Episódios de Comentando no QG

#169 - O Encantador Universo de "Ichi, o Bruxo"

25 de julho de 202624min
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Neste Episódio: Hoje é dia de unir o útil com o agradável e indicar uma obra que vocês precisam conhecer (sério, precisam mesmo).

O assunto da vez é o mangá “Ichi, o Bruxo”, que foi anunciado pela Panini Comics no Animê Friends e eu já queria falar há algum tempo.

Então, aproveite o papo para conhecer mais desse mangá que traz um mundo mágico bem cativante, personagens fortes e que, sim, vocês irão curtir.

Apresentação: Paulo Raposo

Duração: 24:12

Dúvidas, Sugestões, Críticas e Afins: ⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠paulo_rapozo@outlook.com⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠⁠

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Participantes neste episódio1
P

Paulo Raposo

Host
Assuntos4
  • Ichi, o BruxoMangá Ichi, o Bruxo · DC Comics · Shirow Sasaki · Otto Alencar · Manga Plus
  • Witch Hat Atelier - Exploração do UniversoMagias com vida própria · Bruxas e captura de magias · Bruxa Baba Yaga · Magia Uroro · Bruxa Baba Yaga
  • Arte de Shirow SasakiTraço expressivo e detalhado · Design de personagens e magias · Capas do mangá
  • Manga ÑembosaráiMadanouchi (japonês) · Itchy the Witch (inglês) · Itchu, o Bruxo (português)
Transcrição1 segmentosassemblyai/universal-3-5-pro
PRPaulo Raposo

Eeeeee, está começando mais um Comentando no QG. Aqui quem fala é seu host de sempre, Paulo Raposo, e sabadou com mangá. Sim, o episódio de sábado é o mangá. Eee, tavam com saudades? Eu espero que sim, porque hoje eu vou falar aí de um queridinho meu que eu já queria ter falado há algum tempo. Mas assim, como um bom aproveitador que sou, vou aproveitar agora que o mangá foi anunciado oficialmente em terras brasileiras para vir aqui a não falar sobre ele.

Hoje o assunto, vocês já viram na thumbnail, mas hoje o assunto é o mangá It, O Bruxo, ou Madame It, ou It the Witch. Então se acomoda aí, bora conversar sobre esse mangá. Porque, cara, a minha alegria, além de você falar deste mangá que é bom demais, também é poder falar de novo sobre Shirow Sasaki neste recinto. Então agora a gente vai falar de Shirow Sasaki com autora mulher, com uma roteirista mulher. Ou seja, que era pra ser certo deu certo em dobro.

E é isso, vamos lá com empolgação e felicidade. Vamos começar pelos dados básicos, né, para quem não conhece. Se você tá ouvindo esse podcast, nunca ouviu falar de Itch, o Bruxo, e tá em dúvida, Paulo, que raios é Itch, o Bruxo? Eu vi que a Panini anunciou, mas o que é este mangá? Vamos aos dados técnicos. Escrito por Osamu Nishi, que é autora de Iruma-kun, e ilustrado por Shiro Sasaki, a nossa goat, a grande desenhista. Madonna, Itch, o Bruxo, ou Itch the Witch, começou a publicado nas páginas da Weekly Shonen Jump em setembro de 2024.

Segue em publicação atualmente aí, com 9 volumes encadernados. E cara, que mangá legal! Não tô dizendo assim que, nossa, esse mangá é o mangá para todos reunir, o mangá para todos dominar. Mas é um mangá muito bom, muito gostosinho. E a sinopse dele, nas minhas palavras, obviamente. O mundo de Madanoichi, ele possui magias. E essas magias, elas têm vida própria, elas têm um corpo físico e elas são como fenômenos naturais assim, né, vou dizer, só que elas têm corpo e tanana.

E nesse mundo, as magias só podem ser capturadas por bruxas, porque somente mulheres possuem poder de magia, homens não possuem. E essas magias, elas têm um gag muito interessante, que é: elas geram desafios para serem capturadas. Elas não podem chegar e falar: vou capturar. Então eu tenho que cumprir o desafio imposto pela magia. Só que alguns desafios são mais improváveis do que parecem. E é nesse contexto, né, de caça de magia e tudo mais, que a gente vai conhecer o nosso protagonista, que é o Witch.

