Devoradores de estrelas | DC 325
🎧 No episódio de hoje do Dragão Careca: Voltamos ao cinema para falar de **Devoradores de Estrelas (Project Hail Mary)**, um dos filmes de ficção científica mais comentados do momento. Sem spoilers na primeira parte e mergulhando fundo depois, debatemos tudo que fez esse filme conquistar tanta gente: a experiência no cinema, a mistura de ciência com emoção, o humor inesperado e por que histórias no espaço sempre mexem tanto com a nossa imaginação. 🚀 Destaques do episódio: • vale a pena assistir Devoradores de Estrelas no cinema? • comparação com Interestelar e outros filmes espaciais • ficção científica com base científica real • cenas marcantes, emoção e impacto do filme • por que filmes sobre o espaço fascinam tanto 🎬 Se você curte filmes de sci-fi, cinema, exploração espacial, histórias emocionantes e cultura pop, esse episódio é pra você.
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- O sacrifício do RockyAdaptação a xenônio · Risco de captura de bactérias · Dilema entre salvar a Terra e o amigo
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Aqui é o Tia Mate, Draconato Monge, e hoje voltamos a falar sobre cinema. Falaremos já fazia um tempo que a gente não estava falando de cinema. Hoje falaremos sobre cinema, mais especificamente, um filme que deu o que falar, eu diria. Começou a fazer um barulho aí nos cinemas, né? Que é meio contraditório, porque no espaço não deveria ter barulho, né? Tá.
Mas falaremos sobre Devoradores de Estrelas. Um filme que ainda vai estar em cartaz quando a gente lançar esse episódio. Espero, né? Esse episódio. Tomara. Esse episódio. Não, eu só falei muito rápido, senão começa. Ah, tá na velocidade da luz agora. Calma, calma, meu. Esse episódio, esse episódio. Todo mundo erra, calma. E teremos um momento onde não haverá spoiler, então você que não assistiu ao filme pode ficar aí e ouvir essa primeira parte e depois... Ah, falho por você. Não, não, não, não.
Não terá spoiler. Se tiver spoiler... Se tiver spoiler, vai ser... Exploder. Explore. Eu vou começar com spoiler já, já. Explore. Eu também. É mentira! Se tiver spoiler, vai ser cortado na edição, tá? Já fica tranquilo, teleouvinte. Não ceda as ameaças do nosso bar do safado. É. Se fizer spoiler, você vai ficar no vácuo.
Vai ser estrela aqui do podcast, não? Muito. Exatamente. E eu queria abrir esse episódio falando, então, né? Só dando um resuminho pra você. Hoje, gente, nós falaremos sobre uma raça, consistida de um aglomerado de células, que consome demais do próprio ambiente ali onde ela habita e tem potencial pra extinguir todo tipo de forma de vida que esteja próxima dela. Eu entendi a referência. Isso, é isso mesmo que você pensou. É um astrófago.
Exterminador do futuro. Astrófago. Astrófago. Astrofagia? Ah, sim. O trono viu o filme.
Já começou o mal já, né? Outro, nós estamos gravando aqui. É que eu assisti em alemão, cara. Alemão é Rostens Rewind. Parece verídico, hein? Como é que é, outro? Como é que é em alemão? Rostens Rewind. Caraca, eu tenho certeza que é. Eu aposto 10 pesos de cobre que não é.
Olá, aqui é o Bron, o Mano Bárbaro. E, pessoal, esse filme, ó, foi uma pedrada. Ah... Meu Deus do céu. Sabe que quem não assistiu o filme e tá só pelo spoiler não entendeu absolutamente nada do que tu falou, né? Que bom. Que bom. Tem que entender mesmo. Não, não entende. Esse não entende. Mas é uma piada que... É que pedrada é uma coisa boa. É. Pra quem não entendeu. É.
Então vou te dar uma pedrada, então vou ver se você vai gostar. O Bron pode ser um pouco duro às vezes. Ah, eu gosto de rock. E de carne. Olá, eu sou o Galdrin. Errou! Errei meu nome. Galdrin. Galdrin. E lá vamos nós? Eu sou o Galdrin, elfo e mago. Quero fazer uma pergunta pro Troar, porque eu assisti esse filme e me viu ele na cabeça. Porque eu preciso saber, Troar, se o teu coração de pedra chorou por uma pedra. Muito bom.
Muito bom. Não chorou, cara, mas eu me emocionei. Sai daqui. Sai daqui. Sobe daqui, meu. Sobe daqui. Eu confesso que eu não chorei também. Acho que não foi. Ou eu sou muito mal ou não foi forte o suficiente. Não, não, mas é aquela... Eu tive que dar uma seguradinha assim, sabe? Não vou chorar, não vou chorar. Uma embolida seco. É, isso aí. Suor. Suor masculino escorrendo pelos olhos. Sim, sim. Não parece.
Olá, aqui é o Troar, bardo e humano, e eu tenho uma charadinha pro... Charadinha não, é uma pergunta, na verdade. Não é uma charada que é diferente, né? Charada é charada, pergunta é pergunta. Toda charadinha é pergunta, não é? É diferente. Ah, pergunta pro Tia Mate. Qual é a diferença da charadinha pra pergunta? É diferente, calma aí. É que a charada era... Era. Choram. A charada... A charada era. A pergunta é... Ela é enigmática. A pergunta, ela quer uma resposta. Como assim? Não entendi.
A charada tem uma resposta pronta. A pergunta é uma resposta que você não sabe ainda. Também tem isso. A pergunta da charada é uma resposta. Mas é uma questão. Porque uma questão é diferente da pergunta. Agora parece que piorou. A questão é a pergunta da charada. Não, a questão é diferente de tudo isso. Tia Mate. Diga. O que que o Grace ouvia quando tava triste? Que música? É a música ou o estilo de música? É, um estilo. Nossa. Grace Anatomy. Eu ia chutar em rock and roll, hein? Not pollution.
É essa? Não é, né? Não deve ser. Não, cara. Tem a ver com tristeza, porque ele tava triste, ele escutava a rocha.
Para aí, Tó. A rocha é uma coisa alegre. A rocha é sofrência, cara. É, sofrência, é. Não. É, é isso aí. É uma sofrência animada, Obron. É, uma sofrência é para dançar. É, você dançar perante a tristeza. Diz um exemplo de a rocha aí para os nossos teleouvintes gostarem mais que tu. Fred Merckx. Tá sabendo legal. Ah, acho que não. Então não sei. Tô, Tó, eu ia responder, se a pergunta fosse feita para mim, e ele ia escutar a musiquinha do filme do Sylvester Stallone, porque ele anima o rock.
Eu não sei o nome da música pra citar aqui. Eye of the Tiger. É, isso aí. O legal é que o teleouvinte... O legal é que o teleouvinte tá escutando e pensando, poxa, mas por que tanta piada relacionada a pedra e rocha? Bem-vindos ao Dragão Careca sobre Geologia. E a mistura dos dois é o Pedro Rocha, o jogador, aquele do Grêmio, né? Exatamente. E eu não sei se vocês sabem, mas... Joga muito lá, é zagueiro, né? É, ele é meio tetra vantagem. O quê? É, joga ali no campo, né?
E eu não sei se vocês sabem, mas o nosso planeta Terra é uma grande rocha. Uau! Ah, não. Tá, não. Mas agora vem uma pergunta muito importante. É uma rocha redonda ou é uma rocha chata, troca? Chata é tu. Vamos pro episódio.
Aventureiras e aventureiros. Boa no Bunnies e sejam muito bem-vindas e bem-vindos a mais um episódio de Dragão Careca. E hoje voltaremos ao cinema para falar sobre Devoradores de Estrelas. Que inglês, né, Tro? Como é que é? Hail Mary. Errou. Project Hail Mary. É isso, né? Hail Mary. Hail...
e vocês sabem qual é a referência do Hail Mary? não sei não vamos falar porquê, porque é spoiler mas sabe o que não é spoiler, que é algo que você já deveria saber é como nos apoiar é como você apoiar esse podcast que você gosta tanto que é muito fácil, é muito simples, é muito tranquilo você não precisa nem sair do planeta pra fazer isso
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tem, já deixa aquelas 5 estrelinhas caso você esteja no Spotify e já manda o pergaminho pra gente, é só mandar pra contato arroba dragãocareca.com. Ele chega bem rápido, ele não precisa atravessar a galáxia pra chegar, então no próximo leitura de pergaminhos a gente provavelmente já vai estar lendo ele. É isso aí. Veja bem o que eu falei, provavelmente. E pague bastante, pague a versão mais alta pra gente poder ser uma guilda espacial. Por que espacial? Por que o filme fala do espaço, meu? Ah!
É só pra ficar no tema. É uma guilda espacial, não é qualquer coisa. Ah, bom, então assim sim. Ah, agora sim, qualquer coisa, né, cara? Vem fazer parte da guilda, se torna também uma estrela, é isso, né? É tipo desse nível aí. Não, não é tanto assim. Agora eu tava tão animado falando desse filme, agora eu já tô um pouco triste. Vamos pro episódio, vamos.
Eu queria começar aqui uma observação muito importante, que é o nosso grande diretor desse filme aí maravilhoso, que me fez encher o coração de esperança. Timothy Chalamet. Christopher Nolan. Quando ele acabou de ler o livro, porque esse filme é baseado num livro, né, de mesmo nome. Quando ele terminou de ler o livro e ele pensou, eu vou fazer um filme com isso, eu preciso achar um ator que tenha as iniciais do nome do cara do livro. E olha que curioso.
Por quê? O cara do livro se chama como? Raymond Chuck. Ô cara burro! Por que Chuck? Sei lá. O nome do ator é Ryan Gosling, né? Sei lá, qual deles? Tem vários atores no filme. Tem uns 12 atores, eu acho. Ele inventou o nome pra ficar com...
Ryan Gosling pra ficar com RG e saiu Rainbow Chunk, né? Não, é o... Acertou, observa. É que ele é Daltônico. Ah, tá. Daltônico é você. O nome do personagem é Ryland Gracie. E aí o cara olhou e pensou assim, quem é que começa com RG? Ryan Gosling. Gosling? Ryan Gosling? Gosling. Grande Ryan Gosling. Eu acho que é um detalhe, uma sutileza muito espetacular pra um diretor. Podia botar o Rick de Irvais e fazer um de comédia também.
É um cast aí. Olha, ia ser algo reflexivo, né? Ele tem algumas coisas assim. Só pro teleouvinte se situar nesse momento, a gente tá sem spoiler, tá? Quando a gente for falar com spoiler, a gente vai comentar antes. Vai tocar uma trombeta. Não, pra se você não assistir, você dá uma pausa. Não, não vai tocar não também, que você não vai ficar botando trabalho pro editor a todo.
Obrigado você. A gente vai avisar pra você se prevenir, parar de ouvir, assistir o filme e voltar depois, ou até continuar ouvindo caso você não se importe, tá? Mas esse também é um filme de comédia, era isso que eu ia comentar. É, pior que é. Ele tem tudo, cara. Sim, sim. Eu não sei vocês, mas eu não li o livro. Eu também não. Realmente eu não tinha ouvido falar do filme antes.
E eu estava procurando lá no cinema um filme para ver. E eu olhei para esse filme e pensei, um filme de espaço? Parece bom. E simplesmente fui ver, sem nenhuma referência, sem nada. E saí do cinema com uma sensação que eu costumo dizer que é uma sensação de conforto existencial. Ah, exato. As poltronas onde tu foi, no cinema que tu foi, eram tão maiores assim. Era o VIP aquele lá, né? Inclusive, é um cinema espetacular lá numa cidade que eu fui lá. Muito bom.
