Rebatida Podcast 388 - O fim da dinastia dos Astros, o fiasco dos Giants e Star Wars Day
Diga lá, fã de baseball!
O Houston Astros, time que já dominou a AL West (e, por que não dizer, toda a liga americana), hoje amarga a lanterna da sua divisão. Com a lesão de Carlos Correa, as expectativas diminuíram ainda mais para a temporada. Será o fim do domínio do time do Texas? Pelos lados da Califórnia, o cenário também não é muito inspirador para o San Francisco Giants, último colocado na NL West.
Mas nem só de tristezas vive o beisebol! Day 4 de maio é "comemorado" o Star Wars Day e a MLB sempre traz alguma coisa interessante! Guilherme Mitre (@rayscastbrasil), Matheus Pinho (@matheusppinho) e Guilherme Martins escolheram seus jogadores/managers que lembram personagens clássicos de uma das maiores franquias do cinema. Vale conferir!
E, claro, escolhemos as melhores séries para o seu final de semana ficar bem servido do melhor do esporte!
É só dar o play, aumentar o volume e relaxar...
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- Fim da Dinastia AstrosLesão de Carlos Correa · Temporada 2026 do Astros · Fim de ciclo da equipe · Reconstrução da franquia · Novas forças na AL West
- New York Giants· EsportesPior início de temporada da história · Problemas no ataque · Desempenho de jogadores chave · Estratégia de reconstrução · Tony Vitello (manager)
- Dia de Star WarsParalelos entre personagens e jogadores · Palpatine (Wilson Contreras) · Darth Vader (Rossell Tuff) · Luke Skywalker (Freddie Freeman) · Leia Organa (Mike Trout) · Palpatine (Aaron Boone) · Darth Vader (Dalton Rushing) · Luke Skywalker (José Ramirez) · Leia Organa (Tampa Bay Rays) · Palpatine (Sr. Crankowns) · Darth Vader (Bryce Harper) · Luke Skywalker (Aaron Judge) · Princesa Leia (Mookie Betts)
- Dica da SemanaBraves vs. Dodgers · Padres vs. Cardinals · Rockies vs. Athletics · Strider vs. Asak
- Alex Poatan no Yankee StadiumArremesso cerimonial · Promoção de luta no UFC
FM Network Mais uma rebatida forte E ela tá fora daqui Uau E ela de Shadell É Home Run Aquele abraço
Diga lá, fã de beisebol, chegamos de novo, sim, estamos no ar para o Rebatida, na sua edição de número 388. Vamos que vamos, hoje é dia 6 de maio, dois dias depois do dia 4 de maio, ou o May the 4th, como o...
Os norte-americanos costumam chamar o tão querido Star Wars Day, você que não pegou aí a referência, May the Force faz um trocadilho ali, meio que uma rima com o May the Force be with you, que é aquele lema máximo, o lema supremo dos Jedi no mundo de guerra.
nas estrelas, enfim, a Major League Baseball tem ali as suas ativações, né, é um dia que geralmente ela tem alguma celebração ali relacionada a isso, né, personagens em campo, gente ali fantasiada, entrega de brinde, enfim, tem de tudo um pouco, a gente vai trazer um pouco disso ao longo desse nosso maravilhoso programa de hoje, e eu sou...
o Guilherme Littre, né? Eu não sou nenhum Jedi, a gente tá aqui pra falar de beisebol mesmo, vamos aí trazer as notícias mais importantes da semana do mundo da MLB, então já vamos chamando de cara meu companheiro de bancada, o meu querido amigo Padawan, Matheus Pinho, Matheus Pinho a ML Central segue ali, né? Completamente aberta ainda ali, né? Indecisão total, né?
O Cubes, a gente pode falar que deu uma certa desgarrada nesses últimos dias, essa última semana em específico, abriu ali uma pequena vantagem em relação aos outros times. O Brewers acabou dando uma derrapada ali de leve. Tem gente que já está voltando de lesão, que eu sei. O Churio já está voltando. Eu acho que o Andrew Vaughn também. Não sei se está voltando ou se já voltou. As coisas estão em vias de melhorar para o seu lado. Uma boa noite, meu amigo.
Em clima de Star Wars, eu diria que a Enel Central, neste momento, é uma grande corrida de pods. Que pra quem assistiu o prequel, era aquela corrida que Anakin Skywalker, ainda antes de se tornar Darth Vader, corre ao lado de C3PO, né, C3PO, enfim. Eu diria que a Enel Central é basicamente uma corrida de pods em que só não tá permitida a trapaça. Porque de resto dá pra fazer de tudo um pouco. Muito boa noite, Guilherme. Muito boa noite, outro Guilherme. E é isso.
Hoje o programa vai estar deveras lúdico. Hoje o programa é para os nossos jovens padawans, que são cinéfilhos, né? Afinal, Star Wars é a melhor franquia da história. Lide com isso se você discorda, a sua opinião está errada. Então, pois é, Pinto. Já deu até esse spoiler aí, né? Meu xará tá hoje aqui com a gente, né? Meio sumido, não sei muito bem o porquê. Quero saber no ar, já vou fazer essa pergunta no ar.
E Martins, casa tá sempre aberta pra você, meu caro. Feliz a gente ter hoje aqui com a gente, né? A nossa bancada, digamos assim, mais a linha titular, tá um pouco linda de salcada hoje, né? O Cláudio Nascimento e o João estão com alguns imprevistos particulares, né? A gente que tá gravando no meio de semana essas coisas...
Elas fazem parte, né, pessoal? Às vezes a gente pode ter algum compromisso de trabalho, estudo, vida pessoal, enfim. Mas a gente está aqui firme e forte para gravar e hoje com o seu reforço maravilhoso, meu amigo. Muito bom te ver de volta e seja sempre muito bem-vindo. Uma boa noite. Valeu. Valeu, Gui. Valeu, Pim. Muito obrigado. Estava com saudade de trazer meus comentários a Sass pertinentes. Aqueles comentários que tiram as crianças da sala.
Tamanho horror. E já no clima de Star Wars é a volta de Jabba the Hutt na live com a voz do Jar Jar Binks.
Assim como o Red Sox, eu tava sumido. E assim como o Red Sox, essa semana eu voltei. E tô bem feliz por participar. Fazia muito tempo. E vamos que vamos, porque... Diferente do George Lucas, a gente precisa movimentar pra ganhar dinheiro. Ele só precisa vender coisa pra Disney.
É isso aí. Bom, o Rebatida que está aí nos maiores agregadores de áudio, a gente sempre gosta de reforçar, a gente que faz parte da família da FMMetor, o arroba podcast rebatida, que são as nossas redes sociais, você nos encontra no Twitter, no Ex, enfim, como você preferir chamar, através do Instagram também, arroba podcast rebatida, você encontra ali as postagens renovadíssimas na mão do nosso querido Tasso Falcão, da turma de final de semana.
dê aquela força para o nosso trabalho, compartilhando a palavra do beisebol, nesse que é o maior podcast em língua portuguesa para falar de beisebol. Já vamos chamando aqui as pautas da semana, esse nosso programa que vai falar sobre Star Wars, claro, de pano de fundo, mas a gente vai entrar com duas pautas um pouco mais trágicas aqui para abrir esse programa, que é, a gente vai começar falando dessa...
relevância, ou será ali uma dinastia do Houston Astros que supostamente está em cheque, ou será que já terminou, a gente vai trazer essa pauta, porque o Carlos Correia, o shortstop ídolo da franquia, que vinha ali fazendo uma temporada muito promissora nesse ano de 2026, sofreu uma lesão no tornozelo, num treino de bastão, enfim, vai precisar de cirurgia, tá fora da temporada, e aí além da lesão, a gente vai também falar tá
Para onde é que o Astros vai esse ano? Há alguns analistas que estão ali dizendo que essa lesão do Carlos Correa pode até significar, vamos dizer, chamando para uma linguagem mais aportuguesada, a última tampa do caixão para uma temporada que já estava meio que condenada. Enfim, a gente vai tentar fazer um debate não só sobre a lesão do Carlos Correa, mas o que significa essa temporada do Astros.
numa conjuntura maior em que tantos outros jogadores já estão também lesionados, enfim, aquele astros ali do início dos anos 2010, será que já ficou já para trás? É coisa do passado, já passaram já o bastão literalmente para outras franquias, seja da Liga Americana ou da Major League Baseball como um todo? Quem também não está muito bem das pernas e vem sofrendo muito nessa temporada é o San Francisco Giants, o time tem simplesmente...
a pior campanha, o pior início de campanha na sua história, o início de temporada, que o time, que é uma das mais antigas franquias da Liga, jamais experimentou. Então, um recorde muito negativo para uma franquia com tanta história, com tantos títulos recentes ali também nesse período de 2010. E também a gente vai dar uma brincada com esse negócio de Star Wars Day, enfim, como os nossos jogadores fazem alguma referência com os personagens mais importantes.
ou alguns personagens, esse negócio de mais importante, é um negócio um pouco perigoso. A gente vai tentar fazer alguns paralelos para dar uma quebrada no gelo nessa pauta que está falando de dois times numa queda muito significativa, dois times tão fortes. E, é claro, vamos também falar das séries da semana, ou de final de semana, que a gente vai, com muito carinho, escolher as melhores para você ter muito beisebol para assistir.
A gente volta já já, logo depois da vinheta dela, a nossa queridíssima editora Luque Zanganelli. Solta o órgão, minha querida!
Três saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisragem saisrage saisragem saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage saisrage sais
Houston Astros, né, meus amigos? Ano passado, né, os Astros repatriaram aí o Carlos Correia, né, na deadline, né, chamaram de volta aí um jogador pra franquia onde ele surge, né, o Carlos Correia, que foi ali, né, draftado em 2012, foi a pique 1 geral do draft lá daquele ano, né, e nessa temporada de 26 ele vinha numa redenção, porque logo depois que ele sai do Astros, ele vai pro...
Minnesota Twins tem ali anos bem medíocres, para dizer o mínimo. Ele até consegue um All-Star Game, se não me engano em 24 ou 25, agora não vou me lembrar bem. Esse ano ele tinha alguns números bons ali no bastão e até mesmo na parte defensiva ele vinha tendo uma relevância.
