Episódios de Vinil na Estante

VNE#139 Deftones

25 de abril de 20263h22min
0:00 / 3:22:29

Para dar o pontapé na temporada 2026 do Vinil Na Estante, Paulo, Peralta, Sarah e Well recebem o Matheus Campos (Carminium e Nosebleed) para falar sobre DEFTONES!

Como já é de costume, neste episódio comentamos nossas relações com a banda, assim como sua história e discografia.

Confira os trabalhos do nosso convidado pela CARMINIUM e pela NOSEBLEED.

Blocos:

Abertura: 00:00

Nossa relação com a banda: 05:01

Primórdios da banda: 15:54

Adrenaline: 29:06

Around The Fur: 42:43

White Pony: 01:02:21

Deftones: 01:32:35

Saturday Night Wrist: 01:48:43

Eros: 02:06:00

Diamond Eyes: 02:16:44

Koi No Yokan: 02:29:33

Gore: 02:39:23

Ohms: 02:49:43

Private Music: 03:00:04

Top 5 e encerramento: 03:15:50

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Participantes neste episódio5
P

Paulo

HostConsultor comportamental canino
P

Peralta

Co-host
S

Sarah

Co-host
W

Well

Co-host
M

Matheus Campos

ConvidadoMúsico
Assuntos2
  • Banda Deftones
  • Discografia do DeftonesÁlbum Adrenaline · Álbum Around the Fur · Álbum White Pony · Álbum Saturday Night Wrist · Álbum Eros · Álbum Diamond Eyes · Álbum Koi No Yokan · Álbum Gore · Álbum Ohms · Álbum Private Music
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Você está ouvindo Vinil na Estante. Sua dose quinzenal de música pesada.

Oi, eu sou o Paulo. Eu sou a Sarah. Eu sou o El. Eu sou o Matheus. E eu sou o Peralta. E hoje nós estamos aqui pra trazer uma das bandas mais celebradas do Nu Metal. Hoje tá todo mundo fazendo mãozinha pra frente. Hoje tá todo mundo de cavanhaque. Pra falar de Deftones, galera.

E também trouxemos aqui um velho amigo que eu tenho aqui da internet, um dos meus amigos, web amigos mais antigos, né, do meio metaleiro. O cara que também é baixista da Carmínio, tem banda cover de Deftones, que é o Matheus, nosso querido Matheus Campos aí.

E aí, Matheus, fala um pouquinho sobre ti, fala um pouquinho sobre tua relação com o Deftones. Fala, rapaziada, uma boa noite pra todos. Me sentindo um drausio varela sendo convidado pra vários podcasts pra falar de gripe, sabe? Eu falando sobre Deftones nos lugares. Então, é um prazer estar aqui com vocês. Eu sou baixista de uma banda chamada Carminion, que é uma banda aqui do Rio de Janeiro. Nós tocamos um som que tem várias influências de new metal, mas também um lance em metalcore.

e também influências cavalares de Deftones, e consequentemente, a Carmínio meio que se transformou numa outra banda que veio a se tornar um cover de Deftones, chamada Nosebleed. Então, além da Carmínio, também tem esse cover de Deftones, Nosebleed.

E eu sou muito fã da banda, em casos de bons anos já. E é isso, rapaziada. A Carmina acabou de lançar um álbum agora, no começo de março, chamado Kintsugi. Tá um álbum que tá muito maneiro, uma dash à parte. Depois aí, se puder botar o link em algum lugar, com todo respeito aí, que o álbum tá maneiro, tá show de bola. E novamente, muito obrigado aí pelo convite, rapaziada. Tamo junto e vai ser maneiro pra caramba. Isso aí, o link vai estar na descrição, tá? Lembrando que eu já indiquei o primeiro EP.

da Carminio, acho que foi lá pro 2021 ou 2022 aqui no podcast. E é isso aí, gente, tem que dar força. Principalmente porque, não só porque o Matheus é meu brother já há algum tempo, mas realmente é um som moderno, é um som que tem tudo a ver com essa pegada do Deftones e do metal moderninho que a gente costuma...

comentar aqui no podcast. Teremos um episódio de lançamento também que esse álbum estará lá, a gente dará as nossas opiniões. Com certeza. O que eu já antecipo é que vocês que sabem que eu tenho uns comentários mais ácidos, não vai existir. O álbum está bom de verdade. Que coisa linda, hein? Então é isso, pessoal. Como a gente sempre pede, é só chegar lá nas nossas redes sociais, arroba venha, podcast, no Instagram e no Blue Sky.

não mais no Twitter, por motivos óbvios. Também é importante participar do nosso programa de apoio lá na Aurelo. Lá tem recompensas como episódios exclusivos com temas extras.

da gente divagando, a gente desabafando, o Paulo chorando porque o Megadeth se tornou uma banda péssima, entre outras coisas, tá? Tu também pode, com esse programa de apoio, nos ajudar com indicações de episódios e outras recompensas que a gente tá bolando.

Também é importante tu chegar lá nos agregadores de podcast, clicar no sininho pra receber a notificação dos nossos episódios e também deixar cinco estrelas, comentários com a tua sugestão, com a tua opinião, pode deixar hate que provavelmente não vai ficar lá na plataforma, mas nós vamos rir bastante no nosso grupo do podcast. É isso aí. Quem também quer colar lá no nosso servidor do Discord, sempre é uma boa que o pessoal...

costuma compartilhar lançamentos, sugestões e tudo mais, de vez em quando rola uma sugestão que a gente até traz para o episódio, umas paradas underground ali, que normalmente não está no nosso radar, e é isso aí, nos ajudem lá, e bora para o episódio!

Bora lá. O que vai acontecer agora é que a gente vai falar sobre a nossa relação com o Death Thrones, né? Tipo, o Death Thrones que é uma banda que se revelou mais velha do que eu esperava. Eu não manjava tanto da bio deles, né? Então, estudando pra esse episódio, eu fiquei até um pouco surpreso.

Mas antes da gente entrar nesse tópico, eu queria saber de vocês qual é a relação de vocês com a banda. Vou começar com a Sarah. E aí? Então, cara, minha relação com Daftones não é muito profunda, assim. Na verdade, é uma banda que eu...

Sempre quis ouvir mais atentamente. E aí quando apareceu entre as sugestões de banda para fazer episódio, eu fiquei feliz porque ia ser uma oportunidade para conhecer melhor a banda. Uma das minhas melhores amigas, a Liv, ama muito essa banda. Então desde, meu, 2000 e bolinha já estava no radar. Aí eu lembro que eu tinha ouvido alguma música, mas que era muito atmosférica, assim, e eu não curti na época.

Esse foi um gosto que foi adquirido ao longo dos meus tempos de VNE, eu acho. E aí agora, recentemente, eu formei uma... Eu formei, não. Eu entrei para uma banda...

que tem influências de new metal muito fortes, assim. E é... Death Thrones, inclusive, é a banda favorita, ou uma das favoritas do nosso guitarrista. E aí eu acabei me familiarizando por isso. Então, não é uma relação muito profunda. Mas, com este episódio, eu acabei criando um vínculo aí bem legal com a banda. Depois a gente fala mais. Agora eu quero saber desse desenvolvimento de personagem também. E aí eu...

Pode falar da sua relação? Eu sinto que o Daftones é uma banda que comecei a gostar atrasado, né? Porque nessa internet, nesse negócio de rede social, Facebook, Instagram, sempre via posts relacionados ao Daftones.

E isso, assim, bem atrasado, 2016, 2017. Eu lembro que o primeiro contato que eu tive com o Deftones, visualmente, foi com o Album Go. E, tipo, cara, como assim? Eu nunca ouvi Deftones, né? Porque é o puro suco dos anos 2000.

Então, foi muito atrasado essa relação. Então, durante a pandemia, comecei a ouvir algumas músicas. E eu fiquei assim, nossa, que interessante esse som. E foi indo, foi fluindo. Eu sempre gostei desse no metal clássico, né? Cold Chamber, Korn, Soul Fly. Então, pra eu chegar no Daftones, assim, foi muito fácil.

Ainda é uma banda que eu tô conhecendo mais, né? Teve alguns álbuns aí que, por exemplo, tem um álbum que eu nunca ouvi na minha vida, teve um outro que eu ouvi por cima, então, assim, foi uma experiência tipo assim, caraca, pela primeira vez eu vi a tecografia toda do Deftones. Então, é isso, eu tenho opiniões, tá? Tenho várias opiniões. E é isso. Bora ver aí como que vai ser essa banda, né? Que tá pra vir aí pro Lolo Lopalooza, não sei quando que vai ser esse episódio, mas enfim.

eu queria muito ir no show é isso pra quem não sabe pode estar para vir ou pode já ter vindo, tá galera

Eu posso não ter ido Eu posso ainda estar aí Então, cara O Deftones É uma banda que por mais que estivesse Naquele rolê do New Metal Que eu como todo Toda criança e adolescente Dos anos 2000 Fui afetado, fui mordido pelo New Metal

O Deftones foi uma banda que eu não conheci nessa época. Que não me pegou nessa época. Eu fui, de fato, ouvir Deftones ali depois de 2020. Período de pandemia, sabe?

Claro, até então eu conhecia os clássicos ali, as paradas que tocavam nas emissoras que rolavam clipe nos anos 2000, com certeza conhecia, mas eu de fato fui entrar de cabeça na banda.

só depois de 2020, quando a banda teve esse revival ali, começou a bombar nas redes sociais e tudo mais, e aí eu, de fato, comecei a entender o que era o Deftones e a minha cabeça, tipo, explodiu, comecei a ficar maluco pela banda, né? E isso até... Eu tenho essa percepção, não sei se vocês também têm, mas dessas bandas do Nu Metal...

O Deftones foi uma que demorou pra emplacar aqui pro público brasileiro, sabe? Eu tenho a impressão que o Deftones já era gigantesco fora, principalmente nos Estados Unidos, né? Mas aqui não se falava tanto na minha época de criança e adolescente, quando se falava, sei lá, do Linkin Park, do Epinotes, o System of a Down, esse tipo de banda, sabe? Então...

É curioso, é curioso. O fenômeno do Deftones é bem recente na minha vida mesmo. Chegou tarde, mas chegou a tempo. Matheus, você pode comentar? Claro, cara. Então, no meu caso, tem aquela história de houve Deftones pra agradar as namoradinhas e tal. No meu caso foi literalmente isso. Minha namorada, eu tô com ela até hoje, uns 5 anos de namoro. Ela me apresentou o Deftones, eu não curtia muito na época.

se foi lá pra 2021, né? Não gostava muito, na verdade conhecia poucas coisas, algumas lúcias catadas, né? Só que ela era muito fã e ela me apresentou o Koi Noyokan.

E eu querendo dar uma moral, escutar, pra ter assunto, eu escutei o álbum inteiro e acabei me apaixonando pra cacete. Tudo relacionado a banda, eu comecei a ouvir, a consumir. Quando dei por conta de mim, eu já tava ouvindo a discografia completa.

e completamente imerso em todas as fases da banda, que assim, a gente vai comentar daqui a pouco, né, mas Death Tones é uma banda com várias bandas dentro dela, né, são várias fases e diferentes nuances e propostas, então a partir do momento que eu me permiti conhecer mais do projeto, eu me apaixonei completamente e...

de 2021 pra cá, uns 5, 6 anos. E hoje eu tô aí, né? Uma banda cover. E ouvindo diariamente, o Death Plans foi de longe. É a banda mais escutada dos meus 3 ou 4 últimos anos no Spotify. Então, realmente criou essa relação muito próxima, muito estreita.

e influenciou pra caramba a minha banda autoral. Então, né, e consequentemente, junto com esse negócio de banda, negócio de banda cover, né, acabei entrando na comunidade de fãs também e isso foi se transformando num buraco de matoca de coelho infinito. E hoje eu tô aqui, imerso, é a banda favorita da minha fase adulta. Deve tornar isso hoje pra minha idade adulta.

Até que está sendo que Metallica foi pra minha infância e adolescência. Então basicamente é isso. Pô, muito foda. Muito foda mesmo. E assim, ouvindo o trabalho, sabendo da banda cover também, dá pra notar toda a influência que acaba passando. Enfim.

Cara, a minha história com o Deftones é uma coisa meio complexa por causa que considerando os comentários de vocês eu sou o que conhece o Deftones há um pouco mais de tempo só que o conhecer nesse caso não significa que eu gostei a todo momento quem me mostrou e até mandou um beijo, tá aqui em espírito, foi a Gabi

em algum lugar do céu a Gabi está participando desse episódio exatamente, em algum pontinho no Rio de Janeiro ou em São Paulo a Gabi está presente mas ela me mostrou eu não lembro o que ela mostrou provavelmente foi o White Pony já que é algo que ela mais gosta se não me engano o meu primeiro contato foi o Gore

Tipo, também do jeito que o El comentou Que foi ver a capa Assim E deixa eu colocar uma música, né Eu sei que essa banda é gigantesca Eu coloquei A gente vai comentar sobre o que se tornou Prayer's Triangles pra mim, mas enfim E eu odiei

Assim, eu ouvi a princípio e fiquei, cara, isso não faz nem sentido, porque meu metal ficou soft, né, de repente. Essa era a época que eu tava o mais purista da minha adolescência, né, que era, tipo, eu só ouço death metal, só ouço trash metal, new metal, tipo, o fato de ser, o fato de Deftones ser uma banda de new metal já começou com aquela coisa, tipo, ah, então eu não vou gostar. Tipo, eu não quero ouvir isso aqui.

E quando eu passei desse preconceito, eu coloquei Death Ones pra tocar e eu fiquei tipo, tá, beleza, porque que meu vocalista tá gemendo, né, eu não quero ver isso.

Aí, beleza, passou o seu tempo A Gabi mostrou o White Pony Também é outro álbum que eu tenho Algumas opiniões que talvez sejam um pouco polêmicas Mas enfim E eu não gostei também Porque era aquela coisa de Tá, isso aqui é legal, isso aqui é chato E eu tô falando das músicas mais pesadas Músicas mais calmas Mas enfim

E, cara, eu não sei em que momento, assim, eu acho que eu abri meus ouvidos pra uma quantidade maior de gêneros musicais, né? Uma das bandas que eu tenho como favoritas, tenho tatuado na minha pele, infelizmente é Radiohead, né? E eu acho que, tipo, o fato de gostar tanto deles, assim, ajudou o vocal do estilo Moreno a fazer um pouco mais de sentido também, porque o Tony Ork também é outro que fica gemendo no microfone.

Então tem esse fator E assim como o Meshuga Dev Tones também começou a fazer um pouco mais de sentido pra mim E de repente eu tava já fazendo listas de músicas que eu gostava mais e tal

O Private Music, por exemplo É um álbum que lançou em agosto Do ano passado e foi meu álbum Mais ouvido de 2025 Esse tipo de coisa Death Ones provavelmente foi a banda que eu mais ouvi No ano passado também, então assim, se tornou Essa coisa toda Pra mim, mas Cara, levou um tempo, levou Pelo menos uns 10 anos De apreciação, assim, de longe Pra eu entender e pensar, tipo Ok, agora eu realmente gosto

Então é isso aí, pessoal. Vamos falar um pouquinho sobre a história da banda. O Deftones foi formado em 1988 na cidade de Sacramento. E a banda acaba sendo um fruto da amizade de infância que existia entre o Sean Moreno e o Stephen Carpenter, que é o...

que é o guitarrista, e o Abe Cunningham, que é o baterista, né? E a Sarah, eu sei que a Sarah manja bastante, eu poderia falar um pouquinho sobre essa relação deles e como surgiu esse rolê?

Então, aí, nesse meio do caminho, a gente... Nesse meio do caminho não, nesse começo do caminho, né? Eles já se conheciam da infância, na verdade, eles estudaram na mesma escola, só que o Steph, o guitarrista, ele era três anos mais velho do que o Chino e do que o Abe.

E daí, então, tipo, o Stephen, ele não conhecia o Abe da época de escola, mas ele conhecia o Tino. O Tino porque o primo do Tino morava na mesma rua do Stephen. Mas, na verdade, o que integrou eles ali foi a cena de skate. Então, todos eles gostavam muito de skate, andavam e tal.

E inclusive teve um evento bem marcante, que foi o que fez o Stephen começar a tocar guitarra, que foi que ele sofreu um acidente, e aí ele, enfim, teve que parar de andar de skate.

E daí, desse acidente, ele... Assim, isso não é confirmado 100%, mas tem um lore bem forte de que foi desse acidente que ele acabou conseguindo um dinheiro, assim, de processo e tal, por ter sido atropelado, enfim.

E aí ele usou pra comprar equipamento. E aí, a partir disso que começou a banda. Então, começou ali. E foi uma coisa despretensiosa. Não foi um negócio tipo, ah, vamos fazer uma banda. Foi um negócio meio tipo assim. O Abe era viciado em bateria desde pequeno e tal. Os pais dele são músicos.

O Tino sempre curtia, mas também não tinha essa pretensão claramente na época. Ele nem achava que conseguia cantar, na real, no começo. E aí eles foram se juntando ali e saiu a banda. Uma coisa muito natural da convivência dos três. Cara, é que eu tô pensando no contexto. Tipo, a cena de skate, nessa época principalmente.

ela era muito conectada à cena punk. Então o fato de ter saído uma banda tipo Deftones, pra mim é meio surpreendente, pra ser bem franco. Outra coisa que é surpreendente, ser de 88 não choca vocês, não? Pra caralho, mano, pra caralho, porque... Peraí, 88 a banda? Pois é.

Sim, eles demoraram, né, pra lançar o primeiro álbum, assim, tipo, eles lançaram, mas eles foram ficar conhecidos mesmo, tipo, aqui no Brasil mesmo, meu Deus, demorou muito. Muito, com certeza. Eles lançaram bastante demo, né, nessa época, e tu ouvindo as demos, tu entende essa relação com a cena punk, sabe? Principalmente quando a gente pega ali...

todo o contexto do rolê no metal inclusive a gente vai ter que falar em algum momento também sobre o Korn, que é outra banda do que junto com o Deftones acabou junto com o Deftones acabou consolidando ali estética e elementos sonoros do no metal e são duas bandas que tem um pé bem grande no hardcore E aí E aí E aí

Não apenas no hardcore, assim, no primeiro EP, né? O conjunto de demos que o Death Thunder lançou tinha coisa de reggae, mais ou menos. Então, assim, eu percebo que esse início deles foi uma parada muito plural em questão de sonoridade, sabe? Tinha a questão do hardcore, tinha alguns negócios meio trash metal, sabe? Uma pegada que o Mr. Bungle tava fazendo. Um lance meio funk metal que o reggae rock também é um negócio assim. Eu ia comentar isso. Feito no amor, né?

É, o Faith No More Antes do Mike Patton Faith No More daquele álbum lá do Como é que é o nome do primeiro vocalista dele? É, o Rod Betton Chuck Mosley, eu acho Primeirão Isso, não, o Rod Betton é outro mesmo Então, assim

Tinha essa pegada, o próprio Chino cantando nesse conjunto de demos, você percebia aquele flow, aquele negócio meio do rap, do lance do hip-hop, tava muito efervescente o conjunto de influências, não tinha um som definido. E eu vou meter a real pra vocês que o Deftones ali nessa fase embrionária pra mim me lembrava até o Charlie Brown, cara.

eu 100% acho que Deftones é o Charlie Brown, porque assim, eu não vou falar o contrário, né? o Deftones é o Charlie Brown americano, velho inclusive isso é pauta pra outro episódio mas eu defendo fortemente que Charlie Brown é uma banda de no metal, mas enfim isso aí concordamos plenamente, pode falar então

Não, gente, assim, eu tava ouvindo um álbum, me deu uma vontade de pegar skate e andar por aí, sabe? Um bermudão, aljá, a Lisa, Death Tones. Muito fã. Se essa não é a sensação inteira do Adrenaline, eu não sei. Mas enfim. É. Cara.

continuando, né? Eles se formaram em 88, né? Então, pouco tempo depois, o Abe Cunningham saiu e fez o Dominique Garcia, que tava como baixista aí pra bateria, e a banda acabou recrutando o Chi Chang, que vai ser bastante comentado durante esse episódio, pro baixo, né? Com essa formação, a banda gravou a primeira demo lá em 91.

E em 93, a formação classicona se estabeleceu de volta, com o Wave Cunningham voltando pra banda. Cara, vocês chegaram a ouvir essa demo?

Like Lino. Eu ouvi. Sensacional. Eu ouvi, cara. E assim, é muito um maluco que... Primeiro, o vocal do Chino é muito parecido com o do Maynard do Tu. É muito parecido. Muito parecido. E assim, tu pega a sonoridade, tem todo esse rolê ali do hardcore que a gente comentou. Mas, por ser um fruto da sua época...

Tem muita coisa de grunge também, cara. Muita coisa de Alice in Chains. Muita coisa. Aí tem reggae. Então, esse disco é muito interessante. Ele também, óbvio, é influenciado ali no que tem de mais tradicional no metal, como o trash e tudo mais.

