OtakeiraCast - Ep.323 - Prontos para se alistarem no esquadrão de Saga of Tanya The Evil?
Fala, otakeiros e otakeiras, sejam bem-vindos a mais um Otakeiracast, seu podcast que mais mais reencarna em lolis psicopatas sobre animes, filmes e tudo mais que for oriental, e às vezes, nem tão orientais assim.
E no episódio de hoje, os soldados JF, Milo e Jhana Monteiro irão se alistar para para falarem sobre a primeira temporada de Saga of Tanya The Evil
Pix OFICIAL do OtakeiraCast: otakeiracast@gmail.com
Arte: @theartoftai
- Moralidade e Crueldade em Guerra· SociedadeDecisões éticas em conflito·Desumanização do inimigo·Psicopatia controlada·Tanya vs. Soldados com consciência
- Saga of Tanya The Evil· EntretenimentoPrimeira temporada·Proposta do anime·Personagem Tanya·Existência X
- Reencarnação e Isekai· EntretenimentoConceito de Isekai·Reencarnação em outro mundo·Mundo real vs. mundo de fantasia
- Consideracoes Finais e Recomendacoes· EntretenimentoExpectativas vs. Realidade·Nota para o anime·Desejos para Existência X
- Crítica à Guerra como Sistema· SociedadeGuerra como empresa·Desumanização dos soldados·Tomada de decisão por superiores·Patriotismo e fé
- Crítica à Cultura de Trabalho JaponesaMentalidade corporativa·Crueldade no ambiente de trabalho·Demissões e falta de empatia
- Poderes Mágicos e Guerra· EntretenimentoHabilidades mágicas·Cenário de guerra·Comparação com Fullmetal Alchemist
- Animação e Traço Gráfico· EntretenimentoComparação com material original·Teste do tempo·Estúdio e falta de capacidade
- Dublagem e Sincronização· EntretenimentoProblemas de áudio·Pandemia e home studio·Locadora Laranja
- Desenvolvimento de Personagens· EntretenimentoFalta de carisma em personagens secundários·Tanya como única figura de destaque·Personagem Viktoriya
Fala, Taquera! Seja bem-vindo a mais um O Taquera Cast, seu podcast que mais reencarna em loiras psicopatas sobre animes, filmes e tudo mais que for legal. E Às vezes nem tão orientais assim. E no episódio de hoje, quase 10 anos após o seu lançamento, a loli mais psicopata dos animes retornou. Então hoje vamos falar sobre a primeira temporada de Saga de Tânia: The Evil. E para me ajudar a vencer a guerra de hoje, temos ele que reza todo dia para que a entidade X dele dê paciência, porque se ele der forças Eu já bateria alguém comigo.
Bom dia, boa tarde, boa noite, me lovers. E hoje, se eu falar mal de Deus, não fica ofendido não, gente, é o Deus do anime, tá?
Não é Deus, é o Ser X.
Sempre bom lembrar que isso é uma obra de ficção. E para fechar o nosso esquadrão de hoje, temos é quem outra vida ofendeu bastante a entidade X. E paguem para o seu karma, reencarnou como uma participante do OtakeraCast. Jana, The Evil of Pires do Rio, Monteiro!
Olá pessoal, e eu estou tão decepcionada, que tristeza.
Então meus otakus e otakas, sem mais enrolação, venha se tornar um herói de guerra no episódio de hoje apertando play e vambora! Então meu povo, hoje Gente, vamos falar desse anime isekai que lá nos anos de 2017 estreava e trazia uma proposta muito interessante para gente. E agora, quem diria, no ano daqueles animes que você acreditou que nunca mais teria uma continuação, esse ano ele ganha sua segunda temporada. Então vamos aproveitar aqui para poder comentar um pouquinho, né, sobre a primeira temporada da saga de Tanya the Evil, né.
Mas antes disso, antes disso, vocês devem ter notado nossos queridos novos papais daqui do Otaqueiro, Gabriel Tay não estão participando conosco, né, porque estão aproveitando o Dieguito, seu primeiro filhote, né. Mas depois eu vou ser sério com você sobre uma coisa, eu acho que agora eu entendo um pouco o empreendedor-chefe que quando precisa da licença-maternidade, paternidade, sofre em conceder isso. Porque, ô meu Deus do céu, gente, fazer aquelas capas, que dificuldade, gente, tá sendo.
É para você valorizar, tá aí, ó. Jesus.
Tá difícil, gente, tá difícil. E ó, Gabriel, se você tiver ouvindo isso daqui, uma coisa: guarde o seu soldado no quartel, não deixa ele sair. O primeiro tiro saiu, guarde suas munições, hein?
Vai que ele quer seguir o caminho do mestre.
Não, não dá, senão quem tem que carregar a criança tem que ser tu da próxima vez, tem que gerar os 9 meses, tem que deixar Thay livre para poder criar. Não dá, gente, não tá dando.
Eu tô com saudade de gravar com eles.
Pois é, saudade dos Ia lá, da Thay.
Bom, por enquanto, Thay, Gabriel, curtam bastante a Diaguito, aproveita bastante, porque quando voltar vai ter que compensar fazendo capa, hein?
Você quer que a Thay fuja, né? Vai ameaçar desse jeito que ela já volta com a carta de demissão dessa licença-maternidade.
Vai ser negada. Aqui não tem direito isso. Ninguém tem direito a sair.
Exato.
Aqui é esquema de pirâmide. Para sair tem que botar alguém no lugar de mesma qualidade ou melhor. Então, para Thay sair, vai ter que botar um outro Ilustrador, ilustrador aqui para ficar no lugar dela.
Tadinha, escravizando a menina. Mas a verdade é essa aqui, é só trabalho, é só trabalho.
Ah, meu povo, dito isso, feito esse desabafo, vamos lá falar do animezinho de hoje.
Feito essa ameaça, feito essa ameaça, tô com saudade, tá?
Vem gravar conosco, tá? Manda o áudio, manda o rascunho para eu mandar uma capa, não sei, tá de bobeira? Só vou um tempo. Dieguito tá dormindo, manda um esboço lá, a gente, sei lá, escaneia e printa, sei lá, a gente faz alguma coisa. Manda cartinha, manda foto também do Dieguito, pô, saudade.
Isso eu quero, fazendo falta.
Bom, meu povo, dito isso, vamos lá para o que interessa, porque pela abertura já deu para notar que teremos guerra, treta, sangue será jorrado hoje. Então, melhor andar massa. Fala, nós, Melão!
Sobre o que se trata?
Ah, mas eu te falar, não tem outro nomezinho melhor não, que toda hora falar Saga Alfitânia The Evil, puta que pariu, hein? Mas vamos lá, sobre o que que é Saga Alfitânia The Evil.
Bom, o anime começa aqui no mundo real. Eu não sei o nome dele antes dele reencarnar, mas ele era chefe de uma companhia que seguia todas as regras à risca. Começa ele demitindo um empregado, que aparentemente não era tão bom assim. E o empregado resolve se vingar empurrando o chefe nos trilhos do metrô.
Nunca pensou nisso?
É uma besteira esse comentário aí.
Não tem ideias, hein? Não tem ideias.
Aí nesse momento o tempo para e Deus conversa com ele, mas o personagem não está convencido de que é Deus. Então ele chama essa presença aí de ser, como é que é, ser X, existência X. A Existência X fala com ele que falta fé nele e para dar um pouquinho de fé para ele vai fazer ele passar por umas situações desesperadoras, talvez umas situações difíceis. Então faz ele se reencarnar numa garotinha no outro mundo, num país que é bem parecido com a Europa, e está acontecendo uma guerra nesse outro mundo.
Ele tem aptidão, aptidões mágicas bem altas, então ele é convocado para guerra. Daí ela começa a ter um pelotão E a gente vai ver para frente o que acontece durante essa guerra.
Gente, esse anime me perdeu tanto quando eu vi que ele tinha um poderzinho, mas me perdeu tanto. Nossa, cenário de guerra, da forma que foi trabalhado esse poderzinho deles, eu achei muito chato.
Ah, porque eu não entendi muito bem, não foi definido o que são exatamente os poderes, né? São as armas lá, não sei.
Não, ruim não foi, calma aí, ruim não foi.
Foi, foi, porque assim, gente, quando você pega, eu sei comparação assim até sacanagem, mas você pega um Fullmetal Alchemist que tem os alquimistas no meio da guerra fazendo estrago, que tem até mais classe, gente, é outra coisa.
Mas aí você tá comparando banana com maçã, calma aí, calma aí.
Não, é poderzinho também, é poderzinho.
Mas a parada do Fullmetal Alchemist é muito mais uma discussão sobre fé, religião e limites do Não, só que vamos lá, a temática principal do Fullmetal não é a guerra. A guerra faz parte da construção do mundo e dos personagens.
Foco não é a guerra, só aparece no anime inteiro focos de guerra para todo lado.
Não, mas é que tá, se a gente for ver, a maioria dos flashbacks é sempre o quê? Soldado e a Mestris com aquele meio sépia com olhão azul para retratar bem o temor que os que os italianos tinham, e às vezes uma coisinha ou outra do que foi feito durante a guerra. Mas é muito mais um trauma do que o foco em si. E não, aqui o foco é a guerra. Só que o poderzinho que eles pegam é para substituir as dogfights, que foi uma das marcas registradas da Primeira Guerra, foram as disputas de aviões.
