita gente da América Latina, né, foi reclamar de não ter, de não for receber, de não vai ter apresentações e tal. E assim, o brasileiro em específico, ele é...

vocês sabem disso, mas ele é muito educado, muito paciente com essas coisas, assim. Ele é muito de boa quando as coisas não vêm para o Brasil. O brasileiro, ele nunca... Aceita bem, né? Ele aceita bem. Ele nunca teria uma frase tipo, please come to Brazil, assim, que não existe. Ficou imortalizado aí com uma frase do povo brasileiro. Eles nunca fariam uma coisa dessas, né? Eles nunca exigiriam que alguém viesse para o Brasil. Então, assim, o Brasil foi ponta de lança, por assim dizer, das manifestações contra geral Achopaya.

A Toby Fox e Turma do Undertale, não ter coisas pro Brasil e América Latina. Bom, aconteceu isso no Twitter. Aquele chorume que... Hoje, no dia 30 de março, o Toby foi ao Blue Sky, não ao Twitter, não ao Twitter. Obrigado, Toby. Foi ao Blue Sky pra comentar o assunto. Então ele fez um post assim, ah, para os meus fãs da América Latina. Essa foda é vocês aí. Otários. Vocês nem existem. Pra falar basicamente de três assuntos. O primeiro é sobre a...

próprio orquestra, em que ele falou que tem, ele não tem poder de decisão, né, pra falar, ah, a orquestra vai pra tal, tal e tal lugar. Ele só licencia o jogo. Ele meio que licencia o jogo, né, ele não decide pra onde vai. Algum orquestra deve ter pego, licenciado e ela que... Tem orquestras que só trabalham com isso, né, de fazer turnês. Você lembra aquela que você foi do Yu Hakusho? É, não.

Ela fez várias de várias, só que não é licenciado, né? Não é licenciado, exato. Mas tem algumas que licenciam. E aí ele disse que, ah, que eu não tenho poder de decisão. Gostaria muito que rolasse, que os organizadores ouviram o entusiasmo da América Latina. Entusiasmo. Entre muitas aspas, entusiasmo. E estão vendo, talvez, pode ser, não é impossível, que uma apresentação venha para o Brasil e outros países da América Latina. Isso é uma coisa.

A outra coisa é com relação a merchandising, produtos. Porque ele trabalha junto com a Fangamer, que é uma empresa,

gringa, que vende disco, boneco, pelúcia, jogo físico. Livro, né? Eles têm alguns livros muito bons e agora estão expandindo pra desenvolvimento de jogos também, né? Eles que fizeram o remake do Off, por exemplo. É um remake? É, eu não joguei, mas acho que é. Eles chamam de remake. Hoje em dia, essas palavras não significam mais nada. Então, discutindo o fato de que os envios pra América Latina, não só pro Brasil, mas pra América Latina e outros lugares do mundo, é muito caro, né? O frete

especificamente é muito caro. Olha, é muito caro. Eu consegui comprar coisa da Fangamer uma vez na minha vida e foi tipo em 2014, assim. E nunca mais. Porque é muito caro. É, eu nunca comprei nada da Fangamer porque o frete é ridículo. Eu comprei uma pelúcia, não foi da Fangamer, ano passado e acho que ela chegou no correio e voltou. Chegou na alfândega e voltou e não me avisaram. Não, ninguém te avisa. Você tem que ficar de olho.

É o meu bichinho do Monster Expedition. Eu comprei a pelúcia oficial dele, bateu e voltou e eu perdi. Nunca mais tive.

de reembolsado, porque eu preciso ver se me reembolsou essa porra. Reembolsado, mas o trauma está pra sempre dentro de mim de ter perdido o monstrinho. Quem perdeu foi a Clarice, que era um presente pra ela. Mas você tem que comprar e você fica de olho com o código de rastreio. Você tem que ficar acompanhando. O negócio vai demorar três meses pra chegar, vou ficar três meses acompanhando? É, vai. Impossível. E aí, com relação a isso, ele disse que, ok, que ele...

Tá todo mundo ciente da situação e tal, né? Outras opções de envio não são tão seguras, né? Tem muita... Muitos casos de perda de pacote, né?

complicado, que a Fangamer está interessada em encontrar uma situação, mas que ainda não tem nada nada definido, nada decidido, e que por enquanto o Toby pretende continuar com essa parceria da Fangamer, em vez de ir buscar outras opções de envio de produtos. Mas duas coisas que ele falou, não tem nada a ver com isso, o que vocês estão falando comigo? Não tem nada a ver com isso? É verdade, não tem nada a ver com isso. E aí a terceira coisa, que é o real motivo da comoção que aconteceu hoje, que esse terceiro tópico é, com

relação à localização. O Toby falou que ele lamenta muito o jogo não estar disponível em outras línguas, Undertale especificamente. Ele só está disponível em inglês, que é a língua original, e japonês. Então que não tem nenhuma outra língua, nem não tem chinês, que seria, hoje se você quer que o seu jogo venda pra caralho, você vai traduzir ele pra chinês. Porque é o maior mercado consumidor do mundo. E não tem coreano, não tem russo, não tem nenhum realmente outro idioma que costuma ter, como o alemão, o espanhol, não tem nada disso. O Undertale não tem nada

Nem o Dr. Rooney, né? Nem o Dr. Rooney. O Dr. Rooney também é só inglês e japonês. E aí a explicação dele pra isso é que ele não quer que sejam feitas localizações em outros idiomas. Na verdade ele só permitiu que fosse feita em japonês porque ele fala japonês, né? E ele conseguiu fiscalizar, né? Sim, sim, conferir. Conferir a localização ele mesmo, né? E aí o lance é que não existem traduções pra outros idiomas porque ele diz, né? Que ele não quer comprometer a visão de...

fã, eu acho que o fã, ele até incentiva a tradução de fã, ele acha que não tem problema nenhum, mas que a tradução oficial, pra ela ser uma tradução oficial de verdade, ela tem que respeitar os valores, as visões muito específicas que ele tem pra obra dele. E ele completou, dizendo que, por causa do Delta Rune, especificamente, não seria possível trabalhar em traduções enquanto o jogo tá sendo feito, porque atrasaria ainda mais o processo de produção.

E aí, isso aí, né, esse fato de ele falar que não quer traduções oficiais, não quer trabalhar em traduções

oficiais, porque isso vai comprometer a visão dele, é o que causou o furor da internet no dia de hoje. Então, as menções e os quotes, RTs, as citações ao post dele foram pra direções, assim, foram pra lugares. Ah, não poderia imaginar. Foram pra lugares. Isso nunca aconteceu dentro da internet, tem Google. De gente apoiando ele de um lado, chamando ele de racista de outro. Sionista. Que é muito doido, né? Isso daí foi só de graça ou ele tem alguma prova? Não, não, não.

de provas hoje em dia, a gente só precisa de convicções. É só a galera sendo emocionada mesmo, assim, né? Ficando brava, eu acho que assim, eu acho que ficar transtornado, incomodado, chateado, pô, eu acho válido. Então assim, uma opinião meio merda que ele soltou, uma opinião meio merda, mas até aí não precisa bater na mãe, né? Não, com certeza, com certeza. Inclusive assim, eu até cheguei a comentar isso no Blue Sky e tal, porque assim, como pessoa que está no ramo de tradução, isso é um tema que é

muito importante pra mim, pessoalmente. Então, eu acho que, assim, dá pra entender quando ele fala que, ah, ele tem uma visão específica, ele não quer que seja deturpado, ele quer que seja, que mantenha a intenção original, tralá, tralá. Eu acho que, por um lado, é compreensível. Por outro, eu acho que é um tipo de preciosismo meio bundo, assim, eu acho. É. Milp, excludente, sabe? Sim, sim. É, tem várias coisas da opinião dele que eu acho muito estranha. Que, tipo... Ele é estadunidense? Sim. Ah, então, pronto.

e eu posso ler só por causa disso. Se for assim, quase não vai ser mais tradução. Não vai mais ter essa tradução. Não tem uma tradução em nada, né? Ele mesmo só deve jogar coisas que foram escritas por nativos. É, em inglês. Porque, tipo, se ele for jogar um jogo japonês... É que ele sabe japonês, né? Então vamos dizer, sei lá. Ele vai jogar um jogo que é, sei lá, coreano. Mas o texto tá em inglês. Mas eles são coreanos. E agora?

Não posso jogar. Porque o texto está comprometido. Eu só posso ler na língua original. É impossível você traduzir um videogame.

sabia? Qualquer palavra, o ser humano, desde Babel, ele não consegue mais se comunicar um com o outro. Impossível. Como alguém mandou no chat, desculpa, Undertale é impossível de ser traduzido, porque ele vem de Modern, um jogo intraduzível também. É verdade. Mas assim, é foda porque eu entendo você prezar pela pureza da tradução, que ela transmita o máximo possível do original. Primeiro que nunca vai, mesmo a tradução que ele supervisionou em japonês, ela não vai

ela não consegue transmitir as exatas mesmas coisas que a versão em inglês. Porque tradução é adaptação. É, assim como, tenho certeza, e eu joguei um pouco do Undertale em japonês, ele passa a transmitir coisas que não estão no inglês também, porque são idiomas diferentes ali, né? Isso é inevitável. Agora, é foda também que, tipo, pô, é Undertale, sabe? É um jogo que ele é complexo e é cheio de significado e, pô, o nome de todos os bichos é um trocadilho e tudo tem um sentido e tal, tal.

traduções mais fáceis do mundo. Eu, inclusive, cheguei a mexer nos arquivos de Undertale, comecei a traduzir imagens, comecei a traduzir a lista de nomes dos inimigos pra ver até onde eu chegava, assim, tentando adaptar os trocadilhos e tal. Isso, né, lá em 2015, na época. E realmente é bem desafiador, assim, porque é muita coisinha. Mas, pô, é Undertale, gente. Shakespeare já foi traduzido, sabe? Mantendo a métrica, mantendo a rima, sabe?

Tenho certeza que dá pra traduzir Undertale em qualquer idioma possível. E, assim, hoje em dia, ainda mais porque

Uma coisa é você... Tem muitos jogos que sofrem com o processo de tradução, que tipo, ah, precisa lançar junto do jogo, o jogo não tá pronto, os tradutores não têm acesso ao jogo, tem que traduzir sem contexto, tem que traduzir na correria, tananã, tananã, tananã. Só tabela de Excel. Só tabela de Excel. Muitos jogos sofrem com isso e, tipo, tem traduções que realmente dão a pessoa que tá jogando a versão traduzida uma experiência inferior, infelizmente.

Mas, primeiro, ainda assim é melhor do que experiência nenhuma. Exato. E, segundo, pô, Undertale tá aí desde 2015. E vendeu?

pra caralho. Vendeu pra caralho, tem com certeza, nossa, mas seria a coisa mais fácil do mundo montar uma equipe de fãs, tradutores profissionais pra cada idioma, pagos, que iam fazer esse trabalho com uma paixão e um entendimento de Undertale, que, pô, ia ser como se o Toby Fox tivesse traduzido. Desculpa, tipo, eu entendo que ele acha que não, mas Undertale não é isso tudo aí também não, galera. Vamos Undertale. Mas, pô, é um jogo.

De complexidade de tradução. Exato, de complexidade de tradução. Ele não é um Blue Prince, né? Exato, porque é literalmente

impossível, porque os puzzles dependem das palavras e da ordem das letras especificamente. Sim, sim. Teria que refazer os puzzles, né, por exemplo. Mas ele não quer a obra dele. Sim, a gente tem o direito de criticar ele e a obra dele. Exato. E outro, a partir do momento que você botou a obra no mundo, ela era do mundo também. Não, mas assim, o todo lance é dele, a obra dele, mas o motivo é muito ruim. Exato. Tipo, se tivesse realmente um bom motivo pra ele falar, não, não quero, porque

por causa desse motivo. E todo mundo... Não, esse é realmente um ótimo motivo. Tipo, as coisas que ele falou da orquestra, do merchandising, faz todo o sentido do mundo. São coisas terceirizadas, sabe? Eu tava... Eu até vi alguém comparando, porque tava rolando um tempo atrás, não sei se chegaram a ver, umas entrevistas que era do Yuji Hori com o escritor do Paranormal Site. Ah, sim, sim. Esqueci o nome do cara agora. Que eles estavam lamentando que o inglês é um idioma muito simples comparado com o japonês. E eles dão... Um dos exemplos é os pronomes, né?

gama gigante de pronomes em japonês que você diz muito da personalidade da pessoa dependendo de qual pronome ela tá usando já, né, por exemplo. E eles estavam lamentando que Yuji Hori fala, por exemplo, no Dragon Quest ele acha que o texto em inglês é menos interessante porque ele sente menos nuance nos personagens. E ele acha que o texto em japonês não precisa de dublagem por causa disso, mas em inglês precisa, porque ele sente que no inglês precisa da entonação pra ajudar a entregar essa nuance que só no texto vai. É só botar emoji.

O final de toda a frase. Mas o negócio é, o rapaz do paranormal site também lamentou isso. E os dois jogos existem em outros idiomas, sabe? Tipo, por mais que as pessoas, acho que qualquer pessoa que trabalha com texto, sabe que algo vai se perder. Não vai ser a exata mesma coisa. Mas que nem o André falou mais cedo, é melhor que exista um pouquinho diferente, perdendo um pouquinho da essência, mas que outras pessoas possam ter acesso do que só não existir.

É, o Daria Campo perguntou qual seria um bom motivo pra não traduzir. Seria o caso, por exemplo, do Blue Prince, que é um jogo que, pra você traduzir,

você tem que refazer o jogo. Aí eu entendo, realmente, não tem como traduzir. Ele teria que fazer o jogo já pensando na possibilidade de jogo. Em cada uma das outras línguas, né? E se ele quiser traduzir e continuar sendo um jogo com game design, ou sei lá, uma equipe de tradução especializada em game design, que criaria novos puzzles, é algo meio que não tem precedentes. Então esse, pra mim, seria um motivo existente. Mas, de novo, as pessoas também não sabem...

passa. É o que eu falei, sionista! É, não, pelo amor de Deus. Assassino de bebê! O Rafa tá aqui pra representar a internet. Assassino de bebê! De novo, pelo amor de Deus, né? Paia, opinião meio bosta. É, no fim das contas ele tá sendo gringo, né? Exato! Eu acho que assim, o crime dele é ser gringo, porque assim, ele na posição de gringo, ele... Ah, é inglês, pô! Tudo já já vem inglês pra ele. E o que não veio, ele aprendeu japonês.

