OtakeiraCast - Ep.319 - Prontos para usar os pós da segunda temporada de Dorohedoro S2?
Fala, otakeiros e otakeiras, sejam bem-vindos a mais um Otakeiracast, seu podcast que adora usar um pó preto sobre animes, filmes e tudo mais que for oriental, e às vezes, nem tão orientais assim.
E no episódio de hoje, os feiticeiros JF, Milo e Jhana Monteiro irão se juntar 6 anos depois para falaram sobre a segunda temporada de Dorohedoro.
Pix OFICIAL do OtakeiraCast: otakeiracast@gmail.com
Arte: @theartoftai
- Recap da segunda temporadaConfusão e complexidade da trama · Personagens e núcleos · Gore e violência · Estética e referências · Caimã · Nikaido · Pará · Olhos Cruzados
- Personagens de One Piece· EntretenimentoPoder de cura de Noi · Desesperança de Shin · Lutas e ressurreição
- Avatar· EntretenimentoLive action vs. animação · Perda do misticismo do Avatar · Mudanças de roteiro e economia de CGI · Corte do Appa · Comparacao de Adaptacoes
- Sao Joao da CruzFigura messiânica e divina · Consumo de itens e transformação · Roubo de poder de feiticeiros · Dualidade com Caimã · Novena a São José
- Witch Hat Atelier - SinopseEstética e comparação com Frieren · Inspiração em Harry Potter · Construção de mundo · Magia como linguagem · Coco · Gojou
- Daimons e Entidades LuciferianasÓrgão produtor de magia · Mini demônios como órgãos
- Os Olhos CruzadosEstratégias de combate · Falta de magia e pó preto · Liderança e propósito · Rihanna
- Poder sobrenatural e milagresPoder de teletransporte · Criação de bonecos com tempo de vida · Condenacao Golpista
- Parar de fumar e cogniçãoAdvertências nas carteiras de cigarro · Fatores para parar de fumar · Recaídas e redução gradual · Anticoncepcional e risco de câncer
- Nascimento do netoLicença maternidade de Thay · Nascimento do filho · Thay · Pilatos
- Os Nove Círculos do InfernoVisão do inferno e tortura · Corvo demoníaco e açougue · Neil Gaiman · Anulação de poder
- Filmes de TerrorA Casa dos Mil Corpos · Estética cyberpunk
- Duna (Parte 1 e 2)Trauma com a versão antiga · Chatice do primeiro filme · Audiobooks como alternativa
- O personagem invisívelDeus Ex Machina · Invisibilidade e esquecimento
- PIX na ArgentinaVitória da Argentina · Diego Maradona
Fala, turma da Taquera!
Sejam bem-vindos a mais um O Taquera Cast, seu podcast que adora um pó estranho sobre animes, filmes e tudo mais do que foguetão e Às vezes nem tão orientais assim. E no episódio de hoje, em 2020 chegava um anime bem estranho sobre uma pessoa com cabeça de jacaré que tinha perdido a memória, mas que adorava comer gyoza. E agora, 6 anos depois, chegou a temporada desse mesmo anime. Hoje vamos falar sobre Dorohedoro, e para me ajudar a explicar o que foi essa temporada, Temos aí que tá fazendo óculos em troca de papel higiênico, o Milo!
Bom dia, boa tarde, boa noite, milovers! Eu sou o Milo e alguém pode me dizer se a Laerte fez parte da produção desse anime? Porque eu não entendi nada! Não vou conseguir te explicar, Júlio.
Entendi!
Essa referência é só realmente quem via TV Cultura, é muito avançado.
Só quem lê a Laerte vai entender essa referência aí.
E para encontrar a cabeça de hoje, temos aqui só com o pino demoníaco da cabeça pra aguentar os nossos comentários, Jana Enfeitiçada Monteiro!
Olá pessoal, e eu amo Kyoza, tamo junto, Caimã!
Justo, simples!
É a coisa mais simples que vocês vão ouvir sobre essa temporada!
Então vou soltar com o Jotaca, e sem mais enrolação, venha fazer sua tatuagem no episódio de hoje, aberta no Play! E vambora! Então, meu povo, hoje vamos falar da segunda temporada de Dora e Doro. Mas antes disso, antes disso, você deve ter reparado assim que talvez hoje o cast também enxuto, né? Tá faltando algumas pessoas. Mas olha só que coisa, ao mesmo tempo que está faltando dois membros aqui no Otaqueira, um novo membro acabou pode surgir no futuro.
E finalmente o cogumelo da Thai! Finalmente a impressora 3D foi ligada e Dieguito já está entre nós, gente! Finalmente, finalmente, gente! Depois de muitas piadas, depois de muita espera, finalmente Diego está entre nós, gente!
Que lindo, gente! Temos mais um integrante da Taquera Baby aí. Sim, gente, a Thaí tá bem. Já dá essa notícia para quem nos ouve, a Thaí tá bem, Dieguito tá ótimo, todos bem. Família cresceu de maneira lindamente.
Ela tá melhor que o Gabriel, caso o Gabriel tá de acabar.
Já mandem sugestões de anime infantis para a gente falar aqui, viu, no próximo Taqueira.
Vamos falar sobre, colocar, acho que podemos falar de alguns animes fofos como aquele Boa Noite Pum Pum. Eu acho fofo pelo desenho. Aqui que já gravamos. Isso, acho fofo. É um bom anime para celebrar a vinda de Dieguito no mundo. São bons animes. Madoka Mágica pode ser uma boa. E olha só, gente, coincidência ou não, no dia que Dieguito está nasceu, né, já tá nascendo, já nasceu, o bem venceu, né? Porque finalmente a Argentina perdeu, gente. Olha só, coincidência? Acho que não.
Ou o Dieguito não nasceu em uma Copa em que a Argentina foi campeã. Já é um bom prestágio.
É estranho que um cara, que um cara que tem um nome, tem quase que o nome do Maradona, né, fez a Argentina perder, né.
Vamos torcer que as coincidências com Diego Maradona fiquem só pelo nome, né. Não que ele, não, ele tem que aprender a jogar bola porque o Hexa depende dele. Nós já estabelecemos isso, o Hexa vai vir graças ao Dieguito. E que diferente de muitos personagens do Doredor, que ele não seja afeito ao pó, pode fazer mal, que nós não apoiamos o uso de pó de qualquer cor que seja.
Ainda bem que a Thay não tatuou, meu filho vai nascer X, hein?
Que bom, é uma mulher sensata, né, gente?
A gente tem que lembrar disso sempre, sempre. Bom, gente, então tô aqui feliz. Então lembrando, estamos agora que a Thay vai entrar em licença-maternidade, né? As próximas semanas, capas vão ser um pouco mais humilde, mais humilde no nível da Thay. Não se preocupe, temos já um plano B, mas a gente espera que entre uma mamada e outra ela possa desenhar talvez uma coisinha, e quem sabe até participar aqui com nós. Dito isso, vamos ao que interessa, vamos tentar falar sobre Doredor, que eu estou querendo muito que alguém me explique o que que foi essa segunda temporada.
Então quem, quem será o bravo ou a brava que irá trazer a sinopse? Que dessa vez eu não me atrevo, que eu não entendi porra nenhuma o que aconteceu.
Deixa eu abrir o ChatGPT aqui, vou perguntar para ele.
Então, gente, eu vou tentar, vou tentar introduzir, porque explicar não vai dar certo. Então, gente, nessa segunda temporada a gente tem essa continuação da história do nosso querido Caimã e Nikaido e uma cacetada de personagens, porque assim, eles não economizaram em personagens nessa segunda temporada. Caimã, ele continua nessa saga de encontrar a pessoa que o transformou, né? Porém, já no início dessa segunda temporada, Nikaido, ela foi sequestrada pelo Wayne.
Ela acaba— o Caimã, ele acaba descobrindo que ela é uma feiticeira e ele odeia feiticeiros, mas ele ama ela. Então ele entra nessa crise e vão salvar a Nikaido. Aí aparece mais gente que era conhecida da Nikaido, a gente começa a conhecer a história da Nikaido. A gente tem muitos momentos com a trupe do En, que a gente descobre mais sobre a história dele também e sobre a relevância dele como esse líder, e que ele realmente é muito atuante nessa pequena comunidade dele.
Muitas coisas vão acontecendo, gente, é muita coisa acontecendo. A gente descobre que na verdade a pessoa que tá dentro da cabeça, dentro do Caimã, não é exatamente o Caimã. A gente descobre mais sobre essa cabeça dele. Ai, gente, eu não sei o que dizer, é muita coisa acontecendo, muitos núcleos acontecendo. A gente tem mais desses olhos cruzados E é gente para caralho também. A gente é introduzido novamente essa questão do líder das olhos, dos olhos cruzados, que é um personagem do caralho.
E eu tô empolgadíssima para terceira temporada por conta dele. Gente, muita coisa acontece, eu não sei mais o que dizer.
Desculpe, muita mutilação também, gente.
Gore para caramba. Eu acho que ele, essa segunda temporada é muito mais gore que a primeira. E olha que tem muito gore na primeira temporada.
A abertura do desenho já começa com o cara sendo no meio, né?
É muito boa, muito boa abertura, encerramento. A gente, a estética desse anime é do caralho, ela é muito boa. Só que assim, é muita coisa acontecendo, fica confuso. Esse, a segunda temporada, para mim ela ficou excelente, mas ela é muito confusa. Se você perde uma coisinha, você se perde.
Tem muitos núcleos e cada episódio tem 3 títulos, né? Não é só um título, muita coisa acontecendo em cada episódio.
E a gente vai vendo os O núcleo, eu acho que assim, é bem dividido, caralho, né? Mas assim, a gente tem uns 3 núcleos principais, que é o núcleo do En, o núcleo do Caimane, Caio e companhia, e os médicos e tal, e o Johnson, e o núcleo dos Olhos Cruzados com o loirinho lá, que eu já—
é isso, acho que é algo assim.
Esse terceiro núcleo, os Olhos Cruzados pobres e o Rizu em busca de vingança. Mesmo assim, é muita coisa acontecendo, os núcleos vão se dividindo e coisas vão acontecendo.
E meu Deus, é, os núcleos se dividem, um momento se junta, depois volta a se dividir, é uma doideira. E só que assim, como eu comentei lá no início, é um anime que foi lançado em 2020 e só por algum motivo em 2026 ele retornou. Agora, talvez uma boa notícia, que pelo menos a terceira temporada já foi confirmada. Se ela vai vir daqui a uns 2 anos ou só em 2032, não sabemos. Mas pelo menos tá confirmada, então ela não vai entrar no limbo.
Mas que fez uma diferença, esses 6 anos fez uma diferença. Que era, eu juro, eu tentei ouvir pelo menos o último episódio da primeira temporada para ver se eu lembrava das coisas. Algumas coisas foram aparecendo conforme o tempo, minhas memórias foram vindo, mas que eu fiquei perdido mais do que o nosso cabeça de jacaré tentando lembrar quem ele era. Eu fiquei perdido, gente. Chegou um momento da série, eu falei, tá, aceito, é isso.
