Comentando os Comentários #68 – Ep. 89 Intuição
Comentando os Comentários #68 – Ep. 89 Intuição
Olá Amigos e Inimigos do Papo Delas!
Conforme combinado, graças aos nossos apoiadores, temos o Comentando os Comentários #68 – Ep. 89 Intuição. Neste episódio, Cafeína e Patsy exercitando a arte do bullying e da gratidão com vocês #OuvintesIncríveis !!
Não deixem de ouvir nossos recadinhos no final do episódio. Afinal, agradecemos a todos vocês ouvintes!
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Porque Quem ama ouve, quem ouve comenta!
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Cafeína
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- Intuição e voz interiorIntuição materna · Intuição e religião · Exercitando a intuição · Intuição e ansiedade · Intuição em ambientes de trabalho
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Comentando comentários Com o Papo Delas pode test Com o Papo Delas pode test Let it go Grava Andrão Comenta a captação do microfone
Que a captação está em 38. Mas abaixou sozinho. No outro eu fiquei controlando a onda. Aí quando eu vi que a onda estava baixa. Eu começava a falar mais alto. Você deve ter reparado que eu gritei bastante. Você sabe que a música é. Olha a onda.
Exato. Aí eu fiquei, eu comecei a falar e eu vi que a onda tava ficando baixa. Aí pra eu não mexer na intensidade da gravação, no nível da gravação, no meio do episódio, pra não cagar a sua edição, aí eu passei a falar mais alto, pra onda ficar normal. Aquela onda gostosinha, gordinha, sabe? Sem bater nas extremidades. Oi. Aí dá onda. Vamos lá. Vamos lá. Você está ouvindo Papo Delas Podcast.
Olá, amigos e inimigos do Papo Delas. Estamos de volta aqui com Comentando Comentários. Esse é o 68. Para a gente falar sobre os episódios de Intuição, sobre o Patsyando, o que vocês acharam do episódio. Tem bastante comentariozinhos, Patsy. Legal, pessoal. Mais uma vez.
Tá engajando com a gente. Gosto assim, galera. Tem que engajar mesmo, participar. Não só os nossos ouvintes incríveis sempre presentes entre nós, mas também nossos ouvintes tchongos que estão aparecendo, saindo das moitas, né, galera? Ainda mais que eu falei no episódio que a minha intuição é boa pra gente ruim. Aí veio todo mundo aqui, isso é legal. Né, gatilhou todo mundo.
A gente vai começar direto lá no Spotify, Pathy. Direto no Spotify. O pessoal que comentou ali. Então, olha quem apareceu. O Mairão. Mairão que vira e mexe aí. Tá sumida. Vamos ver se esse ano volta mais, hein, Mairão. Maira Oliveira Santos no Spotify colocou. Intuição? Não tenho. Quer dizer, às vezes acontece. Vou mandar um TCC contando. Beijos lindas. Ah, finalmente, Mairão. Vem aí. Vamos esperar esse TCC aí.
E aí aqui batendo cartão bonitinho Ricardo Raj Colocou assim, salve girls Antes de ouvir o episódio pensei Acho que esse vai ser top Dei play e não é que eu tava certo Intuição Intuição materna no meu caso Sempre funcionou Minha mãe é evangélica e dizia que Deus Antecipava coisas pra ela Então não era bom arriscar não né Ainda bem por ela, porque sempre fui Desligadão pra essas coisas Aquele abraço e fui E aí
Deus antecipava as coisas pra ela, né? Eu sempre imagino as pessoas religiosas pensando isso, né? Deus tá vendo ali um monte de guerra, um monte de problema, e falando, peraí que eu tenho que contar um negócio pra Janete. Mas aí é aquele negócio que a galera religiosa fala o quê? Onipresença, onipotência, então tá em todo canto.
Onisciência, né? Exato, e aí é aquela parada, né? A galera evangélica fala que é o Espírito Santo a galera dos orixás já fala que são os guias espirituais e aí assim, cada um dá um nome diferente pra quem tá avisando, o importante é que tem gente que tá contando Tem gente que tá ouvindo, isso é importante Tem gente que tá ouvindo Exatamente
Pátria, além da promessa que Ricardo Raji fez pra gente comentar, Marcão também fez esse ano. Então ele tá aqui no Spotify comentando. Ele disse, eu acredito bastante nesse negócio de intuição. Queria que a minha fosse mais apurada, inclusive. Tem como exercitar, Pátria? Olha, eu nunca tentei. No meu caso, só dá uma sensação esquisita. Eu falo, e aí eu tento entender por que eu tô com aquela sensação estranha. E aí, normalmente, eu faço o quê? Ligo pra minha mãe e falo, mãe...
E vou conversando, tô sentindo assim, tá vindo a sensação de não sei o que, de não sei o que lá. E minha mãe, o ser iluminado maravilhoso, ela me ajuda a pensar, a botar a cabeça no lugar. Porque eu sempre fico meio confusa, não entendo muito bem, não. É, Marco, no meu caso, eu exercito assim, é uma ansiedade crônica somado a um hiperfoco de prestar muita atenção em cada respiração de alguém. Aí é paranoia, Café, no nome disso, já. Então, esse é o exercício que eu faço aí, é saudável. Fica pra vocês.
