Trens de Biquini (GuaxaVerso #161)
GuaxaVerso destrinchando episódios e respondendo comentários! Se Flopar nunca existiu. Até porque.... Nunca existiu mesmo.
Esta semana vamos falar tudo sobre o episódio de 215.
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Edição: Marcelo Guaxinim.
"Ancient Winds" Kevin MacLeod (incompetech.com)
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- GuaxaVerso e o conceito de inexistênciaDebate sobre a existência do GuaxaVerso · Marcelo Guaxinim e seu aniversário
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Se eu pegar essa ilha e esse helicóptero E aí tudo faz sentido Porque aqui tem um zumbizinho ali, não tinha E agora? É isso, é isso Eu sabia, eu sabia Guaxa Verso existe Como assim? Você entendeu a referência do último episódio? Olha só, quase tudo Espera, o que é o Guaxa Verso? Era só uma questão de tempo O Guaxa Verso sempre existiu Eu quero entender o Guaxa Verso Alguém me explica o que é o Guaxa Verso? É, pessoal Não existe Guaxa Verso
Mas supondo que ele exista. Guaxaverso, onde o que não existe é debatido.
Olá, eu sou Marcelo Guaxinim, narrador, produtor, liderador do podcast de Relógio Guaxinim, e hoje é o primeiro dia que eu gravo tendo 42 anos. Pra quem não sabe, o Guaxinim é o nosso antigo escudo-mestre. Aqui vamos ler os comentários que eu tirei as teorias do último episódio, que no caso foi retalhos, cartas e telas. É o Guaxinim, 215. Tá voando esse ano, hein? Eu lembro como se fosse ontem, que a gente fez o 200. E já é 215. É isso.
Eu estou aqui com ela, que brilhou no último episódio, nossa querida Mari. Tudo bem, querida? Tudo bem, e você? Estou bem. Melhor agora em sua presença? Melhor na presença de todos aqui. Sempre vou fazer esse povo do cuar. Exato. Na presença de todos que estão aqui ao vivo para ouvir esta gravação. Para quem não sabe, para quem é aboiador, a gente está gravando ao vivo no Discord. E quem é padrinho pode entrar, pode ouvir. Vai saber tudo que a gente cortar na edição.
porque aqui é o vivo. Então, pra fazer parte disso, vai em apoia.se barrepenguache. Se apoia a partir de 10 reais, vai liberar um post que tá lá com o cadeadinho, que já tem um link direto pro Telegram. Lá tu vai ter vários subgrupos, tu vai receber episódio antes, episódio extra, assim, muita coisa, muita coisa, e o principal vai ajudar esse projeto a continuar existindo. Maria, eu já te perguntei isso, mas pergunto novamente, como é que você conheceu o RP Guache?
Foi indicação do John, o Sr. Silvestre, que ele ouvia do Deviante, principalmente o SciCast, e foi ouvindo os derivados que foram. Acho que quando começou, o AI pegou acho que ele já começou ouvindo, porque tinha você e a Jujuba, e mais outras que ele conhecia.
E daí do Natal ele falou, você tem que ouvir isso, que é muito engraçado. E daí eu acho que eu ouvi o do Natal. Aí não achei tão engraçado porque eu não tinha as referências, mas eu comecei a ouvir desde o primeiro, quando eu voltei pro Natal, daí eu gostei mais.
Perfeito. Ele ainda escuta? Não, ele... Acho que agora só está escutando o Xandrês Verbal de vez em quando. Escolhe bem o lado da família para participar dos episódios. Ele mudou de trabalho também. E agora tem que falar muito mais. Eu sei que tem profissões que é difícil você ouvir uma coisa enquanto trabalho. Vou perdoá-lo em respeito a você.
Ok, ok. Não dá, tá, tá justo, justo, justo. Ou senão você pode deixar uma mensagem puxando a orelha e daí eu falo pra ele voltar a ouvir. Senhor Mari, orelha puxada, olha só. Olha, a sua esposa tá participando do Portal do Aviante, veja isso. Incrível. Antes de começar a leitura do nosso último episódio, eu queria convidar vocês a ouvir minha participação no Level 9999. É um podcast lá do Gil Somar Livramento, o Gil.
É um cara maravilhoso que eu conheço há pelo menos uns 15 anos já. Você já deve ter ouvido falar, você que acompanha revistas de videogame, revista Playstation, até revistas anteriores, talvez já tenha ouvido esse nome, porque ele é um cara que veio e desce de fazer guia, estava detonado nas revistas e tal.
É um cara maravilhoso. Fui participar lá do podcast dele. O podcast dele, como ele vem disso de revista, é quase uma revista mesmo. No sentido de que é um podcast com vários blocos e cada bloco ele fala de um jogo diferente. Então lá teve Big Hop, Dead Pets.
vários jogos. O principal, eu participei de dois blocos. Star Chip Troopers, que eu gosto muito do filme, da série, e eu recebi, cara, eu me senti muito incrível, porque foi a primeira vez que eu ganhei o jogo, quer dizer, ele ganhou o jogo da produtora, obviamente, ele ganhou duas chaves, e daí ele me deu uma das chaves pra gente poder gravar o episódio, né? Então eu recebi o jogo antes dele lançar, e eu tinha que jogar, tinha umas regrinhas, assim, um contratinho.
Eu tinha que jogar sem estar online, sabe? Então, poxa, achei incrível. Me senti especial ali. E daí, então, eu falei desse jogo. E falei também com o do Yakuza Kiyomi 3. Esse, sim, eu paguei o jogo, né? Vocês sabem que eu já fiz pré-venda no ano passado, quando esse jogo saiu. É um jogo que eu amo de paixão. Então, assim, convido vocês a ouvirem ou o podcast todo, ou pelo menos os bloquinhos que eu participei, que estão bem legais.
ou pelo menos vai lá no Spotify e deixa um comentário que eu quero que ele me chamasse às vezes eu já recebi hoje mesmo ele me passou um Metroidvania que eu vou falar lá no futuro e pô, eu me sinto um jornalista de games recebendo um jogo antes, incrível é isso a pessoa com mais platina do Playstation do Brasil, merece
Não, pô. Cheguei perto de ser lá na época do Playstation 3, mas aí nasceu minha filha, as coisas foram mudando. Mas quase, quase. Por muito tempo, como a minha conta é portuguesa, né? Por muito tempo eu fui top 1 de Portugal, sem nunca ter pisado em Portugal. Mas isso é uma outra história. Isso é reparação histórica, né? É. Ah, com certeza. Eles que não saibam. Mas é isso mesmo.
Vamos ler os comentários do último episódio, que no caso foi Retalhos, Cartas e Telas, no episódio 215, que teve a presença de João, de Mari e da Shelly, todos maravilhosos. O primeiro comentário é do Lucas Felipe Sizeski.
