Fliperama de Boteco #525 – POW: Prisoners of War
Explosões, socos, granadas e muita pancadaria pixelada! No novo episódio do podcast Fliperama de Boteco, mergulhamos no clássico arcade P.O.W.: Prisoners of War. Nesta missão explosiva, Lili, Éder Aleixo, Renato Guardia e Marcos Melo falam sobre as versões de arcade e NES além das curiosidades, dificuldade insana, trilha sonora e aquele clima clássico de filme […]
O post Fliperama de Boteco #525 – POW: Prisoners of War apareceu primeiro em FLIPERAMA DE BOTECO.
- POW: Prisoners of War - Análise do JogoPOW: Prisoners of War (Arcade) · POW: Prisoners of War (NES) · SNK · Beat 'em up genre · Double Dragon · Renegade · Gameplay Mechanics · Weapon System · Enemy Patterns · Boss Battles · Level Design · Difficulty · Graphics and Art Style · Sound and Music · NES vs. Arcade Differences · Bart (Protagonist) · Vietnam War Context · Cold War Context · SNK Arcade Hardware · Motorola 68000 · Z80 · Neo Geo · Ikari Warriors · Guerrilla Wars · Regenerators of War · Street Smart · Search and Rescue · Beast Busters · NAM 1975 · Magician Lord · Baseball Stars Professional · Electronic Game Monthly (EGM) · Thunder Force 2 · Ghosts 'n Goblins · Zero Wing · Commodore User Magazine · Game Machine Magazine · Retro Achievements · Castlevania · Kirby · Red Hot Chili Peppers · Prince of Persia · Burnout · Burnout Takedown
- Tomb Raider e Controles de Jogos AntigosTomb Raider Anniversary · Remake de Tomb Raider (2018) · Lara Croft · Dreamcast Controls · Carrier (Survival Horror) · MDK · Nintendo 64 Controls · Turok · Axiologia Games · Tomb Raider: Angel of Darkness · Tomb Raider: Chronicles · Tomb Raider: The Last Revelation · Tomb Raider 3 · Resident Evil (Primeiro) · Tomb Raider Anniversary, Legends e Underworld
- História e Evolução da SNKShin Nihon Kikaku (SNK) · Arcade Games · Fighting Games · Neo Geo Hardware · Motorola 68000 CPU · Z80 CPU · Dedicated Arcade Boards · MVS Cartridges · SNK Game Development History
E lá vamos nós! Recomece em altíssima velocidade mais um fliperama de boteco. Ah, eu consegui falar certinho de novo sem errar o nome, gente. Não acredito. Eu tava falando fliperama de boneco? É, direto. Saudade de Jim Blue.
aliás, onde está esse vivente, senhor? nunca mais ouvi ele subiu, eu acho que o Itibu é o RBS descobrindo quem que eram os personagens do jogo, clássico abraço meu filho, manda aí um alô pra nós salta, gente, um pessoal do Batista era muito legal
Quem está falando aqui, antes que eu esqueça de me apresentar, já que a memória está curtíssima, é a Lily, direto do quarto. E junto comigo tem uma cambada de prisioneiro aqui. Primeiramente, o porteiro da prisão é meu. Muito bom. E o prisioneiro literalmente confinado no...
Como é que você diz? No container. Renato, do original. É bom que eu me mantenha preso mesmo, cara, que aquele grupinho lá do André tá acabando com a minha vida, cara. Já rematei um PC Engine e mais uns três cartuchos de Super Famicom. Eita, nós. Isso aí é tudo porque ele te provocou no meio da gravação lá. Cutucou a onça com vara curta e... E eu peguei um Dreamcast aí nessa brincadeira também. Olha aí.
É, mas isso aí também tudo nada, porque o teu outro Dreamcast... Dreamcast. Dreamcast. Tá igual o pessoal da internet fala. É, na dúvida dele, tu puxa o nome completo dele, o Sega Dreamcast. Não, o Sega ali, o console Sega veio bichado, né? É, eu comprei um, só que veio zoadão, tipo, o GDMU tava bugando.
O Renato indicou o mestre Juliano que manja dos Dreamcasts, ele mandou um pra mim, zeradão, bonitão, branquinho, limpinho e certinho. O único... eu sou meio chato, né? Ele mandou a lista de jogo dele, tudo em versão europeia e em espanhol, eu não gosto.
Daí eu tinha que baixar tudo de novo, mas só aqui em versão 60 Hz e em NTSC. Aí você ligou, o carinha olhou pra você e falou Mira! Mira que eu já quero falar! E faltou o nosso prisioneiro da Mata Atlântica, Marco Melo. Eita! Quando foi pra São Paulo? Tem uma risada aí, ninguém... Eita!
É, mata tudo igual, né? É, tudo verde. É, as missões do Dr. Macumelo. É, isso aí, eu tô preso no meu trabalho mesmo. Poderia estar, né? Antes da gente seguir aqui pra vinheta, eu tava essa manhã jogando uma franquia que a Dona Lily que um quarto aí gosta muito e às vezes me dá esse estalo, né, de pô, cara, que legal, era bacana jogar Tomb Raider quando era moleque e tal. E aí eu tava jogando o espetacular Tomb Raider Aniversary. This is mine.
Você acredita que eu nunca gostei de Tomb Raider? O que eu mais gostei foi o remake Que saiu em 2018, eu acho Mas eu também tive pouca coisa E abandonei Que é o do Nathan Drake Mulher Ah tá, achei que tu tava falando Da trilogia remasterizada lá Do original Não, ele tá falando do reboot
É o reboot que teve, da Lara sem peito. Ah, é ser ela, velho. É carismática. Ela sobra, ela sobra. Não, ela é bonita pra caramba, mas só que... Mas ela se ferra bonita, hein? Porra, cara, quer acabar comigo é botar uma mulher chorando do lado de uma fogueira, cara, acaba comigo. Corta meu coração. Não pode ver nenhum filme de acampamento, então. Não posso, velho.
Mas voltando, o que eu ia falar? Como que o aniversário ele tá um jogo, puta de um jogo bom pra jogar hoje em dia, cara. Ele é muito fluido, cara. É muito legal, muito gostoso os controles dele de controlar a Lara. Mas isso tu jogou pro remaster, né? É, então, ele saiu na PSN o jogo lá do Play 2. Só que ele com upscale. E ficou muito bonito, cara.
esquece, eu queria dizer não foi o 1 original que tu jogou foi o Universary como se fosse um remaster do 1 ele é um remake, né? ele é um remake mesmo as frases ali totalmente estruturadas do Zelda e tal, mas com base no clássico, né?
E eu também tenho. Pois é, isso, ele sai pra PSP, eu acho que sai pra Gamecube também, e pra Play 2, se eu não me engano sai de uma geração também. E aí eu tenho também aqui a trilogia, eu tenho a Nexalogia, inclusive, original, remasterizada, né? Mas, apesar dos controles ali que eles botaram, atualizados e tal, ainda eu tenho vontade de gostar, mas eu tenho muita dificuldade de jogar.
É muito travado, cara. Ainda assim, é muito travado. E eu quero, mas eu não consigo, sabe? As fases são pequenas e você sofre pra caramba. O remake que ia sair, né? Foi adianteado, né? Ia sair um Atlantis, alguma coisa aí. Tu sabe que eu acho que a gente ainda tem que falar sobre esses realmente mais a fundo, porque eu ainda quero algum dia que a gente grave.
Eu já tô trocando de Caterpillar, que a gente ainda não gravou. Lembra que tu falou do Mega Man? Depois que a gente gravasse Caterpillar... Não vai ter motivo pra viver pra ler, né? Eu já vou te dar outro. Tomb Raider, Angel of Darkness.
Porque também saiu a remasterização nesse lançamento deles. Mas é triste, viu? É algo que eu tento dizer. Eu gostaria de gostar, como tu falou, mas é sofrido. Eles podiam ter feito um trabalho bem melhor em cima dessa remasterização.
No Dreamcast tem o Chronicles e o Last Revelation. Eles são legais? O que que são? Eu joguei eles naquele período. O que eu joguei foi o Chronicles, inclusive. Tu percebe ali desses jogos, desses três últimos da Exalogia aí, que a equipe tava exausta já, né, de fazer Tomb Raider. Eles tavam presos ali ainda na mecânica lá do comecinho, né, era a Lara Croft travosa, né.
difícil de controlar, né? Parecia um tanque e ela apertava pra baixo, ela dava um saltão pra trás. Difícil, assim, de manejar. Não é tão legal, não, assim, de jogar hoje em dia. Na época eu gostei, sabe? Eu joguei esse e joguei o terceiro, o Tomb Raider 3. Mas, ainda assim, ele era um modelinho ali, né? E eles são da época do começo do 3D, né? Antes do... Acho que antes do Mario 64 esse jogo, o primeiro que saiu, né? Acho que o Wader vai gostar, cara, que ele gosta daquele jogo de pilotar...
Caminhão, né? Não, tá caminhão. Pode ser. É a mesma ideia. Pode ser, pode ser. Porque tu pega a Dilma Lantai, no primeiro Resident Evil. É muito fácil controlar ela, cara. E olha que era aquele... Baseado naquele mesmo esquema de controle, né? Mas eu acho estranho. Tipo, o controle do Dreamcast é meio... Eu não tô acostumado. Eu fui jogar um jogo chamado Carrier, que é um survival horror. E eu apanho pra caramba pra controlar aquele analógico do Dreamcast.
A falta é um segundo, né, velho? Não, isso aí. Vou jogar o... MDK? Onde? Meu, o TheKey jogou de controlar horrível. É pior que 64 pra controlar aquilo. Sim. Tipo, você anda pelo direcional, pelo D-pad, e mira com analógico. Mas só que os dois estão do mesmo lado do controle. Daí você tem que parar de andar pra controlar a mira. Daí o bicho já saiu da sua frente e você tem que andar de novo pra mirar. Ó, você tá muito nervoso.
Ah, os Quake da vida lá, as paradas lá, também eu acho horroroso, cara. Ah, mas o Quake até que vai que você anda pelos botões de face lá, o XY, A e B. Ah, mas, cara, não sei, velho. Não é muito natural. Muito jogo do 64. Muito jogo do 64. Usava esse mesmo esquema. Isso. Isso, o Turok é o primeiro que me vem à mente.
