#168 - Inspetor Faustao e o Mallandro é o puro suco dos anos 90
Neste Episódio: Bora falar sobre um filme nacional dos anos 90 que, mesmo sendo bem baixa rende, rendeu certo status de cult nos dias atuais.
O foco da vez é o filme “Inspetor Faustão e o Mallandro”, filme lançado em 1991 que entrega um roteiro extremamente ruim, mas diverte em doses cavalares com sua ideia totalmente sem noção.
Então, se acomodem e venham conferir um episódio focado em papear sobre este filme que, sim, vocês precisam conhecer.
Apresentação: Paulo Raposo
Duração: 19:33
Dúvidas, Sugestões, Críticas e Afins: paulo_rapozo@outlook.com
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- Inspetor Faustão e o MallandroCinema brasileiro dos anos 90 · Faustão · Evandro Malandro · Contrabando de animais · Ovo de codorna
- Produção e Roteiro do FilmeMário Márcio Bandara · Nelson Tanure · Amor de Deus · Tráfico de aves silvestres
- Cinema BrasileiroFilmes de baixo orçamento · Status cult · Cinderela Baiana
- O papel do humor e da brincadeiraHumor absurdo · Comédia dos anos 90
- Questões de raça e representatividade no rapMúsica tema · Celso Portioli
- Marid Participações· NegociosVando · Sidney Sweeney
Está começando mais um Comentando no QG. Aqui quem fala é seu host de sempre, Paulo Raposo. E cara, hoje eu vou me desafiar, na moral, vou tentar fazer um podcast razoavelmente sério, mas o tema não é sério. E eu já vou adiantar, é outra porrateira que eu tô abrindo e eu não sei o porquê eu estou fazendo isso da minha vida. Mas vocês já viram na thumbnail, né? Eu acho que não preciso fazer suspense, que hoje a gente vai falar de um filme brasileiro.
Vamos falar sobre O Inspetor Faustão E o malandro, a missão, primeira e única. Sim, eu tô usando o título alternativo porque eu achei ele maravilhoso. Então senta a bunda aí, vamos conversar um pouco. Porque, cara, assim, a primeira coisa que vocês têm que entender é que eu tô me perguntando até agora o porquê eu pensei em fazer um podcast sobre isso. Mas é porque esse filme, ele é tão meme, mas tão meme, que não tem como eu não falar sobre ele com você, né?
Até foi, eu trouxe algumas informações também, né? Então vale um episódio pra gente conversar um pouco sobre a maluquice que era o cinema brasileiro aí antes da retomada do cinema como nós conhecemos. E sim, gente, quando eu falei que abri a porteira pra uma outra maluquice é justamente porque teremos mais filmes dentro desses segmentos malucos, tanto nacionais quanto internacionais, antes de de fato falarmos sobre filmes mais sérios assim até do nosso, do meu cinema brasileiro amado.
Então vamos lá, galera, antes de qualquer coisa, como de costume, vamos falar um pouco sobre questões de produção. O filme intitulado Inspetor Faustão e o Malandro. Aí ele tem o título alternativo aí que foi o que eu mencionei para vocês, que é Inspetor Faustão e o Malandro: A Missão Primeira e Única. É um filme brasileiro, quem diria, que ele foi feito no ano de 1991. Tem direção de Mário Márcio Bandara, tem roteiro de Nelson Nadotti.
Segundo eu tava lendo aqui um pouco antes de gravar, a ideia do filme foi feita pelo próprio Faustão. Sim, gente, Faustão deu a ideia desse filme. E a sinopse do filme é que um feirante foi escolhido por Deus. Sim, Faustão, mano, essa porra eu não consigo levar a sério. Faustão é um feirante, o qual Deus, Deus olhou e falou: você será o meu inspetor, que é o inspetor para proteger os animaizinhos. E nisso ele, por algumas ironias do destino, ele se une com malandros Sérgio Malandro, e eles vão para uma grande missão para recuperar aí as codorninhas do Pantanal que foram roubadas por traficantes de animais.
Sim, galera, esse é o resumo, essa é a sinopse assim muito simples. E um primeiro ponto que eu tenho que deixar muito claro para vocês é o começo do filme assim é muito interessante, porque no começo do filme você tá no meio de uma feira com vários animais contrabandeados. Deus, inclusive a voz de Deus é o Pireio, saudoso Pireio. É a voz, a qual retumba nos céus, se sentindo triste porque os humanos estão contrabandeando os animaizinhos.
