Suzi Mariah: “A vida tem dimensões que ainda não aprendemos a perceber”
uzi Mariah costuma dizer que o invisível não é necessariamente aquilo que não existe — pode ser apenas aquilo que ainda não aprendemos a perceber. Talvez por isso sua própria história seja marcada por uma espécie de travessia entre dois mundos. Desde a infância, ela convive com experiências que não encontravam lugar fácil no universo em que escolheu construir sua vida profissional. Durante mais de quatro décadas, esteve no mundo corporativo, entre metas, resultados, estratégias e decisões, enquanto mantinha em silêncio uma dimensão da própria existência que, naquele ambiente, poderia ser facilmente julgada ou incompreendida. Até que chegou um momento em que já não era possível continuar separando essas duas partes de si. Ela deixou a carreira executiva e passou a dedicar-se profundamente ao estudo da espiritualidade, da mediunidade e da consciência. Viajou por lugares sagrados, estudou diferentes tradições, investigou experiências e buscou compreender, com o olhar de quem também conhecia profundamente o mundo racional, aquilo que durante tanto tempo havia permanecido no território do inexplicável. Uma trajetória que reúne espiritualidade, filosofia, teologia, mediunidade e uma longa experiência no universo corporativo. Uma mulher que transformou uma experiência que poderia ter sido apenas um segredo pessoal em uma busca de conhecimento e em um trabalho de comunicação. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", a médium, filósofa independente, numeróloga, escritora e comunicadora, criadora do conceito de Universalismo do Brasil e à frente do projeto Médium Talks, contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre esse momento que estamos vivendo e foi categórica: “A vida tem dimensões que ainda não aprendemos a perceber”.
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