Cada um que reflita sobre essa informação, né, Café? E aí, Cicavardi comentou assim, ó. Migalhas de atenção são melhores que nada, né? Não tem uma sugestão de pauta. Me perguntem se inglês é um povo higiênico e limpinho. Resposta curta? Não.
A Sica, que eu falei no outro comentário nos comentários, que ela me deu migalha de atenção aqui ouvindo e dando comentários, né? Aí ela falou que é melhor que nada. Sim, claro que é. Migalhas, raspas e restos me interessam. Exatamente.
Ela tá lá com o povo inglês morando lá na Inglaterra, já tá com raiva aí, o povo nojentinho, ela diz assim. São fedidinhos? Gostoso. Se trancar num cômodo quente, o futum sobe? É, banho pra quê, né? Ai!
E o Ricardo Rajpats, ele apareceu porque como ele fez promessa, é em cada episódio, viu Marcão? É em cada episódio, não é uma vez por mês. Então no episódio do Patciano da Patsy, ele também comentou. Que história, hein Patsy? Agora esses amigos também vão considerar não ir quando você resolver que não vai, seja qual for o rolê. Abraço. Foi justamente isso que o Eric fez, ele me pediu, ele falou, próxima vez você já me avisa, que aí eu também vou ficar em casa.
Pois é, Batista, cada vez que você fala assim, ah, hoje eu não tô afim de ir, vai ficar todo mundo assim. Ih, ih, ih, acho que eu não vou também. Ô, mas te falar, e o pior de tudo é que eu ainda sinto culpa, porque se eu firmo um compromisso, eu fico muito culpada de não cumprir. E aí eu tento fazer o possível pra que eu faça tudo que foi combinado. Mesmo que eu tenha combinado só comigo mesma, nesse dia, por exemplo, era uma coisa minha só, só quem ia ser afetada se eu não fosse era eu.
Mas era um compromisso que eu tinha firmado comigo. E eu senti culpa. Aí eu precisava que as pessoas ao meu redor me tranquilizassem. Que eu não ia ser uma pessoa horrível se eu só furasse comigo mesma. É, um traço bizarro meu também é esse. Eu combino as coisas comigo mesma, os horários certos, as coisas certas. E se eu não faço, eu brigo comigo mesma. Exatamente. É horrível. Não sejam assim, tá, pessoas? Somos duas que são assim, dando a dica. Evitem. É péssimo. Evitem!
Pausa para agradecer.
Nosso muito obrigado aos assinantes do mês de abril de 2026 no catarse.me barra papo delas podcast que nos ajudaram a manter o papo delas no ar e continuar sonhando com a vida de madame. Priscila Armani, Eduardo Ramos, Diego de Paula, Fabrício Guzom, Marcos Colucci, Marco Antônio Júnior, Paira Santos, Mairão, Samuel Sobrinho e ele, Elis Ney Menezes. Obrigada! Beijo! Obrigada!
Bom, saindo do Spotify, dos comentários do Spotify, diretamente para os nossos bilhetinhos TCCs, Patsy, no contato arroba papodelas.com, que é nosso e-mail, e a nossa chave Pix para você apoiar com qualquer quantia, a hora que quiser, ouvintes. E também mandar bilhetinhos TCCs para a gente. E olha, Ricardo Tezão, Patsy, mandou mais de um, hein? Ai, Tezão. Te conto.
Gente, vamos explicar? Porque faz dois anos que a gente chama ele de Ricardo Tesão. É verdade. Ele assina Ricardo T maiúsculo, que deve ser o sobrenome dele. Ponto. Na primeira vez que ele mandou, a gente fez essa brincadeira. Ele continuou. Então, eu não sei o sobrenome dele, gente. A gente fala Ricardo T maiúsculo. Ricardo Tesão. É isso, gente. É isso.
Pode ser Ricardo Tavares. Pode ser Ricardo Tibor. Pode ser Ricardo, sei lá, Tobias. Não sabemos. Trinidade. Ricardo Tesão. Trinidade. Ricardo Tesão. Ricardo Thiago.
Realmente, a gente nunca explicou porque que é tesão. A gente só seguiu e todo mundo aceitou. Pois é. Ele nunca reclamou, um pouco. Não é, menino? O pessoal deve ficar assim, nossa, esse aí deve ser... Esse é o bom mesmo, caralho. Não é isso, gente. Não é isso.
Não é isso, desculpa, Ricardo, não é isso, gente. A gente só fez essa brincadeira da assinatura com T maiúsculo. Exato, inclusive não sabemos também, vai que, né? Pátio!
