Ep 207 - Desbravando Pathfinder I Bestiário 3 - Jeferson Tarostar
No episódio, Pedro Borges conversa com Jeferson Tarostar sobre o Bestiário 3 de Pathfinder, um livro em financiamento coletivo no Catarse que reúne mais de 300 monstros para enriquecer campanhas de qualquer nível.
O livro, com 320 páginas e ilustrações coloridas, traz listas organizadas de monstros, regras simplificadas para habilidades especiais e conteúdos extras que aprofundam o universo do jogo, sendo um complemento essencial para jogadores e mestres.
🎙 Este programa foi gravado e editado por Barcelos, o Taverneiro, diretamente da Escola de Mestres. Legião de Dados é um podcast da New Order Editora.
- Pathfinder 2ª Edição MecânicasSistema de três ações · Balanceamento de personagem (bônus e penalidades) · Arquétipos e substituição de habilidades · Diversidade de personagens dentro da mesma classe
- Pathfinder Legacy vs RemasterLicença OGL da Wizards vs. Licença ORK da Paizo · Remoção da parte de alinhamento (bom, mau, neutro, caótico) · Adaptação de magias e efeitos (ex: Mísseis Mágicos vs. Force Barrage) · Mudança na divisão de planos de existência · Diferenças entre demônios, diabos e ínferos
- Criaturas plana
Ao curioso leitor, talvez imprudente, que ousa folhear estas páginas. Permita-me apresentar. Sou Ezren, estudioso das artes arcanas. Por necessidade, mais do que por vaidade, um compilador de horrores, maravilhas e incoerências vivas que habitam nosso mundo. Se este tombo chegou às suas mãos, é porque já compreendeu, ou está prestes a entender, que o conhecimento não é um luxo, é uma forma de sobrevivência.
Não espere encontrar aqui apenas bestas, garras e presas. Criaturas assim são simples, previsíveis. O verdadeiro inimigo reside naquilo que escapa à compreensão imediata. Já viu falar dos eons? Entidades que existem não para destruir, mas para corrigir. Ou dos protins, cuja própria forma é um insulto à lógica e à ordem?
Há ainda os inevitáveis, máquinas de propósito absoluto, cuja justiça é tão fria quanto implacável. Essas criaturas não lutam por fome ou instinto, lutam por conceitos. E conceitos não sangram quando feridos.
Mesmo entre os seres mais mundanos, encontrará surpresas suficientes para pôr à prova qualquer aventureiro experiente. Há horrores que se escondem sob formas familiares, monstros que não atacam o corpo, mas a mente, e outros que sequer percebem você como algo digno de atenção. Este bestiário não é uma lista de inimigos. É um mapa parcial de um mundo que não deseja ser compreendido.
Portanto, leia com cautela, estude antes de agir, e acima de tudo, abandone a ideia de que força ou bravura bastam. Neste mundo, sobreviver exige algo muito mais raro, discernimento. Se estas páginas lhe salvarem a vida, então cumprirá seu propósito. Se não, bem, ao menos você saberá exatamente o que o matou.
Você está ouvindo Legião de Dados, na New Order Editora. Saudações, mestres e jogadores. Meu nome é Pedro Borges e essa é Legião de Dados. Esse é o intervalo da vida real para saber mais sobre o Bestiário 3, do Pathfinder 2ª edição. Sejam bem-vindos a mais um encontro por esse jogo maravilhoso, um dos carro-chefes da editora.
Muita gente fala, pede, reclama, quer mais episódios de Pathfinder. E a gente está aqui para resolver isso. Falar mais desse livro novo que a New Order Editora está trazendo para cá. Essa expansão do Pathfinder é uma coisa impressionante. A quantidade de livros, de material. Se existe um sistema que está sempre vivo, constante e produzindo material de qualidade é o Pathfinder. E para ter a conversa dessa vez, eu chamei o nosso grande especialista no assunto, Jefferson Tarostar.
Nós, inclusive, trabalhamos com outros projetos por trás dos planos da New Order. Mas hoje a gente está aqui para falar de Bestiário 3. Tudo bom, Jefferson? Como é que você está? Tudo, João e Pedro. Estamos aqui, então, para difundir a palavra de Pathfinder. Mais uma vez, espalhando a palavra de Pathfinder. Dessa vez...
com o nosso mais novo lançamento o Bestiário 3 que é um complemento dos outros dois bestiários do Legacy que ficaram incompletos então o Neord está trazendo para nós montar a coleção toda do Legacy Spread Fighter Legacy para vocês então o Bestiário 3 já está em financiamento já foi batida a primeira meta estamos rumos à segunda meta que também é um senhor de um livro que é o guia de viagem e
E vamos lá, vamos ter esse bate-papo sobre o Bestiário 3 e por que você tem que apoiar esse financiamento, por que tem que ter esse livro na mão. Para quem já conhece o material de Pathfinder, a gente pode dizer que o primeiro bestiário é um manual do mestre clássico, com aqueles monstros, dragão, orque, tudo que a gente...
que a gente espera encontrar em qualquer sessão de jogo. O Bestiário 2 expandiu esse universo. Ele mostrou que ele pode alcançar uma nova gama de possibilidades. E agora no Bestiário 3 a gente está num campo de experimentação total. Eu achei que o livro tem uma pegada mais planar, mais multiplanos. O Jefferson achou que tem uma pegada mais oriental, né cara? Você viu desse jeito.
Esse bestiário traz bastante do folclore da região de Chiang-Chiang. E essa região é uma região que representa toda a parte oriental do planeta. Ele pega as mistologias de Japão, China e um pouco de Índia. Pouquinha coisa, mas pega um pouco.
E aqui nesse bestiário a gente tem os dragões chineses, que são representados aqui pelo dragão da floresta, pelo dragão da sombra, se não me engano, o dragão da água aquática. Então nós temos essa gama de dragões chineses, nós temos também onis, camis.
e coisas representativas da cultura chinesa e japonesa. Também a gente tem bastante. Tem os constructos também, que o Legacy até agora não tinha. E no Bestiário 13 eles produzem o constructo.
Depois, quando a gente for falar mais sobre essa parte de que aconteceu com os Legacy e Monster Core, coisa que tem ali que não tem no Monster Core, que não tem, a gente fala mais pra frente. Mas ele tem essa pegada oriental, tem esse conjunto de criaturas orientais.
