Episódios de Giro do Loop

Samsung prepara Galaxy Books com Android | Meta compra startup de IA para robôs (5/05)

05 de maio de 20269min
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Hoje é terça-feira, 05 de maio, eu sou Carol Macedo e você está no Giro do Loop, o seu passeio matinal pelas principais notícias do mundo da tecnologia. Bóra girar!

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🗞 Notícias do dia:

  1. Meta compra startup que desenvolve IA para robôs

  2. Oscar decide frear IA em categorias criativas mais sensíveis

  3. Relatórios alertam: chatbots de IA podem continuar alimentando as piores ilusões dos usuários

  4. Tirar celular da escola até ajuda, mas não faz milagre

  5. Samsung está preparando Galaxy Books com Android e One UI

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Participantes neste episódio1
C

Carol Macedo

HostJornalista
Assuntos5
  • Samsung prepara Galaxy Books com AndroidUnificação do ecossistema Galaxy · Recursos DeX e Galaxy AI · Android 17 e One UI 9 · Google I/O
  • Estudo JAMA sobre ChatbotsValidação de paranoias e delírios · Saúde mental e IA · ChatGPT · Grock
  • Meta e ferramentas de IAInteligência robótica para ambientes complexos · Controle e aprendizado para robôs humanoides · Andrew Bosworth · Tesla Optimus
  • Ética da IA no cinemaAtuações e roteiros feitos por IA não poderão concorrer · Val Kilmer em As Deep as the Grave · Hollywood e uso de IA
  • Uso de celular em sala de aulaImpacto no rendimento escolar · Aumento de suspensões disciplinares · Qualidade do ensino e contexto familiar
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Bom dia, muito bom dia! Hoje é terça-feira, 5 de maio. Eu sou a Carol Macedo, ou Carolix, como você preferir, e você está no Giro do Loop, o seu passeio matinal pelas principais notícias do mundo da tecnologia. E no programa de hoje, Oscar decidiu colocar novas regras na premiação em categorias criativas mais sensíveis por conta do uso de IA. Samsung deve lançar os notebooks Galaxy Books com Android e One UI.

Relatórios alertam que chatbots de IA podem continuar alimentando as piores ilusões dos usuários. Tudo isso e muito mais no programa de hoje. Então aproveita agora pra pegar aquele cafézinho esperto, dá um tempinho e bora girar.

Meta comprou startup que desenvolve IA para robôs como parte do plano de avançar em máquinas humanoides. O valor da compra não foi divulgado, mas a ideia é reforçar a capacidade da empresa de criar sistemas de controle e aprendizado para robôs com movimentos de corpo inteiro.

A startup adquirida pela Meta, Ari, trabalha com inteligência robótica voltada para ambientes complexos, ajudando robôs a entender, prever e se adaptar ao comportamento humano. A dona do Facebook já vinha desenvolvendo hardware IA internamente, e a aquisição entra como um empurrão técnico importante nessa corrida.

Um porta-voz da empresa disse a Bloomberg que a Ari, abre aspas, trará uma profunda expertise em como projetar seus modelos e capacidades de ponta para controle de robôs e autoaprendizagem para controle de humanoides de corpo inteiro. O diretor de tecnologia da Meta, Andrew Bosworth, afirmou em 2025 que a empresa pretende criar um software que outras empresas possam licenciar, muito parecido ao que o Google faz com o Android.

Além da Meta e da Amazon, a Tesla também trabalha com robôs humanoides há algum tempo. Já falamos aqui no giro, mas a montadora decidiu interromper a produção dos modelos S e X no início desse ano e converter seu espaço de produção na fábrica de Fremont para fabricar robôs humanoides Optimus.

A Academia do Oscar decidiu colocar um freio na IA em categorias criativas mais sensíveis. Pelas novas regras, que entrarão em vigor a partir da cerimônia do ano que vem, atuações feitas por IA e roteiros escritos por IA não poderão concorrer ao prêmio.

Embora cineastas possam usar ferramentas de A, atores sintéticos não poderão ganhar prêmio nenhum. Para valer, a atuação precisa ser feita por humanos com consentimento e o roteiro precisa ser de autoria humana. A academia passou a exigir que performance indicadas sejam comprovadamente realizadas por humanos com seu consentimento e que os roteiros sejam de autoria humana ou seja escrito por pessoas.

Ela também se reservou o direito de pedir mais informações sobre como a IA foi usada em cada filme e qual foi o nível de participação humana. Um caso recente é a participação de Val Kilmer, totalmente gerada por inteligência artificial, no filme independente As Deep as the Grave. O ator havia de fato sido escalado inicialmente para o longa, mas precisou desistir por conta de problemas de saúde. Ele faleceu em abril de 2025.

Apesar de que o Mer nunca ter pisado no set de filmagem, ele aparecerá em uma parte significativa do filme, segundo a Variety. Com um prompt de duas frases, usando o Se Dance 2.0, a By Dance gerou um clipe de 15 segundos extremamente convincente de Tom Cruise e Brad Pitt.

se enfrentando em um telhado. O clipe viralizou e isso fez a indústria acender um alarme para esse tipo de material. A medida mostra que Hollywood quer usar IA com mais cuidado, sem deixar que ela substitua completamente atores e roteiristas em premiações.