Só que em vez de botar avião, decidiu botar, vamos botar a galerinha aqui com poder para representar isso.
É, tem uns poderes misturado com tecnologia também, né?
Ah, cara, sei lá. Tanta coisa problemática nesse anime no sentido do enredo. Nem falo dessas discussões sobre a questão da religiosidade e tal. Para falar a verdade, eu acho que a melhor coisa desse anime disparado para mim foi o fato de uma ateia é obrigada a fazer uma oração para poder usar o poderzinho. Ficou bom demais, gente!
Na hora que aconteceu pela primeira vez, eu não entendi por que esse anime é isekai. Dava para ter feito o anime desde o começo no outro mundo. Pega a menina ateia e Deus fala com ela, ó, vou te provar que eu existo.
Pronto, porque precisava começar o cenário de guerra, né? No período atual não tem guerra. E ele não é necessariamente isekai. Qual que é o isekai de ressurreição? Qual que é o nome mesmo? Tensei, não é? Então não é necessariamente isekai. Mas assim, isso eu achei muito massa, para dizer a verdade. Esse cenário europeu eu achei bem legal.
Então a minha reclamação foi que não precisava ter mostrado a Terra normal, a nossa Terra. Ficava só naquele outro mundo lá, que era muito mais interessante, né? Porque o que a gente vai acompanhar para o resto do anime, eu vejo sentido de começar no nosso mundo.
Porque eu, um anime de reencarnação, precisava da pessoa.
Não única, não unicamente. Vamos lá, se a gente pegar a nossa querida Tânia antes de ser a Tânia, a gente entende qual era a mentalidade do cara, totalmente do livro, seguia bonitinho, coisa e tal. Mas se a gente for ver, ampliar a discussão, ele é um japonês, correto? Só que quando ele vai lá para Primeira Guerra, ele se entende muito bem com o regime extremamente autoritário, ele é totalmente cruel e totalmente psicopatinha.
Então pegar um japonês que não tava nesse período e colocar ele se dando tão bem assim, crescendo tão rápido, acho que tem uma certa criticazinha a esse modelo de trabalho que o Japão tem, de ser totalmente cruel no trabalho, de demitir, não tá nem aí.
Isso realmente faz parte da cultura trabalhista lá. Mas assim, a gente tem que lembrar que ela reencarnou como um bebê, ela tinha as lembranças do adulto que ela foi no nosso mundo, né? Mas ela teve todas as vivências de até a fase dela se tornar, eu acho que é uma criança de 12 anos, uma coisa assim. Então ela tem essas vivências para conhecer aquele mundo e essa vontade de ter os conhecimentos de um homem adulto. Do nosso tempo que tem esse conhecimento sobre o que foram as grandes guerras mundiais, né?
Então a gente tem muito esse conhecimento teórico. Teórico eu digo porque provavelmente ele foi um homem que não viveu nem perto desse período de guerra. Ele já nasceu em um país que já tinha sido revitalizado depois das destruições da guerra. Mas assim, a história tá aí. Como o Japão teve uma participação muito grande durante as grandes guerras, é algo muito latente na lembrança popular, né? Tanto é que muita coisa repercute até hoje, principalmente nas tensões com Coreia, China e tudo mais.
Então o conhecimento de guerra, ainda mais para uma pessoa que já tem essa tendência, que a gente vê pela personalidade dele, ele realmente escreve um artigo no mundo do de fantasia lá, ele escreve um artigo e ele vai para esse lado acadêmico além do lado da guerra em si. Então a gente, para mim, isso eu achei o mais ok de tudo, mais natural ele ter esse tipo de destaque, ainda mais que ele é um homem adulto no corpo de uma criança, ele tem todo o conhecimento que veio com ele da Terra e ele teve toda a vivência até o momento dele começar, até ele ir para o exército, que por conta das aptidões mágicas dela, né?
Mas aí também vamos lembrar que a grande vivência dela são 12 anos também, não foi uma grande vivência assim.
Mas você tem ideia que é 12 anos tendo que ele já tem a mentalidade de um adulto, mas você tem alimentação de ter 12 anos, então ainda ser uma criança.
Eu acho que o ponto dele, senão ela não seria chefe do exército, cara. Não, mas é que esse é o ponto que eu queria entrar. Mais do que ter a vivência, ele tem a personalidade e alguns parafusamentos para se enquadrar perfeitamente nesse mundo. Porque não é só você transpor um cara, uma pessoa, uma pessoa com conhecimento para um período de guerra e você, vou me tornar o maior matador e uma major em tão pouco tempo. Então ele já tinha uma personalidade muito alinhada com o que o exército tava buscando, de ser uma pessoa totalmente impiedosa, de seguir ordens sem questionar.
Mas a guerra não é feita disso, cara, porque nos cenários de guerras da realidade existiram figuras assim, não era uma garotinha de 12 anos, que eram extremamente cruéis, que eram pessoas sem escrúpulos. E ela é até bem escrupulosa para o cenário e personalidade dela. E a gente tem pessoas que seguiam cegamente as ordens que recebiam, mesmo sendo doentias. Então isso eu tô falando a realidade, eu não tô falando—
não, sim, sim, mas dentro do próprio anime, dentro da própria realidade, você você vê um contraste muito interessante, aí você vê a Tânia, que ela tá tudo ok, liderar um bombardeio contra civis, e você vê um membro do esquadrão dela recuando, não querendo executar aquela missão, não querendo fazer aquilo.
Como em qualquer guerra.
Não, exatamente. Mas esse é o grande ponto. O que eu— uma das coisas que eu gosto desse anime é que eu acho que ele é muito consciente na questão, noção de guerra. E as críticas que ele faz de maneira às vezes não tão velada assim tá nesses momentos de você colocar, pô, por que que eu vou pegar esse cara nesse contexto específico e ele vai se dar tão bem aqui. Então acho que tem uma crítica maior além disso, de você pegar, pô, vou pegar um cara que é um chefe japonês, botar ele no período de guerra e ele vai se desenvolver tão bem assim como se ele tivesse no escritório.
Eu serei a heroína do campo de batalha hoje, mas que honra! Hoje é um dia como qualquer outro para morrer e eu tô curtindo isso para caramba!
O ponto principal da minha crítica nesse anime, é o que mais me incomodou, que fez eu não gostar desse anime, é que foi covarde. Você é um covarde! Você é um covarde! Eu vou parar porque você é um covarde! Eu muito covarde, porque ele pegou essa criança como protagonista, eles quiseram colocar uma maldade nela para ser essa visão do vilão. Com esse rosto infantil, essa candura que deveria ter numa criança, mas eles não fizeram um personagem mau de verdade.
Exatamente, ficaram nisso de ficar fazendo as caretas, que em certo momento é porra nenhuma, porque eu achei muito mais interessante as imagens que passou no encerramento, como dava fazer ótimos pôsteres, ela sendo, parecendo realmente uma psicopata e fica fazendo essas caretinhas. E no final ela só era uma, um velho que queria descansar, e para poder sair do cenário de guerra e poder viver uma vida de boa, ele ia seguindo ordens.
E ele ia, é como o cara inteligente que ele é, ele conseguia criar estratégias muito boas, só que a patente dele não dava a liberdade que ele queria para poder fazer um, dar um passo além. E assim, eu imaginava que era para ser um homem mau no corpo de uma criança. Eu imaginei que a história, por exemplo, da infância dela até os 12 anos seria repleta de violência partindo dela principalmente. E a violência não só partindo dela, mas contra ela também, e ela tentando sobreviver.
Eu imaginava uma cena dela numa poça de sangue matando uma pessoa que tentou fazer mal para ela pequenininha, há coisas do tipo. E eu imaginei que por mais que ela fosse seguir, porque, né, ela tem uma hierarquia no exército, ia tomar decisões duvidosas e não ia ter apego por ninguém. Não foi isso que foi apresentado. Ela usa as pessoas realmente como ferramenta, mas tudo com limite muito claro, porque ela não quer o caos, ela não quer o mal, ela quer que a guerra acabe, ela viver de boinha.
Então eu queria essa maldade, eu queria ver um personagem mau de verdade, porque o que chegou perto disso, ela mandar aqueles dois carinhas para um lugar que ela sabia que ia ser atacada, eles iam morrer.
Só, só, só.
Não, mas pera aí, pera aí, ela não é que ela não é que ela seja, não seja má, ela é muito severa. Tem que fazer as coisas certinhas para ela poder mudar de patente. Então só que ela leva isso ao extremo, igual naquele treinamento que ela foi treinar o pelotão, que ela usou munição de verdade. Ela sabia que ninguém ia morrer ali porque ela escolheu só os melhores, ela viu que eles eram os melhores. Eles só queriam testar ele até onde eles vão.
Mas isso é maldade, é um cenário de guerra normal. Tudo que eu vi lá, não adianta a gente usar a índole, a ética, a moral que a gente tem no dia a dia num cenário de guerra, porque não existe. É lógico que tem cenários em que isso é extrapolado e é problemático e tem que ser criticado e tem que ser visto com repúdio, mas num cenário de guerra não existe pessoas boazinhas tentando só salvar vidas. É cruel, é realmente cruel.
E as decisões são cruéis para um bem maior, bem maior, a partir da vista de quem?