Ele pegou ali o lugar do Jeremy Payne, que sofreu uma lesão, enfim, na posição de shortstop. Sofre uma lesão agora, tá fora da temporada. O Astros já vem sofrendo com diversas lesões de grandes estrelas, de gente que eles contrataram, inclusive, recentemente. Gente que vinha até numa pauta pra ser Sayang. Eu tô falando do próprio Hunter Brown, por exemplo, que foi ali ano passado finalista pra Sayang, tá lesionado. O Josh Haydn teve uma tendinite no bíceps também, né? Tô, tá?
O próprio Jeremy Penha teve uma distensão no tendão da coxa. O Yainer Dias, que é o catcher deles, o titular também está fora. Teve uma lesão, se não me engano, no músculo oblíquo. Aí a lista vai longe, clou perfido no campo externo.
A gente agora tem o Carlos Correia. Gui Martins, vou começar com você, cara, porque esse tipo de análise é um negócio que eu sempre achei que você manda muito. A gente está falando de uma temporada fracassada, mas o debate que a gente talvez consiga chegar é se o Astros, que a gente um dia conheceu, e nem há muito tempo atrás, assim, eu estou falando...
de um Astros que chegou em World Series consecutivas nos últimos anos, estou falando da história muito recente. Esse Astros acabou, é uma transição que faz parte de qualquer grande time que alcança status para ser chamado de uma dinastia, vamos assim dizer, ou é uma temporada ruim, nada mais, é uma chuva forte que está caindo e que pode passar, quem sabe até mesmo em 26, até onde a gente pode levar essa dramaticidade dessa temporada de 26.
do Astros, que hoje amarga a lanterna da American League West, meu amigo. O que é o Astros de 2026? Então, dá pra falar que são as duas coisas. É uma equipe que tá no fim de ciclo, sim, por mais que trouxe o Corrêa de volta. Tem o Hunter Brown como uma novidade que já é consolidada nos últimos anos. Trouxe o Tatsuya Imai, tá amarrado no contrato do Josh Hader. Tem o Jarner.
Dias, tem também o próprio Penha, e ainda tem jogadores que são de alto nível ainda, Jordan Alvarez que tá numa temporada incrível, Christian Walker que tá muito bem, tem o Ken Smith, que eu acredito que possa ser um jogador importante pro futuro da franquia, mas todo mundo sempre lembra do Astros pela rotação, e a rotação desse ano é uma coxa de retalhos, eles vivem da sombra do Lance McCullers, que teve um jogo bom esse ano, que foi a estreia dele contra o Red Sox eles apostam no Mike Burrows, que veio por trade, Penser Getty, que que tá muito bem, tá muito bem
é um nome assim que oscila não é tão jovem mais, mas ainda acreditam muito nele e eles foram atrás do Peter Lambert na NPD também e ele também, até não tá tão mal assim mas é um time que claramente tá num fim de ciclo é só ver pelo próprio Altuve, pelo próprio correr, pela idade dos dois, o tempo de liga deles, o tempo que
que os consagrou na liga e agora a gente sabe que times que brigam durante muito tempo no topo tentam no máximo fazer um retooling, um replanejamento um remendo, ou como a gente chama no Brasil mesmo, a famosa gambi gambiada, esse ano eu acredito que eles tinham pensado nesse retooling não tá funcionando porque
Correa tá fora da temporada, Dias tá machucado, a Yeli tá gigantesca, não tem espaço praticamente, é Jeremy Penha é o Hunter Brown, que eu já tinha citado, teve o Christian Haver também que já machucou, eles ainda estão na esperança da volta de Ronel Blanco, que fez Tom Midioma no passado, o Hayden Oesnes que...
que são caras que eu acredito que devam voltar depois do All-Star e talvez possam dar um up na rotação, mas é imprevisível já que jogadores que voltam de Tom e John voltam extremamente inconstantes, sem controle, oscilam muito velocidade. E é aquele ditado. Não é bem um ditado, mas é um lema não oficial entre principalmente os jornalistas americanos, de que times que estão no topo estão mais próximos da reconstrução do que times que ainda estão numa crescente. E eu vejo que o Astros já está planejando o futuro.
Eu não acredito que eles vão trocar logo de cara numa situação desse ano, por exemplo, eles não trocariam o próprio Altuve, não trocariam o Álvares, não acredito que trocariam o Christian Walker, mas se ano que vem o time não começar bem, o Joe Espada não mostrar nenhum tipo de melhora, a gente vai poder ver o fim dessa era multicampeã do Astros.
time campeão em 2017, time campeão em 2021, múltiplas World Series, inúmeras finais de conferência. E se tem uma equipe que tem um front office, que tem uma gerência muito boa para essa reconstrução, é o Houston Astros. É só ver o trabalho que eles fizeram na década passada, no início dos anos 2010.
Então é uma entre safra, mas ao mesmo tempo já mostra sinais de que a gente pode estar vendo uma reconstrução e que esse astros que a gente acostumou a ver sempre no topo não vai mais brigar por muito tempo. E nós veremos agora na A.L. West novas forças. A gente já está vendo o próprio Seattle Mariners, Texas Rangers, até mesmo...
O formalmente conhecido Oakland Athletics, que a gente só chama de A's hoje, tá bem também, mesmo jogando em Sacramento. Então é bom a gente já conscientizar que o Houston Astros tá em fim de ciclo, tá em fim de geração e que se não vier esse ano, vai vir no próximo. É, rapaz, quem diria, né? Vou dando aqui o panorama de hoje, dia 6 de maio, tá, pessoal?
Hoje o Astros está com uma campanha 15-23, está com 39% de aproveitamento lanterna da American League West. Vou dar até uma passada aqui para vocês, como o Gui já trouxe muito bem. Hoje é uma divisão que está liderada. Vamos aqui de cara já falar que é uma divisão que está marcada pelo baixo nível. É 18 vitórias liderança, né Pinho? Você que está numa National League Central.
18 vitórias, você não varre nem o chão lá. O Tampa Bay Rays está que ganha, jogo atrás de jogo. É vice lá, porque o Yankees não perde. Aliás, inclusive, acabou de perder para o Texas Rangers. Mas vamos falar de Astros, uma divisão que nesse momento tem o Athletics com 18 vitórias e 17 derrotas. Aí vem Seattle Mariners, o Texas Rangers, Los Angeles Angels e os Astros.
E aí você coloca nesse pacote que seria o declínio que o Astros vem ali passando, também tem essa renovação de elenco que o próprio Astros entendeu que era parte desse processo. A gente tem nomes, como o próprio Flamengo Valdez, por exemplo, que saiu, que o Astros já percebeu uma queda de rendimento de jogadoridade, acabou ali, de certa forma, abrindo mão do jogador, foi para o Tigers, inclusive.
O Flamengo Valdes que hoje recebeu uma suspensão de seis jogos pelo suposto hit-by-peat intencional. Aí a gente joga no ar para quem achar que foi, para quem achar que não foi. Foi no Trevor Story. Ele tomou homeruns seguidos.
e aí de vingança. Mandou uma bolinha de 95. Ele acertou o Trevor Story. Ele foi ejetado do jogo e foi suspenso hoje. Pois é, tomou seis jogos de gancho. O AJ Hinch também tomou um jogo. E aí, nesse pacote, o Altuve que já está experimentando um declínio, super óbvio que isso iria acontecer. A idade do Altuve não é nenhum.
menino mais, uma farm system que não é lá essas coisas, a gente já li alguns analistas colocando a farm system do Astros como uma das mais frágeis, não tem nomes ali hoje que a gente pode considerar que vão ser uma renovação da franquia, enfim, ganharam outro dia dos Dodgers ali com o Otani ali arremessando, enfim, são os Astros, gente, é claro que eles vão ganhar jogos, o time não vai deixar de ser relevante de uma hora pra outra.
Mas, claro que a gente está falando de uma dinastia, por assim dizer, e aí eu quero que você já coloque o seu pitaco aí, Pinho, se esse termo é um termo justo, né? A gente está falando de uma liga extremamente versátil, a gente tem o Dodgers com um certo domínio nos últimos anos, mas a gente sempre teve no beisebol uma grande alternância de vencedores, né? O Texas Rangers foi esses dias campeão, a Atlanta Braves recentemente foi também, enfim.
Mas é o que o próprio Gui também trouxe, né? A gente está falando de um time que chegou na final lá da Liga Americana sete anos consecutivos, nesse período ganhou duas World Series, chegou em playoff nove dos últimos 11 anos, mas eu acho que o termo de que uma dinastia se encerra é muito apropriado, já dando o meu pitaco, e agora eu quero te ouvir, você concorda com isso? O tempo do Astros agora é se replanejar para o futuro.
Já que a temática do programa hoje é estrelas, Guerra das Estrelas, mais especificamente, o time da cidade dos foguetes, o time da cidade da exploração espacial, atravessa uma fase nebulosa. O Histonastros, ele precisa desesperadamente fazer igual aquela música, acho que é da Ivete Sangalo, quando a chuva passar e o tempo abrir, abre a janela e veja o sol, eles precisam desesperadamente do sol.
Só que o que aparece na janela hoje do eterno Minute Maid Park, porque eu me recuso a chamar de Daikin Park, o que aparece nas janelas do Minute Maid Park hoje é chuva. É trovões, é trovoadas, é trevas. É quase a cena de quando o Palpatine ressuscita, quando a gente descobre que o Palpatine, na verdade, voltou, né? Que é aquela chuva de raios e relâmpagos pra todos os lados.
O Wilson Astros é isso aí. O Wilson Astros hoje é um time comum da bola. E é muito interessante quando a gente fala que, por exemplo, o Carlos Correia hoje é um jogador que vai fazer muita falta, porque convenhamos que o Carlos Correia, ele é um cara que foi um grande jogador. Mas esse Carlos Correia hoje, você não coloca o futuro da sua franquia em cima dos ombros do Carlos Correia. Que o Diego São Francisco Giants, que nem sequer assinou com ele, porque ele não passou no exame físico outro dia.