Ele é um menino que vive na floresta, tem uma vibe meio caçador. Uma vibe não, ele é um caçador, mora na floresta. E um belo dia, a vida dele tromba com a bruxa mais poderosa. E também com uma das magias mais poderosas do mundo, o Uroro. O Uroro tem como regra, ele não é capturado por mulheres. Somente homens poderiam capturá-lo, mas homens não têm magia. Mas o nosso menino Witch consegue capturar o Uroro. E a partir daí, a gente vai ter uma aventura onde a gente descobre que existe um bruxo nesse mundo.

E ele vai, né, e o Itch, ele decide ir aí também pra esse mundo de bruxos e bruxarias e afins, à caça de magias, pra também conhecer mais do mundo, conhecer mais de si, por aí vai. E a gente vai por uma aventura que, cara, é muito interessante. Antes de eu comentar um pouco mais sobre a história, porque eu fui aqui contando minha sinopse do meu jeito e pá pá pá, vale mencionar: o mangá, ele foi anunciado sim no Brasil, ele será publicado pela Panini Comics.

Só que pra quem quiser ler os primeiros capítulos ver o que acha da história também, o Manga Plus ele tem os 3 primeiros capítulos com tradução em português, assim como os capítulos mais recentes. Então assim, se você quiser ler em português, dá para você ler os primeiros capítulos para conhecer. Se você porventura já acompanha, você pode ler aí os capítulos mais recentes em português na plataforma oficial. Então assim, comecei aqui bem hypado, comecei bem empolgado, mas agora vamos voltar aqui alguns pontos.

A gente já pode considerar Madanoichi com toda certeza um dos shonen de maior sucesso assim dentro da Shonen Jump, porque ele é um mangá que ele vende razoavelmente bem, se a gente considerar as vendas atuais dos mangás. Ele tem bons números de venda pra Shonen Jump, até pros padrões assim, eu acho, mais exigentes de um pouco mais à frente, ele estaria numa régua assim de sobrevivência em muitos casos. Mas é muito interessante de mencionar que o roteiro da Osa Munishin é um roteiro muito interessante.

Ele é um roteiro que ele explora bem a ideia, né? Quer seja a ideia do mundo mágico, quer seja a questão de ter um homem que conseguiu utilizar magia Né, assim como a gente vai entendendo alguns detalhes do Beat. Um exemplo deles que eu acho muito interessante é o fato dele sempre ter vivido na floresta, sempre ter tido esse contato com as criaturas da floresta, ter sido treinado pra arte da caça. Ele aprende a entender alguém como uma ameaça ou não se a pessoa demonstra essa vontade de ser ameaçadora.

Então, por exemplo, se a pessoa exala uma vontade de matar, ele já fica em guarda, porque ele entende que é um risco pra ele. Isso é muito interessante. É isso, inclusive, que no começo coloca ele em rota de colisão com o Uru, porque ele entende esse problema. Assim como uma das primeiras magias que ele captura é muito legal, que ele captura porque a magia simplesmente fala, ah, eu gosto de fazer o caos porque eu gosto. E aí ele põe na lei da selva, que ele fala assim, se você não caça pra sobreviver, você caça só pelo prazer de matar, então a partir desse momento você pra mim é uma ameaça.

Essa estrutura do protagonista que é meio selvagenzinho, ele vai aprendendo, ele vai entendendo, mas ao mesmo tempo ele vai Mostrando que essa vivência dele na natureza gera instintos de sobrevivência muito fortes. Ou de tipo assim, antes que me cacem, eu vou caçar. Cria uma narrativa muito interessante pra gente ver a evolução dele. Inclusive, se você pega o It do primeiro volume e o It dos capítulos mais recentes, você vai perceber diferenças muito grandes.

Ele ainda tem detalhes que são dele próprio, né, que é a questão de ter esse feeling de caçador. Mas ele já tem uma postura muito diferente do que a gente conhecia no começo. É óbvio que pra ele muitas coisas são novas. A forma como ele lida com outras pessoas também tem uma novidade muito grande. Porque ele viveu sempre na floresta, então ele não tinha outras pessoas com quem ele convivesse muito, né. Ele só teve o mestre dele, que treinou ele, que explicou pra ele como sobreviver.