Eu vi muita gente... Eu vi muita gente argumentando, tipo, ah, é só aprender inglês. Mas tipo... É só.

Ah, pô. É, só aprender inglês. Não, eu vejo muitas pessoas falando, tipo, não, pô, mas eu fui lá e eu aprendi inglês jogando videogames. Pô, que ótimo. Eu também. Mas, assim, não é todo mundo que vai ter o recurso de tempo pra poder dedicar a um jogo que você não tá entendendo nada, batendo cabeça até aprender. Não é todo mundo que tem, né, essa facilidade até pra... Até a idade, por exemplo, hoje em dia eu não faria isso mais.

Porque minha cabeça já está enferrujada. Eu consegui fazer isso e eu queria ter feito isso com o japonês. Eu devia ter feito isso com o japonês.

na época, porque aí talvez eu tivesse aprendido japonês desse jeito também. Mas hoje em dia eu não consigo mais. E canto? Tinha que fazer aula de canto, japonês, cantonês, que é meio canto, meio japonês. É isso mesmo. Todos os idiomas, aprender assim. Então se você é jovem ainda, amanhã velho será... Aprenda chinês. Tá bom? De verdade. Depois você pensa em japonês e inglês. Mas então, por enquanto, que nem acho que o Rafa falou, tem traduções de fã, não só pra português, né?

Pra outros idiomas também. O que é triste é só se você joga no PC, se você é uma pessoa que

Joga no console e você também safoda você. Sim. Mas melhor que nada, eu acho. Sim, sim. Pelo menos tem a tradução de fã. Exato. Continuando aí, voltando, na verdade, para o assunto dos preços, Tengu, nós temos aí novidades sobre um bloco agora de notícias da dona Nintendo, né? Que legal, né? Nintendo sendo uma mãe, né? Como sempre. E um pai. E um pai, as duas coisas, né? Porque a Nintendo, no ano passado, que foi quando saiu o Switch 2,

dinâmicos, né? Que é lançar alguns jogos a 70 dólares, alguns jogos a 80 dólares, não ter mais um padrão que nem existia antes, que é 60 dólares. Todo jogo, via de regra, 60 dólares. E a Nintendo começou a, não, vamos brincar com isso aqui. Tudo bem que já tinha jogos a 70 dólares alguns lançados aqui e ali por outras empresas, né? Mas a filosofia da Nintendo foi abrir mais esse leque de preços pras coisas. E aí agora ela anunciou meio que uma outra etapa pra essa filosofia, né? Que é, a partir de maio

esse ano, a Nintendo vai fazer com que os jogos físicos sejam mais caros que os jogos digitais. Começando pelo Yoshi and the Mysterious Book. Ela cita em algumas regiões, né? Obviamente no Japão não vai ser o caso, mas Reino Unido, Estados Unidos... E no Brasil também. Imagino tudo que vai vir pra cá. Agora, eu me pergunto se isso é loucura na cabeça dela, porque a Nintendo é assim, né? Ela realmente, às vezes, ela só... Ela é tipo um chá de EPT. Às vezes ela delira, né? Ela surge com uma ideia. Exato.

Ou se é por alguma coisa de realmente a logística de transporte. Não. Tá difícil no mundo atual. Sabe o que é? Não é. E a falta de componentes, porque... Não, sim, mas assim... Do tipo que ela usa pra fabricar os cartuchos. Não é especificamente dos cartuchos, mas é... A gente vai aumentar o preço de tudo que a gente conseguir. Pra não aumentar o preço do videogame. Enquanto a gente consegue não aumentar o preço do videogame. E aí vai aumentar o preço do videogame também, porque é isso aí. Mas enquanto eles não conseguem, eles vão...

custo pro consumidor, eles vão. Até, o que aconteceu, que até a Nintendo, num movimento surpreendente, alguns jogos do Brasil ficaram até mais baratos, os digitais, né? Caiu o preço de alguns deles, na verdade. Mas, a partir de maio, a partir do jogo do Yoshi, os jogos físicos, não é que vai aumentar tudo, mas os físicos, especificamente, vão ficar mais caros. Mas, é só uma pergunta, só pra esclarecer. Ela não tá deixando o digital mais barato.

Não, não, não. Ela tá deixando o físico mais caro. O físico mais caro. Exato. Porque, assim, o preço desse Yoshi no Mysterious Book não tinha sido anunciado oficialmente, mas já tinha

aparecido em algumas lojas na União Europeia a 60 euros. Então dá a entender que eles viriam também a 60 dólares. E aí o físico agora vai ser 70 e o digital continua a 60. Isso já acontecia em algumas outras regiões, tipo no Reino Unido, tanto o Donkey Kong Bananza quanto o Mario Kart World, os físicos custavam 8 libras a mais do que os digitais, então não é uma coisa exatamente nova, mas agora eles vão expandir para outros

mercados, né? Que nem o Rafa falou. E aí a gente tá vendo, né? Isso que vocês falaram de tipo, ok, vamos ver até onde a gente consegue levar antes de subir o preço do console. Que vai acabar subindo, né? Se as coisas continuarem do jeito que estão, e elas vão continuar por um tempo... Sim. Nosso mano, Shuntaru Furukawa, falou que não ia ter aumento de preço de console pelo menos até o fim do trimestre. Que está acabando. Tipo amanhã ou depois de amanhã? Tipo isso. Então, assim... Ou seja, Vertis que vem, notícia...

do aumento de preço do Switch 2. E eu não comprei o Switch 2 ainda. Dá tempo ainda, Tengu. Puta que pariu. Tengu, cada dia que passa, tá mais perto do momento. Cara, eu tô muito em dúvida, assim, de verdade, tá ligado? Tengu, passa em 10 vezes. Tengu, umas coisas... O café tá no ombro, tipo, não, vai lá, Tengu. É pra sua diversão. Você trabalha com isso. Você trabalha pra você, a pessoa que tem a maior desculpa do mundo. Mas, Tengu, pensa nisso. O mundo está

É verdade. E sim, na moralzinha... Eu não sei se a gente vai ter console depois desse não. Tipo, do jeito que a gente vinha tendo até então, sabe? Aham, aham. Então pode ser que a gente fique no PS5 e Switch 2 por um tempo. Um bom tempo, sabe? É verdade, né? E se quiser, a gente faz um cartão seu ali agora, pra você já comprar essa daqui parcelada. Aí tem que vir na loja todo mês pra pagar a mensalidade do cartão. No... Como é que é? No carnê. No carnê, é. Vou falar no chat. Compre e apague o app do Nubank.

Como é que eles vão te mandar mensagem? Como que eles vão? Eles não são um banco 100% digital? Quero ver. Quero ver, me pega aí. Manda uma carta aí da sua agência física. Quero ver. Como é que você vai no correio? Você é um programa de computador. Se alguém quiser me fazer um Pix aí pra eu comprar meu Switch 2, pode fazer, tá? É o meu e-mail. Pô, pior que o meu Pix também é o meu e-mail. E aí, eu não posso sair passando pras pessoas, né? Aí eu passo, meio que foda-se.

pessoas no meu e-mail. Mas todo Pix é meio revelador, né? O CPF é meio revelador. Mas tem pessoas que tem chaves que geram aleatório e fica, né? Aquela chave... Mas o negócio é você criar um e-mail pro Pix, né? Ou então usar um e-mail que você meio que foda-se. RafaPix, arrobaBall. É isso aí, André. Obrigado pela ideia. Vou pegar o meu código aleatório aqui no app do banco e vou jogar no chat. Uma parcelinha aí. Pô, pelo menos uma parcelinha.

Mas é isso. Então vamos ver os jogos. A Nintendo diz que é por causa de logística, custo de produção. Faz todo sentido. Como a gente estava falando, a gente está tendo problema para produzir componentes. Está tendo problema para transportar as coisas pelo mundo. Está tendo uma guerra no Oriente. Não sei se vocês estão sabendo. Está tendo uma guerra aí que está realmente fodendo a logística global. Não, não. O Trump já falou umas 10 vezes que já venceu. Já acabou a guerra. E que loucura. Ele venceu, mas continua acontecendo.

faz todo sentido. O negócio é que foi muito rápido esse aviso dela. Mas também as coisas estão acontecendo muito rápido. E a Nintendo não é... Ah, não tô passando pano, tá? Mas a Nintendo, ela não é uma empresa de tecnologia grande, igual é, por exemplo, a Sony, é a Microsoft, que tem muitas coisas próprias, né? O Rafa, veja bem, a única notícia que ele tentou justificar pro lado da empresa foi a Nintendo. Vocês repararam, né?

Não, eu só falei que faz sentido aumentar o preço do jogo físico. Faz todo sentido. Mas assim, não aumentando o preço

digital, ajuda. Mas sabe o que é foda? Que o físico costuma ficar bem mais barato aqui no Brasil. É, tem promoção, né? Porque a gente tem promoção, né? Pô, eu tava vendo, eu tenho um grupo de promoção de empresas lá no Telegram, e eu tava vendo, né, tem promoções boas e tal. Ô, ninguém gostou do Metroid, né, cara? O jogo tá, tipo, 160 reais, 170, foda-se, encalhou, né? O geral achou pai é Metroid pra M4, cara. Encalhadíssimo. O jogo tá muito barato.

Um que ficou barato imediatamente e eu fiquei triste foi Monster Hunter Wild, que eu comprei na pré-venda, não joguei até hoje, e sei lá, 6 meses,

depois você achava ele por tipo 150 reais. Eu, carai, que merda, que ódio. Teve um também, qual que foi? Teve um recente aí que também, eu não lembro agora qual, mas teve um jogo recente também, caiu rapidinho o preço. Se esperar um pouco depois do lançamento, ele cai. Se Deus quiser. Vai cair, vai cair. Mas, estamos aqui falando do Yoshi, que vai vir mais caro. O Yoshi, Rafa, é uma grande estrela aí do filme do Mario. É verdade, André.

Você sabia que no dia 1º de abril vai lançar o filme do Mario 2? Espera, já é agora? É 1º de abril. É mesmo, que doida. É tipo depois de amanhã.

na quarta-feira. Você tá mentindo pra mim? Não, é dia 1º de abril. Vamos fazer um Jogabel em Contro pra ver todo mundo no filme do Mario? Vamos. Como é que é? Fala. Relâmpago, surpresa, turbo. O sushi, ele vai ser contra, porque ele não gosta de alegria. Alegria! Mas eu acho que a gente deveria, sim. Vai ser um bom soninho. Eu dormi no primeiro filme do Mario e nunca mais vou lembrar de novo. Mas você devia estar muito cansado, porque aquele filme parece que botaram uma criança pra cheirar cocaína e escrever aquele roteiro. Pior que não. Só dormir. Não cheirou cocaína.

Vamos lá. E eu nem costumo dormir em filme. Nossa senhora. Mas então a gente tem que rever o filme do Mario aqui em live. Não precisa de tanto, né? Eu gosto de alegria, mas não é de batante também. O Hildo Sword falou que dormiu duas vezes assistindo o filme do Mario. Sabe o que é louco? A gente vai falar mais de notícia e tudo mais que filme do Mario, ok. André vai estrear o filme 2 do Mario, Mario Galaxy, né? E as pessoas já estavam conjecturando que, meu Deus, Mario na galáxia, né? Star Fox, nave.

Alguém acho que já tinha visto algo no fundo. Uma silhueta. Uma silhueta num trailer. Tinha as costas do Fox. Mas olha só, rapidão aqui. Em 2023, Rafa, no dash de destaques, na parte das apostas, eu apostei que teria um teaser de outros universos Nintendo na cena pós-crédito do filme do Mario. E não teve, não foi só Yoshi. Dando a entender que um Vingadores teria no próximo filme do Mario mais outros personagens Nintendo.

universo. Ou seja, vou voltar lá retroativamente, marcar o meu ponto. Não, é assim que funciona. Mas olha só, André, o negócio é, eles anunciaram porque hoje em dia filme, trailer, jogo, eles não conseguem aquietar o cu e não revelar tudo antes do negócio lançar, né? E bem, já revelaram com imagem, o Escambau A4 e é foda também porque tem muito marketing, muito brinquedo, né? E acabava de qualquer jeito, vai ter coisa no McDonald's, mas revelaram que vai ter o Fox

de o protagonista de Star Fox no filme do Mario, e que ele será dublado por Glenn Powell. Ah, ok. Glenn Powell, que é o moço daquele filme de detetive lá, que o pessoal gosta. Ele fez recentemente aquele Passageiro do Futuro, da história do Stephen King? Passageiro do Futuro? É o Running Man. Como é que chama esse filme? Ah, é... Ah, não, pera. Running Man? Running Man é o que é... O original era com Arnold Schwarzenegger. Isso, isso, isso. Ah, tá. É, eu esqueci.

como é que é o nome. É o Runnyman mesmo falaram. O Sobrevivente. Obrigado, é isso aí. Pô, é mais legal esse livro. É, ele fez o filme. Que eu acho que é um conto, na verdade. Mas bem, André... Vocês acham que a gente vai ter mais esse personagem do Fox? André, o negócio é que chamaram um cara hollywoodiano, né? Pra dublar o Fox. Como todo elenco. Exato, como todo elenco. Mas não dá pra saber se vai ser um papel de destaque ou se vai ser um cameo rapidinho, alguma coisa. Mas que o pessoal ficou maluco com esse anúncio que vai ter o Fox.

no filme. Meu Deus, Smash Bros, vem aí. O filme do Smash Bros, vem aí. Ah, mas vem. Um dia vem. André, de filme em filme a gente chega lá. A verdade é que um amigo meu mandou mensagem que tava animado pra caramba. Pô, vai ir o filme do Smash Bros, vai vir, vai ser foda. E tipo assim, não querendo ser um grande sommelier de filmes infantis aqui. Mas eu acho o filme do Mario tão sem conteúdo, tão vazio, sabe? É que eu até brinquei com o Sushikon.

Como é que você consegue dormir? Porque é um filme que ele não respira. Ele não tem um momento de apreciação.

ele não tem um momento de pausa. Ninguém para de falar o filme todo. As coisas não parem de acontecer em nenhum momento. Ninguém para pra olhar pro cenário. Não. Sabe? E é uma coisa que eu desgosto demais no filme. Eu prefiro os filmes do Sonic porque tem algum semblante de ritmo. Eu acho o ritmo... Olha como eu sou idoso. O ritmo TikTok, André, do primeiro filme do Mario, não me deixa animado pra nenhum conteúdo vindo nessa mesma leva, sabe?