Olá Guaxa, Guaxavidade e Guaxonautas, como vão? Vamos bem, você vai bem Mari? Vamos bem. Então a partir de agora, todo mundo perguntar se a gente está bem, a gente vai considerar que já respondeu. Guaxa, que episódio divertido com um final profundo. No fim tudo se tornou uma busca muito pessoal, em que cada jogadora procurava algo diferente. Confesso que chorei com um desfecho. E o senhor Guaxinim tem a habilidade de fazer adultos chorarem. A voz da Xeri não mente, né? E reouvindo, ouvindo editado...
A parte do quadro mesmo, eu também dei uma emocionadinha. No início do episódio, quando a personagem da Mari pega o celular, achei que seria uma aventura com pessoas do passado no futuro, tentando entender esse mundo distópico e encontrar uma forma de voltar para seus destinos. Infelizmente, os destinos delas acabaram sendo bem diferentes do que haviam planejado. Parabéns a todos os envolvidos, João, Shelley e Mari. Vocês foram espetaculares. Amei os personagens, vocês conseguiram manter o clima leve.
Mesmo em meia tensão, descobriu o que estava acontecendo. Achei curioso que a menina do terno na estação mencione a data 26 do 4 de 26. E o episódio saiu 23 do 4 de 26. Bastante sincronismo. Foi gravado há bastante tempo, né? Mas eu já sabia a data que seria lançado o episódio. 23 do 4. E 26 do 4 é o meu aniversário, né? Que foi domingo, como eu comentei agora. A gente está gravando na segunda-feira. Então eu escolhi a data por ser a minha data.
No fundo, cada Erpeguacha tem um pouquinho de mim também, né? Dessa vez tem a data ali. Acho que daqui a três dias eu iria nessa estação. Ok, não era o caso, mas fica aí. Podia ser um arg, né? Se eu tivesse muito dinheiro, podia ter alguém na estação do domingo, né? Segurando a cartinha, alguma coisa, pra entregar. Seria legal. Quer dizer, quem poderia ir até, sei lá, Minas receber essa carta? Eu não sei.
Mas ficam algumas perguntas. O que aconteceu com o trem? Sofreu um acidente ou foi outra coisa envolvendo os personagens? Justifique sua resposta. Ficou em aberto porque, assim, pode ter sido um acidente, pode ter... Alguma coisa aconteceu e aquelas pessoas não chegaram até o destino delas, né? E eu quis deixar em aberto mesmo pra ficar em aberto, assim, as pessoas pensarem, decidirem, né? O que aconteceu ali, porque a aventura não era sobre...
o que aconteceu com essas pessoas no trem, mas sobre a marca que elas deixaram por ter partido. Então tem a partida delas no trem, e simbolicamente a partida delas da vida, né? Então essa era a ideia. Realmente eu não pensei exatamente no que aconteceu, até porque as três pessoas sumiram, não necessariamente todo mundo no trem. O manequim no trem era um robô?
Não, era, sei lá, talvez alguém que trabalhe para a morte, um anjo, alguma criatura que cuida da passagem, né? Tanto que a função dela, embora ela assuste, ela em momento algum trouxe perigo às jogadoras, né? Ela estava ali para entregar um ticket para dizer que aquela viagem não era sozinha, né? Que nenhuma delas ia partir sozinha. Cada ticket era duplo, com uma outra pessoa esperando elas para partirem juntos. Então... ... ... ...
Ela é mais uma entidade ali. Espero que alguém pergunte do Sal. Eu gosto muito da história do Sal, mas se não, no final me lembra que eu falo sobre ele. Sem mais de longas, biscoitos em formato de bilhete de trem. Abraço a todos e ótima leitura de comentários 17. Porra, péssima escolha. Obrigado, Lucas Felipe. Eu achei que era um robô também. Eu pensei principalmente naquele jogo russo que saiu de robô, que os robôs não tem rosto. Eu imaginei ele assim.
jogo russo que os robôs não tem rosto. Isso. Deixa eu pesquisar aqui. Atomic Heart. Eu acho que já ouvi falar, mas não vi nem imagem. É, assim. São robôs só de mulheres. São umas mulheres sem roupa. Sem muitos detalhes, mas é como se fosse um manequim mesmo. E não tem rosto.
Ok, eu digitei aqui no Google Imagens, ok, ok. As pessoas têm gostos peculiares, queria que eu já cheguei. Eu só vi um pouco, assim, mas ele é... Da época que lançou, ele impressionou, assim, porque... Ele foi do começo da geração, então... Ele impressionava pelos gráficos, assim, porque tinha muita partícula, assim. Você batia as coisas e voava muita coisa, assim. Então, era bastante bonito.
Ok. Mas enfim, eu me desviei. Então, lendo agora o comentário do Tortelli. Saudações, Guaxa, Raco, umidade e Guaxa, umidade linda. Como vocês estão? Eu tô ótimo, passando pra dar um alôzinho após ouvir mais um EP.
Ainda estou longe dos atuais, mas sigo sempre aproveitando cada episódio. Comecei a ouvir no fim do ano passado, ouvindo pelo Vidani, pós-participação sua no podcast dele, e soube que ele havia participado. Então, ouvi o episódio dele, comecei do primeiro, lá por novembro, e vou ouvindo aos pouquinhos, no trabalho ou em casa nos afazeres.
Me tornei padrinho em março e fui muito bem recebido na taverna e vários subgrupos. Essa semana participei da minha primeira mesa do pessoal e foi bom demais. Sejam padrinhos, vale a pena demais. Abraço a todos.
Muito obrigado, Tortelli. O Tortelli é bem participativo, bem ativo na comunidade, né? Assim, a gente sempre vê algum comentário dele lá. Fico feliz que tu veio dessa leva lá do Vidani. Gosto muito do Príncipe, né? Gosto muito do episódio que ele jogou aqui também. E, poxa, fico feliz. Fico feliz. Que bom que a comunidade te recebeu bem.
Isso é legal também. Eu nunca tinha participado de RPG, assim, só de videogame eu tinha jogado. Até já tinha mexido num livro de D&D e feito uma ficha, mas obviamente, sei lá, eu acho que o menino que tinha o livro me mostrou como montar uma ficha só porque ele estava interessado, porque nunca recebi o convite de jogar uma mesa.
E daí, eu fui começar a jogar da taberno. E joguei e falei, mas assim, não tanto igual os arroz de festa, que tá toda semana jogando umas três meses. Mas foi um lugar bem legal pra jogar.
Fico feliz, fico feliz. Tem um pessoal mais empolgado, tem gente nesse momento, jogando inclusive, tá lá, o pessoal ao invés de estar aqui ouvindo a gente ao vivo, estão lá jogando. Vou jogar? Talvez um pouco. Vou botar todos na geladeira? Não dá porque o Felipe Xavier tá no meio, né? Então o Felipe, talvez os outros, né? Por ele? Mas não sei.
