#170 - Primeiras Impressões: "Black Torch"
Neste Episódio: Iniciando os comentários sobre as obras que estrearam em julho e estou acompanhando, vamos para um papo sobre Black Torch, que foi uma surpresa quando tivemos o anúncio.
Então, vamos para um papo sobre os episódios iniciais e com as impressões deste humilde host sobre esse shounen lutinha bem padrão.
Apresentação: Paulo Raposo
Duração: 20:50
Dúvidas, Sugestões, Críticas e Afins: paulo_rapozo@outlook.com
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- Primeira ImpressãoBlack Torch · Yuki Tsunoda · Acidente em salto de rope jump · Viz Media · Mídia e pressão editorial
- Discussão sobre animesAnimação · Ritmo da história · Shonen padrão · Universo rico
- Comparativo de Animações da TemporadaSamurai Troopers · Bleach
Está começando mais um Comentando do QG. Aqui quem fala é seu host de sempre, Paulo Raposo, e começamos mais uma semana. E agora a gente começa a leva de primeiras impressões. Sim, pera aí, mano, eu tenho que parar com essas palhaçadas. Mas vocês já viram na thumbnail aí do episódio, hoje é dia de primeiras impressões de Black Torch. Vou comentar um pouco aí desse novo anime. Que é, tem algumas coisas interessantes aí por trás, dá um panorama geral sobre a obra para vocês e minhas impressões, como o nome sugere, né, comentar para vocês o que que eu tô achando do anime, tá bom?
Então senta aí, vamos começar, né, porque tem algumas coisas aí para falarmos sobre essa obra, alguns pontos aí para abordar e até apresentar um pouco melhor ela, tá bom? Então iniciando Com aquele, aquele não, né, aquela apresentação básica sobre a obra. Escrito e ilustrado por Tsuyoshi Takaki, Black Torch começou, começou não, né, foi publicado nas páginas da Jump Square de dezembro de 2016 até julho de 2018, rendendo ao todo 5 volumes encadernados e 19 capítulos.
A obra ela foi publicada no Japão como a própria ideia sugere. Além disso, ela também saiu nos Estados Unidos através da Viz Media de 2018, né, de agosto de 2018 até agosto de 2019. Também foi publicada na Espanha pela Norma Editorial de 2019, né, de abril até agosto do mesmo ano de 2019. A história de Black Torch, ela vai girar em torno do Hiro, que é um neto, né, de uma família ninja. Ele é um menino de uma família ninja, ele tem a habilidade de falar com animais E um belo dia ele encontra um gato ferido, que ele cuida desse gato, e aí ele descobre que o gatinho na realidade não é bem só um gato, ele é um espírito, um Mononoke.
Só que como desgraça, pô, que é bobagem, a gente pode usar o até aí tudo bem, né, porque até aí descobrir que o cara é um gato tudo bem. Só que ele não sabia que ele estava se envolvendo com um gato que era um Mononoke extremamente poderoso e procurado. E isso ocasiona uns rolês ali, umas tretas, que faz com que o Jiro se una a esse gato, que é o Hago. E a partir daí a gente tem toda uma trama envolvendo ambos, tá? Essa é uma sinopse de uma forma bem curta, porque eu não vou ler, por exemplo, o que tá na Crunchyroll, não vou passar de uma forma geral, porque eu acho que sintetizar a ideia geral assim do que é o primeiro episódio, por exemplo, já ajuda bastante.
É legal a gente comentar que Black Torch, como eu disse, ele tem apenas 5 volumes. E isso já tinha, já era uma estranheza, porque não é normal uma obra de shonen porrada ter apenas 5 volumes. Não é tão comum assim. E aí vem o primeiro ponto que é bom a gente mencionar: Black Torch, ele foi publicado nas páginas da Square, porém ali em torno dos últimos capítulos a obra migrou para Square Rise para ter a publicação de seus últimos capítulos.
Ou seja, essa obra ela foi cancelada, mas houve uma migração de revista para que ele pudesse, para que o autor pudesse dar um final decente para sua obra. Não era só animação ali, você não vai ver o final. Não, o autor conseguiu ter aí um período, né, de 1, 2 capítulos para realmente fazer um final bem mais redondo, bem melhor trabalhado. Então, diante disso, gerou-se uma curiosidade na época do anúncio, porque o anúncio foi feito pela Vice, não foi nem por página da Jump, foi pela Vice.
