Episode 219: Roteiros de viagem: experiências vividas no Japão
No podcast Roteiro de Viagem para o Japão, falamos sobre o clima, as gorjetas, as tatuagens, os custos de viagem, o planejamento, estações de ski, a logistica e o choque cultural.
Neste primeiro episódio do Japão falamos sobre o que não pode faltar na sua viagem! Acompanhe!
Para roteiros personalizados, planejamento e agencia de viagem, entre em contato maripelomundo@gmail.com
Episódio novo no ar! Salva, compartilha e vem planejar sua aventura sem erro. Quem tá indo pro Japão?
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- Planejamento de ViagemDocumentação necessária · Melhores épocas para visitar · Golden Week
- Choque cultural no JapãoExperiência de descendentes de japoneses · Comportamento e etiqueta
- Transporte no JapãoTransporte público · Etiqueta no transporte
- Estações de esqui no JapãoExperiência de esqui · Hokkaido
Olá, ouvintes do Mari pelo Mundo, sejam bem-vindos a mais um podcast de viagens. Eu hoje estou aqui com a Mari e a gente vai falar sobre um destino que está encantando os brasileiros cada vez mais. A gente sempre teve curiosidade de conhecer, mas parece que está mais próximo. E a Mari esteve no Japão este ano e a gente vai conversar sobre o Japão e essa linda viagem.
Tudo bom, Mari? Tudo bom, Andrea. Eu acho que o Japão sempre foi um destino que encantou os brasileiros, porém era um destino muito caro. Então, na verdade, agora os brasileiros estão conseguindo ir com mais frequência e quem está conseguindo se preparar.
financeiramente para conhecer o país, está conseguindo ter esse acesso. É um destino que traz muito contraste, principalmente na parte cultural. O choque cultural, que é uma das coisas, você, respondendo essa pergunta, no seu lado portuguesa e no seu lado japonesa, o choque é muito grande? Mas é até interessante porque eu fui com a minha filha. Eu tive muito contato com a minha avó japonesa.
Então, quando a gente chegou lá, porque a gente fez essa viagem em família, quando eu cheguei, a gente se identificou muito com todo mundo, com os idosos, com os mais novos, minhas primas também são japonesas, são mestiças.
Então, assim, eu não tive esse choque cultural. Mas a minha filha, que já cresceu em São Paulo, nasceu em São Paulo, cresceu em São Paulo, adolescente em São Paulo, ela teve um pouco esse choque cultural, ela não conviveu com os meus avós.
Então, para ela, sim. Apesar de ela ser descendente de japonês, ela teve um choque cultural, ela vê o Japão com outros olhos. Então, eu imagino que quem não seja descendente ou quem não tenha muito contato...
mesmo porque aqui em São Paulo muita gente tem contato com japonês a gente tem a primeira maior colônia japonesa fora do Japão tem gente que tem um círculo de amizade de japoneses imensa então assim, tem muito contato mas quem não tem, eu acho que sim, é inevitável esse choque cultural mesmo porque eles são já começa pela estatura pelos cabelos pela forma de se vestir a parte cultural, é toda diferente né
E é uma viagem que precisa de planejamento, não só pela distância, pela diferença cultural, mas documentação. Vamos contar aqui um pouquinho da tua experiência com relação à preparação e dificuldades e facilidades e como arrumar parte da documentação. O que a gente precisa como brasileiro para ir para o Japão? Visto obrigatório? O visto no momento que a gente está gravando esse podcast, ele não é obrigatório para brasileiros, assim como o visto para a China também não é, mas...
documentação é aquilo, a gente tem que estar sempre acompanhando, consultando os sites oficiais, consultando as agências, porque ela muda dia a dia, né? Então, até o momento, o visto não é necessário, então facilita muito a viagem. Para a China também, então a gente vê se a quantidade de...
de turistas brasileiros na China também, em parte é pela facilitação dos trâmites burocráticos. Agora o planejamento, super importante, claro que você pode ir sem planejar, reservar tudo lá na hora, mas é assim, é um perrengue atrás do outro, que eu acho que é justamente isso que a gente quer evitar quando a gente...
pesquisa sobre viagens, roteiros, pesquisa uma assessoria, um roteiro personalizado, uma agência, justamente evitar isso tudo. E dependendo da época, que é super importante, o Japão tem algumas épocas de altíssima temporada, que é a Golden Week, que é as cerejeiras, ali em abril e maio.