E aí, como ele se sente triste, ele decide escolher um animalzinho... Um animalzinho não, um ser humano para ser o seu inspetor. E inclusive, tem uma quebra de quarta parede maravilhosa, que ele olha pro Faustão e fala: Você mesmo, gordo. Aí o Faustão: Ô, louco, meu! Aí assim, é muito bizarro. E aí, como eu disse, existem diversos momentos onde a gente tem, né, obviamente, essa quebra de quarta parede. Isso é uma coisa que vale muito mencionar.
E é um ponto, assim... Interessante o porquê os traficantes de animais ali quer as codorninhas. Porque tem um gringo, cara, é muito errado, mas anos 90 é isso. Tem um gringo que ele quer as codorninhas porque é o ovo da codorna, porque ele sabe que é um ovo, ele ouve falar que é um material afrodisíaco e ele quer chapuletar, entenderam? Então assim, como ele quer ir lá para saliências, ele vai atrás da codorninha, né, que os traficantes falam para ele que é um grande afrodisíaco.
E, cara, vamos lá, a gente tem que entrar primeiramente no ponto que eu acho maravilhoso. É sério, eu acho esse filme muito meme, mas acho ele maravilhoso porque a ideia é boa. Não vou negar, cara, eu não vou negar. Eu posso falar que, ai meu Deus, ai meu Deus, é um filme ok, mas, mano, ele é interessante, tá ligado? Um combate ali, um cara que é um inspetor que tá ali pra proteger os animais e tal. Especialmente porque a gente tá falando dos anos 90.
E pra quem não sabe, apesar de ser uma coisa errada, muita gente vai ad convir comigo que nos anos 90 era uns bagulho muito maluco. Tipo, até o começo ali dos anos 2000, que era minha infância e tal, era muito fácil você encontrar animais que são silvestres sendo vendidos. Não era muito difícil. Hoje em dia é mais difícil. Sabemos disso, graças a Deus o povo começou a tomar juízo, mas naquela época era muito fácil. Esse filme ele mostra essa facilidade muito grande quando a gente tem um momento da feira, tipo, mano, tem mico-leão-dourado, tem arara, tem uma porrada de coisa.
E é bizarro você pensar que a ideia ela é interessante, mas execução é uma completa merda. E perdoa os envolvidos, mas cara, o Faustão ele quebra a quarta parede a cada 5 segundos. Tipo, quando Deus fala com ele, ele olha e fala, você tá falando comigo? Aí quando Deus fala, você mesmo, gordo, você será o meu inspetor. Aí tipo assim, ele torna o Faustão um inspetor. E pouco tempo depois a gente começa algumas referências que a galera dos anos 90 vai conhecer melhor, que é, por exemplo, o caminhão do Faustão, né?
O caminhão do Faustão que só tem uma geladeira, geladeira está vazia, que o anjo leva para ele. Tá, inclusive eu, Faustão, tem dois cachorros. Um se chama Salário Mínimo, tem inflação. É, gente, é bem complicado, é bem complicado, é bem complicado, mas é maravilhoso. Porque, cara, assim, a maneira como o filme começa, ela é muito maluca. Só que assim, eu vou tentar explicar isso de uma maneira— como que eu explico isso de uma maneira que não soe tão estranho?
Pensa assim, O Faustão, ele foi escolhido por Deus para ser seu inspetor. Não sei como a polícia aceita ele como inspetor do nada. Até aí, quem sou eu para duvidar dos desígnios divinos? Só que uma conveniência muito safada faz ele se juntar com o Sérgio Malandro nesse caso das codorninhas, porque o Sérgio Malandro, ele pega o Sérgio Malandro como meliante. O Sérgio Malandro é filho do líder da polícia e os dois vão juntos nessa grande missão.
Vale mencionar, como eu disse, eu tô repetindo muito essa parte da Quarta Pela de hoje porque sem maldade. Qualquer momento, tipo, o Faustão brinca, ele fala: ô da poltrona, olha, olha, agora vai começar tal coisa. E ele vai te explicando uns bagulho que você tá vendo o filme, você tá tipo: caralho, mano, que surreal. O malandro, ele é o malandro. Tipo, se você conhece Sérgio Malandro, se você viu qualquer coisa de malandro, é o Sérgio Malandro num filme.