E o próximo comentário é do maior comentarista da podosfera brasileira, Luiz Edvaldo Correia. Boa noite, coaxininhos, tupiniquins e de outros lugares. Cês tão bom? Pô, agora eu acho que tô bem, pare de tossir. Quantas reviravoltas? Pensei que seria um drama de época, depois uma história de terror. E acabou tendo reviravoltas. Virou um drama de terror misturado com uma história de época e repetiu de trás pra frente. Curti. Me lembrou de uma história que muito me tocou, de Final Fantasy VI, a do trem.
num dos meus jogos favoritos. Obrigado, Guaxa, pela lembrança despertada. Abraço a todos os ouvidos e coração. Eu comecei Final Fantasy pelo 7, e dos mais antigos eu joguei só o 5. O 6, eu sempre ouvi falar muito bem, mas é uma falha, nunca joguei. Tô esperando o remake, talvez. E obrigado, obrigado pelo seu comentário.
Esse dia eu estava pensando sobre isso, sobre os Final Fantasy famosos, e eu não lembrava dos 6. Eu joguei o 4, o 7, eu sei os outros que são famosos, mas dos 6 eu não sei nada. Eu joguei o 7, amei, achei assim, meu Deus, isso é incrível. Aí eu fui jogar o 8, e o 8 não tinha nada a ver com o 7.
tinha aquele sistema do GF, que eu tinha que roubar a magia do inimigo. Eu disse, não, não quero isso. Eu quero meu Final Fantasy VII de volta. Aí eu dropei o 8. Pulei o 8, não joguei o 9, que dizem que é muito bom. Não joguei o 10, mas eu acompanho um canal que joga bastante RPG.
Eu já vi ele fechar lá, o 10. Eu acho que... O 11 é o online, né? O 11 eu não joguei. Não, o 10. O 10 eu joguei, que é o da Menina Orelhuda, da Coelhinha. O 11 eu não joguei, porque é um online. O 11, 12. O 12 é o da Lightning, eu joguei. Não joguei os spin-offs depois. O 13 eu joguei pouco. O 14 é online. E o 15 eu não joguei. É isso. Tu ia falar, tu jogou quais?
Eu joguei o 4 porque eu tinha o emulador do Game Boy, era o que já rodava no meu computador, rodava o emulador Game Boy. E eu tinha o Playstation 1 só, então eu joguei o 7. Mas eu olhava bastante, a época eu olhava o 10 assim, nossa que jogo bonito.
incrível eu queria pegar um dia eu sei que os primeiros tem remake oficial, pegar assim pra jogar é uma série que eu gostaria o 4 até tem uma versão 3D mas é um 3D muito vagabundo, é melhor jogar o Pixar
O 5 eu joguei uma versão dele pro Playstation 1, se eu não me engano, que eles fizeram um... Não lembro se era um anime ou um CG de abertura, e daí o jogo era todo igual o do Nintendo, era todo bonequinho pequenininho de gráfico pro seu arte. Mas tinha uma abertura especial. Mas ele... Ah, e ele tava em japonês. Então eu cheguei numa parte que tinha uma biblioteca, e eu não sabia resolver aquele puzzle, e daí eu larguei o jogo.
O problema é que eles são longos. Nessa época, eu pegava e ficava jogando com os personagens só pra subir de level, só pra eu ver o ataque deles. Era até tempo, né?
Eu faço isso até hoje, assim. Pegar RPG e ficar... Eu comecei a jogar... O último jogo que eu comecei a jogar é Warrior Abyss. Que é tipo um roguelike do pessoal da série Warriors, que é o Musou, né? Bem bacaninha, assim. Faz duas, três fases e meia horinha, morre, aí compra lá os upgrades, vai de novo. Eu queria... Espero que essa semana me sobra um tempinho e eu quero jogar de novo. Achei divertido.
Essas é boas, porque você joga só um pouquinho e passa. Comentário do Bruno Germano Crã. Não sei porquê, mas chorei no finalzinho. Maldito guaxinim safado que jogou algo nos meus olhos. Talvez tenha sido sal. E aquilo, o guaxavesso existe. E algumas vezes nos faz sorrir. E outras nos emocionar. É verdade. Eu espero que eu sorri mais do que chorar, eu acho. Será que eu fiz a Shelly chorar mais do que sorrir? Não sei.
Eu acho que... Ela já jogou bastante, né? Eu acho que teve esse, teve o do Carrocel, que ela tá bom.
Ela chorou? Não lembro qual que foi. Foi o da vó, da... É, ela chorou alguns episódios. É, ok. Pensando aqui, sim, ela... Esse ano, ela chorou, sei lá, em dois episódios. O outro ainda não saiu. Mas ela jogou mais episódios do que ela chorou. Mas, sinceramente, ela sorriu. Sei lá. Estou me divagando. Obrigado, Bruno. Próximo comentário. Guaxinim Normal. E ele escreve, boa noite. Boa noite, Guaxinim. Boa noite.
Não tenho mais o Bonner pra dar o boa noite dele. Não, agora é o guaxinho normal, né? Sou William Bonner. Eu sei. Sansão Maia. Bom dia, boa tarde, boa noite, boa madrugada, guaxa, tchutchu, guaxa, maestrei. Guaxa, obrigado por uma história que me deu força pra seguir com as fugas para algo melhor.
Shelly, grato por me dar lágrimas por uma personagem que não teve medo de se agarrar ao amor. Mariane, um presente nosso no seu nível e criar alguém que inspira mudanças contra o sistema e faz valer o ir contra o retrógrado, falido sistema em que vivemos.
João, amei uma criação de alguém em que escolhe de ser você, escolhe de ser quem você quer ser, mesmo que para isso o mais difícil seja feito. Riei, fiquei tenso e chorei. Obrigada mesmo, gente, por ter...
mostrado nessa história a importância de fazer o necessário, o certo. Mesmo com todos os intérpretes da vida em que nós, minorias, brigamos para conseguir viver sem medo. Guacho, seu podcast é uma força motora para quem quer fazer o que ama. Sempre com episódios que de alguma forma fazem nós, meros ouvintes, quererem fazer o diferente. Seja um buraco atrás do pôster ou contando as naus de arquivos ou bigodes criativos. Continue a inspirar, Guacho. Esse é seu maior poder.
Espero que o temido ver mais não tenha vindo. Não, não veio. Mas antes, um recado. Você aí que pode contribuir com 10 contos de réis com a radionovela Guaxinim, faz isso. Não há arrependimentos. Apenas um lugar que agrega desajustados, ajustados e gente no meio do caminho. Em grupos maravilhosos. E se não der pra contribuir, só espalhe a palavra por onde puder. Um cheiro e, claro, se a coisa tá guaxi preta, a coisa tá bom.
É verdade. Obrigado, Sussão. Comentário incrível. Eu tenho duas coisas pra falar sobre o seu comentário. Primeiro deles, eu acho que a Mari foi a última a mandar a história do personagem, mas eu sei que os jogadores mandaram a história do personagem muito em cima do dia que a gente ia gravar. Não era isso, Mari? Foi. Até eu achei muito legal que o final é especial pra cada um. Fiquei, nossa, eu tive isso em pouco tempo.
