OtakeiraCast - Ep.320 - Prontos para comerem melda na última temporada de Beastars?
Fala, otakeiros e otakeiras, sejam bem-vindos a mais um Otakeiracast, seu podcast que adora falar melda sobre animes, filmes e tudo mais que for oriental, e às vezes, nem tão orientais assim.
E no episódio de hoje, os animais quase bons JF, Milo e Jhana Monteiro irão se juntar para falar sobre a segunda temporada de Beastars.
Pix OFICIAL do OtakeiraCast: otakeiracast@gmail.com
Arte: @theartoftai
- Estreia da terceira temporadaLegoshi · Haru · Louis · Melon · Shishigami · Segregação entre herbívoros e carnívoros · Arco das drogas
- Universo de BeastarsHíbridos · Reprodução interespécies · Mercado ilegal de carne · Gangues
- Realizações finais de PaesSabor agridoce · Decisões de roteiro · Arco de Louis · Legoshi
- Vilão Melon em BeastarsPoder de intimidação · Relação tóxica com a mãe · Tentativa de suicídio
- O Papel do Batman em Histórias de VilõesSímbolo moral · O Cavalo de Troia como arma de destruição · Louis como candidato
- Discussão sobre animesSentimentos ao fim de séries longas · Naruto Shippuden · Pokémon GO · Ash Ketchum · Poder sobrenatural e milagres · Grey's Anatomy · Satanás · The Flash
- Clube de Teatro em BeastarsCrítica à segregação · Adaptação da peça · Doriane Pin
Fala, minha gente, eu sou o Taqueira, sejam bem-vindos a mais um Ô Taqueira Cast, seu podcast que só tem animal falando sobre animes, filmes e tudo mais que for oriental, e às vezes nem tão orientais assim. E no episódio de hoje, em 2019, pela primeira vez, nós aqui do OtakeroCast estávamos ficando de 4, uivando para a lua pela primeira temporada de Beastars. Agora, 7 anos depois, mais uma vez iremos reunir a nossa matilha para falar da terceira e última temporada de Beastars.
E para me ajudar a unir carnívoros e herbívoros no episódio de hoje, temos aí que se fosse jogado na Alcateia iria voltar liderando a mamada, o Migo.
Bom dia, boa tarde, boa noite, me lovers, eu sou o Milo. E gente, talvez a gente fala um pouquinho de mel da hoje, mas faz parte do anime isso aí.
E para fechar o zoológico de hoje, temos é que depois que conheceu esse anime já se vestiu de vermelho só para encontrar o seu lobo bom na Floresta, Jana Monteiro.
Olá, pessoal! E gente, esse anime ele fez escola com Blue Box essa última temporada, só isso que eu tenho a dizer.
Será que era bonito ou fez a Jana passar raiva?
A última aí, coitada da Haru, gente, coitada da Haru. Só isso que eu tenho a dizer.
Existe um coitado. Quem é? Vamos descobrir daqui a pouquinho. Então meus otakus e otakas, sem mais enrolação, vem pela última vez zuijar muito no episódio de hoje, apertando o play e vambora! Então meu povo, hoje vamos falar da terceira e agora última parte de Beastars, esse anime que desde a sua primeira temporada nos encantou com seu lobo bom Legoshi, e a sua paixão proibida com a jovem coelhinha branca Haru. E também nos encantou mais ainda pela lindíssima abertura em stop motion e jazz que ele trouxe para gente.
E hoje estamos aqui para finalizar essa obra. Mas antes disso, antes disso, meu povo, então bota para vocês, já que, poxa, o Mistaz, para quem não lembra aí, e eu também não lembrava pesquisando aqui, ele foi o episódio número 32 do Otaqueiro. E agora, quase 300 episódios depois, estamos aqui para encerrar esse ciclo do nosso lobo bom. Então quero perguntar para vocês se vocês já tiveram algum anime que vocês acompanharam assim durante muito tempo e ao chegar na última temporada dele qual foi o sentimento que vocês tiveram?
Vocês gostam de encerrar um anime? E se vocês também lembram de um anime que trouxe assim um sentimento gostosinho de chegar ao fim e outro que não foi tão gostosinho assim quando chegou ao fim?
Rapaz, você perguntou para um cara que tem problema sério de memória.
Eu acompanho tanto anime, né?
Eu acho que o que tá me trazendo ainda não não terminei, mas tá muito quase.
Então eu posso já ir trazendo esses sentimentos para cá. É, para mim tá sendo o Narutinho, né? Finalmente tô quase terminando a Shippuden. Mais de 400 episódios já se passaram, tô na reta final. E eu comecei a assistir Naruto quando lançou, então assim, uma vida aconteceu no mundo assim da minha vida. Eu entrei na faculdade, saí da faculdade, trabalhei em um emprego, depois arranjei outro emprego, mudei de cidade, entrei para um podcast. Muita coisa Aconteceu e o Narutinho tá aí.
E o Naruto ainda não tinha virado Hokage ainda, né?
Cara, um anime que eu gostei de ver o final, entre aspas, ainda não acabou, mas o ciclo do primeiro protagonista acabou de maneira maestral para mim. 20 anos acompanhando Pokémon e finalmente ver o Ash virando campeão da liga na luta do Pikachu contra o Charizard, tocando a música tema da primeira abertura do anime. Foi muito bom finalmente ver ele sendo campeão, né?
Eu nunca assisti seriamente Pokémon assim. Eu gosto muito de Pokémon, mas tudo em volta dele, sabe? Eu já, eu gosto dos jogos, eu gosto dos bonequinhos, todas as campanhas de jogo Pokémon GO até hoje. Mas o anime em si eu assistia quando passava na TV, mas assim, não assisti todos os episódios. Eu nunca assisti seriamente Pokémon.
É porque infelizmente Pokémon foi um anime que não cresceu junto com a mente de quem começou. Ele continua com a mesma estrutura desde sempre. Passar do tempo ficou bem enjoativo, mas ainda assim eu assistia.
Isso fala muito sobre você, Milo.
É, mas é porque eu tenho uma doença de que não consigo deixar de terminar coisa que eu comecei, mesmo que eu esteja sofrendo com isso.
A Jana também sofre desse mesmo mal. Vocês dois podiam tentar fazer terapia junto, ganhar um desconto para tentar superar esse transtorno compulsivo obsessivo de vocês.
Então, eu tava conversando isso com um amigo meu. A minha exceção é seriado. Eu não tenho problema em largar seriado, principalmente Principalmente se for estadunidense, largo muito fácil. E isso eu largo seriado que eu já assim passei muitos anos assistindo. Igual eu já assisti 14 temporadas de Supernatural, não terminei até hoje.
Nossa, você assistiu tudo isso para abandonar?
Pois é, cara, para você ver.
Não, aí nesse caso eu terminava só de raiva.
Eu sempre falo que um dia eu vou terminar. Igual eu assisti Grey's Anatomy, eu tô na temporada 20, eu acho. Eu assisti tudo em um mês e meio.
Nossa, Série estadunidense que eu assisti até o final só de raiva foi Lúcifer.
Nossa, eu acho aquele negócio triste, ruim também, cara. Lúcifer foi longe. Mas antes de começar essa putaria, que eu comecei a ver quando ele era da Fox e depois ele migrou para Locadora Vermelha, quando ele tava na Fox eu assistia e até que achava legalzinho assim. Nunca quer mudar minha vida, mas eu achava engraçado, o caso da semana. Todo Lúcifer era carismático, a detetive que trabalhava com ele era legalzinho e tal. Mas quando começou a putaria De toda renovação de temporada, o ator ficava fazendo doce do tipo, ah, eu quero mais dinheiro, ou esperando para ver se ele ia deslanchar na carreira.
Aí isso foi me perdendo. E aí quando migrou para O Cadô Vermelho, falei, ah, isso aqui já foi para o caralho, adeus. Junto com Flash, mesma época eu assistia Flash da CW, gostava de ver, mas chegou um momento igual o dublador do próprio Flash, acho que não foi do Flash, enfim, que tem aquele famoso meme, né, olha só que Diago merda. Realmente tava muito ruim de continuar assistindo.
Assim, quando a série me pega, eu fico extremamente fiel. Eu gosto de seguir série igual série que tá muito no hype. Eu vivi Lost, aquela época que tava lançando e todo mundo extremamente empolgado com Lost. Vivi Game of Thrones, sou completamente apaixonado por How I Met Your Mother e já assisti um monte de vezes, eu maratono todo ano. Mas a série de herói, as séries da Marvel e da DC, eu não peguei nenhuma. Eu comecei a assistir Jessica Jones, gostei, Comecei, mas assisti só a primeira temporada e não acompanho mais nada.
Não, eu tenho muito problema com série. Mas eu comecei a assistir série, eu já tava mais velha, né? Eu tinha uns 19, 20 anos quando eu comecei a acompanhar, fora o que passava na TV, e nunca me pegou muito. Eu gosto muito mais de dorama e anime, né?
Eu lembro que, olha só, já que falamos bastante desse desenho ultimamente, um que eu adorei chegar até o fim dele Foi Avatar. Avatar, o nosso menino Aang. Talvez a Jana ainda não acredite nas minhas palavras, mas a jornada do nosso menino carequinha, da seta da cabeça, que não sabemos da onde sai, para onde vai essa seta, porra, a jornada dele, de todo mundo, é muito gostosa de assistir. Foi muito maneiro chegar ao final.
Não, é, saiu o filme, né, essa semana agora?
Saiu, saiu o filme. Pessoal tem falado assim, acho que tá dividindo um pouco opiniões. Infelizmente ainda, como a maioria daqui ainda não assistiu tudo, né, ou melhor, a Jana fez esse desserviço ainda, não assistiu tudo, talvez não dê para trazer no Otaqueira aqui. Mas quem sabe a gente traz no canal do Otaqueira alguma coisinha, né, meus 3 centavos sobre.
A não ser que a gente assista a terceira temporada, o livro 3, né, depois passa o filme.
E já vai ter perdido o hype, não vai dar. Pensarei, pensarei em como fazer isso. Pô, mas tirando Avatar, que eu falei que eu curti chegar até o fim, pô, o problema é que eu também tava tentando lembrar de coisa aqui que eu cheguei até o fim. É curioso ver, né, que o pessoal acho que muitos anos 90 tá acostumado com coisas mais longas, né? Tipo Naruto, One Piece tá aí até hoje, não acaba não. É, o Bleach tá aí. E eu lembro que quando o Bleach chegou ao fim, sem adaptar a última temporada que agora tá saindo, porra, para mim foi muito decepcionante, cara, que aquele final do Bleach, porra, é muito decepcionante.
Falando em final também, você acompanhou aquele anime dos mafiosos lá que eu esqueci?
Reborn, é do bebezinho. Isso. Ah não, não me pegou.
Pois é, o anime, o anime mangá acabou e eu não vi ninguém falando nada sobre. Parece que não pegou, não foi só você não, parece que não teve uma legião de fãs não.
E é curioso porque eu via muita gente fazendo cosplay do Ritma, enfim, do carinha que tem a luva de fogo, protagonista. É, eu fiquei curioso para ver, do tipo, ah, pô, deixa eu ver como é que é, parece um shonenzinho das antigas, vai ser bom. Aí, maluco, o anime cansado aquele, cara, sério, muito, muito cansado para mim.
É, eu li o mangá, o mangá começou como totalmente comédia nonsense, mas depois virou um shonen genérico lá, aí eu perdi interesse.
O protagonista, a galera que tava em volta dele, nossa senhora, eu até que foi um pouquinho longe, mas pô, não dá, não deu, não tanquei esse bostil.