Mas é, cara, é por isso que eu citei a Lilian aqui nessa, porque ela é muito fã da série Tomb Raider. E, de novo, eu tentei, cara, eu tentei de verdade gostar mais desses jogos da Axiologia atualmente, mas é complicado, cara. E eu preciso de um guia, assim, eles são meio... Eles não incentivam tanto a exploração, né? O senso de recompensa, às vezes, é mais de achar um lugar que tá vazio ou de um espio no chão que tu vai morrer ali na hora, né, do que uma recompensa mesmo. Por isso que fica aí a...
A recomendação mais uma vez do Anniversary Que é um baita do jogo Essa tecnologia toda é muito boa O Anniversary, o Legends e o Underworld É, eles são muito bons até hoje Realmente Deveriam não ser mexidos, se possível Pois é Mas depois do nosso momento Havaianas aqui Vamos rodar a vinheta? Simbora
Esse podcast só existe graças a todo mundo que ouve, que apoia, que compartilha. E os apoiadores que conseguem, com um dinheiro, ajudar o nosso servidor a ficar aberto ao nosso podcast. Muito obrigada aos nossos apoiadores. E eles são Charles Souza, Clênio Dotto, Fernando Floriano, Terleida Silva Santos, Lionel Freitas, Rui Elidia Soares.
Luciano Cerejo. Estefano Folhiel Aragão. Luiz Felipe Ferreira. Damião Noob Pai. Maxwell de Castro. Leandro Campos Mendes. Rafael Sahab. Kratos. Roni Vasconcelos. Estefano Aragão. Luiz Mouta. Yori Cachorro. Subzero Amarelo. Doutor Octopus. Francisco Martins. Ataque das Corujas. Galática Phantom. Área Industrial. Batman. E o Paulo Almeida. Fala aí, galera. Valeu pelo donante. Tamo junto é nóis.
Voltamos da vinheta, galera. E como tá na cara ali, né, depois que eu descobri... Na verdade, depois de 500 episódios, eu descobri que as pessoas já sabem sobre o que se trata o jogo só pelo título do podcast. Boa! Que chato, né? Que misterioso. Ai, gente, a burrice não tem limite. Never ends, como diz. Não, sabe o que é pior? Vou te dar uma informação ainda. Tem gente que escolhe o que escutar pelo título. Você acredita nisso? Meu Deus, não acredito. É um absurdo, cara. É um absurdo.
Mas a gente até A gente até fez uma sacanagem Faremos, no caso que não foi postado ainda Com a galera em relação ao último episódio Quem não gravou conosco saberá Mas então o jogo de hoje, né Prisoners of War Conhecido no Japão como Cadê os falantes japoneses aqui? É o Daisukoku Isso aí Saikoku Não, ela tá falando com a optatena Saikoku
Quando você vai nada de quieto, é muito escatológico essa piada. Eu lembro do Sai Cocô. Aí você dá aquela balançadinha, Sai Cocô! Sai Cocô! Nossa, entrou no meu cérebro e gerei a cena aqui, cara. Que droga, cara. Como é que faz pra desver isso? Não faz. Tá melhor do que o último filme que a gente gravou, pelo menos. Ah, é.
Mas então, Poe ali é um jogo do gênero Beat'n'up, lançado originalmente em 1988 pela SNK. A gente assume o papel de um prisioneiro de guerra que escapa de um campo inimigo e precisa lutar até alcançar a base adversária e derrotar o general responsável.
O gameplay mistura combate corpo a corpo com o uso de armas que a gente coleta durante as fases. Enfrentamos, obviamente, soldados, veículos e chefes ao final de cada estágio. A gente perde essas armas no final de toda a fase também. Olha, é impressionante. O cara não consegue... Tá que nem o Tarzan lá, não consegue segurar as armas até o final.
Olha, Lili, mas eu te falar que me surpreendeu, porque assim, tu vai jogar o Double Dragon, você tá enfrentando os bonequinhos lá de porrete. Aí, beleza. Tu pega o porrete, aí mudou o tipo de boneco, a arma desaparece da sua mão. Esse aqui, você tá com a metranca, e mudou o tipo de boneco de metranca pra um boneco de outra coisa, a metranca continua na tua mão, cara. Usa a memória o negócio aí, velho. Olha só, cara.
O bom é que é fidedigno, assim que termina a munição, tu joga fora, porque como tu é um prisioneiro, tu não tem munição de sobra. Como você é um fodão de guerra, de filme dos anos 80, tu joga fora a arma. Isso aí, e depois cata outro no meio do caminho e assim vai até metralhar todo mundo. Os lançamentos são para plataformas diferentes, as datas aqui a gente elencou por tipo de plataforma.
No Japão, então, pra arcade o jogo foi lançado em agosto de 88 e nos Estados Unidos só um mesinho depois, em setembro de 88. Pô, Leni, pensei que você ia falar o nome do mês certo, cara. Augusto. Augusto de 88, pô. Nossa, eu nem lembrava mais. Que episódio será que foi que eu falei o mês Augusto? Eu tenho uma ideia que foi com aquele camarada que a gente chamou pra gravar o AR Kung Fu.
Ah, pode ser. Eu acho, não me lembro. Faremos essa busca. Depois daquela da busca de quando começou o Veja Você, a gente vai fazer a busca do mês de Augusto. Terminou, no final das contas, a busca do Veja Você? Nem eu lembro. Alguém comentou, né, no grupo, quando é que tinha sido... Ah, olha aí. Veja você.
Pois é, mas eu não lembro também quando é que foi. Acho que foi o Didi que comentou. Mas, enfim, minha memória não tá funcionando. Pro Famicom, no Japão, foi em 30 de junho de 89. E pro Nintendinho, né? Agora que a pessoa já tá mais a par das plataformas. Console Nintendo. É, console Nintendo na América do Norte em setembro de 89. É bem pertinho, né? Um aninho depois. É, sim. Isso do arcade pro Nintendinho, né? Óbvio. Exato.
As principais plataformas, além dos fliperamas, ele foi disponibilizado, então, como falado, Nintendinho em 89, Windows Janelinha em 2008, Playstation 3 em 2011, PSP também em 20 de dezembro de 2011. Ah, ele saiu concomitantemente. É, menos que... PS Vita, que pra mim sempre me lembra do Vitas.
Ai, que pena que não dá pra botar o áudio original. Em 22 de fevereiro de 2012, Playstation 4, 2020, 5 de março. Que que é isso? Ant Stream? O stream da formiga? Que negócio é esse? E será que é o stream da formiga?
Nossa, em 1º de julho de 2019 e Switch 5 de março de 2020. Gente, o que é isso? Junto com o PS4. É, junto com o PS4? É, o Switch e o PS4 foi junto. Gente, Stream Arcade, é o fliperama online. Uau, acho que é o fliperama por assinatura. Ah, sim, tô ligado. Eu acho que é de graça, pelo que eu lembrava.
Tem aqui pra Windows, Playstation, Xbox, Apple, Android. Aí tu tem que entrar aqui e ter uma lista de jogos. Interessante. Eu lembro da propaganda dos caras que fizeram esse negócio. Ele custa 40 dólares anual pra você jogar isso aqui. Pra você jogar emulador. Pra você jogar emulador. Ou se você quiser pra sempre, você paga 100 dólares. É, mas eu tenho 20 pila por mês aí.
É, tem no Xcaixa, no Playstation, Android, Windows, interessante. Olha aí, é o tipo de coisa que tu acaba pagando mais pela conveniência, né? Porque exatamente... E também poder jogar online, on the line, com as pessoas.
Tem várias plataformas aqui, Arcade, Amstrat, Amiga, Atari, Lynx, Modor, 7800, Game Boy, MSX, DOS, Playstation 1, NES, Super NES, X, Spectrum, Mega Drive, tem bastante coisa aqui. Vocês que gostam de Amiga, eu não tenho Amiga.
Eu também não tenho. Vamos colocar agora a musiquinha lá. Do Chaves. O tempo passa. É, o do Chaves também. O Paul aqui também saiu na SNK versão de aniversário de 40 aninhos para Switch, Playstation 4, Xbox One e Steam em 2019. Que lindinha a caixinha. Bonitinho, mas ordinário. A Sakura pelada ali, né?
A Atena não é Sakura. Sim, sempre, né? Eles precisam dar uma... É o maior imagem que tem é ela ali. Sim, o resto nem consegue identificar quase. Veja você, zero. Quem é SNK na fila do Poins? Pra quem não conhece, pode ser que tenha gente que não conheça, né? Se você é um alienígena, né? Esteve fora da Terra nos últimos 40 anos.
E isso, ou se você nasceu recentemente e também não sabe quem é, a Shin Nihon Kikaku foi uma empresa japonesa fundada em 1978, conhecida por atuar fortemente nos arcades durante os anos 80 e 90, e ela se destacou por criar jogos de ação e luta e depois desenvolveu o hardware NeoGel.
Paul faz parte da fase anterior ao Neo Geo, quando a empresa ainda produzia títulos baseados em placas arcade próprias com CPU Motorola 68000, que esse carinha aqui foi falado, inclusive, no podcast do Amiga, né? Não estou errada. Esse Motorola 68K é bem famoso.
É o kitzinho básico, ele tá no Mega Drive, tá no Neo Geo, tá em tudo aí. Na Semi Towns. E o nosso joguinho, o Poa, ele foi feito na placa da SNK antes dela cunhar o Neo Geo, né? Então é uma placa dedicada, com um jogo só. Não é aquela de cartuchão MVS lá, que a gente conhece bastante hoje em dia. Eu ia dizer, e esse Motorola aqui não é aquele celular famoso, tá gente? Que ele não quebra isso. Não, esse não é Motorola, esse é Nokia.
Ah, é verdade, troquei até telefone celular, senhor. Tudo igual, tudo igual. O Motorola era o Startup, né, que era... O que eu lembrar do mais famoso do Motorola é o V3, que tinha o Flip.
Sim, sim, é o celular dos emos. Jura? Ah, é verdade, é verdade. Minha prima tinha um roxinho igual a ele. Eu nunca tive. E hoje? Acabei meio que falei, porque queimei aqui a pauta, mas o Prisoner of War é um jogo na época que a SNK estava começando a fazer suas placas de fliperama. Então ela não tinha desenvolvido o Neo Geo ainda. Esse jogo, ele apesar de rodar naquela duplinha lá que faz parte do Neo Geo, acabou.