Ué, um cenário de guerra, dependendo de que lado você tá.
Mas esse é o ponto, a gente tá de vista de quem? Dentro do império que tá agredindo os outros lugares.
Então, dentro desse ponto de vista, o que ela faz é tudo totalmente justificado, tudo que ela faz, tirando matar os outros dois caras lá, que ela, que em um cenário normal, tirando, pensando que eles foram, eles foram para cima dela primeiro, né? Eles foram contra ela, que tá numa patente acima deles. Era para eles ter sido preso, ela preferiu que eles tivessem sido mortos.
Aí a gente já vê que ela não é das melhores das pessoas, né?
Ah, mas é porque os dois eram teimosos, eles não queriam seguir as ordens dela de ir para casa. E entre, tipo, ela não quer aqueles caras, aqueles caras são subordinados, eles não querem ir para casa. A solução foi o quê? Me livrar deles. Fazer o quê?
Como se fosse nada.
Eles ficaram felizonhos de ir para lá porque eles não, eles queriam ficar de boa. O problema é que ela foi atacada.
Mas ela sabia que aquilo ia ser atacado. Ela tem uma grande visão estrategista do campo de guerra e das coisas, de como a guerra se desenrola.
E ela sabia que aqueles dois seriam um problema para ela também.
Então a questão é, Júlio, é que ela não fez aquilo por prazer, ela fez aquilo porque não tinha outro jeito. Se deixasse eles lá, eles iam só atrapalhar.
Mais do que ser má, é estratégica. Eu acho ela extremamente estratégica, não acho ela má. Pura e simplesmente.
Calma aí, ela pode ser má estratégica. As coisas não são excludentes. Só porque ela é fria para tomar essa decisão não quer dizer que ela seja boa, do tipo, ah, tomei estratégica, estrategicamente essa decisão que matou duas pessoas, sendo que existiu uma gama de decisões que ela podia tomar. Simplesmente mandar a galera, ó, vaza, vai para outro ponto, que não me enche mais a paciência.
Isso no primeiro episódio. Teve mais 11, e 11 e um episódio jogado fora, que é recapitulação de um filme de 12 episódios. Que ódio que eu tenho disso, mas tudo bem.
Eu passei esse anime para frente quando eu percebi que era isso.
Eu deveria ter feito também, deveria ter feito. Mas, cara, 6 episódios, passou 6 episódios e realmente a pessoa precisa recapitular?
Não, tem que ter espaço de televisão, esse é o problema.
Mas nos outros 11 episódios ela não teve mais nenhuma escolha duvidosa dessa forma, toda se encaixava no cenário de guerra.
E você executar uma missão única e exclusivamente com esse contexto de guerra não quer dizer que você seja uma boa pessoa ao fazer isso. Ela é totalmente desprovida de sentimento. Não, independente, mais uma vez, ela poderia talvez ter tomado algumas outras decisões, só que ela tira o sangue que tá nas mãos dela com a justificativa do quê? Ah, eu só tô cumprindo ordens. Ela não tem um pingo de remorso nisso. Isso já mostra que essa personagem, ela é birutinha nas ideias.
Mas se ela tivesse esse sentimento, ela teria executado as ordens da mesma forma. É guerra, é o que eu tô te falando. A gente não pode usar uma régua normal de uma sociedade que não está em guerra em um período de guerra, não dá. Principalmente quando você faz parte efetivamente desse momento de guerra, quando você é um soldado. Por isso que tem tanto soldado que volta para casa com transtorno pós-traumático, pessoa que se mata depois de sair do cenário de guerra.
E a gente vê que durante isso nem pestaneja em nenhum momento. Em nenhum momento ela tem remorso de nada que ela faz. Ela só quer acabar com essa porra para poder sobreviver e para jogar na cara da existência X que, ah, se fudeu, eu tô fodendo com o teu plano, você veio aqui para fazer sofrer.
Usando regras de RPG, isso faz dela mais neutra do que má, justamente porque ela não sente prazer em fazer maldade. Ela só fez o que ela tinha que fazer.
Ela nem queria estar lá para começar, ela foi mandada para lá, que ela queria uma vida tranquila. Ela queria estar no lugar que ela não tivesse o risco dela morrer. Mas a partir do momento que ela foi enviada, aí ela faz o trabalho dela de forma exemplar. E eu não acho, eu não consigo achar ela realmente má nesses cenários por conta dessa questão do cenário de guerra, porque não dá, não dá para a gente usar essa moralidade, infelizmente.
Por isso que guerras não deveriam existir, porque vai para barbárie, traz o pior do ser humano num cenário desse, porque além da ideologia, além de tá levantando uma bandeira de proteger a sua nação, o seu povo, a sua família, é, animaliza o adversário, torna aquele inimigo uma fonte do mal mesmo, né? Então quando você vê os soldados, igual teve o cenário lá em que eles tomaram a decisão de matar inocentes, né, matar as pessoas da cidade para não ter essa possibilidade de aquelas pessoas virem contra eles novamente é cruel, sim, mas a guerra é cruel mesmo e foi uma decisão estratégica, nem partiu.
Só que tem alguns elementos, só que tem alguns elementos a mais, como quando ela dá um anúncio do que vai acontecer, ela grava aquela situação para poder se resguardar em relação às leis da guerra, para o país não ser acusado de estar violando um crime de guerra, para justificar o quê? O ataque de barragem dos bombardeios. Então ela tem uma noção muito grande, tanto em relação à estratégia de guerra quanto ao comportamento humano.
Ela usa essas duas coisas ao seu bel prazer, mas ela usa isso para se resguardar, porque a ordem não parte dela.
Quer saber uma ironia muito boa em relação a esse anime? Porque quando eu vi esse anime, eu lembrei de uma passagem da Bíblia, que é Jesus falando: vinde a mim as criancinhas, porque delas é o reino do céu. Você tem que reviver como uma criança, porque uma criança é inocente, Uma criança é digna do céu. Daí o cara volta com uma criança e faz isso aí, né, que a gente tava vendo.
Essa não é tão inocente, mas não é uma criança, é um homem adulto que veio nessa casca de criança. Não dá para falar que é uma criança só porque fisicamente é uma criança, sendo que é num contexto de fantasia, né. Ai, cara, eu fiquei muito, muito decepcionada com esse anime porque eles usaram dessa coisa dela ficar fazendo a careta pra tentar trazer uma imagem mais maléfica, e não funcionou, porque ela era só um soldado num cenário de guerra, como qualquer outro soldado.
Talvez se ela fizesse, se ela fizesse essas caras enquanto ela tivesse matando alguém, sei lá, talvez pessoas inocentes, eu acreditaria que ela é má. Mas é que ela faz quando ela tá, ela faz quando ela tá conversando com a bicha, por exemplo.
Sim, sim, mas por exemplo, quando ela tá, o primeiro treino, a primeira missão do esquadrão que ela comanda Ela se diverte, ela fala: galera, tá vendo essa galera? Tá vendo esse povo aí embaixo que não tem como nos atingir? Divirtam-se, faz joguinho. Quem perder ponto vai ter que pagar bebida para o outro esquadrão.
Da mesma maneira que no campo de guerra as pessoas fazem joguinhos enquanto tá batalhando, né?
Por isso que esse anime aqui é uma grande crítica à guerra como um todo, porque a gente vê todos os lados da guerra. Você os bigodudos fumantes charutos que estão lá protegidaços longe da guerra tomando decisões, que significa o quê? Ah, tá vendo esse batalhão? Bota aí para frente, bota essa galera com um bolo de piranha porque vai ter uma outra gente aqui matando. Então você tem toda essa cadeia da guerra do cara que tá nem aí para os próprios soldados.
Você tem a galera que tá de frente que se fode, tá lá na lama morrendo, coberto de tripa, merda, suor e tudo mais. Então você tem todo esse contexto que, como os civis sofrem, tem a desumanização do seu inimigo. Então, e daqui é uma grande crítica à guerra como um todo.
Essa questão, a gente viveu, a gente como sociedade viveu períodos de guerra, e existe uma gama gigante de conteúdo sobre isso, seja filme, seja série, seja anime. Tem muita coisa tratando de todas as formas possíveis desse período de guerra. Então o que eles fizeram Eles tentaram trazer um elemento a mais, que foi a questão da fantasia, que é os personagens terem magia, né? E a questão de ser uma criança ruim, um demônio, ele não faz também muito sentido.
Que a gente vem essa, o level do título em inglês, que não tem nada a ver com o título original, né, que é Youjo Senki, que é o diário militar da garotinha. Então não é necessariamente falando sobre a maldade da Tânia, mas é sobre uma criancinha escrevendo esse diário militar. Mas os americanos conseguem estragar tudo. Eles quiseram trazer esse elemento de ter essa criança que contrasta com esse contexto de guerra e que tá se divertindo com aquela situação.
Acho que da guerra em si, para mim, foi muito qualquer coisa. A parte de tentar fazer ela um ser humano mal, péssimo, foi muito mal trabalhado. Agora, os embates dela com a entidade X, isso foi o que compensou nesse anime. Para mim, o que compensou nesse anime foi esses embates e foi o final. Os dois últimos episódios realmente foram interessantes, não para salvar o anime, mas assim para colocar ele como um anime mediano. Então, porque dá um plot twist muito interessante no final.
