Episódios de Aliança Bíblica de Bento Gonçalves - ABBG

Sangue De Cristo - José Predebom

04 de maio de 202643min
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Mensagem de 03/05/2026 (Dom).
Textos utilizados: Hebreus 9:1-22

Assuntos2
  • Tabernáculo TerrenoAdoração no tabernáculo · Lugar Santo · Lugar Santíssimo · Arca da Aliança · Maná · Vara de Arão · Tábuas da Aliança · Querubins da Glória · Sacerdotes · Sumo Sacerdote · Ofertas e sacrifícios · Consciência imperfeita · Ilustração para os dias atuais · Construção do Tabernáculo por Moisés · As doze tribos · Santuário ambulante · Átrio · Altar do sacrifício · Lavatório · Candelabro · Mesa dos pães da presença · Altar do incenso · Mandamentos · Pote de ouro com maná · Tabernáculo terrestre · Véu rasgado · Acesso a Deus · Vida no dia a dia · Aceitação de Cristo · Tempo de adoração · Presença de Deus · Muro das Lamentações · Terceiro Templo · Anticristo · Sacrifícios judaicos
  • Sangue de Cristo e Nova AliançaMediador da nova aliança · Sangue de Cristo vs. sangue de animais · Redenção eterna · Purificação da consciência · Obras mortas · Servir ao Deus vivo · Garantia da vida eterna · Testamento · Herança eterna · Resgate pelas transgressões
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Bom dia a todos, a quem não tenho dado bom dia. Vamos abrir nossas Bíblias no livro de Hebreus, capítulo 9. Nós vamos ler o capítulo 9 quase todo.

E nós vamos fazê-lo em duas etapas. O estudo vai ser do versículo 11 até o 22, mas nós vamos ler do versículo 1 até o 10, para vocês poderem entender também. Nós vamos ler essa primeira parte, depois eu vou fazer uma pausa, depois nós vamos ler a segunda parte, ok?

Hebreus capítulo 9, vamos ler a primeira etapa do versículo 1 até o 10, que fala sobre adoração no tabernáculo terreno. Aí diz o seguinte.

Ora, a primeira aliança tinha regras para a adoração e também um santuário terreno. Então o tabernáculo era considerado tipo um santuário terreno. Foi levantado um tabernáculo na parte da frente chamado lugar santo.

Estavam o candelabro, a mesa e os pães da presença. Por trás do segundo véu havia a parte chamada Lugar Santíssimo, ou Santo dos Santos, onde se encontrava o altar de ouro para o incenso e a arca da aliança totalmente revestida de ouro.

Nessa arca estava o vaso de ouro contendo o maná, a vara de arão que floresceu e as tábuas da aliança. Acima da arca estavam os querubins da glória que com sua sombra cobriam a tampa da arca.

A respeito dessas coisas, não cabe agora falar detalhadamente. Talvez foi por isso que nunca ninguém falou detalhes sobre essa questão do tabernáculo. Versículo 6. Estando tudo assim preparado, os sacerdotes entravam regularmente no lugar santo do tabernáculo para exercer o seu ministério.

No entanto, somente o sumo sacerdote entrava no lugar santíssimo apenas uma vez por ano e nunca sem apresentar o sangue do sacrifício que ele oferecia por si mesmo e pelos pecados que o povo havia cometido por ignorância.

Dessa forma, o Espírito Santo estava mostrando que ainda não havia sido manifestado o caminho para o lugar santíssimo enquanto permanecia o primeiro tabernáculo. Isso é uma ilustração para os nossos dias.

Indicando que as ofertas e os sacrifícios oferecidos não podiam dar ao adorador uma consciência perfeita limpa. Eram apenas prescrições que tratavam de comida e bebida.

e de várias cerimônias de purificação com água. Essas ordenanças exteriores foram impostas até o tempo da nova ordem. O que é o tabernáculo? Eu quero que você levanta a mão, quem sabe o que é o tabernáculo?

Então, quem sabe, tenha paciência de ouvir de novo, que eu quero explicar por quê. Porque eu falo aqui sobre tabernáculo, vou ler depois sobre tabernáculo, eu já falei sobre tabernáculo, o Ariel falou domingo passado sobre tabernáculo.

