Comentando os Comentários #71 – Ep. 92 Pensamentos Intrusivos
Comentando os Comentários #71 – Ep. 92 Pensamentos Intrusivos
Olá Amigos e Inimigos do Papo Delas!
Conforme combinado, graças aos nossos apoiadores, temos o Comentando os Comentários #71 – Ep. 92 Pensamentos Intrusivos. Neste episódio, Cafeína e Patsy exercitando a arte do bullying e da gratidão com vocês #OuvintesIncríveis !!
Não deixem de ouvir nossos recadinhos no final do episódio. Afinal, agradecemos a todos vocês ouvintes!
#papodelaspodcast #podcast #mulherespodcasters #ouvintesincríveis #2026
Porque Quem ama ouve, quem ouve comenta!
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Cafeína
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Cafeína
Patsy
- Pensamentos intrusivos· SociedadeMedo de baratas e lagartixas no escuro·Pensamentos sobre espíritos·Diálogos internos vs. pensamentos intrusivos
- Impacto da tecnologia na atenção· SociedadeCrianças sequestradas por dispositivos eletrônicos·Perda de paciência para ouvir histórias·Crianças isoladas em telas·Crises de ansiedade por consumo de mídia em 2x
- Experiências Gastronômicas· CulturaRestaurante árabe Albeit Arabi·Origem da expressão 'Parabéns pra quem te fez'·Pratos suculentos e tenros
- Copa do Mundo e Futebol· EsportesCopa do Mundo·Copa do Mundo·Copa do Mundo·Dificuldade em ver o Brasil campeão novamente
- Prosopagnosia· SaudeDificuldade em reconhecer rostos·Não responder a chefe por não reconhecê-la
Tá começando mais um comentando comentários do Papo delas Podcast.
Let it go!
Ai, Paty, mais um dia cansada. Tomei vacina, tô arrumando a voz aqui.
Teve que enfrentar antivax, né, café?
Ah, que delícia! Como é gostoso!
Ô nega, mas te falar, eu tava pensando a gente tentar mudar a musiquinha de abertura ou alguma coisa assim. Fazer uma inserção com uma musiquinha nova. O que que tu acha?
Nova do quê? Você quer que existe ou quer inventar uma?
No caso, eu, eu fiz uma letra aqui.
Sério?
Fala, vamos lá. Papo Delas Podcast, vamos começar aqui comentando os comentários para a gente poder te ouvir, mande o seu recadinho para o nosso email, irmão, que é contato@papodelas.com.
Let it go, let it go. Ai, vou ter que ter uma habilidade aqui de DJ, fazer um autotune nisso.
A parte boa é que a edição é com você.
Ah, eu vim antes. Vamos, vamos ver. Não sei se para esse, mas vamos fazer essa vinhetinha. Bora lá, vamos lá.
Você está ouvindo Papo Delas Podcast.
Olá, amigos e inimigos do Papo Delas! A gente tá voltando aqui com comentando, comentando Esse já é o 71. Sim, no mês do desgosto, que delícia! A gente vai falar sobre os pensamentos intrusivos, aquele episódio com a Neura que foi legal, foi um recorde de audiência. Muita, o pessoal que gosta da Neura também entrou e ouviu a gente, vocês também, mas teve poucos comentários grandes sobre isso. Pode ter vindo do Patriciando Bastante, né, que você começou aí com vlogs da hora, teve do Café com a Tia, mas eu acho que as pessoas não entenderam muito os pensamentos intrusivos, ou os nossos que foram muito loucos, né?
Assim, eu acredito que as pessoas até têm muitos pensamentos intrusivos, mas talvez tenham ficado com vergonha de compartilhar.
É verdade. Sabe que ontem mesmo eu tava pensando, putz, eu tenho um pensamento intrusivo todos os dias que eu não sei nem como explicar. Mas entre o meu banheiro e o quarto, à noite eu termino de tomar banho, aí eu desligo a luz e fecho a porta do banheiro. É um passo até a porta do quarto que eu tenho que abrir. Esse momento, esses 5 segundos no escuro, eu penso, e se cair uma barata em cima de mim? E tiver uma lagartixa na porta, eu pôr a mão.
E toda noite isso acontece, toda noite. Aí você me pergunta: não era só ligar a luz e eu vejo que não tem lagartixa ou barata? Não, eu faço isso no escuro e fico com medo e entro rápido para o quarto.
E se você acender a luz, quando você apagar, você vai pensar: e se a barata apareceu agora?
Aí na hora que eu apagar, entrar no quarto, e se tiver do outro lado da porta uma lagartixa? Eu sempre penso isso, é um pensamento intrusivo, eu não sei o que fazer com isso.
O meu, a minha linha de raciocínio nesse trajeto de banheiro até o quarto é espírito. Às vezes, se eu tiver com um pouquinho menos de sono, eu penso: é nessa que vem alguém. Aí eu saio vazada.
Ah não, pra mim é super tranquilo, pode vir espírito. Eu não quero lagartixo nem barata.
Entendi.
A gente vai começar com os comentários lá no site. Apareceram lá no site, Paty. O primeiro comentário lá no site papodelas.com, tudo junto, que tá uma gracinha, a gente tá mantendo esse site, foi do Takaman. Ele Elo colocou no post do Pensamentos Intrusivos, episódio 92: Olá, lindezas da podosfera, como estamos? Ai, Taqui, você tem 20 minutos? Confesso que não me lembro de nenhuma situação engraçada ou vergonhosa por conta de pensamentos intrusivos.