Motorola 68000 e mais o Z80 ele ainda não era o padrão MVS que a gente conhece que são os cartuchos que rodam dentro do Z80 Zlog era do Master System do Game Boy também, Game Boy é derivado dele o Mega Drive também
O Mega Drive tem os dois também, 68.080. Aí, como começou lá a SNK? Ela começou com uma primeira fase ali com umas placas dedicadas, né? Que teve os jogos Ikari Warriors, Guerrilla... Guerrilla... Guerrilla...
Wars e o Regeners of War. Depois eles melhoraram um pouquinho o modelo e começaram a lançar uma versão 2 da placa, que já tinha o Street Smart, o Search and Rescue e o Beast Busters.
Esse eu não conheço nenhum desses três. Os de cima eu conheço os três. E depois eles já evoluíram pra versão Neo Geo, né? E já lançaram uma placa lá que seria o Neo Geo antes de rotular o Neo Geo, que tem o NAM 1975. Esse aí eu só conheço também o leite de bebê.
O Magician Lorde, Baseball Stars Profession. É o que eu peguei. É, o Leite de Bebê é fora. Eu conheço só o Magician Lorde. Falar no Leite de Nenê, eu lembro de um meme que eles colocam um monte de lata assim. Não, não, não. Exatamente. Qual a música? Era a música do Batman.
Tá pro tutarão também, né? Nossa! Muito bem. Então aqui o nosso Veja Você 2 diz que o Prisoners of War, ele apresenta elementos comuns com Street Smart. Outro artículo da SNK. O Street Smart é um joguinho de luta já, né? Então assim, eu olhei assim os dois, o gameplay dos dois, assim, tá. Passa, vai. Tem alguma coisinha em comum, mas eu não achei muito parecido, não.
Quando eu falo Street Smart, Renato, eu só lembro, sabe o que me vem à cabeça? Street Shards. Não, não, me vem à cabeça, tipo, a versão, seria a versão reversa do Street Fighter. Tipo, os caras no Street Fighter se encontram pra brigar, né? Aqui no Street Smart os caras se encontravam pra trocar uma ideia. Jogar um xadrez. Jogar um xadrez, ler o livro. Sucesso, né? Daí, ó, mais uma dica de jogo do Flipperama de Boteco.
É isso aí. Veja Você 3, não fica muito claro de onde os prisioneiros estão escapando, né? Acaba sugerindo pela época, pelo contexto que é do Vietnã. Mas pode ser que seja outro país também. Veja Você totalmente pertinente, né? Temos aqui um Veja Você 4, que fala quinta edição da revista Electronic Game Monthly, de dezembro. Olha aí.
EGM, de dezembro de 1989. O que ela disse? Ela premiou o jogo como o... Erro de ortografia. Pior erro de ortografia. E o jogo. E o jogo. Parecido com o do Thunder Force, mas desse aqui tinha um congratulation. Sim.
Não é no Caça Fantasmas também que tem um congratulation? Nossa, deve ter, velho. Tem de jogo errado se for futucar. É, a gente tinha um prêmio com o Thunder Force 2 ainda. Sim. E eu acho que tem esse mesmo erro também lá no Ghosts and Ghosts. Mas isso pra mim parece bem claro, como se fosse um japonês que tivesse feito a tradução em inglês, né? Exato, exato. É comum. Aí é de total sentido, mas ainda tá melhor do que o All Your Base e Arminol.
Tava justamente pensando desse aí, é Zero Wings, né? É. Mas eu joguei também esses mesmos jogos pra pauta agora, numa versão traduzida PTBR, cara. Eu acho que eu nunca vi uma tradução mais foca do que essa. Foi mal o Eduardo que se autocreditou aí no jogo, velho, mas precisa praticar aí o teu português, cara. Meu Deus. Melhor. Não, e o pior é que não tem tanta fala assim pra ser tão ruim, né?
Ah, então... Não, é um RPG... Sei lá. Nem precisa de tanta fala, né? Vamos lá. CervejaVocê5, o Nick Kelly, da revista Commodore User, escreveu que o jogo de arcade era fiel ao Double Dragon ou Renegade e o chamou de um bom e sólido beat'em up, avaliando com 6 de 10.
Nossa, imagina se fosse ruim. É, imagina se fosse ruim. Tipo, pô, velho, tu é foda, velho. Toma aqui, 5 te desce. Puta jogão, nota 5. Isso tá quase que... Quase não, né? Tá o reverso da orientadora que avaliou meu TCC, apresentação.
A orientadora, não. Como é que se diz? A banca, a avaliadora. A banca. Nossa, mas criticou assim a Fuzel, sabe? Chegou a fazer perguntas que eu nem sabia o que ela queria dizer, porque, só pra exemplificar, só pra deixar claro, na verdade, o meu foi com Kinect e o meu foi dentro da Traumato-ortopedia, que é a parte, como se diz, de ossos e músculos de pessoas saudáveis, ou seria no máximo quem teve fratura, etc e tal, mas eu fiz com saudáveis. E ela era da parte da neuro.
Então eu acho que ela não entendeu a proposta do meu TCC e eu não entendi a pergunta dela porque não fazia o menor sentido dentro do meu trabalho. Aí depois, quando eu fui ver a nota, ela deu 10. Oi? Ela mandou uma pergunta querendo te fuder, daí você deu uma resposta pra ela. Ela trocou, você mandou 6. Bugou o cérebro dela. Pô, se porra, não vou mexer mais com essa menina não.
Mas, gente, sério, olha, esse daqui foi o inverso, né? Não, parabéns, tá ótimo. Maravilhoso, nota 6.
Então vamos aí aos seis, que no Japão a Game Machine listou este jogo a qual estamos resenhando hoje, em dezembro de 1988, como o terceiro maior sucesso dos arcades do ano. Nossa. Veja você. O IA? Não posso nem dizer, já que ele pra mim era desconhecido até hoje, porque eu tenho que falar isso depois no Como Conhecemos o Jogo. Lily, tem uma pergunta pra você. Como conhecer esse jogo, se você falar pelo Raspberry...
Não vale. Inventa uma história. Dá-se escuro. Vou tentar, vou me esforçar aqui, tá? Temos alguns episódios relacionados. Flipperama de Boteco 320 Icarus Warners. FDB-465 Shock Troopers. FDB-483 Cyber Leap. Flipperama de Boteco 447 Fatal Fury King of Fighters.
O que? A gente gravou sobre Fatal Fury? Caraca. Agora eu vou até procurar aqui, não sei. Caraca, eu jurava que a gente não tinha gravado até hoje sobre Fatal Fury. Sério? Olha quem tá aqui no episódio. Pô, gravamos sim, velho? 4, 4, 7. Guilherme, Lili e Renato. Veja você. Impressionante. Por isso que é tudo? É verdade. Eu joguei no Neo Geo CD isso aqui, cara.
Ai, gente, eu já ia estar pulando como é que a gente conheceu o jogo. Como eu tenho que inventar a minha história... E chamou alguém primeiro. Isso aí, então eu vou começar com o Marcos. Chutei aí. Olha aí! Dessa vez eu vou fazer o teu papel, tá? Inclusive, eu conheci pra alta mesmo. Inclusive, tanto a versão de arcade quanto a de NES. Não fazia a menor ideia da existência até essa semana.
Marcos, eu achei que tu já ia trazer que tu ouviu no teu rádio enquanto tu escutava umas músicas lá da... da Rússia? não, pois é não teve o Power Blade dessa vez pega umas frequências diferentes ali, né?
Ai, Deus. Bom, né, já que tu conheceu aqui pra Gravation, Eder, como é que tu conheceu o jogo? Ah, eu conheci num pack de jogos de NES que eu baixei, eu joguei um pouquinho, mas nunca fui até o final, joguei, passei ali do helicóptero e falei, ah, deixa quieto. A versão do arcade eu nunca nem joguei. Como diz, nunca nem vi.
E tu, Renato Original, quase que eu ia te chamar de DJ dessa vez. Olha aí. É o outro DJ. Eu conheci, cara, eu acho que eu tenho o efeito Mandela aqui, cara, porque eu tenho a certeza que eu tinha jogado uma fita preta, estilo aquelas do Phantom System, sabe, na época do NES. E foi lá que eu conheci, cara. Agora eu não sabia que tinha versão de arcade. Na época eu também não sabia o que era SNK, né, pra relacionar com arcade. Então eu joguei, jogava, eu lembro do jogo.
que a gente alugava ali, alguma locadora, joguinho de guerra que, porra, no final dos anos 80 e início dos anos 90 era só isso que tinha na TV, né? Tinha muita, muita, muita coisa desse cenário de guerra dos Estados Unidos, militar, naquela reafirmação da nacionalidade dos Estados Unidos, a galera tentando ressignificar a Guerra do Golfo, né? Que os Estados Unidos saiu com o rabinho entre as pernas, aí botava aquelas imagens lá dos Vietcong assassinos, né, cara?
Porque a galera dos Estados Unidos já tinha dúvidas, né? Porque entramos nessa guerra, não sei o quê. Então foi feita uma mídia foda ali, né? E essa mídia foi pro mundo inteiro, né? Guerra Fria também, mostrando que os Estados Unidos estão embora. Sem falar no final da Guerra Fria, né, cara? O que tinha de filme onde tu tinha aquela demonização ali do público russo, até dos asiáticos mesmo, né? A herança também da Guerra do Vietnã. Não era brincadeira, não.
Exato, e a gente pirralhinho brincava de comandos em ação, assistia desenho de exército, tinha tanque de guerra de brinquedo, na hora que tinha um joguinho de guerra, era o que era, né velho, eu gostava bastante quando era criança. Então, né, a minha vez, como o pessoal acho que não escutou, e eu acho que eu não tava inclusive gravando naquela hora, mas eu estudei em colégio de freira, né.
E eu falei pra eles que por acaso um colega meu colocou uma música ali do Red Hot Chili Peppers dos Pimentas.
Na TV, numa apresentação. E esse jogo aqui teve uma vez que um colega meu levou o Nintendinho pra escola. Acho que eu não vou conseguir continuar, mentira. Puto perto já aconteceu isso comigo, mano. Uma vez o moleque chegou, ela chamou ele lá na mochila dele. Aí ele abriu a mochila e mostrou o videogame dele na mochila pra galera. Todo mundo pior. É o moleque levar o Nintendinho pra escola no colégio de freira no ano 2000, né?