E além disso, ele tem criaturas únicas que só vão ter nesse bestiário. Não tem nos outros. Qualquer bestiário até agora lançado pela New Order não tem essas criaturas. Só tem aqui no bestiário de três. A diversidade é garantida, com certeza. Porque você não tem apenas coisas demais estranhas e exóticas, como a gente está destacando. Mas também tem vários animais, várias criaturas que a princípio você colocaria num jogo normal, mais pé no chão.
Cara, a lista é muito grande, né? São mais de 300 monstros. Você tinha comentado uma lista lá? O que vem mesmo? Cara, tem mais de 300 criaturas, né? Tendo que são em 18 categorias de criaturas aí. Pra gente ter uma ideia, animais, né? Em geral, tem 28 animais, né? Só criaturas humanoides, assim, como, por exemplo...
um gremlin ou coisa assim, tem 41. Aberrações tem 18. Ínferos tem 20. Bestas tem 17. Mortos, vivos, 22. Construtos, 16. Féricos, 16. Planta tem 9 criaturas. Espírito, 9. Vai mais uma... 7 celestiais, astrais, monitores, fungos, criaturas temporais e criaturas etéreas, né?
E criaturas de todos os níveis, sendo que a criatura, digamos que a mais poderosa aí é a criatura do nível 24, que é o Titã Hecatonkerus. É o nível 24, tem mais de 500 pontos devido. Tem 99 reações, sendo que todas elas são ataques de oportunidade. Então é uma criatura complicadinha para os PJs aí.
Se alguém fez uma piada de que é um exército em uma criatura só, é praticamente isso, porque ele é uma mescla amalgamada de diferentes formas, braços. A ilustração dele é muito legal. Ele é parte de três titãs que foram expulsos pelos deuses, separaram partes da essência de cada titã e ele é uma...
um pedacinho ali de cada um que sobreviveu ainda e está tentando se formar, né? Então ele cata partes vitais das pessoas e criaturas e forma aquela gosma de braços, pernas, rostos e outras coisas.
O leque é absurdo. Vamos falar também um pouquinho sobre a equipe de produção, quem está por trás do Bestiário 3. Ele foi todo produzido pela equipe interna da Paizo, mas tem alguns nomes-chave aqui que aparecem com frequência na linha da segunda edição. Um deles é o James Jacobs, que é responsável pela direção criativa e identidade. Ele é um dos criadores do cenário de Bolarium. Ele trabalha com a Paizo desde a época...
da revista Dungeon e Dragon, escreveu inúmeras aventuras. Ele, inclusive, foi um dos responsáveis pela transição do D&D 3.5 para o primeiro Pathfinder. Tem também o Logan Bonner, que é o designer de sistema e mecânica. Ele trabalhou no balanceamento e estrutura das criaturas. Mark Seifter, que é de arquitetura de regras. Jason Bullman, responsável pela parte do legado do Pathfinder.
E a equipe é ainda essencial de ilustradores e tudo. Inclusive, o ilustrador de capa se mantém, né? Como é que é o mesmo nome dele?
é o Wayne Reynolds. O Reynolds está desde o Pathfinder 1 ali, ele sempre ilustra as capas da Paiso. E tem algumas ilustrações internas também, normalmente as duplas ali, que é duas páginas de ilustração, ele acaba sendo o artista principal da Paiso, quase que deu a cara do Pathfinder. É, se você pensa em Pathfinder, muito provavelmente você está pensando em alguma ilustração desse cara.
É uma coisa muito complexa essa criação, é um jogo muito pesado no sentido de que tem uma estrutura de regras e tem que se insonar. E a maneira como ele funciona é bastante impressionante, porque todo grupo de fãs, ele geralmente é bastante severo na hora de detonar e esculachar. E como dificilmente a gente vê a gente reclamando, pelo menos do conteúdo, do material, no Pathfinder, cara, pô, só pode bater palmas pro trabalho dos caras.
É, cara, esse trabalho da segunda edição do Pathfinder foi muito primoroso, cara. Porque eles escolheram essa mecânica das três ações, e principalmente o jeito que tu faz o personagem, que tudo tem um... o balanceamento é milimétrico, assim que eu digo, né? Então tu sempre tem um bônus e tu tem um...
Uma penalidade, um bônus e uma penalidade. Então sempre que tu ganha uma grande coisa, aquilo vai te custar mais ações ou vai te deixar impossibilitado eu usar aquilo por um certo período. Então isso dá aquele balanceamento geral do jogo e uma coisa que eles cuidam muito. Eles pegam sempre uma habilidade.
se tu pega um arquétipo, essa habilidade substitui tal habilidade, entendeu? Eles não acrescentam habilidades a mais que nem a gente tinha no Pathfinder 1, que tu acabava pegando um pouquinho de cada classe, né? Pra te formar o Super Saiyajin, batedor, com mil dados e ações infinitas.
Aqui não, aqui tu não consegue fazer, tu até tem como roubar obviamente, mas tu não tem essa coisa que tu tem que precisar pegar de cada classe, né? Então a gente consegue montar um personagem diverso na mesma classe, por exemplo um guerreiro, no Pathfinder ele nunca é igual. Eu sempre falo, eu posso fazer um guerreiro, tu vai fazer um guerreiro e outra pessoa vai fazer um guerreiro e nenhum vai fazer igual, entendeu?
O que a gente pode acrescentar mais? Ah, me explica um pouco mais sobre o que é esse legacy que aparece tanto no Pathfinder. Assim, o Pathfinder 2 foi lançado, a primeira tiragem dele, foi lançada sobre a licença da Wizards.
Então ele ainda usava a OGL lá da Wizard. Como o Wink enlouqueceu, querendo papar dinheiro de todo mundo, a Paizo resolveu não. A minha parte aqui eu já tenho garantido, não quero que tu bote a mão. Então ele resolveu remasterizar o Pathfinder sob uma nova licença criada pela própria Paizo, que é a licença Ork. Inclusive qualquer pessoa que quiser pode ir lá baixar a licença no site da Paizo e produzir material dentro das regras da licença, obviamente.
produzir material até pra vender, não tem problema. Só que pra sair fora dessa licença da Wizard, tem alguns termos, por exemplo, a parte de alinhamento, que é a coisa mais diferente do Legacy pro remaster, né? Foi retirada essa parte do alinhamento. Então tu não tem mais neutro, caótico, bondoso, maligno.
todo aquele espectro de alinhamentos foi reduzido a praticamente dois, ou três, na verdade, o cara não é nada, ou o cara é divino ou o cara é profano, ponto e basta. E aí as adaptações que teve foi a questão das magias, então, por exemplo, tem alguns efeitos que afetavam, por exemplo, você me fala, o cara é caótico, como é que vai caber nisso aí? Ele não é nem profano, nem divino.