E eu levei muito tempo. Eu achava que tabernáculo era tipo aquela caixinha pequena, né? Que estava aqui na frente colocada, algo parecido. Então eu vou ilustrar com algumas fotos. Põe uma das fotos aqui, ó. Essa aqui é a primeira foto que dá uma visão geral.

Enquanto que os hebreus andavam no deserto. Então o tabernáculo é aquele centro ali escuro, que tem a nuvem, ali onde havia a manifestação de Deus e eles seguiam essa nuvem durante o dia e à noite, quando eles caminhavam de noite, havia uma labareda.

Então o tabernáculo é essa cerca aí. E quem construiu isso foi Moisés. E Deus disse o seguinte, Moisés, você vai fazer do meu modo. Eu vou dar as medidas para você e você vai fazer. Então observe que eram doze tribos.

E cada três tribos ficavam. Três no sul, três no norte, três no leste e três no oeste. Que formavam todas elas. Claro que aí é simbólico, é umas baraquinhas pequenininhas. Mas era uma família que morava dentro ali, de cada baraquinha. E todas elas estavam viradas para o centro.

Do tabernáculo, por quê? Para o centro onde havia a presença, a manifestação de Deus. Então esse é o tabernáculo. Ele era, na verdade, um santuário ambulante. Porque eles ficavam um tempo ali, depois eles desmontavam, como desmontavam as baracas deles, iam para o próximo lugar e montavam tudo de novo. E isso era o que eles faziam.

O tabernáculo é um lugar fechado, o pátio, chamado de átrio. Põe aí a segunda foto. Ok, aqui. Então, isso aqui mais ou menos é o original do que era. Essa primeira parte embaixo, o átrio, átrio quer dizer o pátio, o altar do sacrifício, onde eles matavam os animais e aí eles eram queimados, o lavatório.

E aí, daquele vazio para o segundo espaço, então ali tinha uma cortina.

E ali entrava só os sacerdotes. Na verdade, quem andava ali era só os sacerdotes. E ali tinha três componentes. O candelabro, que ficava aceso o tempo todo. A mesa dos pães, que significa presença ali. Ou seja, eram duas pilhas de seis pães que representavam as doze tribos.

E aí no final de cada cerimônia os sacerdotes comiam esses pães. E o altar do incenso, que era um incenso aromático que simbolizava as orações que subia a Deus. Noutra parte, mais no fundo, aquela abertura no meio, havia outra cortina.

É o lugar santo ou o lugar santíssimo. E ali é onde ficava a arca, a arca de Deus. E nessa arca ela continha três coisas. Ela continha os mandamentos, as duas pedras dos dez mandamentos que simbolizavam a lei. Ali dentro da arca tinha a vara de arão que ela floresceu.

demonstrava autoridade. E ali dentro tinha um pote de ouro. Você lembra que nós lemos com o maná. O que era o maná? O maná era Deus supria a alimentação deles todos os dias. Era uma espécie, eu vou usar aqui um símbolo bem pejorativo, lembram aquele algodão doce para criança?

Era uma espécie de uma carne, mas caía do céu em flocos, eles colhiam e se alimentavam com aquilo. Era a proteína que eles tinham. Só que aquilo eles não podiam guardar para o dia seguinte porque apodrecia. E dentro desse tarka, dentro desse pote de ouro, ele nunca apodreceu.

Anos e anos, esse maná ficou lá dentro. Esse é o poder de Deus para conservar. Olha como Deus atua. E ali estava a presença dele. Ok? Mostra a outra foto. Vamos ver.

Aqui está de uma forma mais ilustrativa de como era. Então, o candelabro, a mesa. E vocês podem ver que tudo tem duas varas ao redor, que era para carregar e a arca também. A arca ninguém podia tocar nela. Ela tinha duas varas, dois bastões, algo que o pessoal...

Dois aqui, dois aqui, duas fora aqui, dois na frente, dois atrás. Eles tinham que carregar. Quando eles se mudavam. Mudavam de lugar e eles montavam tudo de novo. Então esse é o tabernáculo terrestre.