Gerou-se uma curiosidade, porque é uma obra que ninguém tava esperando, é uma obra cancelada. Então assim, gerou-se uns burburinhos de, meu Deus, agora vão começar a adaptar obras canceladas. E meio que não sabemos, mas aqui entra muito mais, acredito eu, o poder da Viz do que propriamente dito o fato dessa obra ser uma obra popular. Porque ao contrário de, por exemplo, Obras que vão ganhar anime esse ano, vale mencionar, né? Uma que tá em exibição anime, outra que vai ganhar.
Um Liar Game, um Psyren, que são obras que tinham uma popularidade muito grande na época de suas publicações. Por mais que uma delas, no caso Psyren, tenha sido cancelada, durou muito. Foi uma obra que tinha uma popularidade boa, a obra que a galera gostava, e a galera realmente na época acreditava que podia ter um anime. Então faça-se jus atualmente a gente consegue gerar uma adaptação dessa forma, teremos. A mesma coisa, Liar Game.
Liar Game terminou, teve spin-off, teve live action, teve dorama, mas nunca teve nenhuma adaptação até agora que está em exibição. Inclusive, Black Torch não tinha esse ponto dessas duas obras. Ele era simplesmente uma obra porradinha que passou pelas páginas da Square. A galera sabia da existência, mas ficou nisso. Então quando vem anúncio, o anúncio do anime gerou uma estranheza. Mas assim, é interessante ressaltar que Black Torch é uma obra extremamente popular nos Estados Unidos.
Então devido a isso, pode sim ter dedo da filial aí da Viz, né, que é parte do braço da Shueisha, né, do braço editorial da Shueisha. Então pode sim ter aí um investimento maior, né, vamos dizer assim. De influência da parte americana visando realmente uma exportação. A maior prova disso é a obra, ela sai, né, no Across the Row e em diversos países, e ela tem um simuldub, né, ela tem uma dublagem simultânea junto com as legendas.
Então assim, mostra que realmente houve um cuidado, um trabalho pensado para realmente exportar esse material, gerar uma popularidade, tá. E agora, conversando um pouco disso aqui, começa a pensar o quão influente, né, a Viz, é nas decisões, algumas decisões de licenças. Porque o Rooster Fighter, né, o do Galo Brigador, que é uma série assim que tem uma galera que tem uma simpatia muito grande, gosta, ela também ganha anime com anúncio da Viz, né.
A Viz anuncia até mesmo prioritariamente, né, tipo assim, quem não é uma editora japonesa, não é o Japão que anuncia, não, é o canal americano, o braço editorial americano ali da parte de Sueisha Shogakukan, que fala assim, ó, teremos essa adaptação em anime. E depois os canais japoneses começam a divulgar e tudo mais. Então assim, é bem interessante ver o quanto isso muda e o quanto isso vai gerando novas coisas. Mas vamos falar um pouco do anime, porque eu já dei uma sinopse muito por cima, já comentei um pouco esse caso de uma forma muito E, mas sem tantas fontes assim para realmente confirmar dessa questão, mas assim, é uma visão que eu tenho e eu acho legal expor.
Vamos falar um pouco do anime, porque assim, por mais que eu chegue aqui e fale, ah, ele é um shonen genérico como todos os outros shonens, há uma simpatia, porque assim, a animação ela é muito bem feita. Então isso já é um ponto positivo. Eu tô vendo a versão dublada, não vou falar que tô vendo legendado porque eu não tô vendo. Se eu quiser ver legendado, eu vou ler o mangá, que inclusive eu tinha lido o volume 1 em inglês antes do anime começar a ser exibido, mas eu não terminei do mangá.
Então muito provavelmente agora que já deve ter passado aí o primeiro volume, eu devo sentar realmente para ler o mangá focadíssimo para ver se eu termino os 5 volumes antes da série terminar. Mas é interessante mencionar que, como eu disse, a animação ela é muito bem feita, o ritmo da história ele é interessante. Eu não posso nem falar que tipo, ah, é uma história chata e tal, porque ela não é, ela é uma história interessante, é gostosinha você assistir, você vê, né, o que vai acontecer.