Qual o nome dela? É uma cidade massa. Uma cidade massa. É massa aí, ó. Ah, não. É que eu perguntei se as poltronas estavam grandes. Você falou que você estava querendo mais espaço, né? Então... Nossa. Ele queria um filme de espaço. É diferente. Não me diga. É diferente. Ah, tá. E vocês? Como é que vocês chegaram a esse filme? Ah, eu tive um grande professor da vida que me indicou esse filme. Obrigado, Bruno. Ah, não fui eu? Não, esse professor se chama Troar o Bárbaro. O quê?
virou o Bárbara do lado não, foi o nosso Troá, nosso Troazinho indicou falando, eu vi o filme do Ryan Gosling e ele é bom, e eu falei, então vou ver então, porque ele assistiu o Bugonia e eu falei pra ele olhar, e ele olhou e agora eu olhei de volta, agora estamos kids, Troá olhou o Bugonia de novo o Tia Marte tem que fazer um slide apresentar o filme pro Bron convencer ele, e o Troá é só falar é, pergunto se o Tia Marte assistiu o Bugonia que eu falei pra ele assistir e aí e aí
Eu tenho que gravar um podcast só eu explicando todo o filme pra tentar convencer o Bruno. O Troar basta falar. Mas eu e o Bruno, a gente tem uma troca de cinema aí. Ai, que delícia! Ih, sai fora. Uma troca cinematográfica. É, a gente tem um... A gente tem uma troca que é de cinema, Troar.
Eu acho que foi até no grupo ali da guilda eu vi vocês comentando alguma coisa sobre o filme, ou até nos bastidores antes da gente fazer a gravação. Olha como rola coisa legal nessa guilda, hein? Indicações maravilhosas. Olha aí, que filmaço. Propaganda é a alma do negócio.
E aí eu acabei me interessando, só que eu não sabia absolutamente nada sobre o filme. Nada, nada. Eu só vi por causa do cartaz, eu não vi nem trailer do filme. Ah, sim, não. É que quem é que vê trailer hoje em dia, né, gente? Eu procuro evitar. É que eu tô... Eu não gosto, nunca gostei, na real. O trailer, ele acaba... Hoje em dia, ele tá entregando muita coisa sobre o filme, porque eles têm que botar as melhores partes do trailer pra fazer o pessoal ir no cinema, né?
E aí quando você chega lá, meio que você já viu o filme resumido em dois minutos, né?
É verdade. E aí eu fui lá assistir achei muito bom, gostei muito desse filme, tá? Já vou deixar aqui a minha opinião antes. Não foi perguntado sobre a qualidade do filme. Cavalo! Tudo bem. É que eu transbordo. Eu já tinha escutado falar desse filme alguns comentários aí, alguns influencers aí. Tinha me gerado interesse, mas eu falei ah, deixa pra ver depois. E aí pra gravar esse episódio aqui eu tive que assistir, então...
Foi por isso. Foi obrigado. Fazer a tarefa. Foi uma experiência muito boa. Já era o que eu queria fazer já, então foi uma experiência bem marcante. Ao contrário dos amigos aqui, eu assisti numa televisão, né, na tela de cinema. Poxa, cara. Eu não sabia que ele já estava disponível em streaming. Não tem televisão ainda? Como assim? É que o... Melhor não, hein, Rogerinho.
E vocês estavam com zero expectativa pra esse filme também? Bom, o Bron já tava achando que ia ser legal porque o Troar recomendou, né? E ele confia nas recomendações. Não, não, não. Mas peraí, eu já tinha escutado alguém falar mais de uma pessoa e não me deu vontade, sabe? Alguém chegou no vídeo do Bron e falou mais de uma pessoa. Ah, não fiquei com vontade disso. Que merda, hein? Não é que assim, ó. Tio Mate, eu confesso que eu sou uma pessoa preconceituosa.
Eu tô passada, chocada. Caraca! Ah, ainda bem! Vou falar aqui. Ainda bem que você avisou a gente. Esse cara de 30 episódios. A gente jamais se espetaria. Vou ter que confessar aqui, infelizmente. Assim como você, só que eu admito, né? A única diferença nossa. Ah, entendi. E aí... Ah, tu pensou o Ryan Gosling? É, por ser o Ryan Gosling, eu falei assim, eu não vou ver isso aqui. Deve ser um filmezinho do atorzinho lá, que faz o negocinho. Mas por que...
Por quê, cara? Os filmes do Ryan Gosling são bons. Como assim? Diz um filme bom dele. Mas esse é muito fácil mesmo. Faça outra mais difícil. Barbie? Toma, agora... Nossa, agora te esfregou, mano. Não é bom. Blade Runner é outro filme bom que eu gosto dele. É, eu não vi isso aí. É maluco, cara. Eu vi aquele que ele dirige o carro lá. Driver, que não era muito bom. Caraca, você vai renovar do cinema. Nossa, cara.
é uma porcaria eu vi aquele dança lá também que não é grande coisa, só ganhou um Oscar só ganhou um Oscar o Lala Land tu não gostou e aí eu falei, eu não vou ver esse troço aqui porque querem que a gente compre esses troços e eu não vou comprar
O Bruno não gostou de La La Land, não gostou de Drive, não gostou de Blade Runner. Não, esse eu não vi, esse eu não vi os outros. Mas é aí, Bruno. Mas aí como o Trois me influenciou... É, não. Eu vi. Mas aí, gente, quem tá aqui, não assistiu o filme, quer ser convencido. Vamos tentar imaginar o seguinte, né? Ah, é mais um filme sobre espaço, exploração espacial, tem 300 milhões de filmes desses. E agora, né, que tá muito em alta, né, falar de missões espaciais.
Sim. Muitas empresas, né, tão fazendo financiamento, tem muita coisa de... Então acho que ainda tem espaço pra esse tipo de filme, Bruno?
Mas a gente tá falando de um filme que vem no momento aí, inspirado nesse livro, que é um livro aí recente, né, de 2021, que é o Andy Weird. Play in the left, in the right, in the middle. Weird? É o Anderson Estranho, Anderson Estranho. É o Anderson Estranho, que ele criou essa experiência espacial baseada em descobertas que havia na época, 2020, 2021, sobre um exoplaneta. O que é um exoplaneta, Obron?
pro pessoal que não sabe. Ele é basicamente o planeta, só que não é um planeta. O miserável é um... O mula! Isso aí.
Aqui tem informação. Porque a vacidade de improviso tá bem boa, viu? Parabéns. Isso aí. Como sempre, irmão, como sempre. E aí associa isso a uma terra sendo destruída aos poucos, a necessidade de tentar buscar um lugar parecido com a terra pra viver e coisas que podem acontecer nesse caminho, né? Nada a ver. Nossa. Eu não assisti esse filme, não. Não tem nada a ver. Eu tava assistindo outro filme, né? Não, ele falou o livro. Eu não sei se é isso aí, o livro. O filme não é. Ah, tá. Você lê o livro, ou não? Não, né? Você falou que...
É, ainda não. Não sei de onde tirou essa parte. Sabe ler, Troia. Eu acho que o Troia aqui se referia à nossa missão atual, que tem acontecido, a Artemis, né? Artemis 2, que eles estão buscando energia em outro planeta, no caso, não é outro planeta, é outro astro, que é a Lua, pra gente resolver um problema que a gente poderia resolver na Terra, né? Mas acho que se confundiu um pouco, Troia. Acho que não é isso bem a pauta do filme, Lian.
É, mas esse... Eu acho que se confundiu bastante. Calma, calma. Tem um propósito por trás. Mas esse grande problema da Terra, o que que é? O que que tá comendo, geral? Ator pornô.
Troar, não começo Travei fazer propaganda aqui Troar, tô se promovendo Vem se promover Até que eu entrei na sala errada Agora vamos fazer uma sinopse que faça sentido Pro teleovinte entender Isso, vai lá, Brom Dragão, vai
Sinops, sem spoiler. Não, não, não. Isso é spoiler. Não, não, não. Que tá acabando com a... Tardia de caixinha. Não, não, não. Isso é spoiler. Tem uma substância... É um troço. Que eles identificaram que está acabando com tudo. Tá? Tá. Com tudo. Eu acho que já tá errado, Sinops. Se acabar o sol, não acaba tudo? Não. Sim. Só acaba a vida. Cara, são maneiras de interpretar, cara. Tem um negócio que tá errado lá e eles não querem que esse negócio esteja errado. Eles falaram, então vamos ver por quê.
Não, esqueci um pedaço. E aí eles descobrem que tá tudo sendo devorado pela substância. E aí tem uma coisa só. Vamos dizer que é um planeta, né? É um êxodo. Que não está sendo devorado. E aí eles vão, numa aventura, descobrir o porquê que esse planeta em específico não está sendo devorado pela substância ali. Basicamente é isso.
Na verdade, é uma doença que está se espalhando, né, pelo sistema solar. Cada um interpretou uma forma. É muito incrível isso. Não, é uma forma de doença que se espalhou pelo sistema solar ali. E eles descobriram um planeta que está imune a essa doença. Eles mandam uma navinha para ir lá tentar estudar esse planeta. Para ver o que esse planeta tem que os outros não têm que ele está conseguindo resistir. Mas daí você deu muito spoiler.
É, daí você já está de nada. Para mim isso é muito spoiler. Por que spoiler? Do quê? Eu acho que é muito spoiler. Eu acho que é muito também.
tem um negócio acontecendo lá que os caras tem que ver o que que é. Pronto, ele fica com zero spoiler. Tem coisa errada, eles querem que não esteja errado. Como fica óbvio, o filme acontece no espaço assim, a maior parte dele, né? Vocês vão descobrir por que depois. Mas eu achei, não sei o que vocês acharam sobre isso, bem geral assim, pra não dar spoiler, mas eu acho que o filme acontecer no espaço, ele traz uma sensação, aquele vazio existencial que o filme precisa...
pra aquela relação que a gente tá vendo acontecer de forma mais profunda. Eu acho que isso, aquela sensação de estar no espaço, aquele vazio exterior, aquele nada mais importa, tornou a experiência muito mais interessante do que se fosse em outro local ali, né? Sim. Aquela solidão e, de uma certa forma, você contemplar o fim da sua própria existência. Você saber que não tem como fugir do fim da existência, né? É uma coisa assim, é tipo...
Um primeiro momento é você se conformar com sua condição, ao invés de tentar buscar medidas de contornar ela, você entender que não tem como contornar e você simplesmente ficar estoico quanto a isso e aceitar. E aí, a partir daí, o filme começa a se desenvolver e começa a criar outras camadas.
Eu vejo esses primeiros minutos do filme muito contemplativos, assim, do nosso personagem principal aí, que é o Dr. Grace, né? Ele entendendo o que que tá acontecendo junto com a gente, né? Sim. Porque ele também acorda num lugar sem memória, e daí ele vai entendendo o que tá acontecendo, e nós, que somos os telespectadores, ali estamos entendendo junto, né? Entendendo do que que se trata, do que que se passa o filme, né?
E até as memórias dele, que vão voltando de alguma forma, tá relacionado ao próprio espectador ali, né? A pessoa que tá assistindo ao filme também se envolver com essas memórias dele. Então, o jeito que o diretor, o roteirista, integra isso, é muito legal no filme, porque tu vai junto com ele nesse quebra-cabeça, que é muito legal. Sim, você vai descobrindo junto, né?
É, é muito bom, cara. Porque eu vou ser bem sincero, tá? Eu sou uma pessoa que detesta flashback em história. Sério? Sério. Sim, eu também. Eu acho. Eu também, eu não gosto. Mas você achou chato nesse? Eu gosto, às vezes, assim, ó. Começar uma coisa acontecendo, digamos assim, no futuro. E aí, depois, mostrar o que aconteceu até chegar lá. Beleza. Sim. Estrutura padrãozinho do início ali e tal. Legal. Tipo Lost, assim que acontece a toda hora, tu não gosta. É isso que a gente tem nesse filme, né?
Não, não. É, a gente tem um vai e volta frequente nesse filme. É. Nesse filme é um vai e volta frequente. Tu tá lá, flashback. Flashback. Só que é um flashback maravilhoso. Inclusive o flashback, eu acho que ele é 50% da história, né? É, eu também acho. É metade da história. Exato. Onde é que a história tá acontecendo? Lá ou lá? Lá ou lá?
Mas você achou que isso foi desnecessário, Troy? Não. Inclusive, eu tô elogiando aqui, que foi uma coisa que eu achei espetacular. Ah, tá. Apesar de você não gostar, normalmente, você gostou nessa. Apesar de eu não gostar, né? Acho que é por causa do Ryan, né? É porque eu achei essencial pra história, cara. Eu acho que foi legal, porque a gente teve tempo pra ver o que tava acontecendo naquele momento, descobrir alguma coisa nova.