Tipo, talvez eles corrijam isso no segundo filme. Eu acho difícil porque o primeiro filme fez muito sucesso e fez sucesso talvez por

desse jeito tiktokizado. Mas no filme do Smash Bros, pra mim, eu queria que tivesse um mínimo mais de conteúdo, André. Não, vai ser só duas horas do personagem se batendo mesmo. E vai fazer dois bilhões de dólares. Então, é porque, tipo, eu não acho tanta graça, assim. É tipo, ah, meu Deus, é fulano, tô vendo fulano na minha tela. Eu me sinto a minha gata. A minha gata, André, ela igualmente ia assistir TV. Mas eu tenho certeza absoluta que ela não entende o que tá acontecendo.

É isso que você acha? É, são apenas cores. Há cores bonitas passando a tela. Eu não fico animado, tipo, caramba, é a cor que eu gosto passando.

Sabe? Não tem substância. Mas, assim, esse é o tipo de filme que eles estão fazendo. Esse é o tipo de filme que a Illumination fez sua carreira em fazer. E deu muito certo, né? A menos que esse filme fracasse, faça números muito ruins e tal, pra eles mudarem a estratégia. É isso, né? E, assim, eu realmente não duvido que venha a acontecer, né? De ter mais, aos poucos, né? Eles irem acrescentando mais personagens até de algum momento, assim, via carta, o convite.

É o que alguém falou, que o final desse filme, mão. Vai passar uma mão gigante. Ou só uma mão, assim, na tela. Não, é a mão. Aí você acha que é a mão do chefe do Smash, mas aí continua abaixando e tem o bracinho do Sonic conectado. Ah, caralho. E aperta a mão do Mario, assim. E é o Sonic do filme. E pro pessoal falar, não, mas aí o Zelda vai misturar o live action com o desenho? Vai ser Roger Rabbit? Gente, o Zelda tem vários universos aí.

Eles fazem um Zelda de outro universo. Inclusive, no filme do Smash vai ter vários. Vai ter o Toon Link.

Exato, é, gente. Vai ter o Snake, né? Não me animo pra um filme do Smash. Mas você viu que junto do filme vieram vários rumores, né? Não, mas calma aí. Eu queria dizer antes disso. Eu achei esse Fox muito bonito. Ah, não. O que é errado pra mim. Porque o Fox... Não, o Fox é bonito. Ele tem que ter aquele aspecto meio bicho empalhado, assim. Não, não. André, você não conhece a comunidade furry? Não, não. Porque o Fox, ele é bonito galã, faz uns bons jogos já.

décadas, talvez duas, inclusive. Não, não, não. É assim. O Fox, pra mim, é o Fox da capa do Super Nintendo e que eles trouxeram de volta no material do Star Fox Zero. É que não deu certo, né? Pô, é o melhor Fox, que é o Fox bonecão. Pô, André, não me lembra desse jogo, não. Não me lembra desse jogo, não, porque é muito triste, viu? Esse jogo é triste, triste, triste, triste. Esse jogo, ele tinha um potencial de ser retrabalhado pra ficar bom.

Então, esse jogo, o que me mata nele? Ele não parece meio um bicho empalhado, ele não parece meio

É porque ele quer relembrar os velhos tempos. Mas você vai ver o Fox do Smash, ele é muito mais bonito. E sexy. Esse pra mim é o Fox. É porque você não tem tesão nele. Isso é verdade. E não quer ter também. Não, é. Principalmente. Então é por isso. Você tá lutando com esse mesmo. Se ele for mais bonito, você vai cair. O Fox do filme do Mario me despertou coisa que eu não gostaria de sentir. Esse sorriso. Ele tem cara de Han Solo aí nessa imagem. Ele tem um queixão. Mas ele é meio cafajeste. Ele é?

Ele é uma raposa, né? Fazer um carinhozinho assim, um cafunézinho. E aí, quando você faz o cafunézinho nele, ele provavelmente levantaria o queixinho. O André já tá conseguindo. Bate o perninho. O André tá entendendo, gente. O André tá entendendo. E aí ele começaria a mexer a perninha. Exatamente. Só pra completar o raciocínio, o Star Fox Zero me deixa triste porque ele é quase bom. Exato. Ele é quase bom. E aí, tipo, dá uma tristeza. Tipo, porra, faltou tão pouco pra ele ser bom.

A esperança era eles refazerem pro Switch, né? Sim. E ele agora vai ser bom, mas não vai acontecer. Porque tem o... Por quê? Altos rumores, né? Ah, é verdade, né? Recentemente, um leaker muito famoso, o Nate The Hate, ele foi num podcast e comentou, falou sobre vários dos rumores, inclusive alguns desses já estavam em circulação aí há um bom tempo, né? Ele falou que Dusky Blood só sai no final do ano. Exato. Um deles, por exemplo, é que Dusky Blood só sai no final do ano.

É porque tava o rumor que ele ia ser agora mais pro meio, né? É, mas porque o rumor... Você sabe por que o rumor tava desse? É cada loja lá que colocou e era só o fim do ano fiscal.

É, e também um pessoal que jogou o Elder Ring no Switch 2 recente, falou que tá agora muito bem, já tá rodando direitinho e tudo mais. Aí fala, olha aí, ó, se tá rodando direitinho o Elder Ring, o Dusk Blood também, e é isso. Mas o grande rumor que ele trouxe, e ele é um leaker que já acertou várias vezes no passado, é que esse ano, primeiro, vou começar com a notícia ruim, entre aspas aqui, nós não teremos um Mario 3D esse ano.

Hum... Não é novo. Já vou perder ponto nas apostas do ano, já. É, eu sempre achei que quem tava apostando,

isso daí, tava meio viajandinho da cabeça. Então, André, acho que não, porque se você for ver, o pessoal do Mario Odyssey foi fazer o Bananza, né? Mas o pessoal do Trace the World, teoricamente quem tá fazendo o próximo Mario, o pessoal do Bowser's Fury, né, no caso. Mas o pessoal do Bowser's Fury não era o pessoal do... Wonder? É, no Wonder, não? Mas o Wonder saiu faz tempo já também. É, não tanto, né? Uns três anos já, André. Não. O Wonder era de 2019. Caraca. Acho que tem dois anos, né? Talvez, talvez.

É 2024. Não, 2023 Wonder. É no final de 2023. É. O chat vai nos corrigir. Eu acho que é 2023. Alô, chat. Eu achava que era 24. 24 é o Zelda Echoes of Wisdom. Que teve as grandes surpresas de final de ano, que foram 23 e 24, foi isso, né? Foi o Wonder em um e o Echoes of Wisdom no outro. Jogos que vieram do nada, assim. Tá aí, então.

3D, né, e no tempo de desenvolvimento de jogos hoje em dia, 3 anos ainda parece pouco. É pouco, é pouco. Mas ele diz que vai ter um Mario 3D ano que vem, né, e que os grandes jogos desse ano, que ele falou que a gente só vai ter Direct da Nintendo na metade do ano, que é a grande Direct dela. Em junho, né? É, que até lá no máximo Partner ou Indie, né, e de fato a gente não teve a Direct de fevereiro, né, que é

Já tava clássica, já. A gente não teve muito anúncio de coisa da Nintendo nesse começo do ano, né? E aí, nesse Direct, os jogos que vão ser anunciados para o final do ano, os grandes jogos da Nintendo, serão um novo Star Fox. Vem aí, que faria sentido, talvez, até o Fox apareça no filme, pra criançada saber. Olha, tem esse personagem aí, o Fox. Fiquem atentos ao novo jogo dele. Talvez, talvez, né? Deu tempo dos cronogramas se acertarem.

E, principalmente, o jogo, que eu acho que vai ser o jogo de 80 dólares da Nintendo esse ano,

ser o já tão falado, o já tão comentado Ocarina of Time Remake. Re-remake. O remake do Ocarina of Time pro Nintendo Switch 2. Eu não sei se eu boto fé nesse rumor. Então, mas é um rumor fortíssimo que tá há muito tempo. Rumor do Ocarina of Time novo. Deixa eu refazer essa frase. Eu não gostaria que esse fosse o próximo Zelda. Melhor do... Tipo, não é que eu não boto fé. Faria um sentido, né? É um dos mais famosos, um Zelda mais famoso, fora o Breath of the Wild agora. Faz sentido a Nintendo

de alguma forma, dinheiro, né? Mas eu prefiro que ele estivesse falando outra coisa. Era mais disso que eu queria dizer. Mas eu lembro que no que estavam falando do rumor desse jogo e da vontade de fazer um remake de Ocarina of Time, é que ele ia ser um remake ousado. Que ele ia ser uma reimaginação do Ocarina of Time. Não ia ser igual ao remake do 3DS que é exatamente o mesmo jogo. É, o do 3DS é quase que só uma reatualização gráfica.

Ele muda algumas coisas de qualidade de vida aqui e ali, mas no geral ele é bem, bem fiel mesmo. E a ideia é que

Seria algo realmente, tipo, como a gente viu, sei lá, Resident Evil 2 Remake pro Resident Evil 2 Original. Repensar esse jogo modernamente, assim, né? E eu acho que faz bastante sentido. Assim, se você for ver, Sushi, quando lançou o remake do Ocarina of Time, hoje em dia já se passou mais tempo entre o remake do Ocarina of Time e hoje em dia do que quando lançou o remake do Ocarina of Time pro Ocarina of Time. Entendeu? Faz sentido que eu falei? Sim, sim, sim. Pensando, assim, que o Tears of the Kingdom, ele é o quê? 2021.

Tears of the Kingdom? Tears of the Kingdom? 22? 22 ou 21? Acho que é 23, gente. Não, 23 não foi o My Wonder? 22, obrigado. 22, é. Faz um tempo já. Tá muito cedo pra um Zelda novo, né? Então... Daquela equipe, pelo menos. Exato. É, um Zelda, tipo, né? O próximo jogo da franquia Zelda está em desenvolvimento? Tá. Mas, né, acho que ainda tá cedo. Então, pra preencher esse espaço, ou eles lançariam

As versões HDs aí dos Zeldas que eles estão guardando há tempos, que não seria tão empolgante assim, né? Venderia porque sempre vai vender, mas não seria tão empolgante. É 23. 23, tá vendo? Tava certo. É 23. É maio, começo do ano. Eu gosto que a gente foi. 22, 22, 22, 22, 22. Daqui a pouco, 23, 23, 23, 23. Aí eu aqui, 24, 24, 24. O tempo acabou, gente. Não existe mais tempo. 23, 23. Mas um remake desse tipo com o Zelda. Imagina, um Hyrule Field assim, que é um mundo gigante, tipo estilo Breath of the Wild, pra você explorar.

mas assim, contido nele mesmo, né? Não precisa ser um mundo do tamanho do Breath of the Wild, só uma área super aberta que vai levar todas as áreas do jogo, mas com a filosofia de design... Sem loading entre as áreas. Exato. E talvez atualizando o combate, né? Que eu acho... Pô, um jogo de 98, acho que o combate é um jogo muito legal. Não, ele é absurdo. O fato de que a gente até discutiu várias vezes, Dark Souls, Souls, pra mim veio daí.

combate Zelda Ocarina. Assim como o Mario desvendou plataforma 3D, Zelda Ocarina of Time desvendou o combate em 3D, né? Essa coisa de travar a mira. É, lock on one. Acabou. Videogame 3D precisa disso. Até a esquiva. Eu acho que muito do ritmo, sem dúvida, é a inspiração do Zelda. Alguém falou, vai ser um Souls Dark Fantasy de Zelda. Eu acho que não. Mas assim, uma coisa, tentando ver para um lado positivo, um saldo positivo para mim do remake desse jogo é eles estarem usando esse remake, essa reimaginação

como o Rafa disse, pra meio que encontrar o que é esse próximo Zelda que eles querem fazer? Não, porque eu acho que o próximo Zelda... Você acha que vai ser muito aberto? Não, já tá sendo feito, já. No momento em que o Cheers acabou, eles nem fizeram DLC. É, eu acho que é outra da equipe. Eles nem fizeram mais nada. É, mas será que não conversa alguma coisa com a outra de estilo? Não, vocês compartilham a tecnologia. É, é. Tecnologia, ideias, até compartilham.

Porque você vai ver, por exemplo, as equipes se conversam, né? Até o Echoes of Wisdom é um pouco... Exato. Porque por mais que...

dos dois mundos abertos. Eu acharia um pouco triste o terceiro ser de novo aquela fórmula. Não, eu também. Mas eu acho que vai ser aquela fórmula com o twist. A minha aposta maluca que eu tô tirando de lugar nenhum é que você lembra aquele... Zelda de CDI, lembro. Não, você lembra aquelas artworks das ideias que eles chamam o Breath of the Wild? E um era um Link com um braço robótico e uma moto? Aham. E era mais futurista, né?

Mas eles já fizeram isso. Ele tem o braço robótico no Tears of the Kingdom e tem uma moto pra você.

futurista. Vai ser tipo Jack and Dexter 2. Eles não têm coragem, eu acho. Eu acho que vai ser, André. Eu gostaria. Eu acho que vai ser. Um Zelda que leve a franquia pra um lugar que ela nunca esteve antes. Exato. Aquele mundo agora é um gátia. Tecnológico. É um gátia, porra. É um gátia. Não, e vai ser a NA-V1. Isso. Vai ser a sua IA na sua cabeça. Que vai te guiar. Caralho, Cyberlink. Eu não sei o que achar disso.

não tem barragem. E aí vai ter o Hyperlink. E aí o Ganon vai ser CEO de uma empresa do mal. Exato! Ele é DMC pra caralho. É o filme do Mario, né? De 93. Ele quer construir um prédio gigante que vai fazer sombra no campo de baseball deles? Exatamente. O que você acha? Eu acho perfeito. Eu acho que é isso. No campo de baseball do Link. Acho que eles não vão fazer isso não. Mas assim, eu espero que o próximo Grande Zelda não seja mais um Breath of the Wild Tick Tock. Não, eu acho que vai vir nessa mesma pegada,

Eles vão tentar fazer um novo passo. Assim, na frente. E eu só quero Dungeons boas, gente. Eu quero Dungeons. Exato. Mas vocês acham que esse ano, então, a gente vai jogar, quer dizer, não o Tengu porque ele não comprou um Switch 2. Vou chegar em casa e vou comprar essa porra. Exato. Um Zelda remake, é isso que vocês acham? Eu acho, eu acho. Eu acho que esse rumor faz muito tempo de várias fontes confiáveis. Eu acredito também.