Ele é caótico. Então ele é caótico, ele não é nada. Ali nesse novo remaster. Então, o que a gente sempre fala, por exemplo, criaturas aqui. Tem algumas criaturas que vão dizer, ah, eu dou dano maligno, né? Cai no profano. Dá dano profano no remaster. Beleza, é a única adaptação que tu precisa fazer da criatura. Não precisa mexer em mecânico, não precisa refazer a criatura do zero. É só esse detalhe aí. Algumas magias também.
Por exemplo, a criatura solta uma magia lá Por exemplo, a criatura solta mísseis mágicos No Padfire Remaster, é o Force Barrage É a mesma coisa Mísseis mágicos e Force Barrage é igual Só que tá mudado o nome E o funcionamento é um pouquinho Coisinha diferente, mas não muito, né? Então tu só pega essa magia Pega o equivalente ali do Remaster E encaixa que pode jogar o Remaster tranquilo A mesma coisa...
O Legacy vem antes do remaster, no caso, com a licença hort. Esse é o resumo feito depois do remaster, depois do Legacy com a licença hort. Como é que ficou a parte de divisão de planos de existência, que geralmente foi um lado do jogo que acabava se prendendo muito na questão dos alinhamentos. Uma vez que isso deixou de existir, como é que isso foi convertido para o remaster?
Cara, ele trocou os planos, eles trocaram pouca coisa. Só que ficou mais assim, tipo, tu tem o plano material, obviamente, ali, né? Tu tem o planetério, né? E aí tu ainda tem o plano do fogo, o plano da...
do gelo, plano da água tem alguns planos nesse sentido aí e tu tem planos de sentimento sabe, tu tem planos que são mais voltados pros sentimentos assim, tu tem o plano da agonia tu tem o abismo que é o tipo, é o
Plano maligno máximo, digamos assim. Tu tem o cemitério que fica entre o abismo e o plano material. A divisão que havia de demônios e diabos, como é que ficou então? Continuou praticamente a mesma, cara. Demônios e diabos ficou separado. Uma coisa é tu ser um demônio, outra coisa é tu ser um diabo, outra coisa é tu ser um ínfiro. Tem umas pequenas divisões ali.
Mas ele ficou livre da etiqueta, do alinhamento, e aí vira uma força mais ativa, particular, dentro do canário. Particular, exatamente. Ele é sagrado, ele é profano, ou ele é uma força do universo, digamos assim. Ele é um ser extraplanar, ele é um ser do vácuo. Então tem essas questões.
Eu estou comentando isso porque tem três forças que aparecem no Bechero 3, que eu não sei se até então eles tinham aparecido antes, que são os eons, que estão associados ali ao equilíbrio cósmico, os protins, que estão associados ao caos primordial, e os inevitáveis, que estão ligados à lei absoluta. Isso é material inédito ou já tinha coisa antes?
Eles já tinham, cara, já tinham algumas criaturas no Bestiário 2. No 1 não tem, no 2 tem. Mas, assim, alguma coisinha de Ion, acho que tem um ou dois, só é poucos. Os inevitáveis, se não me engano, acho que não tem, só tem no 3. Não tenho certeza, assim, absoluta disso. Mas, se não me engano, o inevitável é só no 3. São criaturas ali, cara, que pra gente botar em jogo é bem curioso, assim, sabe? Porque foge um pouco daquele convencional, né?
E é o que eu vi. Tem uma mais interessada. É uma força a mais, né? Sai daquele, do plano do bem e do mal. O que eu vi do?
É uma entidade cósmica ali, né, cara? É o que... É o tempo e existência também, né? É outra... O cara verde já em questões filosóficas. Por exemplo, os eons que estão ligados ao equilíbrio cósmico, eles não são nem bons nem maus, eles não escolhem lado. Eles estão olhando só para corrigir distorções, sei lá. Exato. Um necromante poderoso demais é um problema. Um deus interferindo também. Um herói quebrando...
regras cósmicas, é nessas horas que esses personagens vão aparecer para tentar parar os jogadores. É bem isso aí, cara. Quando o jogador começa a interferir em coisas que ele não tem muita certeza e está atrapalhando o curso normal da existência, aí entram essas criaturas para tentar voltar ao equilíbrio ou até, às vezes, mexer em alguma maquinação da própria criatura. A criatura estava...
levando alguns seres a fazer alguma coisa que ela queria e, no fim, os personagens acabaram se interferindo. Por exemplo, aqui no Bestiário, eu estava dando uma olhadinha rápida, aqui no Bestiário 2, você tem também um pouco de construtos, você tem um que o outro, mas não tem muita coisa. Essas criaturas elementais têm bastante, aberração tem...
Mas deixa eu ver aqui. Tem criatura oze. Feio. Também tem bastante coisa. Tem os monitores. Os monóides. Mas eu acho que não tem mesmo, cara. Aqueles que tu falou ali. Celestial tem bastante coisa. O 2 é mais celestial, me lembro. Tem o Viro. Mais essa parte. Essa parte mais bem e mal também.
Esses Eons, eu gosto da ideia deles porque eles podem aparecer por um lado para atacar os jogadores se eles estiverem fazendo uma coisa que seja meio de radical, mas eles podem até se tornar aliados dos jogadores se os vilões também estiverem mudando isso. Então, da maneira como funciona, porque outra coisa legal do...
Eu não sei se nos outros é tanto assim, mas os monstros podem ser criaturas, eles estão ali como criaturas, mas eles não estão ali para brigar, matar e destruir. Não, eles têm uma agenda, têm uma intenção. Se eu não me engano, foi na terceira edição, na 3.5, que o manual dos monstros era uma parada muito simplificada. Tipo, monstro ficha, monstro ficha, no máximo dois ou três parágrafos.
Aqui vale destacar mais uma vez a qualidade do design do Pathfinder, porque eles estabelecem uns íconezinhos, porque além da ficha, você tem a ficha do monstro, tem uma ilustração, tem um texto ali, mas volta e meia ele tem um textinho separado que geralmente no outro viria num box, né?