Agora, mangá que eu gostei de ter acompanhado, mas o final ficou horroroso porque o próprio mangaka cansou da história que ele tava escrevendo, é aquele Gantz, né, que eu já falei uma vez aqui. Porque ele fica enfiando um monte de mistério, não explica os mistérios, coloca coisa aleatória na história, e ele queria terminar logo. De repente dá um jeito de colocar Deus entre aspas na história para o próprio Deus explicar o que tá acontecendo, e fica por isso mesmo.
Cara, é complicado, porque fechar uma história, eu acho que é muito difícil, porque o fechamento de uma história vai muito de você tomar uma decisão. Você tem que tomar uma decisão no final de tudo, que como é que vai acabar seu protagonista, quem vai vencer, quem vai ficar com quem, uma porra de coisa. Então, dependendo da decisão que você tome, você vai desagradar muita gente. A questão é você definir o quanto de pessoas você quer desagradar.
Ou você pode ser uma historinha que tá, vamos ficar aqui no basicão, na água com açúcar. Será entregar uma coisa que os fãs vão falar, ai, tá, foi legal, mas nem tanto? Ou você tenta revolucionar e aí desagrada muita gente? Ou será? Eu acho muito difícil fechar uma história e você chegar no final dessa porra, fiquei feliz com que eu assisti até aqui, foi muito bom.
Tem umas histórias que as pessoas se apegam muito aos personagens, mas não se apegam tanto à história. Então é importante que o protagonista ou alguém importante da história morra ou se torne vilão para a história funcionar. Só que não é uma coisa que eu costumo agradar o público geral, né?
Total, total. Por isso que eu sou fã daquele autor, atriz que toma a decisão de matar personagem e doa quem doer, tem a coragem. Muito melhor você falar, ficar puto que fulaninho morreu, mas pelo menos foi corajoso, do que entregar um final palmole.
É, mas aí tem que matar mesmo, né? Você ficou nessa putaria de ficar matando e revivendo também, né?
Tem que matar de morte morrida e que não volte. Já que estão falando de finais polêmicos, bons ou ruins, acho que podemos falar sobre agora a 3ª temporada, né, de Beastars. Vamos descobrir como é que foi essa temporada. Então, trazendo aqui a sinopse dessa última temporada: após os acontecimentos da 2ª temporada, onde finalmente o Legoshi descobriu quem foi o assassino lá da Yama, que morreu na 1ª temporada depois de uma batalha feroz, onde ele precisou comer inseto, precisou comer o amigo ou parte do amigo por delírio.
De com certeza esse foi o momento onde todos os fãs do mundo todo se uniram em torno de uma cena, e fãs também de iAoi. Nesse momento, finalmente, o Legoshi comeu o Lui gastronomicamente. Mas com certeza tem muita arte aí que mostra que também foi biblicamente que aconteceu esse momento. A gente vê o que acontece a partir daí, né, onde o nosso lobinho abandona o colégio, começa a trabalhar no vai comida, começa a virar entregador de um restaurante para tentar ter dinheirinho.
A Haru vai para universidade. O Rui começa a se tornar o, ser formado, né, para ser o sucessor da Companhia dos Chifres. Porém, contudo, tentando toda a vida, o nosso lobo bom, como ele tem um ótimo olfato, principalmente para arrumar confusão, ele será atraído em mais uma confusão envolvendo herbívoros e carnívoros. E confusão essa que pode ajudar a abalar toda uma sociedade, onde mais uma vez todo mundo vai precisar lutar para tentar mostrar que sim, finalmente herbívoros e carnívoros podem conviver em harmonia.
E quem sabe principalmente o relacionamento entre interespécies pode acontecer. Mas alguém, alguém irá se colocar nesse meio e mostrar que não, não é possível. E existe alguém que é muito mais louco que todos nós dentro dessa temporada.
Monarca.
Então, minha gente, novamente eu dou essa dica novamente. Quem puder, eu assisti tudo desde a primeira temporada para poder assistir a terceira, porque, né, anos se passaram. Pensa, a gente gravou a primeira temporada no episódio 32, muitos anos atrás, no segundo ano do podcast, né? Terceiro? Não, no primeiro ano do podcast, 32.
Primeiro ano.
A primeira temporada para mim continua sendo perfeita e retocável. Assisti novamente, gostei da mesma forma. A segunda temporada tem umas inconsistências, mas eu gostei também para caramba. Agora essa terceira temporada, que teve parte 1, parte 2, com uma diferença de tempo enorme, ainda bem que eu deixei para assistir tudo quando saísse todos os episódios. E assim, eu acho que é muita coisa acontecendo, a gente tem várias histórias paralelas e ficou meio chato, gente, desculpa.
Ah, eu concordo totalmente com você, mas ficou meio chato. E teve alguns núcleos mais interessantes que outros. Igual, eu gosto muito do Louie como líder do Shinigami, então todas as interações com Shinigami eu achei bem legal. Esse tema mais político que teve durante a temporada, que é a segregação, eu achei bem interessante. Tanto é que em vários alguns momentos eu queria mais ver como essa segregação tava funcionando na prática do que ver as histórias de todo mundo.
Eu ainda acho o Legoshi um gostoso, mas ele tava muito chato nessa temporada, fazendo todas as piores escolhas possíveis. Tanto é que o Lui acabou pegando o protagonismo, ele tava muito mais interessante de acompanhar do que o Legoshi. Eu detestei esse Lemon, achei é aquela coisa de colocar um um maluco lá no meio, e é um personagem chato. Quando ele não aparecia, eu achava bem mais interessante do que quando ele aparecia. Tirando o final assim, que teve uma ação, foi um personagem tão deslocado e tão ruim.
E depois esse enredo da droga também, eu achei tão jogado e tão chato de acompanhar. Sério, gente, eu acho que se ele tivesse pegado a segregação como problemática principal, sem todo esse arco das drogas, teria ficado bem mais interessante, porque Para mim tudo isso tava chato, tudo estava chato de acompanhar. Eu me divertia quando os leões apareciam da Shinigami. Gostei de ver o Lui dividido porque tava interessado na Juno e percebeu que ele tinha mais interesse em carnívoros do que em herbívoros.
A Haru ficou totalmente apagada. O romance dela com o Legoshi era um motivador, mas na prática parecia que eles não eram nada um para o outro.
A Haru, que nas outras temporadas ela meio que era um tipo de predadora também, né, diferente dos outros, mas ela era também. Nesse ela só virou a donzela, tipo uma donzela indefesa.
Eu entendo esse ponto, mas eu acho que ela foi deixada de lado, foi deixada de lado.
Só no final que ela aparece mais.
E mesmo assim, no final, o papel dela é muito de donzela. Eu tava pensando nisso comparando com a Haru da primeira temporada, como ela tá na primeira temporada. Se a gente lembra bem, ela é capturada pelo Shinigami ainda com o primeiro líder, Leão, e ela tá prestes ali para ser devorada. Porém, até o fim ela aceita que a morte tá vindo, mas ela vai cair atirando. Não sei se você vai matar, mas eu não vou ter medo, não vou ter medo de você.
Então você tem uma Haru forte, mas desde o início dessa terceira temporada ela fica muito de lado. E sinceramente, em vários momentos eu fiquei puto com ela, porque você tinha um negócio trabalhando, se fodendo, tomando garrada, tomando tiro, sendo jogado em penhasco, e quando você conversava com ele, quando eles iam ter um diálogo, a Haru ficava meio, ai, será que devemos ficar juntos ou não? E não sei o quê.
Só teve um momento dessa vida dele, ela não sabia, né?
Mas mesmo assim, ué, mesmo assim nada, ué.
O negócio não contava, ué.
Não, mas aí você vê, o negócio acontece um milhão de coisas com ele e a Haru ela só fica no mundo muito mundano, e que fica desinteressante. Ela tá muito à parte O único momento que fica legal, que eu achei legal dela, quando ela chega para o negócio e fala: bota o pau na mesa, bota o pau na mesa que eu quero ver o negócio. Que voltou a ser aquela Haru que se impõe, que fala o que acha, que não tem medo, e por aí vai. Até chegar nesse momento, até uma Haru muito: ai, tô tomando cafezinho, tô com as minhas amigas, não sei o quê. Sendo que o perigo tava rondando ela.
Mas, cara, mas aí você tá sendo injusto, porque ela tava vivendo a vida normal de universitária. Quem que foi para o submundo e começou a ir para o caralho foi o Legoshi. Esse arco do Legoshi para mim foi muito esquisito. Ele largou a escola, começou a trabalhar de entregador, começou a levar bordoada para todo lado, se arrebentou inteiro. Mas ela não tava fazendo parte disso, eles mal se encontravam. Em muitos momentos ele deixou ela de lado, que ela tava até puta com ele, que ele nem ligava para ela.
Isso aí é uma coisa, ele afastou ela porque ele tinha essa questão, ele tava tão focado em criar um futuro com ela que ele deixou totalmente de lado o presente. Ele deixou ela totalmente de lado.
Por isso que eu acho que a decisão dessa terceira temporada de deixar a Haru, que era uma personagem forte desde o início, tão de lado assim, ficou fraca a personagem. A personagem legal, você perde parte do relacionamento. Que porra, a Haru na primeira temporada era foda, cara. O conflito que ela tem, o conflito que ela tem de ser uma coelha fraca biologicamente falando, mas que consegue se impor até o final, não tem medo de nada.
Para essa daqui, porra, não concordo, gente, porque quando mostra a relação dela com o Melon, mostra que ela tem aquela mesma personalidade. O problema é que o Legoshi começou a tratar ela como se ela fosse uma coisa quebrável e que ela não podia fazer parte desse mundo que ele tava vivendo. Que ele tinha que construir um mundo em que eles poderiam ficar juntos e casar e ter uma família e tal. E o mais maluco de tudo é que ele ainda foi na onda de eu escolhi esperar e ela foi junto com ele.
Então aquele apelo sexual que ela tinha na primeira temporada não existe mais porque ela tá comprometida com um cara que não põe a mão nela. Então ela foi muito paciente. Assim, eu não acho, eu tenho uma visão bem diferente de vocês em relação a Haru. O problema é que ela foi apagada da temporada e isso Mas esse é o ponto, a temporada afastou ela.
E aí quando você vê o que tá acontecendo com o negócio, eu acho muito disparo o que tá acontecendo, porque o Beastars desde o início eu gostava como ele dividiu os núcleos. Cada um tinha seus desafios a superar. O negócio, o lance do lobo ser estigmatizado por ser um carnívoro e tudo mais, se apaixona pela coelhinha. Você tem a coelhinha que todo mundo vê ela como uma pessoa frágil, só que é extremamente forte. Você tem um Lui, que era o personagem perfeito, o personagem modelo que vai se tornar o Beastie, mas que por trás de tudo tem um passado cruel, foi vendido, que ele se relaciona muito bem, muito mais com carnívoros do que com pessoas da própria espécie.
Então esses 3 núcleos de maneira separada era muito interessante acompanhar. Só que nessa terceira temporada, o núcleo interessante, que era o do Lui, a gente vê muito pouco, muito pouco, só tem um destaque maior na terceira temporada. A primeira parte, o Legoshi vira quase um Batman, principalmente quando ele se junta com aquele bichaz, aquele cavalo, o Bodek Rossman dopado.
Que ódio desse cara, que personagem merda!
E a Haru fica com essa vida mundana. Então mesmo que não seja culpa dela, tem coisa assim mais interessante de ver que quando vai para Haru você tá: e aí, como que ela vai se conectar com o negócio que tá se envolvendo com máfia, drogas, assassinatos? E a Haru tá lá na faculdade. Os núcleos não estavam se combinando muito bem.
Não, mas vocês falam fragilidade, que ela se tornou frágil nessa terceira temporada. Aí vira a página, tá a garota sendo uma herbívora, indo para feira lá de carne, entrando numa loja que vende carne de coelho e falando para o negócio: me beija aqui.