Vamos lá. E aí, Ricardo Tesão comentou o quê? Olá, meninas. Como vocês estão? No último comentando os comentários, senti falta do meu bilhetinho. Será que vem neste episódio ou ele se perdeu? Bom, ouvindo ao episódio Intuição, só consegui me lembrar do filme Premunição. E falando desse filme, disseram que o próximo será gravado no Brasil. Vai ter próximo? Não tava sabendo.
Poderiam participar, hein? Também me arrepiei aqui com o que a cafeína contou sobre o bebê da foto. E esse negócio de intuição sobre pessoas no ambiente de trabalho, eu também tenho. Acabei de ouvir ao último paticiando. Muito bom. E foi tipo um bilhetinho pro último episódio. Vou ficando por aqui pra enviar logo esse bilhetinho. Beijos, Ricardo.
Ah, isso aí, Ricardo. Ó, seguinte, seu bilhetinho tinha sido mandado depois que a gente gravou o último comentando. Então sempre fica pro próximo, e agora ficou os dois, por exemplo. Gente, sempre que vocês falarem, ai, no meu não foi lido e tal, não sei o quê. Imagina que vai ser no próximo, porque a gente tá tentando gravar antes.
Tem uma gordurinha aí de gravações. Mas vai sempre no próximo. Infelizmente, a gente não tem uma quantidade imensa de mensagens pra se perder. Pode acontecer? Pode acontecer. Então, pode cobrar às vezes. Olha, já tô ouvindo comentando, não teve. Mas não acreditem que a gente vai pular vocês, não. Depende do conteúdo.
E aí o tesão, o e-mail anterior do tesão. Olá, meninas. Como estão? Feliz ano novo. Eu estava esperando o carnaval passar para enviar o bilhetinho. Aí percebi que já tinha passado faz tempo. Fiquei um comentando os comentários ausente, mas aqui estou. Me esforçarei para não voltar a ser ouvinte tchongo.
Olha lá, tá compensando super. É isso aí. Bom, queria só dizer que esse ano começou bem melhor do que o ano passado. Meus pais estão bem. Minha mãe operou recentemente do quadril e está bem. Meu cachorro adoeceu, mas está bem agora. Ai, graças a Deus. Estou adorando o café com sua tia, assim como o paticiando. Bom que preencha a saudade entre um episódio e outro. A cafeína gravando no banho, que intimidade, hein?
Também distrarei bastante as coisas aqui. Doei todos os eletrônicos que não estavam funcionando para o meu irmão que mexe com essas coisas. Aí sempre tem um eletrônico na família. Igual o seu irmão. Aham. E o que está achando de ter uma lava-louças? Cafeína, não vivo sem a minha. E aí, café? Ai, menina. Eu não gosto de falar muito alto, sabe como é que é? Porque se ela ouvir, ela vai se sentir muito. A lava-louça vai dar ciúme nos outros eletrodomésticos. Exato. Mas falando abaixo aqui, eu te amo.
Eu amo, menina. Você é maravilhosa. Linda, linda, linda. Nada melhor do que uma declaração de amor respondendo o e-mail do Tesão. Vamos lá. Esse bilhetinho não vai ser em TCC. Espero que chegue a tempo. Até a próxima. Beijos. Ricardo Tesão. Ricardo, melhor do que Ricardo Tesão ter maiúsculo seria se fosse Ricardo Lava Louças.
nossa, aí, não, aí, aí, nossa eu não gosto nem de entrar nesse aspecto da lavar louças, porque eu ainda não tenho ainda não cheguei nessa etapa da minha existência, porque eu preciso sair do aluguel pra poder ter a minha porque tem coisa pra mudar e negócio
Você pode tentar fazer que nem eu, pegar uma ousada e já brincar de praticar. Que aí você já fica exercitando, né? Eu não tenho nem onde instalar essa brincadeira aqui nessa casa. Ah, tem essa também. Eu vou ter que pendurar na minha cabeça. Em breve, Pathy, vem aí. Vem aí. O próximo bilhetinho é, claro, ele que bate cartão aqui. Já é SLT, a gente tem que pagar 13º. Ai, tá acumulando muito INSS aqui, é o Sinhof.
Ele mandou um bilhetinho. Olá, meninas. Pathy, eu tenho muita intuição também. Às vezes coisas boas, às vezes coisas sérias. Minha esposa está prestando diversos concursos também e faz vários no interior de São Paulo. Entre esses, tinha um em Araraquara. Ela fez a inscrição. E uns 15 dias antes, eu senti uma sensação ruim ao pegar a estrada. Tentamos agendar hotel e não conseguimos que minha mãe ficasse com meus cachorros porque ela ia cuidar da minha avó.