Eu tinha a aventura escrita até a parte que os jogadores chegam na frente do trem, né? E eu não sabia pra onde ir porque eu pretendia puxar das histórias dos personagens, né? Então, o final direcionado a cada jogador, eu escrevi especialmente em cima daquilo que cada jogador escreveu. E eles escreveram...
Eu acho que o último personagem chegou horas antes da aventura acontecer. Então, esse é um recado pro Barça, assim, que eu trabalho. E, é... O próximo comentário é do Vegano Thiago. Bora do dia! Esses dias estou terminando a maratona dos episódios atrasados. Até a leitura de comentários eu acho que já terminei. Mas me peguei pensando onde se encontra. Jorge Marcos Santos Silva? Não sei. Sumiu.
Espero que bem. Um beijo, Jorge Marcos Santos Silva, que era o comentarista mais rápido. Porque na época ele trabalhava de manhã, né? E daí ele ia no ônibus ouvindo e já mandava um comentário. Não sei o que aconteceu. O Todê, espero que não tenha desistido. O Todê desistiu de mim. É de Bahia, também. Outro que deu uma sumida. As coisas são, assim, se tu pegar de um ano pro outro, até os jogadores, né? Acabam mudando um pouco. Mas, assim, sinto falta de todos esses três e gostaria de comentários deles. Isso, não deixaram.
Esse é o ano da Shelly, por exemplo. Esse é o ano da Shelly, por exemplo. A Shelly jogou esse ano mais do que a maioria jogou a vida toda do RPG Watch. Porque, embora só tenha saído no feed esse, né? Acho que já tinha saído, não? Resort não tem Shelly. Sete em cinco cachorro não tem Shelly. Bloco de General Morto. Amor de Gluta Colombina. Aquarela. No céu tem Coflor. Tinha Shelly jogando comigo. Pétalos e Segredos. Tinha Shelly. Dois.
Retalhos, cartas e telas. 3. Próximo episódio. 4. Depois tem um episódio especial, mas ele não é um regular, né? Próximo episódio regular do RPG Watch. Episódio de aniversário. 5. Aí... 218 não tem. 219 tem. 6. Então ela... Esse ano jogou 6 episódios até agora. Mês 6 é isso que eu queria registrar.
Basso e Fabi vão ter que se cuidar, porque ela daqui a pouco tá a ser candidatão da CSU não, é, porra é, ok a Fabi também jogou bastante esse ano, eu acho é pra que eu leio mais o comentário? Porque os outros são curtinhos ah tá, eu li o Jorge Marcos Silva não, não, daí tu leio o passeio tu leio esse, eu leio o passeio do futuro eu acho que você não terminou de ler o comentário do Vegano
Ah, é, desculpa, desculpa. Eu tô... Voltando ao comentário do Vegano. É... Após reflexão, volto aqui com o meu Edith. Quando ouviu o episódio. Guaxa, no Aquarelo 212, tu disse que não tinha lembrado de pegar o NPC pra ti, mas tinha um gato Marcelo, o Miau Caricato, e era absoluto de cinema, mas é que esse gato Marcelo, ele existe, é o gato da Eva, né? Edith 2, não deu tempo de ficar em dia pra comentar. Tá errado, Vegano. É isso.
Esse é aquele episódio com a Eva, que ela dá abóbora pro gato Marcelo? Ela dá abóbora pro gato Marcelo. E existe um gato Marcelo de verdade que ela tem. Que come abóbora. Que come abóbora. Muito bom. Eu tinha um cachorro que ele subia no pé de Goiaba e apanhava Goiaba.
Ele era o cão. A cara do cachorro que chupou o mango. Agora dou a libra. É, mas no caso era goiaba. Ah não, porque... Enfim, vou ler comentários. Lifar Odê Oi e hashtag volta boba.
Ok, ele discutiu sobre isso no último Guaxa Verso. Escutem lá. Próximo comentário, passageiro do futuro. Excelente episódio. Não vi ainda, mas confio no seu potencial. Obrigado. Pô, o cara tá no futuro e tá atrasado, né? Então pra que viajar no tempo? É, tá se contradizendo. Se ele é do futuro, ele já deveria ter ouvido. Ele ouviu, é verdade.
Agora, Gabriel Balardino. Olá, guaxa, juvindade, guaxumidade ou vintinês, tudo bem? O mês de maio se aproxime com ele a promessa de uma greve geral nos Estados Unidos e manifestação pelo fim da escala 6x1 aqui no Brasil. O que será que virá de disso?
A única coisa a dizer é, precisamos estar unidos porque os nossos inimigos estão. E do episódio, o que dizer? Começa com um cenário de terror assustador, personagens super interessantes que cativam rapidamente. A viúva com uma escopeta, a jovem perseguida e a noiva apaixonada foram personagens magníficos que essas pessoas, os jogadores, nos ofereceram. Simplesmente lindo. A atmosfera do trem, com seus sons e movimentos, também foi muito bem colocada pelos orzal.
O cenário do trem que nunca para, só segue em frente, que muda a vida e parte pra nunca mais voltar. Uma cena tão presente no êxodo rural brasileiro, retratada em muitas músicas, como o trem das onzes do Rao Shein. Seixas. E quando o episódio que parecia ser um thriller de terror vai se tornando um drama de personagens, é de arrepiar. Ver cada um deles lidando com o futuro que não tiveram é lindo e emocionante. Que episódio magnífico.
Você é um contador de histórias, espetacular e consegue surpreender sempre. Um grande abraço para todas as pessoas que estão por aqui. Obrigado, querido. Obrigado pelo seu comentário, Bala. Fico feliz que você gostou do episódio. Mari, eu vou usar minha carta armadilha e vou passar o posto comentário pra ti. Pode ser? Pode ser.
É o comentário do Bardo Petis. Como foram várias palavras, esse nome do episódio inteiro é um poema longo. É, eu pensei nisso. Bom dia, boa tarde, boa noite, gosto de umidade. Mesmo com toda a sensação de tensão e medo, achei esse episódio mega confortável. Tem algo de reconfortante de estar num trem. E talvez ser amigo de uma viúva armada passe a sensação de segurança também. Eu me senti mais segura de ter uma viúva, uma arma, já que eu não tinha nada.
Vai saber, né? Mas de qualquer forma, emocionante. Foi lindo demais escutar os relatos de vida e possíveis futuros de cada uma das três. Obrigada por essa mesa, gente. Mas, sem mais delongas, seguem meus versinhos, como de costume, sobre esse episódio Além do Seu Tempo.
Retratos e retalhos, expressam amores e cuidados. Trabalhos não terminados, alimentam inspiração e resultados. Lembre-se do porquê, há uma razão para ser. Outro dia há de vir, seja nessa estação ou naquela dali. Carinho ou ódio servem de incentivo. Aventura ou viagem, transporte locomotivo. Retratos modernos, antigos ou presentes. Telas coloridas, chiados persistentes.
A garganta fica seca no vagão. Só um gole limpa a sequidão. E o fim, onde está? Talvez na juventude, entre quadros numa estação. Linhas tortas mostram o mundo. Aquilo ali é outra versão. Seria esse o futuro, a nossa redenção? Muito lido. Como sempre.
