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Como você vê a Jalles Machado (JALL3)? - Live 368 (27/04/26) - Visão do Estrategista

04 de maio de 20262min
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Atenção (disclaimer): Os dados aqui apresentados representam minha opinião pessoal.

Não são de forma alguma indicações de compra ou venda de ativos no mercado financeiro.

Seleção das partes mais interessantes das Lives de segunda.

Live 368 - Visão do Estrategista

https://youtube.com/live/fBFhIh9gN1U

Participantes neste episódio1
C

Cassiano Bittencourt

HostEstrategista
Assuntos2
  • Jalles Machado e volatilidadeSegmento de combustível e etanol · Dinâmica de petróleo · Gestão da Jalles Machado · Variáveis exógenas · Preço do petróleo
  • Direção de empresas e organizaçõesControle de variáveis exógenas · Gestão da Raizen · Dinâmica etanol e açúcar · Investimento baseado em chute
Transcrição7 segmentoswhispermlx/large-v3-turbo

Com relação a Jairis Machado, acho o segmento pouco interessante, especialmente no nível de volatilidade que a gente tem hoje em dia, especialmente no segmento dele, o segmento de combustível não é especificamente combustível, mas o segmento de combustível afeta a dinâmica de mais açúcar ou mais etanol, é afetado por toda essa dinâmica de petróleo, que é afetado pela vontade de meia dúzia de gente no mundo. Fora isso...

Dinâmica de arrefecimento e crescimento econômico e por aí vai. Quando você vê esse tipo de dinâmica, você vê o quão não depende da gestão da Gales Machado ou da Raizen. A Raizen tem outra situação porque tem uma questão do dívida metade. Mas falando pura e subindo da operação da empresa, da questão da usinagem. Gales Machado, São Martinho, Raizen.

Você tem o quanto a gestão consegue afetar aquilo ali, mas isso é extremamente cerceado pela quantidade de variáveis exógenas que eu não controlo e que afetam diretamente a operação. Por exemplo, preço do petróleo, que afeta o preço do combustível da gasolina.

que afeta, aí na gasolina vai afetar tanto a questão da mistura, quanto a questão do carro flex, o quanto eu vou demandar de etanol, certo? Toda a parte de como é que funciona a importação ou exportação de etanol de milho, gera uma dinâmica de competição que volta a reforçar, não é clara.

toda a parte geopolítica que afeta demanda e oferta global de tudo quanto é coisa, e commodity afeta outra commodity, que afeta a dinâmica infacionária, que afeta a operação também. Aí todas as minhas decisões com relação à rede cambial, à rede de cana-de-açúcar, é ridiculamente absurda a quantidade de variáveis exógenas que tem ali. A gestão consegue fazer algum nível de trabalho? A gente tem uma análise, não me engano, da raiz em que errou copiosamente um ano ali.

foi pega no contrapé, acho que foi a Raizen, mas acho que todas elas foram pegas no contrapé com a mudança da dinâmica etanol e açúcar, eles tinham definido uma quantidade que não foi ótima para aquele período. Nada, não é culpa da gestão. Nada a ver com a gestão. Você entende? A questão é que quando eu faço essa dinâmica...

Quando eu estou atuando como gestor dessa operação, eu tenho um controle até um certo ponto. Foge do meu controle quando eu chego no certo ponto. E eu não gosto de investir com base em, basicamente, chute.

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