Episódios de 45 do Primeiro Tempo

Christiano Rocha: “Há um caminho invisível conduzindo tudo”

01 de maio de 20261h43min
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Christiano Rocha não tem dúvida em afirmar que existem dimensões da vida que a gente só compreende quando se permite sentir — e não apenas explicar. Desde muito cedo, ainda na infância, ele já percebia o mundo de uma forma diferente. Uma sensibilidade mais fina, quase silenciosa, que o colocava em contato com camadas sutis da existência que nem sempre cabem em palavras. Ao longo da vida, essa percepção não apenas permaneceu… como se aprofundou. Em suas jornadas por países como China e Alemanha, viveu experiências difíceis de enquadrar dentro de uma lógica convencional — encontros, percepções e episódios que ampliaram radicalmente sua forma de enxergar o corpo, a mente e a própria realidade. Mas talvez tão marcante quanto essas experiências sejam as sincronicidades que foram se revelando ao longo do seu caminho. Como se, de alguma forma, a vida fosse abrindo portas no momento exato… conduzindo, alinhando, mostrando direções. Nada parece ter sido por acaso. Com quase duas décadas de experiência, formação em Educação Física e especializações em áreas como Medicina Tradicional Chinesa, Acupuntura Japonesa e Saúde Mental, ele construiu uma abordagem que integra ciência, tradição e consciência. À frente do Instituto Invida, desenvolve um trabalho que vai além do sintoma — um olhar que busca compreender o ser humano em sua totalidade, respeitando o corpo, a energia e aquilo que ainda não sabemos nomear. Neste papo com o podcast "45 do Primeiro Tempo", Christiano contou sua história de vida, trouxe seu olhar sobre este momento que estamos atravessando como humanidade e foi categórico: “Há um caminho invisível conduzindo tudo".

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Assuntos8
  • Experiencias ParanormaisDesaparecimento de pessoa na rua · Projeção da consciência e encontro com entidades · Operação de resgate de consciências em câmaras de concentração · Visão de vidas passadas e detalhes complementares
  • Peregrinação ReligiosaOportunidade de viagem à China · Perda de memória e sensibilidade aguçada na China · Visão de código binário e Matrix · Compreensão da Medicina Chinesa em Mandarim
  • Experiências de CorridaVisita a um benzedor e visões · Trancamento da mediunidade · Gnomo e alimentação científica
  • Acupuntura Japonesa Medicina Vibracional AlemanhaBusca por acupuntura sutil e sem agulhas · Estudo da Medicina Vibracional na Alemanha · Tecnologia Vega e leitura de campos vibracionais · Frequências e órgãos do corpo
  • Comportamentos naturais da criança pequenaVisões de uma senhora não física · Sensibilidade e percepção aguçada
  • Medicina Chinesa vs OcidentalBolsa de estudos em acupuntura · Contato com Medicina Vibracional e Física Quântica · Expansão de trabalho em clínica
  • Cuidado Pessoal e Bem-estarDescoberta da acupressão e tratamento de dores · Formação em Educação Física e cursos · Início da carreira como professor universitário
  • Abertura para o sutil e a era da informaçãoAcesso a informações em bloco e aprendizado rápido · Comparação com a inteligência artificial
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Saiba mais em epson.com.br barra toner free. As estimativas da Epson são baseadas em dados internos e de terceiros. 45 do primeiro tempo. Autoconhecimento, propósito de vida, carreira, reflexões sobre caminhos possíveis para uma vida com mais sentido. Apresentação, Patrick Santos.

Olá, seja bem-vindo, seja bem-vindo ao podcast 45 do Primeiro Tempo. Toda semana um papo muito legal aqui com pessoas inspiradoras, que têm muito a nos ensinar, compartilhar suas histórias nessa nossa jornada do autoconhecimento.

Bom, antes de chamar aqui a minha convidada, meu convidado desta semana, dois rápidos recadinhos para você. O primeiro deles é para ir lá no Spotify, avaliar o nosso podcast, de preferência com cinco estrelas, tem o ícone ali abaixo da capinha de abertura. Vai lá, faça a sua avaliação, assim você ajuda a ranquear melhor o 45 na plataforma e, consequentemente, chegar...

para muito mais gente. Aproveite e faça lá a sua inscrição, você vai ser notificado toda sexta-feira, tem um episódio novo para você, tá bom? E o segundo recado é para você adquirir o meu segundo livro, o Medianeira, uma jornada sobre aprendizados, memória, perdão e cura, que é um sobrevoo que eu faço aqui pelas mais de 350 entrevistas nestes sete anos.

do podcast 45 do Primeiro Tempo. Como essas entrevistas, de alguma maneira, me ajudaram a trazer novas perspectivas sobre uma série de questões que a gente aborda semanalmente aqui no podcast. Vai lá no meu Instagram, é o patricksantos.oficial. Tem um link lá, você adquire o livro. Tá bom? Recados passados, vamos ao papo desta semana, porque eu tenho certeza vai ser muito, muito legal.

Olha só, o meu convidado de hoje costuma dizer que não existe cura sem compreensão. E compreender o corpo é, antes de tudo, aprender a enxergar além do óbvio. Talvez por isso sua trajetória tenha sido marcada por uma busca constante por conhecimento.

transitando entre diferentes culturas, técnicas e formas de olhar para a saúde. Com quase duas décadas de experiência, formação em educação física, especialização em áreas como medicina tradicional chinesa, acupuntura japonesa e saúde mental, esse meu convidado construiu um caminho que une tradição milenar e abordagens contemporâneas.

Seu trabalho passa por técnicas de análise que buscam identificar padrões do organismo, físico, energéticos e funcionais, sempre com o objetivo de promover equilíbrio e qualidade de vida.

À frente do Instituto em Vida, desenvolve um olhar integrativo sobre o cuidado com o ser humano, entendendo que saúde vai muito além do sintoma e envolve múltiplas dimensões da nossa existência. Uau, quanta coisa! Eu estou falando do Cristiano Rocha Ferreira.

Tudo bem, Cristiano? Pô, primeiro, obrigado por aceitar aqui o convite do 45. Você foi super bem recomendado por uma querida amiga aí de Goiânia. Não vou nem dizer o nome, quero que as pessoas...

adivinhe, e você chega aqui pra esse papo, pra conhecer um pouquinho mais a tua história, teu trabalho incrível, que eu, só do bastidor aqui antes de gravar, já fiquei encantado, quero dizer que você seja muito bem-vindo aqui ao podcast, tá bom? Olha, eu tenho um imenso prazer, então, independente, eu brinquei ontem, eu fui muito bem patrocinado pra estar aqui com você.

a minha responsabilidade aumenta, sabe? Isso é uma honra. Eu gosto de iniciar, tanto em agradecimento como sempre, claro, em forma de união das mãos, que é unindo o direito e o esquerdo, o masculino e o feminino.

unindo as polaridades, que chame como queira, tendo essa visão tanto da medicina oriental, quanto a visão mais contemporânea, positivo e negativo, que seja. Muito honrado de poder participar de algo tão grandioso, e eu vou ser bem sincero, estou me sentindo assim, gente, estou na frente do Silvio Santos aqui, sabe?

quem me dera ser um comunicador como aquele, às vezes foi um gênio um fãsso da comunicação brasileira isso é verdade você querendo ou não utilizar o cajado, a coroa o trono, mas você é uma comunicação brasileira então eu falei, meu Deus, eu vou ter condições de contribuir de alguma forma com toda essa

magnitude hoje que o Patrick representa nacionalmente por essa voz brasileira, por toda essa documentação, essa robustez que você trouxe pro Brasil, né? Eu fiquei meio tomado assim, sabe?

Eu trabalhei com jornalista político, quem me dera esse comunicador que foi Silvio Santos, que gênio que foi, né? Que legal você fazê-lo assim, e você é um comunicador, né, Cristiano? Você trabalha com... Eu já vi umas entrevistas suas, você tem uma facilidade de falar, acho que você tem o quê de comunicação aí? Acho que não à toa você é a voz aí do Instituto, né? Acho que tem...

Você tem uma formação em educação física, mas você, além de tudo, é um comunicador. Acho que isso é muito legal. Vai desenvolvendo cada vez mais a possibilidade de comunicação. É, você fala muito. Vai ser uma delícia, então, esse papo contigo. E tenho certeza que a Angélica vai estar ouvindo. Muito legal. Cara, vamos começar pelo começo.

Conta um pouco a tua história, Cristiano. Como é que começa, cara? De onde você vem? O que você fez? Como é que você foi sutilizando a tua vida? Como é que você foi integrando? Como é que você foi...

fazendo dessa jornada uma grande busca por integrar e não separar, né, cara? Vai me contando e essas buscas, né? Porque você foi estudando, você viajou, você fez muita coisa. Conta aí, cara. Vai lá, porque eu acho que eu já falei demais. Maravilhoso. Você falou... A minha ideia realmente é essa integralidade, né? Tentar integrar cada vez mais. Mas vamos lá. Então...

Sou aqui de Goiânia, né? Como diz no Goiânia, Goiânia do pé rachado, é a brincadeira nossa aqui, né? A maneira de dizer. Comedor de piqui. Eu tenho... Adoro um arroz com piqui, minha jovem faz um arroz com piqui. Eu gosto do piqui. Porque tem spin. Assim, Patrick, eu tenho um país maravilhoso que me... Nunca me podaram, né? De toda essa trajetória minha, né? Meu pai, Iron, dona...

minha mãe Mariana, tenho meu irmão Juliano, que é médico alopata, a minha irmã também que é professora de educação física, casado com a minha digníssima esposa Priscila, que ela é descendente de árabes, de libanês, diretamente de lá, os meus sogros vieram do Líbano, né? Meu sogro, seu assassino, dona Rádio, que vieram de lá.

Então, todo esse aspecto, né, pra vocês começarem a entender um pouquinho da minha trajetória. Na minha infância, eu sempre tive sensibilidade, sabe, Patrick? Eu vou usar um pouco esse termo, assim, pra facilitar, e vamos transitar um pouco nessas informações, trazendo um pouco de luz pra aquilo que nós chamamos de um lado que nós não conhecemos. Eu gosto muito dessa relação. Então, desde criança, tem uma história que eu sempre gosto de contar, quando eu era criança, eu acordava no meio da noite, às vezes, e tinha uma senhora... Agora...

sentada em cima da minha cama. Ela sentava do lado da minha cama. Uau. E eu ficava assim, caramba, e se eu devia ter uns cinco anos, seis anos, sabe? E eu sentado ali, aquela coisa, eu acordava, olhava a senhora na minha cama, e eu todo dia, mãe, vende a minha cama, dou a minha cama, tem uma senhora que senta na minha cama. Então, vamos colocar assim, essa senhora não física, tá? Para as pessoas entenderem. Uma senhora que sentava na minha cama, e desde criança. E...

Minha mãe, de tanto eu entorrar a paciência dela, dos meus pais, que seja, mãe, dá um jeito na minha cama, ela fingiu que vendeu a cama e transformou a cama numa beliche, sabe? E assim, e eu continuava tendo as visões, porque não tinha nada a ver com a cama, é com essa sensibilidade que algumas pessoas veem mais ou menos, aliás, todos veem uns mais e uns menos, é importante dizer isso, todos nós temos, só porque uns mais e uns menos, e eu lembro disso de criança.

Sabe, eu era criança ali, sempre tinha essas visões, sempre tive essa sensibilidade, passo por vários momentos, várias etapas da minha vida, sempre teve essa relação, sabe? Então, queira ou não, eu sempre tive esse contato com o sutil, né? Vamos dizer assim. Eu fui, ao longo da vida, aquela história. Antigamente, não sei se você já ouviu falar de um termo que falava assim, ó, leva esse menino pra uma benzedeira pra trancar a idade, pra fechar.

hoje fala fechar a pineal, mas naquela época eu falava pra fechar, pra trancar a visão, tinham vários termos que falavam sobre isso. Eu lembro de uma cena engraçada, hoje eu falo engraçada, tá? Pra gente entender. Minha mãe levou a gente num benzedor, era ele e meu irmão, meu irmão também sempre teve sensibilidade. Aí, eu lembro de uma cena que nós estávamos num benzedor, devia ter, sei lá, uns oito anos, sete anos.