Incrível, incrível, sim, porra. Como sempre, incrível. Recomendo vocês, como sempre também, a ouvirem na aula do arquivo. Esse mês eles deram uma paradinha, mas me prometeram que mês que vem ele tá de volta, então fiquem de olho lá no feed e escutem os episódios antigos também, que são maravilhosos. A gente falou lá atrás de coisas que surgiram na taberna, uma dessas coisas que eu me orgulho muito, tá aí na aula do arquivo, que não tem nada a ver com o Bardo, não sei porque eu lembrei disso.
Próximo comentário, Carol Hashimoto. A nossa querida doutora Carol. Olá, guaxa convidade e guaxinins. Lindo e tocante episódio. Achei engraçado os jogadores tentarem matar a sede com whisky. Spoiler, não funciona, só piora. Eu, como uma pessoa que não bebe, não saberia dizer, mas faz sentido. Só uma coisa que eu não entendi. O que eram as estátuas de sal? E por que sal? O que estava acontecendo com os personagens quando elas sentiram o salgado?
Sodoma e Gomorra, na Bíblia, no Antigo Testamento, aquela cidade que as pessoas se divertiam bastante, e daí Deus salva uma família de sair de lá. E daí a esposa, eu acho que é a família de Abraão, agora não vou lembrar, mas a esposa, a ideia é, vocês vão embora e não olhem para trás.
E daí a esposa de Abraão olha para trás e ela vira uma estátua de sal. Essa ideia é sobre como o Antigo Testamento de Deus era malvado e também a ideia de que...
Deixar as coisas pra trás. Ser ressentimentos, né? Tipo, a espiada pra trás da esposa de... Acho que tem quase que esse quebrão. Mas a olhada pra trás da esposa dele. Pra olhar Sodoma e Gomorra como se fosse uma recordação. Foi o que transformou ela em sal. Então a ideia das estátuas de sal seriam pessoas que não conseguem desapegar do passado. Pessoas que olham pra trás, que não conseguem seguir pra frente, sabe? Então a ideia das pessoas de sal é essa.
É a punição bíblica para as pessoas que não conseguem desapegar do passado. Acho que é isso. Posso ler o próximo? Tiago Bruno. Olá, Guaxa, nosso grande condutor de três e realidades, convidade e demais guaxageiros, passageiros do trem do Guaxinim. Que episódio... Agora imaginei que aqueles três japoneses que são temáticos, isso é um temático de Guaxinim.
Que episódio emocionante e instigante. Tantos sentimentos diferentes despertados por um único episódio. Ficam algumas perguntas. O que era a estação de trem de fato?
Inicialmente, a estação de trem era a estação de trem. Os três personagens chegam numa estação de trem para fugir de coisas do passado. A partir do momento que a história começa a desenrolar, é como se fosse um limbo, uma passagem. Elas não estavam mais indo para Minas, elas estavam indo para o descanso eterno, para o outro lado. Elas estavam indo resolver pendências.
2. Havia algo na névoa? Só pra dar o mistério, né? Só pra não renderizar o cenário. 3. Se os jogadores escolhessem colocar mais carvolo na locomotiva, o que aconteceria? Eu tinha pensado em fazer isso, mas eu não fiz.
Eu tinha algumas ideias anotadas, ia depender, porque como é um ponto mais no fechamento da história, ia depender um pouco, mas a ideia de que talvez o trem acelerasse e desse para ver pelas janelas, daí sim, sei lá, uma cidade mais futurista, algumas coisas que dessem mais a sensação de que elas estavam indo, não para frente, não na frente do espaço, mas na frente do tempo. Mas assim, na hora eu ia decidir.
4. Havia alguma maneira de salvar as pessoas de sal? Não. Ela estava ali para lembrar e deixar o passado para trás. Até porque a história é sobre o passado, é sobre deixar para trás, mas também no final a minha ideia é que esse passado que ficou para trás não é necessariamente uma coisa ruim. Ele foi o estopim de coisas boas que vieram depois.
Tipo, a personagem da Mari que fugiu do trabalho, acabou tirando a escola. A família lá que recebe o personagem de João. Fala que depois que ela partiu, o que ela fez mudou a vida de todos os envolvidos, ou seja...
aquele homem que morreu acabou sendo uma coisa boa para todos ali. O próprio personagem da Shelley ali, o pintor, o cara que ficou pintando a sua amada todos os dias, ele se tornou alguém famoso por isso. Eu não imagino que ele ia todo dia pintar com tristeza naquela estação, eu acho que em algum ponto ele entendeu que ela não chegaria.
Ou melhor, ele entendeu que um dia ela chegaria Tanto que o último quadro dele É simplesmente ele esperando ela chegar Então assim A ideia era pra ser mais subjetivo mesmo O episódio me lembrou Uma música Eu não conheço, então vou cantar no ritmo Você só sabe e gosta? Sei Eu gosto de engenheiro Vou tentar cantar? Vamos ver Eu me sinto um estrangeiro
Passageiro de algum trem Que não passa por aqui Que não passa de ilusão É isso, peço uma intérprete Mas a música é boa Ao contrário do que eu posso ter feito parecer A música é boa É, é sempre bom ter o Guaxa cantando Próximo comentário Pô, eu cantei a música, mas depois eu tenho medo Não, você quer que eu leia? Não, não, porque depois eu ia herdir Não vou arriscar Não vou arriscar
E o próximo é do meu querido, maravilhoso, João Balheiro. Tá impecável aqui na sua fotinha. Olha só que coisa linda. O Thiago Bruno também, de chapeuzinho ali, de perfil. O Edir dormiu na fodeira. Mas o João Balheiro. Oi, oi, guachito. Oi, oi, guachavidade. Espero que estejam tudo bem com vocês. Que episódio gostoso de ouvir.
Ele começa com um misto de levezas e tensão que faz a gente apostar em algo mais distante da realidade, mas termina quase que perto demais do nosso cotidiano. Perto o suficiente para nos emocionar e nos deixar pensativos. Mais uma vez, muito obrigado por ter me convidado. Mari e Shelly foram companheiras maravilhosas nessa viagem. Desculpa não ter deixado aproveitar melhor o radinho à pilha. KKKK.
beijo a todos e até a próxima até a próxima querido assim, o rádio, eu tinha anotado se eles ficassem brincando com o dial eu tinha uma frase pra ser dita em cada década será que eu acho isso? você leu pra gente, não sei se foi gravado se foi gravado, talvez seja um extra talvez esteja nos extras, como ficou mas eu vou achar aqui de qualquer forma como é que era o nome do episódio? era trem? será?
Cada aventura tem um codinome quando eu escrevo, né? Essa era expressa, fica aqui o registro. É, do grupo era só 10 do 2, 20 horas. Ah, sim, era só, né? Eu não falo pra não dar um spoiler, né? Vamos lá, as sintonias que eu tinha de 1930 a 2020. 30. O som é abafado e heróico. A frase era, atenção brasileiros, o governo provisório, Getúlio Vargas assina o novo código eleitoral. Agora, pela primeira vez, as mulheres têm direito de votar.
