As opções feitas pelos eleitores na disputa pela presidência indicam que o brasileiro, em certa medida, é tolerante com a corrupção, o que é preocupante, afirma o procurador de Justiça Roberto Livianu. Presidente do Instituto Não Aceito Corrupção, ele acrescenta que os erros recorrentes da Justiça brasileira colaboram com a sensação de impunidade.
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