Porque as coisas, elas são o shonenzão padrão, tipo assim, o Jiro, ele se mete, ele se meteu no BO, acabou se unindo ao Hago, agora ele tem que junto com o Hago fazer parte ali da divisão da Bera, da Bero, da Boreal, aí eu tudo perdido, da Boreal ali de investigações paranormais. Né, que tem outras pessoas que têm habilidades e tal. E nisso o chefe da divisão decide montar um time que inclusive leva o nome da série, que é o Black Torch, né, que são, que é o chefe da divisão, a Ishika, que é uma menina que aparece no segundo episódio já, e ela é bem porradeira, e é da hora isso.
Aí aparece um outro personagem, tipo assim, é um timezinho ali que ele forma. Isso vai levar obviamente a várias missões, né, no episódio 4. Tanto que vocês terem uma ideia, tudo que eu tô falando aqui bem resumidamente, ele vai até o episódio 3, porque no episódio 1 a gente tem essa relação do, do Dill e o Sunil Dalhago. O segundo episódio ele tá preso, e aí depois nisso ele foge para encontrar com o vô dele, sai na porrada com o vô dele.
O vô dele liga para o cara, né, para o Shiba, e fala, ó, Deixa eu ver se é Shiba mesmo o nome do cara aqui, que eu sou horrível com nome de personagem, galera, desculpa. Mas ele fala para o mano aqui, ah, eu vou deixar meu sobrinho com você. Isso é o Shiba. Ele fala para o Shiba, vou deixar meu sobrinho sobre os seus cuidados. Meu sobrinho não, meu neto sobre os seus cuidados. Vida que segue. E aí a gente tem um terceiro episódio que ele tá sendo levado para Um dos locais da Boreal.
E quando ele tá chegando lá, rola uma treta. E aí quando ele chega, a gente tem um outro personagem que apareceu, tem um destaque maior agora nesse 4º episódio, que é o Reise. Então tipo assim, a gente não teve muito tempo para explorar tanto desse universo. A gente vai aprendendo o básico nos lugares mais simples, tipo é numa prisão, é num ônibus, é o Rago explicando. Então tipo assim, é tudo muito assim explicado a conta-gotas, mas sem uma exploração tanto desse mundo, né?
Então, tipo assim, tanto que o 4º episódio ele fecha dando indício de que a gente já vai ter uma primeira luta. Mas se você parar para pensar que assim são 4 episódios, a gente vai começar a ter uma luta com os vilões a essa altura? Óbvio que ainda não tem, né? Pelo que eu verifiquei no MyAnimeList, não tem uma definição de quantos episódios exatamente serão. Então não sei se vão ser 13, talvez 24, mas ainda assim, se a gente considerar que estamos no 4º episódio, agora começou a aparecer um personagem, mas a gente ainda não tem tanto desse universo.
A gente sabe que existem seres mágicos, a gente sabe dos Mononokus, a gente sabe que eles são seres importantes, assim como a gente sabe que o Hagoromo é um personagem que a galera tá muito visando, mas assim, a gente não tem um detalhe maior para ser explorado. Então narrativamente falando é legal, porque por exemplo o Jiro é um personagem interessante, É legal porque a gente tem momentos legais, porque a gente tem boas piadas, né?
A gente tem boas piadas mesmo, porque tem os momentos que a gente dá risada, mas pela convivência do Dili e do Rago e os outros personagens ali, os debates, as criancices. Mas assim, não é uma série que você olha e fala se destaca, tem um brilho diferente. Não, você olha e fala, pô, já vi outras parecidas. É divertidinho, é divertidinho. Entretém, entretém. Só que aqui tem um elemento que eu acho muito legal destacar, e eu destaco sempre que é possível, que é o fator: eu tenho um anime que tem um roteiro simples, mas eu tenho uma animação bonita o suficiente para que quem assista não perceba.
E isso eu valorizo muito, eu tenho que dizer que eu valorizo, porque assim É que nem eu ter um anime com roteiro interessante, mas tem uma animação bem bosta, bem cagada. São dois elementos assim extremamente opostos, mas que funcionam para que um anime dê certo. Porque eu posso ter o melhor roteiro do mundo, se eu não souber como conduzir essa narrativa favoravelmente, especialmente quando há alguma limitação de verba, eu só terei um anime que vai existir.