E lá dentro, aquela parte rosa forte, o pink, essa cortina só entrava o sacerdote uma vez por ano. Aliás, o sumo sacerdote não era o sacerdote. E mostra o véu.

Quando Jesus veio, deixa eu voltar atrás para vocês entenderem um pouquinho melhor. Esse tabernáculo, enquanto eles andavam, até eles chegarem na terra prometida, quando eles herdaram a terra prometida,

Mais ou menos 400 a 500 anos depois, Davi quis fazer um tabernáculo para preservar a arca, a presença do Senhor. E Deus não permitiu que ele se fizesse porque ele era um guerreiro. Então o filho dele, Salomão, ele fez o tabernáculo. Levaram sete anos com milhares de pessoas construindo esse tabernáculo em Jerusalém.

Esse tabernáculo durou 410 anos. Perdão, esse templo já não era mais tabernáculo. Todo tabernáculo era enquanto eles andavam. Agora é templo. O primeiro templo, ele durou 410 anos. Ele foi destruído pelo rei Nabucodonosor. E ali, por que eu quero chegar aqui e ir na cortina? Ali, nessa destruição, a arca sumiu.

Sumiu, ninguém tem notícia dela. Se foi saqueada, se foi desmanchada. Tem uma teoria de que os hebreus conseguiram esconder ela num lugar que está escondido até hoje, que ninguém sabe, antes que fosse destruído o templo. E aí, depois de...

580 anos antes de Cristo foi reconstruído esse templo, o segundo templo. Só que não havia mais a arca, mas havia aquele lugar. O santo do santo era conservado. E os sacerdotes continuavam entrando ali, adorando a Deus, porque ali tinha a presença de Deus. Quando Jesus veio...

e ele morreu na cruz, quando ele abriu, quando ele expirou, ele morreu, o véu que separava do santo lugar por santíssimo, o santo do santo, onde o sacerdote entrava apenas uma vez por ano, esse véu foi rasgado de cima a baixo. O que isso significa? Que ali abriu a presença, a nossa presença a Deus, a chegarmos a Deus. Ok?

Então, em resumo, eu queria dar um estudo, mas era muito...

Muita teoria. E eu tirei fora, só quis trazer isso aqui para ilustrar. Então, isso aqui, o átrio, o pátio, simboliza o quê? A nossa vida no dia a dia. Na segunda-feira, na terça, no trabalho. O santo ali representa o quê? Para entrar ali é através de Cristo. Quando nós aceitamos a Cristo, nós entramos no santo lugar. Ok?

Depois que Cristo veio, como abriu a cortina, agora nós não temos acesso só ao santo lugar, mas ao santíssimo lugar, que é o momento em que, quando nós temos um tempo de adorarmos a Deus,

aquele tempo de hora silenciosa e você pode estar na presença de Deus. Então hoje nós temos o livre acesso de estar na presença de Deus. Hoje o templo não existe mais, é o muro das lamentações, que quando vocês olham por foto, olha lá que os judeus vão lá e oram.

O Trump, eu acho que o Collor também foi lá e botou uns bilhetes, eles botam uns bilhetes no meio das frestas, que mostram. Então, sobrou o Muro das Lamentações. Agora vai ser reconstruído o terceiro templo com o anticristo.

Ok? Quando Cristo surgir, está na dúvida se ele vai ser, mas é bem provável que quando o anticristo surgir, vai ser reconstruído. Eu não sei se já está construído ou não, mas é bem provável que ele vai construir o terceiro templo aí nesse lugar, porque os judeus vão voltar a fazer os sacrifícios, porque até hoje eles ainda não aceitaram Jesus.

Entendido até aqui? Se alguém está com uma dúvida depois, me peçam. Valeu, obrigado. Vamos para o segundo texto, que é onde eu quero chegar no estudo de hoje. E aí nós vamos ver o sangue de Cristo. Nós vamos ler do versículo 11 até o 22, que diz o seguinte.

Quando Cristo veio como sumo sacerdote dos benefícios agora presentes, ele adentrou o maior e mais perfeito tabernáculo não feito pelos homens, isto é, não pertence a esta criação. Não por meio de sangue de bodes e novilhos, mas pelo próprio sangue. Ele entrou no lugar santíssimo de uma vez por todas e obteve eterna redenção.