Um motivo em algum momento eu descubro, mas vou curtindo a viagem, vou curtindo a jornada aqui. Esse pessoal que curte um BDSM, umas tripas voando daquele lado, demônio, capeta. É isso aí, gente, é Japão, é Japão.
Muito Japão isso aí. Mas, cara, eu lembro bastante, eu lembro dos personagens, lembro de um pouco da estrutura que os Os feiticeiros, eles têm que funcionar em par, né, o lance das máscaras, e que eles têm um órgão que produz magia. E eu adoro essa biologia mística que existe nesse anime. Tem uma explicação biológica, mas não é exatamente biológica, é um negócio bem místico assim, né. Você só tem que aceitar. Esse órgão produz fumaça mágica, e o mais legal ainda, o órgão não é exatamente um órgão, é como se fosse um mini demônio que fica acoplado nos seus órgãos. E é bizarro, como tudo nesse anime.
É esses detalhezinho do tipo, ah, eles têm um órgão. Com o tempo eu mais aceitei do que de fato eu lembrava. Mas eu não sei, cara, é relevante só para o final isso aí, né? É nem isso, eu não sei, cara, porque eu lembrava muito bem da relação entre Nikaido e Caimã. Eu lembrava muito bem disso e a dinâmica que os dois tinham era muito legal. E como da metade para o fim o Caimã some, e na primeira metade ele tá, mas não tá tanto assim porque começa começa a dividir tempo de tela com outros personagens, a gente vai ver no outro núcleo.
Porra, eu senti uma saudade do Caimã, cara, daquele Cabeça de Jacaré. Eu tava 6 anos sem ver o Cabeça de Jacaré e eu mal vi Cabeça de Jacaré.
É um detalhe legal sobre ele, pelo menos na primeira temporada, é que toda pessoa que aparecia na frente dele, ele enfiava dentro da boca e perguntava: é esse cara que me matou? Aí aparecia uma outra pessoa dentro da boca dele e falava: não, não era. E nessa segunda temporada não teve nenhum momento isso, né?
É porque, cara, primeiro a gente nessa segunda temporada a gente descobre que eles não são a mesma pessoa, né? O Caimã e a pessoa dentro da boca dele não é ele. E a partir do momento que a história conta para gente quem na verdade matou, vai contando aos poucos quem na verdade matou o Ritsu, aí a gente já— esse negócio de ficar procurando já também Não tem tanta importância. Se bem que ele faz isso com a principal, que é a Nikaido, né?
E assim, gente, uma coisa que eu acho que vocês não fizeram e o que eu aconselho todo mundo a fazer é reassistir a primeira temporada antes de assistir a segunda. Faz muita diferença.
Entendo, irmão. Esse final de semana eu já nem me botaram o aniversário de criança, que eu precisei voltar para minhas antigas terras de Macaé. Eu assisti isso na correria, entre uma dormida, onde buscar, eu falei não. Não dá, não dá.
Eu tive a brilhante ideia de assistir esse anime na hora do almoço no trabalho. Sabe que quando chegou o primeiro episódio eu falei, não, melhor não assistir na hora do almoço. Nem por minha causa, mas é porque tipo o almoço no meio de um monte de gente, né? Não é todo mundo que vai aguentar ver gente dilacerado o tempo inteiro, né?
Eu descobri tanto sobre mim assistindo esse anime porque eu tava lá jantando e assistindo ele e eu, nossa, quantas Quanto sangue, quanta tripa, né?
Dá uma fome, né?
Nossa, tranquilamente, muito tranquilo. Ainda bem, né? Lembrando que eu sou enfermeira, então é bom, né? Eu tenho estômago forte para essas coisas.
Olha, tem estômago forte sim, mas gostar das vísceras furando, não sei não.
Gente, gore bem feito é muito bom.
Carinha entre trabalhar com enfermagem e ser uma serial killer é muito tênue, né? Não sabe, né?
Eu tô falando, gente, eu tô falando de Então, não fico vendo gordo no dia a dia, assim, é na vida real. Raramente eu vi pessoas tendo abertas e os órgãos todos para fora. É legal também, mas assim, raramente eu vi.
A não ser que você trabalhe num pronto-socorro 24 horas, que aí você vê, né, os gordavidros, acidente bizarro que chega lá na maca, né?
Geralmente eu via no centro cirúrgico, né? Eu já assisti muita cirurgia. É legal, é legal.
Tá, mas o gore, entre aspas, da cirurgia é tão contido que nem chega a ser gore, né?
Depende da cirurgia.
Eu não sou especialista, eu não sou especialista de porra nenhuma, mas eu espero que uma cirurgia não tenha muito gore, senão deu ruim. Eu passei por uma bem de leve no nariz, um sólido de 27. Eu espero muito que nenhum momento tenha guichado sangue assim.
Mas tem cirurgia que tem que abrir o abdômen e colocar todos os órgãos para fora e depois colocar tudo de volta. Faz parte da cirurgia. Isso é bem gore, eu acho, pelo menos. Mas é um gore controlado, gente, é um gore assim que a pessoa sabe o que tá fazendo. Aí, se bem que o serial killer também deve saber o que que tá fazendo, né? Uma coisa que eu achei muito massa nessa segunda temporada, porque assim, os meus personagens preferidos são a Noa e o Shin.
A dupla tem que ser os dois juntos. Eu adoro esses dois personagens juntos e eles estão muito soltos assim, eles estão assim, não tô nem aí se eu morro. Ainda mais que vive ressuscitando, então nem aí. E assim, todo mundo tá muito nem aí, ainda mais que eles têm o bichinho lá que ressuscita, facilitou ainda muito a vida deles. Eu não lembro o nome do bichinho rosa que ressuscita, o cachorrinho lá que vira pet do Wayne. Parece que agora que eles têm essa coisa de que eu vou citar, aí que eles estão tocando foda.
Mas assim, eles já estão assim. A Noi tem o poder de cura, né? Ela cura a si e as outras pessoas, e a gente vê que ela é forte para caralho em todos os sentidos. O Shin, ele é uma pessoa tão desesperançada da vida, parece assim que ele não tem a menor motivação para continuar vivo. Então ele vai às últimas extremas E se ele morrer, tudo bem. Se a Noi ressuscitar, curar ele, que ótimo. Se não curar, ele continua, continua, continua até conseguir ou matar ou morrer. E eu achei todas as cenas de luta deles muito foda.
Mas eu confesso que eu fiquei bem preocupado quando a Noi morreu pela primeira vez, porque ela tava lutando contra um grupo que conseguia anular magia, né, dos feiticeiros. Então eu falei, nossa, perdeu a cura, e agora? Mas depois voltou e tá ok.
Pegaram ela na covardia, só por isso conseguiram vencer tanto ela e mais ou menos o Shin, né? Porque o Shin ficou parado, né? Ficou apanhando para eles não machucarem mais a Noi. E esse negócio dos Olhos Cruzados, eles estudarem os outros feiticeiros para conseguir atacar eles de forma eficiente, eu achei bem legal também. A gente conhecer mais sobre os Olhos Cruzados foi massa nessa temporada, porque a gente sabe que eles são feiticeiros assim e não tem uma fumaça negra, né?
O pó preto lá. E eles são fracos, então eles tem que fazer, usar outros meios para conseguir alguma coisa, conseguir vencer e tudo mais. A gente tem um chefe muito poderoso que chefia um monte de ralé. E é isso, é interessante, porque tem muita gente habilidosa, por mais que não tenha poderes, né?
Eu até tinha esquecido que aquele grupo que atacou a Noi e o Shin eram Olhos Cruzados, porque eles são tão diferentes daquele outro grupinho que aparece depois, que são, que vivem numa casinha, que são bem pobres e tal. Eles são muito diferentes. Então até esqueci que eles da mesma organização, no mesmo grupo, né?
Tá, mas só o fato de ter o olho cruzado você já sabia, né? Sim, tem a tatuagem. Mas, gente, essa história desse pessoal lá na casa abandonada, que na verdade era a casa da Haru, que é a esposa do médico doido lá, a do Katsukabe, é esposa dele, chega lá para visitar a esposa depois de muitos anos, chega lá, tem uma galera bizarra morando na casa dele e fazendo a casa dele de um laboratório macabro. Gente, quando eu vi cena foi muito A Casa dos Mil Corpos. Vocês já assistiram esse filme do Rob Zombie?
Não, tem um coganelo, é um palhaço bizarro, é o que tem um palhaço.
A estética dos personagens é muito legal. E assim, é lógico que no filme a aparência deles é melhor, tirando o palhaço bizarro e o cara lá monstro, mas ficou muito a estética de A Casa dos Mil Corpos. Aí eu tinha esquecido, tanto a primeira, eu acho que a primeira temporada ainda foi menos anos, mas faz muita referência a filme de terror. E é uma coisa divulgada, né? Não é uma surpresa. Eu tive surpresa porque eu esqueci completamente, porque faz muitos anos que saiu a primeira temporada.
E eles fazem muita referência, muita referência a filme de terror. E outro ponto que eu amo nesse anime é esse fato deles fazer referências bem nesse estilo mais cyberpunk, essa coisa muito colorida. Parece uma viagem de ácido também, ou de cogumelo, né?
Já que tem um, provavelmente ele deve fazer uns cogumelos bem diferenciado. Tem uma coisa nesse grupo aí, nos Olhos Cruzados, que eu achei interessante, é que existe essa figura do chefe, né, que era, é quase messiânica para alguns. As pessoas realmente acreditam nele. E a gente vê quando o grupo, como esse grupo cresceu, existe alguns que veem ele como um líder de inspiração e outros já passa a ver como um deus, né. Que esse primeiro grupo esquisito, eles endeusam a figura do chefe, né, tá lá sentadinho, tem um altar bonitinho.
E por causa disso eles vão para o mais extremo de consumir item, né, que se transforma, fica gigantesco. Outro tem um, tinha lá um mais habilidoso com as facas, já tinha um formato de demônio e tudo mais. E aí quando a gente vê o nosso outro grupo dos pobres, os cruzados pobres, a gente vê que, pô, o chefe tem muito mais uma visão de propósito do que messiânica para ele. Mas mesmo assim a ideia do chefe, né, é algo importante para ele, né.
De qualquer forma é alguém que deu esperança para aquele grupo fodido dentro dessa sociedade que se você não magia. Se você tem magia, você é merda, dependendo da tua magia. Se você não tem magia, você é pior do que merda. E aí vem esse cara e dá uma esperança, fala: não, a gente vai vencer isso. É interessante de ver essa visão, né? E quando a gente vê esse chefe, você não sei se é a melhor pessoa para seguir nós.
E aí ainda tem o Dokugan que conhece ele de verdade e sabe que ele é foda, ele é muito forte, muito poderoso, mas ele é um merda. E ele tem aquela coisa: eu quero me aproveitar do poder desse chefe, mas que a gente tem que tomar cuidado por conta do propósito dele, que é que a gente descobre que ele rouba o poder dos outros feiticeiros, né? Rouba para si esse poder, inclusive dos próprios Olhos Cruzados. É aí que entra a história do Ritsu, né?
Que me deixa um pouco preocupado com esse vilão muito poderoso que vai acabar tendo aquela solução pobre que nem teve em Heroes, né? De voltar no tempo e matar ele antes que ele vira merda.
