Como Reprogramar seu Cérebro para ser Forte Mentalmente em 30 dias ou menos | Sai da Média #282
Destrave o Coach que Existe em Você - Garanta sua vaga:
https://links.igtcoaching.com.br/destrave-o-coach-mai26-spotify-282 Dois dias de imersão para você descobrir a metodologia que já transformou mais de 20 mil pessoas e aplicá-la na sua carreira, na sua liderança e na sua vida.
E se a razão pela qual você não muda for uma "lei invisível" que o seu cérebro segue à risca?
Uma força que sempre te puxa de volta para os mesmos erros.Quando você repete frases e pensamentos que te limitam, o seu cérebro se programa para te manter dentro desse muro.Você se torna refém de um sistema operacional que você mesmo alimenta sem saber.
Neste episódio do podcast Sai da Média, eu te ensino a reprogramar o seu cérebro para ser mentalmente forte em 30 dias ou menos.
Você vai aprender a eliminar as sementes da sabotagem que estão travando a sua vida para construir uma mente blindada.
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- As 10 sementes ruinsEu sou assim mesmo · Depois eu vejo isso · Eu não tenho tempo · Eu não consigo · Se fosse fácil, todo mundo faria · Começa agora · Isso não vai dar certo · Eu mereço · Ninguém me valoriza · Você não conhece a minha vida
- Reprogramação cerebralPensamento gera emoção, emoção gera comportamento, comportamento gera resultado · A importância da congruência · Leis invisíveis e decretos pessoais · A semente do pensamento
- Metáfora e MetonímiaSemente (pensamento) · Raiz (emoção) · Tronco (comportamento) · Fruto (resultado)
- Mentalidade FortePerspectiva de cura no câncer · Resiliência diante de desafios · Impacto da fraqueza mental na vida
- Diferença entre dor e desconfortoDor como motivador para a mudança · Priorizar tarefas e objetivos · A diferença entre 'não tenho tempo' e 'não é prioridade'
- AutoconhecimentoConhecer a si mesmo como base para expansão · A armadilha de imitar influenciadores · Destrave o Coach que existe em você como ponto de partida
- Fidelidade nas pequenas coisasUso de diminutivos para minimizar a importância de ações · O perigo de adiar tarefas e prazeres imediatos
- Histórias de PacientesA importância da força mental no prognóstico de cura · A perspectiva do paciente diante da doença
- Relação com a FamíliaConexão familiar através de refeições conjuntas · O impacto da desconexão digital nas relações familiares
- Vontade vs. CapacidadeReconhecer a dificuldade em vez de desistir · A importância de pedir ajuda e buscar conhecimento
É mais fácil, cara, torcer pro Brasil virar uma Venezuela do que ele admitir que ele tá errado. Tudo que você tem na vida é porque você merece ou porque você precisa. E aí o que eu faço na vida, Jerônimo? Você vai começar a ter decretos diferentes. Fala, cara, é difícil, mas eu já fiz coisa pior do que isso.
A primeira coisa que a gente faz quando tem algo que a gente não quer fazer é botar ela no diminutivo. E essa é a outra pecinha de como a gente reprograma o nosso cérebro pra ficar forte mentalmente em 30 dias ou menos. Quantos seres humanos você encontrou nos últimos um ano que falaram assim, qual é a tua meta? Provar que eu tô errado.
Como reprogramar o teu cérebro pra você ser mais forte mentalmente em 30 dias ou menos? Era uma sexta-feira e era o último paciente do dia do Dr. Rafael Brandão. O Rafa, nosso amigo. Ele é um oncologista. E ele me explicou que todo mundo que ele atende tem câncer. Porque ele fala assim, cara, a pessoa não descobre um câncer no oncologista. Ele descobre um câncer no clínico geral, numa emergência. Passou mal, vai lá, cara, câncer.
E era o último paciente do dia, era uma sexta-feira. O cara entra com a paixinha dele embaixo do braço, como se fosse esse livro, e nem senta.
Chega, ele tá sentado na mesa, joga na mesa e fala assim, doutor, eu não sei o que é isso, eu sei que é sério e que pegou a pessoa errada. Uau. Sem sentar. Aí ele abre o exame dele e fala, cara, realmente é sério, você tem câncer estágio 4, aquele que já se espalhou pelo corpo com metástase.
E o cara senta e ali ele começa a conversar com ele e o Rafa me explicou que a forma como você enfrenta o câncer diz muito sobre o seu prognóstico de cura. É óbvio que quem... Ah, já não perdi uma pessoa para o câncer, quer dizer que aquela pessoa foi fraca? Claro que não, não estou dizendo isso, mas eu estou dizendo que quem é forte acaba tendo uma perspectiva maior, inclusive de tolerar o tratamento e se curar.
Esse cara volta um ano depois, no consultório do Dr. Rafael Brandão, e entrega os exames novamente pra ele. O Dr. Rafael abre e fala pra ele assim, você não tem nenhuma célula cancerígena a mais no seu corpo. Importante ser forte mentalmente, pra qualquer coisa, imagina pras outras coisas da vida. Então vamos trabalhar pra gente ser forte mentalmente em 30 dias ou menos. Roda a vinheta.
Eu sou Jerônimo Temer, essa é Pathy Araújo, você tá no podcast Sai da Média. Eu vivi uma vida na média por muitos anos, talvez a maior parte da minha vida, e eu decidi recusar a mediocridade e sair dela, e eu posso te garantir que vale a pena, porque a vida na média sufoca, eu recusei, e esse é o podcast onde você aprende a fazer a mesma coisa. E eu queria dizer que esse podcast, ele é daqueles que valem o curso.
E quando eu dou um treinamento para alguém, eu começo o treinamento pelos princípios, pela base, para a gente entender a base e poder trabalhar em cima. O que seriam os princípios? Isso. A base desse assunto. A base desse assunto é assim, ó. Existem diversas teorias, terapia cognitivo-comportamental, programação neurolinguística, estoicismo, inteligência criacional, que é a metodologia que eu criei, que partem basicamente de uma mesma lógica. A lógica é assim, ó. Eu tenho pensamentos.
Os meus pensamentos geram emoção. A minha emoção gera um comportamento. E o meu comportamento gera o resultado. Então, a gente precisa entender essa lógica. Então, vamos lá. Eu estou aqui pensando na minha cabeça. Ah, pô, essa empresa aqui só é promovido quem puxa saco do chefe. Eu não vou puxar saco do meu chefe. Isso é um pensamento.
Porque ele vai se repetindo e aquilo vira o quê? Uma emoção. Ah, porra, que empresa. Aqui. E aí essa emoção de ter raiva da empresa, de ter raiva do chefe, de perceber que não vai crescer e aquilo vai contaminando, gera uma emoção. E essa emoção vira o quê? Um comportar.
Mentos. Claríssimo. Claríssimo. E esse comportamento de quem trabalha numa empresa que nunca vai ser promovida, a pessoa não se entrega, eu não me dedico, eu nunca tô disponível pra entregar algo mais. Eu troco seis por meia dúzia, porque a maioria dos seres humanos, eles trocam seis por meia dúzia no trabalho. A média troca seis por meia dúzia. Quanto você ganha? Cinco mil. Quanto vale o seu trabalho? Cinco mil. No máximo. Isso o cara que tá na média, que tem os abaixo da média, que ganha cinco, mas entrega dois. O que ganha três, mas entrega um. Ganha quinze, entrega oito.
Cara, isso é tão verdade, essa situação, né? De como que acontece num dos ambientes no trabalho que você acabou de trazer pra gente. Você tem memória de ver pessoas sozinhas ali, trabalhando, fazendo alguma coisa sozinha e fazendo careta? E fazendo careta de...
Aí faz um não sozinho. Na rua, às vezes, a gente passa pela pessoa na rua e ela tá meio que nos pensamentos dela. Os pensamentos, cara. O comportamento. O corpo responde a isso e é o todo. Primeiro nasce desse pensamento. A Bíblia fala em provérbios, não é Jesus dizendo, mas tá lá em provérbios, dizendo assim, assim como você pensa na sua alma, assim você é.
Então a pessoa pega esse comportamento e aí vem o último espaço. Aí o comportamento vira o quê? Resultado. Chega a hora da promoção, a pessoa não é promovida e ela fala, tá vendo? Não te disse? Por quê? Porque o comportamento dela gerou o resultado. Mas a gente precisa fazer o caminho ao contrário.
Quando a gente olha pra pessoa que tem uma família, que a família não senta na mesa, que na hora de comer é aquela confusão, parece que as pessoas falam alto, e aí um, arca esse celular, moleque! E aí não há aquele momento que a pessoa fala assim, cara, será que é isso mesmo que é minha família?