Ora, se o sangue de bodes e touros e cinzas de uma nofilha espalhadas sobre os que estão cerimonialmente impuros os santificam, de forma que se tornam exteriormente puros, quanto mais o sangue de Cristo que pelo Espírito Eterno se ofereceu de forma imaculada a Deus.

purificará a nossa consciência de atos que levam à morte para que sirvamos ao Deus vivo. Por essa razão, Cristo é o mediador de uma nova aliança para que os que são chamados recebam a promessa da herança eterna, visto que Ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas sob a primeira aliança.

No caso de um testamento, é necessário que se comprove a morte daquele que o fez. Pois um testamento só é válido no caso de morte. Uma vez que nunca vigora enquanto está vivo quem o fez. Por isso, nem a primeira aliança foi sancionada sem sangue.

Quando Moisés terminou de proclamar todos os mandamentos da lei a todo o povo, levou sangue de novilhos e de bodes e também água, lã vermelha e ramos de isopo e aspergiu o próprio livro e todo o povo dizendo.

Este é o sangue da aliança de Deus, que Deus ordenou que vocês obedeçam. Da mesma forma, aspergiam com o sangue o tabernáculo e todos os utensílios das suas cerimônias. De fato, segundo a lei, quase todas as coisas são purificadas com sangue e sem derramamento de sangue não há perdão.

Naquela época, quando matavam os animais, era para pagar o pecado da hora. Cometia outro pecado, tinha que pagar com outro animal, outro sacrifício. E assim vai, né? Então era um sacrifício, não é que ele valia por tempo todo.

Não, ele era só para o momento de cada pecado que eles tinham que pagar, tinha que fazer um sacrifício. Então, uma das principais diferenças entre o cristianismo e as demais religiões é que o cristianismo fala muito de...

Morte de sacrifício com derramamento de sangue. E as demais religiões, no que diz sobre a salvação, elas simplesmente fazem alguma coisa para se achegar a Deus conforme a sua teologia. Ah, tem que fazer isso, tem que fazer aquilo e assim por diante.

E aqui no trecho que lemos, esse autor aos hebreus, ele foca exatamente no sangue de Cristo. O sangue de Cristo comparado com o sangue de animais derramado na antiga aliança, que nós acabamos de ler do versículo 1 até o 10, acabamos de ler há pouco. Mas o sangue de Cristo é poderoso, eficaz, completo para realizar aquilo que o sangue tem que...

Então, no antigo testamento, o sangue era considerado essencial para pagamento da culpa dos pecados.

Pagamento da culpa dos pecados. E para satisfazer um Deus santo que foi ofendido pelas criaturas que ele trouxe ao mundo, que ele criou, e o povo que ele escolheu. E em Levítico, o próprio Deus diz que eu dou o sangue a vocês para fazer expiação. Expiação quer dizer pagamento pela alma de vocês, porque a vida está no sangue.

Por isso, tudo o que vocês fizerem vai ter sangue no meio do que for referente a adorar a Deus. Então, na antiga aliança, eles usavam sangue para tudo. Sobre as pessoas, sobre os pecados, sobre as culpas, sobre os objetos. Mas era algo temporário apenas. Então, esse é o nosso ponto de separação, porque Cristo já veio.

Para nós hoje vamos entrar na nossa realidade agora. E ele já deramou seu sangue. Então o sangue de Jesus é superior àquele sangue de sacrifícios de animais. E a razão está no fato de que Jesus é Deus Filho encarnado, sendo verdadeiro Deus e verdadeiro homem.

E como homem, o seu sangue era real, foi uma morte com um grande sofrimento, sim, e o seu sangue era vivo, puro e um sangue verdadeiro.

Era sangue de alguém que não tinha pecado, porque era o filho de Deus. Ou seja, o seu sangue não estava contaminado pelo pecado, era sangue puro e precioso. Se fosse outro homem que tivesse morido...