E aí fica no canto. Ele tem lateralizado ali. Aí pode ser um tesouro, pode ser uma particularidade. Então ele mostra um universo com uma riqueza de detalhes e ideias, sem também te prender numa enciclopédia de material que vai levar. É muito maneiro, porque tem bastante coisa, você entende qual é a dele, mas também não é um texto muito grande, porque se você acabou de rolar ali na sessão e descobrir qual é a criatura, não tem que ficar ali.
gastando tempo queimando a mufa pra poder fazer o negócio direito, né? O que eu sempre falo dos bestiários é que aquelas colunias laterais que tem do lado do monstro, além do texto que explica o monstro, né? E tu lendo ele, já te dá vontade. Só tu lê, tu tá precisando ter uma ideia de aventura.
Tu lendo aquele texto que precede o monstro ali, às vezes tu já tem a... Já vem na tua cabeça exatamente ali. Bah, essa criatura aqui vai casar exatamente com o que eu tô pensando. Ou a aventura pode ser em cima só daquela criatura, entendeu? Só que aquela coluninha lateral ali, cara, ela é um prato cheio pra te temperando a tua campanha, sabe? Então ele te dá tesouros, ele te dá informações da sociedade Petfinder, ele te dá, por exemplo, o covil do bicho, como é que funciona.
Esse monstro fica normalmente em cavernas, onde a densidade da terra deixa ele super forte, não sei o que, porque está muito abaixo do...
muito dentro da terra, caverna, então tem, muito profunda, né, então tudo isso tem explicadinho ali da lateral, e aí já até dá aquele estalo, né, e isso que é legal, é um livro que, a leitura deles, normalmente os bestiários, as leituras são boas também, cara, não é aquele só, aquele que a gente falou, ficha tesouro, ficha tesouro, né, tu vai, tu lê, assim, é uma leitura bem divertida também.
E uma escolha muito inteligente, porque você poderia se prender a certas regras do tipo todo monstro tem que falar sobre sociedade, história. E isso acaba tornando o livro um pouco mais pesado, até porque tem que mostrar muito a criatura. Então ele corta e deixa só o filé minhola. Eu vou dar aqui duas e três ideias de aventura, uma explicação por outro e acabou. Vamos jogar, que é o mais importante.
E ele pega o tipo da criatura, por exemplo, pega a titã, aí explica o que é aquele titã, e depois, às vezes, como aquela primeira explicação bastou, ele depois só vai variando os tipos ali. A primeira explicação já engolou tudo que aquele tipo de criatura faz. Depois o resto já é meio que óbvio. Tu vai olhar o tipo do titã ali e vai dizer, isso aqui vive na floresta, isso aqui vive no deserto, isso aqui vive nas montanhas. Então é meio auto-explicativo.
E essas perolazinhas que vão... São tudo coisas rápidas, né? Que tu tá no meio de um jogo, por exemplo, surgiu um... Tu vai pra um lugar que tu não preparou nada. Tu pega, tu abre o vestiário ali, tu dá uma olhadinha naquela coluninha lateral ali, ó, já sei o que eu vou botar aqui. Pá, já joga o monstro ali na mesma hora na mesa, né?
Então, isso ajuda bastante. Eu gosto quando você estabelece uma unidade para os monstros, porque você, por exemplo, tem muitas criaturas que são seres individuais, isolados ali para você pescar e botar em uma aventura só e seguir o jogo, mas ele tem muitos tipos de monstros. Então, você também não vai ficar só cada sessão matando um monstro que é de um lado, de uma coisa diferente. Você tem umas pequenas mitologias ali dentro que, por si só, já servem de ideia para você seguir em uma campanha.
É, por isso que a gente fala que tem 18 tipos de criaturas, né? São praticamente os 18 grupos ali que tu pode botar todas aquelas criaturas no mesmo ecossistema ali, digamos, né? Fica bom, o Messi quer levar a campanha pra um lado mais, vamos dizer assim, mais místico, tá ali as criaturas. Por exemplo, aqui tem até as estrigas, né? Que são as bruxas. Tem vários tipos de estriga ali, então tu...
pode fazer uma campanha ali que os personagens têm que pegar uma informação com cada tipo de estriga ou item com cada tipo de estriga ou até mesmo ter que caçar essas estrigas para tentar libertar uma região. Então, está tudo reunido ali, tu consegue pegar aquele tipo de criatura, que legal esse aqui.
eu vou botar esse, depois vou botar aquele outro. Então, tu tem essa diversidade, mas mesmo que tu tem a diversidade, tu não fica perdido. O livro é bem organizado para te não ficar pulando para o mesmo tipo de criatura que tu tem que estar buscando lá em outra página. Nós temos também, falando um pouco de novo lá da tríade planar do bestiário, a gente também tem os protins, que são o caos primordial.
Que aí é legal porque ele deixa de ter aquela ligação com bom ou mal. Não, é caos, é só caos, é só mudança. Nada é só mudança. Tudo tem que mudar. Então lei é prisão, estrutura é erro, permanência é doença. Se algo faz muito sentido, está errado e tem que mudar.
É, exatamente, cara. Esse tipo de criatura também é outra criatura que tu consegue encaixar naquele tipo de aventura do Dunkeller, né? O cara que tá prevendo o apocalipse, que tá dizendo que a mudança é inevitável.
E é uma criatura que praticamente ela tem a convicção dela muito forte. Então pra te conseguir desdobrar uma criatura dessas aí, talvez seja um bom desafio, né? Porque eles são, tipo assim, uns agentes de desconstrução. Pelo fato que eles não estarem diretamente ligados a bem e mal, eles têm a ver com, sei lá, qualquer coisa de realidade instável, mundo colapsando. Tem uma criatura ali, cara, que é esse aqui, ele é um div, na verdade, não é bem um... E aí
Ele é uma criatura que é um olho gigante Tem um corpo humanoide E o rosto dele é um olho gigante Com os dentes Como se fossem as pálpebras no olho E ele busca só Estragar a vida das pessoas que são arrogantes E carismáticas e persuasivas Ele vai lá e começa a minar O convívio dessas pessoas Nas sombras Imagina só uma criatura dessas
O cara está ali. Quando as criaturas querem alguma coisa a mais, é legal porque o bom jogador, ou aquele cara que conhece bem o universo, ele consegue, às vezes, arrumar aliados em situações de todo tipo. Ah, se o inimigo é desse e desse jeito, talvez tais criaturas gostariam de fazer oposição e vir me ajudar. E aí transformar o bestiário que, se mal usado, é apenas uma coleção e uma fileira de monstros que vem um de cada vez, você passa a considerar tudo como um mundo vivo.
e as forças meio que brigam entre si e os bons jogadores talvez vão conseguir fazer porque os inimigos lutem entre si pra você ter que só ir batendo o cara que sobrou depois. O bestiário vai te instigando, né? Quanto mais tu vai lendo ele, ele vai te instigando a colocar criaturas até inusitadas em locais comuns, né?