Mas tirando isso, gente, eu acho acho que trabalharam de uma forma muito ruim um tema muito batido.
Mas aí também tem isso aqui, era 17, a forma como a gente vê a guerra até então não era tão próxima como de hoje.
Tem filme de guerra desde que a guerra acabou e o cinema pôde voltar a se expressar. Então tem 1 milhão de conteúdos de guerra desde que o mundo é mundo.
Sim, mas dentro do contexto Isekai não.
A gente não tava falando tipo Metal Alchemist tem um contexto de guerra também.
Mas não é isekai. Temos que lembrar que nessa época os isekais ainda estavam tudo, ainda eram bons, aí não tava essa zona que virou hoje em dia. E a Tana The Evil, ela vem trazendo esse contexto diferente de não seja de fantasia, um contextozinho de guerra. Não, mas é porque tem poder que é fantasia, né? Não é o mundo medieval, não tem dragão.
Não, nem toda fantasia medieval, mas por mais seja poder mágico, não é fantasia.
Poxa, mas como é que você define fantasia?
Além de poderzinho ainda tem uma entidade que fica batendo boca querendo falar, fazer a garota acreditar nela. Aí você tem que me adorar, isso tá maluca?
É, mas é Deus, acontece, né?
Então isso pode trazer, a gente pode concluir que a história bíblica é uma grande história de fantasia para algumas pessoas.
Antes dessa resposta, deixa eu consultar meu jurídico aqui.
Corta, corta isso, eu não vou entrar em polêmica, né? Sério, é para mim Isso foi o mais interessante. Os embates dela com a entidade X eram muito bons, gente. O bate-boca, o fato dela ter que fazer uma oração, e orações muito boas, diga-se de passagem, quando ela ia usar o poder para sair matando gente.
É que na real ela é boa em tudo que ela faz, né? Ela tem que ser a melhor, tem que fazer tudo certinho.
Sim, tem algumas lutas também que eu achei interessante. No geral não curti muito. Eu acho que por ser essa questão de de ter que fazer essas lutas aéreas e com a parafernália toda e esse poderzinho e tal, tirou um pouco da fluência. Mas em momentos chaves, as lutas da Tânia foram muito boas. Muito personagem, maioria sem carisma, tirando a garota lá, Ivanovna, eu achei ela legal. E é só isso. Os personagens não são carismáticos, eles tentaram colocar isso tudo na Tânia e ficou aquela careta escrota o tempo todo.
No primeiro episódio, quando você vê isso, ok, nossa, olha a cara dela de má. Mas toda hora, todo episódio, a mesma coisa. A única coisa para reforçar que ela é uma menina má é aquela careta. Ai, gente, cansa, cansa muito.
Não é, não foi só a única coisa, mas tudo bem.
Como eu comentei em off, a marcha de marcha e Urso é mais evil do que a Tânia.
Eu nunca assisti Márcia e o Urso.
Quem?
Desenho infantil Márcia e o Urso, que inclusive tá sendo proibido.
Eu serei a heroína do campo de batalha hoje, mas que honra! Hoje é um dia como qualquer outro para morrer e eu tô curtindo isso para caramba. A única coisa que eu vou dizer que foi um pouco decepcionante na minha reassistida Foi a questão gráfica, que na minha memória há 9 anos atrás eu achava isso tinha uma puta animação. Falei, caraca, meu, essa animação era pica 9 anos atrás. E revendo, você fala, não é tão pica assim, né? Não é tão bom, né?
Teve uma coisa que eu achei muito bacana, mas ele não foi tão aproveitado. Um diálogo simples que quando o cientista tava colocando a Tânia para testar aquele aparato voador lugar lá para testar o limite, né, de altura. A Tânia fala para o cientista: você não conhece a, como é que é, Lady Murphy, né? Você não conhece a Lady Murphy, que se alguma coisa tem possibilidade de dar errado, então vai dar errado? Aí ele fala: mas que idiota diria uma coisa dessas?
Porque Murphy não existe naquele mundo. Então eu achei que iriam, ela iria trazer mais conhecimentos da Terra para ajudar, né, na guerra e tal, mas Não, mas ela traz, só que ela não conta, não fica falando, ah, Napoleão fez isso.
Mas ela consegue ler através do conhecimento que ela tem, ela consegue ver as movimentações que estão sendo feitas no tabuleiro. Tanto que no final ela descobre que existia uma possibilidade daquela paz não se tornar duradoura.
Eu acho que é muito mais essa questão de ser um homem que tinha interesse por esse tipo de conteúdo sobre guerra, sei lá, foi, leu muita arte da guerra e tudo mais.
Ele tava vendo arte da guerra quando morreu, pô.
Então ele realmente tem essas visões estratégicas, que é um hobby muito comum em homens, diga-se de passagem. Acabou que ele foi para um cenário perfeito para ele utilizar esse tipo de conhecimento na prática. Mas de fato ele não quer estar no meio da guerra porque não quer morrer de novo. Já tem um deus enchendo o saco dele, já tem. Ele nasceu num contexto muito merda, órfão, cara.
Então é assim, uma comparação muito porca que eu vou fazer agora, ó, de mim. Mas então ele é basicamente Jesus daquele mundo, né? Foi mandado por Deus para acabar com a guerra porque ele tem mais conhecimento.
Calma aí, meu ateu! Calma aí, meu ateu!
É, não exagera.
Eu também sou, mas calma aí, não vamos forçar amizade aí. É porque ele sabe que se ele for de arrasta como o Thanos, não vai ter, não vai ter cogumelo verde, ele não vai voltar.
Ele sabe que é o último e ele quer viver bem, porque para começar ele foi sustentado, né? É aquela coisa, pô, eu tô vivendo aqui, eu tô fazendo meu trabalho, porque na cabeça dele era o trabalho dele. Poderia, é aquela, gente, o mundo corporativo é um negócio muito complicado, porque beleza, eu preciso de pessoas que me estão me dando lucro e fazendo o melhor para que essa engrenagem seja uma engrenagem para fazer essa máquina funcionar da melhor forma possível.
Só que aí tira um pouco daquela humanidade da coisa, que é uma coisa mais comum do mundo. E querendo ou não, se o cara não tava rendendo, ele fez o trabalho dele, que é tirar aquele cara para colocar alguém que renda no lugar dele. Claramente ele era um filho da puta também, não sabia ter o mínimo de empatia. Mas é chegar ao ponto de ter assassinado, ter jogado no trilho do trem, aí já é um extremo, né?
Não, mas a Tânia, ela entendeu o motivo do cara quando ele tava morrendo, quando eu tenho paralisado realizou e falou, é compreensível, né? Mandei o cara embora e tal, agora ele tá querendo vingança.
Não é compreensível.
Bom, ele disse que era compreensível.
Não, assim, ele entendeu a motivação do cara, ela, né, entendeu a motivação do cara. Mas assim, não é compreensível uma pessoa matar a outra porque foi demitida. Mas aconteceu, vai fazer o quê? Já morreu, agora ela não quer que aconteça novamente. Se bem que o cientista tá tentando com muito afinco, né, matar ela.
Só para saber, em Goiás tem metrô?
Não, tem um Metrobus, que era para ser um metrô, mas ele anda por cima da Então é só um ônibus que anda em linha reta.
O metrô mais perto aqui é Brasília.
Bom, é, meu, talvez você tenha que— não, não, alguém do seu trabalho talvez tenha que riscar isso do papelzinho, né?
Chefe não anda de ônibus, não tem jeito.
Mas você tem carro.
Aí a coisa já muda de figura.
Ai, ele tá saindo de casa despreocupado, assoviando, foi lá botar o lixo para fora. Oxe, o carro desgovernou duas vezes de frente dando ré, duas vezes.
Se eu falar para polícia que foi sem querer, eles vão acreditar? Vai me liberar?
Quem sabe.
Roga o dado. Assim, gente, essa é a segunda vez assistindo o Tadinho daí, viu? E tirando a parte da animação, que foi o que mais me pegou, é realmente quando você vê o encerramento e você vê a possibilidade, falei, caralho, se fosse assim teria sido bem mais foda do que esse traço meio muito arredondado. Isso me pegou.
Nossa, encerramento é muito bonito.
Aí, tirando disso, eu acho que dentro da crítica que ele quis fazer ainda é válida. Eu acho que ele trata muito bem esses diferentes momentos da guerra, e em todos esses momentos sempre tem a crítica relacionada à guerra como se fosse uma empresa, um sistema mesmo. Você consegue ver a desumanização de— caraca, qual palavra difícil, hein— a desumanização dos próprios soldados em relação aos seus comandantes. Você vê um monte de general que provavelmente só pegou em arma, em treinamento de guerra, o que sai isso, porque provavelmente muito deles são peixados, já chegaram em altos comandos, já chegaram mandando, nunca viram um campo de guerra na vida.
Eles têm uma facilidade gigantesca em movimentar essas tropas, né, o modo do foda-se, simplesmente por meu ganho pessoal. Você tem os campos de guerra, a merda que é o campo de guerra, a dificuldade, gente morrendo a qualquer momento. Você tem essa parte, como tem pessoas que uns acabam sofrendo pelo que estão fazendo, tentam buscar essas desculpas para justificar por que que tá fazendo isso. Sem contar a parte do patriotismo, que querendo ou não, a Tânia rezar é uma crítica legal em relação à fé.