E nessa hora não dá para falar, vou reservar lá na hora, porque não tem. Se tiver, é um preço caríssimo, então não dá. Então o planejamento, principalmente para a altíssima temporada, é muito necessário. E aí tem as outras épocas que tem baixa temporada, média estação e tudo. Mas claro, reservando com antecedência, os valores são bem melhores. Então quanto mais...
Se planejar mais, você vai ter a segurança de não ter problema lá na hora, você vai conseguir pegar os melhores lugares em trem, em atrações, vai conseguir pegar os hotéis com o melhor preço, com mais opções. Então, o planejamento é super importante nesse sentido também.
E com relação, você falou da melhor época, né? A gente tem a parte das xerejeiras, que eu acho que é uma coisa que todo mundo tem curiosidade, as fotos são maravilhosas. Qual é a melhor época para você ir ao Japão? Ou quais são as grandes diferenças que eu acho que viajar, na verdade, para qualquer lugar é em qualquer época, época que você pode. Mas quais são as grandes diferenças, os principais destaques de você viajar, por exemplo, na primavera ou no inverno?
A primavera tem as cerejeiras, que eu acho que é aquela imagem que todo mundo tem na cabeça de ver as paisagens japonesas com as flores abertas e tudo mais. É uma época com muita gente, é alta temporada e quem tem problema com pó, de repente não seja a melhor época. Então, a melhor época é a melhor época para você, não é a melhor época para o Japão.
Verão, tem gente que ama o calorão, tem gente que não suporta, passa mal. Então assim, ir no altíssimo verão japonês é uma época que talvez você não se sinta bem. E no inverno, depende, tem gente que detesta, tem gente que quer esquiar. Então também é uma melhor época para algumas atividades específicas. E tem a meia temporada ali, setembro, outubro, novembro.
que tem várias atividades e atrações e não é nem o friozão, nem o calorão e nem a altíssima temporada. Então, assim, várias épocas é uma questão ali de organizar de acordo com o seu perfil, mas realmente até os japoneses falam que no pico do verão não é o período ideal para fazer turismo.
E falando um pouquinho mais do inverno, porque você foi no inverno, você esteve lá em janeiro, e a gente tem visto muitas estações de esqui, alguns hotéis novos, algumas inaugurações que aconteceram nos últimos anos. Como é que é essa experiência de ir para o Japão para a esquiagem? Ai, a famosa neve powder.
todo mundo fala de powder, eu não sou esquiadora, eu sou esquiadora amadora, que provavelmente vou ser, como dizem, o profissional amador o resto da vida. Então eu esquio mal, o grupo que eu fui, de família, alguns esquiavam melhor, outros pior, e então o nosso objetivo não era ir para uma mega estação de esqui, mas claro que o Hokkaido...
super famoso, Saporu e tudo, é um sonho ir, espero ir em breve, mas tem muita estação pequena ao redor de Tóquio e tem algumas muito legais, como essa que eu fui, a gente fez o post no blog e vale a pena lá conferir porque é uma estação que é próxima, tem um ótimo custo-benefício, maravilhoso. E a neve realmente é diferente, a gente experimentou a neve de Vale Nevado.
e dos Alpes da França e é uma neve diferente. Mas o Hokkaido na semana que eu fui estava tendo uma nevasca, então também não estava propício para esquiar. E na estação perto de Tóquio estava. Então assim, clima é isso, né? A gente se planeja e nem sempre dá super certo, mas a neve famosa ali é na parte norte.
que chega até 20, 30 graus, abaixo de zero. E ou ali ao redor de Toco, que tem muita opção. Então, assim, não precisa necessariamente ir para longe para ter acesso às estações. Tem muita estação de esquina. E é super legal, vale a pena. Vamos falar um pouquinho sobre cultura, etiqueta e gastronomia no Japão. Primeira pergunta é, dá para se virar só falando inglês ou com os aplicativos de tradução, placas, indicações? Como é que é?