Que é cada um no seu canto, não consegue sentar, né? O que seria o mundo, uma família que talvez a pessoa gostaria? Tô nem falando de propaganda de margarina, não. Tô falando de uma família funcionalmente maravilhosa, né? Que a pessoa fala assim, cara, ó, o jantar tá pronto. Cada um larga seu aparelho de celular. Ou a pessoa nem tava no celular. Vem pra casa, faz seu prato, senta, conta do seu dia. Como foi seu dia?
aconteceu. Pô, foi legal. O filho de 16 anos, o que teve na escola. O que teve na faculdade. Tem prova amanhã de que estudou. Que legal. Pô, tá. Como é que estão as suas notas? Fala, ah, minhas notas estão tal. Aí termina. Faz uma oração pra agradecer a comida. Isso deveria ser uma rotina nas famílias brasileiras.
E esse momento na mesa, cara, ele é muito maior, abrindo um breve parênteses, ele é muito maior do que só um jantar, só um almoço. Esse momento na mesa, ele representa muito mais para uma família. Porque hoje está cada um nas suas frentes, na sua escola, na sua faculdade, no seu trabalho, nas loucuras do dia a dia, na vida do dia a dia.
dentro de casa tá muito fácil as pessoas estarem também desconectadas cada um no seu momento, e aí, quando todo mundo vem pra mesa, se todo mundo se mantém desconectado cara, cadê a conversa, que hora que eu sei do meu filho? Quem é o melhor amigo do meu filho? Qual a dificuldade que ele viveu, que ele vai me contar naquele pô, cara, hoje eu briguei com a minha melhor amiga Isso vai pro casamento, isso vai pro trabalho isso vai pra vida financeira, isso vai se espalhando só que isso, Pathy, é o visível
É o resultado. Só que o visível é a fruta que a gente está vendo ali. Isso é o resultado. Só que o resultado é fruto do comportamento da pessoa.
Que o comportamento talvez fosse o que? Os galhos e o tronco da árvore. Só que o comportamento, ele é resultado da minha emoção. Que seria como se fossem as raízes, que eu não tô vendo. Ninguém vê, tá por dentro, né? Tá por dentro da terra, tá por baixo da terra, tá por dentro da terra. Só que as emoções, por isso que se fala de inteligência emocional. Mas não é o tópico desse podcast, pode até sair de um outro.
Só que o mais relevante que a gente não está percebendo é que a emoção, que são as raízes, elas nascem a partir de uma semente, que é o pensamento. Então o pensamento é a semente que gera raiz, que gera um tronco e vai dar um fruto. Então o meu pensamento, aqui na minha empresa todo mundo só quer se dar bem, essa é a semente. Essa semente vira uma raiz que cresce uma árvore e vai dar um fruto podre.
Então o problema, ficou claro essa metáfora do... Claríssimo, cada etapa. Então, e por que que isso acontece? É mais fácil o cara torcer pro Brasil virar uma Venezuela do que ele admitir que ele tá errado. E essa frase eu vi num comentário de um post, é mais fácil o cara torcer pro Brasil virar uma Venezuela do que assumir que tá errado. Eu sou um cara de direita, todo mundo sabe isso.
Mas aqui é um pensamento muito forte, porque entre o cara falando, não, porque a esquerda do Brasil vai virar uma Venezuela. E aí não virou. Sebobe, ele preferia que tivesse virado... Pra estar certo. Pra estar certo. Pra dizer, eu disse. Eu disse. E por que isso? Aí essa é a outra pecinha que vai conectar de como a gente reprograma o nosso cérebro pra ficar forte mentalmente em 30 dias ou menos. Aí o que acontece? Quando ele...
Olha pra isso, ele fala, cara, eu prefiro. Por que ele prefere? Ele não é nem que ele tá torcendo contra o Brasil, não. É porque ele precisa ser congruente com o que ele falou. E eu vou provar isso pra você aqui agora. Quando a pessoa tá feliz, ela fala rápido? Ela fala devagar. Ela fala rápido. Rápido? Alto? Ela fala mais alto? Ela fala empolgada. Empolgada, alto, né? E uma pessoa triste? Fala baixo, devagar, um pra dentro. Porque isso é congru?
Inclusive a congruência é a base da nossa formação em coaching. É engraçado que as pessoas acham que para ser coach, ele precisa só trabalhar com coaching. Coaching é levado a sério o que eu estou falando, né? Mas a pessoa, para se tornar um coach, para destravar o coaching que existe nela, ela precisa entender essa lógica de como o ser humano funciona à base de congruência. Tem um treinamento de preço praticamente simbólico chamado Destrave o Coach que existe em você.
Que não é só para quem quer ser coach, para quem quer ser coach, para quem quer ter uma renda extra, porque a gente ensina o caminho lá para o cara faturar 100 mil ou mais por ano através do coaching. Para quem quer ser um líder melhor, para quem quer ser um ser humano melhor. Entender por que ela pede para o filho estudar e o filho não estuda, porque está usando a técnica errada. Por que ela pede para o chefe dela dar um aumento e não tem?
Por que ela conversa com o marido ou com a mulher e eles conversam e o outro não faz o que ele quer? Porque está faltando a técnica certa da congruência. E você vai aprender sobre isso no Estrave o Coach que existe em você. O preço é simbólico, menos que uma pizza. O link está na descrição. Clica aí, se inscreve e fala assim Ah, mas eu ouvi dizer que coach é charlatanista.
desculpa pelos charlatões do mercado que existem, mas a fase do coach levado a sério, que foi a escola que eu criei a gente tem alunos em 32 países, ela foi criada pra trazer a casa do coach levado a sério, e é, a gente está na turma, mais de 80 até agora fizemos mais de 80 turmas formadas de coach espalhados, estamos espalhando o coach levado a sério pelo mundo afora destrava o coach que existe em você, o link está na descrição, clica aí, então clica agora, dá um pause e clica agora
Então a congruência, Pathy, só pra deixar claro, é o que faz isso tudo funcionar. Porque se eu tô triste, eu falo baixo. Se eu tô alegre, eu falo alto. Isso é congruente. Porque o cara não vai falar Ah, tem uma notícia pra te contar. Perdi meu emprego. Tô ferrado. Você despachado. Ninguém faz isso. Porque isso é incongruente. Por que o cara torce pra virar uma Venezuela pra ele ter razão? Porque isso é congruente com tudo que ele defendeu.
Então ele prefere isso pra continuar sendo congruente. É óbvio, eu não acredito que tenha muitas pessoas que prefiram isso.
Isso nem é consciente, né? Não, claro que não. A pessoa não sabe que isso está acontecendo. Claro que não. Então, a gente vai trabalhar nesse podcast na semente.
A semente que determina a raiz. Porque primeiro... Vamos lembrar de uma planta? Primeiro a planta cresce para baixo, no invisível. Planteia a semente. Aquela semente é um pensamento. Aí regou aquele pensamento, repetindo o pensamento. Daqui a pouco, a semente começa a eclodir. Começa a aparecer as primeiras... Igual quando a gente plantava feijão na escola. Sai o primeiro negócio. Você ainda não está vendo, mas ele começou a sair. Aquilo é o quê? É emoção.
Aí daqui a pouco, vem pra fora da Terra. Quando vem pra fora da Terra, o comportamento. Ela começa a se comportar daquele jeito. É quando você começa a ver. A ver. Eu tô vendo. Ela tá se comportando. Você não entende de onde veio aquele comportamento. Quem olha de fora não entende de onde veio aquele comportamento.
Do filho, do marido, da mulher, do companheiro, do amigo. E dali do invisível, né? Daquele pensamento regado. E aí quando eu rego aquele pensamento, ele eclode, vem uma emoção, depois começa a nascer pra fora o comportamento e uma hora vai dar o fruto, que é o resultado que nasceu lá no pensamento.
Então a gente vai focar esse podcast, Paty, eu trouxe 10 pensamentos que fazem seus frutos serem horríveis na tua vida. Um casamento ruim, um emprego que você nunca cresce, chega a hora da promoção, você não é a pessoa promovida, chega a hora da demissão em massa, porque a gente vai viver várias demissões em massa. Ah, é tragédia isso ou não? É realidade.
A gente viveu isso na pandemia, está vivendo agora com a revolução da IA, muita gente demitida. E aí, quando vai se fazer uma lista, temos 100 funcionários, temos que demitir 15, porque senão a empresa vai quebrar. O teu nome está entre os 15? É um fruto que nasceu.