Agendamos um Airbnb pra ir com os cachorros. Tudo certo. 48 horas antes de ir, a sensação piorou muito, a ponto de eu não dormir direito. Nesse mesmo dia, a proprietária da casa nos ligou, pediu desculpas, porque já tinha agendado a casa num outro serviço. Foi a deixa pra gente cancelar tudo e ficar em casa. Não sei se aconteceu algo na estrada ou na cidade. Não procurei, mas fiquei tranquilo.
seguiu a intuição cara, entendo perfeitamente porque, nossa, é horrível isso tu fica naquela, esperando da merda, é muito ruim
Mais uma outra vez, fui chamado para uma entrevista de empregos para supervisionar aparelhos de oxigenoterapia e ventilação mecânica que a prefeitura fornece para pacientes crônicos. Fiz a entrevista, passei, fiz o treinamento, e quando me passaram os endereços das visitas, me veio algo tão ruim, mas tão ruim, que acabei indo parar no pronto-socorro com arritmia e pressão alta. Nossa! Durante o período do hospital, recusei o trabalho. Um colega pegou, passei a rota para ele que já estava pronta.
Depois, dias depois, ele me disse que estava chegando nos locais para a surprevisão e a polícia impediu ele de entrar, pois ia começar uma batida policial. Nesse dia, morreram dois policiais e três bandidos e um civil. Caraca! Tá vendo? A intuição meteu uma ritminha no Elcio e falou assim, vai agora pra roupa. A sua intuição vem na porrada, né? Caraca, moleque! Nossa!
Ele continua, uma que ignorei, mas foi um misto de estresse e cansaço. Eu tomava uma medicação bem forte para depressão, uma para ansiedade e uma para dormir, tempos difíceis. Mas a combinação dessa medicação me deixava ou dopado ou em alerta. Nessa ocasião, eu estava 72 horas sem dormir, por trabalhar, sem sono e sem nenhum tipo de impedimento.
Só a sensação de não pegar a estrada. Eu ia pra São Paulo pra ir no médico e buscar minha esposa que trabalhava em São Paulo na época. Trabalhei, a sensação só piorava, mas tinha que ir. Ao subir a imigrante de Santos pra São Paulo, próxima região do pedágio, por volta das 22 horas, na faixa da esquerda, no escuro, me surge uma caçamba náutica no meio da estrada. Só me preparei pro impacto.
Até então não sabia o que era. Abro os olhos e estou a 120 por hora, limite da rodovia, com uma estrutura metálica na frente do carro, fogo na lateral. Com calma, dei o pisca-alerta e consegui levar o carro até o acostamento. Um, dois segundos depois do impacto, fui entender o que aconteceu. Destruiu a frente do meu carro. Em seguida, chegou o caminhão da operadora da estrada para tirar uma sujeira da via que relataram. A sujeira da cação banáutica. Quase deu PT no meu carro.
Caramba! Caçamba náutica é aquela estrutura que tem em algumas picapes, que é de ferro e uma lona preta, que simplesmente alguma picape que estava a algum quilômetro na minha frente perdeu e não percebeu. Por sorte, e um pouco de habilidade que tem no volante, não tive acidente grave. Há varias só o carro mesmo. Nossa, Elcio, eu conheço muito bem imigrantes. Passei a vida inteira ali, né? Por causa de São Bernardo e praia e tal.
Cara, ali é muito escuro pra enxergar. É uma rodovia à noite, estava 22 horas ou 10 horas da noite. É muito escuro pra enxergar. Você só vai enxergar de perto mesmo, se tiver alguma coisa assim. Tem que tomar muito cuidado, né? Inclusive, se ela tá vazia, eu metia ali o farol alto. Ah, dane-se, porque eu não enxergava nada. Era muito escuro à noite quando eu dirigia por lá, né? Então, realmente, você só enxergou muito perto. Nossa, que horrível.
Bom, ele terminou, Pat, se chega, né? Ficou gigante mais uma vez. Tenho essa sensação com pessoas também. Mas deixa pra uma próxima. Beijo, meninas. Beijo, Elcio. Um sobrevivente, né? Caraca, Elcio. Ele tem que dar graças a Deus que ele é só manco, né? Não é, menina? Eu achava que eu tinha papo reto com intuição. Porra, tu é... Caraca, moleque. Eu sou pinto perto de você. Vou perguntar as coisas pra você também, hein? Não é? Eu vou perguntar pra ele.
Caraca, moleque. Próximo comentário foi da Mairão. Ela colocou assim, olá meninas, tudo bem? Bom, esse e-mail era pra ter sido enviado há bastante tempo, mas mais uma vez eu esqueci. Um sinal de que 2025 foi um capotamento atrás do outro, é que eu não consegui nem enviar o cartão de Natal de vocês, ô nega.
Ai, Mairão, eu gosto tanto do seu cartãozinho. Aham. Esse ano foi marcado pela chegada de dois sobrinhos, minha entrada no grupo das pessoas obesas, o agravamento da doença que estava deteriorando a visão da minha mãe. Foi um ano emocionalmente cheio e eu precisei de um tempo a mais pra entender o que estava acontecendo.
Mas não acho que foi um ano ruim. Eu é que não estava preparada para as lapadas da vida. Quem tá? É, né? A gente descobre que consegue sobreviver depois que a gente para e fala meu Deus, não é que dessa vez eu não morri? Aí ela continuou com queria ter mandado comentários em vários episódios, mas quando eu vi já tinha passado. Nega, quando você quiser, pode mandar a gente ler no próximo. Fica tranquila. Não torne isso um problema, uma preocupação.
