Especial Dia das Mães Pt. 1 | Junia Na Lata x Hangout ft. Rapha Gonçalves
COLLAB ESPECIAL DE DIA DAS MÃES entre Junia na Lata + Dunamis Hangout! 🤎✨
No episódio de hoje, Junia Hayashi e Rapha Gonçalves se juntam para uma conversa profunda, divertida, vulnerável e extremamente necessária sobre maternidade, entrega, processos, dores, transformação e o quanto Deus usa cada estação para moldar o nosso coração.
Entre risadas, testemunhos e momentos muito reais, falamos sobre o lado bonito da maternidade, mas também sobre os desafios, o cansaço, o lugar de dependência do Senhor e a entrega diária que esse processo exige. Uma conversa sobre aprender a confiar em Deus mesmo sem controle, encontrar leveza nos processos e entender que até os momentos mais simples podem se tornar adoração ao Senhor.
Esse episódio é para mulheres que desejam crescer em amor sacrificial, rendição e intimidade com Deus.
Tem histórias emocionantes, conselhos, experiências pessoais e muitas chaves sobre família e propósito.
Então assista o episódio completo e depois nos conte aqui o que achou! 🙌🏻🧡
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- Maternidade como entrega e sacrifícioMaternidade como caminho de entrega e amor sacrificial · Desafios do pós-parto e amamentação · Dor do parto e recuperação · A maternidade como processo de santificação · Entrega e confiança em Deus na maternidade
- Transformação pessoal através da maternidadePerda do controle e entrega a Deus · Desenvolvimento de leveza e resiliência · Maternidade como moldadora de caráter
- A importância do descanso e apoio na maternidadeDescansar em Deus como fonte de força · O papel das amigas-mães no apoio · Flexibilidade e adaptação às necessidades do bebê
- A visão de Deus sobre a maternidade e famíliaDeus como provedor e guia na maternidade · O propósito divino para a família · Confiança na vontade de Deus para ter filhos
- A maternidade como um processo de aprendizado contínuoAprender a confiar na intuição materna · A importância de não se prender a regras rígidas · A evolução da mãe ao longo do tempo
Fala, minha gente. Bem-vindos a mais um episódio, só que hoje especial, né, Rafa? Muito especial. Sejam bem-vindos, gente. Collab de Hangout com... Juni na lata. Awesome. Nossa, eu estou muito feliz de estar aqui de novo. Juni na lata, Hangout eu já tive muitas vezes, né? Mas foi aquela vez que foi muito especial. Até hoje eu recebo testemunho daquela nossa conversa. Eu até postei nos stories antes de chegar e as minas... Meu Deus, eu não acredito de novo. Ai, estou muito feliz. Eu falei, ai sim, é muito legal.
Foi muito legal aquela nossa conversa e hoje vai ser muito especial também. Esse tema, né? Eu sou nova nesse tema, mas tô aprendendo. Não, mas, olha, eu devo dizer que acho que é dos mais assistidos, pedidos e amados do Júlia na Lata o que a gente fez. Foi especial mesmo. Foi, foi muito legal. Tinha. Nossa, aquele dia foi muito especial.
E hoje a gente vai falar sobre maternidade, né? Ah, eu tô muito feliz. Eu vim aprender também, porque a maioria das coisas que eu sei sobre maternidade eu aprendi com essa mulher aqui, com a minha pastora. Então, tudo que eu falar, eu vou ficar assim, ah, ela que me ensinou, mas... Não, mas sim, muita coisa, gente.
porque a gente está aqui prestes a chegar o dia das mães então essa semana, domingo de celebrar o dia das mães, inclusive a gente está gravando esse episódio muito tempo antes mas as crianças estão virando para mim e falando assim mamãe, o dia das mães está chegando, né? porque é na escola, isso você vai experimentar, é tão gostoso
Porque na escola eles estão preparando os presentinhos pro dia das mães. E aí o Zaque falou assim, eu tô fazendo uma surpresa pra você. Ai, que legal, você pode contar? Ele, não.
Eu falei, tá bom, então. E ele queria muito contar. Eu falei, mas não vou insistir, não. Porque eu não sou muito curiosa, não. Nossa, toda curiosidade ficou pro Teófilo. Ele é muito curioso. Ai, fofo. Não, a Maria agora... Vai ser meu segundo Dia das Mães, né? Porque ela nasceu, acho que poucos dias antes do dia... Um mês antes do Dia das Mães. Nem isso. Poucos dias antes. E aí, agora...
Ela nasceu dia 19 de abril. 19 de abril. Então, duas semanas, né? É, acho que foi por aí, né? Por volta disso, né? Porque é o primeiro domingo de maio e depende. Eu tava em casa ainda. Sem fazer muitas coisas. Ai, delícia. Saudades, mas não sei, né? Aquela fase que é boa. Mas as pessoas falam, eu tenho muita saudade do RN, mas eu não sei, parece que cada vez é ficando melhor pra mim. Agora, chegando num ano. Eu acho que as pessoas que falam da saudade dessa fase são pessoas que já tiveram os outros filhos.
E já estão lá na frente. Porque eu comecei a apreciar mais essa fase de recém-nascido. Com... Acho que foi até com a Kyla mais. Ou o Benny, acho que já um pouquinho mais. Sim. Mas o Zaki e o Koukou foi até... Um atrás do outro. Nossa, é verdade. E aí... Daí eu não... Porque a fase de recém-nascido, você tem lá... É uma dedicação, né? De corpo ao espírito. Você não dorme.