E o Benzedor falando assim, ó, esse menino aqui, que era meu irmão, tá sofrendo dificuldade de dormir à noite, ó pra vocês verem o quanto isso é interessante, hein, Patrick. Não tá conseguindo dormir à noite porque tem um rapaz que faleceu em um acidente de moto e tá do lado dele. E eu vendo o rapaz todo ensanguentado, sabe? Do lado do meu irmão. Mas assim, eu achava que todo mundo tava vendo. Ele falando do rapaz, eu falei, realmente, tem um rapaz. Hoje, tentando...

racionalizar isso, né, depois de, sei lá, 40 anos, 38 anos, pensando sobre esse fato, eu achava que todo mundo estava vendo, porque, dando pra que esse senhor viu. E ele falava assim, já esse aqui era eu, tem uma criança que fica do lado dele, e não deixa esse menino quieto. E eu vendo um menino correndo em volta de mim.

Uau! É, e teve essa cena, né? Então, a história de trancar a mediunidade, que seja. Resumindo, isso nunca trancou. Ela tem os processos que ela diminui e depois volta. Ela ficou um tempo ali em latência, que seja. E voltou ali. Depois, mais na adolescência, na fase adulta, volta. Mas nunca desligou, assim. Meu irmão brinca, Patrick. Que eu sempre fui meio diferente, sabe? Eu sempre fui diferente. Porque, pra você ter uma ideia, ela até brinca com a Thaís, meu irmão Juliano.

Ele fala assim, ó, que eu tinha um gnomo, eu comprei aqueles gnomos, sabe, e tinha um ensino de alimentar o gnomo, aí dava maçã pro gnomo, aí eu falava só, o gnomo comeu a maçã, ele ia dizer burro, a maçã depois de tantos dias, ela vai sofrer um processo de oxidação, explicando cientificamente, não é, mano, olha aqui, o gnomo passa aqui, ele puxa a energia da maçã, então eu sempre tive esse lado, assim, sabe, transitando. Ao longo da vida,

Um amigo meu falou, em casa sempre teve a estipulopédia Barça, pra quem está no dobro não sabe o que é Barça, era internet da época, né? Seria uma estante cheia de livros similares a sua aí atrás, e meu pai sempre estimulava a ler. A gente agitado, menino, corpo um lado pro outro. Meu filho vai ler o dicionário, ele falava assim, aí ele comprava livros pra quê? Pra que a gente tivesse um barato de ficar tão agitado, de correr aquela coisa, né?

E num desses livros lá, eu descobri que tinha uma história, já era adolescente já, que tinha doim. O doim, pra quem não conhece, é uma acupuntura com pressão. Aí você aperta os pontos e tal, a pessoa tá com dor, dor de cabeça, insônia.

E eu descobri uns pontos que pareciam pontos mágicos, vamos dizer assim. E eu chegava nas festas, adolescente, aquela coisa. Ah, tem alguém com dor de cabeça? Vem cá, tá empolgado, querendo tratar as pessoas. Então, esse lado meu de cuidar, eu acho que sempre teve, mas na adolescência florou mais.

sabe, sempre teve isso, o cuidar em si, o cuidador em si, né, então eu chegava nas festas e ia lá tratar as pessoas, chegava nos eventos e tal, o Cristiano parece que ele consegue ajudar as pessoas aí, com dor de cabeça e tal, aí comecei a fazer alguns cursos nessa área, mas como curioso, como curioso, tá, até adentrar na faculdade de educação física, aí na faculdade eu aprofundei um pouco mais na linha de massoterapia, de e...

essas reflexologias, aí eu comecei a entender, ampliou um pouco mais pra mim, sabe, Patrick? Passei todo o curso da educação física, buscando, eu fui um cara meio insano em relação a cursos. Eu saí da faculdade, Patrick, eu devia ter mais de 60 cursos no currículo. Uau! É, quando eu saí da faculdade, então eu fazia muito, eu sempre fui muito, tive muita ânsia pelo conhecimento.

Muita vontade por aprender, sabe? Sempre tive ao longo da minha vida e tenho isso ainda, né? Hoje um pouco menos devido às minhas filhotas. Mas eu sempre tive essa busca. Essa busca sempre teve. Quando eu fui finalizando o curso, finalizei o curso, eu tive um professor falando desse sólido de comunicador, um professor Wellington, um professor de musculação na época. Ele chegou pra mim e falou assim, Cristiano, você já pensou em dar aula? Eu falei, professor, não consigo nem ler um livro lá na frente.

Cristiano, você tem o dom. Falei, como assim, não tem o dom? Não, você tem que dar aula. Quando eu finalizei meu curso, no semestre seguinte, eu fui chamado para dar aula na faculdade. Uau. É, foi uma coisa assim, fora da realidade. Eu falei, olha, a coordenação me chamou, eu falei, eu acho que eu não consigo dar aula, não, consegue sim. E aí, começou todo o processo, sabe? A história de, vamos dizer, a possibilidade e o caminhar de comunicar, né?

Eu acho que começou ali na faculdade com esse professor que me olhou diferente. Não, Cristiano, na apresentação da sua monografia você consegue. Você consegue levar isso aí de forma tranquila. Então, ali começou a buscar também para esse conhecimento um pouco mais de tentar transmitir o que é difícil, o que é complicado, transformar de um pouco mais simples. Isso é um pouco dessa jornada inicial. E aí, assim que eu finalizei o curso, fui dar aulas e tal, ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro

Fui dar aula pra um rapaz que ele era dono de uma faculdade de acupuntura, de medicina tradicional chinesa. Fui dar personal pra ele. Dar personal pra ele. Fui dar personal pra mãe dele. E a mãe dele falou assim, Cristiano, você já pensou em fazer o curso de acupuntura? Parece que você leva jeito. De vez em quando eu tinha dor, fazia umas massagens, dava um alongamento. Ah, você leva jeito, essa senhora. Falei, olha, o curso é muito caro.

Não, não, eu vou conseguir uma bolsa pra você lá na faculdade do meu filho. Consegui a bolsa.

Consegui a bolsa e comecei a estudar medicina chinesa. Aí, meu amigo, abriu um mundo pra mim. Aí explodiu. Explodiu, sabe por quê? Porque lá eu tive um contato muito bacana com duas pessoas que abriram muito pra mim. Um é o doutor Elias Tamer, que é um médico ortomolecular muito famoso aqui em Goiânia. E o doutor Klebers, que é um biólogo, biomédico e biofísico. E aí eu comecei nesse curso, porque nós tivemos muita afinidade, tivemos muita ressonância.

E esse médico falou assim, você não quer trabalhar um pouco comigo lá na minha clínica? Parece que você gosta de trabalhar, você gosta de pesquisar. Falei, vamos embora. E esse Kleber trabalhava com ele, o Kleber que era o meu médico. Falei, vamos embora. Ali, meu amigo, eu tive um mundo de informações com o que, por exemplo, Atri?

a relação específica da medicina vibracional, que nós chamávamos na época de biofísica, e hoje tudo se tornou física quântica, né? E ali eu tive contato com a biofísica, com o mundo vibracional muito bem explicado e fundamentado pela física, pautado pela física. Ali eu tive, assim, ó, uma rachadura na minha cabeça, sabe? E eu fazendo o curso com eles, e eu fiz o curso com eles.

com os dois e comecei a transitar pela clínica dele, então transitava entre a faculdade, dando aulas dando os meus personagens, também na academia e tal, e transitando na clínica dele lá, aprendendo um pouco, estudando, chegou um momento que ele falou assim, Cristiano, você não quer expandir um pouco mais aqui? Ele me liberou 16 salas à minha disposição Uau!

16 salas. O quanto era a minha vontade de fazer o que eu estava empolgado. A sensação que era assim, ó. Eu conheci um mundo que era até aqui, limitado na minha frente, Patrick. De repente, abriu uma fechadora. Abriu um portão. E eu conheci um mundo que até então ninguém havia falado desse mundo pra mim, sabe? Que era esse mundo do vibracional. O mundo da física. E como as coisas funcionam por padrões muito ínfimos, muito pequenos ou muito sutis.

Aí, antes de finalizar esse curso de acupuntura, nós ficamos sabendo de uma oportunidade aí, Patrick. Eu tenho que ajudar no milho todos os dias, e agradeço sempre, sempre, sempre, preciso, a cada instante. Nós ficamos sabendo de uma viagem para a China. Vai ter uma viagem para a China. Se falarem que o curso de acupuntura eu ganhei. Aí, tinha um... Vamos para a China, para a China, muito caro para ir para a China na época, não que hoje seja barato, até mais caro.

Esse amigo meu, Cleber, falou assim, vamos fazer o seguinte, nós vamos pra China, vou vender meu carro, depois você me paga. Cara, vamos, como é que eu vou te pagar isso depois? Eu vou vender meu carro, depois você me paga. O resumo da história, meu pai tinha um precatório pra receber. Você sabe, precatório leva anos e anos, né? Saiu justamente nessa hora. Saiu na semana de, na semana de pagar, que limitava os dias do pagamento pra ir pra China.

Meu pai falou assim, ó, eu vou dar tanto pra cada um, era o dinheiro pra eu ir pra China. Tipo assim, era 12 mil, meu pai deu 13. Um exemplo, entendeu? Pra ir pra China. Fui lá e paguei a viagem pra China, ainda levei um dinheirinho ali pra gastar na China na época. Então, sempre há essa oportunidade, essas aberturas. Aí nós chamamos hoje de campo morfo, de conexão, chamamos hoje de campo sutil, chamamos de simpronicidade, que é um dos termos mais conhecidos, né?

até pela literatura muito boa, que eu indico, quem não assistiu, tem um filme muito bom, que fala sobre isso. Eu vou lembrar o nome dele aqui. Eu vou lembrar, já comento aqui. Então, essa ideia da sincronicidade, há sempre esse tempo na minha vida, o tempo inteiro, como nós estávamos conversando nos bastidores aqui. Então, tive a oportunidade de ir para a China. E aí, meu amigo, agora eu vou te falar uma coisa, abre aspas, que eu vou te falar.

abre aspas, lembra que a minha sensibilidade tinha ficado lá atrás, né? Sim. Ela vinha de vez em quando e tal, teve um dia na clínica que ela também deu um boom muito grande, eu tava atendendo, deu um boom muito grande, esse Klebert pediu pra eu ir pro centro e tal. Fui pra China, quando eu pisei na China, quando eu pisei na China,

O nome do livro é Profecia Celestina. Ah, Profecia Celestina. Depois vira um filme, né? Bacana, Profecia Celestina. Fala muito sobre sincronicidade. Pra quem não assistiu, assista. Pessoal, olha só. E quando eu pisei na China, eu esqueci quem eu era no Brasil. É, é. Agora sim, pra você entender bem, tá? Eu não lembrava do rosto da minha mãe, do meu pai, não lembrava o endereço da minha casa.

Eu não lembrava do rosto da minha atual esposa, que era a minha namorada Priscila na época. Não lembrava de nada. Os meus irmãos não lembravam de nada, nada. Eu cheguei na China e apagou tudo. Eu só lembrava, eu só vi o que estava acontecendo na China. Uau. E aí teve uma cena, tem centenas de cenas que aconteceram lá, mas eu preciso partilhar uma aqui que é muito interessante. Por quê?

Até então, o filme Matrix, pra mim, era só o filme Matrix. Teve centenas de coisas que aconteceram, tá? Mas essa eu preciso pontuar, porque até então eu só tinha visto o filme Matrix. Eu lembro de estar num dos aeroportos, e eu tremia, tremia no chão, tremia, tremia, tremia, com muito, como se fosse um frio, com pânico, tudo junto, sabe? Eu olhava pra fora do aeroporto, nada, na verdade, tinha parede.

Agora vai ficar parecendo uma conversa muito estranha. Nada tinha parecido. Não, não, não. Tudo era 0101010101. Aí eu via. Como no filme, né? Como no filme. Eu via a parede do aeroporto. Eu via... Até arrepiei aqui, cara. Olha aí. Eu via a pista do aeroporto 0101. Eu via o avião 0101. E via as pessoas passando 0101. E aí eu tive um pânico com muita dificuldade de voltar. Mas muito. Eu tive muita dificuldade de voltar ao normal. Voltar a sequinheira. Sei lá.

qual que seria o termo exato para isso. Então, essa visão para a China, isso é importante, eu quero abrir um outro parênteses em relação a isso. A nossa tradutora, ela fala, ela falava na época, que era muito comum brasileiros irem para lá e voltarem a cabeça de força. Isso eu nunca tive de falar, de eu falar alguma coisa sobre isso? Não. É, porque a energia da China é muito forte. É muito forte a energia da China, mas é muito forte.

Então, eu estive lá a primeira vez, eu tive centenas de fatos similares a esse, entre várias outras coisas. O resumo foi, tivemos muita vivência, aprendi medicina chinesa, e olha que loucura, né? Eu falo loucura pra gente tentar colocar isso um pouco de menos sanidade, ou um pouco mais de sanidade. Quando eu fui lá pra fazer o curso de medicina chinesa, lembrando, né? Um curso de extensão de medicina chinesa.