E esse fruto nasceu lá na semente que gerou raiz, que gerou uma árvore e que gerou esse fruto de você perder teu emprego. Não é perder o emprego, é ser um dos 15 primeiros numa lista de demitidos. E não ser o último da fila. Você vai trazer as 10 sementes ruins que fazem esses pensamentos, que viram emoção, que viram um comportamento ruim.
que gera um resultado negativo. E aí o que acontece? Quem tá ouvindo a gente ou quem tá assistindo a gente precisa entender uma coisa. Você não vai ter os 10. Talvez você tenha um só. Talvez você tenha que ouvir os 10 porque o décimo pensamento é aquele que tá destruindo. É a semente que tá dando os frutos daquilo que você não quer na tua vida. Aqueles frutos podres do que você não quer. Você conhecerá a árvore pelo fruto que ela dá.
Então você olha pro fruto. Se o fruto tá ruim na área financeira, na área do trabalho, na área dos relacionamentos, esse é só o fruto.
O fruto é por conta da árvore. A árvore é por conta da semente. E a semente são os pensamentos que estão me deixando fraco mentalmente. Nossa, animal isso. Animal. Animal. Tô doido pra saber quais são os 10. Animal. Vamos falar... Então, pra isso, a gente tem as nossas três regras do nosso podcast, né, Paty? Quem é five de carteirinha já chegou aqui curtindo.
Five que não é alma cebosa. Alma cebosa não tá nem aí. Nem curtiu, nem compartilhou, nem fez nada. Five de carteirinha já curtiu? Five de carteirinha sabe que quando ouviu uma frase impactante... Já anota. Já bota nos comentários a frase que ele quer. A frase que me chamou atenção foi... O cara prefere que o Brasil vire uma Venezuela pra estar certa ou pra não estar errado. A frase que te chamou atenção. E a terceira é quando você ouviu uma pessoa que você fala assim... Nossa!
Isso, cara, fulano precisava ouvir isso. Pega na mesma hora e manda pra aquela pessoa pra você fazer a gente criar uma comunidade que muda o mundo. E se você chegou aqui sendo uma dessas pessoas, que merda é essa de Five, Paty? Cara, Five é você. Você que tá assistindo a gente, você que segue a gente. Aqui em casa somos quatro. Eu, Jerônimo, João e Carol. E você é o quinto, a quinta pessoa que nos acompanha na nossa família. Porque Five é cinco em inglês, né? Five é cinco em inglês, é.
Então Five faz parte da nossa família. Five é você que tá assistindo. Como é que é 5 em alemão? Funf. Funf. Eu fui na Alemanha pedir pão na padaria e a família nossa é grande e é comedora de pão. Aí me pediram pra trazer 15 pães. Rapaz, eu só sabia contar até 5 em alemão. Aí a solução foi. Funf. Aí a mulher falou. Funf. Eu falei. Funf. Quando ela botou funf, eu fiz funf.
Aí ela botou mais zingos. Ela botou, fuf. Aí eu falei, fuf, três vezes. Então, five. O dia que você precisar de 15 pães em inglês nos Estados Unidos, five. Você já sabe. São três fives de vocês, né? Five, five, five. E pede cinco. Eu vou começar com o primeiro, Paty. E eu preciso trazer um... Lembra que eu falei que ia trazer três elementos? Trouxe o primeiro, né? Qual o primeiro? Pensamento gera emoção. Emoção gera comportamento.
Comportamento gera resultado. Eu trouxe o segundo. Você tem que ser congruente com esses pensamentos. Porque senão você é incongruente.
Se eu tô dizendo que eu tô doente, triste, eu tenho que falar mais baixo. É como o ser humano funciona, né? É como o ser humano funciona. Não é uma escolha, você vai ser assim. E o terceiro elemento, que era o que faltava, é que esses pensamentos, eles vão se tornando leis invisíveis na nossa vida. Decretos. Eu decreto aquilo na minha vida. É uma lei invisível que eu criei pra mim. Se eu digo que homem... Vou dar um exemplo. Homem é tudo igual. Isso é um pensamento.
Só que quando ele se repete, ele vira uma lei invisível na minha vida que ela vai ter que ser confirmada no mundo real. Então eu vou fazer coisas para ser congruente com o meu decreto, com a minha lei invisível de que o homem é tudo igual. Então eu vou procurar coisas que comprovem que eu estou certo. Porque senão eu não poderia estar dizendo que o homem é tudo igual.
Porque seria uma mentira. Eu seria incongruente. Pegou a lógica? Total. Então eu vou procurar, eu vou construir situações para que o homem seja tudo igual. Cara, sabe o que é muito massa? O quê? É que a congruência, parece até que a congruência é ruim, né? Que a gente funciona num certo piloto automático onde a gente não tem controle e a gente tenta ser congruente, inclusive com as coisas ruins que a gente fala.
Só que quando você domina a técnica, e o profissional que domina essa técnica é o coach, ele cria congruências para as coisas que vão te ajudar a te favorecer a chegar no resultado que você quer. E o que você vai acontecer? O mesmo efeito piloto automático que você faz sem nem perceber. Para trazer frutos podres, passa a usar a teu favor.
Exatamente, para trazer frutos positivos. Para trazer os frutos positivos, você vai querer ser congruente com aquilo que você disse que vai te ajudar a chegar naquele resultado que você deseja, é animal. Então vamos para o primeiro, a lei invisível. É uma lei, cara, e são coisas bobas, tá? Que a pessoa não percebe. Five, são coisas que você... E vamos fazer um jogo?
O jogo é, você vai anotando mentalmente ou vai anotando num papel. Às vezes o cara tá na corrida, né? Na esteira. Então vai anotando. Cara, às vezes que os Five fazem isso, eu fico tão feliz. Aonde você tá ouvindo esse podcast, Five? É na esteira? É fazendo almoço? É trabalhando? Coloca pra mim. É no trânsito. Eu tô ouvindo esse podcast. Ah, no trânsito, espera parar o carro. Depois fala, eu tava ouvindo no trânsito. Fala pra gente no Spotify.
Fala pra gente no YouTube. Acho que o iTunes ainda não tem comentário na Apple. Todo lugar que tem comentário, a gente vai lendo. Primeiro é assim, ó, Paty. É uma lei invisível que fala assim...
Eu sou assim mesmo. Esse sou eu. Olha que inofensivo. Sabe o que significa que eu sou assim mesmo? Significa que eu acabei de aceitar que essa característica, que é uma característica minha, de ser com raiva, ou de ser explosivo, ou de ser mais...
preguiçoso, ou de ser mais relapso, ou de fazer as coisas de qualquer jeito, eu tô me condenando ao resto da vida ser assim mesmo. Por quê? Porque se eu não for assim mesmo, eu tô sendo o quê? Tô deixando de ser eu. Eu tô sendo incongruente e as pessoas não são incongruentes, elas são congruentes. Eu chego na casa e falo assim, ó, trago meu filho e falo assim, ó, desculpa, tá? Meu filho, ele é um capeta.
O que o filho dele vai ser na casa da pessoa? Um capeta. Um capeta, porque isso é o quê? Congruente. E essa identidade foi dada, sabe por quem? Pela pessoa que ele mais ama, o pai e a mãe dele. Então, meu filho é um capeta. O que ele vai ser? Um capeta. Olha que doideira. Então, a gente precisa entender que o eu sou assim mesmo é uma frase. Five, aonde que você anda dizendo na tua vida que eu sou assim mesmo? Essa semana, e eu vou ser vulnerável?
Eu só não vou te falar onde que é uma individualidade nossa. Essa semana, no desentendimento nosso, eu disse isso, mas eu sou assim.
Esse sou eu. E eu falei assim, não, cara. Minha avó diria, tá amarrado. Tá amarrado. Mas o que é que quando eu falo eu sou assim mesmo, eu tô plantando a semente de que eu vou ter que continuar repetindo esse protocolo porque é uma lei invisível que eu sou assim mesmo. E eu faço uma pergunta pra você, Fábio. Onde que você tá dizendo pra você que eu sou assim mesmo? Eu sou assim mesmo. Não, eu sou assim mesmo. Esse sou eu.
Eu chego atrasado o tempo inteiro, eu sou ciumento. Eu sou desorganizado, esse sou eu. E quando eu falo esse sou eu, eu vou ter que comprovar aquilo. Porque imagina se na próxima vez eu digo que eu sou desorganizado e alguém chega na minha casa e minha casa está organizada.
Mas você não disse que era desorganizado? O teu caso está tão organizado. Mas, Jerônimo, eu faço isso aonde? No inconsciente. Você não percebe. Porque o seu pensamento gerou uma emoção que gerou um comportamento que gerou o resultado da desorganização. Então, aqui está o primeiro. Você vê, né? A semente, assim como a semente é, a semente é sempre pequenininha.