Só que é um disco muito interessante Porque dá pra ver o Deftones Com uma amálgama de tudo que tava rolando Na música pesada na época Eles pegaram um pouquinho de tudo Claro, nesse momento eles estavam meio atirando Pra tudo quanto é lado Não tinha uma sonoridade muito definida

mas tava tudo ali, tava tudo ali, é muito interessante. Além disso, a inocência também, né, você percebe que existia ainda aquela parada da banda começando, da banda iniciando, tem uma live dessa época, se não me engano de 92, se jogar no YouTube, Death Tones 92 Live, você vai achar, o Chino cantando assim, todo, sabe, tímido, segurando o microfone, assim.

todo estranho, sabe? Os caras assim, meio retraídos no palco e tal, sem o jeito. Então você percebe, tem aquela inocência, aquela coisa poeril da banda começando, da banda experimentando, sabe? E é muito maneiro. Eu acho esse trabalho muito maneiro, sabe? Eu não paro pra escutar, não paro pra escutar os outros álbuns posteriores, mas eu acho que pra estudar o começo da banda, o que a banda se tornou, é um exercício bacana. Você pegar pra escutar o Light Lino, assim, é bem legal.

o Chino nessa época não tinha nem cavanhaque sem cavanhaque e ele cantava com a voz meio rígida não tinha aquela voz molhada ele cantava direitinho com a voz firme é engraçado

Eu acho que é interessante ouvir o Matheus falando isso, porque ao mesmo tempo que eles estavam nessa época de início, de ir se definindo como banda, eles ganharam muita atração basicamente no ao vivo.

Eles criaram um tamanho de banda muito grande só nessa época, sem ter nenhum álbum lançado. Tanto que eles estavam numa turnê que era a turnê de reunião do Black Sabbath com Pantera na época. E eles fizeram essa turnê antes de sair o primeiro disco, o Adrenaline. Então, tipo...

Ao mesmo tempo que eles já estavam ali, que dá pra ver essa incipiência, digamos assim, eles já conquistaram o público muito fortemente, porque eles tinham uma força muito grande ao vivo. E a gente vai voltar um pouquinho a falar sobre isso, porque no Adrenaline eles, inclusive, fizeram quase toda a gravação.

Juntos, como se fosse um ensaio gravado Porque eles queriam Manter essa energia do ao vivo Então era uma coisa bem importante Para a banda, e que foi uma das coisas que me fez Gostar bastante da banda, inclusive Bem espírito de banda de garagem, né? Sobre isso que a Sarah falou Recentemente, uma entrevista do Chino Depois de um show que eles foram vaiados Acho que abrindo para o Oz e tal O Chino falando, ah, vocês me vaiam Mas nós somos a banda que seus filhos vão comprar os nossos CDs E aí

Então continuou porque era essa parada. Eles tinham o lance do som da juventude, né? O som mais jovem, tudo mais. Uma coisa que eu esqueci de comentar durante o início do episódio é sobre o nome do Death Tones.

que, pô, não sei se vocês já tinham essa noção, assim, eu nunca tinha parado pra pensar que é uma mistura de gíria do rap, né, que o death vem de definitivo, né, e o tones da tonalidade das músicas, e o nome também, ele vale como uma piada, né, de surdez tonal, né, o tom death, que é usado casualmente nos Estados Unidos pra definir uma falta de sensibilidade ao contexto social. E aí eu fiquei pensando no...

no jeito que o Deftones se olha, né? Até, tipo, considerando algumas entrevistas do próprio Tino Moreno, que a gente pode comentar quando a gente estiver falando do contexto dos álbuns, por exemplo, mas parada pra pensar no que veio no futuro, tipo, o lance do New Metal, tipo, o fato dele ver a banda como algo muito maior, tipo, ou parecer que o pessoal não tinha sensibilidade toda de enxergar o Deftones como algo muito maior do que só New Metal, né?

Então eu achei o nome interessante Considerando esses pontos Eu ia falar sobre o nome também Eu não tinha parado pra Prestar atenção nem nada Eu achei genial Mas até tem uma entrevista Do Chino Que ele fala sobre A influência Que ele teve, claro, ele tem do hip hop Na gira, inclusive De death E aí E aí

Mas do Tones, era muito, tipo, dos outros sons que ele ouvia. Então, dessa mistura de outros sons. Tem décadas específicas que ele faz referência, mas principalmente, tipo, ah, The Pest Mode da vida, assim. Então, tem essa referência ali também. O Chino é totalmente do pós-punk, assim, cara. Totalmente do pós-punk. Mas você pega a lista de influência do Chino Moreno, é, tipo, Cartoon Twins, Pós-punk pra caralho, Joy Division. Pushing Punks.

Smash Pumpkins também Pô, umas bandas consagradíssimas Mas com certeza não são bandas de metal Enfim E aí nesse período de dois anos A gente estava comentando sobre a demo

eles já estavam grandes o suficiente pra fazer essa tour que a Sarah mencionou e estavam tocando em Los Angeles tipo, um circuito absurdo principalmente considerando a época e eles estavam do lado do Korn Korn que é uma banda extremamente importante pra essa época e considerando a sonoridade considerando os shows que eles estavam fazendo eles impressionaram os caras da Maverick Records e foi lá que eles

seus primeiros álbuns e a gente vai entrar pra falar sobre alguns deles agora quando em 95 dia 3 de outubro o Death Owls lança o Adrenaline o que vocês acham desse álbum? pica, monstruoso monstruoso

Alguém falou, acho que a Sarah falou, se eu não me engano, de ser um álbum espontâneo. Velho, a minha experiência tirando as músicas desse álbum pra minha banda cover, a Engine No. 9, por exemplo, a Root, a Bored, meu batera teve uma experiência que a gente tava fazendo os VS das músicas pra tocar no show. Como a gente não tá em tecladista...

a gente precisa, né, o DJ, no caso, a gente precisa correr conforme dá. E ele falou que, assim, simplesmente não dá pra separar os VS das músicas de Adrenaline, porque eles não gravaram o negócio no Metrônomo, tudo assim, contadinho, no clique, saca?

Então, é impossível. V.S. Não dá pra gravar V.S. Das músicas desse álbum. Porque eles gravaram a Vera. Todo mundo, como banda mesmo. Dá o rec aí e vambora. Então é um álbum que eu acho que tem essa parada crua, sabe? Ele tem essa energia de realmente... Parece um ensaio. Um ensaio gravado. É muito bravo.

Eu só ia comentar que aqui também tem bastante influência de sons mais agressivos, assim. Já tem aquela sofisticação, digamos assim, o mais atmosférico do Deftones, mas dá pra ver que o Stephen, né, que é quem tem mais influência no metal ali, metal um pouco mais pesado, traz isso na banda, assim. Então aqui é bem...

Cara, é bem cru, a palavra que eu uso pra esse álbum é tipo, cru, e é cru, gostoso. Cara, é algum dos pontos desse álbum, né, só antes aí, ele foi gravado no Bad Animals Studio, em Seattle, o álbum foi gravado quase todo ao vivo, né, como vocês mesmos comentaram.

pelo Eteridate, que tem uma relação interessante com a banda. Ele não foi um sucesso comercial, mas permitiu que a banda entrasse em turnês e conquistasse o público no underground, o que é bastante interessante, considerando o quanto o Death Tons cresceu. O reconhecimento foi lento e foi feito de no boca a boca, basicamente.

Algumas dessas faixas já estavam no Like Linux. O álbum se tornou platina 10 anos depois de ser lançado. O que, considerando a sonoridade do álbum, é uma coisa que me deixa um pouco impressionado, para ser bem franco. E essa capa é um aspirador nasal de bebê, que buscava captar a natureza da banda.

A formação é a formação clássica da Tino Moreno e Stephen Carpenter na guitarra, Tietchan no baixo e Ape Cunningham na bateria. Então, cara, assim, ainda seguindo o comentário que a Sarah trouxe ali, é um disco muito cru, é um disco muito direto.

Só que esse álbum junto com o próximo, pra mim eles têm uma importância muito grande junto com o trabalho que eu falei um pouquinho antes, que é o Korn, também com seus dois primeiros álbuns, que pra mim são os responsáveis por definir estética.

Do Nu Metal Definir timbres Como se soa Nu Metal Porque vamos lá Muita gente comenta sobre O Nu Metal ser um Um movimento muito plural Porque as bandas de fato Soam muito diferentes Entre si Só que é muito louco que a gente Pega esse primeiro disco Do Deftones E tem tudo ali E tem tudo ali

sabe? Porque pra quem gosta de groove, tem groove, pra quem gosta de umas quebradeiras um pouquinho mais maluquinhas, como o que o System foi fazer ali depois, mais pro final dos anos 90, tá aqui. Pra quem curte a pegada mais rap do Linkin Park e do Link Biscuit, aqui já rola. Pra quem curte também uma coisa mais percursiva, como o Sleep Knot é...

Foi fazer também no final dos anos 90, início dos anos 2000. Aqui também já tem. E principalmente timbre, cara. Nossa, o timbre de guitarra desse álbum, ele é de uma crueza, de uma ignorância muito foda.

E meio que todas essas bandas seguiram, porque tu pega o timbre de guitarra do Stephen Carpenter nesse disco e vai ouvir o primeiro álbum do System, tu vê que o Daryl bebeu diretamente da fonte, ele bebeu o suor do Stephen Carpenter pra... E aí

pra tocar, tá ligado? E mesmo assim, também estilo de riff e tudo mais, cara. E assim, a gente vai falar muito desse cara hoje, que precisa ser muito valorizado. Também o baixo do Chi Chang, cara. Porra, que coisa linda.

É, o Matheus é baixista, vai falar eu sou baixista café com leite, eu toco de brincadeira. Eu também. O meu favorito é o baixo, então. Toco de brincadeira, mas o Matheus é baixista profissional, ele vai comentar. Cara, cada linha criativa pra caralho.

Eu gosto muito de baixistas que são capazes de criar coisas com grooves complexos e também criar na simplicidade. E o Chi Chiang é um cara que muitas vezes na simplicidade ele cria coisas incríveis e é até difícil de replicar porque ele tem um groove muito próprio, sabe?

Tu não tem essa Essa Essa impressão, Matheus Parece que nunca tu tá tocando certo, sabe? Não, completamente, cara Completamente, assim De longe, o primeiro álbum dos Astônia É o meu álbum mais favorito de tocar da vida De pegar pra tocar assim É o meu álbum favorito de tocar no baixo na vida totalmente Justamente porque É divertido, cara, é divertido Você sabe que não tá batendo no tempo Quando você falou, você tem a impressão que tá tocando errado Porque o groove dele é um negócio muito único dele Obrigado

mas é um som divertido de tocar a linha de baixo de Root é absurda, sabe é uma música divertida pra tocar ao vivo é enérgica, tem balanço a própria Bordred que abre o álbum é uma linha de baixo e um riff principal do Chief também diferente, sabe é tão estranho que parece que o Chief tá tocando ela errado a todo momento exatamente

Mas os caras falam isso mesmo, tipo, no último álbum, tipo, na entrevista que rolou aí, no último álbum, eles falaram, falando sobre o Ti, assim, eles falaram, tipo, cara, parecia que o cara...

Ele tocava sempre... Eles falavam que, tipo, eles estavam tocando juntos e eles falavam não olha pro pé do Ti porque ele tá contando um bagulho diferente. E daí ele ia, tipo, preenchendo os espaços que estavam ali no meio. Então era uma coisa muito, muito própria dele. E que ficou depois, inclusive, né, fez uma parte muito importante da identidade da banda e do som da banda. Mas vocês acham que esse álbum é, tipo...

Eu acho que ele não tá no top 3, assim. Mas ele é um ótimo álbum, principalmente por ser um álbum de estreia. Eu acho que ele... Então... Como o Peralta falou, ele colocou, tipo... Todos os elementos estão ali, tá ligado? Mas eles vão conseguir amadurecer depois muito bem, eu acho.

Não, é que eu sou um grande fã de primeiros álbuns, sabe? Eu gosto muito de ouvir a banda no começo, eu sou muito fã do QM All, eu sou muito fã do Angel's Cry, do Angra, sabe? Eu gosto de ouvir a banda... Scream, Bloody Gore. É, exatamente, exatamente. Eu gosto de ouvir a banda naquela fase inicial, porque eu curto... Tamo junto, Matheus. Essa energia. Exato, então.

Então, apesar de não estar no meu top 3 também, eu acho que é um álbum de estreia muito bom. Considerando que é um álbum de estreia, principalmente, eu acho esse álbum um absurdo, um petalho. Só que...

Eu acho que eu peguei pra ouvir Deftones depois, já gostando um pouco mais, já pensando na estética toda do Deftones. Então, quando eu tive a coragem de ouvir o Adrenaline, porque...

Meu new metal é o Around the Fur, né? A gente já vai falar disso. Mas quando eu tive a coragem de ouvir o Adrenaline, eu fiquei tipo, tá, me mostre. Me mostre algo novo. Assim, o aspecto, a banda está no início, dá pra ver bastante. Principalmente com as músicas gigantescas, né? Tipo, Power de Seven Words e Engine No. 9.

Tipo, eu acho que essas três músicas, elas mostram, assim, todas as características que o Daftones vai ter pro futuro. Sim. Eu acho que acaba desenvolvendo, tipo, bem mais. Eu acho que uma música, tipo, o Engine No. 9, ela mostra o lado soft, assim, do Daftones, só que, ao mesmo tempo, ela tem agressividade. Pra mim, ela e Bord são as duas melhores do álbum.

mas é do jeito que elas são elas são feitas, tem aspectos na composição ali que eu acho que tem o lance de ainda uma coisa muito inocente

e a gente vai desenvolver isso um pouco mais, e tem um lance em Boyd, que eu acho que a dinâmica do New Metal, a dinâmica de influência até de Tool, que o Perato não citou eu acho que se mostra muito já logo de cara, assim, então assim, considerando a discografia do Deftones eu entendo esse álbum ficar lá embaixo quando a gente tá discutindo, mas assim, como a

em alguns momentos acabam bebendo. Eu acho que o que faltava ainda era um pouquinho de maturidade, mas explica o tanto que a banda já tinha estrada antes de, de fato, lançar esse álbum, explica um pouco eles já terem chegado com esse pé na porta, assim, sabe? Acho que aqueles já estavam bem decididos do que eles queriam, só faltava...

pra parar algumas arestas e estavam mesmo, porque o Andy No. 9, por exemplo foi o que pegou o cara da Maverick então eles já estavam tocando ao vivo sim, é uma música até que já estava na demo Seven Words também

E só, tipo, pra finalizar, talvez, esse álbum, uma coisa que eu acho que é bem importante, assim, destacar é o que o Paulo falou. Então, é um álbum que ele se tornou platina nos Estados Unidos dez anos depois do lançamento dele. Então, eu acho que...

O Deftones tem um pouco essa característica de ser uma banda meio que à frente do seu tempo, sabe? Eu vejo que é uma banda que, pô, se me dissesse, ah, beleza, começou a lançar álbum, eu não sei, tipo, dizer que esse álbum é de 1995 é muito estranho, cara. Porque realmente, tipo, é algo que não não existia ainda, parece, sabe? Mas é isso aí.

Cara, eu gosto muito desse álbum e, assim, não acho que a banda seja algo amador, né? Então, como eles já tiveram uma estrada antes de lançar esse álbum, já tinham testado algumas músicas ao vivo, então eles sabiam quais músicas eles iam colocar nesse álbum de estreia, né? Então, pra mim, funciona muito bem, entendeu? Então, assim, ali eu acho que eu já sinto a essência do clássico Death Toms.

na board no number nine Seven Words enfim, esses classiqueiros aí desse álbum e eu por exemplo, tem uma música nesse álbum chamado Fire Real que caraca, o vocal do chino o vocal do chino puta merda é é um

grito, porra parece um porco, né gritando ali e cara, literalmente o cara grita pra caralho nessa música entendeu, e assim, eu vejo ali aquela estética do Daftones clássico, né

Aquele momento inicial, vale uma introzinha, calminha, depois entra aquela parte mais pesada, vem o vocal gritado, vem os sussurros do Chino no seu ouvido, daqui a pouco volta pra calmaria, depois mais um sussurro, enfim.

E vai formando a estética do Deftones. Então, assim, Fire Real é o maior exemplo de como, caraca, isso aqui é Deftones, sabe? Então, assim, você encontra o que a banda vai se tornar à frente nesse álbum, né? Eles trabalham de uma forma melhor mais pra frente? Concordo com vocês, mas esse álbum não deixa de estar no meu top 3. Pra mim, tá no meu top 3.

Só uma observação aqui que na música Root, a gente tava falando que o System passou a fazer muito também, o final da música Root tem uma sonoridade meio exótica, diferentona também na parte C dela, que é um negócio que o System explorou muito nos anos posteriores também. Então realmente eu concordo, assino embaixo vocês aí, que foi um álbum bastante influente pra essa galera.

Vamos para o próximo álbum, que esse eu tô doente pra comentar. Em 97, dia 28 de outubro, foi lançado o que, assim, pra mim é um marco na discografia, mas a gente vai definir esses termos aí, que é o Around the Four.

O álbum foi gravado no Estúdio Little, em Seattle também. O álbum foi dedicado ao Dana Wells, que é um enteado que faleceu, do Max Cavaleira, que está presente na faixa Head Up. Em uma entrevista de 98 para a revista Chartier, o Tino Moreno falou que quando eles começaram a fazer esse álbum, eles não tinham uma ideia definida do que queriam lançar. Eles sentiam que o álbum se encaixou assim que a banda entrou no estúdio.

Os singles My On Summer e Be Quiet and Drive foram responsáveis pelo sucesso da banda, né? A gente vai falar bastante sobre essas duas músicas especificamente. Os vocais femininos da faixa MX são de Anna Lynn, que é esposa do baterista, Hunningham. MX tem 37 minutos nas plataformas digitais, que é mais um daqueles casos de faixas escondidas.

A faixa escondida da Mooney pode ser ouvida a partir dos 32 minutos e 35 segundos. Cara, isso é muito engraçado, porque eu tava ouvindo o disco pro episódio, e eu fiquei tipo, cara, como assim? Esse álbum tem uma hora e quinze, cara? Tipo...

Como é que isso é um porradaria todo? E aí eu me dei conta dessa faixa, cara. Eu acho que eu nunca tinha ouvido a faixa escondida. Quando terminava a MX e começava o silêncio ali, eu meio que...

O que o Spotify tá viajando e botava outra coisa pro vídeo, tá ligado? E o que me incomoda nesse tempo todo dessa faixa é que nos 11 minutos, isso eu já tinha noção mesmo antes do comentário aqui, né? Mas nos 11 minutos começa um ruído.

Então, tipo assim, dá a sensação de que vai começar outra coisa já ali. Mas não. Vamos lá, sobre o restante dos pontos, né? Isso também é outro ponto extremamente importante. Quando perguntava sobre a classificação da banda como new metal, o Steven Carpenter, que é a pessoa mais metaleira do Daftones, responde, nós realmente não prestamos muita atenção a isso. Eu me lembro de quando esses nomes de subgêneros não existiam, era apenas...

Então não achamos que tomamos a decisão de nos afastar do New Metal. Nunca prestamos atenção no que os outros estavam fazendo. Apenas fizemos o que achamos certo e tentamos fazer um álbum matador. Conseguiram. Acaba uma foto espontânea tirada por Ricky Kozik durante uma festa no apartamento da banda em Seattle. A imagem, que se tornou icônica demais, mostra a Lisa Hiltz, que é amiga do Steam Carton, tendo uma jacuzzi captada com lente de olho de peixe.

A banda escolheu a foto pela sua estética crua e despretensiosa. A formação é uma formação clássica. O que vocês acham desse álbum?

Então, gente, esse álbum eu acho que... Cara, como que eu vou chegar aí ao... Sem ser muito, sei lá, purista, né? Mas vamos lá. Cara, esse é o maior álbum, o maior lançamento da banda, né? Porque a banda estourou graças a esse álbum. Isso é fato. Será? Será que foi graça esse álbum? Eu acho sim, porque esse aqui é muito...

Isso aqui é muito MTV. Vocês não acham? Estética MTV anos 2000? Tudo bem que é 97, né? Final dos anos 90, início dos anos 2000, né? Pra minha visão, o clipe de Wild Summer é completamente MTV. Mas aí que tá, eu acho que o...

essa estética, porque o Deftones foi um dos responsáveis por definir isso, cara. É, o bagulho que a gente tava falando junto com o Corn ali, cara. Estavam na vanguarda do bagulho, sabe? Sim, sim. Eu acho que, tipo, não tem... Assim, em termos comerciais, né, a gente sabe que é depois que o bagulho vai pegar.

Mas eu acho que até rolou um bagulho meio de... Eu não acho que estourou a banda 100% aqui. Eu acho que foi depois e depois esse álbum foi mais valorizado. Mas aí também eu não tava lá pra contar a história.

eu, cara, me amarro nesse álbum, eu gosto demais dessa estética esquetista, dessa sonoridade aí moderninha, jovem, malhação, anos 90, sabe? Então, assim, cara, Sandy e Júnior, sabe? Você comprava, no mesmo lugar que você comprava CD do Sandy e Júnior, você encontrava Defton.

então era isso, é o caos do final dos anos 90 e início dos anos 2000 então pra mim é muito nostálgico não tendo vivido essa época eu não era um jovem adolescente eu era uma criança, tinha acabado de nascer em 97 aquela parada da estética aquela estética older brother do irmão mais velho dos anos 2000 isso é isso

Essa pegadona aí, eu tô ligado. Cara, eu sou de falar do Around the Fun. Porque eu acho que hoje, hoje, hoje é de o quê? Hoje é 15 do 3. Hoje o Around the Fun é meu álbum favorito, Death Tones. É um álbum que eu acho que é feromônico, tá ligado? Ele tem cheiro de suor. Ele é um álbum que, porra, mistura... Mano, feromônico foi a melhor... Meu Deus, ele achou a palavra, sabe? Ele achou a palavra.

do álbum. A pegada é essa. É um álbum assim, ele tem a porrada do metal em head up, ele tem o lance sensual de máscara, ele tem a pegada mais voltada pro shoegaze que eles começaram a explorar depois com Be Quiet and Dry. Então assim, é um álbum que eu sou suspeito pra falar porque eu acho do caralho. Foi o primeiro álbum que eu ouvi, que eu ouvi, né? E falei, cara, é isso, é esse álbum.

definitivo pra mim. Então, pra mim é um absurdo, é Max. É uma porrada, é uma porrada, é uma música que assim, quando eles tocavam ao vivo, o público corria ao delírio, o Chino costumava cantar essa música no pé da grade, pra ter essa proximidade com a galera, então assim, é uma porrada, eu acho muito, muito bom.