Aí Ele que tá, porque ele é esse cara e ele também é o Caimã. Porque a gente vê que ele tem essa dupla personalidade, porque ele, quando ele se torna o chefe fodão que vai roubar o poder dos outros, ele meio que entra num transe. E a gente vê o momento que ele é o Caimã, né? Aí ele se transa, volta a ser, a cabeça dele volta. E aí ele é, eu esqueci o nome do cara que ele é, é o Caso Kasukabe, acho que é isso. Ele, esse cara, ele não tem as lembranças totalmente, as lembranças do Caimã, mas você, a gente vê que ele é um cara do bem assim, pelo menos aparece ser o cara do bem.
Mas aí ele entra nessas crises que aí até o Dokugai ele fala, tá limpando o quarto do líder, ele fala, é cheio desse, dessas manchas pretas no quarto dele e tal. Aí depois a gente vê que quando ele tá entrando em crise ele se transforma, por assim dizer, no chefe, ele começa a vomitar esse negócio preto, né?
Nossa, é verdade, tinha esquecido disso aí. É porque quando ele começou a vomitar aquele negócio preto, eu não sabia por quê. Mas depois, agora que você falou, eu lembrei que eles achavam no quarto do En lá, né?
Eles iam limpar o quarto, eles falam que eles, o quarto é sempre cheio desse negócio preto. E eles falam isso depois do que aconteceu com o Rizu, né? Que foi quando ele deu essa sumida. E quando ele aparece naquela mansão, eu lembrei do filme A Casa de Ferro. Eu achei que o cara ia derreter e o corpo tava lá no meio. Eu jurava, quando o bicho começou a derreter. E engraçado que quando começou a derreter, o Shin olha para a cara dele derretida falando: ó, eu lembro desse cara, que foi eu que quase matou ele.
Já tava no estado que não tinha como reconhecer mais, né? Não sei como é que ele conseguiu.
Mas é porque quando ele viu o cara, ele tava coberto perto de sangue daquele outro cara que ele matou, sangue, vísceras e tal. Então ele viu o rosto todo borrado de sangue. Então ele, quando ele tava lutando, ele não conseguiu ver a face dele limpa. Então ele só tinha essa lembrança do rosto todo coisado de sangue. Quando derreteu, ficou parecendo sangue escorrendo. Tanto é que quando a gente vê essa luta, não dá para ver o rosto dele momento nenhum, é sempre a cara escorrendo assim.
E foi uma luta, porra, o Shin e a Noi tiveram sorte, tiver sorte não, hein? Apareceu, né, que meio que salvou ele. E gente, o Wayne é um vilão muito carismático, muito carismático.
Eles ficaram um pouco divididos porque tem momentos que quando tava no grupo do Wayne, você tem um Shin e a Nóia que são carismáticos. O Shota é chato para caralho, mas tudo bem. Mas pô, você tem uma Ebisu, você tem o coisinho Fujita, tem gente boa. Eles são os mafiosos da parada, são os mafiosos, mas tem que ser gente boa. Só que aí quando você vai para o grupo lá dos cruzados pobres, também é uma galera gente boa também, só que comprar dinheiro para papel higiênico.
Você não consegue julgar eles, pô, só quer papel higiênico, pobres. Mas mesmo assim, os dois são filha da puta, é difícil.
Filha da puta olhando de que perspectiva?
Dos dois, dos dois lados.
Você tem que pensar que estão mundos completamente diferentes. Por exemplo, o En, ele é um ditador, mas quando ele morre, a gente vê que tudo funcionava através dele. Tanto é que a partir do momento que ele morreu, toda aquela comunidade dele ele caiu e foi dominado pelos Olhos Cruzados, que mataram todo mundo.
Mas ele tinha uma sociedade que é focada por feiticeiros, é por dele, para subjugar os feiticeiros, fazer o que queriam com os humanos normais. Só que quando cai, aí os humanos, é o momento dos humanos estarem no poder. Eu acho normal essa relação.
Os Olhos Cruzados não são humanos, eles são com pouca magia ou sem magia.
Ué, eles não, eles não são humanos com, com, fizeram cirurgia ou com auxílio daquele pó preto que eles traficavam?
Era algo do tipo assim, era para potencializar o poder. Eles são feiticeiros que não têm pó preto. É porque esse pó preto depende muito, tem a escola que eles conseguem treinar, estudar e desenvolver esse poder. E tem o poder que ele só aparece em momentos extremos, como foi o da garotinha lá, que ela não tinha poder, de repente tinha poder. E tem gente que nunca vai desenvolver. Então aí estão a feiticeira que foi para os Olhos Cruzados.
E mesmo do buraco tem pouco humano, se você parar para pensar, tem pouco humano e ponto assim. Só que nem todo mundo é feiticeiro, tem os humanos, tem os seres que a gente não— várias raças misturadas que não tem poderes. E tem um mundo assim dos feiticeiros, que aí tem vários níveis, né, de feiticeiros. Tem os Olhos Cruzados, então tem um pouquinho de poder, mas assim, ou é o poder inútil, tem a comunidade do En, que ele quer a casta, né?
Por mais que tem pessoa lá dentro, tem a sua hierarquia, são pessoas que têm realmente poderes. E tem o buraco que ninguém tem poder. E aí os feiticeiros vão treinar com a galera do buraco porque eles são menos que a Halé, porque a Halé são os olhos cruzados. Aí é cruel, é lógico que é cruel eles estiverem na liberdade de rejeitar pessoas do buraco simplesmente para treinar porque eles podem.
Por isso que eu falo, porque quando na primeira temporada que você tá, segue o Caimã e a Necada, você vê como filha da puta é esse grupo. Mas aí você tem os personagens cagam demais, você fala, porra, não quero que eles sofram. E aqui quando você vai para os cruzar, você vê a mesma coisa. É uma galera que inicialmente quer tentar mudar isso, quer tentar combater os magos, mas quando tá lá você vê que é uma galera que também tá escondendo coisa.
Você vê o chefe matando membros do próprio grupo só por causa da magia e dependendo da Maria.
Problema, eles não querem combater os magos por terem um tipo de heróis, eles querem a posição deles, que a partir do momento que o Wayne caiu, eles tomaram conta e eles ficaram na posição deles, incluindo tendo hierarquia lá dentro, não é?
Mas pelo menos ele tava distribuindo dinheiro, tava pagando, dando trabalho.
O Wayne só tava enriquecendo, ele contratava as pessoas, vários níveis, Tinha os funcionários mesmo, tinha todo um comércio em volta da mansão dele, do castelo dele lá. Era uma cidade funcional, só que de pessoas que tinham magia. E ele pegava a nata e levava para ele, para trabalhar para ele. O Wayne não é assim, ele é carismático, mas ele não era uma boa pessoa, porque ele seria capaz, eu acho que tirando a Noi, que era família dele, ele seria capaz de matar todos aqueles lá, ó, sem pensar duas vezes.
E olha que eu acho que até a Noi ele mataria Depende se tivesse algum lucro com isso. Mas como ela tem o poder de cura, né, é muito—
ela é útil. Não gosta dele, não mataria. Aí fica puto, sempre foi usado por ele. Ninguém gosta dele, só que ninguém tinha peito ou poder para enfrentar ele.
É, era muito forte.
Uma pessoa gosta, né, o Shota, até demais.
Mas é porque ele é meio masoquista também, né. Ai, gente, vocês podem odiar esse personagem, mas eu adoro ele. Ai, ele é muito legal, meu Deus! Ele é legal de um jeito irritante, mas eu acho ele muito Legal, ele é engraçado. Outra coisa que eu achei bem interessante também é esse outro caminho para as pessoas que não têm poderes, que elas podem seguir, né, que é de virar demônio, fazer o treinamento para virar demônio. Eu achei isso legal, principalmente aquele carinha lá, o Azul, eu não lembro o nome dele de antes de virar demônio, que é o carinha que salva a Nikaido, né.
E a gente descobre que fez parte da infância dela também, eles conheceram na infância mais ou menos, que tem toda a gosta do poder dela, né? E ele tem o poder mais legal, eu queria ter o poder dele, tio, de teleporte. Ai, gente, que poder massa, cara!
Poder legal ali nesse anime é uma coisa bem rara, né? Porque os poderes eles são bem bizarros, só tem poder cêntrico nesse anime aí, né? O cara faz uma pizza que da pizza vira um boneco de uma pessoa.
Ai, isso é muito legal também. Sabe o que que eu lembrei com isso? De Shrek, o confeiteiro.
Ah, sim, e aquele outro que vira como se fosse uma pasta de dente que cria uma cópia de uma pessoa também, que aí a pessoa tem que espremer ele, aí sai como se fosse a pasta de dente assim, sai o esqueleto, depois seus órgãos, depois sai a pele.
O legal desse poder que eu achei foi que ele, para a pessoa utilizar, ela tem que doar tempo de vida. Então os pais da Ebstu, eles doaram a vida para poder criar uma boneca que era uma psicopata que era pior do que ela. E eles ficaram com medo da garota e foram embora e largaram a babá, né?
O negócio virou monstro, matou a babá porque ela queimou os biscoitos.
Pior dos pais do mundo. Coitada da Ebisu, gente.
Falando nessa personagem, Ebisu só existe nesse negócio para sofrer, né? Porque no momento que ela apareceu, ela já teve o rosto meio que arrancado e ficou doida. Agora ela também tá meio maluquinha porque ela não consegue parar de rir, né? Fica 24 horas rindo.
Aí o único momento de sanidade que ela teve é a voltar para casa. Aí voltou para casa para rever os pais e tudo mais. Aí tem todo aquele merdão todo. Nossa, mas a cena que ela foi fatiada ao mesmo tempo foi tão sutil que nem eu demorei para entender o que aconteceu. Falei, caraca, foi fatiada!
Mas eu gosto desses momentos de que é comédia, mas também é violência ao mesmo tempo. Tipo naquele momento em que a cabeça dela é rasgada, né, e o amigo dela tentando colar a cabeça no desespero, ou tentando criar um momento de comédia. Eu acho isso legal. Ou o momento também que tem duas pessoas brigando numa sala e sem querer voa um objeto que atravessa a cabeça de outra pessoa que tava nada a ver, tava lá fora, aquela dona da casa lá.
Isso também eu achei engraçado. Até o momento que eles estão tentando forjar um suicídio dela, que de repente brota um verme da barriga dela e rasga tudo, ele fala, agora dá para fingir que foi uma morte normal. Mas não tem nada de normal ali.
Nossa, e eu lembrei que eu não lembro se é um filme ou se é uma série que tinha isso, essa mulher aí que tava tentando forjar o suicídio, de colocar um monstro dentro da barriga para pessoa parar de beber, né? E se ele bebesse, esse monstro ia tacar.
E no caso, isso é um conto que tem numa série muito antiga chamada Twilight Zone, que tem esse conto, esse conto do cara alcoólatra vai fazer um tratamento alternativo, ele toma uma coisa Aí depois descobre que é um verme que se alimenta de álcool. E sempre que ele bebe, o verme cresce exponencialmente. E se ele continuar bebendo, vai ter um momento que ele vai explodir da barriga e o cara vai morrer.