E é muito legal quando a Existência X manda um outro cara, que eles são parecidos, eles têm o mesmo poder, eles conseguem força rezando. Só que uma é uma teia que se aproveita disso, é outro, o outro realmente tinha fé e Deus tava ajudando os dois de qualquer jeito a executar.
Na verdade, Deus mandou o cara de fé caçar a teia, né?
Na verdade Mas no final de tudo, os dois estavam acessando a mesma fonte de poder. O mesmo, um não acreditando, tava lá, era fodassa.
Ai, cara, foi muito pilha da putagem. Ele usou o carinha para poder fazer ela ceder.
É isso, Deus escreve certo por linhas tortas, né?
Por linhas filhas da puta.
Não tem aquela grande passagem que a existência X do nosso mundo não tinha mandado um cara, vai lá na cidade pregar? Ele falou, não vou. Ah, não vai não? Ou engole ele, deixa ele pensando um pouquinho dentro da tua barriga. Aí falou, Ah, não, tá bom, Existência X, eu vou olhar. Ah, foi difícil, foi difícil, né? Precisava disso, precisava ter feito isso. Então, Existência X tem— Existência X é meio complicado, né? Ela consegue o que quer no final, ela consegue o que quer no final, mas os métodos é igual aquela frase do Patolino.
Não, pior que não. Você pode falar dos meus métodos, julgar meus métodos, mas não os meus resultados.
Bom, eu conheço essa frase pelo Patolino, então não sei.
Foi Patolino que falou?
Sim.
Eu acho que deu pertinho dele, mas tudo bem.
Ele usou isso no desenho, mas beleza, deu certo.
Fatorina, só consigo lembrar do contemplem o mago com seu poder.
Eu só consigo lembrar do calça de shopping.
Outro bom também é que é, como é que é, temporada de coelho. Não, temporada de pato, temporada de coelho.
Esse é um clássico.
Tô fora do campo de batalha hoje, mas que honra! Hoje é um dia como qualquer outro para morrer e eu tô curtindo isso para caramba. O último episódio, eu sei que a gente já tá pulando bastante, mas o último episódio tem um ponto bacana. Duas coisas que eu gosto. O primeiro, tanta sagacidade da Tânia em sacar aquilo, fala, porra, temos aqui a última oportunidade, a cereja que falta para colocar no meu bolo de aposentadoria, vou poder botar, aproveitando aí a referência a Goiás, tá, o meu boi na sombra, poder tocar o errante em paz, temos que aproveitar a última oportunidade.
E por mais que a gente tenha acompanhado a Tânia do início ao fim, ela ainda não é nada nessa estrutura. Ela não tem poder porque ela não tá na porra do comando. Então, por mais que ela seja, lógico, por mais que ela tenha se fodido para executar todos os planos mirabolantes dos bigodudos fumantes lá, só faltou a gata também. Com certeza a gata tá lá no meio, né? Meu Deus, não, lá fumando, pelo menos aproveitando as guimbas para fumar depois.
Nada disso se importa, porque tem sempre alguém maior que tem mais poder e que tá cagando e andando porque você fez, seja na guerra ou seja na empresa. E ela simplesmente fala, caralho, vou ter que voltar para guerra por causa desse bando de incompetente. É exatamente, ou é isso ou tu vai para prisão, simples assim.
E isso realmente devo confessar que foi talvez a melhor coisa do anime.
Nossa, isso foi muito bom. É, para mim os dois últimos episódios foram realmente bons, é o que compensou ter assistido todo o resto. O fato de, apesar de tudo, apesar de ela ter chegado numa posição de liderança, dela ter quase se fodido várias vezes e levado o esquadrão dela para talvez para morte, e no final ter dado tudo certo, esse sucesso em tudo que mandaram ela fazer, no final ela realmente não é nada. Ela é só mais uma peça daqueles filha da puta que tava lá fumando e enchendo a cara.
Fazer isso, porque até nas estratégias que funcionaram melhor partiram dela, porque usaram artigos que ela escreveu, usaram de conversa, uma conversa informal entre aspas em que ela deu ponto de vista, usaram tudo isso como norte para as decisões que eles tomaram de como lidar com a guerra. E no momento em que ela chegou ao ponto de eu consigo acabar com essa guerra e ela não pode fazer nada. Aí ela deu piti, ela foi muito legal dando piti.
Aí sim, aquela cara de mal dela funcionou de alguma forma, ela dando piti lá porque foi contrariada.
Pelo menos você tá falando bem de 2 episódios, até anime que já assistimos, que você não tem um para salvar aqui, teve 2, ó.
Olha só, a conclusão foi muito boa. Até chegar lá foi duro, cara. O primeiro episódio eu assisti ele, eu falei, não, gente, anime não é isso não. Deve ser porque geralmente o primeiro episódio é chamarismo, né? Então geralmente é muito bom o primeiro episódio, depois que desanda. Para mim, eu achei péssimo o primeiro episódio desse anime.
Cara, eu gostei do primeiro episódio, mas eu só fiquei tipo, ué, não era ICK isso negócio? E fui assistindo. Ainda mais depois do segundo episódio que mostra que é.
Você vê como é curioso, né? Eu lembro, eu lembro como se fosse ontem. Eu lembro assim mais ou menos a experiência que eu tive assistindo pela primeira vez. E para mim, o primeiro episódio, ele é tão impactante quando você vê que aqueles dois soldados no início foram colocados lá, tava se achando que tavam na, bem, puxa, ali na retaguarda, é uma coisa tão impactante você ver. Caralho, planejou isso tudo, caralho, cuzão, planejou isso desde o início.
Você já fica preso ao primeiro episódio, ao restante do anime. Foi, caraca, meu, essa mulher é psico!
Mas eu esperava muito mais. Então, para qualquer coisa que ela tava fazendo, eu tava achando pouco pela expectativa que deu, que eu tinha dela ser completamente maluca e psicopata. Foi muito muito pouco, foi muito pouco.
É que ela é uma psicopata controlada. Ela não é aí pegando o megão que puxou o RPG, ela não é caótica. Eu acho que ela é neutro, ela pode ser neutroível em questão comportamento das coisas. Ela executa, vai falar, foda-se, tô nem aí, tiver que matar civil, matar gente e tal. Mas quando tem um momento de matar, você vê que ela tem um prazerzinho matando, executando a galera. Você vê, você vê que ela rebaixa o povo. Seus animais, tem uma frase muito boa boa.
Ah, não sei o quê, seus animais, vocês lutam como animais, sendo que ela já tava massacrando o exército dele inteiro, o exército inimigo quase todo. E só porque o pessoal revidou e falou, nossa, esses animais! Então ela olha os inimigos de um ponto de superioridade, entendeu? Ela acha os inimigos dela são animais, ela é lógica, razão. Então isso é bom. Ela é má, ela é má, ela é má. Não tanto quanto o Pica-Pau, mas ela é má.
Falando em falas anime, momento de criticar a Rádio Laranja de novo. E o anime é dublado até o 6º episódio, depois não tem dublagem, fica em japonês, volta a ficar dublado de novo no 10º episódio. Mas quando você vai colocar na dublagem, o áudio tá totalmente desincronizado, então é muito ruim.
É isso assim, tá desincronizado mesmo. Mas só o episódio 6, 6.5, que é o recapitulando a história, que é legendado, só tem legenda legendado. No 7 já tem dublado. Eu assisti ele todo dublado. Eu comecei a assistir legendado, gente, mas eu falei, se for para assistir legendado, eu não vou terminar esse anime nunca, porque eu não tô gostando dele, não quero ter esforço. Aí eu voltei ele para o dublado, mas é todo dublado. Mas por um momento eu fiquei criticando a dublagem brasileira, para dizer a verdade.
Falei, gente, sempre foi tão bem feita a dublagem na questão de sincronizar o movimento com o áudio. Eles fizeram esse trabalho porque assim, gente, eu não quero querendo falar não, mas na época da pandemia a gente teve uma baixa na qualidade da dublagem. Não sei se vocês concordam comigo. É porque home studio, home studio, teve umas qualidades não tão boas, diferente de qualidade entre um personagem e outro, teve umas coisinhas bem, bem mais complicadas. Mas assim, sincronização nunca foi um grande problema, né?
Mas 2017 foi antes da pandemia.
Não, eu tô falando no Tô falando desse problema que teve na pandemia, mas eu não tava esperando nesse anime ter esse problema com a dublagem de não tá sincronizada. Então é um problema da locadora laranja, não é da dublagem.
Ó, gente, temos aqui o Capitão América, gente, dublador do Capitão América tá aqui, o Cássio Souto. Ele é o Joaquim, acho que não gosta muito da Tânia.
Ah, tá.
Que personagem desperdiçado, gente. Eu tava esperando ele ser algo, ele trazer algum tipo de tensão para no anime, ele foi porra nenhuma, só foi chile quente porque não gostava dela. E todas as expressões dele extremamente exageradas quando se trata dela, uma maneira tosca. Ah, eu fiquei chateada com esse personagem porque eu tava esperando grandes coisas dele.
Ele fez a gente acreditar que a Tânia era o demônio na Terra, mas quando mostrava a Tânia, ok, tá bom, né? Talvez você tenha exagerado um pouquinho.