Eu queria opinião do Matheus sobre a faixa Ricketts, porque eu tô pensando na levada do Tcheng. Tipo, essa música em específico tem um baixo que é bizarro. É, não, a Ricketts é um absurdo. Lábia também, lábia tem um maior de baixo. Lábia é foda!

Pô, cara, pelo amor de Deus, o Rickett Lada também é, pô, cara, o álbum inteiro tem mix de baixo muito maneiro do Tia, assim e riffs, cara, os riffs são muito bons os riffs são muito bons, o Steve é um puta riffmaker, né, mas eu acho que especialmente no Around the Floor ele estava estava inspirado e o Wave também, pô, é foda, que eu vou falar da banda inteira mas os grooves, cara o groove de abertura de Around the Floor sabe, aquele que é aquela batera, pô, pelo amor de Deus pelo amor de Deus, é E aí

Nossa, a bateria do início Era um D4 Falando um pouquinho Sobre esse disco Eu acho Esse comentário que o Matheus fez Que é um álbum feromônico É perfeito E demonstra Todo o aspecto Da estética do Deftones Que foi definida nessa época

Porque, pra mim, o álbum, ele soa exatamente como a capa, sabe? Sim. Suada. É, sabe? Tipo... E tem aquela coisa, assim, porque a modelo da capa, ao mesmo tempo que ela é gatíssima, obviamente, ela...

a pose passa uma estranheza e parece aquela coisa assim, meio jovem foda-se, eu quero andar de skate e ir pra praia, sabe eu acho que é um disco que ele é ele passa a vibe da juventude sabe

essa energia de nostalgia, sabe? Por exemplo, cara, sei lá, ouvir Be Quiet and Drive é uma coisa assim, é uma experiência que tu simplesmente vai, se transporta pra outro lugar, pra outra época, sabe? Transcendente!

É, com certeza, cara, com certeza. Ainda é algo muito incipiente, mas aqui a gente já consegue ver mais da pegada shoegaze, mais essa coisa etérea que vai explodir mesmo no álbum seguinte, né? Então, assim, é um puta álbum, é um puta álbum, a banda evolui muito.

em comparação com o disco anterior, tem muito mais maturidade de composição, acaba sendo menos tiro pra tudo quanto é lado, dá pra ver que foi um disco mais bem pensado, né?

E além disso, a banda consegue manter o ódio, consegue manter a ferocidade do álbum anterior. Então, cara, é um disco muito completo, muito completo. Esse e o álbum seguinte sempre alternam ali entre os meus favoritos. Então, creio que hoje seja o meu favorito da banda também. Caraca, pegou surpresa.

é o álbum favorito do próprio Chino Moreno. Pelo menos até 2025, o álbum favorito dele também. Até o lançamento de Perfect Music, pelo menos, ele sempre deixou como favorito dele. E aí eu até vou trazer alguns outros fatos curiosos, ou não tão curiosos. Como o Paulo falou, tem uma faixa com a participação do Max Cavaleira, que é a Head Up.

E a banda dele, Soulfly, o nome vem desta música especificamente. O que eu achei, assim, incrível. Não sabia disso antes. E o Death Torrance era super próximo, né, do Dana e...

Enfim, teve até um show que eles não terminaram por causa disso, quando ficaram sabendo, foi todo um rolê. Mas eu não defini qual é meu álbum favorito, mas esse com certeza tá na batalha, assim, tá lá em cima. Foi o primeiro álbum que eu ouvi, tipo, inteiro, do começo ao fim, e foi gostoso apenas.

O nome do álbum. O nome do álbum, embora muitas pessoas relacionem com uma dinâmica mais sexual, justamente porque o álbum é extremamente feromônico, como disse o Matheus, ele... na verdade o Chino falou que é a ideia de que, tipo, pô, tem o fur ali, a pelagem, né, enfim, uma coisa tão bonita ou fofa, enfim, que a gente gosta.

E tão perto daquilo ali tem as entranhas dos bichos, sabe? E da gente, enfim. Então é meio que essa dualidade. E daí a capa do álbum, o Peralta já falou isso também. Essa foto, tipo, pô, é uma foto que tu olha e ela é um ângulo horrível. E ao mesmo tempo não é. Tipo, é uma coisa que é tipo... Essa coisa é dualidade mesmo, né? Que eu acho que...

é muito trazida no álbum. Então tudo que é muito bonito da nossa humanidade e também o que é muito feio da nossa humanidade. Isso tá presente no show, no som, aliás. E aí uma coisa que eu gosto muito desse álbum é que quando eu ouvi a banda falando dele assim, e ver as entrevistas, porque todos eles, todos eles saíram do estúdio e eles estavam muito satisfeitos com o que eles tinham feito.

Tipo, todos eles saíam e eles relatam, assim, que saíam colocando pra galera ouvir, tipo, pô, olha o que eu fiz. E, cara, tu sair de um processo de gravação de álbum com todo mundo... Com esse sentimento, né? Meu, é muito difícil, cara, porque mesmo que tu goste, mesmo que, pô, tu gostou pra caralho do resultado...

É um processo que cansa, desgasta e tal. E daí tem várias pessoas diferentes. Eles mesmos, essa banda especificamente, o Deftones, são pessoas que têm gostos musicais muito múltiplos e diferentes entre si. Então, tipo, todos eles saíram satisfeitos. Então, isso eu acho que atesta muito. Para mim, esse álbum é a identidade do Deftones. Tipo, isso aqui é Deftones.

saca? E aí depois, enfim, eles vão aprofundar muita coisa e levar pra outros lados, experimentar outras coisas, mas eu acho que isso aqui, olhando até essa parte mais histórica da banda, é o álbum que consolida a identidade do Deftones e a estética, que daí não é só do Deftones, que virou uma estética de toda essa, de uma geração de música, de uma época, que é, gente, maravilhosa, né? Assim, o Deftones sempre foi uma banda que me atraiu e que eu respeito muito por esse cuidado estético, que é muito importante.

esse ponto estético é uma coisa que é inegável que eles têm desde sempre eu acho isso impressionante também cara, eu acho que aqui, tipo, o fato de ser um segundo álbum pra mim aí, né, volta ao ponto de, tipo, álbum de estreia álbum secundário e tal, beleza mas o salto da qualidade pra mim do Adrenaline pra esse álbum é assim

Absurdo Absurdo mesmo Eu tava comentando no primeiro álbum Sobre Engine No. 9, por exemplo Que pra mim é o destaque E é onde já dá pra ver As faces do Death to Ones um pouco melhor Os destaques desse álbum As duas músicas principais Be Quiet and Drive e My Own Summer Pô, elas são Hinos até hoje Mano, abrir o álbum com My Own Summer E ser a música que é A importância

Já, tipo, mostrar que, pô, beleza, o New Metal que a gente faz, beleza, a gente consegue fazer um pouco melhor. E essa música em específico, seguir com lábia, é absurdo, mano, é absurdo. E Mile On Summer nem termina, assim, não tem um espaço de um segundo, tipo, eles já estão com lábia lá, então, assim, tocando pra caralho, tipo, assim, é absurdo demais a dinâmica de um doido dessas duas, principalmente. Um...

Beleza. Vocês estavam falando do fato do álbum ser ferro-harmônico, só que tipo, porra, é um álbum muito puto também, né? Eu acho que é um álbum mais pesado deles. Sim. Eu acho que o Sarday Night Reach tem uma competição ali em relação à atmosfera.

Mas eu acho que o Around the Four é o álbum mais pesado de todos. Esse álbum tem Máscara. E Máscara é a primeira música, assim, que... Pra mim, né, pelo menos. Que começa a mostrar essa dinâmica de faixas mais soft que o Death Tones vai melhorar daqui pra frente. Ou pelo menos pra mim. Essa música é muito boa, tá? Eu gosto demais, tá? Demais, demais, demais. Só que... Porra. Assim, essa faixa... Tipo, ela... É tão boa, cara.

Só que ela tá num momento que eu acho que eles estão preparando pra alguma coisa maior. Tipo, a gente vai apresentar isso aqui, vai ter um saborzinho de coisas que a gente ainda vai chegar. E...

Beleza. A faixa que eu queria comentar era Ricketts. Ricketts, tipo, pô, tem aquele groove que eu tava comentando com o Matheus que é uma coisa sensacional. Que é o lance do Tita tocando errado também. Errado. Entre muitas aspas. E, assim, bizarra. Tipo, mano, esse bagulho se encaixar nessa música não faz nenhum sentido pra mim. Tipo, de verdade. Mas, né, a gente tem que falar dessa faixa, né?

Be Quiet and Drive Cara, Be Quiet and Drive Talvez seja a música que defina a carreira deles Pra mim é esse tamanho de música Changing da House of Fire A gente vai falar no próximo álbum

Só que a música que define a carreira, tipo, pô, agressão. A gente tá aqui com o lado sorte, a gente tá aqui entregando até o aspecto de Shugabe. Tem todo tipo de vocal do Tina Moreno nessa faixa. O riff do Stephen, tipo, o riff principal, aquele... Tipo, é grudento pra caralho e é muito pesado também.

E, assim, não existe um segundo dessa música que eles desperdiçam. Outro aspecto que não é tão valorizado nessa faixa, as viradas do Abe Cunningham nessa faixa é um petardo, velho. Puta que pariu, tem um momento que só tá lá no refrão, ele tá destruindo a bateria, cara. Tipo, pra mim é fenomenal, fenomenal. Essa música, tipo, aliás, esse álbum já foi meu favorito do Death Tones. Hoje...

Não é mais, mas assim, ainda tá lá em cima e esse álbum pra mim ele é um definidor de um subgênero. Ele tá lá em cima como top álbum de New Metal, por exemplo. Mas pra mim é mais que isso. Só que a gente ainda vai falar do White Point, né? Já dou esse spoiler. Mas...

Em relação ao subgênero New Metal, assim Se existe, são pouquíssimos Álbuns que são melhores que isso aqui É a ápice total Eu vejo como Um álbum completasso, né Eu acho que a única coisa ruim nesse álbum É uma faixa de 37 minutos

Tirando isso, eu acho que o álbum completasse. Tipo, começa muito bem, sabe? Eu falo sobre estrutura de álbum, né? Sempre elogio isso. Então, um álbum bem estruturado e vai. Você vai ouvindo, você não cansa no meio do caminho, pelo menos pra mim não.

Então é aquele negócio de, tipo, manter o ouvinte, né? Então funciona muito bem isso. E a personalidade de abrir um álbum com uma virada de tom e caixa, que é a virada de My An Summer também, eu acho muito foda. Simplesmente aquela virada de My An Summer. É um classicão. É muito comúcio.

E não foi essa música que entrou no álbum meio que de última hora? Foi, né? Essa informação eu tô devendo. Eu sei que do álbum seguinte teve. A primeira entrou depois, no White Pony, mas o do Around the Futter não tá ligado.

Se eu não me engano, tem algum rolê de que My Own Summer não entraria no disco. Foi uma faixa que eles... Tipo a história da Paranoid, do Black Sabbath, sabe? Uma faixa que eles meio que puseram na hora para completar o álbum e eles estavam tudo meio chapados. E o Stephen puxou a guitarra e fez um riff na hora.

E aí E aí

Então, vamos lá. Em 2000, o Deftones lança o White Pony, um disco classicaço pela sua capa. Foi um álbum lançado no dia 20 de junho de 2000 pela Maverick Records. Também foi produzido pelo Terry Date, que é uma parceria que vai bem longe na carreira da banda. Foi o maior sucesso comercial da banda.

Foi o primeiro álbum que teve a participação do Frank Delgado como membro oficial, em tempo integral, trazendo a parte de DJ, remixagem, sintetizadores, teclados e toda essa parada que o Matheus comentou antes.

Pra definir um pouco sobre sonoridade Aqui a gente pode chegar até num consenso Que é o primeiro álbum que Vai mais de cabeça Nesse rolê Shugase Esse rolê mais prog Também, né

E também tem outra questão ali, que nesse disco o Chino começou a ser acreditado como o guitarrista base da banda. E isso, inclusive, conforme a gente vai comentar ao longo da discografia, acaba trazendo uma dualidade com o Stephen Carpenter. Muito por conta das influências diferentes que eles traziam. A Sarah quer comentar um pouco sobre isso.

Pode ser. Então, durante as composições, assim, o que rolou, normalmente o que rolava era tipo o Steve fazia uma estrutura e eles iam construindo em cima daquilo. E daí ele tinha mandado alguma coisa, algum riff e tal.

E ele seguindo na pegada mais agressiva, ele sempre traz essas influências dele, além do Fate No More de sempre, mas ele tinha essa pegada mais porrada e não tava, tipo, tava trancando, sabe? Ele mandava e o negócio não ia pra frente, não evoluía. E aí foi numa dessas, assim, nessas jamming sessions que eles tinham, o Shino pegou a guitarra, começou a brincar ali e acabou.

Então entrando de fato como guitarra base. Só que o Shino, ele tinha essas outras influências. Então essa parte mais... Tipo, essa parte melódica, né? Enfim, que o Peralta comentou que vão tomar conta.

do álbum aqui também e isso gerou um atrito, não foi uma coisa tranquila, do tipo assim, ah, legal que massa que tu pegou a guitarra também uhul, não, foi uma coisa que era tipo, tá, eu vou compor ou eu não vou, e eles compuseram e saiu esse álbum que é considerado magnum opus da banda, assim, né tipo, grande obra-prima mas não foi uma coisa será que é isso, povo mesmo?

podemos comentar. Eu vou falar que a cara do Well, gente, eu amo. Sério, a gente precisa fazer figurinhas do Well, gente. Mas, enfim, eu gosto do álbum, não vou falar que não. Eu comentei, eu acho que pro Paulo, eu não sei pra quem que foi, que...

Não, foi pro Nino, que é o guitarrista que era pra participar hoje, mas não conseguiu. Que o que faltava do Deftones me pegar, assim, de eu falar tipo, porra, tá, eu gosto de Deftones, foi ouvindo Passenger. Então, né, ali, óbvio, doente por tu que sou, acho que é meio que auto-explicável, assim. Mas eu ouvi esse álbum depois de ouvir Around the Fur, inteiro.

E eu tinha grandes expectativas, porque, porra, o White Pony, só a imagem, né, que virou essa imagem clássica do álbum, eu tinha muita expectativa, muita, muita, muita, assim.

E talvez a expectativa tenha estragado um pouquinho. Mas eu prefiro o Around the Fur do que o White Pony. Talvez também porque eu sou a querida da música pesada. Eu sou meio que doente, que quer botar peso em tudo também. Daí talvez seja por isso. Mas é um álbum que, enfim, definiu ali e começou com as tretas. Aqui as tretas começaram.

Exatamente. Então, o Chino definiu esse disco como o processo de composição mais longo da carreira da banda até então. Sobre o nome do álbum, ele se refere a uma gíria de rua sobre cocaína. E até a gente pode falar um pouco ali que o que...

todo esse rolê relacionado ao consumo de drogas e tudo mais, ele está bastante nas letras da banda, está bastante na temática, inclusive em alguns outros álbuns a banda vai aprofundar essa questão e acaba trazendo também problemas para a vida pessoal dos músicos e também...

Comentando um pouquinho sobre a ficha técnica das participações especiais, conta com a participação do Maynard na faixa Passenger, que é particularmente uma das minhas favoritas do álbum também. Tem a participação do Scott, do Stone Temple Pilots, em Rx Queen. E também de Rodlin Getsick, em Knife Party.

também aqui a gente pode ver esse sucesso comercial também foi muito fruto de pedidos da Maverick por um hit de rádio, que foi o momento que a banda trouxe Back to the School que é a primeira faixa do álbum

E numa entrevista falando sobre o Private Music, o Chino comentou que a banda teve momentos baixos, momentos negativos com relação ao comprometimento com a carreira, com a música, depois do White Pony. Então bate com essa questão de sucesso muito grande, repentino, abuso de substâncias e tudo mais.

então é isso aí gente a formação é a mesma dos álbuns anteriores com a adição do Frank Delgado pra trazer essa parte ali de teclados e sintetizadores e aí vamos ver o que vocês acham do álbum ali, acho que vamos começar dessa vez pelo Matheus eu gosto bastante do Red Cone, vocês falaram bastante em relação a questão da soma dos sintetizadores, até mesmo pela adição do Frank Delgado na banda E aí E aí

E eu destaco também que essa foi a época que, assim, paralelamente, o Chino veio com um projeto novo chamado Team Sleep, que é um projeto meio alternativo, meio indie, com muitas camadas de guitarra, sintetizadores, um som etéreo, que fazia um paralelismo com o que ele estava fazendo no White Pony também. Então, assim, esse tipo de som, esse som mais viajado, estava na cabeça do Chino durante o processo de composição desse álbum de forma geral.

E o álbum do Team Sleep, inclusive, é muito bom. Muito bom. O nome do álbum é o nome da banda, eu tô titulado. Então, assim, no começo da década de 2000, o Chino tava pirando nesse lance de ambientação, além de tocar guitarra no Team Sleep, ele também é guitarrista. E eu gosto bastante do álbum, não tá no meu top 3, mas eu acho que quando ele tem que ser atmosférico, ele é muito atmosférico, tem momentos, assim, incríveis, tipo o Digital Bath. Digital Bath eu acho uma viagem maravilhosa, com um groove de batera do Abelso.

incrível, tem umas porradas que poderiam facilmente estar no Around the Fun, a Elite porra, pelo amor de Deus, Elite é uma pancada então assim é um álbum que tem muitos pontos positivos, alguns momentos alguns momentos, tipo por exemplo na última música, que eu acho que é Mini Magic, é Pink Magic não, tô

Eu sinto uma morosidade, chego quase a cansar na última fase, mas ele acaba que me cansa e na média fica um álbum que eu gosto bastante e basicamente é isso. Uma informação aqui, vocês falaram sobre os problemas na produção do álbum, eu li recentemente

O lançamento do White Pony foi adiado porque eles estavam viciados em Tony Hawk. Estavam jogando pra cacete Tony Hawk e não conseguiam parar de jogar e adiar o lançamento do álbum. Só atrapalhou na gravação, né? É, atrapalhou na gravação. Muito gente como a gente, né, cara? Pô, pois é.

Mas a sonoridade lembra Tony Hawk Assim Com certeza É um vacilo Da Maverick Porque assim, a banda só começou Porque o Tony Hawk existia, sabe Eles se juntavam Então tipo, o Death Tones não existiria Então como é que você vai Sabe, ah, veio aqui Produzir enquanto lançou o joguinho lá Daí não vai dar E aí

Ah, uma coisa, gente, que eu queria falar também sobre o White Pony ali, que o Shino falou nessa última entrevista ali. Ele comentou que aqui, ele foi um álbum que quando eles chegaram pro estúdio, eles não tinham, tipo, eles não tinham músicas. Então foi uma coisa muito, tipo, ah, se juntaram, foram experimentando e saiu ali uma coisa muito espontânea. E aí ele fala que teve um pouco...

de sorte também porque tinha tipo as expectativas do que era tido como faz isso aqui que é bom ou do que a Maverick esperava o que era comercial, o que era bom e muitas coisas eles falaram, não, foda-se a gente vai fazer do nosso jeito

E deu certo, foi muito bem recebido. E ele falou que isso foi uma coisa que comprometeu, pelo menos ele falou de si, né? O comprometimento que ele teve depois, porque ele ficou, cara, qualquer coisa que eu fizer, o público vai gostar. Uma coisa de dedicação ali. Essa frase é absurda demais.

Pois é, mas assim, ele falou como uma confissão, sabe? E confissão no sentido de, pô, eu acreditei nessa coisa absurda, sabe? Que ele se viu caindo nisso como se fosse uma armadilha mesmo. Sim. E eu vi uma parada também que o Maynard foi meio que um guru dele durante a produção do álbum.

Teve uma história, eu tenho que confirmar, parece de fonte, talvez. Mas eu lembro de uma parada de que eles estavam com mais dificuldades criativas para prosseguir com algo. Aí o Maynard chegou e deu alguns bisus lá para o Chino. E aí o negócio foi, fluiu.

O Chino falou de... Especialmente em Passenger, né? Que tipo, ele... Ah, eles conversaram ali sobre o que podia ser. E daí ele falou que ele tinha uma ideia de fazer essa música sobre, tipo, sabe? Ser levado por alguém numa viagem e tal. E aí, tipo, no outro dia o Maynard chegou com a parte dele da letra pronta, assim. Mostrando que o homem tava, assim, dedicado a trabalhar. Até com o Tum na época, né? Quem diria que o Tum já trabalhou, né? Tipo, vai lá, olha.

Mais ou menos, é um monstro, né, cara? Mas, assim, eu gosto bastante desse álbum. Eu posso classificar com toda certeza que esse é meu álbum favorito pela quantidade de músicas fodas presentes. É meio que um álbum marcante, né? Então, assim, não tem como esse álbum não te marcar. Você vai lembrar das faixas, você vai lembrar dos momentos, então, assim, a construção dele.