Aqui esse mesmo risco ele tinha. Eu não vou dizer assim, nossa, Black Torch vai ser a descoberta da temporada, mas ele vai ser falado. E ele vai ser falado por esse motivo: ele não é um anime maravilhoso, mas ele é um anime bem feito. E ele ser bem feito ajuda a camuflar os problemas que você, se sentar 5 minutos e prestar atenção, você vai ver no roteiro. Porque o roteiro ele tem problemas, como eu disse. Eu acho que essa parte de você ter um anime de porradinha que claramente você percebe que não há uma exploração de um universo que é tão rico.
E no primeiro episódio já ficou muito claro, não é explorado algumas formas. A questão de tipo, ai, o Dilo, o Dilo ali é um ninja, mas isso não é tão explorado, já demonstra a deficiência do roteiro. Ai, Paulo, você está cagando regra? Não, é uma coisa que eu penso, pelo menos. Porque eu acho que assim, se eu tenho um universo onde existem ninjas, existem criaturas mágicas, aqui eu tenho um ganho de ideias muito boas para eu saber, para aproveitar, se eu souber, obviamente.
Mas quando eu não sei, eu tento criar situações para tentar fugir muito do comum, o que aqui nos 4 episódios não ocorre tanto. A gente não tem essa tentativa tão grande de fugir e gera um problema para mim muito grande, que é Para quem tá assistindo achando animação bonita, ou para quem tá assistindo só porque, pô, tá divertido, vou seguir porque é um momento assim que eu paro 20 minutos, desligo o cérebro e vou me divertir, bacana.
Mas se você não tá nessa categoria, muito provavelmente você vai acabar dropando em algum momento, ou você vai assistir tipo até o final para às vezes, ai, vou falar que é uma merda aí. Tipo, mano, não é uma merda, ele é só um shonen padrão, como muito shonen padrão que existe. Mas ele se salva numa animação, porque a animação é muito bem feita, é muito bonita, possui um dinamismo necessário, tem boas cenas de ação. Eu não vou cagar regra aqui de, ai meu Deus, é muito bem feito, tenha saco, porque eu não manjo.
Mas assim, de alguém que assiste muita coisa e tá com algumas coisas da temporada assistindo, eu posso falar para vocês que Black Torch é muito, é um acima da média. Ai, Paulo, mas comparado ao quê, irmão? Do que eu tô assistindo, falando que eu tô assistindo, que eu vi pelo menos 2, 1 episódio, né? Do que eu tô assistindo, que eu vi pelo menos 1 episódio, Black Torch, o Samurai Troopers, essa nova temporada, e Bleach são destaques muito grandes para mim pela animação.
Eu ainda tenho que ver algumas outras coisas, que não dá Bruxa na Mongólia e tal, mas assim, se for ele pegar categoria porradinha, para mim os 3 que tem animação bonita o suficiente que camufla possíveis defeitos são esses 3. É óbvio que quando eu falo de Blitz, vocês vão entender que não é só animação bonita nessa, nesse arco. Mas no caso de Black Torch é isso, animação ela é bonita o suficiente para ter um destaque, né? Quando eu falo de Iron Troopers, que eu depois eu vou fazer um outro episódio sobre, também é uma animação que ela funciona muito bem.
Mas é exatamente aí que mora o ponto. Se eu tenho uma animação que ela consegue tapar os defeitos que eu tenha de um roteiro mais fraco, de um roteiro mais raso, torna ela agradável. E só o fato de se tornar agradável já faz valer a pena o tempo que eu vou investir assistindo, entendeu? É que nem se você for pegar séries, aquelas animações mais, ou aquela série que às vezes você olha, você tá assistindo, você fala, puts, eu não acho tudo isso, mas eu me divirto Porque ele tem um timing cômico legal, ele tem personagens carismáticos, e isso supera a barriga que a série tem, a fraqueza da série.
É basicamente isso que eu sinto vendo Black Torch. É uma série que ela é gostosa de assistir. Por quê? Porque ela tem momentinhos ali engraçadinhos, ela tem uma animação bonita, ela tem uma história que é rasa, mas assim, é assistível. Tipo assim, eu tô sentado 20 minutos assistindo, me distraiu, entendeu? Mas é um universo muito rico. E eu tô repetindo muito essa frase porque eu acho que é um ponto que me incomoda muito. O universo, ele ser extremamente vasto, ele ser extremamente interessante, só que a limitação de exploração ser muito básica, ser muito lugar comum.