Acredito que até não tenha muitos. Agora, quando se trata de diálogos na minha cabeça, eu mando bem. Acho até que é por conta do excesso de diálogos na minha mente que falta espaço para pensamentos intrusivos. Isso é bom ou ruim? Confesso que não sei. Beijo, Paty. Beijo, cafeína. E beijo, Neura. E aí, diálogos na cabeça é intrusivo, Paty?
Assim, eu não trataria como pensamento intrusivo. Mas ao mesmo tempo, se você parar pra pensar, os nossos pensamentos intrusivos, eles começam de um diálogo interno, né?
Pois é, essa coisa de: e se tiver uma barata, uma lagartixa enquanto eu tô nesse pássaro escuro aqui? É um diálogo também. Mas é eu falando comigo? É provável que Eu não sei, é um pensamento.
Mas aí tem um ponto, uma coisa é a voz da sua cabeça falar com você, outra coisa é você responder a voz da sua cabeça.
Outra coisa é eu gritar, né?
Ah, barata! Exato, uma coisa é você pensar assim, será que tem uma barata aqui nessa parede agora que eu apaguei a luz? Outra coisa é você pensar isso e você responder pra si mesmo, como assim, cafeína? Para de pensar nessas coisas, tá maluca, cara? Que barato o quê? Aí é outra história.
Outra coisa é eu entrar correndo no quarto por causa disso.
Sair empurrando tudo, brum, brum, brum, brum, brum. É esse o meu ponto.
Entendi.
Entre o que você pensa e você conversando.
E também tem lá no Café com a Tua Tia número 3, Paty, lá no site.
E o comentário foi do Darley Santos, onde ele comentou: Não tinha reparado nisso. Quando criança, eu gostava de conversar com os mais velhos da família e conhecidos. Eu e um colega da escola compartilhávamos esse hábito. Mas hoje uma criança fazer isso é meio difícil, pois a atenção dela está sequestrada pelos dispositivos eletrônicos. Mas a questão do podcast não é essa, né? É sobre os adultos ou adolescentes que não têm mais paciência de ouvir uma história ou caos completo, né?
Pois sei lá o quê, estão perseguindo pequenos momentos de grande sensação. Caraca!
É, nesse café com a tua tia eu tinha comentado sobre que na nossa época, pelo menos na minha bolha, na minha geração, a gente ficava no meio dos adultos ouvindo história.
Sim.
E hoje eu reparei os filhos de amigos, quando a gente vai na casa, em lugares e tal, que eles ficam separados. Não existe mais isso, eles quererem sentar lá e ficar ouvindo a história dos adultos, né? Pra mim, tinha uma conotação de fofoca. Tipo, ai, eu vou ouvir o que a vizinha falou, vai falar com a minha mãe, sabe? Eu gostava de ficar lá sentada ouvindo. Mas talvez seja só eu, ou só minhas primas, meus gajos que gostavam ali, né?
Mas eu via que a gente falava na escola, tipo, ai, ontem foi o meu tio lá e ele ficou falando. A gente tinha isso. E eu não vejo mais hoje os pais incluírem as crianças. Tem um churrasco na casa, tem um almoço e tal, aí a criança fica tudo separada.
É assim, quando eu era menor, eu tinha isso de querer estar com os mais velhos. Gostava muito de estar com... Tinha um casal de vizinhos idosos da minha rua. Eu amava ficar com eles. Quando minha mãe ia pra rua ficar com a minha tia Ivete, que é a melhor amiga dela, minha mãe ficava sentada no portão com a minha tia e eu andava, tipo, 3 casas depois da minha e sentava no chão e ficava conversando com esse casal de idosos que ficava na cadeirinha deles.
Mas eu gostava de conversar porque eu queria falar das minhas coisas, meus problemas de criança, ouvir eles contarem as histórias deles, mas não era numa conotação de fofoca igual você tinha, era mesmo que eu gostava de conversar com eles. Agora, hoje em dia, realmente, as crianças elas ficam restritas a telas, né? Nem que elas ficam separadas, elas ficam até entre si separadas, é cada criança com um tablet, um celular na mão, e todas elas olhando.
É, elas não conversam entre eles, é verdade, né? Além da fofoca, eu lembro muito que eu gostava da minha família, delas contarem da vida delas. Então minhas tias ficavam assim, ai, a Avelina, quando era criança, ela fazia isso e tal. E eu achava mó legal, tipo, ah, é? Ela fazia isso? Que legal! Eu gostava, era um... sei lá, não existe mais isso, né. Eu acho muito estranho.
Isso era uma forma de você desenvolver...
Saber a história da sua família, né. Hoje a gente sabe tudo que elas viveram, que elas tinham um monte de história e tal. Hoje as crianças não vão saber o que seus pais fizeram quando era criança, sua avó fazia. Não sabem. E aí vem aquele papo do adolescente, vai, não é da minha época, não sei.
Exato, porque você não cria mais esse vínculo de reconhecimento de uma brincadeira que você faz hoje, que é uma brincadeira que seus pais faziam e eles te passaram. Ou no máximo que você pode acontecer em algum vídeo viral da internet, de TikToks da vida, a pessoa fala assim, você conhecia essa brincadeira da década de não sei qual? Aí mostra uma brincadeira óbvia que você saberia se você tivesse conversado com seus pais.
Sim, sim. E aí eu culpo os pais, que geralmente são da minha geração aí, 40+, aí que estão meio mais displicente nisso assim, não tão puxando. Depois de adolescente é difícil puxar mesmo, aí você já perdeu, né?
Sim.