E quando o professor dava aula lá em chinês, eu entendia tudo que ele falava em português, entendia tudo na minha cabeça o que ele falava, tudo na minha cabeça. E do lado dele tinha um outro professor que não era físico dando aula. Então, um professor físico e um professor de outro plano dando aula pra gente. E o mais interessante é, tinha um outro amigo meu na sala que via também as mesmas coisas que eu estava vendo.

Ou seja, eu não estava doido sozinho, melhor dizendo. Uau! É. Então, ao longo da minha trajetória, Patrícia sempre teve esses pancados, assim, sabe? Sempre teve esses impactos entre os mundos paralelos, eu vou dizer dessa forma, que tem teoria das supercórdias, pela física, fala sobre isso, para não adentrar muito em termos religiosos, mas...

A teoria dos super cordas, eu gosto muito do filme Lúcia, quem não assistiu, assista, que é exatamente o que eu estou falando, tudo pautado pela física. Então, ali eu vivi dois cursos durante todos os dias que eu estava lá, o professor dando aula de um lado, a tradutora explicando, o outro professor não físico dando aula e a gente pegando todas as aulas. Uau.

Ele falava em chinês, em mandarim, e você entendia em português? Tudo, entendia na minha cabeça, porque era como se eu recebesse em blocos. Ah, perfeito, em blocos. Entende, eu recebia em blocos, eu recebia as mensagens em blocos e exibida na minha cabeça. Agora pensa, para quem tinha ficado muito tempo sem ter essas sensibilidades tão aguçadas, eu fiquei num estado de loucura muito próximo, literalmente dizendo, num estado de insanidade muito próximo.

Porque era 24 horas dentro de um mundo que eu tinha dificuldade de explicar para as pessoas o que eu estava enxergando. E eu enxergava mais, eu olhava para as pessoas que tinham ido conosco, eu via o rosto de quem elas tinham sido em outras vidas, eu não enxergava aquelas pessoas. Nossa! Então assim foi, então assim, só para encurtar, porque se nós vamos gastar 5 horas, eu tive isso na China pela primeira vez, que foi a mais forte, tive na China pela segunda vez, que eu tive na China duas vezes.

Tive na Alemanha, mesma coisa na Alemanha, mas tive na Alemanha, e tive a mesma coisa no Japão. Então, todas as viagens que eu tinha, eu tinha alguns desses insights, ou dessas, esse adentrar

em outras linhas temporais, chamo como queiro. E o tempo todo, Cristiano, esse tempo que você permanecia lá, claro que a gente tem sempre uma visão linear do tempo, mas você, naquelas 24 horas, para um interdito racional nosso aqui, o tempo inteiro você estava nessa perspectiva ali, o tempo inteiro, ou você tinha momentos que você vinha para ser o Cristiano?

Tinha umas horinhas de... parece que voltava ao normal, sabe? Tá. Tem outra cena também que foi muito marcante, que eu lembro disso, que eu tive como se fosse um apagão, eu tava dentro de um museu, e eu encostava nos objetos do museu e via quem tinha pego naqueles objetos. Eu só via o objeto e via quem tinha encostado, até onde aquele objeto tinha transitado.

sabe, então é só porque assim, agora você pensa recebendo tudo isso, não vanglorie com isso, porque isso é literalmente transitar pela loucura, tá, entendeu, então é muito impactante, muito forte, eu lembro de uma cena que eu estava sentado no chão do museu, tremendo e um amigo meu veio pra me buscar, eu tremi e falava assim, eu não quero, eu não quero isso mais não, eu quero ir embora, para, desliga isso aí, desliga essa música, desliga esse filme, que eu queria voltar ao normal, sabe, então,

tudo isso muito forte, muito impactante, para você entender que eu sempre transitei perante a isso, né? Esse lado, esses mundos sutis, e o mundo que poucas pessoas veem, mas as crianças veem. Então, ao longo dessa trajetória, eu fiz, então, o curso de medicina chinesa na China uma vez, tive medicina na China pela segunda vez. A minha esposa e a minha sogra têm pavor de agulha.

E aí eu falei, caramba, e eu empolgado com a acupuntura, fui atrás de um curso de acupuntura que fosse mais sutil. A acupuntura japonesa tem umas técnicas que ela é vibracional, já existe essa técnica há milhares de anos. Então, o que eu estou falando de vibracional não é nada novo para as pessoas, parece que é só tecnologia, é uma tecnologia que sempre existiu. E aí, para você ter uma ideia, Patrick...

Eu consigo tratar crianças, bebês, eu trato bebês de dois dias, raspando a pele, que na verdade é uma relação do sistema nervoso. Você vai raspando a pele da criança, do bebê, e essa pele, ou o sistema nervoso central, vai reconhecendo e se readaptando. O que a mamãe faz intuitivamente? Acalma, meu filho, acalma. Então, a técnica que eu aprendi na computura japonesa é que não usa agulha. Várias técnicas da computura japonesa que você não utiliza agulha.

Uau. Entende? Então, graças à minha esposa, eu agradeço muito, eu adentrei um pouco mais pra acupuntura que eu não conhecia. Aí, mais dois anos e meio estudando acupuntura japonesa, fui pro Japão, estudei. E aí, a gente transitava um pouco com esse médico que eu te falei, pela até então conhecida como medicina vibracional. Falei assim, gente, e o irmão dele, um grande advogado na época, mais uma vez,

Vocês precisam ir para a Alemanha. Como nós vamos para a Alemanha muito caro, eu banco para vocês. Vocês vão levar só o dinheiro de comer. Eu vou pagar o dinheiro, vou pagar a passagem de vocês, a hospedagem, o curso, vocês levam só o que for para comer.

Então, fui para a Alemanha conhecer sobre a medicina vibracional que pouco se falava no Brasil naquela época, hoje fala mais, e lá nós conhecemos, meu amigo, um mundo também. Aí, mesma história, não abriu uma porta, abriu uma porteira, como diz no Goiás. Fala um pouquinho sobre a Alemanha, o que você viu lá e o que você viu, que é um país intenso, porque quando você fala da China, a gente sabe um pouco dessa coisa milenar, da cultura chinesa.

O alemão, ele tem, no imaginário, aquela coisa mais racional, né? No lógico. Mas tem... Tanto que... Talvez não seja isso, mas... Já entrevistei muita gente que fala sobre a nova medicina germânica, que fala um pouquinho desse simbólico e tal. Não é isso. É algo que está além. Me fala que já despertou uma curiosidade aqui da Alemanha e o que você viveu lá. Na Alemanha, especificamente, acho que compensa mesmo pontuar, agradeço a oportunidade. Olha só.

Na Alemanha, nós tivemos... Porque aqui no Brasil tinha um equipamento chamado... De uma empresa chamada Vega. Que era um dos principais equipamentos que faziam leituras de campos vibracionais do organismo. Você conseguia verificar alterações absurdas. Você conseguia verificar... Hoje tem várias tecnologias. Eu quero saber se esse remédio serve para o Patrick. Eu pego esse remédio e colocavo no Vega. E ali ele mostrava se esse remédio, essa medicação, essa química tinha.

ressonância ou não contigo. E esse evento foi organizado principalmente pela empresa Vega, pelas várias empresas na Alemanha, mas principalmente pela Vega, que era uma das principais empresas, sempre foi uma das principais empresas no mundo, principalmente na Alemanha, que sempre buscou esse olhar pela biofísica, tratando o indivíduo além da medicação. Além da medicação química, entendam bem, pessoal, tá? Além da medicação química.

Nós conseguimos, olha que interessante, eu estou com esse copo com água aqui, só para o pessoal entender. Se eu pegar aqui, vou colocar aí um AS, uma aspirina mais conhecida. Pega uma aspirina e coloca dentro dessa água sem dissolver, ela vai estar no pacote, tá? Ela vai estar aqui. Se eu deixar essa aspirina aqui dentro, essa água absorve a informação da aspirina.

Isso, pessoal, é física, tá? Eu tenho centenas de livros pra mostrar isso pra vocês. Não é física. Essa água acaba de absorver a informação. Mas, Cristiano, a água absorve a informação? Claro, nós não temos água benta, água fintificada, óleo ungido, né? Então, obviamente, é o olho. Mas, falando em relação à água, ela absorve a informação. Eu te amo. Muito obrigado. A Patrícia, que sempre fala em relação ao oponopono.

O que eu falar pra água, ela vai absorver. As moléculas, os clusters dela irão modificar. Entende? Volto a dizer, o transito, a vida inteira em relação ao sutil e ao comprobatório pela própria física, hoje que fala muito em relação a isso. Então, voltando pra Alemanha, lá nós fomos adentrar nesse evento, a mesma curiosidade do Sué era nossa. Como é que alguém vai explicar isso pra gente lá e tal?

Nós levamos um tradutor daqui, que também foi pago por esse amigo nosso, que era o Badião. O tradutor é um grande médico, Francisco Viano. Ele que nos levou. Francisco Viano é um médico de referência no Brasil em relação a essa linha da biofísica, um dos principais que trouxe para cá. Entre outros, mas nós estivemos lá com ele. Ele traduziu bastante para a gente lá, falava alemão fluente e tudo.

Então, nós estivemos lá na época, inclusive, com outro médico muito famoso, que esse médico saiu de Goiânia para tratar o CA de próstata, o câncer de próstata que ele estava, que lá na Alemanha era referência para tratar sem cirurgia, tratava com hipertermia, com calor e frequência, na época. Hoje, esse equipamento já existe no Brasil, que atualmente está em Brasília. Chama Oncotermo, o equipamento chama-se Oncotermo. Então,

Nós adentramos ali um mundo que nós não conhecíamos. Começaram a explicar. Nós estávamos trabalhando aqui em Goiânia, mas engatinhando. Mas como que essa pessoa... Você pega uma frequência... Quando a gente fala em frequência, entenda bem. Você trabalhou no rádio mais de 20 anos. Então, nós vamos pensar. A frequência, nós estamos modulando. Eu quero entrar na 106.7, na Jovem Pan. Eu quero entrar em outra emissora, em outra estação.

Eu vou modular, eu vou mudando ali até chegar naquela estação. Então, cada órgão do nosso corpo...

emite uma frequência. Cada órgão, o coração tem uma frequência, nós falávamos anteriormente, o fígado tem uma frequência, cada órgão do nosso organismo emite, e cada célula e cada molécula emite uma frequência. E nós adentramos, nós fazíamos isso aqui de forma meio amadora na época. E quando nós descobrimos que esse mundo existia na Alemanha, nós voltamos pisando firme e arrotando grosso, como dizem o Marais. Fala, peraí, tudo isso é verdade? É.

Então, nós estivemos com grandes médicos, grandes autores da linha de oncologia no mundo e grandes autores de literatura que falavam sobre biofísica, equipamentos que tratavam câncer, várias doenças do mundo que nós conhecemos por vibração. Então, são equipamentos pautados em tecnologias que utilizam vibrações ou ressonâncias ou números específicos. Pessoal, pensa comigo aqui, olha só.

Eu vou chegar lá no meu prédio agora e vou apertar o controle remoto para abrir o portão do meu prédio. Vai abrir o portão do prédio do vizinho? Não abre. Esse emissor, que é o controle remoto, vai emitir um sinal de frequência que chega no portão da minha casa e só abre o portão da minha casa. Não abre nenhum outro portão. Olha que sinal, olha que exatidão de sinais. Só um outro parêntese.

Como que a informação chega de Marte para o planeta Terra? Frequência. E ela não se muda. A foto não vai viajar. Quem viaja, na verdade, é uma frequência que ela vem...

é captado pelos satélites, ela vai receber uma transdução para ser modificada para a imagem, assim como o ultrassom. O ultrassom ali é um sinal que é transduzido em imagem depois, falando da mesma coisa. Então, tudo isso vai aprofundar cada vez mais lá na Alemanha e nós ficamos mais seguros do que nós já fazíamos com tanta elegância, mas ainda com receio de informações para explicar para o paciente, sabe? Então, nós adentramos nisso.

Aí deu um detalhe na Alemanha que eu queria te comentar contigo. Tinha um amigo meu, que é o mesmo amigo que teve na China, que me conduziu muito, Ismael, me conduziu muito, Cristiano, olha isso que você tá passando, é normal. Quando você voltar pro Brasil, procura um pouco sobre... Eu vou falar de um indivíduo chamado Silvaldo Vieira, da conscienciologia ou da projeciologia. Esse amigo meu, Ismael, ele era, ele é biomédico.