Eu acho que vem aí. Porque a Nintendo é muito dessa, né? A gente nunca sabe o que eles estão fazendo, bastidores.

pra mês que vem, que já teve desenvolvimento há seis anos. É, foi o Mario Wonder e foi o Zelda Echoes of Wisdom. Tá aí. Como é? Novo Star Fox e Novo Zelda, né? A gente não comentou, né? Porque aconteceu a notícia quando a pauta já tava fechada. E tal qual um jogo da Nintendo, quando a gente fecha a pauta, não dá pra colocar nada. Impossível. Mas teve a demissão na Idos Montreal, né? É verdade, é verdade. Porque é 120 pessoas, né? Por aí. E o líder do estúdio, né? Bom, então,

o nosso bloco de joguinhos. E hoje nós temos um lançamento aí brasileiro, que na verdade lança amanhã, mas os reviews começaram a sair hoje já, que é um jogo que eu estou de olho já há algum tempo, acho que o Sushi também. Há mais de anos já, né? Tem, tem bastante tempo, que é o novo jogo da Mother Gaia, que é aquele estúdio que fez aquele Slash Quest? Slash... Slash Quest, né? É, de girar a espadinha. Que a gente falou aqui também. E eles lançaram agora o A Investigação Póstuma.

Brascubas. É, só que não tem essa parte no título do jogo, é só a investigação próstata. E o que que é esse jogo, né? Ele é basicamente um adventure, ele não chega a ser point and click, mas você, de certa forma, aponta e clica nas coisas, então ele é um adventure point and click, sim. Eu vou falar que é, porque... Mais fácil. Mas na wiki dos adventures point and click, tem que falar? É, verdade, né? Teria que ver o point and click database, ele entraria?

Não sei. Mas ele é bastante, um jogo bastante narrativo, onde você vai passar a maior

parte do seu tempo jogando, né, conversando com personagens pra desvendar um mistério, nesse Rio de Janeiro Noir, de 1937, né, ele tem toda essa estética, ele tenta misturar, né, a estética Rio de Janeiro brasileira com essa coisa bem filme noir, assim, de detetive, e a Femme Fatale, e o investigador, e aquela coisa toda, tenta replicar bem essa estética, o jogo, inclusive, inteiro, ele é em preto e branco, né, pra ser bem fiel mesmo.

E bem bonito, eu acho a arte dele muito bonita. Bem bonito, eu acho ele bem bonito, tipo, ele tem um estilo dos personagens,

né? Desenhado à mão. É aquele estilo que fica tremendinho. Tremendinho, assim. Dá aquela impressão de que foi tudo desenhado frame a frame. Você desenha duas vezes o mesmo desenho? É isso? Hoje em dia, você tem filtros que dão essa tremida, né? Mas, antigamente, quando eu fazia, eu não sei se foi o caso deles, né? Teria que ver exatamente. Mas fazia três frames. Você desenhava o mesmo frame três vezes, assim, e aí ficava ciclando entre os três.

Mas, muito bonito. O estilo de arte dos personagens, alguns personagens me lembram uma coisa meio Genji Tartakovsky,

assim, na Guerras Clônicas, né, do... Samurai Jack. Samurai Jack, né, o estilo de cabelo, o estilo de rosto que ele faz, assim, eu acho muito, muito legal a parte visual do jogo. Ó, falar que o termo técnico é boiling. Boiling? Pra coisinha mexendo, eu nunca tinha visto. Entendi, é bem legal. Isso aqui é tipo, tá fervendo? Ah, entendi. E aí, nesse Rio de Janeiro, no ar, 1937, presidente branco, você controla um detetive particular que acorda em seu escritório e recebe uma mensagem, uma carta, na verdade, de um tal de Brás Cubas, que está contratando ele

investigar um assassinato, e veja só, o assassinato é o assassinato do próprio Brascubas. E aí você desce ali a sua escadinha, vai no corredor, num beco atrás da farmácia, vê ali o cadáver do... Aliás, acho que você nem chega a ver o cadáver, mas você vê a polícia em volta, um burburinho ali, e a cena do crime e tal, e você começa a investigar esse assassinato. O que pra mim foi muito curioso, porque eu li Memórias Postas de Brascubas,

Quando eu tinha, sei lá, uns 12 anos. 17 anos. 12, você não leu com 12 anos? Ah, foi antes do ensino médio. Foi o ensino fundamental. Sério? Eu acho que sim. Não é possível. Você nem sabe ler no ensino fundamental. É, então, pois é. Tipo, eu não tinha idade pra entender o que estava acontecendo. Assim, ou pelo menos pra entender, né, as nuances e tudo mais. Então eu lembro muito pouco. Inclusive, quando eu comecei a jogar o jogo, eu comecei a ler de novo.

Uhum. Pra relembrar, né, os detalhes. Mas o que eu lembrava é que Brás Cubans não tinha sido assassinado, né? Ele morre na sua cama de, sei lá, pneumonia.

alguma coisa assim. Inclusive tem a cena que ele confunde, ele imagina que o gato dele é um hipopótamo e tudo mais. É muito louco ali. No fundo, você não precisa, né? Obviamente você não precisa ler o Memórias Póstolos de Bras Cubas pra jogar esse jogo. Porque, na verdade, ele tem o Memórias Póstolos de Bras Cubas como um ponto de partida, mas os devs mesmo falam que é um jogo no Machado Verso, assim, né? Que ele pega o universo de vários livros do Machado de Assis e faz uma história nova, uma história única,

elementos desses universos, né? Então, por exemplo, ele traz elementos, traz personagens, traz coisas do Memórias Póstumas, né? Então, o Brascubas, ele é a vítima, né? O cara morto que está, além da morte, falando com você, né? E narrando, e ele que te contrata e tudo mais, você encontra ele e conversa com ele ao longo do jogo. Você tem personagens, né? Desse círculo aí, que tem a Vigília, e tem o Lobo Neves, né? Que faz o triângulo amoroso ali dos três. Mas aí você tem também personagens

de Kim Casborba, com o Rubião e a Sofia Palha, que aqui é Sofia Stroll, né? Então eles dão uma mudada, tipo, Neves, é Neves, mas é Neves com Z no final. Aí você tem o casal, né? A Sofia e o marido dela, que é Palha, mas aqui é Stroll. O Bentinho, mas é o Ben, né? Mas você sabe se esses trocadilhos são apenas esses trocadilhos pra ser engraçado e tudo mais? Ou é fugindo? Ou se é fugindo? Existe direitos?

sobre Brascuba, sobre as obras de Machado ainda? Eu não sei como é. Eu imagino que seja domínio público, eu não sei. É que não fazem 100 anos, né? É? Eu não sei quanto tempo demora pra ser domínio público, mas não fazem 100 anos, né, de Machado. Eu acho que fazem. Fazem? 1800 e... É, 1800? Eu jurava que era comecinho de 1900. É, o jogo se passa... A gente já tá bem longe do comecinho de 2000, né? Pois é. Porra! Ah, então tá ótimo.

O jogo se passa anos depois do período de fato da história que eles queriam deixar uma coisa mais moderna. É.

70 anos da morte do autor. Ah, o domínio público são 70 anos a partir da morte do autor? Duda disse que esse é o segundo jogo do Machado Verso, o primeiro Golden Axe. Exato. Exato. Esse jogo se passa em 1937, né? O Memórias Póstumas é 1800 e lá vai Guaraná com o rolho. O protagonista é o protagonista de Detetive Noir. A roupa é igualzinha que o Ricardo usou, lembra? Eu pensei, se esse cara tivesse um bigode, ele seria o Ricardo Detetive.

Alguém faz um mod, por favor. Tem cenas, inclusive, que eu olho assim, caramba, é o Ricardo. É muito o Ricardo, assim. Então, assim, ele faz essas brincadeiras com os personagens, mas eu acho que é mais algo... Por exemplo, eu não sei nada sobre o alienista. Tem coisas que referenciam o alienista. Eu percebo, assim, que, ah, eu tô perdendo uma referência, uma coisa assim, mas pra esse jogo meio que não precisa... Não é pivotal.

Não é pivotal. Você consegue aproveitar o jogo só com o que já existe dentro dele próprio. Tem uns acentos engraçadinhos,

que você fica, ah, pô, que maneiro. É, exato, exato. Não é obrigatório, né? É, então, mas aí eles usam isso, usam essa liberdade pra brincar, né? Então, por exemplo, isso do Brascubas ser assassinado, todo o lance do implasto dele, que é, ele morre antes de conseguir lançar o remédio dele. É um elemento na história, né? E por que, quem que tava envolvido na criação disso e tal. Então eles trazem vários elementos, assim, da história, mas é uma história nova.

E aí, todo o lance é, você vai investigando, você vai conversando com as pessoas,

conversa com o dono da farmácia, conversa com os policiais, conversa com a irmã do Brascubas e tal. E você vê que o tempo tá passando e o dia ele vai passando em tempo real. É. O tempo, Sueli. Inclusive é um efeito bem legal, né? Que vai anoitecendo em tempo real, assim, as luzes da cidade se acendem e tudo. Mas tem limite de tempo o jogo? Então, porque quando dá meia-noite, você fala, nossa, tô com muito sono. E aí você capota de sono. Você é transportado pra essa Velvet Room do Brascubas, assim, basicamente.

Basicamente, uma sala além do tempo, onde você conversa com o Brascubas e ele faz seus discursos grandiloquentes sobre a morte e o valor da vida e aquela coisa toda. Discorre sobre, tipo, o que você descobriu, né? As pistas que você descobriu, os suspeitos que você investigou. Conversa com você sobre as coisas que você encontrou ali daquele dia, daquele período de investigação. Você entra por uma porta e você acorda no começo do mesmo dia de novo.

Ou seja, é um jogo de loop temporal, galera. É bom pra jogo de investigação esse daí,

vários estados, estados, estados diferentes. Não, e assim, essa coisa do loop funciona muito bem pra ele porque dá uma limitada no escopo do que é possível acontecer nesse dia, mas ao mesmo tempo você tem essa cidade do Rio de Janeiro dividida em várias áreas, né? Então você tem o centro, que é onde você começa, aí você tem o bairro dos ricos, aí você tem, sei lá, o porto, sei lá, o sanatório, esse tipo de coisa assim. E você vai explorando todos esses lugares e descobrindo a rotina desses personagens, assim, né? Então, você...

percebe que todos eles têm uma rotina, uma rota que eles fazem ao longo do dia inteiro. Então, quando você começa na primeira área, você só pode estar restrito àquela primeira área, né? Você só pode viajar para as próximas áreas. Quando alguém te fala sobre essa área, você consegue chamar um táxi para ela. Você vê, tipo, o personagem chegando, aí eles vêm, sei lá, a Virgília, ela vai na padaria, lá no café. Ela fica um tempo lá no café, comendo alguma coisa.

Aí ela sai, ela anda pela rua, ela entra numa briga com a Sabina. E aí elas ficam brigando lá e tal. Você pode bisbilhotar a briga e tal. E ela tem uma rotina própria.

assim como todos os outros personagens. Só que à medida que você vai expandindo o quanto que você consegue vislumbrar do mapa, você percebe que ela tá andando pelos outros lugares do mapa também. Então ela começa na casa dela, aí você vê ela saindo, pegando um táxi, indo pro centro, aí ela faz as coisas dela no centro. E todos os personagens têm isso. Então é muito interessante você descobrir sobre a rotina desses personagens, coisas que acontecem quando esses personagens se encontram, o que esses personagens estão fazendo na história, o que eles estão tramando, quais os objetivos de cada um deles, o que eles estão escondendo de você, o que eles estão deixando de te contar,

quando você investiga e conversa com eles. E aí você vai coletando essas pistas, vai coletando informações, vai coletando itens, né? E usando itens, né? Você tem puzzles muito clássicos de adventure, tipo, você precisa entrar no clube noturno lá, né? E aí o Leão de Chakra, ele tá tipo, você não é ninguém, não vou te deixar entrar. A menos se você me ajudasse com essa chuva, né? Aí você consegue guardar a chuva, entrega pra ele, e aí ele te deixa entrar.

Então tem vários puzzles de item, de inventário, puzzles de inventário, mas muita coisa também são as pistas que você coleta, né?

coleta com um personagem, entrevistando um personagem, entrevistando outro, e você consegue usar as informações que você pegou com o personagem pra desvendar novas informações com o outro e tudo mais. Então, é um jogo muito sobre conversar, sobre explorar o cenário, sobre descobrir sobre esses personagens, assim. E isso é muito ajudado por esse formato de loop temporal, porque, apesar de ser um mundo que ele vai se expandindo, ainda é um mundinho que você consegue conceber ali, porque tudo tá acontecendo ao longo daquelas, sei lá, 15 horas, assim. Então,

muito digerível, assim, você consegue manter tudo o que tá acontecendo na sua cabeça, assim, apesar de serem muitos personagens. É, e pô, é bem legal, assim, a parte de investigação. Eu acho que ele não é tão complexo mecanicamente pra deixar você ter algumas das sacadas de mistérios por conta própria. Então, por exemplo, se você tá explorando um bairro, assim, você vê um personagem entrando numa casa que, nossa, por que esse personagem tá entrando nessa casa? Isso é muito suspeito, isso é muito curioso. Você não pode,

investigar isso, você não pode conversar com ninguém sobre isso, porque o jogo, ele não tem, ele não tá mecanicamente pronto pra entender que você viu aquilo. Tipo, você só vai conseguir perguntar sobre aquilo pra alguém quando alguém te falar sobre aquilo num diálogo. Que aí, ah, ok, você sabe sobre isso, você tem esse assunto, agora você pode conversar com essa pessoa. Ou então, por exemplo, tem, bem no comecinho, você encontra um lenço com uma letra, duas iniciais bordadas, assim, que inicialmente não são as iniciais de ninguém, mas muito rápido, assim, pelo menos, né,

Eu cheguei nessa conclusão muito rápido que se você vê essas leis de cabeça pra baixo, elas são as iniciais de alguém que você tá conversando com o tempo todo, assim. Então, é claro que é o lenço dessa pessoa que só foi apresentado pra você de cabeça pra baixo. Só que o jogo não te deixa mecanicamente chegar a essa conclusão, né? Isso é revelado a você por um outro personagem, e aí mostra a cena do lenço girando, assim. E aí, ah, era isso, então.