Jesus amado, tem muita referência, gente! Para quem é fã de terror, esse anime é um prato cheio, porque tem muita referência. E eu acho isso demais, sabe? Eu achei isso muito foda. E assim, essa temporada, além de ter personagem para cacete, Muita conta, muita coisa acontecendo, vários núcleos. Tem muita historinha aleatória, muita historinha aleatória. Eu de coração eu amei isso, eu achei muito divertido ver essas historinhas aleatórias porque é um alívio cômico.
É porque como eles expandiram muito, entrou muito personagem novo, chegou um momento que eu fiquei confuso. Quando logicamente, principalmente quando aparece esse amigo do Rissu, aí eu já tinha momento que eu não sei mais, eu não sabia mais o que que era passado, o que que era presente, o que que era flashback, o que tava rolando. É muito estranho, tem um momento que o Rissu tá, o início dele nos olhos cruzados, é como eles se conhecem.
Aí acontece lá na frente um personagem que ele se reencontra como se fosse uma segunda-feira, tipo, ah, eu não te vejo desde ontem. Eu falei, caraca, como assim, cara? Do nada esse coreguismo, como se nada tivesse acontecido.
Tá falando do Rissu com os olhos cruzados?
É porque tem um momento que é flashback, que que a gente tá vendo meio até o momento que ele morre, que aí descobre que a magia dele é de maldição. Só que mais para frente, por fim, eles se reencontram e parece que é mais uma segunda-feira.
Mas é porque é só o Dokugá que conhece a verdade, né? Então as outras pessoas— tanto é que a reação dele com o Dokugá, com ele, é diferente. Os dois brigam, tanto é que mata a mulher brigando. Ele dá centapeia no Rizu lá, porque o Rizu tá o tempo todo lá tá meio que pressionando, porque querendo saber a verdade. E eles falaram, não, a gente não sabe. E sem falar que quando eles vão lá para casa tá escuro, então ele só percebe que é o Doku Ga lá depois que eles ligam as luzes, né?
Porque ele só viu de verdade aquele cara mascarado que ele encontrou na conveniência. E depois mostra que é Olhos Cruzados. Então assim, o grupo é muito grande dos Olhos Cruzados. Estão vários núcleos, então não é como se todo mundo se conhecesse. Eles vão se encontrando com o tempo. Então eu achei normal isso de não ter uma grande reação referente a ele primeiro. Só o Doku já conhecia ele de verdade, que sabia a verdade, né, que ele foi assinado e tal.
E ele ficou muito tempo sumido dentro da boca do Caimã. Daí precisou do En fazer o boneco dele e tudo mais para ele voltar e depois voltar à vida.
Mas o Gusu desconfiava dele porque foi o único que contou o real poder, que é de maldição. Aí, como ele morre logo em seguida, ele acredita que esse candango, que é o Caimã, mas não é o Caimã, e que é o chefe— caralho, isso ficou uma confusão para mim— ele tinha relação com assassinato. É isso?
Ele acha que sim, porque ele era a única pessoa que ele tinha contado. Mas depois ele fica na dúvida, porque ele não muda, ele fica seguindo o cara e tudo mais, e vê que o cara tipo, assim, vivendo normalmente. Ele fica nessa dúvida. Dúvida. Só que aí depois ele vê o cara como chefe, aí ele vai para cima do cara e fala, eu sabia que era você. Tem aquela cena que ele vira um demônio lá, né?
A maldição.
É aquela maldição lá que ele vira o bichão. Aquela parte eu tive que voltar para entender o que que tinha acontecido, que de repente apareceu o bichão lá. Eu falei, gente, de onde veio esse bichão? Ah, tá, maldição.
No último episódio tinha esquecido completamente que ele era maldição, mas é falha minha mesmo, né? Acho que não foi por conta do anime não. Tem que assistir tudo, gente.
Não adianta assistir. E quando sair a terceira temporada, eu vou assistir a primeira e a segunda de novo para assistir a terceira, porque precisa.
Não, sim, mas esse lance foi nem, não foi nem por não ter assistido a primeira temporada, porque isso foi revelado na segunda mesmo.
Eu até esqueci que era muita coisa acontecendo cada vez que tinha uma fuga, gente. Era tanta coisa acontecendo que tem a primeira fuga, que é a Nikaido, ela foi obrigada a fazer o acordo com o En porque o En queria ela porque ela tem essa magia que todo mundo achava que era lendária, que era uma lenda, né? O poder sobre o tempo.
Ai, meu Deus, já não era confuso o suficiente, tinha que botar agora viagem no tempo.
Pô, gente, eu juro para vocês que quando falaram sobre magia sobre o tempo, eu achava que era sobre o clima. É porque ela ficava mal quando chovia. Aí depois eu lembrei porque ela era, depois a gente descobre que ela era feiticeira e por isso que ela ficava mal quando chovia. Mas viagem no tempo, e ela não quer usar esse poder, mas assim ele descobre que é ela, então ele quer obrigar ela a ser a parceira dele, faz, obriga ela a fazer o contrato, né, que é outra coisa super bizarra.
Você abre o peito da pessoa e coloca um naco de carne dela assinado dentro de si. Outra coisa é esse ritual para arranjar os parceiros, que é muito aquele depois The Purge, Noite de Crime. É porque assim, as pessoas se caçando o tempo todo para poder criar o elo com as outras pessoas, é muito doido isso também.
É, menos com aquele narigudinho, né, que ninguém queria ser parceiro dele, coitado.
Ah, aí Biscoquinhos, né?
Mas ainda é muito perto da ideia, né?
O que me fez ficar triste, né, porque naquele momento em que ele tentou ir atrás dela na casa dela, mas depois salvou, deixou ela de lado, e eu fiquei, nossa, ela era a única que queria ser sua parceira, sabe?
Gente, ele salvou ela, levou para casa, ficou perseguindo a cachorrinha lá para ressuscitar ela. Aí depois a cachorrinha ressuscitou ela porque queria petisco. E a Ebisu é que mais cuidava dela depois do En, né? Mas é a Ebisu é que mais interagia com a cachorrinha. Aí ela ressuscitou, aí ela continuou sendo doida lá. Quando eles tinham missões e tal, eles estavam juntos o tempo todo, né, para falar a verdade. Só que imagina, a menina ria o tempo todo por conta do negócio na cabeça dela. Pensa que Tá irritante é conviver com a Bissu.
Falei, cabeça de caimã, que caralho aconteceu com caimã, gente? Isso eu não entendi. O caimã é o chefe que ao mesmo tempo é o amigo do Guiçu? É fragmentado isso?
Eu entendi que sim. Eu acho que cada cabeça tem uma personalidade, memórias diferentes. Aquela cabeça humana, entre aspas, que apareceu depois que a cabeça de jacaré foi arrancada não era mais o, não era mais o Caimã, era outra pessoa.
Era o amigo do Issun, né? Mas então eu acho que vai ser explicado isso melhor na terceira temporada, tendo em vista o final da segunda, que mostra que tem esse meio que essa dupla personalidade. Mas sim, a partir do momento é porque o que esse cara ele se torna o Caimã depois daquela luta com o Wen, certo? Ele salva o Shin e a Noi. Aí depois ele luta contra o Wen. Aí o Wen depois fala que não, que o cara sumiu, mas ela, ele não, ele não sabe se tinha conseguido matar ele, né?
Ele achava que não tinha conseguido matar ele, mas o cara desapareceu. Aí encontram o Caimã, encontram um corpo sem sem cabeça lá na primeira temporada. A Nikaido encontra o corpo sem cabeça no beco. Aí depois vem esse cara com a cabeça de jacaré lá, o Caimã. Aí o Caimã não tem memórias da vida passada e tal, e vai vivendo, criando as memórias lá com a Nikaido e toda a galera lá do buraco. E depois que o Wen arranca a cabeça do Caimã de novo, certo, ele perde a cabeça vez, eu acho, Shin que corta a cabeça dele.
E depois tem a luta com En, certo, que perde a cabeça de novo. Aí regenera como o amigo do Hisu, já ele volta a ser esse amigo do Hisu com as memórias desse amigo. Então tanto é que ele salva o Hisu, mas ele tem aquele feeling pela Nikaido, tanto é que ele ajuda ela também. E no momento que ela é afetiva com ele, ele não afasta ela, porque ele só fala: eu não sou esse cara, não, não sou Brahma. Depois tem essa questão de ele ficar vomitando preto e virar o chefe.
Mas ele também, para quem conhece o Dokuga, é quando vê eles sem a máscara, aquela máscara de tipo a máscara de oxigênio, né, ele já reconhece ele como chefe. Algumas figuras dos Olhos Cruzados já reconhecem ele como chefe, que eles falam, ah, o chefe voltou. Só que parece que ele não tem essa memória de que ele é o chefe. E como o Ritsu, ele encontra ele em outros ambientes, ele também não liga as duas figuras. Aí depois ele vai, se transforma no chefe, aí o Ritsu vê que ele é o chefe e parte para cima.
E aí a gente tem essa questão de, tá, mas é agora, o que é esse chefe? Que a gente vai saber na terceira temporada. A única coisa que eu fiquei curiosa é porque quando corta a cabeça a primeira vez, ela se regenera como cabeça de jacaré de novo. E quando corta pela segunda vez, aí o que sai é a cabeça dele real. Ah, lembrei por quê! É porque o En morre, a Ebisu morre, a Ebisu morre.
Ai, foi ela que fez o negócio, né, para cabeça de jacaré. Verdade.
Ai, gente, é isso!
Ah, agora eu entendi, agora eu saquei, agora todas as peças se encaixaram.
Olha aí o tanto que conversar é bom sobre as coisas, gente.
Que bom, porque o anime não chega a explicar, só mostrou lá, e você que entende.
Mas eles explicam, eles explicam que quando uma pessoa morre, a magia que ela libera, ela deixa de existir também. Mostrou em outros momentos, só que eu esqueci que aí tinha morrido e ela que tinha lançado. Por isso que a cabeça dele voltou como a de humano, porque aí morreu.
Agora entendeu, Júlia?
Ainda não, mas eu acredito em vocês.
É porque tanto é que quando o En morre, a cidade para de se destrói assim, porque tudo, desde as estruturas até o Shota, estava com cabeça de cogumelo também. E tudo que era feito de cogumelo deixa de existir porque ele morreu.
Sim, disso eu lembro.
Então é por isso que mataram aí, bicho, e depois ressuscitaram, porque o Caimã tinha que voltar até o carinha lá que eu esqueci o nome.
Mas e a cabeça dele, será que vai voltar? Eu vou ter um corpo, deve ter, né?
Eu acho que não, porque ela já tava, eles estavam destacando ela, né?
Eu gostei desse anime porque tinha alguém com cabeça de jacaré. Eu quero que no final desse anime alguém tenha uma cabeça de jacaré. Não aceito isso.
Já tá pedindo demais.
Tem barata gigante, tem demônio, tem tudo que tá. Eu só peço alguém com cabeça de jacaré, não é pedir muito.
O Johnson é um dos melhores personagens porque ele é uma barata boa de briga e que não foge da briga. É só o Katsukabe fazer tchut tchut tchut, ele correndo.