Ele era da projeciologia, era professor lá do CIEC, do Valdo Vieira, que falava sobre projeciologia. Tem posto, né? Isso e tal. Quando você chegar no Brasil, vamos estudar um pouco. Ele me conduziu muito na China para eu ficar menos doido. Na Alemanha, quando nós chegamos, teve a divisão de quartos. Estava eu, esse amigo meu, o Klebert, o doutor Elias, o doutor Ismael.

O doutor Gilaor, saudou o doutor Gilaor, a esposa dele. E teve uma divisão de quartos ali, que nós fomos num lugar muito estranho. E teve uma cena também, tá? Que todos viram. Todos viram. Uau. Nós chegamos na cidade pequena, não me recordo o nome. Era próximo de Stuttgart, mas se eu não me engano. E nós precisávamos procurar o hotel, a nossa pousada, que era de madrugada, típico, três horas da manhã. Pensa. A Alemanha não sabe falar direito, uma loucura danada. Chegamos lá.

Fomos procurar por uma pessoa. Apareceu uma pessoa no meio da rua e conversou com a gente. Essa pessoa desapareceu na nossa frente. Na nossa frente. Era eu e vários médicos comigo. Todos viram a mesma cena. E quem falou, nem era eu, porque eu já estava habituado de ver essas coisas. Quem falou era o médico que estava do meu lado. Vocês viram que aquela pessoa desapareceu ali? Eu falei, então, estou doido. Apareceu, para dar informação para vocês?

Deu informação. Desapareceu. Desapareceu na nossa frente, do lado do carro. Do lado do carro.

Aí nós fomos pra esse hotel, teve a divisão dos quartos, que eu tava comentando contigo. Nessa divisão de quartos, ficou eu e o Ismael. E aí o seguinte, quando a gente foi dormir, nós deitamos, e ele falou assim pra mim, ó, tem um senhor aqui. E ele viu um pedaço, eu falei, tô vendo um homem de chapéu, assim, assado, um senhor não físico, tá?

Aí, quando nós dormimos, a gente, na projeciologia, chamava-se projeção da consciência, né? Ou projeção astral. São só nomenclaturas diferentes. E nessa projeção ali que nós tivemos, quando nós deitamos ou dormimos, foi muito rápido, nós fechamos o olho, já tinham várias pessoas esperando a gente no quarto, e falaram assim, você estava sendo esperado.

E o Ismael. Aí tá, conversando, ele falou, olha, vocês tiveram que vir pra ajudar pessoas que ainda estão presas nessa cidade, chamava-se Badnáuhen. Badnáuhen era uma cidade pequena, se eu não me engano, ela foi como se fosse um pequeno porto na época da guerra, eu não sei se foi na época de Pearl Harbor, uma coisa mais ou menos assim, foi um porto ali na época e recebeu muitos soldados na época da guerra.

Eu não vou conseguir ser preciso qual especificamente da guerra em si. E aí a gente falou assim, vocês estavam sendo superados para tirar pessoas que ainda estão presas, aí assim, tirar consciências que ainda estão presas nas câmaras de concentração, mulheres e crianças que ainda estavam presas lá. Uau! E aí, meu amigo, é isso que é uma conversa muito estranha nisso. E o interessante foi, nós dois dormimos, ou projeta que seja,

E aí, nós fomos levados para fora do quarto, lá tinha como se fosse um QG, né? Um quartel general. Fala assim, aí, eles explicando com um mapa enorme na frente, olha, vocês vão por aqui, fulano vão com vocês, vocês vão por ali, uma equipe vai com vocês, assim, nós fazíamos parte de uma operação que estava sendo guardada lá. Teve exatamente isso. O mais impressionante foi, teve esse auxílio que foi gerado lá na época.

O impressionante foi que quando nós acordamos, eu falava uma parte... Cristiano, e você, quando estava lá, na consciência lá, você via toda a cena? Toda a cena, toda a cena. As pessoas, aquelas consciências ali, fisicamente, né? Era uma consciência, mas você via fisicamente aquelas pessoas.

Mas o mais impressionante, Ismael também viu as mesmas coisas que eu vi. Então, assim, o nível de sanidade em relação a isso, então eu via detalhes, por exemplo, você viu aquela senhora, ele falou, pois, e aquela senhora falou isso e isso, eu falei isso e isso.

Então teve cenas muito particulares que ele dava três palavras de uma frase e eu finalizava a frase que nós dois tínhamos vivenciado durante uma noite. Meu Deus, cara. É. Então teve tudo isso, China, Japão, Alemanha. A Alemanha foi um berço muito impactante, tirando esse detalhe também, que foi muito impactante, mas foi muito forte em relação a essa documentação e a robustez de literatura que nós precisávamos para a época.

Nós não tínhamos tanto literatura fidedigna no Brasil ainda. Tinha, mas era de pouco acesso. Os médicos que tinham, era difícil você ter acesso, sabe? Porque, afinal de contas, pagávamos muito caro pela informação. Não que não se pague hoje, mas a informação séria que tinha era muito difícil ter. Não tinha livro na época, sabe? Então, a Alemanha nos deu essa segurança para nós voltarmos e falar assim, peraí, o que nós fazíamos tem muita informação, muita literatura, vamos continuar enfiando a cara. E de lá para cá,

Foi todo esse caminhar. Você foi em que ano? Você lembra? A China, eu acho que foi em 2009 a primeira vez. Eu tive na China em 2009. A Alemanha, eu acho que eu tive em 2011. E eu acho que em 2012 eu volto pra China. Acho que em 2013, 2016, eu acho que pro Japão. Foi tudo muito assim, sabe?

E incrível essa egrégora que você criou ali com as pessoas que estavam ali na Alemanha, um grupo pequeno, mas parece que ficou com uma missão muito específica mesmo, de trazer essa literatura, esse conhecimento, mas ao mesmo tempo presenciar ali.

histórias, porque quando você conta lá, vocês dois no quarto e os dois em projeção viram e depois que vocês voltaram as informações complementares, é tipo daquela situação, e eu estou tentando levar o ouvinte aqui que está conosco,

Quando acontece uma situação como essa, em que o teu companheiro de quarto presencia a mesma coisa, não existe a dúvida, né? Acabou, né? Rompe, porque não é uma coisa... Ah, eu posso ter imaginado, mas alguém do teu lado, dormindo, presenciou a mesma coisa. São...

não tenho que duvidar, entende o que eu estou querendo dizer e estou tentando passar para quem está nos ouvindo aqui, porque não é, ah, não, me conta o que você viu, não, vocês viram a mesma cena, e essa cena da pessoa que aparece ali no carro para dar informação e ao menos ele desaparece, é muito...

Fala um pouquinho só, porque eu tenho certeza que quem está conosco aqui fica com... Porque a gente tenta racionalizar, né? Não, espera aí, espera aí. Eu estava com médicos, médicos muito conceituados no Brasil, médicos altamente conceituados aqui no Brasil. Então não foi uma cena que o Cristiano sozinho viu, outras pessoas viram, sabe? As pessoas têm uma ideia muito pecaminosa de falar sobre isso, sabe? Eu diria isso, entende?

É isso. Olha, eu atendo centenas de pessoas e eu atendo muitas pessoas que falam assim, Cristiano, eu vou te falar uma coisa, mas você não conta pra ninguém.

E, pô, maravilhoso isso que você está falando, cara, porque eu acho que, aos poucos, isso está tendo uma abertura, tanto que você, para receber as pessoas falando, já é uma abertura, né? Está aumentando, mas ainda é muito fechado, porque as pessoas têm medo.

Alguém que, por exemplo, vê uma entidade ou tem alguma experiência extraterrestre, a pessoa... Eu conheci uma pessoa também que tinha medo de falar porque as pessoas não acreditavam e iam achar que ela estava louca. Aí ela não fala, porque como é? Vamos falar que eu estou louco. Mas é muito... Fala, vai, você... Sim, você pensa. Mas a pessoa pode ter visto um tio ou uma tia, não é?

Não tem uma história? Sonhei com a minha tia ontem. Exato. Minha avó falou que eu tenho que pegar uma bolsinha dela que está atrás do armário que caiu. Não tem essas histórias? Total. O meu avó pediu. Minha avó falou que lá no baú, embaixo do baú... Você falou que sua avó? Não. Foi em sonho. Não tem essas conversas? Exatamente, tem. Gostei muito isso.

Hoje ainda nós temos uma ideia pecaminosa. E aí eu gostaria muito de abrir um outro parênteses aqui. Nossa, minha fala vai ficar parênteses e aspas. Está maravilhoso. Não nos preocupa que a ordem está perfeita. Olha só que interessante. Eu vou te falar uma informação, que é uma informação que normalmente o mundo sutil explica sobre isso. É legal poder ter esse poder de fala perante a um público tão seleto quanto o teu. A todos esses que estão nos ouvindo, que irão nos ouvir e assistir em algum momento.

Se você pensar bem, nós estamos aqui agora falando via Zoom, tá? Que seja. Mas eu poderia estar falando... A plataforma. Voltou aí? Voltou? Voltou, voltou. Ah, beleza. Conectar direto aqui. Pode falar de novo. Bora. Então, olha só. Nós estamos aqui nesse exato instante falando aqui via celular.

Nós poderíamos estar falando aqui via rádio amador. O que mudaria? Mudaria às vezes a frequência. E aí, algo muito peculiar. Essa fala, eu gostaria muito de repetir, essa fala não é minha, tá? É muito dos médicos que eu atuo com eles. Eles falam assim, qual a diferença de você ver um vizinho seu que mora do lado da sua casa ou um vizinho seu que mora no Japão?

São só distâncias diferentes, mas não deixa de ser um vizinho, não deixa de ser um outro ser humano que seja. Eles explicam que essa relação do sutil nós vangloriamos ou pecaminamos demais. Essa palavra nem existe, mas pecaminamos demais. É porque isso não tem essa ideia pecaminosa como é vendida. Isso só é uma divisão de sutilidade vibracional.

Você entende? Então, ele fala assim, é engraçado essa ideia que a gente fala assim, olha, ali tem que seja, ah, eu vi isso, eu vi aquilo, você só teve a capacidade de enxergar o que as crianças sempre enxergam. Para enxergar o que você já enxergava quando era criança. E ao longo da nossa vida, nós somos

bombardeados com informações totalmente desnecessárias que acabam apagando a possibilidade de enxergar além do que nós conhecemos como racional. É só isso. Ou seja, eu seria... Vou simplificar para todos que estão nos ouvindo e estão nos assistindo. Quando eu coloco um óculos 3D para assistir um filme e eu vou conseguir ver...

os desenhos ali saindo pra dentro da tela, não é? E quando eu tiro esse óculos, os desenhos não saem mais da tela e o filme fica embaçado. Então, eu estou fazendo o quê, então? Esse óculos serve como um facilitador pra que eu possa adentrar em um outro tipo de imagem que, aos meus olhos, não consegue enxergar. Uau! Qual a diferença?

nenhuma. Mas, no cinema eu fico feliz de estar vendo em outra dimensão, em 3D, em outra dimensão, pontu, tanto é que chama-se terceira dimensão, três dimensões, melhor dizendo, né? Eu estou assistindo em três dimensões. 3D significa isso. Então, eu estou assistindo em três dimensões. E qual a diferença de você assistir em quartas dimensões, quinta, sexta, sétima, oitava? Nenhuma, Patrícia.

Só porque pro filme eu acho que é normal e pra enxergar aquilo que as crianças sempre enxergam, cachorro, gato, o que seja, eu coloco de uma forma espiritualizada, que não é espiritualizada. Isso aí é um aspecto do ser humano. Uau! É um treino do ser humano. Por isso que hoje tem muito curso que fala sobre isso. Tem uma autora muito famosa também nos Estados Unidos, não me recordo o nome.

Ela monta curso para as pessoas desenvolverem a paranormalidade que é do ser humano. Eu quero comunicar com a minha esposa. Simples. A gente consegue comunicar com a esposa, namorada, pai, mãe. Nossa, precisamos falar com a minha esposa agora. Ela vai e liga. Liga. Isso tem hoje.

Muitos estudos que falam da física hoje, falando em relação da não localidade, tira a ideia espiritualizada dessas informações físicas e coloca argumentos físicos para isso. Entende? Então, coloca a fisicalidade, coloca informação, coloca documentação e você vai ter menos receio de falar. Voltou?