Então, boca toda cheia de sangue.
Não, a boca cheia de sangue é no final, cara.
Ela não é uma personagem, ela não é uma personagem comum, mas Só dando um pouquinho de leveza na conversa, tem uma parte dela que eu ri, mas eu ri xingando ela, porque ela de manhã ela acorda e foi fazer compras, aí ela volta com 2 iogurtes, um de, sei lá, de babosa, não sei, uma coisa muito incomum de iogurte, babosa e morango, mas lá não é incomum, no Japão não é incomum, babosa e morango. Aí ela pergunta qual você prefere, eu prefiro de morango, então para você sobrou de babosa, Então foda-se, o cara não tem escolha.
Isso é coisa de casado. Ô, amigão, você é casado, tu sabe, meu negócio. Você não tem uma escolha. Quando tua esposa diz tem dois sabores, eu não gosto de um, você sabe qual você tem que escolher.
Eu sei como é que é.
Mas, cara, eu acho que o negócio, ele ficou, a personalidade dele ficou muito estranha nessa terceira temporada. A gente descobre que ele é um híbrido também, né, que ele tem uma mãe. Aí começou com os avós dele, um avô dragão, um avô dragão de modo, e a avó lobo. Não fala sobre o pai dele, né, então a gente não sabe, mas ele tem, ele é híbrido. E além de a Haru ser uma coelha, ser extremamente frágil, ele tá vivendo essa abstinência depois dele comer carne pela primeira vez, que ele comeu a perna do Louis na segunda temporada.
Ele vive essa questão da abstinência, que eu achei bem legal a forma que foi demonstrado, que é tipo como se fosse uma abstinência de heroína, gente. Ele sofre muito para poder se limpar assim daquela, daquela sensação, porque é uma sensação física, ele perde o controle mesmo. Mas, gente, aí vai mostrando ele interagindo com outros carnívoros, com outros herbívoros, e eu acho que não precisava ter 24 episódios para começar. E a forma que os núcleos foram separados não tava assim conversando bem.
A gente não teve mais essa interação tão grande dele com Louie, que era legal. Eu acho que a partir do momento que eles saíram daquele núcleo da escola, eles não conseguiram mais fazer essa ligação entre eles, porque querendo ou não eles têm vivência. Ah, Haru continuou com a vida acadêmica e tá vivendo normal como qualquer universitário. O Lui tem toda essa questão de tá assumindo os negócios do pai, e depois ele vai ajudar o Legoshi na questão das drogas e tudo mais.
E o Legoshi tá vivendo essa vida de Batman, igual vocês falaram, E com aquele cavalo insuportável que primeiro tenta matar ele e depois vem com essa patifaria. E tem personagens que são muito— esse cavalo eu acho horrível, gente. Tem personagens que são muito ruins. Tem hora que ele some e depois ele reaparece, eu fico: por quê? Eu acho que isso é para entrar, tem um Bistaz.
Uma coisa que eu achei estranha desse Bistaz, porque pela primeira temporada eu tinha entendido que o Bistaz ele seria tipo tipo uma Miss Universo. Existe um soft power, ela influencia, ela quer sempre a paz mundial, que é a grande piada, né? Porque na pergunta que é feita no Miss Universo, o que que você deseja? Eu quero sempre a paz mundial. Mas que na prática ela não tem muita influência política, era uma figura representativa.
Eu imaginava que o Bestai também seria algo parecido. Ele é uma figura que representa harmonia dos povos e por aí vai, mas que na prática era, é uma marionete da política. Show. Só que quando aparece esse cavalo, e esse cavalo age como Batman, ele toma esteroide, cenoura cultivada com carne para se tornar tão forte quanto os carnívoros para cair na porrada. Eu achei tão fora de tom, mas tão fora de tom, que essa primeira parte foi, cara, o Beastars é isso?
É esse cara que tá? Então se o Luan virasse o Beastars, ele seria o vigilante mascarado da cidade? Ele ia ficar em cima de prédio caçando e dando porrada em mafioso.
Eu acho que essa é uma característica desse cara em específico, porque não é exatamente uma Miss Universo, é como se ele fosse um símbolo moral. Ele é o ser irretocável que tá lá para mostrar para o resto da população que é possível ter uma harmonia entre os povos. Ele é um É isso, Beastars é um símbolo. Tanto é que na primeira temporada a gente vê a Juno começando a se tornar esse símbolo também. Tanto é, cotaram ela também para se tornar uma Beastar.
A gente vê o Louis como o ser perfeito também, ele tava sendo indicado, uma das indicações para ser Beastar. E é isso, tanto é que usam nessa terceira temporada o Louis, que é um candidato Webstars começam a usar ele como ferramenta política. Ele começa a apoiar coisas e fazer coisas, e ter a figura dele é uma figura de credibilidade. Mas eu tô também, mas eu tô também do cavalo. Agora, o cavalo maluco, ele resolveu, mas ele é criticado.
Não, mas esse aí é a personalidade do cavalo. Ele resolveu que ele ia ser esse Beastars, mas assim, de forma física. Ele ia ser um vingador também. E ele foi muito criticado, que a polícia fala mal dele como se ele fosse meio uma piada. As pessoas têm medo dele, ele tem essa moral muito a ferro e fogo. Então muita gente critica a postura dele. Então ele não é— a partir do momento que ele se tornou esse vingador, ele não é bem quisto por todos.
A gente achou ele esquisito, a galera acha ele esquisito também, acha errado ele sair dando porrada nos outros na rua.
É um cargo vitalício, não pode ser revogado até 4 Beastars, né?
Aí eles saem, eu coloco o Louis para trabalhar. O Louis tem que virar Beastars logo para eles poder sair.
Eu achei muito fora de tom esse cavalo. Cavalo não ornou muito com essa temporada, certo?
Mas só pode, só pode ter um, não pode ter outros? Porque acho que no finalzinho fala que pode ter vários demais, ou é isso que eles decidem na hora?
Não, mas fala que poderia ter mais de um, mas só que o problema É do tipo, eu acho que veio muito mais uma coisa de percepção do tipo, realmente, nós, não existe só um Beastar, nós podemos ser Beastars também, não precisamos do título.
Não era questão de poderia ter mais de um Beastar, mas para ocupar esse lugar tem tantos pré-requisitos que é muito difícil conseguir mais de uma pessoa para isso, né? Então o símbolo geralmente é um Beastar, mas esse falo, eu acho que a partir do momento que ele se tornou o Beastars, entrou na maluquice, porque ele tem essa visão moral muito maluca de tudo que ele fala. Tanto é que ele se ressente com o avô do Legoshi. Eles eram parceiros, eram muito amigos.
Ele se ressente com o avô do Legoshi por o avô do Legoshi ser mais flexível e seguir um outro caminho, mais para o lado da família e tudo mais. Ele começa a caçar pessoas e isso é mal visto porque ele é muito violento. Ele tenta matar o negócio do nada, cara, só porque meio que uma vingança contra o avô dele.
Muito idiota também.
Pois é. E também parece questão de ele ter um, ser fichado, né, por ele ter comido, por mais que tenha sido autorizado. E assim, uma coisa que eu gostei nessa temporada é que explicou mais coisas para gente sobre esse universo. Por exemplo, ele comeu uma pessoa, né, comeu carne, então ele foi fichado. A partir do momento que ele foi fichado, ele não pode casar legalmente com herbívoro. Todo lugar que ele vai é notificado. É tipo quando o pedófilo nos Estados Unidos vai morar numa região, é notificado que tem um pedófilo ali.
Não sabia disso, mas é bom saber.
É, não pode morar perto de escola, não pode morar perto de parquinho, Não pode chegar a tantos metros de lugares que tem crianças e é fichado, tem a lista de pedófilos. Eu acho que deveria ser no mundo inteiro dessa forma, para dizer a verdade. Uma coisa que os Estados Unidos faz bem.
No Brasil tem um projeto de lei que quem for acusado disso usar uma tornozeleira diferente para que todo mundo saiba, para que seja linchado na rua, provavelmente, né? Não, mas aí você coloca uma calça, tampa a tornozeleira, e aí vai adiantar Porque tô dando notícia, eu sou mensageiro, não fui eu que criei o projeto, eu já digo aí.
É um projeto imbecil, mas nesse caso mostra para a gente que ele não, que ele pode, ele não pode casar com a Haru legalmente, né? E que é um dos motivadores dele, um dos motivadores dele é ele obedece todo mundo para ver se consegue limpar a ficha dele. É da mesma forma que o Luiz sobre a questão de ser carne para abate que foi comprar Tem a questão de interespecie, que eles conseguem se reproduzir. Que assim, o meu lado que gosta de biologia ficou triste, mas aí a gente tem que lembrar que é um anime, que eles são pessoas em forma de animais, e que faz sentido eles conseguirem cruzar e nascer alguma outra coisa.
Mas seria legal se tivessem mostrado espécies que realmente conseguem fazer isso na natureza, né? Tipo leão e tigre Acho que tem espécies de coelho que faz isso, acho que jumento, né, que acho que é, não sei se é jumento, se é mula, qual, não sei qual deles é uma fusão de dois bichos, mas podia ter mostrado isso também.
Por que eles focam muito na questão carnívoro e herbívoro, né? Porque entre dois herbívoros também, porque o Ui também passou rodo em muita gente, né? Pegava Haru, pegava uma outra coelha, enfim.
Mas a questão não é se pegar, é se reproduzir, é ter filhotinho. Porque na natureza são muito poucas exceções que isso funciona. Eu achei interessante, já que todos são seres, como é que é o termo, antropomórficos. Então, ok, eles conseguem falar, eles conseguem estudar, eles conseguem fazer, então podem se reproduzir.
O cavalo desenvolveu a mão, porra.
Cavalo tem visão de 100 e sei lá quantos graus, 170 graus, mesmo que os dois olhos dele sejam voltados para frente, né? Mas eu acho que é por conta da Não, mas é porque o cavalo na vida real tem uns olhos de lado, né?
Mas ele não. Então tem essas coisas que a gente começa a conhecer melhor esse universo. Aquele tipo a feira lá de carnes que vem as carnes bem legal também, mas são de forma legalizada, né? As pessoas elas podem vender partes do próprio corpo também, é enviado depois de morto e tal. Várias coisas da sociedade que a gente começa que não existe só Shishigami, que existem outras gangues assim que querem tomar conta daquela região.
Realmente foi muito foda essas outras gangues, sinceramente.
Sim, que eles só apareceram para falar que existem, né?
Então, mas assim, o foco era Shishigami. Eu achei na primeira temporada muito foda a forma que o Shishigami entrou. Eu achei assim, do nada apareceu Shishigami só para ter essa coisinha com a Haru e o Legoshi, né? Aí na segunda temporada eu eu achei mó legal o Lui como líder da Shigami. Eu achei muito foda a interação dele com os leões e a forma que os leões adoram ele agora na terceira temporada. Toda essa relação com os leões para mim é muito boa e eu queria ter mais da Shigami e menos do Lui— do Lui não, do Legoshi nessa temporada, porque tava chato.
E assim, e o pior que até a aparência do Legoshi, que era uma coisa que ele era um gostoso, ele foi Tava zoado. Terminou a temporada, ele tava muito—
foi colecionar cicatriz.
Então, porra, sem orelha, com a cara rasgada, cheio de cicatriz pelo corpo e muito magro. Acabaram com o Legoshi. Nem aparência dele tava boa nessa terceira temporada.