Ai, sério? Afinal, até nas interações entre os dois que eu imaginei que seriam mais tensas É só ele sendo chiliquento e ela que é a criança, né? E bando de personagem desperdiçado. A garotinha com a escrita de Vitória mais difícil eu já vi na minha vida, que o primeiro nome dela, Vitória, é V-I-K-T-O-R-I-Y-A. Vitória dessa escrita, dessa forma. Ela tinha pais cruéis. Mas é, para mim ela é a personagem mais carismática porque ela tinha tudo para ter medo. Tânia, que é a maluca, e ela parece ser mais maluca que a Tânia.
É que os outros personagens do pelotão dela são só, sei lá, soldado A, B, C e D.
Se a Tânia fosse realmente ruim, ela tinha matado aquele loirinho. E no contexto teria sido aceito ela ter matado ele. Ele foi para cima dela.
Ah, mas precisa de subordinados, né? E também é pegar mal do nada executar alguém do esquadrão dela.
Não, mas ele foi para para cima dela para salvar o inimigo. Não foi só ir para cima dela, foi para cima dela para salvar o inimigo, descumprindo ordens e atacando o superior. Você acha que num contexto real esse cara não estaria morto?
Depende, depende, porque querendo ou não, a Tânia desenvolve com o esquadrão dela uma camaradagem. Chega um momento que ela fica, ela se aperfeiçoa, se afeiçoa a eles. É, gente má não pode ter amigo, pode ter se afeiçoar, geralmente não.
Não, ela tem, geralmente gente má tem ferramenta.
Então não, aí eu compreendo, porra. Ela fez um puta teste difícil para selecionar aquela galera, teve um puta esforço treinando, aí vai descartar? Não, aí é gasto de tempo para depois retreinar todo mundo de novo.
Pensa no contexto, pensa no contexto, no contexto daquele, o cara partir para cima dela, isso foi muito grave.
Ah, foi? Mas e aí, deu um corretivo nele, falou não, Rapaz, tá aí, sério, que eu achei que ele ia morrer, ele não morre também.
Esse cara é que nem gato, tem 7 vidas. Soldado com crise de consciência, eu acho que deve ser a pior coisa no cenário de guerra. Ele no mínimo, ele deveria ter sido mandado de volta para casa.
No final executou a missão, né? Ele só vai sobrar o trauma no final de tudo.
Mas aí ainda assim isso torna ele extremamente não confiável, instável.
Exatamente isso. Em outro contexto em que tem o mesmo cenário, ele pode surtar de novo e ela ela pode não ter a sorte de esse surto ser no momento em que ela tá em segurança igual foi. E querendo ou não, ela tava lá em cima do prédio, tava sozinha, tava num contexto em que ela tava de boa assim.
É, querendo ou não, existe surtos e surtos na guerra. Por mais que a gente tem essa coisa do, ah, descumpriu a missão, mande, pega tanto proselhamento, na guerra, na real, você não pode ficar fazendo com todo mundo, faz isso para qualquer coisinha, senão você não tem exército para batalhar no final.
Ah, mas só precisa de um para dar o exemplo.
Mas ela deu exemplo, deu corretivo no cara, deu corretivo, meteu a porrada, falou: não volta a fazer isso de novo não.
Ai, ai, ai, tinha uma manha. Ai, ai, ai, menino feio, caralho!
Se minha mãe fizesse isso comigo, da próxima vez eu vou te bater com a parte pontuda, hein? Mas se a gente for ver, ela tem regras. Até aquele cara, até aqueles dois que ela mandou para morrer. Não foi na primeira, ela deu a chance. Ó, cumpra minha ordem. Não vou. Cumpre o que eu tô falando. Não vou. Então vocês estão dispensados. Também não vou. Ah é? Então tá bom, então assiste de camarote a guerra naquele banco onde tá pintado vários círculos vermelhos em cima, tá? Ou então a placa certa aqui.
Eles estavam no lugar que eles achavam que era o mais seguro que existia, porque estava lá jogando baralho super de boa. De repente bomba.
Parabéns, essa aqui é bomba! Mas é, então a gente vê que ela tem regras. O cara mijou fora do penico pela primeira vez e foi um surto moral. Ele não queria atacar civil, ele não queria atacar, matar criança. Só que ela falou: não, temos que matar, porque senão lá na frente aquela criança vai estar pegando fuzil e pode estar te matando. Então vai lá, filhão, deu seu show sozinho, calmou? Então pega aqui o fuzilzinho lá e mira bem, bem no meio do zaguinho. Vai, vai. E aí, cumpriu?
Cumpriu assim, cumpriu. Ele fez, matou, matou, porque cortou a cena e já foi para outra cena. A gente não sabe se ele cumpriu.
Matou, porra! Ah não, chegou para o alto já, na porra.
Aí não mostrou ele atacando. Ele pode ter ficado lá no chão chorando enquanto ela fazia o regaço. Ele só não atrapalhou com ela. Agora eu não sei se ele foi para o ataque, porque ele tá instável de qualquer forma.
Tem sonzinho de tiro e o cara fica traumatizado.
O tanto de gente que tava lá para atirar, pode não ter sido. Eu não sei se ele participou, que eles não falam sobre isso depois. Depois a Victoria esquisita lá, ela vai consolar ele falando: essa pica quem segurava era a Tânia, né?
Falando que tudo bem, o Sasuke fez a mesma coisa que É porque tem esses detalhezinho que você nota, você vê a loucura que tá imbuída em todo mundo no meio da guerra. Você vê claramente, a gente de fora vê claramente que a Tânia é uma psico, não era para ser líder de porra nenhuma. Mas a guerra deixa todo mundo pneu das ideias, que até a tenente que no início achava que porra essa mulher é maluca começa a admirar essa mulher. Fala, não, ela gosta de nós, ela nos protege, era uma patriota. Olha só, ela vai te proteger, cara.
Mas você realmente acha acha que ela é uma psicopata? Porque para mim não. Para mim ela só tem essa visão muito clara, um contexto de guerra. E assim, eu acho que para pessoa ela ser parte atuante de forma estratégica, fazendo parte do topo da pirâmide, ela tem que ter essa frieza, ela tem que ter essa visão de que aquelas pessoas inimigas. E a partir do momento que são inimigos, precisam ser eliminados. Porque no contexto de guerra, eu acho que não tem tanto esse espaço como humanidade.
Eu não tô falando de inocentes e tudo mais, tô falando no contexto de guerra mesmo. A gente tem o time A lutando contra o time B. Então eu acho que ela é só muito boa no que ela faz. Eu não consigo ver ela assim, ai, porque em momento nenhum ela realmente parece que ela faz aquilo porque ela realmente queria muito tá fazendo aquilo. É só porque é o trabalho dela que é muitas momentos ela fala que ela não queria tá fazendo, que ela queria tá vivendo de boaça, mas se jogam ela lá. Então ela vai fazer da melhor forma possível, ela é muito boa.
Não é como se ela ficasse rindo porque falando, ah, vou escutar os gritos de dor das criancinhas de longe, vou ficar vendo aqui o sofrimento de todo mundo. Ela sorri porque ela tá cumprindo bem a missão dela.
E também nenhuma das missões partiram dela, sempre ela foi mandada para as missões. E ela, a partir do momento que foi mandada as missões, eles vão vencer, não tem outra opção. É aquela coisa, não parte dela o desejo, nossa, a gente precisa ir lá, a gente vamos lá para matar mais gente, não sei o quê, não sei o quê, não sei o quê. Não tem, ela cumpre ordens, é isso. Quando ela tá cumprindo ordens, ela faz o regaço, mas é cumprindo ordens.
Eu acho que se ela fosse má mesmo, ela faria o possível para guerra durar o mais tempo possível para continuar matando pessoas.
Exatamente. E teriam contextos em que ela estimularia falaria isso, tipo, a gente poderia ir para aquela outra cidade lá e já fazer um regaço, não sei o quê. Não, nada parte dela. Ela escreveu um artigo com estratégia de guerra, não necessariamente parte dela a gente vai atacar tal lugar e fazer tal coisa. E, gente, eu não sei vocês, toda vez que falavam de império só vinha na minha cabeça o Império Contra-Ataca. Toda vez falando império contra-ataca.
Não, agora que você falou, vou ficar pensando nisso agora.
De nada.
E vocês não estão lembrando de algumas coisas, que existe psicopatas e psicopatas. Era uma psicopata com regras. O objetivo dela não é matar, objetivo dela é terminar essa porra o mais rápido possível para se aposentar bem. Porém, contudo, entretanto, todavia, ela se dá uma divertidinha assim matando o povo. Que eu tô vendo um aqui, logo é daquela parte onde tem mais civil do que soldado, onde ela diz uma frase, ó: chegou o momento de arregaçar as mangas para proteger o meu povo.
Só que se você ver a cara dela, ela tá com um sorriso muito grande, que, ah, chegou o meu momento de matar gente.
É o tempo inteiro no anime.
Ou chegou o momento de eu cumprir minha missão.
E esse daí é um recurso usado de maneira tão banal que ele perde sentido. Essa cara de, esse sorriso esquisito dela aí, tão utilizado em tudo que acontece que perde o poder dele.