Na cruz, o seu sangue não teria valor cerimonial para fazer aquilo que o sangue deveria fazer. Porque o pecador, quando mora, ele estaria simplesmente recebendo o castigo dos seus próprios pecados. Mas quando um que não é pecador morre, no caso Cristo,

A sua morte é crédito e pode ser aplicada a pecadores. Por isso que Jesus tinha que ser perfeito. Não podia ter manchas de pecado para que o sangue pudesse ter valor.

Para redimir, para purificar. Sangue contaminado não purifica. Tinha que ser sangue puro, perfeito, para que pudéssemos ficar limpos das manchas do pecado, do nosso pecado.

E aqui o autor menciona três coisas que o sangue de Jesus opera em favor dos que creem nele. O versículo 11 e 12 diz, Quando Cristo veio como sumo sacerdote dos benefícios agora presentes, ele adentrou o maior e mais perfeito tabernáculo, não feito pelo homem, isto é, não pertence a esta criação.

não por meio de sangue de bodes e novilhos, mas pelo seu próprio sangue. Ele entrou no santo dos santos e uma vez por todas e obteve eterna redenção. Em Israel, o sumo sacerdote é aquilo que eu falei antes. O sumo sacerdote...

Ele era diferente do sacerdote. Então, os sacerdotes realizavam sacrifícios diários e tarefas gerais no tabernáculo. Então, o sumo sacerdote era uma autoridade máxima. Ele entrava no lugar santo dos santos uma vez por ano. Só ele podia entrar aí. E esse povo...

Eles não faziam outra coisa. Eles só faziam isso. Eles não tinham aula, escola, eles não tinham negócios, eles não tinham indústria, eles não tinham projetos, eles não tinham televisão, eles não tinham nada. Esse povo e essas doze tribos só faziam isso. Esse foi um detalhe que eu esqueci. De falar, até eles chegarem na terra prometida. O alvo era chegar na terra prometida.

Eu acho que celular também eles não tinham, né? Então o sumo certidote, ele entrava uma vez por ano no Santo dos Santos, que era o local mais íntimo com Deus. Gente, entra isso na cabeça de vocês. O quanto isso é sério. Jesus rasgou isso.

A cortina que se parava, claro, simbolicamente, e nos deu a liberdade de entrar no santo do santo. Por isso que quando nós aceitamos Jesus, nós recebemos o Espírito Santo, nós somos selados com o Espírito Santo. O que a gente faz com isso?

E ali onde ele entrava estava a arca da aliança, onde Deus se revelava uma vez por ano com sangue de animais. Com sangue de animais. Então o sacerdote ele deram a mão em cima da arca para fazer o pagamento, primeiro para os seus pecados, depois para o pecado do povo. E isso era feito todo o ano, todo o ano.

Por que isso era feito todo ano? Porque naturalmente não tinha efeito. Porque se tinha efeito, não precisava ser repetido. Por isso que o sangue de Jesus, a morte de Jesus, foi feita uma vez só e por sempre.

Mas todo ano tinha que sacrificar boi, bezeiro, cabrito pelo povo. O pessoal mais pobrezinho levava uma pomba. Alguns levavam, a leitura diz, um efa também de farinha, que não tinha condições, que eu não sei qual é a medida.

Para poder exercer esse sacrifício. Porque tudo aquilo era simbólico e não havia verdadeira remissão. Não havia verdadeiro perdão de pecados. A diferença está em Cristo como Cordeiro de Deus que se doa.

como o próprio sacrifício. Cristo ofereceu o seu sangue a Deus para a eterna redenção. Ou seja, ele redimiu, ele livrou os pecadores da culpa do pecado, do castigo que eles merecem, que nós merecíamos, o sofrimento que é justo que eles sofram, que nós deveríamos sofrer. Então, uma vez redimidos pelo sangue de Jesus,

Para sempre não há mais necessidade que Cristo se ofereça a segunda vez ser sacrificado. Esse é o primeiro efeito. Segundo efeito. O sangue de Cristo está nos versículos 13 e 14, que é a purificação da consciência.

Ora, se o sangue de bodas e touros e a cinza de uma novilha espalhada sobre os que estão cerimonialmente impuros, os santificam de forma que se torna exteriormente puro, quanto mais o sangue de Cristo que pelo Espírito Eterno se ofereceu de forma imaculada.