Porque a aventura se passava antes, se eu não me engano, né? Eu acho que era 20 e isso ia ser uma surpresa para os jogadores. 40. Som de fanfarra e tensão. Aí a frase era, a nossa força expedicionária brasileira desembarca na Itália. Os nossos pracinhas estão na frente de batalha.
Contra o nazifascismo. Aí, 1950, é o gol do Pelé, né? Na versão que o Zorzal pega, eu acho que não tem o grito de é campeão, mas a frase que eu tinha separado aqui era de campeão do mundo na Suécia. É 1960. É um pequeno passo para o homem, um salto gigante para a humanidade. Assim, não é 60 cravado, né? É década, né? É um salto gigante para a humanidade, o homem pisa na lua, nessa noite, 1969.
70 era o Tri, o Brasil de Pelé, companhia encanta o mundo no México, o país para para comemorar o tricampeonato. 80 era, neste palanque das diretas já, um milhão de vozes grita por democracia, a ditadura está chegando ao fim. 90 é o Tetra, o Bajo isolando a bola. 2000, as Torres Gêmeas. 2010, gol da Alemanha, 7x1.
2020 era a recomendação de que todos permaneçam em casa e que o uso de máscaras é obrigatório. Era bem triste chegar nesse ano, realmente. É, foi ficando triste, né? Começa com o 7x1 também. É verdade. Mas assim, foi tanto gol que foi divertido, no fim. É, a gente tá esperando ainda o que tudo vai melhorar depois da Copa 2014. Mas desse ano, de certeza, tudo melhor.
Comentário do L.F. Hert. É isso. Saudações, Guaxito. Sim, João. Maloquei. Eu não entendi.
É o guachito, o guachito é como o João Zé me chama. E o Henry de roubou a fala dele. Ah, entendi. Baloquei é tipo coisa de carioca. De facção, Henry. Entendi. E mais. Turubão, principalmente feliz aniversário para o melhor e maior guachinim já visto em todas as linhas, espaço temporais da assistência e nosso chefe de acus.
Adorei o episódio, especialmente pelo excelente grupo com Mari, Shelly e João. Os personagens foram incríveis e trouxeram muito engajamento com a ótima história proposta pelo Guax. Fiquei curioso por mais detalhes da história, Guax. Você escreveu ela pensando nesses personagens e vieram depois, como de costume, encaixar tão bem na synopsis. Você já explicou o que é...
Eu escrevi a aventura até o ponto que até o final do vagão do trem. Aquela mini historinha que cada um teve depois, eu tava pensando vou confiar na minha criatividade e na dos jogadores e vou escrever baseado no que eles criarem. E eu não mudei nada na história deles pra encaixar em nada. Eles me deram as histórias e eu no dia sentei, li e escrevi a cena de cada um.
Pergunta aleatória da semana, qual a principal lembrança de vocês envolvendo viagem de trem? De minha parte, a minha envolve muitas amizades feitas em um trem Roma-Florença. Um beijo a todos, Serginho. Eu nunca dei trem. É, eu tô bem. Aqui no Paraná tem a Serra da Graciosa e tem o trem que faz... Você pega aqui em Curitiba e ele desce até Borretes. É o que eu gostaria de fazer, porque diz que é bem bonito, mas ele é meio caro também.
Então, a Duca fez. Eu entrei num trem em Jaraguá do Sul, mas é um trem que fica parado. Ele tá como uma exposição, né? Daí a gente entrou pra bater uma foto. Mas é um trem nativo, né? Ele não tá andando. Na verdade, tecnicamente, eu odeio de trem em São Paulo. Tecnicamente, pros mineiros, eu não sei o que é muito trem. E muitos trem. Muito trem, exato.
Próximo comentário, Rodrigo Bodas. Opa! Só tem elogios. Que episódio gostoso. Eu fico pensando... Não, de novo. Eu fico tenso com os personagens como se eu estivesse jogando quase. Obrigado a todos e ao Guaxa também. Ficou demais. Obrigado, Bodas. Bodas que já jogou um episódio que saiu esse ano. Fica o registro. E também era o responsável pelo mistério do Goxobom.
O Piguim é engenheiro. Olá a todos da Água Chuspera. Espero que todos estejam bem. Muito bom esse episódio e lendo os comentários anteriores, verifiquei que minhas dúvidas já foram indagadas. Como sou de Minas, vou falar um pouco de trem.
Olha aí! Comentário mais adequado. Primeiro, na década de 20, as famosas Marias Fumaça percorriam São Paulo a Minas via extração de ferro central do Brasil, com uma saída mantiqueira como principal paisagem. Os três frequentemente atrasavam, isso porque o tamanho dos trilhos bitola mudava de uma ferrovia para outra, exigindo troca de três ou manobras complicadas. Essa falta de padronização com a existência de diferentes bitolas dificulta a integração na Malha Nacional até hoje.
Segundo, em Minas, trem é palavra usada para qualquer trem, entre aspas RS, mas essa expressão veio do uso de terém ou trem para definir utensílios, bagagens e objetos de cozinha. Por curiosidade, veja a definição de trem no dicionário Macaelys Online. Eu não sei se foi o que ele colou ou se é para eu ler.
É o link que ele botou, né? É, eu leio. Caramba, eu gosto de coisa. É, eu posso ler. Trem. O primeiro é... Eu não lembro quais que são as abreveturas. Mas é carro com quatro patas puxado por cavalos destinado a transportar pessoas. Carruagem. Seja.
2. Conjuntos de imóveis de uma casa, mobília, mobiliária. 3. Conjuntos de aparelhos e utilitários necessários a uma determinada tarefa. 4. Conjuntos das bagagens e o viajante. 5. Grupo de pessoas que acompanha alguém, comitivo, secto. 6. Conjuntos de peças de roupa, traje e vestuário. 7. Série de vagões puxados por uma locomotiva destinada ao transporte de passageiros e carga.
É só o sétimo. A sétima definição possível. Então, no... 3 pode ser qualquer coisa, basicamente, né? Exato. Em resumo é isso.
E daí o último que é regional, olha, não é só Minas, é Goiás e Tocatins também. Aquilo que não se quer ou não sabe se definir, nomear. Coisa, negócio, treco, troço. Comprou um monte de trem na feira de coisa nato, de artesanato. Jogou o episódio. O próximo episódio joga a Shelly e uns trem.
É isso, né? Tá, voltando então o comentário. Trem como transporte ferroial é ali estado 87, antes disso tudo foi dito anteriormente. Os seis meninos sempre estiveram certos. Assim, posso dizer com toda razão que trem bom foi esse episódio. Muito obrigado. Eu não lembro de comentários de um pinguim engenheiro, movido a ponte de queijo, mas pô, ficou muito feliz. Adorei esse comentário.