Achou que ela tivesse dito outra frase nesse momento, tipo, chegou a hora de fazer pessoas sofrerem? Eu concordaria com você, mas como ela não disse isso, ela se diverte matando.
Mas ela nem é sádica, não é aquela que se diverte, ah, vou te torturar, é mil cortes de dor, te ver sofrer. Não, ela executa, mas ela sente um prazerzinho em matar.
Eu Insider, e se ela quisesse estar lá, se fosse um contexto que realmente ela buscasse isso, e não foi. Ela não queria estar lá. E ela fala isso em todos os momentos. Ela fala toda estratégia que ela pensa, todo caminho que ela segue é para chegar um momento que vai chegar a paz, para eu poder ficar de boa, para não ser morta em qualquer momento assim. Tanto é que nas lutas mais ferrenhas dela são com pessoas que atacaram ela e chegaram E fez, fizeram ela chegar mais próximo desse momento de quase morte.
Igual ela teve aquela luta lá com o Kurt, que é o cara que ficou caolho. Aquela luta foi, o cara foi muito para cima dela, ela realmente correu risco naquela luta. E o final, o negócio sangrento, e no final ela ainda catou a arma dele. Falei, aí, Natal, arma não, ela nem ia matar, né?
Matar o cara. O cara foi atrás dela, o cara foi atrás dela e fez um estrago.
Ela saiu bem machucada desse.
É a única vez que de fato ela sentiu um pouquinho de medo, né?
Que até então, antes disso, foi o negócio lá do cientista que ele quase matou ela algumas vezes.
Mas quando ela explodiu lá, a gente, no final de tudo, não tá para julgar, né?
O contexto dela, que Deus tá contra ela.
Era a frase ao contrário, né? Todo mundo disse: Deus é contigo, quem será contra você? Né? No caso é o contrário, Deus já tá contra tu.
Boa sorte!
Que injusto, né? Que injusto! Não, boa sorte, não tenho o que fazer.
Talvez é porque a teimosia dela é meio aquele, o Deus do Antigo Testamento, sabe? Ele falou, ela tá sendo teimosa, ele tá puto porque ela tá sendo teimosa e fazendo ela ceder de alguma forma. Vou esticar esse elástico para ver até onde vai. Quem vai levar a lapada no final?
Aí já tem que admitir. Falei, porra, eu sou ateu, mas eu já teria admitido, tá? Você é Deus mesmo, pois é, né? Não vale a pena, não compensa, não compensa. Você é louco, não compensa, não compensa.
Eu acho legal que no primeiro episódio, quando o tempo para e todo mundo falando com ele, ele só fica espantado na hora que o pombo conversa com ele. Acho que depois disso não tem como mais duvidar, né?
No primeiro momento, gente, Essa cena dele morrendo, porque assim, eu achei meio esquisito não querer mostrar o rosto dele e tudo mais. Quando mostrou parcialmente o rosto dele é porque o traço é qualquer coisa. Mas quando o tempo para, as pessoas começam a falar e o pombo fala para mim, isso foi bom. Esse anime, ele tem fragmentos bons. Eu gostei de todos os momentos de oração, de todas as interações com entidade momentos de os dois últimos episódios, mas o problema é que não sustenta os 12 episódios esses momentinhos bons.
Porque assim, o único personagem destaque de verdade é a Tânia. Eu não gostei dessa personagem, não tem como. E não porque ela é má e não porque ela tem uma índole duvidosa, eu achei personagem decepcionante. Eu queria ter gostado desse anime, gente, porque ele já tá na minha lista muito tempo. Todas as cenas que eu vi são esses momentos que ela fazendo com a cara de psicopata. Aí eu, nossa, isso deve ser legal. Aí eu fui assistir, foi ruim, ruim, ruim.
Talvez eu goste mais do que vai vir daqui para frente, mas eu também não curti muito não.
Eu tô com medo da segunda temporada, que é um filme, né?
Segunda temporada é o filme, eu acho, se não me engano.
Não, até segunda temporada mesmo, tá lançando os episódios.
Mas tem um filme, achei que seria terceira temporada que tava lançando.
É um filme de verdade ou tá recapitulando a primeira temporada? Porque se for recapitulando de novo, eu vou ficar Falar, puta, é um filme de verdade!
Para descobrir você vai ter que viajar até Goiás, comprar seu ingresso para assistir.
Não tem na locadora não, não tá no cinema.
É porque começou a rodar o filme quando eu terminei a primeira temporada. Eu, gente, não é possível, porque tem isso agora, né? Eles lançam um episódio recapitulando o episódio de uma hora, uma hora e tanto, recapitulando recapitulando o negócio. Eu vi isso em alguns animes lá da Locadora Laranja e eu não tenho saúde emocional para lidar com uma merda dessa. Porque se você quer recapitular, assiste a primeira temporada de novo.
Aí depois chega a senhorita Monteiro falando: gente, a melhor coisa de tudo é recapitular. Tem gente que trabalha, João, tem gente que tem vida, não é exército não, pô. Quer mandar todo mundo reassistir tudo?
Eu não trabalho, eu não tenho vida não, você Cidadão.
A primeira parte sim, a segunda eu tenho mais dúvidas.
Falar nada não, dá para se organizar, dá para se organizar para assistir tudo.
Se eu tivesse as minhas madrugadas livres, tudo bem, mas não é o caso.
A gente tem a desculpa do podcast. E quem não tem essa desculpa? Quem não tem que assistir uma em uma semana? Tem um ano inteiro para assistir, não pode assistir desde o começo? Se organiza a temporada, a segunda temporada vai sair em mês X, você já começa a assistir a outra temporada no fez antes. Assistiu um episódio por dia, é organização, gente. Quando eu mais trabalhava na vida, eu calculava no relógio o tempo que eu tinha para ler, para assistir o que eu gostava. Eu tinha que dormir porque eu trabalhava presencial o tempo todo.
Morreu, mas passa bem.
É, eu assistia muita coisa. É só saber calcular. Eu que ler tantas páginas por dia, eu tenho tantas horas no meu dia, eu vou encaixar naquele momento ou naquele momento que eu tô mais ociosa. Vou deixar o celular de lado em vez de ficar controlando, assistiu um negocinho. Mas tem, todo mundo tem tempo.
Das 3 até às 3:05 eu vou chorar no banheiro porque eu estou cansada.
Você tá falando o quê? Olha aí, você usa seu horário de almoço enquanto tá almoçando, tá assistindo um negócio. Olha aí, não tem tempo?
Você é a nossa Jana cruel.
Você deveria me valorizar, porque se eu assisto duas temporadas para poder assistir a terceira que você escolheu para a gente gravar é porque eu valorizo dar as minhas opiniões aqui nesse podcast de uma maneira séria, com várias informações relevantes, o anime fresco na memória para não falar mal só falar que é ruim, porque eu tô perdida nas primeiras temporadas que eu não lembro mais. Já se passar 10 anos que saíram, me valoriza, rapaz.
Por isso que eu sou a favor de ter esse filme. Resumo, muito bom, 1 hora e meia, corta o que não presta, só vê o filé, tá tá ótimo, gente.
Mas às vezes você assistir uma temporada inteira é 12 episódios, dá o quê, 4 horas? Tem 20 minutos, 1 hora, 3 episódios, 4 horas, 12 episódios. É tudo questão de cálculo nessa vida. A vida adulta é feita de cálculos. Até os 5 minutos de choro no banheiro tem que ser calculado para encaixar no seu tempo.
Vou mandar essa parte para minha digníssima para ver se ela concorda.
Concorda. Se ela olhar com carinho, ela vai ver muita coisa que ela pode descartar do dia dela para encaixar outras coisas. A questão é querer também. Eu não julgo quem não quer também, porque tem gente que trava se pode o dia inteiro, tem o direito de ficar uma hora rolando TikTok. Mas que dava para assistir 3 episódios de anime, dava.
Eu acho que você tem Jana, a entidade X deu esse poder, você não dormir as madrugadas para você aproveitar.
É, tá descontando os meus anos de vida. Isso tá valendo, não sei se tá valendo.
Já até sei a mensagem que eu quero nos falar: aqui jaz alguém que assistiu muita coisa nessa vida e não serviu de nada. É, nossa. Então, meu povo, chegamos ao fim de mais um outro aqui. Mas, gente, chegou o momento que, cara, esse momento ele não é bom nem mau, ele apenas é. Ele ultrapassa o tempo, espaço, ele ultrapassa a cadeia de comando. Na verdade, só existe um comando, o comando é se divertir. E que momento é esse, Jana?
Ratinhos dos Otáculos!
Muito bom, muito bom! E, gente, pô, calma aí, calma aí, calma aí. Ai, Jana, ai, Jane minha, eu te falo, é complicado, hein? A gente elogia que estamos cheios de cartinha, tem tanta carta que eu tenho que decidir. Nossa, gente, eu não vou conseguir ler tudo hoje, mas tem outras semanas que não tem quase nada. O que que tá acontecendo? Me diga.
Você olhou em todas as caixas do correio aí no Instagram?
Cartas se perderam no meio do caminho?
Nossa, pior que não, gente. E olha, e falar, eu pensei que uma pessoa ia da carta, mas ainda não mandou, ainda não mandou.
Que tristeza!