A Deus purificar, purificará melhor a nossa consciência de atos que levam à morte para que sirvamos ao Deus vivo. Atos que levam à morte para que sirvamos ao Deus vivo. Aqui o autor nos mostra que o sangue de Cristo vai purificar o que o sangue de animais não podia purificar. O que é?

A consciência. A consciência das obras o quê? Mortas. Aquele sacrifício de animais eram repetidos porque não eram poderosos para purificar a consciência. Eles purificavam os atos. Sim. Por isso que cada ato eles tinham que fazer um sacrifício. Tinha que fazer um sacrifício.

mas não a consciência. E no versículo 14 fala que Cristo se ofereceu a si mesmo um sacrifício voluntário. E os bichos não, os animais eram trazidos, puxados com cordas. Eles nem sabiam o que ia acontecer com eles. E Jesus se ofereceu para o sacrifício próprio, porque seu sangue é um sangue sem mácula. Sem mácula quer dizer sem manchas, sem pecado.

Qual é o efeito do sangue oferecido por Jesus no final do versículo 14 que diz A nossa consciência purificada de obras mortas

Para servir no Deus vivo. O que são obras mortas? Atitudes que nós fazemos que produzem morte. Por exemplo, atos pecaminosos. Escolhas erradas. Entre mentir e não mentir, eu escolho mentir. Pensamentos contrários às leis de Deus, elas produzem morte. Essas atitudes são obras mortes porque não produzem vida.

A consciência do pecador é contaminada. Mesmo que a pessoa seja um grou, um bruto, ela tem uma consciência que o acusa também quando ele faz alguma coisa errada.

A culpa é algo que é universal, é para todos. As obras mortas, elas contaminam a consciência. Não há pessoa alguma que consiga viver com a consciência tranquila. Por mais que ela tente sufocar, por mais que ela tente explicar, justificar, racionalizar, ele não vai conseguir, porque isso é uma...

sensação universal pelo fato que o homem foi criado como um ser moral. E com a capacidade de escolha entre o bem e o mal, é lógico. E a consciência é exatamente a ferramenta que diz para ele quando ele fez o certo ou quando ele fez o errado. O problema não é a consciência, o problema é que nós fazemos e praticamos obras erradas. O problema é que nós fazemos.

E quando o homem se sente culpado, ele não se sente culpado só diante do seu semelhante. Ele não consegue fugir diante da realidade de que há algo maior que ele. Ele pode não conhecer, mas ele sabe que existe alguém que ele precisa prestar conta.

A quem ele vai prestar contas? Então ele tenta de tudo para poder acalmar, suavizar, diminuir a consciência. E aqui em Hebreus o autor nos diz que há apenas uma coisa que pode de fato purificar a consciência das obras mortas, que é o sangue de Cristo. Ter amado em meu benefício, em seu benefício, um pagamento completo, perfeito e absoluto.

É claro que a Bíblia em nenhum momento diz que essa oferta de perdão e essa oferta de paz mediante o sangue de Jesus é uma desculpa para nós continuarmos a fazer obras mortas e muito menos uma desculpa para nós não praticarmos o que é correto.

E muito menos uma isenção de nós não recebermos as consequências dos nossos atos. Se você faz uma coisa errada, a sua consciência vai te acusar. Você pode receber perdão através de Jesus, mas a Bíblia em nenhum lugar diz que você está livre do seu ato. Por exemplo, se você bebeu e você dirige bêbado,

E atropelou alguém. Se você se arrepende de verdade e reconhece isso, há perdão por isso. Mas você pode ser preso. Deus não promete tirar você da cadeia. E também não promete livrar você de pagar pensão à família daquele atropelado até o fim da sua vida.

O que estamos falando aqui é de culpa, remoção de culpa, para que você possa seguir ao Deus vivo, como diz aqui no final do versículo 14. Deus é chamado de vivo em contraste com as obras mortas.