Por exemplo, pode botar uma criatura dessas que sabota o carisma das pessoas e coisas dentro do teatro ou dentro do mercado. Então, fazendo com que o comerciante possa ficar ruim ali, ele vender as coisas dele. Não consegue influenciar mais ninguém. Então, esse tipo de leitura das criaturas, eu acho que vai instigando a gente a criar aventuras um pouco mais criativas. Sai um pouco mais do óbvio.
Falando de criativo e saindo do óbvio, me explica mais sobre essa questão de exércitos de criatura. Agora tem monstro que se envolve em combate em massa. No Besteário 3 a gente tem as tropas, que na verdade é uma união de várias criaturas do mesmo tipo.
para que você não precisasse ficar rodando dados. Por exemplo, o teu grupo vai enfrentar a guarda da cidade. Só que a guarda da cidade é muitos guardas, não é cinco guardinhas ali ou quatro guardinhas. Não, são dez, quinze guardas. Então, você une eles todos num único token com estatísticas de tropa.
Então essa tropa anda unida num token só, mas tu pode abrir a formação dela e mudar a forma do token. Por exemplo, 9 quadrados, 3 por 3. Tu pode abrir em 9 em linha, tu pode fazer 9 em triângulo, tu pode botar 9 quadrados em retângulo. E aí a criatura tem o seu ataque e pontos de vida unificados. Conforme ele vai baixando os pontos de vida, ele vai diminuindo de tamanho. Algumas formações já não são possíveis.
devido ao manho reduzido. Então isso, para te poder, numa iniciativa ali, vai ter uma criatura só, mas que representa 10. E como é que seriam os ataques? Tira essa minha dúvida. Se eu estou lutando contra um exército de 15 soldados, na hora dele me bater, o que eu vou substituir em relação aos 15 dados?
Cara, vai ser o seguinte, ele vai ter uma ação quase como se fosse uma atropelada. Tu vai mover, vai gastar aquela ação. Por exemplo, se é corpo a corpo, ele vai mover, vai gastar aquela ação e vai jogar o dado. Às vezes não precisa nem jogar dado, só demover ele já joga o dano, o sinal direto. Não tem como tu... Tu pode se esquivar ou fazer um teste de perícia ali pra tentar sair dessa enrascada, você dizer assim. E nos ataques... Desenvolvimento de destruição.
Exatamente, e dos ataques A distância Ele tem aí um ataque mesmo A criatura faz o ataque Mas isso aqui equivale a 15 arqueiros Não vou ser dizer Vai fazer o ataque E aí os personagens Pra se defender, eles fazem O teste reflexos Dependendo da tropa, fazem o teste de vontade Fazem o teste de Fortitude Se eles passarem aquele teste, daí é aquela básica Do Bird Fighter
sucesso crítico não toma nada, no sucesso normal toma metade do dano, na falha, se a criatura falhou, o cara toma menos, e se falhou criticamente, não toma nada. Então, é aquela, a máxima do Pathfinder.
Então se eu tiver um grupo de 15 arqueiros, em vez de eu rolar 15 flechas individuais, eu vou rolar um ataque chamado Chuva de Flechas, que vai ter um bônus muito maior e um dano muito maior. Essa é a melhor forma de você criar um sistema de combate em massa sem inventar muito. É você jogar aquilo para a escala individual do jogo, onde ele já tem toda a sua estrutura mecânica montada. E assim não precisa ficar inventando novas regras disso daqui.
na qual muita gente já tentou e ninguém conseguiu. Olha, assim, pode ter uma ideia, por exemplo, se tu pegar ali o esquadrão da guarda, que é o exemplo que nós estamos dando aqui. Tu tem ali disparar bestas. Os guardas armam ou recarregam suas bestas, então lançam o ataque à distância.
forma de um voleio. Esse voleio é uma explosão de 3 metros até 36 metros de distância e causa 3 de 8 de dano perfurante com o salvamento de reflexos básicos 19. Então, às vezes você jogar contra a CA de cada um dos PJs, vai pedir para eles fazerem um teste de reflexos e passarem, vão tomar dano ou não vão tomar. Então, é bem mais tranquilo e você tem a área de efeito.
É uma explosão de 3 metros Com 36 de distância Então vai pegar o epicentro ali Vai fazer 3 metros de raio Todo mundo naqueles 3 metros de raio Vai fazer o teste de reflexo E outra, o esquadrão Gasta duas ações para isso Então, por exemplo, para chegar nos 36 De alcance, talvez ele tenha que Gastar uma ação se movendo E as outras duas ações fazendo o ataque
Eu também vi aqui a Brigada de Cavalaria. Eles também têm as atividades lá, né? Voleio de flechas, formar, investida com lança, tropa montada. Muito legal, cara. Você usa toda a mecânica do Manual de Monstros e transforma isso numa coisa diferente. Exatamente. E o formar, cara, é muito bom, cara. É muito bom. Quando eu já fiz batalha campal com essas tropas.
O que eu gosto de fazer? Eu faço a tropa e eu faço um figurinha individual deles. Então, por exemplo, quando eu boto o formar, quando eu estou com bastante ali, eu uso o formar, beleza? Estou com aquele bolo ali, um tokenzão, tamanho enorme.
aí eu pego e transformo aquilo em linha ou duas linhas de vir. Quando eu boto formar, eu divido ele em dois tokens menor pra poder separar a tropa, sabe? D9 passa pra 6 e assim, D6 pra 13, entendeu? E aí vai diminuindo ali o tamanho. Então, cara, eu gosto de fazer um tokenzinho separado deles ali, porque às vezes tu vai... Tu tem ali um mínimo pra formar uma tropa que são...
os quatro se não me engano, né? E aí tu tem um quinto elemento, dá pra te deixar separado e fazer, tipo, o que vai por trás das minhas inimigas, sabe? E ataque igual, como se fosse uma tropa, mas ele tá se movimentando por trás individualmente, né?
transforma o combate numa coisa complicada, complexa e louca, e que, no meio daquele caos, você entende e consegue aplicar uma estratégia. Exatamente. E o bom é ter alguns personagens, algumas classes de personagens. Por exemplo, tu pega o comandante, que é a classe commander.