E isso pra mim é complicado, porque assim, eu fui ver o 4º episódio antes de gravar, que eu falei, vou ver o 4º episódio antes. E eu fiquei muito com essa sensação que eu falei, mano, É um episódio que ele anda, ele vai, obviamente o roteiro flui. Só que, mano, eu tô no 4º episódio e já apareceu um vilão que é forte, que gerou uma magia lá forte. Já tem um rolê com vilão principal aqui, o que não acho necessariamente ruim, mas pô, meio que já tem.
Mas assim, até agora eu ainda não conheci o mundo. Se essa série só tiver 12 episódios, eu vou ficar até quando sem pelo menos entender um pouco melhor desse mundo? Ok, ah, e o passado do Rago? Eu não tenho tanta pressa porque eu sei que isso vai ser explorado. Só que a gente até então não teve nenhuma missão ainda efetivamente deles. Esse episódio, por exemplo, seria para começar uma missão deles, mas já tem uma luta com o cara que muito provavelmente vai ter uma importância muito relevante na série.
Então assim, é meio complicado, entende? Mas ainda assim é um bagulho divertido, é o tipo de história que eu recomendo Para quem realmente quer ver um bagulho para desligar o cérebro por 20 minutos. Porque se você olhar para mim e falar, ai, Paulo, eu só quero assistir pela diversão, beleza. Ai, Paulo, eu quero assistir procurando um roteiro com mais do que o lugar comum, cara, não é em Black Torch que você vai achar, sendo bem honesto com você.
Talvez você fique até triste comigo por isso, mas não é aqui que você vai achar. É óbvio que sim, se o anime fizer sucesso, eu não duvido que em algum momento a gente veja o mangá saindo no Brasil, até porque, como eu disse lá no começo, já tem essa obra em 2 países diferentes, e muito provavelmente 2 que eu consegui ver aqui. Muito provavelmente deve ter até mais, né, isso já não tiver sendo negociado. Mas assim, é uma obra que eu queria fazer as primeiras impressões.
Eu acho que eu consegui passar uma primeira impressão mais geralzona mesmo, porque é basicamente isso, é uma obra que existe. Para mim não é uma obra que se destaca, acabei mencionando até 2 para mim que se destacam mais. E por hora é isso, entende? Tipo, eu não tenho muito o que falar de Black Torch porque foram 4 episódios que não me deram muito o que falar, tá ligado? Eu acho que se eu sentasse para falar até de Red River, de Red River, de Red River, né, eu teria mais coisas para falar do que Black Torch, que tipo só quis falar porque eu realmente tava achando legalzinho.
Falei, pô, gostei dos 3 primeiros episódios, achei legalzinho, mas vou ver o 4º. Aí eu terminei o 4º, tô até agora assim, mano, eu achei legal, mas podia ser mais. É meio embaçado, é meio embaçado eu falar, eu querer fazer um texto para tipo, eu queria fazer um podcast para basicamente ficar em cima do muro, em cima do que eu vou falar. Mas assim, nesse primeiro momento não tem muito o que falar, tipo de nossa, vou elogiar, é só legal, vale a pena você dar uma chance, você tá atrás de um negócio que é só legal, entendeu?
Se você quiser algo a mais, aí realmente tem outras coisas na temporada que vale. Assim que acabar Black Torch, eu vou fazer um podcast comentando a série inteira, mas aí eu também já vou ter lido o mangá, então aí eu consigo dar um panorama mais geral para vocês. Beleza? Mas comenta aqui se você já viu Black Torch, se você tá assistindo Black Torch, se você leu o mangá, o que que você acha, o que que você acha da ideia de obras talvez canceladas ganharem anime, se vocês acham que seria divertido, tal.
E até comenta obras que você gostaria de ver animada. Eu achei interessante ver isso, tá? Mas lembrando sempre que o Comentando, ele é um podcast semanal de 2 a 3 episódios. Quando forem 2, é as terças e quintas. 3 episódios é as terças, quintas e sábados. O podcast, ele tá nos principais agregadores, né? Tá no Apple Podcast, Deezer, Amazon Music, Spotify e o YouTube Music. Então vai lá, vai no seu agregador favorito, salva o podcast. E por hora é isso, um abraço e nós fomos!