É, gente, não se prende. Ah, eu tenho que mandar do útil. Pode mandar de cinco anos atrás. Eu ouvi o episódio tal e queria falar tal coisa. Não tem problema nenhum. A gente tá aqui pra conversar, gente. Exato. Lembre-se de quem? Do nosso ouvinte profissional que comentou todos os episódios em um mês. Grande beijo, querido.
E ela continuou. Não vou prometer me manifestar mais em 2026, mas saibam que eu estarei aqui com os ouvidos prontinhos para ouvi-los, torcendo e apoiando. Que 2026 seja um tantinho menos bagunçado para todos nós. Até porque eu estou sem terapeuta no momento e comer por estresse não tem sido uma boa opção. Um grande beijo para vocês e até mais, Mairão. Ô, nega.
Ô, Mairão, beijão pra você. Pô, lapadas da vida vai ter todo ano. Alguns mais, bem piores. Outros menos, mais light, né? E a gente vai aguentando. Fica tranquila. A gente tá aqui ainda. Ainda estou aqui, diria o filme. Exato. E é aquilo, ninguém solta o copo de ninguém.
Tamo aí. Ai, comer, né? Ela falou em comer da vontade. Hora de mais um Obrigada. Eu gostaria de dar também um muito obrigado ao Elson Hoff, nosso fisioterapeuta manco, e também pessoa capaz de prever calamidades, que foi quem nos apoiou no PicPay, arroba papo delas, no mês de abril de 2026. Um beijo, meu amor. Muito obrigada. Ouvintes incríveis. E agora nós vamos direto pro nosso Instagram, que você não segue, que você não curte, que você não reposta. Tá, tô sendo injusta.
Tem gente que segue, curte e reposta. Aliás, o beijinho especial de hoje vai pra Lucas Gasparzinho, Patsy. Porque faz tempo que ele não manda mensagem aqui, mas ele tá curtindo tudo. É no meu perfil profissional, é no papo delas. Ele curte tudo, stories. Então, obrigada, Luquinhas. Eu sei que você tá aí, eu sei. Tá mal a correria, né, meu amor? A gente entende. Agiliza seu lado, depois você volta e comenta. Vai participando assim, avisando. Tô aqui, galera! Depois você comenta. Vai nos shows sertanejos, hein?
A gente começa na postagem do episódio Intuição, do episódio 89, onde ele apareceu, Patsy. Fábio José Patrício Mota. Ele mandou uma mensagem pra ele, falando pra gente, né, no comentário nos comentários anterior, a gente falou que foi um ano difícil pra ele, né, de perdas, e ele, lá no nosso comentário nos comentários, ele agradeceu. Então, eu quero deixar mais três beijos pra você, Fábio. Quatro.
E ele veio aqui comentar sobre intuição. Ele colocou, Nossa, eu tenho alguns casos de que eu sinto que algo ruim vai acontecer. O último e mais triste, e que eu sentia que minha esposa tinha alguma coisa. Era muito estranho. Toda vez que estávamos juntos, eu sentia uma coisa estranha. Como eu queria não ter sentido isso com ela, estar sozinha novamente depois de tanto tempo é triste demais.
Um beijo, meu amor. Beijo, Fábio. Beijo. Esse ano vai ser difícil mesmo. Mas olha, já tô feliz que você tá aqui. A gente tá junto. Estamos seguindo essa vida difícil. Mas estamos seguindo reclamando junto. É, gente. A gente reclama junto. A gente se apoia. A gente fica um cuidando do outro aqui. Porque é assim que funciona, né? A parte boa da internet é que a gente consegue se aproximar das pessoas. E a gente cria essa rede legal entre nós.
E o próximo comentário é de quem? Da Elaine. Ela colocou assim, ó. Meu pai teve uma intuição com gente que não presta. Meu ex-marido. Ui. Inclusive, se é ex, teu pai tava certíssimo. E aí ela pegou e colocou um segundo comentário falando. Quando eu treinava pra concurso, eu procurava as provas e gabaritos no site PCI Concursos. Conheço, utilizo.
Fica a dica, Pat, você não precisa se inscrever e viajar para outro estado para conhecer uma banca. Já, já, não. Tem o PCI. Eu procuro também vídeos de cursos. Vende, não sei quem é esse que lá, mas faz umas aulinhas gratuitas no YouTube. Vejo também. Tem aplicativo só de questões de concurso. Você seleciona a banca e tal. É bem legal. Gente, usem tudo ao favor de vocês. Vamos estudar, vamos ter estabilidade financeira, porque tá foda.
Olha o Obrigada chegando. E gostaria de também mandar aquele GratPix para os ouvintes incríveis que apoiaram o Papo Delas pela nossa chave Pix. Contato arroba papodelas.com que inclusive é o nosso e-mail para vocês mandarem o TCC para a gente. E no mês de abril de 2026 nós tivemos aqui no nosso GratPix a Elaine, Elaine Barbosa, concurseira. E Marcos Robles. Beijo, gente. Ouvintes incríveis.