Se tem um coitado aqui é o Luiz. É o Luiz não, é o Legoshi. Porra, quem que foi arranhado? Ele tomou tiro no tomou tiro na orelha, sobreviveu uma explosão, quase morreu afogado. E olha só, e uma coisa eu lembrei muito do Miro. Eu espero muito que os patrões do Miro não assista esse anime, porque na virada da primeira parte para o início desse, o negócio, ele toma um tiro na orelha, é jogado no penhasco, bate a cabeça, quase morre afogado, tem que sobreviver ao ataque de tubarão, e mesmo com isso tudo vai trabalhar.
Nossa, cara, ele foi trabalhar, gente! Ainda bem. Foi, nossa, se os patrões do Miro isso, meu, tá fodido.
Eles usariam isso para mim como exemplo, né?
Mas essa cena, toda essa cena em que ele, que acontece tudo isso com ele, eu fiquei o tempo todo falando que o cara é burro, porque ele queria, ele foi para aquela situação de braços abertos porque queria ser amigo do Melon. O Melon, que o cara que queria matar ele, ele teve fantasias dos dois sendo amiguinho, gente. O negócio ficou completamente maluco. Louco nessa temporada. E essas escolhas dele, todo esse melodrama em relação a Haru, tava chato para caramba.
Todo esse melodrama, tudo tava muito chato.
Essa questão de ele— a única cena que eu achei legal foi a do suco lá, né, que ele achou que ele tinha matado a Haru. E ele ficou assim surtado, ele ficou mal para caramba porque ele achou que ele tinha, enquanto dormia, tinha matado a Haru. E era suco na roupa dela.
É, mas depois eu fiquei com vontade de bater na cara da Haru, porque quem é que deixa uma roupa suja de molho de tomate, sei lá, em cima da cama e vai embora, né?
Ela foi comprar o iogurte para eles comerem, uai.
Deve ter um lugar para deixar roupa suja, não é possível.
Você viu a casa do negócio? Não tinha porra nenhuma lá, mal tinha o colchão todo rasgado lá das unhas dele.
Tudo bem, eu aceito que naquele momento o choque da possibilidade dele ter matado a Haru, ter devorado ela, o deixou o olfato dele meio coisa, né? Ele não pensou, ele poderia ter sentido o cheirinho do tomate. Tudo bem, eu aceito que o choque foi maior, eu aceito que o choque é maior. E também o menino tomou muita porrada no nariz, daí tá meio debilitado. Mas o que eu não consigo aceitar é que o negócio desde a primeira temporada a gente vê que o homem, por ser um lobo, tem um olfato excelente.
Tanto que quando a Haru era abraçada pelo Melon, ele sente que, opa, teve um macho aqui abraçando a minha coelhinha. O que eu não consigo aceitar muito é que quando ele vai, ele cai naquela emboscada que ele seria acusado de assassinato, ele não conseguiu sentir o cheiro de sangue. Isso eu não consigo aceitar.
Não foi quando ele tava gripado?
Não, mas no menos já tinha passado, já tava bem.
Acho que não, acho que ele era porque ele tava gripado.
E mesmo assim, no mínimo, cheirinho de sangue ele tinha que sentir.
Não, vários momentos falou que ele não conseguia sentir cheiro. Cheiro. Ele ficava, não consigo sentir cheiro de nada. Ele tentava procurar pelo cheiro e não conseguia. Mas foi burro também, porque ele foi lá sozinho sem avisar ninguém, viu as pessoas mortas, saiu correndo. Todas as escolhas do Legoshi nessa temporada foram imbecis, todas.
Meu caro amigo Legoshi, eu sei que, pô, você gosta de conversar, você acredita nas pessoas. Pô, que lindo! Muitas vezes eu queria ser assim na vida real dessa esperança que você tem. Aí, meu querido, vamos parar de falar um pouco e lembrar que tu é a porra de um lombo. Vamos cair na porrada, que é importante. Que você já foi jogado de um penhasco, você viu que o teu adversário é um psicopata, você olhou mal de olho, você enfrentou o abismo e o abismo olhou de volta para tu.
Ele não tinha bondade, então não tinha mais sentido negociar. Já tava de saco cheio de tanto que esse negócio gostava de conversar. Eu acho que não mostrou, mas ele deve ter algum parentesco com papagaio, um arara, para gostar de falar tanto. Tudo, gente.
Não mostrou o pai dele, né? O pai dele nunca foi mostrado. Deve ser um papagaio, pois não é possível.
Só pode, gente, o lobo que gosta de conversar com os outros, gente.
Cara, teve um monte de coisa que eu não gostei nessa temporada, mas uma das coisas que me incomodou é que teve muito episódio focando aquele clube de teatro. Teve a lobinha que teve que buscar lá o carneirinho lá para fazer o teatro de herbívoro versus carnívoro, não sei o quê. O teatro foi fechado, eles foram proibidos de trabalhar juntos. Teve muito episódio que ficou focado nisso.
Nossa, mas para mim foi o mais importante.
Beleza, mas não mostrou o teatro, só mostrou, você sabe que o teatro existe no pós-crédito.
Mas o teatro é o mesmo da primeira temporada, é a mesma peça.
Sim, mas eles fizeram uma, eles fizeram, eles fizeram um monte de mudança. Eu queria saber, eu queria entender qual que foi, como é que ia mudar a atuação da Lobinha porque ela ia ter que interpretar um herbívoro.
Mostrou ela se esforçando no banheiro, teve muita coisa sobre isso, mas mostrou durante, na questão de interpretação mostrou durante o decorrer da temporada. Igual ela se inspirou na Haru para poder fazer o herbívoro, mas a peça é a mesma, só inverteram os atores. Em vez de ser um herbívoro fazendo carnívoro, trocaram. Foi a peça, foi uma basicamente a coisa.
Não é da primeira temporada, não é da do Eles Trocam, é quem cria é a Pantera junto com o Tamandu. Atuar.
Eles adaptaram aquela mesma peça, é a mesma peça. Tanto é que os momentos que mostram a atuação é as mesmas falas da primeira temporada. Eles fizeram para poder mudar o tom e ser mais verossímil terem feito, é para fazer essa crítica, né, de trocar os herbívoros pelos carnívoros. Aí eles tiveram que dar uma adaptada na peça, mas é a mesma peça. Mas, gente, para mim foi o mais importante ter mostrado essa essa parte da escola porque era o único momento que mostrava a segregação, que foi algo social.
A gente só vê aplicação na escola porque na faculdade da Haru a maioria era herbívoro, então a gente não tinha, não via esse conflito na sociedade em si. A gente viu preconceito entre os casais, mas assim, não dá para fazer essa segregação na rua, pessoas andando e vivendo, a não ser que fosse algo é mais extremo, que aí não seria de bom tom, né? Igual como foi o apartheid, por exemplo, nos Estados Unidos, em que é realmente brancos e negros não podiam ocupar o mesmo espaço.
Isso seria muito mal visto. Aí na escola a gente viu que separou tudo. Tanto é que o clube do teatro, ele só sobreviveu porque eles colocaram a divisória histórias e ficavam separados carnívoros dos herbívoros. Se não fosse isso, a gente não ia ver nada sobre a segregação, se não fosse continuar mostrando a escola. Então achei muito interessante eles continuarem mostrando essa questão do teatro, porque alguma relação com o final da temporada, que eles iam se encontrar no festival, que o festival tem todo ano.
A questão do Louie também envolvido nesse festival, que é o prefeito fazendo merda. Então tudo ia culminar nesse festival. O Mellon ia encontrar o Legoshi no festival, tudo tava lá em volta do festival. Eu acho que se não tivesse, se tivessem cortado a escola, a gente não ia ver a segregação sendo aplicada na temporada.
Ah, sim, só que o problema que eu tava falando não era nem ter colocado isso na história, é não ter colocado o desfecho. Colocaram no pós-créditos.
Vai assistir a primeira temporada, Milo, que você ver a peça.
Não, mas eu concordo comigo, porque, pô, eles botam aquela peça como se fosse uma grande coisa. É um ato da escola, mas ele apresentar no principal festival, que é o Festival lá, acho que DC das Almas, ou não, no Meteoro, mesmo que tem na primeira temporada, pô, ia ser o grande ato de resistência da escola como mensagem, seria aquela peça.
Não, eu acho que fica um pouco ao erro. Existir a peça seria existir a peça, não a peça em si, porque era para ter feito teatro. Nenhuma das das extracurriculares que tinham herbívoros e carnívoros juntos puderam continuar existindo. Então era para acabar o clube de teatro.
Sim, só que aí, só que aí nessa temporada você tem o grupo de teatro consegue permanecer, precisa seguir as regras da segregação, ele escreve uma adaptação com uma forma de mensagem, o diretor da escola vai levar para coisa para aprovação, eles conseguem aprovação e tem a coisa da peça. Tem todo momento lá que o Pina, personagem também que é só bonito mais nada, Na segunda temporada ele fica lá perturbando, fica perturbando lá a menina, a loba lá que eu esqueci o nome.
Eles trocam de papel um para fazer o outro, mas no final de tudo, cadê? Cadê o momento? Pelo menos na primeira temporada a peça fez algum sentido com o que tava acontecendo, aquela luta que o negócio tem com tigre, porra, é legal. E aqui não teve entrega, só teve esse momento de, tá, beleza, como que eu vou ensaiar um herbívoro eu como carnívoro?
Como que eu falo?
Ah, tá, Tá, beleza. A única coisa que eu gostei como ator é ver que de fato a observação você pode ter um insight de atuação. Isso foi legal ver, mas para história, se cortasse ou não, tanto que o Pina nem tava naquela porra, nem no dia que tava. Ele tava ligando para o Urso, tá na cadeia.
Eu achei legal a interação do Pina com o Tigre, a história do pintinho lá.
Eu achei muito fofo, só Assim, se fosse esse, essa pílula, por exemplo, o negócio com os amigos, com Jack, pô, foi legal ver. É uma coisa mundana, é uma coisa que, pô, o negócio tá chafundado em merda. Ele tem um dia de paz com relembrar os tempos da escola com os amigos, se divertir, o Jack abrindo o coração para ele e tudo mais. Isso é legal como pílula, eu achei legal esse momento e o do pintinho. Mas no contexto geral, no todo, eu achei muito jogocado essa parte do teatro, o peso que tem o teatro em comparação com a primeira, com as temporadas anteriores, com essa, eu achei que fica muito para preencher tempo de tela do que algum efeito prático.
Preencher tempo de tela é para falar sobre a questão da segregação, que é divulgado igual, tem hora que aparece notícia falando sobre a segregação, vem pessoas falando sobre segregação, discutindo o assunto, tem pessoas sofrendo preconceito por ter um relacionamento interespécie. Então vai sendo jogado aos mas onde mostra como isso tá funcionando na prática é na equipe de teatro. E para mim, tanta coisa aconteceu nessa série que se fosse perder tempo para mostrar uma peça que mostrou na primeira temporada, ia ser muito, muito nada a ver.
Tem vários momentos que poderia ser substituído, mas, cara, nem mostraram o negócio do meteoro porque já teve na primeira temporada. Não precisa mostrar isso de novo. Que mostrou foi o Mellon e o negócio brigando lá e a Haruza levando bolo. Só isso que mostraram de todo o negócio do meteoro. Eu acho que como a história principal não ia para esse lado, não faria sentido parar para poder mostrar uma peça de teatro de novo, a mesma peça de teatro só com atores diferentes, uma pegada diferente.
Para mim não faria o menor sentido. Eu acho que tinha tanta mais coisa que poderia ter ou trabalhado melhor ou tirado dessa temporada. Para começar, não precisava de 24 episódios. Gente, podia ter muito menos negócio, muito menos aquele. Ai, esse negócio da droga podia ter tirado tudo. Esse cavalo insuportável. Para começar, eu achava que o Mellon era o Bistar, sabe? Que seria aquela coisa, o Bistar como um símbolo, só que nas sombras é um filho da puta.