Maravilhoso. E voltar lá atrás e pensar como que essa memória veio pra ele e ocasionou aquela situação específica. Eu achei muito legal isso.
E é legal que, tipo assim, não mostra muito como é que tá essa Terra, porque supostamente... Não mostra nada, né? Exato, mas tipo assim, é um recorte, e aí, né, supostamente tu descobre por que que ele tá nessa missão, por que que ele tá no espaço. Mesmo assim, é suficiente pra tu conseguir perceber dentro desse recorte que é uma coisa impactante demais. Essa anomalia ou essa coisa que foi descoberta é uma coisa impactante demais.
E aí, tipo, como ele vai conseguir resolver isso, né? O que que tem esse outro planeta, esse outro exoplaneta, né?
E eu trago uma pergunta aqui diretamente pro nosso amigo Troar, que a gente sabe que é um... Ele é praticamente uma estátua que se mexe, né? Ele não possui sentimentos, ele não possui sensações. Se não tá relacionado à música, ele é uma pedra, né? Música ou obras de arte. Eu quero saber de te, Troar. Nossa, agora o cara disse que músicas não são obras de arte. Não, eu já falei isso aqui também. E ou obras de arte, né? Que são obras de arte também, tá incluído, né? Ainda bem que o Tchamati concorda comigo.
Agora eu vou te fazer uma pergunta, Troço, sobre esse filme. Durante esse filme, você jorrou? Não, cara, mas eu me emocionei. Ah, meu, tem que matar uma porra dessa. Que isso, rapaz? Tenha calma, rapaz. Tenha calma. Você está impossível. Ele está no meu conforto. Que putasso. Está no meu conforto existencial. Eu saí assim, renovado. Mexeu legal, mas não precisa chorar para mexer, cara. Inclusive, tem gente que mexe sem chorar.
Não, é difícil. Eu já vi gente que mexeu mais do que os que chorou e não mexeu. Tu mexe e depois tu chora, né? Eu choro quietinho. É verdade. Eu espero que vocês ainda estejam falando sobre esse filme. Eu sempre estou. Cara, uma coisa que eu tinha escutado falar sobre esse filme, não sei se vocês... Vocês falaram que foram sem contexto nenhum, né? O Tiamat não, né? O Tiamat sabia alguma coisinha.
Não, eu não sabia nada sobre o filme, eu só sabia. Não sabia nada. O pessoal falou, vai assistir que é um filme bom. A única coisa que eu sabia que era no espaço. E daí, enquanto eu estava indo para o cinema, eu passei na frente do cartaz dele. E daí, no cartaz, é aquele negócio espacial. Daí, tá, é no espaço. Então, uma coisa interessante é que eles fazem uma comparação com Interestelar.
Ah, sim. Em relação a ser um filme cientificamente apurado. Logo no começo do filme, dá pra perceber isso já pela primeira coisa que acontece. Não, é só por isso, né? Tem muito ponto de associação. A busca por uma solução de um problema que tá tendo a Terra fora dela é o principal plot também do Interestelar. Não, mas eu digo mais na relação, assim, com os conceitos físicos estarem corretos. Sim, usados ali, né? Sim, sim. É. A hora que ele fala assim, sua mensagem vai demorar tantos anos, 11 anos luz pra chegar lá.
Fala, cara, ele tá muito longe. Aí ele pega e fala, cara, eu tô muito longe no filme.
Tipo, eles usam coisas que são... Não só esse ponto, né? Mas depois a gente pode citar mais pontos pra frente. Mas é um filme que depois você vai pesquisando coisas e coisas e vai vendo opiniões de físico e tal. Pessoas que vão vendo os filmes e fazendo apresentação sobre as teorias ali colocadas, né? E é muito legal você ver que o filme foi realmente rígido nessa questão. Igual o Interestralar foi. E eu acho que a gente acaba sendo mais fácil ter a suspensão de descrença que a gente precisa pra aceitar a história que tá acontecendo, né?
Sim. O livro parece que é muito científico, né? O filme, ele tenta ali usar, né? Sem abrir mão da estética, da questão da história pra ser envolvente pro cinema, né? Pra mudar o tipo de formato. Mas o livro é extremamente científico. Muito descritivo, assim, pra tentar justificar tudo. Inclusive as coisas que a gente vai falar mais adiante. Tudo é justificado cientificamente.
Gostei. Show! Pneus Fortes aqui do Brom. Eu gosto de sim, de confirmação. Então se você, até aqui, ó, se você gosta de filme espacial, gostou de Interestelar, mas quer um outro filme numa outra vibe, numa outra pegada, assim, esse aqui é um Interestelar mais delícia. Exato. Ah, mas aí você tá dando um spoiler do final. Não, pô, eu tô falando que ele é um filme. Tem duas horas que você acha que vai... Com fome. Eu fiquei assim pelo menos duas vezes no filme e eu pensei, pô, como ele, como a mãe dele que eu conheci também. É, é.
Tem essa exposta. Pois é, verdade. E daí no final fala que é... Salgadinho. Eu cheguei quase no final do filme sem saber. Eu falei, nossa, eu vou terminar esse filme. Cagado de fome. É verdade. Não, independente do final, ele é um filme mais animado. O Interestelar não te faz rir tanto na sessão quanto esse aqui. Ah, sim, sim. Não, isso sim. Eu percebo, assim, com esse filme, das últimas vezes que eu fui no cinema, eu fui muito assistir filme de herói, épico.
Foi assistir outro filme de herói. Não é um filme de herói esse aqui, cara. Não tem nada a ver com um filme de herói esse aqui. Eu discordo completamente.
Acho, inclusive, que tu deveria pedir desculpa pra quem assistiu o filme por ter falado isso. Pra mim é um filme de herói. É, mas aí... Pense na perspectiva que você tá vendo isso. Não. Há um protagonista heróico, mas quando eu falo de filme de herói... Se você quer salvar... Não, não. Subentende-se popularmente que a gente tá falando de receitinha de Marvel. Eu vou ter que concordar com o Troar, hein.
Eu não pensei em Resident Evil, Mark. Claro. Não, fala pra mim qual que é o superpoder ali do nosso protagonista. Não, um super-herói não tem que ter um super-poder. Agora tu tá querendo colocar um negócio na boca dele. Ah, depois dessa eu prefiro nem comentar. Não, mas... Ah, gente, por favor. Vocês estão querendo debater a semântica da palavra que eu falei herói. E porque o personagem tem papel heróico, vocês não entenderam que quando eu falo filme de herói, eu falo desse saturamento que a gente tá tendo no cinema sobre filmes de super-herói que estão vindo um atrás do outro empacotado.
Eu entendi, eu só tô concordando com o argumento do Troar. Super-herói e herói é diferente, mas continua. Ai, meu Deus, tá, eu desisto. Deixa, deixa. Eu sei que vocês tão com raiva que nem eu. Ai, segue aí, segue aí, teu argumento. A questão é, eu não sei explicar porquê, mas filmes no espaço, eles dão uma coçadinha a mais de curiosidade, de vontade de ir no cinema assistir, né? Eu não tenho tido muita vontade de ir no sistema, assistir muita coisa. Não assisti no sistema, então.
Eu não tenho tido muita vontade de ir no cinema, assistir muita coisa, mas quando é alguma coisa de espaço, inclusive o último filme que eu fui assistir eu acho que foi Alien Romulus, que é outro filme que passa no espaço, né? Não sei se vocês têm isso também, mas eu acho que me desperta uma curiosidade a mais ali, uma vontadezinha. Eu gosto, cara. Filme de espaço eu acho muito bom.
Eu acho que é porque brinca muito com o que ainda é desconhecido pra gente, né? Sim. Eu vejo que é mais difícil de fazer, mas deve ser a mesma sensação de filmes com coisa no fundo do oceano. Ah, com certeza. É o inexplorado. É, tem uma questão com a imensidão do local.
O inexplorado, né? E tem um negócio muito interessante que um astronauta disse. Não sei se foi nessa última missão, se foi em outra que falaram novamente. Ah, ele falou, né? Que em Houston nós temos um problema, né? Como você é burro. É isso mesmo, é isso que eu ia citar. Não, foi o russo aquele, ele falou. Cheveskilev. Cheveskilev. Não, esse é cosmonauta. Cheveskilev. Esse não é astronauta. É, esse é um cosmonauta. Eu nunca tomei chá aí.
O astronauta disse assim, ele disse que pediram uma descrição do que ele tava vendo e ele falou, cara, o ser humano não foi feito pra ver isso. Descrição. Ah, merda! Todo dia isso, gente. O ser humano não foi feito pra ver isso aqui. Eu acho que a sensação de você ver algo na tela, assim, mesmo que na tela, né? Mesmo que você não esteja lá vendo o espaço, né? Como astronauta. Mas a gente não é feito pra entender isso, pra ver isso.
Essa sensação que causa a sensação de incompreensão, mesmo que você esteja vendo algo ali na sua frente. Eu acho isso muito legal. Dá uma vibe única, assim. Não tem nenhum outro tipo de filme que cause isso. Eu concordo com o Tiamat falando da questão do desconhecido, né? E eu também, eu vou falar depois na sessão com spoilers, mas agora, uma das últimas partes do filme, onde ele revela como é uma coisa que a gente não faz ideia do como que é. Vocês pegaram?
Eu não lembro disso, não. Não peguei referência. Eu vou falar no do spoiler depois. Ah, eu acho que eu sei do que tu falou. É uma coisa que a gente não sabe como é que é por dentro e ele vai lá e revela. Sim, sim. É o que eu pensei, então. Isso é legal. Isso é bem legal. Mas não sei se eu não preferia não saber pra ficar na imaginação, tá? Pois é, eu imaginei. Não tem essa dualidade. Na hora que ele falou, eu falei, hum, não vão mostrar.
Não, aí ele mostrou e eu falei, cara, legal. Ah, tá. Entendi. Legal. Legal. Eu achei mais uma coisa que é muito referência visual de Interestelar, né?
Aham, é muito, nossa. E dito isso, teleouvinte, dito isso, acho que agora estamos prontos para pegarmos um na mão do outro, todos juntos e irmos para o espaço do spoiler, que a partir de agora começaremos a ter spoiler. Então, se você não assistiu o filme, vai lá assistir, vale a pena, tá? Vale muito a pena. As poucas vezes que vale a pena ir no cinema assistir um filme. Essa é uma delas. Vá assistir o filme e depois volta aqui pra ouvir a continuação.
Exato. Pô, se você não se importa com spoiler, é só continuar que a gente vai spoiler tudo. Então tá valendo spoiler. A partir de agora, ó. Agora. Agora. Começou. Toca a trombeta. Aê. Deixa eu retomar então agora com spoilers, né? A questão deles mostrarem por dentro a nave do ET, Troar. Isso. É assim que tu imaginava, Troar? Cara, quando eu vi...
por fora, né? Inclusive, vamos voltar ali uma partezinha que me causou uma sensação estranha. Quando ele chega lá nesse lugar, e aí tem, né? Ele consegue, através do radar ali, perceber que tem alguma coisa se aproximando. E aquela nave se aproxima de uma forma ali muito precisa, muito cirúrgica, né? Perto da nave dele. Rápida, precisa. E aí ele se afasta. Imponente. E depois volta de novo. E depois ele se afasta e volta de novo.
Cara, é engraçado porque assim, ó. Não, não, eu não vi isso. Eu entendi que ele se aproximou e como ele não sabia pilotar, ele foi se virando ali pra tentar frear a nave, porque ele tava indo na direção da outra nave. E aí depois ele tenta fugir e a outra nave fica perseguindo ele. Sim, exato. Sim, mas é isso aí que o Trova falou. Exatamente.
Não, não, mas o Troar falou, deu uma intenção que a nave estava perseguindo ele desde o começo. Não foi isso, foi ele primeiro que quase bateu e depois ele tentou sair. O filme me vem de uma sensação cômica disso, porque até a musiquinha ali é perseguida. É muito engraçado, porque depois... Meio Chaves, né? Depois mostra a cena de fora da nave, e daí como ele não sabe pilotar, a nave dá dois pulinhos pra frente. E aí a nave do lado, que a nave alienígena que é bem maior, ela dá dois pulinhos também.