Ele é o Deus da vida, que criou a vida. Um Deus que ama a vida. E esse Deus que nós temos que servir. Como servir ao Deus vivo se estamos carregados de obras mortas? Você consegue servir ao Deus vivo carregado de obras mortas? Por isso que precisamos da purificação da nossa consciência para servir a Deus. Com alegria, com gozo no nosso coração.

Terceiro e último efeito do sangue de Jesus. Fala da garantia da vida eterna. Versículos 15, 16 e 17. Por essa razão, Cristo é o mediador de uma nova aliança para que os que são chamados recebam a promessa da herança eterna, visto que ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas sobre a primeira aliança.

No caso de um testamento, é necessário que se comprove a morte daquele que o fez. Pois um testamento só é válido no caso de morte, uma vez que nunca vigora, enquanto está vivo, quem o fez. Aqui o autor fala da morte como um cobrador.

E no versículo 15, o final dele diz, visto que ele morreu como resgate pelas transgressões cometidas. A morte de Cristo intervém para redimir, para resgatar as nossas transgressões. Isso significa que a morte aparece como cobrador.

para cobrar a alma do pecador. Pense num cobrador batendo na porta da sua casa. E você vai atender. E aí você abre a porta e vai dizer, eu vim aqui cobrar a tua vida. Eu vim aqui cobrar a tua alma. Pelas tuas transgressões. É isso que esse versículo está dizendo aqui. Então a morte aqui não é só no sentido físico, mas nos versos anteriores.

Antes diz, obras mortas significam um total afastamento de Deus. As obras nos afastam de Deus, nos afastam por completo. E alguns até eternamente. O que a morte exige como pagamento é a minha vida, é a minha alma.

Mas quando ela vem fazer isso, veja no versículo 5, os que estão debaixo de uma nova aliança para que os que são chamados recebam a promessa da herança eterna, recebem uma vida eterna. Então a morte vai bater na minha porta, mas ela não vai me levar. Por quê? Porque eu tenho uma promessa.

O versículo 16 e 17 fala da figura de um testamento. Por exemplo, uma pessoa que quer doar seus bens, ela faz um testamento, registra, vai no cartório e deixa lá. Os herdeiros só podem receber as promessas, as posses das riquezas, quando o testador morrer. É isso que está explicando o versículo aqui. E Deus?

nos fez promessas. A promessa principal que Deus fez é a vitória sobre a morte e a vida eterna. E o testador dessa aliança, sabe quem é? É Jesus. Jesus Cristo é o testador. Por isso que ele tinha que morrer, porque o testamento só entra em vigor quando o testador mora. E uma vez que Jesus moreu, eu,

Você, já aqui e agora nós tomamos posse da vida eterna. E João diz que a vida eterna é uma realidade presente para o povo de Deus. Nós já temos a vida eterna e entraremos na posse eterna dela quando Jesus voltar.

Esse é o terceiro efeito do seu sangue dramado. Ele realiza, ele introduz a promessa da vida eterna, porque ele é o mediador dessa aliança que Deus prometeu nos dar.

Sem que ele morese, nós não tínhamos como nos apoderar dessa promessa. E aqui o autor termina explicando a importância do sangue a partir do versículo 18 até o 21, que diz o seguinte, por isso nem a primeira aliança foi sancionada sem sangue.

Quando Moisés terminou de proclamar todos os mandamentos da lei a todo o povo, levou o sangue de novilho e de bodes e também água, lã vermelha e ramos de isopo e aspergiu o próprio livro e todo o povo dizendo, esse é o sangue da aliança que Deus ordenou que vocês obedeçam.

Da mesma forma, aspergiu com o sangue do tabernáculo e todos os utensílios das suas cerimônias. O que ele está dizendo aqui é, a religião que Deus revelou, desde o começo, era uma religião que tinha a ver com sangue derramado. E o motivo está no versículo 22.

De fato, segundo a lei, quase todas as coisas são purificadas com sangue. E sem derramamento de sangue, não há perdão. Por isso o Filho de Deus teve que vir e derramar o seu sangue para que nos dê acesso ao Pai.

Por isso que simbolicamente aquela cortina rasgada, simbolicamente, para nós entendermos que nós temos esse acesso ao Pai por causa da morte de Cristo, para que nos desse purificação da nossa consciência, para que pudéssemos servir a Deus, para que pudéssemos herdar a vida eterna, porque sem derramamento de sangue nenhuma dessas coisas acontecem.