Próximo comentário, Laris Ozenoni. Ouvir antes do amanhecer e confesso, foi meio assustador ouvir enquanto tudo estava escuro. Nebuloso e quieto. Episódio maravilhoso, como sempre. Parabéns a todos envolvidos por essa obra-prima. Muito obrigado, Laris.
O próximo comentário é AP, A-P-P e pai. É Luísa, é da facção erguida. Boa noite, Marcelo, Bonner, Chinim e Guaximig. Olha só. Passando mais uma semana aqui para dizer que tenho certeza que o episódio ficou muito bom. Só não tive tempo de ouvir ainda, mas em breve resolverei isso. Beijos e biscoitos. Vou tirar ponto de toda a facção erguida.
O próximo comentário é do meu querido amigo Jean Macedo, que no meu aniversário, vamos lá no meu Blue Sky, eu troquei meu avatar, ou você que é padrinho, me tem no Telegram, tá como foto minha no Telegram, ele me desenhou musculoso, de costas.
E daí ele fez a minha tatuagem como se eu fosse um Yakuza. Que é um guaxinim, assim, com a espada, com a língua pra fora. Tem o detalhe das ondas. Tem o detalhe da flor, com o dado, assim, no meio do dado, sabe? Porra. Então, porra, é incrível, incrível. Amei demais esse presente. Muito obrigado, querido. Ele fez também eu sentado como se fosse o chefe da Yakuza, também. E daí ele e o Fábio, atrás, assim, como se fosse uma poltrona, né? Porra, não, foi muito legal. Então, agradeço demais, Jean.
e ele escreve, Boa noite, Guaxa, Guaxão Vidade, Guaxate, Guaxão Vintes. Guaxa, que episódio bonito. Feliz aniversário que foi ontem, é verdade. E obrigado por esse presente adiantado para nós. Adorei essa mudança drástica do terror estranho para o drama, e como cada específico final valorizou lindamente a história dessas três mulheres. João, Shelly e Mari, sensacional a interpretação de vocês.
tanto na lida com os vagões que foram cada vez menos fazendo sentido, quanto no emotivo fim delas na aventura. Não faz sentido, mas eu volto a dizer, eu sei que não é uma crítica, mas a ideia de todo episódio é desapego, é simplesmente seguir em frente, tipo uma sala amarrotada de coisas, porque às vezes coisas prendem a gente.
A ideia era essa. Agora entendo porque vocês disseram que terminaram a aventura chorando. Me arrepiei quando a menina, a mulher e a senhora apareceram na estação. Mas que bom que essas damas do destino as permitiram vislumbre de como a vida delas reverberou no futuro. Coração, dar os parabéns também às trilhas sonoras de fundo das cenas.
do nosso querido editor Rafael Zorzal. Ficou bem tenso e sutil. Que espetáculo de episódio. Já é um dos meus preferidos do ano. Grande abraço a todos. Grande abraço. Eu tinha que voltar a fazer votação de ver qual é o episódio favorito da maioria, pra ver o que o pessoal gosta. Mas fica aí a promessa que talvez eu não compre. E obrigado novamente, Jean.
O próximo comentário sou eu, Maria de Silvestre. Boa noite, Guaxal. Como sempre, parabéns a todos os 283%. Foi lindo jogar com o Shelly e João e vê-los criando descrições de personalidades e cenas tão intricadas ao vivo. A lei, é claro, da direção do Guaxa é que em pouco tempo criou esses finais tão especiais e únicos para cada personagem.
Ouvir o episódio depois de ter participado dele é sempre uma experiência indescritível, pois, seguro que eu sou, sempre fico com o pensamento de será que fiz uma boa contribuição? E sempre depois de tudo se encaixa lindamente. A trilha de Nia, acho que era, combinou bem com a atmosfera que misturava futuro e mistério. Abraços e biscoitos em formatos de retalho de tecido a todos.
Muito obrigado. Fico muito feliz que você tenha gostado. Eu sempre falo, assim, o principal do episódio é quem jogou gostar. Se a pessoa se divertiu, seja chorando ou não, né? Sempre se senti culpado. Mas se a pessoa gostou de participar, de fazer parte disso, ou mesmo depois de ver editado e tal, pra mim o episódio já valeu. Quando ele tem bastante download também é legal. Mas, assim, o principal é quando os jogadores gostam, né? E, pô, fico muito feliz que você gostou, Mário.
Eu dou. Deus sabia. Ai, obrigada. Você gostou também? Eu adorei. Achei muito bom. Assim, eu gosto muito do episódio Verde Infinito, que tem o João. E esse episódio também, quando eu estava escrevendo, eu pensei, pô, já que eu vou me basear nas histórias dos personagens também, eu sabia que o João ia trazer alguma coisa, uma pitada diferente.
E tu e a Shelly também foram incríveis, né? Esse trio ficou incrível, eu tô bem feliz. A viúva ficou... A Carmen, né? Ficou ótima com uma viúva meio... Toda nervosa. Até faz pensar que, sei lá, talvez se... Se ela tivesse seguido viagem, talvez ela acabasse se entregando pela... Que ela tinha feito alguma coisa. Tava carregando a arma ali.
Assim, o que eu... Agora extrapolando, né? Talvez ela realmente tivesse dado problemas pra ela. Só existe a escola técnica Maria Rita, que foi em homenagem à tua personagem. Então, se a tua personagem não tivesse tido um destino trágico, talvez aquelas pessoas... Ah, o seu Paulo continuaria explorando as pessoas naquela fábrica, né? E...
E daí o personagem da Shelley fica aberto, né? Talvez o amor mais bonito que eles poderiam viver é aquele amor em que ficou só nas telas dos quadros, né? Talvez aquele amor idealizado é muito mais legal. Muito sei. É do que, sei lá, o dia a dia e... Porra. O cara pintou, né? O artista é problemático, talvez. É, pois é. O artista tem que sofrer, né? É exato, exato. O artista feliz não cria. Tem uma... Como é que é a frase? Deixa eu pegar aqui.
Tinha alguma coisa da TV quase também, que era... Ah, tipo, você tem que ficar falando alguma coisa pro artista todo dia. Isso. Pô, tem que elogiar o artista, senão ele desiste. Essa coisa assim. Que virou um meme. Isso. Eu falo frase da ostra.
O Fábio Brasa fala Se a tristeza me abandonasse um dia e me deixasse órfão da poesia antes da sua companhia do que andar de alma vazia. Maravilhoso. É que o poeta só caneta se tiver melancolia. E se Deus me fez assim, não me resta outra escolha. Cabe a mim botar na folha o que Deus botou em mim. Escutem Fábio Brasa, gente. Mas assim, ele tem muita música boa. É Inquilindador o nome dessa.