Ele dá bônus, cara, pra fazer isso, sabe? Pra fazer a formação, pra... O cara fica com uma bandeira, todo mundo ganha mais... Todas as tropas que estão naquela área da bandeira ganham mais vida, sabe? Então isso, cara, fazer uma batalha campal no Pathfinder 2 com essa mecânica de tropas ficou excelente, cara. E rápido, né? Porque tu vai fazer bastante, são muitas criaturas, mas na tua iniciativa vai estar três ou quatro ali, né?
E depois que termina o combate, você vê a quantidade de baixos pelo tanto de hit point que a tropa tomou? Exatamente, exatamente. E que imagem interessante que você tem para comentar sobre o que o Bestiário 3 convida à reflexão? Cara, o Bestiário 3, além da...
Como a gente falou daquela parte mais oriental do bestiário, ele tem criaturas que só tem aqui, como a gente comentou já antes. Principalmente são 22 criaturas que só vai existir neste bestiário. Não tem no Monster Core do Remaster, não tem no bestiário 1, não tem no bestiário 2, obviamente. E só vai conseguir...
aqui. Então o bestiário esse, essa é uma boa oportunidade de tu ter essas criaturas garantidas aí no teu jogo de Pet Fighter, né? Ter o bestiário físico ali, principalmente, ele é muito gratificante. Daí tu pôs ali, aquelas páginas ali, ele tá muito bem organizado também, sabe? Eu acho que a gente já comentou um pouco, mas a organização dele, tu tem uma barra lateral que tem, que é...
que vai ter guiando em ordem alfabética ali. E lá no final dele, tu tem os apêndices, que são, que te organizam o jogo, as criaturas por tipo e por nível. Tudo isso te ajuda a puxar lá no...
na tua preparação, né, da aventura e na preparação da campanha, te ajuda muito, ah, que eu quero, por exemplo, uma criatura nível 2 fada. Tem ali o duende ali, ó, tá ali nível 2 fada, beleza. Ah, eu quero uma criatura nível 2 animal. Ah, eu tenho o enxame de cobras rato, é numa categoria serpente e é um animal, né, então assim tu vai navegando pelo que tu quer, né, tada.
o tipo de criatura que tu quer e pelo nível que tu gostaria de colocar de desafio aí no teu aventura. Você comentou que tem muito mais construtos nesse bestiário 3. E eles muito estão associados também à terceira força, né? Eu já tinha comentado sobre as outras duas. A terceira são os inevitáveis, que estão associados à lei absoluta, né? A ideia dele é que regras foram feitas para serem cumpridas.
Sempre. E eles meio que se dividem ali em criaturas artificiais ou meio que semidivinas. Independente dessas duas leituras, eles estão ali para fazer cumprir leis universais. Eles não interpretam, eles não debatem, eles só executam. Quebrou uma regra, punição. Burlou a morte, desintegração. Rompeu um contrato, execução. Não é nem pessoal, é inevitável.
É inevitável, exatamente. Tu tem também a... Dentro desses construtos ali, tu tem o dragão Clockwork ali, né, cara? Então, que é uma das criaturas mais... A arte é uma das mais legais do bestiário ali. Tá na capa, inclusive, né?
É, ele tá na capa, mas o que tá dentro da... Aquele da capa ele é legal, mas o que tá dentro eu acho melhor. Os constructos em si, as artes dele estão muito boas. Não tem uma que falhe ali. Como é que você utiliza, como que você pretende aproveitar desse Bestiário 3 nas suas campanhas, nos seus jogos? O que você acha que vai... O que que te...
Te chama mais atenção do que tem ali que você tá doido pra botar na sua próxima sessão. Cara, eu tô muito doido pra botar são duas coisas, cara. As estrigas, que eu acho uma temática legal, assim, sabe? Aquela bruxa que fica lá numa montanha e que vai incentivando uma região toda, assim, a fazer mais ou menos a sua vontade sem que ela perceba, né? Sem que as criaturas percebam.
E colocar um pouquinho desses bolsos, esses planares aí, que eu acho que vale a pena dar uma mexida no geral, no normal das pessoas aí. Eu estou com uma campanha que lida um pouco com essas questões mais universais aí. Eu acho que esse tipo de criatura, até mesmo os próprios inevitáveis ali, eu acho que vai acabar sendo tema uma hora ali.
As estrigas são bastante parecidas com as ráguias. É praticamente uma ráguia, né? Só que ela tem matemática. Cada uma tem uma ligação ali. Por exemplo, tem a estriga de sangue, tem a estriga do inverno, sabe? É como se fosse uma ráguia mesmo. É, porque as ilustrações são muito iradas. A gente fala muito de cultura oriental, de coisa interplanar.
Mas se você olhar, tem um pouquinho de cada coisa ali. Eu que gosto de cultura nórdica, tem um equivalente dos Enheriar, que são os soldados lá do pós-vida. Tem as Valtririas ali também. É, e poxa, então se você dá uma pesquisada, mesmo que você tenha um jogo que você esteja fechado num certo tipo de cultura, cara, sempre vai ter alguma coisa pra você poder aproveitar ali, né?
É, por exemplo, tem até uma criatura meio ímã ali, que é o Tizimitil ali, que é como se fosse um esqueleto ímã ali, quando a gente fala, ele é imenso, é um morto vivo e tem traço de eletricidade. Estava lendo aqui sobre o Enheri, é a mesma coisa da cultura nórdica, eles são guerreiros escolhidos pelas valquírias para poder fazer algumas batalhas lendárias, alguma coisa assim.
Criaturas para todos os gostos, né? Digamos assim, no Bestiário 13, como a gente viu, eles não se limitaram a um tipo só de criatura e de cultura. Tem de todos os tipos, até os animais mais comuns também, né? Tem o pulgo, cara, para os magos, cara, que eu achei bem legal. Ele vai dando, grandando o bano dos magos. Achei de Valkyries aqui. Elas não tem muita diferença, não. Os herrerias são de décimo nível.