Ai, e Patsy, a gente vai finalizar no nosso corte. A gente também tem videozinhos de corte pra vocês curtirem e comentarem. O corte do episódio Intuição 89, ela veio, Patsy. Ela mesmo, Gabi Vieira, veio com o TCC dela diretamente do Instagram. Uma benção. Vamos lá, ó.
Ela começou, não lembro se contei pra vocês, mas vou falar aqui. Por experiência própria, eu nunca mais acredito na intuição dos outros. Chupa, Paty.
Antes de fazer minha primeira viagem internacional, eu passei numa menina que lia runas. E ela fez o maior terror psicológico de que algo muito ruim ia acontecer. Mas aí também você foi procurar, né? É, bom, enfim. Eu não sei classificar runas. Búzios, é religião? Não é religião também, né? Búzios é.
[trecho inaudível]
Não tava sabendo dessa parte. A Gabi foi ler as runas, a mulher fez mó terror psicológico de que ia acontecer algo muito ruim na viagem internacional dela, que ela deveria ir pra outro lugar, qualquer outro, menos pra onde ela foi. Isso era dezembro. Ela ia viajar em maio pra França, em 2022.
Janeiro e fevereiro foi aquele alvoroço de ameaça de uma guerra por conta do menino putinho. E vindo da Rússia, a gente fica com o pé atrás sempre, né? Foram meses de desespero, ansiedade, medo. Eu só tive paz quando pisei de volta em casa, porque a viagem foi incrível. Só passei perrengues chiques, tipo ter que andar debaixo da chuva com quatro malas do metrô até o Airbnb. Então, na minha cabeça, a desgraça poderia acontecer na volta. O avião caiu, sei lá. Enfim.
Fui atrás de saia pra me coçar e me arrependi. Nunca mais deixo uma cigana, bruxa, taróloga, ou seja lá o que for, chegar perto de mim. Pô, Gabi, mas aí também você fez o quê? Você foi atrás do outro e falou assim, eu vou viajar, verifica pra mim aí se vai dar merda. Eu acredito nessas questões de jogos e tal, quando a pessoa resolveu jogar e ela tá te contando coisas que você não precisou avisar.
Porque se o além tá vindo, ele já vai falando tudo. É, porque já aconteceu uma vez de um colega meu, a gente tava juntos, amigos juntos e tal, aí ele, quem tinha interesse, ele tirava tarô. Porque eu sou cagona, né? Eu tenho medo de me passarem uma notícia muito ruim. Eu sou cabreira, eu prefiro não saber, deixar a vida contar. Aí tá. E na época eu tava organizando umas paradas da minha vida que eu não tinha contado pra ninguém, eu tava bem no offzinho. Quem sabia? Era minha mãe, meu pai, meu irmão. Acabou.
Aí esse meu amigo foi lá e tal, não sei o quê. Ele é, se eu não me engano, da Umbanda. Aí ele pegou, ele foi fazer lá a tiragem, o Pererê fez. Só nós dois no cantinho, né, separado assim. Ele me contou tudo que eu não tinha contado pra ninguém.
E aí ele foi falando, não, porque tem isso, isso, isso e tal, não sei o que, não sei o que lá, você tá planejando fazer não sei o que, não sei o que lá, né? Eu falei assim, tô. Aí ele, é, e você tá na pendência de não sei o que, de não sei o que, de não sei o que lá. Eu falei assim, aham. Aí ele perguntou, você tá sendo apoiada por fulano de tal? Eu falei assim.
Tô, por quê? Não, porque ó, vai acontecer tal, tal, tal, tal, vão ser coisas boas, mas você vai ter uma perda assim, assim, assim, assim, de cunho muito próximo, e lá, lá, lá, e lá, lá, e lá, lá, lá, e foi falando tudo. E aí eu fiquei, ué, gente, perder? Por que que eu vou perder?
Aí eu pensei que era alguma coisa de trabalho. Eu falei assim, não, não é relacionado a trabalho. É de relações pessoais. E que não sei o quê. E realmente, assim, tudo que ele falou, ele inclusive me contou as coisas que eu tinha escondido e não contei pra ninguém. Aí eu falei assim, é realmente. É, eu fiz jataroso várias vezes. Bateu, não bateu e tal. Mas assim, Gabi, uma vez eu fui numa mulher, eu tinha uns 28 anos, eu tava numa fase horrível da minha vida.
E é onde a gente cai nessas coisas, né? Eu fui numa mulher da cabala, porque tava no auge da moda da cabala, né? E ela era bruxona. Ai, na época que tinha... Ai, não, é que tinha esquema de pirâmide de cabala?