É, cara. Tá um pouquinho fora de... Fica um pouco anacrônico. Isso, anacrônico. Não, é porque infelizmente, né, fica difícil inventar alguma coisa, já que na época não tava nem viva, né? Aí fica mais...
mais complicado. Mas não, realmente no Colégio de Freira ia ser bem difícil a gente conseguir entrar com videogame. Mas não foi a sua prima Kelly que levou você pra jogar na casa dela aquela vez? Isso. Podia ter sido. Mas a Kelly só me apresentou Prince of Persia e, como diz, Tom Brady. Tu podia ter conhecido na aula de informática nesse período aí que jogava nos computadores. Já tinha emuladores pra Nintendo.
como criança eu acho que eu nem ia saber emular naquela época aliás eu descobri recentemente mais precisamente em janeiro desse ano que minha prima Kelly teve um Atari eu não sabia, nunca nem joguei nele inclusive ele tinha um programa que ensinava a emular, que era o Emule uuuuh puta merda
Eu lembro que minhas aulas de informática só serviam pra mim aprender a jogar paciência. Aí eu... Eu já comentei, eu acho, inclusive, num podcast, né? Mas os meus colegas... A gente tinha realmente aula de informática no colégio ali de Freira. E os meus colegas aproveitavam pra jogar CS.
E eu não lembro exatamente de que jeito apareceu uma freira. Eu não lembro se era aula de... Porque a gente só tinha aula com freira nas aulas de religião. Mas às vezes... Faz sentido, né? É. Mas é que tem colégios de freira. É bom, né? As aulas eram com elas, não era? Pelo menos se a aula de religião fosse com... Se a freira fosse com o muçulmano. Os punks.
um ateu. Mas eu acho que quando a professora saía da sala, vinha uma freira que ficava ali zanzando pelo corredor pra supervisionar a turma nesse meio tempo. E numa dessas aulas, eu acho que uma das professores tinha saído e os meus colegas jogando CS e a freira começou a ficar furiosa, né? Porque imagina, jogando jogo de tiro. Que absurdo, né? E nisso ela apertou o botão de tiro e matou um carinha. Ela ficou apavorada, gente.
Ainda bem que não é a Diablo que tava jogando, né? Nossa! Ai, gente, que maravilha. Mas, enfim, eu conheci definitivamente pra pauta. Teria ficado bem feliz, acho que conheci na época ou não, não sei. Acho que eu não teria avançado muito no jogo.
ou P.O.W. O jogo foi desenvolvido dentro do contexto da explosão dos beat'em ups após o Double Dragon. Repare-se inclusive que ele tem uma influência grande do Double Dragon. Tanto no estilo da arte, eu acho bem parecido. Quanto até no padrão de movimentação. Não tanto nos ataques, mas acho que a movimentação dele tem uma herança do Double Dragon sim.
Então ele adota essa estrutura semelhante, né? Tipo, a progressão lateral, combate contra múltiplos inimigos, não tão múltiplos assim, no caso do NES, né? E a versão do arcade tinha co-op para dois jogadores, e o port de NES foi adaptado para apenas um jogador. Então, adaptando o ritmo para se adaptar ao ambiente doméstico ali. E o hardware no arcade tinha, como o Renato falou, essa combinação da CPU Motorola 68000, o chip de som dedicado, que era o Z80.
que era um padrão técnico naquele período. Então, se você viu um arcade que tinha aquelas cores lavadas, que eu costumo falar, aquele preto cinza, aquele azul quase roxo, tipo contra o caso do jogo aqui também, possivelmente ele tinha esse combo aí de 68.080, que era o ápice da tecnologia visualmente naquele período. E o jogo, então, teve recepção moderada positiva, considerando o bitmap sólido, como os colegas falaram,
Mas assim, a gente vai colocar aqui Nossos pontos, né, acerca do Se ele se manteve como um bom jogo Pra jogar ou só refletir Um padrão daquele período Foi um sucesso relativo ali No Japão, mas assim Eu já dando um pouco de opinião Eu acho que tem algumas coisas aqui Que a gente vai ver que até pela herança Do Double Dragon
Ele poderia ter se distanciado um pouco mais Do jogo da É da Taito, né? Double Dragon Ele fugiu agora? Ou é da Tecnos? Tecnos E criar ali uma identidade mais própria Ele pegava aquela coisa que A SNK tava ficando Pro em fazer, tipo o Ikari War Que ele aprendia de guerra e tal Mas adaptando ali aquela jogabilidade do Double Dragon
E é basicamente isso, não tem muita história de desenvolvimento do jogo. O próprio crédito do jogo, quando vocês terminarem, né, que a gente terminou, aparece muito pseudônimo lá, né, pra variar que a galera não expunha quem eram os desenvolvedores, os programadores, os artistas e tal. E aí a gente tem basicamente uma lista de nomes fictícios da galera, infelizmente. Até os compositores eu acho que não aparecem, não achei.
é um lugar onde tivesse ali a lista de compositores. Só falam que foi o time da SNK, né? Que cada empresa tinha ali o seu time de compositores, time de músicos, né? Mas não diz exatamente quem foi.
Eles não queriam aparecer, ou não poderiam também, né? Não deixavam, né? Porque o que rolava nessa época? Eles não acreditavam a galera justamente com medo de outras empresas captarem ali os funcionários pra eles, né? Capcom, Konami, era o mestre de fazer isso, né? Eles tinham medo da galera pegar ali, diferente de atualmente, né? Que o cara meio que faz o nome dele ali como...
Como designer, como compositor e tal. E nesse período não, ele era o cara da empresa, né? Ele tinha que estar vinculado a ela, então eles não deixavam ali os caras se acreditarem. Eu acho que uma das primeiras empresas que eu vi fazer isso foi, apesar de toda a fama dela em alguns outros aspectos, a Nintendo, né? Tu termina ali o Super Mario World e tu vê o crédito ali da galera, o nomezinho de todo mundo ali. E o jogo que é 1990, né? Mas pouquinho tempo antes não tinha, né?
O jogo coloca o jogador No papel de um soldado capturado No território inimigo durante o conflito Militar fictício Inspirado na Guerra Fria Não tem nome né Nossa eu achei em algum lugar que era Bart Ah é, ele fala Na cutscene do Do NES Não lembro se nada do arcade ele fala o nome dele Mas eu lembro de ter visto claramente na do Nintendo Não tem nomezinho Não tem nomezinho Não tem nomezinho Não tem nomezinho Não tem nomezinho Não tem nomezinho Não tem nomezinho Não tem nomezinho Não tem nomezinho Não tem nomezinho Não tem nomezinho
Então, após o Bart ter sido feito prisioneiro em um campo de detenção, ele consegue escapar e iniciar uma ofensiva sozinho contra as forças inimigas. E a langa da progressão, ele atravessa instalações militares, inventando tropas.
com o objetivo final de invadir a base principal e eliminar o comandante inimigo, encarando uma ameaça. Porque não é uma boa ideia de vingança, né? É o show, né, cara? Tipo isso, cara. O chefe final lá, o chefe final do Nintendinho, ele me lembra o Troutman, sabe, do Rambo? O que eu ia gostar, porque não tem sequestro, né? Ah, você que foi sequestrado, né? Foi sequestrado, macho. É, tá certo.
É a jogabilidade. O objetivo do jogo é escapar de uma base inimiga enfrentando hordas de soldados, seja jogando sozinho ou com parceiro. A jornada atravessa quatro estágios, um campo de prisioneiros, um armazém, uma selva e uma base final.
Onde o jogador deve combater veículos como helicópteros Caminhões blindados antes de enfrentar o general inimigo Para a extração final Do dente do siso Mas quatro estágios É na versão do arcade Não é? A do Nintendinho tem mais né Dois jogadores simultâneos, o azul e o vermelho Que é o Bart e o Simpson Com um controle de oito direções E três botões de ação para socos, chutes e pulos
é possível executar ataques especiais combinando botões, como chutes aéreos, a famosa voadeira, e cabeçada. Cabeçada no céu da boca. Além de utilizar armas deixadas pelo inimigo, como facas e metralhadoras, que alteram a função dos botões e permitem ataques à distância, ou...
economizar munição, dando coronhada na cabeça do vagabundo. Na versão do NES, o jogo é apenas para um jogador e sofreu mudanças do controle no gameplay. Foram adicionadas granadas, novos inimigos, chefes diferentes e power-ups encontrados nas áreas específicas das fases. Que é umas letrinhas lá que eu não sei pra que servem. O único que eu sei é o E que recupera a vida.
Sim, o Helios sei que recupera a vida O A lá, não localizei Não sei o que é Tem um simbolão que eu acho que ele aumenta o dano do soco Que é um soco inglês Isso, um soco inglês lá, o bichinho de ferro que tu bota na mão O A é um colete A prova de balas, segundo o próprio manual
Ah, então por isso que reflete a... Só que eu achava que refletia só a faquinha. Interessante. Bacana. Não, mas reflete o tiro também. Reflete? Ah, olha, legal. E aí ele tem... Ele não tem uma barra, né? Tipo, de uso, né? O indicador de que tá pra acabar, tipo de coisa assim, né? Ah, no NES tem. Tem? Ah, você fala o uso. A proteção. Ah, sim, tem não. A proteção acho que não termina. Só termina quando termina a fase. Que daí tu tem que pegar de novo.
Ou quando morre. Isso acaba quando termina. Ou quando morre. Isso aí. Eu tomei hit kill da moto, a moto explodiu no meu pé, eu morri numa só. Assim, isso aí é... É que é a prova de bala, né? Não de moto. É a prova de moto. Vai tu lá com o colete, a prova de mala...
Se colete é bom. A prova de mala. Vamos colocar um pra ir trabalhar. Vamos me lembrar de bom de mala. Vou morrer. Ai, tenta colocar um colete a prova de mala e ser atropelado por uma moto pra ver se resolve alguma coisa. Claro que não, né? Ai, gente do céu. Vocês me matam.
Mas esse jogo tem alguns probleminhas sérios de jogabilidade enquanto o jogo daquela época, sabe? Por isso que eu estava comentando mais cedo que ele tem coisas que não me deu vontade de jogar ele de novo, não. Foi tal qual o nosso filme do último dragão.