Elas são de 12º, mas as habilidades especiais ganharam um salto do Legacy para o Remaster, na qual eu gostaria de destacar aqui, porque antes as habilidades especiais eram elementos de manobras táticas para o combate.
Era quase só isso. Seu bicho vai estar no combate, isso aqui é o que ele faz. Aqui ele tem os outros poderes que se estendem ao que seria só um combate normal e podem criar cenas bastante diferentonas. Você tem lá, por exemplo, a habilidade da Valkyrie, que é a reivindicadora dos caídos. Elas detectam as almas daqueles que morreram recentemente. Se ela passar 10 minutos...
sobre essa criatura, se ela for digna, ela se transforma num enreri. Ou seja, você até pode criar situações em que até o limiar da morte pode ser vencido. Eu estou com uma outra criatura aqui que é o Quintessívoro. E também ele tem uma habilidade bem legal que é parecida com essa, que é tipo suspender a alma. Quintessívoro suspende os processos vitais de uma criatura que está morrendo em até 5 metros dele. A criatura não pode aumentar nem reduzir os pontos de vida nem seu valor de morrendo por 10 minutos.
Então, quer dizer, o cara não pode ser curado, cara, tu deixa ele ali. Ah, droga, o cara não pode também nem ser estabilizado, né?
É, muito bom. Imagina a agonia do jogador, imagina. Eles fazem revisitações de certas criaturas e acabam expandindo o universo de uma forma muito legal também. Aqui, por exemplo, ele dá todo o tipo de vampiro, mas da casta Nosferatu. Então, quando você cria o Nosferatu, ele tem características particulares deles, não só estão associadas a...
ao vampiro. Aí você tem ali o hall de criaturas diferentes dos monstros, você tem o servo do Nosferatu, você tem o Nosferatu Malfeitor, Nosferatu Soberano. De novo, dá pra você criar toda uma campanha em cima dessas castas de bichos que vão fazer com que você tenha certeza que o seu grupo de jogo não vai fazer a menor ideia do que você preparou pra próxima sessão.
É que a gente conversou também, tu tem aquele tipo de criatura e tu pensa, ah, tá, é um vampiro. Não, cara, ele é um glosserato, não é um vampirinho qualquer. Ele tem as suas maquinações, o seu ecossistema próprio ali que vocês talvez não conheçam. Então eu acho legal que tira um pouco do óbvio, tira bastante do óbvio.
E dentro do sair do óbvio, ele ainda procura caminhos de outros padrões que a gente não está acostumado. Quem jogou lá o Vukong, aquele jogo de Playstation 5, que é a lenda do Rei Macaco, no B-Sheret 3 encontrará o Svanara. Exato, o Svanara que é praticamente o Rei Macaco encarnado aqui, uma variação de homem macaco aí, que não está correndo atrás de ti. Então, é...
que é a discípula, que é uma criatura de nível 1 aqui. É bom que se você quiser jogar com esse personagem, você vai pegar isso como base e mandar ver, né? O Vanara é uma raça jogável também, já no Pathfinder 2. Já é uma raça jogável, já. Nós jogamos uma aventura, foi no RPG de Quinta, que tinha um Vanara, um cientista Vanara. Muito bom.
Você sabe quem são esses Vildera Vraven? Nossa, bizarro. É um corvo. Meu Deus. Cara, a lista é muito grande. Se a gente parar aqui para ficar olhando tudo, a gente gasta cinco horas e ainda deixa de falar coisa. Me falas um pouco mais sobre os projetos da New Order. O que a gente tem mais aí para frente para poder esperar, além do Bestiário 3, que já está garantido para a galera?
Nesse financiamento, cara, a gente tem, eu pra mim, o livro definitivo de Pathfinder 2 pra quem gosta da ambientação de Golarion, que é o Guia de Viagem, cara. O Guia de Viagem, se você for querer se aprofundar dentro da lore ali de Pathfinder, ele é quase que...
essencial, assim. Ele não era essencial até ele surgir. A partir que ele surgiu, ele se torna essencial. Ele é um marco, assim, na construção do mundo de Golarium. Mas no que que ele é diferente? Deixa eu adivinhar. Geralmente, o material de Pathfinder, ele vem do macro pro micro e esse jogo fala das pequenas coisas que são mais associadas ao que você vai ver na mesa? Sim, cara.
quando foi lançado o Pathfinder que a New Order lançou lá no primeiro livro do Pathfinder a gente lançou também o Guia dos Pressários Perdidos, que é o guia do cenário atual de Golario, então esse cenário está valendo tanto para o Legacy quanto para o
remaster ainda não foi remasterizado o cenário, então o cenário continua valendo e tudo que foi lançado pra esse cenário até então vale. Então nesse início do Festival de Experdício, tu tinha ali todos os países, todos os tipos de criatura que tinham, como é que funcionam as marés, como é que era o mundo, ter uma visão geral, um atlas global de Golario.
No Travel Guide, cara, é tu entrar dentro da sociedade mesmo que vive nesse planeta. Ali tu vai ter, vai falar sobre arquitetura, o que teu personagem tá vendo, dependendo do lugar que ele tiver, que tipo de construção vai ter. Vai falar sobre as lendas locais, vai falar sobre o...
o conhecimento geral, aquele conhecimento mundano que todo mundo tem. Por exemplo, eu sempre falo um exemplo, se tu for no Japão, os caras vão saber o que é Papai Noel. Se tu for na Arábia, todo mundo vai saber o que é Papai Noel. Por mais que seja de outra crença ou coisa assim, ele vai saber o que é Papai Noel. Então esse tipo de conhecimento comum, esse livro traz. Esse livro traz o que o teu personagem, quando olhar pro céu, vai enxergar. Quais as rotas comerciais
vigentes e o que elas levam, o que elas trazem. Canções, jogos. Por exemplo, todo mundo conhece futebol. Tem o futebol de golário, entendeu? Tem o jogo de carta mais jogado de golário, aquele que...
que tu vai poder roubar a carroça do amiguinho, entendeu? No jogo. Então, tu vai poder entrar nesse micro. Como é que as pessoas se vestem? O que elas comem? Inclusive, com receitas de comida e de bebida. Tu fazendo as adaptações certas, dá pra te fazer na tua própria mesa de casa.
Muito bom. Esse, então, é o material, é o próximo passo do financiamento coletivo, né? É o próximo passo do financiamento coletivo. Primeiro, nós vamos tentar alcançar a versão PDF e depois o último passo, a versão física. Tem mais alguma coisa para sair dentro desse financiamento?