E aí, do zero pro um, eu sempre falo que é o mais difícil. O primeiro filho, eu acho que é o... Então, eu sinto também. Porque você não sabe nada. Você não sabe nada. Mas sabe algumas coisas, você estuda, tá? Mas não é nem sobre não saber também. Você nunca teve uma privação de sono dessa. Exato. Loucura.
Que é o sacrifício, que a gente já vai entrar no primeiro ponto. Maternidade como caminho de entrega e amor sacrificial. Esse é o nosso ponto número um. Primeiro dia, no dia um da maternidade, já começa. Você descobre que você está grávida, daí você já começa a pensar, gente, tudo que eu como vai afetar essa criança. Tudo que eu faço vai impactar.
Aí você até pensa, meu Deus, se eu ficar brava, essa criança vai sentir. Também tem isso, né? Verdade, tem. Eu lembro que, assim, o Zaque e o Coa nasceram, a gente tava vida normal aqui. E aí quando o Beni veio, eu fiz quase que a minha gestação inteira no Havaí.
Porque a gente foi pra lá, eu tava acho que com três meses. Então foram seis meses lá. E tava tudo muito mais tranquilo, né? Óbvio, a gente não tinha as responsabilidades. Até a igreja aqui tava mais devagar, porque foi bem na pandemia. Sim, é verdade. Então a gente tava no Havaí e eu percebi. Depois que ele nasceu, eu falei, gente, esse menino é muito...
mal sabia eu que viria depois mas no começo né no início, gente, esse menino é muito tranquilo muito tranquilo, ele dormia em qualquer lugar tranquilão, não tinha assim, ele ao mesmo tempo, nos primeiros três meses ele ia pro hospital a cada duas semanas porque ele teve assim, diversas foi a hérnia que ele teve que operar, você não sei se você lembra que ele operou com 40 dias de vida 40 dias de vida, a gente tava lá né
A gente foi, matter of fact, eu voei. Você foi no helicóptero, agora eu entrei numa ambulância. Porque foi de urgência, assim. Que, como é que se chama? Encarcerou a hérnia. O intestino encarcerou. Tadinho. Daí, é super perigoso. Pode necrosar e pode levar a morte. Ainda mais um bebezinho, né? É bem sério. E coisa de horas. Aí a gente foi de ambulância.
pela ilha toda, daí chega na ilha, eu entro direto assim na parte do aeroporto. Aeroporto, né? Daquela pista que tem em Cona. E aí a gente vai pra um aviãozinho assim, um pequenininho. E aí voamos pra Oahu, que é uma ilha que é mais preparada pra isso.
Então, assim, é tudo sacrificial. Você vai se doando, se doando, se doando. Nas primeiras semanas, eu lembro que eu tava assim, meu, o que eu tô fazendo? Eu nem sei se eu tô fazendo certo, eu não sei se eu tô existindo. Porque também o meu parto, ele foi mais complicado. E aí, eu tive muita dor no pós-parto. Então, pra levantar, pra amamentar. E tem toda essa parte da amamentação também, que é tudo novo. E aí, eu lembro que a primeira vez que eu fui ministrar, um mês depois que a Maria nasceu.
Foi na conferência, não foi? Foi na conferência. Eu lembro de ver você. E eu, assim, eu empurrava com a minha mão, a barriga, no meio da administração, porque eu não sabia que cantar era muito difícil depois que você tinha o seu neném, né? Porque todos os órgãos saem do lugar. E aí, eles estão voltando pro lugar. Então, fazia um mês, tava fazendo um mês, acho que dois dias depois, vamos ver assim.
E aí eu fui cantar e eu... Eu passando o som, aí eu falei, gente, mandei mensagem pra Fono, eu falei, pelo amor de Deus, tá acontecendo? Ela falou, ninguém te avisou que era difícil cantar depois que você... E eu falei, é, primeira vez. Eu achei que era normal. Não, e quantas mulheres que você conhece, líderes louvor ou cantoras, que pariram e conversam sobre isso, né? Exato. Não.
Eu nunca tinha escutado falar sobre isso. Eu lembro que na hora que eu olhei, eu falei, a Rafa tá sofrendo, coitada. Eu falei, gente, ela tá sem ar. E eu sabia que era relacionado a isso. É, total. Foi, é. Porque eu via a sua mão assim. Eu empurrava e falava, gente, ela acaba com dor. Os pontos dela, sei lá. Eu falei, não. Foi só fazer uma força pra dar uma segurada. Porque eu canto segurando o diafragma, não na garganta. E aí eu tava assim, empurrando. Mas deu tudo certo. A gente foi muito bom.
Foi cheio da presença, que é o mais importante de tudo. E você não desafinou. Mas dava pra ver que você tava sofrendo. Eu fiquei com compaixão mesmo. Mas nesse dia, eu lembro que eu tava ministrando. Eu tava, Deus, o que eu tô fazendo aqui? Era pra eu estar lá na minha casa com a minha filha. E aí Deus começou a falar, as duas coisas são adoração. E começou a me mostrar você lá na sua casa, com a Maria.
aquilo ali é totalmente adoração, é a sua entrega total pra mim também, o que você tá fazendo pra Maria e pra mim. Foi uma chave que virou, assim, eu já tinha escutado, mas sabe quando você não percebe que tudo que você tá fazendo, de fato, ali no dia a dia, que são muitas coisas, e você tá passando por várias emoções, né, no pós-parto, são adoração ao Senhor, então fazer da melhor forma, assim, aí eu comecei já...