Mas desde pequenininho fazer ficar no meio, é que ninguém mais tem saco. Ó, hoje mesmo eu fui tomar vacina e aí eu vi, tinha dois pais ali com dois meninos, estavam brincando lá todo encapetados, bababá bababá. E aí eles, ai, a tia vai ficar brava, ai, não encosta na tia, aquela coisa dos pais. Aí de repente uma mãe tirou um celular Colocou um desenho e falou, tô assistindo vocês dois.
E aí eles sentaram.
Sentaram que nem um anjo, resolveram o problema. Aí eu pensava, como é que minha mãe fazia? Não tinha isso. Ela simplesmente olhava pra mim e eu ficava quieta, era isso.
Não, e assim, uma coisa também é que da mesma forma que essas crianças, elas estão se desenvolvendo num mundo de estímulos extremos para todos os lados e memórias de 5 segundos. A gente que é adulto, a gente também tá sendo refém dessa situação. A gente tá o tempo todo com a tela na mão, com celular na mão, a gente tá cronicamente online. A gente já tá condicionado a consumir coisas que tem que acabar rápido, porque se demorar mais de 30 segundos a gente não vai ver. Vídeos que dão aquela dopamina imediata e você esquece imediatamente.
E a gente não sabe o que fazer. Quem esquece o celular já era, você não sabe o que fazer, fica desesperado. Tem gente que fica desesperada.
E assim, é aquele negócio, o cérebro ele fica condicionado só com uma memória extremamente curta, coisas que não são importantes. Então nosso cérebro ele não guarda essas informações e você fica nessa de querer consumir tudo em velocidades maiores. Você, isso inclusive tá se tornando uma doença, tá séria, real. Tem criança, adolescente que chega em consultório hoje em dia onde ela tá tendo crise de ansiedade porque ela conversa com as pessoas e as pessoas não falam em 2x.
Não tô zoando, você que tá ouvindo, viu, Ricardo Rádio? Você tá ouvindo 2x aí, a gente Não, mas eu não tô zoando.
Pacientes estão iniciando acompanhamento com psicólogo porque a pessoa falar na velocidade normal tá gerando crise de ansiedade nessa pessoa, porque ela está acostumada a consumir mídias em 2x. Então ela espera que as pessoas falem em 2x, só que a gente não fala nessa velocidade porque a gente precisa raciocinar. E isso não é piada, é sério. Eu fiquei apavorada.
A gente tá insistindo muito nisso esse ano, né? Mas é porque a gente tá—
mas é sério, cara, é É sério você ter que lidar com adolescente com crise de ansiedade por isso? E na conduta clínica você ter que sinalizar a pessoa para tirar as mídias de 2X? Isso para mim era inimaginável.
Aonde vamos parar, né? Bom, esse café com a Tia falou sobre isso, gente. Quem quiser ouvir é o número 3, chama Deixa a Tia Falar. E a gente vai direto ali para o Spotify, Paty. Muitos comentários no Spotify, tô felizona. A gente vai dividir esses comentários por episódio. No Patriciando 13, sobre o restaurante árabe que você foi, o Ricardo Mallet bateu o cartão em todos os episódios. Então a gente vai falar sempre dele. Ele colocou: Bacana a experiência, Paty. É muito bom ter um restaurante tipo parabéns pra quem te fez à disposição.
Sim, essa daí, nossa. E eu nunca contei a origem do parabéns pra quem te fez, mas é engraçado. Então, esse termo parabéns pra quem te fez veio da avó de um amigo meu. Por quê? Nós temos aquele meu grupo do Rebuciteio. Tem um personagem desse grupo que ele é muito bonito, ele é conhecido por ser muito bonito. Aí essa avó desse amigo nosso nunca tinha visto esse menino, a primeira vez. Uma vez a gente veio da praia, então ainda tinha um conceito do banho do mar, o corpo salgado, todo aquele rolê.
A gente foi pra casa desse amigo nosso pra poder comer um negócio, tava tendo festa na casa dele. Quando ele entrou, tava a avó do meu amigo com as amiguinhas dela. Aí a gente entrou, ele entrou junto, aí as senhorinhas todas olharam pra ele. E aquele silêncio de senhoras. Aí as meninas olharam, oi, quem é você? Ele, ah, eu sou fulano e tal, não sei o quê. Aí uma das senhorinhas virou e falou assim, você é muito bonito. Ele, ah, obrigada. Aí veio uma outra senhorinha e falou assim, você é o Jannequin dos pobres.
Nossa, fã ou hater, né?
Aí veio a avó do meu amigo, olhou pra ele e falou assim, menino, parabéns pra quem te fez.
Esse sexo foi muito gostoso. Meu Deus!
Isso virou um meme entre nós, parabéns pra quem te fez. Qualquer pessoa que é bonita, muito bonita, a gente vira e fala, porra, parabéns pra quem te fez. Ou no caso de um restaurante, alguma coisa assim, quando é algo muito bem feito, aí só falam, parabéns pra quem te fez.
Menino do Rio, calor que provoca arrepio.
Calor que provoca arrepio. E aí o próximo comentário foi da Gabi Vieira e ela colocou assim: ai meu Deus, eu vou cobrar esse beijo na boca, viu, Bergs? Que me desculpe. Aí, que delícia!
Ah, Gabi também que gosta de fazer uns patricianos, gabiziano aí, não é, menina? Pausa para agradecer. Muito obrigada aos assinantes do mês de julho de 2026 no catarse.me/papotelaspodcast que nos ajudaram a manter o Papo Telas no ar e a continuar sonhando com a vida de madame.
Priscila Armani, Eduardo Ramos, Diego de Paula, Fabrício Guson, Marcos Colucci, Marco Antônio Júnior, Mayra Santos, Mairão, Caroline Witt, Samu, Samuel Sobrinho e Elisney Menezes.