O Minnesota Twins largou uma bolada e meia, né? Uma carreta de dinheiro pra cima dele também não adianta nada. Então, eu acho que talvez o Carlos Correia, assim como o Altuve, e o Altuve não dá pra criticar justamente pelo fator que você falou, é o cara que já tá indo pra sua curva descendente da carreira. Aquela regressão à média que é absolutamente normal, que vem com a idade.
Coisa que não dá pra julgar. Todos os jogadores passam por isso quando começam já a entrar na sua curva descendente. Mais no final da sua carreira. Mas hoje o Rui Finossos é um time envelhecido. Ele é um time empobrecido de talento. Ele é um time que os nomes não acompanham mais o que eles podem jogar. E quando você tem todos esses fatores aliados juntos.
É receita do fracasso, é exatamente o que a gente está vendo. Se você pensar em qualquer esporte, não é uma questão só do beisebol, você pensa em qualquer esporte, se você quiser pensar no seu time de futebol aqui no Brasil, vai acontecer isso. Quando você faz um time formado praticamente de forma completa por jogadores acima da casa dos 30 anos, que já não conseguem mais desempenhar o que um dia desempenharam, o fato de eles terem sido craques, gênios da bola, não vai salvar a tua lavoura. É exatamente o que está acontecendo lá em Houston. Portanto...
Eu também acho que não vai acontecer de chegar na trade deadline e o Houston Astros começar a se desfazer das suas grandes estrelas, dos seus astros de antigamente. Dos nomes que ajudaram a fazer que essa franquia fosse uma franquia perenemente candidata a título, uma franquia perenemente que aterrorizava os seus rivais, uma franquia que perenemente parecia que ia ganhar um campeonato como se fosse fácil.
Agora, eu acho sinceramente que com este elenco, o Houston Astros não volta a ser o Houston Astros que a gente conheceu. Com o Celtov, com o Carlos Correia, com o Josh Hader, com essa turma aí, o Houston Astros não volta para o patamar que um dia foi dele e é preciso sim fazer essa reconstrução. Se não for esse ano na Traded Line, talvez para os anos próximos, para um futuro muito próximo, talvez até já para 2027, eu acho que se fosse um membro do staff do Houston Astros, eu começaria a pensar seriamente em como eu faria para reformular esse time.
Isso faz tanto sentido, né, Pinho, que eu estou dando uma olhada na agenda que o Astros tem aí pelos próximos dias, e aqui considerando o percentual de vitórias desses próximos times que o Astros vai agora ir até mais ou menos meados do mês de maio, para essa segunda metade de maio, vamos colocar esse mês de maio de uma forma geral. Cara, a maioria esmagadora aí desses times tem ali um percentual de vitórias acima de 50%. Até agora os Astros, eles tiveram uma agenda que é considerada a mais fácil.
entre todos os times de 2026, isso aqui considerando o percentual também de vitória, esse mesmo ali critério. Então, em teoria, o Astros está com essa campanha enfrentando times que venceram muito pouco. O prognóstico para essa temporada, a se considerar essa campanha do Astros de 15 vitórias e 23 derrotas, está com 66 e 96, o que seria o pior recorde desde 2013. E aí os números só pioram, cara. Para a gente falar de pitching, por exemplo, tem o pior ERA da Liga, acima de 5,6 ali a média.
A rotação muito mal, o bullpen muito mal. Quando entra no bullpen, você não tem nenhuma esperança que o jogo vai melhorar. Está cada um pior que o outro. A defesa, especialmente o campo interno muito mal. Várias bolas em play, que eles chamam de bolas em play. O time não consegue converter aquilo numa queimada. Não consegue eliminar. Às vezes é um arremesso ruim, um arremesso lento. O ataque tem sido um dos únicos pontos um pouco mais positivos. Fala, Pinho.
Pra gente exemplificar o que a gente tá falando de um time tão horrível, o Houston Astros hoje, ele é literalmente o último time da Liga Americana em classificação. Só que, pasmem, senhoras e senhores, a terceira melhor campanha é uma campanha de 50%, que é do nosso glorioso Las Vegas Athletics of Sacramento from Oakland Bay Area. O Athletics, ele é a terceira melhor campanha da Liga Americana. Ele tem 50%.
E ele tá 12 posições acima do Houston Astros na tabela dali. É isso que a gente tá falando, tá? É o time que literalmente tá 8 jogos abaixo do ponto 500. É o time que precisaria fazer duas semanas perfeitas só pra ele ficar no ponto de corte.
nos 50%. E pensar que outro dia esse time tinha ali no auge, tá? Porque falar de auge, além do próprio Carlos Correia, Altuve, enfim, o próprio Álvares, né? Esses três no auge já são uma seleção por si só. Você tem no mesmo time Carlos Correia, o Altuve e o Álvares no auge. Além disso, ainda tinha ali Kyle Tuck, o Framber Valdes, o Alex Bregman, o Garrett Copo.
Quem chegou na liga mais recente é o mesmo Viu Cole, se não me engano ele já estava no Ian, agora eu não vou lembrar muito bem próprio George Springer, cara Yuli Gurriel, quer dizer, esse é o Astros de outro dia como é que o tempo passa, assim curioso ver o Astros passar pelo que está passando agora e pelo que vem aí pela frente, considerando que a gente já também falou de farmacista
Só lembrando que o Astros foi o time que quebrou a maldição do Rebatido Podcast. Se a gente voltar ali na última temporada de título do Wilson Astros, que foi aquela temporada de 2021, se não me engano, o Wilson Astros foi o único time que eu votei para ganhar uma série no playoff, que de fato ganhou. Vocês lembram que tudo que eu falava aconteceu ao contrário? Eu lembro que o João na época falou que o Wilson Astros, se fosse campeão, ele seria um campeão lutando contra forças espirituais. Essa era a força desse time.
Uma pequena coleção que eu falei que o Astros foi campeão em 2021, foi em 2022. Mas eu fui pesquisar alguns números que a gente não tinha pensado, mas isso mostra como esse Astros já está no fim de ciclo. O Astros é a 11ª folha salarial da Liga.
A gente sabe que Houston não é um mercado muito grande financeiramente. É um mercado grande pelo histórico recente de títulos e grandes campanhas. Mas financeiramente não é um grande mercado. E eu fui olhar... Tanto é que até nos outros esportes, né? O Houston Texans tá longe do seu time mais famoso da liga.
do Rockets, que se alimenta muito de uma estrela só e depois tem que ficar trocando. Fui analisar a parte da fundação larial deles que está presa em jogadores machucados. É a quarta maior da liga. Eles estão atrás de Dodgers, Mets e Tigers. Eles estão com pouco menos de 100 milhões de dólares presos só em jogadores machucados. Quase 50%. Os nomes ativos batem 114 milhões, mais ou menos. E quase 100 milhões só em jogadores machucados. Isso mostra como a gerência está
Tinha muito trabalho pra montar um time Não de nem competitivo, mas um time decente Minimamente decente E aí eu fui olhar a estatística Algumas estatísticas, é estatísticas mais superficiais Mas que ajudam a mostrar como esse Astros Tá tão mal Principalmente na rotação, rotação que durante muito tempo Era primordial pro sucesso do Astros Gerrit Kohl, Verlander
próprio McCullers durante seu ano e meio sem o corpo esfarelar, dentre outros caras ainda que passaram nesse período e o próprio Fremberg Valdez, caras que fizeram o Astros ser tão bem sucedido na rotação, eles tinham talvez um dos melhores técnicos de lançadores que era o Brent Strong durante muito tempo e assim que o Brent Strong sai, já começa a haver um declínio claro e eu fui olhar
É o quinto time com mais strikeouts lançados. 332. Pensa e tá. Às vezes tem alguma coisa que me mostra algum fator de melhora. O ERA é o pior. É um dos dois times que tá com o ERA geral. Acima de 5. 5,65. O Arizona Diamondbacks é o penúltimo com 5,01. E aí eu fui vetar. Existe quais fatores podem estar influenciando? É o segundo time que mais tomou homeruns. Mesmo jogando no Dyking Park. No final do Minute Maid Park. 50 homeruns sofridos. É um time que...
A rotação e o Bupin não estão seguindo na bronca. E é o líder em corridas cedidas. A espinha dorsal do time, por mais que a gente já citou os nomes, o Mitri já citou, o Pinho já citou, Alex Bregman, Carlos Correia, Rossello Tuvi, Jordan Alvarez, Kyle Tucker. Outros caras também que fizeram sucesso no ataque desse time também e que contribuíram. E é um time que hoje é estéreo a remessa na bola.
É um time ineficaz, é um time que consegue ser pior do que o Colorado Rockies. E a gente sabe que jogar em Colorado é uma tragédia grega para todo e qualquer pitcher, salvo raríssimas exceções. Então fica muito preso nisso. É um time que realmente está falhando.
a gente pode estar no fim desse ciclo. Quem diria, eu vivi para ver o Astros entrando no rebuild. Claro que isso aí é um processo natural de qualquer time, de qualquer esporte, mas eu preciso confessar que com tanto tempo aí vendo o Astros chegando cada vez mais longe na liga americana, na liga a qual o meu time faz parte,
o Tampa Bay Race, é um negócio preciso confessar, muito curioso mas enfim, sucesso aí pro Astros que venha outro time, outros times pra ir assumir o protagonismo dessa liga americana especialmente em em 2026 que tá
sendo realmente um ano muito fraco da Liga Americana, a gente tem aí basicamente aqui sem nenhum tipo de clubismo, tá pessoal falando sério, assim é só olhar os números, a Liga Americana hoje está sendo basicamente ali mantida por dois times de uma mesma divisão, né, que são o Yankees e os Reyes, o resto eu apoio a gente ignorar o resto da temporada regular e marcar pra amanhã o American League Championship Series entre Reyes e Yankees, vamos poupar tempo, né
Não acho ruim, tá? Os Rays chegando ali. E se for pegar, ó, Central, a gente tem um Cleveland Guardians liderando com 18 vitórias, um Athletics também com os mesmos 18. Esses números aí, cara, numa National League Central, Pinho, quem tá hoje na lanterna, o Pittsburgh Pirates, tem 19 vitórias. Os outros líderes de divisão que eu acabei de citar tem 18 vitórias, quer dizer...