Então, assim, ele é muito bem encaixadinho da primeira até a última faixa, né? Então, o cara até hoje entendeu porque tem uma faixa chamada Feiticeira e eu achava que tinha alguma ligação com o Pedro Sampaio, desculpe que não, tô zoando. Mas, enfim, é... É aquela personagem dos anos 90.

a feiticeira dizem que foi com a relação que eles tinham com o Max aí que o Max apresentou a feiticeira lá do programa do Luciano Holt mentira essa é do Brasil cara, essa é de fonte novamente, mas cara

é bem impossível carece de fontes mas eu vou ver se coisa eu quero acreditar nisso e isso me assusta falaram em entrevista isso é muito foda então não carece, então beleza isso é muito foda, é muito suco dos anos 90

E isso me assusta que eu penso que provavelmente o Deftone já deve ter visto o grande episódio do programa do Gugu em que o Van Damme dança com a Gretchen, né? Talvez tenha até uma música sobre isso. Meu Deus! É de se averiguar.

Então assim, nossa, não sabia essa informação e fui bem que um Bach cara, novamente, o Max Cavaleira influenciando o metal alternativo, né? Primeiro foi o Mike Patton, que apresentou o Conor Donblet pro Michael Patton e agora foi feiticeira pro Dave Thomas

Enfim, cara, veja aqui Elite, Digital Bath, RX Cream, puta merda, que faixa foda, Teenager, Knife Party, puta merda, também, outra faixa incrível. Passingir, com toda certeza, eu gosto muito de TOO, então, assim, impossível não gostar dessa faixa, inclusive, quando eu ouvi essa faixa esses dias, eu fui parar pra prestar atenção, já tinha escutado outras vezes, mas fui parar pra prestar atenção e falei...

Isso aqui não é o Chino, não. Manda pela no grupo. Aí, Beral trouxe a informação, né? Que era o Maynard cantando. Eu fiquei assim, caraca. Porque, assim, eu pensei, a música é tu demais pra ser Deftones. Então, assim, ela meio que é totalmente diferente desse álbum. Eu achei isso muito foda. Como que parece ter um pedacinho de tu no meio desse mar de Deftones, né? Que é realmente um álbum muito completo, muito... E essa...

E assim, Wel, imagina eles como fãs de Tool, que a gente vê lá na demo, tipo, eles já estavam no ponto em que o ídolo se tornou parceiro de composição, de gravação, sabe? Caraca, loucura. Isso em pouco tempo de carreira, vamos dizer assim, né? Terceiro álbum, enfim. Change, né, cara? Assim, eu acho que não tem como não falar desse álbum sem falar do Change, essa música é muito foda.

enfim, cara, eu acho um álbum extremamente completo, um álbum que tem vários hits, a banda toca esse álbum até hoje da mesma forma que a Round of War também mas assim, esse álbum tem vários hits que a banda toca até hoje e assim a gente vê que muitos fãs gostam desse álbum

E esse álbum tem lá no Rating on Music tem uma nota de 3.99. E tipo assim, cara, você tem noção que é um 3.99 no Rating on Music? É assim, tem álbuns classicões, assim, do metal em geral, que são 3.60. Pra ser 3.99 é muita coisa, sabe? E isso, 41 mil ratings.

sabe, de fãs aí, da galera que escuta metal, enfim, então assim, é bem aplaudida e abraçada, né, tanto pela crítica como por todos os fãs. Eu quero entender o porquê que o Paulo não gosta, né, que eu vou... Não, não, não, não. Encher meu peito e falar, Paulo vai tomando um cu, mas enfim. Não, não, não, no fim das contas você não vai precisar fazer isso não. Não, não, não. Não, você pode criticar totalmente.

Cara, é porque eu sei Que o Peralta vai terminar Com uma história feliz sobre esse álbum Só que, assim, antes de Antes de dar a entender que Pô, o Paulo não gosta desse álbum Não só eu acho O álbum mais importante da banda Como eu acho um dos maiores álbuns Do século Tipo, o metal Hoje em dia ele é contado Após o lançamento desse álbum E aí

banda que bebe da influência do White Pony, principalmente, até o próprio Death Tones, eu digo que é o álbum mais importante da banda, simplesmente porque os outros álbuns, eu sinto que eles dançam ao redor desse som. O som do White Pony é o som que, exatamente, esse é o Death Tones. O blueprint da banda é o White Pony. Beleza. Eu, assim, como o El falou,

Eu gosto muito das músicas que são as músicas gigantescas desse álbum. Eu acho que diz muito do Deftones ter um álbum tipo Around the Four, que é um dos ou álbuns do New Metal. E o Tino Moreno, por exemplo, conseguiu fazer uma reprise de Pink Maggot com Back to School, ser a faixa de abertura, simplesmente porque a gravadora mandou.

E aí não, a gente precisava de um hit um pouco maior, tá ligado? O Back to School é essa música E é um detalhe de música também Tipo, é do caralho essa música Tipo, assim, a abertura original do álbum é feiticeira E se tornou Back to School por causa que a gravadora insistiu pra caralho E a música se tornou...

não vou dizer maior que o álbum, né, mas tipo, ela se tornou tão absurdamente grande que todas as regravações, todas as regravações não, né, todas as impressões do White Pony depois, elas tinham que ter Back to School. Só uma observação, Back to School, assim, ao vivo, é uma das músicas que a galera mais pira de longe, assim, tocando com a banda, com a banda curva, que a galera mais gosta. Não, é absurdo e eu entendo, né, tipo, o baterista querer tocar essa música, até eu quero pegar uma bateria e ficar tocando.

Cara, eu acho que Feiticeira é uma boa música também, desse lado mais soft, eu não acho que teria sido uma boa abertura. Eu já tentei ouvir esse álbum sem Back to School, pensando na estrutura original e simplesmente não vai. Até porque eu acho que Back to School e Feiticeira são um combo muito bom pra ter a mistura do...

ultra pesado, com sorte em entregar uma música tipo Digital Bath. Digital Bath é tipo puta que pariu, cara. A fusão, né? Meio que tipo... Exatamente. Fusão. O lance de Shoegaze e rock progressivo que foi comentado, cara, se mostra muito em uma música tipo Digital Bath. Eu acho que se mostra muito em uma música tipo Knife Party também.

Tem momento que eu só quero ficar idiota, né? E aí eu vou colocar Elite. Elite é música pra treinar completamente. Tipo, puta que pariu, que porradaria de riff, né? Cara, a música dança... Elite é música de metal burro, né? É, metal doente, pô. Tipo, ah, eu quero começar a ficar besta aqui do nada. Ah, tá bom, coloca Elite. Tipo, é nos mesmos dois riffs por basicamente quatro minutos, sei lá. E é do caralho.

Pô, meu Deus, cara, como é que sai de digital para a Elite, mas enfim. Aí o que que acontece? Vamos para uma sequência do álbum que derruba o álbum para mim. Ah, tá, vamos lá. Tipo, AX Queen, Streetcarp, tipo, Teenager é boa, mas ela não brilha tanto quanto brilha uma música tipo Passenger, por exemplo.

Ela não brilha tanto quanto uma música tipo Change the House of Flies, por aí. Ela tá ali. É uma boa música. Rx Queen Streetcar, tipo, pra mim, elas são feelers. Eu acho, tipo, pô, beleza, o álbum poderia seguir tranquilamente sem a existência dessas músicas. Elas fazem com que o álbum flua bem, mas eu acho que elas são completamente desnecessárias. Se eu tiver ouvindo o álbum e tiver, tipo, pô, eu quero ouvir as boas músicas, eu vou pular essas duas quest.

Aí chegamos em Night Party, né? Eu comentei, tipo, pra mim é uma boa música. Se eu quiser ouvir uma aula de riff também do Steven Marpenter de novo, eu coloco o coreque também. Por mais que, né? Andar de skate, dá vontade, né? Pode falar. Também, também.

É uma música que poderia estar como... Assim... Poderia estar em Tony Hawk. Então, é isso que eu ia falar. Eu fiz a anotação aqui, né? Que essa música poderia facilmente estar em Tony Hawk. Eu queria jogar PS2. Me deu vontade de jogar PS2. Ouvindo Coréia. Mas a Elite também poderia estar, pô. Também? E seria uma track Elite melhor, você não acha? Pô, até feiticeiro eu acho que daria. É que é school, gente. Puta, aí eu não vou lembrar. Mas, enfim.

Aí, beleza, encerramos o álbum super bem com o Passage and Change da House of Lights. Pink Maggot pra mim, assim, dispensável também. Considerando o tamanho que se tornou Back to School. É só esses pontos. É só isso. Tipo, eu não odeio esse álbum. Gosto bastante. Ele tá no meu top 5. Só que as músicas que são dispensáveis, elas são tão dispensáveis pra mim.

Que, tipo, eu só fico Ah tá, beleza, eu entendo o tamanho desse álbum Como eu disse na abertura do meu comentário Não é só, tipo, o álbum mais importante da banda É um dos álbuns mais importantes do século Tipo, o Deftones com o White Pony tem esse tamanho Mas as músicas que são dispensáveis são dispensáveis Eu penso nisso como se eu pensasse no Black Album do Metallica Os hits aqui são, tipo...

O absurdo, o colosso de faixa, mas as faixas que são dispensáveis são completamente dispensáveis. É isso. Eu discordo de RX Queen, porque eu acho muito foda eles estarem flertando com o metal industrial. Em algum momento eu fiquei assim, caraca, Mary Manson? Hamstown? Que isso? Pô, bizarro que os dois artistas que você citou são dois artistas completamente dispensáveis de industrial.

Mas nem de Knows também. Nossa, sim. Mas nem Knows, pronto. Então, cara, a parte mais metalizada da guitarra. Fala que guitarra de metal, né? Você parece estar na guitarra. Presente ali, mano. Total, total. Eu tô vindo um fã de metal industrial, gente. Desculpa.

personagem cada vez mais complexo eu concordo com o Paulo realmente assim, principalmente Street Cap, eu acho que é uma faixa que é total dispensável e também pelo que o Matheus falou, Pink Maggot também é uma faixa que não precisava estar ali, o álbum podia

perfeitamente terminar em Chained, que seria um fim gigantesco, né? No geral, o comentário que eu tenho pra fazer sobre esse álbum, principalmente é a evolução vocal do Chino, os vocais limpos, a parte melódica do vocal dele.

tá linda, cara, a voz dele tá bonita ele sempre teve uma voz muito própria, assim, uma voz muito muito curiosa mas eu não diria que nos álbuns anteriores era uma voz bonita mas aqui ele tá cantando de uma forma lindíssima lindíssima, e eu gosto muito dessa abordagem mais shoegaze mais mais

post-rock, essa parada etérea da banda. E, assim, sobre as faixas, Digital Breath, muito por essa questão, etérea, é a minha música favorita da carreira do Daftones, cara.

É uma música que toca no meu coração, me leva pra outra dimensão, outra parada, assim. Me traz uma nostalgia muito gostosa. E falando sobre sonoridade, eu gosto muito.

desse início de álbum principalmente, porque Back to the School ela tem esse rolê de trazer a pegada de rap, essa pegada percursiva, e tem um refrão pegadão, e aí vem feiticeira toda climática, misteriosa, uma faixa que é mais soft, mas ela tem...

Um pinguinho de uma coisa sombria. Digital Beth, como vocês bem comentaram, junto às duas paradas. A Elite é a porradaria burra que a gente precisa no Nu Metal, a gente precisa bater cabeça, a gente precisa de um moche meio esquisito. A Rx Queen eu gosto bastante. Eu gosto bastante. Teenager é uma balada.

bem gostosinha, bem interessante. Night Party também, que eu acho interessante. Ela tem essa pegada bem metal jovem, bem anos 90, né? E Passenger, cara, a gente precisa falar mais sobre essa música, porque pra mim ela é grandiosa, cara. A participação do Maynard aqui, embora seja pontual ali no refrão, ela...

Eleva essa faixa pra um rolê muito absurdo, cara Muito absurdo É outra música que quando chega o vocal do Maynard Parece que tu tá entrando num túnel Tá indo pra outra parada, pra outro rolê Muito foda

E Change, Change é uma música que é confortável pra mim. É um abraço de mãe. Exatamente, cara. Exatamente. Change é tu ver fotos da infância, tu ver, tipo, fotos da época que se reunia com os primos na casa da avó, sabe? Pra mim, Change é essa parada, assim, cara. É uma faixa. Change, tipo...

Eu achei até que vocês comentaram um pouco sobre essa faixa, né? Tipo, considerando o tamanho que ela tem. Mas, pô, ela tá presente em um dos momentos mais importantes da minha vida, assim. De tal, ok. A gente não precisa discutir sobre isso, mas... Não, eu achei que vocês falaram um pouco, cara. Tipo, eu queria saber mais a opinião de vocês sobre o Chainsaw. Tipo, é a música do Death Tones, né? Eu já chorei ouvindo essa música, então, assim... Enfim, términos, né?

Assim, eu até me surpreendi com a visão do Peralta. É legal a gente ver opiniões diferentes sobre a mesma música, que pra mim ela soa meio que oposta, ela soa desconfortável, meio final de festa, ressaca, aquele dia seguinte, desconforto.

E eu também acho Animal, é uma das minhas músicas favoritas, assim, de longe. E ela tem uma linha de baixo nos versos, muito maneira, e super divertida de tocar. Eu acho que o trabalho de baixo do ti nessa música é animal, assim. Então, assim, é realmente, falamos pouco dela, mas é uma musicaça, velho. Eu diria que junto com Life Party é minha número um, assim, do álbum. Sem pensar muito, ela e Life Party são as minhas principais músicas.

Cara, changes eu tava ouvindo e daí rolou uns bagulho tenso aí na minha vida e eu tive que parar. Tipo, eu olhei e eu tipo, não, não dá pra ouvir agora. Não dá. Vou ter que mudar. Porque, velho, é tipo pra fundo do poço, assim, pra mim. Ah, é. Qualquer tipo de relação, assim, pessoal que você até pensa, tipo, que pô, é uma relação que pode ter acabado ou, sei lá, tipo, uma relação que simplesmente é uma relação que você

Terminou do jeito que ela poderia ter terminado, mas algumas vezes você ainda olha pra pessoa e pensa, tipo, pô, você parece muito melhor agora, tipo...

O refrão dessa música tem a linha, tipo, eu vi você, eu vi a mudança acontecer em você, né? Tipo, eu vi você mudar, é como se você nunca tivesse asas e agora você parece tão vivo, né? Tipo, cara, é surreal, mano. Tipo, é basicamente você torcer pela melhora de alguém ou, tipo, torcer que tudo sempre esteja bem, né? No fim das contas. E, pô, assim, nunca chorei ouvindo essa música.

Como eu disse, ela tá... É um momento positivo, tá, gente? Não quero pesar com o comentário. Mas, tipo, ela tá num momento muito importante da minha vida. E... É uma música muito importante pra mim. Sempre vai ser. Agora, tipo, ganhou um significado ainda maior. Ufa! Só isso. Tá envolvido, tá envolvido. É, o homem... Essa temporada do Paulo Romântico tá muito interessante, cara.

Qualquer coisa melhor do que Deftones para um romântico. Entendi. Exatamente. Hoje já tivemos duas histórias de amor com Deftones. Pois é. É a banda do amor. É a banda do amor. A primeira mensagem que a minha namorada me mandou no WhatsApp, assim, foi o link da Enthond, do Koenayokan, tá ligado? Então, realmente é a banda do amor aí. Fofo demais, fofo demais.

Não, eu ia falar que pra mim ela é muito tipo pegação no geral, né? Mas tem esse outro lado aí. Tem esse aspecto também. Vamos pro próximo álbum. Mas sem amor é só jiu-jitsu, Sarah. Sem amor é só jiu-jitsu. Vamos ao próximo álbum. Vamos ao próximo álbum. Cara, é simplesmente... É inevitável que a gente fale de Death Tones e não fale sobre sexo, né?

2003, lançado dia 20 de maio de 2003 pela Maverick Records, o Dev Tons lançou o álbum mais caro da sua carreira, que é o álbum auto-intitulado. Os pontos sobre esse álbum são os problemas de relacionamento do White Pony foram muito grandes, principalmente entre o Steen Carpenter e o Tino Moreno.

que mudou a dinâmica de gravação e não tava mais sendo Todo Mundo Junto, é um álbum que também foi produzido pelo Terry Date. O nome foi uma tentativa de reafirmar a identidade da banda em um momento de incerteza, que é muito interessante, principalmente sabendo o contexto do próximo álbum, mas a gente vai falar sobre isso. Durante essa fase, o Tino Moreno passou por treinamento vocal pra se recuperar de uma grave lesão que ele sofreu na turnê de 2001 do White Pony. Isso é...

interessante, você quer elaborar um pouco mais, Sérgio, sobre esses pontos? Podemos, podemos Cara, eu acho que a gente vai falar muito, né, mas é que esse álbum, mano, esse álbum ele é, o Matheus tinha falado antes, que ele é um álbum pesado, e ele é pesado de um jeito muito específico ele é um álbum, porra, é tipo

a escuridão experienciada na vida humana, assim. E ele reflete os momentos difíceis que a banda tava passando. Então, tipo, o Abe, o Shino, os dois passando por divórcio, e aí eles não tavam mais se dando bem na banda, enfim.

Vício, né? Muito droga ali. Os Dark Days deles, que começaram ali em 2000. Depende de qual deles vai falar, mas ali por 2002, 2003 começa. E aqui começa, então, esses dias mais tristes e tal. E aí é isso, assim. Eu achei muito engraçado quando eu soube que... Era aí...

refletir sobre o nome do álbum ser o nome da banda, é engraçado porque eu não acho que esse é um álbum que define bem a identidade do Deftones exatamente mas eu acho que era o desespero deles, deles tipo cara, não, vamos ficar, tá ligado vamos manter a banda

Ainda é nós mesmo É, ainda estamos aqui E vamos fazer esse negócio E uma coisa que eu achei bem interessante Que o Chino comentou numa entrevista Que eles foram trazer Uma das músicas desse álbum E agora eu não lembro de cabeça Qual que era a faixa Pro setlist, depois de muitos anos Depois de outros álbuns e tal E daí eles foram tirar a música E até tocaram e ele falou Cara, não deu assim Porque ele foi E aí E aí

Ele reviveu aquele momento, sabe? Ele levou de volta o momento, né? É, e não deu, assim, de tão ruim que tava. Então é... Por isso que é um retrato do caos, digamos assim.

Eu acho que é um álbum que tem um negócio esquisito em volta dele. Tem uma... Não sei se posso dizer uma energia, tem uma aura estranha, provavelmente em decorrência desses problemas. É um álbum que tem um fato interessante para mim, que eu gosto muito mais dos lados B dele do que das músicas principais. Não sou um grande fã de Minerva, por exemplo. É uma música que eu passo facilmente.

Mas, por outro lado, tem músicas como When Girls Stereck and Boys, que eu acho que é um absurdo, um petardo. É uma música que, inclusive, fala sobre o término do relacionamento do Chino, né? De certa forma, é uma música que dá pra interligar com esse momento dele. Pô, cara, eu nunca ouvi o Chino gritando com tanta raiva, com tanto ódio, como nessa música. É uma faixa que, realmente, você consegue sentir o ódio dele, no momento, a frustração latente, sabe?

Então, um álbum que tem lados B Muito foda, muito foda Tem um riff mais pesado da história do Death Flames pra mim Que é o riff final de Bloody Cape Que eu acho também que é Muito boa É um musicaço, musicaço Aquele break final dela Pra você quebrar o pescoço de tão foda Mas no geral, eu com vocês Acho que é um álbum que tem um clima esquisito

Você percebe que as coisas não estavam muito bem nos bastidores da banda, tem uma vibe meio pesada, não estava dentro dos meus favoritos, mas tem seus lados muito positivos também. O comentário que eu tinha feito no começo da gravação de que...

O comentário é do Tino, né? Que ele, assim, sobre o rótulo de New Metal, ele disse, tipo, disseram as filhas da puta pra não nos colocarem no mesmo nível do New Metal, por causa que quando essas bandas caírem, nós não estaremos mais com elas. E eu queria já ter feito esse ponto já pra começar o meu comentário, que esse é o momento que o Death Towns caia pra mim. Tipo, esse é o pior algo da banda pra mim.

E logo o alto intitulado, né? Porque a gente espera do alto intitulado ser o mais fardo da banda. É o que eu espero. É estranho de se pensar no nome, na origem do nome do Deftones. E aí, tipo, tá envolvido com a sonoridade desse álbum, que é uma coisa tão boba. Genérica? É tipo um Deftones, né? É, tipo...

Ó, vamos lá. As bandas que imitam Deftones hoje em dia, elas parecem muito mais pra mim com esse álbum. Tipo, é jogar um punhado de água no som do Deftones, tentar emular o som do Deftones e não ser tão natural. Tipo, eu acho bobo, eu acho forçado esse álbum ser tão caro. Pra mim é como se fosse o Chinese Democracy deles, que é tipo, é um álbum caríssimo.

E é um álbum extremamente fraco. É que eu acho que o rolê do custo teve mais relação com o bagulho da banda ter perdido prazos e deles estarem extremamente desorganizados, né? Que foi um período que a banda perdeu totalmente o combo.

o compromisso ali com a parada, assim, então e isso acho que reflete um pouco no som mesmo, que tem muita coisa nesse álbum que tava meio perdida ali no meio, né? Até pela perda de prazo, assim, tipo, ainda que fosse por uma boa...

lançando músicas boas se você lança um White Pony 2 por exemplo, que a gente demorou pra lançar o álbum alto intitulado porque a gente lançou uma outra Digital Bath, a gente lançou uma outra Change the How the Flies esse tipo de coisa, mas não, o destaque desse álbum pra mim é tipo, Minerva que é uma música boa só pra deixar claro só uma música, assim, comparado ao que a gente viu até agora fraquíssima e tipo

Ela perde pros destaques do Adrenaline, ela perde pros destaques do Another Four e, obviamente, ela perde pros destaques do White Point. Tipo, eu não tenho que defender. Bloody Cape é uma música que o Matheus citou. Assim, fantástica. Single absurdo, muito boa. Só que, porra, de resto...