E como qualquer barata, você não consegue matar na esfinerada, mas morre com baigão, né?
Tadinho, ele foi torturado, ele foi torturado, bichinho, jogando baigão nele.
Não consigo ter pena.
Eu prefiro para tomar no olho do seu cu.
Esse é outro que sofre, né, que ele tá sempre sendo empurrado por alguém, tá sempre preso em alguma coisa, tossindo, tá sempre tossindo, né, alguma coisa também.
Pô, já que a gente tá falando demônio, aquele irmão de criação da Nikaido, ele treinou bastante, mas eu acho que ele não treinou o suficiente, porque a esposa do médico conseguiu uma habilidade que quando ela queria sair para dar um rolezinho fora, ela conseguia pelo menos tomar um sol para criar uma vitamina D, por mais que ela tivesse que correr rapidinho para o corpo.
Mas esse é um poder da Haru, né? Um poder dela como demônio, ela consegue liberar essa parte.
Para mim, o poder dela é cantar heavy metal. É o metal, que que era, demon metal?
Qual era o estilo de música?
Eu lembrei dela, eu lembrei dela também. Aí tô fazendo escola. Ah, mas eu ri tanto nessa cena em que ela começa a cantar para o Kaskabe, e é bem na hora que o Jisoo aparece para atacar o Aikawa barra chefe. E aí o som demoníaco faz com que ele tenha que fugir porque é muito agressivo. E depois mostra o Johnson e o Kasukabe lá caídos no chão, meio que desnorteados por conta da música dela. É muito besta, mas eu ri dessa cena.
Agora, falar de um sentimento contrário, teve uma cena que eu, pelo menos eu, achei um pouco assustadora assim, me incomodou, que foi a parte da cirurgia de desfazer a demonificação, né? Não sei como é que é o nome do processo, foi fazer o cara voltar a ser humano. E que foi tirando, né, o chifre da cabeça dele, né? Primeiro prendeu ele nas correntes como se fosse um pedaço de carne qualquer, depois tirou o chifre dele desenroscando.
Mas a parte que me incomodou foi aquele corvo demoníaco lá, que tem os braços como se fosse cortado, com a carne costas e tem duas facas que saem das costas dele. Mas o corvo, apesar da aparência demoníaca dele, ele faz um barulho fofo enquanto ele tá fazendo aquilo, que é totalmente distoante. Aí ele enfia a faca no pescoço do cara e começa a picotar o cara por dentro, e depois vende a carne no açougue. Simples assim, sabe? Essa foi a parte que mais me incomodou.
Gente, mas é um inferno! Você queria que fosse bonitinho? Você sabe o que que eu lembrei? Eu lembrei de um conto do Neil Gaiman em que um demônio tá torturando um homem foi para o inferno e é bem gordo assim também, sabe? Mas esse conto é maravilhoso, meu Deus, tem uma visão foda do inferno e da tortura que é estar no inferno. E eu fiquei lembrando desse conto enquanto eu assisti essa cena, e eu acho que é para ser assim mesmo, porque o inferno é um demônio sendo castigado por outros demônios.
Mas na verdade tem uma parte boa, tem uma parte boa no inferno, que quando o médico tá com a esposa dele passando protetor solar nas costas dela, é do lado do inferno.
Então tem um momento, tem um lugar de respiro, mas não é dentro do inferno sendo castigado por terem ajudado uma feiticeira, né?
Se você for uma boa pessoa em vida, talvez você possa pagar nessa parte boa do inferno.
Mas é uma propriedade privada, né? Eu não sei se alguém, qualquer um pode entrar lá, é casa dela.
Ah é? Então comunismo é o céu.
Aspira, tu tá fazendo uma acusação muito séria.
É, o meu problema com aquela cena nem foi a tortura em si, mas quem tava sendo torturado, porque eu gosto dele. Tipo, mas assim, foi bom ele passar por isso, ainda mais que ele foi salvo depois, né? Porque ele volta a ser um feiticeiro. Ele voltando a ser um feiticeiro, conforme vai curando o corpo dele, a aparência vai voltando ao normal, né? O problema é que ele sofreu muito até chegar lá.
Aí o contrato lá do cara que é apaixonado no En também foi desfeito, né, por conta disso.
É porque ele voltou a ser o feiticeiro, né? Deixou de ser. Depois a gente vê que também tem essa outra forma de anular o poder, não é, né? Só correndo, né? Se bem que a versão dele demônio morre, por assim dizer, e ele volta a ser um feiticeiro. E, gente, ele é um feiticeiro poderoso, com poder foda para ele, né? Porque consegue, se bem que ele consegue transportar outras pessoas junto com ele, não é só ele sozinho. Então, poder foda, e mesmo assim ele quis virar demônio.
Ué, deve ser muito bom ser demônio, cara, não sei.
E a impressão minha, ou teve um personagem na temporada, que foi tipo um Deus Ex Machina, que é o cara invisível. Tadinho, tava lá o tempo todo, só vocês não viram.
Ai, que dó que eu fiquei desse cara. Ele serviu para salvar a galera, né?
Pois é, mas apareceu do nada e o autor inventou essa desculpa de que o poder dele é ser invisível a ponto de ninguém perceber ele nunca.
Segunda foto, ele tá daí da cor da lua azul. Então se ele tava naquela foto, você que eu não percebi ele mesmo. Você quem coletiva é isso, esse movimento. Você esquece das pessoas que te ajudam e tava lá o tempo todo.
Você percebeu a foto? Ele na foto?
Eu percebi, pô.
Ele não percebeu nenhum enredo principal. Você quer que ele tenha percebido? Mas, gente, sério, eu ri muito da cena desse cara porque ele tava ajudando todo mundo e todo mundo cagando para ele. No final ele fala: ah, quer saber, eu vou voltar a ser invisível mesmo.
Ninguém lembra nem o nome dele.
Você lembra? Eu não lembro o nome dele também.
Qual o nome dele, amigo?
Pior que não, não lembro. Nem eu nem os personagens, nem ninguém.
Ninguém lembra o nome desse cara, tadinho. Ai, gente, mas foi muito bom. Isso que eu gosto, que eu gostei dessa segunda temporada. Na primeira temporada eu acho que tinha muita coisa para contar, então não tinha tanto disso. Mas isso de parar a história ou então dar uma vírgula assim só para poder colocar essas besteiras, eu me diverti muito assistindo essa segunda temporada, gente. Eu gostei para caramba dela porque teve muita coisa maluca, teve gore para caralho.
A história andou, tem isso também, a história andou, apesar de o Júlio ter ficado triste por não ter mais cabeça de dinossauro aqui. Mas todas as historinhas de alívio cômico foram muito bem encaixadas e mantendo a mesma estética, principalmente a questão do gore, né? Aí eu achei isso muito legal, me diverti muito com essa temporada. E assim, todo mundo assista a primeira temporada dá uma olhada antes de assistir. A segunda, para ter experiência completa, porque é uma história corrida, gente.
E como esse anime é uma bomba visual, que é muita coisa acontecendo, é muito personagem com muito detalhe, muita cor, muito sangue, muitas vísceras, se você não presta atenção, a informação foge muito rápido. E uma coisa que eu fiz também, geralmente eu não assisto, mas geralmente eu prefiro não assistir anime dublado. Esse eu assisti dublado para não perder nada, e a dublagem tá muito também, gente. Eu assisti a primeira temporada dublada porque eu tava reassistindo.
A primeira vez eu assisti legendado, então eu tava reassistindo, assisti dublado e peguei o ritmo e continuei dublado até o final. Depois eu quero assistir legendado também porque eu gostei muito. Eu quero reassistir para pegar esses detalhezinhos que eu acabei não— acabei perdendo assim, que é muita coisa acontecendo. Mas vale a pena assistir dublado também, gente, para não perder nada, porque muita coisa acontecendo.
O foda é que eu assisti pela locadora laranja, né? Eu não sei se ainda tinha, não sei se já tinha na locadora vermelha quando eu assisti, mas na laranja não tem como você colocar dublado e legendado ao mesmo tempo. Então tem que escolher um ou outro.
Vai assistir na locadora vermelha.
Pois é, eu só fui descobrir que tinha na locadora vermelha esses tempos, mas até porque eu também tava sem, né? Foi até por isso que eu não participei do último episódio.
Talvez um bom aprendizado: não leve 6 anos para lançar uma próxima temporada. 2, então você tempo, reveja, ou 3, ou espera sair o outro Taqueira que a Jana resume para você, que fica mais fácil.
Então, resumir muito bem aqui, com certeza todo mundo entendeu tudo. Que as dúvidas que ficaram depois de ouvir esse episódio, acabou, sanei todas.
Pois vocês vão no canal da Jana e vão lá, 20 easter eggs que você perdeu em Dorohedoro, parte 2.
Final explicado, Dorohedoro, primeira temporada e segunda. Próximo vídeo no canal do Taqueira Cast, gente, segue nós no YouTube.
Então lá, o Júlio vai explicar para gente.
É aquele negócio, acontece tanta coisa, a gente com certeza deixou de falar tanta coisa, mas eu não lembro porque cada episódio é muita coisa acontecendo.
Fica confuso se você não prestar atenção.
Fica assim, nada é feito para você assistir com celular na mão, mas esse definitivamente não é feito para isso.
Temos um problema, eu assisti no celular, então tô errado?
Não, mas é o jeito que você assistiu, é o jeito que você assistiu, que é: se você não é eu, então você não pode fazer isso, porque eu tenho esse superpoder, você não.
Aposto que você foi com celular lá, um com alocadora vermelha e outro celular no TikTok, certeza.
Assim, quanto tempo você vai desenvolvendo isso de conseguir assistir até enquanto tá no banho para conseguir assistir todos os episódios para poder gravar o Ataqueira Cast e ainda dar ótimas opiniões sobre o assunto? Isso tem que me valorizar demais, cara.
Aumenta o salário dela, Júlio.
Pode deixar.
Você tá vendo que não é fácil, você sentiu na pele, não é fácil.
E eu realmente eu fico surpreso você ter, tá chegando nos 40 anos. Eu não sei se eu conseguiria com uma rotina dessa nem chegar aos 30.
Você tem menos de 30?
Não, se eu tivesse a rotina da Jana, eu não sei se eu chegaria aos 30 não. Tive um final de semana de Jana, já quase fui de arrasto.
Não dá não, é a vida cobra, cara. Se eu sumir por muito tempo, você já sabe que o que aconteceu.
Com certeza, para a JNEC se manter assim do jeito que ela se mantém por tanto tempo, tem pó envolvido, tem pó nisso, tem certeza. Não é o pó preto não, não tá pura, não tá pura. Então, meu povo, chegamos ao fim de mais um Outta Carecast. Mas, gente, se você ficou confuso, agora chegou o momento para você desconfusar, porque aqui chegou o momento que a gente revê a primeira temporada falando dos easter eggs, trazemos curiosidades.
A Jana mastiga tudo igual uma mamãe pássaro e regurgita na boquinha de cada um de nós. E que momento é esse que eu tô falando, gente?
Ih, o Gabriel não tá aqui.