Obrigada, obrigada. Ainda no Spotify, a gente tem comentários para o Café com a Tatinha número 4, que eu falei sobre a Copa do Mundo e outras coisinhas mais. A Gabi colocou: a risada no final com certeza não foi porque a Espanha ganhou, hahaha. Eu também gosto da Copa, mesmo não assistindo tão assiduamente como você. Quando lembro, assisto, e sempre torcendo pelos menores. E olha, a França-Inglaterra foi muito melhor que a final.
Foi, Gabi, foi legal demais. Foi. Menino Gabriel e eu não conseguimos tirar os olhos da TV por um segundo. Foi com certeza o melhor jogo que já vimos, ainda mais porque não estávamos torcendo para ninguém e torcendo para os dois. Então gritamos gols 11 vezes, né? Porque o juiz safado anulou um. Ai, Gabi, foi muito legal porque foi um churrasco, né? Foi amigos da França contra amigos da Inglaterra ali. Eles estavam super descompromissados, né?
Primeiro tempo a França e depois foi bem... Foi divertido, né? Não teve pressão. Terceiro lugar é um jogo que todo mundo fala pra não ter, né? A disputa de terceiro lugar, porque é muito chato, triste e tal. Mas acaba sendo isso, o descompromisso acaba deixando o jogo legal.
E esse especificamente, né, da França versus a Inglaterra, mostrou que tem que ter sim. Caraca, que jogo foi esse?
Foi bom demais.
E o próximo comentário foi do Ricardo Reise. Ele falou assim: bom dia, Copa do Mundo é tudo de bom mesmo, hein, Café? Minha primeira também foi a de 90, embora não tenha lembrança dela. Vi a de 94 ainda também muito criança, com 6 anos, e a de 98 foi a primeira onde eu já entendi o que era futebol. Acompanhei com tabelinha e tudo. Foi um fiasco ver o Brasil perder para França. Mas eu vi o Penta e isso é um orgulho que essa geração mais nova não pode ter, infelizmente. Enfim, que a de 2030 seja melhor para todos nós.
Abraço. Ai, Ricardo, eu acho que não que seja, não vai ser melhor, mas eu acho que ver de novo um campeão do mundo Brasil vai ser difícil.
Nesse momento eu vejo muita dificuldade também de falar, nega. Caraca, moleque, eu acho que nós vamos precisar pular umas duas gerações aí.
Porque as gerações, por incrível que pareça, essa geração que se encerrou aí de Casimiro e família parece ser que era ainda melhorzinha do que essa próxima que vai entrar. Mas aí, aí é palpites de futebol, futurologia, né?
Vamos ter que jogar tudo no colo do Hendrik e do Luiz Henrique. Ai, meu Deus!
Aí ainda no Spotify, sobre o Patriciano 14, inventando moda, o primeiro vlog de uma série de vlogs que vai até dezembro aí da Paty. Marcão, Claro, veio aqui dar o seu apoio. Olá, Paty, tudo bom? Primeiramente, parabéns pela nova aventura em vídeo. Vou ter que ver o episódio duas vezes, uma normalmente escutando na academia e a outra vendo o vídeo. Claramente vou ter que fazer uma lista de lugares para visitar depois dos seus reviews.
Kkk.
Um beijo no feed do coração de vocês e vida longa e próspera ao Papo Delas em Vídeo. Aê, Marcão!
Ai, gente, eu tô toda nervosa com esse negócio. Todo o processo, o negócio de aprender a editar vídeo, tá botando a minha cara no sol, né?
Já foi o primeiro, já relaxou.
Ah, nega, eu ia lá, relaxo olhando para minha cara? Porque aí agora eu fico pensando, minha sobrancelha está uma taturana.
É horrível, né? Você fica assim se medindo.
Vou ter que passar um creminho aí quando eu vou tirar o dia para gravar os vídeos, eu eu lavo meu cabelo, eu faço massagem, eu seco meu cabelo, aí eu passo um pouquinho de BB Cream para não ficar com a minha cara pastelão, aí eu passo o meu batonzinho, aí, aí, nossa, está sendo muito divertido, particularmente assim, uma coisa que eu nem, isso eu não falei em nenhum vídeo e é a primeira vez que eu tô comentando, inclusive tava falando com Bergs esses dias, eu tô gostando muito dessa presepada que eu tô inventando Porque desde que eu me mudei pra cá, eu, por conta das questões todas que a gente já— quem ouviu o episódio de pressão social vai entender.
Quem não ouviu, ouve aí, galera. Mas aí eu acabei ficando um pouco relapsa comigo mesma por conta dos reflexos dessas coisas todas que eu mencionei no episódio da pressão social. E aí começar a fazer vídeo fez com que eu voltasse a me cuidar, porque agora eu me vejo com frequência e isso tá me fazendo bem pra caramba, vou te falar.
É, isso é bom, só não pode chegar se cobrando, né? Tipo, ai, Ai, não tô feia, tô isso, tá aqui, tá linda, tudo certo.
Ah não, assim, eu aceito muito a cara que Deus me deu, mas eu reparei, por exemplo, que eu tava ficando tipo, eu não gosto da minha sobrancelha com muito pelo vazando, eu não sou a louca da sobrancelha fininha.
Você vai falar essas coisas, pessoas nem tinham olhado, agora vão ficar olhando.