Mas, tipo, pô, eu já sabia, né? Eu só não pude ter esse momento da minha descoberta. Mas, ao mesmo tempo, tem muitas coisas de exploração que são satisfatórias.

de você descobrir explorando o mundo, quando você encontra dois personagens se encontrando, né, e conversando, e você consegue visibilitar a conversa, você descobre que um personagem, ele tá indo pra um lugar que você não esperava que ele fosse, você consegue acompanhar ele até esse lugar e ver o que ele tá fazendo lá, e aí sim, conversar com ele lá, talvez, e aí você consegue avançar o mistério desse jeito e tal. Então, pô, é um jogo bem narrativo de aventura, né, exploração, assim, de um tipo de jogo que eu gosto bastante, e eu tô gostando bastante, eu não terminei ainda, né? Eu ia perguntar isso, você chegou a Zedá?

Não, ainda não. Você acha que ele tem mais ou menos quantas horas? Não dá pra saber muito bem. Eu acho que ele não deve ser muito longo, não. Eu acho que ele deve ter umas, sei lá, umas 12 horas. Você chegou quantas já até agora? Umas 5, talvez. Pode crer. Tem brincadeira com o Dom Casmu? Tem, eu falei que tem o Bentinho, né? Que é o Ben. Não, mas tem, por exemplo, você descobre, você acompanha a personagem Capitu. Você vê que ela tá traindo o Ben.

É, não sei. E a que te dei spoiler do jogo agora, desculpa. É, bom. Talvez tenha alguma coisa desse tipo, né? Seria...

Seria estranho se não tivesse, na verdade. Então eu acho que, apesar de simples mecanicamente, né? Eu acho que ele faz muito bem o que ele se propõe. É muito lindo visualmente. A trilha sonora dele é fantástica, assim. Essa coisa meio bossa nova, jazz, sambinha, assim. Um sambinha lo-fi. Se eles lançarem essa trilha, sei lá, no Spotify, assim, vai ser muita gente ouvindo ela pra estudar, trabalhar, escrever, assim, sabe? Parece uma trilha muito sobre...

Porque ela toca enquanto você tá investigando, né? Então é uma trilha de pensar, de... Trilha de ler. De ler, de focar.

um diazinho, assim. Usar a trilha pra ler Memórias Póstumas. Isso, pô. Seria legal. Funcionaria bem, assim. Já tem ou não tem no Spotify? Eu acho que não, porque o jogo não saiu ainda, mas eu não procurei. Ah, é verdade, André, é verdade. Esqueci. Então... Mas sai amanhã, hein, chefe? Sai amanhã, é. Se você tá ouvindo esse editado, já saiu. Tô gostando bastante. Por enquanto é só PC, né? Só PC. Mas funcionaria com o controle. É pra dizer que eu acho que ele é melhor no mouse, né?

Porque é um pontinho em clique, afinal de contas, você tá... Você não clica tanto nos objetos do cenário, assim...

mais, tipo, um botão que aparece embaixo da tela pra você interagir com um objeto e tal. Não, mas daria pra adaptar legal, assim, pra controle. Então, às vezes, pra controle até é melhor. Então, eu acho que eles pensaram nisso. Esses adventure meio side-scrolling, assim, tem uns bons com controle. Bom de que, Joss. Tem um item que você consegue... Um problema dele, né, que é algo que vem com essa coisa do loop temporal e que eu acho que eles não encontraram uma solução muito boa, é as coisas que você tem que repetir sempre, né, que é muito clássico desse tipo de formato, assim. Então, por exemplo, tem um item que você

precisa pegar na cena do crime. E você precisa descobrir o que fazer com esse item, pra quem entregar esse item e tal. Então, vamos dizer que você passou alguns loops sem necessariamente descobrir. Você tá todo loop querendo pegar esse item. Pra pegar esse item, você tem que primeiro ir no café, pegar o pão de queijo, pra dar o pão de queijo pros policiais, que chama Sargento Gambé e Coronel Meganha. Coronel Meganha e Sargento Gambé.

Todo início de loop, você vai no café, pega o pão de queijo, aí você leva o pão de queijo pros policiais, o policial te deixa entrar, você pega

chave, o item que você quer na cena do crime, e aí você vai fazer o que você quer com ela. Que tipo, é algo simples, mas tudo isso tem um pouquinho de diálogo que você não consegue pular, assim, você consegue passar rápido, mas você não pula totalmente. Então, por mais que ele tenha uma agilidade que é, e ele dá uns saltos lógicos de tipo assim, sei lá, eu comecei um diálogo num loop com o Rubião, e eu falei, eu perguntei três coisas de cinco que eu preciso perguntar pra ele.

Então, no meio da nossa conversa, ele falou, putz, preciso sair pra fazer uma coisa.

personagens, eles são bem aderentes aos compromissos, né? As rotinas dele. Então, às vezes, ele tem que sair no meio da conversa e você tem que esperar o outro loop pra continuar. Mas no outro loop, você consegue começar já de onde você parou. Pra ele, né? Pensando na coisa do loop temporal, seria muito estranho. Tipo, quem é esse cara entrando na minha casa? Ele nem se apresentou, nem sei direito quem ele é. Ele já começa a falar comigo como se a gente já estivesse no meio de uma conversa muito louca aqui.

Mas ele dá essa colher de chá aí pra dar uma agilizada. Mas ele não dá essa agilizada em outros aspectos, né? Tem diálogos que você sempre tem que fazer o mesmo diálogo.

Tô gostando bastante. Ele deixa o estilo meio Machado de Assis de escrita pro Brascubas. O Brascubas é o personagem que fala num estilo mais rebuscado, assim, mais poético, vamos dizer assim. E os outros personagens é um estilo bem mais moderno mesmo. Tem até... Tem umas referências, assim, que eu fico... Sei lá, não sei se precisava dessas referências. Tem, tipo, você pega uma... Uma vassoura e aí

o comentário dele é... Lá vamos nós. Ou alguma coisa assim. Eu queria falar, tipo, sei lá. Me diz de onde você vai. Tem umas referencinhas, assim, modernas que eu fico... É bom ter graça, né? Tem que ter graça. E, assim, pica-pau moderno é... Eu ia falar isso. É mais moderna do que Brascula. Mas é isso, eu acho. Eu talvez volte a falar sobre quando eu terminar. Por favor. E talvez seja um jogo que apareça no rodízio, Sushi? Espero que sim. Quer dizer...

Porra! Desculpa! Caralho! Desculpa! Torcendo pelo pra cá. Torcendo contra. Eu espero que ele não precise, mas se for o caso, seria legal falar dele. É legal porque Brascubas teve um remelexo na gringa aí recentemente, né? Foi com a moça que ela leu, né? É, mas não foi só ela, né? Porque ela popularizou bastante e aí eu vi outras influências de livro aí lendo Machado, lendo Brascubas e tal. Não sei se isso vai se converter no interesse pro jogo, mas assim, eu acho

que, independente de saber de onde vem as referências, é um jogo de mistério e investigação bem legal. O PH, ele fez um vídeo, né, patrocinado, entrevistando o membro da equipe e tal, e o jogo vai sair localizado em japonês, apesar que o Toby Fox não tá no jogo, pra garantir que tá boa a tradução, porque o jogo fez muito sucesso na TGS. Olha só. E eles falaram, pô, realmente, né, eles têm já esse apreço por adventures de mistério e tal, e eles vão lançar o jogo já traduzido em japonês.

Pô, tomara que encontre um público legal. Internacional, assim. Eu vi que ele tava também na GDC. Eu vi uns vlogs da GDC e na área de exposição lá era um dos jogos que tava em destaque. Maneiro, pô. Maneiro. Torço muito pelo sucesso do jogo. Sempre. É isso. Uma investigação pós-tumar. Vai lançar amanhã pra quem tá vendo ao vivo, mas se você tá vendo gravado, editado, já lançou. Apenas para PC, por enquanto, pelo menos. Esse jogo é intraduzido. É a cultura brasileira.

Como é que vai passar a cultura brasileira? Pão de queijo. Como é que é pão de queijo em japonês? E o gambé? Como é que vai ficar? Nem existe, nem existe. Não tem como. Como é que é pão? Pão, pão. É, né? Porque tem o one pão, né? É isso mesmo. Então é pão de queijo. Pão. Tem muito... Falando sério, o pessoal fala muito que é pão de queijo. Queijo. Pão de queijo. Ah, lá fora? É, no Japão. No Japão, no Japão. Mas como é que é queijo?

Eu não lembro como é que é queijo em japonês. Chizu. Chizu, pão. Pô, será que é chizu?

Cheijo? Desculpa. É, ué, tem muita palavra em... Caralho, eu não sabia que era cheijo, que era uma palavra que você fez do inglês. É igual só abajur, porra. Você não fica ué, mas por quê? Não, mas é que, sei lá, acho que o queijo é anterior ao abajur, entendeu? O queijo é anterior ao abajur. É uma boa citação essa. Alguém coloca no chat aí se tem um mod online. Foda, tá? Foda. O mapa do queijo é o cheijo. Eu imaginei que a palavra pra queijo, ela existiria antes do inglês ter tido contato com o japonês.

É que queijo não é algo da cultura japonesa, né? Histórico e tal. É mesmo? É. Nossa, que loucura. Não tem vacas no Japão? Tem, tem. Mas elas vieram de fora? Tem pouco espaço, né? É que tem pouco... Tipo, sempre foi cultura muito mais de porco, né? E frango, né? Galinha. Rafa, falando de idiomas, fala pra mim como é que é estranho em francês. Stranger. Ih, então vou aproveitar, André. Mas ele falou outra palavra. Stranger? É porque não tem o S, né?

É só étranger. Ah, é verdade. É étranger? Mas étranger também é estrangeiro, né?

Etranger. Não, isso aí, isso aí. Etranger. Então, André, vou aproveitar que a gente não bateu três horas ainda e vou tentar falar rápido de um jogo que eu também não zerei. Então, realmente, vai ser mais rápido. Quanto mais o Sushi fala que vai ser rápido... Mais demora. É. Eu vou falar do... Etranger? Overlord. Não, agora não. Você tem que tentar, Sushi. Etranger. Não, não. Eu não tenho a... Uma remolência. Os... Os músculos.

Os necessários em mim pra vibrar dessa forma. Tem que ficar imitando o Chewbacca.

Lembra quando eu ria desse jeito? A gente nunca esqueceu, Rafa. Esqueceu, tem que ficar lembrando. E que jogo é esse? Vocês devem estar se perguntando. Que jogo é esse? Que é Etranger Overlord. Que não é Strange. Sim, parece, mas não é, porque é pra ser a palavra em francês, que é o nome da protagonista do jogo. Que é o mais novo jogo do Sohei Nikawa. Que, pra quem não sabe, é o criador de Desgaia.

que ele saiu da NIS, que ele foi CEO da NIS quase desde a época do Disgaea mesmo. Af, tá em anime. Até, tipo, 2023, eu acho que ele foi CEO da NIS. Ele saiu, fundou um novo estúdio. Esse Etranger Overlord é o primeiro jogo do estúdio, mas, curiosamente, publicado pela NIS. Então, ele saiu, mas não obrigado, porque eles ainda estão publicando o jogo dele. Que bom. Ele saiu porque ele precisava de novos ares, sabe? Precisava ser aventurado em outros lugares. Sim.

a arte do artista clássico de vários jogos da NIS, né, incluindo o Disgaea e tal. Mas é parecido o traço, né? Lembra um pouco e é o traço do... Lembra as proporções. Shinichiro Otsuka, que é o artista do ReZero. Ah... Então, o character design, eu não sei se os monstros também, mas pelo menos o character design é do mesmo cara do ReZero. Quando você vê o sorrisinho, você sabe na hora que é um personagem dele, que tem cara de personagem de ReZero. É tipo, você olha, ah tá, esse sorrisinho fininho lá, é ReZero. Então,

ele é escrito, eu acho que ele não é dirigido, mas ele é escrito e produzido pelo cara do Disgaea, com a arte do cara, não escritor, que o escritor e o artista do Rezero são diferentes, né? É, porque o Rezero é uma novel, né? Sim, sim. Mas o mesmo artista de Rezero. O que é esse jogo? Antes disso, só pra falar um outro jogo que vai fazer sentido daqui a pouco, que esse cara fez, é um jogo, não sei se vocês vão conhecer, que é de PS1, que é o Rhapsody, que é do mesmo criador do Disgaea.

Pode crer. Também é escrito por ele, e uma coisa que esse jogo faz, é um jogo musical, ele é um RPG musical,

E eu acho que talvez tem algum outro... Talvez, sei lá, o 3 é de PS2. E ele escreveu as músicas. Isso vai ser... Vou voltar pra isso. Mas o que é o Etrange Overlord? Ele não é um jogo tático, igual o de Gaia. Ele é um jogo de fase. Vou voltar mais no tempo. Só pra falar da premissa dele, né? A premissa é que você vai acompanhar a jornada dessa Etrange, Etrange, que começa o jogo sendo executada injustamente, diz ela. Assim, eu vou falar...

isso aqui que eu vou falar agora é um clichê do momento em mangás e animes, que pra mim é igualzinho o anime da menina porradeira, que é a que dá soco em todo mundo, que é Can I ask you one final thing? Uma coisa assim. Não manjo. O André fez cara tipo, o que? O negócio é, quem assistiu sabe que se eu falar anime da menina porradeira, todo mundo vai saber qual que é. É de umas duas temporadas anteriores. May I ask you one final thing?

É, isso. Idêntica premissa inicial. Ela foi jurada de casar com o príncipe de um reino, o príncipe

que mandou executar ela, porque uma outra moça chegou de papinho nele e falou, pô, ela tá bolando os negócios errados aí. Mata ela e casa comigo. Pô, eu já vi uns dois animais com uma premissa parecida. É. Mas normalmente eles são os secais, porque são tipo, a menina reencarnou no jogo que ela jogava. Como é que ela não fala quando é o jogo de date scene? Esse da menina porradeira é exatamente isso. Ah, é também? É, a menina que é a pilha errada, vilã da história, ela é secai. Ela vem do mundo

pro mundo de fantasia da história, e ela acha que ela é a princesa da Disney, e o mundo é dela, aí ela começa a tocar o terror. Mas não é o caso aqui exatamente. O que acontece aqui é, tem essa menina pilha errada, que é a sua prima, diga-se de passagem, e ela faz você ser executada. E você começa o jogo, então, nessa cutscene, dela na guilhotina, a pessoa cortando a cabeça dela, e ela acorda no inferno. E o nome Overlord do jogo é porque ela vai dominar o inferno agora, porque ela é uma maga super forte, igual a Napoli.