Voltou, voltou, voltou. Deixa eu pôr aqui. Estou na rede direto. Agora sim. O Cristiano, cara, é incrível isso, porque fazia tempo que eu não vi alguém conseguindo explicar isso de uma forma...

mais compreensível, você tem aí uma didática e uma forma de trazer isso que parece, convencionalmente, a gente trata como algo espiritual, é alguma coisa, e a ciência clássica, ela repele um pouco, isso aqui é uma, isso eu não sei, e o fato de não saber parece que não existe, mas existe.

e a sensação que eu tenho e é isso que eu queria te ouvir

A sensação que eu tenho é que isso está ficando cada vez mais claro. O que eu quero dizer claro? Esse acesso está aí para todo mundo, basta você olhar. O grande problema, entre aspas, é que são tantas coisas acontecendo e tanta distração.

vou viajar aqui, vou assistir o futebol, vou ver o filme, vou para o cinema, sei lá, então há um certo distanciamento de não querer enxergar, não querer, mas são tantas coisas acontecendo que você precisa ter uma busca, você precisa querer, só que quando você quer

isso está muito aberto, porque você não precisa... Claro, o curso ajuda, te aproxima, cria uma egrégora. Agora, não tem mais desculpa. Você pode abrir uma entrevista como essa aqui, que vai estar disponível para quem quiser ouvir, e ela... Obrigado.

Nossa, mas como assim? Eu tive essa mesma visão que o Cristiano teve lá, ela se associa, ela busca. Então está muito claro, está muito aberto. O que eu queria te ouvir nesse aspecto? Por que você acha que isso agora está mais claro? Não à toa o seu trabalho é fundamental em tudo que você faz. Você criou um espaço onde isso...

a gente vai falar um pouquinho ainda do que você faz, que está ali, essas curas estão aí, e você não está negando nenhum tipo de medicina clássica tradicional, você só está integrando, mas tem outras coisas acontecendo. Por que você acha que está mais aberto e mais receptivo, cara, nesse momento? O que que te ocorre, assim, para você falar, cara? Nós estamos nesse momento agora, na principal era,

falando um pouco sobre astrologia, eu não entendo nada sobre isso, mas eu quero dizer assim, esse momento da humanidade que nós estamos adentrando, nós estamos adentrando no momento do sutil. O que eu quero dizer em momento do sutil? A materialidade está ficando para trás. A materialidade, igual assim, você já imaginou?

Patrick, você, 25 anos de comunicação, network, centenas de pessoas que você conhece, ou conhecer ao longo dessa trajetória, pessoas que têm muito poder, que têm muito dinheiro, que têm muita possibilidade de adentrar a isso ou aquilo, que seja. Mas chega um momento que isso limita. Esse materialismo limita. Nós estamos nesse momento do limite material. O que eu quero dizer? Eu vou comprar meu Porsche, minha Ferrari, minha... Eu vou comprar meu Porsche.

minha Lamborghini, eu vou comprar minhas cinco casas em Beverly Hills e depois. Exatamente. Nós estamos no momento do e depois. Tanto é que Divaldo, saudoso Divaldo, Divaldo Franco, ele falava que esse 2026 e 2027 vai ser um dos maiores anos de ausência de si.

Ou melhor, um dos maiores anos de uma busca para aquilo que o material não consegue suprir. Ou melhor, vai ser um dos maiores anos de desajuste possível. Por isso que será um dos maiores anos de alterações psíquicas, emocionais, espirituais, porque isso não se separa. Essa ausência de si...

Esse não se encontrar, nós estamos nesse momento da humanidade. O momento da humanidade agora é esse. É o não se encontrar. E o detalhe, eu estou cheio de frivolidades ao longo da vida, dos melhores carros, eu tenho os bilhões, não que não seja necessário, é importante falar, ninguém está falando sobre isso, mas, e quando isso atinge o limiar, o limite, o transborda, aonde eu vou recorrer?

E você começa a ver uma busca por muitas pessoas famosas ao longo do mundo, do nosso planeta, que têm buscado isso também justamente porque atingiu um limite. Exatamente. Então, nós estamos agora respondendo a sua pergunta. Por que agora? Agora é esse momento da humanidade. Nós estamos lembrando e relembrando no nosso pós-pandemia. Estamos no pós-pandemia. Nós tivemos um momento de uma grande pausa lá atrás. Essa grande pausa que nós tivemos lá atrás...

nós temos que lembrar muito bem que foi um momento de introspecção que nós não tivemos. Então, nós tivemos um momento... Sabe o que aconteceu? Nós tivemos férias. Olha, vai ter que ser o seguinte, vou te dar férias, você vai ficar aí um ano de férias, um ano sabático, só porque esse ano é para você se interiorizar. O que você faz? Você fez tudo o contrário.

Você teve a oportunidade, nós, a humanidade, teve a oportunidade desse momento sabático e nós não fizemos sabático. Agora, nós temos que escolher aquilo que a tarefinha, a tarefa está lá sem fazer. Na época da pandemia, que era o momento de olhar para dentro. Nós não olhamos para dentro. Então, agora, tudo isso vai ser um pouco mais cobrado. Quem conseguiu fazer tarefa de casa vai sofrer menos. Sofrer, eu não falo da ideia de...

É a ideia de galgar um pouco mais, eu diria, sabe? Eu não gosto da ideia de passar medo com as pessoas, não é isso. É a ideia de que as pessoas vão precisar se reenxergar um pouco mais. A humanidade agora está nesse momento de retirar os grandes lixos que nós escondemos ao longo da nossa existência. Essa busca vai aumentar cada vez mais. Você vai ver a quantidade de livros que vai sair.

O novo filme do Spielberg. Qual que é o novo filme do Spielberg? Dia D. Dia D. Dia D. Que fala justamente sobre a possibilidade. O Spielberg novamente. Falando sobre a possibilidade de vidas além do nosso planeta.

Uau, maravilhoso. E a nossa sintonia é muito interessante, porque você falou pausa, e você não sabe que a gente está se conhecendo, obviamente, hoje, mas pausa, eu lancei um documentário pós-pandemia que chama Pausa, o Intervalo do Mundo, onde eu trouxe 20 pessoas ali para falarem sobre, e faz tempo, olha que gozado.

Não sei se eu te mandei quando eu fiz o papo ali com você, acho que eu não mandei. Manda pra mim. Pausa, o intervalo do mundo, onde eu conto. Eu trouxe 20 grandes nomes para tentar entender o que estava acontecendo ali na pandemia. Então, estava lá Newton Bonder, Lucilena Galvão. Eu trouxe um timaço para falar sobre e chamava pausa. E você usou esse termo, que é exatamente a sensação que eu tinha. E você usou outra palavra, que eu não falei com você, que é o sabático.

Por que eu chamava pausa de intervalo do mundo? Porque eu tirei um sabático, um pouco antes da pandemia, e depois eu produzi um documentário onde eu falo dessa pausa do mundo. Eu faço uma coligação da minha pausa, do meu sabático, com uma espécie de sabático do mundo. Enfim, me ocorreu aqui esse documentário que está completando agora cinco anos e pouquinho. Mas muito interessante você ter trazido esse termo, que o documentário chama pausa.

e é legal porque você traz muito nas suas falas e tudo que você vai buscando, você vai trazendo um filme, um livro, uma referência, porque ajuda a pessoa a entender isso. E, cara, te ouvindo é muito legal porque tem muita coisa acontecendo, né, Cristiano? Tem muita coisa vindo, cara. Uma coisa que está aqui, do que eu te ouvi lá na China, que você estava falando da China, naquele momento que você estava lá no curso,

o cara falava em chinês ali e vinha e você conseguia traduzir. Ocorre uma outra coisa que se fala muito também, que essas formas de aprendizado, que a gente acha que... Não estou dizendo que você não precisa estudar, ler, se esforçar, e tem todo um processo natural, cognitivo, de aprender.

Mas já se fala muito, e percebe muito, que existem... Você consegue entender... Eu lembro o termo que você usou, até anotei aqui, que foi como se viesse em bloco a informação, receber o em bloco. O que eu quero dizer? Quero te ouvir um pouquinho com relação... Porque foge um pouco dessa coisa espaço-tempo. É uma forma de a gente entender e te ouvir um pouco nesse aspecto.

Esse aprendizado, nesse momento que a gente está vivendo, a gente consegue acessar coisas, aprender uma língua, aprender alguma coisa de uma forma muito mais rápida. É como se você... Vou usar o termo que você usou lá na China. O embloco.

Como é que isso ocorre, cara? Fala um pouco sobre isso, porque isso potencializa. A gente está vendo a era das IAs. Quem usa inteligência artificial, eu sou um usuário, eu fico impressionado com o que acontece, porque é quase que uma extensão minha aqui, dessa IA. Claro, muita gente pode pensar em IA do lado ruim, e tem, como tudo na vida, você tem os dois lados.

mas isso potencializa. Mas nesse sentido de aprendizado, quando você traz em bloco, o que aconteceu ali? Você fugiu do espaço-tempo. Não estou dizendo que você não possa estudar, mas é como se... Veio aquilo para a tua mente. Fala um pouco sobre isso, cara, que eu acho que é legal. Eu estou muito visual. Eu gosto muito do que você falou dos filmes e tal. Eu gosto muito. É um episódio que tinha no Matrix, sabe? Lembra quando o Neil foi aprender o Kung Fu?

lembro, mas explica você precisa aprender Kung Fu aí ele vai lá aprender e fala assim, então peraí que você precisa download passa aquela informação toda agora eu sei Kung Fu então, quando a gente fala em informação em bloco isso é fato essa literatura essa fala, essa conceituação não é do Cristiano, essa conceituação existe quando nós recebemos em bloco o que que acontece?

Você recebe um bloco de informação de uma vez só, mas ali, às vezes, para eu colocar num papel, ou para eu colocar num áudio, demoraria horas. Porque como veio em bloco, às vezes eu não consigo transcrever esse bloco. Porque ele é um bloco, vamos pensar assim, quando eu falo assim, um bloco, vamos pensar que veio três livros, sabe? Exato.

Vamos pensar assim? Que veio... Pessoal, o livro entenda como se fosse três bíblias, entende? Daquela grossura da bíblia. Então, sabe? Então, quando a gente fala que recebe em bloco, você recebeu a informação de três bíblias em uma vez só. E para você transcrever aquilo, às vezes é um pouco complicado, porque você quer resumir e esquece. Você perde um pouco da nitidez ou você não consegue transcrever, porque às vezes não consegue colocar em palavras a dimensão da complexidade que você recebeu.

que a Zé é muito complexo. Agora você pensa o seguinte, vamos voltar e colocar de uma maneira mais simples para o pessoal entender.

O Einstein, uma das formas que ele tinha de pensar era justamente esse processo que ele tinha. Ele sentava e ficava horas, horas, horas. Chegava um momento como se ele saísse de si ou ele conectava, aí vou usar vários termos, conectava com o vácuo quântico, com o arcaístico ali, sabe, a biblioteca. Então, ele se comunicava com algo que era além da capacidade de raciocínio dele.

Entende? Então, assim, isso aí, volta a dizer, isso é do ser humano. Essa capacidade de trazer de um outro local além do local que ele existe. Me explica o seguinte. Como foi descoberta a tabela periódica? Olha que complexidade que foi aquilo. A tabela periódica foi descoberta há mais de 100 anos. Não me falha a memória.

E foi deixadas lacunas para os novos elementos químicos da Bela Periódica com os números de Avogrado que encaixaram atualmente lá. Exato. Coloca racionalidade nisso. Não tem racionalidade nisso, Martin. Não tem como você colocar racionalidade nisso. Muitas descobertas da humanidade, assim como o Tesla fez centenas de descobertas, até hoje nós estamos tentando explicar.

colocar de forma racional. Então, volta a dizer, quando a gente fala em bloco, é algo tão complexo que você não consegue, às vezes, traduzir aquilo de uma forma simples. E muitos de nós temos isso. Aí, para quem está nos ouvindo nesse momento, para quem vai nos ouvir, vai perceber, fala assim, poxa, vamos colocar de uma forma tranquila. Aquele mecânico já trabalha há muitos anos com o carro.

Ele tá ali, o carro chega, a Patrick fala assim, ó, já sei o que é. Ele tá ali, achava que era aquilo, poxa, não é isso. De repente veio, hum, já lembrei, é só desmontar e vem toda a imagem na cabeça dele. Incrível, cara. Vem toda a imagem na cabeça dele, ah, mas é claro, aí tem um know-how, tem um tempo que já trabalha com isso, mas ele recebeu em bloco ali. Médicos, conversem com vários, vários médicos. Doutor.