Não, mas eu tô com a sobrancelha feita nos vídeos, mas assim Eu tava ficando meses sem sequer olhar minha sobrancelha. E quando eu ia fazer, tava uma taturana. Eu tenho sobrancelhas grossas, ela feita, ela é grossa, entendeu? Então assim, essas coisinhas são coisas que eu tava muito relapsa comigo. Isso me fazia muito mal, porque quando eu ia me arrumar, eu via que eu não tava cuidando de quem eu sou. Coisa que eu nunca fiz, porque eu sempre cuidei muito bem de mim.
Aí eu tava falando com o Bergs que isso é uma coisa que tá me deixando feliz. Por quê? Porque eu tô usando isso como um pontapé para que eu volte a olhar para mim com carinho que eu sempre olhei. E eu tô adorando.
Se tá fazendo bem, tá ótimo.
É. O próximo comentário com relação ao Paty Sando inventando moda. O Ricardo Raze falou assim: Oi, Paty, beleza? Formato muito legal. Na primeira vez que assisti não tinha aparecido a parte do vídeo, só o áudio, mas tentei de novo e o vídeo apareceu. Excluí até meu comentário anterior a respeito. Rolê muito legal e ver esses pratos tão suculentos como a tal precheca aumenta ainda mais a curiosidade para ver se continua. Gente, a precheca estava tenra e suculenta, tava uma delícia.
Ricardo, realmente no Spotify, o YouTube é automático, né? Entra lá, já tá. Mas o Spotify pode demorar um tempinho porque ele tem um delay, porque é colocado em áudio no feed todo completo. E aí depois, quando sai, eu coloco o vídeo no Spotify. Então pode demorar um tempinho, mas assim, o tempinho é máximo meia hora, tá, de aparecer assim. Mas pode acontecer, se não tiver Tenta de novo que nem você fez, já aparece o vídeo, tá bom? Fica tranquilo. Hora de mais um obrigada.
E um muito obrigado ao nosso ouvinte incrível, é o senhor que nos apoiou no PicPay @papodelas no mês de julho de 2026. Obrigada, meu amor.
Ouvintes incríveis. E agora indo para o episódio 92 do Pensamentos Intrusivos, os comentários no Spotify. Ele lá gabaritando, Ricardo Raj. Oiê, episódio bacana esse. Não sei se entra na categoria, mas estou sempre conversando comigo mesmo. Olha lá, diálogo interno. E procuro não colocar som nessas autoconversas em público para não pensarem que tô maluco. Aí, cara, vou dizer para você, eu falo em voz alta, eu falo sozinha em voz alta às vezes, e eu já desencanei disso.
Eu ando falando, eu desencanei, desencanei. Ele colocou: estou sempre fechada com meus próprios alinhamentos. Um abraço, fui, e até o próximo. Até o próximo.
Ricardo, eu não sou de falar sozinha muito, mas eu reajo, minha face reage muito ao que passa na minha cabeça. Então às vezes eu tô andando sozinha, eu começo a fazer um monte de cara de não, que isso, que absurdo! E parece que eu tô conversando com alguma entidade, a entidade sou eu mesma. E esse negócio, se para você verbalizar te ajuda a refletir, verbaliza, fala ali com você baixinho e tal. O máximo que pode acontecer é você estar com uma pessoa que te entende e já entende as vozes na sua cabeça e conversa com você com as vozes.
Eu eu faço com o Bergs. Às vezes ele tá falando com ele mesmo, eu ouço o diálogo, eu viro e falo: é tal coisa. Ele fica: que que você— caraca!
Eu andando sozinha mesmo, eu tô assim, falo assim: nossa, tem um hortifruti ali, eu vou lá. Eu falo isso em voz alta assim, normalmente.
É nessas horas que se você fosse o Bergs numa situação dessa, vira e fala: e um hortifruti ali, eu vou lá. Eu já viro e falo: pô, vamos comprar banana, né? Também tô pensando. E vai.
É isso, eu penso. E aí é claro que sobre pessoas, né, que a gente julga às vezes na rua e fala, eu seguro, porque aí é mais difícil mesmo. Aliás, tô pensando num café com a sua tia sobre isso, porque tem acontecido muito de você segurar e não falar, sabe?
Não, mas assim, segurar e não falar é importante, porque às vezes o que você tem para falar, a pessoa não vai querer ouvir.
Exato. Então tem acontecido muito, até onde a gente pode falar em voz alta. Olha, vou ali E até onde tira essa porra da frente, entendeu?
Exato. Eu passei por uma situação dessas hoje. Assim, eu juro, eu segurei, eu juro que eu segurei minha língua ao máximo. Eu não consegui segurar minha cara, eu tentei. A pessoa viu que conforme ela me contava, e ela contava na maior naturalidade uma coisa que pra mim é muito absurda, eu fui ficando de olho arregalado assim. E uma hora eu virei pra pessoa e falei assim, você tá feliz dessa forma? Aí a pessoa, tô. Eu falei assim, aí eu falei baixinho, Que eu fui, eu segurei muitas coisas, mas essa foi uma coisa que eu falei comigo mesma.
Eu, na minha cabeça, tava só dentro da minha cabeça, mas aí saiu bem baixinho a minha fala. Porque quando ela falou que ela estava feliz daquela forma, aí eu falei baixinho pra mim mesmo, eu não suportaria viver desse jeito. Eu não sei se ela ouviu essa parte, mas quando que saiu meio sussurrado e ela tava longe, eu peço a Deus que ela não tenha escutado.
É, eu uso, tem que usar o famoso recurso clichê Complicado, né?
Não, mas esse, esse sussurro, ele saiu, ele fugiu. Tanto que ele saiu bem porque o que eu consegui segurar muito mais coisa, bem pior.