Eu vou ser bem sincera, eu ficava muito tempo no Google Maps para me locomover, então eu não tinha paciência para ficar usando o tradutor. E aí eu ia na Mímica e eles são muito rápidos e muito solícitos, então você fala, era o Sumi-Masen, que é tipo, com licença, né?
E aí manda bala no gesto, no inglês e tudo, mas assim, eles são muito rápidos. Então, se você tá numa estação e faz um sinal, assim, tipo de saída ou fala exit.
Eles logo entendem que você está buscando a saída e, às vezes, dependendo da pessoa, abre um mapa e te mostra a saída. Então, é muito rápido e nenhum fala assim, ah, não entendi, ah, não sei o que você quer ou estou culpado. Então, te dá uma sensação de acolhimento e de que tudo funciona. Você não fica com aquela, ai meu Deus, vou ter que perguntar, vai dar tudo errado, não vai ser legal.
Não, mas é realmente essa educação de resolver o seu problema o mais rápido possível. E isso flui, porque aí no fim você não se perde nos lugares, se você se perde é muito rápido achar alguém para te ajudar.
A comunicação, assim, claro, se você quer conversar com alguém, ter um papo cabeça ali, aí precisa de um tradutor. Mas se é assim, coisas básicas, nem isso precisa, porque eles são muito rápidos. E aí, claro, dá para usar o Google Translator ali para o menu, para saber o que tem no prato e tudo.
Que aí a gente até pode falar de gastronomia, já puxando esse gancho. Então, já puxando o gancho da gastronomia, dá para comer bem no Japão? É só peixe, sushi, sashimi? Comida japonesa que a gente tem aqui é igual a comida japonesa do Japão? Ou é muito diferente?
Ah, depende, porque aqui no Brasil a gente tem a comida tipo japonesa e a comida japonesa. Se você for num restaurante japonês, aí a comida é muito parecida com a comida japonesa de lá. Se você for num restaurante tipo japonês, aí a comida é muito diferente. E aqui a gente tem muito em shopping, assim, tipo japonês, aquela coisa assim, mais adaptada ao gosto do brasileiro, então lá não tem.
Eu, minha filha, vegetariana. A minha irmã com alergia a frutos do mar. Então, assim, a gente tinha uma variedade de questões ali no grupo, mas a gente não teve problema em nenhum momento. Os cardápios, assim, são variados, as conveniências têm de tudo. É óbvio que se você for no Michelin, que tem um cardápio super limitado, feito pelo chefe naquele dia, provavelmente você vai ter alguma questão. Mas se você for nos...
nos restaurantes de família, comendo maior, não, não tem problema. Tem muita gente vegetariana lá também. Ou tem muita opção vegetariana misturada no cardápio de carnes e peixes. E o Japão é um lugar muito caro ainda?
Não, o câmbio está maravilhoso, né? Caro foi voltar via Europa. A escala ali em Roma foi sofrida, porque aí você percebe como a Europa é cara para a gente. E lá está ok, lá estão os preços daqui. Claro que se for num hotel cinco estrelas, mesmo assim tem o preço de um hotel cinco estrelas daqui, da Europa. Mas a comida, a alimentação, o transporte...
Fora que, assim, tem lugar que o transporte, para ser bom, precisa ser um privativo maravilhoso. E lá o transporte público funciona. Então, assim, às vezes não necessariamente você precisa de um privativo. Mas quando você precisa de um privativo, ele é um pouco mais caro que o daqui. Porém, ele tem uma qualidade superior. A gente entrava nas vans de transfer, parecia que você ia para a lua, assim, de tanto...
tanto luxo ali que tinha numa van para um transfer privativo para o aeroporto, e valia muito a pena pagar, então assim, tem, eu acho que tem pontos que, ok, o transporte público funciona, mas você está ali para isso, não, você está ali para se divertir, passear, otimizar, então vale a pena contratar transfer privado, vale a pena...
já deixar os ingressos resolvidos, vale a pena um bom hotel também para você desfrutar, porque não é só para dormir, você também vai desfrutar o hotel, as refeições no hotel, toda a parte ali de lazer, então acho que vale a pena justamente porque o câmbio está mais favorável fazer uma viagem com mais conforto.
E você falou do transporte, mas aí eu tenho uma pergunta que vai também de algumas coisas que a gente ouve do transporte, mas de etiqueta básica, né? A gente ouve muito que os japoneses são muito quietos na rua, tudo muito silencioso. Dentro do transporte público ninguém fala alto, aliás, raramente falam.