Paulo, você já viu... Desculpa. Não, senhora. De um lado, o anime do outro, o BBB. Tem um BBB. Ela é uma maga muito forte. Então, sei lá, chega um demônio ralé nela. Quando ela acorda, ela fala, agora você vai ter a sua punição do inferno. Ela desce o cassete de todo mundo. Eles dizem, nossa, caralho, isso é realmente muito foda, né? E se a gente andar com vocês? E isso vai acontecendo por um bom tempo do jogo. Tem mais uma luta, o pessoal, porra, você é forte mesmo, hein? E se eu andar com você? Você começa a formar uma party de vários demônios,

que você é muito forte. E no final, o objetivo da Etrange é, pois se eu dominar o inferno, e eu mandar nessa porra, eu tô na missão que você vai enfrentar o rei demônio. Maô. É, e eu não terminei isso ainda. Mas eu acho que isso vai ser a metade do jogo, que a porcentagem do Playstation tá tipo lá, 47%. Ok, depois você tem que voltar pras perfis pra se vingar. Eu imagino que vai ser o caso. Então essa é a premissa, e uma coisa que eu não falei é, esse jogo é um jogo de comédia.

Esse jogo, eu não costumo rir muito com jogos. Pode ser que eu esteja num momento mais besta da minha vida, esse jogo tem

Um humor muito besta. Muito besta. Assim que é bom, pô. Eu joguei ele um pouco em live, eu gargalhei numa cutscene. Então tá pronto pra ver Mario Galaxy. É, exato. É... Vamos rever o Mario 1. Mas assim, é muito besta, tá? Mas esse é o foco dele. Tipo, ele quer ser besta engraçadinho. Pra mim, funciona o quão besta ele é. E ele é um musical. Por isso que eu citei o Rhapsody mais cedo. Porque vira e mexe, ele vai ter uma cutscene musical dos personagens cantando. Tipo, cena escurece o holofote na personagem e ela sai igual ao musical.

tipo, gesticulando e cantando. Balão Underworld. Balão Underworld. Que comparação incrível, assim. Carregando a chama do Balão Underworld. Pô, foda. Mas o jogo, mecanicamente, ele vai ser... O chat tava comparando que ele é o Overcooked, porque fora das missões, você explora o inferno meio que num carrinho de proporção exagerada, tipo, sei lá, o JRPG, né, que seu personagem é gigante no mundo e tal. Então você tá num carro que é gigante, atropelando tudo, e o chat tava comparando com o Overcooked por causa disso.

minha cabeça, eu tava comparando com o Unicorn Overlord. Você tem esse overworld, com as marcações de onde vão estar as missões que você vai ter que fazer, e você vai explorando esse mundo, coletando coletáveis itenzinhos espalhados pelo mundo e fazendo essas missões. E as missões em si, é meio estranho de falar, mas você vai formar uma party, normalmente de 4 personagens, a maioria das vezes é livre, então você vai ter party, tipo, 20 personagens, com você.

Mas você só leva 4 pra missão. Então você sempre vai formar, tipo, ah, nessa missão vai ser bom ter esse ou aquele e tudo mais. E fora

das missões também você pode ficar botando eles pra fazer tipo atividades pra ficar coletando recursos pra vocês. Por isso que você tem uma party grande, né? Você vai usar muitos recursos pra dar upgrade nas armas, nas skills e coisas do tipo. Mas o combate, basicamente sempre vai ser uma arena e uma atividade. Às vezes é tipo, derrote todos os inimigos. Às vezes é colete pedaços de sushi, peças de sushi antes do inimigo. Então tipo, você e os demônios representam times opostos e cada um, sei lá, quem pegar 15 sushi primeiro ganha. Então fica

os bichos batem em você pra você derrubar o seu, você bate uns bichos pra tirar o dele, meio que uns minigames quase, assim, e sempre em umas arenas fechadas, às vezes circular, às vezes retangular, mas sempre uma arena pequena fechada. As missões costumam ser bem curtinhas, bem rápidas, e eu só joguei single player, mas eu acho que o foco dele é mais pensando na experiência multiplayer, porque ele tem um multiplayer local e online.

Ah, por isso que você falou que ele dava overcooked. Não, overcooked era só o carrinho. Era só o carrinho. Ah. Eu só joguei single player. E tipo, é ok, eu não acho foda as partes das missões,

mas eu também não acho particularmente ruim. Tipo, conforme eu tô avançando no jogo, tá ficando cada vez mais interessante, na verdade, porque tá tendo situações mais interessantes, inimigos mais interessantes pra enfrentar. Porque o combate, ele é bem simples, é só um botão. Anda e bate. É, você anda e bate. O cenário, ele vai ficar spawnando power-ups. Tipo, ele tem meio que umas... Tipo, uns pentagramas de partitura, como se fossem notas musicais voando pelo cenário, nas partituras, e essas notas musicais são upgrades.

Às vezes é, tipo, buff de defesa, buff de ataque, um ataque especial, que aí você ganha, sei lá,

Acho que é o R2 que você ativa o ataque especial. Mas é o único. Você tem que achar outra estrela. Em outro buff e tal. Pra usar outro ataque especial. Então é bem simples. Aí jogando sozinho. E as missões tem objetivos secundários. Então às vezes é tipo. Termina essa missão. Sem ninguém morrer. Como eu tô jogando sozinho. Você pode saltar entre os personagens. Então eu sempre tenho a healer na party. O ult dela é curar. O pessoal tá morrendo.

Eu troco pra ela. Curo. Volto pro outro personagem. Então sozinho ele tem essa parte meio tática. De ficar saltando entre os personagens.

certo devido a situação. Porque os chefes, todo chefe tem meio que um gimmickzinho pra você brincar no cenário. Que uma das coisas que pode aparecer também nesse negócio, nessa rodinha do buff, são bombas, por exemplo. Então tipo, ah, esse chefe, pra você causar dano nele, pra ele expor a fraqueza dele, você tem que usar a bomba como contra-ataque num ataque específico dele. Aí ele cai no chão, você pode bater, coisa nesse sentido.

Então conforme você vai avançando, as missõezinhas vão ficando mais elaboradas, vai tendo vários aparelhos, mecanismos que você tem que ativar e mexer e mover. Pra chegar nesses 40 e tantos por cento, quantas horas?

Deve ter jogado umas 5 horas. Ok. 6 horas. Pensando em Disga, eu já imaginei um jogo de 500 horas. Não, ele... Talvez ele tenha um pós-game gigante. Infinito. Mas a campanha não parece ser muito longa. E eu acho que até vou terminar, porque... Como eu falei, o combate, eu não tô amando, mas tá tipo, ok. Mas eu tô entretido pela história. Sei. Não é uma super história, de novo. É uma história clichê. E mais pra comédia. E mais pra comédia.

Mas eu já tô fisgado no humor. Eu não vou descrever, porque é tipo aquele tipo de coisa que... Quando eu descrever, ninguém vai achar engraçado. Sim, sim.

Você tem que ver a cutscene acontecendo pra achar mais engraçado. Mas eu acho que ele brinca bem com esse formato de piada de videogame. Então, tipo, sei lá, vem um demônio que ele quer te punir. Tá lá, vem com chicote, né? Tipo, sacudindo o chicote assim. Ah, eu vim aqui dar sua punição. Aí ele chega nela, dá uma chicotada. E na cutscene, aparece o número zero em cima dela. Tipo, de quando se fosse dano numa luta. E ela não toma dano.

Porque o chicote só funciona em alguém que sente culpa. Porque ela fala, ah, eu fui mandado pra cá injustamente. Ele fala, ah, foda-se, a punição não é de acordo com o que você fez.

que você sente. Mas ela tá pouco se fudendo. Ela não sente culpa nenhuma também. Então ela toma zero de dano. Aí ele puto começa a chacoalhar o chicote e bate nos demônios em volta dele e aparece 99999. Aí todo mundo faz animação de boquê. Então ele brinca com esse negócio. Ah, ele é um videogame. Então ele vai ter essas brincadeirinhas de videogame, assim. Se fosse assim no Brasil, a gente tava fudido, né? Por quê? Sentir culpa.

Se precisar sentir culpa pra ser punido. É, o cristão, porra, fudeu. Ah, tá. Mas a culpa é... Então, mas aí é foda, porque aí é muita culpa. Aí ia ser bom, na verdade. Olha...

vou te dizer que tem muita gente aí que não tem a culpa. Mas lá, lá no fundo, eu acho que tem a culpa. Não tem, eu acho que não. Mas a culpa é pelas coisas erradas, entendeu? É porque, ah, hoje eu ouvi samba. E talvez o Tengu aprecie mais, porque na live que eu fiz desse jogo, alguém comentou que o texto inglês não tava fazendo jus às piadas em japonês. Ah, é, olha o Toby Fox certo aí, ó. Entendi. Então a gente vai ter que voltar atrás, dar razão. Talvez eu tenha exagerado o que a pessoa falou, mas no sentido de que

sendo mais engraçado em japonês do que o texto em inglês. Cara, é foda porque traduzir o humor é muito difícil. Não, e o humor japonês é muito específico, né? Não, pô, o Tengu pode falar, porque, nossa senhora, fazer Pop Team Epic, não sei como. Cara, é muito difícil traduzir o humor. Tipo, traduzir o humor e manter, continuar engraçado, assim, é muito difícil. Ainda mais se às vezes é muito referencial, né? Sim, sim, sim. Mas eu sempre lembro.

Maui? Maui. Então eu tô achando bem divertido, divertido ao ponto que eu tô tipo, será que eu deveria jogar desgai?

Joguei desgaia. Mas é infinito. Desgaia é um buraco, assim. O 1 talvez não seja infinito. Cara, ele é complicado. Ele é infinito já desde o 1. É complicado desgaia. Eu sei das paradas de grindar a arma, mas eu pensei que era, sei lá, no 4. Não, acho que tem desde o primeiro. Porra, aí é foda. Você joga o Prini. O pior é que eu joguei no PSP ou de fase. Acho que me resta mesmo jogar o de pirata, né? Que saiu um novo no começo desse ano.

Ah, é? É. Da mesma equipe ali, galera, né? Do desgaia, só que no cenário de piratas em vez de demônios. Qualquer um.

Brave, eu acho. Ou desganhar um. Hour of Darkness. Isso. Hour of Darkness. Em inglês tem esse subtítulo. Ok. Pra zerar tá 46 horas. É grande? É. Mas assim, não rouba o chubito. Só bota mais umas 20. Não, não. Mas é que talvez o endgame é infinito. Mas era... Não, o endgame é mesmo. Porque aqui, complexionista 214. Aí, ó. E o Sushi não consegue jogar sem ser complexionista. É verdade. Ele vai fazer todas as armaduras. Mas... Não, já sei. Eu comprei o Rhapsody Físico. Eu vou pro Rhapsody. É o musical também. Caralho.

Eu vi que tem um episódio pro DS também. Tem, ele teve... Mas é outro? Ou é... Deve ser remake. Porque ele teve um remaster pra PS4, do 1 e do 2. O 3 ficou perdido no tempo mesmo, foda-se. Mas eu comprei ele físico, baratinho, sei lá, uns 60 reais no grupo de promoção lá uma vez. Acho que é remake. E pô, tá achando muito divertido. Ele saiu pra console? Saiu pra tudo. Saiu pra PC, pra Playstation, pra tudo é foda, né? Acho que pra tudo.

Saiu pra Mac? Saiu pra... É, aí realmente. Saiu pra Switch, saiu pra Playstation 5 e pra PC. Isso eu tenho certeza. E provavelmente pra Xbox.

desse jogo. Caro, tá caro. É caro. Ah, mas... Ele é caro. Eu acho que isso é uma tendência dos jogos da Nis, né? É. A Nis é meio careira. Ela não adapta. Eu sinto que a Nis é meio tipo, olha, a gente faz jogo de nicho. De nicho. Então a gente vai cobrar caro porque a gente tem um público pequeno. Esse jogo no Steam, que é a loja mais barata, ele tá, se eu não me engano, 170 reais. Ah, pô, eu achei que você fosse falar 500. Eu achei que você ia falar mais caro. Eu tava me preparando. Porque a expectativa... Entendeu?

Lá fora, eu acho que ele é 60 dólares. Mas 60 dólares convertido pra 130, tá ok. 134 no Steam, fala. É, pô, tá bem. Tá épocas aí de conversão 2X, vai, tá ótimo. Mas assim, pra um jogo desse, que é um jogo arriscado, né? Ou você vai amar ou você vai adiar. É, e tipo... É foda, né? Eu acho. Talvez, não sei. O Atelier tá legal. Atelier, não. Não, não. O Atelier é desenvolvido pela Gust, publicado pela Koei. Ok. Eu ia falar que o Atelier também eu acho caro. Não, a Koei,

é careira. Todos os ateliês são meio carinhos. Mas fica aí. É trans, Overlord. Muito maneiro. Falando em PSP, que você te falou, né? Eu lembrei do Vita. E aí eu lembrei que saiu uma notícia que depois de 13 anos alguém conseguiu platinar o Ninja Gaiden Sigma Plus. Ah, é verdade. Primeira platina comprovada. Porque no Vita você consegue hackear, né? É, né? Então tem gente que conseguiu hackear. Mas filmando, assim, é porque tem um modo lá na dificuldade mais absurda do mundo que você tem que fazer, sei lá,

todos os maiores desafios mais sinistros em co-op. É tipo a Catherine. Só que o co-op com o IA. Ah, não é? Porque dava pra fazer... É só no Playstation. O Vita nunca teve. Ah, entendi. O Vita desde sempre foi só com companion IA. Ah, entendi. E no Vita é mais difícil porque tem o modo turbo, que os inimigos são mais rápidos. Ah, então. Eu assisti o cara vencendo. E é meio escroto, meu irmão. Vou ser sincero.

Jogo pro Vita. Eu também não sabia. Os dois tem um Sigma Plus aí. É, não sabia não. Então o nosso bloco de perguntinhas. Você aí que tem uma perguntinha, um tema pra gente conversar sobre videogames e tudo mais e quer mandar pra gente, pra gente saciar a sua sede por conhecimento, por sabedoria, você pode mandar para vert.jogabilidade.de no e-mail ou no arrobajogabilidade no Telegram, que eu estou pagando o chip corretamente. Não é à toa, não.

Então mandem pra gente suas perguntinhas aí no arroba jogabilidade no Telegram, vértice arroba jogabilidade no e-mail e você vai poder soar mais ou menos assim.

no jogo. No fim, sinto que não estou jogando mal e sim sempre jogando com a build errada, como se fosse um grande pedra, papel e tesoura. Esse problema não vir em nenhum dos outros Soulsborns, do qual eu finalizei todos, nem em outros Souls que não são da From, como The Surge 2 e Lies of P. Então a pergunta é, pra vocês o que faz uma boss fight ser boa? Quais são os jogos que vocês acreditam fazer melhor nesse aspecto? Acham que é um elemento relevante o suficiente a ponto de fazer vocês desgostarem de um jogo puramente por isso, mesmo se ele tiver outras qualidades? Obrigado. Eu discordo. Tem algumas coisas aqui pra mim, né?