Tem acontecido muito.
O próximo comentário é do Gasparzinho e ele colocou assim, ó: tenho isso não, já tive, é claro, mas acho que a minha cabeça superaqueceu com eles e ansiedade, bum, não tenho mais. A ansiedade sobreviveu. Quando não estou ocupando minha cabeça ouvindo música, lendo ou assistindo, nada além de pensamentos reflexivos tomam conta. Isso quando não deixo a minha cabeça em branco, que é um lance que um psicólogo meu orientou para relaxar e voltar para o meu próprio eixo.
Um abraço. Hashtag eu venci. Hashtag você também pode vencer. Hashtag parabéns, Paty. E hashtag café da rainha.
Olha, Paty, esse lance que o Gaspar falou de deixar o pensamento em branco Eu não sei da onde as pessoas tiram que é possível. E eu só ouvi de homens falando que conseguem. E eu acho isso mágico, mágico! Qualquer pessoa que você falar, como é que você consegue? Você tá pensando em quê? Mulher faz muito isso, né? Você tá pensando em quê? Nada. Geralmente, o homem consegue pensar em nada. Eu não conheço nenhuma mulher da minha família, amigas, que consegue pensar em nada.
É que normalmente, o nosso nada é pensar em algo que é menos urgente.
Mas não é nada. Aí é o nervoso, né?
Exato. Agora, ficar com o cérebro lisinho, lisinho, lisinho é um superpoder, né?
Mágico, maravilhoso. Nós vamos agora— já acabou o Spotify. Muito obrigada a vocês que estão lá. Eu tô colocando números e letras no Spotify para chamar atenção ali do algoritmo. Gente, muito obrigada, viu? E é claro, Paty, a gente tem aqui batendo cartão nosso físio manco, Elsinho Off, mandando o seu textão pelo contato @papodelas.com, pelo nosso email, que também é a nossa chave Pix, onde você pode contar sua história, sua questão, desabafar.
Fique à vontade que a gente vai ler em Comentando os Comentários, tá ok? E esse aqui foi do Elsinhof, que mandou sobre pensamentos intrusivos. Vamos ver. Olá, meninas e convidada menina. Eu realmente não sei direito o que seriam pensamentos intrusivos. Eu procurei uma explicação, mas realmente não sei se o que eu vou relatar se encaixa nisso, se era somente idiotice da infância e adolescência. O meu único pensamento intrusivo que acho que realmente é ver um guincho com a rampa abaixada para tirar ou colocar deixar um carro lá e não pensar em GTA.
Ah, ele pensa em GTA quando vê o guincho. A vontade de ir com o carro em alta velocidade, saltar, tá, um jogo, são 100% das vezes pensamento intrusivo, cara. No trânsito eu tenho muito. Eu não quis falar muito para não pesar meio clima assim, mas assim, quando eu tô na serra e tem aquele abismo, eu sempre penso: e se eu jogar o carro no abismo? Eu penso muito isso, tipo Thelma e Luísa, sabe? Se eu jogar e sair voando Eu penso muito nisso.
E aí eu falei, não ia falar isso que vai ficar meio pesado. Mas para mim não é questão de extermínio, não é isso.
Não é de você se puxar para cima, né, se arrastar para cima.
É uma questão de aventura na minha cabeça, tipo, deve ser mó legal, entendeu? Tipo aquele jipe da vida que você pula e faz um tchu tchu tchu tchu atrás. É que nem ele, vontade de jogar o carro em alta velocidade num guincho com a rampa assim. É, meu Deus. Aí ele continua, agora durante a juventude eu pensava e realizava. Exemplo. Ai, meu Deus, na época boa em que se vendia bombinhas de todos os tamanhos e potências, e era, meu Deus, e eram vendidas para as crianças, eu e meu amigo pensamos: se a gente abrir a bombinha, vulgo morteiro, e fazer um caminho com a pólvora, será que dá certo?
Ai, porque homens vivem menos, né? Fizemos e foi igual abertura do Missão Impossível, legal demais. Mas como os pensamentos intrusivos não param, pensamos: e se a gente fizesse um caminho e ele acabasse num pequeno punhado de pólvora? Compramos mais morteiros, juntamos e fizemos. Não contentes, seguimos o rastro da pólvora queimando e a última coisa que vi foi um clarão seguido de um pequeno cogumelo de fumaça e 15 minutos de cegueira e desespero. Mas foi legal demais! Confesso, meu Deus.
Meu Deus do céu, completamente pirotécnico, Jesus Cristo.
A adolescência é a época do e se, né? E se a gente fizesse isso?
E aí você só faz merda.
Uma outra coisa que também não sei se encaixa foi descer uma rua de carrinho de rolimã. Tá, que tem de intrusivo nisso? Seria muito normal se a gente não resolvesse fazer um road rash de rolimã onde eu e mais 19 pessoas desciam a rua se socando, tirando o amiguinho de cima do carrinho após ter acontecido uma feira livre. Resumo: era gente caindo em restos de peixe, carne, resto de fruta voando para todo lado, rostos sangrando pelos socos, ralados pelo corpo todo, mas tudo amizade.
Tenho marcas nos dedos de um dos carrinhos que passou por cima da minha mão. Depois ainda a gente aproveitava a lavagem da rua com caminhão pipa Tudo isso para não chegar numa situação tão ruim em casa e acabar apanhando do pai depois de apanhar descendo a rua. Bons tempos.
É, você viveu o Super Mario Kart?
Viveu o Super Mario Kart? Ele fala: no geral, acho que foi isso. No mais, eu só tenho pensamentos intrusivos de atear fogo no meu condomínio e assistir os vizinhos queimando enquanto eu tomo um café. Ah, que delícia! É gostoso.