E aí eu queria te perguntar, é isso mesmo, Colla, assim, como é que você sentiu essa parte do comportamento deles? É tudo muito mais quieto mesmo, é tudo muito mais limpo, é tudo muito mais tranquilo do que o nosso jeito de ser aqui? E o que você não deve fazer, por exemplo, estando no Japão e que é muito característico do brasileiro?
Eu acho que é super importante, antes de viajar, entender para onde a gente está indo. Seja para Dubai, que tem também as questões culturais e religiosas, seja para o Japão, que tem muita questão cultural, para todo lugar, até para os Estados Unidos, Europa. Eu acho que é importante entender um pouco o básico da cultura, para a gente não ficar cometendo muito agafe.
e no Japão principalmente, eles têm essa cultura muito de não atrapalhar e não entrar no espaço do outro. Então, eles não vão falar alto no trem para não incomodar quem está do lado. Então, o ideal é que você também não fale alto para não incomodar ele. Eles não vão comer no trem.
É uma comida que tenha um cheiro, que ela vai se espalhar. Então, assim, eles pensam muito no outro. E é nesse sentido que eles são silenciosos. No trânsito, eles não buzinam para qualquer coisa.
não tem ninguém que te esbarra, ninguém que passa na tua frente. E aí isso faz muita diferença, porque no fim do dia você não tá cansado de lutar com essas pequenas coisinhas do dia e nem com o ruído, essa poluição sonora, fora que os transportes são mais...
tecnológicos também, né, não tem esse ruído todo, mas eles são mais calmos, então é bem bacana, porque aí no fim você se sente confortável, se sente mais tranquilo também passeando, não faz falta alguém gritando do teu lado e tal.
Mas é cultural, né? Aí você volta pro Brasil e você gosta que tá todo mundo aí fazendo barulho e tal. Não é que você chega aqui e fala todo mundo tem que ficar quietinho. Acho que é da cultura de cada um, tá? Com certeza. Aí cada lugar é diferente. E eu também acho que é bem legal e muito importante você entender. E acho que faz parte da viagem. Você vivenciar essa diferença. Se adaptar.
no lugar que você está, não porque uma é certa e a outra é errada, mas porque ela é característica do lugar, seja onde for. E a gente tem que se adaptar, porque assim, isso ficou bem nítido na viagem, tinha um farol, um semáforo, a 200 metros, você quer cruzar a rua aqui, não está passando ninguém, está de noite, não tem uma alma, você quer atravessar a rua, aí você começa, não vou atravessar, vou ter que...
até aquele semáforo, vou ter que esperar ele abrir e atravessar. Então, assim, tem coisas que não tem jeito. Aí tinha uma hora que a gente falava, gente, eu vou demorar 10 minutos para chegar ali do outro lado, porque eu vou ter que ir até o farol, vou ter que esperar o farol abrir, vou ter que atravessar. Então, assim, você tem que se programar para ter uma paciência e um planejamento maior.
Porque aqui a gente vê, assim, uma corridinha ali, e já resolveu. E lá não, né? Então, assim, são essas coisas culturais que quando a gente volta pro Brasil a gente até gosta. E é verdade que você não pode dar gorjeta no Japão?
Eles se sentem um pouco ofendidos, assim, quando tem a taxa de serviço, alguma coisa assim já tá incluída, mas assim, dinheiro na mão eles não gostam e é cultural também, tanto que nas lojas de conveniência, todo lugar que você vai pagar, você não dá o dinheiro direto na mão deles, você sempre põe numa...
numa bandejinha e eles vão te devolver o troco nessa bandejinha. Então, essa questão com dinheiro, eles tratam de forma diferente, né? Então, a gorjeta que a gente tá acostumado, assim, fez um serviço, dá uma gorjeta, foi num restaurante, dá uma gorjeta, não, não tem.