Olhei pra Maria e falei, ai, minha filha, isso aqui é adoração. Isso também é adoração, né? E é uma adoração bem sacrificial, né? Porque você é exatamente nisso, no pós-parto, sem força no diafragma, com todos os hormônios, com as noites não dormidas, leite que devia estar, né? É, naquela coisa. Daquele jeito. Desculpa os meninos que estão por aí. Não sei se vai ter algum homem assistindo isso. Mas é bom vocês saberem também o que a mulher de vocês fala. Exatamente. Eu lembro que o Josh olhava pra mim e falava assim.
Meu Deus. Ele olhava assim, no parto, depois, no puerpério. Ele falava, eu não consigo, eu não consigo. Realmente, eu acho que agora eu entendi. Não é uma gripe masculina, tá bom? Não é. Não é uma gripe. Inclusive, é rated, né? Ranqueado como... A segunda. A segunda maior dor do mundo? É, a segunda. Qual que é a primeira? Morrer queimado.
Tranquilo. Eu lembro quando falaram isso também, eu falei, ah, tá de boa, então, um parto, um requeimado e um parto, tá tudo certo. Eles falam, cara, que é bom, é como se você corresse uma maratona ou até uma ultramaratona, mas como se coisa de 40 ossos do corpo estivessem sendo quebrados ao mesmo tempo. 30, 40, é uma coisa assim.
E não é a melhor coisa. É muito louco. Porque é o melhor dia da sua vida, só que ao mesmo tempo é uma dor absurda. Que aí me leva pra um dos meus temas favoritos da vida, assim. Que é sofrer por... É que eu tô rindo. Eu tô rindo de nervoso. Porque ao mesmo tempo que você, quando você tá sofrendo tudo que você quer é sair dali...
Eu não sei você, mas quando eu sofro, quando estou sofrendo... No parto é uma coisa um pouquinho diferente, mas sofrendo na caminhada com Cristo, as dores, as tribulações, as dificuldades, eu prego para mim mesma. Eu falo, você quer sair daqui. Sim. Mas...
você vai ser grata por esse processo daqui a um tempo. Então eu fico pregando assim, Deus, é bem assim, não quero me comparar a Cristo, mas aquele momento do paz possível, afasta de mim esse cálice, mas que não seja feita a minha vontade. Que seja feita a tua vontade, né? Eu lembro quando eu...
pensava em parto, né? Porque eu acho que eu nunca fui também a pessoa que mais... Não era que assim, eu não queria ser mãe, eu queria. Mas sabe quando você não fica pensando nisso todo dia? Porque tem gente que assim, nasceu pra ser mãe. E eu super entendo, tenho várias amigas assim. Mas eu acho também porque eu demorei um pouco pra casar, então eu não tinha esse... Eu não ficava pensando. E eu não tinha contato com tantas crianças também.
Então eu acho que minha cabeça não era assim, ai, eu preciso ser mãe amanhã. Então até foi um processo que a gente abriu pra Deus e falei, Deus, eu e meu marido, né? Falei, ó, quando for a hora certa, eu preciso que você fale que você fale, né?
É agora. E até que foi muito, Deus foi muito claro com a gente em confirmar agora pra mim. Quando Deus confirmou pra mim, eu falei agora você vai falar com meu marido, eu não vou falar com ele. Você vai lá e você fala do seu jeito. Você vai ter que convencer esse homem agora. Depois eu falo da minha experiência quando eu tava... É? Não, não, não. Pode falar, pode falar. E aí Deus falou com ele. E Deus fala de umas formas muito, muito assim...
Inegáveis. É, total. E precisava ser. Porque a gente tava casada há um ano também, e ele... Aí o homem do jeito do homem, assim, ele queria... E também, ele é mais novo, né? Ele é mais novo que eu, é. Então ele tava, até agora, tava assim, e aí, né, o próximo, tal, daí... Ai, calma. Eu não. Deus tá falando com você, que eu sei.
Mas foi muito claro, assim. E eu lembro que eu tinha esse medo. Então, algumas coisas que eu podia fugir, talvez, do medo. Ou até do medo da dor. Eu falava, não, então, sempre quando eu pensei. Não, cesárea. Eu vou marcar a live. E aí, eu lembro que a gente passou um dia, duas horas. Você me contando do parto. Acho que foi do Beni, né? Foi lá. Foi esse mesmo. Mostrando vídeos e tudo. Cenas, inéditas. Gente, e aí eu comecei a falar, cara, eu preciso viver isso. É incrível. Eu preciso viver isso.
E assim, no fim, eu não consegui ter o parto normal. Mas você fez? Mas eu fiz todo o processo. Começou a sair, voltou. Mas assim, foi maravilhoso. Assim, a parte, foi tudo maravilhoso. Eu falo, hoje eu quero tentar 200 vezes até conseguir ter. Mas, eu não sei, é uma experiência tão profunda com Deus que a gente tem. É tão transformadora. E eu acho que a maternidade é muito transformadora, né? Eu não sei. Acho que nunca teve nada na minha vida que me transformou mais do que isso.