Mas você viu que interessante? Ele faz... A nave faz uma mímica dele, repete, né? Aham. Igual depois o Rock faz uma mímica dele dançando ali. Sim. Sim, sim. Então é o modus operandi ali do Rock. É, é isso que tá. Foi uma introdução a como ele age. Nesse momento que a gente não viu ainda o alienígena, só aparece uma nave ali. É meio tipo fora de contexto. Por que essa cena foi engraçadinha? Por que essa cena foi fofinha, né? Que só faz sentido depois, né? É a forma ali, digamos assim, do... Uhum.
E a nave, eu gostei do design da nave, ela parece o esqueleto de um prédio em construção, né? Ela parece só a ferragem de um prédio. É só um monte de tostos ferro espichado. Tostos ferro. E a nave é isso, é só isso. Mas o Troá, não, pera aí, Troá. Pera aí que tu falou que a nave é fofinha, engraçadinha a situação. Não, eu falei que a jeito que a cena acontece é. Não é tão, porque na hora eu fiquei meio apavorado, falei, cara, vai ser um ET maligno que vai comer ele por dentro, entendeu?
Não, eu não pensei em cinema mesmo. Não, não tem como tu ter, não. Aí tu tá errado. Eu falei isso sim, como não? Cara, não, não falou, não, não falou porque... Tu tava na minha mente? Tu não tava na minha mente? Não, porque cara, na sala do cinema, todo mundo começou a rir quando isso aconteceu. Aí só tu, acho que eu quero um... Ah, todo mundo... Mas visualmente vendo a nave sem questão do movimento. Depois do movimento.
Ficou claro que era engraçado. Sim, exato. Eu imagino que é tipo um predador chegando e que é um predador muito mais forte que tu. Ele dá uma brincadinha antes de te comer. Entendi seu ponto de vista. Caraca, mas... Eu que sou um predador, eu posso falar com propriedade. É. Propriedade. É uma leitura. Propriedade. Eu quero falar com o proprietário.
Mas e quando aparece o dedinho, a mãozinha? Ah, muito bom. Porque assim, eu não vi trailer, eu não vi nada, eu não sabia de nada. Eu tomei um sustão na hora que ele bateu na tela lá com tudo na primeira vez. O que é isso? Não, mas não apareceu a mãozinha. A primeira coisa que aparece na mãozinha é uma pedrada, literalmente. É, uma pedrada. É, uma pedrinha.
Aí tem a cena dele jogando também o potinho dele ali. A mensagem. A mensagem. Ele joga rápido. É verdade, muito bom. Ele joga rápido, daí a parada bate, daí depois ele joga bem devagarinho. Aí o Grace olha assim e fala, ele acha que eu sou estúpido. Aham.
O barulhinho da Shopee aconteceu ou foi alguém desgraçado no cinema que eu ouvi na hora? O quê? Foi alguém no teu cinema? Foi alguém desgraçado, não teve. Cara, eu falei assim, não é possível isso. Então alguém recebeu o alerta, só que pra mim encaixou muito bem, entendeu? Sim, foi o pantinete.
Falando sério mesmo. É verdade isso. Chegou a encomenda, veio na hora, né? Esse que é o cinema 4D. Cara, ia ser uma grande propaganda, hein? Não, ia ser... Falaram. Ia gerar muito dinheiro, né? Mas eu acho muito engraçado a hora que tá chegando e ele... Cara, e se for uma bomba? Aham. Ele não tem nenhuma referência de nada, cara. Ele tá só aceitando, tá ligado?
o que que ele vai fazer também? Aí ele sobrevive à bomba e depois vai morrer no espaço de fome daqui a dois anos. Então, tipo, era a única interação possível que ele tinha, já que toda a tripulação dele morreu, né? Que era o piloto e a engenheira, né? Não explica também, isso eu achei que faltou, eu acho que seria mais interessante explicar por que que eles morreram. Eles morreram na questão do transporte ali, que tu fica meio que em coma, falhou alguma coisa, eles morreram. Precisou pra mim.
Porque ele é o Ryan. Não, não, isso não é explicado pelo filme. Porque ele é o protagonista. Não, ok, mas isso é roteiro ruim, tá? Me perdoa. Não, sim. A explicação de por que ele sobreveu porque ele é o protagonista, isso é roteiro ruim. Não, não, não, isso eu falando, não teve essa explicação aí. Exato, é. Por não ter, isso perde uns pontinhos comigo, tá? Porque eu acho que era importante. Podia mostrar que, sei lá. Podia ter falado, né?
Qualquer coisa ali. É, tipo, era importante ter explicado por que ele foi o sortudo.
que não morreu. Ele só simplesmente não morreu pra ter filme, por exemplo. Isso eu não gostei. Eu acharia mais legal se ele, quando ele acordasse, ele, tipo assim, ele foi o último a acordar. Tipo, os outros já acordaram, piraram, tipo, porque eles ficaram fora do sono, ou alguma coisa aconteceu, tipo...
Sei lá, eles acabaram morrendo, tá ligado? De alguma forma Sei lá, o espaço ia ser maluquice, né? Tem alguma relação com ele ter sido forçado? Tipo assim, o cara que foi forçado, sei lá, fez algum tipo de efeito o remédio que botaram nele, os caras que ficaram lá passaram por alguma coisa, sabe? Mas não ter...
Eu fiquei esperando isso também, depois quando apresentou esse momento explicando como é que ele foi parar lá. Eu tava esperando ter alguma coisa que foi um tratamento diferente pra ele, que por sorte foi o que fez ele sobreviver, mas não teve isso, né? Ou teve, ou não me lembro, né?
O roteiro tem vários furos, né? Depois eu vou comentar sobre isso. Enquanto o filme tava rodando, tava achando tudo maravilhoso. Mas aí depois, quando o filme acaba e você começa a repensar, começam a vir umas duvidazinhas, né? E teve um que não é um furo, que é uma coisa legal, que eu achei que é uma solução. Que é justamente nesse momento que ele recebe o primeiro presente lá do Rocky, né? Que ele pega uma maquininha que ele tem, parece um termômetro. E ele aponta pra ver qual que é o elemento, né? Do que que é feito.
E daí aparece que é xenônio. É xenônimo? É, sim, sim. Acho que é isso mesmo. Aparece que é xenônio. E daí ele, não, tá estragado isso aqui, porque xenônio é um gás, não é um sólido, né? Sim. E aí, cara, isso depois mostra que na nossa superfície isso é um gás. Na nossa atmosfera isso é um gás. Acontece naquela outra cena depois lá, que é a cena do sacrifício, né? Que quando o Rocky precisa entrar em contato com o nosso ambiente, ele começa a evaporar. Ele começa a dar um gás. É.
Isso eu acho legal. Isso é o negócio que é jogado lá atrás, que explica o que está acontecendo na frente. Isso eu acho muito massa, cara. Aí eu acho que é um roteiro inteligente acontecendo, sabe? Mas depois eu vou comentar umas outras coisinhas ali que fiquei pensando depois. Ah, tu é o cara que comenta coisinha, né? Começou. Eu sou comentador de coisinha.
Quando o Grace começou a se comunicar com o Rocky, eu falei, cara, vai ser um filme sobre essa dificuldade de comunicação entre os dois. Isso vai ser muito legal. Ah, mas ele passa rápido por isso. Então eu fui com essa expectativa. É, exatamente. Isso é uma reclamaçãozinha que eu tenho que fazer, mas depois eu entendi o porquê eles foram tão rápidos nisso. Eu acho que no livro talvez seja mais desenvolvido. Tem uns atalhos muito fáceis ali.
Foi muito rápido, assim, deles não conversarem nada até eles terem um diálogo completo ali muito fácil, né? É que foram muito tempo, né? É, mas acho que foi só um corte de tempo, né? É, exato. E que isso não é relevante pro filme, né? Não, não, claro. Eu acho que seria interessante ver um pouco mais disso.
Pra tirar isso do caminho. É. Sim. Me lembrou, inclusive, a chegada. Sim, sim. E você ia comentar sobre isso, Troll. A chegada é isso daí, só que a chegada é mais realista, né? É, esse é o assunto, né? Quando eles estão tentando se comunicar e chegaram tão rápido nisso, parece que são...
dois gênios se comunicando, porque, tipo, ele apresenta um relógio, daí ele bota relevo no relógio, só que, cara, para pra pensar de uma criatura que nunca viu um relógio, não faz ideia. Imagina como é que seria, na época do Brasil colonial, chegar o Pedro Álvares Cabral, chegou com um espelho pra um índio, tá ligado? É uma coisa alienígena, ele não consegue conceber como é que aquilo funciona. Não, a gente teve muita dificuldade nisso, tá, maluco?
Como é que o alienígena, ele concebeu aquilo tão rápido que, sei lá, em questão de minutos, depois ele traz, ou um dia depois, não sei, ele traz um relógio dele pra explicar que eles têm um parecido. Mas como que ele conseguiu conceber que aquilo lá era uma referência de outra civilização sobre outra parada, sabe? Claramente, Sona.
Ah, mas ele é gênio, né? É, então eu achei um atalho um pouco rápido demais. Eu entendo que tinha que ser rápido, mas não precisava ser tão rápido assim, sabe? Acho que foi um corte de caminho muito fácil ali pro filme. É! É uma IA, né, cara? Uma IA que ia otimizando toda a forma de comunicação. É genial. O gênio é diferente da gente. Ele pensa as coisas muito mais rápido. É verdade.
Eu já fui gênio uma vez já. Mas, ô, Bron, se tu tivesse na frente de uma criatura que tu crê ser inteligível, mas que se fala de uma forma diferente, tem uma outra forma de viver, assim, não é? Não é só uma questão de linguagem. Qual é a primeira coisa que tu ensina ela a falar? Ou ia tentar aprender a falar pra se comunicar com ela? Eu ia usar a linguagem universal, Troia. Ué? Inglês. Que é a linguagem do amor.
Humor. Amor. Eu ia fazer um coraçãozinho pra ela, ia falar, eu vim em paz. Só que o formato do coração, eu ia apontar pro meu coração, ia fazer o coração normal e eu ia desenhar um coração de verdade, sabe? Da forma científica, não da forma romântica. Porque a criatura nunca viu, não faço ideia do que tá fazendo. Uma bola. Sim, eu ia fazer o símbolo da paz. É o Moisés desenhando a raquete do Guda, né? Vai ser o mesmo efeito. Coloque seus dois polegares.
Telecurso 2000 Polegar da mão direita e da esquerda Una-os E aí os dedos ficam pra cima assim voando Então é o símbolo de uma pomba da paz Você faz isso, vincula tudo, sabe? Amor e paz é meio parecido Entendi E você dá um abraço na criatura também Justo, justo Pra combinar
Ou seja, o Brun seria morto por um alienígena. Nos primeiros segundos, né? Ia fazer uma ofensa. Tem que dar sorte de pegar um alienígena bonzinho, né? Sem maldade. Isso é um outro ponto, né? Do porquê que eles são gênios. Porque nessa mesma cena do relógio, ele mostra o relógio para o alienígena, daí ele olha para o relógio e pensa, claro, ele percebe por relevo.
De onde que ele tirou essa conclusão, tá ligado? Como que ele chegou nessa conclusão porque olhou pro bicho que é uma pedra? Como que o bicho percebe por relevo? Ele não tem olhos, né? Então... Seria alguma espécie de sonar, alguma coisa assim, né? Que ele usa. Isso, ok. É, faz sentido. Aí dá pra deduzir que ele... Por que que ele não tem olhos? O que que garante que ele não tem olhos? Ele viu até, ele perguntou onde tá seu rosto. Não consigo ver seu rosto. Ele procurou o rosto dele, não achou.
Não, ele só falou, você não tem olhos. Ele não perguntou porque ele não tava conseguindo se comunicar com o bicho naquele momento. Não tá, ele se perguntou, é isso que eu quis dizer. É, ele só chegou a essa conclusão do nada. Ele procurou os olhos, ele não viu olhos no bicho. Ele pressupôs. É, sim. Só que aí que tá, ô Gaudry, esse é o ponto. Ele procurou olhos, só que a referência dele de olhos...
não diz nada sobre a fisionomia do bicho. Ele tava procurando olhos humanos no bicho. Então não quer dizer que o bicho não tem olhos. Ele só não tem olhos humanos, entendeu? Por isso que eu concordo que é muito resumido isso pra tirar isso do caminho de uma vez. Quando tu tá falando bobagem do filme, falando coisa ruim do filme, não interessa isso. Interessa que ele viu lá. O que importa é a maneira como ele come as coisas. Que nojo.