Tipo, a gente tava comentando sobre a estética também, esse album é o que tem a capa mais estranha, considerando a discografia como um tolo pra mim. Cara, parece que eles tão desconectados nesse album, cara. Cara, essa capa é muito Rock Wins. Rock Wins.

Eu acho, gente, a capa, acho que tem uma parada cultural ali também, né? Que a gente precisa comentar, né? Também aí... Provavelmente tem todo rolê ali mexicano e tudo mais, uma parada que o chino deve ter trazido pro contexto, né? Mas, enfim... É isso!

Sobre a sonoridade do álbum, gente, eu não detesto o álbum, eu acho que tem discos da banda que eu gosto menos do que esse, mas de fato a banda tava perdida, sabe? A gente vê que algumas faixas desse rolê mais sombrio funciona.

Existem faixas como a Hexagram, Needles and Pins A própria When Girls Telephone Boys e a Bloody Cape Que tu vê que tem algo Que tá alinhado ali Essa sonoridade mais sombria Mais crua, mais direta

Com esse objetivo de expulsar a raiva que a banda tava sentindo naquele momento, né? E eu acho que são faixas que funcionam muito bem. A própria Minerva eu acho que é um single legal, só que aqui ela tá meio perdida, porque eu acho que é uma faixa num álbum super sombrio que soa como uma faixa do White Pony.

Ela funcionaria muito mais pelo refrão, por essa coisa mais nostálgica e tal. Acho que ela funcionaria muito mais no White Pony, sabe? Só que o restante das faixas eu acho bem perdidas ali. Acho que muita coisa que não tá bem desenvolvida. E, no geral, acho que é um disco que reflete bem a fase conturbada da banda. Eles não tinham chegado num...

num equilíbrio, e mais à frente na discografia a gente vai falar dessa dualidade ali do Chino e do Carpenter na composição das guitarras é uma dobradinha uma

Uma dobradinha que vai funcionar ali, um cabo de guerra que vai se manifestar, mas aqui parecia ainda algo bem perdido. Então, concordo com vocês sobre esse álbum. Eu, de verdade, eu acho ele um álbum muito fraco. Ele tá entre os piores da banda, com toda certeza. Muito fraco.

Ele... Assim, tem alguns momentos que eu acho O quê? Tipo Needles And Pins. É uma faixa maneira Entendeu? É pouco conhecida, mas assim, pra mim É uma intro muito Foda. Tem ali aquelas Aquelas sonoridades no metal E tal. E, enfim Novamente, me dá vontade de andar de skate

E Minerva é uma música que exala sexo, mas assim, ao mesmo tempo que exala sexo, ele... Cara, eu acho que eu nunca vi tanto agradecimento a Deus quando uma música falando sobre sexo, né? Mas enfim, eu continuo a ficar God bless, God bless, agradecendo a Deus várias vezes. Meu Deus, é realmente a menina inalcançável. Ele conseguiu pegar a menina inalcançável, né? Então assim, é aquilo, né? É a sensação que eu tive.

E eu achei maneiro que tem uma faixa, eu não sabia, né, que o Daftones era fã de Disney, então a última faixa, Moana, nossa, eu gostei da homenagem à Moana. É, eu ouvi falar que essa faixa tem participação do Andy Johnson. Tá, oi? Ah, tá, tem item de referência. E o Ipalo, oi?

Entendi a referência. Mas enfim, tirando esse cara é um álbum muito fraco. Eu acho que essa capa do álbum do Daftones, eu acho que eu vi muito estampada em camisetas. Não, tipo assim, em todo rolê tinha alguém com camiseta. Tem tatuagem da capa desse álbum.

É, exatamente. É tatuagem, é camiseta, sabe? É pôster. Eu vi um filme esses dias aí, tinha um pôster do Daftones, assim, na parede. Foi algum filme de terror que eu tava vendo lá e eu tinha um personagem da Trevozão que gostava de rock, né? E gostava de Daftones e tinha lá um pôster da capa desse álbum. Então, pra mim, esteticamente, essa capa, ele formou assim, meio que vendeu o Merchandreyer, né?

mas ao mesmo tempo que eu acho que muito, sonoramente muito fraco até o design de palco dessa turnê, o XI usava um amplificador meio verde feio pra cacete, até nisso não funcionava muito bem o amp dele era verde, um bagulho esquisito pra cacete nossa

Dá pra perceber que a banda tava perdida, né? Tipo assim, tudo de ruim tava acontecendo com a banda, então assim... Eu acho que a gente tá sendo meio harsh, assim. Tipo, é porque eu entendo que saiu... Tipo, sabe? Não é... Não é o melhor que você pode tirar de Death Twins.

Mas eu acho que eles conseguiram fazer coisas muito boas de um momento muito ruim, tá ligado? Tipo, uma coisa que é muito foda na música pesada e que pra mim é muito caro é tipo... Cara, às vezes tem sentimentos e coisas que a gente vive que são muito difíceis.

E que a gente não consegue nem falar sobre ou enfim, sabe? Tipo, expressar ou a gente às vezes esconde e tal, e eu acho que esse álbum ele faz bem isso, cara. Ele consegue colocar, tipo... Meu, tem músicas que é o som da raiva, sabe? O som...

de estar num momento conturbado. Então eu acho que ele tem o valor nesse sentido, de refletir um momento da história da banda que não é um momento bom, que eles mesmos falam isso abertamente. Mas não são músicas, eu não acho que são músicas ruins, sabe? É só, tipo, não é o que o Death Tunes tem pra oferecer de melhor, assim. É, concordo. Aí, aí fodeu, fodeu.

Sim, Sara, vamos lá. Eu acho que eu devo muito... A gente pode dar esses créditos ao Chino. Porque ele interpreta muito bem, sabe? Ele é um excelente vocalista e várias vezes ele já falou que tem álbuns que ele já gravou, que ele realmente estava com raiva na gravação. Então ele quis transmitir toda a raiva possível nas músicas.

Então, os sentimentos, ele traz muito isso dentro dos trabalhos vocais dele. Então, acho que dois créditos são o Chino, quanto a esse quesito, né? Eu acho que esse álbum, ele trabalha melhor os vocais, assim, dois Chino na parte dele, sabe? Do que a parte do instrumental. O instrumental fica devendo muito. Eu acho que é isso que a gente... Pode ser, pode ser. Eu acho que sim, porque o instrumental não tá bem coeso, né? Exato.

Eu acho que eu trabalho com o Chino mais berra de longe, sabe? Sim. Ele derra mais vigor nas músicas, nas faixas. Essa que eu citei, a faixa 6, a própria Blood Cape, são músicas que ele grita muito. Eu acho que é o álbum que ele mais se utiliza do recurso do berro.

E eu acredito... É a maior visão que eu tenho, um excelente intérprete musical. Essa parte até dos gritos, acho que é interessante a gente comentar, e é muito fruto também da questão do treinamento vocal, porque a gente tá vendo ali que, principalmente a Sarah, que é vocalista, ele tá fazendo cada fry screen.

fodidaço aqui com uma técnica que ele não fazia antes, né? Tipo, coisa muito rasgada, muito potente, velho. E que não é à toa, né? Porque ele tinha fodido com a voz dele e ele foi fazer treinamento vocal, de fato. Exatamente. Pra aprender a fazer o bagulho do jeito certo, né? Não vou mais comentar sobre esse álbum. Eu acho ele bastante dispensável na psicografia, mas assim, eu entendo todos os pontos que eles fizeram. Concordo com todos eles, inclusive.

Inclusive uma coisa que eu queria adicionar, uma última coisa, né? Eu sinto que é o álbum que o Steven Carpenter...

Agora vamos para um que eu acho que é desvalorizado, o dia de Halloween, em 2006, é lançado pela Maverick Records, o Saturday Night Wrist, e esse álbum é o ponto de ebulição dele, basicamente, que é o momento que a banda quase acabou, eles chegaram a ficar mais de metade de um ano sem conversar, o primeiro disco do DevTones a não ser produzido pelo Terry Date, a produção na verdade ficou pelo Sean Lopes.

e o Bob Esri o Bob tinha o apelido de Bob T-Bosse, que ele era muito mandão no estúdio, o Tino Moreno falou abertamente, aliás abertamente falou que Tino vinha despreparado, estava reclamando

e nunca somia a responsabilidade o que ele, o próprio Chino Moreno, admite depois. Para o Chino, os outros estarem seguindo normalmente era porque não estavam tão comprometidos. Ele mesmo estava infeliz com fazer música o Chi Chang falou que durante a gravação desse álbum, por oito meses acharam que a banda realmente iria acabar o Abe Cunningham fala que 2002 a 2007, que é o alto intitulado e o Saturday Night Rich E aí

Ele chama de o Dark Days da banda, né? Que é ele e o Tia Moran passaram por um divórcio na época. E o uso de drogas e álcool estava vindo com excesso na busca por inspiração. Esse álbum é o último a contar com o Tietchan Grombaixo, que nos álbuns posteriores... Esse...

A ausência se faz bastante presente. O disco tem uma temática muito pessoal. Aborda assuntos tipo vício ou problema com relacionamento. E reflete muito o momento que o Chino Moreno estava vivendo na época. Nesse álbum a gente tem a participação do Search Tank and do System. Na faixa main. O Abe Cunningham disse que o álbum é similar ao White Pony. Algo que compartilha que ouvinte leva numa viagem. Como se tivesse o efeito de drogas.

E Beware é uma música que fala muito sobre esses vícios que estavam presentes na vida da banda na época. A formação é o último, a ser a formação clássica. O que vocês acham desse álbum?

Cara, ele é um respiro depois do auto-intitulado, cara. Eu acho esse disco bem subestimado também. Enquanto o auto-intitulado é um disco sombrio, pesado, um pouco perdido, como a gente comentou.

Aqui a banda traz uma pegada mais climática, uma pegada mais etérea, a gente começa a ver bem mais coisa de shoegaze, sabe? A banda encontra nessa pegada mais soft ali uma coesão que estava perdida no alto intitulado, sabe? Eu acho que aqui a banda até nessa questão de lidar...

com as questões, a temática sobre vícios e lidar com os problemas que a banda vivia aqui, a banda encontra mais maturidade, sabe? Eu noto essa pegada no som. Sobre destaques do álbum, a gente tem que falar de Home in the Heart, que eu acho que é uma...

ou melhor, Hole in the Earth, não Heart, Hole in the Earth, que é a faixa que abre o disco, eu acho muito, muito boa. Beware é uma faixa legal, Cherry Waves é uma balada lindíssima, uma das interpretações mais bonitas do Chino.

ao longo da carreira da banda Main com o Surge também é outra faixa que ela é meio soturna meio climática e que funciona muito bem é uma das minhas favoritas do disco Cherces também é uma faixa muito legal, gosto bastante King Dracula também então é um disco que eu consigo trazer muito mais destaques do que no álbum anterior E aí

E já demonstra o Death Tunes entrando numa fase nova, sabe? Uma nova fase criativa que vai evoluir nos álbuns seguintes, sim. Mas aqui a gente já vê a banda começando a entrar nos eixos novamente.

Cara, eu acho que é o álbum, assim, no melhor dos sentidos, no melhor dos significados da palavra, eu acho que é o álbum mais meluso do Black Thomas, questão melódica principalmente. Muitas baladas, blindíssimas, até os momentos mais fracos.

aquelas faixas mais experimentais no caso aqui é Pink Cellphone, eu acho que ela conseguiu fazer o que Lucky You no trabalho anterior não conseguiu, pela sua música a Lucky You é meio que foda-se, eu passo, eu acho que pra mim totalmente no self-papero agora Pink Cellphone eu acho uma música honesta, é, porra Rolling the Earth é uma música lindíssima ela tem um riff, o riff do refrão dela que o Stephen faz

É lindo demais, aquele leadzinho. Faz uma diferença, apesar de ser um leak básico, assim, né? É um leak que faz uma diferença do cacete pra música, no geral. E eu acho que é um álbum muito inspirado. Eu acho que a galera não dá muito devido à dele importância pra ele.

um álbum que geralmente os fãs meio que me renegam assim um pouquinho, mas eu particularmente gosto bastante. Foi um dos primeiros álbuns que eu ouvi e de fato me peguei viciado. Porra, Beware é um musicão, é um musicão assim que eu acho que é...

que não tenho o devido reconhecimento é Kindrácula também, musicaço Riviera, porra Rats Rats Rats é uma porrada então eu acho que é um álbum honesto pra caramba e é o Death Tones na sua fase mais manhosa, é o Chino gemendo pra cacete como nunca então

É álbum, vou falar a real, Matheus, é álbum pra ouvir tomando um vinhozinho com a gata ou com o gato, sabe? É pra ter uma noite de amor belíssima, cara. É isso, é uma coisa linda, é uma coisa linda. Obrigado, Xeno Moreno. Continue gemendo bonito em nossos ouvidos por muitos anos. Sempre, cada vez mais.

Não, eu não tenho muito o que falar, assim, eu acho que vocês já falaram o que é importante, não é um álbum ruim, eu sou parte da galera que não dá tanta atenção pra esse álbum, mas eu confesso que eu não ouvi ele muitas vezes, eu ouvi poucas vezes, talvez ouça depois com um pouquinho mais de carinho, mas eu queria mais peso e tal.

Aí, balada depois de balada, eu achei um pouquinho enjoativo, assim. Mas não dá, de fato, pra dizer que é um álbum ruim, porque as músicas, quando você olha individualmente, elas são muito boas, assim. E eu vejo muito, tipo, pra mim é muito engraçado passar pela discografia do Deftones, porque me parece muito uma trajetória de uma pessoa com vício mesmo, sabe? Tipo...

Vai pro White Pound, aí é como tá naquela high, assim, naquela hype, tá tudo maravilhoso, caralho, e uhuuuh, e daí daqui a pouco vai e logo vem aquela queda fodida, que é o auto-intitulado. E aqui me parece que é quando começa a voltar pra cima e daí com uma tipo, com uma autoconsciência, sabe? Sobre o que tá acontecendo, eu sinto que é o que tá começando a acontecer aqui, assim.

Eu concordo com ela Com a Sarah Ela tem toda razão Sobre essa experiência Ouvindo a música do Defton Vamos lá Eu não acho também um álbum ruim Ele só é meio apagado Na psicografia

Acho que depois que ele vem do alto intitulado, ele é meio que tipo assim, uma a banda se regenerando, talvez tomando uma visão do que tá acontecendo aí, tem alguma coisa errada aqui, vão melhorar. Talvez seja isso aí, né? Nessa...

Essa é a essência. Mas eu gosto muito da faixa de abertura, né? How in the Earth. Eu acho sonzeira, né? Me amarro muito nessa música. A Cherry Waves, nossa, cara, é uma música que tem essência, tem uma vibe gostosa. E, cara, me amarro nos gemidos do destino, enfim. A música, eu, cara, é uma música instrumental, uma faixa instrumental chamada U-D-D-L-R-L-R-A-B Selected Start.

código Konami? é sério? o que é isso gente? é sério, é referência aos jogos da Konami todo jogo da Konami tem esse código, por cima a cima baixo, baixo, esquerda a direita, esquerda a direita AB select start

o Death Tones é muito banda de anos 2000 mesmo, cara é internet pura onde a Konami tava com destaque absurdo nossa, velho eu não sabia disso eu não sabia disso

Mas enfim, então cara, eu acho essa música muito post metal, né, é uma faixa instrumental, ela tem uma atmosfera etérea, cósmica, transcendental, ela em alguns momentos me lembra aquela banda, do Lazy Scratch, sabe, assim, a sonoridade, esse negócio mais atmosférico no instrumental, cara, eu acho lindo, lindo, lindo, lindo essa música.

Então, assim, esse álbum, diferente do anterior, ele tem uma identidade. A gente vê que o Devicamos, ele começa a dar mais risquice do que poderia vir no futuro. Então, eu acho que o próximo álbum aí, que ele trabalha um pouco, e depois o outro álbum trabalha ainda melhor, e vai indo, sabe, na discografia.

Mas enfim, é um bom álbum. É um álbum o quê? É uma nota 6. Entendeu? Mas eu, assim, às vezes eu sei... Quanto? Uma nota 6. É, 6. É um 6. Um 6 de 10. Ele poderia ser melhor. Entendeu? Mas enfim. É sobre isso, né? Você não gosta de White Pony, mas vamos lá.

Só fazer um adendo ao que o Peralta falou, sobre ser um álbum para ouvir, tomar novinha, não sei o que. A capa do álbum é uma capa de um filme adulto, dos anos 70, chamado Roxana. Eu sabia que era de um filme adulto antigo, mas eu pesquisei aqui para ter informação correta. Eu vi aqui que...

o chamado Roxana então esteticamente traduz completamente o clima geral do álbum de Santa Clara a capa desse álbum é muito bonita eu acho bem bonita também cara, como não só de comentários errados, você vive esse podcast eu vou seguir o Elner cara, eu adoro esse álbum eu eu vou...

Eu gosto demais mesmo dele. Ele demorou pra se mostrar pra mim como esse álbum todo que hoje ele é. Eu sinto que... O Matheus comentou certo, né? Tipo, eu sinto que esse álbum é o mais experimental deles. E eu sinto que esse álbum também é onde a influência do Shoegaze, ela tá, tipo, muito presente. Mas muita coisa mesmo. Só que ainda é um reflexo da época, né? Dá pra sentir que a atmosfera não era é um...

Não era a melhor coisa do mundo. Uma música tipo Rapture, ou até a própria Cherry Waves, por mais etérea que a música seja, ela é pesada. A atmosfera dela é bem pesada. O Beware também é outra dessas músicas que o sentimento que dá é de uma música que o destino está mal. Genuinamente mal. Hole in the Earth é assim.

Colosso de música também O fato de que Tino escreveu essa música pensando na relação Que ele tinha com os caras da banda E escreveu meio que falando mal Porque a faixa Se eu não me engano Ela foi feita pensando Na reclamação que os caras estavam tendo Na demora da entrega do álbum Tipo, a gente precisa entregar isso um pouco mais rápido Eu hate all of my friends Inclusive É Logo em seguida disso tem o E aí

gosto nele, né, tipo, eu preciso entregar algum bom trabalho e, porra, essa música é linda demais, como é que esse é o tópico, tá ligado? Mas, enfim, assim, eu acho que esse álbum, ele abre muitíssimo bem, esse álbum ter vindo logo depois do alto intitulado também, um refresco

mesmo sabendo que a banda não iria repetir tanto esse som, eu não sei o que vocês estão falando, inclusive quando vocês dizem tipo, ah, não, mas a atmosfera desse álbum revela alguma coisa que a gente vai ver no futuro. Particularmente eu não enxergo dessa maneira. Eu sinto que esse álbum é, tipo, existe um universo do Deftones e existe um planeta fora desse universo que é o Saturday Night Rish. Tipo, é isso.

Mas, cara, eu gosto demais. Eu gosto de Cersei, igual o que ela falou. A Konami Code eu gosto bastante também. Pink Cell Phone, tipo, por mais experimental que ela seja, até pra esse álbum, ela me conquistou com o tempo, assim. Que em Drácula eu acho bobinho, mas funciona. Mas as outras músicas, né, os feelers, que eu gosto de chamar, tipo, elas são ok. E ficou... E aí, esse é um momento.

Não atrapalha o andamento do álbum, assim, pra mim, não. Mas, no geral, eu gosto pra caralho desse álbum. Ele também está no meu top 5. E, assim, eu queria que o Death Tones realmente tentasse um pouco mais, na verdade. Tipo, eu gosto que a base do White Pony, ela se mantém nesse álbum. Como eu disse lá, quando a gente tá falando do White Pony específico.

mas ela tá... É como se fizessem várias versões diferentes de Changing the How the Flies, com um mood, tipo, muito pra baixo. É isso. Perfeito. Eu ia fazer um comentário sobre a produção do álbum, né? Que foi o primeiro disco que não foi produzido pelo Terry Date. E aí eles chamaram o Bobby Ezrin, e o bagulho não rolou bem, né? Assim, não...

Não fechou muito bem, tanto que depois, até quando eles foram trabalhar com o Nick pela primeira vez, a gente vai falar sobre isso depois, o Stephen falou que os produtores anteriores não botavam fé na capacidade do Chino de compor, assim, basicamente isso.

E, enfim, ele tava falando sobre o Bob, sabe? E foi bem... Teve bastante atrito. O Chino não... Cara, ele não queria... Assim, ele não tava querendo, sabe? Isso deu bastante... O Paulo comentou antes, deu bastante atrito. Tipo, ele não tava feliz. E daí ele ouvia as músicas e achava que tava tudo meio mediano. E daí por isso que ele achava que...

Ele, na verdade, que estava comprometido e os outros que não estavam, porque eles estavam assim, como que, tipo, sabe, vocês estão tocando isso e não é isso que a gente tem pra oferecer, ele estava com esse sentimento, mas é porque ele estava numa época muito ruim, né, da vida dele, enfim.

E o produtor falou abertamente, ele falou que ele não tinha problema com o Chino em termos de não gostar do Chino, ele falou que achava ele super gentil e encantador, mas que ele sempre não chegava preparado para as gravações e ele nunca respeitava os prazos.

combinados e sempre tava reclamando de alguma coisa, tipo, tinha alguma coisa que não tava boa e nunca era ele, tipo, sempre os outros estavam fazendo alguma coisa errada, enfim, e o próprio Chino vai admitir que ele tava assim, né, depois de um tempo ele vai admitir que ele tava assim na gravação desse álbum e aí eu acho realmente tipo, depois daí eles chamaram o Sean Lopes pra concluir o álbum, porque não...