Eu conheço, Rafaela Gonçalves. Exatamente. Há 20... Acho que eu tinha 15. Há 20 anos. Não, não, não. Mais? Porque eu acho que eu tinha 15 quando a gente se conheceu. Então, 23. Um pouquinho mais, né? 23 anos aí. E eu vi a Rafa em todas as versões. Todas as.
assim, até hoje, né? Sim, de lá até aqui. Fui acompanhando e definitivamente, assim, tem uma Rafa antes e uma Rafa depois da Maria. Nossa, eu não sei nem dizer. E é muito incrível, né? É. Só vai fazendo, assim, você vai...
É esse lugar de sacrifício que o mundo não gira mais em volta de você. Então, assim, não é mais sobre você as coisas, assim. Tem um outro ser humano que você cuida, que você ama e que vai te moldando ali, que vai te confrontando durante o dia, assim. Você fala, meu Deus, a ira às vezes vem, né? Às vezes vem, ai, Mariana! Aí Deus já fala, você tá falando assim com a sua filha? Nossa, eu sou tão confrontada pelo Espírito Santo, assim, o tempo todo. E, ah, é muito doido.
O Teófilo, ele até teve um episódio que a gente fez junto que ele me zoou, né? Mas ele falou assim, não, que as crianças vão nos santificando, né? Eu vi aquele corte dos bebês. É o melhor, é o melhor. Aí ele falou, não, você não é mais santificado. Eu sou mais santificada. E se não tiver, a gente faz mais um.
Eu queria muito, sinceramente. A minha alma gostaria. Mas a minha convicção fala acho que você não aguenta. Eu acho que não tenho a graça de Deus. Até porque quando eu ouvi, isso foi em 2013, a gente estava...
fazendo um ano de casada, e eu ouvi Deus falando, foi quase que audivelmente, assim. Foi, inclusive, a viagem que eu falo que Deus falou por dentro e inaudivelmente, mas como se fosse audivelmente. Tanto pro Teófilo em relação à Farm, quanto pra mim em relação aos quatro filhos. Porque a gente tava almoçando na casa do Andy e eu já tava orando sobre aquilo, mas aquele tipo de oração que muitos de nós crentes fazemos, né? Quando a gente fala Senhor fala e a gente tampa o ouvido.
E aí eu tava assim, quantos filhos você quer que eu tenha? Porque eu pensava, ah, entre três e quatro. Só que aí a minha loja comanda falava, três é mais fácil, cabe em qualquer carro. Porque hoje eu tenho uma minivan, né? Realmente, realmente é. E eles andam no carro. Eles andam. Ah, mas não tem outro jeito. Não, não tem, são quatro. E com as regras, com as leis de hoje em dia, de cadeirinha, tudo. Mas eu pensava nessa lógica, sim.
E aí Deus veio, foi praticamente audível. Ele falou assim, são quatro filhos, você vai ter quatro filhos. E aí na hora, assim, eu, pum, bateu em mim e eu falei.
Amém. Sabe aquela coisa que você fala? É inegável o que Deus falou. É preciso dessa palavra saber quantos. É bom, né? É. E aí, isso foi antes de eu ter. E aí eu falava para as pessoas, não, vou ter quatro. Ah, espera ter o primeiro. Eu já quebrava, inclusive eu quebro qualquer palavra negativa que as pessoas jogam contra você. Ah, espera. Não, vai ser uma bênção. Abraça a maternidade, a paternidade. Vai ser incrível.
E não significa que vai ser sem dor. E sem... Eu acho que hoje tá muito esse lugar. Todo mundo quer ser... Eu não sei, virou uma chave nas redes sociais e tudo. Virou. E muitas meninas novas sendo mãe, querendo ser mãe. E aí eu fico pensando, muito bom, glória a Deus. Mas ao mesmo tempo, existe uma responsabilidade muito grande, né, Ju? Não é assim, ah, vou virar mãe, tudo bem. Ah, vou fazer mão de filho aqui, tudo bem. Tem uma responsabilidade muito grande de cuidar dessas crianças, né?
Da melhor forma. Inclusive eu falo, né, que cada filho vai expandindo sua capacidade. Mas...
Eu acho que até peço perdão, porque hoje eu entendo que nem toda família, nem toda mãe, é apta, vai ter capacidade mesmo pra ter tantos filhos. Porque quatro filhos custam muito. E assim, eu vivo...
Eles são o meu ministério, o meu marido é o meu ministério e ainda tem o ministério fora. Tem algumas mães que talvez vão ter, vão dividir. A gente tava até no jantar, né? Falando assim, tem mães que dividem mais as coisas com os maridos. Lá em casa, eu falo que eu seto o stage pro teófilo brilhar. Então eu preparo tudo e ele vem fazer aquilo que ele realmente é essencial. Ele é super presente, mas ele nunca teve que se preocupar com acordar à noite, trocar fralda, dar banho.
fez isso? Com certeza, mas não era uma preocupação que tinha. Ele fazia e acabava sendo um momento mais especial. Ele até teve uma fase que ele sempre dava banho nos meninos, aí depois mudou. Nem precisa mais dar banho também, né? Graças a Deus. Quase que a Kyla também é outro bicho.