Mas assim, ele nunca teve contato com pessoas demais. Então é essa evolução que a gente vai tendo dele. Ao mesmo tempo que a gente vai conhecendo o mundo mágico, né. O mundo mágico que, por culpa da Descarras, que é... A bruxa mais forte, que é quem tromba com o Bit no primeiro capítulo, a gente vai tendo esse conhecimento. Inclusive, a Descarras é uma das melhores personagens que já foram criadas, ever, pra mim, no quesito personagem feminina.

Ela é marrenta, eu acho muito da hora que ela é marrenta. Ela é posturadíssima. E ela é a mais forte, mas tipo assim, não é só bravata. Ela é a mais forte. Em muitos momentos, isso vai ser posto à prova de alguma forma. E ela vai conseguir superar. E é incrível isso. Inclusive, nos capítulos mais recentes, a gente meio que descobre o porquê, além de ser mais forte, ela tem, por exemplo, uma alcunha de bruxa do abismo. E o momento dessa descoberta é insano.

Muito legal, porque assim, a gente começa a ter outras facetas. E eu gosto da maneira como o roteiro, ele entende assim que muitas coisas não precisam ser explicadas logo de cara, né? E não apenas isso, ele deixa isso muito claro, como ele deixa bem claro que é um universo vasto que ele vai querer explorar da melhor forma possível. Então assim, se no primeiro momento a gente vai conhecer o nosso protagonista, a personagem que vai acompanhá-lo aí como mentora, e além dela, com o tempo a gente vai conhecendo outros personagens, outros bruxos, o pessoal que mexe com registro, a gente vai conhecer gente aí que mexe com ferramenta mágica, e a gente vai conhecendo outras magias, a gente também vai conhecendo esse universo num todo.

Assim como o principal vilão, que é muito interessante mencionar que o principal vilão da série até então, ele não aparece tipo, nossa, depois de Mint, não, ele aparece, se eu não falho a memória, no volume 2, volume 3, tá ligado? No volume 3 ele já aparece, que é a magia antimundo, que é uma magia muito da hora. Então assim, toda essa exploração de universo, toda essa construção, ela é muito bem pensada. Inclusive, quando você vê a magia antimundo aparecendo e ela tendo o primeiro confronto ali com o It, muita coisa naquele universo muda.

E até muito interessante isso também. Quando chega em capítulos mais recentes, no último arco antes desse do que nós estamos agora, isso também é explorado e é muito bem feito. Porque a gente consegue ter uma construção linear, mas sem pressa. A autora não tem pressa pra contar pra gente uma história onde você tem um universo vasto pra explorar. Porque, cara, pensa comigo. Magias aquelas não são poderzinho apenas, elas são parte daquele ecossistema.

Elas vivem junto com os seres humanos. Então, por exemplo, tem uma magia que é a magia de escuridão. Ela vive junto com os seres humanos. Tem uma magia que ela aparece, que é uma magia que envolve tristeza. O fardo, tipo assim, ela tira o fardo, ela tira a tristeza das pessoas. Só que isso também leva também pra debates, porque até que ponto é bom você às vezes perder um luto porque, putz, eu tô enlutado porque eu perdi alguém que eu amo, você passar esse peso pra uma magia, passar esse... tirar esse peso de si, você não viver com aquilo, né?

Você pegar um momento triste da sua vida, um momento que tipo, putz, tá pesado, você simplesmente tirar de você dar na mão de uma divindade, né? Porque essa magia ela se vê como uma divindade, simplesmente porque você não quer ter, entendeu? Entende? Isso é estranho, pode parecer ilógico, mas assim, se a gente pensar em devidas proporções, muita gente faz isso no dia a dia, né? Então assim, as magias, como eu disse, elas são parte desse ecossistema, e muitas delas não são perigosas, né?

Elas são apenas magias ali, como fenômenos, são fenômenos naturais. Mas por serem essa parte do ecossistema que nós temos nesse universo, elas precisam, né, em muitos casos, serem capturadas. Serem capturadas pelas bruxas, pra que as bruxas consigam utilizar aí as magias também. E a vida seguir seu fluxo normalmente. Sem nenhum fato estranho, sem nenhum ser humano ser morto ou prejudicado pela simples existência, entendeu? É uma narrativa que ela é muito grande, quando a gente pensa de uma forma mais ampla.