Parece que não representa nada. E, na verdade, uma semente representa uma árvore inteira. Uma árvore que um ser humano adulto não consegue pegar, arrancar. E se tivesse arrancado, não conseguiria erguer, né? E vem de uma semente. De uma semente. Assim como esse, eu sou assim mesmo. Eu sou assim mesmo. É pequenininho. E aquilo vai mantendo a pessoa... Ou meu filho...
Não, liga não, ele é assim mesmo. Olha o decreto, a lei invisível que eu tô estabelecendo no meu filho. Não, liga não, ele é assim mesmo. Aí faz uma bagunça. Liga não, ele é bagunceiro. Aí ele vai ter que ser o que com isso? Bagunceiro. Congruente pra ser... Vai ser bagunceiro pra ser congruente. O 2 e o 3 eu vou trazer juntos, Paty. Porque eles são leis, decretos da mesma categoria.
São dois decretos que a gente decreta sobre nós da mesma categoria. Um deles é... Cara, depois eu vejo isso...
depois eu vejo isso. Depois eu vejo isso, vai transformar. E o terceiro é, cara, eu não tenho tempo. Se eu tivesse tempo, eu não tenho tempo. E isso, esses dois decretos, depois eu vejo isso, eu não tenho tempo, o que vai fazendo com a pessoa? Que ela sempre joga pra depois a vida dela. Cara, eu não tenho tempo. Se ela não tem tempo, imagina se ela aprende uma profissão nova. Ela vai estar sendo incongruente.
Ela prefere que o Brasil vire a Venezuela do que o Brasil dê certo. Então, o que vai acontecer? Ela prefere continuar não fazendo o curso do que provar que ela estava errada. Quem vai sair por aí provando que está errado? Quantos seres humanos você encontrou nos últimos um ano que falaram assim, qual é a tua meta? Provar que eu estou errado. Ninguém. Nunca vi. Eu vejo o cara falando, eu quero provar que eu estou certo. Eu vou provar que eu estou certo. Agora imagina você provando que você está certa na tua vida.
na tua vida pessoal, no teu casamento, no teu relacionamento. Então o dois e o três, ah, depois eu vejo isso.
Joguei pro lado. Aí o que que dá o depois eu vejo isso? Depois eu vejo isso daquela paz imediata de que eu não preciso lidar com aquilo agora. Mas aquilo vai pra um lugar. Eu li um livro na minha... Eu fui muito medíocre até os 23 anos de idade. Os primeiros 23 eu fui abaixo da média. Dos 23 pra frente, eu fiquei muito tempo na média. E depois eu decidi sair da média. Então, antes da média, eu só tinha lido um livro na escola inteira, na faculdade inteira eu tinha lido um livro. O Menino do Dedo Verde.
Por que eu li esse? Não tenho ideia, mas foi o único que eu li. Nenhum amigo seu tinha lido para te passar o resumo. Talvez tenha sido isso, porque os outros falam... Um caso de extrema necessidade. Isso, eu li esse livro. Depois virei um leitor, né, feroz. E um dos livros que eu li foi de uma mulher chamada Ilana Vanzante, que eu não lembro o nome do livro. Mas o livro só tinha uma coisa, ele dizia que a vida, relacionamentos principalmente, é sobre não deixar acumular merda no canto.
É sobre limpar o tempo inteiro. Desde que a gente começou nosso lançamento, eu trago esse conceito. Não vamos deixar merda no canto. Vamos limpar, porque quando fede, é tarde demais. Já tem muita merda acumulada. Então não deixa merda num canto. Não joga poeira pra baixo do tapete. Depois eu vejo isso. Não, não, não. Depois a gente vê isso. Não, não, não. Depois a gente fala sobre isso. Não, não, não. Depois eu penso sobre essa dívida.
Não, não. Depois eu resolvo meu emagrecimento. Não, não. Depois eu vou no médico. Não, não. Depois eu faço exame. Não, não. Depois eu...
E a frase eu não tenho tempo é uma frase de adiar, do mesmo jeito. Por isso que o perfeito está na mesma categoria. É uma das frases que as pessoas mais falam quando elas não querem ou querem, mas não querem tomar a decisão na hora. Aí elas usam o não, eu não tenho tempo. Porque se você prestar atenção, quando a gente está com muita vontade de fazer alguma coisa, não existe eu não tenho tempo.
Aí as outras pessoas falam assim, mas como que você vai fazer isso? Você não tem tempo. Não, mas... Todo mundo, quando quer fazer alguma coisa... Dá seus pulos. Cara, ela arruma o jeito pra fazer. Jerônimo, e como que eu soluciono isso, né? A gente não é o foco desse podcast. Eu quero te alertar. O primeiro passo é te alertar. É como se você dissesse assim...
Eu vi, porque o que você vê não tem como desver. Então, meu primeiro objetivo é que você veja. Mas você pode começar a pensar decretos diferentes para a tua vida. Eu vou pensar, isso para mim vai ser prioridade. Então, o cara, né, os alunos, eu estou falando dos meus alunos agora. Eles chegam para mim, eles têm dois problemas principais. Eles não gostam do que eles fazem ou eles não têm grana suficiente. E tem uns que não têm as duas, nem gostam, nem têm grana. Tem gente que gosta do que faz profissionalmente, mas ganha pouco.
Tem gente que ganha bem, mas não gosta do que faz. E tem gente que ganha mal e não gosta do que faz. Então eles chegam pra mim assim, querendo se tornar coach pra ter uma renda extra, pra se apaixonar pelo que faz, porque o coach vai ajudar a pessoa a ser melhor. Ajudar a pessoa a ter o resultado que ela não tá conseguindo ter sozinha. Então quando ele chega pra mim, o grande...
interessante que tem, é que ele lutou muito antes, ah, eu não tenho tempo pra fazer a formação, eu não tenho tempo pra isso, eu não tenho não sei o que, então primeiro ele lutou muito, e aí ele foi muito incongruente com aquilo, né, até a hora que a dor é tão grande, tão grande, que ele vai lá e faz o distrave o coach que existe em você, por exemplo, ele fala, nossa, um universo se abre pra ele de oportunidades, de conhecimentos e tudo mais, mas a linha lógica do depois eu vejo eu não tenho tempo, então o que que
eles começam a falar, cara, se tornou prioridade pra mim isso aqui. E aí ele vai entender que tarefas, as tarefas nunca vão acabar. Se as tarefas nunca vão acabar, o que eu vou fazer, na verdade, é priorizar. Então, quando eu começo a priorizar, então o que eu tenho que começar a fazer? O tempo não vai, as tarefas ninguém vai, não vai aparecer.
Jesus que vai abrir o mar de tarefas pra aquele caminho surgir sem nada na frente e você fazer aquilo que você desejaria fazer, meu filho. É isso. Não, cara, vai ter tudo na tua vida que você vai ter que fazer. E é exatamente isso que você tem que fazer. É dizer assim, não, isso é prioridade. E a dor tem um papel, que bom que Deus nos deu a dor. Porque como a gente não tem evolução suficiente pra fazer tudo no porque eu quero e eu decido, muitas vezes a gente precisa dessa dor.
Pra pressionar a gente, feito uma bola na piscina que vai até no fundo e ela voa pra fora da piscina. Pega aquela pressão e faz assim, não aguento mais essa vida, preciso mudar, vou fazer isso. E às vezes nesse momento a gente consegue priorizar, né? Mas é muito melhor fazer sem precisar ter essa dor extrema.
A dor extrema, você perdeu uma coisa importante, você foi despejado, você está num momento que você não construiu isso por si só e você foi, sei lá, demitido de um trabalho que você não aguenta mais, que quando você não aguenta mais, você não é um bom funcionário naquilo. Muito difícil, né? E lembrando que cada vez que eu repito esse decreto, eu estou regando a semente que eu venho regando há muito tempo e uma hora vai dar fruto.
Uma hora você não vai resolver, uma hora você não vai ter tempo, uma hora você vai ser assim mesmo. Agora, o mais importante até agora, Pathy, que talvez o Five não tenha percebido, até porque eu não falei, é que não é que a vida é assim, é que você vai criar uma vida para que você não tenha tempo. Eu não tenho tempo. Cara, imagina você não ter tempo aí quando você fica à toa.
você não consegue curtir o momento à toa, porque você não tem tempo. Então você vai criar coisas pra nunca ter tempo. E as coisas nunca são as prioridades verdadeiras da tua vida. Vamos pra quarta, Pathy? Vamos. A quarta, cara, ela é silenciosa. Fala, cara, eu não consigo. Não vai dar.