Eu imaginei que seria isso. Daí aparece o cavalo para poder encher o saco. Toda essa, ai, a droga, O café lá feito pelo cocô do esquilo lá, melda, aí vira uma droga.
O energético, que é outra droga, essa melda mesmo, que assim, ela foi apresentada no começo da terceira temporada, mas depois ela foi usada mesmo foi só no final, né, da terceira temporada.
Nem esse direito, porque falaram mais do energético lá, ativava com carnívoros.
Vai acontecer o quê?
É porque, gente, chegou um momento que a história ficou muito estranha. Eu acho que colocou muita coisa nessa história que não tava dando para fazer o desenvolvimento. Porque, por exemplo, o Melon tem hora que ele some, e tipo, o Melon era o grande vilão e de repente ele some. Ele vai, fica vários episódios, a gente não tem nem noção do que ele tá fazendo. E ele primeiro tá lá como líder da Shinigami autoimposto, né? Ele obrigou os leões a seguirem ele.
Depois tem essa, toda essa treta com Growth. E depois tem ele tentando conquistar a liderança lá do mercado de carnes. Tanto é que essa droga, ela, eu acho que eles lembraram da melda para poder colocar na carne, que seria premiação da competição.
E não serve para muita coisa. O auê acontece antes do povo comer a carne. O próprio Melon já tinha instigado todo mundo a cair na porrada.
Sobre, sobre essa droga, teve uma discussão que eu achei interessante interessante, mas não tocaram nisso depois, foi que quando o Legoshi pediu para proibir esse energético que só ativava com carnívoros, né, e falaram tipo, ah, mas não tem que proibir no energético, tem que proibir a venda de carne.
É porque o energético ele potencializa a energia assim para carnívoros, mas para carnívoros que já comeram, porque assim, nessa sociedade eles inibem o consumo de carne desde sempre. Então quem come carne é que meio que nesse mercado meio que ilegal, né? Então quem bebe, quem já consumiu carne alguma vez na vida, o efeito da droga é diferente do energético, né? E nisso tem essa discussão mesmo de que, ah, não deveria, o problema não é o energético, mas sim a pessoa.
Mas assim, é uma discussão meio filho da puta, né? Porque ela se aplica a tudo. Qualquer tipo de droga legal ou ilegalizada pode entrar nessa discussão. Porque o problema não é o álcool, é a pessoa que bebe e pega o carro e atropela os outros, que bebe e depois arranja briga, que bebe e bate na esposa quando chega em casa. O problema não é o álcool, o problema não é o cigarro, é a pessoa que fuma tem predisposição para câncer e acaba morrendo de câncer.
Para de defender o cigarro, Jana, para defender o cigarro.
Mas é uma discussão que tá meio filha da puta porque se aplica tudo, né?
Tá, mas aí tem uma coisa que me pega um pouco, porque assim, diferente de Zootopia, eles chegam num ponto que de fato tanto os carnívoros evoluíram ao ponto que se eles comerem uma cenoura, eles estão tudo bem, não tem problema para ele. Mas aqui em Bestars parece que os carnívoros ainda não estão lá. Por mais que eles possam ficar vivendo de tofu, legume e por aí vai, eles ainda precisam de carne, faz parte da natureza deles.
Então os caras estão tendo que lutar contra a própria natureza, né? O mercado ilegal é aquela parte da sociedade que todo mundo sabe que existe, mas é o que mantém a sociedade funcionando. Porque se fechar aquilo, vai ser um auê de pessoas. Aí sim que vai ter o devoramento, canibalismo e caraca quatro.
Eles têm um meio termo que são os insetos, né? Eles comem insetos, né? Não é a mesma coisa que um naco de carne, um bifão.
Eles poderiam comer peixe, porque mesmo que naquele mundo de Beastar pescar seja proibido, os peixes não se importam em serem devorados, porque para eles é uma coisa natural.
Não, mas peraí, mais ou menos. É explicação lá que o lobo marinho dá sobre a sociedade do lá dentro, marítima, né? Lá no oceano, a forma que eles— mas sim, é a forma que eles lidam. Então você pegar um peixe igual, o peixe é cliente do cara. Então você pegar um peixe, você que vive nessa outra sociedade, é uma outra sociedade. Então você que vive nessa sociedade e usar isso como uma desculpa para você comer os habitantes daquela sociedade é meio também filho da putagem.
É aquela, você tá naquela linha cinzenta, mas pendendo para ser um filho da puta.
Eu acho que entre um e outro, entre o povo da terra, entre o povo do mar, nessa situação eu escolheria povo do mar, porque eles já estão mais acostumados com essa.
Peixe não tem alma, é verdade, peixe não tem alma, pode comer, tá liberado.
Não, é porque eles estão acostumados com esse negócio de vida e morte aí, né, cara?
Que moral duvidosa é essa que você tem, Milo? Porque se for para pensar assim, muito melhor você ir no mercado de carne e comprar carne mesmo, que vem de forma legalizada, porque eles não matam pessoas aleatórias para conseguir consumir lá. Tem pessoas que nem todos os lugares, nem todos os lugares, é claro.
O nome é Mercado Ilegal, tem alguma coisa legalizada naquilo? É difícil, né?
Eles vendem criança, né?
Não, mas não, pera aí, criança já é um outro mercado. Mas por exemplo, lá fala que tem carnes, ou a pessoa vende, ela vende parte do próprio corpo. Tanto é que na primeira temporada a gente vê o cara vendendo os pedos, né? E tem pessoas que vendem depois de morta, aí vem, vai do necrotério para o mercado. Aí tem a parte dark que vende criança, que vende outras coisas. Mas assim, entre você ir para uma outra sociedade matar os habitantes dessa sociedade, ou você consumir a carne dentro da sua sociedade de uma forma mais naturalizada, por que que você vai lá na outra sociedade matar eles? Porque peixe, não tenho.
É porque, sei lá, porque na minha visão um tá implorando para não morrer, o outro não.
Ah, você é do tipo que fala que é vegano mas come peixe?
Eu sigo uma máxima, ligado, nerdcast, que eu só tenho pena de bicho que consegue me abraçar. Como peixe não consegue me abraçar, não tenho pena. Eu acho que um problema que essa terceira temporada teve é que ela ficou andando muito em círculos sobre esses temas que a gente já tinha entendido, a gente já tinha compreendido em temporadas anteriores, ou mesmo na primeira parte. Só que aí, para poder dar os 24 episódios, você fica rodando, né, rodando em círculo, repete a mesma coisa, não tem nada novo sendo apresentado.
Porra, para mim, o máximo disso de enrolação é: tá para acontecer a batalha, o Legoshi se inscreve para poder entrar lá no combate, para se tornar um líder da parada, só que a pré-fase dele entrar é um quiz só para no final de tudo o pessoal lá da Xixigum falar: não, ele é gente boa, é ponta firme, pode deixar ele participar. Ah tá, então esteja aqui amanhã, tá, hora que vai, a porradaria vai começar aqui. Pois é, sério, gente, por que que teve esse quiz?
A única coisa que eu gostei do quiz é a regra da tartaruga, que a tartaruga, se tiver de gravata, ela tá mais pelada. Fora isso, serviu para porra nenhuma, gente, aquele quiz, cara.
Nossa, eu confesso que eu dei umas pescadas legal nesse quiz aí, viu?
Sério, cara, coisa idiota. Não, e como Nossa Senhora, você imagina o Coringa, que é o Melão, caraca, respondendo quiz?
Sério, eu não gostei do Melão em nada, achei um péssimo vilão. E assim, eu achei que só interessante mostrar nessa questão dos híbridos, né? Porque aí tem esse lado do híbrido do Legoshi, que a gente nem sabia que ele era híbrido por até a terceira temporada, mas que tem essa relação saudável, apesar de que a mãe deles decidou por ser híbrida, mostra esse lado, mas mostra também o lado do Melon em que ele tem essa relação extremamente tóxica com a mãe, porque a mãe é carnívora.
Então ela vê ele como o filho querido e vê ele como alimento, ao mesmo tempo que ele parece com o pai, né, que é um herbívoro. Então fica naquela relação. Tanto é que ele mata a mãe porque a mãe tá a vias de ceder aos instintos, né?
Ela conversa com ele lambendo os beiços, né?
Nossa, é aquela cena, ficou muito bizarro. E assim, ele fala: nossa, eu amava minha mãe, eu venerava minha mãe, eu matei a minha mãe.
Ah, não sei se eu gostei disso. Eu gostava do Melondo sem conhecer o passado dele, porque aí matar virou nada. Ai, não sei o quê, me atrapalhou, joga do prédio. Ai, minha mãe não sei o quê, vou lá com ferro na mão dela e toma na cabeça, matei, foda-se. Ficou muito psicopata por psicopata, não curti muito não.
É questão por isso, é no final ele é só instinto, falou assim eu posso, eu faço. Então é aquela pessoa ficou meio quebrada, mas me incomoda um pouco quando o passado da pessoa vira desculpa, sabe? Tipo, ah, é um psicopata, ah, mas aquele passado faz a gente meio que entender. Isso é batido demais. Daí eu gostei que ele realmente é um maluco psicopata e que ele resolveu que é aquilo mesmo, ele sai matando pessoas e isso é a É, mas aí ele tenta se matar, ele tenta se matar depois, sobrevive.
E eu fico pensando, por quê? O lance dele, nada, né?
Vou continuar aí atazanando. Mas eu achei muito bom ele não ter conseguido se matar, porque é aquela coisa, eu dito as regras do jogo? Não, não dita não, cara. Você tá lá numa cama de hospital, nem sabe se você vai conseguir sair de lá. Você não dita as regras do jogo.
Mas não mostra que ele— ah não, fala que não sabe como é que tá, né? Mostra a marca dele vazia e fala: não sabemos como ele está, mas tá vivo.
Vai ser sincero, esse final de temporada para mim ficou com gosto bem agridoce, porque eu não desgosto do que acontece, eu não desgosto dos desfechos, eu acho legal. Com certeza o Melão perderia, tudo bem, faz parte. O negócio de conseguir salvar o Rui, a Haru, o Rui tava sendo chantageado e no final ele revela para todo mundo. Mundo.
Para mim, o Louie foi a estrela dessa temporada.
Finalmente ter a cena da Haru com o negócio como casal bonitinho. Eu gostei do quê? Eu concordo que isso deveria acontecer. O que eu não gostei foi o como eles chegaram lá, toda a trajetória.
Odeio concordar com você, Júnior.
Isso eu não gostei.
Sou obrigada a concordar.
Acho que somos 3 concordando.
Olha só, gente, vamos ouvir então, gente, em Resonância.
Mas, cara, só já que você falou em uivo, hoje aconteceu uma coisa inusitada aqui em casa, que a Larissa tava muito triste. Não, a Larissa tava muito triste porque ela queria comer melancia. Aí do nada ela começou a uivar de tristeza.
Ela tava assistindo Beastar com você?
Não, só tava uivando.
Por favor.
Grave. Depois, quando terminar, grave um trechinho dela uivando e mande para gente que eu quero colocar na edição.
Ela já foi o Mil, agora ela vai ser o Legoshi.
Agora vai ser a loba boa, a continuação do Bestás.
Ah, falando nisso, ainda teve, ainda teve isso, né, do Legoshi na sua versão lobo. É tipo os instintos dele lá, gente. Aquele negócio dele falando com a mãe dele. Ai, meu Deus, ele, aquela experiência de quase morte dele lá, eu não gostei daquilo, gente. Era para ser emocional, mas não gostei da forma que foi feita.
Sei lá, colocou a parada, colocou uma parada espiritual no meio do anime que sequer toca nisso em hora nenhuma, né?