Isso foi muito engraçado, né? Porque ele fala, nós comemos com classe, né? E acontece um negócio muito...
grotesco logo em seguida. Ele faz o aforço, o bichinho, tu vê que ele se treme, ele faz, sabe, o negócio que tu fala, cara, ele tá enfiando o negócio lá dentro, né? É, e é como se come, né? Enfiar alguma coisa dentro do seu corpo, né? É horrível. Já vi uma pessoa comendo, bro? Uma vez só. Tudo isso?
E por falar em pessoas comendo, vamos fazer um paralelo pra Terra. O que que tá acontecendo na Terra? O que que esse Ryan, ou na verdade o Dr. Grace... Grace. O que que acontece na narrativa com ele na Terra? Que é importante fazer esse paralelo pra tentar descobrir por que que, né, por que que foi pra lá. Ele é um professor que não ganha tanto quanto ele deveria. Ah, mas isso aí é sem precisar. Essa é a crítica social. Não, mas não é isso. Deveria ganhar muito mais dinheiro. Não é isso, não é isso.
Eu sei isso, eu tô ajudando o sindicato. Ele era um pesquisador que ele foi muito ousado. Isso. Esse que é a questão. Ele gerou uma hipótese que é muito não aceita na... Não ortodoxa. É, não aceita na academia de cientistas lá. E aí, isso meio que... Pensem pra vocês. É como se chegassem, eu acho, um cientista hoje e lançasse a teoria da Terra plana. Sim. E tentasse provar que a Terra é plana. Eu acho que é o mesmo efeito.
qual é a teoria dele que eu não me lembro? É o negócio de água lá. A teoria de que pode ter uma vida que não tenha base em água, não tenha hidrogênio ou oxigênio. Não, base em carbono. Não, hidrogênio ou oxigênio. Tanto que ele acha a célula, ele acha hidrogênio ou oxigênio na célula, ele já fica pistola, né? Sim, sim. Fica triste. Não corrobora com a teoria que ele queria comprovar.
Vim cobrar meu ponto e não... O cara descobriu uma forma alienígena. Não comprovei. Tá triste. E o Rocky, eu fiquei na dúvida se ele é uma forma de vida também, né? Extraterrestre. E não ficou claro pra mim do que ele é feito. É xenônio? Então, mas só porque ele não é uma vida baseada em água. Será que ele cumpriu esse propósito dele de encontrar uma vida? É, faz sentido. Talvez sim. Talvez o Rocky seja uma vida não baseada...
Em água. Inclusive, em alguns momentos durante o filme, eu fiquei pensando que ele era uma alucinação. Ele falou, olha, ele tá tendo essa alucinação pra se sentir bem de ter descoberto algo que ele queria descobrir. Nossa, é tipo aquele filme do Adam Sandler no espaço. Já viram aquele filme? Que? Eu não vi. Ah, achei que era o filme. Não, eu achei que era o filme do Astronaut. Eu achei que é tipo o filme da Sandra Bullock. Me esqueci como é o nome do filme agora. Diago Veste Prada?
Gravidade, né? Gravidade, que ela começa a enxergar o companheiro morto pra ela não se sentir sozinha, né? É, então. O filme do Adam Sandler. Isso seria muito comum, né? O astronauta, ele tá sozinho no espaço, mas tem uma aranha gigante dentro da nave dele. Nossa, e é um filme sério ou é uma comédia, mas uma comédia... Cara, é um filme filosófico pra caramba, é muito bom esse filme, cara. Sério? Nossa, eu nem sabia que existia esse filme.
É O Astronauta. Interessante. É outro filme que eu fui olhar, enfim, né, um paralelo aqui, né, mas é um filme daí que aí sim, né, fala sobre essa coisa que será que é real, não é e tal, e tem uma questão filosófica no filme bem legal, assim, um filme interessante do Adam Sandler, olha aí. O Bron vai assistir.
Eu acho que não. Eu já gastei meu token do Troia. Já gastou a ficha, né? Já estão kits, né? E aí você tá lá lecionando, chega uma mulher bastante séria e diz, você é inteligente. Mulher. Quero você pra mim. Do Neida.
Não foi bem isso. É que o Trav sempre vê o negócio com sexualidade, né? Sempre o ponto de vista dele tem sexualidade. O Trav viu devoradores de estrelas pornô. É outro filme, Trav. Devoradores de estrelas pornô. Você vai ver estrelas, é outro filme. O que é uma estrela pornô?
medo de saber o que que é. Sei lá. Um ator pornô, já dizia o cara lá. Pesquisei pra ver. Não, melhor não. Vou pesquisar aqui no oráculo. Estrela, porno. Devoradores de burra. Ah, não. Não. E aí chega e ele é relutante, ele não quer participar daquilo, né? Só que a curiosidade dele fala mais alto e ele acaba aceitando pra tentar ver.
que sim, meu. O cara se sentiu especial. Aquela galera... Aquela galera. É aquela galera que diz assim, ai, não, não, essa aí não é pra mim, eu não sou. Mas no fundo tá muito extasiado. Mas eu discordo um pouco de ti. Eu acho que ele é um cara com uma baixa autoestima, tá? Ele acha que ele não é bom o suficiente pra fazer as coisas. O cara é o Ryan Gosling com baixa autoestima. Pois é, pode saber. E o Troar com tanta autoestima. Obrigado, amigo. Você é um amigo.
Tu vê como nada é justo, né? Pesou o clima Eu acho que ele tem baixa autoestima sim Porque quando ela pergunta Inclusive, desculpa, desculpa interromper Eu vou ter que te interromper porque eu acho nada a ver falar baixa autoestima É baixa estima, não faz dizer baixa autoestima Ou é autoestima ou é baixa estima Não
Não, não, mas é que não é alto de alta, é alto de ser sobre si mesmo. É. Agora faz sentido, a minha vida mudou. A própria estima. Tró sabe disso, ele falou pra zoar as coisas. Quer fazer meu papel aqui no programa? Não admito isso. Não é autoestima, até porque autoestima estaria bem errado gramaticamente. Ah, para, não caiu. É, realmente, a concordância. Seria alta estima, então.
Mas então, concluindo o raciocínio aqui, ele tem baixa autoestima. Ele sugere, inclusive, que tem vários outros cientistas muito melhores que ele. Dá pra ver ali. Ele fala, ah, eu sou um cara que tem doutorado e vem dar aula de bicicleta. Tipo, eu sou um merda. Ele é mecânico, então? Você parece burro! Ele é mecânico, vem dar aula de bicicleta. A aula de bicicleta. Um abraço aí pra todas as pessoas que se preocupam com a natureza, se preocupam com o bem-estar físico e se preocupam também com não soltar gases carbônicos. What?
Qual foi a ligação desse aviso teu? Eu não entendi qual era a ligação. É o pessoal que vai de bicicleta. Vocês estão criticando o pobre coitado de bicicleta. Essas pessoas são realmente boas, iluminadas. Cara, eu vou pro trabalho a pé, então tá tudo certo. É, eu também. Eu tenho lugar de fala. Então usa bem essa fala, então. Eu só não tenho uma bicicleta.
Usa melhor o que tu fala, então tem o lugar de fala que tá meio mal usado. Ah, mas aí a gente tem, vamos pular essa cena e essa parte que tá tendo contato, que eles estão aprendendo a se comunicar. Tem uma paradinha muito legal, que é eles ficarem muito felizes por descobrirem que não estão sozinhos. Sim.
Que um tem o outro, tem o outro, né? Porque o Grace perdeu a tripulação dele e o Rocky perdeu a tripulação dele também, que eram 29 outras pedrinhas que morreram. E por uma sorte dele estar do outro ponto da nave, onde ficava o combustível na frente, onde ficavam os astrófagos, a radiação da luz não alcançou ele e só por isso ele não morreu, porque ele é sensível a essa radiação. Aí já explicou, né? Já explicou o porquê.
Isso foi legal, foi outra explicação legal, uma explicação científica e que é lógica, principalmente, né? O doutor Grace, ele até constatou, eles são super inteligentes para várias coisas, mas eles, por exemplo, não tinham conceito de radiação, eles não sabiam que a radiação existia. Que louco isso, né? E isso foi o que matou eles, né? Agora imagina quanta besteira a gente não tem consciência e é um negócio básico que a gente ainda não descobriu.
Exatamente, isso é legal de conjecturar É, mas eu já descobri O Schlump's, só que eu não falo pra ninguém É isso aí, Bruno, esconde Quanta gente já morreu disso e poderia ter salvado O que é o Schlump's, Bruno? Eu não posso falar, senão eu vou ter que te matar
Uma ameaça foi detectada. Que isso, cara? Ele vai usar schlamps pra te matar, hein? Vai te matar com a schlampçada. Schlampçada, né? Você nem sabe se vai ser dolorido ou não. Calma lá. Aí pegou pesado. Isso é muito legal, cara. Esse aspecto social de que a gente consegue ver carisma em qualquer coisa. É numa pedra.
consiga se mexer, cara. É uma pedrinha, cara, que tem outras pedrinhas coladas nela e só por essas pedrinhas se mexerem a gente consegue... Cara, não é só se as pedrinhas se mexerem. Isso, fala do aspecto artístico, não, cara, não é artístico, isso aí é uma coisa lógica.
É por parecer um cachorrinho, cara. O jeito que o diretor fez aquilo ali é um cachorrinho animadinho, fofinho. É verdade. Oi, não sei o que, eu preciso de atenção. Ah, não sei o que, o jeito que fala também. Tudo isso colaborou pra ficar engraçadinho e fofinho. Porque se fosse só uma pedra de fato se mexendo, não é o suficiente fofinho, entendeu? Então é o fato da animação. Exato. Ele tem a mãozinha, ele tem o pezinho, o caminharzinho.
É, a mãozinha. Ele fazendo o joinha pra baixo é demais, cara. É, meus germes. Muito bom.
Um dia antes de assistir o filme, eu tava no Oráculo fazendo uma lista de umas coisinhas que eu precisava comprar pra minha casa. E aí apareceu uma propaganda de um Rocky pra vender, tipo uma pelúcia. E eu olhei, nossa, que coisa feia, por que alguém ia querer comprar isso, sabe? Uns blocos marrom, um costurado no outro. E aí terminou o filme, eu falei, ah, era um Rocky que eles estavam vendendo, é por isso que o pessoal tava com aquilo dali.
E uma coisa legal é que tem muito efeito prático, hein? Em quase todas as cenas que tem ele é efeito prático.
É, os caras foram pro espaço gravar. Ei, mas é burro! É, não. Do Rock. Assim, a todo momento eu vejo que é mais barato fazer um efeito prático, porque ele é basicamente um fantoche, né? No caso do Rock é uma marionete. O fantoche é o que bota a mão dentro, né? A marionete que tu puxa com cordinhas, certo? Eu acho que é. É real, é uma marionete, então. É, mas a cena do Rock comendo, ele colocou a mão dentro, então.
Fica aí a dúvida. E o que ele come? Ele come pouco de areia? Não entendi direito. É uns metais, né? Parecia um... Nem sei o que é. Uns troços. Umas pedras moídas. Bicho. Tempero. Páprica. Páprica. Aí chega o ponto que o Dr. Gray perde a privacidade dele. Dr. Gray. Ele não consegue nem gravar os vídeos, porque o Rock tá do outro lado da lava e tá... Aham, eles têm a audição muito aguçada, né? Sim, é porque é um sonar, né? É muito bom essa cena, né? Acho que não vai dar certo. O que não vai dar certo?
O bicho lá do outro lado da nave. E eles começam a construir juntos, tentar entender como solucionar o problema que eles estão tendo, né? A questão do problema e a solução, cara, pra mim tanto faz. Se foi ou não foi, pra mim tanto faz. Ah, tinha uma forma de vida lá que combatia os... Como que é o nome? Astrófagos, né? Astrófagos. Astrófagos.