A minha era, lá atrás era, tá vendo que não dá? Isso era uma lei invisível que eu estabeleci pra minha vida. Era quando eu queria mudar de trabalho, eu tinha um emprego que eu odiava, queria fazer uma transição de carreira, e toda vez que a transição chegava perto de acontecer, ficava difícil, porque eu tinha o meu emprego atual e a coisa que eu tava construindo. Nossa, eu tinha que fazer o trabalho depois do trabalho, trabalhava no final de semana, ficava difícil, eu virava e dizia pra Paty, tá vendo que não vai dar?
Aí tá vendo que não vai dar? Não tem como se você... A sua congruência vai te levar a provar que não vai dar. É isso, porque imagina se der. Eu acabei de dizer pra minha mulher que não vai dar. Imagina que der. Eu tô errado, porque se eu fizer dar... Você tá entendendo, Fábio, o poder do que eu tô te explicando? Você tá entendendo que não... Só que você não faz isso em nível consciente. Você faz isso em nível inconsciente pra buscar congruência com aquilo que você disse.
Então é impossível para um homem ou para uma mulher, vou falar de uma mulher porque essa frase eu ouço mais das minhas alunas, homem é tudo igual. Imagina ela assumir que tem um casamento com um homem maravilhoso que é diferente de todos.
Ela não pode. Porque se ela disse que o homem é tudo igual, o marido dela tem que ser igual aos outros. E aí ela vai ter que ser ciumenta, ela vai ter que não se entregar ao relacionamento. Isso é o quê? Pensamento, o homem é tudo igual. Rega, rega, rega, vira uma emoção. A emoção vira um comportamento que vai dar o fruto. Casamento ruim, casamento que se acaba, casamento cheio de falta de segurança. Ela não vai ter uma entrega plena, porque como é que ela vai se entregar para uma pessoa que ela sabe que não merece?
Afinal de contas, homem é tudo igual. E o eu não consigo, eu não vou dar conta, tá vendo que não dá? É um decreto invisível tão forte que você vai fazer coisas pra que você não consiga. Não consiga. Cara, tem uma cena muito maravilhosa do Matthew McConaughey. Gosto muito dele, da atuação dele. Aquele ator de Hollywood fez vários filmes e tal. O Texano, ele tem um sotacão bem bom de ouvir.
E ele falando da infância dele, o pai pedia, faz isso aqui, ele dizia, eu não consigo. Dizia que o pai dele trincava os dentes, assim, já brabo, assim, tipo assim, você já ficava puto, né? Dizia assim, você não consegue ou é difícil?
Mas isso trouxe ele a perceber a diferença de eu não consigo. Eu não consigo voar sem um equipamento. Mas mesmo assim eu falar assim, eu não consigo voar. Não consegue voar ou não tem o equipamento certo pra voar? Tipo, pega uma ferramenta, não sei o que, vai lá, não sei o que, e tira a bateria do carro, sei lá, uma coisa assim. Ele disse assim, eu não consigo. Ele disse, você não consegue ou é difícil? Então ele deu essa grande diferença que eu achei maravilhoso, porque muito dos eu não consigo...
Cara, é uma primeira frase que você fala que você já para todo o teu sistema ali, você não consegue, cara, você não consegue ou é difícil? Ou você precisa entender um pouco mais? Ou você precisa fazer mais perguntas? Ou você precisa pedir ajuda? E aí o que eu faço na vida, Jerônimo? Você vai começar a ter decretos diferentes. Fala, cara, é difícil, mas eu já fiz coisa pior do que isso?
Espera aí. Cara, é difícil, mas eu já levei um tiro na barriga, eu, Jerônimo, já levei um tiro na barriga, fui para o Miguel Coto e estou aqui. Sabe? É difícil, mas eu já passei por coisa pior. É difícil, mas eu já passei em um concurso público. Já larguei um concurso público. Então é difícil, mas eu já fiz coisas mais complexas que...
essa. É difícil, mas é possível. É difícil, mas é possível. É difícil, mas eu já fiz coisas mais difíceis do que essa, né? Então, aí eu mudo. Eu vou pra 5 e 6 ao mesmo tempo, Paty, porque elas são parecidas, porque uma completa a outra, só que cada um... Já teve alguma, Fábio, até aqui, que você já se identifica? Vamos ser vulnerável. Ó, eu tô sendo vulnerável com você, ó. Eu já fiz ou eu sou assim mesmo. Essa semana com a Paty, eu sou...
Não, sou eu. Isso sou eu. Você acostuma que sou eu, né? Numa discussão que a gente teve.
eu já falei pra você que eu era o cara do tá vendo que não vai dar?
antes de virar coach profissional, eu dizer, tá vendo que não vai dar? E foi justamente quando eu disse que, cara, se fosse fácil, todo mundo faria. Mudei o decreto. Mudou o decreto. Se fosse fácil, todo mundo faria. Tô eu aqui, né? E se fosse fácil, todo mundo vivia de coach, mas não é. Mas é possível. Então, esses dois, eles são os dois vieses da mesma moeda. As duas facetas da mesma moeda. Um é, cara, é óbvio que essa frase, ela é genérica. Ela pode ser felada de várias formas. Na segunda, eu começo.
Esse é um decreto. Ah, eu já fiz muito na segunda comércio. Por quê? Porque quem se compromete é o eu do presente, mas se compromete pro eu do futuro fazer.
Eu, quando estudei muito sobre produtividade, para me tornar o cara que eu me tornei, eu entendi que você não deveria se comprometer com nada que você não possa começar agora. Segunda eu começo a treinar. Você pode treinar agora? Então vai lá treinar agora. Falei, agora que eu começo. As melhores processos de dieta que eu fiz foi assim. Não foi segunda eu começo, vou me despedir. Sexta, sábado e domingo...
Quem já se despediu de dieta aí, Fai? Pra fazer dieta? Você já se despediu pra fazer dieta? Eu também. Quem já se despediu? Conversa, conta a tua história aí, Fai. É o período que você mais engorda. Aí você engorda 3 quilos e não se despede. Ou só se despede na segunda-feira, na terça já tá de volta. Não dá certo. Voltei rápido, hein? Aí a dieta fala assim, nossa, voltou rápido, hein? Não durou nada. Depois eu... Na despedida já voltou.
Então, as melhores dietas que eu fiz na minha vida foi quando eu tava olhando praquilo que eu tava comendo errado e falei assim, cara, eu não devia estar comendo isso. Lixo, comecei a dieta agora. O tempo que eu mais permaneci vegano, eu sou vegetariano há 10, 11, 2015, 11 anos vegetariano. Sabe quando que eu me despedi da carne? Nunca. Da hora que eu decidi, virei vegetariano... Eu acendei a luz, você disse assim, não como mais.
Não como mais carne. E não como há 11 anos carne. E quando eu virei vegano, vegano foi difícil porque a minha B12 foi no chão, eu não consegui lidar, não tava bem preparado pra isso. O maior trecho, já tentei umas duas ou três vezes, o trecho que eu fiquei mais tempo foi quando eu fui buscar um queijo na cozinha da casa da mãe da Pathy, na Alemanha. Olhei pra aquele queijo e falei...
Não sou vegetariano mais, sou vegano. Porque a diferença é que o vegetariano, ele come coisas que são derivadas do ovo e do leite. O vegano estrito, ele não come nada que vem do animal. Se bobear nem mel para os veganos mais estritos, né? Porque vem do animal. Então, e eu não tô entrando com a sensação que é o certo ou que é errado aqui. Tô só constatando o fato. Foi o tempo que eu mais tempo fiquei vegano. Foi quando eu falei agora.
Agora, segunda-feira eu viro vegano, aí como queijo, como não sei o quê, passo mal, me dá uma irritação pela lactose, e na quinta-feira já tô de novo comendo coisas derivadas do queijo. Então, eu começo na segunda...
Cara, você é uma semente muito poderosa. O que você começa, começa agora. O que você começa, começa agora. Isso vai criar uma mente mais forte. Que é o tema desse podcast. Isso vai criar uma mente muito mais forte. Uma mente fraca. É impressionante como a vida tem momentos que ela fica muito mais difícil pra gente. Né? Ela fica muito mais difícil pra gente. Mas é tudo uma resposta de quem você tá no seu interior. É a semente que você tá plantando. Você tá mais fraco.
Tudo vai parecer que te oprime mais. As sementes vão ser piores. Você tem menos músculo, você pega uma sacolinha muito menos pesada. Nossa, que baita visão. A sacola pesa muito mais. Você tem menos músculo. Quando você tá forte, cara, você faz as coisas e tal, não sei o quê, tá, tá. Eu tenho problema de coluna na lombar.
né? Então, eu tenho que fazer exercício e tudo mais. Quando eu tô fazendo exercício, a lombar tá toda protegida, cara, minha coluna não trava. Quando eu abro mão disso, aí eu vou fazer uma coisa que eu nem sinto que me machuquei que nada. Sei lá, vou pegar um caixa, uma coisa, não, não. Dia seguinte, do nada, minha coluna trava. Tá fraco. A vida fica mais difícil. Se a mente tá mais fraca, a vida fica mais difícil.