Eu achei ele lento, cara. Assim como o Double Dragon é muito lento na movimentação dele, né? Do andar pra cima, embaixo, esquerda, direita. O nosso boneco aqui é lento demais, cara. Ele tem todo mundo do jogo, né? Os outros soldados inimigos, que é basicamente o que tu vai enfrentar, né? Eles são muito mais rápidos, cara. Ele põe com a cabalhota e pula. É? Então o Diabo A4 você anda igual um taçado. Não tinha uma maizena lá na cela pro cara passar pra tirar essa dura?
Parece que tá assado mesmo. Tem algumas coisas que são legais, assim, mas que devido a essa velocidade ali do personagem me afastar um pouco pra depois, né? Que é... Ele tem um tipo uma umbrada, né? Que quando o inimigo tá atrás de ti, né? Que ele ataca... Umbrada não, cotovelada. Isso. Ele ataca, né? Ele tem também um chute, um chute mais forte, que ele até arremessa o inimigo pra longe. Geralmente ali no último golpe, né? E tem um tipo um uppercut também, né? Um gancho que ele dá também. Então são golpes ali mais contextuais.
Ele é lento de fazer com os dois botões, né? E tem a voadeira também, aquela voadeira que eu acho meio inútil, assim, também. Tem outro problema que tá relacionado, inclusive, a essa voadeira que é o hitbox. É bem ruim. Muitas vezes mesmo, assim, eu tava tentando acertar o inimigo.
E eu atravessava, cara, o golpe atravessava ele e não acertava. Aí ele ia tentar me acertar e o inimigo me acertava. Principalmente aqueles caras de faquinha. Tem uns que são só da faquinha, que eles são bem rápidos até, né? Ficam circulando e tal. Ou então eles dão uma facadinha e eles fogem. Dão uma facadinha e eles fogem de novo. Aí ela meio que tem esse padrão.
E a Yadu Arcade, ela tem um padrão Que eu achei até engraçado Que às vezes eles respondem ao teu pulo, né Então se tu ficar só pulando, pulando, pulando Eles param, tem três soldadinhos ao teu redor Aí todo mundo para, espera tu voltar pro chão Pra poder andar de novo Aí tu pula, eles param, esperam tu cair no chão E eles vão andar de novo Muito sincronizado
E tem uma coisa assim Nessa jogabilidade também Além da lentidão que eu acho complicado É o plano Que parece que eu nunca tô no mesmo plano que o inimigo Sim, sim, sim, é verdade É, eu perdi muito tiro de metralhadora nessa Uhum Parece que tu tem certeza que vai acertar o inimigo E o teu ataque passa direto pra ele, né? Principalmente na parte final da primeira fase Que tem aquela, que você fica num lugarzinho só E o inimigo vem bem em cima E eu ficava com medo de cair no buraco Nem sei se caía no buraco na parte de cima E eu ficava com medo
mas não chegar muito pra cima, com medo de cair num suposto buraco, daí eu não acertava o estilo do cara. Eu também não testei, não fui pra cima porque eu disse assim, ah, também não vou ser idiota, né, não vou cair de propósito ali. Tinha até save state na mão. Pode jogar o avião na água pra ver se é a prova da água. É! Que nem o Gui fez no P47 2MD lá. É, não é sempre que a gente testa isso aí.
É, o interessante é que a própria IA, como ela tem esses padrões aí que eu tava falando, às vezes ela é meio burra, né? Aconteceu algumas vezes, eu até filmei um videozinho quando eu tava jogando, de três soldados tentando me atacar, nenhum deles me atacava, foi até engraçado. Dois deles ficaram pulando de um lado pra outro, e o terceiro eu ficava dando soquinho e voltava. Soquinho, soquinho e voltava. E eu fiquei parado lá, fiquei assim por uns três minutos pra ver se alguém mudava, né?
Mas não, ficou só nisso, pulando, atacando, pulando, atacando e ninguém me acertava.
E às vezes eles se jogam nos buracos. Tem a fase da floresta lá, que tem até uma cachoeira, né? E aí tem um buracão, assim, numa parte da fase e às vezes eles caíram lá sozinho. Eu ficava às vezes esperando eles caírem, que era mais fácil. Porque tem inimigo também nesse jogo que é esponja de dano, né? Dá 10 socos no bicho e aí não morre.
E isso aí deles caírem sozinhos Acho que nunca aconteceu comigo Não me lembro E tu não tem combo, né? Tem basicamente um soquinho, um tipo de soco Tu é que nem o Snake O Solid Snake lá no Metal Gear 1 E no Metal Gear 2, né? Que tu tá só um soquinho No Metal Gear Solid 1
Não, no Metal Gear, sem ser o Solid. Ah, sim, no Metal Gear, tá certo. Lá da MSX. Eu gostava de pegar a metralhadorazinha. Sim. Apesar da imprecisão de pegar, porque tu conseguia lidar com vários inimigos mais fortes. O bom é que ela é forte, né? É uma rajada matucada. Não precisa dar uns 15 socos que você tem que dar normalmente.
Eu lembrei de uma coisa. Pra mim, não eram todos os inimigos que tinha metralhadora que eu conseguia pegar. Existia algum padrão? Ou eu não entendi, né? Porque muitas vezes eu entendo o jogo só na hora da gravação, né? Não, era essa dúvida também. Eu acho que não tinha padrão. Eu usava a mesma forma pra tentar derrubar a arma dele. Geralmente com chutinho, né? E alguns dropavam a arma e outros não. É, isso aí. Tive essa impressão também.
Porque no início isso acontece até com uma certa frequência, talvez até pra tu pegar o gostinho, né? Mas depois tem umas fases lá diante que não cai quase arma nenhuma e no final daí volta a cair algumas, assim. Isso. E tem alguns ainda que são engraçados, né? Alguns soldadinhos. Porque eles só tão meio que vivendo a vida deles, né? Eles aparecem de um lado da tela, atravessam pra outro e é isso, né? Vida séria. Tá correndo banheiro, né? Não vai falar pra no canal, tá?
Eles vinham correndo, atravessavam e não estavam nem aí pra mim. Falei, beleza, ainda bem que vocês não estão preocupados comigo. E tem alguns que jogam só a bomba ali. Geralmente é o que eles fazem também. Eles jogam, saem e não voltam mais. Mas tem algumas diferenças ainda na parte da jogabilidade. Que eu achei cruciais. Que foi o caso da versão do arcade pro NES. Tem umas batalhas contra chefes que não tem no arcade. A do helicóptero. Jogar em G2 que não tem no NES.
Ah sim, claro. E os chefes veiculares, né? Tem um helicóptero ali no final da primeira fase e tem um tanque lá já pro final do jogo, antes do último chefe que tu tem que pegar as granadas dos carinhas da granada, que tu derruba eles ali, eles soltam uma granada e tu taca de volta no veículo e tal e é isso. Não tem muito truque não.
Tem que pegar a granada e jogar nisso. Tem que pegar a granada e jogar no veículo. Só tem que ficar matando os outros inimigos que aparecem também que não são de granada, né? Eles ficam de atrapalhar, né?
Então a gente vê que eu joguei com a granada pro lado errado também. E são esponjas de dano, esses bichos aí. Puta merda, cara. Os caras da faquinha, Deus do livro. Que dá 10 horas e 10 soco no cara, o cara não vai embora. E aí chega o cara da granada pra tentar te acertar com a granada. E a tua chance de pegar uma granadinha e tu não consegue. Porque tem um filho da puta com uma faca tentando te matar. É, tem. Eu ia dizer também que as fases são muito grandes.
Eu achei isso também. E eu acho engraçado que, por exemplo, se tu conseguir passar pela fase, tu com certeza vai matar o chefe. Porque a fase é muito... Eu achei muito mais difícil do que os chefes. Sim. Eu acho o seguinte, Lili. Eu acho que não é nem que elas são grandes. A progressão nelas é lenta.
Tu vê tanto pela velocidade que o teu boneco anda, quanto pelas vezes que tu para. Tu anda dois metros, aí vem uma horda de soldadinhos para te enfrentar. É verdade. No arcade é bem mais rápido, apesar de tu morrer bem mais. O lance lá é roubar tua ficha. Lá tu mata ali os soldadinhos, ou não precisa matar, quando eles passam direto. Mas a fase vai avançando mais rápido, eu tive essa impressão. Drasticamente mais rápido ela avança. E nem todas as fases têm batalhas contra chefes, não.
No Nintendinho, apesar das limitações ali, ela consegue ser um pouco mais criativa porque ela coloca chefes ali diferentes. Tanto que o arcade, já dando spoilers no final do jogo, tu não tem um chefe não. Tu mata ali soldadinhos, vem um helicóptero ali, te busca e tu sobe no helicóptero. Tem um cara ali que ele é um soldado mais forte, que eu acho que ele é antes da última horta de soldados.
Ele até tá na versão do Nintendo também. Mas no Nintendo tem um cara grandão, gigantão, musculoso e tal. Esse que eu falei parece o Troutman do Rambo, né? Só que mais bombado. E aí depois de enfrentar ele, tu foge. Aí no arcade não. Tu só vem um helicópterozinho, tu sobe e aí começam os créditos. Que no arcade ninguém ia ter dinheiro suficiente na época pra conseguir chegar no chefe final mesmo. Daí eles nem colocaram lá. Eles preocuparam em fazer a cuticina, hein? A fotinha escrito com o Dreaturation. É.
Já entrando, inclusive, na próxima parte aqui de gráficos e arte do jogo, eu achei mais ou menos, pra ser bem sincero, não achei muito marcante, não. Ele tem aquele, de novo, aquele estilo militar que eu citei, né, da SNK e de outras coisas da época, mas poderia ser melhor. Não é feio, mas poderia ser melhor. Sei lá, numa escala de 0 a 10, eu daria um 6 ali pro gráfico, no máximo. Cara, eu curti demais o gráfico.
É? Olha aí. Eu achei, eu achei, quando eu chegava naquelas partes de floresta, eu achei muito feio. As árvorezinhas tudo igual e quadradinhos, sabe? Eu não tenho 89, gente. Calma aí. Ah, mas já tinha coisa mais bonita nessa época.
