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Sociedade em Foco #290: Eleições 2026 e políticas públicas
30 de setembro de 20269min
No próximo dia 4 de outubro os brasileiros vão às urnas para votar. Serão seis cargos: deputado federal, deputado estadual, primeiro senador, segundo senador, governador e presidente da República.
Neste episódio, o especialista José Luiz Portella explica que, após as eleições, os governos começam a se organizar para a posse em janeiro, e as mudanças nas políticas públicas devem aparecer principalmente a partir desse período. O próximo governo deverá lidar com o aumento das despesas obrigatórias e buscar reduzir a diferença entre o que o governo arrecada e o que gasta. O tamanho desse ajuste dependerá do governo eleito.
Para ele, o Brasil precisaria de um projeto de desenvolvimento de longo prazo, compatível com a capacidade de arrecadação do País. Além disso, ele defende melhorar a fiscalização dos programas para evitar pagamentos indevidos e direcionar os recursos a quem realmente precisa.
Na visão de Portella é fundamental criar também políticas públicas que pensem nos jovens e adolescentes e que os incentivem a buscar formação e desenvolvimento profissional, sem que isso necessariamente implique aumento expressivo dos gastos públicos.
Neste episódio, o especialista José Luiz Portella explica que, após as eleições, os governos começam a se organizar para a posse em janeiro, e as mudanças nas políticas públicas devem aparecer principalmente a partir desse período. O próximo governo deverá lidar com o aumento das despesas obrigatórias e buscar reduzir a diferença entre o que o governo arrecada e o que gasta. O tamanho desse ajuste dependerá do governo eleito.
Para ele, o Brasil precisaria de um projeto de desenvolvimento de longo prazo, compatível com a capacidade de arrecadação do País. Além disso, ele defende melhorar a fiscalização dos programas para evitar pagamentos indevidos e direcionar os recursos a quem realmente precisa.
Na visão de Portella é fundamental criar também políticas públicas que pensem nos jovens e adolescentes e que os incentivem a buscar formação e desenvolvimento profissional, sem que isso necessariamente implique aumento expressivo dos gastos públicos.