O Faustão você não consegue levar a sério. E o Faustão, ele tava naquela época que você jovem que está ouvindo isso, você não vai saber disso, mas você velho sabe disso, que era a época que a gente também tinha os apresentadores mirim, o que torna tudo, mano, quanto mais eu falo, mais maluco fica. Tinha apresentadores mirim. Então o Faustão, ele tinha o sobrinho, no filme o Faustinho é o sobrinho dele que vai ajudar ele na missão.
E cara, o quanto esse filme degringola enquanto os cara tão tentando roubar o ovo da codorninha e os cara tentando resgatar os animais. Ele vai sendo um amontoado de— não diria nem disquetes, mas ele é um amontoado de situações que uma leva a outra, a outra leva a outra, a outra leva a outra. E quando você tá vendo esse filme, você tá: cacete, mano, o que que tá acontecendo? Mas você começa a rir pelo absurdo, porque é ridículo.
E sem maldade, é ridículo. Aí quando você vai atrás de informação, que nem eu fui antes de gravar esse podcast, a gente descobre, por exemplo, que é um dado citado, que o filme foi idealizado, como eu disse, pelo próprio Faustão. Ele foi filmado em cerca de um mês, cara. Para um filme filmado em um mês, este filme ele é genial. Aqui eu realmente tenho que dar o devido mérito, né? Porque é como eu disse, tudo nesse filme ele é feito de uma maneira corrida, é uma maneira estranha, o que torna toda a trecheira desse filme ainda mais incrível quando você vai juntando as peças.
Porque assim, Pensa comigo, a gente tem um gringo que ele quer usar pra fins rituais ali o ovo da codorninha. Vem um segundo cara e fala, olha, amigão, eu consigo arrumar pra você um ovinho de codorna aí pra você fazer essa aliança. E nisso a gente tem um cara que defende os animais indo atrás disso. Aí nesse meio tempo a gente também descobre que Faustão tem uma namorada. Sérgio Malandro também arruma uma moça pro final dali da história.
Como se não bastasse todas essas maluquices, que os dois são casados, tem namoradas. Eles prometem um casamento para elas, o que é maravilhoso, e isso vai reverberar no final. E cara, eu tô falando aqui tentando não narrar o filme porque assim, é uma experiência, tá ligado? Esse filme, não importa o quanto eu fale para vocês, ele é uma experiência. Toda maluquice que vocês vão vendo nas atuações é doido, entendeu? As quebras de quarta parede, o Sérgio Malandro sendo Sérgio Malandro, Né, o Faustão sendo o Faustão, porque assim, não dá nem para eu falar que ele atua quando a cada 5 minutos ele quebra, vai quebrar a quarta parede e ele vai falar alguma coisa para você que você olha e fala, ok, isso não faz sentido estar aqui num filme, né.
E sem contar que tem um momento, cara, tem um momento no final que ele vai fugir de uma perseguição e ele dá o colete dele para um cara magrinho e ele fala assim, esse cara é meu dublê nas cenas de corrida. Aí você para, respira fundo e fala: cara, por que que eu tô fazendo da minha vida? Porque esse filme, ele tem isso. O que ele mais vai ter é esse tipo de maluquice, é esse tipo de situação que você olha e percebe o quão esse filme ele não é ruim.
Assim, filmograficamente falando, até para mim que não sou nenhum estudante de cinema, nenhum super entendido, eu sei que esse filme é extremamente fraco, ele é extremamente ruim. Mas assim, culturalmente falando, pelo que foi, né, o cinema um pouco antes, né, do que nós tivemos ali, o fato desse filme ele vir num período que a gente ainda não tava com cinema voltando, tendo uma retomada forte, tanto que nesse mesmo período de Espectro Foster e O Malandro nós tivemos outro clássico aí que é o Cinderela Baiana, que muito provavelmente teremos um podcast.