Nossa, quando você tem vários meninos, de repente você tem uma menina, você fala, Senhor, o que aconteceu? Foi tudo naquela costela, não é Deus? Saiu e ficou, desculpem meninos, aqui é uma vida. É especial. Mas até nisso, por exemplo, voltando para esse ponto sacrificial, eu sei que é uma entrega minha. E eu sei...
que talvez nem toda mulher vá conseguir. Com certeza. Porque você tem que ser mais tranquila. Sim. Começa aí. Você não pode ser uma pessoa tão preocupada, neurótica, né? A questão de doenças e tal. É. Não é, a gente tava até falando daquele dia na mesa, que a gente foi jantar com as meninas que foram pra Israel, né? E tinham várias mães.
E aí, cada uma trazendo, ah, porque meu filho teve isso, foi pro hospital, meu, engoliu o bitucar de cigarro no meio da rua, não sei o que, aí eu... E a Maria agora começou com essa fase de andar. Eu até gravei um vídeo, eu tava... Cheguei aqui, eu tava assistindo dela caindo da escada, assim. Ai, meu... Gente, eu gravei ela tentando pegar um negócio, sentindo fofo do nada, bum, cai, né? Ai, meu Jesus. Mas...
Tem que ter força e tem que ser... Tem que ter estômago. É, estômago, exatamente. Porque realmente é um negócio... Teve um dia que eu tava pregando. Eu preguei os dois cultos da manhã na igreja. E aí eu entrei pro Das Onze, daí de repente... Não.
Acho que ia pregar 11 e 4. Ou não, ia pregar o dia inteiro. Era o dia inteiro. Era o dia inteiro. Daí eles estavam... Agora que eu me lembrei, eu falei, por que eu fui pro almoço? Aí, eu deixei eles na minha mãe. Daí eu desci do culto. Assim, desci do culto das 11. E aí a Letícia, ela veio assim, ela... Ju, eu... Ih, conheço.
Então, sua mãe pediu pra você ligar pra ela. Eu falei, o que aconteceu? Porque ela já sabe, né? Só fala comigo se for alguma emergência. Ela falou, não, é que o Zaque bateu a cabeça e vai ter que ir pro hospital. Aí eu, tá, não, tá bom, deixa eu só entender. Porque eu não tenho problema com sangue. Com abertura de cabeça. Meu problema é bater a cabeça. O que aconteceu? Aí eu vou conversar. Como que ele bateu a cabeça? Dando um mortal de costas na piscina.
Não, pra você entender o nível do livramento... É, não. Foi um livramento que eu, assim... O que eu já falei não é pra dar mortal na piscina, gente! Ah, essa coisa de ter menino é um negócio...
É, e aí ele caiu, assim, foi muito, foram anjos, com certeza. Porque ele bateu, ele caiu meio torto, aí bateu primeiro o ombro, braço e depois a cabeça. Só que como a cabeça é muito fina e bateu na quininha, aí ela abriu. Mas se ele tivesse caído primeiro de cabeça, aí assim, tragédia, tragédia, tragédia.
E aí eu lembro que a Letícia falou, aí eu fui, fiz o FaceTime, vi como ele tava, orei com ele, cancelei tudo. Eu falei, Letícia, vai lá e vai ajudar a minha mãe no hospital, eu vou seguir e vou pregar. E pregou? Só preguei. Não, mais ainda. E o que você faz essa... Porque assim, óbvio, você é mãe, você tá preocupada. Mas tem uma chavinha, alguma coisa assim? Eu olhei e falei, cara, não tem o que eu fazer, eu tô vendo que ele tá bem, eu já orei, ele vai ter que ir pro hospital.
Comigo ou com minha mãe. Acabou que ele foi com a minha irmã, que minha mãe ficou com as outras crianças, que estavam as primas todas. E aí, só que eu fiz mais do que isso, porque na noite anterior eu não tinha dormido direito. Aí eu fui pra casa e falei, Leia, é o seguinte, eu vou deitar, eu vou dormir.
Porque eu preciso descansar antes de pregar o próximo culto. Mas qualquer coisa, né? Você me fala. Eu fui e consegui dormir bem pouquinho. Porque tava bem assim com as coisas do dia. Mas eu olhei e falei, cara, eu consegui dormir. Sendo que uma pessoa que não é nem família de sangue, né? Foi até lá pra ajudar. Porque ela ia buscá-lo no hospital.
Pra trazê-lo pra mim. Porque ele tinha que fazer todos os exames. Só que eu falei, cara, se eu conseguir dormir, é porque eu descanso. E existe um lugar na maternidade que é muito importante. Que é descansar em Deus. O Zach não é meu. Eu aprendi isso, acho que da pior forma, quando ele nasceu e foi direto pra UTI. Sim. Mas quando ele chegou na UTI, eu lembro que eu, ajoelhada no vaso do meu quarto, assim, ajoelhada assim com as mãos em cima chorando. E eu falando, Deus.