e eu posso usar minha tatuagem em lugar público? não que eu tenha tatuagem eu não tenho, particularmente mas essa é uma questão que a gente sabe que eu tenho um amigo que tem uma tatuagem gigantesca na perna, se ele botar o short acho que não tem nem como, mas ele pode? por exemplo? não, então, mas aqui o Japão tem a questão das tatuagens, né? porque eles são a tatuagem pra eles marca muito mas isso aí mas isso aí
alguma característica, né? Então, tem essa questão da tatuagem e é uma dúvida, tanto que a gente tá colocando aqui, porque é uma dúvida recorrente. E o que que acontece? Eles vão muito nos onsen, que são aqueles banhos termais no fim do dia. Então, é super cultural, o pessoal sai do trabalho, vai no onsen, vai esquiar, vai para um onsen, tá ali turistando, tem um onsen no hotel. Então, você tem que tirar toda a roupa e a tatuagem fica muito mais aparente.
Então tem lugar muito tradicional que realmente não aceita quem tem tatuagem para entrar nesses onsen. Claro, você está andando na rua, não tem nada a ver. É mais esses lugares onde a tatuagem fica exposta. Então assim, já tem alguns onsen que são mais voltados para turista ou que já colocam lá. Tatuagem, ok.
E tem lugares que são mais tradicionais, que aí realmente não dá para você falar, ah, eu quero entrar mesmo assim, ou se você for, provavelmente eles vão falar que você não pode ir, porque eles seguem as regras ali da casa. Então, é mais uma questão de consultar antes. Tem vários que agora já colocam, por causa dos turistas, já colocam permitido com tatuagem, não permitido, essas coisas que facilitam.
Uma outra curiosidade, até porque a gente tem um cliente que vai levar o filho para o Japão, porque ele gosta muito de anime. Como é que é essa cultura geek, essa questão com o anime no Japão, para quem está turistando, para quem está conhecendo? E você sentiu muita gente, muito turista, que também tem essa curiosidade de conhecer o Japão por causa desse lado?
Ai, eu acho que muita gente. E tem gente que fala japonês por causa dos animes. Tem gente que lê japonês por causa dos animes. E é o paraíso lá dos animes. E lá em Tóquio tem o Akihabara, que é todo... O meu sobrinho, a hora que chegou, ele não quis ir pra Disney. Porque ele queria ir pra Akihabara.
E aí ele queria entrar em todas as lojas e comprar os livros, e comprar tudo que ele via, que ele já tinha planejado fazer isso. Mas não só em Akihabara, em vários bairros tem algumas lojas específicas, tem o Estúdio Ghibli, em Kyoto, tem vários pontos, não precisa necessariamente ir para Tóquio, porque tem muito lugar que dá para...
Dá pra ir nas livrarias especializadas, dá pra ir nos lugares, mas assim, quem gosta realmente faz até mais sentido do que ir numa Disney. Porque a Disney você pode ir pra Miami, Holanda, Paris que seja, mas no Japão o anime tá por todo lado. Eu tenho mais um monte de curiosidade, mas acho que a gente faz uma segunda...
rodada com perguntas, respostas e se alguém tiver mais alguma curiosidade alguma outra coisa pra perguntar, também pode mandar pra gente e a gente inclui no próximo e pra terminar Mari, vamos fazer um bate-bola aqui, perguntas rápidas, respostas rápidas sobre o Japão melhor época pra ver as flores que é a temporada das cerejeiras e internet na rua, é fácil?
Eu recomendo já sair do Brasil com a internet, a gente recomenda o meu chip e alguns outros chips, mas eu acho que tem que sair daqui, porque chegar lá e resolver isso é complicado. Um lugar imperdível no Japão que seja mais fora do óbvio? Acho que é Okinawa, mas tem época específica para ir, que é uma cidade de verão. A Hakone não é tão fora do óbvio, mas é uma cidade linda.
Nara, que todo mundo normalmente faz um bate e volta, eu acho que é uma cidade tão tranquila e com cerros, que eu acho que vale a pena ficar um pouquinho mais. Quantos dias para ficar no Japão? Olha, mínimo 10. A viagem aqui do Brasil já consome dias e de volta, então mínimo 10 para conseguir fazer a cidade, senão vai se arrepender. Obrigada, Mari.
Gente, agradeço a atenção. Se você gostou do nosso conteúdo, curta, compartilha, divide as informações, manda mensagem para a gente das suas curiosidades, das suas observações, e a gente vai tentar trazer mais informações por aqui.