Então Jesus deramou o seu sangue para o meu e para o seu benefício e para todo aquele que crê, é lógico, né? Então essa é a base diária onde todo o dia me lembro do sangue de Jesus.

E com isso eu me sinto encorajado ou corajoso, encorajado, acho que é a palavra mais útil aqui, né? Para chegar diante de Deus. E quando o meu coração, a minha consciência me acusa, eu me lembro do sangue de Jesus. Isso me traz liberdade. Tem dois tipos de liberdade. Uma é tentando fazer de conta que você não tem culpa.

E a outra é a liberdade que é adquirida reconhecendo que você tem culpa, mas sabe que ela foi paga. Essa é a verdadeira liberdade. Não é você negar a culpa, mas é admitir que você é culpado e recebeu o pagamento da culpa.

Só cuidado para não transformar o sangue de Jesus como se fosse uma coisa mística. Por exemplo, tem gente que diz, o sangue de Jesus tem poder. É verdade, é verdade. O nome de Jesus tem poder, é verdade, é verdade. Só que fala isso por qualquer coisa, como se fosse uma coisa mística. Não há valor místico no sangue de Jesus. Deixa eu falar uma coisa aqui.

Quando há uma possessão ou até uma opressão, não se usa o sangue de Jesus. Se um dia acontecer isso, eu me lembro que no passado teve uma pessoa aqui na Aliança que um dia ele compartilhou comigo que ele foi tomar banho e dentro do banheiro ele sentiu uma opressão, uma coisa estranha. Então nesse momento você pode orar para expulsar, você não usa o sangue de Jesus nessa hora.

Porque o sangue de Jesus é exclusivo para perdão de pecados. Nessa hora você usa o nome de Jesus. Sempre. Então se um dia acontecer alguma coisa nesse sentido, você usa o nome de Jesus para libertação, para libertar o que você sente. Ou no local, ou se alguém possessa um dia. Aqui nunca aconteceu isso, né? Não sei como é que tem...

igrejas aí tem possesão todos os dias, eu acho que lá tem outra coisa, mas tudo bem. Então o sangue de Jesus é para perdoar e libertar o pecado. Guardem isso, que isso é importante. A opressão, a possessão se usa o nome de Jesus e não o sangue de Jesus. Então o sangue de Jesus representa a sua morte, o seu sacrifício na cruz.

Então, entendido de forma correta, também se aplica de forma correta. É por ele que nós somos gratos a Deus. E para encerrar, a pergunta que fica é, o que a morte de Cristo representa para você?

Nós vamos tomar da ceia. São os elementos da morte de Cristo. O corpo de Cristo e o sangue de Cristo. De que maneira a prática me ajuda no dia a dia? Como é que você lida com a culpa? Porque é algo que precisamos tratar. De que maneira você espera estar diante de Deus e ser recebido por Deus e ser perdoado? Só uma resposta certa para isso. É o sangue de Jesus.

Que Deus te dê compreensão e creia que você experimente essa liberdade que é, de fato, viver nesse mundo com a consciência em paz. Não negando o que você fez, é claro. Há efeito do perdão em nossa vida. Isso somente mediante o sangue de Jesus.

Por isso que Jesus disse, faze isto em memória de mim. Este é o memorial que o Senhor Jesus deixou para nós recortar todos os dias, não somente o dia de ceia, mas todos os dias o seu sacrifício, ou seja, o poder do sangue de Jesus sobre nós e também da sua volta.

A ordenança de Cristo é fazer isto em memória de mim até que eu volte. Participar da mesa, participar da ceia. Recebemos e desfrutamos o poder do sangue purificador de Cristo Jesus. Discernir o corpo de Cristo e participar dessa mesa com discernimento é ser renovado.

Querido Deus, muito obrigado por esse dia. Muito obrigado por esse privilégio. Nos abençoe hoje, nessa semana. E abençoe, Deus, aquelas pessoas que não puderam vir por uma razão ou por outra também. Em nome de Jesus. Amém? Amém?

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