E funciona muito bem. Eu tô repetindo esse ponto porque eu acho que é muito interessante. Porque é um roteiro muito rico. E é que nem eu falei, são 90 capítulos. E em muitos momentos, o roteiro, ele já deixa aquela ideia de que sim, a gente vai começar a ver arcos focados em outros vilões, em personagens que estão ligados ao vilão principal. Mas assim, a gente já tem uma noção de quem é o vilão principal. Só que a gente sabe que, mano, obviamente isso vai se estender o máximo que der, vai ser trabalhado com devido cuidado.

Até porque cada uma dessas magias são poderosas, das magias que estão junto com o Antimundo são poderosas. A gente descobre outras coisas ali desse universo. Universo que são muito interessantes. E cada detalhezinho simples que você vai vendo nesse livro, vendo nessa narrativa, vai dando aquele interesse maior que você queria aprender mais, entendeu? Então assim, é uma história que narrativamente falando, como eu disse, ela tem uma construção muito boa e é uma narrativa muito rica.

Ai, Paulo, não gosto de série com vibe de fantasia, historinha de poderzinho, eu prefiro lantinha. Bacana, talvez não seja sua, mas para quem gosta de uma fantasia, gosta de uma história tem uma progressão mais consistente, né, no quesito de não ter tanta pressa no que ela vai demonstrar, ela não ter aquela frenesia, ela não ser aquele negócio muito frenético. Aqui você encontra uma obra que é muito boa, muito boa mesmo. E eu garanto tranquilamente que você vai ler esse mangá e você vai terminar e vai falar, putz, é muito bom, tá, vale muito a pena.

Mas eu também quero aproveitar que eu falei razoavelmente bem do roteiro para falar muito da arte, né, gente. Porque é o que eu falei no começo, mostrei-me muito empolgado mas é uma alegria muito grande. Se eu, eu já falo da, eu falo Deus Amonishi sem ter lido Irumakun. Sim, eu não li Irumakun. Se você estiver ouvindo isso e quiser me dar o volume 1 de Irumakun, eu aceitarei de bom grado, porque eu nunca li. Eu não cheguei a ver o anime, eu comecei, mas eu nem peguei para ver o primeiro episódio inteiro.

Eu preciso, mas se alguém quiser me doar o primeiro volume do mangá, eu aceito, tá bom? Que Irumakun também tá saindo pela Panini. Olha que legal, as duas obras da roteirista tá saindo pela Panini. Se alguém quiser me doar o volume 3 em 1 de Irumakun, o primeiro volume, eu aceito de bom grado. Inclusive faço resenha. Mas sobre Madanoid, Se eu elogio a Osamu Nishi pelo seu roteiro, eu não posso deixar de não elogiar Shiro Usazaki, que neste podcast já foi muito elogiada no meu episódio sobre Act-Age, o qual não xinguei o quanto deveria xingar o roteirista, porque o roteirista de Act-Age, ele tem que estar preso até hoje, tem outras histórias aí, mas é pra outra hora.

Mas Shiro Usazaki ali, ela já mostrava que brilhava. A mulher já mostrava. Aí o arrombado roteirista Jack Teixeira zoou a carreira da mulher, né? Fez a mulher ficar sem desenhar. Ela desenhou ali um one-shot que eu não cheguei a ler. E o destino, as estrelas se alinharam, colocaram ela com uma roteirista muito boa. E o que Shiro Sasaki nos entrega? A gente pede um lanche, ela entrega um banquete, porque essa mulher ela entrega tudo e mais um pouco.

Gente, tá para nascer uma mulher. Eu falo isso para vocês, eu vou ter que puxar saco de Shiro Sasaki, porque como eu disse, eu já amava a arte dela na época Jack Teixeira. Ela é uma desenhista muito boa. Obviamente não vou falar, nossa, é o melhor traço do universo. Mas, cara, é uma arte que eu acho muito bonita, é uma arte que tem um charme muito grande e funciona nas obras que ela trabalha. Aqui não é pra menos. É incrível como narrativamente falando ela consegue gerar uma simbiose muito forte com o roteiro.