Enfim, não rolou bem com o Bob. Não bateu, não deu certo. Então só um comentário.

Antes de partirmos para o próximo álbum da banda, tem um tópico que é importante a gente comentar bem rapidinho ali, que é um marco importante na carreira da banda. Em 2009, a banda lançaria o disco Eros, tá? E isso acabou sendo uma obra perdida na carreira da banda, porque esse disco acabou nunca sendo lançado, tá?

nesse período ali, após a turbulência que a banda passou e tudo mais, durante a turnê do álbum anterior, a banda voltou a compor. Então, depois de muito tempo, eles voltaram a ter essa proximidade de estarem juntos novamente, de curtirem tocar juntos novamente, e eles se diziam estar revigorados nesse período. Nesse momento ali, o Shino e o Steph começaram...

a se acertar mais na parte de criação de riffs, da composição das guitarras. Tem toda a questão de que o álbum seria inspirado no período que eles estavam em tour na Alemanha e que estaria passando um porno numa TV e que a palavra Eros era muito dita. Então acabou virando uma piada interna da banda e tudo mais. Até que, nesse processo de composição...

o Xi Cheng sofreu um grave acidente em 2008, né? Foi um acidente automobilístico. E por conta desse acidente, o Xi acabou entrando em coma. Ele ficou em coma até 2013, né?

Quando ele faleceu por conta de uma parada cardíaca. Então a gente vem de um período que a banda estava numa bad fodida, todo mundo com muitos problemas pessoais, e quando a coisa parecia que ia se alinhar no aspecto da vida pessoal, eles perdem uma parte importantíssima na banda, que era o Xi Cheng, né? Conforme a gente comentou aqui, que era o...

Que era um dos pontos de destaque da banda, uma das almas criativas da banda, né? E detalhe, o Eros, ele tem duas músicas, né? Que meio que foram vazadas acidentalmente, entre aspas, pelo próprio Chino Moreno.

É o caso da Dallas, que é uma música... A Dallas, se eu não me engano, não tinha voz. Meio que vazaram cenas deles tocando em estúdio, inclusive com o Shino tocando baixo, no vídeo da Dallas, o Shino tocando baixo, o Xi tocando guitarra. Uma parada assim.

e é uma música instrumental lindíssima e a música Smile, se eu não me engano que essa sim tem ela tá gravada decentemente com voz e letra e tudo mais, inclusive que tem áreas assim, essa Smile tem áreas que eu senti bastante no disco posterior, principalmente na faixa Risk a gente vai falar um pouco mais pra frente, mas são duas musicaças, uma pena o álbum ter sido lançado

Porque só pela vibe Pelo clima das duas Muitas que foram vazadas

Tava com cara de ser, provavelmente ia ser um álbum maneiro. A própria banda fala que era o melhor trabalho que eles tinham feito até então, quando eles soltaram uma nota sobre o Ti, sobre o álbum, enfim, porque o Ti tava em coma, né? E eles estavam torcendo pra que ele melhorasse. Algo bem triste também é que o Ti sofreu esse acidente quando ele tava voltando.

do memorial service pro irmão mais velho dele que tinha falecido a irmã dele tava junto mas ela sobreviveu e tal e não teve graves complicações porque o Tito tava sem cinto de segurança por isso que ele ficou numa situação bem crítica

Então, bem triste, assim, quando eu fiquei sabendo, tipo, porra, tava voltando, sabe? Meu, muito triste. Mas a própria banda daí depois publicou nas redes, basicamente oficializando que o álbum não seria lançado. E colocou, tipo, eles colocaram, cara, é maravilhoso. Eles tinham feito, tipo, metade do álbum já.

mas eles decidiram parar porque quando aconteceu o negócio com o Ti a vida deles virou de cabeça pra baixo então era como se eles continuassem a fazer aquele trabalho era uma coisa que eles não estavam mais vivendo eles estavam em outro momento então foi isso que eles tomaram eles falaram que não teve a ver com o que aconteceu com o Ti exatamente mas com o que aconteceu com eles então era uma decisão artística E aí E aí E aí

Eles tentaram dizer isso, né? A nota que eles soltaram na época é traduzida, tipo... As músicas gravadas pro Ero são muito especiais pra gente, pois são as mais recentes com o Ti. Elas têm história e um significado importante pra gente. Não entanto, à medida que a gente se aproximava da conclusão do álbum, percebemos que esse álbum não representa da melhor forma quem a gente é hoje em dia como pessoas e como músicos.

Embora essas músicas venham a ver a luz do dia em algum momento, coletivamente a gente tomou a decisão de que a gente precisava adotar uma nova abordagem com a condição do ti pesando em nossas mentes durante esse processo. A gente precisava voltar para o estúdio e fazer aquilo que a gente sentia ser artisticamente correto. A nossa inspiração e a união como banda tão mais forte do que nunca, a gente precisava canalizar essa energia para a nossa música e entregar aos nossos fãs aquilo que vocês realmente merecem. O melhor disco que a banda pode fazer.

A decisão de adiar o álbum não tem relação com a condição do Ti, ou com qualquer coisa associada a isso foi, e continua sendo puramente uma decisão criativa da banda para escrever, gravar e entregar um produto incrível. E assim, levando em conta essa nota, e levando em conta os comentários que existem da época que a banda se encontrava, da situação onde eles realmente melhoraram, ou...

Não sei se foi a gravação do Saturday Night Rish e tal. Cara, saber que esse álbum é um dos maiores mistérios no metal como um todo. E muito provavelmente a gente nunca vai escutar ele. Me deixa triste, obviamente, não só por isso, mas porque o New Metal acabou perdendo um dos maiores talentos que teve. Com certeza, cara, com certeza.

Com relação ao lançamento do álbum, até é interessante, porque ao longo dos últimos anos, já houveram posições um pouquinho diferentes. O Carpenter já deu a entender que lançaria o disco, mas o Chino não. O Chino disse que

que acha que não faz sentido, o Carpenter, puxa, daí eles ficam nesse vai e vem, assim, talvez, eventualmente, eles regravem, não digo terminar essas músicas, mas talvez no futuro lance como EP o que eles já tinham ali, sabe?

só terminar a composição mas realmente nesse ponto, voltar e encerrar o disco que estava pela metade acho que não faria mais sentido já foi algo superado e tudo mais se eu não me engano, eles chegaram a tocar Smile em um dia de las Death Tornes algum ano atrás não lembro se foi em 2020, 2019 por aí, mas eles chegaram deixa eu até checar pra ver se sabe como é isso? sabe como é isso? sabe como é isso? sabe como é isso?

Eu não tô falando merda? Eu acho que não Então

Então esse álbum foi... Ele foi arquivado com todas as músicas que estavam, né? Sim. Compostas, assim. Ele arquivou com tudo. Então Diamond Eyes não é uma... Tipo, um outro tipo... É como se fosse uma lost media do gênero. Mentira! Lost media! Exatamente. Eles simplesmente resolveram tipo, guarda tudo... Entraspa, joga fora, né? Guarda tudo isso aí e vamos compor um álbum inteiro novo do zero.

É. Porque eles estavam num outro momento, realmente, saca? É, o motivo é muito louvável também, né?

É, pô, e eu, o negócio de Smiles, uma coisa interessante também, é que foi o Chino que lançou, na verdade, e não foi uma coisa meio que combinada, assim, mas ele masterizou mesmo e tal, e cara, é uma puta escolha, assim, porque o trabalho do Chino baixo, meu Deus, né, tá maravilhoso nessa música.

Mas aí a gente já entra... Não sei se alguém quer comentar mais alguma coisa, mas eu acho que a gente já pode ir entrando no Diamond Eyes, que tem muito a ver com isso que tá acontecendo aqui. Porque eles dão essa mudada de foco e o Diamond Eyes, eles vão adotar uma postura mais otimista, que eu acho que é, sabe? Tipo, pô, eles tiveram aquele momento também de, cara, ficar, parar, olhar tudo que eles têm. Quando acontece uma coisa grave, assim, eu acho que...

Bota as coisas sob perspectiva. E tu pega pra refletir muito sobre as coisas. E daí o Diamond Eyes é o que eles decidiram fazer com aquele momento que eles estavam vivendo que porra, não era fácil aqui. O Tia ainda tava em coma. Eles torcendo pra que ele melhorasse mas numa situação muito complicada. E daí ele vem com uma atmosfera muito otimista. E é engraçado porque tu pega o Death Tones é uma banda em geral de bad, né?

E aí é tipo, não, cara, a gente já foi pela bad, a gente vai fazer outro bagulho agora, sabe? É interessante, nesse momento, eu creio que seja daqueles momentos chaves, né? Que ou poderia ter a banda de fato ir direto pro fundo do poço, como já estava dando sinais, como estava flertando com o fim.

ou como eles conseguiram trazer uma reviravolta, trazer uma abordagem mais otimista, e pensar, nossa, que bom que nós estamos aqui, que bom que a gente já fez tudo isso, sabe? E acho que essa fase é responsável justamente pela visão que a gente tem do Death Tones hoje em dia, sabe? Essa banda que está sempre atualizada, que está sempre se renovando.

Então vamos seguir e falar sobre justamente O álbum lançado em 2010 Que é o Diamond Eyes lançado dia 4 de maio Pela Reprise Records Ele é o primeiro álbum produzido pelo Nick Rasculepins Que já era Fã da banda E é um produtor que não pressionava por Hitsu Que é algo que facilitou A adaptação do Sérgio Vega pra banda Ele só queria que a banda fosse a melhor No que ela já fosse Ele só queria que a banda fosse a melhor

só, tipo, pô, continua entregando o seu melhor, simplesmente, a banda postou uma temática mais otimista nesse álbum, que é o ponto que a Sarah tava fazendo, que é um testamento da banda, é... um testamento da banda ao amor que eles tinham pelo T. Esse é considerado um álbum que reviveu o Deftones. Ele começou a ser composto naturalmente, quando se reuniram pra conversar. É um álbum de urgência, não tinha...

Não, é um álbum que não tem tanta urgência. Eles não tinham tempo pra composição como de costume, né? Não, ao contrário. Ele era urgente, ele era muito urgente. Porque como era pra eles terem lançado em 2009, eles já estavam atrasados, digamos assim. Eles não iam ter aquele período normal de tipo, ah, vamos pensar num álbum. Enfim, fizeram muito rápido esse álbum.

diferentes fontes falam sobre a rapidez da criação desse álbum e aí toca nesse ponto de urgência e é impressionante considerando a qualidade do álbum que o processo de criação durou de um a dois meses e existe comentário do Stephen Carpenter

Sobre o turnaround que a banda teve. E sobre a habilidade deles de fazer um álbum com o Nick. Que ele comenta, se você realmente quer fazer um grande álbum, faça com o Nick. Ele é o cara que com certeza sabe como motivar os músicos, manter eles focados. E ele faz as coisas acontecerem... Ele faz eles se importarem, digamos. É isso.

A formação, e o primeiro álbum com essa formação é Edithino Moreno, Steven Carpenter, Sérgio Vega agora no baixo, Ed Cunningham e Frank Delgado.

O Sérgio já tinha, tipo, teve uma situação anterior que o Sérgio já tinha cobrido ali pelo Tite, tipo, ah, o Tite tinha ficado doente, ele já tinha pego os músicos, já tinha feito parte e tal, e aí decidiram chamar ele de volta nesse momento, assim. E o Stephen falou que ele foi super, tipo, porra, bom.

24 horas pegou as músicas e tal então foi um cara que meio sabe, que conseguiu entrar ali respeitando muito todo o legal da ti, fazendo parte ali do grupo. Não, então cara, o Diamond Dice pra mim é beira perfeição assim, o foda é que eu elogie todos os álbuns, né, parece que porra, realmente o Diamond Dice é muito fora da curva porque ele não tem cara, não tem nenhum skip pra mim assim, na minha opinião é...

Ele é bom do início ao fim. E a sequência final dele, com Rocketscape, Backstay, Risch, 976 Evil e Displace's Death, pra mim, assim, é bizarro. Sabe? É bizarro. Na minha opinião, assim, dentro dessa cena do New Metal, das bandas de 2000 pra cá,

só perde pra sequência de Prison Song, Needles, Deer Dance e Jet Pilots do Toxic City. Então, assim, essa sequência de War é absurda. É absurda. As baladas são lindas, o sex tape é linda. Risk é maravilhosa.

A música, inclusive, a 97, 6 Evil, eu acho uma das mais subestimadas da história do Death Ponds, porque as melodias do time para essa música são lindíssimas, uma música bonita de verdade, genuinamente bonita, as ambientações.

reverberações do Steven pra essa música são fantásticas e quando é pra ser pesado, esse álbum é muito pesado muito pesado e esse debate é uma porrada rifão na cara e prog pra cacete, né? pô, pra caralho, velho, aqui não tá em 4 nem estudando, não sei qual compasso de tempo tá aquilo, mas não tá em 4 é uma das minhas músicas favoritas do Death Thrones, inclusive é, então, pô, que caralho e, porra é uma ferramenta é uma ferramenta é uma ferramenta é uma ferramenta

O breakdown de Diamond Dice, aquela parte final, é absurda. Então, assim, quando dá pra ser bonito, é lindo. Quando dá pra ser pesado, é pesado. Ogro, agressivo, doido. E, pô, descaralhato, velho. Pra mim, é um dos pontos altos da carreira. Não tinha como eles voltarem com um trabalho melhor que eles. Acho que é a melhor volta que eles poderiam ter.

Com certeza, cara. Eu vou ser breve, assim. Acho que tu definiu muito bem. Mas eu acredito que aqui a banda consegue resgatar aquela parada que eles estavam tentando resgatar antes que eles não sabiam o que era, sabe? Esse disco, ele soa enérgico novamente.

E não no sentido de ser um disco apenas pesado, só que ele tem energia, essa parada otimista, esse rolê progressivo, eu ia destacar a quebradeira de You've Seen The Butcher. A faixa título tem um refrão muito gostoso, uma faixa que é pra cima. Sex Tape é...

É música Feromônica Música Pra ter uma bela noite Beer School é uma faixa muito foda Risk é uma faixa muito foda Rocket Skate é uma faixa muito foda Então Aqui o Deftones Realmente Parece que voltou a se divertir fazendo música

aqui voltou a ser algo divertido pra eles. Por isso que até pra gravação do Private Music se tornou tão importante pra mim a volta do Nick. Porque o jeito que ele

fez os caras simplesmente voltarem a se importar com a gravação, o processo de composição, e os álbuns que ele está envolvido, são álbuns, considerando a fase do Death Towns e considerando os momentos que eles passaram, são álbuns colossais, são álbuns gigantescos.

pra mim é uma coisa muito importante mas assim, concordo com o Matheus concordo com o Peralta, eu acho que considerando que é um álbum de comeback, basicamente até pra esse som mais new metal, pra essa pegada um pouco mais pesada que eles tinham no começo da carreira é uma coisa, é um álbum assim

Muito grande, cara. Muito grande mesmo. As coisas que são destaques aqui, são muita coisa. Uma faixa que vocês não comentaram que eu amo demais, né? É... Comand and Control. Tipo... Cara, o jeito que essa música abre... Pô, o riff grudenta demais, velho. Tipo, o riff do riffão. Essa música toda é foda pra mim.

A Sextape, sim, ela é bastante sugestiva, não é o tipo de música que você pode colocar em qualquer ambiente. Mas, assim, cara, eu gosto demais desse álbum. Ele não brilha tanto quanto próximo pra mim, mas marca um retorno bem interessante da banda. É uma sonoridade que, assim, eu...

Considerando a sequência da discografia, eu não imaginei que eles fossem voltar a isso. É... Eu gosto demais desse álbum. Pra começar, eu... Antes de conhecer esse álbum como um todo, eu tinha parado pra escutar Sex Tape, e eu achei muito foda, né? O Sexo, né? É aquele meme. Eita bicho. Eita bicho. Eita bicho, sexo.

Então, assim, é literalmente o Death Tone se concretizando como uma banda, os momentos mais calientes com a namoradinha, enfim, né? Mas, assim, cara, com exceção de Sex Shape, que já tem toda essa fama, Diamond Eyes.

Cara, acho que foi o meu maior vício do Deftones. Eu fiquei circulando em volta dessa música, a faixa título. Que, cara, é a faixa de abertura do álbum. E ela é uma puta faixa. Tipo, ela é linda, ela é maravilhosa. Ela tem todo um peso, sabe? E assim, eu acho que casa demais com a estética sombria da capa. Porque Coruja, pra mim, é um bicho sombrio, né? Vive a noite e tudo mais.

Então assim, eu acho linda essa capa Inclusive, eu acho que Muita coisa que eu conheço Sobre Deftones, eu sempre lembro dessa capa Da Coruja Então assim, eu acho que é uma É uma É uma estética Que foi criada em volta dessa Era da banda, né Então assim, eu acho muito foda esse álbum Esse início desse álbum, né

Vamos lá, Command Control, já foi comentado aqui que é muito foda. You've seen T. Butcher, muito foda também. Bear School, Prince, enfim. Cara, incrível, eu me amarro nessa faixa. Mas o quê?

Eu vejo também, né, na faixa Beer School, né, uma mistura de post-metal, o Steel Gaze incrível, assim, que eu acho que eles conseguiram trabalhar lindamente aquilo que a gente já estava tratando antes, né, então, assim, aquele a gente já veio bem condensado, bem feito, né, bem estruturado.

enfim, é isso, o Rich também que é um sonzão, deu uma intro porra, muito foda, eu me amarro tem uma vibe gostosinha, tem um riff aconchegante também, eu me amarro nessa música enfim, cara, é um álbum completo tá no meu top 5 com toda certeza já fui em algum momento na minha vida esse álbum já foi meu top 1 em algum momento

porque eu achei muito foda, mas depois de algum tempo eu comecei a prestar atenção mais nas letras, na composição, na estrutura musical, e eu percebi que em alguns momentos tem muita faixa filler, que eu não notava. Hum, filler. É, pegando aí do Paulo nessa instância. Bom, então não tem... Não, calma aí. Eu posso seguir, então. Perdão.

Não, é porque eu acho que ele encerra muito mal. Tis Places, Death, pra mim é um filerzão. Se não existe um álbum... É dispensável. Eu não acho que encerra muito bem um álbum. Não acho. Assim, eu acho que o Death Tones, por várias vezes, não encerra bem vários álbuns. Mas...

Não é o caso no Diamond Eyes. Enfim, sim. E a faixa Royal também, assim, quando a gente escuta ela, ela é maneira. Mas depois que termina o álbum, falam, o que foi Royal? Você não consegue lembrar, sabe? Enquanto você está ouvindo uma coisa, e o final, quando a gente termina o álbum, é outra. Então, assim, eu acho que é outra faixa também que é filha. Então, ele meio que, esse álbum foi caindo, assim, no quesito top 1 do L.

essa mão não significa que é um álbum ruim ainda continua sendo um álbum nota 8, 9, por aí entendeu? E não, então pra mim é um puta álbum, continua sendo um puta álbum, se eu for indicar pra alguém pra queira conhecer

uma banda alternativo, mais Telegaze misturado, assim. Ah, quero conhecer um Telegaze meio com metal alternativo. Eu ia indicar esse álbum, porque pra mim casa muito bem esses dois gêneros. E é isso. Eu queria só finalizar destacando aqui, tá? Mais uma vez, a 976 Evil, que é uma das músicas mais bonitas da carreira do Death Pond. Queria frisar isso pra todos. Podemos continuar.

Matheus fixo já Matheus fixo já Não quero uma discussão Quase dois anos exatos depois no dia 12 de novembro de 2012

Foi lançado o que é meu queridíssimo, o Koino Yoka, pela Reprise Records também, também foi produzido pelo Nick, Sérgio Vega, começou a participar mais ativamente nas composições e nos vocais de apoio. O título significa em japonês premonição de amor, é a capa favorita do Tino Moreno, a capa do álbum é uma direção criativa criada pela Frank Maddox.

e a foto de uma sala de espelho infinito no Opposite House Hotel em Pequim, na China. A formação, Tina Morello, Steven Carpenter, Sérgio Vega, Ed Cunningham e Frank Delgado.

opiniões sobre esses álbuns. Qualquer negativa vai tomar banda, cara. Tem como dar opinião negativa dele? Exatamente, é isso. Pelo amor de Deus, cara. Cara, o álbum que começa com o Swayo City, puta que pariu. Cara, ela abriu o show, o último show da Nozbleed, da minha banda Kolo. E porra, é uma música que tem uma energia do cacete. E o clipe dela maneirassa também, de cavalinho lá, porra, maneirão.

Uma linha de baixo do Vega Do Vega não, do Frank Delgado Não, do Vega no caso, Panguay Uma linha de baixo super divertida Melódica pra caramba O baixo dos versos dela Um álbum do cacete, cara Um álbum do cacete pra mim Ele não é melhor que o Diamond Eyes Mas também é um álbum que

completamente, que só tem muito mais melhores momentos do que momentos fracos. Eu destaco aqui, além da Shard City também, eu destaco a Antonde, obviamente, pra mim é uma das músicas mais lindas do mundo. A Gauss, é uma música que eu acho que é muito pouco falada, mas é uma música bem deftones, sabe?

totalmente Death Pony, e Rosemary, obviamente, que não precisa falar, né? Falar de Rosemary... Rosemary é colosso de música também, cara. É como você falou, cara, se o World City abrir esse álbum, assim, no primeiro tempo, já tô vidrado, já, mano, essa música provavelmente é...