Quem vai ser o nosso Gabriel, gente? Deixa eu imitar.
Eu vou imitar o Gabriel, pera aí.
Então vai.
As cartinhas dos otakus!
Muito bom, muito bom, muito bom! E ó, meu povo, falei, os otaqueiros, otaqueiras que nos ouvem não podem ser tratados no amor e no carinho, tem que ser na porrada e na humilhação, que só assim para o povo voltar a escrever. Dito e feito, paramos. Cadê esse povo? Cansou de escrever, acabou a tinta, reclamamos.
E até gente que já não escrevia tempos voltou a escrever.
Então, senhorita Monteiro, pega para nós a primeira cartinha de hoje.
Gente, a Caterine— eu acho que essa pronúncia, me corrija se estiver errada, Caterine— mas ela voltou falando sobre Ateliê Arte. Eu já esqueci o nome da NEM.
Witch Hat Ateliê.
E vamos lá, confesso que esperava um pouco mais desse anime. O hype prejudicou um pouco a experiência para mim, mas ele é realmente muito bonito, um visual que lembra um pouco Frieren nesse sentido. E concordo com a comparação com Harry Potter, eles nem tentaram disfarçar a inspiração. Mas queria saber mais sobre esse mundo e senti falta de uma construção melhor aqui. Vejamos se na próxima temporada teremos avanços. E, Catherine, concordo plenamente com você, Catherine.
Acho que esse desejo que eu também compartilho de conhecer mais desse mundo não será realizado, porque se na temporada introdutória não teve, não tenho esperanças que o mundo em si da magia vai ser apresentado de forma mais detalhada para gente. E eu acho que o lado positivo é que o meu hype foi pela estética. Eu já conhecia esse mangá pela qualidade técnica dele, o que ele era muito, muito bonito, e isso me entregou, mas eu também não achei assim, eu gostei, mas não achei, meu Deus, o anime do ano.
Achei uma história gostosinha, tem essas referências a Harry Potter, que eu acho que é a nossa grande referência hoje sobre esse mundo da magia. Então eu acho que nem é tão intencional ter tanto essa referência a Harry Potter, só às vezes não dá para a gente fugir. Da mesma forma, quando a gente pensa em mitologia, aquela pegada mais RPG, a gente lembra de Hulk, um Senhor dos Anéis e tal, acaba tendo uma referência porque é um grande nome dessa temática no mundo atual.
Então eu achei ok sobre isso, eu achei, se foi referência mesmo, foi de uma forma legal, não foi uma cópia de uma forma tosca. Eu acho que eles trabalharam bem esse mundo da magia, mas eu não quero te desesperançar, mas eu não acredito que eles vão trabalhar mais nisso. Então se o enredo não entendeu?
Eu acho que você e a Caterine estão muito TikTokers, estão muito stories e shorts, já querem tudo assim muito já na primeira temporada, tudo entregue. Não, calma, vai sendo conta-gotas. Nós conhecemos o mundo, a gente tá falando sobre o mundo. Ué, mas o que a gente tinha de conhecer do mundo agora foi conhecido. O mundo de verdade, o que tá por trás da magia, a gente vai ver na segunda temporada. Eu acredito em internet atreia. Nós veremos a nossa Coco de chapéu pontudo a usar a barreta, tem certeza disso.
Esqueci disso.
Eu acho que vai desenvolver, vai desenvolver o enredo, o enredo vai ser desenvolvido, mas agora eu não acho que vai mostrar mais para gente detalhes daquele mundo. É o que eu falei durante o episódio, eu acho que se fosse para mostrar, teriam mostrado nesse primeiro, nessa primeira temporada que é introdutória. Que é o que mostra para a gente todos aqueles detalhezinhos legais. Usando novamente Harry Potter como referência, do livro 1, que mostra para a gente como o castelo funciona, a mecânica dele, a mecânica da escola, como funciona a forma de a comida ser servida, da forma que as escadas se mexem, dos quadros se mexem, esse tipo de coisa, esses detalhezinhos que às vezes nem fazem tanta diferença no enredo, mas enriquece o universo, isso deveria ser apresentado na primeira temporada.
Se não foi, não acho que eles vão continuar perdendo tempo para fazer isso para gente agora.
Eu acho que o universo se desenrola conforme a gente vai conhecendo a verdade. Esse basicão a gente já conheceu, a gente entendeu como é que a magia funciona. Só que diferente do Harry Potter, que tem uma escola exuberante, um castelo bonito, aqui cada um tem uma casinha pequenininha e tal. A forma como conhecer a magia é diferente. E o magro, ele só vai conhecer o mundo quando ele passar lá pro terceiro, pro quarto teste. Aí que o mundão se abre. Mas até então ele só fica lá confinado.
Mas até quando eles saíram da casa não mostraram muita coisa, sabe? Começou a mostrar, mostrar aquela feira lá, as lojas, o tanto que era bonitinho. E depois parece que cansou. Ou então porque é muito caro, né? Porque aquele primeiro episódio entregou. O primeiro episódio entregou. Porque a menina, ela entra na água e a água começa a ter aquele brilho E depois ela suja a água, a água se autolimpa. Gente, aquela cena é perfeita, é lindo demais.
E depois ela usando a magia, ele usando a magia, o Gojou usando a magia lá, e aquela com várias coisas acontecendo.
Gente, depois disso vai perdendo um pouco, mas também, pô, quando a garotinha sai para cidade, ela é só um atacado por um dragão. O Gojou pensou, vou deixar esse povo trancado, gente, tá doida? Deixa um pouquinho solto, tem que enfrentar um dragão, vai ficar em casa de castigo.
Ah, mas colocaram o dragãozinho para dormir na nuvem fofinha, foi legal.
É a mesma coisa, o pessoal saiu para fazer o teste, para acompanhar o teste das gurias, que é um merdão que tem, foi atacado por golem de pedra em formato de cobra, Gojô tomou pedrada na cabeça, vai ter que enfrentar agora estátua de ouro, só dá merda sair de casa. Fica em casa, o conselho da pandemia: fica em casa, fica em casa.
Mas a coisa é sobre isso, esse anime.
E eu vi o teaser da segunda temporada, eu quero que a animação daquelas estátuas de ouro melhore, porque esse anime é muito bonito para aquelas estátuas horrorosas aparecerem.
Veremos, veremos. Segunda temporada vai vir, quando não sabemos, mas virá. Espero que mais rápido que Dora e Dora. Mas ainda no assunto de Witch Hat Atelier, olha só quem decidiu fazer a sua coluna da semana depois de um tempo de férias aí: Gutão da Massa. Cadê Gutão da Massa? Manda sua coluna, ele manda seguinte: Olá, meus amigos! Que saudade estava de escrever a vocês! E como de costume, cheguei aqui após um cast muito bom que vocês entregaram.
É muito satisfatório ouvi-los quando um anime claramente vale a pena. Podia existir essa regra, hein? Só gravarem obras que fossem do agrado da maioria de vocês. Abaixo as ditaduras, viva a democracia! Ei, viva!
Não, superestimada.
Amigos, eu já saí ganhando tudo com esse anime, pois só de ter a companhia da minha caçulinha já me valeu a experiência. Presenciar a era animada no meio da saga, de frente à TV, desejando voar como a Coco juntando as sapatilhas, deixa feliz qualquer pai. Porque essa é a beleza da fantasia, é levar nossa vivência acima da— puta que pariu, Guto, que porra de palavra é essa? Imanência? Vou até jogar no Google aqui para ver o que que é.
E de fato, o anime é bom e lindo. E como a maioria das obras que gostamos, Witch Hat nos traz o que mais apreciamos, aquilo que não está na sua camada mais aparente. Witch Hat é uma obra que fala muito mais sobre pessoas do que magia. E essa a obra faz algo ainda mais raro: acreditar novamente na capacidade humana de criar beleza. E logo de cara, a obra já me ganha quando isso não se faz apenas desenhando. Uau! Meu máximo respeito aos artistas.
O belo, a arte, é transcendental e necessária. E isso é de uma sensibilidade muito grande, porque quantos animes já vimos que a magia é dom? Mas aqui não. Aqui a magia é linguagem. Um círculo desenhado com um afinco pode mudar a realidade. Caraca, péssimo! A maternidade é um baita desafio, é difícil, bem difícil. Mas me atrevo a fazer um pedido, Thay: continue a desenhar. O mundo se move pelas marcas que deixamos. Esse é o seu legado.
Isso, tá? Já falou, entre uma mamada e outra é joguinho numa teta e na outra desenhando. Não pare, Thay! Isso aí não foi o Guto que falou não, sou eu.
Você é mercenário. O Guto tem bom coração, você é mercenário, Júlio.
Eu Eu sou igual, hein? Eu deixo a pessoa agir. Se eu lucrar de alguma forma com isso, aí é consequência.
Pois é, o menino nasceu hoje. Qual foi a primeira pergunta do chefe? Mas você vem trabalhar?
Ué, mas não é não, ué. Vai desfalcar assim? Olha só o que aconteceu, desfalca. Aí tudo bem, como é o primeiro filho, passa. A partir do segundo, aí eu já desconto o dia de trabalho. Continuando a cartinha, o Itachi acerta de novo com sua protagonista, que nunca desejou ser especial, nunca desejou poder. Opressores sim desejam. Coco se move na cadência da inocência infantil, não por ambição, mas por encantamento. Uma provocação que permeia toda a obra é: o conhecimento é tratado como algo perigoso.
Bem problemático, porque isso gera uma pergunta desconfortável: quem é que possui o padrão moral para decidir quem pode ou não conhecer a verdade? Me esqueci quem de vocês levantou essa dúvida, mas também fiquei pensativo. Será mesmo que os chapéus com aba são apenas vilões? Para mim, não. Ó, quem? Ó, ó, esse que vos ler. Todos que lutam, todos que lutam contra a lógica do controle recebem essa alcunha. Na nossa história já tivemos livros proibidos, ciência demonizada, a arte já foi perseguida e o conhecimento reservado às elites.
Falando em dualidade, e o Kiefer, hein? Que tem de bonito, ele tem de dúbio. Ele carrega um mistério, um peso desconhecido. Concordo em gênero, número e grau. Um olhar escondido para mim é sinônimo de culpa. Vejamos o passado dele. E essa de apagar memória, mais uma provocação bem forte para mim. Isso me trouxe uma melancolia na obra mesmo em momentos felizes. Não consigo me desvencilhar da ideia que tudo vai estar sempre incompleto, que ninguém vai saber a história por completo.
Voltando à protagonista, Coco me marcou como era encarar o desconhecido, o medo que o desconhecido traz consigo. Enquanto alguns de nós desistem, ela encara com a coragem da inocência, da ignorância. Vou terminando por aqui, tentando resgatar aonde foi que roubaram a minha ingênua curiosidade pela vida. Quando foi que me amarraram dizendo: isso não é para você? Até a próxima, amigos! Fui!
O Guto, gente, o Guto nunca decepciona. Impressionante, como sempre. Excelente contribuição. Achei muito lindinho ele ter assistido com a filha dele e a filha dele ter batido os pezinhos. Ai, gente, eu consegui ver a cena dos pezinhos.