Tira minha vida, mas deixa dele. Eu comecei a entender muito do amor de Deus. Por isso que o pai enviou o filho, né? Porque com certeza ele preferiria ter se entregado. E eu lembro de eu orando e ele falou assim, nem se alinha muito com a Bíblia, mas assim, o meu coração está falando, se possível, Senhor, salva o Isaac e me leva. Claro que isso não existe, infelizmente, né? Mas foi um processo que eu e Teófilo, a gente entrou.
de ele não é nosso. Ele não é nosso e não tem o que a gente possa fazer. Ele saiu, não tem. A mãe e o pai não conseguem garantir nada. A gente pode dar uma comida saudável, a gente pode fazer uma rotina de sono, mas eu não vou garantir que ele vai reter todos os nutrientes, eu não consigo garantir mais nada além disso. Eu não vou garantir também que ele vai dormir bem. E quando ele estava na UTI, que foi assim, vale da sombra da morte pra gente.
Hoje a gente lembra, mas até como um testemunho e uma história, mas quando eu vou pra acessar, eu falo, cara, eu lembro das conversas que a gente teve. E a maternidade, ela te leva pra esse lugar de entender que se você não entregar, aí você fica doida. Eu acho que você fica doida. E as pessoas falaram comigo até desse dia que eu preguei, como assim você conseguiu pregar? Eu falei...
Eu não tinha o que fazer. E já entrou num lugar também de tanta entrega. É. Pra Deus, assim, de confiança. E assim, se eu tivesse algo pra fazer, poderia até fazer. Mas eu não tinha o que fazer naquele momento. Ele ia pro hospital pra fazer os exames, pra costurar a cabeça. E depois ele ia chegar em mim. Sim. E quando ele chegou, ele veio direto ali no fim do culto. Eu orei com ele e tal. E ele tava bem. Mas...
A mãe desesperada e que quer fazer tudo, que aí já entra no lugar até de quem tá no trono da nossa vida, né? É a gente, né? Aí ela vai ficando doida. E ela vai sendo consumida pela maternidade. Eu acho que uma das coisas que a maternidade me trouxe muito foi esse lugar de entregar o controle, porque nós...
Antes eu tinha um controle de tudo. A hora que eu acordo, a hora que eu durmo, a hora que eu tomo banho, que eu lavo o cabelo, que eu faço a minha... Meu babyliss, aí eu tenho tempo pra isso. Então eu acordo uma hora antes e tal. Hoje em dia eu não tenho um controle mais de nada. Se a Maria quiser acordar dez vezes na noite, ela acorda. E se ela quiser dar cambalhão, ela dá, entendeu? Eu tenho que...
Ok, então. Eu lembro quando eu voltei a ministrar, quando ela fez três meses, eu fui pra uma turnê do Fornalha. A gente ficou 20 dias na estrada, cada dia numa cidade, e eu falei, cara, eu vou abraçar a maternidade com leveza, porque se não fizer isso...
Não vou fazer mais nada, entendeu? Mais. E eu lembro que Deus falou, então abraço com leveza. Porque eu não sou a pessoa mais leve. Não era, né? Eu acho que a maternidade me trouxe essa leveza. Tá trazendo, né? Acho que ao longo do tempo vai trazer mais. Mas eu falei, não, é, nada mais. Mas eu fui entendendo, Deus foi trazendo essa leveza tão grande pra mim, assim.
Não deu certo? Tudo bem. Ai, fez cocô de roupa? Ai, tudo bem. Porque isso já me incomodou. Ai, sujou a roupa. No começo... É um bebê que suja a roupa. Tá tudo bem. E eu lembro que o meu controle foi indo embora. E hoje, ao invés de um ano, eu sei que ainda tem muitos anos pra aprender. Mas com um ano, eu falo, nossa, quanta coisa Deus transformou dentro de mim.
De ser mais leve, de ser uma pessoa mais confiante. De ser uma pessoa em Deus, assim. De realmente entregar e confiar. Acho que desde a gestação, que eu também quase perdi a Maria. Que foi o momento que eu falei que foi isso. Que a gente falou, Deus, a gente entrega a Maria. Aí, tua. Não tem o que eu fazer aqui. De falar, ah, posso tentar fazer a cirurgia. Mas nada é 100% de certeza que vai acontecer. Então, eu falei, ah, não tem como a gente controlar nada.
A gente falava, não tem. A gente tá entregando tudo, a gente tá entregando. Aí, eu ficava lá no hospital cantando, não tenho.
Por que que eu fui escrever essa música? Nossa, amiga, você, exatamente. Porque realmente, esse lugar de entrega, assim, total, mas... Muito bom. É, né? E eu acho que essa parte do sacrifício, eu acho que é uma das partes... É, eu acho que é uma das maiores. Você tá falando com uma amiga minha, acabou de ter sete dias de vida, o filho dela e eu não tá, tá, mas o que que eu faço? Pelo amor de Deus, ele não dorme, ele chora a noite inteira.
Eu falei, respira, respira. Primeira coisa. Primeiramente, respira. E meu peito, não sei o que eu falei.
Calma, vai dar tudo certo. Acho que tem que ter um... Também a maternidade... A gente tem falando de coisas difíceis, mas tem muitas coisas... Acho que a maternidade é maravilhosa, né? Tem muitas coisas... Melhor coisa que tem. Eu acho incrível. É que eu... Assim, talvez meus pais tenham me ensinado assim e seja mais fácil. Eu aprendi...
A abraçar, saber que a vida é difícil, que a vida é trabalho. Sim. Então, se você já pressupõe, não, vai dar trabalho, vai custar, vai ser difícil, mas também vai passar. É. Eu lembro até os primeiros conselhos que eu ouvia de vai passar, a primeira reação era tipo...