É isso. Cara, adorei essa história, né? Você tá sem músculo, que é o idoso. O idoso, conforme você vai ficando, passou dos 40, passou dos 50, passou dos 60, passou dos 70, cada vez mais... Eu lembro sempre do Arlen. Eu vou fechar a lógica. O Arlen, nosso personal trainer, quando a gente morava no Brasil, né? E ele ainda cria treinos pra gente até hoje, ele dizia assim, não é que você para de malhar porque envelheceu.
Você envelheceu porque parou de malhar. Então parou de treinar, parou de pegar peso, né? Então quanto mais pra frente, mais você deveria pegar peso, obviamente de forma assistida. A gente vê na internet toda hora um vídeo de uma senhorinha de 70 anos que virou uma malhadora fazendo agachamento com barra 72.
É toda hora isso. Aos 60, mudou a vida, saiu daquele velhinho de 60 pra se tornar um atleta aos 63. A humanidade descobriu essa frase agora, nessa geração. As pessoas estão continuando fortes. É a mesma coisa. A vida fica tão difícil quando a sua mente tá fraca como pra um idoso fraquinho levantar do sofá sozinho. Levantar. Não é pegar peso, é ele levantar. Ficou difícil. Por quê? Porque ele ficou fraco.
É isso. Só mais um pouquinho é o sexto. É o sexto. Só mais um pouquinho. Sabe o que é só mais um pouquinho? Só mais um pouquinho da comida, só mais um pouquinho do brigadeiro, só mais um pouquinho da internet, da rede social. Dormir só mais um pouquinho. Dormir só mais um pouquinho. Demorar um pouquinho, olhar um pouquinho mais o celular antes de dormir. Só mais um pouquinho. A primeira coisa que a gente faz quando tem algo que a gente não quer fazer é botar ela no diminutivo.
Vou comer só um brigadeirinho. Vou comer só... E o mal que isso faz, ninguém consegue perceber. Cara, é verdade. Vai logo pro diminutivo. Você conhece ser humano que fala assim, Paty? Deixa eu jogar minha vida no ralo por mais 30 minutos nessa rede social que só vai me trazer dopamina barata, me fazer ter dificuldade de ler, me fazer ter dificuldade de me concentrar, vai me fazer dormir pior. Eu vou ficar só mais 30 minutos nesse veneno.
Já viu alguém falar isso? Nunca. Ele vai falar o quê? Só mais um pouquinho. Vou assistir uns...
vídeozinhos, olha esse vídeozinho que eu tô vendo aqui, deixa eu comer esse brigadeirinho, só uma pizzazinha, um chocolatinho, um, então a pessoa vira logo num diminutivo. Então esse só mais um pouquinho, você vai ter que ser congruente, é só mais um pouquinho.
Caraca, a gente tem que prestar atenção nos diminutivos da nossa vida, porque é muito verdade. Vem no diminutivo, cara. Se falando no diminutivo, a gente usa diminutivo pra... Vou malhar? Não, vou dar... Vou treinar? Não, às vezes até usa. Vou dar uma malhadinha ali, mas não é. Vou fazer um treino, vou pra academia, né? É verdade, mas eu... Mas o Gil... É capaz que você trouxe um ponto interessante que eu pensei aqui. É, talvez a gente possa...
Podia falar no diminutivo bom e falar no aumentativo ruim. Ruim. Vou dar uma malhadinha ali.
seria um teste intencional, experimento fazer uma dietinha tranquilo aqui, passar um dia um, um, cara, vou trabalhar um pouquinho é, não, mas acho que vai ser ruim sabia, porque vai dar sensação que é só um pouquinho Faibe, estamos perdidos dá tua opinião aqui, mas eu quero fazer duas perguntas pra você, mas eu queria com resposta, a primeira delas a gente vai fazer uma só, aonde você bota inho na tua vida e tá se enganando Obrigado.
Só um brigadeirinho. Aqui. Aqui no podcast, nem que me corte o pescoço pra me perguntar quem é o conto, tá? Mas, ó, com comida, hum, é um brigadeirinho. É uma pizzazinha. Meu lindo, vou pegar ali só um pedacinho de não sei o quê, um arrozinho. Já vira aí, já vira aí. A gente...
E a gente até ri na hora, né? Só mais um pouquinho. Onde é o seu brigadeirinho? O seu mais um pouquinho. Só mais um pouquinho de rede social. Só um brigadeirinho. Você diminui o que na sua vida? Ah, só mais um jurosinho. Só mais um, sabe? O que a gente diminui? É isso. Chegamos no seis, Paty. Passamos até da metade. Uau, chegou a hora. Do quê?
E os comentários do Five dessa semana eu trouxe da parte 2 dos micro hábitos mais fáceis para você mudar a sua vida em 30 dias. E eu vou começar com o comentário da Leninha Moreira. Ela falou aqui, sou o Five desde o seu livro Produtividade para quem quer... Aí, tá aqui ó, primeiro deles, 2016.
E pra não ser alma cebosa, a curtida 223, gente. Vamos. Só pra você saber, você chegou agora, Five? Ainda é uma alma cebosa? Não tem problema. Isso é um processo de evolução. Dá um minha cebosa que você é. Os nossos Fives aqui, eles vêm até o número da curtida deles. É, porque eles sabem a curtida que eles são. E eu vou assistir agora pela terceira vez. Adorei esse vídeo e sobretudo entender que sucesso é fazer o óbvio bem feito.
Tudo são prioridades. Ó, inclusive estão falando sobre prioridade nesse podcast agora também, né?
E o Renato Godinho falou, curtidas 63, ex-Five Ceboso. Agora só Five, já deixou o Ceboso para trás. Tem gente aqui que é Ceboso ainda. Bela evolução. Você sabe que você é Ceboso. É tipo um trenzinho, né? Tem a locomotiva e tem o vagão. O vagão é Ceboso. Você desconecta, vai só a locomotiva nesse caso, entendeu? Sheila Muradas falou, fala mais Jerônimo sobre matriz humana, quero muito saber. Opa! Opa!
Vamos falar um pouco mais de matriz humana. Isso vai ajudar... Cara, matriz humana vai revolucionar a forma de você lidar com o mundo. Não é só com as pessoas. Eu diria que você não tem como expandir se você não descobrir quem você é.
Primeiro, as pessoas querem expandir sem se conhecer. Tava no pórtico lá na Grécia, conhece-te a ti mesmo. Então o grego já buscava 5 mil anos atrás, você vê achados na história de pessoas querendo se conhecer. Conhecer a si mesmo. Pena que eles não tinham o que a gente tem hoje.
Que é a inteligência da matriz humana pra eu descobrir quem eu sou. A jornada é, eu descubro quem eu sou, eu alinho quem eu sou e aí eu expando. As pessoas querem expandir antes de alinhar e de descobrir. Estão se estrupiando na vida, tentando imitar o influencer da internet que tem uma matriz humana completamente diferente da dele e estão achando que se imitar aquele cara vai ter sucesso. Aí bate a cara na parede, bota a culpa no influencer, porque o influencer não tem culpa, ele não conhece a matriz humana. Ele acha que se todo mundo fizer igual a ele, vai dar certo.
não, não vai, não vai todo mundo fizer igual a ele, só quem é igual a ele, que é uma pequena parcela 0,00001% vai ter os resultados que ele tem então você precisa primeiro descobrir quem você é pra depois expandir, falaremos disso em breve e um lugar que a gente já começou a começar
pincelar sobre matriz humana, é no Destrave o Coach que existe em você. Não é o treinamento de matriz humana ainda, mas é um primeiro passo pra você ir lá. Você vai começar a falar sobre detalhes de quem você é. Vai no... Como? Jânia, mas eu não queria esperar. Vai no Destrave o Coach que existe em você. Treinamento de dois dias. Comigo. Preço simbólico. Destrave é incrível. Incrível.
E a Juju Amaral falou aqui, ó. Parte, Jerônimo, me nota. Parte 2. Mais exagerada, te notei. Juju já gostei, que é o nome do nosso passarinho. A gente tem um passarinho azul que a gente chama de Juju. Passarinho atentado, cara. Atenta. Se Juju fosse pra escola, ela ia ser aqueles alunos que recebe o bilhete, recebe a professora, chama na escola. É atentado o tempo inteiro.