Cara, pra mim isso aí é indiferente. Nem prestei muita atenção nisso. Isso é só uma solução pro resto da trama, né? Sim. Então não dei muita atenção pra isso. Não sei se vocês têm alguma coisa a comentar sobre essa solução do problema, né? Do problema que foi colocado ali no começo do filme. Dos testes de fazer dentro da câmara escura? Não, não. Combateram o esquema. O antídoto lá. É, o porquê que naquele planeta não tinha a questão dos astrófagos não era um problema.
Sim, porque tinha o antídoto lá que era uma bactéria que comia bactéria. Isso. Isso que não tinha.
Isso corrobora com o que eu falei no começo da minha sinopse de eu ver quase como uma doença, porque é uma coisa celular, é praticamente uma bactéria que consome luz, e aí o predador dela é, não sei se é uma bactéria ou um vírus que consome essa bactéria. Era bactéria, né? Como se o universo todo fosse uma célula. É droga. Ele vacinou o planeta dele, então...
Peraí, peraí que o Tro falou uma outra coisa. Não, cara, é aquela coisa de imaginar, né, nós... Como se o universo todo fosse uma célula, por quê? O nosso macro ser o micro de algo, é isso? É só isso que eu quis dizer. Eu não entendi, Tro. Eu não entendi qual é a ligação que isso tem com a cena, tá? Mas tudo bem. Não, não com a cena, mas...
mas com essa parte da narrativa, com essa parte da história, de tentar entender como aquele planeta funcionava, como isso ali, microscopicamente, funciona. Aquele planeta é um organismo. E como isso é no universo, porque tecnicamente, tipo, uma coisa devorando um sol a ser visto de uma forma macro, é uma coisa ali micro também, entendeu? Só isso, é comparar... É o que está em cima também está embaixo. É isso, um abraço.
entendi menos ainda, não sei teleouvinte vai entender o que eu tô querendo dizer às vezes não eu acho que nem o Troar vai entender o que ele tá querendo dizer quando ele se ouvir de novo no podcast quinta lei do Caibalion, um grande abraço não, pera aí, o Troar tá fazendo uns troços loucos pesquisa
Como é que ele tá inventando, como é que é o negócio dele, o Schlips? Atingindo a gnose, hein? Como é que é o Schlips? Nem o Brol sabe mais qual é o nome do negócio. Esqueceu. E vocês perceberam que o risco da missão lá da pesca que eles fizeram pra pegar esse predador do astrófago...
É realmente um risco muito grande porque o planeta que está sobrevivendo ali, ele também é um sol. Então o que eles fizeram foi tentar se aproximar da superfície de um sol para capturar essas bactérias que são predadoras dos astrófagos, né?
Que bom! É, é isso aí. Gostei. É, essa parte, é outra parte que, assim, eu vi como uma parte necessária pro resto da narrativa, mas não foi eu que mais me pegou também. O Galdrinho pensou só na questão humana entre a relação entre... Filosófica? É, né? A relação. Sim, nossa, me pegou demais essa questão. Comunicação e tal. Porque você também ser estranho para uma outra coisa e não a outra coisa ser estranha pra você. Eu acho que ele mostra a perspectiva também um pouquinho ali do rock, né? É interessante isso.
E o Rocky ficou tão apaixonado pelo planeta Terra, com as coisas que o Dr. Grace foi mostrando pra ele, que criou nele também essa ânsia por salvar um planeta que ele nunca viu e que provavelmente nunca vai ver. Eu só achei estranho o Rocky ver imagens na telona, não faz sentido nenhum.
É, porque o negócio é do relevo, né? É, relevo ou vibração. Mas eu acho que tinha uma soluçãozinha da parada ter meio que relevo nas telas. Não entendi direito como é que ele fez, mas teve um momento que pareceu que as imagens estavam com relevo. Só que não explica exatamente também como que isso foi feito. É imagem 3D, né? Não!
Eu acho que não é bem assim que funciona, tá? Imagem 3D. Isso é uma das falhas de roteiro que eu comentei. Uma outra falha de roteiro que eu comentei, que só virou uma falha de roteiro quando chegou o final do filme, foi a questão daquela bolinha que ele criou pra poder entrar dentro da nave lá. E ele fica tipo um...
hamsterzinho girando na bolinha dele, né? Pra ficar fofinho, tia mãe. Ok, eu sei disso, mas não é isso que eu tô criticando. Eu tô criticando que ele fez um dispositivo que dificultava a interação dele com o ambiente alienígena onde ele tava. Eu pensei, tá, mas daqui a pouco é uma limitação, ele não consegue fazer algo diferente disso. E aí muda pro final do filme lá, ele com praticamente uma roupinha que permite que ele mexa os braços e as pernas, e a roupinha fica justa.
Mas você viu que a cor era diferente, ele tinha acesso a mais materiais ali no planeta dele. Eu não reparei isso da cor ser diferente. Era mais douradinho ali, na nave era mais prata. Era um metal diferente. Hum, tá. Usado pra soldar. Ainda assim, a roupa que ele fez pro Grace entrar na nave dele, tinha um pouquinho mais de mobilidade. Não era tanto igual a dele no planeta, mas tinha um pouco mais de mobilidade.
Já resolvi a questão. Não, tinha que ter mobilidade, senão ele ia ficar igual uma estátua, né? Eu entendi a questão artística dele vestir aquela roupa com aqueles formatos pra mostrar que ele tava entrando no mundo que era do amigo dele, do Rocky. Mas ele tinha roupa de astronauta. Então, tipo, ele podia só ter usado a roupa e ido lá. Sim. Como ele tinha feito na primeira vez que ele saiu da nave. É verdade. Mas eu entendi que foi pra ficar aquela cena bonita, com os reflexos no rosto dele, aquelas coisas todas.
Uma roupa nova, né? Quando vê aquela ali, ele não tinha como lavar. Ele pegou uma nova.
É, pode ser. Tipo quando tu vai visitar uma pessoa e ela te dá uma pantufa pra tu entrar na casa dela. É verdade. Exato. Quando eu vou na casa do Tia Mate, o Tia Mate me empresta chinelos pra eu andar na casa dele com o chinelo dele, porque eu não posso andar com meus tênis. Não, mas peraí. Você vai na casa de uma pessoa... Como é que tu consegue calçar o negócio? São umas garras que tem? Não, não, mas peraí. O Troat está sendo...
Se você faz isso, você é um tremendo mal educado. Você vai na casa de uma pessoa com tênis que você andou na rua, andou na calçada suja e você vai querer entrar dentro da casa da pessoa e andar dentro da casa dela com um tênis sujo da rua. É isso. Eu acho que eu só fiz 400 mil vezes isso só na tua casa. Você também é a mesma coisa.
Olha a denúncia aqui, ó. Não, eu não. Sim. Exato. Eu concordo que é o ideal. Você ter ali a sua casa que só tem contato com as coisas é o ideal. Mas a coisa mais comum que existe é ter um carpete, né? Um capacho ali que você esfrega o pé e entra na casa. Tipo, todo mundo entra com um calçado. Mas eu entendo que é legal o que você faz. Parabéns. Obrigado. Vamos valorizar, amiguinho.
Isso me incomodou um pouco, porque na cena do sacrifício, eu pensei assim, cara, por que ele fez uma interface pra ir pro ambiente que é nocivo pra ele? E deu zero mobilidade. A mobilidade dele é dar uma cabeçada pro negócio girar pra frente, sabe?
Que gera todo sacrifício. É claro que eu chorei no sacrifício. Eu achei que ele tinha morrido. Chorou mesmo? Sim, com certeza. Ah, não é pra tanto assim. Eu sou muito mais humano que tu, Troa. Apesar de eu ser um draconata. É que tu já... Me fala um pouquinho sobre os problemas que você está enfrentando aí, cara. O que que tu assustou? Eu acho que nos primeiros 100 anos de vida o Troa foi humano. E depois ele virou outra coisa, entendeu? Ele agora é um doppelganger de humanidade, sei lá. Não consigo explicar.
Eu vou falar que eu me emocionei nessa cena também. Eu jurava que ele tinha morrido. A hora que ele voltou pra... O Grayson voltou a recuperar a consciência ali e foi vendo as marquinhas dele no chão. Eu falei, cara, não. Será? Será que ele morreu? Será que não? Porque ele tinha caído no chão ali, né? Tinha ficado todo queimado ali, oxidado, né? Por causa do contato com o oxigênio. Aí me deu aquela pontinha de esperança. Aí, de novo, ele ficou, entre aspas, dormindo lá. E a gente não sabia se ele ia voltar ou não.
É, por que a gente não sabe? Porque a gente sabe que o filme pode continuar só com o Dr. Grace. Sim, sim. Não podia os dois morrer, porque aí acabou, pronto, beleza. Mas se o Grace sobreviveu, o filme pode continuar, entendeu? Então realmente te gera esse medo do Rocky ter morrido. É acabado pra ele ali, ele é um sacrifício que ele...
Cara, mas uma cena que me deu mais angústia ainda foi a outra possibilidade de morte do Rock. E foi quando ele percebeu que tinha um vazamento naquelas cápsulas que ele tinha feito. Ele falou, puta, eu fiz merda. Foi aquela sensação de eu sou o culpado pelo sofrimento, pela morte lenta e sofrida do meu amigo.
Não, mas peraí, ele não se viu como culpado disso. Eu tive essa sensação. Não, não. É, eu não tive. Não, eu não tive não, o Tia Marti falou que eu não tive. Não, não, não. Desculpa aí. Não, não, não foi isso que eu quis dizer. Repense, repense, Calderon. É que eu digo que ele não viu como culpa dele.
Mas ele percebeu depois que o predador do astrófago, ele conseguiu se adaptar ao xenônio e por isso ele começou a consumir o xenônio. Ele percebeu isso, mas não foi culpa dele ter guardado a parada em xenônio, ele não tinha como saber. Não, tudo bem que não foi culpa dele, claro, não foi culpa dele. Mas ele descobriu e ficou um tempão até o Rocky acordar. Me deu aquela impressão de tipo assim, pô, poderia ter testado um pouco mais, sabe? Poderia ter confirmado um pouco mais.
E teria evitado esse problema. Só que aí a gente fica com essa informação por alguns segundos. E aí ele fala, ou eu vou pra Terra, ou eu vou salvar meu amigo. Na hora eu pensei, cara, já tinha passado as cenas que mostrou que ele foi forçado, né? Pra nave, já tinha passado sendo que todas aquelas cenas que os seres humanos foram belos... Vou usar uma palavra aqui, esdruxo. Mas foram belos bananões. Bananões. Gente, os elegantes. Caraca, Galdrinho, pra que esse... pesado.
Desculpa aí, nesse horário é complicado. Você só tem você e esse amigo que você conquistou aí, o resto não tá se importando com você. Vai no rock. Eu nem sabia que tinha como mandar as navezinhas menores lá pra Terra. Tipo, deixa a humanidade morrer, né? Deixa a humanidade. Eles não merecem.
Mas aí que tá, cara. Eu também fiquei chateado com... Não, você não ficou não, Tia Mati. Não, eu fiquei com ele ter sido mandado à força, né? Que a gente vê no final. E isso é um plot twist, eu achei, porque eu não esperava que isso fosse acontecer. Sim. Aham, eu também. Eu achei que no final ele ia dizer assim... É legal porque ele fica se questionando, né? Da bravura dele, né? Da coragem dele. E no final você vê que ele se questionava por isso.
Porque ele não foi porque ele quis. Aham. Aham, ele foi um covarde. Ué, aqui, ó, foi extra. É.
covardia, né? Tá, mas peraí, eu tenho uma perguntinha pra vocês. Se vocês acham que ele pretende voltar pra Terra ou pretende ficar lá? Eu acho que ele não vai voltar. É a pergunta que fica em aberto, né? Se ele vai voltar ou não. Sim, é. Mais importante que isso é o paralelo entre a amiga dele na Terra não dar tempo pra ele, dar três horas pra ele escolher e o Rocky falar pra ele, cara, leve bastante tempo pra decidir. Sim, sim.