Bom, eu sou bem perturbada nessas coisas, que eu não consigo fazer esses comparativos se não falarem nomes, enfim, eu não tenho essa noção. Mas eu achei a sombra, inclusive, na própria roupa do personagem, no próprio personagem em si, e mesmo as arvorezinhas sendo tudo igual, eu achei bonito, assim, literalmente o desenho, o gráfico em si, a própria pintura, como se fosse ali do jogo, eu achei muito bonito. Gostava um pouco menos quando era nas fases...
que parece ali... Não sei se é cidade... Não dá pra dizer cidade, porque continua sendo a base, mas onde já é mais acinzentado e tal, já curti um pouco menos. E eu achei muito legal, algo que eu acho que a gente não falou, mas quando a gente entra por dentro das casinhas e que a gente vai lutando e enxergando pelos espelhos, pelos vidros... Ah, que você vê como se fosse por trás, né? Você tá por dentro do cenário e você fica vendo de fora.
Isso. Dá uma sensação de profundidade bem legal. Achei bem idiota quando passaram motos por ali. Eu pensei que deve ter que arrebentar das portas do lugar. Gostei bastante dessa estética de 8-bits. Inclusive tem uma coisa que não tinha no arcade. Que era entrar nas casinhas, entrar dentro dos containers, entrar dentro dos caminhões. Só faz no Nintendo.
No arcade não tem, que seria legal se tivesse E tem uma parte que parece que tu tá entrando Numa ruela também, porque é como se fosse No fundinho, assim, da fase Um beco Isso, bem legal também Só que a parte chata disso é que Tu sempre ia, por exemplo, tinha algumas fases Que tinham quatro dessas entradinhas Daí eu já tinha pego o soquinho lá
sou com inglês já tinha pego colete a prova de balas e já tinha pego vida daí a outra vez que eu entrava eu esperava um outro item, não, era vida de novo que não é ruim, né, porque eu ia precisar de vida nesse jogo, mas eu já estava no modo roubado daí eu não precisei da vida é, inclusive falando em vida, na última fase no NES ele tem um salto de dificuldade ali meio sinistro, cara no focus of state é difícil ali de terminar allora
O bom é que os inimigos têm um padrãozinho que se tu pega ele, tu consegue matar às vezes sem dano, mas é tipo um meio segundinho ali que tu vai ter de abertura pra atacar. O Renato, tu que jogou no Nintendinho mesmo, tu conseguiu ir até qual fazer?
Era a peça mais acinzentada aí, acho que a terceira, a quarta, que eu não tive muito tempo também, né? O que que eu percebo? Ele dá o game over, mas você vai ali embaixo, ele dá um continue e você volta na mesma fase que você tava, mas desde o começo. Então, bom, eu enfrentei o chefezinho ali da Granada, depois teve uma outra fazinha ali que vem as motinhas e tal, e eu acho que foi a terceira, cara, que eu parei.
Só porque a primeira vez que eu comecei a jogar fui sem save state, eu juro por Deus, eu teria morrido na primeira fase já. Mas aqui eu acho que é até pegar mesmo. É, e mais sobre a questão do save. No jogo tem quatro barrinhas ali de life, né? Só que o que os inimigos causam pra ti de dano, ele não vai, tipo, tartaruga ninja que vai tirar meia barra, todo mundo ali. Ou castovani, por exemplo, que tem um padrãozinho.
Tem inimigo que tira meia barrinha E tem inimigo que tira duas ou uma e meia Com um ataquezinho de faquinha A granada é tudo né Granada é um hit A moto também A moto também, atropelou já era E lá pro final do jogo Tem cara que só ataca com granada por exemplo Isso, tem uma sequência ali que é só granada Mas tem que só ficar desviando ali
E tem uma parte que tem como se fossem uns lasers também. Então, sei lá, era pra ser metralhador. Não, mas é um feixe, né? Então é mais pra laser do que metralhadora. É um feixe de raios blazer. É. Você que quer dar uma explorada, assim, nesses jogos e tentar usar menos save state, você tenta dar uma explorada na versão americana e na japonesa.
geralmente a japonesa é mais suave. Mas tem casos que a japonesa é mais carniça e a americana é suavizada. Pois então. O Double Dragon 2, cara, é um jogo que eu gosto bastante, sabe? Então eu tô acostumado com ele, então a jogabilidade desse aí não foi tão ruim pra mim, sabe? Então esses problemas aí que vocês narraram de movimentação, de atravessar o boneco, pra mim é tudo Double Dragon 2, é igualzinho. Com a diferença que lá eles fazem...
um botão pra ataque de cada lado, né? Daí fica mó estranho, né? Isso é muito ruim. Eu acho muito estranho Double Dragon 2 por isso aí. Aí, se você joga o Double Dragon 2 japonês, cara, você vê que é mais tranquilão, cara. Ele é honesto, né? Ele não é tão punitivo.
É claro que aquelas partes de plataforma são horrorosas, né, cara? É pra te ferrar mesmo. Você tem uma telinha ali fechadinha, que você perde umas duas, três vidas pra passar de uma engrenagenzinha pra outra ali, sabe? Pular de uma plataforminha pra outra. Mas, no geral, é mais tranquilo.
Bom, então como o Marcos... Marcos, né? Tinha que falar doentes. Eles não mencionam os viventes específicos que compuseram. A trilha, então, foi composta pelo time interno da SNK, seja lá quem for. Utiliza chips de áudio arcade como YM3812. É um chipzinho da Yamaha, né? Não ia chutar se era Yamaha. É Yamaha mesmo, então.
Comuns, na época, como a galerinha está falando, proporcionando efeitos sonoros marcantes e músicas com temática militar e ação intensa. Eu já confesso que como uma boa desmemoriada eu não lembro da trilha sonora. Mas eu achava legal, eu só não sei se realmente tem temática militar. Sei que ela é rápida, assim.
Ela é uma musiquinha de jogo de ação, cara. E as duas versões são bem diferentes. Do arcade e do NES. A do NES eu achei melhor porque ela é mais melódica. A do arcade não achei muito marcante, não. Achei mais genérica. Vale a pena ouvir a do Nintendinho, pelo menos. Eu comentei com o Gui que me lembrava do porquê que eu também gostava de jogo de Nintendinho. Eu confesso que eu gosto das musiquinhas do Nintendinho. Do estilo. Possumam ser mais melódicas, né?
eu gosto muito desse estilo do chiptune do NES, cara, é uma delícia
Então, no Nintendo ela foi adaptada pro hardware do console, com composições mais simples, mas ainda focadas em ritmo acelerado pra acompanhar a ação contínua. Deixa eu abrir um parênteses aí, né? Já que a gente comparou aí a arcade com a do NES. Tem um outro joguinho de guerra que eu gosto muito, muito, que é o Jacal, do Jipinho. Jipinho, da hora. Cara, a versão do NES... Cara, o som é muito mais legal do que o som do arcade, da versão de arcade, né?
É tipo o Contra, né? O Contra, tu pega a versão do arcade e muita gente não lembra muito da Tridon, né? Embora sejam basicamente as mesmas composições, né? E aí adaptadas pro NES, a galera lembra muito, muito mais. É, fica mais marcante a melodia. É isso que você falou mesmo. É, e como são, entre aspas, menos canais, né? Menos instrumentos, fica mais fácil de prestar atenção, né? Em cada linha de melodia ali, principalmente.
E vamos ir para o fase a fase da versão do Nintendinho, que foi o que todos com certeza jogaram do arcade, ficou como... Foi uma curiosidade, né? Bom, na primeira fase então, como a gente falou, a gente era um prisioneiro e a gente sai lá da nossa celinha, sei lá como, né? Porque nem isso não aparece, a gente simplesmente já tá vazando, porta fora. Ele joga uma bomba, ele joga uma bomba lá, explode. Jura? É, eu não sei como que ele fez aquela bomba lá dentro, mas ele explode a porta da prisão.
Ele deve ter juntado como de repolho. Deve ter doutorado em química, né? Que nem o Dolph Lambert.
Ah, acabei de ver agora O videozinho com ele jogando a bomba Tu vê né, eu devo ter pulado isso aí Mas isso aí porque aparece Antes do Antes de selecionar a fase né Antes de tu iniciar o jogo no caso É, aparece no tipo Aquele demo né, quando tu deixa o jogo parado Lá aparece e quando tu começa o jogo Também, é o primeiro Primeiro 5 segundos ali antes de iniciar o jogo Ele explodindo ali a prisão, a porta E aí
No NES é tudo escuro, no arcade aparece literalmente a portazinha indo pro saco. E aí não dispara nenhum alarme de segurança, né? Não tem esse estabelecimento. Inclusive a gente tava numa cela onde a porta já dava acesso. Isso. Inclusive, vocês perceberam naquelas casinhas que a gente vai entrando nos afins, tem um desenhinho no fundo da parede.
Eu também não sabia o que era. Preste atenção, não lembro agora o desenho. Vou já abrir um gameplay aqui pra dar uma olhada. Porque eu definitivamente não entendi por que tinha aquilo. Deve ser o símbolo dos caras ali. Meio bizarrinho, porque é uma cabeça de uma pessoinha assim. Pois é, né? Parece um bichinho todo feliz. Ah, falando em feliz, o teu boneco, o ícone de vida dele é um smilezinho.
Sim. Que dá bem nada a ver, né? Inclusive tinha uma conquista no Retro Achievement que era Consiga Sete Carinhas Felizes, alguma coisa assim. E o Gui falou, ah, não sei o que são essas carinhas felizes. Eu falei, é a vida, olha ali embaixo. A gente não tinha se dado por conta até então. Parece o King, o Rei DDD lá do Kirby. O bonequinho na parede.
Mas enfim, a gente tá numa base em que ela tá no meio de uma floresta de coqueiros, basicamente, inclusive. Eu já tava imaginando os caras com a faquinha sendo indígenas. Lembro um pouco, sim, embora não seja, né? Eu imagino essa ambientação desse jogo, naquela parada meio... Ou Guerra do Vietnã, né? Que tinha muito combate na floresta, né? Ou uma coisa meio sandinista, não sei se vocês estão ligados. Sandinista.
movimento popular na Nicarágua, liderado pela Frente Sandinista de Libertação Nacional. Olha aí. Nem sei onde fica a Nicarágua. Eu devo ter estudado no colégio, mas eu lembro? Claro que não.