Acho que isso passa, isso até passa. Você pode ver, ah, é uma alucinação, pode ser, ele acha que tá ouvindo aquilo, mas é só tá passando na mente dele. Acho que você até passa, dá para relevar. O que eu achei bizarro, entre as várias bizarrices que teve, foi a avó do negócio. Porque como ao mesmo tempo eu mostro todo o meu amor para pessoa que eu gosto, mas ao mesmo tempo eu vou traumatizar essa pessoa para sempre?
Será que ela achou que era exagero dele de querer limpar ela o tempo todo? Eu acho que ela pensou assim, ah, é meio que exagero, então eu vou provar que eu confio nele. Morreu. Eu fiquei pensando que era isso.
Mas minha filha, que isso, biologia. Biologia, minha filha.
Mas eu acho que porque, por exemplo, eles tinham uma filha e a filha dele, a gente vê que o Legoshi ele é imune, provavelmente a filha dele também era imune. Então essa percepção de que talvez seja exagero venha daí.
A importância de biologia. A tua filha é híbrida, é igual cachorro caramelo, tem a saúde melhor do que cachorro de raça pura.
Se a gente for levar biologia para essa conversa, não deveria nem existir Não, tudo bem, mas pelo menos faz sentido a tua filha ser resistente.
Você não, meu anjo. Você já viu o teu avô esse tempo todo. Aí vem uma questão, né? Se encostar, beijar podia ser fatal, e bimbar não tem veneno lá?
Não, acho que a questão é só saliva. É só saliva.
Não, mas até o encostar— mas tem aquela cena quando ele tá levando um chazinho, a mulher encosta, ele vai lá todo rapidinho para pegar e desinfetar ela. Então encosta só um pouco, né?
Mas do dragão de Komodo, a questão é a boca dele, não é outras partes. Você pode pegar um dragão de Komodo, não pode deixar ele te morder, por exemplo, nem te lamber também.
Então a mulher tinha várias maneiras de mostrar todo esse amor para ele sem um beijo, né? Não podia estar vivo até hoje, né?
Ela já mostrava de outras formas, né?
Que já que tinha uma filha, a gente tá falando de várias coisas que a gente não gostou do anime, mas tem um momento que em que eu verdadeiramente gostei, que foi o episódio do Legoshi reencontrando os amigos dele cachorro. Eu amei eles se abraçando e balançando o rabinho, depois brincando de pegar bolinha. Eu achei isso muito bom, mas assim, foi uma coisa boa no meio de 24 episódios chatos.
Mas o Júlio falou desse episódio, é que tá a parte 1 e a parte 2, eles têm uns tons muito diferentes. Parte 1 para mim é outra parada que não é Beastars. A segunda temporada, a segunda, a segunda parte aqui tenta resgatar o que a gente gostou no Bistácio, que são exatamente esses momentozinhos, então, mundanos, entre amizade, entre o Glegoshi e os amigos do colégio, o Tigre lá cuidando do Pinto. Então existiu alguns respiros que foi, porra, legal de ver isso.
Eu achei muito bonito o depois, quando o Jack tava conversando com o Glegoshi, a questão da cebola, né, que carregava. Eu pensava que o Jack que ele ia se matar, porque quando mostra que, pô, cachorro não pode comer cebola, senão morre, e cai uma cebola do bolso dele, falei assim, caraca, mas ele tá para se matar. A princípio não, é só que ele ia chorar, menos mal. Mas é legal esse respirozinho. Então essa segunda parte me deixou um gostinho mais agridoce do que amargo, porque teve esses momentos de respiro que ainda lembrava, porra, é por isso que eu gosto de Beastars.
Esses momentozinhos aqui que fazem Beastars brilhar. Vamos para o grande tudo, que teve cavalo bombado, teve Melda, teve o pessoal lá da Shishigumi que era irradíssimo, depois viraram um monte de bunda mole. Que, meu irmão, o orgulho de leão foi para o saco, né? O Rui foi embora e levou o orgulho do leão com ele.
Mas o problema é que eles estavam lidando com o Melon, cara. Ele matou metade dos leões.
Sim, mas olha só, você ainda tem vantagem numérica, tem muito mais leão do que aquilo. Todo mundo queria matar aquele cara. Por algum motivo, o leão novo, lindo, harmonizado, Lindo, é o mais bonito que eu já vi na vida. É, achou? Não, é isso aqui é o caminho, gente. Vamos ser leões mais fortes por esse caminho aqui. Tomei um tiro com a pistola mais forte do mundo, perdi a minha mão. É isso mesmo, é isso mesmo, gente. Agora tô me ganhando forte.
O cara passou a navalha no meu pescoço. É isso, gente, agora, agora seu Shichigumi vai. Ei, meu, que que é isso? Tá maluco, porra? Nem teu chefe anterior fazia isso. Os dois chefes nunca fariam isso contigo. Por que que tu acreditou que o caminho do Mero era o caminho da verdade, porra?
A questão é que a partir do momento que os leões eles têm um líder, isso na natureza também, eles obedecem aquele líder, né? E foi o que aconteceu no caso do Lu. Ainda tinha o leão lá que meio que conspirou para que tudo isso acontecesse, mas tem toda essa questão deles respeitar o o líder deles. E quem era o líder deles era o Melon, que era um psicopata. Ainda tem esse medo do cara.
Tem uma parte que eles explicam que o Melon, apesar dele ser esguio como herbívoro, ele tem um alto poder de impor respeito, né? Para— esqueci a palavra. Não é respeito exatamente, ele dá medo, ele intimida. Tem muita intimidação, ele tem um alto poder de intimidação, tanto pela força quanto pela presença. Tanto que os leões ficam com medo dele, aquela cara de maluco Ele tem.
Ah, mas gente, eu detestei esse personagem. Para mim, pior que ele é só o cavalo. Cavalo para mim, com a Melda dessa temporada. Aí o carinha da Melda também é muito chato. A cena que eu mais gostei assim dele foi quando ele quase foi afogado, que o Lui aparece para salvar ele. Gente, o Lui foi a estrela dessa temporada para mim, que não gostava dele na primeira temporada e que comecei a simpatizar com ele por conta da Shishigami na segunda temporada.
Eu comecei a amar o cara nessa terceira. Eu ficava ansiosa para voltar para o arco dele, porque para mim era o melhor que tava rolando assim. Tanto é que para mim a primeira temporada eu dei 5 estrelas de 5, né? Na segunda temporada eu acho que eu dei 4, e essa terceira 3,5. Teve coisas boas, teve coisas positivas, mas eu acho que se estendeu demais e o negócio se perdeu muito nessa essa história meio triste, porque eu amava o Legoshi.
Eu achava um personagem maravilhoso. Tudo ele apanhava, era muito idealista e imbecil tentando fazer amizade.
Ai, Legoshi, mais uma vez, realmente eu acho que eu preciso de um spin-off para saber quem é o pai do Legoshi, que realmente tem que ser um papagaio. Só isso para justificar o porquê o Legoshi gosta de falar tanto com os outros. Porque vamos lá, gente, você tá na porradaria com um garratão. Tudo bem, podia lembrar o seu avô, aceito isso. Aí, gente, não precisa ficar conversando no meio da rua. Uma bomba, cara, você aguentou uma bomba sem sentido.
Chegou um momento que eu me perdi nisso aí. Eu falei, não sei, é o vô dele? Aí eu vi que não era o vô dele. Eu falei, gente, o que que tá acontecendo? Por quê? Por que começou essa cena? E era aquela palhaçada.
Teve bomba, ele perdeu a orelha. Por algum motivo o cara falou, porra, esse roubo é essa sangue forte, hein? Aguentou uma bomba, ainda protegeu a ponta do meu rabo. Pô, então beleza, tu é sangue firme.
Que foi um esforço inútil, né? Porque ele falou, ó, não tem como colocar de volta isso aí, cara. Tirei, tirei.
Nem para comer, pelo menos para servir como energia para continuar lutando. Aí depois ela vai lutar com a raposinha, também não sai para porra nenhuma. Era, ele salva a raposinha que o Megão ia atacar ela pelas costas, mas foda-se também. Aquela outra gangue também dos guepardos, será que bicho era? Foda-se, né? Só estavam lá para fazer número e depois, ah tá, vamos brigar que a gente. Então nem isso do tipo, o Legoshi conquistou a confiança das outras gangues para justificar e tá lutando com Shishigumi, acionar alguém da porta. Não, nem isso, você viu, gente?
A motivação dele de só para poder encontrar com o Melon também foi muito tosca, ele entrar nessa palhaçada e o Melon ainda querer que ele faça parte também por motivo nenhum também. Ai, gente, ficou muito ruim.
E sem contar que no final de tudo, que o Melão fala antes de morrer, até então ele fala: você não sabe o que eu planejei para Haru, meu plano final maligno. Ele corre, do nada o avô dele brota numa Harley-Davidson, do nada.
Eu tava atrás dele, não tava atrás dele, procurando ele.
É coincidentemente naquela hora que ele precisava de uma Só que o avô descobriu, nunca passou na mente dele. Vou te dar um pulinho lá no mercado rapidinho, mercado é legal, meu neto gosta de frequentar aquela área, vai ter uma porradaria, talvez ele esteja por lá. Mas não, vou deixar no final para servir de mototáxi.
Tá sendo injusto, tem muita coisa para falar mal desse anime, então dá para ser justo nisso.
Ele tava atrás do momento, no momento o avô vai aparecer quando mais precisa de mototáxi, porra.
Ah, mas aí você é recurso de roteiro.
É ok, é ok, realmente eu entendo. Mas é que a Jana falou, acabou de falar, é coincidência de roteiro, não tem jeito, acontece em tudo, né?
Tudo é recurso de roteiro. Mas pelo menos teve esse background do avô dele ainda atrás.
Para mim isso foi muito fraco. E depois eu pensei, caraca, ele botou melda para todo mundo do evento comer, né? Aí vai dar uma confusão e a Haru provavelmente pode ser devorada, né, naquele momento. Não, é só botou Guinness na água do prefeito para ter aquele perreio lá. O prefeito que desde a primeira temporada tem um dos melhores diálogos que eu acho da série toda, que ele fala que não, eu tive que fazer harmonização facial para ficar mais amigável, arranquei mais presas, eu lixo as minhas unhas para que as pessoas possam me aceitar no final.
Aí no final eu vou virar um leão maruco para ser preso, porque assim, gente, e o negócio arrancando as presas e depois usando prótese?
Então não serviu de porra nenhuma ele arrancar as presas, sendo que depois ele começou a usar prótese, era como se nada tivesse acontecido.
A gente, vamos encerrar, porque até então eu tinha achado média, mas falando com você está ficando, tá piorando para mim, gente. Tudo que eu falo aqui, a amistade é ruim não, gente. Vamos para as cartinhas, acho melhor.
Eu não vou Gente, não é ruim, vamos ser bem honestos, não é ruim. Só ficou muito estendida essa história, colocaram coisas demais que acabaram não se conversando. Igual o Júlio falou, nossa, eu tô achando horrível concordar com ele, mas a questão é essa: tudo que, todos os desfechos foram bons, assim, deveria ter acontecido mesmo e foi a melhor escolha cada um dos desfechos. O problema é forma que foi feita, a forma que eles roteirizaram isso.
Algumas ficaram piores, outras ficaram melhores, outras ficaram tipo— Louie, eu achei o arco do Louie muito bom, apesar de ter umas coisas que estendia, mas assim, para mim foi o melhor arco todo, Louie no geral. O Legoshi ficou muito ruim, e esses personagens que enfiaram no meio ficaram— meu Deus, joga fora essas pessoas, porque a gente não precisa deles essa história. O negócio ficou mediano, não vou falar que ficou muito ruim não, que teve coisa muito boa também.