Estou falando de favorita aqui, tá? Não estou falando de melhor. Estou falando de favorita. Sword City é a minha música favorita do DevTons, provavelmente. Cara, a sequência desse álbum todo é muito foda pra mim. Eu genuinamente só não fecho esse álbum com 10, assim. Pra mim seria o álbum do DevTons, por causa que Goom Squad e What Happened to You é, tipo, ok. São passáveis.

Mas, assim, de Sword City até Rosemary é, tipo, puta que pariu, é só um petardo absurdo. Eu acho que Steven Carpenter tem, em tantos momentos, que ele volta a ser muitíssimo criativo. Eu acho que a Intrude, em Tombate, por exemplo, ela mostra muito isso.

Gauda, tipo, é uma música muito desvalorizada, o Matheus falou muito bem. Romantic Dreams tem um refrão grudento demais, demais, demais. E a sequência, essa sequência aqui pra mim é fenômeno, tá? Tipo, o Leathers Poltergeist em Tomb, tipo, meu Deus do céu, tipo, sequência absurda, cara. Muito bom, muito, muito bom.

É minha capa favorita também da banda. Eu gosto muito desse espelho. Eu sei que o Death Talks tem uma estética com animais, só que esse espelho pra mim é muito límbico. Enfim, o Nick, voltando a incentivar os caras pra caralho, entregando uma produção fenomenal. Eu amo muito esse álbum. Já foi meu top 1. Hoje é meu top 2.

Assim, a gente vai falar sobre isso. Puta algo. Puta algo. Selo puta algo nesse. Com certeza, garante. Cara, impressionante como esse disco soa moderno, né?

Caralho, é um disco de 2012 e ele podia ter sido lançado esse ano, sabe? Tem muita banda de metal moderninho que ainda tá tentando chegar nessa sonoridade. Quando eu comentei no Saturday Night sobre esse rolê da sonoridade, eu acho que a banda resgata isso aqui no Koino Yokan.

principalmente em Tomba de Rosemary que é trazer essa coisa etérea essa balada sentimental e tudo mais só que aqui mistura com a pegada enérgica com a pegada

otimista, com a pegada pesada do Diamond Eyes então aqui é mais um disco que a banda já nem soa mais tanto como no metal lá do início dessa vez, tem muito elemento do shoegaze, do rock alternativo, do post-rock e tudo mais, e aqui bastante de post-metal até é

Algo que nos álbuns seguintes aparece mais, mas aqui tem até uma coisinha ou outra meio gente. Então é um disco que mostra muito como a banda nunca parou no tempo. É uma banda que sempre conseguiu se atualizar em termos de sonoridade.

E é isso, né? Outra faixa que vocês não comentaram que eu gosto bastante também é Tempest, tá? Fora da sequência incrível que vai de Surf City até Entombed, e além de Rosemary também é um clássico absurdo, Tempest é uma faixa que eu gosto bastante e entendo, realmente as duas últimas faixas pra mim também não são tão marcantes, elas ficam um pouco aquém principalmente depois do Colosso que é Rosemary, sabe?

Eu vou ser breve, porque vocês acho que já transmitiram a grandiosidade do álbum. Uma coisa que a gente não comentou é que ele foi o segundo álbum que não foi pela Maverick, foi pela Reprise Records. E aí aqui também, né? Eles trabalharam com o Nick. E eu acho que é uma coesão incrível que a banda conseguiu alcançar, assim. Eu tenho muito o sentimento de que aqui é tipo, sabe?

A banda chegou na fase adulta da banda mesmo. E é isso. Opa! Voltando aqui. Galera, eu gosto bastante de como a sonoridade desse álbum ele é feito pra mim. Vamos dizer assim.

Porque ele é muito a minha cara atual musicalmente, sabe? Eles pensaram, tem um cara do VNL Wellerson, vai ser pra ele esse álbum. Em 2026, ele vai se identificar com esse álbum. Então, tipo assim, o negócio é que ainda não estou preparado pra essa sonoridade. E eu sei que eu vou gostar pra caralho desse álbum um dia. Um dia esse álbum vai estar no meu top 3. Um dia.

Mano, eu adoro isso porque o Death Tones tem isso, né? Ele é uma banda que consegue te dar esse sentimento de que tu tipo, cara, tu precisa um pouquinho mais pra conseguir apreciar isso aqui. Talvez não esteja pronto agora. É, tipo, isso aqui tá um pouquinho à frente e tu ainda não chegou, mas a gente já tá lá.

Estamos à frente do seu tempo, tá bom? Mas espera, ainda vamos te pegar. Então, assim, de certa forma, eu não sou tão fã desse álbum, porque, como eu falei, ainda não consegui apreciar da forma que deveria ser. Ainda não tô preparado pra isso. Mas, assim, eu posso destacar a faixa de Votegaster, que eu acho foda. Eu tenho um riffzão meloso, porra, foda.

em Tomb Raider, eu acho uma faixa incrível eu acho um dos maiores destaques desse álbum Tempeste, eu acho braba o Matheus chegou a comentar essa faixa, eu acho muito foda inclusive os trabalhos vocais do Shino, puta merda cara, a gente vê que o instrumental gira em torno dele nessa faixa

E assim, tirando que é uma música que em alguns momentos me lembrou o Alice in Tiense. Então a gente vê essa energia do Alice in Tiense presente em Tepeste. Então é mais uma das grandes influências na sonoridade de Daftones. Rosemary, enfim, vocês já falaram, vocês já comentaram sobre Rosemary, eu acho que é um dos grandes clássicos da carreira da banda.

E eu gostaria muito de ouvir o Zemaria ao vivo, com toda certeza, eu acho que se eu ouvisse ao vivo, eu ia desmanchar em lágrimas, porque essa música é muito foda, eu acho linda. E é isso, cara, esse álbum é muito legal, mas eu acho que ainda não tô preparado pra achar ele tão foda quanto o Paulo acha, por exemplo. É...

Então eu não tô preparado pra ele, mas eu já consegui encontrar ali algumas músicas que me chamam a atenção e tudo mais. E é muito bom, muito bom. Eu acho que dentro da linha da discografia da banda faz total sentido existir um Koi no Yocan. E é isso, bora ver aí o resto da discografia, né? O que eles têm pra nos presentear.

Então, muito bem, o presente que você recebe Pelo Koino Yocan é no dia 8 de abril de 2016 Na Reprise Records nós temos o lançamento Do GORE, que é um álbum bastante Polêmico, eu tô bem curioso pra ouvir Ele é produzido pelo Matt Hyde e também pelo Próprio Deftones De curiosidades, a faixa Phantom Bride Ela conta com a participação do Jerry Cantrell Música maravilhosa Inclusive, uma das minhas favoritas Da carreira da banda Música

A banda traz uma abordagem mais voltada ao post-metal aqui. O Stephen Carpenter, notariamente, é bastante ausente nesse álbum. Ele teve um conflito contínuo. E Rubicon parece uma letra pro próprio Stephen Carpenter, né? Sobre a capa do álbum, o Tina Moreno afirmou que acha que o Defton sempre flortou com a dinâmica e com aquele yin-yang entre as coisas provocativas e belas.

Enquanto os títulos dos nossos dois últimos álbuns eram muito mais otimistas, acho que esse título é intencionalmente diferente. Esse disco é muito diferente. Eu sinto que o Diamond's Eyes e o Kornel Yohkan eram discos irmãos, em muitos aspectos eu também sinto isso. Anos gravaram da mesma maneira. E mesmo que tenham sido alguns anos difíceis enquanto fazíamos esses discos, acho que era importante ter as perspectivas otimistas deles.

A formação se mantém a mesma de Moreno, Steader Carpenter, Sérgio Vega, E. Cunningham e Fred Delgado. Opinhões sobre esse álbum, por favor. Cara, eu sou muito fã do Stephen, sabe? E eu senti falta dele, desse álbum. Eu senti falta dos riffs. Não sei, eu senti muito que, tipo...

Me deu muito uma vibe que não era uma coisa muito Death Thrones, era uma coisa muito o Chino Sozinha. E, assim, é claro, ele é um grande compositor, não tenho o que falar, o cara é muito bom. Mas eu não sei, esse álbum me dá uma energia de álbum solo, sabe? De carreira solo dele. Eu acho que eu conseguiria apreciar melhor.

Se fosse. Eu tô com a Sarah nessa. Eu tô com a Sarah nessa. Quando a gente falou do álbum auto-intitulado, eu... aqui fazendo uma correção, tá? Eu disse que talvez não fosse o álbum que eu menos gostasse, mas de fato, acho que realmente o auto-intitulado é o pior álbum da banda. Revisitando aqui e reordenando na minha cabeça. Mas o que me deixa em dúvida é justamente esse disco. O Gore.

Por quê? Porque, vamos lá, eu falei sobre Phantom Bride, é uma faixa linda, eu amo essa música com todas as minhas forças. Eu acho interessantíssima a abordagem voltada para o post metal que esse álbum tem. É um disco muito atmosférico, com muitas camadas e tudo mais, mas não...

Como a Sarah comentou, acho que ele não soa como o Deftones, assim. Faz falta ter mais riff, faz falta ter mais pegada, mais momentos pra bater a cabeça, mais momentos enérgicos, sabe? Ele soa muito como um disco solo do Chino.

Talvez não seja o pior álbum da banda, mas junto com o auto-intitulado é o álbum que eu menos gosto, é o álbum que eu menos paro pra ouvir. Embora todo esse rolê climático, todo esse rolê atmosférico, eu acho interessante pra caralho. Sempre me dá vontade de ouvir mais e fica aquela coisa de, ah, talvez no futuro eu pegue. Mas não...

Eu tenho uma dificuldade, assim, eu acho que é um álbum que ele vai muito pra viagem letárgica da cabeça do Chino e falta aquela pegada do Stephen que te traz pra colocar o pé no chão de volta.

Pô, velho, minha opinião é basicamente a mesma de vocês. Assim, velho, eu sou meio foda-se com o Boa, honestamente. Eu acho que, assim, do álbum três álbuns, três álbuns pra mim só. Prayers and Triangles, que eu acho um musicão. Hearts and Wires eu gosto também e Phantom Bride. Essas, eu acho maneira, de resto, velho, meio que passa, entendeu? Não vou dizer que desgosto, porque tem os seus prós,

tem os seus bons momentos eu gosto da letargia do Chino é bacana, mas eu sinto falta que mesmo nos momentos passados mais letárgicos mais etéreos você tinha uma porra de um riff martelando na tua cabeça, você pega Rosemary você pega Home on the Earth você pega, pô, trazendo um pouco mais um pouco mais pra trás até mesmo Change, que tem aquela vibe mais mais aérea, não sei o que tem um sex tape mesmo é, exatamente então assim

eu sinto falta desse punch de chegar chegando mesmo nas músicas mais calmas, mais lentas

o highlight pra mim do álbum é como eu disse, a Praising Triangles que tem um refrão muito maneiro gosto bastante do refrão e o solo do Jerry Cantrell na Phantom Bride que o Jerry Cantrell, tudo que ele faz, ele consegue transformar, então assim, é óbvio que uma música com o solo dele ia ficar foda ia roubar cena, mas fora isso pra mim, como o Paulo fala bastante em relação às músicas pra mim esse álbum é totalmente filha na discografia do Death Tones

Meio que não ligo muito pra ele não. Ah, eu vou ir de encontro, né? Com a opinião de vocês. Eu, assim, eu nunca tinha escutado esse álbum até ter que ouvir para o pro pré-episódio, né? Então, eu tinha até comentado lá, gente, tem um álbum que eu só vou ter coragem de ouvir agora para a gravação. E era esse álbum, Gó.

eu acho que o ouvinte, o fã do Deftones tem que entender que o som vai estar diferente. Então, para quem não está acostumado com os sons anteriores, a banda vinha fazendo...

vai ser estranho, né? Mas eu entendi que a banda quis explorar novos caminhos, incluir novos gêneros, né? No som. E assim, e funciona. Pra mim, funciona. Assim, eu achei gostoso. Eu acho que é um som que funciona numa noite estrelada, assim. Bastante estrelada no céu. Tá deitado, assim, numa...

numa montanha, você vai dormir na montanha ali, vai olhar pro céu estrelado, e assim fazendo um camp, sei lá, com alguém do lado, uma namorada, um namorado e tá ali conversando e escutando esse som eu acho que funciona muito bem e assim, cara, eu senti muito a influência ali de bandas como Slow Dive My Bloody Valentine então é muito nessa pegada True Gaze, eu senti muito True Gaze nesses momentos mais atmosféricos, né True Gaze

Mas, assim, ao mesmo tempo que eu gostei, eu entendi, escutando o álbum, que ele é um homem ou odeio. Então dá pra entender, porque... Vai ser as opiniões dos meus colegas de podcast, do meu amigo aí, Matheus.

E, enfim, concordo com ele, que as faixas que mais se destacam estão em Pre-East Ringles, Hurt, Suárez. A faixa título eu gosto também. E, claro, Phantom Bride. Mas, enfim, é um álbum que, assim, ele é diferente. E por ser diferente, ele se destaca, assim, pelo menos sonoramente pra mim, né? Então eu achei maneiro. Não me afetou tanto, assim. Não acho um álbum ruim.

Eles são um álbum diferente do que o DevTowning tem a entregar, né? No resto da discografia. Eles que quiseram explorar os caminhos, então, assim, é diferente, só isso, né? Eu acho ruim. Eu acho que é bom mudar às vezes, né? Cara, eu acho que o que mata esse álbum é a produção, mano. Eu acho que as composições aqui não necessariamente elas são tão ruins, assim, obviamente.

Faz falta demais o toque do Steven Carpenter. Tipo, o homem sabe o que ele tá fazendo. Quando ele tá entregando o peso do Deftones, é absurdo. Não tem o que falar. Mas, pô, tem umas músicas legais. Eu não acho esse o pior do Deftones, como eu já disse no alto intitulado.

Eu gosto de prayers triangles, eu gosto de acid hologram no momento que passa o meu gato na frente da câmera Eu gosto de geometric headdress, Hearth and Wires é uma boa faixa também Phantom Bride obviamente, não sei se comentar sobre o Jerry Cantrell é mágico Obviamente, tem muito filler aqui, mas é coisa mesmo Até a própria Rubicon que tinha sido comentado ali

A letra dela é ok Eu acho que ela interessa outras coisas Não só o Stephen Carpenter, mas enfim Mas de resto, cara Eu acho generalmente que o que atrapalha esse álbum é a produção Eu acho o som do álbum bastante abafado Tipo, o Prayer Triangles Tinha tudo pra ser uma música ainda maior E ela fica contida, ao meu ver Um...

Mas essa abordagem post-metal que eles pegaram mais a fundo, nesse álbum, claro, a carinha do Tia Moreno, é isso, né? Mas eu não acho que foi mal utilizado, eu só acho que a produção atrapalhou e eu acho que poderia ter sido melhor aproveitada quando o seu principal compositor de músicas mais pesadas estivesse um pouco mais envolvido.

Próximo álbum, em 2020, 25 de setembro, quatro anos depois, lançado na Reprise Records, nós tivemos o lançamento do Ohms, que é a volta do Terry Date para a produção da banda. É o último álbum a contar com o Sérgio Vega no baixo. E dessa vez, segundo o Chino, o Steven Carpenter e o Wade Cunningham assumiram o protagonismo nas composições.

da formação, Tino Moreno, Steven Carpenter, Sérgio Greger, Eric Cunningham, Frank Delgado. E aí nós temos uma dualidade, né? O Gore é o álbum do Tino Moreno. O Onze é o álbum principalmente do Steven. E aqui eu tenho que fazer minha meia-culpa também, né? E falar que pô, falta o Tino Moreno. Eu preciso que ele esteja envolvido nas composições. Porque por mais pesado que as músicas sejam, por mais o Tino Moreno,

divertido que os hits sejam, dá pra ver que, pô, beleza, voltamos a trabalhar aqui, Stephen Carpenter entrega um peso legal, assim, nas músicas. Eu acho que o problema desse álbum é que, assim, eu consigo falar pra vocês, eu lembro de ter falado isso na gravação também, dos lançamentos de 2020. Esse álbum é muito bom, quando acaba eu não lembro de nada.

Tipo, pra mim é isso O que fica pra mim são músicas tipo Genesis, o que fica pra mim é Spell of Mathematics, que eu acho que essa altura do campeonato Já se torna um Staple deles Popeye, que segue Spell of Mathematics também, outra música muito boa Radiant City é muito Muito boa também E eu acho que é isso Tipo, eu acho, assim, todas as coisas Estão num lugar nesse álbum Eu só acho que as composições ficaram Todas muito Boom

é como eu disse, parece que falta algo e esse algo ainda vai ser entregue queria saber de vocês então, esse álbum eu ouvi ele na época da minha entrada no VNR e eu não não tinha um contato muito grande com Death Tones, eu lembro que na época eu ouvi esse disco e eu não entendi ele muito bem não entendi ele muito bem

E eu fui entender, anos depois, reouvindo. E, cara, eu acho esse disco um álbum legal. Eu acho um álbum legal. O trabalho de guitarra dele é muito legal. O Carpenter voltou as composições e voltou com sangue nos olhos. Tem muita coisa, como eu comentei anteriormente, tem muita coisa de gente aqui.

É um disco que dá pra ver que ele tava ouvindo muito Mechuga na época, certamente. Eu gosto muito da parte de sintetizadores do disco. É um disco que tem muito efeito legal, muita parte climática que é muito legal.

um comentário que talvez seja impopular, mas dos álbuns com o Sérgio Vega, eu acho que esse é o que tem as linhas de baixo mais legais tem as linhas de baixo que mais me pegam

tem faixas legais, eu gosto de Genesis, eu gosto de Ceremony, gosto de The Spell of Mathematics, gosto de Pompeii, gosto também da faixa título, mas entendo o comentário que o Paulo fez, eu concordo nesse ponto, falta a parte melódica do Chino, falta a sensibilidade do Chino, e faltam os momentos marcantes. Faltam os momentos marcantes.

Mas no geral eu acho um álbum legal, cara. Eu acho um álbum legal abaixo do Diamond Eyes, abaixo do Koino Yokan e tudo mais, mas ainda assim um álbum legal. Eu entendo o comentário do Paulo e, tipo, é isso, assim, né? Eu acho que faltou a alma do Shino, essa sensibilidade. Mas eu sou fã de Bexuga, né? Então...

Então eu gosto desse álbum. Não tá entre os melhores, porque realmente, tipo, falta o Chino, mas...

A diferença, eu acho, é que tem uma coesão, tem o Abe aqui também, né? Não é só o Stephen. E o Gore, eu senti que é muito, tipo, não sei, é muito só o Chino. Não sei também, né? O quanto que isso é verdade. Vai saber o espaço, a cabeça que cada um tava na época.

E aí uma curiosidade, ONS, caso vocês não saibam, é uma unidade de medida de resistência elétrica. Como eu sou física, eu me senti no dever de compartilhar essa informação. E acho que até por isso eu fui com uma expectativa para o álbum. Eu não decidi se eu gosto ou não da capa ainda.

Mas definitivamente é melhor do que a do Gore. E é isso. Então, galera. Minha visão sobre esse álbum é que... Assim... Cara, dá pra ver que a banda tenta retornar a uma sonoridade anterior.

né? Então, assim, é o som tradicional do que a gente conhece sobre o Deftones. Eu acho que isso deixa bem escancarado com uma faixa de abertura chamada Genesis. Então... Rapidão só, tanto que eles voltam com o Terry Date, né? Como produtor. Então, volta pro produtor anterior. Exatamente, Sarah. Exatamente. Então, a banda vem trazendo aí, cara, um som pé no chão, né? Então, volta pras raízes da banda. É...

Cara, eu gosto de Genesis, Ceremony, eu acho muito foda. Eu acho a Faixa Urantia e Pomperi muito Smash Punks. Meu Deus, que influência de Smash Punks eles beberam bem da fonte.

da banda, inclusive eu cheguei a comentar isso com a galera daqui, né, dos meus amigos de podcast cara, eu gosto muito dessa atmosfera, né dessas duas músicas inclusive, eu gosto demais dessa pegada alt-rock, né, anos 90 então por mais ser uma obra de 2020 ainda tem essa pegada anos 90, né, ainda

Cara, e a música Headless Eu gosto também desse álbum Eu acho Uma música pra pegar a estrada e ir ouvindo Assim, no fim da tarde Cara, inclusive, preciso dessa experiência Com essa música E mais uma música que vocês já mencionaram Que foi o Teixeira of Matemáticas Eu achei maneira essa faixa Eu só não entendi Por que matemáticos, enfim Mas enfim Eu não entendi o nome da música Eu não entendi o nome da música

Mas, voltando aqui, cara, dá pra ver que a banda tenta voltar pra sonoridade raiz dela. Então, assim, foi uma experiência onde, tipo, trazer o fã de volta, né? O fã que criticou o gore.

Estamos aqui mostrando para vocês um álbum com a existência do Defton. Mas, assim, apesar de ter esses pontos positivos, eu não sei se eu vou voltar a escutar esse álbum novamente, sem ser para gravar um episódio, por exemplo.

Porque realmente não dá vontade de ouvir de novo um álbum completo, né? Ele não funciona muito bem, assim. Dentro da discografia, vamos dizer assim, que tá ali, são 10 álbuns, acho, da discografia. Ele tá ali num top 7, top 8, talvez? Por aí, top 6, top 7, por aí. Ele tá bem naquela meiuca ali da discografia da Amanda. Não é tão 100%, mas também...

É um álbum o quê? Totalmente o quê? Eu acho que a banda consegue fazer algo melhor. Eu acho que o próximo álbum, ele consegue fazer uma coisa mais diversa, uma coisa mais gostosa pra se ouvir, né? E é isso.