O legal é que de fundo, muitas pessoas já devem ter tentado invadir o local ou fugir, né? Porque a tela, assim, do acampamento ali onde a gente tá é cheio de buraco. Mas enfim, a gente sobe uma escadinha que, graças a Deus, ali é automático. A gente não precisa escalar por nós mesmos. E chegando lá em cima, a gente vai ter que enfrentar o chefe. Essa petiopa.
Isso aí. Inclusive já todo meio detonadinho, né? Ele já chegou pra nós assim num estado meio deplorável. Ou pelo... Meu Deus! Ou pelo menos pra mim parece. Pede o café do Guilherme.
Ou pelo menos pra mim parece um chopper com a carcaça toda já destruída. Daí aparece já a cena dizendo que a gente teve sucesso em escapar do acampamento ali. Paul? E sei lá pra onde é que a gente vai nesse momento. Toda hora que eu ouço isso falando do Paul, eu penso que é no Paul Walker.
Eu lembro do TV Paul, que tinha, acho que era do Gugu, um negocinho. E aí a gente tá num local, até já saiu dos coqueiros pra algo meio desértico, quase pirâmides do Egito, né? Lá no fundo é tudo meio de areia. Ah, tem umas caterpillars. Pô, achei bonito esses tratorzão aí, cara, maior bem feito, né? Aham. O próprio efeito do vidro ali, da caterpillar, tá bem bonitão.
E ali é legal porque pra passar, eu não sabia disso, mas o Gui me comentou depois e eu testei e é verdade. Quando ela tá subindo tu consegue passar sem tomar dano, né? Olha aí. Ela começa a levantar esse bagulhinho lá e soltar, tipo... Isso. Eu tenho que esperar subir e passar por baixo? Não. Tu pode subir enquanto ela tá levantando o bagulhinho que a gente não sabe o nome.
Entendi, pô. Eu esperava passar lá em cima e tudo bem, tudo bem. Aí a gente vai pra uma parte de água onde desce ali até os caras já preparados pra mergulhar muito engraçadinho. Ah, sim, que eles pulam umas valas, né? Eu achei engraçado isso também.
E aí os caras estão com roupa de mergulho, sendo que a água está mais ou menos no nosso quadril. É o Kiko pulando para mergulhar. É, muito legal. Aí sei lá por que a gente sai de um negócio de água já para outro. Ah não, porque daí tu vai para a parte interna, né?
Depois você enfrenta um cara com a metralhadora. Eu lembrei agora. Com a metralhadora não. Com uma espingarda. Isso. E a blusinha preta lá. E tu vai ver vários deles depois. Isso. E aí eu concluo a fase. Depois vem a fase da... E esse é um dos caras que eu acho. Da cacheirinha, né? É que eu acho mais fácil de matar ele do que de passar a fase.
Sim, lá no final ele tá mais apelão Ele joga muita granada em ti E saindo dali Ele até vem o textinho lá Que diz que a gente fez um ataque surpresa Bem sucedido Nas unidades móveis Do inimigo Demora esse texto pra passar aí
E aí a gente volta pra uma parte de floresta, sei lá porquê, mas enfim, era o que tinha de cenário ali. É, acho que é ali que eu parei. É? Uma parte que fica mais vermelha nessa... É, a parte mais vermelha é o que deve ter sido quando tu vai pegar o item, é como se fosse dentro de uma caverninha, assim. Pode ser que tenha sido ali, não sei. E aqui a gente passa pra uma parte onde cai, pra uma cachoeira, e de novo tem outros mergulhadores no mesmo sentido daquele lá. A água não é tão funda, mas os caras estão de roupinha de mergulho igual.
Inclusive a cachoeira é até bonitinha. Eu tinha criticado mais cedo o gráfico, eu achei legal o efeito da água caindo. Inclusive com aquela névoa que levanta quando a água chega no pé da cachoeira. E falando em cachoeira, nesse jogo tem várias cenas que o teu boneco ele pula lá do alto e cai lá embaixo sem machucar a perna, cara. Ele é muito ninja. Ele pula uns 30 metros de altura, sem exagero.
Sim, essa parte aqui é uma delas, inclusive. Sim. E a gente... É até incrível porque ele cai na água, né? Nas outras ele cai em terra mesmo. É. Não, e aqui, assim, tudo bem que ele caiu na água, mas nas outras, inclusive, ele não machuca a perna, mas com uma faquinha de um inimigo ele perde metade da vida, mais ou menos. Então. Mas deve ser porque acertou alguma veia, né? Artéria. Artéria. Acertou a horta.
É. Amigo falar via artéria, qualquer coisa. Ah, acertou minha via artéria. É, que tanto faz. As duas vão fazer sangrar realmente, né? Alvaro. E aqui o nosso chefe, então, é o clássico de fase de elevador. O gordinho do elevador. É o gordinho. É, ele não tem no arcade. Não.
Não, no arcade ele não tem não Mas aqui só não entendi mesmo E aqui, pelo que eu vi, eu achei que tivesse que derrubar ele Agora eu não sei se foi pela quantidade de danos Que daí ele sai do elevador E sai voando, né? Pois é Eu achava que era isso também E essa cutscene que vem depois é muito legal, né? Agora nós estamos infiltrando a base do inimigo O maior clima A portinha lá fora assim, se abrindo da base É, ele tá parecendo o Kenshiro Nessas cutscenes Kenshiro do Rokutonuki Não sou eu quem sou eu Não sou eu quem sou eu Não sou eu quem sou eu Não sou eu quem sou eu
E aqui foi a fase que eu falei que pra mim era uma das mais feinhas, mas já na base do inimigo, a gente continua, como diz, lutando, lutando. Os inimigos aqui já esgotou os tipos, né? Ixi, há muito tempo. Ah, são poucos, né? Isso. Só acho que o que acrescenta nessa fase, se eu não me engano, é o que era o chefe da primeira acaba se tornando inimigo dentro das... pra pegar os itens.
Sim, o cara da arma, né? Da espingarda? Ah, e tem o extra aqui. Aquele que dá o tiro que eu falei que era laser, mas na verdade pode ser até arma de fogo aqui, olhando direito. Era uma possibilidade, porque eles estão com um tanque nas costas, como se fossem os caça-fantasmas lá.
A partir dessa fase aqui eu percebi um padrão Nessas partes de instalações Militares, talvez até por isso Que eu me cansei um pouco do gráfico Parecia tudo muito igual Tem alguns pedaços que marcam Nessa parte que ele sobe na escada E aí lá em cima tem alguma instalação Diferente, tipo uma torre e tal Mas no geral chega onde tem Parede, onde tem galpão É tudo bem parecido O cara de mochila nas costas é um lança-chamas Na ideia dele, não é?
Eu acho que sim, eu tinha falado que era laser Mas acho que é lança-chamas mesmo E aqui na base do inimigo Tem uma parte legal do cenário É o fundo cheio de equipamentos Também já lá pro final Que eu imagino sendo rádio De transmissão E afins E o chefe pra mim é um carinha Esse aqui eu tomei uma sorrinha dele até Porque ele tem arminha O cara aqui conseguiu achar um ponto Onde ele só deu dano e matou rápido E aí
Mas quando ele não acertava com a arma, ele me acertava com... Eu imaginei que era um soquinho, né? Não vi direitinho. E aqui ele usa os próprios comunicadores que eu falei no... Que eu achava que eram comunicadores, são sim. Os rádios, enfim. Daí ele chama... FF7, FF7 e a base, a princípio, não respondendo. Fox, Fox 7.
Final Fantasy VII. Final Fantasy VII. Final Fight VII. Bart, ó. Bart o nome dele é, ó. É, aí que ele cita o nome dele. Aí, no arcade não tem cutscene, no NES tem cutscene, quando ele tá comunicando com a base dele. Ele vai só no rádio e aparece uma legendazinha. Eu, inclusive, a base fala, o nome dele é Roger Bart. Não, Roger é o confirmado. Roger é confirmado. Jura? Isso aí o câmbio. Tipo, vai se falar, Bart fala Roger Bart.
na linguagem porteira é o famoso QAP QAP tá na escuta né tem até um meme antigo pra quem ouve o Nerdcast que é o Rogério isso que é o Roger that que é quando tu conclui também né olha aí, vivendo e aprendendo, não sabia Gaf da Lily parte 10.634
Não, essa daí eu acho que não é senso comum, não. Acho que muita gente tava ligado nessa também. Aqui é o que a gente falou, que tem os caras com a faquinha pra ficar tomando um tempão teu enquanto vem um que outro cara com a bomba pra tu poder pegar a granada e atirar. Bomba é demais, né? Imagina o cara pegando uma bomba com a mão.
E aí a gente volta pra uma fase de floresta, que aqui o Marcos já deve ter dito, fase de floresta, 9.674. Mas aqui também só tem o primeiro cara que a gente já tinha enfrentado, né? Que, como sempre, é a volta dos mortos-vivos. E o chefão final, que é um musculoso gigantão de calça militar e que faz 5.000 acrobacias. Deve ter aprendido com o Jack Chan. O Sérgio Soleil. Também.
É legal esse chefe, eu achei engraçado Ele todo acrobático Não tem nada a ver Essa última fase, acho que em si Ela não tem no arcade, né? Depois que ele chama o rádio lá Ele anda mais um pedacinho só E já vem o Alpec que busca ele Aqui tem esse trecho, um tanque Depois o cidadão aí, bombado
Esse chefe tira uma vida. Sim. Ele é muito apelão, cara. Muito, muito apelão. O subchefe lá, o cara que vem antes aí, me lembra o Van Damme, né? De regatinha. Aham. Lembra mesmo. O Van Damme dançando com a Gretchen.
E aqui, congratulation, né? Depois que tu derrotou o chefe, terminou o jogo, e aí ele volta pra uma loira lá, que sabe, sei lá, se é esposa ou o quê, que ela nunca apareceu antes. É a Lisa. É. E é isso. E aí aparece o nome dos carinha. Isso, um monte dos pseudônimos.
front and back, Tazin, coração, Sakamoto, 18FF, otuki. Isso tá nos créditos, que é isso? Congraturation! Muito bem! Congraturation! Com a loira do banheiro, ele deu um abraço na loira do banheiro. Nossa! E terminamos também aqui o nosso fase a fase, vamos rodar a vinhetinha de novo pra poder ir pros disclaimers, senão esse podcast vai ter 5 mil horas e o Marcos vai cortar aqui. Eu achei que esse programa não ia ter 20 minutos.