Não serve nem para poder entregar a bolinha ali, ficar na beira do campo entregando o bastão para os jogadores que estão no betting practice ali, cara. Assim, Liga Americana, vamos aí levantar. Astros está passando aí a vaga para quem quiser assumir esse posto aí de grande força da Liga Americana.
Mas agora é hora da gente fazer um break, chamar o órgão para também falar de outro time que está decepcionando, só que agora é da Liga Nacional, né? Nem só de fracassos vive a Liga Americana. A Liga Nacional também compartilha dessa mesma dor, que volta já já depois do órgão, para falar de San Francisco Giants.
Bom, a gente abriu aí o programa de hoje comentando que o Giants é um dos times mais antigos da MLB, né? O Giants foi fundado, ainda não era em São Francisco, mas 1883 é o ano de fundação do Giants, né? Um time cheio de ídolos ali do passado, do presente ali, né? Willie Mays lá atrás, Barry Bones numa história um pouco mais recente.
Buster Pose, numa história ainda mais recente, né? Aposentou agora aí, recentemente. O próprio Brandon Crawford, enfim. Madison Bungar, o único jogador da história a namorar uma mulher que tinha o mesmo nome com a mesma grafia do que o dele. Não, a principal curiosidade do Ed Boon é que ele era um pitcher canhoto, correto? Só que na vida dele é desto. Eu achei que era esta. Então, ele era um pitcher canhoto, mas ele é desto na rotina, no cotidiano dele. Eu acho que é a curiosidade mais aleatória dele.
Não, eu tenho um amigo que ele é canhoto pra jogar futebol e ele é destro pra escrever. Eu sempre achei isso a coisa mais inacreditavelmente bizonha da história. Simplesmente trouxeram duas do Mad Boom que eu não fazia ideia, que ele era destro. E ainda a gente esqueceu do Tim Lincecum, que era uma das mecânicas mais extremas do beisebol. Tim Lincecum, claro. Esse assunto também lá que o Mad Boom tinha uma mulher que também chamava... Enfim. Assuntos aleatórios de São Francisco de antes.
Ok, ok. E a gente faz esse background histórico pra criar um gancho aqui, porque o time de 2026 também está aqui nesse momento gravando o seu nome nos livros de história como o pior início de temporada na história da frente.
O Giants nesse momento, dia 6 de maio, a gente sempre vai voltar na data, porque o programa, o beisebol é diário, tudo muda muito rápido. Nesse momento está 14,23, até olhar aqui em percentual, e 37% de aproveitamento nessa temporada. Foram essa semana invarridos pelo meu Tampa Bay Rays no Tropicana Field, aliás, um abraço.
Foram também varridos pelos filhos esses dias. Os filhos que não ganham de ninguém, aí pegaram o São Francisco e varreram. Enfim, estão atrás do Colorado Rockies, bem atrás dos Dodgers e dos padres. Isso aí nem se fala. Manager novato, o senhor Tony Vitello, veio da NCAA, o primeiro ano dele. NC Volunteers.
Isso, é que, aliás, inclusive, salvo engano, vocês me corrijam aí, é o primeiro manager que faz essa transição direto da NCAA para a MLB. Ele não passou por farm system, minor league, nada disso. Uma ideia meio bold aí do Buster Posey, que, aliás, é o presidente.
de operações de baseball, né, esses cargos que os americanos adoram dar, esses nomes muito fanfarronices e tal, lá pelos Giants, enfim, uma transação super ousada, que até o momento não tá se pagando não, né, subiu ali direto, né, passou direto do college pra MLB.
O ataque é um dos maiores problemas por lá, né? Se não o maior problema, estão aí abaixo da média da liga em praticamente todos os stats principais, né? Só pra gente citar alguns aqui, ó. Em betting average, eles estão com 24%, onde a média da liga é de 25%. Então, não estão tanto abaixo assim, mas estão. Em slugging, estão com 35%, onde a média da liga é 40%. Em corridas por jogo, estão anotando média de 3.1%, a média da liga é de 4.5%. Homeworld.
o Bruns estão com 19 e a média da liga é de 36 né a pergunta que não quer calar e agora eu vou querer começar com você Pinho assim psicologicamente falando quando um time ele se permite abrir uma distância assim de uma divisão que tem o Padres que é um time que sim
investe muito, um Dodgers que é o atual fenômeno da Liga, enfim não vou ficar citando o jogador porque todo mundo já tá careca de saber, Otani Fred Freeman, Mook Betts lesionado, enfim, mas tá lá, quando um time ali ainda tá no começo de maio, ele permite esse gap tão grande, com tão pouco tempo de...
de temporada, né? Ficando atrás de Colorado Rockets e tal. Tem psicológico pra voltar e ainda quem sabe sonhar com alguma coisa pra essa temporada? Ou é melhor cumprir tabela, tentar manter os melhores jogadores sem sofrer lesão? Até onde esse Giants consegue chegar em 26?
Eu gostei que você começou a sua pergunta dizendo Tem como recuperar? E a minha resposta imediatamente foi Não. Próxima pergunta, por favor. Mas elaborando, eu quero dizer que eu tenho muita pena do torcedor de San Francisco. Porque a gente está vivendo uma realidade em que o San Francisco Giants está fazendo o seu pior início de temporada da história, enquanto o Dodgers.
é o atual bicampeão consecutivo e é o franquíssimo favorito ao 3-peats, a gente está falando de um ano em que o torcedor do San Francisco 49ers teve que ver metade do seu elenco ficar lesionado e o time não passar nem perto de brigar por Super Bowl, coisa que estava fazendo nos anos anteriores. E ainda teve que ver o Sam Darnold levar o Seattle Seahawks o maior rival a ser campeão da NFL.
E a gente está falando de um ano em que o Golden State Warriors, que é o único time que ganha troféu lá, acabou caindo no play-in da NBA com uma campanha negativa. Então eu tenho muita pena do torcedor da Bay Area, do torcedor da Bay Area. E o São Você Sharks também não foi lá grandes coisas, né? Eu confesso que eu não lembro agora como é que foi a temporada do Sharks.
Pelas, digamos, pretensões do time. É um time ainda em reconstrução. Tem uma estrela que já tá pronta, que é o McNeese da Vini. Ficou de fora do playoff, né? Ficou de fora do playoff. Mas é um time que, perto do que se esperava, foi bem até. É um time em reconstrução, mas é um time que já mostra que tem muito futuro. E ainda tem uma pique alta no próximo draft da NHL.
Não, justo. Mas aí você pensa que o Foreign Irons não foi pro playoff, o Giants não vai pro playoff, se continuar desse jeito, o Tarcos não foi pro playoff e o Warriors não foi pro playoff. Ele caiu no play-in, que é aquele torneio varsiano que a NBA inventou com todo o respeito do mundo. Então, cara, a gente tá vivendo...
Tendo uma temporada em que o torcedor de São Francisco literalmente tem quatro times pra torcer e nenhum deles é bom. Ou melhor, nenhum deles é minimamente bom. Porque o mais decente é aquele que era o pior. Então, sinceramente, eu tenho muita pena o torcedor de São Francisco neste momento. Respondendo a pergunta, voltando a focar apenas no Giants.
Eu simplesmente não vejo nenhuma forma desse time do Giants ficar decente, não é nem ficar bom, é ficar decente ainda em 2026. E isso é particularmente interessante porque a gente já está aí em maio, isso significa que já é hora da rapaziada começar a pensar no que vão fazer na 3D deadline.
Vamos vender? O que vamos fazer? Vamos tentar comprar para tentar salvar este ano? Ou vamos vender para focar nos próximos? Qual que vai ser a estratégia aqui? Hoje, no momento que a gente está gravando, pensando num time que está fazendo seu pior de temporada de sua história, com 9 jogos de desvantagem em relação ao Dodgers, em um cenário em que a gente teve 37 jogos disputados.
O time já tá com 9 de desvantagem É um time que hoje tem um recorde pior Do que o Colorado Rockies Que é a vergonha da profissão Para a brasileira do Chef Jacquin Olha, honestamente, pra mim Isso aqui é caminho sem volta Eu acho que a depressão vai pegar forte Pra rapaziada da Bay Area
E a agenda deles também, né? Falando sempre de agenda, né? Olhando ali pra frente, ver o que que vem, se os tempos podem melhorar, se os ventos... É que eu metrei. Sabe qual é o problema? É que quando você é ruim, a tabela sempre vai ser ruim pra você. Aqui no Brasil, ano passado, tinha uma brincadeira dizendo ah, coitado do Internacional, foi pegar justo os 19 melhores times do campeonato em sequência.
Gente, se você é o pior time da Liga Nacional, se você é o pior time da Liga Americana, que é os casos do Giants e do Arsenal, dá pra colocar o Mets nessa empreitada também, porque o Mets é outro time que tem uma decepção colossal. Mas quando você é um dos piores times do campeonato, fatalmente o teu calendário vai ser um dos piores calendários do campeonato, porque todo mundo é melhor que tu.
O que eu tô querendo dizer, agora olhando para número de um jeito frio, é que o Giants não tem aí pela frente, por exemplo, duelos com times com campanhas abaixo de 50%, por exemplo, enfrentar ali um Açus, não tem nada disso pelo caminho. O Boston Red Sox, com todo perdão, ao Gui, meu amigo e tudo.
tudo só para dar uns exemplos aqui até o dia 18 de maio ali rápido aqui vão enfrentar os padres e os paios e estudam em São Francisco depois viajam para poder enfrentar os Dodgers e segue em viagem para enfrentar os atletas são um time tão cara assim extremamente competitivos esse ano né digo que a gente quiser dizer eu mesmo são as duas maiores rivalidades do time né
E a gente está falando de um time, Gui, que entre 2010 e 2014 venceu a World Series por três vezes, cara. De lá para cá o time chegou em playoff duas vezes. E você vai ver o time no papel, você tem talentos ali que deveriam, que eu já estou dando um pitaco meu, deveriam dar uma sustentada nesse time um pouco mais.