Ele tem uma muito gostosinha que ele escreveu com o Pericles, que é só uma noite. Muito boa, muito boa. As Flores e o Louco é bom também. Então é isso. Fábio Braz. A recomendação é não pode Fábio Braz porque ele nunca jogou RPG Washa. Quem já jogou RPG Washa nos tempos recentes, pelo amor de Deus, e que tu nunca jogou, mas ele que tu queria jogar um episódio.
da última vez a ela não tá aqui, mas da última vez a Eva tava comentando pra jogar com ela, então eu acho que... e já joguei com ela também umas vezes, então eu acho que eu jogaria com a Eva com a Carol também, que está aqui nos ouvindo. Não, já foi Mari, Eve e Carol já são três Ah, então é isso
E seria sobre o que a aventura? Tu ia te excluir? Hã? Tu ia te excluir? Eu tava me contando Tem que contar Sobre o que seria a aventura? Eu acho que dava pra ser mais Fantasia Mais clássico RPG Amo você também, cara
A Carol comentou que a gente viajou juntos para Florianópolis. E daí teve uma frase. Teve uma frase que era, a gente foi buscar ela no aeroporto. E daí ela perguntou, por que a Ana não está aqui? E a gente falou, porque ela está de ressaque de biquíni no carro. E ela falou, isso dava um sistema de RPG.
ressaca e biquíni. É, tipo, você acorda de ressaca e de biquíni, daí você tem que descobrir o que aconteceu, meio... É... Ah, sim. É meio complicado. Eu, como homem, narrar uma aventura e três mulheres acordam de biquíni. Sem memória. Pode ser outra coisa. Eu acho que só piora. Não. Não dá sentido.
Uma história de um se beber não case e versão feminina. Isso, pode ser. Não prometo nada, mas anotei. Sim. Mari, como é que as pessoas te acham na internet? Elas me acham na TV, eu gostei. Que é um lugar excelente para encontrar pessoas. Sim.
quero agradecer a todo mundo que ouviu aqui ao vivo quem tá aqui ainda Fábio, Fábio, maravilhoso mandei no Level 9999 podcast que eu recomendo vocês ouvirem eu mandei um beijo pro Fábio por conta de uma coisa que eu acho que foi ele que me falou, mas o beijo fica de qualquer forma espero ter mandado espero que a informação tenha sido vindo dele mas eu tenho quase certeza que foi e... Guidola, querido João Facebook Facebook
Mar Salgado, quem é Mar Salgado? Marcelo Chay, o Bodas está aqui, Zeca, a doutora Carol, o Jean, o Erdi, eu estava aqui, quem estava aqui? Eu acho que isso é novo do Discord, ele mostra pessoas que estavam na chamada, eu até achei, nossa, estava aparecendo o Fábio, o Fábio estava aqui, eu achei, nossa, ele colocou como sub-nique.
A pessoa não vai entender, essa referência, o Benin que estava aqui como para as pessoas pensarem como mensagem, mas eu acho que é uma coisa do Discord que está mostrando pessoas que estavam antes da chama e acabaram de sair. O Esporto passou aqui há seis minutos atrás, Lua da Gata passou aqui há 17 minutos, Luco estava aqui também agora há pouco, Henrico e JP Bonski.
entrou na taberna nesses dias, o pessoal foi dando bem-vinde, bem-vinde, é uma pessoa que está lá desde os primeiros episódios, era padrinho, deu a saída um tempo, e voltou agora. Então eu quero agradecer a todo mundo que ouviu ao vivo, lembrar vocês que estão ouvindo ao vivo que na quarta-feira, da semana que vem, temos o primeiro episódio do capítulo 1, a gente venceu o prólogo da campanha, né, Márcio Cardinala Totep, chegaremos finalmente a Nova York, Jackson Elias tem uma nova missão para aquele grupo,
a gente vai conferir aqui ao vivo e que depois vai ser disponibilizado somente pros padrinhos, né? Então seja padrinho, vai apoia.se barra rpgwatch, a partir de 10 reais você faz parte do nosso grupo do Telegram e o rpgwatch só existe porque vocês existem. Muito obrigado a todo mundo que me mandou feliz aniversário. Eu no meu aniversário eu costumo ficar ainda mais que eu vi de nós a semana meio puxada, eu fico mais quietinho e tal, nem fui fazer nada na rua, almocei na minha mãe, voltei pra casa.
Fiquei vendo o anime, assisti com a minha criança aqui, Hunter x Hunter e Iruma, então foi bem bacana. E o Gacha Verso existe porque, na verdade... Mari, o Gacha Verso existe? Não existe. Mari, o Gacha Verso existe?
Ele não existe. Obrigado. Acho que deu uma cortada. Beijo pra vocês, gente. É. A Mari ficou com medo de dizer que existiu. Olha só, eu fui falar que não existe e a internet até falhou aqui, ó. Isso é um sinal? Foi falar que existe. Isso é um sinal? Ela foi falar que existe e ela viu a luz do trem vindo. Sim. Ela mudou de transporte. Um beijo, gente. Beijo a todos vocês.
Eu acho que é só um esclarecimento. Você disse que as luzes do trem acenderam. Eu posso afirmar que esse agora é um trem moderno? Não. Ele não mudou por dentro? Não. Naquela época o trem já tinha luz? Que beleza. A própria companhia Mogiana, depois nos últimos anos dela, eles já tinham trens que eram até meio elétricos, meio a diesel. Que demais. Já dava para gerar luz, mesmo que luz a gás.
como eles estão com uma coisa assim já dava pra fazer, dava pra ter uma leve iluminação, não é nada muito sofisticado o gaslight invenção também a desinformação
Qual o nome dele? Você falou que é batizado. Achei que você já estava pronto pra isso. Eu não tinha pensado. O Guacha nunca está pronto pra você perguntar o nome de alguém. Isso é meu segredo. Ah, lembrei agora da história. Eu estava pensando no celeiro lá, que tinha a cara peitada. Cara, eu tive um flashback muito de guerra da mocinha perguntando. Oi, você veio ver a exposição?
realmente eu não sei o nome que eu poderia dar pra essa criatura. Cara, roda a lista de quem tava na semana de arte de 22 e mistura o nome e o sobrenome de duas pessoas. É que só tem os nomes famosos, né? A ideia era eu ter conhecido alguém nessa semana e foi uma... Na verdade, foi uma amostra pequena, ela só ficou famosa depois. Eu tive uma ideia, deixa eu só confirmar o negócio. Lá vai.
Desculpa, Azor. O Processinho cantando em pleno anozinho. O Processinho, vou pegar meu celular e pesquisar agora. Uso de imagem. Com esse balde de água fria, né? A velha, que nem deve ser tão velha, né? Cara, ela tem dois anos de casada. Ela tem tipo vinte e poucos anos. Eu imaginei. É velha padrão, Felipe. Só que esse amargor te deixa mais velha, tá?
Vamos deixar bem claro que não existia a Copa do Mundo em 1926. É, eu tava pesquisando isso. É, não, a primeira Copa é de 1930. Então, tipo, a gente tá quatro anos antes da primeira Copa do Mundo. E um pequeno parênteses aqui, gosto de coisa. Eu vou querer saber que referência é essa que eu achei maravilhoso. Você tem que mandar no post. Pra mim é 100% referência bíblica de Deus transformando as pessoas em estátua de sal.