Então os momentos que pedem que ela crie uma arte mais expressiva, mais chamativa, ela vai criar. Pra artes emotivas, ela vai conseguir entregar. E acreditem, ela entrega, ela entrega, ela entrega páginas que são incrível, incríveis. Eu falei incrível, mas incríveis páginas que você fica assim, cara, isso tá lindo, tá muito bonito, tá muito riquíssimo. Por quê? Porque essa mulher ela consegue fazer, gente, ela consegue fazer os bagulho mais bonito, um bagulho lindo, muito acima da média e muito funcional.

Especialmente quando a gente entende que nesse mangá ela vai ter muito momento que vai ter que precisar de alguns detalhes, tanto para questão de magias quanto para questão das suas próprias magias, tanto para questão de magia, magia, quanto para questão das magias humanizadas. Então ela precisa ter designs inventivos, porque não adianta simplesmente falar: aí eu vou criar uma magia aqui que ela tem um design X. Não, você tem que ser inventivo.

E cara, ela consegue trazer as ideias claramente textuais em storyboards para um desenho que você fica preso, você realmente gosta do que você tá vendo. Então é uma ideia muito legal, sem contar que eu gosto também do fato dela ter criado Não vou conhecer, eu não posso falar, é spoiler. Mas ela cria algumas coisas que são muito interessantes, né? Inclusive, o visual de cada bruxa é um visual único, é um visual que funciona muito bem.

E, mano, assim, só elogios, só elogios pra Shiro Sasaki. As capas de Madanouchi, elas são capas muito bonitas. Vocês podem olhar todas, eu acho que só tem uma ou duas assim que não é tudo isso. Mas a maioria você olha e fala, puts, é uma capa bonitinha. Não é meu Deus, chamativa, mas é bonita. E funciona. É o que eu falei do roteiro, eu volto aqui para arte em dobro. É algo que vale muito a pena, é algo que vai te chamar atenção, é algo que, sendo muito, muito, muito, muito honesto, eu admiro.

Sobre a questão dos nomes, né, do nome, porque eu falei 3 nomes aqui diferentes, repeti várias vezes. O título do podcast, obviamente, ele tá em português. Isso é uma coisa muito importante para se dizer, porque o título da série em japonês, como eu disse, é Madano Itchi, uma Danu Itchi. Em inglês a série se chama Itchy the Witch. E aí vai vir algum jovem otaku médio falar para mim assim: não, mas eu achei que tinha deixado em japonês.

É do Brasil, do Brasil tinha que estar em japonês. Não, não tinha. Já vamos começar de um ponto, tá? Eu vou falar um pouco disso. Quando a Panini anunciou no Anime Friends, que se não falhei a memória vai sair agora em setembro, eles já deixaram claro que viria com o título de Itchu, o Bruxo. Eu não fiquei bravo, não fiquei puto nem nada, pelo contrário, fiquei feliz. Mas eu nem me surpreendi porque o título no Mangaplus ele está como It, O Bruxo.

Então assim, eu poderia ficar aqui, mas eu não posso chamar a série de um título que nem na nossa tradução ele ficou, porque não se manteve um título em japonês, uma vez que o aplicativo oficial da editora japonesa traduziu o título. Então obviamente quando foi licenciado veio com tradução, tá? Então assim, sempre quando alguém vier para você, mas não, você pode, só pode falar, tá liberado. Só que não gostei do título, Cara, é basicamente o título traduzido, considerando o japonês, considerando o inglês, que ambos estão com títulos, né?

Nenhum país ficou tipo um título padronizado, todos estão com títulos aí conforme sua língua. Então, referente à questão do título, eu acho que, eu acho que já tem que deixar isso aqui muito claro, que eu não vejo problema nenhum. Assim como eu tenho que também deixar muito claro que sim, eu, Paulo Raposo, recomendo fortemente que vocês leiam Madame Noite. Ai, Paulo, você está puxando o saco! Não, cara, é o que eu gosto da série.