Aí nós temos a parte de completar coleção, né? Nesse financiamento, eu acho, meu entendimento, não tenho certeza absoluta, mas eu acho que é a última oportunidade de tu pegar os bestiários Legas. Vai pegar o bestiário 1, 2 e 3 junto.
nesse financiamento, a versão física dele. No site Bestiário 1 já era, não existe mais no site da New Order. Bestiário 2 acho que tem alguma coisinha ainda. Então é a oportunidade de pegar o 1, o 2 e o 3 de 1. Aqui também tu vai poder pegar uma aventura que é uma das aventuras mais icônicas de Petfire.
que é o Abomination of Vols, ou Crypto Abominações, que é uma aventura, se não me engano, do nível 1 ao 20, aonde tu entra numa dungeon, é uma aventura de dungeon, assim, com vários níveis. Então, teu personagem, existe um farol abandonado, e tu vai entrar nas ruínas da volta desse farol, e vai tentar descobrir o que tá acontecendo com esse farol, que...
que está aterrorizando os moradores locais e no fim tu descobre que tem uma baita história por trás de toda essa dungeon aí e tu vai poder ajudar quem criou essa dungeon ou não. Aí depende do teu grupo e do teu discernimento aí, mas é uma aventura muito joia. E o outro livro que está aí também para te pegar nesse financiamento, né?
É o Pálvora Engrenagens, que também traz personagens Gainslinger e mais uma série de habilidades para te poder fazer as planagens no teu jogo de Pet Fight. Tem alguma coisa além desse financiamento meio que de estimativo para o futuro?
Depois desse, cara, eu acho que nós vamos para a parte do financiamento. A gente tem os anúncios ali, não vai nem de cabeça, mas a gente vai lançar o resto da parte do remaster ali, os próximos livros do remaster e queremos muito as outras, ainda os cenários, né? Os cenários vão ser mais para frente um pouco.
Até nós acabar toda a parte de regras do remaster. Tem bastantia coisa. Tem guerras dos imortais. Tem o NPC Core. Que é um livro só com NPC. Um bestiário só de NPC. Então tu tem os NPCs mais comuns. Os tipos de NPC mais comuns. Já com as fichinhas prontas. Só tem que adaptar a raça dele ali. A ancestralidade. E tu pode usar para qualquer tipo de campanha.
Então tudo isso está vindo aí de aos poucos, conforme a comunidade vai apoiando. Quanto mais a comunidade apoia, mais ela pede a New Order Atende. Até hoje está a comunidade da PetFiber, uma comunidade bem ativa, e é uma comunidade que tem sido, digamos assim, atendida. Pelo menos eu vi a comunidade da PetFiber ali e sempre me senti bem atendido nesse quesito de lançamentos.
E é a certeza de que o público está retornando, está gostando, porque estão sendo batidas todas as metas e a editora vai continuar produzindo. Esse é o objetivo, tentar alcançar tudo que vier a ser produzido lá fora. Poxa. A paz é meio instana nos lançamentos, então o que a gente já conseguiu fazer aqui é digno de nota.
É difícil, é difícil, é muita coisa. É muita coisa. Certíssimo. Jefferson, muito obrigado. Pô, valeu mesmo. Queria, antes da gente terminar de conversar, abrir o microfone para você, para você passar algum recado aí, alguma ideia que você queira falar com o público. Bom, pessoal, a gente está aí, né, apoiando as campanhas da New Order, então você tem que chegar a apoiar os livros de Pathfinder. Quanto mais apoiar, mais livros vêm para a gente poder jogar.
Se você quiser aí, tiver alguma dúvida sobre as campanhas, sobre Pet Fighter, pode me procurar lá no Instagram, arroba tarostaradimanto. A gente tá lá pra tirar as dúvidas de vocês também. E se você quiser alguma ilustração também, é só falar com a gente lá. A gente faz umas artesinhas legais aí pra sua mesa. Perfeito.
Quero muito agradecer também aos nossos ouvintes. Feliz de poder finalmente atender e trazer mais Pathfinder aqui, que é o, poxa, se é um jogo tão importante para casa, ele também tem que estar presente no Legião de Dado. Quero estar. Valeuzaço. Vou pedir para ser despedida da galera. Eu dou um tchau, tchau logo na sequência. Valeu, pessoal. Mais uma vez, um abração a todos que ficaram até aqui. Até a próxima. Vamos lá para o próximo financiamento e para as próximas aventuras.
Não deixe de conferir catarse.me barra bestiário 3, né? É isso aí. Perfeito. Então um abraço, galera. Até o próximo episódio. Tchau, tchau. Você ouviu Legião de Dados na New Order Editora. Esse programa foi gravado e editado por Barcelos Taverneiro, diretamente da Taverna do Arcano. E aí
Ergão canecas, ouçam bem, histórias que o vento traz De um mundo além do além, onde o impossível se refaz De reis marcados pelo medo e bruxas tecendo o fim Deuses que falam em segredo, heróis que ainda estão por vir
Entre luz e escuridão o destino quer escolher, mas em cada coração há um mundo por nascer. Golaio vai te chamar entre o caos e a lei, se você ousar lutar vai descobrir quem é.
Dos céus até o mar profundo, dos deuses ao pó do chão, cada passo muda o mundo.
Há impérios feitos de ferro e tronos tomados por dor. Diabo selando decretos com tinta, sangue e favor. Ruínas sussurram segredos de eras que o tempo esqueceu. E sob estrelas em chamas algo antigo desperta e vê. Quando o equilíbrio...
Cai o caos, começa a rir Nem o tempo sabe mais o que está por vir Golayun vai te chamar entre o caos e a lei Se você ousar lutar, vai descobrir quem é Dos céus até o mar profundo, dos deuses ao pó do chão Cada escolha muda o mundo Em gola
Há olhos que pesam a alma, sem ódio, sem compaixão. Há formas que dançam no nada, rasgando toda a razão.
E a mão de aço e sentença que vem cobrar o que é seu No fim não há indiferença, o universo te escolheu O laião vai te chamar e não vai te soltar Entre destino e vontade, você vai se torcer
Há mais do que nome ou passado, mais do que lenda ou canção, pois todo herói é forjado em Golaiô. Então beba, viajante, escute, antes da estrada seguir.
Quando alguém decide...
Cat Pro
Financiamento coletivo