Não sei se tinha esquema. Eu sei que a Madonna lançou essa coisa da cabala e aí ficou uma febre. Eu morava num bairro judeu, né? Em São Paulo. E aí tinha uma mulher lá que usava cabala. Nossa, ela era bruxona. A casa dela era de bruxa. Paguei uma grana pra consulta com ela duas horas. A primeira hora era ela falando sobre mim e a segunda hora sobre o futuro.
Paty, a primeira hora tudo bateu. Eu fiquei emocionada, fiquei tocada e tal. Mas eram frases abertas?
Ela falava detalhes da minha vida, aquela coisa, né? Tipo, como é que ela sabe essas coisas? Porque eu só agendei e fui. Eu não respondi pergunta nenhuma, sabe? E foi muito impressionante. Na segunda hora, ela só fez previsão horrível. Tipo, ela falou que meu pai ia morrer aquele ano. Que isso? Que eu ia sofrer uma... Foi horrível. Eu tava numa época ruim da minha vida. Eu piorei, eu afundei. Eu fiquei mal, triste, eu fiquei desesperada. Eu tinha que fazer alguma coisa, não sei o quê. Gabi, nada disso aconteceu.
nada disso que ela falou aconteceu. Então, realmente, depois disso eu fiquei meio, sabe? É, previsão de futuro eu acho meio complicado agora. Saber o que aconteceu no passado, se a pessoa tiver papo reto com além, eu acho mais fácil de acontecer.
Achei estranho. Bom, ela mandou outra mensagem, Pátia. Você não colocou? No meu caso, a dúvida é se é intuição ou ansiedade mesmo. Exatamente a mesma coisa que eu falei de mim, Gabi. Porque como eu sou ansiosa, eu sempre penso em todas as possibilidades. Tudo de ruim pode acontecer. Sou eu. Sou eu. Amanhã eu vou sair, aí o carro não vai pegar, aí eu vou bater, aí vai acontecer. Tudo. Eu penso todas as coisas ruins.
Isso é bom, por quê? Por isso que eu fiz curso de gerenciamento de projetos, Gabi. Isso é ótimo pra quem trabalha com gerenciamento de projetos, porque você é a pessoa que prevê tudo que pode dar errado num projeto. Então, gente, assim, no meu caso, não é uma coisa que se torna um problema, mas eu tenho esse hábito de pensar como que pode dar merda isso daqui, como que eu vou resolver se essa merda acontecer.
já traço a resolução de um problema. Isso, eu normalmente sou assim no trabalho, tá? Não sou assim na vida, não. Aí, ok, é assim que eu vou resolver caso esse problema ocorra? Vamos viver a vida. Se eu for surpreendida, vai ser por quê? Por uma notícia boa. Porque se for ruim, eu já sei resolver. Eu não sei realmente até hoje distinguir. Ah, eu tô sentindo alguma coisa. O que que é? É TAG, é transtorno de ansiedade generalizada.
É, no meu caso, eu sei quando é intuição, porque o sentimento é diferente. Quando você tá preocupado com alguma coisa, porque pode dar algum problema, e existe essa possibilidade, é tipo quando eu vou fazer alguma coisa de trabalho, eu penso, não, o carro pode dar problema não sei o que, como que eu vou resolver? Pode fulano tal, acontecesse isso, como é que eu vou resolver? Beleza. Agora, na questão da intuição, não.
acende um alerta e vira e fala, ó, essa situação específica vai dar um problema. Que problema é esse? Ainda não sabemos. Vem aí também. E existem casos, mas isso é muito difícil. Onde, de fato, vem, tipo assim, essa situação não faz porque vai acontecer isso e isso. Igual aconteceu do negócio lá de eu saber que se eu fosse pra assuntamento das letras, eu iria me afogar na cachoeira porque ia prender o pé na pedra.
E eu não tinha visto nada. Porque isso é a coisa mais curiosa. Quando você tá vendo, consumindo alguma coisa que fala sobre aquilo. E aí você faz essa associação. Tem uma explicação lógica. Você viu aquilo, você se assustou. Você viu um filme, qualquer coisa.
Nos meus casos, não tinha nada correlacionado quando vinha essa sensação, essa questão específica, sabe? Igual essa última da viagem. Não tinha nada acontecido ainda em juiz de fora, nas estradas, as coisas por causa da chuva.
E aí tava tudo dando errado e eu não consegui entender por quê. Aí quando eu desisti, eu virei e falei assim, foda-se, não tá dando, não tá dando. Aí foi quando choveu, teve desabamento de encosta na avenida, teve parte da avenida que quebrou e afundou, um monte de coisa. Aí eu virei e falei assim, ah, então provavelmente era isso aí, que é da merda.
Só que não tinha nenhuma prévia de nada disso ainda. Então a sensação é diferente. Não é a mesma coisa. Vocês lembram que eu sigo uma mulher na internet que ela é sensitiva. O que o ET fala pra ela? Aquela loura. Ai, não sei.