Começa comentando sobre essa reflexão que ela teve dos chefes de Other Ring. Mas a pergunta no final é o que faz um bom chefe, né? Ela sai do tema que ela traz pra apresentar a pergunta. Mas eu queria falar rapidinho só isso dos chefes do Other Ring. No começo, eu acho que eu comento isso no Dash até. No começo eu sentia isso, que os chefes eram pensados pra você usar os fantasmas, né? Os espíritos. Jogando mais e vendo mais pessoas que jogam melhor do que eu jogando, hoje em dia eu acho que o problema do combate do Other Ring, com chefes específicos,

é que eles são complexos de aprender os chefes, os padrões deles. Porque tem coisas que facilitam, né? Tem coisas que ajudam você a matar o chefe mais rápido e que tiram a sua obrigação de você dominar ele no Other Wing. O Other Wing... Eu tava tendo essa discussão com o chat na última live que eu joguei o Etrend Overlord até. O Other Wing pode ser o Souls mais difícil de todos ou o mais fácil de todos, dependendo da forma que você jogar ele.

E eu acho que os chefes... É fácil você subestimar isso, mas o acréscimo do pulo com a quebra de barra de stagger,

um turno escudo, com um ataque carregado. E com posicionamento, uma coisa que eu sinto muito de Elden Ring pra direção diferente de Outros Souls, é que os Outros Souls tem muito cola no boss. Cola no boss, cola no boss. O Elden Ring tem boss que você tem que colar, tem boss que você tem que lutar meia distância. Por exemplo, tem vários bosses, tipo a Raylana, meia distância. Você não cola nela, você bate, opa, meia distância. Bate, meia distância.

Entendeu? O negócio pra mim é que o que o Elden Ring faz pior que Outros Souls, que eu meio que concordo com ela aqui,

é que ele é muito ruim de explicar essas coisas. Exato. O negócio dos outros Souls pra mim é que eles talvez não tenham exatamente as mesmas complexidades ou a mesma quantidade de complexidades, mas todas essas questões de tipo, ah, ninguém nunca me falou pra ficar colado no boss. Jogando, o jogo me ensinou isso, sabe? Ou pelo menos no Seikro, por exemplo, ou no Bloodborne. Através das mecânicas, o Bloodborne me ensinou que ele não era um Souls, que ele era pra ser jogado de outro jeito. O Seikro me ensinou

que ele não é um Bloodborne, ele não é um Souls também. Ele, tipo, ele precisa ser jogado... Aliás, ele é um Souls, desculpa. Não é um Dark Souls. Volta lá e apaga o... Aqui, ó, galera. Clipa. Ele não é um Dark Souls, né? Ele joga de outro jeito. Então, eu acho que o Elden Ring, ele também joga de um jeito muito único e ele precisa, né, de usar as coisas que ele te apresenta, mas ele não é muito bom em forçar você a usar isso. Mas eu acho que tanto o Bloodborne quanto o Sekiro,

Jogos que tem pouca variedade de estilo de combate. Mas eu falo isso também pro Dark Souls. É, mas, por exemplo, Dark Souls em magia, você atropela. Sempre, assim. Porque o boss não sabe o que fazer com você estar à distância. O Elden Ring já é diferente. Ele tenta compensar mais uma build de magia, por exemplo. Eu nunca joguei de magia porque eu não sou um perdedor. Mas, assim, o jogo me ensinou as dinâmicas dele. Mas eu acho que isso vem da complexidade dele mesmo. Da complexidade do combate.

principalmente da complexidade de movimentos do chefe. Muita gente fala, que eu concordo, quando você tá jogando pela primeira vez, porra, parece que o boss não te dá abertura pra bater. E não, ele tem várias aberturas, por exemplo, que depende de pulo. Ou às vezes aberturas pequenas, mas o boss não tem tanto HP quando você acha que ele tem. Então, nessas aberturas pequenas, você consegue dar muito dano, consegue dar stagger nele.

Eu sinto isso muito no Sekiro. O Sekiro, eu acho que ele tem chefes muito dinâmicos. O combate dele é muito dinâmico de modo geral, né? Mas eu acho que os chefes do Sekiro, eles te obrigam a pensar muito tridimensionalmente.

Finalmente, assim. E, tipo, parece que eles não dão espaço pra você bater, mas você tem que meio que criar a sua própria oportunidade de bater no chefe, né? Não, eu preciso falar. Ele tá querendo falar muito há seis minutos. É, eu tô há dez minutos tentando falar aqui. Aquela hora que eu tava puxando isso da complexidade, eu ia concluir exatamente com o que o André falou, de que Souls com o tempo foi ganhando cada vez mais camadas, cada vez mais mecânicas, que é fácil você ignorar, tipo, o Adoring colocou pulo, foda-se.

Qual que é a diferença de um Dark Souls 1 pro Adoring? Muito. Não parece, mas muito.

Os chefes não param de bater. Sim. Aí você tem que achar o quê? Qual ataque eu posso pular e dar o ataque no ar. E agora os inimigos não conseguem quebrar a postura. Então você meio que tem que... Você força o chefe a deixar você bater nele, né? Então eles colocaram várias lógicas diferentes dentro do combate. Não te ensina nenhuma delas. Não te ensina a importância delas. Não te ensina a usar ela de forma natural. E a maioria das pessoas jogando a primeira vez não usa essa profundidade.

Então quando tá enfrentando um chefe, só pensa... Caralho, eu não consigo bater.

chefe chato, que chefe injusto. Só consigo matar com o espírito, porque o espírito vai distrair ele. E o chefe, ele foi pensado pra você enfrentar também sem. Obviamente que também com. E aí vem parte do problema do Ederwing, que é o balanceamento. Não no sentido de quantidade de vida e dano, mas o balanceamento de esse chefe tem que funcionar pra melee, pra milagre, pra magia, pra sozinho, pra co-op, pra espírito e essas porra todas, né?

O Sekiro não tem isso. E o Sekiro, ele foi covarde, entre aspas, em colocar uma dica visual. Tipo, o que

o Sekro coloca de novo, de mais diferente mecanicamente de Souls até então, o Mikiri, por exemplo, ou você pular por cima do inimigo. Toda vez que você tiver que usar essas habilidades diferentes, que você não tá acostumado, o jogo te avisa, olha, ó, esse símbolo faz algo que você não tá acostumado a fazer, você que jogou os outros jogos. Modern Ring não tem isso. Você tem que entender. Só que o jogo não é bom te ensinar a te ver as brechas.

E tem ataques que não parece que dá pra pular e dá pra pular e ataques que parece que dá pra pular e não dá pra pular. Então, tipo, eu preferiria que ele tivesse um

um tel visual no sentido de pulo. Dito tudo isso, eu acho que isso é um problema, tá? Eu acho que o Other Wing tem ótimos chefes, mas como design de combate, eu acho que o Other Wing tem vários problemas, porque até então, uma das coisas que eu mais lojava a From, de combate, era o combate é simples, mas com muita profundidade. É fácil de ver o seu erro, entender o seu erro. Aonde eu errei? Aqui é mais difícil. Então, quem joga pra caralho, faz um milhão de runs de desafio, aí quando você vai assistir a pessoa jogando, ela joga diferente. Porque ela já sabe achar essas brechas.

E o jogo muda. Tipo, você começa a ver os chefes com outros olhos. Dito isso, eu acho que o Alderman tem ótimos chefes. Eu também acho, pô. Vários dos meus favoritos da franquia. Uma coisa do Sekiro, você tem a mecânica de estar perto do chefe, tem tudo que é parry. Sim. O parry é uma defesa perfeita. Sim, sim. Você pode ficar perto, você deve ficar perto do chefe o tempo inteiro, entendeu? Sim, sim, sim. Jogos com parry? Gostosos demais.

Dito isso, a Alice está correta sobre os chefes de Alderman serem ruins. Não, porra. Uma coisa, ela perguntou, né? O que faz os chefes serem bons? Eu acho, talvez você vá falar uma...

opinião polêmica aqui. Mas eu acho que, assim, em termos relativos, né, o número relativo ao número de chefes que existem no jogo. Talvez a melhor média seja do Demon's Souls, pra mim. Porque eu acho todo chefe dele muito único. Especialmente, tipo, comportamento, posicionamento, arenas diferentes, tipo, de ataque melhor e pior. É porque o Demon's Souls, ele tem muito mais influência de chefe de Zelda, que cada chefe é uma gimmick diferente, né? Sim, sim. Os únicos chefes que são chefes de Souls,

que a gente associou a como é um chefe de Souls, no Demon's Souls, é o Flamelurker e o Falst King. Sabe? Os únicos. Penetratorzinho. Penetrator também. Ele tem a gimmick, entre aspas, do co-op, mas sim. O Penetrator, o Galvinland, também dá pra dizer que é. Não é muito chefe, né? É aquele NPC, né? Chefe NPC. Mas ele te bate, né? De jogador, no caso. E o boss secreto, entre aspas, que é o nome dele. O Old King. Ah, sim. Ah, mas é o NPC também.

Mas é chefe também, né? Não, pô, é NPC. É chefe. Ele nem tem arena. Ah, tem? Tem essa linha. Não, porque ele sai dessa linha. Inclusive, a melhor coisa que pode fazer é levar ele lá pra longe e jogar ele no buraco. Mas apesar deles serem gimmick, eu gosto muito dos chefes do Demon's Souls. Eles são muito legais. Eu acho que eles têm mais coisa de... Mais essa ideia de Zelda, né? Cada chefe tem uma gimmick diferente, puzzle diferente pra você descobrir.

A chefe é cego. Esse chefe, o ponto dele é ou na cabeça ou na barriga. Especificamente a esse chefe, você tem que primeiro matar os arqueiros,

Depois derrubar ele no chão, batendo nos calcanhares, entendeu? Eu gosto disso. Eu gosto, eu gosto bastante. Eu acho que tem um mundo em que dá pra brincar mais essa mistura de Zelda e Souls, sabe? Pra fazer umas coisas bem interessantes. O chefe que corre no Bloodborne, que chefe que corre? Aô, ô, ô, ô. Baby, I'm praying on you tonight. Ele corre. Ele é gímico. É um chefe gímico. O que é esse chefe? Ah, o da Galash. Ah, o Mikolash. Ah, ele é gímico. Ele é gímico pra caralho.

Acho ele tematicamente legal, mas acho que é um chefe ruim. Eu prefiro que tenha um chefe desse tipo no jogo ou que tenha uma coisa diferente. Mas ele não é um chefe muito bom não, não. Mas é um só durante o jogo. Mas assim, o que eu gosto em chefes costuma ser, e não só isso, mas uma coisa que eu gosto, é quando o chefe, ele é meio que a prova no final do semestre, assim, sabe? Tipo, você passou por um pedaço do jogo que o jogo tá te ensinando, vários conceitos, várias, às vezes, habilidades, várias mecânicas,

dependendo do jogo, né, o que vai ser, e aí o chefe, ele vai testar tudo isso junto, assim, de um jeito um pouco mais desafiador, um pouco mais difícil, assim. Esse tipo de coisa eu acho legal, um chefe que às vezes ele, um teste pra saber se você tava prestando atenção na aula até agora, e aí aplicar tudo aquilo, tipo, e nem precisa, uma coisa engraçada, sempre que eu penso nisso, o jogo que me vem à cabeça é um jogo que não tem chefe, que é Mirror's Edge, mas que o final, o finalzinho, o último momento do Mirror's Edge, a última coisa que você faz no Mirror's Edge, é um pedaço

de parkour, que é tudo que o jogo te apresentou até aquele momento, colocado assim, um atrás da outra, assim, então, tipo, você faz todos os movimentos numa corrida final de parkour, assim, e você acha, caramba, tudo que eu, tipo, se ele me jogasse isso aqui no começo do jogo, eu nunca saberia fazer isso, mas agora que eu tô no final, eu tô sabendo fazer. Eu sou outra pessoa. Eu sou, estou transformado pra esse jogo, eu sei, eu estou pronto para a prova, venha me aplicar a prova, e aí eu, né, você faz o parkour, junto o cara do helicóptero, tá, muito maneiro.

Mas o pessoal falou ali, Portal, é muito legal também, né, o chefe final, né, tipo,

Porto 2, principalmente, eu diria. Ah, a primeira Glades também é meio que assim, tipo, usando todas as habilidades que você acumulou até agora, vamos colocá-las num contexto um pouco diferente, tipo, pra você... É que eu acho ele meio desengonçado. É, ele é meio desengonçado, mas na época foi legal. É, de fato. Não, eu gosto bastante, eu só... É que o 2, ele é tão perfeito, assim, sabe? Ou, por exemplo, Monkey Island. Monkey Island é um que, tipo, você... Nem tem chefe em Monkey Island. Passa o jogo aprendendo os insultos,

da batalha de espada com insultos, e aí quando você vai enfrentar a espadachim mestra, você tem que usar aqueles insultos, só que contra outros insultos, ela vai te dar outros insultos, você tem que aplicar o que você aprendeu, só que com um pensamento no nível 2, assim, então eu gosto muito disso, do chefe que ele testa o seu aprendizado num nível mais alto, acho que é o meu tipo favorito. Mas assim, o negócio que faz um chefe ser legal, são várias coisas diferentes, né? Parte do gameplay, tem isso daí, mas também tem visual, música, né?

O espetáculo visual. Exato, o espetáculo. E aí tem tipo... O Astrobot, os chefes do Astrobot são incríveis na parte do espetáculo. Eles nem são tão difíceis, né? Pô, o próprio Azuras Ref, né? Que é puro espetáculo, chefes. Mas ainda é só chefe, né? Praticamente. É, então, mas tipo... Ainda assim, né? Mas o jogo é espetáculo visual, né? Sim, sim. Mas aí pra mim, quando casa tudo isso, é que o chef fica inesquecível, assim. Quando é o espetáculo visual, mais a parte da música, arte...

O chef de God of War. E tensão, assim. O chef de God of War são todos fodas, assim.

Todos. Foda. As moças do destino lá. É ruim mesmo. É ruim mesmo. Do 2. Acho que é do 2. É do 2. É do 2. Nossa. Não, não. Eu não gosto. Tem o Chef Paya. Tem o Chef Paya. Mas aí, tipo, o meu chefe favorito da franquia, se pá, o Ludwig, sabe? Tipo, assim, ápice, videogames assim, ápice. Ele é muito foda, porque ele encapsula todos os elementos, né? Ele é narrativamente muito legal, ele é um espetáculo visual, a trilha dele é foda. Chefe final do título daqui.