A pirotecnia segue firme, hein?
Beijo, meninas! PS1: Caffeine, eu tenho dificuldade de lembrar de os rostos das pessoas. Já passei do lado de uma chefe que acenou para mim e eu não respondi porque na minha cabeça eu não a conhecia. Depois ela me perguntou se minha namorada ficava brava. Eu disse que não tinha reconhecido. Bizarro! Você sabe que eu falei que tinha isso aí? Muita gente falou que a moça lá do Nunca Viu Uma Cientista, que eu já esqueci o nome dela, Ana Bonassa, eu acho que é.
Ela tem isso também, e que é o nome de uma, de um, tem um nome isso, você sabia, Paty?
Sim, sim, deixa eu ver o nome aqui. Tem, mas assim, é prosopagnosia. Isso, que a pessoa não consegue. Mas assim, tem a pessoa que ela tem dificuldade de gravar rosto, e tem gente que não consegue visualizar rosto, tem dificuldade para visualizar lembra rosto.
Isso é no caso de, no extremo, a pessoa perde essa habilidade de, tipo, você fala da sua mãe e tem dificuldade de lembrar do rosto da sua mãe. Assim, tem pessoas que têm isso, né? Claro, eu não tenho esse extremo, provavelmente nem o Élcio, mas a gente tem essa dificuldade de lembrar. Eu tenho sim de lembrar de rosto de pessoas aí que eu não convivi, claro, né? Aliás, acho que eu convivi também, às vezes eu tenho.
O nome, o nome mais comum dessa prosopagnosia é cegueira facial.
E o PS2? Sério mesmo que o filme do Bolsonaro entrou no papo? Seja o filme dele, do Lula ou de qualquer político, é só lavagem de dinheiro. Tá aí outro pensamento intrusivo: extermínio total de políticos do Brasil. Chega e até o próximo! É, a gente tem vontade mesmo que muitos deles morram, Elcio. Mas eu vou dizer uma coisa em ano de eleição: quem não gosta de política, quem não estuda, não vai atrás, não se informa, é governado por quem gosta.
É gato! E reforço aqui o que eu disse: Lalu no Filho do Bolso, eu entendi que é puro tesão, porque botaram um gostoso para fazer aquele homem. Não é possível!
Olha o obrigada chegando!
E aquele Gratipix para os ouvintes incríveis que apoiaram o Papo Delas pela chave Pix contato@papodelas.com no mês de julho 2026, que são Adriane Lemos, Edinaldo da Mata, Elaine Barbosa, Henrique Oliveira e Marcos Robles.
Obrigada, obrigada, gente, ouvintes incríveis! E finalmente a gente vai lá para o nosso Instagram, Papo Delas Podcast, tudo junto. Segue, curte, dá uma aumentada nessas curtidas, gente, dá uma força aí para a gente aumentar os números desse ano um pouquinho, tá bom? Você que tá lá sempre, muito obrigada! A gente vai começar com um post do Pensamentos Intrusivos 92. A gente postou a capinha ali das convidadas e o primeiro comentário foi do De Rosas Edites, do Rick.
Ele colocou: que episódio divertido e que eu me senti totalmente dentro, e eu não sei se isso é bom.
Olha, se for ruim, tá todo mundo meio ruim, hein?
A gente falou, né? Tá todo mundo meio ruim, tudo doidinho de bairro, né?
Todo mundo imitando a Pitu na rua. É, o próximo comentário foi do Marcos Rod91, ele colocou assim: ai, como é bom saber que não estamos sozinhos nas nossas loucurinhas diárias, dá até um quentinho no coração.
Tamo todos juntos. E o comentário foi do Francisco Taca, o próximo, ele colocou: Berida, só um toque, não vi esse episódio na Aurélio hoje de manhã, comecei a ouvir via Spotify mesmo. Taca, Aurélio UOL demora mais de um dia às vezes para publicar o nosso episódio. E eu sei que não é só o nosso, tem de outros também que estão reclamando disso. A gente já falou outras vezes, né, que a gente tá meio chateada com a Corelo, nem fala mais também de assinantes por lá.
Mas eu reparei nisso também, que demora às vezes mais de um dia. No dia seguinte eu vou olhar lá, ainda não saiu. Pô, como assim, né? Então tá, que eu sinto muito, mas isso acontece, tá acontecendo com a Corelo mesmo, tá bom?
É, a Aurélio tá maluca. A gente bota episódio, ele não aparece nunca.
Tá difícil.
Próximo comentário é da Elaine e ela colocou assim: e quando bebo café à tarde, ligo uma jukebox mensal que transforma qualquer palavra em alguma música antiga. Coisa de doido mesmo. Inclusive, eu acabei de fazer isso com esse comentário da Aurélio, porque eu falei, mas eu tava pensando na música Minha Vota Maluca. Eu Tá muito problemático.
Elaine lembrou de um monte aí.
E aí Elaine continuou: eu ouvindo e lembrando que sempre que eu vou usar tempero baiano na cozinha, eu canto. Como que é o hino do Santos? Cafeína, por favor.
Glorioso Alvinegro Praiano.
Então fica: glorioso é o tempero baiano. E eu sempre falo: seus belos olhos, em referência à carta do Professor Linguiça que o Chaves lê, cebolas, alhos.
Lembrou bastante, hein, Elaine? Eu também tenho dessas, mas eu não consigo lembrar na hora de falar assim. Aí durante o dia que eu falo, putz, esqueci que eu tenho dessas também.