Talvez eu esteja um pouco sozinho aqui em relação a isso, mas o Ones é um álbum que eu frequentemente revisito. É um álbum que eu acho que a falta de punch que eu sentia com o Goff, velho, nos primeiros segundos da Genesis, isso já foi pro caralho com aquele riff. Aquele riff que chega do Stephen Carter no começo da Genesis e já foi, beleza. Era isso que eu queria, era isso que eu sentia falta no Goff.

Então é um álbum com muitas bangers, em busca pra bater cabeça. O trabalho de... Algum de vocês comentou sobre o trabalho de baixo do Sérgio Vega, nesse álbum, acho que foi o Peralta, falou que é um dos melhores da geografia, e eu concordo. A linha de baixo de Radiant City é um absurdo. É uma das mais legais do Death Front, na carreira inteira. As introduções de baixo são mais maneiras.

E o trabalho geral do Sérgio Vega nesse disco é legal. Eu gosto muito de Pompeii, gosto muito de Headless. A OMS eu acho um musicácio, eu acho um épico, sabe? A OMS é uma música que me soa grande, saca? É uma música que em alguns momentos, é até uma doideira minha, mas alguma coisa, harmonicamente, me lembra as paradas do Mastro.

não sei o que, mas as coisas de acordes ali, eu acho um álbum legal, eu gosto da capa dele, eu acho a capa dele maneiríssima, e tá longe de ser um dos meus favoritos, mas é um álbum que eu escuto bastante, assim, às vezes, e ele traz o punch, ele traz o lance do bater cabeça, que eu tanto senti falta com o Guara, eu acho um álbum bem legal, assim.

e com músicas memoráveis a primeira vez que eu ouvi eu fiquei com o Genesis e com o Ombros na cabeça depois de ter escutado, acho um disco bem legal no geral até o sentimento que eu tenho com vocês no geral é que aparentemente é um álbum legal, mas é esquecível estamos todos de acordo

Bom, o que foi a janela mais longa de lançamentos entre álbum do Death Cones na carreira, 5 anos no caso, lançado em 25 de agosto de 2025 pela Reprise Records e pela Warner, que já foi citada coincidentemente nesse episódio, é lançado Private Music com o Nick de volta à produção. O álbum foi feito com bastante calma, que foi um processo de composição por 3 anos, eles moram em cidades diferentes hoje em dia, então eles fizeram um álbum com pasta compartilhada.

A volta do Nick, eles comentaram que foi porque ele tem uma capacidade de captar a essência do que a banda tá fazendo. Quando tão fazendo uma jam e começam a viajar, ele consegue meio que voltar o foco e recuperar os trechos importantes, né?

As faixas nesse álbum estão Estilizadas com letras minúsculas Com a exceção de CXE Que aparece como C minúsculo, X maiúsculo, Z minúsculo O primeiro álbum da banda Com o Fred Sablin, que antes era músico de turnê Como baixista

É um disco muito aclamado pela crítica especializada, uma dessas críticas sendo nós mesmos. O Chino fica sóbrio a partir da pandemia, ele tinha percebido que estava sem criatividade nesse tempo, que deveria ser ótimo para compor.

percebeu que não podia assistir vídeo de performance ao vivo porque não tava bem com ele mesmo. Agora tá mais presente e aproveitando mais a música. Steven Carpenter teve problemas sérios de saúde ao longo da gravação, teve a sorte de ter gravado Guiz antes, mas chegou a ficar com o braço mobilizado devido à diabetes de tipo 2.

E aí quando chegou o momento de gravar, realmente com a sorte de ter melhorado, falou que teve uma nova apreciação, né? Como se estivesse realmente sentindo as músicas pela primeira vez. Antes ele tava no piloto automático, o que é muito interessante considerando a habilidade de composição do Steven Carpenter, né? A formação nesse álbum é Chino Moreno, Steven Carpenter, Fats Abel, agora embaixo, Avin Cunningham e Frank Delgado.

Vou pedir pra que, principalmente Peralta, pouca um pouco dos comentários Nesse álbum, já que participou Do episódio de lançamentos Da época, inclusive eu recomendo Que vocês ouçam pra ouvir mais comentários Do Peralta, os meus também Quem não participou, eu Gostaria que falasse um pouquinho mais Mas eu gostaria de ouvir muito Do nosso convidado primeiro Matheus, você pode abrir falando sobre esse álbum? Boa, meu irmão É, boa Boa

Cara, eu fico até emocionado de falar desse CD, porque assim, eu me sinto o ouvinte que ouviu pela primeira vez o White Pony, na época do White Pony, conheceu o Death Tones nessa época, eu me sinto o ouvinte que conheceu o Death Tones na época do Diamond Bies, eu acho que é o clássico da fase que eu conheci a banda, que hoje é uma das minhas bandas favoritas, sabe?

É um CD bom do começo ao fim. É um CD que, assim, na primeira audição. Inclusive, foi o Paulo que me enviou no WhatsApp. O vazadinho aí do CD. O homem tava trabalhando na soja.

Pô, tá ligado? Na primeira audição eu já achei o trabalho, eu já me arrepiei. Infelizmente, a experiência foi atrapalhada um pouquinho com a notícia da morte do Brent Hines, do Brent Hines do Messi. Enquanto eu estava ouvindo o álbum, isso atrapalhou um pouquinho a experiência. Mas mesmo assim, cara, é um CD...

impressionante, os singles já mostraram o que o álbum ia ser porra, My Mouth is a Mountain é um colosso de música

É uma música que soa death tones, sabe? É uma música que é, pra mim, a síntese do death tones é ela, sabe? My Minds Are Mountain é completamente death tones. Milk of the Madonna é um musicão, tem uma linha de baixo muito legal, uma música dramática, sabe? Uma música que tem um senso de urgência nela, que eu não sei muito bem explicar. E, cara, muitos outros momentos bacanas. I think about you all the time. É uma balada linda, uma balada linda.

E, cara, assim, realmente é um trabalho primoroso do Leftonis. Eu acho que eles conseguiram fazer um blend muito maneiro do que eles fizeram, tanto no Gó, em relação às ambientações, em relação ao clima mais etéreo, quanto no Holmes, falando de trabalho de guitarra, falando de trabalho de batera, de groove.

É um álbum realmente muito bom e não tem skip pra mim, basicamente não tem skip. Destaco também, além dessa 3S take, Cut Hands, que tem um breakdown foda, que é um revival da época do Diamond Eyes, inclusive, e assim, um descaralhaço, fácil, fácil, fácil, muito bom. Vamos voltar lá. Então, galera, eu considero esse álbum realmente, cara, o condensado de tudo que o Death Township consegue fazer.

Então, assim, mano, que foda. Eu acho que é uma experiência esse álbum. Eu não tenho... Eu preciso ouvir ainda mais pra eu poder colocar esse álbum no meu top 5. Mas, assim, eu acredito que em alguns anos ele vai estar no meu top 5. Eu não coloquei ele no meu top 5 por muito pouco porque esse álbum é muito foda. Ele é incrível. Ele é literalmente... Parece que o Shino Moreno, o Stephen, enfim.

Galera da banda, né? Eles entraram numa máquina do tempo e revisitaram tudo que eles já fizeram anteriormente e condensaram. Então, aqui tem um prog. Aqui tem um metal, um alterna metal. Eu acho que seria mais bem classificado. Aqui tem ali aquele prog. Aquele é...

É aquele two-gaze metal, né? Mais bem trabalhado. Então, assim, os momentos mais atmosféricos, eles conseguem ainda ter peso. Então, assim, ele não é uma coisa única, não.

Que nem a gente viu No Gó Então assim, eu acho pra mim Que esse álbum é A raptação de tudo que eles já fizeram Na discografia Eu acho que dificilmente eles vão conseguir superar O que eles fizeram nesse álbum

Nesse quesito de condensar tudo. Então, assim, é muito bem feito. É incrível como eu consigo ouvir esse álbum e não enjoar. E foi o álbum que eu mais ouvi em 2025. Sabe? E foi um dos maiores lançamentos de 2025. Deixa eu botar em uma top 2, coisa assim. Em primeiro lugar ficou Catatônia. Mas acho que foi com o segundo lugar. O Death Thomas. Mas, enfim.

todas as faixas são bem colocadas a faixa de abertura My Mind e Zay Mountain é muito foda Souvenir, puta que o pariu que faixa é incrível CXZ

também muito legal, muito legal Coach Hands também gosto pra caralho e cara, encerra muito bem com o Depart Departin The Bowery, enfim a banda ela consegue ainda produzir coisas fodas e assim, estou falando de uma banda que tem o seu primeiro álbum em 1995 e lançou o álbum em 2025 então assim, são 30 anos de banda

Eu dificilmente tive bandas que tem 30 anos de carreira a lançar uma coisa assim tão foda quanto o Deftones conseguiu produzir. Sabe? Dificilmente. Então, assim, cara, bandas dessa mesma época, do Deftones, que eles surgiram, não conseguem fazer um álbum foda assim. Não consegue. Korn não conseguiu. Sleepnotes não consegue mais. O Tool não conseguiu. O Tool não conseguiu. Então, assim, cara, que álbum incrível. Eu acho que é um álbum que eu...

Porra, tem poucos meses que foi lançado em agosto. Sete meses, né? Eu levo a matemática aqui, sete meses. Então, assim, pra mim é muito recente eu virar e falar assim, ah, o melhor da psicografia da banda. Mas eu sei que daqui a algum tempo eu vou considerar um dos melhores da psicografia da banda. Porque realmente é um álbum muito foda. E é isso. Foi feito um spoiler, pode ir, Sérgio.

Cara, eu fiquei bem triste de... Tipo, porque em 2025, no ano passado, eu não ouvi esse álbum. Eu não ouvi. E daí eu perdi... É sério, desculpa. Você participa do Venim na Estante e não ouviu Private Music, Sara.

Esse álbum, acho que ele ficou entre os tops do VNS. Tem noção disso? Ficou. E aí eu fiquei muito triste, porque, tipo, eu ouvi agora, e eu ouvi depois da gente fazer o inimiguinho de ouro, e ele não está no meu top por causa disso, assim. E daí eu tô, tipo...

Cara, eu perdi a chance do que o Matheus falou. Sabe aquele negócio de testemunhar a história? Eu lembro, óbvio. Porra, assim que saiu a capa do negócio, a capa já é um bagulho... Nossa, essa capa brunda demais. Gente... Eu quero muito uma camiseta com essa capa, velho.

inclusive falando sobre o lançamento desse álbum eu lembro que lançou sexta-feira eu tava ouvindo esse álbum na sexta-feira e eu tipo assim, gente qual banda que me faz fazer isso? fazia tempo que eu não passava por essa experiência foi muito gostoso toda banda lança peça

não, eu sei, mas é que tipo assim eu sempre deixo pra domingo ou pra outra semana sabe, e tipo assim eu parei pra escutar o álbum na sexta-feira fazia tempo, desde a pandemia sabe qual que é o teu problema? a gente falta ansiedade falta ansiedade falta ansiedade tá muito tranquilo gente, vocês tem que entender que eu nunca eu não tinha parado pra ouvir Theftones ainda então eu não tava nessa expectativa que vocês estavam que eu não tinha parado

dito isso, valeu a pena eu tava mal na rua procurando algum link eu tava na fissura de conseguir alguma parada eu tava na rua temos aula aqui com link russo eu acho que é isso uma banda que tá aí 30 anos na ativa cara

Meu Deus, né? Assim, que bandas conseguem fazer isso? É um grande trabalho. Eu não ouvi vezes o suficiente, como acabei de falar, desde que eu ouvi a primeira vez, porra, eu acho que faz o quê? Duas semanas, talvez? Então eu não tive tempo de digerir esse álbum ainda.

Vou voltar pra ter uma opinião e falar, tipo, pô, mas eu coloco ele pertinho, assim, ó, do Diamond e do Around the Four. Cara, porque tá sensacional.

Então, para começar, mais uma vez, ouçam o episódio de lançamentos, tá? A gente comentou mais a fundo sobre esse álbum, eu vou tentar ser breve aqui, para não tomar muito tempo de vocês. Mas eu começo dizendo que esse álbum já é um clássico quase que instantâneo, assim. Pela recepção, pelo impacto, normalmente eu comento isso de álbuns que realmente são unanimidade, esse disco foi uma unanimidade.

O Well definiu perfeitamente, que é um disco que transita por todas as fases da banda, parece que a gente realmente tá vendo uma máquina do tempo de tudo que o Deftones já foi e é. E o comentário que eu faço sobre o Deftones sempre é sobre o quanto é uma banda que soube envelhecer bem, justamente por...

ter essa ânsia por trazer elementos novos e ao mesmo tempo a ânsia por buscar essa juventude, buscar essa energia dos anos 90 e início dos anos 2000. Então é uma banda que, da boca dos próprios membros, eles têm interesse em preservar isso, têm interesse em preservar o que cativou os fãs.

Mas também tem interesse em se desafiar, em trazer novas camadas, novos elementos. E esse álbum traduz isso perfeitamente, perfeitamente. Então é isso, gente. Baita álbum. E como vocês falaram, é muito legal ver uma banda de 30 e poucos anos, agora quase 40 anos, né, gente? Quase 40 anos de atividade fazendo um álbum nesse nível, cara.

muito, muito foda. No momento que eu digo pra vocês que o terceiro álbum que eu mais ouvi da banda, sendo Private Music e com o Milkov de Badona sendo a segunda música que eu mais ouvi na carreira deles, eu digo pra vocês que eu tenho tranquilidade em dizer pra vocês que é o melhor álbum da carreira da banda.

Tipo, não tem problema nem com a gente falar uma coisa dessas. Cara, o riff de Milka e Madonna, pelo amor de Deus, cara, não sai da cabeça nunca mais. Mano, é inacreditável, cara. Total. Infinity Source. Essa música virou playlist de treino, assim, pra mim, só que era aquela parada, tipo, pô, ela tá acabando, deixa eu voltar. Ah, ela tá acabando de novo, deixa eu voltar. Tipo, assim, cara. E, cara, Death Ones é o tipo de banda que eu pego pra ouvir álbuns inteiros.

Eu pego pra ouvir álbum de uma vez O fato de que Mikko Demadon já é a música Que eu, tipo, o segundo ouvi Mais Na carreira dele, na primeira Sword City Diz muito É absurdo, cara Esse álbum me conquistou demais Esse álbum Eu não precisava de lembrete de porque Que eu gostava de Deftones em 2025 Tipo, foi a banda que eu mais ouvi Só que eu fiquei obcecado Quando lançou o Private Music Eu não conseguia parar de ouvir Eu não conseguia parar de ouvir

Como eu disse, eu tava nos fóruns russo da vida aí pra ficar pegando o link, porque eu queria ouvir Deftones, cara. E assim, no momento que lançou My Minds is a Mountain, assim, Instagram em comoção. Tipo, a nossa bolha assim, meu Deus, só se fala de Deftones, meu Deus, eu preciso de datas de lançamentos.

Quando é que sai o próximo single e o próximo single... Meu, que eu tenho Madonna. Tipo, puta que pariu, cara. Tipo, eu não consigo conter a ansiedade que eu tô de ouvir esse álbum. E quando esse álbum saiu, puta merda. Matou a minha ansiedade, assim, totalmente. Eu precisava entrar dentro desse álbum. Porque, meu Deus, pra mim, um clássico moderno.

entendo que não é todo mundo que vai partilhar dessa opinião, assim como não é todo mundo que vai partilhar da opinião que o Kornel e o Kahn poderiam ser o melhor álbum da banda, mas enfim, dito isso, porra puta de um álbum, não foi meu álbum do ano do ano passado, porque o Death Heaven entregou um marco do gênero também, mas puta que pariu, o Death Heaven entregou uma parada fenomenal e...

Sem palavras, eu sei que eu tenho um comentário melhor no episódio de lançamentos. Não vou trazer tudo isso agora, mas se vocês quiserem ouvir 10 minutos meus só de escolher sobre esse álbum, tá lá. E no momento que eu declaro encerrado,

a discografia da banda. E nesse exato momento, a única coisa que eu peço pra vocês é que vocês digam o seu top 5. Isso mesmo, top 5 dos álbuns da banda. Então, galera, vamos lá. Quinto lugar, fica o Kana e o Kana.

Em quarto lugar, Diamond Eyes. Em terceiro lugar, Adrenaline. Em segundo, Around the Four. E em primeiro lugar, White Pony. É isso. Caralho, eu achei que você ia colocar um Private Music.

Então, aí que tá, aí que eu não tô preparado pra colocar ele no meu... Você não prestou atenção? Ah, mas eu tô. Ele falou, ele falou, é verdade. Falei, ainda tô na mão. Mas eu tô. Ele tá a um pé, se chegar lá. Eu tô, eu tô, eu tô.

Então, em quinto lugar, eu vou com o Saturday Night Wrist, quase empatado com o Diamond Eyes, tá? É que o Saturday Night me pega no contexto lovezinho. Em quarto lugar, vou com o Koino Yoka. Em terceiro lugar, com o Private Music. Em segundo lugar, White Pony. Em primeiro, Around the Fur.

Eu vou falar que vocês são muito metal, hein, Matheus? Então, o meu top 5 tem validade de talvez 10 minutos, porque o álbum que eu falei que era meu favorito no começo da lista já mudou. Eu repensei enquanto eu estava falando. Então, assim, é uma validade, assim, é muito perecível. Então, já vou avançar. Vamos lá.

Quinto lugar, Adrenaline Quarto lugar, White Pony Terceiro lugar, Corner Yorcan Segundo lugar, Around the Floor E primeiro lugar, Diamond Dash E o detalhe Osso 9, 7, 6 Evil, Diamond Dash Uma das melhores mostras de todos os tempos Sara Chegou sua vez

Meu Deus, cara, que ódio. Eu não posso só falar o 5. Porra, porque botar em ordem, velho. Vai essa arma. Vamos lá. Eu quero o drama. Quinto lugar. Cara, tá difícil. Mas vai, Diamond Eyes. Quarto lugar, Adrenaline. Terceiro lugar, Koino Yokan. Segundo lugar.

Private Music, primeiro lugar Around the Fur. Que isso? Private Music? E White Pony, depois, gente, depois. Depois a gente pensa sobre. Eu gostaria de começar o meu top 5 com o quinto lugar, dizendo que é o álbum que eu não gosto, que é o White Pony. Em quarto lugar, o Saturday Night Wrist. Em terceiro lugar, me surpreendendo também,

O Around the Fur em segundo lugar. Koei No Hyokan em em primeiro. Primeiro lugar. Private Music. Uou! Gente, não, não. Pera, é um crime colocar essa desculpa. Vou botar Saturday Night Wings. Mas...

Tá, tá bom. Eu vou ouvir de novo, porque não é possível. Ouça de novo. Eu ouvi errado, não é possível. Não, não sei. Não, não sei. Não, não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Não sei. Vamos lá, né? Vamos lá. Ou o El, por exemplo. Eu achei muito em E. Mas eu vou falar pra vocês, assim, das listas aqui, acho que a gente chegou, embora não haja consenso nenhum, a gente chegou num consenso.

que com exceção ali do auto-intitulado, do Gore e do Holmes, que são alguns que definitivamente estão um pouco abaixo, os outros todos foram mencionados nos tops, então o restante da discografia é um nível altíssimo e é muito difícil elencar, se a gente fosse fazer um um tier list aqui seria embaçadíssimo, a gente teria esses três abaixo, o resto é umado, é umado,

Tudo pode acontecer, tá ligado? E eu quase coloquei o On, tá? Em quinto. Vou falar bem a verdade.

Ah, então nada mais faz sentido Então Então nada faz mais sentido Ouvinte, você vai ter que ouvir Nenhum comentário tem embasamento Cada um monta a sua lista Dos ouvintes E nada vai Deixa nos comentários, ouvintes Qual é o seu top 5 aí? Vamos fazer um rolê desse, velho Votação Chegou

e pulou pra parte onde nós estamos elencando nossos tops, você vai ter que ouvir nossas motivações com esse recado eu declaro encerrado o episódio, gostaria de agradecer a participação de vocês, Matheus sinta-se em casa sempre participação excelente agradeço muito aí pelo seu tempo

Volte sempre. Volte sempre. A casa sempre vai estar aberta aí pra você, hein? Pode brotar. Pode fazer seus comentários. Então, primeiramente, muito obrigado, Peralta, muito obrigado, Paulo, Ruel e Sário, pelo convite. Se vocês não fizeram perder o jogo patético que o Vasco está jogando aqui, na verdade, já viramos, pelo menos.

Mas sempre é bom perder o jogo do Vasco pra não me estressar. Então, muito obrigado. A participação foi muito legal. Sempre que tiver assim, pode me chamar que eu apareço, tá? Fiquei muito feliz com o convite quando vocês me chamaram aí, me senti muito honrado. Pô, falar sobre o Deftones é uma parada assim... Falar sobre o Deftones, falar sobre o Vasco e falar sobre o John Mayer. São três coisas que eu passo tempo nessa hora de falar.

então, muito obrigado pelo convite novamente, peço aí pra vocês, ouvintes sigam minha banda, Carminio Oficial acabamos de lançar um álbum chamado Kintsug, esse é o álbum que o pessoal tá falando bastante bem modéstia a parte, tá realmente um resultado bem bacana, eu também tenho uma banda com o vídeo de 10 tones, chamada Nozebreed o Instagram é Nozebreed RJ e isso é um álbum

isso aí, sigam meus bandas aí nas redes sociais e tamo junto, um abraço novamente muito obrigado pelo convite, rapaziada contem comigo aí tamo junto pra caralho e nesse momento realmente eu encerro o episódio, agradeço a participação de todo mundo, a audição de vocês e um beijo até a próxima