É. Foda. Só precisava de mais dificuldade. Qual o seu chefe favorito de Souls, Tengu? De tudo? Porra, de tudo? Incluindo o Sekiro, que é seu sim, tá? Agora eu falo só lá, né? Não, o Sekiro tem muito chefe foda. Tem. É não, pô. Porra. Eu não sei, não sei. Pô, eu acho que talvez o meu chefe favorito de tudo seja o Ixin. O Ixin é muito foda. O Ixin é muito foda, né? Ixin é muito foda, né? Ixin é foda, pra caralho. Macaco é muito legal.

Macaco. É. Macaco. Macaco. Macaco. Podia fazer um dois. Tem mais e meio, né? Só que ele...

falar, não falei? É muito difícil pensar em chefe favorito, mas eu vou falar que eu acho que hoje em dia é meu chefe favorito de The Ring. De novo, eu acho que tem muita luta legal em The Ring. A qualidade só flutua, né? Porque é muita coisa. O Midra, o chefe do Frenes e do DLC. Porra, mas o Midra é foda, foda, foda. O Midra, eu acho uma luta foda de Souls ponto, assim. Porque ele tem o ritmo meio Souls mais antigo, é um dos motivos que eu gosto tanto dela.

Aí ela tem um espetáculo visual, ela tem a temática interessante, ela tem todos os elementos e é muito gostoso o ritmo da luta.

luta em si, né? Os intervalos de esquivar e bater e aprender a lidar com tudo. Pô, Midra é foda. Qual que é Midra mesmo? É o que tem... Ele perdeu a cabeça. É o que... Ah, é legal, é legal. O meu boss preferido de Souls é Bed of Kills. Boa! Exato. Boa. Perguntaram ali, e boss rush? Pois é, o lance do boss rush pra mim é que o chefe, ele precisa ser essa culminação de uma coisa, sabe? Pra mim, boss rush é difícil funcionar. Tipo assim, eu gosto muito...

Um chefe atrás do outro. Eu gosto muito de alho na comida. Mas você me dá um prato inteiro

de alho pra comer, eu vou passar mal. A Clarice come? Ela gosta muito mais de alho do que você. Eu acho que... Pô, eu acho que, sei lá, Boss Rush funciona em Mega Man. Eu não gosto dos momentos Boss Rush. Eu também não gosto muito de Mega Man, não, viu? Eu acho meio... Eu não costumo ser muito fã de Boss Rush, não. Acho que é raro. Tipo, sei lá, Fury. Fury é um Boss Rush, né? É, mas ao mesmo tempo não é, né? Porque... Tem coisas acontecendo.

É se só anda. Se só anda fora. Mas dá um respiro. Não, mas ainda é um respiro. Não é tipo um Boss, segredo do Boss, segredo do Boss, segredo do Boss.

É que tem muito jogo que é só chefe, né? Tipo, Cuphead é quase isso, né? Titan Souls, eu não gosto. Tipo assim, mas esses jogos que não são uma boss rush, tipo Cuphead, eu gosto. Mas é porque não é um em seguida do outro com os mesmos recursos, sabe? Então, o que eu falava, Shadow of the Boss Rush, eu não acho que seja. Porque entre cada chefe tem você descobrir o próximo chefe, chegar até o próximo chefe. E cada um é bem diferente do outro, né? Eu também não acho que seja, não. Mas ela perguntou também se um chefe,

Se o jogo é bom, mas os chefes são ruins, isso estraga pra gente? Não. O próprio Crimson Desert, eu não tô super curtindo os chefes, não. Exceto visualmente, mas eu tô curtindo bastante o jogo, sabe? Pra mim, estraga a Sister Freed que o diga. Sister Freed é intancável. É o pior que hoje em dia eu gosto dela. Eu concordo que tu tem gol, eu acho ela intancável. Ela é meio intancável. Sister Freed é intancável. Mas é um chefe só no final de uma DLC. É, mas tu deu uma desanimou legal. Mas é uma DLC muito boa também.

convenhamos. Não, eu gosto dele ser do resto. Eu gosto da temática, 4 Podre. Ah, isso sim, mas... O Mario quase nunca tem chefe bom, mas o jogo é bom. Não, pô, tem vários chefes bons em Mario. City 32. Tem o Bouncer do Mario Galaxy. Próximo. Tem o Bouncer final do 3D World. É foda pra caralho. Então, por isso que eu disse quase. Eles corrigiram isso, Felipe. Teve patch domingo agora, teve um monte de correção. E agora é 10 frames.

Não. Próximo e-mail aqui. Olá, jogabilizionários. Me chamo Jonas. Me chamo Jonas.

22. Sou de Campinas e ouço vocês desde 2014. Dash Donkey Kong Country 2, se não me engano. Não lembro se esse tópico ou algo tangencial já foi discutido antes, mas me peguei pensando esses dias sobre a possibilidade de um modo curto de jogo. O Horizon Forbidden West foi o que me fez refletir sobre o assunto, já que depois de umas 10 horas eu queria continuar a história até o final, mas o loop de gameplay estava me cansando.

E eu gosto desse tipo de jogo, tanto que finalizei o Horizon Zero Dawn, mas só não estava na vibe de mais 40 horas desse tipo de gameplay no momento. Mas eu também não queria jogar no modo história, pois o jogo continuaria relativamente longo e sentiria falta de um certo desafio. Minha pergunta, então, é se seria possível, barra viável, barra factível, barra desejável, para alguns gêneros, Action RPG, por exemplo, talvez, ter também um modo curto de jogo, em que a história geral e o gameplay permaneceriam os mesmos, mas alterados de tal forma que um jogo de 50 horas viraria um jogo de 15 ou 20, por exemplo.

Outro jogo, uma versão abridged, com os mesmos bits de história e gameplay, mas de um modo enxuto, sem encheção de linguiça, mesmo uma linguiça de qualidade. Não seria o caso de só cortar parte do conteúdo, mas algumas quests e side quests poderiam ser diferentes do original, por exemplo. Sim, eu sei que isso doaria da filosofia do design original do criador e perderia talvez um pouco da essência do jogo como arte. Porém, em alguns casos, acredito que isso seria uma opção menos pior do que se precisar jogar.

Não cheguei a nenhuma conclusão sobre o assunto e só queria ouvir a opinião de vocês. E desculpa, eu lembrei o longo abraço. É só não fazer side quest.

É, também tem isso, mas eu acho que destoar da filosofia do design original não é a pior coisa. Você mesmo falou, ah, seria outro jogo. Tipo, o preço de... O videogame é muito custo, muito dinheiro, muito investimento, sabe? O preço de você fazer um outro jogo versão abridged... Não, mas assim, sério. Pra pensar isso... Pra esse jogo que ele tá falando, por exemplo, Horizon Forbidden West. Ele tá falando assim... Ele tá falando assim, pô, eu queria que esse jogo de 50 e tantas horas tivesse uma versão dele de 15 a 20. Essa versão existe dentro do jogo

você estar jogando. É só você... Mas aí ele não vai estar... O pá do suficiente vai ser muito difícil. Não vai, não. Eu boto no Easy. Mas ele não quer botar no Easy. Esses jogos são o contrário, né? Se você faz a sidequests é que você chega pra overpowered. Mas alguém falou, assiste no YouTube 2X. É, é meio que a mesma coisa. Tipo, eu penso que, na verdade, tipo, você querer um jogo assim é você assistir um jogo, assistir um vídeo no YouTube em 2X, assim, eu acho.

Alguma coisa se perde ali. Mas, por exemplo, o Guilherme perguntou, aquele último remake de

Quest, não foi basicamente isso, pior que é. Pior, e assim, é a parte que eu menos gosto dele, assim. Ele é perfeito, exceto essa grande parte dele, que é, tipo, limar muito da história do jogo. Não, eu entendo assim, tem jogos que tem, né, uma gordurinha a mais ali, que você sente que eles estão se perdendo, né, e sim, esses jogos, no geral, eles deveriam ser mais enxutos, porque se ele tem essa gordurinha, se você tá sentindo essa enrolação,

isso é um defeito. Então, eu não acho que seria a questão de, tipo... Mas é subjetivo também, né? É, então, é muito subjetivo. Mas o que eu quero dizer é, jogos desse tipo que ele tá falando, que, assim... É porque eu tô com dificuldade de imaginar um outro caso, assim. Porque... Elden Ring. Elden Ring seria o quê? Seria focar nos chefes principais só? Então, mas aí o Elden Ring teria um negócio do nível. É, sim. Ele teria que jogar muito bem pra...

Pra puxar. Pra puxar. Mas o que eu falei, tipo, Elden Ring pra mim funcionou porque eu ignorei as danjelzinhas. É. E, tipo, e isso corta um tempo considerável do jogo. Não, considerável.

Mas assim, talvez ele ganhasse nível suficiente explorando a dungeon principal só. Mas se ele só quiser ir direto pro chefe. Mas aí vai usar o espírito. Mas aí tem que ver também. Você quer jogar o jogo ou você quer checklist, né? Exato. Sentir que jogou. É, porque parte da experiência do Elden Ring é a exploração, né? É você se perdendo aquele mundo, né? E às vezes, talvez, pelo menos por um tempo, procurar jogos mais curtos, né? Exato. Você fatalmente vai encontrar alguma opção mais...

40 horas você vai encontrar algum jogo que seja mais curto. Falaram ali The Witcher 3. Por exemplo, The Witcher 3 é um jogo, e eu fiz isso quando eu fui platinar, você consegue zerar ele super rápido se você focar a história principal. Então, eu fico pensando assim, nos jogos que você consegue sentir isso, que o jogo tá dando uma enrolada, normalmente você consegue controlar o seu próprio ritmo. Eu tô tentando pensar num jogo que você não consegue.

Com certeza tem, eu só não tô conseguindo pensar agora. É porque pensando em jogos enrolados,

ou com muita gordura, eu penso o que o pessoal falou, sabe? Assassin's Creed e tudo mais. E todos eles, você pode ir direto para o Pobat. Final Fantasy VII, o Rebirth. Faz só a história principal. O remake um pouco menos, né? O remake é o que dá para ter uma versão mais curta. É, mas é porque o remake é muito focado na história, né? É, jogando a primeira vez, eu não senti ele arrastado. Eu só senti ele quando eu rejoguei ele. Desde a primeira vez, eu senti ele bem arrastado.

pega uns pedaços que, tipo, tem conteúdo ali pra, sei lá, uma hora e estende por quatro, cinco horas. O foda do Rebirth, especificamente, que parece que o jogo faz sentido que você tá perdendo coisas, né? Ele meio que joga na sua cara o quanto você tá perdendo, você tá tendo uma experiência inferior por não tá fazendo aquele conteúdo, entre aspas, adicional. Mas esse é o fomo que a gente tem que lutar contra, né? Porque qualquer jogo de mundo aberto, que tem um mapa...

Pô, e se a melhor coisa desse jogo for essa sidequest que eu decidi não fazer? Não pode. Não pode ficar com esse pensamento.

Se não, fudeu. Mas enfim. Muito obrigado a Alice e... Jonas. Jonas. Pelos seus e-mails. Alice e Jonas. Alice e Jonas. Respondido isso, a gente dá aquele lembrete mais uma vez pra vocês. Mandarem suas perguntinhas no e-mail verti. No Telegram, que é o arroba jogabilidade. Lembrando que hoje, na data dessa gravação, quando você estiver ouvindo o editado, já vai ter quase uma semana, saiu o rodízio do sushi. É verdade. Para o mês de fevereiro.

O segundo rodízio de sushi. Vão lá no YouTube, né? No nosso canalzinho Pimpolho para prestigiar. E joguem Demon Dust, que eu sinto que eu não fiz jus ao jogo. O jogo é bom pra caralho. Demon Dust? Demon Dust. Demon Dust me pareceu legal. Demon Tides me pareceu legal. E eu não falei do tempo. E o Under the Island pareceu legal mesmo, né? É bem legal. Olhando ele assim, eu pensei, isso não vai ser legal não. Mas aí vendo você falar sobre, pareceu legal.

Ele é bem divertido. Ainda é muito longo, não. A Servo falou, falem da votação da comunidade. Ah, é verdade. Bem lembrado.

Pô, eu tenho esquecido disso há umas duas semanas já. Ó, gente, no nosso Discord já está rolando a votação do Dash da Comunidade 2026. Eu esqueci o ano que a gente estava, desculpa. Eu vou até anotar. É porque é só 26. Deixa eu anotar. Vai explicando o que é enquanto eu anoto aqui na pauta pra gente falar semana que vem. O Dash da Comunidade é o seguinte. Nós tivemos o Jogabilidade. Nós tivemos uma meta, né? Que você, pessoa do chat da Comunidade, contribuiu pra que a gente alcançasse

ela, que nada mais é que um repeteco do ano passado, né? Que o Yeah, a gente vai até o nosso Discord, a nossa comunidade, e lá as pessoas podem votar em um jogo pra gente fazer um dash a respeito dele. O ano passado quem ganhou foi Baldur's Gate 3, e esse ano aparentemente já tá rolando, né? Não, tá rolando a votação ainda. Mas tá rolando a votação da primeira fase, que é todo mundo pode escrever o que quiser, o tema que quiser, não precisa nem ser um jogo, pode ser um tema aleatório, pode ser carreira, pessoa.

É, alguém falou, quem é engenho. É, quem é engenho. Então o pessoal tá sugerindo coisas, aí a gente

vai, em algum momento, parar essa votação acho que a gente vai deixar pelo menos umas duas semanas aí, esquecemos de avisar, né, então deixar mais um tempo aí, e aí a gente vai computar tudo que as pessoas sugeriram pegar os 10 temas mais votados e aí fazer a segunda fase com esses 10 temas aí que é o mata-mata, né, vai ser cada um isso é sobre pichile pichile, pô, foda então a gente vai fazer isso daí então vai lá, tá no canal

avisos do nosso Discord. Tá o link lá pro formulário. Se você não encontrar, alguém vai te indicar o caminho. E participe. Deixe a sua sugestão lá pro tema do Dash. E enquanto eu não me torno um protagonista de Dragon Quest, eu sou o André Campos. Eu sou o Demon Dust. Eu sou Ana Paula Renor. E eu sou o Intraduzível. Valeu, gente. Até mais. Tchau, tchau. Esse podcast foi editado por Belux.