Então assim, a gente já tinha muitos filmes que eles não tinham nem pé nem cabeça. E esses filmes sem pé nem cabeça, eles geravam algumas coisas, cara. Pela ideia geral, como eu disse, ele é uma coisa engraçada. Tipo, agora, por exemplo, eu tô deixando passar enquanto eu tô gravando, e eu tô no momento onde o Faustão captura o Sérgio Malandro, ele amarra o Sérgio Malandro numa camisa de força e prende o Sérgio Malandro. Que nesse momento que a gente vai descobrir que o Sérgio Malandro é filho do chefe de polícia.
Que aí ele olha para o pai dele, faz papai. Então assim, cara, é um bagulho totalmente sem noção. O roteiro, ou que dizem ser um roteiro, porque a pessoa que escreveu esse roteiro ela estava convicta de que era uma boa história, não tenho dúvidas disso, mas honestamente falando não era, né? Mas é interessante a gente comentar disso também, ó, dessa geral aqui, esse panorama. Contaram um pouquinho, né, na sinopse, contaram o que eu acho de maluco desse filme.
Porque se tem como ter um troço tão estranho assim, é óbvio que sim. Se ele sobrevive até hoje, se você procurar aí no YouTube da vida você acha, é porque tem alguma forma, tá? Ele se tornou cult. É muito interessante a gente mencionar isso, né? Eu até quis fazer esse episódio por conta disso. Primeiro, para, né, abrir a porteira e falar desse filme ruim, falar de alguns assim talvez até meio estranhos, tipo os filmes do Didi.
Quem entendeu vai entender aí a referência. E também porque é muito interessante a gente notar um pouco essa questão do cinema, né? Um ponto, como eu disse, que é interessante é que esse filme, ele era um filme que não tinha, né, ele não fez sucesso no cinema, né? Ele não fez um sucesso considerável. Pelo contrário, até pelo que eu tava lendo aqui, dando umas pesquisadas, esse filme ele teve uma expectativa, teve uma recepção pública muito baixa.
Se você foi em MDB, foi em Letterboxd, em Rotten Tomatoes, etc., você vai ver que a nota desse filme ela é extremamente baixa, porque ele não é um bom filme. Eu já disse e repito. E tem um ponto que eu não mencionei até agora, eu vou mencionar, não tinha mencionado, e vou mencionar também. Fora todas as questões do filme ser extremamente ruim e fraco, ele fazer algumas menções assim, algumas piadas muito forçadas, muito ruim, ele tem o rap Ovo.
Cara, o Rap do Ovo é basicamente a música que, se você prestar atenção no filme inteiro, ela, esse inferno de música tá tocando para no final nós termos ele tocando novamente, né? E essa música ela é um ícone do cinema da época. Tem um momento inclusive é divertidíssima porque ela vem no final e é você ver o Faustão cantando, o que me reave uma memória. Inclusive quando eu fui procurar esse filme no YouTube eu achei o Celso Portioli cantando.
Então sim, eu também tenho que fazer esse link. E essa é uma das coisas mais aleatórias que existe, tá ligado? Fora o Faustão atuar ruim pra caramba, ele ainda cantou nesse filme. Então assim, mano, é maravilhoso. E o rap do Uhuu vale a pena você ouvir o rap do Uhuu só pra você dizer que você ouviu em algum momento da sua vida. Mas é um filme que, cara, ele é muito repetitivo, né? Ele é muito repetitivo nas ideias, na forma como ele vai trabalhá-las.
Vale mencionar que Esse filme, ele também se abraça muito forte num roteiro que não é tão bom, mas ele também se abraça nas participações, né? Então ele vai ter uma cena que tem o Vando cantando. Cara, é maravilhosa essa cena do Vando cantando, que é um pouco antes das cenas finais. Aí você tem o Vando cantando, você tem atores famosos atuando mesmo, atores mesmo, atores e atrizes que tem um reconhecimento dentro do dentro da indústria fazendo.
E mano, é uma trecheira tão gostosinha de assistir, tão divertida, que funciona tão bem que vai crescendo muito. E tipo assim, vale a pena assistir, né? Vale a pena assistir. Aí eu tô falando isso porque, né, você vai dar umas risadas. Mas assim, de preferência é o tipo de filme que vale você assistir se você estiver se você estiver minimamente embriagado e com a galera, que aí vocês vão rir para caramba, vão falar, meu Deus, e época que o Faustão era gordo.