Fica quieta. É, não fala isso. Só que hoje eu aprendi a dar esse conselho da melhor forma. Que eu acho que... Como vai? É, não, é que eu viro pra pessoa e falo assim, cara, eu vou te falar isso. Mas é pra te dar esperança. É pra você ter certeza de que vai passar e vai melhorar. Então, foca nesse lugar de que vai passar. Não é tipo, ah, querida, vai passar, vai dar tudo certo. Não, isso não vai me ajudar. Sim. Agora eu entender, tá bom.
Então, respira. Porque em algum momento ela vai parar de acordar à noite. Sim. Respira.
Porque em algum momento o peito vai parar de sangrar na amamentação. Sim, é. Seja parando de amamentar ou seja melhorando. Respira, porque em algum momento essa fase vai passar. E vai chegar outra, que também vai passar. E vai chegar outra, que também vai passar. Acho que esse lugar de... Esse poder do vai passar... Não o... Ah, deixa que o tempo cura. Não, porque o tempo não cura nada, inclusive, né? O tempo só vai aumentar as coisas. Mas o vai passar a fase. Então, o que eu posso fazer pra deixar essa fase...
mais leve, nesse momento mais leve. Então, quando eu, por exemplo, quando o Zaque nasceu, eu continuei com a vida. Daí ele, nossa, ele tava assim, nossa, chato, chorando, irritado. Aí eu chamei duas mães e falei, olha, eu tô ficando doida, vem aqui pra casa. Eu só preciso de um tempo. Aí elas duas foram lá pra casa e uma delas falou assim, põe uma meia no pé desse menino. Daí eu olhei, e era janeiro, tá? Ele nasceu em janeiro, janeiro, fevereiro. Frio não tava.
Aí eu, uma meia? Tá bom. Aí eu pus a meia. O menino não dormiu? Ai, não. Ele dormiu assim? Eu falei, mas que é isso aqui, gente?
Uma das melhores coisas da maternidade é ter amigas-mães. Porque, olha, não vou falar com isso. Pode ser que a meia não funcione pra uma criança. Mas eu lembro de eu parar e falar assim, eu tô... não tá legal. Eu não tô bem, eu tô precisando de gente. Liguei pra elas. Elas foram, mudaram os planos delas. Foram lá pra casa. Aí ela deu essa dica da meia. O neném começou a dormir. Eu tive um... tipo assim, deve ter sido umas duas, três horas com elas que...
Me acalmaram e eu falei, vai passar. Vai melhorar. E aí até pra essa sua amiga aí, que tá, né? O que que eu faço? Vai. Dorme com a criança. Eu não sei se a criança tá dormindo no peito ou não, né? Tá. Ah, então tá? Ótimo. Vai, vai. Sabe, o que você mais precisa agora é dormir. Então, dorme com a criança. Sim. Porque o Zaque não dormia longe. Ele dormia, eu deitava ele e ele acordava. Eu falava, hoje eu preciso dormir. Aí eu colocava ele pra mamar e dormia. Assim, aí ele dormia três horas. Eu falava, cara.
Aí sim, né? Vale a pena. Vale a pena. Então são essas adaptações. Faz muita resiliência, né? E a flexibilidade. Isso que você falou de perder o controle é muito importante. Até porque o controle é assim, é o diabo querendo reinar na nossa vida também, né? Porque se você tem o controle...
Deus não é o Deus da sua vida. Então, a gente precisa se destronar e permitir com que ele retome o trono. E aí, a gente abre mão do controle e deixa a flexibilidade. E aí, eu lembro que, por exemplo, o Isaac não estava indo muito bem. Aí, eu falei, vou colocar a estrutura. Eu passei umas duas semanas em casa. Isso nesses dois primeiros meses. Passei umas duas semanas em casa, colocando ordem nele.
depois eu voltei a sair e ele tava com o horário de uma soneca mais encaixadinho e aí eu fluí naquela estrutura que é o que eu faço até hoje eu tenho uma estrutura, eu sou extremamente general mas ao mesmo tempo, as pessoas falam que estão perto de mim você é totalmente previsível mas totalmente imprevisível porque tudo pode mudar do nada mas isso traz uma leveza que a minha mãe falou um dia pra mim Júnia
Se chupar chupeta e não chupar chupeta, não vai fazer diferença nenhuma no futuro. Se dormir com a mãe e não dormir com a mãe, não vai fazer diferença nenhuma no futuro. Se tiver na mamadeira, não vai fazer diferença nenhuma. Essas coisas são... Então não pode ser tipo, não pode ter chupeta. Tem que ter chupeta. Não pode dormir na cama da mãe. Tem que dormir no berço. Não pode dormir no berço. Tem que dormir na cama. Tipo, calma. O que que pra mãe naquele momento também encaixa melhor, né? É sentido, é.
E cada um tem uma realidade mesmo. É muito diferente. E esse negócio... A gente... Eu falava assim, ai, não duvido quando eu virar mãe. Então, eu vou começar a entender. Ah, por exemplo, a Maria, eu via que ela tava com uma tossezinha. Eu falava, não, eu já sei. É isso, isso, isso. Só que eu nunca... Não sabia disso antes. E realmente, a parada do Espírito Santo que ele faz com você e como ele fala com você.
das coisas que o seu filho precisa. E essa coisa da maternidade é uma chave que vira muito. Quando nasce, parece que realmente vira uma mãe. Quando já tá na sua barriga, você já virou mãe. Mas de fato, quando você tem que lidar com situações você vai vendo, cara, isso aqui é o melhor pro meu filho. Isso aqui é o que Deus tá falando pra mim. Isso aqui é o que eu sinto paz de fazer. Eu lembro que antes de falar com os médicos, eu já falava, eu acho que eu sinto isso.