A gente ia receber um bilhetinho. Se fosse uma escola de bicho, a gente ia receber um bilhetinho assim. A Juju, ó, o pitbull, chamado Robertão, tá com medo dela. Ele não quer mais ir pra escola por causa da Juju. Juju acha. Juju tem uma autoestima. Juju acha que ela é um pitbull.
Ela acha que ela é maior do que ela imagina Só que muito Bom, Juju, espero que você não seja tão atentada Aqui, Juju Amaral E ela fala, me nota, te notei Meu Deus, que semana foi essa? Posso dizer que parece que minha semana virou de ponta cabeça Mas pra melhor Fiquei muito mais produtiva e empolgada Comecei a tirar um monte de plano do papel Vamos, pô
Comecei a estudar, seguir com coisas que estavam emperradas, estou lendo o livro de educação financeira e ouvi o podcast de educação financeira. E o que é massa? O comentário da Juju é imenso e ela está querendo a parte 2, então entendo que essa semana foi animal, provavelmente que você assistiu a parte 1, acredito eu. E a frase que foi escolhida pela Rosana desse podcast foi Os seus hábitos não se elevam ao nível dos seus sonhos, são os seus sonhos.
que se rebaixam ao nível dos seus hábitos. James Clear. Ela realmente ouviu. Essa frase é uma das mais fodásticas que eu já ouvi na vida. Esse podcast da Animal Jornal Empathe, muitos insights por aqui. Muito obrigada. E esses foram os comentários do Fai. Temos quatro e eles são muito direto o assunto. Quatro sementes. Quatro sementes que a gente planta. Ah, essas que agora vamos na 7, 8, 9, 10. A 7 é... Cara, não vai dar certo.
Isso não vai dar certo. Começa a vir uma ideia, a pessoa começa a falar de uma viagem, isso não vai dar certo. Cara, vamos viajar nas férias que vem? Não, não vai dar certo. Isso não vai dar certo, isso não é possível, não tem como. São desdobramentos da mesma semente, né? O isso não vai dar certo, quando alguém começa a descrever uma ideia, isso não vai dar certo, a primeira coisa que eu faço, o que é? Começar a procurar defeito na ideia.
Porque se eu tenho que dizer que não vai dar certo, eu vou procurar defeitos na ideia. Então, a pessoa começa a descrever a ideia, a ideia de uma viagem, a ideia de um projeto, a ideia de alguma coisa, não vai dar certo. Não, isso vai funcionar, isso aqui é ruim por causa disso, aquilo ali é ruim por causa daquilo. Não vai dar certo. Porque eu plantei a semente que aquilo não vai dar certo.
imagina você usar pra sua vida uma semente com esse poder de fazer é como se fosse aquele saquinho mágico dos magos, desses filmes que ele pega e tem um pozinho tem um pozinho, tem uma lágrima da sereia que vai fazer não sei o que, que tem essas coisas né, e cada semente dessa tem um poder, e essa semente disso não vai dar certo, tem o poder de fazer não dar certo
Em que você está usando essa semente na sua vida? Muito cuidado. Porque, inclusive, você não precisa negar o seu ser racional de ver que daquela forma que alguém falou alguma coisa, não vai dar certo. Só que se você não usar a semente do não vai dar certo, você pode dizer assim, cara, sabe o que você podia fazer? Você podia fazer, ao invés de ir por aquela rua, você podia ir por aquela outra, que nesse horário está muito mais livre.
Sabe o que você podia fazer para dar certo? Exato. Sabe o que você... Cara, essa viagem, sabe o que a gente podia fazer para dar certo?
Esse projeto, sabe o que a gente podia fazer pra dar certo? Então a semente, ela precisa ser diferente. Porque lembra, a semente Ah, você tá exagerando. Não, cara. Talvez você tá exagerando, seja a tua semente do isso não vai dar certo. Plantar essas frases na minha vida, não vai dar só olhar pra isso, não vai dar certo. Não vai mudar a minha vida. Vai.
Vai porque, lembra? Pensamento gera emoção, a emoção gera comportamento, o comportamento gera resultado. Daqui a pouco você tem uma árvore gigantesca de coisas que não deram certo. Que não deram certo na sua vida porque você plantou a semente e regou. A oitava, a parte, ela tem duas entonações.
Eu mereço. E tem, ah, eu mereço. São duas frases que são dois decretos que elas plantam coisas muito ruins. Ah, eu trabalhei a semana toda, eu mereço comer esse doce errado. Genônimo, tá errado comer um doce? Não. Tá errado se você tá acima do seu peso e você não desejaria estar.
Porque se você falar pra mim assim, mas as pessoas deveriam estar todas magrinhas? Não, as pessoas deveriam estar como elas desejam estar. Se você deseja realmente estar obeso, na minha visão, não deveria desejar. Porque é porta de entrada pra um monte de doença. Mas se você deseja, isso não é um problema meu. É um problema seu. Mas quando eu falo, eu mereço esse doce, eu mereço esse chocolate, eu mereço essa Nutella, eu mereço esse sorvete, eu mereço essa pizza, eu mereço, eu mereço... Você passa uma vida...
se entregando aos prazeres imediatos, o que vai acontecer? Você vai engordar. Eu mereço essa compra. Você vai ficar na dívida. Eu mereço, sei lá, sair pra boate e ter uma vida mais promíscua. Usar uma droga. Beber. Tudo isso, o eu mereço é uma semente que vai gerar uma emoção, que vai gerar um comportamento. E esse comportamento repetido vira um resultado. Então você pode ter obesidade por merecer. Você pode ter... Dívida.
dívida por merecer, você pode ter um casamento ruim por merecer, você pode ter doença venérea por merecer, você pode ter relação com drogas sociais ou não sociais por merecer, né? Confesso pra você que eu nunca entendi essa relação de droga social e droga não social. Pra mim tudo é droga, o nome já diz, é uma droga. E o outro? E o outro, a entonação do Eu mereço.
Eu mereço esse casamento. Eu mereço. Então eu estou dizendo... É quando ruim. É quando eu assumo que aquilo ruim na minha vida eu mereço. Quando eu assumo que o que tem na minha vida ruim eu mereço, num jeito ruim de ser... Não, eu mereço isso. Eu mereço. Eu mereço esse casamento. Então eu estou aceitando que aquilo é um desdobramento do meu merecimento.
Quando eu deveria dizer assim, eu vou... O que eu faria ali? O que eu diria no lugar, Jerônimo? Eu vou fazer coisas diferentes para merecer coisas diferentes. Tudo que você tem na vida é porque você merece ou porque você precisa. Se você está passando por um momento ruim financeiramente, é porque você merece, provavelmente. Porque você tomou decisões ruins. Ou porque você precisa passar por aquilo para valorizar mais o dinheiro. Se eu estou com um relacionamento bosta...
É porque você merece aquele relacionamento bosta ou porque você precisa daquele relacionamento bosta para valorizar outras pessoas que te valorizaram na vida e você jogou pelo lixo. Eu estou num trabalho merda da minha vida. Ou porque você merece, porque não dá o passo que precisa para mudar, ou porque você precisa para valorizar mais os trabalhos bons que você teve. Esse é um ponto. Ou porque você merece ou porque você precisa.
Então, aí é bom. Eu vou fazer coisas diferentes para não merecer mais isso ou não precisar mais disso. Esse é o ponto.
A nona, Pathy, esse é um pensamento que... Eu vou trazer uma frase que ele vai se desdobrar cada um... A semente que cada um planta é diferente, mas o fruto vai ser sempre o mesmo. Ninguém me valoriza. Ninguém valoriza o que eu faço. Eu sou um artista incompreendido. Eu lembro do Raul Sexto e Paulo Coelho. Pelo menos não sei se é 100% verdadeiro aquele documentário, mas você lembra da cena? Foi sensacional. O Paulo Coelho dizendo, não, porque as pessoas não compreendem. E aí...
entendeu? Elas não entendem. O que eu escrevo. Não valorizam o que eu escrevo, não sei o que. Aí vocês estão ouvindo bem quietinho, ele diz assim Ô Paulo, é você que tá explicando mal não, cara? Eu não acredito nesse negócio de artista incompreendido não. Você tem que falar as coisas pras pessoas entenderem. Ele jogava na lata, né? É mais sério do que parece, tá? Tem muita gente aqui hoje ouvindo esse podcast achando que é um artista incompreendido, um profissional incompreendido, um produtor de conteúdo incompreendido. Não, cara. Você não tem nada de incompreendido, cara.
ninguém que valoriza o que você faz os nossos podcasts bons, eles são valorizados com curtidas, com cliques com propagação e os ruins não são então não é que ninguém valoriza o nosso podcast, é que a gente quando faz um bom podcast, ele vai mais adiante quando a gente faz um podcast ok ele vai ok, quando ele faz um podcast abaixo da média, o que é raro mas acontece ele é incompreendido
Ninguém valoriza o que a gente faz. Só que quando eu falo que ninguém valoriza o que a gente faz, eu já vou para uma entrevista de emprego porocochou, porque ninguém valoriza o que eu faço. Eu já vou entregar um trabalho, vou para uma apresentação na minha empresa sem energia, porque ninguém valoriza o que eu faço. Você tem que ser o que com isso? Congruente. Então esse é o nono, Pathy. E o décimo, ele talvez seja um dos mais fortes que existem.