Vou ter que mandar todo mundo para corte marcial. Todo mundo que não mandou cartinha terá que enfrentar o pelotão de fuzileiramento, com exceção de um, um nobre soldado que mandou mensagem. Esse soldado aqui chama-se Álvaro Cabral, merece ser condecorado por nunca falhar.
Ele tem a grande mania de mandar as mensagens quando da gente já gravou o podcast, é atrás de uma semaninha.
Inclusive ele fala sobre isso. Então vamos ler a carta desse nobre guerreiro diretamente das trincheiras. Ele manda aqui: pessoal, eu tenho que tomar um banho salgoso e digo mais, estou há 4 dias sem fumar. Que isso?
Opa, parabéns! Muito bem, Freud resolveu.
Está apenas mascando chiclete. Muito bom. Só que aí escova o dente para não ter problema de cárie. Muita surra.
Usa Trident.
E eu tenho que voltar a escutar os episódios antigos também, época que a Jana e o Júlio brigavam direto. Kkkk.
Ah, então ouve.
Ah, isso aqui não é nada, Jana. Pô, chama isso de briga?
A gente amadureceu, não vai ter. É porque assim, outro sabático tão cedo não dá, né? Então a gente tem que maneirar.
Vamos tentar planejar uma briga homérica no episódio marcante, sei lá, episódio 500, 1000 do Otaqueira talvez. Aí a gente vai, uma briga comédica. 5 minutinhos sem perder amizade.
Vamos regravar Orange, saiu 2 mangás extras recém ano passado, ano retrasado.
Você decidiu fazer um remake? Por que não? Vamos esperar o remake de Orange sair, vamos marcar para o episódio 500 em loco ainda. Vou fazer a briga em loco, vamos fazer que nem uma mesa de bar, 30 Janas contra um Júlio.
Meu Deus, cara gosta de sofrer.
E continua: era muito bom, queremos mais briga, queremos ver o caos. Enfim, um beijo para Jana, um beijo para rapaziada. Obrigada e um abraço para o meu, esse gostoso. Ah, e um abraço para Brandinha também, gente. Tipo, agora tá distribuindo beijo e abraço para todo mundo.
Eita, linda!
Retribuindo, como não pode faltar. PS: é que geralmente eu escuto o cast domingo à noite, por isso me atraso.
Kkkk.
O cara ouviu sua reclamação de agorinha.
Pois é. PS2: esse anime do Ghost in the Shell é bom, viu? Inclusive adorei a cena da praia. Por que será, né? Por que será que gostou dessa cena? Será? É, gente, é isso, né? Cartinha fica por aqui, né? Ninguém mais mandou cartinha nem nada. Cadê a Brenda?
Quero mandar um recado aqui para o Alaph. Alaph, eu não curto a Pabllo Vittar, para de ficar mandando foto.
Tá te mandando foto da Pabllo Vittar, gente, do nada?
Todo mundo tá te mandando foto da Pabllo Vittar aí.
Todo mundo tá me marcando num post tipo: você vai pegar qual mulher e seu amigo vai pegar a Pabllo Vittar? Marque seu amigo, vai pegar Salve, Vitória! Só essa semana peguei ela 3 vezes.
É bom, né? É isso, meu povo, faça como o Arif. Eu gostaria de dizer faça como as outras pessoas, mas hoje só quem fez foi o Arif. Então faça como esse nobre soldado. Saiba que o senhor será condecorado com a estrela púrpura das cartinhas. Então aprendam com esse grande nobre soldado Arif e mande a sua cartinha, seja através da Rádio Verde, no @outacarecast, ou até mesmo a cartinha virtual através do outacarecast@gmail.com. Gmail.com.
Dito isso, vamos ao que interessa, vamos lá para as nossas considerações finais. Como é, começando com ele, mão na massa, nosso grande soldado. Que que você achou da Tânia The Evil? Você se alistaria no esquadrão da Tânia? E se você pudesse fazer uma oração pedindo uma coisa, que que você pediria?
Não posso responder essa pergunta não, cara. Mas vamos lá, se esse anime, Tanya the Evil, tivesse que dar uma nota entre 0 a 10, eu daria uma nota 5, porque eu achei que ela é interessante, mas não foi para mim, sabe? Porque eu gostei do primeiro e o último episódio. Tudo que aconteceu no meio foi uma grande enrolação. Então talvez 5 seja até muito. Então desculpa parar pensar, né? São 12 episódios, eu gostei só de 2. E cara, eu realmente eu vou ter que pensar numa coisa, num pedido genérico aqui para Deus, porque eu não posso falar o que eu queria de verdade.
Brenda, ele não mudou, não tem melhora.
Eu conversei isso com o Everton, acho que foi ontem, que nossa, eu odeio quando fazem essa pergunta para mim e eu tenho que responder algo Américo, porque o que eu quero de verdade eu não posso responder.
Então vamos lá.
Ai, eu quero a paz mundial, é isso que eu quero.
É justo, é bom, importante. No anime de guerra a gente aprende que o importante é a paz. Muito bom, muito bom, amigo. Tem certeza que a Existência X recebeu ele. É você, Sagueta Manteiga, você, Sagueta Ponteiro, que botou talvez esse anime estivesse na sua lista já 9 anos e finalmente chegou o momento se você assistiu. Fala pra gente o que que você achou desse anime. E também, se você pudesse pedir uma coisa para a existência X, o que que você pediria?
A minha expectativa tava muito grande para esse anime, então foi, eu fui completamente decepcionada. E é isso, o problema é criar expectativas, né? Sou mais generosa que o Milo, eu acho que eu dei 3 de 5 de nota para ele, porque a animação é ok, não é a melhor animação do mundo, mas tá muito longe de ser a pior. Tem certos personagens que me incomodaram, mas tiveram cenas de lutas boas. Eu achei que a forma que foi conduzida essa questão militar, principalmente as problemáticas que a gente conversou aqui, foram desenvolvidas de uma maneira até interessante, que culminou num último episódio muito bom.
Mas faltou, ainda faltou. E como eu disse, eu achei esse anime covarde de realmente pegarem essa imagem da garotinha e fazer algo realmente mal, porque eu não considero pessoa má, ela só é aquilo, não necessariamente uma pessoa essencialmente má, ela só sabe jogar o jogo. E num cenário, tanto num cenário corporativo quanto num cenário de guerra, nem sempre o jogo é tão humano assim, né? Mas em relação a um desejo, o cenário é de guerra ou não? Tipo, eu tô vivendo aqui de boa, eu posso fazer um desejo na minha vida.
É, o que que você pediria? Você encontrou a existência X, alguém te empurrou no, como é que é, metrô ônibus, que o meu foco existe, metrobús.
Olha, e for parar em outro ano, eu quero ter todos os conhecimentos que eu tenho da minha vida atual. Tipo, se eu for passado, eu vou para um cenário realmente passado, ter esses conhecimentos e ter sorte extrema. Tipo, tudo que eu puder fazer, que eu quiser fazer, que eu me propor, eu vou ser bem-sucedida porque eu tenho muita sorte. E o senhor, único defensor desse anime, mostra a sua tremenda falta de sensatez. Mas diz pra gente, já que você realmente gostou desse anime, rebate a gente, traz os pontos positivos que você encontrou nele, diz pra gente a nota que você daria para ele também.
E o seu desejo para Kami-sama, qual seria? O editado, e se você puder dar o sem edição também é uma boa. É só o Milo que eu não falo isso porque eu tenho medo da mente do Milo. Da sua eu ainda confio um pouquinho assim.
Só tem um desejo, mas vou falar daqui a pouquinho. Em relação ao anime, é, gente, hoje nós tivemos a coisa que tem certas coisas que não gruda nos idiotas, né? E aqui, então daí nós vemos isso na prática. Assim, gente, eu gosto do anime. Ele é a última bolacha do biscoito, ele é a última, é o último biscoito da bolacha, ou a bolacha do biscoito? Não, não é. Ele é um anime que eu acho que ele passa, ele continua sendo atual, tem coisas ali bem interessantes a serem discutidas, mas o fator temporal nele talvez não tenha sido muito gentil.
A minha maior crítica fica em relação ao traço e animação. Se eles talvez tivesse pegado um traço mais baseado no material original, acredito que essa aparência angelical ia criar um contraste muito maior com as coisas que a Tânia faz ao longo dos animes. Mas infelizmente o estúdio, será por dinheiro, falta de capacidade, será os motivos, decidiram dar um traço mais arredondadinho que não passou tão bem no teste do tempo. Tirando isso, repito, eu acho que tem críticas muito interessantes aqui a serem ditas.
Se fosse dar uma nota, talvez daria um 7, 7zinho, 7zinho, tá bom. Tem algumas cenas marcantes, eu acho que tem algumas coisinhas mega gás. Em relação ao meu pedido, gente, nessas últimas semanas só tem uma coisa que eu posso pedir: eu quero que a entidade X, a existência X, faça o Gabriel ser estéril a partir de agora.
Que horror!
Eu não posso mais perder a Thai. Não dá para perder mais a Thai por causa de filho, gente, não dá. É só um, acabou, acabou. Desse fuzil não sai mais bala.
Foda-se se o sonho deles é ter 3 filhos, né? O que importa é Não sei quem.
O que importa é que o povo quer capa bonita.
Meu Deus, que horror, gente! Depois dessa, a Thai foge.
Aí, ó, Júlio The Evil, isso sim.