Não é que você falou, tipo, ai, quando aconteceu, eu vi, porque ela faz isso direto, assim. Quando acontece o que ela previu, ela coloca o print, tá vendo? Eu falei que ia acontecer, eu não, o Etevaldo. Não, e eu acho meio bizarro, porque se você fica falando que um monte de coisa vai acontecer, eventualmente vai acontecer, porque até relógio quebrado funciona duas vezes no dia.
Ah, é. Você vê essas sensitivas total... A Márcia não, Márcia é diva. Mas as outras aí falando, ah, em 2026 vai morrer um apresentador famoso, vai morrer um cantor, vai morrer... É infácil, né, gente? Exato, você vai jogando assim. Por isso que quando você falou da moça da cabala, que ela falou sobre você, eu perguntei, mas ela foi específica ou ela foi muito aberta? Porque tem gente que, por exemplo, signo.
Nada contra, tá, galera aí da astrologia? Mas tem coisa de signo que tu vira e fala. Ah, você é uma pessoa que antes de você se sentir confortável num ambiente, você é mais quieto. Mas depois que você se sente confortável, você mostra sua verdadeira personalidade. Aí as pessoas pensam, ai, isso é tão eu. Todas as pessoas são assim, gente.
Isso é bem comum. Isso é estatística, né? A gente também tem que ver que muitas das previsões, tanto na sociedade, Gabi, que a gente fala e tal, é estatística. A minha ansiedade de sair dirigindo pela estrada pra viajar é porque estatisticamente pode acontecer alguma coisa. Então, também é número, né? Exato. É mais fácil sofrer um acidente de carro do que de avião. As probabilidades são maiores. Então, assim, tem essas questões também. Agora, existem situações onde vem uma parada nada a ver. Você não tava agora.
Guardando aquilo. Igual o Elcio. Ele mencionou. Tipo, do nada. Uma caçamba náutica no meio da imigrante. Porra. É. Entendeu? Então, assim. A sensação é diferente. Quem, eventualmente, tem esse negócio. É aquele negócio que as mães falam. Ai, me deu um aperto no peito. É tipo isso. E aí, você vai questionar a mãe. Nunca questionem das mães. As mães. A mãe com intuição.
Mãe nasceu com esse plugin. É, deve ser assim, entre o quarto pro quinto mês de estação, você deve fazer um contato direto com a lei e falar assim, agora o papo é reto aqui. A única explicação que eu consigo dar aí é uma explicação mística. Grande beijo aí pro misticismo. Disse ela depois de reclamar da astrologia. Um beijo pro misticismo. Querendo você aqui. E o último comentário foi de quem, Patsy? Do Taka. Ele comentou assim, curtinho esse aí.
Ah, tá. E daqui pra frente vão ser curtinhos mesmo. Até que a gente tá estendendo demais. Por quê? Porque vocês não ouvem até o final. Vamos ver se agora, esse ano, vocês ouvem mais até o final. Tá funcionando, Paty. O pessoal tá ouvindo até o final. Engaja, engaja. Eu prefiro que queiram mais do que queiram menos. É, né? Se estiverem querendo menos, aí a gente tá com problema pra resolver.
Beijo, Taka. Gente, esses foram os comentários até agora, dia da gravação, tá bom? Depois o que vier, a gente vai ler nos próximos. Que a gente falou sobre a intuição, que a gente falou do Patsyando. Obrigada, gente. E eu quero dizer um negócio, Patsy. Fala. Quase não tem curtidas no nosso Instagram. Eu tô chateada com isso. É, galera, tá foda, hein?
Curte lá, gente. É tão fácil. É de graça. Mete o dedo. Pega o Instagram dos seus parentes. Pega o celular de todo mundo de casa. Desbloqueia, assim, na biometria de todos. Não precisa isso, não. As pessoas veem. Quase 100 pessoas veem nossos stories. Você tá vendo um story? Eu tô falando um story. Dá uma curtida? Pô, se metade desse uma curtida. Mas se desses 100, cada metade que for curtir pegar o celular de mais 5 parentes...
A pirâmide do papo dela. Exatamente. Ai, Pat, obrigada, meu bem. Eu que agradeço, meu amor.
Eles vêm comentando o comentário 68. Mas antes de ir embora, muito obrigada. Obrigada, Chicante, pra você que ouviu até aqui. Olha só, curtinho ou não o Papo Delas até aqui. E, claro, um amorzinho especial pros ouvintes incríveis que apoiaram o podcast Papo Delas esse mês. Sim, pessoal. É justamente por causa de vocês que o Papo Delas continua.
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Mas caso vocês estejam sem grana pra apoiar, vamos lá curtir. Lembra que eu falei? Pega o celular dos parentes também. Compartilha e comenta. Isso, curte lá, gente. Coraçãozinho. Bora lá. Beijo no lóbulo. E vida longa e rica para todos nós, seus lindos. Nós contamos com vocês e alguns outros para o próximo mês. Pode ser a curtida do seu amigo, do seu parente. Curta você também. Hashtag cratarze.
Hashtag Grass Fix. E até o próximo. Tchau, tchau. Tchau. Você ouviu. Papo Delas. Podcast.
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