Não estão fazendo nada em 2026, porque esse cara deles, estou falando aqui, Gui, Rafael Deves, muito mal, está com três Fórmulas 1 esse ano, com um betting average um pouco acima de Mendoza Line, acho que 212, não estou com os números aqui. Luiz Arraias, campeão.
do WBC pela Venezuela, não tem nenhum home run esse ano ainda, pelo menos tem uma média ali um pouco mais decente, o betting average está acima de 0.300 e tudo, mas é um jogador que chega com uma expectativa muito maior do que apenas betting average, ok, chegar em base é fundamental, mas para um Luiz Arraes que já sabe do que é capaz, nenhum home run.
que não tem como não se frustrar. Matt Chapman, que parece que se contentou em ser um jogador mais defensivo mesmo, e olha lá, no ataque ele está cumprindo meio que tabela e tal, nem é tão velho assim, tá? Matt Chapman, se não me engano, é de 93, 94, alguma coisa assim. William Adam, espinho, mal demais, não chega nem em base, os estéticos dele estão todos muito ruins, está com um ou dois comunais essa temporada, está baixo de Mendoza lá.
180, uma coisa assim. Se a gente tá falando só de infielder, em campo externo tem ali, Elliot Ramos, aquele coreano lá, acho que é Yang, Huli, todos eles fazendo uma temporada ali mediana pra baixo. Assim, Gui, o que houve com essa turma, cara? Idade não é, porque no meio dessa turma toda que eu citei, tem gente muito jovem aqui também, né?
O que houve com esses caras? Então, pra começar, você citou primeiro o meu ex... Não digo ex-ígolo, mas ex-jogador que eu adorava ver no meu Red Sox, o Devers, meu querido Rafi. Uma pequena curiosidade. Eu não posso comprar camisetas de jogadores que estão em atividade. Porque assim que eu compro as camisetas, eles saem do time. Eu tenho uma camiseta amarela do Red Sox com o nome do Rafi atrás.
Somos dois, tá? Somos dois. Eu tenho a camisa do Arosa Arena, do Van der Frank. Isso eu não vou nem falar que eu vou chorar. Somos três, tá? Porque eu comprei a do Adamis, o Adamis foi pra San Francisco e eu comprei a do Thiago Vieira. Quando a Jersey chegou, ele já tinha tomado o DFA. Nossa, eu tenho uma do Luzardo no Margins, além de tudo. E uma do Grant no Diamondbacks no ano que ele aposentou.
Então, passando pelas curiosidades aleatórias de Zika, eu fiquei muito curioso para ver a temporada do Rafi. É extremamente curioso, como ele era um jogador no Red Sox, que ele foi extremamente produtivo só pelo ataque. Ele era completamente nulo na defesa, mas ele era tão bom no ataque que ele fazia parecer ser um jogador melhor do que era. E esse ano...
Nem no ataque ele tá fazendo isso. Ele está negativando em offensive war and defensive war, que é a estatística de vitórias que o jogador pode entregar pro time. E ele perde nas duas. Ontem eles subiram o Bryce Eldridge, que é o principal prospect da farm deles. Eles já tinham subido o Drew Gilbert e o Ressus Rodrigues. Drew Gilbert já começa no roster principal, no elenco principal. E o Ressus Rodrigues subiu semana passada, se não me engano. E assim, é bizarro, porque é um ataque que é o pior em home runs batidos.
O pior é em corridas impulsionadas, além de tudo. É um time que não chega em base, é um time que sofre muitos strikeouts, além de tudo, principalmente. O The Verse está com quase 30% de porcentagem de strikeouts sofridos, ou seja, a cada três idas no bastão, ele vai sofrer um strikeout numa delas. Então você vai descartar que ele vai chegar em base.
Fora que eles trouxeram o Luiz Arraes, e o Luiz Arraes que era um cara sempre muito consolidado por chegar em base, mesmo com muito contato, é o único que consegue chegar em base, mesmo não tendo muitos walks, ele consegue chegar em base porque ele consegue muitas rebatidas válidas. E só, a gente deu ele a planos.
que é um jogador de sequências, ele oscila, ele tem semanas em que ele bate três home runs, ele tem semanas em que ele sofre dois golden sobreiros. O próprio Jung Ho Lee, o coreano, que voltou de uma lesão gravíssima do ano passado, que ele traturou o ombro, ele perdeu a temporada quase que toda no passado. Por incrível que pareça, o Matt Chapman, dos jogadores de ataque, é o mais velho da excelente. Tem 33 anos dos jogadores principais.
É um ataque jovem até. Eu não acho o Chapman tão velho assim, pô. Sim, indefensivamente. Obrigada.
Ele ainda é um defensor muito bom. O William Adams tem 30 anos. Então é um time jovem. E aí eu fui olhar a rotação deles e a rotação deles é justamente o contrário. É uma rotação que... Adrian Hauser tem 33 anos. Robbie Ray tem 34. Tyler Mell tem 31. Logan Webb, que ontem teve o start...
estético e pífio, como dizia Mauro César Pereira contra o Padres, disse que está com dor no joelho, é o que eles chamam de soreness, desconforto. Só que ele disse que não é desculpa. Ele já não foi bem no WBC, ele não começa a temporada bem, ele é o ace do time, ele é o cara que já vem de ser um workhorse, um cavalo de carga por anos, pelos últimos dois, três anos do time.
um cara que lança quase 200 strikeouts por temporada, lança mais de 200 entrados por temporada, ele está mal, ele não está bem. E se o teu ace não está bem, a tua rotação sofre, porque você acaba sobrecarregando o bullpen, os outros jogadores da rotação precisam de mais estrela, tirando o Robby Ray que está bem e o Landon Howe, é uma rotação que está horrorosa e eles não têm nomes que possam melhorar essa rotação.
cara. O melhor prospect deles que era o Bergson, o famoso Piu Piu, carinhosamente apelidado. Fez Tommy John esse ano, então tá fora da temporada. Eles jogam num estádio que não é muito propenso a homeruns. O estádio mesmo já não ajuda a produção do ataque, mas até pouco tempo atrás era um time que conseguia chegar muito em base. A gente tá falando de um time que em 2021 ganhou a divisão com mais de 100 vitórias. 107 vitórias deles contra 106 do Dodgers.
Foi um jogo de wildcard inclusive, porque o Dodgers foi a melhor campanha sem ser líder de divisão. E aí
E pouco mais de 5 anos depois é um time que não tem perspectiva de futuro, não tem uma farm tão recheada, apesar que tem bons nomes. É um ataque que eu não vejo nenhuma expectativa de melhora, porque não rebate nem em casa, não rebate fora. Não tem nenhum fator externo que possa estar atrapalhando isso, seja frio fora de época, ou muito calor, ou sei lá, chove muito. É um ataque que não está produzindo e tem bons nomes para produzir. Tem o Lee, tem o Arraiz, tem o Raph.
Tem o Chapman, agora vamos ver com o Bryce Eldridge subindo. Por mais que ele seja muito jovem, tem apenas 20 anos, se ele fizer um pouco mais, ele já vai contribuir mais do que o ataque todo. E é um time que tem que trocar. Não acho que eles vão tentar fazer um remanejamento na deadline. Eles vão ter que trocar alguém. Eu não vejo esse time sendo...
Não digo nem contender, mas esse time sendo relevante nos próximos anos, porque a gente vê que os jogadores não estão produzindo, eles podem produzir mais? Podem. Mas eles podem produzir a um nível de esse time pode brigar pela divisão? Não. Então, enquanto eles tiverem alguns valores, eu acredito que vale a pena trocar. O próprio Luiz Arraes, por exemplo, eu acho que mesmo ele tendo assinado esse ano, eu tenho um valor de troca.
Talvez o Checkman, uma terceira base extremamente competente na defesa. Não competente não, ele é muito bom defensivamente. Tem times que procuram...
um preço na base como ele vai jogar, como ele se chama, no Hot Corner, em playoffs. Eu acredito que ele é uma ótima de troca. Eu acho esse campo externo do Giants muito fraco, cara. Assim, é uma área que, de uma forma geral, precisa de melhorar. Deixar na mão do Lipe e do Ramos, eu acho meio que desequilibrado, assim. Eu acho o infielder no papel ou alguma coisa, o campo externo bem vazio.
Ah, não. E a gente tá falando agora de um time que, além de tudo, não consegue manifestar nada, não vai te entregar nada. Ele só vai poder te entregar na deadline. Quando você trocar, eles podem conseguir mais ativos, que eu acredito que eles têm nomes que possam ser trocados. Por exemplo, como eu falei, Matt Chapman, eu acho que é um bom nome. Luisa Reis é um nome que eu trocaria. Robbie Ray tem 34 anos. A gente sabe do histórico de saúde do Robbie Ray.
Ele é muito bom, o ano inteiro. Esse ano ele tá bem. Eu acredito que ele possa ser uma moeda de troca valiosa.
Landon Halp, não. O Landon Halp tem 27 anos. Eu não sei se eles querem que o Landon Halp possa formar esse 1-2 com o Logan Webb. Então eu acho que esses nomes que eu já citei podem ser nomes negociáveis. Eles precisam de nomes, principalmente de pitchers. Eles não têm muitos pitchers de nome na farm. O Bullpen ainda...
joga algo, não é um bullpen ruim, mas tá longe de ser um bullpen referência. Talvez eles consigam alguma coisa no Caleb Killian. O Ryan Walker, que de início seria o closer deles, não tá bem. Eles já estão apelando pra comitê. Eles têm, talvez, um bom nome, que eu possa, talvez, no Keaton Wynn, talvez. Eu ainda não sei. Depende muito do que eles vão ver pra esse bullpen. A gente cita nomes velhos, nomes novos. A gente sabe que o time não vai melhorar.
O Tony Vitello é um cara que dificilmente vai continuar pro ano que vem. Ele sofre inúmeras críticas.
Ele treina o time como se ainda ele treinasse no college, porque o que acontece no college, os técnicos, por mais que exija os prospects, sejam os principais nomes, os técnicos têm muito poder midiático, têm muito poder de influência dentro de campo. E no baseball, não. O manager, geralmente, só é lembrado quando ele erra.