Ah, tem esse paralelo aí mesmo. Agora eu percebi falando, eu não lutei na hora lá. Muito bom, muito bom.
Será que ele recebe lá pra ensinar as pedrinhas? Até num planeta alienígena ele ganha mais do que os professores brasileiros aqui, né, Troy? É uma vergonha isso. Acerta a indignação! É uma vergonha. Como é que ele sobrevive? Como é que ele come lá? Faltou explicar isso aí. Cara, os caras fizeram a praia pra ele. Eu vou fazer um peixinho de tofu ali.
Cara, e tem mais um detalhe, né? Que é arriscado ele voltar agora, porque ele mandou as sondas lá, mandou os Beatles de volta, só que ele não sabe se chegou. Então é capaz dele fazer toda a viagem pra voltar pra Terra de não sei quantos anos, ele chegar aqui e o planeta desse, do seu celular, ter acabado. Nossa! É verdade! Tem esse detalhe. Ele não sabe se ele salvou a humanidade ou não. A gente sabe que a gente vê as sondas chegando na perspectiva.
mas ele não sabe. Tá, mas será que a galera não tem tecnologia suficiente pra conseguir fazer a comunicação? Não, comunicação eu acho que não, porque levaria anos pra chegar, mesmo na velocidade da luz, tanto que ele teria que ficar em coma induzido de novo pra poder chegar. É, que pela nave eles são muito mais avançados que a gente, né? Então se os cientistas deles lá conseguiram fazer a nave... Aí que tá, não necessariamente, porque como o Chiamatti citou aqui, eles não sabiam de radioatividade, mas sabiam de outras coisas, então são evoluídos em algumas partes mais do que o ser humano.
Mas de viagem espacial são mais do que a gente. Eu acho que a nave dele chega mais longe porque todo combustível que o cara precisava pra poder voltar pra Terra que ele não tinha era só seis anos a mais de viagem que o Rocky ia precisar fazer, né? É. Exato, exato. Eles são muito mais do que a gente. Tem esse detalhe. A nave é bem mais rápida também.
E eles moram provavelmente bem mais longe também, né? Ah, daí não se sabe. É, não dá pra saber. Não, não. Mas dá pra tu ter essa referência, porque justamente por ser seis anos a mais só pra ele, pra voltar pra Terra, isso dá toda a distância que o Dr. Grace tá da Terra, já mostra que eles moram bem mais longe, que a nave é bem mais rápida, né? Mostra essas duas coisas. Se tu pensar matematicamente, né, na referência.
É mais ou menos, mais ou menos. E isso é uma coisa legal também de comparação, porque o ser humano, ele tende a imaginar, por exemplo, civilizações mais avançadas, tecnologicamente, e ele pensa numa progressão que é cheia de pressuposto. Tipo, isso depende disso pra acontecer. Essa tecnologia surgiu por causa disso, isso surgiu por causa disso. Porque a gente tem uma visão muito na Terra, né? Tipo, o que aconteceu na Segunda Guerra Mundial fez muita coisa da tecnologia de hoje surgir. A gente tem uma ideia de que as...
cobertas geraram isso. Pô, eles têm uma nave, só que eles não passaram por conhecimentos que a gente passou. Tecnologicamente, talvez eles nem tenham, tipo, essa coisa de internet, sabe? Isso pra eles é uma coisa meio bizarra. Porque eles evoluíram, eles, cara. O Rocky é um computador, ele é um supercomputador, ele tem uma memória, guardar qualquer coisa sem perder...
Isso você tá conjecturando na tua imaginação agora que ele pode ser isso, né? Porque o filme não explica isso em nenhum momento. É, ele questiona, tipo, que a memória do ser humano, por que que tu tem que lembrar disso, não sei o quê, que ele não consegue lembrar das coisas, sabe? Ele brinca com isso, ele diz assim que, tipo, eles lembram de tudo. Tipo, ele fala isso no filme, não fala como... Eu não me lembro disso. Mas fala, ele faz uma piadinha sobre a memória do ser humano ser fraca, alguma coisa assim, sabe? Ah, eu não lembro. É muito legal ver isso, porque dá a impressão de que...
Me perdi agora o que eu ia falar. Peraí. Me esqueci, cara. Pra você ver, cara. Você esqueceu, né? Olha aí. Não, não. Eu queria falar sobre... Ele estava certo. Sobre essa comparação, né? Então, da mesma forma que tu pode ter vidas que surgiram de outras coisas que não é a nossa, da mesma forma tu pode ter vidas que enxergam o mundo de uma forma que não é do jeito que a gente enxerga, também tem vidas que evoluíram de outras formas que não da forma que a gente evoluiu.
Então, é difícil a gente conceber isso, cara, porque a gente imagina só a partir do nosso mundo.
Isso é louco. Não precisa nem imaginar como seria conhecer uma forma de vida de outro planeta. É só você atravessar o hemisfério, cara. Vai, sei lá, pro Japão. As diferenças culturais que a gente tem de seres humanos que só não... Daqui a pouco não tiveram as mesmas referências exatas que a gente teve do lado ocidental. Já criam uma parada que muitas vezes é completamente diferente, entendeu?
A gente não precisa ir tão longe pra ver o quão diferente as civilizações podem ser uma das outras. Cara, a gente tem países que são vizinhos e as pessoas falam línguas diferentes. Aqui na guilda, né, cara? Quantas pessoas diferentes a gente tem, né? É, exatamente. Então, isso é muito interessante de ver, sabe? Ao teu redor tem muita coisa diferente, que é completamente diferente de como tu viu, porque é de uma perspectiva que tu nunca enxergou também. Significado da palavra alienígena, de acordo com Galdrinho.
É o que vem de fora. Ah, sim. Isso aí. Um estrangeiro no Brasil pode ser um alienígena. Só que a gente pegou o costume de chamar extraterrestres de alienígenas. Ah, é porque é alien. É o que é além. Mas o significado da palavra alienado. Ali. É que tá ali. É que não tá aqui. É alienígena. Ei, mas é burro! Ali, exatamente. Um amigo meu com o apelido dele era alienígena. Um abraço pro alienígena.
Eu não vou apertar porque o teu amigo era lelígido, que é provavelmente a parte que vai precisar ser cortada. Era bem alto e magro, é meio estranho. Pior que na escola tinha o ET1 e o ET2.
na minha sala. Tentaram me batizar de ET3, mas não pegou. Isso é a sua versão da história, né? Você contou pra gente. A escola é ofica, tem muito bullying. É complicado. Tá, e por falar em ser longo, em ser grande, vocês acharam que o filme demorou mais do que ele deveria? Cara, uma das coisas que eu achei maravilhosa é que eu não vi o tempo passar com esse filme. Eu queria mais. Eu queria mais também. Cara, pra mim foi ok. Mesmo sendo grande, eu não percebia. Eu não percebi que era grande.
Eu tava um pouquinho cansado quando eu vejo que ele vai voltar pra salvar o que apresenta, né? O dilema de voltar pra salvar o Rocky. Falei, caraca, eu achei que o filme ia acabar agora. Vai ter mais, sei lá, meia hora de filme pra explicar o que que acontece depois. E aí eu senti uma barriguinha, assim, mas não foi muito também. Foi, no overall, assim, foi uma experiência 9 de 10. O cara já tá dando nota. Caraca. Vocês são muito felizes.
Ou seja, é 4 e 5, né? Não, é 4 e meio de 5. 4 e meio, pô. O filme começou bom em matemática. 2 e meio.
Vez um. Diga. Legal.
Diga! E daí já dá pra gente esquecer de Interestelar e agora ficar só com Devoradores na nossa memória limitada. É. Pois é, cara. O final de Interestelar é uma coisa espetacular. Eu acho muito diferente ainda. Por mais que a vibe seja a mesma, eu acho duas histórias totalmente... Não, a vibe é totalmente diferente. Calma lá. A vibe, assim, de espaço, de... Uma vibe indescritível. Essa vibe que eu falei de estar no espaço, de se passar no espaço.
Não, daí é qualquer coisa. Mas daí é você que tá falando. Sim. A minha opinião é outra. Normalmente quando a minha avó sai é porque eu falo.
Esse filme é um filme, realmente, dá aquele aquentinho no coração no final, né? Você fala, pô, se resolveu, tá tudo certo. Por mais que você tenha a questão de, ah, ele voltou, não voltou, tanto faz. É uma decisão dele depois, independente da escolha, tá tudo certo. O Interestelar, não. A sensação do final é diferente, né? A sensação do vazio no Interestelar fica um pouco mais presente, né? Sim, é um filme que tem uma forma contemplativa, uma forma de lidar diferente.
E esse é um dos pontos que eu falei do porquê que ele é mais good vibes, esse filme. Porque o Interestelar, ele termina triste, né? É, eu tava com medo desse filme terminar triste, cara. Tava muito apreensivo. O astronauta no Interestelar, ele salvou a humanidade, mas ele perdeu tudo que ele tinha, né? Esse não, ele não tinha nada e ganhou tudo no final, né?
Ele não tinha pra quem voltar O compromisso dele de enviar as sondas Ali era um compromisso mais Patriótico, digamos assim Dele para com os terráqueos E tal, do que de fato ele ter alguma Vida que ele realmente achava muito Relevante e queria salvar, porque as poucas Pessoas que ele considerava, que talvez Eu acho que fosse a líder da missão ali Foi a que traiu ele, né? Sim, sim O segurança que tava sempre junto com ele lá durante a pesquisa Também traiu ele, então ele foi mais Fez pelo dever, mas não Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo Mas dá-se no próximo
porque ele, de fato, se importava tanto assim em salvar. É, eu concordo. Dá uma baixada na vibe agora. Que tristeza. Tem mais uma questãozinha, né? Se ele voltasse pra Terra, vamos dizer que deu tudo certo e que as sondas chegaram e resolveram o problema da Terra. Até dar o tempo dele chegar, todas as pessoas que ele conheceu já teriam morrido, né? Então ele realmente ainda assim não teria ninguém. Ia estar a neta da mulher lá. Ia estar a neta da mulher que era uma criança quando ele deu aula, sabe?
cara, mas é que os bichos, eles são muito bons eles não iam fazer um troço igual que a gente ia fazer lentinho é uma nave bala, entendeu? que é super rápido nave bala tem o trem bala, a nave bala e sobrou, tirou da imaginação dele, né? porque o filme não dá nenhum indício disso, né? como não, os caras são altamente geniais lá a nave dele, cara, a diferença da nave dele pra nossa já é espetacular é
De onde que você tirou? Mas é que tá, Bruno, são tecnologias diferentes. Não quer dizer que uma é melhor que a outra. Ah, o jeito que ela lida com a física, a nave deles é diferente. Sim. Trouxe uma bala. Parece que não existe inércia. Como que o Grace alcançou a nave deles, então? Me explica. Alcançou pra salvar o Rock. Porque a nave tava parada lá. Mas tu tá errado. Tinha acabado a gasolina, cara. Não é isso que mostra o filme, cara. Não, não tinha nem energia na nave, meu. Ela tava parada, a deriva.
tivesse acabado a gasolina, eles estariam mortos porque ele não ia ter como chegar até o planeta do Rocky, cara. Não faz sentido. É verdade. Não, peraí. Então, o Rocky tava numa velocidade e ele conseguiu chegar no Rocky. Não é possível? Exatamente. Sim, pô. Foi isso que aconteceu. Não, eu vi outro filme, então.
O que eu imaginei? Tava tudo apagado quando ele chegou, a nave tava à deriva, o Rocky tava ali só esperando pra morrer. E ele chegou com o resto da gasolina dele lá, botou na nave do cara e foram super rápido. Pior que eu tive uma impressão também de que a nave tava parada. A gasolina quer tirar só seis anos de viagem deles. Era só seis anos, cara. O Gray se usou pra ir um pouco, voltar e chegar nele. Não, não bate a conta, não faz sentido.
Não, mas os seis anos, tu não sabe se é os seis anos dele ir pra Terra. Não, não, é os seis anos dele. É dele de onde ele tava indo pra lá. Não, é os seis anos humanos, porque é o Grace que tá falando isso. Qual é o resto? Um ano só? Ou quatrocentos? Tu não sabe? A gasolina que ele ia gastar pra voltar pra Terra, só ia atrasar o Rocky em seis anos na viagem dele de volta para o planeta dele. Isso. Sim, e qual é a viagem total dele? Menos seis.