Paulo César Fructuoso traz informações maravilhosas que os médicos recebem durante a cirurgia, que são informações que vão além do racional dos médicos. Exatamente. Então, estou tirando a ideia pecaminosa novamente, trazendo uma luz para aquilo que ainda é ligado de uma forma muito edemoniada, pecaminosa, sabe? Não tem isso. Isso é do ser humano. Isso é do ser. Isso não se separa. Integra. Sempre integra. Isso não separa.

Perfeito. Maravilhoso. Tem isso. Então, quando a gente fala em bloco, é receber a informação por completo. Pensa o seguinte, na sua cabeça, quando você vai fazer, você sempre criou as magnitudes de coisas que você vai criar ao longo do seu trabalho, ao longo da sua jornada, você chega na hora e fala, caramba, o projeto está pronto na minha cabeça. Eu não errei. Tudo nada. Você fala, espera aí, para, para.

Já entendi, o projeto tá pronto, aquele na cabeça. Me dá um papel, agora tem a IA, vou falar pra IA, IA faz. Mas o projeto tá pronto na sua cabeça, dá onde ele veio. Por que ele só conseguiu linkar agora? Aí tira o Eureka. Mas o projeto não faz, recebe tudo de uma vez, como se todos esses livros que estivessem atrás de ti agora, se condensarem em segundos, segundos não, milissegundos, na sua cabeça, assim como se fosse num flash mais rápido que a luz, melhor dizendo. E tchau, numa hora.

E você consegue falar, caramba, aquele livro que eu li na adolescência, junto com aquele livro, aquela conversa que eu tive semana passada, e tudo vem ao mesmo tempo, no mesmo momento. Cara, nossa, vontade de conversar com você até por um segundo tempo aqui, mas assim, é isso antes da gente ir pro... Estamos caminhando aqui pro fim, cara, mas incrível que me ocorreu aqui de te ouvir.

E dentro disso que você falou, que vem em bloco, e você fala muito da criança, que a criança acessa tudo isso, e de alguma maneira é isso que a gente está trazendo aqui, dentro desse campo das infinitas possibilidades e de quando a pessoa consegue sutilizar um pouco a vida e abrir para essas possibilidades todas que você está falando de receber,

fala um pouco desse, de um certo, não é o que você quer, é o que o campo quer que você faça, você como um instrumento dessa grande holografia, dessa dança, claro que eu estou falando aqui do caminho do bem, daquilo que é certo, daquilo que é virtuoso, daquilo que é o correto, quanto que a vida sabe exatamente o que você precisa fazer, mas ao mesmo tempo,

tem um encaixe com aquilo que é teu. Então, vamos lá. A pessoa pode ter enfrentado uma doença terrível e se curar, e a partir dessa descoberta, essa pessoa passa a ser a ponte que vai ajudar outras pessoas. O campo te puxa para isso.

O quanto que a gente precisa estar atento, não sei se vai ficar um pouco confuso a pergunta que eu quero dizer, mas o quanto que a gente tem que ficar atento de que...

Tudo que é vai ser dentro do que você veio para existir dessa maneira, com as suas dores e alegrias, porque está um pouco além disso. Como que a gente fica atento e como é que você vê essa dança? Aqui é o teu próprio papel. Se você olhar a tua vida em perspectiva só de quem ouviu aqui essa uma hora de conversa, parece que vai... Cara, acho que ele teve que fazer educação física.

mexer já com o corpo, aí ele foi dar um personal que uma pessoa indicou para fazer o curso de acupuntura, naquele curso ele conheceu, tem todo um caminho que vai entrelaçando, puxando, para ter um sentido. O quanto isso é fantástico a gente olhar, e como é que isso acontece, Cristiano? Como é que você vê esse grande bailar de sentidos, que não é o que eu quero, mas é o que a vida quer de mim, entende?

Volto a dizer e trazer novamente essa informação da profecia celestina. Esse filme ou esses livros, que acho que é uma trilogia, que eles falam que quanto mais a gente esteja aberto para alguma coisa, as coisas vão aparecendo. Sabe? É o estar aberto. E aí, o estar aberto é tentar diminuir um pouco os ruídos do mundo, como a medicina chinesa fala. Inclusive, eles falam assim, os orientais falam que o chá, o tomar o chá, aí eu vou trazer um pouco já para a perspectiva japonesa.

no próprio ritual do chá ali, é você estar presente naquele momento, que hoje nós temos vários nombres bonitos para vender sobre isso, mas é você estar presente. O estar presente não é fácil, ainda mais com a quantidade hoje. Exato. A nossa atenção hoje vale muito, a gente sabe disso, quanto vale a nossa atenção hoje, e a IA sabe disso. O algoritmo, vamos mudar, o algoritmo sabe o quanto a nossa atenção vale hoje.

Agora, pensa você. Você hoje sai para um bar, nada contra, você sai para um bar, você vai para o bar, encontra seus amigos, todo mundo senta numa mesa, ninguém olha para ninguém, vai tomar sua cerveja e tal, sai dele e vai para casa. Você esteve perante já umas centenas de ruídos ao mesmo tempo, que esteve te desconectando por um período específico de tempo.

E essa desconexão, quanto mais desconectado você está, mais desconectado você, ou mais tempo você terá dificuldade de adentrar naquilo que você precisa fazer. Não sou um mestre, não sou professor para isso, só estou explicando o que as teorias nos mostram, tá? As teorias nos mostram o seguinte, nós precisamos estar atentos, abertos e leves. É tudo que o mundo hoje não está. Exatamente. Então, a própria respiração tranquila,

que seja, eu tirar um momento para... Qual a última vez, para cada um de vocês ouvintes, eu gosto muito de falar sobre isso, eu gosto muito de trazer essa reflexão. Qual a última vez que vocês olharam para o seu? Exatamente.

Qual a última vez que vocês olharam para o céu e olharam se ali tinha estrela ou não? Não estou falando só dos últimos eclipses que teve recentemente. Às vezes você nem sabe que teve eclipse. Recentemente, esse ano, foram vários somatores de eclipse. Qual a última vez que vocês olharam para o céu? Qual a última vez que vocês olharam nos olhos da sua esposa, do seu marido, dos seus filhos, do seu pai, da sua mãe, do seu irmão, da sua irmã? Qual a última vez que você olhou nos olhos de alguém de verdade?

Nesses últimos dias, não vou falar nos últimos anos, os últimos sete dias, vou pegar uma semana. Qual a última vez que você fez isso? Aí você para e pensa, caramba, eu acho que não fiz nenhuma vez. Eu fiquei horas e horas com o olho no celular, horas e horas com o olho na TV, horas e horas brigando no trânsito, o que seja, umas brigas que não vão te levar a nada e tal. Então,

esse simples fato, esse simples exercício de olhar nos olhos de alguém já te traz presença. Já consegue te trazer para o momento presente. Olha nos olhos de uma criança quando ela está brincando. Sabe? E a brincadeira da criança é despretensiosa. O adulto coloca mil pecaminosos no processo ali, mil processos ali, mil dificuldades, e a criança só está brincando. Ela só está e a criança só está brincando.

vivendo. A única coisa que nós não estamos fazendo é vivendo. Nós estamos cumprindo metas, cumprindo várias coisas, mas nós não estamos vivendo mais. Então, quando a gente fala de manter essa conexão, exatamente essa possibilidade de nos darmos a oportunidade de pararmos, como nós não paramos na pausa lá atrás, e fazermos pequenas coisas ao longo do nosso dia. Pequenas, pequenas, segundos.

Para um minutinho. Respira fundo. Solta. Inspira e expira. Solta. Esse momento de inspirar e expirar três vezes já te traz mais coerência cardíaca. Três vezes. Três vezes. Então, estou trazendo aqui aspectos que podem trazer...

tranquilidade para mentes inquietas, que é o que nós estamos vivenciando agora. Cada vez mais mentes inquietas. E se as nossas mentes estiverem inquietas, eu não consigo... Pensa o seguinte, pessoal, pensa comigo. Eu tenho aqui em cima da nossa cabeça como se fosse uma antena, só porque essa antena só desce de forma direcional, de forma vertical, desce literalmente em cima da nossa cabeça. O que nós fazemos? Nós ficamos mexendo igual cobrinha. Isso é a nossa mente inquieta.

E quando eu paro embaixo dessa antena que só envia informação em cima do topo da nossa cabeça, eu consigo receber essa informação que ela é do todo, do universo. Isso é a mente menos inquieta. Aí pode respirar, meditar, caminhar, exercitar, olhar nos olhos de alguém, olhar uma flor, uma folha. Isso são coisas simples que podem nos trazer um aumento de presença.

Sabe, às vezes a gente pensa, eu penso que eu preciso comprar o curso mais caro, mas não precisa. Volto a dizer, eu transito entre o complexo, que é todo lado da física, da biofísica, da física quântica, com o simples que a medicina oriental me dá. Perfeito, cara. Entende? Eu trabalho com tecnologias muito avançadas, mas essa tecnologia, eu preciso do simples, eu preciso da água. Se eu não tomar água, a tecnologia não consegue adentrar no meu organismo.

Eu quero o melhor suplemento, eu quero o melhor remédio, eu quero o melhor hormônio. Nada disso vai resolver se o seu corpo não funcionar melhor. Se a nossa cabecinha não funcionar melhor. E isso sim nos conecta. E esse conectar, você acessa aquilo que você precisa. É incrível, às vezes, quando você está, você quer uma coisa, você vira e está aqui.

É um grande bailar, é um grande... Seguir esse flow, né? A vida vai te apresentando, mas é o que você falou, você não tem que estar fugindo das anteninhas, você tem que estar... A vida vai te trazendo... Basicamente é isso que você está falando, a vida vai te trazendo o que você precisa, né? Exatamente, vai trazendo aquilo em cada momento da nossa vida. O problema é... Isso é muito importante, eu gostaria muito de pontuar esse detalhe.

Nós estamos num momento da humanidade agora que tudo é ruim ou tudo é bom. Tudo é ruim, na verdade. É binário, né? Tudo é binário. É binário. Aí, A e B, C, E, tal, política tal, religião tal. Então, o momento que nós... Na medicina oriental, na visão do tal, né? Especificamente. As coisas só são. Coisas só são. Maravilhoso. Entendeu? As coisas simplesmente são.

as coisas não são ruim ou boas. Esse ruim ou bom, quem vai dar sou eu. Eu com meu óculos de 3D, 4D, que eu vou dar. Poxa, o Patrick é um cara bacana. Olha que trabalho legal que o Patrick faz. Olha que informação legal que o Patrick tenta levar para as pessoas. Mas quem está dando essa informação é o Cristiano. Nós estávamos falando da Pat, da Patrícia Angélica. Então, toda essa relação, quem vai dar?

são os meus olhos, a minha maneira de enxergar o mundo. Então, quanto mais coisas boas eu colocar nas minhas caraminholas, na minha cacholinha, na minha cabeça, mais eu consigo enxergar o mundo de uma maneira boa. Nós só colocamos coisas ruins na nossa cabeça, Patrícia. Exatamente. Aí esse é deixa de ser é e começa a ser está bom e está ruim. Ou é, que as pessoas comentam, fulano é ruim, fulano é sei o que, fulano vive doente. Então, esse vive.

E um outro parênteses, trazendo um pouquinho pra que eu tô vivenciando, só um detalhe que eu vou falar contigo agora, pra vocês que estão me ouvindo. Eu estou cercado de pessoas se tratando aqui agora, tá? Fisicamente. Estou de vento, né? Um jardim, aqui na clínica tem um jardim. Eu estou com várias pessoas em tratamento nesse exato instante aqui agora. Ali atrás tem várias pessoas tratando aqui agora. Inclusive um deles, um grande amigo nosso, Ivan Lima. Uau. É, muito conhecido imediaticamente. Então,

A história é, esse processo nós só precisamos, quando você tira uma pessoa da doença, Patrick, o que eu quero dizer tirar da doença? Tira a pessoa do olhar da doença que ela foi colocada. O que eu quero dizer? Olha, você tem uma doença incurável. Quem falou? É um ser humano de carne e osso igual a mim? Não que doença não exista, deixo muito claro nas pessoas. Mas o próprio Joe Dispenza, que traz muita literatura maravilhosa em relação a isso,

fala sobre esse detalhe. Então, quando você tira a pessoa daquele estado que foi colocado, olha, essa doença sua não tem o que fazer. É uma doença incurável. Quando você recebeu esse título, esse rótulo do incurável,

você pegou esse rótulo e colocou ele mais ínfimo do seu ser, mais âmago do seu ser, e você não consegue tirar. E quando essa pessoa senta na minha frente, e eu mostro para ela que ela consegue enxergar um mundo além desse, leva tempo, ensinando de uma hora para a outra, claro, depende de cada pessoa, eu estou acreditando, mas eu consigo me ver além da minha doença? Você fala sempre. Sempre consegue ver além da sua doença. Maravilhoso.