E também segue a personalidade dele, a gente não pode esquecer qual que é a personalidade do negócio. Agora teve muita coisa, eles encheram muito essa história. Tanto é que primeira temporada 12 episódios, segunda temporada 12 episódios, terceira temporada 24 episódios. Encheram muita linguiça, expandiram muito esse universo que era muito limitado na escola e levou para o mundo, e não souberam trabalhar muito bem nisso. E no final, o problema é que ficou meio chato.
Não ficou ruim, ficou chato. E assim, não é pecado ser chato também, mas o melhor seria que não fosse, porque a primeira e a segunda temporada não são chatas.
Então vamos ver a procedência da carne que foi usada para fazer essa linguiça, hein? Sei não, vai dar azia, hein?
Olha bem se não tem melda no meio da carne.
Não, a gente pagou melda ao longo da temporada. Então, meu povo, chegamos ao fim de mais um Uhuu Taquié Cast. Mas antes disso, chega um momento que não importa quantas temporadas tenha, não importa quantos episódios tem, não importa quanta merda a gente fale nesse momento. Esse momento sempre entrega tudo. E que momento é esse, substituta do Gabriel?
As cartinhas dos otakus! Eu tenho que impostar mais a voz para parecer com o Gabriel, tá difícil.
Tem que fazer uma, você tem que fazer alguma piadinha também, para um trocadilho com o nome da cartinha dos otakus que ele sempre faz.
Ah, mas nem sempre, nem sempre. Eu vou treinar no próximo episódio, se o Gabriel não puder vir, eu já vou vir treinada essa semana inteira.
Isso aí, isso aí, aplicada! E o menino, o nosso menino Gabriel, nosso menino Gabriel, ele tá, tá vindo pai, né, gente?
Cara, tá sendo pai, tá sendo pai, seguiu a escola do mestre, tá sendo pai.
E bom, já que tava falando do Gabriel, Gabriel também deixou um comentariozinho aqui para gente, mandou a sua cartinha dele. Bicho safado, vai trocar a fralda do teu filho, vagabundo! Mas coisa Vai ninar tua criança! Tá escrevendo o quê aqui? Pode ouvir o Taqueira, que dá para ouvir e fazer outra coisa ao mesmo tempo, mas escrever não, parceiro. Ai, cuidado! E aqui ele manda cartinha no último episódio, 319: meu filho não nasceu hexa e Diego é do espanhol certo e não argentino. E a nossa querida Brenda replica: é o Diego do RBD, né?
Eu sempre achei que fosse Diego do Gelo, né?
Também tem muitos Diego memoráveis por aí.
Eu não sei se o Gabriel Gamboa, que tem Diego também, foi um ex-jogador do Flamengo.
Tem um Diego da Ragatanga também, vem virando a esquina.
Bom, dado o recado aqui, é o Diego Espanhol, é o Diego do RBD. E Gabriel Vagabundo, vai cuidar do teu filho, rapaz, vai trocar a fralda do moleque. E por favor, conte história para gente que ele te cagou de merda ou mijou na tua boca, por favor. Queremos história quando você retornar.
Eu tô doida para eles voltarem logo, só muitas histórias, gente.
E falando em gente que tem história, vamos começar com essa primeira cartinha do nosso mano Alaphi. Então, o melhor da massa, fala para nós o que que o nosso amigo, que estamos torcendo que se torne um ex-fumante, mandou dessa vez.
Vamos aqui ler a cartinha do Alaphi Cabral. Bom, sobre o anime não dá para mim falar porque não assisti. E sobre o que a Jana falou, eu também me incomodo com o cheiro do cigarro, por isso só fumo trabalhando, já que eu trabalho sozinho ou em casa. Fora de casa é muito difícil eu fumar, aí vou com house no bolso. Deve ser isso. Quando a vontade de fumar, eu chupo uma bala. Enfim, um beijo para Jana e um beijo para rapaziada, e um abraço para o Milo. Abraço recebido.
Beijo também.
PS: tá difícil achar mangá no Jack Sparrow, viu? Só tô achando em espanhol ou inglês. Ainda bem que eu manjo de espanhol, senão tava lascado.
Eu aprendi espanhol por conta disso.
Eu meio que desisti, eu não tô achando jeito nenhum também depois dessa lei antipirataria aí, tá foda. PS2: a Jana sabe, mas eu quase morri esses dias. Kkk. Será que pode contar isso? Que agora eu tô curioso.
Ele caiu do andaime, o pé morreu.
Meu Deus. PS3: façam logo o cast da parte 3 de jojo, senão, senão a Brendinha vai morrer do coração. É verdade, quem sabe, né?
Temos que ver isso aí, temos que fazer isso aí, né? Mas olha só, nós já estamos entregando muito. Tem uma coisa que não tá sendo entregue ainda.
Nossa, mercenário!
O cara quase morreu.
Você tá falando da Brenda?
Porra, você tá quase morrendo de outras coisas, você ainda tá dando ajuda para morte, pô, com cigarro? Pois é, porra, para de facilitar o trabalho dela, porra! É isso. Bom, além do nosso querido Arfi, nosso querido Gutão da Massa também mandou seus 2 centavos para falar do nosso cabeça de jacaré favorito. E ele manda aqui: fala, meus amigos, espero que todos estejam bem. E primeiramente, um parabéns especial ao casal Gabra e Tainá, que agora são 3.
Viva o Diego! Peça a Papai do Céu que essa família seja cheia de amor, paz e harmonia. Viva a vida! Viva, viva, viva! A vida é uma festa, meus amigos! Antes de qualquer comentário sobre o cast passado de Dora Dora, eu me atrevo a fazer uma sugestão de pauta. Me sinta à vontade em fazê-lo, não necessariamente ser atendido. Aqui a gente atende quase tudo. Daqui a pouco até anime de calcinha que volta no tempo a gente tá atendendo.
Pode demorar, só dá tempo ao tempo.
Eu acho que seria bem legal haver um quadro de Indicações, o que que vocês consumiram na semana?
Eu acho que o que mais consome coisas aqui sou eu, né?
É, então, querido Guto, nós já tentamos fazer isso, mas a única pessoa que consome coisas no atacado é a Jana. Eu luto só para assistir o que tá combinado, o a mais, eu sou igual o Baloo. Qual o nome do urso lá do Mogli?
Acho que é Baloo mesmo.
Baloo, né? Eu tô igual a música dele, somente o necessário, o extraordinário é demais para mim.
Vou te falar o que eu consumi. Abriu o Reels do Instagram, fiquei só mexendo o dedinho assim, ó, para cima, semana inteira.
Mas olha só, coincidentemente, uma coisa que eu consumi fora do mundo dos animes foi uma peça de teatro aqui no Rio, muito boa, para te ver feliz. Peça show de bola para aí quem curte um pagodinho, um sambinha de qualidade. Atuação de todo mundo tá ótima, gente, vários clássicos do samba nacional. E continua, que poderia abarcar qualquer tipo de mídia, formato, duração, Por exemplo, um livro, um comercial, um curta, um documentário, uma reportagem, sei lá, parada é dizer.
Então olha só, dá para botar o teu, o teu Reels aqui, ô amigo, que você falou. Teve algum Reel bom que tu assistiu?
Ah, tem, tem ótimos. O Alaph me manda vários sensacionais.
Hoje eu ganhei de caprova.
Aí eu já não sei, o Mestre também me manda uns de transprocedência, ó, nota 10.
É, gente, porque eu acho que daria mais opções de interação com a gente, pois nem sempre assistimos ou assistiremos a obra do Cash. Ficou mais caro, minha sugestão? Ficou, entendemos, entendemos. Mas é, vamos ver, vamos ver, amigo. Eu vou, amigo, vamos ver, o gosto.
Eu topo.
A Jana sempre vai ter alguma coisa para trazer, então pelo menos alguém vai falar algo.
Assistiu um filme do Nicolas Cage dos anos 80 que, meu Deus, Arizona Nunca Mais. Quem quiser assistir, ó, por sua conta e risco.
Eu estou assistindo uma animação no YouTube onde de novo o Guilherme Briggs dubla um demônio gay e tá sendo sensacional.
Ah, não duvido, o homem se especializou nisso, né? E olha só, gente, fui tapeado! Eu jurava que ele tinha dito sobre Dorodoro, mas não, só foi para dizer a recomendação e finalizou. Já já eu falo sobre Dorodoro 2, ainda estamos todos perdidos no caos. Valeu!
Fui tapeado aqui, ótimo! Quer dizer que vai ter ainda, temos algo a aguardar.
Jurava, jurava escreve um oi. Mas tá bom, tá bom, então sugestão anotada.
Mas gostei do trocadilho do ainda estamos perdidos no caos, isso é duro.
E aí, para fechar nossas cartinhas de hoje, temos ela. Falamos do pai, agora vamos para filha. Então, Jana, manda a cartinha da Brenda para gente.
Oi, oi, Brendinha lovers, tudo bem com vocês? Seja bem-vindo, Diego Baby. Eu acompanhei semanalmente esse anime jantando que nem Minha Jana. O anime, gente, esse aqui é de qual anime mesmo? Ah, nossa, Jantando! Ah, brinquinha das minhas, gente. A abertura e encerramento desse anime estão impecáveis, não pulei nenhuma vez. Concordo plenamente. E aí vem a resposta, gente. Eu apliquei isso para minha vida, eu tô fazendo em todo mundo assim, todo mundo que eu tô comentando o perfil, eu comento o meu comentário porque que eu achei isso muito legal.
Então vamos continuar. Viva Jana Dura! Obrigado, brindinha, minha maior apoiadora no momento. Foi a nossa presidenta Jana que trouxe Dorohedoro para nós galinhos. Eu preciso ser justa, ô Júlio, vou ser justa aqui. Foi o Júlio que trouxe.
Brenda, já te falei, você se dedica ao Jota errado. Quem compra os teus bagulhos sou eu, não é a Jana. Já te falei isso.
Não é minha culpa que agora eu não posso participar da agenda. O Júlio tá fazendo sozinho. Antes era um negócio compartilhado, agora é só ele que tá fazendo.
Certeza que a Brenda passou mal um pouquinho agora ao perceber que elogiou o Jota errado.
Não, não elogiou o Jota errado, porque quando eu não concordo com agenda, quem é a primeira a movimentar para poder trocar as coisas? Então pera aí, eu, o Júlio trouxe agenda, eu concordei com ele, as coisas funcionaram. Mas continuando, eu aponho, eu apoio a era fitness da Jana. Se assistir um episódio por dia de academia, já são 48 episódios. Brendinha, 2 episódios na esteira, maravilhoso! 2 episódios por dia para você assistir enquanto tá fazendo esteira, dá uns 40 minutos da esteira, 40, 50 minutos, ótimo.
E a culpa do Júlio que a minha era fitness não voltou, porque não quer só sobre Jojo. Mas continuando, na parte 3 do Jojo tem um episódio que eles tomam caldo de cana, a famosa garapa. Aí eu detesto caldo de cana, gente. Ah, que isso, é uma coisa pura açúcar, gente.
Porra, Brenda, tu ainda segue isso ainda?
Não dou conta não, gente. Duas coisas que todo mundo ama, líquido que todo mundo ama e eu não gosto, é caldo de cana e água de coco, não gosto de água de coco.
Nossa, nem pise no Rio de Janeiro, nem vem, nem vem para o Rio.
Falando em caldo de cana, eu acho que tem um coiote tentando me pegar, porque já segunda vez que eu estou andando de carro, aí tem uma placa apontando para o nada apontando alguma coisa grátis. A primeira placa foi sexo grátis apontando para o mato, a segunda foi garapa grátis apontando para o mato também. É garapa Eu quase fui.