E o Tony Vitello é o pior técnico novato. A maioria dos managers a gente não lembra nem o nome. Sim, ele é o pior técnico novato. Ele tentou um bold move vindo do college direto à Major League. Não está funcionando, ele não consegue gerenciar o time, ele não consegue aplicar a filosofia dele. Ele é um técnico campeão.
no college com o Tennessee Volunteers, que é um dos principais colleges do baseball. Eu não acho que ele vai renovar, não vejo perspectivas. Eu acredito que o Buster Pose vai querer dar uma resposta imediata e a primeira resposta vai ser a divisão do Tânio Vitela, não sei que ele consiga uma retomada histórica, que nada diz que vai acontecer. E além de tudo, ele já não é mais unanimidade nem para a torcida e nem para os jogadores.
É só ver qualquer coisinha que acontece, ele quer brilhar mais com os jogadores. Qualquer discussão, ele quer brilhar mais com os jogadores. É só lembrar aquela série contra o Reds, que teve briga.
Ele quis aparecer mais com o jogador Ele toda hora discutir com os juízes Qualquer desafio dele, ele quer reclamar Então assim, ele quer ser uma estrela Um time onde não tem estrelas Pela atuação E ele não pode ser essa estrela, porque ele é o técnico Ele só tem que fazer o time jogar, e o time não tá jogando É um time que claramente É disfuncional, é um time que Talvez o próprio Buster Pose Possa começar a sofrer pressão A pressão que ele nunca sofreu como jogador Ele possa começar a sofrer no comando do time Então Um...
Pra mim, a única solução é reconstrução e tentar trocar o que eles têm de valor importante esse ano na deadline. Eu sei que é um contrato introcável. Eu não sei como o Red Sox conseguiu trocar o contrato do Rafi. Mas dependendo da circunstância, eu trocaria. Sei lá, ter que reter parte do salário é a 12ª folha salarial da Liga. Por reconstrução, se eles toparem reter, eu acho que eles conseguem ativos bons pelo Rafi. E eu acredito que o Rafi, numa mudança de cenário, possa voltar a jogar bem.
Mas tirando isso, é um time que todas as informações são negativas. São negações, basicamente. Raf Devers, imagina Raf Devers zarpando de time em time desde que deu xilique lá em Boston. O tempo vai dizer. A gente vai para o nosso último bloco, onde a gente vai dar uma brincada aí com esse...
Star Wars Day, né, no dia 4 de maio, e a gente também vai falar de séries da semana e tudo, nesse último bloco a gente vai acelerar um pouco esses assuntos pra poder encerrar esse programa um pouco mais pra cima, né, chega de falar de time em crise, né, mas é, obviamente, assunto que a gente não pode não considerar, né, a gente tá falando de duas franquias importantíssimas pro beisebol, e a gente volta já já pra falar de Star Wars.
E MLB, o que isso tem a ver? Como é que a gente vai fazer essa conexão? Volta já já para o terceiro bloco para encerrar a rebatida de hoje.
Meus amigos, nós vamos fazer agora uma brincadeira, que foi até inclusive sugerida pelo Pinho na nossa reunião de pauta para montar o programa de hoje. Pinho, você quer falar um pouco sobre a sua ideia? Nós vamos fazer uma relação de alguns personagens de Star Wars e jogadores, managers da MLB. Explica aí um pouco mais para a gente. E se você até quiser começar com o seu nome rapidinho, depois do Gui, a gente já começa o negócio.
Então, essa semana a gente teve o nosso Star Wars Day, né? 4 de maio, May the 4th. E eu quis trazer aqui uma espécie de paralelo de alguns personagens, né? Clássicos, personagens mais conhecidos da franquia.
Em relação a jogadores, a treinadores, a pessoas ligadas ao beisebol. Que possam ter aí algumas características que possam lembrar deles. Quando é que é a ideia aqui? É fazer uma grande brincadeira. Se você é fã de Star Wars, eu tenho certeza que você vai se divertir muito com isso aqui. Talvez você vai concordar, talvez você vai discordar. Mas é justamente isso que a gente busca. Se você não é fã de Star Wars...
você precisa ir assistir Star Wars em primeiro lugar, tá? Porque, como diria Marshall Eriksen, as únicas pessoas que não assistiram Star Wars eram os personagens de Star Wars, porque eles estavam vivendo Star Wars. Mas vamos lá. Dito isso, qual é que é a nossa ideia? A gente vai definir aqui quem são quatro personagens da franquia e que estão no mundo do beisebol. São eles, Palpatine, o principal vilão da saga Star Wars.
Luke Skywalker, o paladino da moral e dos bons costumes, o Jedi, aquele que viria, o prometido. Leia Skywalker, ou Leia Organa, se você preferir, uma pessoa que sempre lutou pelos seus ideais, independente daquilo que custasse, sempre manteve aquilo que ela acreditava. E, é claro, o mais famoso de todos, Darth Vader, o Jedi transformado em Sith, o herói transformado em vilão, aquele que viria e que acabou tendo a sua ida para o lado negro da força.
Estes quatro nomes serão elencados por nós aqui. E já que o Gui disse que eu posso começar, eu vou explicar aqui por que eu cheguei nesses nomes. Primeiro, na minha opinião, o Palpatine da MLB chama-se Wilson Contreiras.
Eu sei que eu tinha falado pra gente usar, por exemplo, managers, pessoas ligadas à staff. Mas pra mim, o Wilson Contreiras é o cara mais palpatine da MLB, no sentido de que ninguém gosta dele. O que é o palpatine? É o vilãozão. O Wilson Contreiras é o cara que já pisou intencionalmente no adversário pra machucar. É o cara que é esquentadinho. O cara que, certamente, se ele tivesse a habilidade que o palpatine tem de soltar relâmpagos, né? De conjurar trovões, ele faria isso contra os seus adversários dentro do...
campo, tenho certeza que o Wilson Conteiras seria esse tipo de vilão se ele estivesse em uma saga. Então pra mim, Wilson Conteiras é o nosso palpatine. Pelo lado do Darth Vader, pra mim, o Darth Vader da MLB chama-se Rossell. Sabe por quê? Porque
O Darth Vader, ele ao mesmo tempo é um herói, é um vilão, é um anti-herói, ele ao mesmo tempo é amado e é odiado. Ele representa muito bem a dualidade do que é você cometer erros e de você estar em uma organização que comete erros e ser atuante nesses erros da organização que levam essa organização à vitória, mas ao mesmo tempo...
também ter o caminho de redenção. Eu acho que isso simboliza muito bem o que foi o Rossell Tuff. Ele teve sua participação no título contestável do Houston Astros. Ele foi um jogador que brincou muito com a questão do roubo de sinais. Teve aquela cena dele fazendo o walk-off e abrindo completamente o uniforme para mostrar que não estava com nenhum equipamento ali.
cometeu seus erros, ele teve toda a história que a gente conhece muito bem, mas ao mesmo tempo ele teve seu caminho de redenção, mesmo ajudando uma equipe corrupta, mesmo ajudando uma instituição corrupta que era o Houston Astros a ter sucesso da mesma forma que Darth Vader da mesma forma que Anakin Skywalker ajudou o Império a chegar até onde queria com a Estrela da Morte e toda aquela coisa
Por outro lado, o filho de Anakin Skywalker, a.k.a. Darth Vader, Luke Skywalker, pra mim, chama-se Freddie Freeman. É o cara que não tem como você achar um defeito em Freddie Freeman. É o cara mais likable, né? Como os americanos gostam de dizer. É o cara mais fofinho da MLB. É o tipo de jogador que nem o torcedor mais fanático do San Francisco Giants consegue achar uma coisa pra odiar a respeito do Freddie Freeman. O cara é muito família. Olha, olha, será? Será?
É um cara muito família, um cara muito good vibe, um cara muito gente fina. É um jogador assim, que se você pegar um vídeo de qualquer momento do Freddie Freeman na vida dele, ele vai estar sendo o cara mais gente fina da história do mundo. É o tipo de cara que você gostaria que fosse seu vizinho. Então pra mim, Luke Skywalker é Freddie Freeman, o herói da nação. E é claro que da nação Dodger muito mais ainda, né?
Não só da nação Doyle, da nação do Atlanta Braves também, né? Cara aí com três títulos de World Series, com MVP na conta, com tudo e mais um pouco, né? Tudo que tem direito, que ele já conquistou e ainda mantendo esse jeito todo de ser. E por fim, le...
A ideia organa, pra mim, a pessoa que simboliza o apego, o apreço, a lealdade aos ideais, chama-se Mike Trout. Afinal, quem melhor do que Mike Trout pra simbolizar a lealdade, não é mesmo? O cara que por mais de uma década, talvez quase duas décadas, foi o melhor jogador em atividade na liga e que mesmo...
indo apenas uma vez ao playoff, mesmo nunca conseguindo ganhar uma série de playoff, mesmo com o Los Angeles Angels nunca lhe dando condições de poder brigar por coisas maiores que poderiam lhe colocar de forma ainda mais incisiva no livro dos maiores de todos os tempos, ele ainda assim continuou e continua jogando em Anaheim para o desespero de nós, apreciadores de todo o seu talento, de toda a sua qualidade técnica, mas ainda assim...
É preciso sempre deixar registrado jogadores que mesmo tendo de certa forma prejuízo nas suas carreiras por não poderem usufruir de grandes conquistas, continuam leais às suas equipes. No caso do Mike Trout, sempre jogando em Anaheim, sempre honrando a camisa do Los Angeles Angels. Para mim, portanto, estes são Palpatine, Luke Skywalker, Leia Organa e Darth Vader na versão MLB 2026.
Hoje eu quero causar. Começar pelo Palpatine, obviamente. Como o Palpatine era o imperador, então eu pensei no manager, eu pensei no técnico. E pra mim o Palpatine se chama Aaron Boone. Ele é odiado por quem não gosta do Yankees e ele é odiado pela própria torcida do Yankees.
Ele é um cara que vive de um homerun Em 2003 no Team Wakefield Ele é um cara que o pai dele trocou ele Quando ele jogava no Cincinnati Reds Sim, antes de ir pro Yankees Ele jogava com o pai e o pai trocou ele Bob Boone Desde então, ele nunca fez nada decente pro esporte Ah, mas ele chegou na World Series em 2024
Quase foi varrido. Foi um ordeciz completamente irrelevante dele e do Yankees. Sem contar os... Com aquele time até eu. Sim. Além de tudo, jogando numa liga americana que até então estava extremamente... Não digo nem enfraquecida, mas não tinha nenhum favorito a não ser o Yankees, que ganhou por... Porque restou, sabe? Esta 1 foi assim. E ele é um técnico que...