Então, você mostrava à pessoa que existe um lado... Não existe o lado da doença? E por que não existe o lado da não-doença? Só porque nós só fomos treinados a colocar no lado da doença. E o lado da não-doença? Uau! Nós não treinamos para isso. Para nós termos um lado da não-doença.

Aí já estou falando aí de possibilidades que a física vai falar bastante sobre isso, a física quântica atualmente. Então, nós adentramos demais em termos que nos colocam somente como ser indivíduo doente. Quer ver uma coisa? Para quem está nos ouvindo agora, que estiver passando por algum processo de saúde, uma dificuldade de saúde...

E tá ali semanas e semanas de dor deitado numa cama. E se essa pessoa sair dessa cama, não tô falando que a dor vai acabar, mas ela sai dessa cama e vai sentar na porta de casa, na varanda do prédio, na sacada do prédio, ela vai, hoje eu quero ir no parque com meu filho, com a minha filha, ela saiu do estado de doença que ela estava há uma semana. Ela tá doente, tá, mas a perspectiva dela vai mudar naquele exato momento. Nossa, meu filho, minha filha, meu irmão, que foi a melhor coisa eu ter saído de casa hoje.

porque ela estava vivendo a doença. Maravilhoso. Entende? Tira a pessoa do estado que ela está ali e fala assim, vem para cá um pouquinho, vem para o lado que não está só a doença. E você mostra para ela, caramba, eu nem sabia que conseguia andar de novo. Porque a pessoa foi congelada no estado.

e às vezes a gente carrega esse congelamento pra vida, né? Exatamente exatamente, um dos trabalhos que a gente mais tem que desenvolver com as pessoas é mostrar olha, tem um outro lado eu vou te mostrar através de tecnologias equipamentos que podem adentrar e os equipamentos mostram essa relação tem um do Neto aqui, ó do Netão do Neto, do Netão eu não sei como é que tá nosso tempo, não pode falar, pode falar mas olha só que legal aqui ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro

Isso aqui, eu vou tentar mostrar. Tenta explicar que muita gente vai estar nos ouvindo. Isso, perfeito. Eu vou mostrar aqui e vou falar um pouco pra vocês. Nós temos os chakras, né? Pra quem está nos vendo, os chakras precisam estar alinhados no centro do nosso corpo. Certo? No centro do nosso corpo. Pensa assim, ó. No centro dos olhos, próximo da região do pescoço, no centro do peito. Vai verificando toda essa alteração que normalmente está no centro do nosso corpo. Eu atendi um rapaz que estava todo desalinhado, melhor dizendo.

E esse rapaz estava, eu vou usar um termo para ser mais sutil na fala, ele estava passando por uma vulnerabilidade emocional, muito intensa. E eu tratei ele, dentro dos dias que nós tratamos aqui, um projeto que nós fizemos na época no Jardim, inclusive com a Patrícia Angélica, novamente, com a Pathy. E esse projeto era para ajudar jovens que estão em vulnerabilidades emocionais. Vários e vários jovens que estão em vulnerabilidades.

Nós tratamos esse rapaz, estava todo desconectado, com chakras, são centros de energia que passam no centro do corpo. Quando ele chegou, estava tudo fora, tudo desalinhado. É como se fosse um carro totalmente desregulado, melhor dizendo. Nós fizemos umas cinco sessões e ele me conta o que ele estava passando, que até então eu não sabia. Um rapaz do corpo de bombeiro aqui de Goiânia.

falou que chegou no fundo do poço, não tinha mais nem motivo para viver, literalmente. Esposa largou, não conseguia ver os filhos, perdeu o emprego, tinha acabado de perder um familiar, tudo ao mesmo tempo. E nesse momento a gente só enxerga o que é cinza. Nós não enxergamos cor mais. A vida não mostra mais colorações para a gente. E esse rapaz fala, naquele dia que eu vim aqui, eu tinha feito a segunda tentativa de não viver mais.

E ele contando que depois do procedimento que nós fizemos, o processo que passou aqui, ele contando que voltou a enxergar cor na vida, sem falar no que ele conseguiu melhorar e tal, mas o que mudou? Ele mudou o óculos? Mudou o óculos. Você entendeu a história? Perfeito. Eu dei a oportunidade para que ele passasse pelos processos, mas ele mudou o óculos, ele começou a enxergar as coisas por um mundo diferente. Eu só fui ali um mediador do processo.

Só mediei. Quem deu a pancada maior foi ele. Ele poderia escolher continuar naquele estado. É escolha. Isso nós vivenciamos todos os dias aqui. Todos, todos os dias. São coisas maravilhosas que a gente acaba fazendo aqui. Maravilhoso.

Cristiano, cara, e antes de falar aqui do... Estou bem curioso também para saber do livro que você vai indicar. É sempre um momento muito legal aqui do podcast. Mas antes eu queria que você falasse do Envida, do Instituto... Do que você... Esse espaço, digamos assim, integrativo que você criou e como é que surgiu... E fala um pouco mais sobre esse trabalho que você faz tão bem e tão...

Então, transformador, você só foi integrando aí, eu sei que é um espaço que muita gente tem ido, como é que funciona, me fala um pouco mais sobre... Olha que interessante, vou ter que abrir um outro parênteses.

Adorei, adorei esses parentes aí, viu? Você sabe por quê? Porque eu trabalhava na clínica que eu te falei do médico, 16 salas à minha disposição. Tá. E eu comecei a atender os pacientes demais, porque eu falei assim, eu já estou incomodando aqui o espaço que me foi cedido, poxa. Porque quando os pacientes não tinham benefício embaixo, eles mandavam, manda pro Cristiano.

Aí o Cristiano, eu comecei a atender Eu e esse amigo meu, o Kleber A gente começou a atender os pacientes Aí chegou um momento e falou assim, não tá legal Nós estamos incomodando quem nos deu guarida aqui Quem nos deu oportunidade Vamos abrir um espaço pra gente Tinha 16 salas, abrimos uma sala de 16 metros 25 metros quadrados Tinha a clínica inteira Eu tinha 16 salas à minha disposição E montamos um espaço com 25 metros quadrados Uma só Aí saímos de lá, fomos para esse local

Fui fazer uma constelação familiar. No período que eu estava lá, tinha quase um ano que eu estava nesse local lá, que era de uma sala de 25 metros. Quando eu fui atendido por essa consteladora aqui de Goiânia, a Cleida, e ela falou assim, Cristiano, você vai sair desse local, vai para um local onde tem dois pinheiros enormes na frente.

Voltando à história da sincronicidade. Eu tenho centenas de sincronicidade pra te falar, mas eu preciso pontuar essa. E aí, eu saí de lá e fui atender meu sogro. Saí de lá e fui atender meu sogro, que era nesse espaço de 25 metros quadrados. Quando eu chego lá pra atender meu sogro, conversando, atendi meu sogro, eu falei assim, Cristian, você sabe que a gente não gosta de ver e tal, o imóvel tá parado.

a sua cunhada entregou lá o ateliê, tinha um ateliê aqui. Você não quer dar uma passada lá e olhar? Sim, sem compromisso. Vai lá e dá uma olhada. Se você agradar, você fica. Pode ser que você não queira ficar lá. Quando eu cheguei na porta, os dois pinheiros grandes na frente. Exatamente. Aí sim, os pinheiros grandes na frente. E aqui é uma casa, né? Antiga de dois andares. Quando nós começamos a atender, nós atendíamos somente no andar de baixo.

Aí começamos depois o andar de cima, até o andar de baixo, de cima, e essa parte externa que deu isso aqui, é um outro podcast, tá? Essa parte externa aqui, literalmente, é um outro podcast, porque tem centenas de casos. Que também foram as sequências de coincidências que vieram acontecendo pra chegar a um destaque hoje. Hoje é um espaço muito maior. Muito grande o espaço. Agora, vou ser bem sincero, eu não sei nossa metragem aqui atualmente.

Então, o espaço, nós temos, então, a clínica física ali, que são dois andares, e a área externa, que é o jardim, que nós chamamos de jardim multissensorial, que é literalmente onde eu estou nesse exato instante, com várias pessoas aqui em volta, aqui em tratamento. Estou na sala trancada, é claro, mas várias pessoas em tratamento lá fora. Então, a clínica hoje, o que nós fazemos aqui, né? Perante essa quantidade aí de coincidências que nós vimos desenvolvendo ao longo desse processo.

Nós conseguimos avaliar o indivíduo com tecnologias da Rússia, Japão, Tchecoslováquia, Estados Unidos, entre vários outros países. Nós, Alemanha, agregamos tecnologias que eu consiga avaliar o indivíduo antes que uma doença chegue ou antes que uma doença se instale, às vezes, antes da doença estar lá, até dois, três anos. Uau! É. Você usa a tecnologia do BioHealth também?

Eu uso, uso, uso o BOL do Neto, de Natal, perfeito equipamento, uso alguns equipamentos da Nova Ciência, tá? Que é daí de São Paulo, uso equipamentos de várias empresas e várias tecnologias do Brasil e fora do Brasil. As da Rússia, eu sou mais apaixonado, os da Rússia, né? O BOL é um deles. É, o BOL é um deles. Então, são equipamentos que trazem muita fita de mundo. Você consegue detectar aquilo que poderia, tipo um câncer, alguma coisa que poderia vir mais pra frente, mas você já tem ali algum caminho que sinaliza isso?

Por quê? Eu brinco e falo assim, ó. Um carro pra virar, se o motorista for educado, dá seta, não é? Então, esse carro pra virar, ele vai dar seta. O corpo faz a mesma coisa. O corpo, antes dele se identificar com uma doença, ele generaliza sinais. Ele sai de um padrão de vibração.

padrão de normalidade. Isso o corpo mostra as alterações. Nós temos tecnologias muito avançadas que conseguem detectar a oscilação vibratória das ondas, das células que saem do padrão de normalidade. Então, quando ela sai do padrão de normalidade, seria mais ou menos assim. O que é entre elas? Uma biorresonância, por exemplo.

Quando eu vou chamar o nome de alguém aqui, vou chamar o nome de alguém, Maria, aí assim, Maria, ela, oi, eu posso falar assim, ó, Maria, eu posso gritar, ou posso falar sussurrado, eu estou falando, eu estou emitindo uma frequência pela minha voz, e esse nome vai responder para mim no mesmo tom, ou acima, ou abaixo do tom que eu falei.

Aí esse tom que volta, que é essa receptividade, opa! Opa! Maravilhoso, voltou, acho que ele volta, volta. Pode continuar, que depois eu tiro esse edito. Então tá.

Tá tudo certo aí? Então, olha só. Aí o corpo, né? O que os equipamentos conseguem é verificar essa alteração. Se esse som que volta está mais alto ou mais baixo. O mais alto entende-se como se fosse inflamado. E o mais baixo entende-se como se fosse degenerando, perdendo a função. Uau! Um órgão perdendo a energia cada vez mais e um órgão muito acelerado, com energia muito além do necessário, entendeu? Uau, uau, uau.

E quando, assim, uma coisa que me ocorra, só de te ouvindo dessa possibilidade, quando a gente consegue detectar e você vai buscando esse olhar, né, de entender todo esse processo, isso me leva a entender também.

que a nossa longevidade, você vai ter uma longevidade maior quando você consegue buscar isso, né? Então, acho que a evolução passa por aí, né, Cristiano? Você saber ir conduzindo e ter uma qualidade de vida melhor e que não à toa se fala que a gente vai viver muito mais do que esses 80, 90, até baixo a expectativa no Brasil, acho que é 75, 74, alguma coisa.

isso vai aumentar, né? Cada vez mais. Hoje tem uma nomenclatura que fala da medicina, chamada de medicina de precisão, né? Essa nomenclatura atualmente fala de medicina de precisão. Hoje, com toda a tecnologia que tem sendo, que vem sendo cada vez mais impactada pra gente, umas muito boas, outras não tão boas, eu falo que ao longo desses quase 20 anos de trabalho, a gente consegue

Hoje eu tenho contato com muitos fabricantes, com muitos pesquisadores no Brasil e fora do Brasil com tecnologia, devido a esse caminhar que eu tenho, né? Então, essa medicina de precisão, ela vai ser cada vez mais evidente. Quer ver um exemplo? Atendi uma senhora uma vez, e eu falei assim, através de uma imagem térmica, a imagem térmica é uma imagem, uma foto, que através de uma câmera específica, tá? Essa câmera consegue identificar essa câmera.