Imagina! Eu sei que o episódio como um todo foi no amor. A gente tá desde o episódio passado no amor, mas aqui eu vou ter que discordar. O Guto sim decepciona, pouco, mas decepciona quando ele deixa de escrever a coluna dele. Aí é uma decepção, a gente fica aguardando e nada acontece.
Mas é bom porque aí ele, quando ele escreve, é sobre um anime que realmente mexeu com ele, um filme que realmente mexeu com ele, e ele traz ótimas contribuições para nossa discussão. Então ele fechou assim esse assunto com chave de ouro.
Ele não demora a escrever, ele tá rápido, as cartas dele.
Ele é um mago, ele nunca chega atrasado, ele vem Ele tem que ver.
É melhor do que se ele escrevesse por obrigação, né?
Não, isso não existe.
Tem que escrever com paixão mesmo.
Na obrigação aqui sou só, somos só a Thay e eu. A Thay desenhando e eu assistindo anime que eu não gosto.
Ah, mas é, até então todo mundo, né? Podcast tem dessa, né? A gente tem que às vezes acompanhar uma coisa que a gente não gosta, mesmo que seja para falar mal.
Mas eu estou aqui há 7 anos.
Achei. Agora, saindo um pouquinho de Witch Hat Atelier, agora a gente, agora vamos para o último episódio que nós lançamos, que foi o live action do Avatar, segunda temporada. Então, melhor da massa, fala para nós o que, ou melhor, antes disso, antes, a nossa querida Brenda mandou outra cartinha. Só um breve comentário do episódio 235, ela voltou direto do túnel do tempo, é, ela voltou a chafundar na lama do Takeshi Takeshi. Ela mandou lá no longínquo episódio aniversário do Miro, lá a Taqui, a Dragon.
E ela manda assim: não gostei desse episódio que queriam cortar a cabeça do Ju e o dedo do Milo. Então é isso.
Eu não lembro por quê, mas eu concordo. Principalmente deveria cortar a cabeça do Milo também por ter escolhido essa série para a gente gravar.
Infelizmente eu não assisti a série antes, escolhi sem conhecer nada, só conheci o jogo para descobrir que não tem nada a ver com o jogo. E foi uma série ruim por si só, na verdade, uma série ruim.
E você quis compartilhar com a gente.
Fui pego de surpresa também.
É, deveria se desculpar isso assim.
Fiz o que eu pude, não consegui.
Mas, Brenda, espero que você tenha gostado do podcast, porque foi bem torturante para gente, viu? Todo mundo odiou, sem exceção.
Acho que a gente ficou reclamando dele o tempo todo.
Mas quanto à cartinha, vamos lá para essa. Essa cartinha, ela é dividida em vários momentos, né? Vamos lá, primeiro momento aqui, primeiro episódio. Toda cartinha. Alaphi Cabral: senhoras e senhores, só passando para dizer que o bem venceu, kkkkkk, e vocês estão acompanhando Muxoco Pensei. Pensei está muito boa animação, está perfeita.
Eu não entendi muito bem esse pensei aqui, mas é verdade, só um pensei, é digitação.
O Alaphi é do time do Mestre. O Mestre também acompanha Muxoco Pensei.
E eu também, tá boa animação, tá maneira.
Depois Depois ele continua: PS, me caguetaram. PS2: só para deixar claro, eu não uso drogas, apenas cigarro, kkkkk, que é uma dorga, né? PS3: mandei os nomes em japonês porque fiz o famoso copia e cola. Enfim, um beijo para Jana, um beijo para rapaziada e um abraço para o Milo e um aperto nos glúteos.
Beijo, seu lindo!
Um tempo depois vem comentário da Brenda. Sou dedo duro, sim, proerde ao programa, proerde a solução, lutando contra as drogas, ensinando a dizer não. Eu cantaria essa música, mas eu não lembro o ritmo dela.
Tá certíssima, Brenda. Isso, amigos de verdade fazem isso por bem do próximo. E aproveitamos aqui que tiver, que temos uma ex-fumante. Uma curiosidade que eu sempre tinha: quando você irá comprar o seu Belo Derby, você escolhia, você tinha um com uma imagem de trás preferida, do tipo, ah, eu quero a do dedo podre, do pulmão tá fodido, o do brocha, do, ah, brocha para mim não é problema.
Quando eu comecei a fumar não tinha isso, era mesmo já, né? Toda vez, eu que comecei muito nova, né, gente? Mas depois eu lembro que eu tinha um ex-namorado meu, ele comprava cigarro, aí ele colocava um papel escrito coisas assim, ou então com alguma ilustração para tampar essa advertência na carteira. Mas na época, depois aí Mas gente, quem fuma é, tá meio que foda-se para essas coisas, né? Então só tentar procurar imagem menos feia, porque você vai carregar esse maço para todo lado.
Eu tive um amigo da faculdade que o bichinho era uma chaminé. O cara assim, antes de começar a aula, ele já tava fumando. Durante a aula, ele descia para fumar. E quando é o momento do intervalo, ele já tava embaixo continuando fumando. Mas ele falava que ele não gostava de comprar o maço do broxa não, que aí se sentia mal.
A masculinidade, né, gente? Mas gente, a minha questão, eu acho acho que o que me ajudou principalmente a parar de fumar é porque eu gosto de ser cheirosa, gente. Essa é a minha sina, e cigarro fede. Eu fumava, com o tempo eu comecei a fumar aquele mentolado porque eu achava que o cheiro dele era menos pior. Mas, por exemplo, eu não fumava o dia inteiro igual pessoas que para a vida para fumar, porque eu não queria ir para o meu local de trabalho, eu não queria ir para sala de aula de pé dando cigarro.
Então é aquela coisa, eu acordava fumando, aí depois tomava banho, me escovava dente e tal, e depois era à noite quando eu tava no bar da faculdade, depois da faculdade, ou tava indo embora para casa, esse tipo de coisa. Ou quando eu ia só sair com pessoa, principalmente sair com pessoas que estão fumando, aí eu também não me importava tanto de estar com cheiro de cigarro. Mas o cheiro de cigarro me incomodava muito. Então, uma assim, uma das coisas que me ajudaram a parar de fumar, que eu não queria ter uma pessoa pedida, e também porque entrei para faculdade, né, de enfermagem, e lá eu descobri que quem toma anticoncepcional tem uma tendência maior a desenvolver câncer.
Aí eu parei de fumar para não parar com menos 10 anos da minha vida, gente. E assim, se você realmente quiser parar, não desanima. Tem vezes que você não vai conseguir ficar sem. Esse esse negócio de, ah, hoje eu decidi cortar e nunca mais eu vou fumar na minha vida, utopia. Você só vai ficar ansioso e vai voltar a fumar. É aquela coisa, vai diminuindo, vai espaçando a quantidade, depois assim dia sim dia não, vai indo aos poucos até o momento que você tiver bem para largar de vez.
Porque se você simplesmente, hoje eu não fumo mais, quando for uns 2, 3 dias, quando a abstinência tiver no talo, você vai querer sair no meio da noite pedindo cigarro para mentir. Então toma cuidado com isso.
É, e lembrando que dois passos para frente e um para trás ainda é avançável.
Nos anima não, mas é sério, gente, porque parar de fumar não é fácil, cara. Porque querendo ou não, principalmente quando você tá ansioso, quando você tá estressado, o cigarro ele ajuda, ele relaxa, ele socialmente é uma coisa, principalmente quando você tem mais pessoas fumantes em volta. É um negócio social, social. E eu me achava gata para caralho fumando, gente. Tem isso também. Então acontece, acontece. E você vai ter um monte, por conta de decidir parar, vai ter vários momentos que você vai ter recaída.
E tá tudo bem, depois você para de novo, começa a recontar. Mas pensa que quanto mais cedo parar, quanto mais jovem você é para parar, assim, menos malefícios vai fazer para sua saúde? É parar de fumar, um ato de cuidar da própria saúde, né?
Larga essa porra, queima tudo, mas não traga. Ai, boa, boa! E aqui agora era a nossa cagueta, nossa X9 do bem. Ela não vai acordar dentro do micro-ondas e nem com a boca cheia de formiga, que aqui no Rio X9 morre cedo. Mas não, quem vai morrer cedo é o Ágafe. Se não pagar com isso, a Brenda vai viver bastante. E aqui nossa querida Brandinha manda: bom dia, boa tarde, boa noite, Brandinha Lovers. Ela tá mudando e agora tá escrevendo em tópicos.
Tópico 1: eu amo vocês, ó, e tenho esperança da parte 3 de JoJo. Os cruzados do pó de estrela é outro nível.
Eu apoio. Eu tô falando, tem que voltar. A gente tem que gravar sobre JoJo para eu voltar para academia. É porque era meu anime de cardio. Quando a gente for gravar JoJo, eu vou voltar para academia.
Tópico 2: pagando em cigarro. Olha só, tem uma cena na parte 3 onde um cara tá se passando pelo Jotaro E ele é obrigado a fumar mais de 20 cigarros de uma vez só. Ele se ferra, óbvio. É água, filho. Estou amando a participação do Mutante, ó, coraçãozinho. E o último tópico dela: chupa Messi.
Muito bom, importante.
E ela manda aqui o último tópico, não tem nada a ver com podcast, mas eu vou trabalhar a pé todo dia e no caminho estou ouvindo o áudio, o áudio livro de Duna, enquanto jogo Pikmin Bloom e planto minhas florzinhas. Gostei bastante dos filmes, o que que vocês acharam? O filme 1, resumindo, filme 1 é bonito, mas é chato. O filme 2 é bonito e muito legal.
Cara, eu não assisti porque eu sou traumatizado com a primeira versão de Duna, né, que eu assisti quando era criança. Aí depois disso eu não quis mais chegar perto de Duna não.
Eu tenho muita vontade de ver os livros. Eu assisti primeira parte, entendo que é um filme introdutório, mas achei chato para um senhor caralho. Bem feito, muito bem feito, mais chato. É que universo chato! Mas, e não quis assistir o segundo mesmo, todo mundo falando que é infinitamente melhor. Um dia assistirei, mas não é a minha prioridade. Agora os livros, e eu entrei para esse universo dos audiobooks, eu que sempre critiquei audiobook, sempre falei que ouvir livros não é leitura, me rendi aos audiobooks. E quem sabe eu tento assim, porque os livros são também calhamaço, né?
Vários, vários calhamaços.
E, cara, gente, é sério, esse negócio do audiobook, eu achei que eu não ia conseguir prestar tanta atenção, mas eu lembrei que eu sou cria de podcast, né? Então é de boa de ouvir. E, gente, dá para você fazer tudo ouvindo audiobook. Eu vou ao mercado ouvindo audiobook, vou ao banco dirijo, faço tudo ouvindo audiobook. Mudou minha vida. E só esse ano eu já devo ter ouvido uns 8 livros.
Então é isso, meu povo.
Gente, espera só um minuto. Será que eu posso dar alguns minutos de opinião sobre a série do Avatar? Porque eu ia escrever a cartinha, mas acabei não escrevendo.
Verdade, por favor aproveite, aproveite, aproveite.