Eu já tava pensando em falar sobre ela há muito tempo, até antes da minha pausa não programada anterior, que basicamente era para ter sido agora, né, para estar saindo a pausa. Mas como eu já pausei muito, muito, agora a gente volta aí com fogo, com foco total para vocês, né. Então assim, tem muito episódio ainda por vir de coisas variadas, mas esse aqui ele já tava na minha geladeirinha assim há muito tempo. Eu tava segurando muito e tava me perguntando como que eu ia fazer.

E aí agora que a Panini anunciou, já falei, opa, aqui o gancho já tá feito. Eu posso criar um episódio, que foi o que eu fiz aqui ao longo desses 20 minutos, para falar o quanto a obra é interessante, o quanto a construção de universo das autoras é muito bom, né? E a forma como tudo se encaixa é muito bem estruturada. Então deixar também essa indicação, porque, cara, é uma obra que eu gosto. Eu falo para vocês tranquilamente, eu tava lendo ela em inglês.

Quando a Mangaplus começou a publicação da obra em português, eu fui reler, eu comecei a ler tudo, tá ligado? Tipo, eu tava enrolando. Aí quando começou em inglês... Quando começou em português, na realidade, eu comecei a ler. Quando eu cheguei nos capítulos assim, próximos, e tava no meio de um arco bem interessante, eu comecei a ler em inglês. Porque sim, gente, eu não tenho o melhor inglês do mundo. Meu inglês não é maravilhoso, nossa, que inglês!

Mas é um inglês que eu desenrolo pra ler mangá. E geralmente, eu quero ler mangá e ele tem em inglês, eu vou ler em inglês. E é isso, mano. Inclusive, geralmente, pra quem me acompanha nas redes sociais, quando vê eu postando foto, tipo, de mangá no Kindle em inglês, é porque eu tô lendo em inglês, no meu inglês aqui, freestyle, do que eu entendo. Com as coisas que eu vou juntando, tananã. Então assim, eu consigo ter uma compreensão.

E Madanouchi, né, Itch, o bruxo, foi basicamente isso. Eu fiz porque, mano, eu queria muito ler. E tanto que agora eu acompanho bonitinho, todo domingo meio-dia tô eu abrindo o aplicativo da Mangaplus para ler o capítulo da semana. Porque, cara, é um mangá que ele vale a pena. E assim, ai, Paulo, mas tem outros mangás que eu gosto mais. Beleza, mas é o que eu falei, irmão. Quer dar uma chance pra um volume fechado, pega o volume 1 da Panini, lê e vê o que você acha.

Paulo, não tô muito confiante, quero uma— quero ler pelo menos o primeiro capítulo. Vai lá no Manga Plus, dá uma lida. Irmão, garanto pra você, você vai ler os 3 primeiros capítulos que estão em português, você vai querer dar uma olhada nos demais pela curiosidade. Nem que seja pela curiosidade de ver até onde isso vai. Quando você menos esperar, você vai estar lendo a edição da Panini. Vai por mim, confia, acredite, acredite.

E sim, eu poderia fazer o que eu vou falar agora, que é colocar o link aqui embaixo da postagem pra vocês irem lá comprar. Mas Mas na realidade, mesmo se fosse parceria, eu não colocaria. Eu ia falar para você entrar, terminou esse episódio, terminou aqui, a gente tá terminando agora, terminou, vai lá no Manga Plus, lê o primeiro capítulo em português. Se você não achar tudo, se você olhar e falar, putz, não é minha vibe, você já sabe que tem outras obras aí que tá saindo no mesmo mês de Madame Noite que você pode investir.

Você olhou e ficou minimamente curioso, vai no site da Panini, Hidrabene ou na Amazon, fica a seu critério. Garafa seu volume. A partir de hoje, toda série que eu for falar que tiver saindo, eu vou falar isso para vocês. Qualquer obra que eu for recomendar, pode ser que algum dia, pode ser que ano que vem mude, etc., mas independente de ser um título, se é um título que eu gosto, independente de ser um título que tá em português, inglês, etc., se ele tem disponível para você ler um capítulo de forma oficial, eu vou te indicar você ler o primeiro capítulo e tira suas conclusões.