Possíveis locais que estão com a temperatura modificada. Na Guerra do Golfo mostrou muito isso. Hoje não existe um helicóptero da polícia se não tiver imagem térmica. O helicóptero da polícia vai identificar o indivíduo ali e tal. Vai identificar a imagem térmica para saber se tem um indivíduo na mata. Ah, uma criança que perdeu. Aí você passa em cima com o helicóptero e consegue identificar um rastreio térmico ali. Tanto é que hoje tem um...

Os soldados sabem que não podem urinar em qualquer lugar. Se urina, tem que tampar. Senão o drone passa através da verificação. A imagem térmica a quilômetros ele consegue identificar. Urinou, tampa. Porque o xixi é quente. Então tá, vamos lá. A imagem térmica, eu consegui identificar no caso dessa senhora, uma alteração dentária oito meses antes dela perder um dente.

oito meses antes. Eu falei pra ela, mostrei, eu falei, ó, seria interessante se eu olhar no dentista. Só porque chega no dentista, que é o que tem, obviamente, no momento, depende de cada caso, cada profissional, e mostrou o seguinte, que no raio-x não mostrava o problema. Porque o problema ainda não estava esse tamanho pra ser mostrado. Entendeu a história? Vamos lá, pensa comigo. Seria como se eu chegasse hoje num ortopedista, meu irmão é ortopedista, e falasse, tô com uma dor no meu ombro.

Aí, com a dor no ombro, você vai lá e faz um raio-x. Ó, no raio-x não deu nada. Ótimo. Faz um ultrassom? É mais sutil. Não deu. Faz uma tomografia? Entendeu? Faz uma ressonância? Melhor dizendo, faz uma ressonância? Então, através disso, eu consigo ver equipamentos que são mais sutis, que vão me mostrar de forma mais profunda aquela possível alteração que está sendo mostrada ali. Perfeito.

Entendeu? Então, assim, são só olhares diferentes com mais sutilidade. Então, no caso dessa senhora que eu dei o exemplo, oito meses antes dela perder o dente. Porque o equipamento que foi mostrado que era o raio-x da época, não mostrou de forma tamanha a alteração que ela tinha.

Cristiano, pô, que delícia de conversa, cara, eu acho, você e a gente faria um segundo tempo com tantas coisas, só de curiosidade que me veio, do que você trouxe dessas viagens, eu tenho vontade de passar uma tarde conversando com você, e tamanha...

você tem um jeito muito simples de explicar não simplório, simples no sentido que é claro, e você passa muito você passa confiança no que você fala você está falando, você percebe, sabe aquela coisa que conecta o E? É, eu entendi não tem camadas então isso é muito legal quando o papo segue nessa maneira, enfim, tanto que, olha, não sei se você percebeu você percebeu

Mas nós estamos a uma hora e meia. A ideia mesmo, vamos fazer uns 50 minutos, a gente está a uma hora e meia. Então, o papo foi muito gostoso. E ainda falta te perguntar

do livro e da música, né? O que que você... Cara, eu imagino, imagino quantos livros você poderia... Você poderia citar... Aliás, a gente tava falando aqui nos bastidores do Mão de Luz, é da Barbara Brennan.

trabalhou na NASA, ela trabalhou na NASA e tem uma super amiga minha, Vilma Bolsoni, que estudou com ela antes dela falecer. Poxa! Então, que é uma pessoa incrível, Mãos de Luz, que tem também... Nossa Senhora, esse livro é fantástico.

E por que eu estou falando isso? Porque chegou a hora de me perguntar o teu livro, o que você vai indicar e por que desse livro? Então você vai indicar um livro e por que desse livro? Eu só trouxe aqui a Vilma, porque eu lembro que eu esqueci o nome do livro, agora eu lembrei, que nem você lembrou do Profecia Celestina, eu lembrei aqui do...

do Barbara Brennan. Então, quero o livro e porquê desse livro e depois... Imagina que você também deve trabalhar com música, energia, muito legal. Uma música e porquê dessa música. Vai lá. Vamos lá. Você falou mão de luz e eu lembrei do Marluz. Ele estava falando dele. Do Marluz, que a gente estava falando dele agora.

deixo aqui o convite, tem uma bela entrevista que eu fiz com o Marluz, que está aqui uns 4, 5 anos não, uns 4 não, faz uns 2 anos e pouco, está lá uma entrevista de quase 2 horas com o Marluz que ele deu antes de sair ali da

aquela vida que ele que era muito interessante mas ele tava fechado um pouco nele, ele quis trazer isso mais pro mundo, mas enfim, vai lá você vê o que eu falo caramba, vai lá uma música, eu acho muito legal, porque tem muito a ver com a minha primeira filha, Elisa eu gosto muito de Garoto de Ipanema Garoto de Ipanema e vou te contar um detalhe minha filha devia ter uns dois anos em uma das viagens nossas e um DJ tocando uma música ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro ro

E ela falando com dificuldade, aquela coisa. Eu falei, papai, pede pra ele tocar minha música. Naquela dificuldade de criança ali. Eu falei, vai lá falar pro DJ. Aí falou assim, ó, toca aí. O que que ela quer ouvir? Ela falou, quer ouvir Garoto Ipanema. O cara, o quê? Uma criança quer ouvir Garoto Ipanema?

Então eu gosto, eu tenho uma afinidade muito grande com Garota de Ipanema, eu gosto muito dessa música aí, sabe? É tão jovem. E o mais curioso, Cristina, eu peguei esse último feirado, eu tava no Rio, né? E eu fico sempre ali em Ipanema e tem um restaurante que chama Garota de Ipanema que era frequentado, eu tava ali. E aí você traz o Garota de Ipanema, vai. É sincronicidade. É incrível.

E faz dois, três dias. Garota de cinema, maravilhoso. E o livro? Livro. É um livro pouquíssimo conhecido, pouquíssimo conhecido. Mas ele traz um pouco de luz pra tudo que nós falamos aqui e traz cientificidade pra aquilo que as pessoas ainda não conhecem. Ele é pra uma linguagem muito ruim. Chama-se Experiências Psíquicas Além da Cortina de Ferro.

Experiências psíquicas além da cortina. Erro. Pra quem está nos assistindo, eu vou mostrar a capa aqui, tá? Vou falar sobre o autor. É. Fala que as pessoas vão estar ouvindo. Isso, exato. Sheila Ostrander. Sheila Ostrander. Maravilhoso. Eu vou comprar, porque eu adoro livros que eu não conheço. Sabe por quê? Esse livro fala de várias experiências psíquicas que teve na Rússia.

várias experiências de paranormalidade que a Rússia tem um filme besta que fala sobre isso. Besta, besta. Melhor. Ele foi colocar de forma cômica, porque senão ele não entrava, tá? Os Homens que Encaravam Cabras. Assistiu? Não. Caramba. Esse filme é com George Clooney.

Nossa, mas é uma comédia. Eles colocam como comédia, mas era o quê? Era os paranormais que trabalhavam pro exército pra enxergar que se chamam de visão remota, que a NASA fala muito sobre isso. Ah, da Guerra Fria ali, a visão remota foi muito explorada. Esse filme fala um pouco do que esse filme fala. Ah. Aí, tanto é que num filme, tem uma parte que ele fala assim, os russos estão na nossa frente com visão remota.

Então, isso eu coloco de uma forma meio cômica o filme, porque eu acho que senão o filme não entraria. Mas é dos homens que encaravam cabras.

E esse livro aqui, como eu falei, é um livro não muito conhecido, mas é um livro robusto de informação, e é um livro robusto de literatura, sabe? É um livro muito bem condensado em informações sobre essas relações da paranormalidade que sempre existiu no Exército, na NASA, em todas essas guerras que sempre ocorreram ao longo da humanidade, sempre existiu isso aqui. E falo de muitas pesquisas que foram feitas com muitos paranormais ao longo da nossa existência.

Uau, nossa, maravilhoso. Vou comprar, não conhecia. Adoro quando vem... Não é um livro, como se diz, não é um livro best-seller, não é um livro muito de cabeceira. Maravilhoso. Nossa, maravilhoso. Vou comprar. Cristiano, cara, queria muito te agradecer. Foi uma delícia essa conversa. Com certeza você vai se conhecer pessoalmente em breve.

E obrigado aí por você compartilhar, cara, tua jornada, tuas histórias. Foi uma hora e meia deliciosa. Nem vi passar uma hora e meia. É, mas foi, foi. Maravilhoso. A gente fugiu do espaço-tempo aí. Não, tá tudo certo. Nossa, foi maravilhoso. Eu volto a dizer, assim como eu comentei no começo.

Eu fico honrado com a oportunidade de poder compartilhar, que na verdade é sempre troca, né? É troca, é sempre troca, cara. Pode ter certeza que eu estou saindo mexido aqui desse papo, vai me ajudar, vai me ajudar muito em coisas que eu...

parece que você trouxe algumas respostas. Eu sempre falo o seguinte, eu não faço a entrevista, eu não faço podcast para os outros, eu faço podcast para mim. Não estou dizendo que não serve, claro que serve para muita gente, mas são as minhas perguntas. E aí, uma coisa incrível, eu até falo no meu segundo livro, num determinado momento, parece que cada entrevista que vinha,

era para responder alguma coisa que eu estava buscando. E tive momentos de crise também, tive vários momentos muito complicados. E eu nunca larguei o podcast. Eu sempre fazia. Hoje ele não é um business, mas ele é relacionamento, mas eu entrego isso para o mundo. Ele sempre vem para me trazer algumas perguntas. Eu saio desse papo com você assim...

muito preenchido, porque me despertou, sabe aquele, eu vou passar o dia assim, vai vindo vários insights desse papo aqui, que vai aguardar semana que vem, mas pra mim já começou, a galera vai assistir, vai ouvir semana que vem, mas pra mim fez muito sentido, então, cara, é isso, é isso que vale a pena, acho que em última instância...

tudo é sobre você. Mas assim, não você egoísta. Tudo é alguma coisa comunicando com você. Da mesma forma que pra você, tudo é sobre você aí nesse papo comigo, né? Exato. Tem uma certa organização. Então, cara, demais. Gostei.

Eu fico honrado, maravilhado com a oportunidade. Como eu te falei, eu preciso descer ajoelhar no milho todos os dias. Ah, eu que preciso. Eu quero ir pra Goiânia aí, cara. Eu quero conhecer esse espaço. Vai ser... Vou pegar a André aqui e não quero conhecer, cara. Eu preciso me curar aí, viu? Porque olha... Compenho. Essa humanidade traz esse olhar pra nós, como eu falei. Então, se você tiver uma oportunidade, ou melhor, busque essa oportunidade de vir conhecer aqui, porque é um local diferente.

Outra oportunidade, vamos falar um pouco mais das coisas que acontecem aqui, de relatos de casos que são centenas de casos que fogem da casinha, literalmente. Depois nós precisamos fazer um livro. Pegar essas histórias aí. Tem uma moça que estava aqui agora, até passou aqui uma paciente de tratamento oncológico e tal.

Foi até que pintou aquele vaso ali atrás. Ela fala, é tanto casos que são casos muito complexos, casos muito diferentes, sabe? Tem que escrever um livro, tem que escrever um livro. Ela sempre fala sobre isso. Vamos trazer, vamos, vamos, deixa o campo conduzir aí, vamos trazer isso para o mundo. Vamos trazer isso para o mundo. Mas eu fico...

honrado, agradecido, como eu falo, tenho que ajudar no milho para agradecer, agradeço muito pela oportunidade desse momento, desse partilhar, das pessoas nos darem a oportunidade de adentrarem as casas delas nesse momento, adentrarem os locais que elas estão, adentrar ao momento delas, para elas poderem nos ouvir, se é uma permissão que está sendo nos dada, então eu fico muito honrado, agradecido com essa oportunidade.

e por esse chamado que foi patrocinado pela APAT, pela oportunidade. Uma querida. Cidade de outro momento, eu estou aqui aberto para poder sempre, estamos a serviço, como eu brinco, nós estamos a serviço. Maravilhoso. Muito obrigado. Obrigado por tudo aí.

Eu que te agradeço. E o 45 do primeiro tempo volta na próxima semana, sempre trazendo um novo convidado. Aliás, se quiser indicar alguém, vai lá no meu Instagram, é o patricksantos.oficial, mande um direct, quem sabe esse entrevistado também não aparece por aqui. Nós voltamos na próxima semana, um abraço e até lá.

Ela passa o mundo inteiro se enche de graça e fica mais lindo por causa do amor

Christiano Rocha: “Há um caminho invisível conduzindo tudo” | Castnews Index — Castnews Index