Mas aí eu já falava com uma médica, eu falava, não, é isso mesmo. Eu falava, nossa! Nossa! Ficou assim, né?
realmente mudou alguma coisa. Mas... É, mas é doideira, assim, esse processo de começo de maternidade, né? Mas é... Hoje eu olho pra Maria e falo, se eu pudesse, tinha dormido mais com ela, sabe? Porque, ai, agora não quer mais também, que ela... A gente fica assim, ai, tira do colo, quero ir pro meu berço já. Não gosto de ficar apertada. Fica querendo sair eu. Fica querendo. Eu acho que até é uma tendência do primeiro filho que a gente...
A gente fica, às vezes, presa a algumas expectativas, algumas regras. Sim. E a gente se ingessa. Eu lembro, mãe, te amo, tá? Mas a minha mãe falando assim, pode tirar essa criança do colo. Ela passou assim, os primeiros dias, foi a primeira semana, não sei se chegou a uma semana, depois ela teve que voar, que a minha irmã foi ter uma neném, que estava em risco de parto prematuro, e foi prematuro mesmo, mas lá no Líbano. Então, minha mãe teve que ajudar a minha irmã. E foi a melhor coisa, até.
Não de não ter a minha mãe, mas de ter que me descobrir sem ajuda. Que a mãe é uma benção, né? Mas eu fui jogada direto, ele saiu da UTI, minha mãe já teve que ir. Então foi coisa assim de uns 3, 4 dias. Mas eu lembro dela falando isso esse dia. Tira essa criança do colo, põe no berço. E assim, sim, pode ser. Mas ao mesmo tempo, por quê? Se eu quiser, né? E se tiver...
bom pra mim. Eu lembro que uma amiga minha me ensinou muito, ela falou ela fazia tudo o oposto do que eu fazia. Ela era daquelas que livre demanda, no colo o tempo todo mas aí chegou uma hora que ela começou a ficar cansada e aí eu falei, né? Falei, ó fulana. Eu já falei dela aqui e ela já... Mas eu falei, né você tem que ver o que tá funcionando e ela falou, meu pai olhou pra mim e viu, magra com os olhos fundos e ele falou
essa criança tem que sair do peito, você tem que deixar essa criança no berço. E ela falou, pai, você tá certo. Porque não tava já fazendo bem pra ela. Eu lembro até quando eu desmamei, que foi na viagem de Israel. Foi quando realmente eu também tava, gente, acho que eu cheguei no meu limite. E é isso. E foi o que eu senti paz também de fazer. E a viagem veio na hora certa também. Eu tava precisando receber de Deus. Falei, ai, eu tô com...
O meu tanque tá um pouco vazio aqui. Inclusive, deixa eu fazer uma pausa aqui, porque...
A parte 2 vai entrar daqui a pouco, então eu vou deixar vocês com curiosidade. Vamos deixar eles com curiosidade? A gente segue isso daqui? Sim, a gente vai para coisas ainda mais profundas aqui. Mas segura essa história de Israel e essa questão da mãe e o específico para mãe e para criança.
vem na parte 2 semana que vem mas a gente tem que dar algum aviso antes de finalizar é do Durham's Club você quer fazer parte do Durham's Club? já tem um lugar onde eles podem entrar no Durham's Club? tem, vai ficar o link aqui embaixo então clica aí, o que é o Durham's Club Ju? olha, antes era aquela caixinha com os livros que chegava, agora ela é mais especial isso, o Book Club
Ela vem com capas especiais, então livros que passam por uma curadoria pra chegar na sua casa. É muito bom isso. Mas além disso, tem uma plataforma onde a gente vai ter acesso a aulas com professores do Dunamis. Aqui, ó. Mas aula com a galera, vai ter acesso também a conferências, a muitas coisas exclusivas que acontecem nessa plataforma pra quem faz parte dessa tribo. Muito, muito bom.
eu tô no Durham's Club eu ia falar Book Club, Book também que vai ter vários livros lá pra você ler, e você que não lê também, eu sempre falo isso, quando começou a chegar a caixinha em casa, eu falei, nossa, fazia tempo que eu não lia a Maria nasceu, nossa eu comecei a ler de novo, eu falei, ah, ler até uns livros repetidos que eu não li há muito tempo atrás foi muito bom pra mim, então
pode criar novos hábitos quando a gente tá ficando burro do cérebro porque a gente tá lendo muita legenda de Instagram essas coisas, que emburrece mesmo, gente limita, a gente precisa voltar a ler livro, a gente nunca deveria ter parado mas a gente precisa voltar a ler livro, porque isso vai te capacitar e te edificar e equipar muito, né? ao invés de você ficar vendo os vídeos do Instagram, vai ver os cursos que tem lá, as aulas que tem lá no Durham's Club, então clica aqui e já é isso
E semana que vem, então, estaremos aqui. Parte 2. Segura essa história de Israel. Tchau.
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