Ele vem de uma hierarquia extremamente tosca, que é a do Yankees, desde a morte do velho Steinbrenner. É uma hierarquia desde o Hal Steinbrenner, que é um líder de franquia extremamente fraco e omisso, desde o Cashman, que também é fraco e omisso, mas tem emprego porque ele é da casa e o Yankees valoriza muito quem é de casa. E o Aaron Boone tem esse fator de ser de casa por causa de um homerun contra o Team Wakefield de 2003.
Então, ele é tosco. Por mais que ele tenha esse poder, entre aspas, de líder, ele é o palpatilho pra mim, que no fim das contas é um tosco. Por mais que ele influenciasse, é um tosco. O meu Darth Vader, ele se chama Dalton Rushing. Sim, o novato do Los Angeles Dodgers. Eu não sei se ele ainda pega a elegibilidade pra novato do ano, porque ele já jogou ano passado, acho que ele não...
pega, mas como se chamar do segundo anista, ele acusou o Colorado Rocks de estar espionando os sinais de pitcher e catcher do Dodgers. Isso resume o que é ser Darth Vader. O cara é um vilão. Colorado Rocks, o time que é mais, não digo nem enterrado, mas é o time mais prejudicado justamente pelo fator geográfico da liga e por causa de uma vitória deles, ele começou a acusá-los de roubo. Como diria Caio Ribeiro, o horário me permite agora, ele é um babacão.
O horário me permite agora. Então, pra mim o Darth Vader esse ano é Dalton Rushing. É um cara que mal chegou, quer sentar na janelinha. Não está mal na temporada, está bem. Mas ele já está num time que não é necessariamente muito popular nesse momento.
tirando o que eles chamam de bandwagon, né? Os modinhas. Então, ele só traz mais motivos pra odiar num time que tem o Fred Freeman, que é um dos caras mais amados, não só do Benz, mas dos esportes americanos em geral. Então, ele traz mais hate pra esse time. E diferente do Darth Vader, que começou bem e ficou mal, mas ele tem essa ambiguidade, ele é um cara que é um mal em si. Ele é um cara que quer representar o mal porque ele acha que esse Dodgers precisa ser mais mal, já que é o time mais odiado.
Ele tem que ser a representação disso O Rush em cometeria chacina Contra criancinhas usando um sabre de luz? Sim, ele não poderia usar uma camisa do Dona King Skywalker Ele mataria criancinhas Agora, pra falar de lealdade O meu Luke Skywalker se chama José Ramirez, do Cleveland Guardians
Leal à franquia. Todo ano, um dos melhores jogadores do beisebol. Rebate home runs. Extremamente competente na defesa. Anota corridas, rouba bases. E é um cara muito família do time. É um cara que brinca com todos. Ele tem as manias malucas dele. Hoje nem tanto, mas tinha época que ele representava colegas do time em bolas.
ele fazia cabelo, era um cara extremamente engraçado, quer dizer, ela não é um cara extremamente engraçado, um cara extremamente divertido já é um cara que tá na história do Cleveland Guardians já é um dos maiores nomes da história da franquia não é uma franquia de poucos nomes tem grandes nomes já históricos e ele já é um cara que ainda tá no auge, é um cara que eu adoro ver jogar, fora que desde que ele nocaute o Tim Anderson, ele virou tipo
meu rei. Não quer dizer que eu estimule a violência, mas às vezes é bom. Então, depois daquilo, ele tá no meu topo de jogadores favoritos, e ele é o meu símbolo de lealdade. Pra mim, a Princesa Leia é representada por um time, é o Tampa Bay Race, porque é um time de mercado pequeno, é um time que ano após ano briga no topo, é um time que ano após ano...
cria, inventa, reinventa jogadores, elencos engaja a torcida ano passado jogou no estádio de spring training e foi bem esse ano voltou pro Tropicana, vai ter um estádio novo, acredito que daqui um ou dois anos é sempre fiel aos ideais, ele levou o
o Moneyball ao extremo, então isso me fascinou e eu fiquei apaixonado por isso, porque eles criaram uma nova modalidade de estatística avançada, levaram o Moneyball ao extremo, e eles não trazem esses ideais, eles sabem que eles não vão trazer jogadores pelo valor financeiro, ainda mais depois do Casey Vanderfran, eles nunca mais vão dar um contrato grande.
pra ninguém, depois do Franco. Mas ainda assim, é um time que é divertido de ver. O New York Camineiro, Shane McLennan voltando, Drew Rasmussen, ressuscitaram o Nick Martinez, ressuscitaram o Steven Matz, que foi pra IEL essa semana, mas tava muito bem. Eles têm caras que são simpáticos, os jogadores são simpáticos, é um elenco muito bom, é um elenco que tem, por exemplo, Kevin Kelly, que é um ótimo cara de bullpen, eles trouxeram o Griffin Jacks, que...
Começou como starter, virou closer e vai voltar para a rotação, talvez, porque é um time que cria pitchers. É curioso, o Joe Boyle está machucado, o Ryan Pippe, que operou o quadril, está fora da temporada. E eles continuam tendo uma das melhores rotações, um dos melhores bullpens do beisebol. E eles têm jogadores de capacidade extrema. Chandler Simpson, ele só corre. É ótimo, é divertidíssimo ver ele jogar. Toda rebatida para ele pode ser uma rebatida dupla.
Jonathan Aranda, Giandi Dias, que sempre tá especulado em uma hora de troca, nunca troca e sempre tá muito bem, mesmo já não sendo garoto, tem 34 anos. É uma farm que cria jogadores, ela realmente cria jogadores. Tanto que eu lembro que ano passado eu vi um tweet aleatório que era um cara falando assim, ah, uma dica pra você que é general manager de um time da MLB.
Se você tem um jogador disfuncional, ruim, que tem estatísticas superficiais não muito boas, e você tá próximo de trocá-lo por algum ativo equivalente ou cortá-lo do elenco, e o Tampa Bay Rays vai atrás desse cara, segura esse cara, ele é bom. Agora só falta você descobrir como. Então, pra mim, a princesa Léa do beisebol é o Tampa Bay Rays.
Bom demais. Eu vou dar uma acelerada aqui porque o nosso tempo já tá passando, mas eu vou nessa ideia do Pinho. Até fiz umas anotações aqui. Olha que coisa mais maravilhosa. De Palpatine. Eu vou de Sr. Crankowns. Me perdoe aí, Pinho. Porque pra mim...
É justíssimo, tá? Eu queria ter pensado nisso, inclusive. O arquétipo é, assim, mais do que perfeito do mestre das sombras, assim, né? Igual o Palpatine é chamado, é um cara que mudou de lado, né? Ele se torna o Craig Council, que todo mundo fala, nos gurus e assina um mega contrato com o maior rival, que são os Cubs. Vai pra lá, assim, sem nenhum constrangimento, são apenas negócios, são apenas convicções.
E tem uma outra similaridade, né? O Palpatine e o lado sombrio, eles perdem constantemente para o lado claro da força, né? Para Luke Skywalker e a resistência. Da mesma forma que o Kray Council só tem perdido pro Brewers.
O Darth Vader, pra mim, é o Bryce Harper, que é aquele jogador que tem marra pra caramba, todo mundo sabe que ele é um cara marrento, ele é marrento em entrevista, ele é marrento pra chegar no plate, mas quando ele tá no plate, todo mundo para pra ver. Outro dia teve um jogo com dois home runs, enfim, é o típico Darth Vader, aquele jogador que a gente ama ter raiva dele e tudo, sempre um cara muito de falastrão, mas ele tem a aura típica de um Lord City, assim.
Quando esse cara tá na ordem lá do lineado pra rebater, eu paro pra ver se eu tô assistindo um jogo do Figgs. Um jogador que eu gosto demais de ver jogar sempre. Luke Skywalker, vou de Aaron Judge, que é aquele herói clássico, né? Um cara ali grandão, fortão, mas é calmo, tranquilo, né? As entrevistas sempre dão as respostas certas que todo mundo quer ouvir. Não entra em nenhum tipo de...
polêmica, joga o beisebol ali puro e tudo. Aquele exemplo ali de conduta de um jogador que faz o certo, joga bem, não se complica. Líder ali, moral e técnico de um time, assim, é o Judge. E de Princesa Leia, eu até vou pensar aqui, eu vou sugerir Mookie Betts. É um jogador versátil, igual a Princesa Leia era, né? Fazia de tudo pra poder ali colaborar, né?
parte mais estratégica, parte mais, às vezes, combativa, né? Pegava em armas. Exatamente o Mukbet joga no campo interno, joga no campo externo. Uma liderança, né? Todos os dois eram líderes ali, né? São, né? O Mukbet, apesar de estar na IEL, ele não parou, ele ainda é uma liderança lá no vestiário.
jogador que tem uma voz ativa absoluta, além de uma capacidade técnica, ele é uma liderança, é aquele jogador que os outros sempre param para ouvir, o cara que tem uma consciência social também muito grande, tipicamente Princesa Leia, é um cara que, desde os tempos de Boston Red Sox, é um cara super engajado na comunidade, agora em Los Angeles também ele está sempre ali também concorrendo como o jogador...
mais ativo, enfim, seria ali no Walter Payton, mas agora eu não vou lembrar, como é que é o nome do... Roberto Clemente? Roberto Clemente, é o Otto, claro. Então, pra mim, é a Princesa Leia. A gente tem outros exemplos, mas o Mookbeth, pra mim, é o que se enquadra bem. Pinho, achei o quadro excelente, cara. Mandou muito, uma sugestão super digna pra gente sair um pouco da casinha do óbvio de falar de Star Wars Day. E rapidinho, porque o nosso tempo já tá muito, muito, muito estourado.