Relatórios alertam que chatbots de IA, como o ChatGPT e Grock, podem continuar alimentando as piores ilusões dos usuários. Os chatbots foram feitos para ajudar a responder perguntas, mas vira um problema quando a pessoa começa a confiar demais neles.

Em alguns casos mais delicados, eles podem validar paranoias, delírios ou crenças tortas porque tendem a responder de forma prestativa e alinhada ao tom da conversa. O alerta do relatório da entrevista com 14 pessoas pela BBC é que esses bots nem sempre corrigem ideias perigosas ou claramente falsas.

Às vezes, eles seguem a narrativa da pessoa e até reforçam o problema. Isso é especialmente preocupante em contextos de saúde mental, porque uma resposta que parece empática pode, na verdade, piorar a situação. Além de relatos pessoais, um estudo recente realizado por pesquisadores da Universidade da Cidade de Nova York e do King's College London testou como os principais modelos de IA respondem a estímulos de usuários que demonstram esses sinais de delírio ou angústia.

Embora os resultados tenham sido desiguais, o Grock 4.1 se destacou por alguma das respostas mais perturbadoras. Por outro lado, o GPT-4O e o Gemini 3 Pro também validaram alguns cenários delirantes. Mas o Cloud Opus 4.5 e o GPT-5.2 tiveram um desempenho melhor ao redirecionar os usuários para respostas mais seguras.

É importante ressaltar que isso não significa que todas as conversas com os bots sejam realmente perigosas. E psicose por IA não é um diagnóstico médico formal. Mas parte do problema vem do jeito como as IAs são treinadas. Elas tentam soar úteis, naturais e agradáveis, o que pode virar validação indevida quando o assunto é sensível. Como muita gente se abre com bots de forma mais íntima do que com outras pessoas, o risco desse espelhamento ganhar peso emocional fica ainda maior.

Tirar o celular da escola até ajuda a diminuir o uso de tela, mas não faz milagre. A proibição do uso de smartphones nas escolas tinha a expectativa de resolver o problema de distração, bullying online e melhorar o rendimento escolar.

O estudo divulgado pela Agência Nacional de Pesquisa Econômica, nos Estados Unidos, mostra que os alunos realmente usam menos o telefone. Só que isso não se traduziu automaticamente em notas melhores. E ainda houve um tropeço inicial com mais punições disciplinares. O levantamento acompanhou políticas rígidas de restrição e encontrou uma queda forte no uso de celulares durante o período escolar. Medida, inclusive, com dados de localização dos aparelhos.

Mas, quando olharam para desempenho acadêmico, o ganho não apareceu de forma clara nesse recorde. Em compensação, no começo da mudança, houve aumento nas suspensões que depois voltou para perto do normal. A leitura mais honesta é que o celular era parte do problema, não o chefão final da educação.

A pesquisa sugere que fatores como qualidade do ensino, contexto familiar e até a troca de celular por outras telas continuam pesando bastante no resultado escolar. A informação mais preocupante foi um salto de 16% nas suspensões logo no primeiro ano de restrição do celular.

Embora professores e comunidades relatem ambientes mais calmos e mais conversa cara a cara nos intervalos, vale a gente lembrar que o estudo foi feito nos Estados Unidos e não reflete a situação no Brasil. Apesar disso, já existem sinais iniciais de adaptação à lei e pesquisas em andamento, inclusive com resultados preliminares apontando mais atenção em sala e, em alguns contextos, melhor em provas padronizadas. Mas a gente precisa aguardar a divulgação da pesquisa oficial por aqui.

Samsung pode estar preparando o Galaxy Books com Android e One UI, ou seja, notebooks com cara de celular Galaxy grandão. A ideia seria unificar melhor o ecossistema da marca, levando a mesma linguagem visual e recursos como DeX e Galaxy AI para notebooks.

sem abandonar o Windows de vez. A Samsung, então, estaria desenvolvendo vários Galaxy Books com modelo de entrada, intermediário e topo de linha, baseados em Android 17 com OnUI 9. A empresa também poderia aproveitar a evolução do Chrome OS para algo mais híbrido, com experiências mais próximas de desktop e integração maior com o restante da linha Galaxy.

Seria uma tentativa de deixar celular, tablet, relógio, TV e notebook falando a mesma língua. O pacote deve incluir uma versão mais tunada do DeX para produtividade e funções de Galaxy AI, o que faria esses notebooks parecerem menos PC tradicional e mais Galaxy expandido. Ainda não ficou claro quando a Samsung planeja lançar essas novidades, mas o Google pode apresentar o Android 17 na próxima conferência para desenvolvedores, o Google I.O., agora em maio.

Então acredita-se que a Big Tech pode lançar os notebooks antes do fim deste ano. E gente, se você está procurando aquele produto com um preço mega, hiper, super especial, corre para o grupo do Loop Infinito, o link está sempre aqui na descrição, o QR Code está na tela, então você só entra lá no grupo e fica atualizado de todas as novidades, todos os preços bons, eu não perderia se fossem vocês.

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também tá na descrição e o QR Code tá aqui na tela. Eu fico por aqui, mas a gente se vê amanhã. Um beijo e até o próximo!

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