Com certeza é mais do que seis anos. Então entende-se que a nave é mais rápida e que ele mora mais longe do que o Grace. Pode ser um dia. Daí ficou um dia e seis anos. Sei lá, entendeu? Alguma coisa louca assim. Claro, com certeza é essa a lógica que ele pegou. Ele não ia com a nave dele conseguir buscar a nave do cara lá. E isso é certo. Eu não sei quanto tempo, mano. A nave tava à deriva. Pra mim isso foi uma falhazinha de roteiro, sabe? Parabéns, é. Foi descoberto mais uma falha de roteiro aí.
Vocês estão estragando o filme pra mim. Mas você falar que o cara não tem combustível não faz o menor sentido. Isso é uma falha do teu roteiro, Brown. Ele com uma nave super rápida que a gente viu que ele demorava um tempão pra conseguir avançar um pouquinho e a nave do carinha já tava lá. Tu acha que a nave dele a toda velocidade indo lá o cara ia conseguir buscar ele? Ué, conseguiu. Tá no filme, pô. Não tá no filme. A nave tava à deriva, sem energia, meu.
Mas aí tu cria outro problema, porque daí não ia ter como chegar no planeta dele, cara. No planeta do Rocky. Mas, cara, ele foi fazendo... Ele fez uma chupeta. Ah, bom, então assim sim.
estragou o troço é outro filme depois da chupeta o combustível como é que fica uma coisa que eu ia comentar é que não necessariamente eles estavam indo em direções completamente opostas tem mais esse detalhe é sim, claro ele pode ter imagina que tá partindo de dois catetos de uma hipotenusa ele pode quebrar o caminho e tentar encontrar o cara no meio cara, eu imaginei exatamente isso na minha cabeça durante o filme não, vocês são Einstein agora somos
E antes de conquistar o mundo inteiro, ouça atentamente um anúncio importante de mais um patrocinador. Oi, eu sou o Darim, falo de Franca São Paulo e sou apoiador da Guilda do Dragão Careca. O melhor podcast para você ouvir enquanto faz uma caminhada na natureza, toma um café bem gostoso ou assalta um banco. Venha fazer parte você também desse grupo. Link na descrição.
E pra encerrar esse episódio, primeiramente a gente vai fazer o praxe, né, que é da nossa nota aqui em pontos de XP pra esse filme. Vai de 0 a 100 pontos de XP. Eu já vou dar 90 aqui e é isso aí. Vai lá, bro.
Não, 90 de 6, meu Deus. Ah, assim, Tia Mate, o que eu vou te dizer? A nota é minha ou é tua, ô, Bruno? Só pra saber. Rapaz, o Moreno tá ignorante, cara. Não, deixa eu falar. Calma aí. Tu já falou outra vez, agora é minha vez de falar. Calma aí, cara. Não fala uma vez. Não fala por si. E aí, Tia Mate, eu gostei bastante, tá? Gostei bastante. Foi um filme muito bom. Eu poderia falar que ele é um filme da Sessão da Tarde. O que é isso?
Mas talvez seja muito, assim, de... Muito bom. Logo em seguida, é um filme da Sessão da Tarde. Vocês não podem desconsiderar a Sessão da Tarde. Era uma coisa legal.
nem sempre. Não, tinha muito filme ruim que passava na sessão da tarde que era barato pra emissora comprar. Mas ele é uma coisa legal, uma coisa lúdica, não é uma tela quente, não é um super cine. Faz a musiquinha do super cine aí, Troy, pra nós. Eu acho que é um super cine esse filme, cara. Faz aí, Troy. Errou! Ah, não, esse é do... Não, esse é o... Ah, não, é tela quente? Não, super cine. Não existe isso. Ah, como é que eu lembro, cara.
Isso é sessão da tarde Pois é, não, é sessão da tarde Tá bom, obrigado E aí eu acho que ele seria uma coisa mais lúdica Mais legal, mais good vibes Mais positivo ali, vamos lá Coisa boa, e eu acho que esse tipo de filme Ele tem que ser valorizado, tá? Tem que ser valorizado e eu valorizo ele Com uma grande nota de 74 pontos E aí
Nossa, que horrível, cara 74 é muito bom, cara Pelo amor de Deus É, Brom, eu já vi tu dando nota maior pra um filme bosta aí, hein Aí tu dizer que... Não, não teve nenhum, eu sempre sou honesto e justo Vou puxar a quinta Game of Thrones pra mim é 90, entendeu? Então ele é menor que... É, 10 é sempre Game of Thrones pro Brom Qual que é 10? Qual que é 10, então? Ainda não teve 10 é perfeito, 10 é o Pelé, entendeu? Não tem Pelé ainda
Não, não, agora acabou de dizer que é 9, o Game of Thrones, ele não tem o 10, tá ligado? Então o Game of Thrones é um 10, é isso que a gente chega no ponto. Não, na tua cabeça limitada. Qual que é o auge? A melhor coisa que você já assistiu, bro, de cinema.
Melhor, putz, mas daí não é o tópico agora, né? Caraca, eu tô não... Eu vou pensar, vou te mandar uma carta... Vou ver se eu te aviso. E a gente discute depois. Eu não tenho pra dizer agora, assim, pá, o filmão 10. A melhor coisa que eu já vi na vida inteira. Não. Cinema. Um filme 10. Deixa, deixa, senão a pessoa vai ficar com duas horas, deixa. Não é assim também. Cara, o Retorno do Rei pra mim é um 10, eu falo muito fácil isso.
Pra mim, Senhor dos Anéis, entra fácil também no 10. Máximo um 92. Matrix, o primeiro Matrix, 10 tranquilo pra mim. Não, meu Deus do céu. Ah, também, é um 10 pra mim. Vocês não têm referência de nada.
um 10 pra ele. Não, eu falei que não tem, eu sei o que que é, mas não tem ainda. Não, os dois não tem, como é que tu sabe o que que é, pô? Cara, o 10 é perfeito, tem alguma coisa perfeita, perfeita, é tudo certo, não tem nenhum erro. Tem? Tá, Brão, então tá, coleca o filme 9 pirco, 9 pirco, 9,9. 9 pirco, pronto, ah.
Nove Pirco. Nove Pirco. Nove Pirco. Eu vou ver que tu tomou a palavra, não é? Qual que é o filme? Qual que existe o filme Nove Pirco aí pra nós? O que que eu falei? O que que é Pirco, meu? Agora existe. Você acabou de inventar. Nove Pirco. Nove Pirco. Nove Pirco. É quando a pessoa tá... Sei lá. Parece um sotaque da pessoa falar... Já perdeu tudo, mas nada ajuda. O filme é Nove Pirco. Tu aconcega.
Daqui a pouco cai morto aqui. Cara, eu vou fazer aqui, ó, porque o Tia Mati trouxe a nota, que é boa, que é o do 90 Pirco. Pra mim, cara, 9 Pirco. Pra mim é o filme que ele tá ali naquela faixa de filmes memoráveis pra mim, que me trouxe uma experiência boa. É um filme existencial, mas é um filme leve, como o Bruno Farou. Outra vez? Farou. Caraca, eu tô com R. Caraca, eu preciso fazer um troço aí de fono, hein? 9 Pirco.
Eu cheirei esse filme aí, é muito bom, tem cheirinho de estrelas solitárias. Eu entendi o que o Bronquist dizia com o negócio de Sessão da Tarde, que é o negócio do filmezinho gostosinho que dá uma coisinha, né? Isso! Não tem que ficar raciocinando, não sei o que. Não, não, não, para, calma lá. Não, tem, tem. Agora... Não, não tem.
tarde seguinte vai fazer todo mundo discordar. Vai fazer embora, né? Sessão da tarde vocês acham que é uma porcaria, não é porcaria. O Karate Kid é legal e a sessão da tarde também. Ele fica pensando qual é o tamanho do absurdo que ele pode falar. Vou falar aqui, hein? Vou cantar a pedra.
Eu não sei se o Ryan Gosling não vai ser indicado ao Oscar de melhor ator por causa desse filme. É possível, é possível. Não é pra tanto assim, pá. Ah, sim. Vai bem, então. Você tem que saber o limite de vocês. E o coadjuvante vai ser o The Rock. Podia ser a voz do The Rock, né? Erraram nisso. E a voz do Stephen Hawking, né?
Eu acho muito legal. É verdade. Eu vou dar um 90 de XP também pra esse filme. A nota 90. Meu Deus. Que é perfeita pra esse filme. Porque ele tá nessa faixa. Um nove pirco zero. Nove pirco. Muito bom. Cara. Eu não sei o que o pirco. Porque ele não significa absolutamente lá. Ele não tem uma forma, né? Tipo, o que é um pirco? Um pirco.
Então, dada toda a suspensão de descrença precisa e necessária pra esse filme, os pequenos defeitinhos que pra mim na hora de assistir foram irrelevantes, a sensação de bem estar que esse filme trouxe, as reviravoltas ali, foram várias durante o filme, eu gostei muito disso. Eu vou dar uma nota aí fácil, 9, Pirco 2. Ah, não é possível. Agora é canônico, o Pirco é ponto.
O Pirco é ponto a... Poxa, reduzir o Pirco ao ponto. Você, teleovinte, dê sua nota aí nos comentários pra gente. O Pirco é muito mais do que só um ponto falando errado do Troll. O Pirco é uma coisa nova que o Troll criou. Você aí pode mandar um pergaminho falando o significado de Pirco. Que a gente vai passar a usar agora aqui. Pergaminho. Vem pra gente o que é isso aí que o Troll... Porque eu não sei.
ajuda o Itamar a descobrir ai caralho a gente falou de linguagem que o Itamar colaborou é
O universo é mesmo algo misterioso a ser explorado. A floresta aqui nos fundos da guilda já é. Imagine então a vastidão do Além das Estrelas. E enquanto estou aqui nessa relva ao entardecer, olhando para esses pontinhos brilhantes que surgem no céu noturno, fiquei pensando nessa conversa que tivemos e acabei me lembrando da vez em que nosso grupo recebeu um chamado de um lugar muito distante.
Era noite quando armávamos acampamento numa clareira próximo a uma região dos vales ao sul do reino. Eu terminava de trazer os gravetos e Tiamati iniciava o fogo. Galdrin verificava os mantimentos e Bronn vasculhava os arredores para ver se não tinha nenhum predador por perto. Tudo como de costume.
Antes do sono bater, ficamos falando sobre coisas da vida, sobre mistérios, até que entrei no assunto sobre vida alienígena. Vocês sabem que o Troacla é de QT, né?
Eu gosto, cara. E em meio a cochilos do Bron e expressões céticas do nosso amigo Draconato, enquanto as minhas histórias decorriam, Galdrinha acabou se afastando pra fazer suas necessidades, dizendo que ia soltar algo. Ok, não precisa comentar, né?
Tempo depois, no ponto alto de minhas histórias, alguma coisa ali chamou nossa atenção no céu. Caramba, que vagalume grande. E não podia ser um momento mais propício para aquilo finalmente acontecer. E foi emocionado que, como um bardo, eu peguei a minha viola e comecei a narrar o ocorrido.
Será que a nave veio nos visitar? Uma luz iluminou e depois se aproximou. Vem lá do alto pra nos observar. Pode pousar bem aqui, pois eu quero descobrir.
Quando descer acham que eu vou. Me leve para onde você for. Depois. Depois. Eu acredito que vocês são bons. Tão simples como a soma de um mais um é dois.
Então a nave começou a piscar E ela foi descendo ali Parece tão pequenininha Era só uma pipa que o galdrinho foi soltar Que tinha só uma luzinha E a decepção é minha
Fui enganado, não sei nem o que pensar O grupo me zoando aqui Mas eu nunca vou desistir
E mais um episódio chega ao fim. Esperamos que tenha sido uma ótima aventura. E se você quiser descobrir mais sobre o grupo, é só entrar nos links na descrição do episódio. Foi muito bom ter a sua companhia até aqui. Mas agora o Bardo se despede. Obrigado por nos acompanhar e até a próxima!