Essa pauta é do Kevin Ododja, que nos apoia com as capas, enfim, que dá um apoio geral aqui pra gente. Ele deu a ideia pra gente falar do Alex Poatan, que é um lutador do UFC, né? Que acho que ontem, né? A gente tá gravando dia 6, exato, né? Já virou dia 7, mas ontem, dia 6, dia 5.
ele fez um arremesso inicial numa partida dos Yankees contra o Texas Rangers para promover uma luta que vai ter do UFC na Casa Branca, né, o Pinho? Inclusive tem o áudio do Kevin O'Doge, se quiser passar um pouco melhor o serviço e chamar o áudio do Kevin, fica à vontade.
Eu confesso que o meu conhecimento em relação a lutas, ele chega muito próximo do meu conhecimento sobre física nuclear. Então essa aí eu vou deixar pro Kevin com vocês. Kevin Marley dando o serviço da luta do Poiton e o que ele tava fazendo no jogo do Yankees. Luke Zanganelli, solta o play.
Sois ouvintes do Rebatida, tudo bem? É isso mesmo galera, no último dia 5 de maio, o nosso campeão do peso médio e campeão do meio pesado do UFC, Alex Pouatã, esteve presente no Yankee Stadium para fazer o arremesso cerimonial, fazendo a divulgação da sua luta contra o francês Cyril Gannet, no dia 14 de junho, na Casa Branca, marcando a sua estreia na categoria...
Peso pesado. Alex Poitain, pra quem não conhece, é um grande lutador de UFC dos tempos atuais, junto com Charles Dobronks, substituindo muito bem Anderson Silva, Lioto Machida, José Aldo e outros campeões do UFC. Então eu faço o convite pra vocês, galera, no dia 14 de junho, não perca a sua luta, gente. E também não perca a minha luta contra Matheus Pinho no Fight Music Show. Vai se preparando, Matheus Pinho, que eu vou te pegar.
Zoera, galera, tamo junto, um abraço.
Gui Martins, já manda a sua série da semana rapidinho e depois já vai o Pinho, a gente já vai para as despedidas, mas vamos com sua série aí primeiro para a gente já entrar no final de semana com o melhor do beijo, o que você sugere aí para a galera.
Dois dos melhores times do beisebol. Teremos muito pitching qualificado, teremos muito ataque qualificado. Teremos, para mim, até agora, o manager do ano, que é o Altwise, do Atlanta Braves, tendo seu primeiro teste de fogo para ver se o Braves realmente vai ser contender esse ano. Mesmo um time todo remendado, principalmente na rotação. Promete-se três jogos incríveis, talvez ou três jogos de domínio dos ataques, ou três jogos de duelo de pitchers.
Não percam essa série. Boa, bom demais. E aí, Pinho, o que você manda de série do final de semana?
Cara, eu vou ter que quebrar o decoro, porque não existe outra série melhor do que a Lora Braves e Los Angeles Norte neste final de semana. Assim, não tem. É a série do time que é literalmente o melhor time em atividade hoje no beisebol, o time mais quente do beisebol, o time que mais coisas faz no beisebol. Eu até separei alguns números no nosso grupo de pautas sobre essa questão do Lora Braves.
Esse time tem praticamente 70% de aproveitamento, ele tem 4 caras que são candidatos ao prêmio de MVP, ele é o líder da liga como equipe de forma combinada em aproveitamento de bastão, em corridas anotadas, em corridas impulsionadas, em percentual de chegada em base e em corridas anotadas. Um time desse, ele precisa ser talvez o top of mind, o time número 1 que a gente pensa para assistir um jogo.
E quando o confronto é contra o atual bicampeão mundial, que é franco favorito a ganhar mais um, e que tem o cara que é considerado o melhor jogador em um século desse esporte no mundo, que é aquele japonês lá que você sabe de quem eu tô falando, cara, não tem outra série pra gente recomendar não ser essa.
Mas por via das dúvidas, eu vou dar o serviço completo das séries que a gente tem, tá? Até pro pessoal não ficar triste com a gente, né? De pensar que a gente só tá dando bola pra Braves e Dodgers. Então, rapidamente, séries da semana pra vocês. Em Cincinnati, o Cincinnati Reds recebe o Houston Astros no Great American Mall Park. O Philadelphia Phillies joga na capital da Morfraterno contra o Colorado Rockies. O Baltimore Real recebe lá no Maryland o nosso glorioso Athletics.
que é de todos os lugares e para todos os gostos. O Toronto Blue Jays pega no Canadá o Los Angeles Angels. O Boston Red Sox recebe no Fenway Park, diante do Green Monster, o Tampa Bay Rays. O Miami Marlins pega na Flórida o Washington Nationals. O Cleveland Guardians enfrenta o Minnesota Twins, um jogo em Ohio. O Chicago White Sox, com as bênçãos do Papa, pega os Seattle Mariners jogando em casa.
O Kansas City Royals pega o Detroit Tigers ali no coração do Missouri. O Milwaukee Brewers pega em Wisconsin o New York Yankees, do nosso amado Aaron Boone citado por Guilherme Martins como o Palpatine versão 2026.
O Texas Rangers pega em Arlington o Chicago Cubs. O Arizona de Becks recebe no deserto o New York Mets. Aliás, é um jogo muito significativo, afinal o jogo será no deserto. E o Mets vive um deserto de vitórias, então parabéns aos envolvidos. O San Diego Padres pega o St. Louis Cardinals. Jogo na Califórnia, série na Califórnia. Ainda na Califórnia tem essa série que a gente falou de Dodgers e Braves. E por fim, para fechar a trica californiana, tem Giants e Pirates.
Boa demais, eu não vou de Dodgers e Braves não, apesar que, claro que é a série de final de semana, mas só para eles não me chamarem de pouco criativo, alguma coisa assim, só vou fazer um rápido adendo para o jogo de sábado dessa série aí, né, sábado dia 9, que vai ter simplesmente Rokis Asak com seu IAE de 6 e Spencer Strider, recém retornando de lesão, com seu maravilhoso IAE de 8. Então, quer dizer, certeza de muita corrida, né, dois pitches em má fase.
feito isso o jogo vai ser 1x0 por Wallcoff. Por mais que o Strider tenha feito a estreia dele domingo, foi contra o Colorado no Colorado. Então eu tô sendo o advogado do diabo. Então talvez veremos um Strider melhor mesmo enfrentando o Dodgers.
Pois é, e eu vou numa outra série para fazer um contraponto, que é San Diego Padres recebendo o Santos Carlos, exatamente porque são dois, vamos dizer, vices colocados nas suas divisões nesse momento. San Diego está com duas derrotas a menos que os Dodgers, está com uma derrota a menos, estou aqui verificando em tempo real, meio jogo na prática, porque os Dodgers têm um jogo a mais.
O Cardinals está com três jogos atrás dos Cubs, que estão sobrando um pouco, mas é uma série de quatro jogos. Essa série está começando na quinta-feira, vai até o domingo, então são quatro jogos e pode significar talvez a passagem de algum desses em relação ao que está hoje na frente. Se o Padres ganha essa série, pode talvez colar nos Dodgers. O Cardinals é um pouco mais difícil, porque três jogos é uma distância.
A gente lembra que o Cubs também vai estar jogando. Enfim, foi uma série interessante porque são dois times que não estão a passeio nesse começo de temporada, não. Gui Martins, vou iniciar com você. Muito obrigado, meu amigo, meu chará. Seja sempre muito bem-vindo, viu, cara? Se der, já cola com a gente semana que vem. As portas estão sempre abertas pra você. Um abraço e quem sabe até semana que vem. Se não, até quando Deus quiser. Um abraço, boa noite pra você.
Muito boa noite, meu xará. Boa noite, Quinho. Saiba que eu tô muito feliz de estar participando depois de muito tempo, mesmo estando enferrujado. Prazer foi meu. Me chamem sempre, porque sempre que eu estiver disponível, eu vou participar. Eu adoro participar. Adoro vocês. Adoro falar de beisebol de um jeito informativo e engraçado. E é isso. Acredito, se não for, até semana que vem. Até a próxima semana. Até as próximas semanas, porque dependendo do que acontecer, estarei mais presente, viu? E, de novo, muito obrigado pela oportunidade. Uma boa noite, bom dia.
Boa madrugada, depende para os nossos ouvintes Quando forem ouvir essas palavras De Jabba the Hutt com o carisma De Jar Jar Binks Essas palavras doces de um cara que saca De beisebol pra caramba, viu, cara O Rebatida está muito feliz de te receber Aqui você já sabe que a casa é sua também
Matheus Pinho, você não falha, né? Hoje, por um momento, eu achei que ia ser uma mesa redonda só nós dois, mas aí o Gui chegou para salvar um pouco mais. Um abraço, meu irmão. Boa noite para você. Um sucesso aí para o seu Brewers, nessa divisão que está saindo até facada para quem ficar na frente, né? A barra está alta, mas enfim, espero que semana que vem você esteja aqui falando que o seu time fez boas batalhas aí nesses próximos jogos que virão. Um abraço e até semana que vem.
Se antes seria uma mesa redonda, com o Gui foi uma mesa triangular, né? Dito isso, a gente vai ficando por aqui. Eu quero só, antes de encerrar, dar, né? É claro o nosso, que a força esteja com vocês, que a força esteja com o time de vocês, né? Que a força esteja ao lado das franquias de vocês neste final de semana. Desde que vocês não torçam para Cubs, Cardinals, Pirates e Reds. Se você torcer para um desses quatro, eu espero que a força não esteja com vocês e esteja muito fortemente com o adversário de vocês. Abraço, boa noite, até a próxima.
Bom demais. Bom, eu vou também ficando aqui por aqui. Um abraço para vocês. Semana que vem estamos de volta para falar de muito beisebol, quem sabe com boas notícias sobre o seu time. Se não, nem tanto assim. Se você for um torcedor do Astros ou do Giants, quem sabe a força esteja aí ao seu lado. Se não tiver, chega aqui com a gente, escuta que tem muita informação com muito bom humor também, com muita coisa boa. A gente faz esse programa com muito carinho sempre. Se a força não estiver do seu lado, a gente estará.
a gente estará. Então é isso, galera. Um abraço pra todo mundo, viva o beisebol e valeu!