Vamos lá, minha opinião sobre Avatar Live Action, segunda temporada. Não terminei de ver a segunda temporada, então talvez eu que eu fale besteira, mas até onde eu assisti eu não tive a impressão de que os criadores entenderam bem o que é o Avatar. O Avatar não é só uma pessoa que reencarna de tempos em tempos e sabe dobrar os elementos. Ele é a ponte entre o mundo espiritual e material. Sendo assim, muita informação e sabedoria ele consegue entrando em contato com o outro lado.
O Aang só fica sabendo do cometa Sozin porque o Avatar Roku diz para ele. Aang saber disso por conta de um personagem cientista tira grande parte do misticismo do que é o Avatar. O evento do pântano foi importante para animação não só para mostrar o estilo diferente de dobra da água, mas para mostrar que aquele pântano também era um ser vivo e também era místico, tanto que foi ele que deu as visões do futuro sobre quem seria a verdadeira mestra do Aang.
Tirando a parte espiritual, Aang fica só sendo um menino com poderes. Eu gostei até onde eu vi, até o terceiro episódio. No quarto eu achei chato para um caralho, porque foi aquele episódio que é meio que filler, né, que vai mostrando vários contos lá, né. Eu gostei, mas eu não entendi muito bem as mudanças de roteiro. Então eu dou uma nota 6 para série.
Eu também dou uma nota 6. Tenta de novo, que essa temporada não deu não, gente.
Eu nem lembro qual a nota que eu dei para esse, para o live action. Eu sei que foi baixo, mas porque eu acho que tecnicamente não é ruim. O problema foi dessa vez foi o enredo. O enredo ficou bem cagado, né? Teve umas mudanças que eram muito sem sentido. E para mim, eu continuo batendo nessa tecla, foi para economizar, porque se fosse ser fiel ia gastar muito dinheiro em CGI. Cortaram o Apa, gente, foi, mandaram o Apa para o caralho.
Eu não cheguei nessa parte, mas ouvi vocês falando. Então realmente não tem a parte do Apa sendo raptado, né?
Tem, não do jeito da animação, né? Mas não do jeito.
E o rapto dele no Soviético foi só para o Aang usar o poder, ouvir a Terra, né? Então foi uma coisa mais tosca que eles poderiam fazer. Em vez de seguir os ensinamentos da Toph, do monge, né, eles simplesmente sequestraram o Appa para fazer essa patifaria, enxugaram a história. Toda essa peregrinação deles foi cortada. Coisas que aconteciam no lugar, em outros lugares, se concentraram todos no mesmo lugar e não souberam desenvolver isso de uma maneira boa.
Esse para mim foi o maior erro que eles tiveram. Para mim não fez o menor sentido. Tudo acontece em Bacin C, tudo, tudo é Bacin C. A biblioteca tá em Bacin C, não sei o quê tá em Bacin C.
Essa parte da biblioteca ficou muito tosca assim. Ai, a biblioteca não, na biblioteca não. A coruja ficou legal, a coruja, mas toda essa parte da biblioteca, elas ter no mundo espiritual, gente, virou uma coisa muito sem noção.
Eu ainda pretendo terminar de assistir porque eu tenho medo para falar mal. Não, não, é porque essa é uma daquelas séries que poucas séries que eu assisto com a esposa. Então o nosso momento de fazer coisa juntos, logo isso, né?
Outra coisa, hein, gente, que casamento é esse?
Aí ela gosta de Avatar, eu também gosto.
Então Avatar, não isso, não essa, esse live action nos infernos. Eu entendo gostar de Avatar, gostei não, mas entendo gostar. Agora o live action nem para fã, isso não faz sentido. Eu acho que esse, o live action de Avatar, é para quem não conhece Avatar. Eu acho que se eu tivesse assistido o live action primeiro sem assistir o anime, eu teria achado menos ruim.
Para você ver que como quando adaptação é boa, ela é boa, né? Que ela toma porrada no episódio para ela e no episódio seguinte. Parabéns, Avatar, você fez algo incrível aqui nesse outro aqui, ó.
E não adianta falar que não é possível fazer um live conecte com o bom. E One Piece tá aí para isso, para provar para a gente que tem como.
Bom, meu povo, se você quer se juntar a gente ao ódio, à raiva, ou se você quer mandar uma cartinha de amor, de alegria, é muito simples. Vai lá na Rádio Verde, deixa o seu comentário para gente. Ou se você quiser mandar uma cartinha maior, pode mandar através do @otakeocast, que iremos ler com o maior carinho e amor e atenção possível. Dito isso tudo, vamos lá para as nossas considerações finais, começando com ele, Amarelo da Massa, Amarelo da Massa, fala para nós, Amarelo da Massa.
O que que você achou dessa segunda temporada de Dorohedoro? E vendo sua situação atual, valeria a pena fazer o concurso para virar demônio?
Nossa, valeria qualquer coisa para sair do meu serviço, qualquer coisa. Vamos lá, cara, Dorohedoro é um anime divertido, ele é, ele é bem confuso, ele é bem complexo. Você não pode piscar, senão você perde muita coisa. Mas eu me diverti muito. Então eu tive, eu tive um pouco dificuldade para entender a segunda temporada, sim, mas foi porque eu não reassisti a primeira. Talvez se eu tivesse reassistido teria menos problema, mas com o tempo você vai lembrando das coisas e vai entendendo normalmente.
E eu gosto bastante dessa mistura do gore, comédia e ação, né? Claro, tem muita ação no anime. É só isso mesmo.
E você, Segueta Monteiro, você que fez o seu dever de casa, você que além de ver o conteúdo da semana você revisou o conteúdo da semana de 6 anos atrás, olha Olha só que menina aplicada! Fala para nós, o que que você achou dessa temporada? E você faria o concurso para se tornar uma demônia?
Eu bato novamente nessa tecla: quem for assistir a segunda temporada, assista primeiro a primeira temporada, que você vai ter uma experiência muito melhor. E cara, eu gosto muito desse anime. Eu tava meio receosa porque o mestre, o nosso, o nosso gosto bate muito, apesar dele gostar mais de comédia do que eu. O nosso gosto bate muito. Ele não gostou, começou a assistir a segunda temporada e dropou. Então eu fiquei muito preocupada.
Eu até falei para ele dar uma outra chance, tentar assistir a primeira temporada de novo para poder continuar, porque, cara, ficou muito bom, sério. Eu entendo quem achou confuso, eu entendo quem teve uma certa dificuldade, porque é muita coisa acontecendo. E se você perde um pouquinho da atenção assistindo, você vai perder aquele detalhezinho que encaixa com outro, com outro, que faz a história andar. Eu gostei muito de ter vários núcleos, apesar de ter personagem demais.
E eu não decorei nem a metade do nome dos personagens, que é impossível para mim. Mas eu gostei muito do fato de todos esses núcleos terem todos os elementos que eu gosto, que é o gore desse anime, essa estética maluca e comédia bem aplicada. Eu, a comédia, quando ela é bem feita, ela é muito boa. Então até os personagens mais insignificantes da história tem um momento que você dá alguma risadinha neles. Eu assisti tudo em 2 dias, a segunda temporada, mas eu acho que é um anime que talvez seria melhor assistir com mais calma pela quantidade de informação.
Como eu fiquei muito misturada, eu fui assistindo o tempo todo. A todo momento que eu tinha um tempinho, eu assistia um episódio, depois chegava à noite, eu maratonava, porque eu queria muito ver o desfecho do chefe, né? E eu tô muito muito ansiosa, gente, para segunda, para terceira temporada, porque aí sim a gente vai ter todas as informações sobre esse personagem e sobre as motivações dele. Então eu tô muito animada. Amei ter assistido a primeira temporada, amei ter assistido a segunda temporada.
Quero reassistir para entender algumas partes que ficaram faltando assim, que vendo, reassistindo, talvez eu capte melhor algumas informações. O que aconteceu durante a conversa aqui, né, a gente foi relembrando coisas. E estou ansiosíssima pela segunda, pela terceira temporada. E gente, eu não gostaria de me tornar demônio porque esteticamente os demônios são horrorosos. Simplesmente eu tô sendo muito fútil agora. Eu preferia ser uma feiticeira com poder foda.
Eu preferia ser o Azul, uma feiticeira com o poder de me teletransportar para qualquer lugar. Seria ótimo para as minhas férias. Então eu queria esse poder, não queria ser demônio de forma alguma. E vai que eu tente ajudar uma pessoa que eu gosto e depois eu sou torturada por outros demônios. Aconteceria muito isso comigo, eu me foder tentando ajudar alguém. Então eu preferia que não. Mas e o senhor, senhor Júlio? Tenho 3 questionamentos.
Que o primeiro: como foi ser eu por um dia? O que que você achou dessa experiência? Apesar de todas essas, essa forma não ortodoxa de assistir anime e tudo mais. Conseguiu gostar dessa temporada? Está ansioso para uma terceira temporada? E o senhor gostaria de se tornar um demônio?
Olha, vamos lá, são tantas perguntas que eu até me enrolei. Vamos lá, primeiro, como é que foi um dia de Jana? Cara, não recomendo, não é maneiro nem para você, Jana. Recomendo essa vida para tu, você tem que mudar rapidamente a sua rotina. Não dá, não dá. Senão em breve a gente vai abrir uma vaga para alguém poder substituir. Não sei se você vai conseguir viver mais 7 anos dessa forma. Então ainda bem que largou o fumo, então você ganha alguns aninhos extra.
Porque se tivesse fumando e nessa rotina, né, dá certo não. Sobre a temporada, cara, no geral eu gostei porque os elementos que eu curto estão lá: ação, tem um gol, tem personagens carismáticos e tudo mais. Mas como não teve tanto Caimã, eu fiquei meio assim, né? Pô, queria mais ver esse meu querido Cabeça de Jacaré, saudades dele. Pior que ele volte, eu já falei, começou o Cabeça de Jacaré tem que terminar com cabeça de jacaré.
Não sei qual a desculpa vocês vão dar, mas tem que devolver meu cabeça de jacaré, senão é zero estrelas. Mas sério, eu curti, eu gostei da temporadinha. Tudo bem, fiquei confuso em vários momentos, fiquei confuso em vários momentos, mas né, não acho que, acho que não foi esse o pior editor não. Faltou um pouco do carisma do Caimã nessa temporada e talvez um pouco mais da Necaido. Enfim, sobre a terceira temporada, não, sobre viraria um demônio, um tinhoso, um cramunhão, mochila de criança?
Olha, te falar, ser bem sincero, é porque eu acho que o concurso é meio difícil. Se não fosse, acho que vale. Pô, é um mundo que todo mundo vagabundo tatua cruz ao contrário, então não tem problema, gente, não tem o menor problema você ser um tinhoso. As pessoas vão até te reverenciar. O único ruim é que até no inferno você tem chefe. Essa é a merda. Se não fosse isso, nossa, Seria perfeito ser um tinhoso no universo de Doredora.
Feliz na selvagem, em todo lugar.
E para mostrar que, ó, mesmo sacrificando, a Argentina não foi campeã. Então deu Espanha! Vamos para cima, Argentina! Vamos para cima, Argentina! Não, vamos para cima, Espanha!