Voltamos da vinheta aí Vamos lá pro disclaimer Pra variar, eu é que não vou começar Vou chamar aqui por ordem De como conhecemos o jogo Marcos Mello é tua vez, eu escolho você Pokémon Como diz Beleza, olha só Esse jogo aqui, eu acho que dessa vez ele vai ter o meu selo De veja você Como eu falei, teve algumas ideias ali Bacanas ali de implementar E aí
Ele é de uma época pré-Final Fight, que ficou sendo ali o marco do padrão dos beat'em ups, mas ele ainda obedecia o padrão definido pelo Double Dragon, que é um jogo que divide muitas opiniões hoje em dia. E no caso do próprio Double Dragon, do Kunio Kun lá de trás, eu...
Eu tendo a não gostar muito do que eles fizeram ali atrás atualmente. Mas como parte da história da SNK, aí sim, acho que vale a pena conhecer o jogo. Mas no geral vai ser um veja você. Ele tem a média ali para passar, basicamente. E é isso. Como diz isso, veja você. A sequência eu tinha feito com o Eder, isso? Já estou esquecida de início.
Eu achei um jogo honesto, eu gostei do que eu joguei, não achei tão ruim assim. Mas só que também não é aquele jogo excelente. Mas pela proposta ele se paga o que ele se propôs. Então é um joguinho da semana que merece ser jogado. Olha aí. Eu tirei a Ed aqui, ele é definitivamente um dos jogos do Nintendinho já lançados. Com discurso e grosso, a gente diria por aqui. É um dos jogos de todos os tempos dele.
Renato, eu escolho você? É isso aí, Pikachu. Cara! Eu gosto muito do Double Dragon, né? Então ele bebe muito da aguinha do Double Dragon ali. E é muito gostosinho de jogar esse jogo. É claro que eu não posso chegar e dar um arregaçar e falar que é um jogão que deve ser jogado. Porque se pensar nos jogões do NES ali, se pensar num DuckTales, num Mega Man 2...
Dark and Dark. Você vê que é um pouquinho aquém, né? Mas não é jogo ruim não, hein? Eu daria lá um joguinho um veja você ali com notas de jogãozinho que deve ser jogadinho.
O cãozinho. E é isso. Viva a guerrinha. Viva essa enxurrada de propaganda que a gente recebeu quando era criança. Viva os filmes do Braddock. Descanse em paz, Chuck Norris. E quero muito ver o prequel do Rambo que vai sair. Não me falem dos já falecidos. Fico triste. Os melhores se vão. Bom, né? Sobrou eu. Como eu falei, joguei na época.
Só que não. Cara, esse aqui eu vou dar também o selo de Veja Você, mas como um bom jogo de durante semana. Eu acho ele... Eu achei ele divertido, pra ser bem sincera. Só não vou dar o selo de Jogão e deve ser jogado, porque a gente sabe que existem jogos realmente melhores. Mas...
Me deu, assim, uma sensação de nostalgia absurda. E eu até falei pro Gui que em determinados momentos, inclusive, ele me lembrou de Tartanugas Ninja de arcade game. Talvez pelo pulinho aéreo ali, pela parte da água. Sinceramente, eu não sei o que rolou, se a musiquinha... Não sei, foi bem nostálgico pra mim. E, cara, eu acho que tem tanto jogo pior que esse aqui não merecia.
ficar abaixo aqui no ranking. Eu acho que as pessoas merecem conhecer. Como eu falei, eu achei o gráfico lindo e maravilhoso. Claro que agora revendo até o videozinho pra falar o fase a fase, eu vi que tem muitas fases de floresta que acabam se tornando um cenário um pouco repetitivo.
Mas se pegar uma pinceladinha aí de um pedaço, eu achei que é bem rico em detalhes. E tem alguns probleminhas de jogabilidade, como a gente falou, ele é lento em algumas partes, que acabam fazendo a gente tomar uns danos quase desnecessários. Mas é isso aí. E, como diria o GZ, beijo na bunda e até a próxima. Beijo na bunda que meu nome não é Raimundo, hein?
E aí
Legenda por Sônia Ruberti
Eu tenho o Rally Challenge 2000 lá, que o pessoal tá vendendo por uns 600, 700 reais. E tenho o Penny Racers, que o pessoal tá vendendo por uns 500, 600 reais também. Pênis Racer. Pênis Racer. Corridas de pênis. Dois jogos. É o Corrida do X-Videos, né? Piroca. Formou a piroca. Pênis Racer, da hora. Ai, cara, essa bolha gamer. Vai ter que explodir isso aí, cara. É.
Ele ficou puto por causa do relançamento lá do Neo Geo, né? É, tem que relançar mesmo, cara. Onde já se viu se cagar 10 conto numa porcaria de 20 anos atrás, 40 anos atrás, você tá louco. Pois é. É bom relançar mesmo, cara. Coisa nova, cara. Hardware modernizada.
Tem uma coisa que eu não gasto dinheiro com NeoGel, velho Já acabou minha cota já De gastar com NeoGel Primeiro porque eu não consigo jogar nenhum jogo no NeoGel É difícil pra cacete, todos eles Então... Tem aquele NeoGel CD lá que já cansou minha paciência É E você vai ver, não é tão da hora os jogos Era um negócio inatingível pra gente Nossa, lindo o gráfico É foda Mas você vai jogar aquilo lá, você fica só aquilo, cara Se eu tivesse só ele, cara Eu ia ser muito infeliz, um Super NES é bem mais da hora Não sou eu quem sou eu Não sou eu quem sou eu Não sou eu quem sou eu Não sou eu quem sou eu Não sou eu quem sou eu Não sou eu quem sou eu Não sou eu quem sou eu Não sou eu quem sou eu Não sou eu quem sou eu Não sou eu quem sou eu Não sou eu quem sou eu Não sou eu quem sou eu
Eu nem entendi, mas legal Deixa eu ver o que aconteceu com o meu café Aqui, que o meu Serviçal, ele não me trouxe Porra Eu tava escutando do outro quarto Queria um café também Obrigada, querido Eu sei que é Alguém tinha que fazer um remix daquela música Hitching of the Night, só que com O Castlevania, aí ficava This is the season of the night Hahahaha
Oh, nice. Yeah, yeah. Aí o Lalo Card dançando, cara. Nossa. Pede pra você fazer um negócio desse aí, cara. Quem sabe. Aqueles recortes boscos de sprites explodidos na tela, ele dançando assim.
Tipo o cara tossiu da vida. Nossa, o cara tossiu. Gente, estava eu na academia mesmo com o pescoço. Estou lá uma semana com o pescoço travado, mas ok. Uma hora eu resolvo essa resposta. Mas estava eu na academia e estava tocando aquela música Hello, Hello do... How did it? Isso. Só que depois que eu vi a paródia dessa música, eu não consigo mais ouvir a letra dessa música da forma original, porque pra mim continua aquela...
Hello, hello, mora-se lá Sempre remassa Adão Don't believe it Vocês não conhecem essa paródia? Não Eu lembro só do roubar o meu Playstation Essa daí ficou clássica Esse aqui é estilão do Karatussil mesmo, né? Sim, eu acho que é da mesma época, inclusive É possível, bem possível 17 anos atrás, meu Deus do céu O que aconteceu?
E a gente estudava em colégio de freira, né? E meus colegas um dia na apresentação de ensino religioso, né? Colocou esse clipe, tipo, fingindo que errou sem querer, não sei o quê. Gente, a irmã quase teve um surto.
Nossa, isso me lembra que teve uma vez que a gente tava apresentando sobre plantas e aí eu coloquei no final do slide do meu colega que ia apresentar, tipo, ele botou um obrigado assim, tal, genérico, aí eu botei a mulher samambaia falando obrigado que a galera curtiu Lembra da mulher samambaia? Lembra
E o bom é que, assim, tudo bem o Marcos não lembrar porque ele não gravou, mas eu e o Renato não lembrar porque a gente gravou. Cara, eu já tô entrando na terceira idade, então o Alzheimer tá pegando aqui, mano, esquece, cara. Ai, eu vou dizer que pra mim não é terceira idade, eu vou dizer que é excesso de atividades. O teu excesso de atividades, a gente vai batizar agora de queimafora.
O burnout. Isso aí. Olha aí. Gostei dessa. Vou começar a usar, as pessoas não vão entender, vão achar que eu tô louca mesmo, não é capaz de vir com camisa de força pra cima de mim. Cara, uma vez eu conversei com uma psicóloga, que ela falou o nome em francês. Eu falei, burnô. Vocês estão com burnô. Falei, cacete, o que é burnô, velho?
Você falou, ah, legal o jogo, né? Mas tem que jogar mais Burnout. Não, ela falou Burnout, eu não entendi que porra era essa, mas da hora que ela escreveu no papel, eu falei, ai, se pergunta se eu voltei.
Sim, sim, Burnout Paradox faz tempo. Jogão deve ser jogado. Eu tô aqui consultando em tempo real e a pronúncia é Burnout mesmo. Não tem essa de Burnout. Já vi essa história também. Eu vou falar de Burnout e eu prefiro do PSP, que é mais da hora. Puta, eu gostava do Gamecube. Será que é Takedown? Eu joguei um no Play 2 e chamava Takedown, que é o terceiro.
acho que deve ser o mesmo é capaz hoje tá foda
Cast tá TDAH, velho. Não, e eu tô deixando, sabe, porque eu não vou ser o que vou editar. Vai ser o Marcos, então ele já tem mais facilidade com isso. Marcos, monte de tesoura. É, o meu truque nesses momentos é que a saída de começo e termina eu corto tudo e boto lá pro finalzinho. Porque como tu vê, ele não sofre de lapsos de memória nem de burnô, que nem eu e o Renato. Mas fala aí, galera, todo mundo que sofre de burnô, escreve aí no comentário pra gente. Isso aí.
Alguém quer puxar desenvolvimento? Vamos lá, pode ser eu. Não tem muita coisa mesmo? Vamos lá então. Eu mandei um bar que do nada. O cara mora no Acre, velho. Manda bar, velho. Meu cérebro quase explodiu.