Tá vendo, gente? E não, não tô zoando essa frase do, do, a minha avó tá maluca, que eu falei da orelha. Ai, eu não tinha lido o comentário da Elaine depois. Ele foi muito, ele foi de verdade. Ai, Jesus Cristo.
E aí a gente vai na postagem do Café com a Tua Tia número 4 da Copa do Mundo, em que o Marcão colocou: eu como torcedor do São Te entendo perfeitamente, Café. Por mim tinha Copa todo ano. Exatamente, Marcão, porque a gente que torce São Paulo Futebol Clube, que as glórias vêm do passado e estão ficando no passado, a gente não tem muita motivação para gostar desse futebol nacional. Infelizmente dá vontade de só viver de Copa. Triste.
Mas, gente, a gente que torce para seleção brasileira tá nessa mesma posição.
Mas é, tá ficando sem.
Agora é do passado, está lá no passado.
Tá ficando sem opção.
É. E aí o próximo comentário é do Café com a Sua Tia no corte, onde o Francisco Taca comentou assim: sempre imagino a Cafeína Brava quando vejo episódios do Café com a Tua Tia. Na minha cabeça sempre alguém falando: Cafeína, vamos tomar um café? E ela respondendo: vai tomar um café com a tua tia.
E eu até respondi para ele: mas a tia sou eu. Aí, tomar-te-ia aqui, né? E aí a gente vai para o post do Padre Ceno 13, né, do Albeit Arabi Belo Horizonte, que Marcão colocou mais um restaurante na lista de tour gastronômica. Eu tenho que virar herdeiro logo para experimentar todos esses restaurantes, viu, Padre? Você está fazendo isso, hein?
Que conste aqui que no caso do Albeit Arabi, o prato de almoço é R$35. Não precisa ser herdeiro. No final de semana é self-service, mas de segunda a sexta, 35.
É para viajar, precisa, né?
É, entender detalhes aí, aí realmente. O próximo comentário foi do Francisco Taca e ele colocou assim: não são comidas vistosas ao meu olhar. Meu amor, até aguentei.
Quando você provar uma saladinha, a fatuca, a saladinha, as comidas feias são as mais gostosas. Olha, feijoada aí, né? Comidas feias.
É, a feijoada ela não é muito bem apresentada, mas é porque a comida deles, quando você vê no prato, ai, elas são muitas pastas, né?
Então tem gente que tem agonia assim, ter tudo muito pastoso.
São muitas pastas. É porque também assim, a gente tá acostumado, por exemplo, leguminosas, grão-de-bico, lentilha, feijões, a gente tá acostumado a consumi-los em grãos. Ali eles fazem a pasta O ônibus é uma pasta de grão-de-bico, por exemplo. Então são esses componentes numa nova apresentação. E, gente, o cheiro, o gosto, inclusive voltei lá esses dias. Futuramente vai sair um episódio sobre que eu tô pensando mais para frente, para não ficar muito em cima desse, né?
Que aí eu experimentei novos pratos que eu não tinha provado ainda. Ah, que delícia!
E o de Rosas Edith falou: não ouçam esse episódio com fome.
Atenção, quando vier o de vídeo, meu amor. Deus abençoe.
Ai, que gostoso!
Ai, e aí no post do All Bait dos cortes vieram mais dois comentários da Gabi. O primeiro foi: comida árabe libanesa conquistou demais o meu coração, eu fiquei com água na boca das coisas que você experimentou. Faz tempo que não como falafel. Eu tô até pensando aqui que eu fui mês passado num rodízio no Almanara e não lembro de terem servido esse bolinho. Foi tanta coisa boa. Se quiser, eu conto depois. Ah, eu no próximo comentário: eu preciso muito me jogar na carreira de influencer, as marcas estão perdendo esse grande potencial que sou.
Então mesmo, porque caraca, isso aqui, esse é minha ida ao All Bait e alguns futuros patrocinadores que virão agora em vídeo. Eu fui completamente digitalmente influenciada pela Gabi.
Pois é, Gabi, você tá perdendo de fazer aqueles vídeos restaurantes escondido no centro de São Paulo. Sabe aqueles vídeos que todo mundo conhece, secreto? É a sua cara, faz uns restaurantes que você vai à liberdade, não sei o quê, e faz com a narração e mostra as imagens. Você ia ver, a Gabi ia se dar mó bem, não é, menina?
Ai, Gabi, olha, Gabi, se futuramente eu morar em São Paulo, vamos fazer um negocinho aí.
E aqui a gente termina todos os bilhetinhos, recadinhos e comentários desse Comentando Comentários 71, agradecendo muito vocês. Obrigada, gente! É por causa dessa interação que a gente faz tudo isso, vocês sabem disso, né? E Paty, antes de ir embora, nosso obrigada gigante para você que ouviu Comentando Comentários até aqui. Claro, amorzinho especial para os ouvintes incríveis que apoiaram a gente.
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Bora, gente! Beijo no lóbulo e vida longa e rica para todos nós! Nós, seus lindos!
Nós contamos com vocês e com mais alguns outros, né, para o próximo mês.
Hashtag é gratar, vira assinante!
Hashtag Gratipix, chega junto também!
Ai, até o próximo, que gostoso! Como é que é a música, Paty?
Ô meu Deus, eu tenho que lembrar o ritmo. Calma aí, lembrei! Papo Delas Podcast, vamos começar aqui comentando os comentários para a gente poder te ouvir, mande o seu recadinho para o nosso email, irmão, que é contato@papodelas.com. Let it go!
E até o próximo, tchau tchau tchau! Você ouviu Papo Delas Podcast.