Ai, gente, não, não me pegaria, cara. Esses dias eu fui comprar garapa para minha avó e o cara fez demais, e ele me deu um copo extra para não desperdiçar a garapa. Eu não consegui beber, gente, eu não consegui beber. Aí eu levei a garrafa e o copo para casa e entreguei para minha avó, que eu não— é muito doce, é muito extremamente doce.
Se fosse alguma coisa que você gostava, você tinha recebido metade do copo só, né?
Mas tem gente que coloca limão para dar uma quebradinha no doce, né? Às vezes, cara, eu gosto muito de limão, então talvez colocando limão funciona. Depois eu vou testar.
Aqui no Rio é direito, o chorinho é institucionalizado. Você pediu garapa na cadeia, caldinho de cana, pede seu caldinho de cana, filho, o cara serve, espera você dar um gole e ainda vem completar. Depois. Porra, bom demais, gente!
Bom demais! Coisa assim que eu gosto, igual vai na feira, vai comer pastel, por exemplo, eu gosto suco de laranja, mas sem açúcar, só gelo, o caldo da laranja, e é ótimo. Agora garapa, água de coco, suco sem ser suco de laranja, muito difícil eu tomar.
O açúcar você dá para o mestre, né? Você fala, não dá para esse cara aqui, dá o açúcar para o mestre que eu fico com o resto.
Cara, o mestre, ele é profissional em comer e beber o que eu não quero. Porque assim, eu quero experimentar isso, aí não gostei, passa para o mestre, evita desperdício. Coitado, eu já fiz ele comer coisa tão horrível também. Mas aqui, continuando, o novo comentário: então quer dizer que o meu pai Guto não me chamou para assistir o It Hat Ateliê? Acabei Descobri que tô sendo excluída dessa família. Poxa, eu achei que ele tinha assistido com ela.
Não foi, foi com a caçulinha. E para complementar, temos um comentário do Alaph nos comentários da Brenda, que é: você está quase, mas quase me convencendo a assistir de tantas bizarrices que tu fala. Assim, tá, Alaph, é bom, é muito divertido. Jojo é o anime shonen hétero mais gay que eu já assisti na minha vida, porque os personagens são extremamente gays. Gay e da melhor forma possível. E é muito bom, muito porreta. Se você gosta de porradaria, tem uma porradaria boa.
Se você gosta de breguice, tem uma breguice boa. Se você gosta de gayzice, tem uma gayzice boa. Tudo bom, traço massa, poses, poses, jojo pose.
Hoje eu não tô podendo fazer nenhuma jojo pose não, tô com uma dor na lomba, nas costas fodida. E Jesus, tá difícil, gente. Se eu tentar fazer uma daquelas poses, é hospital.
Coitado. Aí, meu povo, entrega as cartinha de hoje.
Mas, gente, eu amo conversar com a Brenda, com o Alisson, com o Gutão da Massa, mas eu quero conversar com mais gente. Só converso com os mesmos. Quero mais, quero conhecer gente nova, galerinha. Pô, vamos aproveitar que lá na Rádio Verde estamos crescendo, já batemos a marca aí dos 660 seguidores. Porra, vamos lá, vamos ver se até outubro a gente fecha 666 para fazer um especial nosso. Cadê esse tanto de seguidores? Cadê as cartinhas, galera?
Vamos mandar cartinha, que é tão tão simples, gente, tão simples. Vai lá na Rádio Verde, manda sua cartinha. Se você quiser mandar uma cartinha maior, tem o @otacarecast. Ou ainda, se você quiser mandar uma carta maior ainda, com lauda encadernada, você tem a nossa carta eletrônica através do otacarecast@gmail.com. E ainda, se você quiser mais do que carta, mandar money, verba, bufunfa, din-din, grana para nós, para apoiar nós aqui, é muito fácil também.
É só mandar através do otakacash@gmail.com. Saiba que essas doações podem ser convertidas em fraldas do Diego, não sei, de um de nós. Bem provável que com essa vida que a gente tá seguindo, a gente precisa usar fralda antes do tempo. Então vamos comprar fralda para alguém. Se é para o Diego, para a gente, aí não sabemos. Vamos ver com o tempo aí. Então, meu povo, ajuda nós aí, compartilha a palavra do Otaqueira por aí e ajuda a gente a crescer cada vez mais.
Mais e mais. Então, dito isso tudo, vamos agora para as nossas considerações finais, começando com ele, nossa besta estrelada, Mirão da Massa. Fala para nós, Mirão, o que que você achou de Beastars como um todo? Você curtiu? Você vai uivar para a lua ou você vai cagar merda para essa temporada?
Eu acho que essa temporada começou bem com o Legoshi sofrendo de abstinência, mas passou rápido essa fase da abstinência dele e teve muita coisa que eu achei desnecessária na série. Foi bem arrastada. Então o que me fez continuar assistindo esse anime, além da obrigação de fazer parte desse episódio, foi o amor que eu tinha pela primeira e segunda temporada. Claro, também tem o fato de que eu não consigo, né, parar de assistir o que eu já comecei.
Mas se não fosse esse episódio, eu teria demorado bem mais para assistir esse negócio. Então eu acabei com um gostinho agridoce na boca, ficou meio, poxa, a série era tão boa e virou esse negócio aí, foi cumprido, não precisava cumbre desse jeito. Então eu acho que chamar de melda também é muito, não é, não chega para tanto. Então vai ser uma cagadinha de melda de leve.
É que é de cabrita, né, redondinho e tal, né? Isso pode virar café, né? O café tem um café cagado, né? É feito disso, bichinho come, caga, e depois você só coa, aí você toma melda.
Exatamente a melda do anime.
E você, Zé Guedes Monteiro? Isso aí, você, Zé Guedes Monteiro, eu lembro da senhorita lá nos primórdios do Ataque ao Cast, quando a senhorita tinha um celular ruim e um sonho para gravar com a gente. Eu lembro disso. E olha só onde estamos.
O áudio ainda continua meio merda, né, mas tá bem melhor.
E eu lembro que a senhorita uivou para primeira temporada. E para essa daqui, para conclusão desses 7 anos, você uivará igual uma loba orgulhosa ou vai ter que cagar em cima?
Cara, como eu disse, a melhor coisa que eu fiz foi ter assistido tudo desde a primeira temporada, que tornou esse caminho um pouco melhor do que só assistir essa terceira temporada. E batendo novamente dessa tecla, não é que seja ruim, o anime é muito bom, a premissa é muito boa. Eu acho que eles não souberam trabalhar bem a expansão desse universo e acabou tendo umas barrigas, acabou tendo umas decisões de de roteiro meio duvidosas, muitos personagens que não foram tão bem aproveitados.
Mas no geral, tendo, comparando com a própria obra, deu uma caída boa, mas não chegou a ficar ruim. Eu assisti de boa, ficou meio arrastado em alguns momentos, mas consegui assistir a temporada toda tranquilamente. Ainda bem que eu me organizei, porque ainda consegui terminar tudo antes do final de semana, gente. Faz muito tempo que eu não tenho um final de semana livre, desde que eu entrei para esse podcast. Mas consegui me organizar bem, assistir, não sofri assistindo.
Então isso mostra que tem coisas positivas, né, o fato de a gente não sofrer assistindo. Mas eu acho que, para lembrando de toda a trajetória, deixa, eu concordo comigo, deixou um saborzinho agridoce ter fechado dessa forma. Infelizmente infelizmente tem que concordar com o Júlio. Todas as decisões foram corretas, só não foram bem executadas. E eu acho que foi a melhor definição e veio do Júlio, gente. Que isso! Mas é isso. Infelizmente eu queria que tivesse sido melhor porque eu tenho muito carinho por essa série e eu esperei muito tempo.
Eu tanto que eu enchi o saco do Júlio para a gente gravar a primeira metade e depois quando saísse a segunda metade a gente a gente gravava. Ainda bem que o Júlio não me ouviu nesse contexto aqui. Ainda bem que ele não me ouviu e a gente esperou para gravar tudo de uma vez, senão teria sido pior a experiência. Com certeza teria sido bem pior a experiência. E eu queria vir aqui falar que eu amei o final, da mesma forma que eu só falava flores da primeira temporada, que eu fiquei empolgadíssima.
Não escutei novamente porque é da era negra do Otaqueira, então os 50 para baixo a gente pode ouvir novamente, mas eu sei que eu falei muito bem e que eu bati na tecla várias vezes de como o negócio é um gostoso. Deu saudade da Bia também, ela podia ter participado dessa gravação. Me deu muita saudade dela assistindo Beastars. E isso, gente, vai ficar contido aqui porque não mereceu não um uivo para lua não, mas não fiquei triste de ter assistido.
Queria que tivesse tido melhor, mas não fiquei triste ter finalizado essa série. Mas e o senhor, hein, senhor Júlio, que fez parte dessa nossa trajetória? Muito amor por Beastars. Como finalizou? Como seu coraçãozinho recebeu essa última temporada? Merece seus uivos, ou você— a gente vai continuar concordando e não vai nem uivo nem merda para gente? O que que o senhor achou?
Então, né, nossa, Eu lembro quase como se fosse ontem, a gente se divertindo com aquela abertura maravilhosa, som de jazz, bem bonitinha, linda. A primeira vez, o primeiro encontro entre Regoshi e Haru, que o Regoshi sai das sombras e abraça por trás da Haru, e ela fica com medo que iria ser devorada naquele momento, e não. E a partir daí, tudo que aconteceu com a história do nosso pequeno lobo, né, protetor. Nós vimos ele crescer, vimos ele lutar contra leões, contra ursos híbridos, vimos o nosso amigo ganhar a cicatriz, quantas cicatrizes ele foi ganhando, e até orelha ele perdeu nesse processo todo.
Mas mesmo com isso tudo, a sensação fica um gostinho de melda na boca, fica um gostinho de melda, porque tinha tudo para ser aquela série que você acompanhou e viu, caraca, meu, incrível isso. Talvez se um dia nós falamos, cara, é impossível isso terminar ruim, foi um momento que a borboleta bateu as asas e chegamos aqui. O efeito borboleta aconteceu. Se alguém ousou falar não tem como, besta, começar a ser ruim, ele foi lá, falou: segura minha cerveja, segura meu Guinness, que tem como.
É, gente, foi duro, foi difícil, teve seus momentos, tem seu momento, não dá para negar, tem essas piudazinhas que lembra, que me lembrou porque que eu gostei tanto de Beastars. Mas no final de tudo, fringidos eggs, ai, foi um pouco triste, merecia mais. Acho que Beastars é o tipo de obra que merecia mais. Foi uma das obras que quebrou talvez aquela barreira do 3D. Até então todo anime que era todo em a gente já torcia o focinho.
Ele foi lá e mostrou, não, dá para ser bonito, dá para ser legal, e mostrou. Mas em quesito história, acho que deixou muito a desejar. Por mais que, como eu comentei, o que aconteceu com os personagens eu concordo, o como aí a gente discute. Mas enfim, foi uma jornada gostosa. Talvez aqui valha que a máxima importante não é o fim, mas são os amigos que fazemos ao longo do caminho. E só me resta, sei lá, dá para uivar e cagar ao mesmo tempo?
Não sei, não sei se cachorro-gobo consegue fazer isso. Então me imagine ao mesmo tempo que estou uivando, tá caindo pequenas bolotas de merda.
Não, não quero imaginar isso não, por favor. A última vez que a gente veio com essa história de me imagine fazendo tal coisa foi a primeira capa da Thai com Milo cagando e vocês de líder de torcida.
Pô, e Olha só quantas coisas maravilhosas não vieram daqui a cabo. Então às vezes cagar faz bem, gente. A melda pode trazer coisas boas.