Porque, cara, não é o melhor filme, tá? Isso eu tô reforçando muito porque eu não quero vender expectativas. Eu sei que muita gente que vai estar ouvindo esse podcast já deve estar com a sobrancelha levantada desde o começo, desde quando eu divulguei essa thumb para os amigos mais próximos, se perguntando, mano, por que que o Raposo decidiu falar desse filme? Como eu disse, para abrir uma porteira, e porque, cara, eu sinto que o meu trabalho como pessoa totalmente aleatória que gosta de filmes aleatórios, ele não estaria completo se eu não falasse desse filme.
Paulo, como assim? Porque, mano, o que esse filme tem de aleatório, ele tem de maravilhoso. É de uma riqueza, de uma riqueza maluca. De uma riqueza tão cachorra que, cara, não tinha como. É um filme que você vai assistir e você vai pensar duas vezes antes de rever, entendeu? Tanto que a minha nota, por exemplo, na minha nota na época que eu vi esse filme a primeira vez, foi 1,5 no Letterboxd. Tipo, 1,5 como filme é 1,5, e ainda 1,5 assim, nossa, para ser muito gentil, porque eu poderia ter dado menos, mas pela diversão que ele me proporcionou, 1,5.
Mas se eu fosse considerar o nível de escrotidão e maluquice desse filme Irmão, era 5 de 5, porque, cara, é maravilhoso o nível de loucura. Porque a pessoa que fez esse filme, como eu disse, ela não pensou numa construção tão linear. Ele é um filme que ele vai tendo uma série de pequenas situações que são estancadas no assunto principal, mas é tão largado, tão solto, tão maluco que nada faz sentido, tá ligado? Nada faz sentido.
Depois da cena de Deus escolhendo Faustão, nada mais faz sentido. E esse filme ele se torna para mim um dos grandes achados, uma inauguração de um novo gênero aí que é os filmes malucos, né, com vilões malucos e tudo mais doido possível. E cara, na moral, se eu tivesse que falar, eu diria que é o tipo de filme que vale muito sim assistir, assistir assim oficialmente, né, vale você procurar no momento de distração totalmente, sem ter o que fazer, você assista, porque, cara, é muito interessante, tá?
É muito interessante, né? Eu mencionei, por exemplo, eu mencionei o Vando, mas também deu Sidney Magal ali passeando no filme, em dado momento ele aparece, entendeu? Então assim, esse filme, ele, quando os cara colocou que é a primeira e única missão dos dois, eu acho que realmente não tinha nem espaço para ter outro. Porque, mano, é bizarro. Mas assim, eu dei um panorama muito geral porque eu também não quero falar muito desse filme, porque eu acho que a experiência válida é a conferida.
Mesmo sabendo que vai ter gente que não vai concordar comigo, mas um abraço para vocês que não vão concordar também. Mas assim, cara, fica aí a desindicação com pequenos toques de indicação para vocês, né? Fica um registro aí da história, uma porteira. Se vocês quiserem, algum dia eu faço sei lá, mano, e monto, sei lá, uma live para a gente ver esse filme junto. Não sei, vocês comenta aí o que que vocês querem. Vocês já viram esse filme?
Se vocês não viram, o que que vocês esperariam de uma junção dessa que é melhor que Vingadores? Cara, é ironia, mas assim, o Faustão quebrando a quarta parede, eu acho maravilhoso. Mas assim, comenta aí embaixo, já deixa também suas expectativas para o que eu falarei a seguir, ou até mesmo deixa dicas aí do que eu posso falar Não sendo nenhum filme criminoso, tá tudo bem, tá? Mas assim, já deixa aí coisas que vocês adorariam, que vocês gostariam de ver eu falando sobre, porque, né, é isso.
Só lembrando vocês que o Comentando, ele é um podcast semanal, sai de 2 a 3 episódios por semana. Além disso, é um podcast também que tá disponível nos principais agregadores, Google, YouTube Music, Apple Podcast, Spotify, Deezer, Amazon Music e diversos agregadores aí à sua escolha para você indicar para um amiguinho. Então indica para o coleguinha, aproveita que inclusive esse episódio ele não está tão grande comparado aos demais, né?
E já dá para ser uma boa porta de entrada aí para quem não tá tão acostumado, tá bom? Mas assim, se você tá vindo também pela primeira vez, vale mencionar, seja muito bem-vindo, né? Não falei antes, mas é isso por hora, é isso. Um abraço e nós fomos!