E esses são os que mais me... Eu posso usar a palavra revolta, porque eu acho que muitas vezes eu fico revoltado mesmo, assim. Quando alguém vira pra mim e eu falo sobre mudar de vida, e eu sempre tenho uma clareza muito grande, né? Eu não saí do pior lugar que poderia existir. Mas eu saí de um lugar bem difícil. As minhas circunstâncias eram meu pai taxista, minha mãe datilógrafa, minha mãe perdeu o emprego. Eu lembro o dia que ela foi me buscar na escola demitindo, ela chorava. Foi tão marcante pra mim que eu lembro dela com a professora que chamava...
Rosângela, se eu não me engano, era bem criança. A Rosângela teve que ficar comigo até depois do horário. Eu lembro que isso era de noite, eu já devia ter sido pego, não fui. E a minha mãe chorando, pedindo desculpa para a professora porque ela tinha perdido o emprego de datilógrafa. Então, meu pai é taxista, minha mãe é datilógrafa, eu dormia num colchonete, comi muito arroz com ovo, minha mãe perdeu o emprego, a gente morava em um apartamento de cômodo único, eu tinha que fechar os olhinhos de criança, meus pais transavam como...
casais transam, e eu, pra não ver aquilo, eu fechava, eles não sabiam que eu tava acordado, achavam que eu tava dormindo, era um cômodo só, né, e eu fechava meus olhinhos pra aquilo, tudo isso aconteceu comigo, mas é óbvio, se eu fosse negro no Brasil, se eu fosse homossexual, se minha mãe fosse ao invés de datilógrafa doméstica, seria um lugar ainda mais difícil se eu morasse numa favela, numa comunidade carente, que a gente chamou a vida inteira de favela, né, então a gente, eu acho que isso seria ainda pior, inquestionavelmente.
Mas se eu digo que aquele menino que dormia no colchonete, que fechava os olhinhos, filho de taxista com datilógrafa, que todos os amigos tinham um videocassete e eu não tinha, todos os amigos tinham um videogame e eu não tinha, todos os amigos tinham 3 em 1 CD, era fita cassete, e eu não tinha. Eu nem sabia o que era 3 em 1, eu nem sabia o que era um videocassete, nem sabia o que era um videogame, né? Eu não tinha acesso a essas coisas.
Se eu condenasse aquele garoto a só conseguir chegar aonde as circunstâncias definiam ele, eu estava condenando todo ser humano.
Então quando alguém diz pra mim você não conhece a minha vida, que esse é o décimo também com a vida que eu tenho você não sabe como é a minha vida, não sei como é a tua vida, mas eu sei que a tua vida é o teu momento atual, é o fruto que você tá dando, e agora o fruto que você vai dar daqui a um ano, dois, três, cinco, porque o curto prazo nem sempre é justo, mas o longo é
O fruto que você vai dar daqui a cinco anos são os frutos que você plantar hoje. Então a décima parte, você não conhece a minha vida, também com a vida que eu tenho. Fica difícil também com a família que eu tenho, com o emprego que eu tenho, com a dívida que eu tenho, com a cor que eu tenho, com a minha preferência sexual que eu tenho. Também eu sou de esquerda, também eu sou de direita, também com o governo que está lá, também com...
Então, quando eu atribuo a responsabilidade para a circunstância, a minha semente vai dar frutos correspondentes. Qual fruto? O fruto que a circunstância... Você enfraquece a sua semente com essa frase, né? Você está enfraquecendo a sua semente com essa frase. Você tira completamente o seu poder. Você só tem poder sobre aquilo que você tem culpa.
E é óbvio que quando eu tô falando culpa, não é culpa de se chicotear, é responsabilidade. Se eu não tenho responsabilidade sobre a minha vida financeira, eu não tenho poder sobre isso. Se eu não tenho responsabilidade sobre o meu casamento, eu não tenho poder sobre isso. Eu não posso garantir que a Paty vai ficar comigo pro resto da vida, mas eu posso garantir que eu vou ser o maior, melhor marido que ela vai ter pro resto da vida dela.
Isso eu posso garantir pra ela. E que se ela me largar, ela vai ser a maior merda que ela fez na vida dela. Por isso que eu não vou fazer nunca uma merda.
É isso. Mas é isso, é um fato. Eu não posso garantir que você não me largue, mas eu posso continuar sendo o melhor marido que você vai encontrar na tua vida. Eu não posso garantir que meu filho vai dar certo, mas eu posso ser um pai bom o suficiente pra que eles deem certo. Mas eu não posso garantir que eles vão dar certo. Eu posso ser bom o suficiente. Eu não posso garantir que eu vou ter promoção, mas eu posso ser bom o suficiente pra ter uma promoção.
Então esse é o ponto. A décima frase é também com a vida que eu tenho, fica difícil. Eu deixei pra décima, pra mim, a semente que mais...
me incomoda quando alguém fala, você não conhece a minha vida. Dá vontade de falar, cara, não mesmo. Mas pra quem tem um pensamento desse, eu conheço a vida que você vai ter daqui a 10 anos. Sabe qual vai ser? A mesma que você tem hoje. Porque se eu não conheço a tua vida, isso é a responsabilidade.
que esse pensamento gera. O fruto, você não sabe a minha vida pra saber da minha dívida, não mesmo, mas eu posso garantir que daqui a 10 anos, se você não mudar esse teu jeito de pensar, tua dívida vai continuar do mesmo tamanho. Você não conhece o meu casamento, não conheço, mas se você continuar com esse pensamento, você vai ter daqui a 10 anos o mesmo casamento ou pior, porque ele só se deteriora, porque a ladeira é pra baixo, não é subindo. Então, Fav, a minha proposta pra você é que você olhe pra esses 10 sementes.
E primeiro me diga aqui nos comentários, divide comigo, quais sementes você andou plantando na tua vida atualmente? Você consegue correlacionar um problema profissional com alguma semente? Financeiro com alguma semente? De peso com alguma semente? Porque quando você consegue identificar, o que você ganha com isso? Você pode começar a plantar o quê?
Diferente. Semente diferente. Aí você precisa lembrar que aquela semente que você plantou, ela não deu fruto imediato. Foram muitos meses, talvez anos, falando merdas pra você, pra essa semente virar uma árvore e finalmente dar um fruto. Fruto de um casamento bosta, de uma dívida, de um trabalho que você não ama. Esse é o fruto. Então você vai precisar botar essa nova semente, regar, regar, regar, repetir, repetir, repetir. E tudo começa na percepção. Tudo começa na percepção. Porque senão você tá...
Cara, você tá plantando, tá nem sabendo. Tá plantando, tá nem sabendo. Quando vê, tem um resultado que você não quer na sua frente. Tá plantando, tá nem sabendo. Daí tem outro resultado que você não quer na sua frente e o ciclo se repete, né? Então esse foi o podcast que você aprendeu como reprogramar o seu cérebro pra ele se tornar forte em até 30 dias ou menos. Cara, achei maravilhoso, muito poderoso esse podcast. E quem que você poderia pegar agora o link e encaminhar pra alguém?
Quem que você poderia falar assim, cara, fulano merece ouvir isso. Faça isso. Não seja mais uma alma cebosa. Navegando pelo... Queria achar uma palavra bonita pra fechar como se fosse um grande discurso. Mas não seja o raio dessa alma cebosa. Compartilha com alguém. Se inscreve no Destrave, o coach. Continua o teu processo de evolução. Às vezes precisa ter um comprometimento financeiro. Do bolso. Mesmo que seja baixo. Porque é muito baixo. Eu só quero tirar os curiosos. Eu quero trabalhar com gente comprometida.
faz um investimento do seu bolso, mesmo que seja baixo, né? E aí, é um compromisso financeiro. Cara, eu vou dar meu primeiro passo. Isso eu posso pagar, porque eu te garanto que você pode pagar. Vai lá. Vai aprender técnicas pra vida. Pra vida, pra sua vida hoje. Não importa qual a sua vida, é técnicas para o ser humano. Se inscreve, a gente se vê por aí. Um abraço e... Vamos!
IGT Coaching
Destrave o Coach que Existe em Você