Se você você vai lá e compra. Aí, Paulo, você podia deixar o link aqui embaixo para facilitar. Não, porque eu não quero que vocês achem que eu estou indicando isso para vocês para vender, vender, vender, vender, vender, vender. Não, eu quero que vocês aproveitem, vão lá tirar a conclusão de vocês. Sempre lembrando, né, gente, o aplicativo da Manga Plus tá disponível lá na sua loja de aplicativos favoritas para você ler. E não tem só Itch o Bruxo lá no nosso idioma, tem algumas outras obras, vale muito a pena.

Aí, Paulo, eu não gosto muito de abrir em português. Tem obras em inglês também para você ler e conhecer, estudar um pouco mais aí, melhorar seu vocabulário em outro idioma, tá? Então assim, vai lá, mano, dá uma lida, dá uma chance. Eu garanto que se você tiver de coraçãozinho aberto, você vai se encantar com uma história divertidíssima, sem maldade. E assim, obviamente, gente, eu gosto muito de Madame Witch. O que eu vou falar agora vai ser muito controverso.

Inclusive, se alguém da Panini estiver ouvindo isso, vai ser um pouco controverso que eu vou falar agora. Mas dos anúncios em questão, não foi Madame Witch que me hypou. Eu gostei muito do anúncio, já esperava na realidade, Mas não foi ele que me hypou, foi outra obra que ela vai ser foco em outro momento. Amigos meus já sabem qual obra que me hypou, mas assim, para você que não sabe, você só vai descobrir mais para frente, beleza?

Mas assim, se você já leu Madam Witch, né, Witch, o Bruxo, Witch, como você preferir chamar, comenta aqui, gente, dê seu feedback. O que que você acha da obra? O que que você gostou? Comenta também se o que eu falei sobre a obra te motivou, te deixou curioso para conhecer, né? Porque assim, às vezes a gente fala, eu tô aqui puxando o maior saco da Shiro Sasaki, porque em geral eu desejo todo sucesso para ela. Se você ouvir meu podcast sobre Act-Age, você vai ver sobre Act-Age, você vai ver isso.

Eu sempre falo que eu desejo um sucesso muito grande para essa mulher, porque o que a Shiro Sasaki passou, né, graças à palhaçada do roteirista, o crime do roteirista, deixou ela aí na geladeira mó cota. E agora ela volta com uma obra que tá aí, ó, um expoente da Jump. E eu garanto que você, você que está ouvindo isso, se você der uma chance, você vai abraçar e você vai falar: puta que pariu, bem que o Raposo É uma obra muito boa, é uma obra gostosa de ler.

E é isso que eu acho que a gente precisa, pra mim pelo menos. Tem outras obras da Jump que eu quero falar mais pra frente. Uma delas, inclusive, eu comecei a ler nesse período entre o final de Blue Box e pausa de Kagura Bat e tal. Comecei a dar uma lida ali, o primeiro capítulo. Vou ler alguns outros pra também fazer um podcast. Então vocês vão descobrir em breve outra obra da Jump que eu tô lendo. Mas assim, eu tô falando de muita coisa, dando muito spoilerzinho bobo aqui.

Sendo que o meu foco era a Madame Witch, que eu consegui falar bonitinho. E eu espero que vocês gostem mesmo da obra, pra vocês que vão começar a conferir pela Panini. Pra você que ainda tá em dúvida, como eu disse, Manga Plus, vai lá ler o primeiro capítulo, depois a gente conversa do restante. Se você não leu, ouviu o podcast até aqui, não leu, espera terminar, tamo no final, vai lá ler, volta e comenta. Eu quero o seu comentário, pra você, esse é pra você comentar o que você achou, beleza?

Por ora é isso, um abraço. Lembrando sempre que o Comentando ele é um podcast semanal com uma média de 3 episódios por semana. Semana, de 2 a 3 episódios, tá? Vai sempre variar. Se forem 2 episódios, às terças e quintas. Se forem 2 episódios, terças e quintas. 3 episódios, terças, quintas e sábados. O tempo vai variar, né? Vocês estão vendo aí que os últimos episódios eles estão vindo até maiores. Então todos disponíveis nos principais agregadores: Apple Podcast, YouTube Music, Spotify, Deezer, Amazon Music e diversos outros agregadores.

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